ANO XIV - NO 136 - JULHO.2018
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ANO XIV - NO 136 - JULHO.2018
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Várias ruas no Parolin estão sendo asfaltadas
Trecho da Rua Montese - Morro do Sabão - ANTES
Trecho da Rua Montese - Morro do Sabão - DEPOIS
Páginas 8 e 9
DOAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DO CENTRO COMUNITÁRIO
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COMUNIDADE MARCA PRESENÇA NA FESTA JUNINA NO PAROLIN
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Expediente
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Editorial
João Pereira de Carvalho
A bênção dos pais construirá casas para os filhos Todos sonhamos ser pais. Mesmo os mais jovens têm essa expectativa natural. É maravilhoso ver uma criança. nascer, crescer, balbuciar as primeiras palavras, dar os primeiros passos. Quando seguramos o filho pela primeira vez percebemos como ele é frágil e queremos protegê-lo. Queremos evitar que sofra ou enfrente as mesmas dificuldades que passamos e que cometa os mesmos erros que nós. Esforçamo-nos para comprar os brinquedos de que ele mais gosta, e para que possa ter aquilo que não tivemos. Educamos os filhos buscando o melhor para eles, seguindo os nossos próprios valores. Assim, empenhamo-nos em colocá-los nas melhores escolas e lhes incutimos informações úteis para o futuro. Também pedimos a Deus que proteja o filho, guarde-o do perigo e abra seus caminhos. Enfim, todos os pais querem o melhor para o filho. E ainda que este não corresponda às expectativas, queremos que se dê bem e seja feliz.
O rei Davi teve um filho que herdou seu reino e, por ser rico, talvez não precisasse pedir nada mais a Deus - afinal, já tinha tudo. Talvez pudesse pedir que o seu reinado continuasse, tendo a grandeza de sua família. Poderia também pedir que se filho fosse bemsucedido, saudável, inteligente, esperto, bonito, que tivesse sorte com as mulheres. Mas muitos pedem a Deus coração íntegro para o seu filho, pronto a guardar os mandamentos do Senhor. Esse pedido me mostrou como muitas vezes nos desviamos do alvo de Deus para nossas vidas. Permitimos que falsas idéias e sucesso efêmero invadam nossa mente com desejos que parecem bons, mas estão distantes da vontade de Deus. Com um coração íntegro e obediente a Deus tudo irá bem - até as dificuldades serão menos críticas, pois estarão sob o d mínio de Deus. Nesse pedido podemos incluir a nós mesmos para poder oferecer um bom legado aos nossos filhos.
Diretor Administrativo: João Pereira de Carvalho - 3332-9267 Razão Social: João Pereira de Carvalho - Editoração CNPJ 08.027.927 / 0001-27 Departamento Comercial: Moisés Geraldo dos Santos 99903-6190 / 8421-0229 - moises.intervencao@gmail.com Jornalista Responsável: Teodolino Lima Registro Profissional 749/05/76V jornaldoparolin@hotmail.com / jornaldoparolim@hotmail.com Avenida Dante Honório, 590-A - Parolin - F: 3332-9267 - 99615-8357 Diagramação: Exceuni - Aldemir Batistaexceuni@uol.com.br Fone: (41) 3657-2864 - Tiragem: 10 mil exemplares Impressão: Press Alternativa -3047-4511 | 3047-4280 As colunas assinadas não refletem necessariamente a opinião deste jornal.
Prefeitura de Curitiba ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○
Vistoriando as obras de pavimentação da Rua Nova Aurora
O vice-prefeito Eduardo Pimentel esteve com o prefeito Rafael Greca vistoriando as obras de pavimentação da Rua Nova Aurora e de construção da ponte de concreto no córrego Evaristo Veiga, no Boqueirão. A nova ponte, que substitui-
rá a antiga de madeira, era um pedido de mais de 35 anos dos moradores da região. Uma das moradoras que reivindicava a obra é a dona Lucinda Gonçalves, que tive o prazer de conhecer e visitar sua casa.
Assinado repasse de R$ 71 milhões para ampliar a integração do transporte coletivo
Em nome do prefeito Rafael Greca, o vice-prefeito Eduardo Pimentel assinou um convênio com a governadora Cida Borghetti para o repasse de R$ 71 milhões para ampliar a integra-
ção do transporte coletivo metropolitano. Com o importante apoio, iremos avançar na renovação da frota e garantir a manutenção da tarifa em Curitiba.
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Prefeitura Municipal de Curitiba
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Laboratório da Secretaria de Obras faz controle de qualidade da pavimentação Duas importantes obras que estão em andamento na cidade - na Avenida Getúlio Vargas, no Rebouças, e na Rua Konrad Adenauer, no Tarumã - estão sob o olhar atento da equipe do Laboratório da Secretaria Municipal de Obras Públicas. Nos dois casos, ao longo de toda a obra, são feitos a coleta do material utilizado e ensaios (testes) para avaliar a qualidade de cada camada que está sendo aplicada. Quando necessário, a fiscalização do Departamento de Pavimentação intervém para que o material seja substituído ou para que o serviço seja re-
feito. Conforme estabeleceu a Prefeitura de Curitiba, as duas ruas estão sendo revitalizadas devido à implantação de empreendimentos que são grandes geradores de tráfego na região.
No caso da Konrad Adenauer, a obra é uma medida mitigadora do Park Jockey Shopping, que está em construção. Já a Getúlio Vargas é medida compensatória da obra da Igreja Universal do
Reino de Deus, já inaugurada. "O pavimento em asfalto ou em concreto, como será o caso da Getúlio Vargas, é formado por várias camadas. Nós analisamos a qualidade dos materiais, desde a camada de reforço, a subbase, depois a base que está sendo colocada até a camada de revestimento, que é a mais superficial, a que a população vai ver quando a obra estiver pronta", explica a engenheira Manuela do Amaral, gerente responsável pelo laboratório. Tudo é analisado com base no Caderno de Encargos da Secretaria de
Obras, documento que segue as normas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), ligado ao Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. O laboratório também atende a demanda de outras secretarias e órgãos da Prefeitura. Projetos que estão em fase de planejamento pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) também podem ter o apoio da equipe do laboratório, que ainda faz o controle tecnológico do material produzido pela Prefeitura na Usina de Asfalto Norte.
Urbs faz perícia extra em frota de articulados e biarticulados Técnicos da Urbs (Urbanização de Curitiba S/ A) fizeram nesta quartafeira (25/7) vistoria extra em 14 veículos da frota de biarticulados e articulados da Empresa Sorriso, proprietária do ônibus que teve o rompimento de uma dobradiça da tampa do assoalho, na manhã de terça-feira (24/7). Todos os veículos articulados das cinco empresas que atendem a Rede Integrada de Transporte (RIT) passarão por inspeções extras durante esta e a próxima semana para a avaliação das dobradiças dos assoalhos. Incorporados à frota no ano de 2011, os ônibus estão com a vistoria em dia e no prazo de vida útil. “A Urbs cumpre a tarefa diária de fiscalizar e monitorar as condições dos veículos e aplicar multas em casos de negligência de manutenção. O ônibus que apresentou avaria não teve dano estrutural que pudesse par-
Técnicos da Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) fizeram vistoria extra em 14 veículos da frota de biarticulados e articulados da Empresa Sorriso
ti-lo ao meio nem que pusesse em risco os passageiros. O problema foi em uma dobradiça da tampa do assoalho”, disse o prefeito Rafael Greca. Assim que verificado o problema, o veículo da linha Boqueirão/Carlos Gomes teve a viagem interrompida e foi retirado de circulação para ser periciado. A empresa responsável foi notificada e poderá ser autuada. Todos os 1.650 ônibus urbanos do transporte coleti-
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vo de Curitiba, frota circulante e reserva, passam por inspeção diária de segurança. “É um veículo ainda na metade da vida útil. Como tivemos esse caso na terça-feira reforçamos a inspeção com foco nas dobradiças das tampas do assoalho”, explica o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto. De acordo com o presidente da Urbs, a perícia apontou ferrugem na peça que quebrou. “Isso pode
ter relação com qualidade da água usada na limpeza dos veículos. Tudo será avaliado para garantir a segurança dos usuários”, reforçou Maia Neto. REVISÕES Mecânicos da Urbs fazem 350 revisões por mês em ônibus da frota urbana. Os veículos com menos de dez anos passam por duas vistorias técnicas anuais. Para aqueles com tempo de fabricação acima
desse prazo, as vistorias ocorrem a cada três meses. Cada vistoria avalia 75 itens de segurança e emissão de poluentes na fumaça. Os técnicos inspecionam a estrutura e registram o funcionamento do motor, dos sistemas elétrico e hidráulico, freios, das embreagens e dos pneus, as condições dos bancos, a limpeza e validade do atestado de dedetização. Até jatos d’água são usados nas inspeções para verificar infiltração, simulando dias de chuva. Se tudo estiver em ordem, a empresa recebe um laudo para que no prazo de cinco dias retire na Urbs o selo de inspeção que tem ficar à mostra, na parte superior do posto do motorista. Caso um fiscal do transporte identifique um ônibus circulando com o selo de vistoria vencido, o veículo é imediatamente retirado da frota e a empresa multada de acordo com o regulamento.
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Prefeitura Municipal de Curitiba
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Decreto reduz pela metade taxa para regularização de moradia em área social Desde março ficou mais barato regularizar moradias em loteamentos de interesse social e áreas de regularização fundiária de Curitiba. O decreto nº 302/2018, assinado pelo prefeito Rafael Greca, reduz em 50% o custo para esse serviço em relação ao que estava definido anteriormente. Pelo decreto anterior (nº 140/2016), o proprietário de um lote de 60m² de uso residencial tinha que recolher ao município uma taxa única de R$ 714,00 para regularizar a sua moradia. Agora, como a alteração promovida pelo prefeito, o valor baixou para R$ 357,22, podendo ser parcelado. "A cidade melhora quando a lei é feita de acordo com a realidade. Estamos resgatando o direito dos moradores à terra urbana. O direito à propriedade em que vivem", afirma o prefeito Rafael Greca. Os novos parâmetros definidos pela Prefeitura permitem ainda que o morador possa ampliar em até 1/3 a ocupação do terreno de lotes com no máximo 125m² e torna possível regularizar 2/3 a mais de moradias nos Setores Especiais de Habitação de Interesse Social (SEHIS). BENEFÍCIOS Com a medida, será possível regularizar 82,39% das construções já existentes em loteamentos da Companhia de Habitação Popular de Curi-
tiba (Cohab) e 64,12% dos imóveis em áreas de regularização fundiária (já regularizadas ou em processo de regularização). Publicado no Diário Oficial do Município de Curitiba, em 26 de março passado, o Decreto nº 302/ 2018 facilita a vida da população que reside nas áreas de expansão da cidade, tendo efeito imediato na regularização de 100% dos imóveis residenciais e comerciais da Vila Nossa Senhora da Luz, o primeiro conjunto habitacional de Curitiba, beneficiando a cerca de 20 mil pessoas. É a atualização do regulamento anterior 140/ 2016, instituído na revisão do Plano Diretor de 2015, e que previa a regularização de moradias e comércio edificados antes de 2012 no Setor Especial de Habitação de Interesse Social (SEHIS), nas ZR2 e ZR3 e Zonas de Serviço 1 e 2. Pela regra anterior eram permitidas, por exemplo, duas habitações residenciais por lote de 125m². Pelos novos parâ-
metros, será possível três residências por lote nessa metragem, além de coeficiente 1 para o comércio (permitida construção equivalente a área total do terreno). A mudança também beneficiará a famílias que vivem em áreas de regularização fundiária nos Setores Especiais de Habitação de Interesse Social (SEHIS). Nesses locais será possível regularizar até cinco habitações (antes eram permitidas três habitações) em lotes com área igual ou menor que 250m². EMPREGO E RENDA No Sítio Cercado, o engenheiro civil Wellington de Almeida de Souza está trabalhando em quatro projetos de regularização fundiária para atender ao novo decreto. Um deles é o da comerciante Soeli Rak Roberto que há 20 anos tem uma farmácia e em cima do imóvel a residência da família. "Primeiro vamos averbar a residência e o comercio e depois a unificação dos imóveis", disse o Souza. Para o engenheiro ci-
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Rua Moscardi Fanini próximo ao Posto Pedrazolli
vil, a regularização é fundamental para garantir as pessoas acessar financiamentos e também a venda regular dos imóveis no futuro. VILA NOSSA SENHORA DA LUZ Inaugurada em 13 de novembro de 1966, a Vila Nossa Senhora da Luz dos Pinhais foi o primeiro Conjunto Habitacional de Curitiba, implantado pela Cohab-CT. O projeto é do arquiteto Alfred Willer, o primeiro diretortécnico da Cohab. Foram construídas 2,1 mil casas em um terreno de 800 mil metros quadrados para resolver a questão das ocupações irregulares da época. Atualmente a população estimada da Vila Nossa Senhora da Luz, na Regional CIC, é de cerca
de 20 mil pessoas. A dona de casa Dagmar Ferreira, 81 anos, é moradora da Vila Nossa Senhora da Luz, há mais de uma década. A casa onde vive com o marido está bastante modificada em relação ao projeto original, entregue pela Cohab na década de 60. O casal ampliou a construção e agora, com os novos parâmetros, conseguirão regularizar a moradia. "Nós temos outra peça na parte dos fundos, que usamos como depósito. Finalmente vamos poder regularizar a casa. Fico muito agradecida com essa iniciativa do prefeito", destaca. A família de Zeno Bojanowski, 73 anos, também vive em uma casa totalmente diferente da moradia original, localizada em um lote de esquina. A nova construção tem dois pavimentos e ocupa uma área maior em relação ao terreno. "Há tempos esperamos para regularizar a casa e não conseguimos. É uma ótima notícia saber que o prefeito mudou as regras para beneficiar os moradores. Ter a moradia legalizada é uma tranquilidade para qualquer família", diz Danilo, filho de Zeno.
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Lider Comunitário Prefeitura de Curitiba
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Apresentação da proposta de reordenamento da Rede de Proteção Social de Curitiba O líder comunitário Edson do Parolin participou na Regional Portão da apresentação da proposta de reordenamento da Rede de Proteção Social de Curitiba. Tudo o que vem de encontro para melhor atender as famílias curitibanas é sempre bemvindo.
Na contramão do desempenho nacional, taxa de mortalidade infantil cai para 8,3 em Curitiba A taxa de mortalidade infantil em Curitiba caiu de 8,7 óbitos em cada mil nascidos vivos, em 2016, para 8,3, em 2017, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde. A redução foi de 4,6%. "A mortalidade infantil é um dos mais importantes indicadores de saúde", destaca o prefeito Rafael Greca. "Por isso, nosso empenho permanente para melhorar o desempenho nesta área e garantir boa saúde a todos os bebês que aqui nascem." A taxa de mortalidade infantil é calculada levando em consideração o número de óbitos até um ano de idade. O resultado fica ainda mais expressivo na
óbitos infantis por mil nascimentos.
medida em que o indicador teve uma piora nacional, conforme o jornal Folha de S.Paulo. A mortalidade infantil no país voltou a subir em 2016, depois de 26 anos de queda. A taxa foi 14 óbitos a cada mil nascimentos - e, segundo o jornal, a tendência para 2017 é de que ela se mantenha
acima do registrado em 2015. (Os dados nacionais do ano passado ainda não foram consolidados.) Para efeitos de comparação, segundo relatório da Unicef (o Fundo das Nações Unidas para Infância), entre 2015 e 2016, na América Latina a taxa ficou estacionada em 18
CAUSAS De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, a redução na capital devese a políticas públicas implantadas no início do ano passado, como, por exemplo, a reestruturação do Rede Mãe Curitibana Vale a Vida. Em 2017, o programa fortaleceu o acompanhamento pré-natal e a vinculação da gestante ao local do parto. Além disso, houve outra importante alteração. Anteriormente as gestantes eram divididas apenas em risco normal ou alto. Agora há graduações entre o risco normal e alto, o que garante uma linha de cuidado mais ade-
quada para cada gestação. "O cuidado é cada vez mais próximo e personalizado. Essa novidade fez com que pudéssemos ser ainda mais específicos no cuidado de cada caso, para que possamos garantir uma gestação saudável e reduzirmos o risco de óbitos infantis por causas evitáveis", explica a secretária Municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak. Márcia ressalta que, desde 1987, Curitiba conta com um Comitê de Análise de Óbitos Infantis Evitáveis, que investiga as mortes, evita subnotificações dos casos e contribui para nortear o município na melhor forma de alcançar melhores indicadores.
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Líder Comunitário Edson do Parolin
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Vistoria nas obras de pavimentação de mais 10 ruas no Bairro Parolin O líder comunitário Edson do Parolin esteve acompanhando a equipe da Cohab e da Prefeitura em vistoria às ruas que irão receber nova pavimentação, sendo um total de 10 ruas da comunidade, numa iniciativa da Cohab e do BID.
Líder comunitário acompanha empresário até a Regional do Boa Vista O líder comunitário Edson do Parolin esteve na Regional Boa Vista acompanhando Tarsis, proprietário da Farmácia Droga 1000, onde apresentou algumas
demandas da Região do seu comércio. Foram recebidos pela Administradora Janaína, que prometeu, na medida do possível, uma resposta para o presente.
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Festa Junina no Parolin foi só alegria
Comunidade
Indiamara Viana Presidente da Associação de Moradores do Parolin e Amigos da Vila Guaíra
Após anos de paralisação, começa a reforma dos 13 sobrados da Quadra 49
No último dia 9 de julho, o líder comunitário Edson do Parolin, junto com o administrador da Regional Portão Gerson Gunha, coordenador técnico Guilherme, representantes
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da secretaria de Obras estiveram visitando os 13 sobrados da Rua Jackson Figueiredo. Em seguida passaram pelas obras que estão sendo realizadas no bairro.
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Comunidade
Indiamara Viana Presidente da Associação de Moradores do Parolin e Amigos da Vila Guaíra
REVITALIZAÇÕES DE RUA
Quando Edson do Parolin era vereador fez várias emendas pedindo m que na ocasião, votaram em favor das emendas. E agora as ruas estão Os moradores do Parolin agradecem ao Prefeito Rafael Greca da Regional Portão Gerson Gunha, por essa importan
Avenida do Canal - antes
Avenida do Canal - depois
Final Rua Padre Izaías de Andrade - antes
Final Rua Padre Izaías de Andrad
R. Antonio Parolin Júnior entre a Pe Isaias de Andrade e Avenida do Canal - antes
R. Antonio Parolin Júnior entre a Pe Isaias de Andrade e Avenida do Canal - depois
Rua Prof Rubens Elke Braga entre a Gastão Poplade e Avenida do Canal - antes
Rua Prof Rubens Elke Braga entr Poplade e Avenida do Canal -
R. Montese entre as ruas Chanceller Lauro Muller e Rio Vila Guaíra - antes
R. Montese entre as ruas Chanceller Lauro Muller e Rio Vila Guaíra - depois
Final da Rua Eugênio Parolin antes e depois
Final da Rua Gastão Poplade
Travessa 4 - antes
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Final da Rua Gastão Poplade - antes
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PÉROLA SERRALHERIA Calhas, Telhados, Serviços em Geral ORÇAMENTO SEM COMPROMISSO (41) 3268-1808 perola.calhas@yahoo.com
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S NO PAROLIN CONTINUAM
lhorias em diversas Ruas do bairro Parolin, com o apoio de vários vereadores, cebendo a pavimentação. Algumas dessas ruas são iniciativa da Cohab e do BID. e Macedo, ao Presidente da Cohab José Lupion Neto e ao administrador obra que irá dar mais qualidade de vida a todos os moradores. Confira algumas proposições pedidas pelo ex-vereador. Mas todas as ruas tem seus pedidos protocolados.
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Rua Montese - antes
Rua Montese - depois
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Rua Gastão Poplade - antes
Rua Gastão Poplade - depois
Final da Rua Gastão Poplade - depois
Rua Geraldo Taparoski - antes e depois
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Trecho da rua Alferes Poli
Trecho da rua Dr. Pamphilo d’Assumpção
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Trecho final da Rua Prof Rubens Elke Braga - antes e depois
Trecho da rua Ricardo Guther
Asfalto em um trecho da rua Porthos Velozo
Trecho da rua 24 de maio
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Governo Estadual
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Profissionais da educação de todas as redes iniciam estudo do referencial curricular para o Paraná Professores, pedagogos, equipes diretivas e funcionários das escolas das redes estadual, municipal e particular iniciarão nesta quinta-feira (26) um trabalho simultâneo para análise e contribuições para o Referencial Curricular do Paraná: princípios, direitos e orientações. Esse documento normativo servirá como base para adequar as propostas pedagógicas nas escolas paranaenses à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). A elaboração do referencial curricular para o ensino no Paraná é resultado do trabalho coletivo desenvolvido pela Secretaria de Estado da Educação e União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) com o objetivo de assegurar direitos e objetivos de aprendizagem aos estudantes paranaenses, em consonância com todo território nacional. "É um momento histórico para a educação no Paraná em que todos os profissionais envolvidos no cotidiano escolar participam simultaneamente desse estudo e contribu-
em para o futuro da educação paranaense. Entendemos que precisamos de um referencial curricular que reconheça nossas singularidades respeitando os avanços conquistados ao longo dos anos", afirmou a secretária da Educação, Lucia Cortez. A secretária falou, também, sobre a importância da Semana Pedagógica para o estudo coletivo do documento. "A Semana Pedagógica desse segundo semestre foi elaborada com um cronograma especial para o estudo, debates e contribuições e construção de
um referencial curricular único para o Paraná". A Secretaria de Estado da Educação elaborou um espaço exclusivo para que a comunidade escolar possa participar das discussões e contribuir com sugestões para o referencial curricular. SEMANA PEDAGÓGICA Os estudos dos profissionais da rede estadual de ensino fazem parte do segundo encontro da Semana Pedagógica, realizado duas vezes ao ano. O encontro, que termina na sexta-feira (27), marca o início do segundo semes-
tre na rede estadual de ensino. No dia 30 de julho, segunda-feira, começam as atividades escolares do segundo semestre letivo para os alunos. "A Semana Pedagógica permite que todos os profissionais discutam questões essenciais para o cotidiano escolar e principalmente nesse momento importante para a educação paranaense, com a discussão do referencial curricular que orientará as propostas pedagógicas para a implementação da BNCC no estado", disse a superintendente da Educação, Ines Carnieletto. No primeiro dia todos
os 100 mil profissionais da rede estadual de ensino vão discutir, estudar e contribuir com sugestões para a elaboração do referencial curricular estadual. No segundo dia, os professores das escolas regulares farão análises e contribuições para o ensino da Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais e Finais, conforme seus organizadores e componentes curriculares. Os professores que atuam no ensino profissionalizante discutirão a avaliação da aprendizagem e avaliação externa para estabelecer ações que potencializem a formação integral dos estudantes. Já os professores que atuam na educação especial farão análises e contribuições para a etapa da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais entre outros temas. Os demais profissionais estudarão questões relacionadas à diversidade e à dimensão do preconceito na escola, além de atividades sobre o aproveitamento da agricultura familiar na merenda escolar.
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Projeto MCM Jiu-Jitsu no Parolin
Comunidade
Indiamara Viana Presidente da Associação de Moradores do Parolin e Amigos da Vila Guaíra
O projeto que tem princípios Cristãos e sociais, e visa o desenvolvimento e crescimento dos alunos dentro e fora do tatame, tornando-se um cidadão melhor para a sociedade. O Mestre Claudemir Pinho (faixa-preta) que veio de Manaus para implantar o projeto em nossa
comunidade, e com a Graça de Deus está dando certo, pois já temos bons resultados com essa turma que estão se doando nos treinos e visando suas primeiras medalhas. Hoje contamos com o apoio da Associação dos Moradores do Parolin, presidida pela pes-
soa da Indiamara Viana, o projeto é ligado à igreja MCM - Ministério Com Uma Missão - direcionada pelos pastores Oséias e Wana. Endereço: Rua Gastão Poplade 97 - Parolin. Treinos semanais às 18:30, cultos aos domingos às 19h.
Liga dos Barbeiros faz ação no bairro
E assim está sendo o dia de Ação Social no Centro Comunitário Expressão Cultural, uma iniciativa da "Liga dos Barbeiros". O Centro comunitário agradece pelos 40 cortes realizado pelo o voluntário Edson Carvalho e seus companheiros que pela segunda vez trouxe essa ação para a comunidade.
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Prefeitura de Curitiba Comunidade
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Prefeitura e Sanepar reafirmam compromisso pela despoluição do Rio Belém O prefeito Rafael Greca recebeu, na tarde desta quinta-feira (26/7), o diretor-presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Ricardo Soavinski, e o diretor comercial da empresa, Mario Celso Cunha. Na reunião foram discutidas ações previstas no Plano de Revitalização do Rio Belém. Foi a primeira conversa sobre o tema após a assinatura do novo contrato com Sanepar para a prestação de serviços de coleta e tratamento de esgoto e abastecimento de água para Curitiba. Greca destacou a importância do tema. “Vamos promover, nesta parceria, a despoluição deste rio que nasce e tem a sua foz em Curitiba”, disse. “Apesar de toda a sua
Belém envolve ações e projetos de órgãos do Governo do Estado e da Prefeitura de Curitiba. Entre as ideias a serem implementadas, destaca-se um sistema natural de tratamento (fitofiltragem), batizado de “jardins filtrantes”, que utiliza raízes de plantas locais no processo de purificação da água. Também haverá criação e ampliação de unidades de conservação.
bacia ser coberta pela rede coletora de água esgoto da Sanepar, são cerca de 12 mil ligações clandestinas de esgoto, o que pede uma intervenção”, completou Greca. Soavinski lembrou
dos termos do contrato assinado com o município no início de junho, que vão ajudar a eliminar as ligações irregulares. “Além dos indicadores que temos para garantir a regularidade das ligações,
ainda existe a previsão da revisão e substituição das tubulações antigas da rede na região central”. REVITALIZAÇÃO O Plano Integrado para Recuperação do Rio
REFORÇO PARA O RIO IGUAÇU O Rio Belém é um dos principais afluentes do Rio Iguaçu, lembrou o prefeito. “Com esse trabalho de revitalização do Rio Belém, ajudamos a fazer avançar o programa estadual de despoluição do Rio Iguaçu”, explicou.
Centro Comunitário Expressão Cultural: do sonho à realidade DOAÇÃO PARA CONSTRUÇÃO DO CENTRO COMUNITÁRIO
Organizadores agradecem ao senhor Milton Y. Hirose pela primeira doação de material para o projeto.
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Prefeitura Municipal de Curitiba
Cohab
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Parolin terá área de lazer e convivência às margens do Rio Vila Guaíra As obras de macrodrenagem no Rio Vila Guaíra fazem parte de um pacote de várias frentes para controle de cheias na Bacia do Rio Pinheirinho As secretarias municipais do Meio Ambiente e de Obras Públicas, em conjunto com a Companhia de Habitação Popular de Curitiba (Cohab), deram início, nesta quarta-feira (4/7), aos estudos para a recuperação ambiental e implantação de uma área de lazer na Vila Parolin, às margens do Rio Vila Guaíra. A ação começou com uma visita técnica, acompanhada pelo presidente da Associação de Moradores da Vila Parolin, Edson Rodrigues, e outros membros da comunidade. As equipes que estiveram no local agora farão projetos para viabilizar os
serviços de terraplenagem e preparação do terreno para implantação de uma quadra de esportes, meiofio e calçadas. “A ideia é proporcionar a prática esportiva, o lazer, a convivência e também melhorar a infraes-
trutura local para o deslocamento da comunidade”, disse o superintendente de Obras e Serviços, Reinaldo Pilotto. O modelo a ser implantado inicialmente será replicado ao longo do rio, à medida que avan-
cem as obras de drenagem que estão em andamento. Além de promover espaços de cidadania e qualidade de vida para a população, a implantação destes espaços, com equipamentos e vegetação, ajuda a preservar a margem do rio. Participaram da visita técnica, ainda, os diretores de Pontes e Drenagens da Secretaria de Obras Públicas, Augusto Meyer Neto; e de Parques e Praças da Secretaria do Meio Ambiente, Jean Brasil. CONTROLE DE CHEIAS As obras de macrodrenagem no Rio Vila Guaí-
ra fazem parte de um pacote de várias frentes para controle de cheias na Bacia do Rio Pinheirinho. No total, são oito quilômetros de extensão, passando por cinco bairros da cidade: Lindóia, Parolin, Fanny, Guaíra e Hauer. Os trabalhos de escavação e colocação de estacas nesta etapa da obra estão sendo feitos também no Córrego do Cortume, no Parolin. Os serviços consistem na colocação de estacas de oito metros de profundidade que servirão para fazer a contenção das margens, ajudando assim a conter as cheias do rio.
Para prevenir a dengue, Cidade Industrial recebe mutirão de limpeza Curitiba Sem Mosquito A Cidade Industrial de Curitiba (CIC) recebe, nos próximos dias, a quinta etapa dos mutirões Curitiba Sem Mosquito de 2018. A ação, que desta vez será localizada na região atendida pela Unidade de Saúde Barigui, tem o objetivo de sensibilizar a população e manter a cidade livre da dengue. Nesta quinta (26/7) e sexta-feira (27/7), os moradores recebem visitas de agentes comunitários que dão orientações para limpar seus terrenos e colocar entulho e lixo em sacos plásticos, em frente das casas. Na próxima semana, na segunda (30/7) e terçafeira (31/7), caminhões do departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente vão passar pelo local para recolher os entulhos. “Como o risco para a dengue diminui no inver-
Como combater o mosquito Aedes aegypti 1.
no, as pessoas costumam esquecer do assunto e descuidar. Mas é importante lembrar que o combate à dengue tem que seguir por todo o ano”, explica a coordenadora do Programa Municipal de Controle do Aedes, Tatiana Faraco. BALANÇO Este é o segundo ano que a Prefeitura promove o Curitiba Sem Mosquito. No ano passado, mais de mil toneladas (1.030.873 kg) de resíduos foram recolhidas em 13 etapas da
ação, o que contribuiu para que a cidade siga com índice de infestação do mosquito, que transmite doenças como a dengue, zika e chikungunya, próximo a zero. Neste ano, já foram recolhidas 495 toneladas de entulho e lixo nas regionais Boqueirão, Tatuquara, Cajuru e Boa Vista. De acordo com Tatiana, as áreas selecionadas para visitação são escolhidas por concentrarem um número grande de possíveis criadouros do mosquito.
Mantenha caixas, tonéis e barris de água tampados. 2. Coloque o lixo em sacos plásticos e mantenha a lixeira sempre bem fechada. 3. Não jogue lixo em terrenos baldios. 4. Ao guardar garrafas de vidro ou plástico, mantenha sempre a boca para baixo. 5. Não deixe a água da chuva acumular sobre a laje. 6. Encha os pratinhos ou vasos de planta com areia até a borda. 7. Se for guardar pneus velhos, retire toda a água e mantenha-os em locais cobertos, protegidos da chuva. 8. Limpe as calhas com frequência, evitando que galhos e folhas impeçam a passagem da água. 9. Lave pelo menos uma vez por semana, com água e sabão, recipientes utilizados para guardar água. 10. Os vasos de plantas aquáticas também devem ser lavados com água e sabão, toda semana. É importante trocar a água desses vasos com frequência.
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Comunidade do Parolin recebe curso
Cuidando de Sua Saúde
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Indiamara Viana Presidente da Associação de Moradores do Parolin e Amigos da Vila Guaíra
Queremos agradecer a Lucinete Lampert e a Ana Maria Gouveia Chaowiche esposa do nosso amigo Mounir, pela oportunidade que nos trouxe. E também pela dedicação e paciência pra nos ensinar um trabalho tão bonito, que com certeza será uma fonte de renda a mais para algumas famílias da comunidade.
Vacinar é proteger por Michele Caputo Neto
Poucas ações em saúde tem dado tanto resultado quanto à vacinação em massa. Além do foco cada vez maior em saúde preventiva, com os programas de saúde da família, o Brasil obteve grandes resultados graças às cam panhas e a toda mobilização para imunizar a população contra uma série de doenças. E estávamos vencendo essa guerra. Novas vacinas sendo produzidas, excelente logística de distribuição, melhor estrutura nas unidades de saúde para aplicação, sistemas de controle como as carteiras de vacinação exigidas nos programas sociais e, principalmente, maior conscientização da população. Mitos e boatos foram sempre desmentidos, mesmo que surgissem novos a cada avanço na área de imunização. Quem nunca ouviu que a vacina da gripe causa a doença? Mit o derrubado por uma série de pesquisas e instituições. O Brasil chegou a ser referência mundial por causa da amplitude do nosso programa de imunização. Criado na década de 1970, o Programa
Nacional de Imunização (PNI) começou com a distribuição gratuita de quatro vacinas e hoje são 27 tipos disponíveis à população. Mas aconteceu algo inesperado no caminho. Desinteresse? Desde 2013, a vacinação contra doenças como caxumba, rubéola e sarampo vem caindo ano a ano. O sarampo inclusive chegou a ser considerado eliminado no território nacional e agora está voltando. Primeiro por imigrantes que não tiveram a mesma atenção vacinal que os brasileiros receberam durante décadas; segundo por brasileiros que não aderiram às campanhas de vacinação. Os casos se concentram na Região Norte, o que não diminui sua importância e serve de alerta pa ra todo o País. Uma das razões do alerta é que antes da chegada dos imigrantes, o Brasil já havia constatado casos autóctones da doença, que é quando a contaminação acontece aqui no País. Em 2016, os estados nordestinos do Ceará e de Pernambuco viram cair a taxa de vacinação entre 2013 e 2015, depois de 10
anos com cobertura acima de 95%. Junto com a redução da vacinação surgiu um surto de sarampo que começou Pernambuco e se alastrou para 38 municípios do Ceará. Ao todo, foram 1.277 casos nos dois Estados. A poliomielite, responsável pela paralisia infantil, foi considerada erradicada no Brasil desde 1994. No mundo, a Organização Mundial de Saúde prevê sua erradicação para breve. Mas o vírus ainda não foi erradicado do planeta e o Brasil não pode baixar a guarda contra a doença. Acontece que, depois de alcançar mais de 100% das metas de vacinação, as taxas de alcance da vacinação contra a poliomielite registrou uma redução drástica desde 2008.
Em 2016 despencou, foram vacinados 84% da população, contra uma meta de 95%. São 16% de pessoas que deixaram de ser imunizadas. Outro exemplo claro foi o avanço da febre amarela, que graças às ações de controle implantadas aqui no Paraná, não sofremos com o mesmo mal que Estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Baixas coberturas vacinais abrem espaço para o ressurgimento de doenças antes tratadas como erradicadas ou eliminadas como problema de saúde pública. O fato é que, nos últimos anos estamos vendo uma baixa adesão às campanhas de diversas vacinas. A imunização vem caindo. Em 2016, seis vacinas tiveram cobertura abaixo da meta. Em 2017, quase todas ficaram abaixo dos 90%. Apenas uma, a BCG, que combate a tuberculose, ficou dentro da meta. A imunização de bebês também reduziu. A taxa de vacinação dos menores de um ano é a menor desde o ano de 2000. A mesma situação encontramos na vacinação contra a gripe. A campanha teve que ser prorro-
gada várias vezes porque não atingiu as metas de cobertura nos chamados públicos-alvo, principalmente entre as crianças de seis meses a cinco anos em que o índice de vacinação chegou a menos da metade, conforme relatório do Ministério da Saúde. É uma situação crítica sui generis. Nenhum problema de saúde no Brasil tem um sistema tão eficiente de combate e de solução. O Programa Nacional de Imunização é eficiente e conta com recursos financeiros que nenhum projeto de contenção de gastos atingiu. Temos uma infraestrutura física e de pessoal pronta para entrar em ação - o que, aliás, acontece diversas vezes por ano. A queda da vacinação é um caso grave, com uma solução conhecida e disponível. Basta uma maior conscientização da população e uma mobilização radical do Estado em todos os seus níveis, municípios, estados e União. Não podemos deixar nossas crianças desprotegidas. Vacinar é proteger! Michele Caputo Neto é farmacêutico e ex-secretário de Saúde do Paraná
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