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Abril de 2014 Dom Moacyr José Vitti, CSS Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba E-mail: secretaria.arcebispado@yahoo.com.br
Voz do Pastor
A Festa da Páscoa Jesus como nos narra os Evangelhos, ressuscitou “no primeiro dia da semana” (Mt. 28,1; Mc. 16, 2; Lc. 24, 1; Jo. 20, 1). Por este motivo os primeiros cristãos começaram a reunir-se a cada semana para celebrar a sua festa, não mais no sábado, como era costume dos judeus, mas no dia seguinte, o mesmo que os romanos denominavam “dia do sol”. Muito cedo foi mudado também o nome desse dia, que foi chamado o “dia do Senhor”. No começo, portanto, não havia nem a festa do Natal, nem as festas de Nossa Senhora, nem outra festa qualquer. Havia a celebração semanal da ressurreição do Senhor e só, decorridos alguns decênios, porém, percebeu-se a necessidade de celebrar de maneira especial este acontecimento central da fé. Foi então que os cristãos sentiram a necessidade de instituir a primeira de suas
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festas, a Páscoa, considerada “o Domingo dos domingos”, a “Festa das festas”. Era como a rainha de todas as festas, de todos os domingos, de todos os dias do ano. No início do séc. II esta festa já estava difundida em todas as comunidades cristãs. Seu ponto culminante era a assembleia noturna de oração que se encerrava com a celebração eucarística. Como os discípulos de Jesus nós somos chamados a ser testemunhas da ressurreição. Quem é testemunha? É aquele que assistiu a um fato, que viu o que aconteceu e que escutou as palavras pronunciadas. Os apóstolos são testemunhas de Jesus porque estiveram com Ele, comeram e beberam com Ele, ouviram os seus ensinamentos e viram os seus milagres. E nós, hoje, como podemos ser testemunhas se não vimos nem ouvimos nada? Não obstante nós repetimos, com convicção:
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O jornal Voz da Igreja é uma publicação da Arquidiocese de Curitiba sob a orientação da Assessoria de Comunicação
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CONSELHO EDITORIAL - Arcebispo metropolitano: Dom Moacyr José Vitti | Bispos auxiliares: Dom Rafael Biernaski e Dom José Mário Angonese. Vigário geral: Élio José Dall'Agnol Chanceler: Élio José Dall'Agnol | Ecônomo da Mitra: Pe. José Aparecido Pinto. | Coordenador da Ação Evangelizadora: Pe. Rivael de Jesus Nacimento | Coordenador geral do clero: Pe. Marcos Honório da Silva | Assessora de Comunicação: Stephany Bravos | Jornalista responsável: Stephany Bravos | Revisão: Stephany Bravos - Zeni Fernandes |Colaboração voluntária: 12 Comissões Pastorais| Apoio: Centro Pastoral Projeto gráfico e diagramação: Editora Exceuni - Aldemir Batista exceuni@uol.com.br - 36572864). Impressão: Press Alternativa - (41) 3047-4511 | 3047-4280 (comercial1@pressalternativa.com.br) - Tiragem: 16 mil exemplares.
Abril.2014
Agenda mensal dos bispos
Dom Moacyr José Vitti Arcebispo da Arquidiocese de Curitiba
Assessoria de Comunicação Rua Jaime Reis, 369 - São Francisco 80510-010 - Curitiba (PR) Responsável: Stephany Bravos Fones / Fax: (41) 2105-6343 ou (41) 8700-4752 E-mail: vozdaigreja@arquidiocesecwb.org.br Site: www.arquidiocesedecuritiba.org.br Apoio e Colaboração: Fone: (41) 2105-6342 Responsável: Aline Tozo E-mail: aline@arquidiocesecwb.org.br
somos testemunhas do Ressuscitado. De que modo? Somos se fizermos a experiência da ressurreição. No Batismo nós passamos da morte para a vida. Se podemos afirmar, que daquele momento em diante, a nossa vida mudou completamente e que nada ficou em nós da vida antiga, nós podemos proclamar-nos testemunhas da ressurreição. Se nas nossas comunidades todos conduzirem a sua vida como ressuscitados, se foram abandonadas as obras da morte: os ódios, os rancores, as invejas, se não se praticam mais violências, vinganças, adultérios..., então podemos proclamar-nos testemunhas da ressurreição. Ninguém poderá duvidar do nosso testemunho: está fundado sobre fatos que todos podem verificar. FELIZ E SANTA PÁSCOA!
Reunião do CP, na Cúria; Expediente na Cúria; Gravação na TV Transamérica; Gravação na TV Evangelizar; Missa da Festa no Pequeno Cotolengo, Rito com a Comunidade Neocatecumenal, Visita ao Seminário Rainha dos Apóstolos, Expediente, na Cúria, Visita ao Seminário São José; Reunião dos Bens Culturais, na Cúria, Visita ao Seminário Bom Pastor; Reunião do Conselho de Ordens e Ministérios, Visita ao Seminário Propedêutico; Missa na Paróquia São José Trabalhador; Missa de Ramos, na Catedral; Expediente na Cúria; Missa na Cúria; Missa dos Santos Óleos, na Catedral, Missa de Lava-pés, na Catedral; Celebração da Paixão, na Catedral, Procissão de Nosso Senhor Morto, na Catedral; Vigília Pascal, na Catedral; Missa de Páscoa na Catedral; Viagem a Roma, Canonização do Beato João XXIII e João Paulo II; Viagem e Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em Aparecida - SP.
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Reunião do CP, na Cúria; Expediente na Cúria; Missa de Abertura da Escola de Coordenadores de Catequese, na Casa de Retiros do Mossunguê, Crisma na Paróquia Nossa Senhora da Conceição, no Butiatuvinha; Missa na Rádio Canção Nova; Expediente no Regional Sul II da CNBB; Expediente na Cúria; Reunião do Conselho de Ordens e Ministérios; Missa de Ramos Missas na Escola Ephat; Missa na Cúria; Missa dos Santos Óleos, na Catedral, Missa de Lava-pés; Celebração da Paixão, Procissão de Nosso Senhor Morto; Vigília Pascal;
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Missa de Páscoa; Crisma na Paróquia São Grato; Missa de Páscoa da CRB, na Casa das Irmãs da Sagrada Família, Crisma na Paróquia Santa Rita; Crisma na Paróquia São José, em Santa Felicidade, Crisma na Paróquia Bom Pastor; Viagem e Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em Aparecida - SP.
Dom José Mário Angonese Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Curitiba Região Episcopal Norte 01 02 03
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Reunião do CP, na Cúria; Expediente na Cúria; Entrevista na Rádio Evangelizar, Reunião do Setor Cabral, na Paróquia Santo Agostinho; Missa de Abertura da escola Arquidiocesana da pastoral Familiar, Crisma na Paróquia Santa Madalena Sofia; Expediente na Cúria; Reunião do Setor Colombo, na Paróquia Imaculada Conceição, no Atuba, Crisma na Capela São Francisco de Assis, da Paróquia Santa Madalena Sofia; Reunião do Conselho de Ordens e Ministérios, Mutirão de Confissões na Paróquia São Pedro Apóstolo, em Itaperuçu; Missa na Jornada Diocesana de Juventude, no Santuário de Nossa Senhora. de Guadalupe; Mutirão de Confissões na Paróquia Nossa Senhora das Vitórias; Expediente na Cúria; Missa na Cúria; Mutirão de Confissões na Paróquia São José Operário; Missa dos Santos Óleos, na Catedral, Missa de Lava-pés, na Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Tanguá); Celebração da Paixão, na Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Tanguá); Rito com os Catecúmenos da Paróquia Santa Terezinha de Lisieux, em Colombo, Vigília Pascal, na Comunidade Nossa Senhora Aparecida (Tanguá); Missa de Páscoa na Capela São Francisco Xavier, em Almirante Tamandaré; Reinauguração do centro Âncora, em Pinhais; Missa da Páscoa dos Militares, no Santuário São José do Capão Raso; Reunião da Pastoral Presbiteral, Crisma na Paróquia São Pedro Apóstolo, em Itaperuçu; Crisma na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, no Tarumã, Crisma na Paróquia Nossa Senhora das Graças; Crisma na Paróquia Nossa Senhora das Graças, Crisma na Paróquia Nossa Senhora das Vitórias, no Boqueirão; Viagem e Assembleia Geral dos Bispos da CNBB, em Aparecida - SP.
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Ação Evangelizadora
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Pe. Rivael de Jesus Nacimento Coordenador Arquidiocesano da Ação Evangelizadora Mestre em Teologia Pastoral pela PUC-PR E-mail: pe.riva@hotmail.com
Ano Missionário de 2015, além de uma programação programática uma programação paradigmática Na evolução do tempo a caminhada da Igreja vai acontecendo! Aos poucos Deus vai nos dando forças para caminharmos e fazermos nossa história eclesial ir se firmando. Quando era seminarista da teologia estudei a enorme dificuldade para a instalação da diocese de Curitiba, e logo a posse de primeiro bispo Dom Jose de Camargo Barros. Quando pequeno vivi a força da importância das pequenas comunidades, motivado em nossa paróquia pelos freis capuchinhos que tentavam aplicar as propostas do CELAM oriundas de Medellín e Puebla. O ano de 1992 nos marca com esse cuidado pastoral que a Igreja de Curitiba testemunhou com o Sínodo, "Tempo de ser Igreja, caminhar juntos e participar", o que cantamos em nossas comunidades até hoje. Na dança do tempo vivemos dias intensos de alegria com frutos até hoje colhidos nas Santas Missões Populares celebrado em 2000. Na força e na chuva forte que ocorreu no estádio onde celebramos a missa do Crisma neste ano jubilar, dá-se a impressão que "tudo o que vimos e ouvimos estamos testemunhando". Com a animação do XVII Plano de Pastoral, buscamos ir ao encontro das periferias existenciais, com paróquias, movimentos, pastorais, escolas e todas
as comunidades de vida que se encontram na arquidiocese, assim como o clero, leigos e os despertados da vida consagrada. Um ano missionário que não é somente para "cumprirmos tabela", mas com ousadia e com ardor missionário, olharmos o que fizemos de bom e trilharmos caminhos para sairmos da tibieza. Como fala nosso arcebispo na certeza que vale a pena no esforço da vivência do Evangelho. Dom Moacyr nos diz que poderíamos ter estampadas em nossa camiseta da missão a frase: "Sou missionário da alegria". Esta alegria sabemos que não é algo externo, mas intrínseco. Uma luz no coração do ser humano que incendeia a alma e nos faz andantes na vontade de abordar o infinito, de sonhar e de agir. Nós temos um itinerário este ano para nos sensibilizar, já falamos com o Conselho Arquidiocesano de pastoral, com o Clero, falamos com os movimentos eclesiais e novas comunidades. Vamos esperar o encontro dos Conselhos Paroquiais de Pastorais e muitas assembleias paroquiais e setores. Tudo isto com um propósito de fazer acontecer este ano missionário. Pe. Waldir foi muito feliz na foto que estampou de maneira dinâmica, o projeto ao clero. A foto é
do Papa Francisco, com a frase: "Onde nós chegamos? E a proposta é nossa: onde nós chegaremos para a concretização e uma igreja que sai, que se desinstala, que testemunha no diálogo e serviço a força criadora de Deus? Levar a Palavra de Deus e fazer que esta entre no coração do ser humano, na animação bíblica da pastoral, na felicidade de ser comunidade, querendo que as nossas palavras sejam inspiradas na Trindade que é a comunidade perfeita. O desafio está lançado, a resposta será dada de acordo com o diagnóstico da sua paróquia, da sua realidade. Rezemos a que tenhamos novos métodos, novo ardor e novas expressões para atender este apelo que Dom Moacyr nos faz e também Dom José Mario e Dom Rafael, não somente por complacência, mas por amor. Sejamos ousados. Pe. Libanio tem um ditado citado em um de seus livros que gosto muito: "O povo brasileiro de tanto fumar cachimbo, sua boca entortou". Além do programático, inovemos na força do paradigmático com a certeza que Deus se fez missionário, enviando Jesus e é Ele que nos desperta para um encontro pessoal com Ele. Vamos buscá-lo sempre e ajudar os que ainda não têm forças para fazê-lo. Dom Pedro Antônio Marchetti Fedalto Arcebispo emérito da Arquidiocese de Curitiba Email: dompedro@fedalto.com.br
Reflexão
Canonização dos Papas da Bondade e da Juventude e da Família No dia 27 de abril, em Roma, o Papa Francisco canonizará os Papas João XXIII e João Paulo II. João XXIII é o Papa da bondade e da renovação da Igreja. João XXIII caracterizou-se como o Papa Bom. Para ele, todos eram bons. A bondade vem de Deus que é Pai cheio de misericórdia para todos, enviando seu Filho, encarnando-se. O Papa João XXIII foi definido como bondoso, o papa de todos, bom para com todos. Entendeu ser bom, sobretudo quando foi representar a Igreja Católica na Bulgária, na Turquia e outros países do Leste Europeu com o povo ortodoxo e mulçumano, pois foi Núncio Apostólico. Quando foi eleito papa, o mundo admirou-se. Foi escolhido um papa ancião, sem a cultura de um Pio XII. Imediatamente todos perceberam que naquele momento a Igreja necessitava de um papa bondoso, mas ao mesmo tempo corajoso. Trazia ele a experiência de ter vivido em países, como representante do Papa, nos quais o maior argumento era a bondade, a compreensão. Como Papa, o Espírito Santo o inspirou para realizar o Concílio. Confiou plenamente no Espírito Santo, tendo coragem de convocar o Concílio. Devia ser um Concílio Pastoral, um Concílio para os novos tempos da Igreja. Devia ser o Concílio da bondade para com todos os homens afastados de Deus; que estudasse o ecumenismo. Ele viveu a realidade dos países ortodoxos e mulçumanos. Devia ser um Concílio que renovasse a pastoral na Igreja.
Um Concílio em que todos entendessem em suas línguas vernáculas a liturgia da eucaristia e dos sacramentos. A língua latina, de tanto valor na cultura e na liturgia da Igreja não correspondia mais aos anseios dos católicos. Estes mais nada entendiam das “Orações oficiais”. Assim aconteceu o Concílio Vaticano II. Trouxe realmente uma riqueza para a Igreja Católica. É de se lamentar que toda a renovação Eclesial não tenha sido aplicada totalmente até hoje. Ninguém em sã consciência pode negar todos os benefícios do Concílio Vaticano II. Por isso, todos devem se alegrar com a canonização do Papa João XXIII. O beato João Paulo II é o Papa mais universal que houve. Basta ver as encíclicas que escreveu sobre os temas mais importantes e as Exortações Apostólicas que aprovou após os sínodos trienais dos Bispos. Foram dirigidas aos próprios Bispos, Presbíteros, Leigos e Evangelização. É o Papa universal porque convocou os sínodos dos cinco continentes. Visitou mais de 130 países dos cinco continentes e repetidos em algumas nações, como o Brasil. Esteve aqui três vezes: 1980, 1981 e 1997. Nas visitas a cada país, transmitia ao povo sua mensagem de fé bem aplicada às circunstâncias de cada cultura. Além das visitas a tantos países, recebeu milhões de fiéis em Roma, em suas catequeses semanais e ainda no “Angelus Domini”, aos domingos. Organizou as Visitas “ad Límina” dos
Bispos a cada cinco anos, convocando todos com um programa bem preciso. Antes dele, os Bispos iam por conta em cada quinquênio ou podiam justificarse, enviando apenas um relatório sumário da situação de suas dioceses. João Paulo II foi o Papa da Juventude. Tinha um dom especial de atrair os jovens que lhe queriam muito bem. Basta ver a multidão na Praça de São Pedro reunida de dia e de noite, antes de sua morte iminente em abril de 2005. A sua mensagem aos jovens era sempre de esperança, de encorajamento e de bondade, dizia que os jovens são bons. Vocês jovens são a esperança da sociedade e da igreja. João Paulo II era o Papa da Família. Caracterizou-se como o Papa da Família, participando das Jornadas Mundiais da Família, como a do Brasil em 1997. Permaneceu dois dias no Rio de Janeiro, com mais de dois milhões de pessoas. Afirmava que a família é a primeira sociedade criada por Deus no amor indissolúvel, na fidelidade à toda prova e na fecundidade abençoada. Jesus Cristo realizou o primeiro milagre nas Bodas de Canaã num casamento. O filho é o maior dom do casal, a maior benção de Deus. Traz alegria e felicidade ao lar. Lamenta profundamente o divórcio, os abortos, os meios anticoncepcionais e todas as aberrações, como o casamento de homossexuais. Alegremo-nos todos com a canonização destes Papas da bondade, da juventude e família. Agradecemos ao Papa Francisco sua canonização na festa da Divina Misericórdia.
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Pe. Volnei Carlos de Campos Ecumenismo e diálogo inter-religioso
Ecumenismo
Iniciativas de diálogo e ecumenismo são propostas em Simpósio pela Comissão Ecumênica da CNBB A reflexão sobre o ecumenismo à luz do Documento Unitatis Redintegratio motivou os trabalhos do V Simpósio de Formação Ecumênica realizado de 17 a 19 de janeiro, em São Paulo (SP). O perito em ecumenismo, padre Gabriele Cipriani, tratou do Decreto do Ecumenismo, no qual a Igreja incentiva promover a unidade entre os cristãos. O teólogo e professor, padre Marcial Maçaneiro, debateu com os participantes as declarações Nostra Aetate e Dignitatis Humanae, que tratam da liberdade religiosa e sobre o diálogo inter-religioso. Esses textos foram escritos durante o Concílio Vaticano II e completaram 50 anos de suas publicações.
De acordo com o assessor da comissão, padre Elias Wolff, o seminário buscou aprofundar a compreensão das orientações do Concílio Vaticano II sobre o ecumenismo e o diálogo inter-religioso, para favorecer atitudes de encontro, diálogo e cooperação entre igrejas e religiões.
“O grupo esteve bastante interessado em aprofundar o conhecimento das orientações do Vaticano II sobre o diálogo ecumênico e inter-religioso. Espera-se que o Simpósio fortaleça as iniciativas de diálogo que cada um promove em sua região e local de trabalho”. O encontro reuniu professores do ensino religioso, agentes de pastorais e especialistas para debater os aspectos determinantes do pluralismo eclesial e religioso no Brasil. O Simpósio foi organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da CNBB, com o propósito de capacitar agentes de pastoral e professores. www.cnbb.org.br
Páscoa Ecumênica Páscoa, festa maior do cristianismo, por isso, o Movimento Ecumênico de Curitiba (MOVEC) convida os membros das várias Igrejas cristãs, presentes em nossa Arquidiocese, para um momento de oração e confraternização. Cada ano acontece em uma
denominação religiosa diferente. Este ano será em uma Igreja Católica. O convite se estende a todas as comunidades católicas, venha, vamos representar bem nossa Arquidiocese e de que se realize plenamente a oração de Jesus “Que todos sejam um”.
EXPEDIENTE COMISSÃO DO ECUMENISMO E DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO: Pe. Volnei Carlos de Campos/ Animação Ecumênica e MOVEC - (41) 3045-0432/ Bispo referencial - Dom Rafael Biernaski. Marcia R. Cordoni Savi Coordenadora Conselho de Leigos
Comissão Conselho de Leigos
XXVIII Assembleia Geral do CNLB Participação na XXVIII ASSEMBLEIA GERAL do CNLB – Regional Sul 2, com o tema: “A IDENTIFICAÇÃO DO CNLB NA RENOVAÇÃO PAROQUIAL”. A assembleia foi realizada nos dias 15 e 16 de março de 2014 em Foz do Iguaçu-Pr. A Assembleia foi de grande aprendizado e aprofundamento entre as Dioceses. O Estudo 104 da CNBB “Comunidade de Comunidades: Uma Nova Paróquia” foi aprofundado em grupos, e deste aprofundamento foi elaborado uma Sintetização que será enviada a CNBB Sul 2 como colaboração
para leigos e leigas dos diversos CNLBs do Paraná. Estiveram presentes nesta assembleia 43 leigos e leigas representantes de diversas Dioceses do Paraná.
O CNLB da Arquidiocese de Curitiba esteve presente com 5 membros: Marcia R. Cordoni Savi, Francisco Savi, Fatima Conceição Ribeiro Dumas, Candido Aleixo e Jacyr Augusto Munhoz.
EXPEDIENTE CONSELHO NACIONAL DO LAICATO DO BRASIL (CNLB) DE CURITIBA: cnlbcuritiba@gmail.com, ativacontabilidade@ativacon.com.br / (41) 3206-0982 (41) 8421-0028. / Bispo referencial: Dom Moacyr José Vitti / Coordenadora: Marcia Regina Cordoni Savi.
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Pe. Luciano Tokarski Coordenador da Pastoral Catequética E-mail: catequese@arquidiocesecwb.org.br
Animação Bíblico-Catequética
A Alegria do Evangelho e a Iniciação à Vida Cristã A publicação da Exortação apostólica “A Alegria do Evangelho” pelo Papa Francisco é um excelente instrumento de restauração do estilo missionário que nossas comunidades devem assumir. O Papa Francisco nos pede “que todas as comunidades se esforcem por atuar os meios necessários para avançar no caminho de uma conversão pastoral e missionária, que não pode deixar as coisas como estão” (EG 25). Ao falarmos de mudança de mentalidade no estilo de evangelização pensamos rapidamente em uma mudança na forma de compreender a iniciação à vida cristã. É tempo de nova evangelização, é tempo de transformar os métodos e de reacender as chamas apagadas. É tempo de um novo dinamismo missionário no processo de iniciar à fé cristã. Continuando a reflexão e a meditação deste documento pontifício, iniciado no mês passado, suscito mais três elementos que caracterizam a iniciação à vida cristã à luz do anúncio do Evangelho no mundo atual. A Palavra de Deus é fonte e fundamento da iniciação à vida cristã. A fonte na qual a iniciação à vida cristã busca a sua mensagem é a Palavra de Deus (cf. DNC 106). O fundamento vivo e eterno é a
Palavra de Deus transmitida na Tradição e na Escritura. A Palavra de Deus é exigente, propõe uma mudança de vida, gera confiança e estímulo, alimenta a fé, revela o significado de nossa missão e é fonte de alegria mesmo nos momentos difíceis. Todo coordenador, catequista ou agente da pastoral do batismo deve ter intimidade com a Palavra de Deus. A leitura orante “alimenta nas pessoas a escuta atenta à Palavra e o diálogo filial com o Pai” (DNC 111). Cada um é convidado a viver continuamente “ao redor da Palavra de Deus” (EG 174). A iniciação à vida cristã prioriza e acontece também com o acompanhamento pessoal dos processos de crescimento. “Os discípulos missionários acompanham discípulos missionários” (EG 173). Quando falamos em personalizar na pastoral catequética e pastoral do batismo, não falamos em um acompanhamento intimista ou uma atividade pastoral isolada ou desconectada da comunidade. O personalizar denota a atitude de cuidado, zelo e caridade pastoral. Personalizar é individualizar o gesto e a palavra no coração das pessoas. Segundo os documentos atuais que refletem a iniciação à vida cristã, uma pastoral que personaliza faz o exercício da proximidade, da compaixão, da libertação e da maturidade de fé. Almejamos que todas as nossas comunidades sejam perpassadas por atividades ou atitudes pastorais personalizadas. É missão da Igreja
preferencialmente personalizar a sua ação evangelizadora. É necessário investir na formação dos agentes da iniciação à vida cristã. A formação cristã dos agentes da iniciação à vida cristã é uma urgência pastoral. Há muitos que resistem à formação, outros se dizem completos na vida formativa. Uma resposta alegre ao amor de Deus é dada também através do mergulho incondicional no ato de crer. “Hoje, por exemplo, tornou-se muito difícil nas paróquias conseguir catequistas que estejam preparados e perseverem no seu dever por vários anos” (EG 81). Não podemos ficar paralisados diante da necessidade de conhecer nossa fé. Não podemos nos contentar com as formações básicas que já fizemos. É preciso ir além, continuar com audácia, inserir-se em novos espaços formativos. “Qualquer atividade pastoral que não conte, para a sua realização, com pessoas realmente formadas e preparadas, coloca em risco a sua qualidade” (DGC 234). Não deixemos que nos roubem os ensinamentos e a razão de nossa fé. Busquemos com compromisso uma formação da fé sólida e integral... Confiemos nas luzes do Espírito Santo e no cuidado materno de Maria, para que cumpramos fielmente e com seriedade o anúncio do Reino, dando frutos de renovação de nossa Igreja.
IAFFE – INSTITUTO ARQUIDIOCESANO DE FORMAÇÃO NA FÉ Em 16 de março teve início as Escolas e Cursos do IAFFE. Foi um domingo de muita alegria, com aproximadamente 500 alunos distribuídos pelas seguintes Escolas: Teológica, Litúrgica, Bíblica, Catequética e o curso Espiritualidade e Oração na Vida Cristã. Contamos com a presença de D. José Mario Angonese que deu sua palavra carinhosa de motivação em cada uma das salas. Parabéns aos alunos! Parabéns pelo empenho em formar-se bem para servir melhor!
Aconteceu nos dias 08 e 09 de março o Encontro com as coordenações diocesanas de catequese do Regional Sul II. Estavam representadas todas as dioceses do Paraná, que partilharam seus planejamentos, alegrias e dificuldades na orientação de um itinerário catequético em suas realidades. Bom momento de convivência e partilha de experiências!
AGENDA 04, 05 e 06 – Escola de Coordenadores de Catequese – Casa de Retiros Nossa Senhora do Mossunguê. 08 – Encontro com coordenações paroquiais de catequese do setor Centro sobre Catequese Familiar 13 – IAFFE - Escolas Bíblica, Teológica, Litúrgica, Catequética e Espiritualidade e Oração na Vida Cristã.
EXPEDIENTE COMISSÃO DA ANIMAÇÃO BÍBLICO-CATEQUÉTICA: Pastoral Catequética, Pastoral do Batismo e Instituto Arquidiocesano de Formação na Fé (IAFFE) catequese@arquidiocesecwb.org.br – fones: 2105-6318 / 2105-6356. Bispo referencial: D. José Mário Angonese / Coordenação: Pe. Luciano Tokarski / Assessoria: Regina Fátima Menon / Design da página: Márcio Lima da Cruz.
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Pe. Waldir Gomes Zanon Júnior Assessor Eclesiástico do Setor Juventude da Arquidiocese de Curitiba E-mail: juventude@arquidiocesecwb.org.br
Setor Juventude da Arquidiocese
Jornada Diocesana da Juventude Como sabemos a Jornada Mundial da Juventude acontece todos os anos em nossa Igreja de duas formas diferentes: a cada ano em nível Diocesano (no Domingo de Ramos que antecede a Páscoa do Senhor) e a cada dois ou três anos em nível Mundial como já conhecemos (Madri, Rio de Janeiro e de 26 a 31 de julho de 2016 Cracóvia). Neste ano por ocasião da XXIX Jornada Mundial da Juventude o Santo Papa Francisco nos deixou o tema para JMJ 2014: “Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu” (M.t 5,3). Em sua mensagem o Papa Francisco relembra a JMJ Rio 2013 e nos motiva para nos próximos três anos a refletirmos sobre as Bem-aventuranças: Permanece gravado na minha memória o encontro extraordinário que vivemos no Rio de Janeiro, na XXVIII Jornada Mundial da Juventude: uma grande festa da fé e da fraternidade. A boa gente brasileira acolheunos de braços escancarados, como a estátua de Cristo Redentor que domina, do alto do Corcovado, o magnífico cenário da praia de Copacabana. Nas margens do mar, Jesus fez ouvir de novo a sua chamada para que cada um de nós se torne seu discípulo missionário, O descubra como o tesouro mais precioso da própria vida e partilhe esta riqueza com os outros, próximos e distantes, até às extremas periferias geográficas e existenciais do nosso tempo. A próxima etapa da peregrinação intercontinental dos jovens será em Cracóvia, em 2016. Para cadenciar o nosso caminho, gostaria nos próximos três anos de refletir, juntamente convosco, sobre as Bem-aventuranças que lemos no Evangelho de São Mateus (5, 112). Começaremos este ano meditando sobre a primeira: «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu» (Mt. 5, 3); para 2015, proponho: «Felizes os puros de coração, porque verão a Deus» (Mt. 5, 8); e finalmente, em 2016, o tema será: «Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia» (Mt. 5, 7).
Jornada Diocesana da Juventude 2012 – Santuário Perpétuo Socorro
Para o Papa Francisco este ano de 2014 é muito significativo, temos muitas coisas para agradecer a Deus: a canonização de João Paulo II (impulsionador das jornadas) e os trinta anos da entrega da Cruz da JMJ aos jovens em 1984. Os Santos são quem mais nos pode ajudar a compreender o significado profundo das Bem-aventuranças. Neste sentido, a canonização de João Paulo II , no segundo domingo de Páscoa, é um acontecimento que enche o nosso coração de alegria. Ele será o grande patrono das Jornadas Mundiais da Juventude, de que foi o iniciador e impulsionador. E, na comunhão dos Santos, continuará a ser, para todos vós, um pai e um amigo. No próximo mês de abril, tem lugar também o trigésimo aniversário da entrega aos jovens da Cruz do Jubileu da Redenção. Foi precisamente a partir daquele ato simbólico de João Paulo II que principiou a grande peregrinação juvenil que, desde então, continua a atravessar os cinco continentes. Muitos recordam as palavras com que, no domingo de Páscoa do ano 1984, o Papa acompanhou o seu gesto: «Caríssimos jovens, no termo do Ano Santo, confio-vos o próprio sinal deste
Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Levai-a ao mundo como sinal do amor do Senhor Jesus pela humanidade, e anunciai a todos que só em Cristo morto e ressuscitado há salvação e redenção». E na Arquidiocese de Curitiba como vamos comemorar a Jornada Mundial da Juventude 2014!? No Domingo de Ramos dia 13 de abril nos encontraremos para uma celebração eucarística com a réplica da Cruz da Jornada Mundial da Juventude no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe a partir das 14h. Neste dia teremos uma acolhida, uma partilha sobre o tema da JMJ 2014, rezaremos a Santa Missa e lançaremos o Dia Nacional da Juventude 2014. Para mais informações você pode acessar o Facebook www.facebook.com/jmjcuritiba confirmando sua participação no evento e convidando seus amigos/as e grupos de jovens ou ainda pelo telefone 2105-6368 na secretaria do Setor Diocesano da Juventude. No dia 13 de abril temos um encontro marcado, vamos juntos celebrar a JMJ 2014! Texto e Reportagem: Patryck Madeira e André Jubileu Edição: Rosangela Schellin
Gabaon: 25 anos de grandes realizações “Não tem dinheiro que pague poder ver essa alegria no rosto dos jovens” (André, coordenador do evento). Realizado pela Renovação Carismática de Curitiba, o Gabaon 2014, cujo tema foi “Reunidos num só corpo pela força da cruz”, já integra o calendário oficial dos eventos do Paraná. A 25ª edição deste evento aconteceu entre os dias 1 e 4 deste mês, no Bosque de São Cristóvão, em Santa Felicidade. O maior carnaval católico do Paraná reuniu aproximadamente 12 mil pessoas no geral, e contou com a participação de bandas e ministérios de Curitiba, entre eles: Ministério Luz do Mundo, Missão Fonte do Encontro, Missão Rock, Banda Rafah, Ministério Jovem RCC Curitiba, Comunidade Católica Colo de Deus, Ministério Nova Vida, Banda Luky, Rafael Jesus, Ministério João Paulo ll e Danielle Quirino e Ministério - que lançou seu disco: Glorificai.
Depoimentos
Fiéis em momento de adoração
E MAIS... Além de muita animação, o evento contou com diversas palestras/pregações sobre diferentes temas, entre eles, a de Márcio Mendes, da Canção Nova, que abordou um tema muito trabalhado atualmente, pela Igreja: as várias formas de um relacionamento saudável. A palestra objetivou levar os jovens a terem consciência de seus atos e refletirem sobre o valor que dão aos seus relacionamentos. Incentivou a valorização
pessoal, do corpo, da inteligência e o abandono da vida de pecado. Adorações ao Santíssimo Sacramento e celebrações litúrgicas, pelo padre Roberto Medeiros (de Bandeirantes/PR) e pelo bispo auxiliar dom Rafael Biernaski e o pároco da Matriz de Santa Felicidade, Claudio Ambrosio, não faltaram ao evento, que contou com as presenças do prefeito Gustavo Fruet; do bispo-auxiliar ligado à juventude de Curitiba, dom José Mario Angonese; e do arcebispo metropolitano de Curitiba, dom Moacyr José Vitti.
“Que cada jovem seja verdadeiro missionário levando adiante esse anúncio de Jesus Cristo e do seu evangelho. Nada melhor que seguir a Cristo. Só Ele nos aponta o caminho da alegria, da paz e da felicidade”, Dom Moacyr José Vitti. “Faço votos a você jovem, encontrando Cristo seja transformado em vossa vida”, Dom Rafael Biernaski. “A toda juventude, Deus faz constantemente um convite. Se numa vez ou outra ele tomou um não, basta rever e reconsiderar, porque Ele vai nos dando novas chances. Então nunca tenham medo de se abandonar no Cristo. Ele é o Senhor da vida, o Senhor da história, do ontem, do agora, do aqui, do hoje e do sempre. Com Cristo sempre, força e coragem”, Dom José Mário Angonese. “Eu acredito que renovar e levar adiante essa missão pelo bem que vocês fazem à nossa cidade. Valores estão em jogo, reafirmar valores de fé, alegria, faz bem a todos”, Prefeito de Curitiba Gustavo Fruet.
EXPEDIENTE SETOR JUVENTUDE: juventude@arquidiocesecwb.org.br, waldirzanon@gmail.com / (41) 2105-6364 / 2105-6368 / Bispo referencial: Dom José Mário Angonese / Assessor Eclesiástico: Pe. Waldir Zanon Junior / Secretário: Marcos Moura.
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Padre Regis Soczek Bandil Coordenador do Serviço de Animação Vocacional (Comissão 8)
Serviço de Animação Vocacional (SAV)
Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações - Parte I “Vocações, testemunho da verdade”
Foto: orquestrascj.blogspot.com
Amados irmãos e irmãs! 1. Narra o Evangelho que “Jesus percorria as cidades e as aldeias (...). Contemplando a multidão, encheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da messe para que envie trabalhadores para a sua messe” (Mt 9, 35-38). Estas palavras causam-nos surpresa, porque todos sabemos que, primeiro, é preciso lavrar, semear e cultivar, para depois, no tempo devido, se poder ceifar uma messe grande. Jesus, ao invés, afirma que “a messe é grande”. Quem trabalhou para que houvesse tal resultado? A resposta é uma só: Deus. Evidentemente, o campo de que fala Jesus é a humanidade, somos nós. E a ação eficaz, que é causa de “muito fruto”, deve-se à graça de Deus, à comunhão com Ele (cf. Jo 15, 5). Assim, a oração que Jesus pede à Igreja, relaciona-se com o pedido de aumentar o número daqueles que estão ao serviço do seu Reino. São Paulo, que foi um destes “colaboradores de Deus”, trabalhou incansavelmente pela causa do Evangelho e da Igreja. Com a consciência de quem experimentou, pessoalmente, como a vontade salvifíca de Deus é imperscrutável e como a iniciativa da graça está na origem de toda a vocação, o Apóstolo recorda aos cristãos de Corinto: “Vós sois o seu [de Deus] terreno de cultivo” (1 Cor 3, 9). Por isso, do íntimo do nosso coração, brota, primeiro, a admiração por uma messe grande que só Deus pode conceder; depois, a gratidão por um amor que sempre nos precede; e, por fim, a adoração pela obra realizada por Ele, que requer a nossa livre adesão para agir com Ele e por Ele.
2. Muitas vezes rezamos estas palavras do Salmista: “O Senhor é Deus; foi Ele quem nos criou e nós pertencemos-lhe, somos o seu povo e as ovelhas do seu rebanho” (Sal 100/99, 3); ou então: “O Senhor escolheu para Si Jacob, e Israel, para seu domínio preferido” (Sal 135/134, 4). Nós somos “domínio” de Deus, não no sentido duma posse que torna escravos, mas dum vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece para sempre, “porque o seu amor é eterno!” (Sal 136/135, 1). Por exemplo, na narração da vocação do profeta Jeremias, Deus recorda que Ele vigia continuamente sobre a sua Palavra para que se cumpra em nós. A imagem adotada é a do ramo da amendoeira, que é a primeira de todas as árvores a florescer, anunciando o renascimento da vida na Primavera (cf. Jr 1, 11-12). Tudo provém d’Ele e é dádiva sua: o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, mas – tranquiliza-nos o Apóstolo – “vós sois de Cristo e
Convívio Vocacional aos Seminários Diocesanos (Março a Novembro): SEMINÁRIO SÃO JOSÉ (Para jovens que ainda não concluíram o Ensino Médio). Local: Seminário São José, situado na Br 277 – Km 99 Curitiba / Ponta Grossa, nº 4505, Orleans. Data e horário: 12 de Abril, das 9h às 15h. SEMINÁRIO PROPEDÊUTICO SÃO JOÃO MARIA VIANNEY (Para jovens que tenham concluído o Ensino Médio ou a concluir este ano). Local: Seminário Propedêutico São João Maria Vianney, situado na Avenida Iguaçu, 3417, Água Verde (Junto a Paróquia do Santíssimo Sacramento) Data e horário: 26 de Abril, das 9h às 15h.
EXPEDIENTE COMISSÃO DO SERVIÇO DE ANIMAÇÃO VOCACIONAL, MINISTÉRIOS E VIDA CONSAGRADA: sav_curitiba@yahoo.com.br / (41) 337-38297 / (41) 2105-6320/ Bispo referencial: Dom Moacyr José Vitti / Coordenador: Pe. Régis Soczek Bandil / Promotor Vocacional Diocesano: Padre Anderson Bonin.
Cristo é de Deus” (1 Cor 3, 23). Aqui temos explicada a modalidade de pertença a Deus: através da relação única e pessoal com Jesus, que o Batismo nos conferiu desde o início do nosso renascimento para a vida nova. Por conseguinte, é Cristo que nos interpela continuamente com a sua Palavra, pedindo para termos confiança n’Ele, amando-o “com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças” (Mc 12, 33). Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus. É “um êxodo que nos leva por um caminho de adoração ao Senhor e de serviço a Ele nos irmãos e nas irmãs” (Discurso à União Internacional das Superioras Gerais, 8 de maio de 2013). Por isso, todos somos chamados a adorar Cristo no íntimo dos nossos corações (cf. 1 Ped 3, 15), para nos deixarmos alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo. Não devemos ter medo: Deus acompanha, com paixão e perícia, a obra saída das suas mãos, em cada estação da vida. Ele nunca nos abandona! Tem a peito a realização do seu projeto sobre nós, mas pretende consegui-lo contando com a nossa adesão e a nossa colaboração.
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Comunicação
Assessoria de Comunicação
Paróquia São Marcos: 41 anos de história
São Marcos História: No dia 25 de abril comemora-se o dia de São Marcos. Discípulo de São Paulo, esteve ao seu lado quando ficou preso em Roma: “Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé, a respeito de quem já vos dei instruções: se ele aparecer por aí, recebei-o” (Colossenses 4,10s.). Foi também discípulo de São Pedro: Santo Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria atribuem decididamente a Marcos, discípulo e intérprete de São Pedro, o segundo Evangelho. São Marcos ou João Marcos, dirigiu-se à casa de Maria, a mãe de João Marcos (Atos dos Apóstolos 12,12ss.). Era primo de Barnabé (Colossenses 4,10).
Segundo os críticos modernos, o evangelho de Marcos foi escrito por volta dos anos 60/70, e dirigido aos cristãos de Roma. O apóstolo Marcos nos legou de uma forma muito especial as curas de Jesus, a vitória sobre os demônios, as tramas para prenderem Jesus, o mistério pascal, cumprindo de forma santa, sua vocação cristã. Fonte: http://www.santoprotetor.com/sao-marcos/
Oração de São Marcos Deus, nosso Pai, por meio de São Marcos quisestes que o anúncio do Evangelho chegasse até nós, para que, movidos pelo vosso Espírito , proclamássemos pela fé que Jesus é o Filho de Deus, o Ungido do Pai, nosso Redentor, nosso Libertador e nosso Irmão. Por ele temos a remissão de nossos pecados, e na sua humanidade o homem foi elevado. Libertai, Senhor, o nosso coração para que o nosso pensar e agir nos aproximem daquele que disse: O que sai do homem, é isso que o torna impuro. Com efeito, é de dentro, do coração dos homens que saem as intenções desmedidas, maldades, malícia, devassidão, inveja, difamação, arrogância, insensatez. Todas essas coisas más saem de dentro do homem e o tornam impuro.
IGREJA DE SÃO MARCOS No dia 22 de agosto de 1897 o padre italiano, Pe. Francisco Brescianini, pároco de Santa Felicidade, com licença de Dom José de Camargo Barros, lançou a Pedra Fundamental da nova igreja. A construção levou três anos e o mesmo Pe. Brescianini, a 11 de fevereiro de 1900 benzeu a nova igreja dedicada a São Marcos. A página 3 se diz que o Pe. Dámaso pregou, de manhã e à noite, um tríduo – 22, 23 e 24 de abril de 1913 – preparando os meninos para a Primeira Comunhão. No dia da festa – 25 de abril – foi feito o “panegírico de São Marcos”. O fruto foi abundante porque quase toda colônia italiana se aproximou aos Santos Sacramentos. Nas páginas 18, 19 e 20 lemos que de 12 a 27 de abril de 1914 foi feita uma missão no Pilarzinho pelos padres Dámaso e Cândido, iniciando na noite de Páscoa. “No dia 13 de dezembro de 1953 houve a Visita Pastoral na capela de São Marcos de Pilarzinho com crisma e bênção da nova Torre da capela”. (livro tombo de Abranches). Como última coisa é transcrito o Decreto de Criação da nova Paróquia São Marcos.
Criação da Paróquia São Marcos Com decreto de 25 de abril de 1973 o Ex.mo Arcebispo Dom Pedro Fedalto criava a Paróquia de São Marcos e nomeava como seu primeiro pároco o italiano Pe. João Graceffa, dos Missionários Servos dos Pobres. Ao tomar posse o Pe. João anunciou seu programa: “Quero dar alívio aos sofrimentos. Quem não vive para servir, não serve para viver”. Iniciando o seu serviço pastoral, o novo pároco elaborou logo os Estatutos da Ação Social São Marcos (28 – 07 – 1973), empossou a nova Comissão Financeira e o Conselho Pastoral Paroquial. Na Páscoa de 1975 houve a Primeira Comunhão de um grupo de crianças da nova paróquia e, no mês de agosto as missões pregadas pelos Padres Redentoristas; a paróquia foi dividida em 51 setores.
Na primeira Visita Pastoral à Paróquia, de 20 a 26 de junho de 1976, o Arcebispo Dom Pedro Fedalto apontava com urgência a necessidade de ampliar a Matriz, que se tornara pequena demais para o atendimento aos fiéis. Fonte: Paróquia São Marcos
Matriz HORÁRIOS DE MISSAS Domingos, 8h e 10h Terças-feiras, 19h30 Quitas-feiras, 19h30 (missa da RCC) Sextas-feiras, 19h30 (na primeira sextafeira do mês - 15h) Sábados, 15h (missa da catequese)
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Assessoria de Comunicação
Paróquia São Marcos: 41 anos de história
São Marcos História: No dia 25 de abril comemora-se o dia de São Marcos. Discípulo de São Paulo, esteve ao seu lado quando ficou preso em Roma: “Saúdam-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé, a respeito de quem já vos dei instruções: se ele aparecer por aí, recebei-o” (Colossenses 4,10s.). Foi também discípulo de São Pedro: Santo Irineu, Tertuliano, Clemente de Alexandria atribuem decididamente a Marcos, discípulo e intérprete de São Pedro, o segundo Evangelho. São Marcos ou João Marcos, dirigiu-se à casa de Maria, a mãe de João Marcos (Atos dos Apóstolos 12,12ss.). Era primo de Barnabé (Colossenses 4,10).
Segundo os críticos modernos, o evangelho de Marcos foi escrito por volta dos anos 60/70, e dirigido aos cristãos de Roma. O apóstolo Marcos nos legou de uma forma muito especial as curas de Jesus, a vitória sobre os demônios, as tramas para prenderem Jesus, o mistério pascal, cumprindo de forma santa, sua vocação cristã. Fonte: http://www.santoprotetor.com/sao-marcos/
Oração de São Marcos Deus, nosso Pai, por meio de São Marcos quisestes que o anúncio do Evangelho chegasse até nós, para que, movidos pelo vosso Espírito , proclamássemos pela fé que Jesus é o Filho de Deus, o Ungido do Pai, nosso Redentor, nosso Libertador e nosso Irmão. Por ele temos a remissão de nossos pecados, e na sua humanidade o homem foi elevado. Libertai, Senhor, o nosso coração para que o nosso pensar e agir nos aproximem daquele que disse: O que sai do homem, é isso que o torna impuro. Com efeito, é de dentro, do coração dos homens que saem as intenções desmedidas, maldades, malícia, devassidão, inveja, difamação, arrogância, insensatez. Todas essas coisas más saem de dentro do homem e o tornam impuro.
IGREJA DE SÃO MARCOS No dia 22 de agosto de 1897 o padre italiano, Pe. Francisco Brescianini, pároco de Santa Felicidade, com licença de Dom José de Camargo Barros, lançou a Pedra Fundamental da nova igreja. A construção levou três anos e o mesmo Pe. Brescianini, a 11 de fevereiro de 1900 benzeu a nova igreja dedicada a São Marcos. A página 3 se diz que o Pe. Dámaso pregou, de manhã e à noite, um tríduo – 22, 23 e 24 de abril de 1913 – preparando os meninos para a Primeira Comunhão. No dia da festa – 25 de abril – foi feito o “panegírico de São Marcos”. O fruto foi abundante porque quase toda colônia italiana se aproximou aos Santos Sacramentos. Nas páginas 18, 19 e 20 lemos que de 12 a 27 de abril de 1914 foi feita uma missão no Pilarzinho pelos padres Dámaso e Cândido, iniciando na noite de Páscoa. “No dia 13 de dezembro de 1953 houve a Visita Pastoral na capela de São Marcos de Pilarzinho com crisma e bênção da nova Torre da capela”. (livro tombo de Abranches). Como última coisa é transcrito o Decreto de Criação da nova Paróquia São Marcos.
Criação da Paróquia São Marcos Com decreto de 25 de abril de 1973 o Ex.mo Arcebispo Dom Pedro Fedalto criava a Paróquia de São Marcos e nomeava como seu primeiro pároco o italiano Pe. João Graceffa, dos Missionários Servos dos Pobres. Ao tomar posse o Pe. João anunciou seu programa: “Quero dar alívio aos sofrimentos. Quem não vive para servir, não serve para viver”. Iniciando o seu serviço pastoral, o novo pároco elaborou logo os Estatutos da Ação Social São Marcos (28 – 07 – 1973), empossou a nova Comissão Financeira e o Conselho Pastoral Paroquial. Na Páscoa de 1975 houve a Primeira Comunhão de um grupo de crianças da nova paróquia e, no mês de agosto as missões pregadas pelos Padres Redentoristas; a paróquia foi dividida em 51 setores.
Na primeira Visita Pastoral à Paróquia, de 20 a 26 de junho de 1976, o Arcebispo Dom Pedro Fedalto apontava com urgência a necessidade de ampliar a Matriz, que se tornara pequena demais para o atendimento aos fiéis. Fonte: Paróquia São Marcos
Matriz HORÁRIOS DE MISSAS Domingos, 8h e 10h Terças-feiras, 19h30 Quitas-feiras, 19h30 (missa da RCC) Sextas-feiras, 19h30 (na primeira sextafeira do mês - 15h) Sábados, 15h (missa da catequese)
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Diácono Osmar Vieira Coordenador PASCOM
Comissão da Comunicação
O que vimos e ouvimos isso vos anunciamos Este é o Lema do Projeto do Ano Missionário 2015 em fase de construção e que será evidenciado na Arquidiocese de Curitiba a partir deste ano de 2014. Uma das missões do cristão consiste em anunciar Jesus Cristo de uma forma alegre e convincente, usando os recursos disponíveis, como os meios de comunicação social, e as redes sociais pela internet, utilizando as novas tecnologias digitais principalmente os computadores, celulares e os aplicativos como facebook, blogs, twitter entre outros. Constata-se que essas ferramentas poderosas têm sido utilizadas frequentemente para uma série de situações como: divulgar encontros, baladas e postagens de diversas naturezas, inclusive por pessoas que são batizadas e professam a Fé Católica e portanto, sacerdotes, profetas e reis. Em via de regra, tais mensagens são utilizadas para espalhar humor, charges com chacotas difamatórias, rancorosas, discriminatórias, ofensivas e desrespeitosas a alguns filhos de Deus, com comentários jocosos provocativos, conjecturas injustas e sem dar a este ou àquele o direito à defesa por haver porventura, cometido algum deslize e sem ter a oportunidade de até se redimir em um confessionário. Promovem verdadeiras guerras cibernéticas despertando o ódio e a inimizade, fatos visualizados nos debates sobre futebol, política e até religião. Ou seja, desperdiçam tempos valiosos com futilidades que poderiam ser bem melhor aproveitados se direcionados para construir a paz. Há pessoas que repassam mensagens só porque estas têm alguma relação com seu sentimento particular e momentâneo. Muitas vezes o seu pensamento é divergente e até ofensivo ao pensamento do outro que lê sua publicação. Mas parece que prevalece a intenção de alfinetar, às
Clero se reúne para analisar Projeto Missionário.
vezes por desabafo ou vingança. Fere aqui o princípio da liberdade de expressão, sem considerar que seu direito vai até onde começa a direito do outro. Mas aí vem a célebre pergunta: Então eu como cristão católico, o que devo comunicar nas redes sociais? Talvez a resposta esteja no preâmbulo deste texto, e a resposta seria com outra pergunta: Qual é a nossa missão? Como todo o bom comunica-
dor faz-se necessário em primeiro lugar preservar a dignidade, cuidando para não ser mal interpretado e por conta disso ridicularizado por uma postagem aparentemente só engraçada ou bonitinha, mas que tem por trás dela uma mensagem ofensiva e ridícula. Todos têm o direito de comunicar tudo o que desejam desde que respeite o pensamento do outro, sem maldade, sem tomar posturas ofensivas à ordem, moral e aos bons costumes.
Enquanto Pastoral da Comunicação podemos dar algumas dicas: que tal postar mensagens de fraternidade, entusiasmo, alegria, esperança e por que não mensagens cristãs, trechos bíblicos de forma individual ou coletiva. Mais que isso, que tal tonar-se um comunicador aliado da Pastoral da Comunicação da sua Paróquia e da nossa Arquidiocese, aproveitando seus dons e seus talentos sendo um missionário da comunicação?
Pastoral da Comunicação faz plantão semanal Todas as quintas-feiras, o plantão da Pastoral da Comunicação da Arquidiocese de Curitiba atenderá das 14 às 18h. Se você quiser falar sobre a Pastoral e nos dizer como está a Pascom na sua Paróquia, sugerir temas, livros, cursos e afins, liguenos pelo telefone: (41) 21056327 e converse com Diácono Osmar ou Kayser, ou ainda, envie sua sugestão para o e-mail: osmar.vieira@gmail.com.
EXPEDIENTE COMISSÃO DA COMUNICAÇÃO: osmar.vieira@gmail.com / (41) 9683-6147 / Bispo Referencial: Dom José Mário Angonese / Coordenador: Diácono Osmar Vieira.
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Odaril José da Rosa e Equipe Coordenador arquidiocesano do Conselho Missionário Diocesano (COMIDI) E-mail: odaril@gmail.com
Dimensão Missionária
Projeto Ano Missionário O projeto Arquidiocesano do Ano Missionário está sendo construído e contamos com a participação de todas as instâncias (paróquias, setores, 12 comissões, pastorais, movimentos, capelanias, reitorias, seminários, congregações) que fazem parte da Arquidiocese de Curitiba. Todos são convidados a participar e assumir com amor e vontade, porque as Santas Missões são um caso de amor ao Reino e aos irmãos. Jesus definiu a missão que recebeu do Pai dizendo: “O Espírito do Senhor ESTÁ SOBRE MIM, PORQUE ELE me ungiu para anunciar a Boa Nova aos pobres: enviou-me para proclamar a remissão aos presos e aos cegos, a recuperação da vista, para restituir liberdade dos oprimidos”. (Lc. 4,18-19) “A Igreja peregrina é por natureza missionária. Pois ela se origina da missão do Filho e da missão do Espírito Santo, segundo o desígnio de Deus Pai” (Ad Gentes 2). A missão e a dimensão missionária não é algo de facultativo para a Igreja. Ela é constitutiva da comunidade cristã. O Papa Paulo VI nos lembra, na Exortação Apostólica Evangelii Nuntiandi, que a missão evangelizadora “constitui a graça e a vocação própria da Igreja, sua mais profunda identidade. Ela existe para evangelizar” (EN 6). Evangelizar constitui a vocação própria da Igreja, a sua identidade mais profunda e específi-
Projeto Missionário é apresentado em reunião do Clero Arquidiocesano.
ca (EN, 14). Não há comunidades que possam se eximir de aprofundar e desenvolver esta dimensão. Não é também tarefa de algumas pessoas ou de alguns grupos, incluídas as Congregações Religiosas, mas é de todos, enquanto batizados. Não há Igreja sem missão, e a missão é condição para o amadurecimento cristão
das comunidades. Significa ainda que não são algumas pessoas ou grupos que devem se preocupar com a missão. É toda a Igreja, com todas as pessoas e estruturas, que deve ser missionária, e o tempo todo, em todos os lugares. Por isso, o estado permanente de missão. Missão, portanto, é uma dimensão que per-
passa todo o dinamismo da pastoral e deve sempre mais envolver todas as pastorais. Neste sentido não há liturgia, catequese, pastoral social, etc., que não possam ser imbuídas da abertura missionária. O encontro com Jesus Cristo leva à conversão pessoal, proporcionando uma experiência de comunhão e solidariedade
com todos os irmãos e irmãs. Esta experiência de fé leva necessariamente à Missão universal. “Permanecer com Jesus”. A primeira tarefa do missionário é unir-se a Jesus. Para constituir a equipe, formar a comunidade é necessário ter o Espírito de Jesus, os mesmos sentimentos de Jesus (Fl. 2,5). O Missionário não é porta-voz de si mesmo, mas de Jesus e da fé da comunidade a qual pertence. É a comunidade que o envia em nome de Jesus. (At. 13,3) A espiritualidade missionária enraíza-se profundamente na vida de Jesus e na sua mensagem libertadora, alimenta-se no espírito de pobreza, na atitude de pequenez e de plena confiança em Deus. Famílias, jovens e crianças, todos, pelo Batismo, somos chamados a ser discípulos de Jesus. A Missão, vida da comunidade paroquial, deve favorecer o compromisso de construir paróquias que sejam centros dinamizadores de evangelização e que encontrem na Missão seu desafio mais importante, para renovar constantemente a vida da comunidade cristã. O papa Bento XVI, em sua passagem por São Paulo, em Aparecida, falou que são muitos os batizados, mas nem todos são evangelizados. Sigamos com Maria, “a grande missionária, continuadora da missão de seu Filho e formadora de missionários(as)...” DAp 269.
EXPEDIENTE COMISSÃO DIMENSÃO MISSIONÁRIA: comidi@arquidiocesecwb.org.br / (41) 2105-6376. Bispo referencial: Dom Moacyr José Vitti / Coordenador: Odaril José da Rosa.
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Comunicação
Entendendo o tráfico humano: conceito e características trega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra para fins de exploração.” Portanto, o tráfico de pessoas consiste no ato de comercializar, escravizar, explorar, privar vidas, ou seja, é uma forma de violação dos direitos humanos. Normalmente, as vítimas são obrigadas a realizar trabalhos forçados sem qualquer tipo de remuneração – prostituição, serviços braçais, domésticos, em pequenas fábricas, entre outros –, além de algumas delas terem órgãos removidos e comercializados. As vítimas já chegam endividadas ao destino de “trabalho”, pois elas têm que pagar aos traficantes valores elevadíssimos referentes à viagem, hospedagem, documentação, alimentação, roupas, etc. O Foto: Jornal Santuário
O tráfico humano, também chamado de tráfico de pessoas, é uma das atividades ilegais que mais se expandiu no século XXI, pois, na busca por melhores condições de vida, muitas pessoas são ludibriadas por criminosos que oferecem empregos com alta remuneração. Esses “agentes” atuam em escala regional, nacional e internacional, privando a liberdade de pessoas que sonham um futuro melhor. De acordo com o Protocolo Adicional à Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em especial de Mulheres e Crianças, o tráfico humano é caracterizado como: “o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à en-
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Jadilson G. Mendonça Prof. Filosofia/História/Ensino Religioso. Secretário da Pastoral da Educação - CTBA
Agenda dos próximos eventos 05/04/14 - Reunião Mensal da Pastoral da Educação. Local; Cúria. 9h 15/05/14 - 2ª palestra do Ciclo. Tema: “O labirinto sagrado: Ensaios sobre religião, psique e cultura” / “Espiritualidade e paradigma atuais”. Pe Marcial Maçaneiro. Local: Auditório das Livrarias Paulinas. Horário: 18h40min.
problema é que essa dívida, através da cobrança de juros altos, toma proporções de forma que nunca poderá ser paga. Sendo assim, os criminosos passam a ameaçar e torturar os “devedores”. As mulheres são o principal alvo, pois o retorno financeiro para os traficantes é maior, visto que a prostituição, atividade mais
desenvolvida por pessoas do sexo feminino, é o destino de 79% das vítimas do tráfico humano. O trabalho forçado, exercido por homens, mulheres e crianças, representa 18%. Essa atividade movimenta cerca de 32 bilhões de dólares por ano, privando a vida de mais de 2,5 milhões de pessoas.
EXPEDIENTE PASTORAL DA EDUCAÇÃO: isabeljulio@ig.com.br / (41) 3029-0973. Bispo referencial: Dom José Mário Angonese/ Coordenador: Isabel Cristina Piccinelli Dissenha.
Movimentos Eclesiais e Novas Formas de Vida Cristã
Elder Semprebom Coordenador do Grupo Missionário Magnificat
Missões Familiares contagiam moradores de Porto Amazonas no Paraná O Movimento Apostólico de Schoenstatt de Curitiba promoveu entre os dias 28 de fevereiro e 04 de março as Missões Familiares em Porto Amazonas, no Paraná. Participaram 85 missionários vindos de 13 cidades diferentes com idade de 1 a 65 anos, estando entre estes 12 casais. A estrutura das missões foi organizada a partir dos casais participantes, os quais formavam suas famílias com os filhos naturais e espirituais (jovens e adultos que foram sem suas famílias). Para o atendimento na cidade, os missionários foram divididos em 2 grupos, os quais ficaram hospedados nas Escolas Coronel Amazonas e Maria de Lourdes,
Foto: https://www.facebook.com/grupomissionariomagnificat?fref=ts
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visando a melhor distribuição dos missionários na cidade. As atividades desenvolvidas junto à comunidade envolveram visitas às casas, missas, uma festa de carnaval cristã e oficinas específicas para crianças, jovens e adultos. Segundo Pe. Marcelo de Souza que acompanhou o grupo “foram dias que ficarão na história pessoal de cada um dos missionários e das famílias visitadas”. A jovem Caroline V ieira afirma: “em cada oficina para jovens pude ver os olhos deles brilhando, querendo saber mais e mais. Foi tudo inesquecível. Voltei com mais certeza de que quero continuar sendo um instrumento vivo.”
EXPEDIENTE COMISSÃO DOS MOVIMENTOS ECLESIAIS E NOVAS FORMAS DE VIDA CRISTÃ: Bispo referencial: Dom Rafael Biernaski / Coordenador: Pe. Valdirlei Augusto Chiquito / Responsável Movimento Apostólico de Schoenstatt: Edson Luiz Mocelin / elmocelin@onda.com.br
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Pe. Maurício Gomes dos Anjos Reitor do Seminário Propedêutico São João Maria Vianney Coordenador da Comissão de Liturgia da Arquidiocese de Curitiba
Comunicação
A Semana Santa e o Tríduo Pascal Neste mês de abril estaremos celebrando com toda a
comunhão sacramental.
Igreja a Semana Santa e o Tríduo Pascal. Para os cristãos, a
Na noite do Sábado Santo, “mãe de todas as vigílias”, a
mais importante semana recebe o nome de Semana Santa,
Igreja celebra a Vigília solene, em que a ação forma uma
pois nela celebra-se os acontecimentos da Paixão, Morte e
unidade entre a Celebração da Luz, Liturgia da Palavra,
Ressurreição do Senhor – o Mistério Pascal. O Tríduo Pascal, ponto culminante na semana, “não se
Liturgia batismal e Liturgia eucarística. Assim, exalta-se o ápice do ano litúrgico com a celebração
trata de um tríduo preparatório para a festa da Páscoa,
da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, “quando Cristo
mas são três dias de Cristo crucificado, morto e
realizou a obra da redenção humana e perfeita glorificação
ressuscitado. Tem início na celebração da Ceia do Senhor, na Quinta-feira Santa, na missa vespertina, terminando com o Domingo de Páscoa”. (Vivendo a Semana Santa - O Mistério Pascal celebrado no Brasil, pág. 46). Na Quinta-feira Santa celebra-se a Ceia do Senhor e o Lava pés. Durante esta ceia, Jesus instituiu a Eucaristia e o sacerdócio ministerial. Por meio desta instituição e exemplo de serviço, o Cordeiro pascal se oferece como sacrifício de expiação, de louvor e de agradecimento ao Pai, realizando assim a definitiva aliança de Deus com toda a humanidade. Na Sexta-feira Santa a Igreja recorda a Paixão e morte de Cristo por uma celebração da Palavra de Deus, constando de leituras bíblicas, de preces solenes, adoração da cruz (central neste dia) e
de Deus no mistério pascal, quando morrendo destruiu a morte e ressuscitando renovou a vida” (NALC - Normas sobre o Ano Litúrgico e calendário, 18).
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Genice Ximendes da Silva Coordenadora Arquidiocesana - genice-xs@uol.com.br
Comissão Litúrgica
1º Encontro Arquidiocesano de Coroinhas e Acólitos em 2014 O dia 16 de março de 2014, foi marcado pelo 1º Encontro do ano, dos grupos de Coroinhas e Acólitos de nossa Arquidiocese, realizado no Seminário Arquidiocesano São José, no bairro Orleans. Estiveram presentes, grupos de diversas paróquias de Curitiba e cidades metropolitanas, com um grande número de participantes. O ponto alto foi a Santa Missa Solene, que marcou o início das atividades do ano, neste ministério. A Santa Missa foi presidida pelo Monsenhor Francisco Fabris, grande formador de seminaristas, padres de nossa Arquidiocese, onde alguns já chegaram a ser bispos. Foi concelebrada por vários padres do Seminário, entre eles: Padre Regis, Pe. Luciano e Pe. Fabiano, o mesmo animou a celebração tocando o órgão e cantando com um grupo de seminaristas. A sua homilia foi ótima. Foi de grande incentivo estímulo para todos os participantes. A Celebração foi linda, terminando com a 1ª Novena de São José deste Ano que acontece todos os terceiros Domingos de cada mês às 10h no Seminário.
Para aqueles que não tiveram presentes, ainda há tempo! Procure o mais breve possível efetuar a sua inscrição e adquirir as suas provas através do Facebook página Acólitos e Coroinhas – Arquidiocese de Curitiba. Ainda estamos aguardando grupos que poderão realizar suas inscrições para participar das atividades do ano. Para o almoço, tivemos muitos grupos que se prepararam e aproveitaram a ocasião para
Fotos: Gabi Cardoso
realizar um delicioso almoço nas churrasqueiras do Seminário. Aproveitaram a tarde para um momento de lazer entre familiares e grupos com seus respectivos coordenadores. A equipe arquidiocesana, juntamente com os padres do Seminário agradece de coração a cada coordenador que se esforçou e se fez presente com seu grupo. Deixamos aqui aberto, o convite para todos os grupos da Arquidiocese para comparecer no próximo encontro que acontecerá em 15 de Junho de 2014 com realização das primeiras provas da Gincana de 2014. FAÇA SUA INSCRIÇÃO, VAI SER LEGAL! VALE A PENA CAMINHARMOS JUNTOS.
Após a Celebração foi entregue aos coordenadores dos grupos presentes as inscrições e tarefas da III Gincana Arquidiocesana de Coroinhas e Acólitos de nossa Arquidiocese.
EXPEDIENTE COMISSÃO LITÚRGICA: mauricioanjos@hotmail.com / (41) 2105-6363. Bispo referencial: Dom Rafael Biernaski / Coordenação: Pe. Maurício Gomes dos Anjos.
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Clovis Venâncio Membro da Pastoral Arquidiocesana do Dízimo
Comissão da Dimensão Econômica e Dízimo
Mensagem da equipe arquidiocesana da Pastoral do Dízimo Estamos vivendo, ainda, o período quaresmal, ao qual se seguirá a Semana Santa, compreendida entre os dias 13 e 20 do corrente mês, finalizada com o Domingo de Páscoa. É um tempo forte quando, como cristãos, devemos nos empenhar para adquirirmos o máximo conhecimento sobre Jesus e seus ensinamentos sobre qual é a vontade de Deus para conosco, buscando com isso, nossa conversão pessoal e plena vivência do Evangelho. Assim, para embasar nossa reflexão neste mês, na sequência, apresentamos um breve texto extraído do Livro dos Atos dos Apóstolos, Capítulo 4, Versículo 32 ..a título de Subsídio Doutrinário: “Ora a multidão dos crentes tinha um só coração e uma só alma, e nem um só dizia ser sua qualquer das coisas que possuía, mas tinham tudo em comum.” Percebe-se portanto, que, pela vivência dos ensinamentos evangélicos, o que mais identifica os verdadeiros cristãos é o amor fraterno que os une e que, gradativamente, cria e desenvolve o autêntico espírito comunitário que possibilita a formação de uma Cultura da Partilha, através da qual, pode-se entender, também, qual o profundo significado do Dízimo e das Ofertas. Dentro deste contexto, esperamos estar contribuindo para o crescimento espiritual de todos, na medida em que incentivamos sua conscientização sobre o Dízimo e as Ofertas como meios de praticar a partilha não só de bens materiais, mas, também, dos
Foto: jornalsantuario.wordpress.com
dons pessoais que recebemos de Deus. É para isto, inclusive, que a equipe da Pastoral do Dízimo da Arquidiocese de Curitiba vem organizando e realizando anualmente dois Seminários de Formação , (um por semestre), voltados às lideranças paroquiais como, Párocos, Coordenadores
das diversas pastorais, membros dos CAEPs, CPPs, Secretárias e, especialmente, aos integrantes das equipes paroquiais da Pastoral do Dízimo. Assim, neste semestre, achase em fase final de organização, o 12º Seminário da Pastoral do Dízimo de nossa Arquidiocese. Será uma excelente ocasião para
aprofundarmos nossos conhecimentos sobre a espiritualidade do dízimo, bem como, para nos ajudar a entender que, pela prática coerente e generosa da entrega do dízimo de nossos dons e bens pessoais, estaremos sim, exercendo a verdadeira caridade cristã preconizada nos evangelhos de Jesus Cristo.
12º Seminário Arquidiocesano da Pastoral do Dízimo DATA: LOCAL:
27 de abril de 2014 (Domingo) Casa de Retiros Nossa Senhora do Mossunguê – Rua: Francisco Juglair, 171 – Bairro Mossunguê – Curitiba/PR ASSESSOR: Dom Walter Michael Ebejer – Bispo Emérito de União da Vitória – Paraná. Mais informações e inscrições no Centro Pastoral Nossa Senhora. da Luz - Av. Jaime Reis, 369 – Telefone: (41) 2105-6363, ou pessoalmente.
EXPEDIENTE COMISSÃO DA DIMENSÃO ECONÔMICA E DÍZIMO: Bispo Referencial: Dom Moacyr José Vitti; Coordenador da Comissão: João Coraiola Filho; Coordenador da Pastoral do Dízimo: William Michon.
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Painel do Leitor
Missa de Cinzas lança Campanha da Fraternidade 2014 e marca início da Quaresma No dia 05 de março, quarta-feira de Cinzas, a Arquidiocese de Curitiba, realizou a coletiva de imprensa para lançar a Campanha da Fraternidade deste ano. O Arcebispo Dom Moacyr José Vitti falou sobre a importância do tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e o lema, “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5,1). Logo após a coletiva, foi celebrada a Missa de lançamento da CF 2014, marcando também o início da Quaresma. Milhares de fiéis lotaram a Catedral Basílica de Curitiba para receber a bênção das cinzas.
Festa de São José No dia 19 de março, o Colégio Arquidiocesano de Curitiba e o Seminário São José, comemoraram o dia de seu padroeiro. A celebração teve início às 10h45 com Santa Missa presidida por Dom Moacyr José Vitti e a presença do Clero da Arquidiocese. Às 12 horas todos reuniram-se para um almoço festivo. Na parte da tarde houve o tradicional Campeonato de Futebol São José, que contou com o Bicampeonato do Clero Arquidiocesano.
Reunião de Secretárias Paroquiais No dia 11 de março, aconteceu no Salão João Paulo II, da Arquidiocese de Curitiba, mais uma Reunião das Coordenações das Secretárias Paroquiais. O objetivo da reunião foi avaliar as atividades de 2013 e fazer um planejamento para este ano. Entre os temas da pauta, estavam o Retiro Anual de Atendentes Paroquiais, o Encontro de Formação e sugestões para comemorar o Dia das Secretárias. Coordenações das Secretárias reuniram-se para discutir o cronograma de 2014.
Vagas para PCD e PNE Contratamos Deficientes Físicos ou reabilitados para área de Limpeza e Auxiliar Administrativo. Salário compatível com a função, vale alimentação, vale transporte e plano de saúde. Interessados encaminhar e-mail com currículo para valdecir@torregestao.com.br
IV Curso de Liturgia e Canto Pastoral: “É isso que queremos”
O Setor Capão Raso convida párocos, vigários, equipes de Liturgia e Canto para o IV Curso de Liturgia e Canto Pastoral com o Tema: “É isso que queremos”. Assessora: Irmã Custódia Cardoso da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. INVESTIMENTO Inscrição antecipada até o dia 16 de maio R$ 50,00 – por pessoa (com direito a Apostila, lanche e almoço) Após 16 de maio – R$ 70,00 CD – aquisição no dia do encontro INSCRIÇÕES - Santuário São José – fone 3027-1051 Jefferson Lisboa (Canto Litúrgico) – (41) 9971-7002 ou no email: jeffersonlisboa@yahoo.com.br