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Dra. Sara Guerra Atenção à saúde mental Profª. Dra. Sara Guerra
Entrevista Rinaldo Josué Entrevista
Professora do Unigrande
Superando limites Rinaldo Josué ISSN 2237-4620 ISSN 2237-4620
Aluno do Unigrande
VOZ DO CAMPUS
/unigrande_centrouniversitario EDITORIAL
editorial
CAPA
Foto: Franzé de Sousa Modelo: João Swan (Aluno do curso Letras Português/Inglês do Unigrande) Arte: Pablo Freitas
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O esforço como parte do processo de conquistas
A
maioria das pessoas tendem a pensar que a vida universitária é um período repleto de emoções. No entanto, desde o início dos estudos para passar no vestibular e ingressar no ensino superior não é uma tarefa fácil, costuma ser uma etapa complicada para os estudantes, afinal, a escolha do curso está ligada à definição da profissão. Muitas vezes, a decisão pela formação é direcionada pelo mercado de trabalho, as possibilidades na carreira e os ganhos financeiros A tão esperada e desejada vida universitária também pode representar um período delicado de mudanças, difícil, turbulento, com variações do humor e crises emocionais. A adaptação ao novo estilo de vida e ritmo de estudo, pode não ser tão simples. Durante o ensino superior, os universitários se deparam com várias situações novas e de euforia por estarem entrando em uma nova fase, um momento que representa uma passagem para o mundo do trabalho. A grande expectativa em relação ao curso e as dificuldades
encontradas durante a vida academica faz com que muitos se questionem sobre sua capacidade de conseguir concluir o curso. Para superar as dificuldades encontradas pelos alunos, a Instituição de Ensino Superior precisa acompanhar o bem-estar dos estudantes, assegurando que o graduando possa ter uma maior integração com outros alunos, uma boa relação com os professores, maiores informações sobre o campus universitário e o próprio curso, orientando e proporcionando o direcionamento certo que permita o acadêmico concluir a graduação e prosseguir em uma carreira profissional de sucesso. Nesta edição, a revista Voz do Campus dialoga com o leitor sobre esse momento tão especial e desafiador na vida do estudante. Nossa função não é apresentar soluções prontas e acabadas, mas proporcionar uma reflexão que possa levar o educando a conhecer e superar seus próprios limites. Boa leitura!
EXPEDIENTE: SISTEMA DE ENSINO GRANDE FORTALEZA MANTENEDORA: CEUDESP | Diretor Administrativo-Financeiro: Eng. José Liberato Barrozo Filho | Diretor de Infraestrutura: Eng. Júlio Pinto Neto | Diretor de Expansão: Eng. Adolfo Marinho | MANTIDA: CENTRO UNIVERSITÁRIO DA GRANDE FORTALEZA | Diretor Geral: Eng. José Liberato Barrozo Filho | Reitor: Prof. Me. Paulo Roberto Melo de Castro Nogueira | Conselho Editorial: José Liberato Barrozo Filho, Adolfo Marinho, Paulo Nogueira, Franzé de Sousa, Coeli Rodrigues | NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO E MARKETING DO UNIGRANDE: Av. Porto Velho, 401 - João XXIII - Fortaleza/CE CEP: 60.525-571. Tel. (85) 3299-9900 - E-mail: dpcomunicacao@unigrande.edu.br | Site: www.unigrande.edu.br | Jornalista Responsável: Franzé de Sousa - MTB/JP 3066 | Revisão: Coeli Rodrigues | Diagramação: Franzé de Sousa | Projeto Gráfico: Pablo Freitas | Fotografia: Franzé de Sousa, Bryan Freire e Chico Gomes (colaboração) | Anúncios Informativos: Síntese Comunicação | Tiragem: 10.000 A Revista Voz do Campus é uma publicação semestral com o objetivo de valorização das atividades acadêmicas do UNIGRANDE e de veiculação de conteúdo relevante para a sociedade. As ideias e opiniões emitidas nos artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores, não refletindo, necessariamente, as opiniões do editor e/ou, do Centro Universitário UNIGRANDE.
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sumário
Profª Dra. Deborah Moura
PERFIL Determinação e coragem são características de quem nasceu para ser grande.............................6
ACONTECE AQUI Colação de Grau 2019.1................8 Click pelo Campus.......................12 Eventos.........................................14
CAPA A saúde mental dos estudantes de graduação....................................16
ARTIGO Um projeto de vida........................18 Estou formado e agora?...............19 Perdedores são aqueles que desistem de tudo aquilo que sonham........................................20
ENTREVISTA Um pequeno passo na direção certa é mais importante do que não saber para onde ir.................22
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Profª. Dra. Sara Guerra
Psicóloga e professora do Unigrande
OPINIÃO Pressões da vida acadêmica e os impactos sobre saúde.............25
CULTURA MÚSICA .....................................28 FILME ...........................................28 NA REDE...................................29 LIVRO DE CABECEIRA..........29
GRANDES ALUNOS Michelle Costa.......................30 Belmondo Rodrigues................30 4
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Superando limites
Rinaldo Josué Aluno Unigrande
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QUEM FAZ
EQUIPE UNIGRANDE
DIRETOR GERAL Me. José Liberato Barrozo Filho
DIRETOR DE TECNOLOGIA E PLANEJAMENTO Prof. Me. Marcos Araújo
DIRETOR DE INFRAESTRUTURA
DIRETOR DE EXPANSÃO
Eng. Júlio Pinto Neto
Eng. Adolfo Marinho
PRÓ-REITORA DE ADMINISTRAÇÃO
REITOR Prof. Me. Paulo Roberto Melo de Castro Nogueira
Me. Juliana Abifadel Barrozo
COORDENADOR DE COMUNICAÇÃO
DIREITO (BACHARELADO)
DIREITO (BACHARELADO)
DIREITO (BACHARELADO)
ENFERMAGEM (BACHARELADO)
Prof. Me. Henrelly Raony da Silva Viana
Coord. do curso de Direito Prof. Dr. Carlos Cesar R. Mazza
Coord. Adj. Profª. Drª. Milena Marcintha Alves Braz
Coord. Adj. Prof. Me. José Alexandre de Sousa Júnior
Coord. Profª. Me. Francisca Andréa Marques
ENFERMAGEM (BACHARELADO)
ADMINISTRAÇÃO (BACHARELADO)
Coord. Adj. Profª. Drª. Caren Nádia Soares de Sousa
Coord. Prof. Me. Francisco Alves
NUTRIÇÃO (BACHARELADO)
FISIOTERAPIA (BACHARELADO)
Coord. Prof. Me. Francisco Nataniel Macêdo Uchôa
Coord. Prof. Me Natália Macêdo Uchôa
EDUCAÇÃO FÍSICA (BACHARELADO E LICENCIATURA) Coord. Prof. Dr. Edson Marcos de Godoy Palomares
BIOLOGIA E QUÍMICA (LICENCIATURA) Coord. Profª. Drª. Déborah Moura
CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO (BACHARELADO) Coord. Profª. Me. Edineuda Teixeira
LETRAS (LICENCIATURA) Coord. Prof. Me Damião Carlos Nobre Jucá
PSICOLOGIA (BACHARELADO)
PEDAGOGIA (LICENCIATURA)
Coord. Profª. Me. Ana Cristina Guilhon Lobo Ximenes
Coord. Profª. Esp. Juliana Alencar
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PERFIL
Profª Dra.Deborah Moura Determinação e coragem são características de quem nasceu para ser grande
Acreditar no próprio potencial e lutar por um diploma de curso superior é um diferencial importante para melhorar a competitividade no mercado de trabalho e abrir caminho para uma carreira de sucesso
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iante de um cenário de disputa, onde o mercado se apresenta cada vez mais exigente, a lista de requisitos necessários para preencher uma vaga de trabalho tem aumentado consideravelmente. É muito difícil um profissional sem graduação de nível superior ter chance de encontrar uma boa colocação. A formação acadêmica abre diversas portas. Ter uma boa profissão e conseguir se destacar tem um significado importante para o desenvolvimento profissional, ao mesmo tempo que é fundamental para o crescimento pessoal. Acontece que, tanto quanto o mercado de trabalho, entrar em um curso superior não é tão fácil, a dificuldade de acesso é muito grande, é um espaço reservado a quem é 6
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decidido e se esforça para conquistar o sucesso. Se entrar em uma instituição de ensino superior já é um desafio, imagina para quem decide ir mais além. É o caso da professora Deborah Moura, Coordenadora dos Cursos de Biologia e Quimica do Ensino à Distância do Centro Universitário Unigrande. Sempre curiosa e pronta para enfrentar grandes obstáculos, em 2008 graduou-se como Bacharel em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Ceará – UFC. Inquieta e sempre buscando ampliar os conhecimentos, tornou-se mestre em Bioquímica, três anos depois da primeira graduação, curso que conquistou o coração e fez despertar a paixão pela ciência e pela pesquisa.
“Foi um curso que me enriqueceu bastante e me fez descobrir a paixão pela pesquisa científica”.
“A identidade profissional
não foi forjada nos caminhos do desânimo e da amargura. Ao longo da carreira superou obstáculos e conflitos” Por mais que a caminhada fosse cansativa e desgastante, ela sabia que estudar era a chave para grande parte das oportunidades que poderiam surgir no futuro. Ainda muito jovem, aos 25 anos de idade, tomou uma decisão que iria mudar sua vida, estudar fora do país, em uma instituição de ensino superior na França. “Eu aceitei esse desafio de passar dois anos no exterior para fazer parte do meu doutorado numa universidade que teria uma infraestrutura para pesquisa muito melhor do que se fosse no Brasil”. O estudo fora do país tornou o ritmo de vida mais intenso. A carga horária mais elevada, a cobrança por resultados positivos nos estudos, o distanciamento geográfico da família, dos amigos e o contato com uma cultura diferente foram as pedras que surgiram ao longo do caminho de Deborah. A identidade profissional dessa mulher batalhadora e decidida não foi forjada nos caminhos do desânimo e da amargura. Ao longo da carreira ela superou obstáculos, conflitos, tensões. Na trajetória descobriu novos caminhos, novas formas de construir conhecimento. “Foi difícil, mas teve uma questão de superação que deu tudo certo. Eu estava ali realmente para ter um ótimo currículo e chegar no Brasil e terminar meu doutorado de uma forma bastante engrandecedora. E foi o que aconteceu, consegui terminar o doutorado no Brasil; foi duplo diploma. Consegui adquirir um diploma de Bioquímica pela UFC e um diploma pela Université Paris-Est na França”. Com o mercado cada vez mais dinâmico e atualizado, onde o mundo do trabalho está em constante mutação, a capacidade de aprender e o acumulo de conhecimento tonaram-se bens preciosos para quem deseja ter um bom currículo. Por esse
motivo, o profissional que busca reconhecimento, promoção e um bom salário, precisa reunir uma série de requisitos: conhecimento, competência e ética, são algumas das qualidades necessárias. “Por volta de 2015 eu comecei a lecionar, porém eu sentia a necessidade de melhorar meu currículo, embora estivesse amando lecionar. Então submeti projetos para adquirir bolsa de estudos e poder voltar a França. Apesar das dificuldades, não desisti, consegui voltar para lá e fiquei um ano realizando meu pós-doutorado. Além de ficar mais uma vez distante da família e dos amigos, fiquei distante do meu ambiente de trabalho e dos alunos. Eu sentia muita saudade de lecionar.”
“O professor marca
positivamente os alunos. Também ensina lições para a vida” Ela acredita que a formação constante é importante para a jornada de um profissional da educação e que para vencer desafios é necessário ter foco e manter-se sempre atualizado porque “o professor não é apenas um transmissor de informação. Muitos alunos se espelham no mestre, eles querem ter a mesma formação, engrandecer na vida, ter mestrado, doutorado e se tornarem bons profissionais”. Esse aspecto subjetivo do bom professor traz bases para relações de respeito e para a criação de um ambiente saudável para o aprendizado, “um bom professor marca positivamente os alunos, pois além de conseguir transmitir os conteúdos propostos também ensina lições para a vida. Um verdadeiro docente está interessado que o aluno se desenvolva”. Ela conclui dizendo que “é super prazeroso para o professor quando o aluno gosta de estudar e se dedica”.
Deborah
Moura é Coordenadora e docente dos cursos de Biologia e Química (Licenciatura) na modalidade de Ensino à Distância .
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ACONTECE AQUI
Colação de Grau 2019.1 Professor Me. Paulo Nogueira Reitor do Centro Universitário Unigrande
Foto: Chico Gomes
Reitor do Unigrande faz discurso incentivando os alunos a persistirem nos estudos e lutarem pelo sucesso profissional
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a noite do dia (27/07), o complexo esportivo do Centro Universitário Unigrande testemunhou o fim de um ciclo para vários estudantes que concluíram o ensino superior. Durante a Colação de Grau dos formandos de 2018.2, o reitor do Unigrande, professor Mestre Paulo Nogueira, proferiu discurso com o objetivo de incentivar os recém-formados 8
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a continuarem nos estudos e a lutarem para conquistar sucesso na profissão escolhida. O Reitor também afirmou que os futuros profissionais irão encarar um mercado de trabalho bem mais exigente do que a academia. Por isso é necessário coragem e determinação para trilhar novos caminhos. “Não tenham medo de colocar em prática o que
aprenderam no Unigrande: sejam inovadores, motivados, futuros líderes e cuidem de nosso país”. Leia o discurso na íntegra “Boa noite a todos! Cumprimentamos o diretor do CEUDESP, mantenedor do Unigrande, o Mestre José Liberato Barrozo Filho, em nome do qual
saudamos as demais autoridades e professores aqui presentes! Saudamos os concludentes e em nome deles todos os presentes aqui nesta noite tão especial. Agradecemos a Deus por permitir que pudéssemos ter saúde para ajudar a realizar os sonhos de centenas de alunos que investiram anos de estudos aqui conosco. Agradecemos aos pais e parentes dos nossos alunos que estão concluindo os seus cursos hoje, que confiaram em nossa instituição e com certeza contribuíram para esta conquista. Agradecemos aos senhores professores que muito colaboraram para que o nosso Unigrande seja um exemplo de instituição que inspira e ilumina a mente de nossos jovens. O cientista Carl Sagan disse: “Nós podemos julgar nosso progresso de acordo com a coragem de nossas perguntas e a profundidade de nossas respostas”. Olhando para vocês, eu tenho a certeza de que aprenderam e podem responder a muitas questões, após esses anos de estudo. Mas qualidades como gentileza, compaixão, honestidade e trabalho duro, às vezes são mais importantes do que habilidades técnicas ou know-how. Por essa razão, em nossa missão, nos ocupamos, antes de tudo, em formar o cidadão. Quando estamos doentes, nós queremos ter a certeza que a enfermeira frequentou a faculdade e que ela sabe o que está fazendo. Se embarcamos em um avião, nós queremos que o piloto esteja capacitado para pilotar a aeronave.
Temos convicção que todos vocês estão saindo daqui dominando as técnicas. Mas nunca esqueçam, ao tratarem com outras pessoas, sejam humanos e cidadãos. Ao partir para essa nova fase da vida de vocês, desbravem o desconhecido, busquem mais conhecimento. Lembrem-se com alegria de tudo o que passaram, os esforços que fizeram para concluir com aproveitamento cada semestre. Lembrem-se do primeiro dia de aula, da primeira semana, do primeiro semestre. Mas olhem, sobretudo, para o futuro que está começando hoje. Alguns de vocês já sabem o que farão a partir de segunda-feira, mas outros talvez ainda não tenham pensado sobre isso. Alguns talvez achassem que sabiam, mas agora estão em dúvida, questionando a escolha. O que fazer? Essa é uma escolha que, na vida real, nós enfrentamos todos os dias. Durante os primeiros vinte e cinco anos de nossas vidas somos mais propensos a ouvir e a promover mudanças. Pais e professores têm grande influência sobre nossas vidas e decisões. Com o passar dos anos, o mundo nos ensina. Mas, às vezes, a dúvida começa a entrar em nossas mentes e corações. E mesmo quando pensamos: “Não é bem assim que vejo o mundo!” É mais fácil simplesmente concordar com a cabeça e continuar em frente. Mas quando começo a pensar em minha voz interior, funciona. A intuição é diferente da consciência. Elas funcionam juntas,
mas a consciência grita: “Isso é o que você deve fazer! ” Enquanto sua intuição sussurra: “Isso é o que você poderia fazer! ”. Essa voz deve guiar os profissionais que vocês se tornam hoje, mas ainda não estão prontos. O final dessa etapa representa um novo começo! Peguem o entusiasmo do início do curso e o revivam totalmente a partir de hoje. Espero que todos vocês encontrem suas missões. E não se afastem do que é doloroso. Examinem. Desafiem. O trabalho de vocês é criar um mundo que dure para sempre. Vocês são o futuro! Sejam inovadores, motivados, futuros líderes e cuidem de nosso país. Tomem decisões e lembrem-se do que disse Steve Jobs: “Decidir o que não fazer é tão importante quanto decidir o que fazer”. Ter foco significa dizer não a centenas de ideias. Busquem o sucesso, a felicidade e o prazer nas atividades do dia a dia e ajam sempre de acordo com suas verdades. Para encerrar, deixo uma frase escrita pelo jornalista e psicólogo Daniel Goldman, para a nossa reflexão: “A reflexão nos faz fluir. O caminho final é o foco total. Não importa como se chega lá! O foco dá a partida na entrega e oferece à mente uma alavanca para administrar nosso cérebro”. Continuem estudando, trabalhando duro, com força, segurança e contem sempre com o apoio dos parceiros e amigos de sempre. O Unigrande sempre será a casa de vocês! Parabéns a todos!” VOZ DO CAMPUS
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ACONTECE AQUI
Colação de Grau 2019.1 Francisco Rodrigues de Araújo Filho Bacharel em Direito pelo Unigrande
Foto: Chico Gomes
Discurso de orador emociona o público presente a colação de grau 2019.1
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formandos, amigos; queridos pais e familiares, boa noite! Um grande sábio da antiguidade, chamado Salomão, um certo dia disse: “Melhor o fim das coisas que o princípio delas!” Por que o fim é melhor que o princípio? Porque o fim marca uma caminhada, o sair da esfera do sonho e a chegada da realização plena. O fim pressupõe perseverança, coragem, obstinação, Leia o discurso do concludente aprendizagem, apesar dos grandes obstáculos enfrentados. “Magnífico Reitor; prezados Neste grande ajuntamento de professores, autoridades gerações, e neste espaço, aprendi aqui presentes, funcionários, não apenas as ciências que serão m seu discurso, Rodrigues lembrou da importância dos professores na formação cidadã e da família como responsável pela construção da personalidade de cada indivíduo. Ele destacou, ainda, a educação como grande sustentáculo no processo de formação e transformação da sociedade.
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VOZ DO CAMPUS
aplicadas no meu labor diário, mas sobretudo ser mais humano ao contemplar, no mesmo espaço, gerações distintas e mulheres grávidas próximo às dores do parto, fazendo provas em busca da realização dos sonhos. É extraordinário ver mães, filhos e pais, hoje, celebrando juntos, com alegria. Então às mulheres, mães, guerreiras, meus parabéns! Na verdade, para sermos justos, deveria estar, juntamente com os nomes nos certificados, o nome de inumeráveis pessoas. A meu ver, deveríamos começar
com a pessoa de Deus, o criador de todas as coisas. Logo em seguida, embaixo de nossos nomes, deveria constar o nome de nossos pais, pois foram os fundamentos que nos sustentaram durante uma longa jornada de nossa existência. E ao lado de nossos nomes deveria constar também os nomes de nossos mestres, não apenas os nomes de nossos professores acadêmicos. Estamos lembrando também dos titios e das titias, que nos ensinaram as primeiras letras. A todos os professores que nos acompanharam durante essa longa jornada que iniciou há dezenas de anos, o nosso muito obrigado! Aos nossos pais, ou àqueles que fizeram esse papel, recebam a nossa eterna gratidão. Saibam que jamais, nós, filhos, teremos como pagar todo investimento, toda dedicação em nos educar e nos fazer pessoas de bem. Eu sei que alguns pais, ou algumas mães, não estão aqui esta noite, já partiram e estão na eternidade – como é o meu caso. Minha mãe está aí, no meio dessa grande multidão, a Maria das Graças, juntamente com outras Marias e pais, mas meu pai não está. É a segunda graduação que Deus me deu esse privilégio de concluir, mas meu pai não pôde participar de nenhuma delas. Mas a esses que se foram, não nos esquecemos deles. A todos os heróis que partiram, fica aqui nossa honra e nossa gratidão às suas memórias. Como toda vitória demanda sacrifícios, os pais ou as mães tiveram que abrir mão do precioso tempo com seus amados para
dedicar-se aos filhos. Certamente, hoje, os filhos que estão sonhando os sonhos dos pais, compartilhando dessa grande alegria também devem estar aliviados. E nós, os pais, ao contemplar nossos filhos, chegamos a uma verdade inabalável; a vida é um trem bala. E os nossos certificados, os nossos títulos, perdem o valor diante de um sorriso de um filho ou de um abraço fraterno de alguém que verdadeiramente nos ama. A vocação e a missão que temos nessa vida jamais se restringirá à profissão que almejamos alcançar ou a status. Nem uma vitória ou sucesso nesta vida terão mais valor do que a família tem em nossa existência. Entre um título acadêmico; entre uma conquista histórica e os nossos familiares, sacrificamos os títulos e abraçamos nossa família. Porque no dia último de nossa existência, não chamaremos os diplomas, não chamaremos os certificados, mas as pessoas que nos amam. A todos os amigos, hoje, aqui representados, a todas as conexões formadas. Aos meus amigos do quarteto fantástico, convido a todos a não dizer um adeus. Não é à toa que um texto de provérbios diz que existe amigos que são mais chegados que irmãos. Todos nós temos uma missão, uma vocação que não deve ser lastreada apenas objetivando o engrandecimento pessoal. Que a nossa missão, com as múltiplas formações, hoje, aqui representadas, seja também vivida em prol do próximo; em benefício da comunidade; em amparo
aos necessitados; em graças aos desvalidos e desprotegidos pela ausência de oportunidades e em auxílio aos desfavorecidos dessa corrupta e corruptora república brasileira. A nossa missão nesta vida, com os dons em formação aqui representados, deve ser guiada na construção de um mundo melhor. Porque se pensarmos apenas no pequeno mundo que se chama eu, o mundo jamais passará dessa grande competitividade selvagem, de querer tomar vantagem em tudo; essa cultura que é inimiga do homem de bem. Nossas formações e vocações devem ter como foco valorizar a dignidade da pessoa humana, com judicioso olhar para todos e todas, com isonomia e respeito às vastas misturas de raça e cultura que formaram e formam a nossa brasilidade. Hoje, fechamos um ciclo para que se abra outros novos desafios e obstáculos. Agora está posto diante de nós a responsabilidade de trilhar nesse mundo munidos da expertise que servirá não apenas para nosso engrandecimento, mas também para a construção de uma sociedade mais justa, livre, igualitária e democrática. Somos gratos por essa grande conquista. Mas essa gratidão se expressa em todos os atos que fizemos em prol de uma sociedade mais próspera, justa e feliz. E que todos possam viver com condições de desenvolver todo as suas potencialidades, habilidades e humanidade. Obrigado!” VOZ DO CAMPUS
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CAMPUS UNIGRANDE #CLICKSPELOCAMPUSUNIGRANDE
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hashtag “clickspelocampusunigrande” é utilizada em registros de momentos especiais que acontecem na nossa instituição, pois, além dos momentos de aprendizado e da construção de um GRANDE futuro, também vivemos momentos de muita descontração e de muito lazer. É aluno ou calaborador e fez uma foto bacana em nosso campus? Use a #clickspelocampusunigrande e veja sua foto postada em nossas redes sociais. Os melhores cliques sairão na próxima edição da revista Voz do Campus. VOZ DODO CAMPUS CAMPUS 1212 VOZ
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CAPA
Sara Guerra - Psicóloga
Sara Guerra é Doutora em Psicologia e professora do Unigrande
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A saúde mental dos estudantes de graduação
contexto universitário é uma fase importante ao desenvolvimento humano, principalmente aos estudantes de graduação. Assim, considerar a vivência como aluno universitário constitui uma transição significativa na vida do indivíduo, pois ele está iniciando um novo papel. Essa transição inclui: o esquema de estudo (diferente do colégio e do cursinho); as 16
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provas e exames; a exigência de longas horas de estudo; os conflitos entre dever e lazer; a gestão do tempo; o sentimento de desamparo do estudante em relação ao poder dos professores (com a percepção, em algumas situações, do uso arbitrário deste poder); o estabelecimento de novos vínculos afetivos; a modificação dos métodos pedagógicos; a competição
entre os estudantes; as expectativas quanto à carreira profissional; as dúvidas e preocupações sobre sua capacidade de absorver as informações dadas ao longo do curso; a preocupação com seus ganhos econômicos no futuro. Para alguns estudantes há, também, outras variáveis, tais como: o distanciamento da família; a ruptura de relações afetivas e sociais significativas;
a mudança de cidade ou de estado; o estabelecimento de uma nova moradia. Para outros, ainda, há fatores relacionados a situações de vulnerabilidade pessoal, social e/ou econômica. Essas circunstâncias podem desencadear situações de crises que podem ser responsáveis pelo amadurecimento e fortalecimento da identidade, enquanto, para outros, pode gerar desajustamento e, até, um desencadeamento de adoecimentos. Problemas psicossociais, tais como ansiedade, depressão, preocupações com os estudos e dificuldades de relacionamentos, são comumente encontrados em estudantes universitários e, quando não avaliados e tratados adequadamente, podem levar às evasões que são onerosas para o ensino público, para a sociedade e, principalmente, para o próprio estudante. Nogueira-Martins et al (2018) em sua pesquisa aponta que o estresse vivenciado pelo estudante e seus problemas associados são decorrentes tanto do ambiente de aprendizagem como da vulnerabilidade psicológica do estudante e podem ser agrupados em três categorias: 1. estresse relacionado ao processo de profissionalização - ligado às vicissitudes da construção de uma carreira/identidade profissional em uma realidade de mercado de trabalho altamente competitivo; 2. estresse situacional - associado às pressões e exigências específicas do treinamento na graduação (qualidade do ensino, provas, atendimento de pacientes), dificuldades nos relacionamentos com colegas e professores; 3. estresse pessoal - vinculado a características individuais e traços de personalidade como gênero, história
pessoal e familiar de doenças físicas e transtornos mentais, vulnerabilidades psicológicas (maior ou menor dificuldade em lidar com situações de conflitos interpessoais), situação econômica e social (necessidades econômicas pessoais), problemas familiares e eventos estressantes da vida (doença e morte de pessoas próximas, crises familiares).
“Uma instituição de ensino superior comprometida, deve criar medidas que facilitem o desempenho acadêmico, a frequência escolar e a formação profissional dos seus estudantes” Considerando que as condições psicológicas são determinantes para o processo de aprendizagem, as universidades não devem medir esforços no sentido da criação de uma atmosfera aberta e facilitadora, para atenuar o estresse ligado ao processo de profissionalização dos estudantes. Os professores, preceptores, enfim, toda a equipe de ensino pode criar esse ambiente de aprendizagem continente e facilitador. Para a melhoria das condições de saúde mental e de qualidade de vida do estudante universitário, é importante levar em conta os dois tipos de crise e os três tipos de estresse citados. Assim, medidas preventivas devem abranger os níveis de prevenção primária (promoção de saúde e proteção específica), prevenção secundária (diagnóstico e tratamento precoces e limitação da incapacidade) e prevenção terciária (reabilitação e
readequação ocupacional). Dentre elas, destacam-se: serviço de assistência psicológica e psiquiátrica; rastreamento e identificação precoce de transtornos mentais entre os alunos; serviço de apoio pedagógico; serviço de apoio social; incentivo a pesquisas de iniciação científica sobre estresse acadêmico; implantação de reformas curriculares com criação de tempo livre para o aluno; utilização de recursos pedagógicos como Grupos de Reflexão; desenvolvimento pedagógico de professores; atividades de aproximação à vida profissional (palestras de profissionais; visitas a instituições); oferta e incentivo a atividades culturais, esportivas e de lazer; desenvolvimento de Programas de Tutoria (mentoring); utilização de métodos ativos de ensino; atenção ao ambiente de aprendizagem; programas de recepção aos calouros; programas de apadrinhamento de calouros por veteranos (Nogueira-Martins et al., 2018). A identificação precoce das tendências de comportamentos do estudante frente às fontes de tensão do curso universitário assume um caráter importante diante dos possíveis riscos aos quais estão sujeitos os estudantes e que, na maioria das vezes, se estendem ao longo de sua vida profissional. A atenção à saúde do estudante, e em especial à saúde mental, não deve ser apenas uma preocupação dos profissionais da área de saúde mental; essa questão deve envolver gestores, docentes, pedagogos, assistentes sociais e deve ser difundida e valorizada pelas instituições de ensino superior, abarcando o ambiente de aprendizagem como um todo. VOZ DO CAMPUS
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artigo
Adolfo Marinho
Diretor de Expansão do Unigrande
UM PROJETO DE VIDA
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a natureza, os minerais, os vegetais e os irracionais cumprem seu papel histórico sem esforço. Apenas existem. As privilegiadas pessoas humanas vivem, e pagam o valor da própria racionalidade, do livre arbítrio e da consciência, com permanentes desafios. Cabe enfrentar riscos e incertezas, buscar conquistas, superar revezes e contentar-se com a condição humana de um ser finito, mortal e imperfeito. Apesar de tudo, conseguir ser feliz.
“A educação é um importante instrumento para a formação pessoal e profissional, mas ainda vivenciamos uma realidade precária em todos os níveis educacionais” À educação formal cabe contribuir substancialmente na nossa aventura de viver. Afinal, felicidade também se ensina, também se aprende. Por dever constitucional, cumpre à educação promover o desenvolvimento da pessoa, capacitar o profissional e formar o cidadão, as três dimensões básicas para a vida plena. No Brasil, ainda vivenciamos uma realidade precária em todos os níveis educacionais. Apenas pouco mais de 20% das crianças até 3 anos têm vaga em creches. Em consequência, muitas 18
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chegam ao Ensino Fundamental irremediavelmente mutiladas na sua capacidade cognitiva, decorrente de subnutrição e da falta de cuidados especializados na idade certa. É o que atesta a nossa vexatória posição no ranking mundial do PISA, avaliação realizada pela OCDE. Ao Nível Médio, chegam cerca de 70% dos iniciantes do Fundamental, e destes, ao redor de 30% tornam-se universitários. Por fim, os sobreviventes desta escalada escolar, isto é, os concluintes do Ensino Superior, em média alcançam 15% dos ingressantes no Ensino Fundamental.
“Os elementos materiais, sociais e culturais determinam, em grande medida, os desejos, anseios e comportamento da juventude ” A mera narrativa da trajetória do estudante brasileiro basta para explicar a emergência da geração dos nem-nem, o protagonismo do jovem na dinâmica progressiva da violência urbana, o avanço do desemprego juvenil agravado pelas novas exigências do mercado e a acentuada elevação do desalento provocador da evasão escolar, causa relevante da instabilidade psicológica. Esta descrição quantitativa retrata a insuficiente cobertura
da educação formal do Brasil, fator importante na reprodução da desigualdade social. Todavia, esta síntese analítica é reconhecidamente superficial, pois a ascensão estudantil, oficialmente certificada, fundamenta-se, apenas, na frequência dos alunos e nos resultados do processo ensino/aprendizagem. Ignora-se a preparação para a vida e vida em sociedade, ação essencial da educação, sobretudo em sociedades carentes.
“A joventude tem um papel importante nas mudanças sociais. Para isso é necessário construir uma nova cultura em torno da educação” A história ensina que a necessária transformação educacional de um país não virá como outorga governamental. Será sempre conquista da sociedade, movida pela juventude esclarecida, crítica, solidária e participativa. Tem sido assim no mundo civilizado. É hora de incluir nas atividades educacionais um Projeto de Vida personalizado, atualizado ao longo dos anos, lastreado em princípios e valores promotores da dignidade humana para servir como âncora nas vicissitudes pessoais, orientador da inserção competitiva no mercado profissional e estimulador do engajamento social.
artigo
Hamilton Gonçalves Sobreira
Professor do curso de Direito do Unigrande
ESTOU FORMADO E AGORA?
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is a dúvida que permeia 99% dos formandos. Ansiedade, preocupação com o futuro próximo, medo, insegurança; não se espante, você não é o único. Em algumas áreas, há uma gama de opções, ficando a decisão bem mais difícil. Fazendo um paralelo: imagine um país pequeno em que as opções que o treinador possui são muito poucas, não passando de 15 (quinze) jogadores com reais possibilidades de serem titulares, não há muito o que escolher. Agora imagine o Brasil, onde o que não falta é talento, inúmeras possibilidades surgem à mente do treinador que precisa escolher o time campeão.
“Descobrir sua vocação nem sempre é fácil, principalmente diante de tantas opções” Mesmo dentro de seu curso, não significa que já tenha definido sua carreira; o desvio do foco, em quaisquer situações da vida, gera ansiedade. Sugestões: 1 – Não se compare a ninguém, a não ser a você mesmo – Olhe para quem você era antes de entrar na Universidade e perceba suas mudanças; 2 – Perceba o que mais preenche você como pessoa e como profissional; 3 – Trace pequenas metas – desafios pequenos são mais fáceis de serem
concretizados em menos tempo, diminuindo a sensação de angústia e aumentando a sensação de dever realizado; 4 – A vida não é reta – curvas, lombadas, descidas e subidas aparecerão. 5 – “Natura non facit saltum” – A natureza não dá saltos, portanto, tudo na vida que valha a pena necessita esforço. 6 – Ocupe-se de você mesmo – ser o outro é bastante trabalhoso; cada um tem uma forma própria, uma essência que o torna único. 7 – Saia de casa - frequente os locais que sua profissão exige: congressos, fóruns, debates etc; seja visto, lembre que seu maior bem é o seu Nome. 8 – Nunca pare de estudar – Vivemos em um mundo disruptivo, em que as coisas mudam de forma avassaladora e muito rapidamente, mantenha-se ativo. VICA é um acrônimo que descreve o momento atual: Volatilidade – torna muito mais difícil prever resultados como ocorria antigamente. Incerteza – temos muitas informações, mas em quais delas podemos confiar? Complexidade – atualmente o número de variáveis que permeiam nossas escolhas são incontroláveis e isto possivelmente é um dos fatores que “auxiliam” nossa ansiedade e por fim, e não menos importante, Ambiguidade – os contextos que se apresentam para nós permitem “N” formas de interpretá-los, mas não podemos julgar os dias atuais
com as experiências do passado, e isso os mais jovens partem na frente.
“Estejamos prontos que os resultados aparecerão. O sucesso não se traduz apenas por bens materiais”
Para cada característica precisamos desenvolver algumas habilidades: Resiliência – já que não há como impedir as mudanças e sim cooperar com as mesmas; Flexibilidade – já que nossa sociedade torna-se cada vez mais líquida, parafraseando Zygmunt Bauman, a flexibilidade traduz-se por adaptabilidade: “Essa pressa que, de tão rápida, tão fugaz, nos consome sem que percebamos”. Transdisciplinaridade – visão ampla ou pensar fora da caixa –“Think outside the box” nos permite ter uma maior probabilidade de encontrar soluções, precisamos agir conectados, fortalecendo nossas qualidades e eliminando nossas fragilidades. Coragem – tomar decisão é um ato de bravura nos dias correntes; aliás, costumo dizer que a coragem não é ausência de medo; é ter atitude apesar do medo. Todos passamos por dúvidas, angústias, ansiedades; absolutamente normal. Não se sinta só nesse mar revolto, afinal: bom marinheiro não se faz em mar tranquilo. VOZ DO CAMPUS
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artigo
Henya Mendes de Sousa Aluna do curso de Fisioterapia do Unigrande
PERDEDORES SÃO AQUELES QUE DESISTEM DE TUDO AQUILO QUE SONHAM
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om a entrada na vida acadêmica, além das descobertas do mundo novo, chegam as responsabilidades e um período de mudanças. Muitos fatores começam a entrar em questão, entre elas, a adaptação a um novo estilo de vida e a um ritmo de estudo. É uma jornada árdua e desafiadora. Ninguém, por mais preparado que esteja, sabe exatamente o que lhe aguarda. Quantas noites de sono terá que abdicar, lutar contra a procrastinação e ter responsabilidades com datas, afinal, muitos seminários e trabalhos virão pela frente e tudo precisa estar pronto quando o dia chegar, ou seja, a lista de prioridades terá que ser alterada.
“Para ser vencedor não precisa ser o melhor da turma. A maior conquista é o conhecimento adquirido, resultado do esforço e dedicação” Algumas pessoas saem do conforto de suas casas e até mesmo vão residir em outro estado para realizar o sonho da Universidade. Superar o medo, a ansiedade, a incerteza e a dificuldade é crucial para alcançar o sucesso. Somente se obtém êxito quando sobressai a todos os acadêmicos com as melhores notas? O que de fato 20
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torna alguém vencedor? Sucesso não é ser o melhor aluno da turma, muito menos tirar a melhor nota na prova, afinal de contas, uma nota não define ninguém, porque, na verdade, a maior conquista para um estudante é o saber adquirido, nada mais faria valer a pena todo o esforço e a dedicação.
“Se começamos a pensar demais, duvidar de nós mesmos e questionar se estamos conduzindo nossas vidas corretamente a angústia cresce e torna-se esmagadora” Sucesso é dar o melhor de si, mesmo com todas as limitações que possa ter, mas com a consciência tranquila de que você fez o que pôde. Sucesso é acordar de manhã e ir à luta, mesmo tendo uma noite ruim. É saber que o mercado de trabalho lá fora está cheio de profissionais altamente capacitados e você tem que ser o diferencial. Por isso tenha interesse em sempre dar o melhor, debata, analise e considere todos os ângulos, o desânimo virá e é preciso romper com o negativismo que insiste em nos cercar. Pense bem, o que é fácil para uns é demasiadamente desafiador para outros, por exemplo: um paciente que sofre uma lesão neurológica tem inúmeras limitações, mas
se o mesmo conseguir levar um garfo até a boca, acredite, é uma grande vitória, mas se ele desistir e não superar as adversidades, não conseguirá alcançar o objetivo desejado.
“Nem sempre conseguimos aquilo que queremos logo na primeira tentativa. O importante é não desistir e tentar quantas veze forem necessárias” Na vida acadêmica não é diferente, é preciso ter disciplina e foco, sua carreira profissional começa na faculdade e suas escolhas determinarão o profissional que você vai ser, por isso, seja participativo e aproveite as oportunidades sempre que possível. Ser um aluno interessado é sempre viável. Não tenha medo de tentar! Alcançar a vitória é um dos significados de superação. É verdade que haverá dias em que a exaustão psicológica e emocional estará bem presente, mas desistir não pode ser uma opção. Aprenda a seguir sem aplausos, muitas vezes ninguém verá as noites em claro que você vai passar. Pode ter certeza que a recompensa virá, faça o melhor não pela expectativa dos outros, mas por convicção e dever, andando acima das próprias alturas e confiando no próprio potencial.
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Rinaldo Josué
Graduando do curso Ciências da Computação do Unigrande
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Um pequeno passo na direção certa é mais importante do que não saber para onde ir Entre as diversas palavras da língua portuguesa, o advérbio “amanhã” tem um importante significado. A noção de que algo possa acontecer no futuro tem um sentido muito forte, misterioso, de renovação e esperança.
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ciência estuda os fenômenos naturais e pode até precisar o momento em que ocorrerão determinados acontecimentos, mas não consegue explicações sobre o comportamento humano e descrever, com segurança, um cenário para o futuro. Tendo em vista que o contexto do dia seguinte diz respeito ao campo das expectativas, não é fácil encontrar respostas para a pergunta “como será o amanhã?” Com um tema que aborda as dificuldades, os desafios e obstáculos que fazem parte do nosso crescimento pessoal, a letra da música “Tente outra vez” (1975), de Raul Seixas, destaca que o amanhã é resultado do que pode ser feito hoje e que é necessário a pessoa ter força de vontade e confiança, elementos fundamentais para enfrentar o que está por chegar. A letra também afirma que para dar o passo seguinte é preciso ter fé, confiança e não desistir nunca. “Queira! Basta ser sincero e desejar profundo.
O autor destaca ainda que alegria, ousadia, dedicação e determinação são alguns dos elementos que fazem parte da personalidade de quem está sempre superando os problemas da vida e não fica preso a dúvidas, incertezas e está disposto a “sacudir o mundo”. Viver um dia de cada vez e saber aproveitar cada momento é essencial para garantir que o amanhã será um dia muito especial.
QUEBRANDO BARREIRAS Certo de que é de batalhas que se vive a vida, Rinaldo Josué, aluno do Centro Universitário da Grande Fortaleza - Unigrande, é uma pessoa que está sempre disposto a quebrar barreiras. Ele nasceu e convive, há 21 anos, com algumas limitações. Nos primeiros dias de vida foi diagnosticado com hipotonia, uma diminuição do tônus dos músculos do corpo que apresenta dificuldades para a criança segurar o pescoço, sentar, andar e se alimentar. Ele
conseguiu controlar o pescoço e firmar a cabeça aos 8 meses de idade. Quando começou a falar, tinha 1 ano e caminhou quando completou 1 ano e 8 meses. Josué e sua mãe, Sheila, conversaram com a Revista Voz do Campus sobre a história dele. Além de comentar sobre a infância, ela falou também dos diversos desafios que ele enfrentou na adolescência. Segura e muito orgulhosa do filho, Sheila relata que, apesar das limitações, Josué sempre foi um garoto inteligente, corajoso e que a todo o momento estava se superando.
“Ele nunca repetiu de ano, nunca ficou de recuperação. Tinha aula como uma pessoa normal”. “Ele fez todo o ensino préescolar, fundamental e médio na mesma escola, próximo de nossa casa”. Aos 18 anos, quando falhou em um teste psicométrico VOZ DO CAMPUS
ENTREVISTA
Rinaldo Josué - Aluno Unigrande ao solicitar uma carteira de motorista no Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN), os pais foram orientados a procurarem um especialista, quando foi diagnosticado com a síndrome de Phelan-McDermid (PMS). De acordo com artigo produzido por especialistas no assunto (Uma Coorte Brasileira de Indivíduos com Síndrome de Phelan-McDermid), publicado no site Spinger Lin, trata-se de uma alteração “genética rara que afeta homens e mulheres caracterizado por um atraso no desenvolvimento e características com distúrbio do espectro do autismo (TEA)”.
direto. A gente estava sempre ali, junto com a direção, exigindo, pois não aceitávamos. Eu sempre fiz o meu papel! Como toda mãe é uma leoa, eu vou procurar saber se é verdade. Ele nunca mentiu para mim! A gente conversa muito, sempre tem um diálogo sincero, porque isso (bullying), não é bom”.
“A diferença precisa ser reconhecida como um valor. Cada um tem o direito de ser como é. O desenvolvimento de qualquer pessoa depende das oportunidades”
Josué e Sheila sempre acreditaram “que é de batalhas que DESAFIANDO A CIÊNCIA se vive a vida” e, apesar de passar O estudo revela que essa por uma fase muito difícil com os síndrome é um distúrbio genético colegas da escola, nunca foi menos raro, responsável pelo atraso inteligente que os demais. Ele é no desenvolvimento, tanto no diferente, como todos os outros. cognitivo quanto no motor. Com algumas características Algumas crianças não falam que se sobressaem, talvez. Não ou têm muita dificuldade de foi fácil, foi preciso romper falar. Uns não andam, outros barreiras, vencer preconceitos de têm problemas de interação pessoas que não sabiam como se social. Sheila acrescenta detalhes relacionar com as diferenças. informando que “no Brasil, apenas 80 pessoas são portadoras UM PASSO DE CADA VEZ de Phelan-McDermid. O que se sabe até o momento, de acordo Engana-se quem acredita que com o estudo científico citado, é Josué se entregou aos problemas que Josué é o único que superou e ficou preso às limitações. Ele grande parte desses problemas e contrariou a ciência, olhou para que chegou ao ensino superior”. o horizonte e definiu seu próprio Ela relata ainda que Josué caminho ao escolher o curso sofreu muito bullying na fase de Graduação em Ciências da de adolescência, no ensino Computação como área de estudo fundamental. A violência consistia e formação profissional. em agressões psicológicas e físicas. Sempre observador e atendo “Era muito constrangedor, eu ia lá à conversa, mas uma pessoa de 24
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poucas palavras – com olhar fixado naquela que seria a maior referência para ele – respondeu a algumas perguntas que surpreenderam pela segurança e objetividade. - Voz do Campus: Por que você escolheu o curso de Ciências da Computação como formação acadêmica? - Josué: Gosto Muito da parte de números! De matemática; gosto de Games; desenvolvedores; software; dados; gráficos. - Voz do Campus: Você encontra dificuldade de aprendizagem em alguma matéria? - Josué: Não! Não tenho dificuldade! Apesar de não ser tão difícil, não gosto de matérias decorativas. Gosto mais de planejar alguma coisa. - Voz do Campus: Além de estudar no Unigrande, você faz outras atividades? - Josué: Sim! Faço natação em uma academia próximo a minha casa e estágio na APEC(Associação de Estudos e Pesquisas Técnico-Científica). - Voz do Campus: Você passa, ou já passou, por algum preconceito? Como você reagiu a essa situação? - Josué: Quando acontece levo na brincadeira, deixo prá lá! Peço prá parar. No ensino médio, sim! Zoavam comigo, mas deixei prá lá. Passou o tempo, esqueci! - Voz do Campus: Em relação ao futuro, como você está se preparando para concluir o curso e no trabalho que deseja? - Josué: Não penso nisso, não tenho nada planejado!
OPINIÃO
PRESSÕES DA VIDA ACADÊMICA E OS IMPACTOS SOBRE A SAÚDE
Ana Cristina Guilhon Lôbo Ximenes
Coordenadora do curso de Psicologia do Unigrande
O
termo estresse parece estar em voga nos dias de hoje. Pessoas reclamam constantemente que “estão estressadas”, que o trânsito para a faculdade “foi um estresse” ou que a notícia sobre a prova da semana seguinte lhe “deixou estressado”. Na verdade, desde o início da vida, antes mesmo de nascermos, estamos expostos a situações de estresse as quais temos que nos adaptar constantemente. Mas, o que seria, afinal, o estresse? Estresse é um conjunto de reações do organismo a agressões de diversas origens, capazes de perturbar-lhe a homeostasia. Assim, qualquer estímulo do ambiente, desde uma infecção materna no período gestacional até uma seleção, prova ou perdas pessoais são capazes de gerar uma resposta ou reação do organismo, também conhecida como estresse. De maneira semelhante, ao ingressar no ensino superior, os acadêmicos enfrentam diversas adaptações psicológicas e comportamentais, totalmente diferentes daquelas já experienciadas durante o período escolar. A demanda de conteúdos, a carga horária de estudos, perturbações no sono, concorrência pelo destaque ou mercado de trabalho, privação de períodos de descanso e lazer são alguns dos fatores que podem influenciar, de maneira negativa, a saúde mental dos acadêmicos. Muitas vezes esse processo de adaptação é disfuncional,
Caren Nádia Soares de Sousa
Coordenadora adjunta do curso Graduação em Enfermagem do Unigrande
provocando dificuldades de aprendizagem, problemas mentais, processos familiares conflituosos, isolamento social e até depressão e ansiedade. Vários são os eventos biopsicossociais causadores de estresse, sendo a sua frequência, duração e intensidade determinantes para a manutenção da qualidade de vida e saúde do indivíduo. Além disso, deve-se levar em conta também a estrutura da personalidade para lidar com problemas e os elementos estressores diários. Os principais fatores biopsicossociais causadores de estresse são os eventos importantes da vida, catástrofes naturais, problemas cotidianos, estresse ambiental, trabalho, situação financeira, gênero e apoio social. Essas questões estão muito presentes na nossa realidade hoje e são fatores para nos alertar e refletir: até que ponto suportamos os estresses do dia a dia? Até que ponto conseguimos controlar nossas ansiedades? Por que hoje a vida perdeu o sentido? O que nos falta? Que limites podemos nos dar? O que temos medo de enfrentar? Onde podemos achar sentido para viver? De que maneira o processo de ensino tem influenciado a saúde mental dos acadêmicos? Diante do panorama atual, esse texto busca incitar a reflexão acerca da saúde mental dos estudantes de ensino superior, contribuindo para a construção de práticas que minimizem os padrões de estresse dentro do processo de ensino-aprendizagem durante a formação acadêmica. VOZ DO CAMPUS
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CULTURA
Sandy Naédia
Aluna do curso de Administração do Unigrande
Lorena Mesquita Assistente de compras
FILME > As Sufragistas
MÚSICA > Rock ‘n’ Roll
Nando Reis
Em clima de protesto às contradições da sociedade contemporânea, a música Rock ‘n’ Roll, do cantor brasileiro Nando Reis, sempre permite uma reflexão sobre as questões políticas e sociais do nosso país. Suas referências às contradições de grupos e ideários políticos me fazem refletir sobre como podemos ser autoritários e individualistas mesmo dizendo “lutar” pela coletividade. A música evidencia, com uma boa crítica, os pensamentos ideológicos dos dois grupos políticos predominantes no país, sem esquecer a identidade do rock nacional. A música, lançada em 2018, retrata como, às vezes, não percebemos o quão hipócrita somos, e, na minha perspectiva, esse trecho retrata bem as contradições da nossa sociedade atual: “Todos de vermelho comungam de joelhos são fartos em conselhos, mas não olham pro espelho, evitando o constrangimento da própria contradição. Vaca amarela, guardou a panela e a camisa amarela, saiu da janela, onde foi parar aquela balela da fúria e indignação? Não tenho as certezas dos hinos que grita a multidão, mas finco a bandeira do arco-íris. Viva a liberdade de expressão! ” Lançamento: 2018 Artista: Nando Reis Álbum: Rock ‘n’ Roll Site: nandoreis.com.br 28
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Com a direção de uma mulher, Sarah Gavron, além de ganhar o Prêmio do Cinema Europeu de Melhor Designer de Produção, o filme foi indicado ao prêmio Women Film Critics Circle. ‘’As sufragistas” é baseado em fatos reais e retrata a luta das mulheres britânicas no século XX. O drama traz à memória a luta da mulher em conseguir voz em uma sociedade comandada por homens. O enredo gira em torno de um grupo de mulheres que se reúne e luta para ter direito ao voto – queriam igualdade. Elas trabalhavam na lavanderia junto com os homens - com péssimas condições de trabalho mas recebiam salários inferiores e muitas morriam cedo devido aos acidentes de trabalho (queimaduras), ou doenças causadas pelo gás. No decorrer do enredo, um policial repressor, Brendan Gleeson, passa a entender o clamor delas e percebe que tal repressão não poderá durar para sempre. Uma líder revolucionária, interpretada por Meryl Streep, é extremamente importante para mudar a história das mulheres que resistiam à opressão de forma passiva, mas que decidiram se rebelar e lutar. Lançamento: Dezembro de 2015 Direção: Sarah Gavron Roteiro: Abi Morgan Gênero: Drama, Histórico
Carlos Junior Desenvolvimento
NA REDE APP Bom Pagador O Bom Pagador é um aplicativo mobile feito para que você não perca dinheiro, controlando suas finanças de um modo fácil e rápido. O aplicativo permite o cadastro de devedores, controla contas a receber e os gastos realizados, divulgando relatórios mensais e anuais, perfeito para quem trabalha forma autônoma ou que de alguma forma empresta seu rico dinheirinho aos amigos. Dispõe também de compartilhamento pelo whatsapp, facilitando cobranças e se tornando o auxiliar financeiro ideal para dia a dia. SITE O Jovem Nerd é um site de notícias e podcast, criado em 2002 por Alexandre Ottoni e Deive Pazos, que aborda assuntos sobre história, ciência, cinema, quadrinhos, literatura, tecnologia, games, RPG, tudo que um nerd gosta. Com o Podcast eles passam conhecimento de um modo informal, divertido, escrachado e tão doido quanto sério. BLOG
Geração de Valor é um blog criado pelo empresário Flávio Augusto, fundador da empresa Wise Up e proprietário do Orlando City Soccer Club, que de um jeito único conecta você a empresários e líderes de grandes empresas, com histórias inspiradoras, através de Podcast.
Rafaela Ribeiro Atendimento
LIVRO DE CABECEIRA Escolhi falar sobre a saga de Harry Potter, da autora J. K. Rowling. Nessa leitura percebemse diversos valores, dentre eles o mais importante que é respeitar as diferenças. A importância de se ter amigos e pessoas que podemos confiar e compartilhar o melhor da vida. A obra também relata sobre comprometimento e nossas escolhas. Tem uma frase que o professor Dumbledore diz: “são as nossas escolhas que mostram quem somos mais do que as nossas habilidades”. Então, devemos ter sabedoria para traçarmos nossos caminhos, pois a vida depende de nossas escolhas. Nem sempre vai ser do jeito que planejamos, mas o importante é não desistir. A autora J. K. Rowling lançou a sua primeira obra em 1997, já tratando assuntos que hoje são de estrema importância para a sociedade, levando o leitor para uma história bastante divertida, criativa e mágica. Harry Potter e a Pedra Filosofal Autora: J. K. Rowling. Gênero: Romance, Literatura fantástica. Data da primeira publicação: 26 de junho de 1997. O livro conta a história de Harry Potter, um órfão criado pelos tios que descobre, em seu décimo primeiro aniversário, que é um bruxo. Prêmios: Nestlé Smarties Book Prize for 9 to 11 years. VOZ DO CAMPUS
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GRANDES ALUNOS
Michelle Costa
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ada pessoa leva consigo um livro repleto de histórias que vale a pena ser contada. É o caso de Michelle Costa, mãe de dois filhos. Ela trabalha como promotora de vendas e estuda Gerência de Marketing no Unigrande desde 2018. Quem a vê não imagina todos os desafios que ela tem de enfrentar diariamente. “Trabalho oito horas por dia
de segunda a sexta e, no sábado, até meio dia. Nas horas de folga tenho que cuidar da minha casa, dos meus filhos, ajudo minha mãe e ainda tenho que encontrar tempo para estudar”. Durante a adolescência, Michelle foi diagnosticada com depressão, uma doença silenciosa que, segundo a Organização Mundial da Saúde, é considerada o mal do século XXI. Mas ela percebeu que, com o apoio da família, dos amigos e com o amor que sente pelos filhos, conseguiria superar os problemas e continuar batalhando por dias melhores. “Por três vezes tentei o suicídio. Foi lá no Unigrande que encontrei vários amigos e uma professora que me ajudou muito. Tenho uma vida bastante agitada por conta do trabalho e dos filhos, até por conta dos problemas que eles têm. Minha filha mais velha tem 14 anos, sofre de ansiedade e já tentou o suicídio, meu filho mais novo tem 7 anos tem o mesmo problema. Tudo isso me faz pensar em desistir só que tenho uma família e vários amigos que me apoiam. Procuro estar sempre com meus filhos, quando temos tempo vamos a pracinha comer, brincar e em casa dançamos e rimos muito”. 30
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Belmondo Rodrigues
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elmondo Rodrigues, ex-aluno do Curso de Ciência da Computação do Unigrande, apesar das dúvidas sobre o futuro, rapidamente percebeu que estava no curso e local certos. Após participar como monitor de disciplinas, logo no começo do curso, descobriu o gosto pelo ensino. Ainda no Unigrande, conheceu a APEC e atuou como professor voluntário de matemática básica e francês básico, experiência que confirmou o que descobrira: a vocação pelo ensino. Desde então, direcionou sua vida acadêmica em busca de um objetivo: lecionar. Com o apoio dos professores(as) do curso, teve a oportunidade de participar de encontros de iniciação científica, palestra e eventos, tanto fora quanto dentro da própria instituição. “O Unigrande foi de suma importância na minha vida. Tive a oportunidade de perceber minhas vocações graças ao arcabouço técnico e científico propiciado por profissionais altamente qualificados. Eu só tenho a agradecer à instituição, aos professores e ao curso. Espero, em breve, ter a oportunidade de voltar ao Unigrande, dessa vez como professor, e ter a oportunidade de retribuir o que fizeram por mim. Costumo dizer que o principal papel de um Professor é inspirar e tive isso dos professores da Computação da Unigrande”. Belmondo Rodrigues é doutorando em Ciência da Computação na UFC e realiza sua pesquisa no Grupo de Redes de Computadores, Engenharia de Software e Sistemas - GREat.
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