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Osantuario maio2016

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HORÁRIOS DO SANTUÁRIO SÃO LEOPOLDO

EDITORIAL

É melhor conhecer para melhor amar!

Terças -feiras: Missa e novena de São Leopoldo às 15h e 19h Quartas, quintas e sextas feiras: Missa às 19h Quartas-feiras às 19h30 Amor Exigente Quintas-feiras às 19h30: Apoio ao Luto Sábados: 14h30 e 16h: Entre Ajuda. O horário das 16h é transmitido pela rádio Evangelizar AM 1060 Terapia de Grupo às 14h30 Missa: 19h30 Domingos: Missas: 09h, 12h e 19h. Último domingo do mês: Missa às 15h no túmulo do Frei Miguel Email: santuariosaoleopoldo@gmail.com Telefone: (41) 3246-7148 Expediente da Secretaria De segunda a sábado: das 09h às 12h e das 14h às 18h Endereço: Rua Santa Eulália de Barcelona, 273 Conjunto Osvaldo Cruz I Cidade Industrial de Curitiba CEP: 81170-065.

Neste mês de maio vamos celebrar a festa de nosso padroeiro São Leopoldo Mandic. É um momento forte de espiritualidade. Tempo de fazermos uma revisão de nossa caminhada espiritual. Tempo de conhecermos mais a vida e as virtudes de São Leopoldo. Tempo de revermos se em nossas pastorais estamos vivendo a unidade e sobretudo se somos acolhedores e misericordiosos, como foram S. Leopoldo e Frei Miguel. Frei Alvadi Pedro Acolher é sinônimo de amar. Nunca como hoje num mundo de solidão, Marmentini de isolamento e individualismo precisamos ser uma Igreja acolhedora. O êxodo rural, a migração para terras distantes tiram a estabilidade do ser humano e das famílias que viviam sua fé e trabalhavam com pessoas conhecidas, agora vivem anônimas e isoladas. Até mesmo em nossas Igrejas se sentem como estranhos, onde ninguém as cumprimentam. Entram e saem sem serem notadas e valorizadas. O anonimato, a falta de identidade faz com que o ser humano perca seus valores e até mesmo sua fé. Nós que moramos na cidade grande precisamos, não só individualmente, mas também como comunidade sermos acolhedores. Outra atitude que não deve faltar é exercer a misericórdia, característica principal de São Leopoldo. Assim se expressa o Papa Francisco: “A revolução da ternura é que hoje devemos cultivar, como fruto desse ano da misericórdia. A ternura de Deus para cada um de nós. O agir misericordioso faz nascer a esperança e a transformação”. Seguidores que somos, como freis capuchinhos da espiritualidade de São Leopoldo, São Pio de Pietralcina e Frei Miguel, queremos viver profundamente e exercer a misericórdia por atitudes e através do sacramento da confissão. Queremos nesse Santuário juntamente com toda a comunidade ser a face misericordiosa de Deus para os que nos procuram. O Documento de Aparecida na pagina 229, letra “j” nos lembra: “Ofereçam atenção especial ao mundo do sofrimento urbano, isto é, que cuidem dos caídos do caminho” E são tantos os filhos pródigos caídos que precisam de um Pai misericordioso. Não esqueçam do que diz a Palavra de Deus em Tiago, 2,13 . “Porque o julgamento será sem misericórdia para quem não tiver agido com misericórdia. Os misericordiosos não tem motivo de temer o julgamento”. Por isso é importante estar junto aos sofridos, e desviados do caminho sem questionar mas acolher as diferenças, pois cabe só a Deus julgar. Que Deus nos use para sermos instrumentos de sua misericórdia. Que São Leopoldo e Frei Miguel nos ajudem a vivermos o que eles nos ensinaram. Apresentamos a seguir um resumo da vida de São Leopoldo, para melhor conhece-lo. Pois quanto mais conhecemos mais amamos. Frei Alvadi Pedro Marmentini - Reitor

Expediente do Jornal Reitor do Santuário: Fr. Alvadi Pedro Marmentini | Coordenador: Fr. Messias Vicente Rodrigues | Freis Colaboradores: Fr. Almir Carlos Spielmann e Fr. José Correia Netto | Jornalista Responsável: Aline Geralda Domingues - DTR Nº 6329 | Diagramação: Aldemir Batista - exceuni@uol.com.br | Impressão: Gráfica Exceuni - 3657-28643 | 3657-4542 | Tiragem: 6.000 exemplares

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Ano 17 | Edição 158 | Edição Especial Maio.2016


AGRADECIMENTO A comunidade do Santuário São Leopoldo e os freis agradecem de modo especial ao Frei Dionysio Destéfani que elaborou esta biografia de São Leopoldo Mandic. Nosso muito obrigado! Pedimos a Deus que continue dando-lhe saúde com sabedoria.

ÍNDICE 3

A vida de Frei Leopoldo

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Virtudes heróicas

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Devoções e atitudes

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Os dons de Deus se manifestam nele

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Ofereceu-se como vítima

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No caminho da cruz

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Seu encontro com Deus

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Túmulo glorioso

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Graças e milagres

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Milagres da Beatificação

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Milagre da Canonização

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Metas de frei Leopoldo (projeto de vida)

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O culto

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A capela São Leopoldo Mandic é elevada a Santuário

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Faculdade São Leopoldo Mandic

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São Leopoldo Mandic no Vaticano

São Leopoldo Mandic, Frei Capuchinho Nascimento - Leopoldo nasceu em Castelnuovo, ao sul da Dalmácia, aos 12 de maio de 1866. Foi o 12º filho de Pedro Mandic e de Catarina Zarevic, uma família pobre, mas muito católica. Um mês depois, aos 13 de junho, foi batizado e recebe o nome de Bogdam, que traduzido para o português significa Adeodato. Profecia - Quando tinha apenas oito anos, deu um sinal de sua vocação, quando disse: Quando for grande, quero ser frei capuchinho, tornar-me confessor e usar de muita misericórdia e bondade para com as almas dos peSão Leopoldo cadores. 1890 Estimado - Como adolescenordenação te brincava com seus irmãos e sacerdotal colegas, mas não gostava de muito barulho. Às escondidas de seus bons pais, sabia dividir o pão, que deles ganhava, com outros mais pobres.. O pároco de sua paróquia de Castelnuovo estimava-o muito, dizendo que “era modelo para os jovens de sua idade”. Até o todas as normas, mas tinha espírito alegre. bispo de Cátaro, que o conhecia, proclamaNas horas de oração, mostrava-se muito va-o “exemplo de todas as virtudes”. devoto. Conquistou a simpatia dos superiCom os capuchinhos - Em seu tempo, ores e companheiros. em Castelnuovo de Cátaro, trabalhavam os Noviço capuchinho - Terminados os frades franciscanos capuchinhos da Provínestudos exigidos naquele tempo, foi admicia Veneta. tido entre os noviços capuchinhos, passanFrequentando o ambiente dos frades em do esse ano no convento de Bassano del ocasião das funções religiosas e de ativiGrappa, na Itália. Aos 20 de abril de 1884, dades escolares no período da tarde, o perecebia o hábito capuchinho e o nome de queno Bogdan manifestou o desejo de ser frei Leopoldo. frade. Naquele tempo, os capuchinhos eram Aos 16 anos de idade, decidiu viver com muito austeros. Apesar de sua constituição os freis capuchinhos. Na despedida, enfísica fraca, frei Leopoldo demonstrava-se quanto seus familiares choravam, disse: forte e pensava: “Se agora não tenho cora“Não posso chorar! Vou para a casa do Segem e força, que farei quando estiver nas nhor! Como querem que eu chore?” Missões? No seminário - Aos 16 de novembro de Admirado pelos freis do convento, foi 1882, começa a viver com os capuchinhos, aprovado e aos quatro de maio de 1885, que para discernir sua vocação, foi enviafez sua primeira profissão religiosa na vida do ao seminário capuchinho de Údine, na consagrada. Itália. Aplicou-se, então, aos estudos e fez rápidos progressos. Gostava de observar Ano 17 | Edição 158 | Edição Especial Maio.2016

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Estudante de filosofia e teologia - Terminado o noviciado em Bassano de Grappa, foi enviado para o convento Santa Cruz em Pádua onde completou os estudos de Filosofia. Fez os estudos de Teologia no convento Santíssimo Redentor em Veneza, na Itália. Além dos estudos, dedicava-se muito à oração. Na recreação entre as conversas amenas, sabia introduzir pensamentos espirituais. Por isso, tornou-se benquisto e, com frequência, via-se rodeado pelos outros freis jovens. Sacerdote - Aos 20 de setembro de 1890, foi ordenado sacerdote em Veneza e começou seu apostolado siAlém dos lencioso de conestudos, fessor e de sidedicava-se lenciosa oferta muito à oração. de si mesmo a Na recreação Deus para o reentre as torno dos cristãos separados conversas à unidade da amenas, sabia igreja católica. introduzir Viveu em dipensamentos versos convenespirituais. tos capuchinhos: em Veneza no convento do Santíssimo Redentor como confessor, superior no convento de Zara, vice-superior em Capodístria e viveu nos conventos de Thiene e em Bassano del Grappa. Em todos esses conventos capuchinhos, frei Leopoldo demonstrava grande espírito de oração e dedicava-se muito em atender as confissões dos fiéis. Formador - Aos seis de outubro de 1909, foi nomeado diretor e professor dos jovens freis capuchinhos que estudavam Filosofia no convento de Pádua. Frei Leopoldo ensinava Patrologia e logo se distinguiu pela sua bondade que alguns julgavam excessiva e contrária à tradição da Ordem Capuchinha. Provavelmente por esta sua característica no ensino, em 1914, frei Leopoldo foi dispensado de ensinar que, para ele, tornou-se novo motivo de sofrimento. No outono de 1914, os superiores pediram a frei Leopoldo que se dedicasse exclusivamente às confissões. Estava com 48

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anos de idade. Suas qualidades de conselheiro espiritual já eram conhecidas. Por isso, passados poucos anos, tornou-se confessor muito procurado por pessoas de toda classe social que, para encontrá-lo, chegavam até de lugares fora da cidade. Estas ocupações, embora as executasse com muita dedicação, não eram suas preferências. Ele sempre alimentou o desejo de ser missionário no Oriente. Aspiração missionária e ecumênica Dotado de inteligência aberta, frei Leopoldo Mandic assimilou boa formação filosófica e teológica e, durante toda sua vida, continuou a ler os Santos Padres e os Doutores da Igreja. Desde 1887, sentia-se chamado a promover a união dos cristãos orientais, separados da Igreja católica latina. Pensando em regressar à sua terra natal como missionário, dedicou-se em aprender diversas línguas eslavas e também um pouco do grego moderno. Pediu, então, para ir às Missões do Oriente em sua própria terra, de acordo com seu ideal ecumênico que, mais tarde, se tornou voto, mantendo-o até o fim de sua vida. No entanto, os superiores não aceitaram seu pedido. De fato, ele tinha constituição física frágil e certa dificuldade na pronúncia das palavras. Por isso, não poderia se dedicar à pregação. Nos primeiros anos permaneceu silencioso e oculto em alguns conventos capuchinhos. Dedicou-se também a pedir esmolas de porta em porta como, então, era costume entre os frades. Na Dalmácia - Em setembro de 1897, recebeu o encargo de superior no pequeno convento de Zara na Dalmácia. Pensava, então, realizar seu desejo missionário. No entanto, sua esperança de realizar esse seu desejo durou pouco. Em agosto de 1900, foi transferido ao convento de Bassano del Grappa (Vicenza) como confessor. Nova oportunidade de ser missionário apareceu em 1905, quando foi nomeado vice-superior do convento de Capodístria, que se encontra relativamente perto de sua terra natal. Nesse seu novo ministério, logo se mostrou um conselheiro espiritual estimado e procurado. Mas, novamente não

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conseguiu realizar seu projeto missionário. Passado certo tempo, foi transferido para o convento de Thiene (Vicenza), na região vêneta. De 1906 até 1909, continuou como confessor, com exceção de breve intervalo na cidade de Pádua. “Exilado” para o Sul - Na primavera de 1909, frei Leopoldo chegou a Pádua, no convento localizado na praça Santa Cruz. Nesse convento foi diretor e professor de Patrologia dos jovens freis capuchinhos e, depois, passou a ser confessor nessa mesma cidade. Sua cidadania - No entanto, frei Leopoldo amava muito sua terra de origem e, por isso, manteve sua cidadania austríaca. Esta opção se fundamentava na esperança de que os documentos de identidade favorecessem seu objetivo de ser missionário em sua pátria. Mas, em 1917, durante a primeira guerra mundial, seus documentos tornaram-se um problema com a histórica batalha de Caporetto. Esta batalha ocorreu de 24 de outubro a 9 de novembro de 1917, quando se confrontaram os exércitos do Império Austro-Hungário e de seus aliados alemães contra os do Reino da Itália. Após sangrentas batalhas, o Império Austro-Hungário foi derrotado ao longo do rio Piave. Como outros “estrangeiros” que viviam na região de Veneza onde aconteceu a batalha, frei Leopoldo foi interrogado pela polícia porque não quis renunciar sua cidadania austríaca. Por isso, foi enviado ao sul da Itália. Durante sua viagem, em Roma se encontrou com o papa Bento XV. No final de setembro de 1917, chegou ao convento dos capuchinhos em Tora (em Caserta, na região de Nápoles), onde devia pagar o preço de seu exílio político. No ano seguinte, foi ao convento de Nola (Nápoles) e depois ao de Arienzo (Caserta). Quando terminou a primeira guerra mundial pôde regressar a Pádua. Durante a viagem, visitou os Santuários de Montevergine, Pompeia, Santa Rosa de Viterbo, Assis, Camaldoli, Loreto e Santa Catarina, em Bolonha. Definitivamente em Pádua - Retorno Terminada a primeira guerra mundial, frei Leopoldo chegou, aos 28 de maio de 1919,


ao convento dos Capuchinhos de Santa Cruz, em Pádua, onde reassumiu seu ministério das confissões. Apesar de seu caráter reservado, sua popularidade aumentou. No boletim oficial dos Capuchinhos da Província de Veneza publicaram: - “Na confissão demonstra extraordinário fascínio pela sua cultura, pela sua intuição e, de maneira especial, por sua santidade de vida. A ele se aproximam não somente o povo em geral, mas especialmente pessoas intelectuais e aristocráticas, professores e estudantes de Universidades, o clero secular e regular”. Transferido, mas retorna a Pádua - Em outubro de 1923, seus superiores o transferiram para Fiume (Rijeka), depois que o convento tinha passado à Província Vêneta. Mas, somente uma semana após sua partida, o bispo de Pádua, Dom Elias Dalla Costa, como intérprete da cidade, pediu ao Ministro Provincial dos Capuchinhos, frei Odorico Rosin de Pordenone, que frei Leopoldo retornasse a Pádua. Pela festa do Natal deste mesmo ano, frei Leopoldo, obedecendo aos superiores e despedindo-se de seu apostolado pela unidade dos cristãos, regressou a Pádua. Desta data em diante, sempre permaneceu em Pádua. Dedicou-se, em todos os momentos, ao ministério das confissões e a orientar espiritualmente a quem recorresse a ele. Jubileu sacerdotal - Domingo, 22 de setembro de 1940, na igreja do convento Santa Cruz dos Capuchinhos, foi celebrado seu jubileu de ouro sacerdotal. As espontâneas, gerais e grandiosas manifestações de simpatia e estima a frei Leopoldo demonstraram claramente como era estimado e como tinha sido profundo seu ministério pastoral das confissões nesses 50 anos. Problemas de saúde - Nos últimos meses de 1940, sua saúde piorou progressivamente. No início de abril de 1942, foi internado no hospital. Não sabia que tinha um tumor no estômago. Retornando ao convento, continuou a ouvir as confissões, mas suas condições de saúde pioravam. Como de costume, em 19 de julho de 1942, confessou todo o dia e passou boa parte da noite em oração.

Falecimento - Na manhã de 30 de julho, ao preparar-se para a Santa Missa, desmaiou. Levado para seu quarto, recebeu a Unção dos Enfermos. Poucos minutos depois, enquanto recitava as últimas palavras da Salve Rainha, erguendo as mãos, morreu. Reverenciado pela cidade - A notícia do falecimento de frei Leopoldo espalhou-se rapidamente por toda a cidade de Pádua. Por alguns dias, uma multidão ininterrupta

passou pelo convento dos Capuchinhos para prestar homenagem ao confessor, por muitas pessoas proclamado Santo. Sepultamento - A 1º de agosto de 1942, realizaram-se os funerais, não na capela do convento dos Capuchinhos, mas na grande igreja de Santa Maria dos Servitas. Foi sepultado no cemitério maior de Pádua. Todavia, em 1963, seus restos mortais foram transladados para a igreja dos Capuchinhos de Pádua.

Beatificação e canonização: Beatificação - Passados apenas quatro anos de seu falecimento, aos 16 de janeiro de 1946 foi iniciado o processo de beatificação de frei Leopoldo. Esse processo normalmente é demorado e feito com muita meticulosidade. Durante o período de preparação para ser declarado Beato, de 1946 até 2 de maio de 1976 (ao todo, 30 anos), foram feitas estas etapas: 1. Abertura do processo na diocese de Pádua (1946); 2. Encerramento desse processo (1952); 3. Estudo dos escritos de frei Leopoldo e aprovação dos mesmos (1954); 4. Pedido para introdução o Processo Apostólico de Beatificação de frei Leopoldo; 5. A Congregação Romana discute o processo de beatificação, sendo aprovado pelo papa João XXIII em 1962; 6. Abertura do Processo Apostólico de Beatificação na diocese de Pádua (1963). 7. Transladação dos restos mortais de frei Leopoldo do cemitério para a capela e convento dos Freis Capuchinhos, em Pádua 1966. 8. Reconhecimento oficial do corpo, encontrado intacto: 1966. 9. Conclusão do Processo Apostólico em Pádua: 1966. 10. Proclamação das virtudes heróicas de frei Leopoldo: 1974; 11. Apreciação dos dois milagres para a beatificação: 1976. 12. O Papa Paulo VI declara Beato o Servo de Deus frei Leopoldo Mandic. Canonização - Depois deste longo e minucioso processo para declarar Beato frei Leopoldo Mandic, iniciou-se novo processo para declara-lo Santo. Foram mais SETE ANOS de estudos e avaliações do novo milagre atribuído ao Beato e demais exigências para declarar alguém Santo na Igreja Católica Apostólica Romana.

Aos 16 de outubro de 1983, o papa João Paulo II declarou SANTO o Beato frei Leopoldo.

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VIRTUDES HERÓICAS DE FREI LEOPOLDO A Fé - Todos sabemos que a Fé é o fundamento de todas as virtudes. São Leopoldo viveu profundamente esta virtude em toda sua vida, mas especialmente no mistério na Eucaristia e na celebração da Santa Missa. A todos seus penitentes repetia: “Fé”! Tenha Fé!”. Sua viva fé despertava as consciências, iluminava as almas e estimulava novas energias espirituais e até físicas de seus penitentes. Amor a Deus - São Leopoldo teve dois grandes amores: o amor de Deus e o amor do próximo. Fez até um voto de estar continuamente na presença de Deus, tendo-o cumprido até ao escrúpulo. Quando, por alguns momentos, se esquecia deste seu voto, dizia: “Pobre de mim! Onde foi parar meu pensamento?” O amor ao próximo demonstrou até o heroísmo, atendendo durante dias, meses e anos a todos seus penitentes, rezando e penitenciando-se por eles. Qualquer um que dele se aproximasse percebia como seu amor a Deus se manifestava em tantas maneiras caridosas e fraternas para melhor atender a todos e a cada um. União mística - Praticamente, é quase impossível tentar “calcular ou medir” a união mística de uma pessoa com Deus. Neste ponto, frei Leopoldo era muito reservado. Pelas manifestações externas pode-se perceber esta união com Deus. Em frei Leopoldo percebia-se: segurança em predizer o futuro ou um milagre; recolhimento profundo na oração que não percebia o que se passava ao redor; rosto com frequência iluminado; olhos resplandecentes. A expressão por ele usada: “Mas por que é que Deus me concede estas coisas? A mim que sou miserável pecador?” E isto manifestava seu grau de união com Deus. Oração - Frei Leopoldo vivia rezando. Quando não estava atendendo confissões, era frequente vê-lo nestas e outras atitudes: sozinho e à noite rezando; escondido num canto da igreja, rezando e unindo-se com Deus; foi surpreso rezando, com luz apagada, ajoelhado no chão, em seu quarto; refugiava-se na capela da enfermaria para contemplar a Deus, no escuro e num canto; não se cansava de rezar pelos seus penitentes. Costumava dizer: “As promessas de Deus estão ligadas à nossa oração”.

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Cálice usado por São Leopoldo


DEVOÇÕES E ATITUDES DO FREI LEOPOLDO Amor à Nossa Senhora - A fé fez com que frei Leopoldo tivesse clara consciência das grandezas da Virgem Maria, mani-

dro de Nossa Senhora e, diariamente, trocava as flores; - Pedia constantemente à Virgem Maria pelos seus penitentes e para si; - Pedia a seus penitentes que rezassem no altar da “Senhora Bendita”; - Sua fé e confiança na Virgem Maria eram tamanhas que ocorriam verdadeiros milagres; - A um seu devoto, benzeu uma maçã, dizendo-lhe: “Tenha confiança em Nossa Senhora. Leve esta maçã à menina, faça-a comer e Nossa Senhora a curará”. De fato, a menina, após comer a maçã, sentiu-se totalmente curada; - Após qualquer graça, dizia: “Foi Nossa Senhora! Bendita seja Ela! Como é boa!” - “Reze uma Salve, Rainha”, disse frei Leopoldo a um penitente, que não sabia rezá-la. Envergonhado retirou-se e foi ao altar de Nossa Senhora. “Improvisamente, ao meu ouvido, ressoou uma voz estranha que me foi sugerindo, sílaba por sílaba, a Salve, Rainha”. Amor às almas - Com o amor a Deus e à Nossa Senhora, frei Leopoldo demonstrava grande amor às almas, às pessoas. Por elas, ficou quase 40 anos fechado no confessionário de Pádua, durante 10 a 12 horas diárias. Ao longo desses anos: - Nunca teve algum descanso; - Jamais mandou um penitente ou alguém que viesse a ele para se confessar, embora; - Chamado à noite, levantava imediatamente e atendia a quem procurasse por ele; - Foi encontrado com febre no confessionário e, ao suave aviSão Leopoldo so de um amigo, respondeu: grande “Nascemos para trabalhar. devoto de Nossa Descansaremos no céu!”; Senhora - Com firmeza dizia: Devo fazer tudo pelas almas, tudo, tudo! Eu quero e devo morrer na luta”!

festando-as de várias maneiras: - Amorosamente A chamava “Senhora”! - Em seu confessionário, havia um qua-

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- Um velho oficial da marinha, que se afastara dos Sacramentos foi conversar com frei Leopoldo para contar-lhe a morte de amigos e ele mesmo tinha impedido que fosse chamado um sacerdote. Frei Leopoldo levantou-se e lhe disse: “Meu filho, o que fez? Que fez, meu filho? Por que expôs seu amigo a se perder eternamente? Eu choro seu crime. Meu filho, chore também. Choremos juntos! O velho oficial não resistiu. Chorou e reconciliou-se com Deus. - Para ele era um martírio fechar as portas da igreja para obedecer ao horário da fraternidade. - Durante sua última doença, ficava constrangido e desgostoso por não poder atender os penitentes. - Um dia, cambaleante, tentou descer até à igreja para atender as pessoas. Repreendido por um frade, respondeu: “Que fazer? Estava ali uma alma vinda de longe, que me esperava!” E foi preciso levá-lo a braços para cama, pois não aguentava mais! Bondade e generosidade - Frei Leopoldo tratava as pessoas com verdadeiro respeito, sem distinção de classe social. Sua bondade não era relaxamento de princípios, mas compreenFoto de São são da fraqueza huLeopoldo 8 dias mana, confiança abantes de morrer soluta na capacida, em julho de de de conversão. Sa1942 bia ser forte, mas sempre com bondade e misericórdia. - A quem o repreendia por sua grande bondade e generosidade com as almas, dizia:”Repare! – e apontava para o Crucifixo – foi Ele que me deu o exemplo!” - A outros, explicava: “Por que devemos humilhar ainda mais as almas que vem ter conosco? Não estão elas bas-

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tante humilhadas? Por acaso, o Senhor Jesus humilhou a mulher pecadora?” - Poucos dias antes de morrer, disse: “Há mais de 50 anos que confesso e não tenho o menor remorso de consciência por ter sempre concedido a absolvição. Tenho ver-

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dadeiro pesar pelas três ou quatro vezes que não pude dá-la. Talvez não fiz tudo o que devia para leválas ao arrependimento”. Humildade - Frei Leopoldo cultivou a humildade de maneira toda especial. No convento de Pádua, onde vivia, passava quase despercebido. Poucos freis conheciam sua caminhada espiritual muito intensa. Considerava-se sempre indigno de qualquer atenção e, por isso, mostrava-se grato pelo mínimo favor que lhe fizessem que retribuía com o sempre “Obrigado! Muito obrigado!” Pedia a Deus a graça de fazer muito bem às pessoas, mas que tudo ficasse oculto. De fato, apesar do grande movimento em torno dele, tudo terminava no silêncio. Nada de publicidade e barulho. Em torno de si queria o silêncio para melhor se manter unido a Deus. Algumas expressões dele manifestam como amava a humildade: - Vendo os fiéis que rodeavam seu confessionário e vendo os prodígios produzidos pela sua oração, frei Leopoldo permanecia indiferente e dizia: “Eles veem a mim com tanta fé, mas é Deus que os ouve. Que mérito eu tenho? - Se alguém falava do bem que ele fazia no confessionário, frei Leopoldo, apontando o Crucifixo, simplesmente dizia: “Foi Ele quem morreu por nós e não nós. Somos apenas pobres homens tão pecadores!” - No confessionário agradecia a seus penitentes e, às vezes, chegava a abraçá-los como se tivessem feito um grande bem para ele. - A um sacerdote que louvava seu ministério das confissões, disse-lhe: “Demos graças a Deus e peçamos-lhe perdão. Ele permitiu, em nossa miséria, que estivéssemos em contato com os tesouros de sua graça!”.


Os dons de Deus se manifestam nele

A sala onde o São Leopoldo atendia e ele previu que iria ficar intacta ao bombardeio em 14 de maio de 1944

Fisicamente, frei Leopoldo nada tinha de atraente: era pequeno, sem beleza exterior, sempre doente de estômago, defeituoso na pronúncia e expressava-se com muita dificuldade. Mas, nessa aparência física fraca, escondiam-se extraordinários dons de Deus. Sabedoria - Frei Leopoldo tinha mente aguda. Tinha estudado muito a Sagrada Escritura, os Santos Padres, Santo Tomás de Aquino e Santo Agostinho. Quando falava, demonstrava celestial sabedoria. - Um professor de filosofia assegurou: “Na alma de frei Leopoldo, a Sabedoria Divina estabeleceu sua morada”. - Tinha a especial sabedoria de confessor, que iluminava as mentes, conduzindoas à perfeição. Prudência - Deus concedeu a frei Leopoldo a graça de julgar pronta e seguramente os casos que lhe eram apresentados. - Bispos pediam-lhe orientações. - Sacerdotes submetiam-se ao seu julgamento. - Pais de família expunham seus casos angustiantes e esperavam luz e orientação seguras de frei Leopoldo. Profecia - Há fatos na vida de frei Leopoldo que mostram a previsão que ele tinha de alguns fatos. Falava tão simplesmente que as pessoas só percebiam esse dom da profecia quando se realizavam. - Após a confissão, a uma moça disse: “O Senhor tem desígnios especiais a seu respeito”. Os tempos passaram e esta moça

tornou-se a Irmã Maria Augusta da SS. Trindade, fundadora do Instituto das Escravas da SS. Trindade, com sede na cidade de Rovigo, Itália. - A frei Leopoldo um senhor contou que sua filha estava com endocardite e se encontrava às portas da morte. Com simplicidade, o frei lhe respondeu: “Amanhã é a festa de São José. E me lembrarei de sua filha na Missa. Ela ficará curada”. Na manhã, seguinte, às 06h, hora em que frei Leopoldo celebrava a Missa, os médicos constataram que ela estava completamente curada. - Sete anos antes do início (1939) da segunda guerra mundial, frei Leopoldo disse a um seu conhecido: “Nesta noite eu vi a Itália num mar de fogo e de sangue. Queira Deus, me tenha enganado. Mas, não me enganei. A Itália estará toda envolta num mar de fogo e de sangue!”. De fato, a Itália tornou-se grande campo de batalha da segunda guerra mundial. - Frei Leopoldo previu também a destruição do convento e da igreja dos freis em Pádua: “Este convento e a igreja serão atingidos pelas bombas, mas este pequeno quarto (o seu confessionário) não será”. No dia 14 de maio de 1944 (após a morte de frei Leopoldo) as bombas destruíram o convento e a igreja dos capuchinhos. Ficaram intactos somente a imagem de Nossa Senhora e o confessionário de frei Leopoldo. E há outros fatos que indicam claramente que frei Leopoldo previa o futuro.

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Ofereceu-se como vítima Confissões e Missão - Durante quase 50 anos, todos viam frei Leopoldo atendendo as confissões ao longo de 10 a 12 horas por dia. No entanto, há outro aspecto que ninguém via: a oferta contínua de seu martírio pelo retorno dos Orientais à unidade da Igreja católica. Fez-se frei capuchinho para ir às Missões do Oriente. Chamado às Missões - Quando já sacerdote, frei Leopoldo escreveu que em 1887, ainda como estudante, “Deus o chamava para rezar e preparar o retorno dos Orientais à Igreja Católica” Voto missionário - Diversos fatos de sua vida, impediram que ele realiza-se seu sonho missionário. Mas, deixou por escrito: “Nas mãos do confessor, renovei o meu voto com juramento: Eu, frei Leopoldo Maria, diante de Deus e da Virgem Maria e dos santos, reconheço que sou obrigado por voto a cuidar do retorno dos Orientais à Unidade Católica”. Confirmação do voto - Em outra oportunidade, frei Leopoldo escreveu: “Conhecendo agora a grandeza do amor de Deus por nós, eis que renovo meus votos e me ofereço como vítima pela reSala onde denção de meus irmãos São Leopoldo Orientais”. confessava Missa e Missões Além da séria decisão e do voto de rezar pelo retorno à Igreja Católica dos orientais afastados, frei Leopoldo deixou por escrito este outro seu voto: “Obrigo-me por voto: todas a vezes que celebrar a Santa Missa, se não for impedido, todo fruto do Santo Sacrifício será para o retorno dos Orientais afastados à Unidade Católica”. Frei Leopoldo viveu com entusiasmo esse seu ideal de rezar e promover o retorno dos orientais afastados à unidade da Igreja. Embora atendendo as confis-

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sões dos fiéis em Pádua, frei Leopoldo estava certo que Deus tinha aceito sua oferta de vítima. Por isso, rezava, mortificava-se e orava incessantemente. Seu trabalho escondido de confessor e seu

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voto de tornar-se vítima da união dos cristãos, foi conhecido pela Sabedoria de Deus e frei Leopoldo tornou-se um dos grandes apóstolos do retorno dos cristãos orientais à unidade da Igreja Católica.


NO CAMINHO DA CRUZ

Sandálias de pano que São Leopoldo usava no inverno

Frei Leopoldo, além de oferecer-se como vítima para a união dos cristãos, ele salvou muitas almas através de seus sofrimentos. Em sua vida, frei Leopoldo sofreu bastante: - Seu caráter era forte e impetuoso. Para dominá-lo, lutou durante toda sua vida; - mortificou seu corpo, fazendo jejuns e dormindo pouco; - evitava ao máximo qualquer doce, em espírito de mortificação;

- qualquer coisa que recebia, entregava tudo aos superiores; - dormia apenas quatro ou cinco horas; - Apesar do frio que dava em Pádua, nunca aceitou calefação em seu quarto de dormir e em seu confessionário. Somente no fim da vida, aceitou uma estufa dada pelos seus amigos sacerdotes, e os superiores mandaram que ele a usasse. Mostrouse obediente. - Suportou, em espírito de mortificação,

de 10:00 horas a 12:00 horas de confissões diariamente e por 40 anos; - Perguntado como podia aguentar tantas horas de confissões, respondia simplesmente: “É a minha vida!” Sofreu muito: dores de estômago, de olhos, artrite deformante com frequentes febres, - Sofreu moralmente, passando por períodos de aridez espiritual; - Suportava seus sofrimentos como vítima pela união dos cristãos.

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SEU ENCONTRO COM DEUS Depois da celebração de seu jubileu de ouro de vida sacerdotal, frei Leopoldo foi decaindo bastante em sua saúde. Dores e confissões - As dores estomacais aumentaram e ele, com dificuldade, podia alimentar-se. Enfraqueceu. Viu-se obrigado a passar dias na cama. Piorou muito e, aos 25 de março de 1942, foi-lhe dada a Unção dos Enfermos, em vista de sua fraqueza geral e dores. Uma equipe (uma junta) médica, prescreveu-lhe transfusão de sangue e permaneceu quase um mês hospitalizado. O povo da cidade de Pádua logo soube do estado de saúde de frei Leopoldo. Visitava-o no hospital e, apesar de fraco e acamado, ainda atendia as confissões desses visitantes. Conseguiu melhorar um pouco e retornou ao convento. Desejava retomar quanto antes o ministério das confissões. Nesse período, foi descoberto que tinha tumor maligno no esôfago. As dores aumentaram e lhe impediram de engolir qualquer alimento. Seus sofrimentos físicos e morais aumentaram tanto que chegou a escrever este bilhete: “Tenho grande necessidade que a Augusta Senhora se digne de ter compaixão de mim.Eu quero ter confiança nela,

mesmo que Ela não quisesse ouvir minhas orações. É minha mãe e isto me basta!”. Nossa Senhora o ouviu porque ele, mesmo em seu pequeno quarto da enfermaria, continuava a ouvir confissões. Na véspera de seu falecimento, chegou a confessar 50 sacerdotes. Falecimento - Frei Leopoldo faleceu aos 30 de julho de 1942. Tinha levantado às 5,30h. Foi à capela da enfermaria, permanecendo uma hora em oração. Em seguida, foi à sacristia a fim de preparar-se para a celebração da Missa. Foi nesse momento que teve um ataque e caiu no chão. Socorrido pelos seus confrades, foi levado ao seu pobre quarto, onde com o superior da casa rezaram a Ave Maria e a Salve Rainha. Frei Leopoldo, com voz sempre mais fraca ia repetindo: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Mara!”... e sua alma voou para o céu! A notícia - Imediatamente a notícia do falecimento de frei Leopoldo se espalhou por toda a cidade de Pádua. Em toda parte se dizia: “Morreu um santo!” Imediatamente o povo começou a se

TÚMULO GLORIOSO Imediatamente após o sepultamento dos restos mortais de frei Leopoldo, seu túmulo transformou-se em meta de contínuas romarias. Pessoas de todas as classes sociais visitaram e continuam visitando seu túmulo. Inicialmente sepultado no cemitério da cidade da Pádua. Mais tarde, seus restos mortais foram transferidos ao convento dos freis capuchinhos, em Pádua. Fiéis, pessoas devotas e romarias continuam ainda hoje visitando e orando diante de seu túmulo O pequeno confessionário de frei Leopoldo, desde após seu falecimento, começou a ser visitado com muita fé e reverência. Atualmente, as visitas prosseguem com intensidade. Todas essas manifestações de amor, devoção e as graças e milagres atribuídos a frei Leopoldo obrigaram as autoridades religiosas a iniciarem e levarem avante o processo de beatificação e canonização do humilde capuchinho, frei Leopoldo Mandic .

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reunir no convento dos capuchinhos. O corpo de frei Leopoldo foi colocado numa sala vizinha à igreja conventual. Nos dias 30 e 31 de julho de 1942, mais de 25 mil pessoas passaram diante dos restos mortais de frei Leopoldo com flores, orações e lágrimas. E todos queriam tocar seus objetos nele para conservá-los como relíquias. Sepultamento - No dia 1º de agosto, foi realizado o enterro, que mais pareceu um triunfo. Imensa multidão aglomerouse ao redor da igreja dos Capuchinhos. Como todos queriam ver e orar ao lado do falecido frei Leopoldo, as exéquias foram feitas na igreja dos Padres Servitas, bem mais ampla, no centro da cidade. Formouse então longo e devoto cortejo através das ruas da cidade de Pádua. No convento dos Capuchinhos foram recebidas cartas de toda a Itália, de todas as classes sociais e também do exterior. A missa de 30º dia foi celebrada na Basílica de Santo Antônio, em Pádua, repleta de fiéis como nas grandes solenidades. Estavam presentes todas as autoridades da cidade.


GRAÇAS E MILAGRES Se durante a vida frei Leopoldo era tão procurado para as confissões e pelas graças obtidas ainda em vida, após seu falecimento, esta confiança e veneração tornou-se mais viva e geral para milhares de pessoas. As graças obtidas e mesmo milagres, obtidos por intercessão de frei Leopoldo, cresceram de modo extraordinário. Há centenas de fatos que mostram como esse santo capuchinho continua espalhando graças e operando milagres. Aqui breve síntese de alguns deles: 1. Glória Facco (Itália, 1942), com grave problema no joelho esquerdo, recorreu a médicos, remédios e hospitais. Nada adiantou. Após novena a São Leopoldo, sentiu-se completamente curada. 2. Irmã Nazarita Pezzo (Itália, 1950) teve gravíssimos incômodos de fígado. Mesmo após a cirurgia, a situação continuava grave, com crises, dores e febres. Aconselhada por um tio sacerdote, recorreu a frei Leopoldo que, em visão, lhe disse para ir comungar no dia seguinte. Quando acordou, estava completamente curada. 3. Frei Pacífico (Itália, 1949), capuchinho, desmaiou no centro da cidade de Cesena. Machucou o rim, provocando hemorragia renal. No hospital sofreu dores intensas durante toda noite. Após a comunhão eucarística da manhã, viu ao seu lado frei Leopoldo, que lhe disse: “Está curado!”. Submetido a exames médicos, foi declarado completamente curado. 4. Esfaqueado (Índia, 1951). Um operário indiano foi esfaqueado por colegas, causando-lhe perfurações intestinais em nove lugares. Tão grave se mostrou sua situação que, no hospital, foi colocado numa cama para esperar a hora da morte. O capelão, vendo a lastimável

situação do operário, colocou uma relíquia de São Leopoldo sobre o ventre, terrivelmente inchado. Imediatamente o moribundo recobrou os sentidos e, dois dias depois, deixou o hospital sem outros tratamentos. 5. Guaxupé-MG, Brasil, 1961 – Um menino de quatro anos sentia-se muito mal.. Levado a São Paulo-SP, o especialista diagnosticou leucemia aguda, com previsão de três meses de vida. O bispo capuchinho dom frei Inácio Dal Monte, deu à mãe do menino uma relíquia de São Leopoldo, pedindo que fizesse uma novena. Terminada a novena, constatou-se a cura completa do menino. Após rigorosos exames médicos, foi declarado completamente curado sem outras intervenções médicas. 6. São Paulo-SP, Brasil, 1962 – Lúcia Piovezan, com câncer sanguíneo, estava em agonia, tendo ao seu lado familiares e parentes. O médico lhe tinha dado o máximo de três dias de vida. O pároco recomendou à família que fizessem novena a São Leopoldo. No primeiro dia da segunda novena, a doente levantou-se, curada repentinamente. 9. Cafelândia-PR, Brasil, 1960 – José Sapelli ficou repentinamente leproso. Os intensos tratamentos médicos nada resolveram. Retornou para casa e para não contaminar os familiares e outras pessoas, fez pequena choupana no bosque de seu terreno e lá começou a viver. A família iniciou uma novena a frei Leopoldo e conseguiram pequenina relíquia do Santo, que a entregaram ao doente. Este não vacilou: engoliu-a sem receio! Sentiu um calafrio. Levantou-se, olhou-se, chamou a mulher e pediu que lhe tirasse as faixas. Estava perfeitamente curado! Os milagres e graças alcançados por intercessão de São Leopoldo elevam-se aos milhares. E isso em muitas nações do mundo. Pode-se dizer que houve e está havendo uma autêntica chuva de graças e milagres aos fiéis que recorrem a este Santo com fé, devoção e intensa confiança de ser atendido.

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MILAGRES DA BEATIFICAÇÃO Frei Leopoldo Mandic, capuchinho da Província de Veneza (Itália), após rigoroso processo eclesial, foi declarado BEMAVENTURADO pelo papa Paulo VI aos 2 de maio de 1976, na Basílica Vaticana. Milagres da Beatificação - Os dois milagres, oficialmente reconhecidos pela Igreja para sua beatificação, foram os seguintes: Primeiro milagre - A beneficiada é a senhorita Elsa Raimondi, nascida em Cavezana de Lúsia (Rovigo, Itália), aos 30 de junho de 1922. O milagre ocorreu na tarde de 12 de setembro de 1946. Elsa Raimondi, aos 22 anos de idade, acusava contínuas dores abdominais. Foi internada no Hospital de Lendinara (Itália) e operada de apendicite e hérnia umbilical, aos 6 de junho de 1944. O período pós-operatório foi difícil: a ferida cicatrizou somente após três meses. A paciente, apesar dos sérios cuidados médicos, continuava a declinar, apresentando sempre maior sensibilidade dolorosa e febres contínuas. Deixou o hospital, sendo confiada ao dr. João Casarotti, médico em Lúsia. Todos os tratamentos foram inúteis. Por causa das contínuas complicações de sua saúde, sempre mais graves, aos 30 de março de 1946 foi novamente internada no hospital de Lendinara. Após meticulosos exames, a fim de constatar melhor o mal, o dr. Pedro Tagariello, aos 16 de abril, procedeu a uma cirurgia, a qual mostrou evidente forma de peritonite tubercular. As extremidades intestinais apresentavam-se conglutinadas. Havia uma disseminação geral de tubérculos nas paredes e nas extremidades. Nada podendo fazer, o abdome foi fechado e declarado o diagnóstico de peritonite tubercular, com previsão infausta. Permaneceu no hospital ainda um mês. Aos 15 de maio, recebeu alta em situação estacionária.

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Ao retornar à sua casa, Elsa foi novamente confiada aos cuidados do Dr. João Casarotti. Ele encontrou-a depauperada, com febre persistente muito alta, com dores abdominais intensas. Com o aparecimento de dores na espinha dorsal e intensa cefaleia, levaram a desconfiar por complicação meninge. Em vista da situação lastimosa de Elsa, o doutor a visitava quase diariamente, tentando aliviar as dores atrozes. O relatório clínico foi piorando. A doente era forçada a ficar sempre de cama, com impossibilidade de locomover-se. O esforço para sentar causa-lhe desmaios. Ao notar inúteis todos os recursos humanos, lembraram de recorrer ao padre Leopoldo Mandic. O pároco deu a Elsa breve biografia do Venerável e recomendou-lhe que rezasse com muita fé. Aos 30 de julho, aniversário da morte de frei Leopoldo, o pároco celebrou a missa para glorificação de frei Leopodo, pedindo-lhe que se dignasse dar a saúde à Elsa.

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Poltrona usada pelo São Leopoldo

Elsa, seus familiares e outras piedosas pessoas, começaram uma novena ao frei Leopoldo, no Santuário de Lendinara, pedindo que curasse a doente no dia 12 de setembro, festa de Nossa Senhora. No final da novena, Elsa afirma ter visto frei Leopoldo. Ao perguntar-lhe se receberia a cura no dia 12 de setembro, frei Leopoldo respondeu-lhe sorrindo: Sim, sim, sim” e desapareceu. A novena a frei Leopoldo continuou, e uma imagem do frei foi colocada no travesseiro da doente. No entanto, a doença progredia e as condições da doente pareciam realmente insuportáveis. Assim chegou-se ao dia 12 de setembro, festa de N. Sra. do Pilastrelo de Lendinara. Elsa, convencida de que frei Leopoldo neste dia lhe alcançaria a graça de Nossa Senhora, pediu para ser levada, com os demais doentes, ao Santuário. Os pais de Elsa, embora temendo que seu mal se agravaria, mas por causa das insistências da filha, permitiram que fosse levada na maca ao Santuário.


Assistiu uma parte das funções, sempre pedindo a graça a frei Leopoldo. O doutor Pedro Terranova, responsável pelos doentes do Santuário, pediu que Elsa fosse levada para casa, temendo pela vida dela. Ela voltou muito prostrada e em piores condições, mas em nada desesperada. Continua a rezar, segurando nas mãos um santinho de Nossa Senhora. As horas passavam e nada acontecia. A irmã Vitória, que lhe prestava assistência, disse-lhe: Elsa, o que está acontecendo? Frei Leopoldo não lhe prometeu que hoje ficaria curada?” Elsa apenas respondeu: “Ainda não é noite!” A certo momento, Elsa percebeu ouvir voz interna, mandando-a descer da cama. No mesmo instante, um grande bem estar invadiu-lhe todo o corpo. Desceu da cama, dizendo aos presentes - assombrados! – o que estava acontecendo: “Não estou mais doente” Não estou mais doente” Estou curada! Vocês não viram frei Leopoldo?” O tumor no abdome desapareceu, recuperou as forças e a vivacidade. Vestiuse e desceu à cozinha. Nesse instante, chegava o doutor João Casarotti e ficou estupefato diante do fato. Elsa decidiu ir à igreja para agradecer à Nossa Senhora e ao frei Leopoldo. O doutor Casarotti a acompanhou para ver o que poderia acontecer. Elsa foi a pé até a Igreja, rezou muito e voltou para sua casa. O doutor fez questão de examiná-la cuidadosamente e, no processo, pode declarar: “Constatei o desaparecimento de todos os sintomas da doença, que não deixou sinais dos seus primeiros distúrbios. Estava perfeitamente curada”. Naquela mesma tarde, Elsa jantou com seus familiares, sem acusar nenhum incômodo. Desde esse dia, ela não sentiu mais os sintomas de dores físicas que pudessem se relacionar com a doença anterior. Alguns dias depois, viajou a Pádua para visitar o confessionário de frei Leopoldo e agradecer-lhe o milagre. Como prova de seu reconhecimento, desde aquele dia Elsa consagrou sua vida

à assistência das crianças no orfanato “Pequena Casa do Padre Leopoldo”, obra caritativa de Laudônia Venuti,, professor em Cavazzana. Segundo milagre - O segundo milagre, aceito para a beatificação de frei Leopoldo, deu-se com Paulo Castelli, nascido em Sabbioncello de Merate a 2 de março de 1902, em Vizzago, perto da cidade de Como (Itália). O milagre ocorreu às 14 horas de 8 de março de 1962. Paulo Castelli nunca esteve doente até aos 60 anos. Sempre se dedicou à agricultura, com todos os afazeres exigidos pelo cultivo da terra. Aos 4 de março de 1962, domingo, após a refeição normal, dirigiu-se à igreja paroquial para a missa das 10 horas. Retornando à sua casa, foi trocar sua roupa “domingueira”. Como demorasse a sair do quarto, pelas 11h30, sua esposa (Maria Brivio) subiu e encontrou-o na cama, dobrado sobre si mesmo. Improvisamente sentiu fortes dores no abdome. Chamados os familiares, ajudaramno a descer, fazendo-o sentar junto à estufa. Como as dores aumentassem, foi chamado o médico Dr. José Bonasomi. Este veio imediatamente e, tendo-o examinado, julgou tratar-se de mal indefinido, mas sério. Mandou que fosse internado imediatamente no hospital de Merate. Feitas as análises, o dr. Ítalo Della Rocca declarou que se tratava de perfuração gástrica e recomendou uma cirurgia. Foi, então, convocado o dr. Eduardo Berla, responsável pelo centro cirúrgico. Como era dia festivo, ele se encontrava na cidade de Milão. Enquanto se aguardava sua chegada, foram feitos todas as análises laboratoriais. Confirmado o diagnóstico, a cirurgia foi marcada para à 17h30 e seus familiares foram avisados da gravidade da doença. À hora marcada, foi iniciada a cirurgia. Ao abrir o peritônio, os cirurgiões viram-se diante de um quadro bem diferente do previsto: em vez de úlcera perfurada, havia mais de um metro de intestino que apresentava lesões e, nas

extremidades, típico colorido de células mortas. Os cirurgiões consultaram-se sobre o que fazer, Concluíram que o mais viável era envolver o intestino necrosado com tecidos quentes embebidos em solução fisiológica. Como nada desse resultados positivos, recolocaram o intestino e foi fechado o corte. Foi emitida esta declaração, assinada pelo Dr. Ítalo Della Rocca: “4 de março – Intervenção – Anestesia geral com intubação endotraqueal. Incisão mediana longitudinal xifo-umbilical. Aberto o peritônio. Trombose na altura da mesentérica superior com estendido infarto no intestino tênue. Em vista da extensão da lesão, desistiu-se de qualquer intervenção e fechou-se a parede em camadas separadas. Grampos na pele”. A sorte de Paulo Castelli estava decidida. À esposa do enfermo, disse o Dr. Berla: “Sinto muito, minha senhora, mas fizemos todo o possível para salvar seu marido, e nada mais há por fazer”. O doente foi colocado em um quarto, sozinho. Na mesma tarde, o pároco (padre João Fumagalli) administrou a unção dos enfermos ao Sr. Castelli, exortando os familiares a se conformarem com a vontade divina. Os médicos estavam certos que o Sr. Castelli morreria nesse mesmo dia. No entanto, até a quinta-feira seguinte, continuava acamado quando aconteceu o milagre. Maria Brivio, esposa, era muito devota de frei Leopoldo e transmitiu essa devoção ao marido e aos filhos. Nessa dolorosa situação, dirigiu-se a ele com fé mais intensa ainda. Antes que seu marido fosse levado à sala de cirurgia, colocou em seu pijama uma medalha do Servo de Deus. Durante a cirurgia, foi à capela do hospital, pedindo que frei Leopoldo salvasse seu marido. E suas preces continuaram após a cirurgia e foi ouvida. Maria Brivio fez esta declaração diante do tribunal eclesiástico: “Na quarta noite, perto de uma

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hora, propus a meu marido de apagar a luz para ver se dormia um pouco, uma vez que, após a operação, não tinha ainda dormido nada. Avisei-o que colocaria entre o pijama e os curativos uma relíquia de frei Leopoldo, o que nunca tinha feito nas noites precedentes. Disse-lhe: Procure dormir. Eu, no entanto, rezo e o frei Leopoldo cuidará de você. Pus-me a rezar a frei Leopoldo, recitando a novena, que já sabia de cor. A certo momento, pensei comigo: Agora farei a última oração com 12 Pai Nossos. E comecei a recitá-los baixinho para não prejudicar meu marido, que parecia adormecer. Apenas havia terminado o nono Pai Nosso, meu marido começou a agitar-se e gritou: Estou mal! Estou mal” Eu morro! Acendi a luz e vi-o todo molhado de suor. Tentei enxugá-lo, mas o suor continuava. O meu marido apresentava a lividez mortal. Julgando que não suportasse mais ficar deitado, ajudei-o a sentar-se na cama com as pernas pendentes para fora. Não quis me ausentar com medo de afastar-me do marido no momento em que acreditava obter a graça de frei Leopoldo. Ele continuava a suar e eu a enxugá-lo. Passaram assim 45 minutos A certo momento, meu marido começou a dizer: Morro, morro! Eu lhe respondia com segurança: Não, não morrerá porque frei Leopoldo o vai curar! E ele me respondeu: Estou morrendo e você não sabe quanto isto dói! Logo vi que empalidecia ainda mais. Tentou com dificuldade levantar o rosto para ver-me e notei que tinha os olhos já totalmente brancos. Eu levantei as mãos um instante e rezei: Senhor, faça-se a tua vontade! Nesse instante, meu marido caiu pesadamente para trás, não sobre as almofadas, mas atravessado, com as pernas caídas fora da cama. Estava nessa triste posição, quando, de repente, começou a gritar: Estou curado! Estou curado! Não tenho mais nada!

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Objetos usados por São Leopoldo

Procurei, então, acomodá-lo na cama, sobre os travesseiros, enquanto ele continuava a dizer: Estou curado! Não tenho mais nenhuma dor! Estava tão emocionada que nem mais me lembrei de completar os Pai Nossos que me faltavam para os doze que havia prometido. Pouco depois, começou a movimentar-se o intestino de meu marido, que estivera preso desde a manhã de domingo. Passou o resto da noite conversando comigo. Pela manhã, o médico, que o visitou, achou-o clinicamente restabelecido. Ficou ainda oito dias no hospital em observação.

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Depois, no dia 17, recebeu alta com a nota: “Restabelecido”, em sua ficha clínica. O caso suscitou em todos: médicos, enfermeiros e quantos souberam do fato a mais profunda impressão. O Dr. Eduardo Berla, que havia operado Castelli, disse à Maria Brivio que lhe foi agradecer: “Não agradeça a mim, mas a Deus. Eu não consegui fazer-lhe nada!” Paulo Castelli, voltando para casa, reassumiu sem problemas sua vida de trabalhos na agricultura, alimentando-se como antes da doença, não acusando mais nenhum distúrbio que pudesse relacionar-se com a doença superada.


MILAGRE DA CANONIZAÇÃO Com a aprovação oficial dos dois milana, respondi que, naquele momento, não gres, acima descritos, o servo de Deus Leaceitava a amputação porque esperava a opoldo Mancid foi beatificado. Outro milaresposta de um meu “confidente”, que era gre a ele atribuído e reconhecido pela Igreo Beato Leopoldo Mandic. ja fez com que o Beato Leopoldo fosse caIntensifiquei minhas preces ao Beato, nonizado, aos 16 de outubro de 1983, pelo papa João Paulo II, em cerimônia realizada na Basílica Vaticana. O milagre é o seguinte: Milagre da canonização - Elisa Ponzolotto é da região de Trento (Itália). Nasceu aos 20 de agosto de 1925 em Ronchi di Ala. Aos 15 de março de 1977, com 52 anos de idade foi internada no hospital da cidade de Ala por causa de “influenza” cardiopática. Na manhã de 24 de março, sentiu dores muito agudas no pé esquerdo. Nem podia andar e foi necessário coloca-la na cama. As dores continuavam a aumentar e, em pouco tempo, a perna – com a qual já tinha problemas para andar - inchou e ficou azulada até o joelho. A dor era tão intensa, que a paciente se lamentava em voz alta, perturbando os demais doentes. Tornou-se necessário colocá-la sozinha em um quarto, assistida sempre por uma enfermeira. Os médicos diagnosticaram uma esquemia pós-embólica do membro inferior esquerdo em pessoa cardiopática com valvulopatia mitrálica fibrilante. Apesar dos tratamentos, Elisa foi piorando nos seguintes três dias., até o aparecimento de processo gangrenoso nos dedos do pé. A situação era grave e a paciente se encontrava em Foto de São perigo de vida. Leopoldo alguns Pelo meio-dia de 27de março, dias antes de os médicos decidiram pela imemorrer diata amputação da perna, acima do joelho. Elisa se opôs e disse que aceitaria a cirurgia apenas na manhã seguinte. Mais tarde, ela contou o seguinte: “Quando os médicos me disseram que, para salvar-me, era preciso amputar a per-

segurando sua imagem e relíquia junto à minha perna. Confiava plenamente no Beato Leopoldo, com a certeza que seria ouvida. Repetia continuamente: “Frei Leopoldo, ajuda-me, ajuda-me!”.

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O Dr. Albino Kuel, médico de plantão naquela noite, contou: “Lembro que fui chamado mais de uma vez porque as condições da senhora Ponzolotto sempre estavam piorando. Pelas 23 horas, visitei a paciente notando, com preocupação do agravamento dos sintomas: a dor se tornava sempre mais aguda, tanto que a paciente mordia as cobertas, e a perna sempre mais fria. À 01h30, fui chamado novamente. Diante da situação sempre mais grave, tentei dar-lhe analgésicos em infusão contínua mediante gotejamento. Mas, não houve melhorias. A paciente dava a impressão de se encontrar em fase de pré-agonia, embora se mostrasse em plena lucidez de mente. A mesma senhora Ponzolotto contou o que aconteceu: “Enquanto a enfermeira tinha saído e eu estava sozinha no quarto e apoiada nos tra-

vesseiros, vi entrar um frade capuchinho, pequeno, com barba branca. Reconheci-o imediatamente: era frei Leopoldo. Ele me olhava e sorria. Andou ao lado de minha cama e, olhando a minha perna, disse: “Sei que está sofrendo muito e deve suportar tamanha dor, mas sua perna será salva”. Eu lhe respondi: “Tudo isto eu aceito contanto que minha perna se salve”. Ele sorriu e caminhando lentamente saiu pela porta. Comecei a chorar copiosamente. A dor na perna desapareceu. Percebi que ela estava se esquentando e podia mexela. Acordei. Fazia quatro dias que não conseguia dormir nem por um instante. Quando a enfermeira chegou, ficou maravilhada ao ver-me tranquila. Olhou minha perna. Percebeu que estava com a cor rosácea como a outra e quente. Contei-lhe que tinha visto frei Leopoldo e ela, comovida, disse-me de agradecer a Deus e ao frei Leopoldo, que

lhe tinha obtido a cura”. O Dr. Kuel continua a dar seu testemunho: “Às 6 horas da manhã, acordei-me maravilhado porque não tinha sido chamado pela senhora Ponzolotto. Fui ao seu quarto para ver o que tinha acontecido, já pensando que tinha falecido. No entanto, encontrei a paciente com aspecto tranquilo. Examinei a perna e, com grande surpresa constatei que a mesma tinha readquirido a cor natural e a temperatura normal, não causando nenhuma dor à paciente. sinal evidente da revascularização espontânea e completa”. Outros médicos, e também os que tinham marcado a amputação da perna, examinaram a paciente. Todos constataram uma cura simplesmente inexplicável. Elisa recebeu alta e, retornado à sua casa, reassumia normalmente todos os seus trabalhos domésticos.

METAS DE FREI LEOPOLDO Não é fácil organizar o projeto de vida pelo qual frei Leopoldo lutou durante toda sua vida para executá-lo, mesmo a custo de muito sacrifício No entanto, é possível entrever suas METAS e PROJETO DE VIDA, lendo e analisando alguns seus pensamentos, que deixou por escrito. Que, agora, se faz a tentativa de apresenta-los logo em seguida: Vocação missionária 1. “A finalidade de minha vida deve ser o retorno dos ‘dissidentes” (assim ele os chamava) orientais à unidade da Igreja Católica” 2. Ainda como estudante, escrevia: “Deus o chamava para rezar e prover o retorno dos Orientais à Igreja Católica” 3. Deixou também escrito: “Nas mãos do confessor, renovei o meu voto com juramento: Eu, frei Leopoldo Maria, diante de Deus e da Virgem Maria e dos santos, reconheço que sou obrigado por voto a cuidar do retorno dos Orientais à Unidade Católica”. 4. “Hoje, 24 de abril de 1915, celebrando a missa ME OFERECI a Nosso Senhor Jesus Cristo para o retorno dos dissidentes orientais à Unidade Católica”. 5. “Conhecendo agora a grandeza do amor de Deus por nós, eis que renovo meus votos e me ofereço como vítima pela redenção de meus irmãos Orientais”.

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6. Em 1928, frei Leopoldo renovou seu voto “de usar todas as suas forças para a redenção dos dissidentes orientais, na maneira como me ordenaram meus superiores”. 7. Obrigo-me por voto: todas a vezes que celebrar a Santa Missa, se não for impedido, todo fruto do Santo Sacrifício será para o retorno dos Orientais afastados à Unidade Católica”. 8. “Neste ano (18.6.1937), é o 50º aniversário desde que ouvi, pela primeira vez, a voz de Deus que me chamava a pregar e a promover o retorno dos dissidentes orientais à unidade católica”. 9. “Quanto mais avanço em idade e na reflexão, mais me convenço daquele apostolado de oração em favor dos dissidentes do Oriente, isto é, daqueles cismáticos”. Missionário no confessionário - Por vários motivos, frei Leopoldo não pode realizar seu projeto missionário de trabalhar entre seus conterrâneos. No entanto, com-

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preendeu que seu projeto missionário devia realiza-o através do confessionário. Nos 40 anos de atendimento das confissões, frei Leopoldo demonstrou que atender as confissões era agora seu projeto missionário: 1. Quando tinha 8 anos, Bogdan (o futuro frei Leopoldo) cometeu uma falta que não lhe parecia grave. Mas sua irmã o levou à igreja para confessar-se do pecado com o pároco. Mais tarde, frei Leopoldo escreveu: “Confessei ao pároco minha falta e depois de ter-me asperamente acusado, eu me coloquei de joelho no meio da igreja. Fiquei profundamente chocado e dizia entre mim mesmo: Mas por que se deve tratar tão duramente uma criança por uma falta leve? Quando ficar grande, quero ser um frade, tornar-me confessor e usar de muita misericórdia e bondade com as almas dos pecadores”. 2. “Em razão de minha vocação, fui


chamado, antes de tudo, a salvar o povo oriental, , e depois servir as almas especialmente no ministério das confissões” (17.01.1941) 3. “Reze por mim à Virgem Maria para que recupere primeiro a saúde e poder atender novamente as almas. Reze com todo o coração. Peço que insista também ao Coração de Jesus e à sua infinita caridade para que se digne dar-me a saúde para servi-lo como confessor” (20.01.1941. 4. “Nós, no confessionário, não devemos mostrar nossa cultura e nem falar de coisas superiores à capacidade de cada alma, porque, com nossa imprudência, estragamos o que o Senhor está Quadro fazendo nessa alma. É Deus que do pintor age nas almas. Nós devemos desGiuseppe cobrir e limitar-nos a ajudar esta Miucato divina ajuda nos caminhos misteriosos da salvação e santificação das almas” 5. “Dizem que sou muito bom. Mas se alguém vem se ajoelhar diante de mim, isto não é prova suficiente que ele quer o perdão de Deus?” 6. “Veja, sendo que o Senhor não me deu o dom da palavra para pregar, quero consagrar-me a conduzir as almas através do confessionário”. Na Itália - As diversas etapas do pro7. “Obrigo-me com voto a consumar as cesso para o reconhecimento da santidade energias de toda minha vida, segundo a de frei Leopoldo iniciaram, em nível dioceobediência de meus superiores, para o retorno dos Dissidentes Orientais à Unidade sano, em 1946. A 1º de março de 1974, foi Católica”. aprovado o decreto da heroicidade das virConfessor cheio de fé - Além de atentudes do Servo de Deus e, aos 12 de feveder com muita atenção seus penitentes, frei reiro de 1976, o decreto dos milagres a ele Leopoldo mostrou-se para com eles um atribuídos. confessor cheio de fé, com palavras lumiO papa Paulo VI proclamou-o Beato em nosas e tinha consciência de ser servo e 2 de maio de 1976, em Roma. O papa João voz de Cristo para eles. Usava expressões Paulo II canonizou-o aos 16 de outubro de cheias de fé e animadoras. Seguem aqui 1983, em Roma, indicando-o como modelo algumas delas que frei Leopoldo usa fredos confessores. quentemente com seus penitentes? Os fiéis continuam a invocá-lo na cape- Tenha fé; tenha e verá milagres. Tela ao lado da igreja do convento dos Capunha uma fé completa. Tenha fé e encontrará resposta aos seus problemas. As dificulchinhos em Pádua, que lhe foi dedicada e dades tornar-se-ão suportáveis e as dores onde, desde 1963, repousam seus restos se revestir-se-ão de luz. Tenha sempre fé mortais. O seu túmulo e o pequeno confesno Senhor. Tenha fé e seus pecados acabasionário, que permaneceu intato – segunrão. Tenha fé! Você está melhor! Tenha fé do sua profecia – ao bombardeio de14 de e ficará curado. Tenha fé e a vida será semaio de 1944 que destruiu a igreja, contirena e cristã. Tenha fé! Mantenha-se trannuam como lugar de peregrinações. quilo porque tudo irá bem. Digo-lhe isto em O peregrino por excelência foi – na tarnome de Deus, oficialmente. Tenha fé! de de 12 de setembro de 1982 durante a Frei Leopoldo encontrava palavras de fé visita pastoral à cidade de Pádua – o papa para encorajar quem se encontrava em João Paulo II, que visitou os lugares do mimomentos de depressão e de desconfian-

ça. Era um sacerdote que vivia e educava para uma fé madura, real e cotidiana. Fazia nascer no coração de seus penitentes a persuasão que a fé se origina no amor a Deus: “Ame muito a Nosso Senhor, abraceo e tenha fé!” Há muitas outras frases de frei Leopoldo,que deixou por escrito, com as quais insiste nestes principais objetivos de sua ida, com os quais organizou seu projeto de vida. Baseados em seus poucos escritos, percebemos que frei Leopoldo, durante sua vida, sempre: - manteve nova esperança, - proclamou a bondade e o perdão de Deus, - mostrou-se confessor e médico espiritual respeitoso, - encarnou a ternura e a generosidade de Deus, - teve o dom de converter e ler o íntimo do coração, - foi generoso no perdão e na compreensão pelos penitentes.

O CULTO A SÃO LEOPOLDO nistério presbiteral de frei Leopoldo Mandic e se recolheu em oração diante do túmulo do Santo. A festa litúrgica de São Leopoldo Mandic celebra-se aos 12 de maio, tradicionalmente preparada com novena de celebrações em seu Santuário de Pádua. Nesse mesmo Santuário, faz-se, de maneira especial, a semana de orações pela unidade dos cristãos (de 18 a 25 de janeiro de cada ano). No Brasil - No Brasil há capelas urbanas e rurais, paróquias e Santuários dedicados a São Leopoldo Mandic. Santuário - Os Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina mantém o Santuário São Leopoldo Mandic, que se encotra em Curitiba-PR (bairro Osvaldo Cruz I, Sua Santa Eulágia de Barcelona, 273 - 81170-065 Curitiba/Pr - Fone: 0xx41/3246.7148). – ver à frente, maiores informações sobre o Santuário. Faculdade - No Brasil existe a Faculdade Odontológica São Leopoldo Mandic. – Maiores informações encontram-se logo à frente (ver mais a frente).

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A Capela São Leopoldo Mandic É ELEVADA A SANTUÁRIO 1. Histórico da capela - Colégio Brasílio e celebrações - Alguns anos antes de 1981, frei Miguel Bottacin por diversas vezes celebrou missa no Conjunto Osvaldo Cruz 1. Como não existia Capela no Conjunto, encarregou uma equipe de voluntários, a fim de preparar um lugar no Colégio Brasílio. A diretoria da escola cedeu uma sala para celebrações. E assim foi possível reunir pessoas para as celebrações religiosas e reuniões.. Numa destas reuniões, alguém se encarregou de verificar um lugar para uma futura Capela e Creche. Desde esse tempo São Leopoldo Mandic foi escolhido como Padroeiro da futura capela. Prefeitura permite uso de terreno - Com o local em vista, frei Miguel dirigiu-se às autoridades legais para conseguir a doação do terreno. Após negociações, a Prefeitura Municipal de Curitiba, no Decreto 683, outorga Permissão de Uso de próprio municipal e decreta: “ Art. 1º -Fica outorgado a Permissão de Uso à Associação Beneficente Cultural e Assistencial São Leopoldo, a utilização da área de 6.909,12 m2 parte de uma área maior de 17.933,93 m2 da planta Núcleo Habitacional Osvaldo Cruz 1, de indicação fiscal 87-338-008, da matrícula 5135 da 8ª Circunscrição Imobiliária da Capital e de propriedade do Município.” O documento prossegue. Frei Miguel, assim se expressa: “Recebido o terreno da Creche, aos 30 de agosto de 1980, depois de três anos de espera, Deus quis dar-nos este terreno e assim, dia 9 de setembro começamos a construção. Em 43 dias, as paredes da Capela ficaram erguidas. E no dia 17 de maio de 1981, com alegria de todos, foi inaugurada a Capela com a presença de Dom Pedro Fedalto, mais o Ministro Provincial Adelino Frigo, frei Damião Girardi, frei Miguel Bottacin, frei Luiz Witiuk e povo. As cerimônias iniciaram às 9 horas, com a bênção da nova Igreja e Missa concelebrada. Frei Miguel transfere-se ao Conjunto

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Osvaldo Cruz 1 - Aos 27 de dezembro de 1981, frei Miguel, devido a problemas de saúde, foi substituído em seu cargo de pároco da Vila N. Sra. da Luz para tratar da saúde. Seus amigos do Conjunto Osvaldo Cruz 1, ofereceram-lhe a Capela do Beato Leopoldo para ficar, enquanto recuperasse a saúde, com a devida permissão de seus superiores. Após instalar-se nessa capela, o povo não o abandonou e começou a frequentar a capela. Com todo carinho e amor, frei Miguel sempre atendia a todos que o procuravam. Nessa Capela viveu mais de sete anos, muito estimado e procurado para orientação espiritual. Falecimento de frei Miguel - No dia 10 de abril de 1997, frei Miguel faleceu, em decorrência de cirurgia. A seu pedido, foi sepultado no Pátio da Capela São Leopoldo. Seu enterro foi uma apoteose, com a presença de milhares de pessoas. Como era muito benquisto e conhecido, seu túmulo começou a ser visitado e ainda hoje isto continua. Substituto - Desde o dia 16 de maio de

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1997, frei Ivo Severino Bonamigo substituiu o falecido frei Miguel nos cuidados pastorais da capela São Leopoldo. Procurou levar avante todas as iniciativas de frei Miguel e organizar outras atividades em favor da comunidade local. Passado pouco tempo, frei Ivo iniciou um boletim informativo, chamado O Santuário, para divulgar todas as atividades pastorais que se desenvolviam nessa comunidade. Pastorais e movimentos eclesiais - Essa capela de São Leopoldo Mandic, aos poucos foi sendo chamada e conhecida como Santuário São Leopoldo Mandic. Na verdade, ela continuava como capela da paróquia Nossa Senhora da Luz. Seguindo as orientações da paróquia e as necessidades dessa nova comunidade, foram surgindo estas pastorais e movimentos: Frei Ivo continuava como coordenador geral e, para auxilia-lo, continuaram ou foram organizadas estas pastorais e movimentos eclesiais: Secretária, tesoureiro; coordenadores da comunidade, do Caep, da catequese,


da liturgia, dos ministros, das capelinhas, dos grupos de famílias, da pastoral da juventude, do dízimo, da pastoral vocacional, da pastoral dos cânticos, da pastoral da terceira idade, da pastoral familiar, do Apostolado da Oração, da Legião de Maria, da pastoral social. Em 2002 existiam 14 catequistas. 10 ministros. Sete equipes de liturgia, 26 grupos de família. Celebrações - Além das missas diárias, na capela São Leopoldo, realizavam-se também estas especiais celebrações: 1. Missa e novena de São Leopoldo (nas terças-feiras em dois horários); 2. Três missas transmitidas pela Rádio Cultura de Curitiba; 3. Mensagens diárias na hora da Ave Maria. Além desses atendimentos e liturgias na capela, frei Ivo atendia, das 14 às 16h; Nos outros horários, visitava doentes, benzia casas e outros atendimentos individuais. O frei sempre encontrava tempo para sua oração pessoal, estudos, retiros e outras reuniões ocasionais. Ação social e solidariedade - Esperando e confiando sempre na Divina Providência, a capela São Leopoldo atende uma creche com 120 crianças de 0 a 6 anos; semanalmente, atende 220 famílias, impossibilitadas de sobreviver sozinhas, doando uma sacola de alimentos. De tempo em tempo, realiza-se um bazar beneficente aos mais necessitados. Salão social - Nos últimos anos de frei Ivo Bonamigo na capela, conseguiu comprar um terreno ao lado da mesma para construir um salão e iniciar os trabalhos. 2. Transferências - Aos 08 de dezembro de 2008, o Ministro Provincial, frei Davi N. Barboza, publicou as transferências de freis, aprovadas pelo Conselho Provincial. Nessas transferências, frei Ivo S. Bonamigo foi para o convento N. Sra. das Mercês, em Curitiba-PR. Para ser seu substituto, foi nomeado frei João Daniel Lovato, em caráter interino. Nas transferências de 2008, ainda em fase de diálogo, tinha sido indicado frei Alvadi Pedro Marmentini. Sobre isso, o mesmo frei Alvadi comentava essa sua próxima transferência, enquanto continuava a ser pároco da paróquia. Estava certo que no final de 2009, deixaria essa paróquia das Mercês para assumir a capela S. Leopoldo. 3. SANTUÁRIO: Diálogo com o Bispo -

De fato, nas transferências de 27 de novembro de 2009, frei Alvadi Pedro Marmentini, após 10 anos de trabalhos pastorais na paróquia N. Sra. das Mercês, em Curitiba, foi transferido como responsável pela capela São Leopoldo, no CIC, em Curitiba. Frei Alvadi P. Marmentini não fez nenhuma dificuldade e transferiu-se para a capela São Leopoldo pelo dia 20 de janeiro de 2010. Logo começou agir e trabalhar. Não perdeu tempo e logo começou dialogar com o falecido arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr Vitti, pedindo-lhe que elevasse a capela São Leopoldo a Santuário. E, juntos, até marcaram a data: 23 de maio de 2010. Nesse ínterim, o chanceler da Cúria comunicou-se com a Cúria Provincial dos Capuchinhos, solicitando que se fizesse um pedido para que a capela fosse declarada santuário e se elaborasse um estatuto. Feitas algumas pesquisas, constatou-se que poucos santuários do Brasil possuem um Estatuto próprio, aliás, exigido pelo Direito Canônico. 4. Pedido para ser Santuário - Aos 21 de março de 2010, o Ministro Provincial, frei Davi Barboza, resolveu pedir essa nomeação de santuário, encaminhado a seguinte carta: “Exmo. e Revmo. Dom Moacyr J. Vitti, Arcebispo metropolitano de Curitiba, O abaixo assinado, Padre Frei Davi Nogueira Barboza, Ministro Provincial dos freis capuchinhos do Paraná e Santa Catarina, vem, através desta, solicitar de V. Excia. a bondade de conceder o título de Santuário à Capela São Leopoldo Mandic da Vila Nossa Senhora da Luz, localizado no Conjunto Oswaldo Cruz I, Rua Santa Eulália de Barcelona, 273, CIC, Curitiba-PR. A data de instalação do possível Santuário está prevista para o dia 23 de maio próximo. Acredita ser importante explicitar, no documento de concessão, as exigências inerentes ao mesmo. Pede a gentileza de não fazer, no citado documento, qualquer referência ao atendimento psicológico, uma vez que essa atividade é de responsabilidade exclusiva do religioso que, no momento, assume a direção daquela comunidade”. O Ministro Provincial levou, pessoalmente, esta carta pedido, entregando-a ao chanceler do arcebispado. 5. DECRETO de elevação a Santuário Com a data de 21 de maio de 2010, o fale-

cido arcebispo diocesano de Curitiba, Dom Moacyr José Vitti, CSS, assinou o seguinte Decreto de constituição do Santuário: “DECRETO DE CRIAÇÃO DO SANTUÁRIO DE SÃO LEOPOLDO MANDIC Dom Moacyr José Vitti, CSS, Por mercê de Deus e da Santa Sé Apostólica Arcebispo metropolitano de Curitiba. Atendendo ao pedido do Rev.do Padre frei Davi Nogueira Barboza, Ministro Provincial dos Freis Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina, que vem solicitar o título de Santuário à Capela São Leopoldo da Vila Nossa Senhora da Luz, localizada no Conjunto Oswaldo Cruz I, rua Santa Eulália de Barcelona, 272, CIC, Curitiba-PR. Tendo em mente o bem da Igreja, atendendo o desejo ardente dos fiéis, cientes ao que diz a III parte do Código de Direito canônico, Cânones 1230 a 1234, referente aos lugares e Templos Sagrados: “Nos Santuários, ofereçam-se aos fiéis meios de salvação mais abundantes, anunciando com diligência a Palavra de Deus, incentivando adequadamente a vida litúrgica, principalmente com a Eucaristia e a celebração da penitência, e cultivando as formas aprovadas de piedade popular”, e, especialmente, elevar e cultivar a espiritualidade do Povo de Deus. Havemos por bem criar o “Santuário São Leopoldo Mandic”, e que os documentos votivos da arte popular e da piedade sejam conservados em lugar visível no santuário ou em local adjacente e seja guardado com segurança. Todos os batizados e casamentos realizados no Santuário devem ser registrados nos livros da paróquia N. Sra. da Luz, CIC, aconselhamos que haja o Livro Tombo. Dado e passado nesta cidade arquiepiscopal de Curitiba, sob o nosso Sinal e Selo de nossas Armas, aos 21 de maio de 2010. E eu, Côn. Élio José Dall’Agnol, chanceler do Arcebispado, o subscrevi. (ass.) Dom Moacir José Vitti, CSSS, Arcebispo de Curitiba”. 6. Missa de Instituição oficial do Santuário - Tudo ocorreu segundo a programação. O Arcebispo Dom Moacyr José Vitti iniciou as cerimônias no Salão Social porque a igreja estava sendo reformada. O salão ficou lotado de fiéis, calculando-se a presença de mais de 1.500 pessoas. Estiveram presentes freis de nossas

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fraternidades do convento das Mercês, da Cúria Provincial, da Vila N. Sra. da Luz e da capela-santuário São Leopoldo. O pároco da Vila N. Sra. da Luz, frei Carlos Gonzaga Vieira, acolheu tanto o arcebispo como os frades e todo povo presente. O arcebispo iniciou o ritual da Santa Missa de maneira solene e cantada. Após breve reflexão, o arcebispo saudou novamente todos os presentes, e manifestou sua alegria em estar presente nesse momento, celebrando a festa de Pentecostes e a instituição do novo Santuário. Em seguida, foram lidos pelo Ministro Provincial, frei Davi N. Barboza, o decreto de criação do Santuário São Leopoldo Mandic e da nomeação do reitor do Santuário na pessoa de frei Alvadi Pedro Marmentini. O arcebispo fez novas explicações sobre o que é um Santuário e suas características. Frei Alvadi foi convidado a renovar sua profissão de fé e fazer o juramento de

fidelidade aos seus deveres como sacerdote e reitor do Santuário. Lidos os documentos oficiais da instituição do novo Santuário, muito desejado pela comunidade, seguiu-se longo espocar de fogos. Era o Domingo de Pentecostes. A missa prosseguiu em caráter festivo e animada pelo coral e participada pelo povo. Esta Missa marcou o início oficial da elevação da capela São Leopoldo Mandic a Santuário. Foi lida uma saudação de frei Ivo Bonamigo que, por 12 anos, atendeu os fiéis na capela São Leopoldo. O Ministro Provincial (frei Davi N. Barboza) agradeceu a presença e colaboração desde o Arcebispo metropolitano até o último colaborador voluntário que se dedicou nestes dias. O novo reitor do Santuário, frei Alvadi Marmentini, também externou seu sincero agradecimento a todos os colaboradores e presentes.

Após a bênção final da missa, o povo participou dos festejos preparados para essa ocasião. As cerimônias de instituição do Santuário prolongaram-se das 10:00 horas até às 12:00 horas Boletim especial - Para essa ocasião, frei Alvadi preparou o nº 147 do boletim “O Santuário”, em novo formato (todo colorido) e com a tiragem de 10mil exemplares, distribuído durante o tríduo preparatório, no dia da festa e nas semanas posteriores. Os artigos desse número do Boletim foram estes: 1. Santuário: Memorial das ações divinas; 2. O que é Santuário; 3. São Leopoldo Mandic; 4. Frei Miguel Loreggiola; 5. Veneração dos santos e de suas relíquias; 6. Doze anos na capela São Leopoldo (frei Ivo Bonamigo); 7. O que é celebração de Entreajuda (5 páginas); 8. Decreto de instituição do novo santuário (ao todo, 12 páginas, todas coloridas, impresso na Editora de O Estado do Paraná.

FACULDADE SÃO LEOPOLDO MANDIC São Leopoldo Mandic é frade capuchinho de nossa Província-mãe de Veneza (Itália). Todos os freis vênetos que vieram à Província do Paraná e Santa Catarina conheceram pessoalmente São Leopoldo Mandic. Além dos vários fatos conhecidos deste nosso Santo irmão, é interessante conhecer que, no Brasil, existe a Faculdade de Odontologia e de Medicina São Leopoldo Mandic. Essa Faculdade tem como missão o oferecimento de uma educação que antecipe as tendências educacionais e contribua com a melhoria social do Brasil. Credenciada pelo Ministério da Educação, a instituição oferece cursos de Graduação em Medicina e Odontologia, além dos cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu em Odontologia. A formação ética e socialmente responsável de seus estudantes está nas mãos de educadores altamente capacitados, comprometidos com a formação do saber, a humanização e o conhecimento de ponta. O corpo docente é formado por mestres, doutores e pós-doutores, sendo o número

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de profissionais doutores superior à média nacional encontrada nas instituições de ensino superior. Atualmente, está entre as dez melhores Instituições de Ensino Superior do Brasil e a melhor classificada na área da saúde no IGC (Índice Geral de Cursos), do Ministério da Educação nos anos 2008, 2009, 2010, 2011, 2012, 2013 e 2014. A São Leopoldo Mandic também estabelece convênios com instituições nacionais e internacionais com projetos de pesquisa, visando aprimorar o conhecimento de seus alunos e docentes. Está atenta às transformações no mundo contemporâneo, empregando métodos atuais e novas tecnologias, sem abrir mão de seus valores iniciais. O resultado obtido pela instituição é a transformação de profissionais de todo o país e uma constante contribuição social.

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SEDE E FILIAIS A faculdade tem sua sede em Campinas, São Paulo. Suas filiais/sucursais ou seus Campus estão localizados nas capitais Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, e em Vila Velha, no Espírito Santo. A filial de Curitiba se encontra neste endereço: Rua Fernandes de Barros, 1752 – Hugo Lange – 80040-450 Curitiba-PR – Tel.: 41/ 3017.2000; 3030.5353.


SÃO LEOPOLDO MANDIC NO VATICANO O papa Francisco também surpreendeu a todos os freis capuchinhos, colocando dois confrades santos como modelos do Ano Santo da Misericórdia: São Leopoldo Mandic (da Província capuchinha de Veneza, Itália) e São Pio de Pietralcina (da Província de Foggia, Itália). As relíquias de ambos foram levadas à Basílica Vaticana (em Roma) e solenemente expostas à veneração dos fiéis e dos peregrinos. As relíquias de São Leopoldo Mandic encontram-se no Santuário São Leopoldo Mandic, dos freis capuchinhos vênetos, na cidade de Paduá. Suas relíquias partiram de Pádua às 4h30 de 03.02.2016) em ambulância, acompanhadas por capuchinhos e uma patrulha policial. No mesmo dia, chegaram na Basílica São Lourenço fora dos Muros em Roma, ficando nos dias 3 e 4. Esta Basílica está sob os cuidados dos capuchinhos da Província de Roma. Em seguida, foram levadas à igreja S. Salvador in Lauro, onde permanecerão no dia 5. Desta igreja, foram transportadas ao Vaticano, chegando à Praça de São Pedro no dia 6,onde foram devota e solenemente veneradas. A seguir, foram colocadas dentro da Basílica Vaticana, ,onde houve diversas celebrações religiosas. Permaneceram na Basílica Vaticana de 7 a 11 de fevereiro, à veneração de todos os fiéis e peregrinos que nesses dias passaram por Roma. No dia 11, as relíquias foram transportadas para a cidade de Loreto (dias 11-14), Bolonha (dias 14-16),sempre expostas para a veneração dos fieis. Retornando a Pádua, permaneceram na Basílica de Santo Antônio durante o dia 16 de fevereiro. Nesse mesmo dia, foram levadas ao Santuário São Leopoldo, onde permanecem.

ATENDIMENTOS VOLUNTÁRIOS NO SANTUÁRIO SÃO LEOPOLDO-CIC O decreto de criação do Santuário São Leopoldo cita como principal função o atendimento ao fiéis, oferecendo-lhes os meios de salvação, anunciando a Palavra de Deus, incentivando a participação da vida litúrgica, a busca dos sacramentos, cultivar a espiritualidade do povo de Deus. Isto está sendo muito bem cumprido pelos freis que aqui trabalham com muita dedicação: Alvadi Pedro Marmentini, Almir Carlos Spielmann, Messias Vicente Rodrigues, José Correia Netto, procuram fazer deste Santuário, um lugar de acolhida e misericórdia a exemplo do padroeiro, São Leiopoldo Mandic e frei Miguel Botaccin. São celebradas missas aos sábados 19h30, aos domingos 9h, 12h, 19h. No último domingo de cada mês no túmulo de frei Miguel às 15h. Como no tempo de frei Miguel todas as terçasfeiras é celebra missa e novena a São Leopoldo às 15h e 19h. Além de oferecer todo o amparo à vida espiritual, nosso Reitor, Frei Alvadi Pedro Marmentini, desde que aqui chegou promove o bem estar, a qualidade de vida, incentivando muitos voluntários a se doarem e darem outros atendimentos para aliviar as dores de pessoas muito sofridas e que muitas vezes não podem ter acesso a tratamentos alternativos para sua saúde. Para isso temos as terapias de grupo e também as individuais: TERAPIAS DE GRUPO: - A Celebração da Entreajuda, acontece todos os sábados às 14h30 e às 16h. No final da celebração é feita a unção dos enfermos. A celebração das 16h é transmitida pela rádio Evangelizar AM 1060 e FM 90,9. - O Amor Exigente se reúne toda quarta-feira às 19h30. - O Grupo de apoio ao luto, acontece a reunião às quintas-feiras às 19h30. Os freis também estão sempre presentes dando

conforto nos velórios que acontecem na Capela Mortuária, aqui ao lado do Santuário. Terapias individuais: Informações e marcar horário para atendimento na secretaria pelo telefone: (041) -3246-7148. PARAPSICÓLOGOS Antônia Margarida Almeida; Amanda Joay; Hatiro Shida; Hilda Wakako Shida; Ignez Ditzel Kropiwiec; Jane Márcia Oliveira; Lygia Marina Fucuta; Nercy Teresia Taglieber; Nivalda Nazario Stolf; Paulo Vicente Skraba; Ricardo Alexandre Balbino; Valério Francisco da Cruz; Psicólogos; Ariana Mamcarz; Caroline Kucek; Marisa Carraro; Microfisioterapia; Louise Bresolin; Viviane Cristina de Oliveira Guerra; Nutricionista; Juliana Ditzel Melo; Reiki; Joyce Mary Soares; Lauro Ianoski Bueno; Maria Aparecida Montanher; Reinaldo F. Canelas; Sonelma Maria da Rosa; Massoterapia; Leoni Fregonese; Yoga; Ney Dias; Auriculoterapia; Daniele Aparecida Jungles; TFT – Thought Field Therapy (Terapia do Campo do Pensamento); Ariane Iwanko; VOLUNTÁRIOS DA ENTREAJUDA; ENERGIZADORES- RELAXAMENTO- TERAPIA DE GRUPO; Ademir Perez Bravo; Angelita Gonçalves; Antônia Margarida Almeida; Ariane Iwanko; Aristeu João Setti; Caroline Raymundi; Cleverson Scheid de Medeiros; Flávia Cardoso Malaquias; Idene Maria Moletta; Ignez Ditzel Kropiwiec; Ivete Schitz; Joyce Mary Soares; Kellyn Crhis Teixeira; Lauro Ianoski Bueno; Lygia Marina Fucuta; Lilian Alves Pereira; Lucia Alves; Maria Aparecida Montanher; Maria Irene Mickus; Marlene Menta Scheid; Miroslava Farias Ferreira; Neide Teresinha Nóbrega Lorenzi; Nivalda Nazário Stolf; Ronaldo Bortolan; Roseli Lacerda; Rosiane Maria Milczevski; Sirlei Soares Nunes Deip; Solange dos Reis Cit; Sonelma Maria da Rosa; Valério Francisco da Cruz; Vilson Rafael Stolf; e Ariane Iwanko.

BIBLIOGRAFIA: 1. Antonio Fregona, Il mio Oriente – L’ecumenismo spirituale di san Leopoldo Mandic. Padova 2002, p. 252 2. Pietro Bernardi, OFMCap, São Leopoldo Mandic, 8ª edição portuguesa. Cúria Provincial dos Capuchinhos do Paraná e Santa Catarina, Curitiba, 1983, p. 95, ilustrado 3. Lorenzo da Fará, OFMCap, Leopoldo Mandic – L’Umanità la Santita. Editrice Vellarin collabgrazione con Edizioni PortaVoce, Pádua, Itália, p. 177. As fotos foram retiradas do Livro: Leopoldo Mandic – Lumanità La Santità de Frei Lorenzo da Fara OFMCap.

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Dia 06/05 Sexta-feira 1º dia Novena

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

Catequese, Alunos Escolas ( Brasílio e Dirce ) e S.A.V. Vocação e Envio (dos envolvidos com os trabalhos na Festa) Frei Rivaldo Vieira

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

Grupo de Jovens E.J.C,GAS e Juventude Juventude e os meios de Comunicação Frei Alvadi Pedro Marmentini

Liturgia: Tema: Pregador:

M.C.C., Amor Exigente-São Leopoldo /Sobriedade e AA- Matriz. Família Frei Alvadi Pedro Marmentini- Reitor

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

Apostolado de Oração, M.A.C. Legião de Maria, Mensageiras e OFS Franciscanismo e CF 2016 Frei Messias Vicente Rodrigues

15h

Liturgia: Tema: Pregador: Pregador:

Equipes do Dia São Leopoldo e a Misericórdia – Unção dos Doentes Frei Almir Carlos Spielmann– 15:00 hs Frei João Daniel Lovato - 19:30 hs

Liturgia: Tema: Pregador:

Pastoral do Luto / Terapeutas / Pastoral do Dízimo/ Equipes: Liturgia e Canto. Benefícios do Voluntariado Frei Alvadi Pedro Marmentini

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

Liturgia, Mesc’s, Coroinhas e Oficina de Oração. Eucaristia e Vida Comunitária Frei Almir Carlos Spielmann

Dia 13/05 Sexta-Feira

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

R.C.C., Homens e Mulheres do Terço Nossa Senhora Frei Marcus Augusto Garcia

Dia 14/05 Sábado

19h30

Liturgia: Tema: Pregador:

Equipe e Liturgia do Dia: Todos os Devotos de São Leopoldo GRATIDÃO E ACOLHIMENTO. Frei Claudio Sergio de Abreu- Ministro Provincial **Missa Transmitida pela Rádio Evangelizar AM 1060**

Dia 07/05 Sábado

Dia 08/05 domingo

9h 12h 19h

Dia 09/05 Segunda-Feira

Dia 10/05 Terça-Feira

19h30

Dia 11/05 Quarta-Feira

Dia 12/05 Quinta-Feira

19h30

PROCISSÃO COM A IMAGEM DE SÃO LEOPOLDO ACOMPANHADA PELOS DEVOTOS ** SERÁ APÓS A MISSA DÁS 09 H **TRAGAM AS CRIANÇAS** E PÈTALAS DE ROSAS** Os organizadores da Festa convidam para o almoço (adquirir os convites antecipadamente do almoço) e outras delicias, que serão servidas há seu tempo. Durante o dia haverá muitas diversões, entre elas o tradicional “SHOW DE PRÊMIOS”. Aguardamos sua participação e colaboração: Temos como objetivo melhorias para o Salão Paz e Bem em prol dos retiros e formações (construção de B.W.C com chuveiros). Venha à Festa com sua Família, trazendo ALEGRIA e ANIMAÇÃO. À TODOS MUITO OBRIGADO pelas prendas, contribuição, presença e participação. BEM VINDOS! BOAS FESTAS A TODOS! Frei Alvadi, Frei Almir, Frei José, Frei Messias e Lideranças Rua Santa Eulália de Barcelona, 273 – Conjunto Osvaldo Cruz I - CIC Fone: 3246-7148 Acesse o FACEBOOK Santuário São Leopoldo – Frei Miguel - Email: santuariosaoleopoldo@gmail.com


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Osantuario maio2016 by aldemir demir batista - Issuu