Ano XIX - nº 181 - Julho - Agosto.2018
Julho - Agosto.2018
Boletim Informativo da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
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>> Igreja Matriz
>> Demonstrativo Financeiro
Nossa Senhora das Mercês
>> Junho.2018
Horários e atendimentos ENDEREÇO: da Paróquia e Convento Av. Manoel Ribas, 966 - 80810-000 Curitiba-PR Tel. Paróquia: (041) 3335.5752 Tel. Convento: (041) 3335.1606 Tel. Catequese: (041) 3336.3982
EXPEDIENTE DA SECRETARIA PAROQUIAL: De segunda a sexta Sábado
Das 8h às 12h e das 13h às 17h50 das 9h à 12h
HORÁRIO DE MISSAS: MISSAS HORÁRIO Segunda-feira: 6h30 Terça, quarta e quinta-feira: 6h30 e 19h Sexta-feira: 6h30, 15h e 19h Sábado: 6h30, 17h e 19h Domingo: 6h30, 7h30, 9h, 10h30, 12h, 17h, 19h
ENTREAJUDA Quinta-feira
9h, 15h e 20h
NOVENA PERPÉTUA DE N. SRA. DAS MERCÊS Sexta-feira 8h30 e 19h ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO Sexta-feira das 9h às 19h Bênção com o Santíssimo às 18h30 BÊNÇÃOS De segunda a sexta-feira: das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30 Sábado: das 9h30 às 11h30 e das 14h às 17h Telefone para agendar bênçãos: 41 3335.1606
ANIVERSARIANTES Nossa Paróquia felicita os aniversariantes dos meses de julho e agosto, oferecendo a todos a prece comunitária e as intenções na Santa Missa. Saúde, paz, prosperidade e que nunca falte o amor a Jesus Cristo e Nossa Senhora em suas famílias.
RECEITAS
RECEITAS
Dízimo Paroquial ..................................................... R$ 79.118,00 Ofertas ..................................................................... R$ 23.890,00 Espórtulas/ Batizados/ Casamentos ...................... R$ 1.000,00 Capelinhas .............................................................. R$ 353,20 Venda do carro (GOL) - 1ª parcela ......................... R$ 5.000,00 TOTAL .................................................................. R$ 109.361,20 Dizimistas Cadastrados 1033 Dizimistas que Contribuíram 794 Novos Dizimistas 03
Dízimo Paroquial ................................................... R$ 76.349,25 Ofertas ................................................................... R$ 24.080,00 Espórtulas/ Batizados/ Casamentos .................... R$ 1.110,00 Capelinhas ............................................................ R$ 198,09 Venda do carro (GOL) - 2ª parcela ....................... R$ 5.000,00 Obulo de São Pedro ............................................... R$ 719,00 TOTAL ................................................................ R$ 107.456,34 Dizimistas Cadastrados 1034 Dizimistas que Contribuíram 721 Novos Dizimistas 05
DESPESAS DIMENSÃO RELIGIOSA Salários/ Férias /PIS /FGTS/ INSS/ .......................... R$ 12.040,00 Moveis, Utensilios e Manutenção .......................... R$ 7.477,63 Côngruas ................................................................. R$ 11.841,00 Bens Sacros / Liturgicos - Catequese ...................... R$ 2.968,00 Desp. Cultos / Ornamentação/ Homenagens ......... R$ 1.120,00 Luz / Água / Telefone ................................................ R$ 3.154,56 Conserv. dos Imóveis/ Pinturas / Reformas ........... R$ 12.000,00 Costura/ Gás/ Alimentação / Lavanderias ............. R$ 678,55 Investimentos - Compra de um veiculo Transf. Bancária R$ 31.990,00 Despesas com Correios (Dízimo) ............................ R$ 60,00 Serviço de Contabilidade ........................................ R$ 120,00 Serviços de Alarme/ Segurança .............................. R$ 153,53 Manut. de Veículos/ Combustíveis/ Seguros/ Multas R$ 749,56 Material de Limpeza ................................................ R$ 544,35 Jornal ”O Capuchinho” ........................................... R$ 3.380,00 Revistas/ Internet/ WebTv ....................................... R$ 434,79 Plano de Saúde de Func. / Farmácia ....................... R$ 2.404,21 Vale Alimentação .................................................... R$ 4.198,02 Casa Paroquial/ Auxilio Alimentação - IPAS .......... R$ 2.811,00 Vale Transportes / Fretes ......................................... R$ 678,24 Informatica / Serviços de Terceiros ....................... R$ 1.081,00 Imposto Federal ...................................................... R$ 22,00 Café do Dízimo ......................................................... R$ 939,40 Material de Expediente ........................................... R$ 1.241,06 Custo de Material Aplicado .................................... R$ 11.084,00 Seguros de Bens ....................................................... R$ 3.012,85 TOTAL .................................................................. R$ 116.183,75
Salários/ Férias /PIS /FGTS/ INSS/INDENIZAÇÃO .. R$ Moveis, Utensilios e Manutenção ........................ R$ Côngruas ............................................................... R$ Bens Sacros / Liturgicos - Catequese .................... R$ Desp. Cultos / Ornamentação/ Homenagens ....... R$ Luz / Água / Telefone .............................................. R$ Conserv. dos Imóveis/ Pinturas / Reformas ......... R$ Costura/ Gás/ Alimentação / Lavanderias ........... R$ Investimentos ........................................................ R$ Despesas com Correios (Dízimo) .......................... R$ Serviço de Contabilidade ...................................... R$ Serviços de Alarme/ Segurança ............................ R$ Manut. de Veículos/Combustíveis/Seguros/Multas ... R$ Material de Limpeza .............................................. R$ Tarifa Bancaria ...................................................... R$ Revistas/ Internet/ WebTv ..................................... R$ Plano de Saúde de Func. / Farmácia ..................... R$ Vale Alimentação .................................................. R$ Casa Paroquial/ Auxilio Alimentação - IPAS ........ R$ Vale Transportes / Fretes ....................................... R$ Informatica / Serviços de Terceiros ..................... R$ Seguros de Bens ..................................................... R$ Café do Dízimo ....................................................... R$ Material de Expediente ......................................... R$ Custo de Material Aplicado .................................. R$ TOTAL ................................................................ R$
Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz / CIC ........ R$ TOTAL .................................................................. R$
32.389,68 1.863,72 11.841,00 1.272,00 1.145,00 5.124,60 7.500,00 678,65 3.984,50 241,65 120,00 153,53 596,00 1.350,00 32,90 327,90 2.404,21 3.814,33 2.811,00 512,24 1.230,00 2.386,90 580,18 1.218,16 1.013,39 84.591,54
DIMENSÃO MISSIONÁRIA
DIMENSÃO SOCIAL 3.050,00 3.050,00
TOTAL GERAL ........................................................ R$ 142.621,07
Taxa para Arquidiocese - Ref. Junho/18 ................ R$ Taxa para a Província Freis Capuchinhos ............ R$ Mat. Pastoral /Catequético /Cursos / Seminário . R$ Obulo de São Pedro ............................................... R$ TOTAL ................................................................ R$
10.238,00 10.535,80 2.200,00 719,00 23.692,80
DIMENSÃO SOCIAL Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz / CIC ...... R$ 3.050,00 TOTAL ................................................................ R$ 3.050,00 TOTAL GERAL ...................................................... R$ 111.334,34
>> Ação Social da Paróquia N. Sra. das Mercês Graças à generosidade dos paroquianos, dizimistas e benfeitores, arrecadamos e distribuímos nos meses de junho e julho.2018, os donativos abaixo discriminados: DEMONSTRATIVO DAS DOAÇÕES: JUNHO.2018 Peças de Roupas
Destinatário Paróquia Paróquia Paróquia Paróquia TOTAL
O CAPUCHINHO
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DESPESAS DIMENSÃO RELIGIOSA
DIMENSÃO MISSIONÁRIA Taxa para Arquidiocese - Ref. Maio/18 ................... R$ 10.936,12 Taxa para a Província Freis Capuchinhos .............. R$ 9.651,20 Mat. Pastoral /Catequético /Cursos / Seminário ... R$ 2.800,00 TOTAL .................................................................. R$ 23.387,32
>> Expediente do Boletim Direção: Frei João José dos Santos Colaboradores: Freis Capuchinhos, Padres, Religiosas e Leigos da Paróquia e Comunidade Jornalista responsável: Luiz Witiuk – DRT nº 2859 Coordenação: Izilda de Figueiredo Diagramação e Arte: Editora Exceuni (41) 3657-2864 / 99983-3933 Impressão: Press Alternativa - (41) 3657-4542 Tiragem: 3.000 exemplares
>> Julho.2018
N.Sra. da Luz - CIC - Matriz N.Sra. da Conceição Alm. Tamandaré N. Sra. de Fátima - CIC - Vila Verde N.Sra. das Mercês
1301 1318 1744 100 4463
Pares de Calçados
Diversos
122 150 135 12 419
143 115 132 05 395
Cestas
Alimentos Kg
60 30 10 16 116
200 91 84 375
À Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz, doamos em dinheiro: R$ 3.050,00 para a promoção humana. DEMONSTRATIVO DAS DOAÇÕES: JULHO.2018 Destinatário Paróquia Paróquia Paróquia Paróquia TOTAL
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N.Sra. da Luz - CIC - Matriz N.Sra. da Conceição Alm. Tamandaré N. Sra. de Fátima - CIC - Vila Verde N.Sra. das Mercês
Peças de Roupas
Pares de Calçados
2092 1685 1183 84 5044
190 124 116 08 438
Diversos 354 324 152 09 839
Cestas
Alimentos Kg
80 10 05 14 109
À Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz, doamos em dinheiro: R$ 3.050,00 para a promoção humana.
Agradecemos a você, pela sua generosa doação. Frei João José dos Santos - Pároco Julho - Agosto.2018
213 40 103 356
>> Mensagem do Pároco
Família: Fonte de vocações para a Igreja Estamos no mês de agosto que no contexto eclesial é o mês em que lembramos as vocações, e por isso chamamos mês vocacional. Logo no primeiro domingo lembramos o dia do padre, depois o dia dos pais, no terceiro domingo dia dos religiosos, em seguida dia dos catequistas e dia dos leigos. Também celebramos na Igreja do dia 12 a 18 a semana da Família que tem como tema "O Evangelho da Família, alegria para o mundo" evento promovido pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF). Quando falamos de vocação faz-se necessário primeiro falar da família como lugar em que as pessoas aprendem a viver a experiência do amor. "Deus criou o homem à sua imagem e semelhança (Gn1, 26ss): chamando-o a existência por amor, chamou-o ao mesmo tempo ao amor. Deus é amor e vive em si mesmo um mistério de comunhão pessoal de amor. Criando-o à sua imagem e conservando-a continua-
mente no ser, Deus inscreve na humanidade do homem e da mulher a vocação e, assim, a capacidade e a responsabilidade do amor e da comunhão (Gaudium et spes, 12). O amor é, portanto, a fundamental e originária vocação de cada ser humano" (Familiaris consortio, 11). Na comunidade cristã primitiva a família se manifestava como Igreja doméstica, local da Eucaristia, da presença de Cristo sentado à mesa: "Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir minha voz e abrir a porta, eu entrarei na sua casa e tomaremos a refeição eu com ele e ele comigo" (Ap 3, 20). Entende-se assim uma casa que acolhe em seu interior a presença de Deus. Lá dentro da casa onde o homem e a esposa estão sentados à mesa, aparecem os filhos que os acompanham "como brotos de oliveira" diz o salmista (Sl 128,3). Os filhos aprendem com os pais a viver em uma família temente a Deus através da ora-
ção comum e da participação dominical da santa missa. Por isso, a família torna-se fundamental para o surgimento de vocações para a Igreja. É na convivência familiar, que os jovens recebem o alicerce necessário, para poder fazer uma opção de vida consistente. Se quisermos que a Igreja seja enriquecida com muitas vocações, se torna fundamental um trabalho de evangelização consistente junto às famílias. Esse é um desafio que se torna a cada dia mais exigente. Vamos com alegria e confiança trabalhar em prol de nossas famílias. Paz e Bem!
Frei João José dos Santos, OFMCap
Homenagem ao Dia do Padre Caríssimos Freis e Padres Ser padre não deve ser uma tarefa fácil! Deixar tudo e entregar-se completamente nas mãos do Senhor, exige vocação, pede força e fé. Muita fé. Ter como missão evangelizar, construir comunidades, entender a alma humana perdoando os pecados, unir e alimentar a comunidade pela Eucaristia, requer superação e muita oração. E haja oração, para ser amparado e consolado, em instantes de fraqueza e limitações humana, para não sucumbir as tentações do poder, do comodismo, do prazer e, para com renovado ânimo, seguir confiante e com alegria, a Jesus, casto, pobre, e obediente, e só a Ele ofertar seu coração. É, ser padre não deve ser uma tarefa fácil! Somente alguém que tem Deus ao seu lado é capaz de realizar tantos feitos, como
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celebrar a Eucaristia, pregar o Evangelho, acolher os pecadores e superar-se, para estar sempre pronto a ajudar, a perdoar, e ficar a serviço dos outros, sem se preocupar com o tempo. Ser o "paizão" de uma comunidade inteira, orientar e acompanhar seus filhos como somente um pai pode fazer. Ser o homem da Palavra de Deus, da Eucaristia, do perdão e da bênção, ser exemplo de humildade, penitência e tolerância, o pregador e conversor da fé cristã. Ser um comunicador, vibrar pela sua Igreja e lutar por uma vivência cristã mais perfeita. É, ser padre não deve ser tarefa fácil. É para poucos abençoados e escolhidos por Deus. Parabéns, que Deus renove diariamente a sua vocação e os abençoe e os guarde na sua caminhada sacerdotal. FELIZ DIA DOS PADRES! Paróquia e Comunidade das Mercês
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Santa Clara Santa Clara é popularmente conhecida pela sua pobreza evangélica e fidelidade à Ordem fundada por seu amigo e pai espiritual, São Francisco de Assis. Nasceu 1193 e morreu 1253, na cidade de Assis, é descendente de uma das mais nobres e poderosas famílias da cidade. A casa dos filhos de Ofredúcio (avô de Clara), à sombra de São Rufino. Sua mãe dona Hortolana era uma mulher de muita fé e prática de caridade. Da mãe recebeu as primeiras lições de fé, com ela aprendeu a rezar, participar da vida da Igreja e as obras de caridade. As fontes hagiográficas mostram com evidência que Jesus Cristo está no centro de sua espiritualidade. Essa experiência teve início na casa paterna e se intensifica na vida. Tinha um jeito todo especial de se relacionar com Jesus, ele é esposo, espelho, amigo, o que ela queria era contemplar para identificar com o seu jeito de viver. Uma jovem chamada Inês de Praga, deseja consagrar a sua vida, e Clara como boa orientadora, dá este conselho: “Olhe dentro desse espelho to-
dos os dias, ó rainha, esposa de Jesus Cristo, e espelhe nele, sem cessar, o seu rosto, para enfeitar-se toda, interior e exteriormente, vestida e cingida de variedade. Pois nesse espelho resplandecem a bem-aventurada pobreza, a santa humildade e a inefável caridade, como, nele inteiro, você vai poder contemplar com a graça de Deus” (Na IV carta a Inês de Praga 15-18). Ela escolhe seguir os passos de Je-
sus Cristo, por isso busca meditar e contemplar a vida dele, desde a Encarnação, Paixão, instituição da Eucaristia, Glória. A sua espiritualidade ela ensina a Inês quais são os pontos centrais, por isso escreve: “Preste atenção no princípio do espelho: a pobreza daquele que, envolto em panos, foi posto no presépio (cfr. Lc 2,12)! Admirável humildade, estupenda pobreza! O Rei dos anjos, o Senhor do céu e da terra (cfr. Mt 11,25) repousa numa manjedoura. No meio do espelho, considere a humildade, ou pelo menos a bem-aventurada pobreza, as fadigas sem conta e as penas que suportou pela redenção do gênero humano. E, no fim desse mesmo espelho, contemple a caridade inefável com que quis padecer no lenho da cruz e nela morrer a morte mais vergonhosa”. (Na IV carta a Inês de Praga 19-24). Termino com a sua última conversa: “Vai em paz minha alma! Tens um guia seguro que te mostrará o caminho: Aquele que te criou, santificou, amou e não cessou de vigiar com ternura de uma mãe que zela pelo filho único de seu amor. Dou graças e ben-
digo ao Senhor porque Ele criou a minha vida”. Ouvindo-a falar, uma irmã lhe perguntou: Com quem conversavas, minha Madre? Com minha alma — respondeu a Santa. Olhando a vida de Santa Clara o que devemos aprender? A mim fica claro, que a família tem importância fundamental: a espiritualidade se aprende no lar, através da oração pessoal e comunitária, também faz parte a caridade. Outro aspecto é olhar para Jesus Cristo como caminho verdade e vida, através dos seus ensinamentos devemos traçar um jeito novo de viver.
Frei Luiz Carlos da Silva OFMCap Capelão do Hospital HNSG
Milagres do Santo Padre Pio de Pietrelcina - I É muito difícil estabelecer uma definição para a palavra "milagre". Os Milagres são considerados expressões do sobrenatural. Nós também podemos dizer que um milagre é um fenômeno que ocorre contrário as leis naturais já conhecidas e obedecem a uma força superior: a de Deus. A vida do Santo Padre Pio é cheia de milagres. Mas nós temos que prestar atenção à natureza do milagre, que é sempre divina. Desta maneira o Padre Pio sempre convidou as pessoas a agradecer a Deus, verdadeiro autor dos milagres. A seguir iniciamos o relato de alguns milagres do Padre Pio 1 - DESAPARECEU A QUEIMADURA O primeiro milagre atribuído ao do Padre Pio, aconteceu em 1908. Naquela época ele morava no convento de Montefusco. Um dia ele decidiu ir à floresta para colher castanhas em uma bolsa. Ele enviou essa bolsa para sua tia Daria em Pietrelcina. Ela sempre foi muito afetuosa para com ele. A sua tia recebeu a bolsa e comeu as castanhas e depois guardou-a como lembrança. Poucos dias depois sua tia Daria
estava procurando algo em uma gaveta onde o seu marido normalmente guardava pólvora. Era noite e ela estava usando uma vela quando de repente a gaveta pegou fogo. O fogo atingiu Tia Daria e num instante, ela pegou a bolsa que tinha as castanhas de Padre Pio e a pôs na sua face. Imediatamente sua dor desapareceu e não ficou nenhuma ferida ou queimadura na sua face. 2 - DE ONDE VIERAM OS PÃES? Durante a Segunda Guerra Mundial, na Itália, o pão era racionado. No convento do Padre Pio havia sempre muitos convidados e pessoas pobres que iam até lá pedir comida. Um dia, os monges foram para o refeitório e perceberam que na cesta tinha aproximadamente um quilo de pão. Todos os irmãos rezaram e se sentaram antes de começar a comer e o Padre Pio foi à Igreja. Depois de um tempo ele voltou com muitos pães nas mãos. O Superior perguntou para Padre Pio: "Onde você conseguiu os pães?" e Padre Pio respondeu: "Um peregrino à porta me deu ". Ninguém falou, mas todo o mundo concluiu que só Padre Pio poderia encontrar esse tal peregrino.
de uma estrada. O vento fez a carta voar e rolar por uma ribanceira. A carta já estava longe quando deixou de voar e caiu e ficou presa numa pedra. Desse modo foi possível recuperar a carta. No dia seguinte ela se encontrou com o Padre Pio, que lhe disse: "Você tem que prestar mais atenção no vento da próxima vez. Se eu não tivesse posto meus pés na carta ela se teria perdido".
3 - QUEM REPÔS AS HÓSTIAS? Uma vez no convento do Padre Pio, um frade deixou de colocar hóstias suficientes para a celebração, pois havia poucas disponíveis. Mas depois das confissões Padre Pio pegou as hóstias, começou a entregar a Sagrada Comunhão às pessoas e ao término da celebração sobraram muitas hóstias, mais do que eles tinham antes. 4 - ALGUÉM SEGUROU A CARTA? Uma filha espiritual do Padre Pio estava lendo uma carta dele na beira
5- A CURA DO CÂNCER TERMINAL Por intercessão de Padre Pio a mãe de um sacerdote ortodoxo da Romênia ficou curada de um câncer terminal. Depois deste incrível milagre toda a paróquia se converteu ao catolicismo. A obra do santo de Pietrelcina mudou tanto as suas vidas que apesar das dificuldades construíram uma Igreja dedicada ao santo e um hospital para os doentes em fase terminal. O Padre Pio continua intercedendo por todo o mundo e, lá do céu, continua fazendo milagres de todo o tipo. Existem inúmeros testemunhos conhecidos sobre o Santo de Pietrelcina por todo o mundo, alguns deles recolhidos no livro "Padre Pio", de José Maria Zavala
A NOVENA MILAGROSA DE SÃO PIO DE PIETRELCINA TERÁ INÍCIO NO DIA 02 DE OUTUBRO DE 2018
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Vocação Sacerdotal, um Chamado de Deus Eu considero que a primeira reflexão deve ser sobre o caráter estritamente sobrenatural do chamado de Deus: foi Ele quem tomou a iniciativa sobre o novo rumo que as vidas dos vocacionados tomarão. Porque não são os vocacionados que escolheram a Cristo, mas sim foi Cristo quem, de uma maneira especial, escolheu-os para que vão por todo o mundo e levem frutos de santificação e de autêntica vivência cristã, e para que todos os frutos permaneçam como um sinal clarividente da intervenção divina (Cf. Jo 15,16). A vocação sacerdotal é o maior presente que Deus pode dar! Do mesmo modo como chamou São Pedro, São Tiago, São João... um dia Deus disse: "Vem e segue-me e eu te farei pescador de homens!" Nin-
guém responde ao sacerdócio por ação humana, mas é o próprio Cristo que pronuncia nosso nome e nos convida a segui-lo. O QUE DIZ O VATICANO II SOBRE O PADRE? Os Sacerdotes vivam entre os homens como bons pastores e conheçam suas ovelhas e procurem trazer também aquelas que não são deste aprisco, para que escutem a voz de Cristo e haja um só rebanho e um só Pastor. Para alcançar tal meta, muito contribuem as qualidades que gozam de merecida estima na convivência humana, como sejam, a bondade de coração, a sinceridade, a coragem e constância, o cultivo vigilante da justiça e delicadeza. (Presbyterorum Dominis, n. 3).
O QUE SÃO FRANCISCO PENSAVA DOS SACERDOTES? A fé de São Francisco nos Sacerdotes significa disponibilidade, abertura, alegre submissão, certeza de que agindo sob sua orientação caminhará com segurança, veneração e ação de graças. Tudo isso porque, só os Sacerdotes colocam diante de nossos olhos o Corpo e Sangue do Senhor Jesus. DEPOIMENTO DE UM LEIGO SOBRE OS SACERDOTES: Nós conhecemos os Sacerdotes, Padres ou Presbíteros desde a nossa infância e eles fazem parte de nossas vidas e foram fazendo-se presentes em nossa história. Alguns desses eram Padres Diocesanos e outros Religiosos. Lembramos daquele Padre que acompanhou
nossa preparação para a primeira Comunhão, aquele outro que vinha sempre visitar um familiar doente ou ainda aquele que nos encantava pela maneira como celebrava a Missa. A grande maioria dos Padres que conhecemos foram e são homens de valor que dignificaram sua missão. Os Padres são embaixadores de Deus, são homens do perdão concedido no seio da Igreja em nome do Senhor.
Pesquisado por Frei Hélio de Andrade - OFMCap
São Tarcísio - Patrono dos Coroinhas (celebrado em 15 de agosto) Tarcísio nasceu em Roma no ano 245. Servia nas liturgias celebradas pelo Papa Sisto III. Nesta época, devido à perseguição sofrida pelos cristãos, a Eucaristia era celebrada nas catacumbas. Quando os cristãos eram presos, buscava-se levar a eles a comunhão, para mantê-los firmes na fé e na união com os Irmãos. Por causa da perseguição à época, isto era feito às escondidas, normalmente pelos diáconos. Certo dia, às vésperas do martírio de um grupo de cristãos, houve um impasse: o Papa Sisto não sabia quem designar para enviar a comunhão aos cativos, pois os diáconos haviam sido presos e também iriam ser martirizados! Tarcísio, então com 12 anos de idade, ofereceu-se para a tarefa. Naturalmente, pelo perigo envolvido, a idéia não foi aceita de pronto. Tarcísio então argumentou que ninguém desconfiaria de uma criança. Diante da insistência, foi aceito para a tarefa.
Ele recebeu o pão consagrado e partiu. Quando estava a caminho, alguns jovens romanos perceberam que Tarcísio levava algo oculto sob as roupas e tentaram descobrir o que era. Como Tarcísio recusou-se a revelar o que era, foi apedrejado até a morte. Diz a tradição que, mesmo morto, suas mãos permaneceram fechadas sobre as sagradas espécies. Um soldado romano, que era secretamente cristão, afastou os jovens e levou o corpo de Tarcísio às catacumbas, para ser sepultado. Quando chegou às catacumbas, as mãos de Tarcísio milagrosamente relaxaram, permitindo a comunhão ser entregue a quem entendia seu significado. Tarcísio foi sepultado nas catacumbas de São Calisto. O Papa Dâmaso mandou colocar em sua tumba uma inscrição com a data de sua morte (15 de agosto de 257). No ano 767 o Papa Paulo I determinou que seus restos mortais fossem transferidos para a Basílica de São Silvestre. Em 1596 seus restos mortais foram colocados sob o altar principal da mesma Basílica. Não poderia haver lugar mais adequado para aquele que soube compreender o valor da Eucaristia para nós, principalmente nos momentos mais difíceis da vida! São Tarcísio, Coroinha, rogai por nós! Cassiano Lima Coordenador dos Coroinhas
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Os Jovens e as Vocações A sociedade atual é marcada pela velocidade nos processos de mudanças e transformações. Essa velocidade nas transformações gera incerteza e insegurança, bem como a falta de uma ordem e de um parâmetro de valores. Com isso, verifica-se uma busca de prazeres imediatos e de um relativismo dos valores a serviço desse prazer. Nesse contexto, temos que entender como são completamente diferentes e grandes os desafios que os nossos jovens enfrentam no mundo de hoje. Como membros da Igreja, corpo de Cristo, todos somos chamados a atuar em prol das vocações, auxiliando nossos irmãos no discernimento e sendo testemunhas de fé, anunciadores do Evangelho. Nesse chamado, é de extrema importância nossa atuação com nossos jovens. A Igreja, no documento referente ao sínodo com o tema “Os jovens, a fé e o discernimento vocacional”, destaca a importância de se identificar o melhor modo de se acompanhar os jovens na caminhada vocacional. Em nossa atuação como agentes vocacionais, temos que buscar inspirar os jovens, capacitando-os com formações e, também, ouvindo-os, para que eles possam ser protagonistas em ações e obras. A utilização das mídias sociais e a atualização da linguagem na evangelização são algumas das medidas que a Igreja já vem adotando para se aproximar ainda mais dos jovens. Entretanto, é importante salientar que os valores e dogmas da fé são imutáveis, não podendo ser relativizados para atender à busca de pra-
QUE DESEJAM OS JOVENS DA IGREJA? Eis as sete palavras-chave do ‘INSTRUMENTUM LABORIS’ ESCUTA Os jovens querem ser ouvidos com empatia: todos os jovens sem exceção ACOMPANHAMENTO Espiritual, psicólogo, familiar, vocacional: o acompanhamento é fundamental para os jovens CONVERSÃO Uma conversão que possa tornar os jovens sujeitos a protagonistas da sua própria vida DISCERNIMENTO Está entre as palavras mais presentes no Documento, entendida como “estilo de uma igreja em saída”, para responder às exigências dos jovens DESAFIOS Hoje os jovens devem enfrentar numerosos desafios. Felizmente, entre tantas dificuldades, existem também desafios positivos, como a música, o esporte, o trabalho! VOCAÇÃO Há que repensar a Pastoral Juvenil Vocacional de modo que seja “funda e amplamente abrangente” SANTIDADE O Documento Sinodal conclui com uma reflexão sobre a santidade, porque “a juventude é um tempo de santidade” Fonte: * https://www.vaticannews.va
zer e felicidade instantânea que impera na atual sociedade. Não podemos esquecer que ser Cristão e seguir os ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo implica em sacrifícios e renúncias, implica em carregarmos a nossa cruz, mas sempre com alegria, a verdadeira alegria em Cristo e no amor de Deus. Assim, é grande nosso desafio com os jovens, para trilhar esse caminho de fé e de perseverança ao lado deles. Nesse caminho de fé, temos que arriscar e temos que incentivar nossos jovens a arriscarem, mesmo que erros aconteçam, como disse nosso Papa Francisco: “Como podemos despertar a grandeza e a coragem de escolhas de amplo alcance, de impulsos de coração para enfrentar desafios educativos e afetivos? Já repeti muitas vezes: Arrisca! Arrisca! Quem não arrisca não caminha. ‘Mas se eu errar?’ Bendito o Senhor. Errará mais se permaneceres parado, parada.” Portanto, é importante que a comunidade acolha os jovens e dê o espaço para que eles possam atuar na Evangelização. É importante que os jovens possam trilhar seu caminho de fé com o apoio da comunidade, para que aprendam com seus erros, mas perseverem, com a certeza de que fazem parte de uma comunidade que os incentiva e os Frei Kleber Moresco apoia.
"O tempo é muito lento para os que esperam Muito rápido para os que tem medo / Muito longo para os que lamentam Muito curto para os que festejam / Mas, para os que amam, o tempo é eterno." William Shakespeare
Testemunho Vocacional da Família Ele trabalhava e estudava Contabilidade no Colégio São Francisco de Assis e ajudava o Frei Zanini na Campanha "Dom Camilo" e, tendo participado de concurso público, começou a exercer as funções de Auditor Tributário e, por isso, antevendo um horizonte promissor, dedicou-se aos estudos, às pesquisas e ao trabalho. Ela trabalhava em uma loja de venda de sapatos muito próxima da Igreja das Mercês e, todas as tardes, entrava na Igreja e pedia a N.Sra. das Mercês que achasse um jovem religioso para se casar. Essa era a sua meta: casar-se, ter filhos e cuidar do lar. E eles se encontraram. José Laudelino, egresso do seminário dos Freis Capuchinhos, encontra Terezinha de Jesus, quando eram ainda muito jovens, quase adolescentes, pois ele tinha 19 e ela 16 anos. Casaram-se no dia 29 de junho de 1968 na Igreja das Mercês que era frequentada por ele desde que nasceu e ela desde os três anos de idade.
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Casal José Laudelino e Terezinha de Jesus Azzolin
Completam neste ano 50 anos de casamento e, para o casal, a eternidade do tempo tem que ser medida em dias: o dia do nascimento do Daniel, hoje com 48 anos, que é pai da Giovanna de 16 anos; do Alessandro, hoje com 45 anos e pai do Caique, com 4 anos; da Daniele, hoje com 44 anos e mãe da Mariane, com 18 anos. Nessa caminhada tivemos, obviamente, algumas tristezas, porém todas elas superadas pelas alegrias de nosso dia-a-dia; pela renovação diária de nossos votos, pois, sempre começamos nosso dia, em todos os 18.000 dias, com um beijo de bom dia e terminamos nosso dia, todos os 18.000 dias de nossa convivência com um beijo de boa noite, significando dizer que eventuais mazelas são esquecidas com um abraço. Somos felizes e agradecemos a Deus por nos ter propiciado uma convivência afetuosa, uma vida confortável e a possibilidade de manter nossa família.
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Vocação: Um caminho a ser percorrido no seguimento a Jesus “O AMOR É CRIATIVO, AO INFINITO!” (São Vicente de Paulo).
Os 13 km que separam a Paróquia Nossa Senhora das Mercês da Paróquia Nossa Senhora da Luz – CIC, não foi impedimento para que um grupo de pessoas, animado pelo Serviço de Animação Vocacional, percorresse a pé o percurso, tornando realidade a TERCEIRA CAMINHADA VOCACIONAL. Durante o percurso, os participantes puderam conversar, partilhar suas experiências
de fé e rezar pelas vocações. Os momentos orantes foram orientados pelo Frei Marcus Vinicius e cada participante com muita simplicidade foi contribuindo e enriquecendo a experiência de “fazer-se peregrino” em prol das vocações. O Serviço de Animação Vocacional da Paróquia Nossa Senhora da Luz, preparou uma calorosa acolhida e uma feijoada que foi comparti-
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lhada com muita alegria pelos participantes. Um destaque muito especial foi a realização da Exposição Vocacional, na qual todas as pastorais e movimentos, assim como algumas Congregações Religiosas tiveram oportunidade de apresentar suas atividades, carismas e missão. Foi tudo preparado com muito zelo, carinho e criatividade. Parabéns!
Irmã Neriuza Franco - FC
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Feliz Aniversário, Frei João José! Frei João José chegou em nossa comunidade no dia 12 de janeiro deste ano. E no sábado 27 de janeiro solenemente tomou posse como Pároco da nossa Paróquia N.Sra. das Mercês. Com seu sorriso acolhedor, não foi difícil conquistar os paroquianos, que no seu aniversário dia 14 de julho lhe prestaram uma linda homenagem com missa solene e confraternização no salão da Igreja. Frei João José não poderia comemorar seus 52 anos de vida, sem a presença de sua família, e assim sendo, por iniciativa de alguns paroquianos vieram lá de São Carlos, interior de São Paulo sua mãe Maria Francisca dos Santos, sua irmã Ivone com o marido Robson, a pequena Júlia, filha do casal e a sobrinha Ana Paula. Foi uma grande surpresa para o Frei João José, que tinha estampado no rosto imensa alegria. Foi um dia muito especial, alegre e cheio de emoções.
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Parabéns Frei João José, felicidades..... Sua comunidade compartilha deste momento de graça e luz em sua vida.
Fotos: Fotógrafa Esmê Ferreira - Tel.: 41 99615-4772
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Vida Religiosa A Igreja não é um grupo homogêneo, uniforme, sem diferenças, onde todos pensam da mesma maneira e vivem da mesma maneira. Claro que “há um só Senhor, uma só fé, um só batismo” (Ef 4, 5), mas há vários serviços distintos, várias maneiras de viver a única e mesma fé. O batismo é a principal vocação o chamado radical, o convite feito por Deus para fazermos parte de sua grande família, a Igreja. Celebrar o mês de agosto como mês vocacional é em primeiro lugar celebrar a vocação de cristãos, a vocação batismal, na qual somos todos fundamentalmente iguais: sacerdotes, leigos e leigas, religiosos e religiosas formamos todos juntos a Igreja. Cada um conforme seu dom colabora na construção da unidade da família de Deus. São paulo escreveu a carta magna da pluralidade, da diversidade na unidade, na Carta aos Efésios 4,1-17. Vale a pena ler. Mas o que é a vida religiosa? O religioso, a religiosa, são apaixonados. São pessoas que se deixaram encantar pelo olhar de seu amado, Jesus, a tal ponto que desejam viver exclusivamente para ele. Os votos que nós religiosos professamos, de castidade, pobreza e obediência, não são renúncias pura e simplesmente, fins em si mesmo. Não é apenas abrir mão de ter bens próprios, ou abrir mão da ex-
pressão de sua sexualidade constituindo uma família, gerando filhos, nem abrir mão de sua vontade e obedecer alguém que faz as vezes de superior. Apesar disto parecer muito é na realidade muito pouco. A vida religiosa não é só renúncia, não é só penitência, apesar desses elementos serem também importantes. A vida religiosa não é um não dito às realidades terrenas, ao mundo “profano”, mas é um sim dito com força, vigor e ternura ao Deus que nos chama a viver essa vida. Por isso a pergunta o que faz um frei, um irmão ou o que faz uma freira, uma irmã, não tem sentido. Não nos tornamos religiosos para fazer alguma coisa, mas para viver uma vida de busca contínua do rosto do Amado em meio às realidades deste mundo presente. Por isso se entende a dificuldade em compreender certas distinções importantes. As pessoas nos perguntam (e talvez você entre elas), qual a diferença entre frei e padre? Bom, nós capuchinhos somos em primeiro lugar freis, homens que pela profissão pública dos votos religiosos (obediência, pobreza e castidade) se consagram à busca do rosto de Deus. Entretanto, muitos entre nós além de serem vocacionados à vida religiosa, de terem a vocação de frei, têm a vocação para serem padres. Então, de-
pois da profissão religiosa, buscam a ordenação sacerdotal (que é um sacramento da Igreja) consagrando-se ao serviço da palavra, à celebração dos sacramentos (missa, confissão), ao cuidado de uma paróquia. Há padres (os padres diocesanos) que não tem vocação à vida religiosa e vivem o seu ministério sacerdotal no cuidado de paróquias e outros serviços que os bispos, que são seus superiores, decidem. Há também os freis chamados irmãos, isto é, que decidem não serem sacerdotes (padres). Decidem, porque não tem vocação ao sacerdócio. E aí volta a pergunta: mas o que fazem se não rezam missa nem atendem confissões? Mas o serviço da Igreja é muito mais que isso! Freis ordenados e freis irmãos vivem sua consagração em pastorais, em atendimento de bênçãos, como professores, psicólogos, missionários, nos serviços internos de nossa Ordem Capuchinha e tantos outros serviços que o Espírito Santo inspirar. Assim também as religiosas, as irmãs que pertencendo a uma congregação como, por exemplo, as Filhas da Caridade (Irmãs Vicentinas), são primeiramente chamadas a se consagrarem, a se entregarem totalmente à inspiração do Espírito Santo na busca do encontro com o Pai e Jesus. Depois,
podem viver essa consagração em diversos serviços: escolas, hospitais, cuidado dos pobres, catequese, serviço de animação vocacional, em terras de missão dos mais variados tipos. Só uma paixão louca faz alguém largar tudo para seguir a pessoa amada. Talvez por isso São Francisco chamava a si mesmo de “jovem louco”. E o era de fato. Louco de amor por Jesus, loucura que vem do amor. Peçamos a Deus que todos os religiosos e religiosas recebam a graça dessa paixão por Jesus, que dá frutos em amor pela Igreja, pelos pobres, por todos os irmãos e irmãs que querem ver no rosto de um consagrado e de uma consagrada um sinal vivo da presença de Deus no meio de seu Povo. Paz e Bem
Frei Marcus Vinicius de Souza Nunes, OFMCap
A Vocação ao Matrimônio - Ir avante, esta é a beleza! Eu estava no barbeiro (era abril de 1995) para um momento especial: o corte de cabelo para meu matrimonio! Expliquei isto para Seu Toninho (o barbeiro que sempre me pareceu ter toda a idade da humanidade), e brinquei pedindo capricho extra, mas pelo mesmo preço . Um dos fregueses que me ouviu comentou em voz alta: “é, agora você vai aprender quanto custa um quilo de feijão...” e outro freguês veio socorrer dizendo “ah, e casar também é bom!”. Demorei bastante para compreender o significado por trás de “custo do quilo de feijão”. Aliás, sendo bem sincero, ainda não apreendi totalmente o significado. A primeira referência é claramente econômica, e depois vê-se que as responsabilidades vão além. Elas passam pelos cuidados que temos pelas pessoas que passam a
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Família Cassiano Lima: Cassiano, Ricardo, Fabiane e Guilherme
fazer parte dessa nova vida. Num primeiro momento é o cuidado no relacionamento entre os esposos. Passam também pelos cuidados e atenção com os filhos, sejam eles gerados no casamento ou os filhos de coração. E o cÍrculo de atenção
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se expande, e os cuidados atingem outras dimensões. O que me parece interessante é que justamente nesse círculo de atenção e cuidados esteja a explicação de por que “casar é bom”. O matrimônio, enquanto voca-
ção, é sacramento não só para o casal, mas para todos, para a Igreja, para a comunidade. Deixamos aquilo que éramos antes e iniciamos um novo caminho, procurando cuidar da melhor maneira possível daquele pedaço da Criação que nos é confiado. Sim, haverá dificuldades (problemas do casal, dos filhos, discussões...). É importante perseverar fazendo diariamente essa pregação silenciosa a todos da imagem de Deus. Disse o Papa Francisco numa homilia sobre o matrimônio no dia 25 de maio deste ano: “Mas olhem que o amor é possível! E o amor é capaz de fazer viver apaixonados toda uma vida: na alegria e na dor, com o problema dos filhos e os próprios problemas, mas ir sempre avante. Na saúde e na doença, mas ir sempre avante. Esta é a beleza.” Cassiano Lima
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>> CATEQUESE EM AÇÃO
O Catequista e sua VOCAÇÃO
A vocação de catequista, a sua existência na Igreja, é um dom do qual há que dar graças a Deus. Juntamente com este louvor é preciso discernir que tipo de catequistas a Igreja precisa, hoje, para realizar a sua tarefa de evangelização, nesta situação histórica concreta. O catequista surge, então, como alguém chamado por Deus, vocacionado; que acredita no Senhor, com uma fé profunda; e consciente do seu ser Igreja, com uma clara identidade eclesial. O catequista participa e prolonga a missão de Jesus como Mestre, pois realiza o mandato do Senhor: “Ide e fazei discípulos” (Mt 28,19). Assim, Jesus Cristo, no seu seguimento e imitação, constitui para o catequista o modelo determinante de toda a sua missão. Para que a catequese seja significativa, o catequista deve estar enraizado na forma de ensinar de Jesus Cristo que é cativante e atrativa, pelo que deve
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viver alimentado continuamente do Mistério Pascal de Jesus Cristo, que é o conteúdo fundamental do Evangelho e o núcleo do testemunho da fé Apostólica. O catequista é, então, alguém consciente da sua fé. Tem uma posição tranqüila e serena da sua opção por Cristo, confia n’Ele e vive em docilidade à ação do Espírito Santo. Isto significa que o catequista deve ocupar-se da sua própria vida no Espírito como exigência da responsabilidade que lhe outorga a Igreja, catequizar. O catequista experimentará um processo contínuo de amadurecimento na fé e configuração com Cristo, segundo a vontade de Deus Pai, guiado pelo Espírito Santo. De acordo com a exortação apostólica Christifideles Laici, o plano pessoal de vida espiritual cristã, necessário para todo aquele que quer viver na busca permanente da vontade de Deus,
tem como elementos indispensáveis a escuta pronta e dócil da Palavra de Deus, a oração filial e constante, uma verdadeira direção espiritual, e a leitura, feita na fé, dos dons e dos talentos recebidos, bem como das diversas situações sociais e históricas em
que nos encontramos (Cf ChL 58). Neste mês de agosto também dedicado ao catequista, quero agradecer a todos pelo trabalho e dedicação, que Maria Nossa Mães os abençoe e cumule de muitas bênçãos um grande abraço.
ORAÇÃO DO CATEQUISTA Conceda-me, Senhor, o dom da sabedoria que provém do vosso Santo Espírito. Dai-me o entendimento de vossa verdade para que eu possa vivê-la e comunicá-la a tantas pessoas que desejam conhecê-la. Iluminai-me com a luz da verdadeira fé, para que eu possa transmiti-la aos corações sedentos de autenticidade. Jesus, Mestre Divino, que formastes os apóstolos segundo os princípios do vosso Evangelho, conduzi-me sempre pelos caminhos de vossa verdadeira ciência. Ajudai-me, Senhor, a assumir o compromisso de minha missão de catequista e fazei que eu me torne capaz de orientar muitos outros no caminho da verdadeira felicidade. Que eu me deixe envolver profundamente pelo amor do Pai e possa comunicar esse amor aos meus irmãos e irmãs. Amém. Coordenação, Ir. Lucia Anita Caçol
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Eucaristia: Fonte e ápice da vida e da missão da Igreja A Eucaristia é a celebração da Ceia do Senhor e a renovação da Nova e Eterna Aliança de Deus com seu povo. E o memorial do Sacrifício de Jesus em favor da humanidade. É o centro da vida cristã. Ela nos reúne e nos faz Igreja o “Corpo de Cristo.” É sinal de unidade e alimento para nossa caminhada rumo ao Céu. Para nós católicos, principalmente aos domingos devemos nos reunir para celebrar a ressurreição do Senhor e este chamado nos é feito desde o tempo dos apóstolos “Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar”. (At 2,1) A palavra Eucaristia significa “ação de graças”. Com fé e alegria, nos reunimos em nome do Senhor, escutamos sua palavra, damos graças ao Pai, nos oferecemos a Ele com Jesus Cristo, alimentamos com o pão da vida e “SOMOS ENVIADOS EM MISSÃO”. Somos chamados a testemunhar nossa fé em nosso dia-a-dia e colaborar no crescimento do Reino de Deus nos vários ambientes em que vivemos, em casa, na escola, no trabalho, nas ruas onde quer que estejamos. Como nos pede a Igreja hoje, devemos ser uma Igreja em saída, que sai de si, que abandona seus orgulhos, preconceitos e vai ao encontro dos mais necessitados, sofridos, abandonados e excluídos. Quando Comungamos, seja na reunião em comunidade, na palavra ou no corpo e sangue, nos unimos a Cristo e formamos um só corpo. Como disse São Leão Magno “ A nossa participação no cor-
po e sangue de Cristo age de tal modo que nos transformamos naquele que recebemos”. Mons. Fortunato Frezza resumiu na XI Assembléia-geral Ordinária do Sínodo dos Bispos: “O envio missionário a evangelizar todos os povos, confiado por Jesus aos discípulos, fundado no Batismo como sacramento que abre a estrada a uma nova vida, marcada pelo caráter indelével dos filhos de Deus, compreende a formação das consciências a um estilo de vida evangélico centralizado no anúncio da Boa Nova e no mandamento novo do amor, do qual a Eucaristia é o cume e a fonte inesgotável. Por isso, o mandato missionário a evangelizar carrega consigo as profundas implicações sociais da caridade do anúncio e da caridade da solidariedade. A alma desta caridade eclesial é o corpo eucarístico do Senhor, que faz a Igreja e une o povo terreno à Igreja celeste dos santos. Na liturgia, ato da Igreja entre as pessoas, exercita-se desde sempre uma missão especial, aquela de que as formas litúrgicas sejam acessíveis aos discípulos das inúmeras culturas humanas. Por fim, uma típica atitude da missão é a busca da paz trazida através da celebração da Eucaristia, sinal de unidade, vínculo de amor, voz de perdão, como também chamado insistente à unidade de todos os discípulos do Senhor.” “QUE ALEGRIA QUANDO ME VIERAM DIZER: VAMOS SUBIR À CASA DO SENHOR” Paz e Bem Arquidonis Bassani e Ana Maria de Carvalho Bassani - Mescs.
>> PARAPSICOLOGIA E QUALIDADE DE VIDA
Misericórdia... Perdão... Compreensão... Como o mundo seria melhor, se essas três palavrinhas movessem o dia a dia de nossas vidas. Quantas doenças com certeza não existiriam! O perdão e a compreensão nos libertam de toda forma de desamor. Curam as feridas provocadas pela raiva, pelas mágoas e ressentimentos e nos fazem ver no outro, um Filho de Deus, como eu próprio, amado e querido. Misericórdia é a atitude divina de quem acolhe, abraça, perdoa, compreende.... como o Grande Mestre Jesus fazia. Ele mesmo disse que não veio para os justos, mas para os pecadores. Quando o Papa João XXIII abriu o Concílio Vaticano II disse: "Esposa de Cristo prefere usar o remédio da misericórdia em vez de empunhar as armas do rigor." Todos os Papas dos últimos tempos ressaltaram a importância da misericórdia como núcleo central da mensagem evangélica. E nosso querido Papa Francisco, ao abrir a Porta Santa e instituir o Ano da Misericórdia, nos convida a uma mudança nas nossas atitudes, nas nossas palavras e pensamentos. Quem de nós já não passou por si-
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tuações difíceis, em que precisou ser cuidado, ser curado, ser compreendido e perdoado?! Quem de nós já não precisou de braço amigo para se reerguer e seguir em frente na retomada do caminho. Diante da realidade do mundo em que vivemos, onde todos os dias ouvimos notícias de mortes por violência, tantos irmãos nossos fugindo de suas terras, pedindo abrigo em outros países... veio-me a intuição de escrever algo sobre misericórdia. "Jesus é o rosto da misericórdia do Pai" Tal misericórdia tornou-se viva, visível e atingiu seu ponto culminante em Jesus de Nazaré. O Pai, rico em misericórdia, depois de ter revelado o seu nome a Moisés como Deus misericordioso e clemente, cheio de bondade e fidelidade, não cessou de dar a conhecer, de vários modos e em muitos momentos da história, a sua natureza divina. Com suas palavras e seus gestos Jesus revela a misericórdia de Deus. Contemplar o mistério da misericórdia, é fonte de alegria, de serenidade e paz. Misericórdia é o ato supremo pelo qual Deus vem ao nosso
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encontro. Misericórdia é a lei fundamental que mora no coração de cada pessoa, quando vê com olhos sinceros o irmão que encontra no caminho da vida. Misericórdia é o caminho que une Deus e o Homem, porque nos abre o coração à esperança de sermos amados para sempre, apesar da limitação do nosso pecado. Há momentos em que somos chamados de maneira ainda mais intensa, a fixar o olhar na misericórdia para nos tornarmos nós mesmos, sinal eficaz do agir do Pai. O amor e a misericórdia do Pai tornou-se visível e palpável em toda a vida de Jesus. A sua pessoa não é senão amor, um amor que se dá gratuitamente. O relacionamento de Jesus com as pessoas sofridas que se achegavam a Ele, manifesta algo único e irrepetível. Os sinais que realiza, sobretudo com os pecadores, as pessoas pobres, marginalizadas, doentes e atribulados, decorrem sob o signo da misericórdia. Tudo nele fala da Misericórdia. Nele nada há que seja desprovido de compaixão. Como podemos ver no
episódio da multiplicação dos pães: "Vendo que a multidão que o seguia, estava cansada e batida, Jesus sentiu no fundo do coração uma intensa compaixão por elas. Em virtude desse amor compassivo curou os doentes que lhe apresentaram e com poucos pães e peixes, saciou grandes multidões." Concluo com uma mensagem de Madre Teresa de Calcutá: "O que importa, não é o quanto fazemos, nem o quanto damos ao outro, mas o quanto de amor colocamos no que fazemos, no quanto amor colocamos no doar."
Nelly Kirsten Parapsicóloga Clínica e Hipnóloga Fone: 041 991170869 / 997061086
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Sintomas de Depressão Depressão é a falta de perspectiva diante do futuro e da vida, nada tem sentido, nada tem graça e tudo é muito difícil. É um transtorno grave de humor ou do afeto, com sintomas físicos e/ou psíquicos, que podem comprometer a vida pessoal, social e produtiva da pessoa. É desproporcional e muito duradoura em relação a um evento entristecedor ou estressante. Pode surgir após uma perda, mas geralmente não está associada a uma situação que a justifique. A depressão pode durar meses, anos até a vida inteira e atinge até as pessoas sem problemas aparentes. A depressão é constatada quando pelo menos cinco dos sintomas abaixo, permanecem pelo menos por duas semanas seguidas: 01. Perda do interesse ou prazer nas coisas, que antes você gostava, na maior parte do dia, quase todos os dias. 02. Tristeza, melancolia ou humor deprimido constante, quase todos os dias.Nada tem graça, nada tem sentido 03. Problemas no estômago ou na digestão.Diminuição ou aumento do apetite ou peso ocasionando variação do peso corporal maior que 5% ao mês. 04. Alteração do sono, insônia ou sono em excesso,quase todos os dias. 05. Inquietação psicomotora ou retardo perceptível. 06. Falta de energia, fadiga e dificuldade de concentração,quase todos os dias
pressão, como uma doença grave, a morte de alguém, a perda de um emprego ou uma separação. Com a terapia pode-se aprender técnicas para lidar com os problemas, recuperar o prazer pela vida e o sentimento de controle sobre ela. Com a hipnose é possível a análise de fatores inconscientes que determinam o ânimo do paciente, seja agindo diretamente em funções de seu corpo. Algumas atitudes podem ajudar no tratamento da depressão como: atividades físicas, prática de meditação, cercar-se de amigos que sejam afirmativos e afetivos, dar boas risadas, alimentos saudáveis, cuidar de um jardim, participar de trabalhos voluntários e principalmente nunca parar de combater a depressão. 07. Baixa-estima ou culpa excessiva. 08. Dificuldade de tomar decisões. Capacidade de raciocínio e concentração diminuída 09. Sentimento de desesperança. Pensamentos de morte recorrentes, tentativa de suicídioe automutilação. 10. Falta de prazer, sente-se sem forças para buscar estímulos prazerosos, tudo é difícil. Problemas sexuais, como a falta de interesse. A terapia e a hipnose tem sido evidenciadas, cada vez mais, como essenciais para evidenciar todas as frentes em que a depressãose manifesta, apontar caminhos para entender os comportamentos, emoções e ideias que possam estar contribuindo para a de-
José Tizzot e Vanessa Tizzot, Hipnoterapeutas e Terapeutas Clínicos da Equipe do SOS Família Mercês. SINPASC 385 e 386
SOS FAMÍLIA MERCÊS O SOS FAMÍLIA MERCÊS é um movimento da Paróquia Nossa Senhora das Mercês, que procura auxiliar as pessoas e famílias se manterem em seu perfeito equilíbrio, para viverem a verdadeira paz dentro de uma convivência harmônica. É um trabalho voluntariado de escuta, formado por pessoas comprometidas com a construção de um mundo mais solidário e fraterno, ajudando você a encontrar soluções para suas di-
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ficuldades, indicando caminhos, pistas, ouvindo, orientando e encaminhando.
Com acolhimento individual, gratuito e acompanhamento psicológico e parapsicológico, o SOS
FAMÍLIA MERCÊS está à disposição da comunidade, dando apoio aos participantes da Celebração de Entreajuda e a todos que procuram ajuda e orientação para seus problemas, nas quintas-feiras das 08h30 às 11h e das 14h às 20h. Na reunião realizada no dia 15 de junho foi eleito o novo Conselho Coordenador do SOS FAMÌLIA MERCÊS formado pelos paroquianos José Tizzot, Jorge Brittes e José Carlos.
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O Papa Francisco fala da Santidade para todos (Parte I) Gaudete et Exsultate: "Alegrai-vos e Exultai" O Papa Francisco lançou mais uma de suas oportunas exortações ao mundo católico. Desta vez é a Exortação Apostólica: Gaudete et Exsultate: "Alegrai-vos e Exultai" (Mt. 5,12). O documento não é longo, mas consta de cinco substanciais capítulos. Eu vou abordar em duas etapas, uma parcela de riqueza espiritual que ali se encontra. Vou me ater o mais possível à visão do Papa sobre a santidade, praticamente resumindo o que o mesmo falou. O Papa acena para os meios tradicionais de santificação: Oração, Palavra de
Deus, Eucaristia, etc... Apresenta com detalhes outras idéias e atitudes que enriquecem e aumentam a viabilidade para se construir a santidade. O Papa Francisco trabalha cinco grandes manifestações de amor a Deus e ao próximo que são consideradas particularmente importantes, devido a alguns riscos e limites da cultura de hoje. Nós sabemos o quanto a cultura envolve e seduz o homem. A firmeza interior, que é obra da graça, impede que sejamos arrastados pela violência que invade a vida social, porque a
graça aplaca a vaidade e torna possível a mansidão do coração. O santo não gasta as suas energias a lamentar-se dos erros alheios, é capaz de guardar silêncio sobre os defeitos de seus irmãos e evita a violência verbal que destrói e maltrata, porque não se julga digno de ser duro com os outros, mas considera-os superiores a si próprio (Fl. 2,3). Não olha com altivez, não assume o papel de juiz sem piedade etc... A nota do rodapé fala nas muitas formas de bullying que, embora pareçam elegantes ou respeitosas e até
mesmo espirituais, provocam muito sofrimento na auto estima dos outros. Papel das humilhações. A humildade só pode enraizar no coração através das humilhações. Sem elas, não há humildade, nem santidade. Se não for capaz de suportar e oferecer a Deus algumas humilhações, não és humilde, nem estás no caminho da santidade. A santidade que Deus dá à sua Igreja, vem através da humilhação do seu Filho, Jesus: este é o caminho. Há humilhações diárias daqueles que calam para salvar a família, ou evitam
falar bem de si mesmos e preferem louvar os outros em vez de se gloriar. Escolhem as tarefas menos vistosas e às vezes preferem suportar algo de injusto para oferecer ao Senhor: "Se fazeis o bem e suportais o sofrimento, isto vos torna agradáveis junto a Deus (1Pd. 2,20).
Frei José Maria da Silva OFMCap - Vigário Paroquial
Formando para melhor servir... As sementes colocadas em boa terra, produzem saborosos frutos. É exatamente isso que é possível contemplar ao término do segundo módulo do Curso de Formação, que está acontecendo semanalmente na Paróquia Nossa Senhora das Mercês. Os cursos estão sendo frequentados, não só pelos paroquianos, mas por pessoas vindas de outras comunidades, como é o caso de um casal que se desloca todas as segundas feiras de São José dos Pinhais, em busca de formação e aprofundamento da fé. A avaliação positiva desta iniciativa pode ser verificada pela alegria e assiduidade dos participantes.
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O módulo sobre Eclesiologia que foi ministrado por Dom Amilton Manoel da Silva e Frei Vicente Artuso, compreendeu alguns conceitos de Eclesiologia, história da Igreja, e um olhar mais detalhado sobre o Concílio Vaticano II e a “Igreja em tempo do Papa Francisco”. Um ditado popular diz: “Só
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se ama o que se conhece.” Conhecer mais a nossa Igreja, é acreditar na sua missão e na força do testemunho que a mantém viva e atuante há aproximadamente dois mil anos. Agosto, mês em que a Igreja no Brasil, reza pelas vocações, o tema do Curso de Formação é sobre a Vocação Leiga, lembrando que 2018 é o ano dos Leigos e Leigas. Para este importante acontecimento, a CNBB publicou um documento (Documentos da CNBB 105), intitulado CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE. O lema inspirado em Mateus 5,13-14, “SAL DA
TERRA E LUZ DO MUNDO”, é um grande incentivo para o laicato, força viva e atuante da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil. Este tema será ministrado pelo Teólogo Leigo Odaril José da Rosa, responsável pela animação missionária no Paraná e da Missão Católica Paulo VI em Guiné Bissau - África. “A Igreja é o povo santo de Deus, peregrino e evangelizador, é o corpo de Cristo presente e atuante na história dos seres humanos, é o templo do Espírito Santo. Na eclesiologia de comunhão funda-se a concepção dos cristãos leigos e leigas
como sujeitos eclesiais, discípulos missionários, membros da Igreja e cidadãos do mundo. Como tais são chamados a colaborar na ação evangelizadora em todos os âmbitos da Igreja e do mundo, superando os entraves que atrapalham sua missão.” (Doc. 105, nº92). Venha, comparti lhar conosco desta bela experiência de refletir, rezar e aprofundar, como comunidade as “razões de nossa fé”. Maiores informações na Secretaria Paroquial.
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Comissão de Formação da Paróquia Nossa Senhora das Mercês.
FATOS DA VIDA PAROQUIAL >> ACONTECEU
Nossa amiga Olga... Há pouco mais de nove anos começou a trabalhar em nossa paróquia, nossa amiga Olga. Com seu jeito simples e direto, conquistou muitas pessoas. Com seu trabalho incansável, quer nos dias normais, quer nas comemorações, das mais simples às mais importantes, sempre estava lá.... trabalhando, fazendo mais que apenas a sua parte, sempre solidária e solicita, com sua extraordinária força e capacidade de trabalho. Foram muitos Natais, Anos Novos, aniversário da padroeira, primeiras sextas feiras dos anos, enfim, sempre cumprindo a sua parte, contribuindo para que a Paróquia Nossa Senhora das Mercês pudesse realizar sua missão e acolher seus paroquianos da melhor maneira possível.
carinho, disponibilidade e amor. A Paróquia Nossa Senhora das Mercês expressa aqui sua gratidão a você, Olga, pelo seu serviço e doação, que ficarão sempre guardados em nossas mentes e corações, ao tempo em que roga ao Senhor das Luzes, para que continue a abençoá-la, por toda vida. O tempo passa, e foi um bom tempo. Risos, alegrias e também algum choro, mas foi muito bom! Entretanto, há tempo de semear e tempo de colher. Tempo de chegar... e tempo de partir. Nossa colaboradora e amiga Olga conquistou o direito à sua aposentadoria e agora parte para estar mais próxima e disponível para a sua família, para compensá-los e recompensá-los, com seu
>> VAI ACONTECER
Semana da Família Convidamos toda comunidade para as festividades da Semana da Família em nossa Paróquia: Terça-Feira 14 de agosto às 20h Terço em Família Venha rezar com sua família traga o terço e uma imagem de sua devoção para receber a Bênção da Família. *** Quarta-Feira 15 de agosto às 20h Palestra As Cinco Linguagens do Amor no Salão Paroquial. *** Sexta-Feira 17 de agosto às 20h Pizza das Famílias, Teatro e Confraternização no Salão Paroquial R$ 10,00 por pessoa incluindo pizza e bebida. Faça sua reserva na Secretaria Paroquial pelo telefone 3335-5752.
Assembléia Litúrgica Muito Obrigado Olga! Seja muito feliz!
Sábado 18 de agosto às 14h30 Assembléia Litúrgica no Salão Paroquial - Destinada aos coordenadores e integrantes das pastorais e movimentos e comunidade em geral. Contamos com sua valiosa presença!
>> PASTORAL DO DÍZIMO
BOAS VINDAS AOS NOVOS DIZIMISTAS DOS MESES DE JUNHO E JULHO/18: Rachel Scucato da Cruz, Rivadavia Gavião Marques Gomes Pinheiro, Luciano Gurski, Mário Marques da Silva, Ana Paula Ribeiro Braosi, Adriana Maria Colett dos Santos, Antonio Carlos Dornelas e Maria Stammer.
Sou cristão porque ofereço o Dízimo? Um dia através do batismo, ingressamos na comunidade cristã. Somos membros desta grande família de católicos do mundo inteiro. O Espírito Santo é nosso guia, é ele quem nos torna participantes da Igreja, nos inspira para que coloquemos a serviço dos irmãos, os nossos dons e partilhemos o nosso pão. Entre tantas formas de participar da Igreja, o dízimo é uma delas. O dízimo é uma prática que tem sua origem na Bíblia, e consequentemente, é sempre atual. Dízimo é um sinal de fé e gratidão. Quem tem fé, acolhe a Pala-
Julho - Agosto.2018
vra de Deus, participa e passa a entender o verdadeiro significado do dízimo. No seguimento de Jesus Cristo, o dízimo não é tido como um peso, pois Deus faz muito mais por nós. Nosso “obrigado”, será sempre pequeno, diante de tantas maravilhas que Deus realiza. Importa então, que o dízimo seja uma expressão de gratidão e fé “porque faço parte da minha Igreja, ofereço o meu dízimo”, quem é fiel na oferta do dízimo, faz a experiência de uma vida diferente, pois a graça de dar, gera a graça de receber. “Trazei o Dízimo ao templo do Senhor” (Ml 3,10). Boletim Informativo da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
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Boletim Informativo da ParĂłquia Nossa Senhora das MercĂŞs
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