Ano XIX - nยบ 178 - Abril.2018
>> Igreja Matriz
>> Demonstrativo Financeiro
Nossa Senhora das Mercês
>> Fevereiro.2018
Horários e atendimentos ENDEREÇO: da Paróquia e Convento Av. Manoel Ribas, 966 - 80810-000 Curitiba-PR Tel. Paróquia: (041) 3335.5752 Tel. Convento: (041) 3335.1606 Tel. Catequese: (041) 3336.3982
EXPEDIENTE DA SECRETARIA PAROQUIAL: De segunda a sexta Sábado
Das 8h às 12h e das 13h às 17h50 das 9h à 12h
HORÁRIO DE MISSAS: MISSAS HORÁRIO Segunda-feira: 6h30 Terça, quarta e quinta-feira: 6h30 e 19h Sexta-feira: 6h30, 15h e 19h Sábado: 6h30, 17h e 19h Domingo: 6h30, 7h30, 9h, 10h30, 12h, 17h, 19h
ENTREAJUDA Quinta-feira
9h, 15h e 20h
NOVENA PERPÉTUA DE N. SRA. DAS MERCÊS Sexta-feira 8h30 e 19h
>> Março.2018
RECEITAS
RECEITAS
Dízimo Paroquial ..................................................... R$ 70.721,50 Ofertas ..................................................................... R$ 22.850,50 Espórtulas/ Batizados/ Casamentos ...................... R$ 1.800,00 TOTAL .................................................................. R$ 95.372,00 Dizimistas Cadastrados 1016 Dizimistas que Contribuíram 746 Novos Dizimistas 04
Dízimo Paroquial ..................................................... R$ 70.935,00 Ofertas ..................................................................... R$ 22.980,00 Espórtulas/ Batizados/ Casamentos ...................... R$ 1.390,00 Capelinhas .............................................................. R$ 449,10 Lugares Santos ........................................................ R$ 1.048,00 Camp. da Fraternidade ............................................ R$ 5.255,00 TOTAL .................................................................. R$102.057,10 Dizimistas Cadastrados 1015 Dizimistas que Contribuíram 805 Novos Dizimistas 04
DESPESAS DIMENSÃO RELIGIOSA Salários/ Férias /PIS /FGTS/ INSS/13° .......................... R$ Moveis e Utensilios ................................................... R$ Côngruas ................................................................... R$ Bens Sacros / Liturgicos - Catequese ........................... R$ Desp. Cultos / Ornamentação/ Homenagens ............... R$ Luz / Água / Telefone ................................................... R$ Conserv. dos Imóveis/ Pinturas / Reformas ................. R$ Costura/ Gás/ Alimentação / Lavanderias ................... R$ Investimentos - Computador e Serviços ....................... R$ Despesas com Correios (Dízimo) ................................. R$ Serviço de Contabilidade ............................................ R$ Serviços de Alarme/ Segurança ................................... R$ Manut. de Veículos/ Combustíveis/ Seguros/ Multas .... R$ Material de Limpeza .................................................. R$ Jornal ”O Capuchinho” .............................................. R$ Revistas/ Internet/ WebTv .......................................... R$ Plano de Saúde de Func. / Farmácia ............................ R$ Vale Alimentação ...................................................... R$ Casa Paroquial/ Auxilio Alimentação - IPAS ................ R$ Vale Transportes / Fretes ............................................ R$
19.021,51 2.164,82 11.841,00 420,00 603,00 2.772,64 3.172,36 826,65 161,70 373,75 120,00 149,35 560,53 1.528,00 0,00 459,18 2.070,00 3.454,91 2.811,00 486,15
TOTAL .................................................................. R$ 52.996,55 ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO Sexta-feira das 9h às 19h Bênção com o Santíssimo às 18h30 BÊNÇÃOS De segunda a sexta-feira: das 8h às 11h30 e das 14h às 17h30 Sábado: das 9h30 às 11h30 e das 14h às 17h Telefone para agendar bênçãos: 41 3335.1606
ANIVERSARIANTES Nossa Paróquia felicita os aniversariantes do mês de abril, oferecendo a todos a prece comunitária e as intenções na Santa Missa. Saúde, paz, prosperidade e que nunca falte o amor a Jesus Cristo e Nossa Senhora em suas famílias.
>> Expediente do Boletim
O CAPUCHINHO Direção: Frei João José dos Santos Colaboradores: Freis Capuchinhos, Padres, Religiosas e Leigos da Paróquia e Comunidade Jornalista responsável: Luiz Witiuk – DRT nº 2859 Coordenação: Izilda de Figueiredo Diagramação e Arte: Editora Exceuni (41) 3657-2864 / 99983-3933 Impressão: Press Alternativa - (41) 3657-4542 Tiragem: 3.000 exemplares
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DIMENSÃO MISSIONÁRIA Taxa para Arquidiocese Ref. Janeiro/18 ................. R$ Taxa para a Província Freis Capuchinhos .............. R$ Mat. Pastoral /Catequético /Cursos / Seminário ... R$
9.745,50 7.931,80 986,54
DESPESAS DIMENSÃO RELIGIOSA Salários/ Férias /PIS /FGTS/ INSS/ ............................... R$ Moveis e Utensilios ................................................... R$ Côngruas ................................................................... R$ Bens Sacros / Liturgicos - Catequese ........................... R$ Desp. Cultos / Ornamentação/ Homenagens ............... R$ Luz / Água / Telefone ................................................... R$ Conserv. dos Imóveis/ Pinturas / Reformas ................. R$ Costura/ Gás/ Alimentação / Lavanderias ................... R$ Investimentos - Computador e Serviços ....................... R$ Despesas com Correios (Dízimo) ................................. R$ Serviço de Contabilidade ............................................ R$ Serviços de Alarme/ Segurança ................................... R$ Manut. de Veículos/ Combustíveis/ Seguros/ Multas .... R$ Material de Limpeza .................................................. R$ Jornal ”O Capuchinho” ............................................... R$ Revistas/ Internet/ WebTv .......................................... R$ Plano de Saúde de Func. / Farmácia ............................ R$ Vale Alimentação ...................................................... R$ Casa Paroquial/ Auxilio Alimentação - IPAS ................ R$ Vale Transportes / Fretes ............................................ R$ Bens Sacros e Liturgicos ............................................. R$ Tarifas Bancarias ...................................................... R$ Café do Dízimo ........................................................... R$ Material de Expediente ............................................... R$ TOTAL ................................................................... R$
18.007,20 633,00 11.841,00 748,35 1.558,00 3.190,74 1.900,00 807,80 1.270,46 725,85 120,00 149,35 538,80 998,90 560,00 901,73 2.070,00 3.366,89 2.811,00 730,50 1.115,37 32,90 1.990,00 1.345,30 57.413,14
DIMENSÃO MISSIONÁRIA
TOTAL .................................................................. R$ 18.663,84
Taxa para Arquidiocese Ref. Fevereiro/18 .............. R$ 9.745,50 Taxa para a Província Freis Capuchinhos .............. R$ 10.305,80 Mat. Pastoral /Catequético /Cursos / Seminário ... R$ 4.446,04 TOTAL .................................................................. R$ 24.497,34
DIMENSÃO SOCIAL
DIMENSÃO SOCIAL
Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz / CIC ........ R$ 3.000,00 TOTAL .................................................................. R$ 3.000,00 TOTAL GERAL ........................................................ R$ 74.660,39
Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz / CIC ........ R$ 3.000,00 TOTAL .................................................................. R$ 3.000,00 TOTAL GERAL ........................................................ R$ 84.910,48
>> Ação Social da Paróquia N. Sra. das Mercês Graças à generosidade dos paroquianos, dizimistas e benfeitores, arrecadamos e distribuímos nos meses de fevereiro e março.2018, os donativos abaixo discriminados: DEMONSTRATIVO DAS DOAÇÕES: FEVEREIRO.2018 Peças de Roupas
Destinatário Paróquia Paróquia Paróquia Paróquia TOTAL
N.Sra. da Luz - CIC - Matriz N.Sra. da Conceição Alm. Tamandaré N. Sra. de Fátima - CIC - Vila Verde N.Sra. das Mercês
660 1264 1415 342 3681
Pares de Calçados
Diversos
70 190 82 15 357
29 143 72 17 261
Alimentos Kg 55kg 50kg 71kg 176kg
Cestas 60 23 10 20 113
cestas cestas cestas cestas cestas
À Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz, doamos em dinheiro: R$ 3.000,00 para a promoção humana. DEMONSTRATIVO DAS DOAÇÕES: MARÇO.2018 Peças de Roupas
Destinatário Paróquia Paróquia Paróquia Paróquia TOTAL
Boletim Informativo da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
N.Sra. da Luz - CIC - Matriz N.Sra. da Conceição Alm. Tamandaré N. Sra. de Fátima - CIC - Vila Verde N.Sra. das Mercês
1232 2330 1060 415 5037
Pares de Calçados 116 309 131 09 565
Diversos 84 64 105 3 256
Alimentos Kg 121 kg 74 kg 60 kg 255 kg
Cestas 70 60 10 22 162
À Ação Social da Paróquia N. Sra. da Luz, doamos em dinheiro: R$ 3.000,00 para a promoção humana.
Agradecemos a você, pela sua generosa doação. Frei João José dos Santos - Pároco Abril.2018
cestas cestas cestas cestas cestas
>> Mensagem do Pároco
Mês de Abril Caros leitores e leitoras do jornal "O Capuchinho" Paz e Bem! Há poucos dias celebramos a mais solene festa do cristianismo, celebramos a Ressurreição de Jesus. A ressurreição não é um acontecimento do passado, que não tem haver com nosso dia a dia. A Ressurreição é a expressão maior do agir de Deus na história, uma ação exclusiva sem o componente da ação humana. Este acontecimento nos abre a uma compreensão muito mais profunda de nossa própria vida, uma compreensão que advém a fé em Deus manifestada em Jesus Cristo Cristo. A ressurreição de Jesus é então, a demonstração súbita do voltar-se de Deus para o mundo, como salvador de toda a humanidade. O nosso olhar não é mais o mesmo, as coisas podem permanecer como antes com os problemas, sofrimentos, decepções e violências, mas agora somos chamados a interpretar toda a nossa história à luz da Ressurreição de Jesus. O Jesus é exaltado, é definitivamente a pessoa vivificada totalmente por Deus e, em consequência vivificadora, a auto expressão de Deus. Na Ressurreição de Jesus, já ocorreu, portanto, o ponto de culminância do caminho de Deus com os homens. Cristo é a causa da nossa ressurreição. Assim, como diz K. Rahner "Tudo o que ainda está por vir não passa de execução do já ocorrido na ressurreição de Jesus." O crucificado exaltado para junto de Deus, participa do poder vivificante de Deus e em razão dis-
Não estamos sozinhos, o Senhor permanece conosco vivo: "Não tenhais medo, sou eu, aquele que vive. Estive morto, mas agora estou vivo pelos séculos dos séculos" (Ap 1, 17-18). No Cristo ressuscitado tudo é transformado, isto é, não existe mais separação entre o aqui e o agora, entre o tempo e o espaço, ele quebrou todas as barreiras, ele superou todas as dificuldades. Toda história da salvação tem seu ponto culminante na morte e Ressurreição de Jesus Cristo. A Ressurreição de Jesus abre, por isso, a era do amor, que consiste na busca constante de superação do pecado e da morte. Todo cristão deve se esforçar para viver nesta mesma perspectiva a cada dia de sua vida. Não se deixando abater pelos problemas que muitas vezes insistem em nos acompanhar, mas pelo contrário, deixar-se entusiasmar pela presença viva de Jesus Ressuscitado.
so, está presente no mundo inteiro no Espírito Santo. Essa presença oculta, é testemunhada e realizada por Cristo específica e concretamente na tangibilidade dos sinais sacramentais: na Palavra e Sacramento como forma de oferecimento por cada um de nós. Assim, em Cristo, Deus quer permanecer sem cessar, presente no mundo.
Frei João José dos Santos, OFMCap
São Pio de Pietrelcina visita Pastoral do Papa Francisco No dia 17 de março de 2018 o Papa Francisco visitou os lugares de São Pio: Pietrelcina e San Giovanni Rotondo. Foi visita à terra abençoada pela presença dessa extraordinária figura, que, com a sua santidade e com as chagas do Crucificado impressas no seu corpo, como aconteceu também ao Seráfico Pai São Francisco, moveu tantas almas distantes e próximas, levando-as ao Senhor. Foi também uma peregrinação para rezar e invocar a intercessão de São Pio sobre seu pontificado, que, em um período marcado pela fadiga e por tantos problemas, necessita do sustento dos Santos; para rezar pela Igreja, para que seus filhos lhe sejam fiéis e a amem; para rezar pelo mundo, para que cessem as guerras, e quantos sofrem pela fome, pelas doenças, etc., encontrem em São Pio um apoio e um intercessor junto a Deus.
Abril.2018
O Papa Francisco esteve nestes lugares recordando duas datas: há cem anos, em Pietrelcina, em 1918, foram impressos na carne de Frei Pio os estigmas, causa sucessiva de tantas desconfianças e incompreensões, enquanto que, em setembro de cinquenta anos atrás, em 1968, deixava fisicamente a visão deste mundo,
mas não abandonava a sua terra e nem seus filhos espirituais. O fascínio da sua santidade e o perfume de seus estigmas continuaram a atrair ainda muitas almas. Padre Pio de Pietrelcina foi um frade e sacerdote católico italiano, da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, elevado a santo pela Igreja Ca-
tólica como São Pio de Pietrelcina em 16 de junho de 2002, proclamado na Praça de São Pedro pelo pontífice Papa João Paulo II. A sua festa litúrgica é celebrada dia 23 de setembro. Em breve, na nossa Paróquia das Mercês teremos a Novena de São Pio de Pietrelcina.
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>> PASTORAL DO DÍZIMO
BOAS VINDAS AOS NOVOS DIZIMISTAS DOS MESES DE FEVEREIRO E MARÇO/18 Elisabeth de Andrade Pereira, Matheus David Inocente Domingos, Rafael Grolla Vido e Juliane Budal Gritten.
Dízimo para quê? Nosso dízimo, aquele pedacinho de vida de cada um de nós ofertado a Deus, vai permitir que ele se manifeste através da Igreja pela proclamação de sua palavra, pela Sagrada Eucaristia, pelos sacramentos, pelo socorro aos carentes, pelo trabalho missionário. De tudo isso, o dizimista precisa estar sempre informado, é seu direito. O dízimo aponta em seu propósito, para quatro elementos, como se fossem os quatro pontos cardeais: para Deus, para o Próximo, para a Criação e para Nós Mesmos.
Nos tempos do Antigo Testamento, a Lei de Moisés prescrevia o pagamento obrigatório de 10% dos rendimentos do fiel, pagos na forma de bens e mantimentos, principalmente produtos agrícolas, para manter a tribo de Levi e os sacerdotes, responsáveis pela manutenção do Tabernáculo e depois do Templo. "Dê cada um conforme o impulso do seu coração, sem tristeza nem constrangimento. Deus ama a quem dá com alegria." (2Cor 9,7).
A Ordem Franciscana Secular - OFS e a Ecologia A OFS não herdou de Francisco apenas a sua rica espiritualidade calcada no Evangelho. Há ainda um outro grande legado que precisa ser ardorosamente honrado pelos Terceiros Franciscanos: o seu amor pela criação, pela natureza. Esta é uma bandeira franciscana que não perde o seu frescor e tem o condão de levar a uma visível identificação com o santo de todos os seres vivos e coisas. É o que se pode chamar de lídima Ecologia. A Ecologia ganhou a atenção da ciência e ocupa crescentes espaços nos meios de comunicação. Os cientistas se dividem entre os que prevêem poucas conseqüências com as mudanças climáticas, em razoável parte influenciadas pela destruição crescente da natureza, e os que vaticinam, a meu ver fundamentadamente, o advento de grandes catástrofes naturais . Gorbachev teria dito que não é a segurança militar mas, o equilíbrio ecológico que deverá constituir a preocupação primordial dos Estados nos próximos anos. O aumento da abordagem sobre Ecologia leva a uma evocação mais freqüente de São Francisco de Assis, só que, infelizmente, com prevalência do ângulo romântico ou poético em detrimento do aspecto teológico.
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Falar de São Francisco e da criação sem falar em seu profundo respeito e amor pelo Criador; conceber uma Ecologia sem referência a Deus, é uma maneira muito restrita e ilusória de abordar o assunto. São Francisco fez uma profunda experiência de Deus Criador e se sentiu irmão de tudo o que provem das mãos do Senhor. É uma visão que nasce da fé. São Francisco associase ao canto das suas irmãs, as criaturas, de louvores ao Senhor. O homem desenvolve tecnologias agressivas e destruidoras em relação à natureza, mas como afirma sabiamente um cientista: "A função
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da razão é promover a arte da vida." São Francisco de Assis foi uma das poucas pessoas que soube viver a harmonia cósmica, aliás predita pelo profeta Isaías. Celano diz "Quem seria capaz de mostrar a doçura que sentia quando contemplava nas criaturas a sabedoria do Criador, seu poder e sua bondade?" São Boaventura escreve: "Tinha amor tão entranhado pelas criaturas, que também estas o compreendiam e criavam uma relação de simpatia e fraternidade, uma vez que as criaturas irracionais eram capazes de reconhecer o seu carinho."
É importante vivenciar a mística de São Francisco de Assis, em relação às criaturas e também nos transformarmos em militantes pró causa da Ecologia. Para os Terceiros Franciscanos isto faz parte de seu DNA. Há tempos li e não me recordo mais o nome de seu sábio proponente, que propunha o seguinte: 1º) Contestar fortemente, com todos os meios possíveis: técnicos, econômicos, políticos, culturais, éticos, religiosos a qualquer tipo de destruição de partes ou regiões do nosso Planeta, bem como a extinção de espécies da flora e da fauna. 2º) Superar o utilitarismo cósmico e passar à celebração cósmica. Para tanto, faz-se mister implantar uma cultura ecológica baseada no amor, no respeito e na justiça.
Frei José Maria da Silva OFMCap Vigário Paroquial
Abril.2018
Aleluia! Cristo Ressuscitou... É Tempo Pascal O Ano Litúrgico, tal como está organizado, insere os cristãos no Mistério Pascal, ou seja, no mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus. Nos 40 dias que antecedem a Páscoa, os textos bíblicos, sugeridos nas celebrações, são um convite para peregrinar com o Mestre, rumo à Jerusalém. No ciclo do Ano Litúrgico, após a quaresma, vem oTempo Pascal que é celebrado durante cinquenta dias, ou seja, do Domingo da Ressurreição até Pentecostes. Este tempo nasce, é inaugurado na Vigília Pascal, a "Mãe" de todas as vigílias, o coração do Ano Litúrgico. São cinquenta dias na presença de Cristo Ressuscitado, na expectativa da vinda do Espírito Santo. A espiritualidade deste tempo é marcada por um clima de contagiante alegria. "Ó que manhã de luz, recém amanhecida, ressuscitou Jesus para nos chamar à vida", reza uma canção própria deste tempo. Sim, é um grande chamado à vida, a uma vida configurada com a de Jesus, que durante sua vida pública devolveu vida aos pobres, aos aleijados, aos desprezados e abandonados pela sociedade. O tempo Pascal é caracterizado pelo
movimento, pela saída, pelo ir ao encontro do Ressuscitado. Os discípulos e as discípulas que acompanharam Jesus no caminho da cruz, tornam-se agora testemunhas oculares de sua Ressurreição. O Discípulo Amado, Maria Madalena, Maria Mãe de Jesus, juntamente com outras mulheres, com coragem e ousadia, permaneceram em pé diante da cruz, testemunhando a maior prova de AMOR, a entrega até as últimas consequências. São eles que ao amanhecer daquele primeiro dia, adiantaram-se, e para surpresa de todos, encontraram a pedra que estivera na porta do sepulcro, onde o corpo de Jesus tinha sido colocado, fora do lugar e o túmulo vazio. Eles foram depressa, mas não a pressa e a ansiedade tão próprios do nosso tempo. Não! É outra coisa, algo que brota de dentro, fruto da experiência de alguém que tinha permanecido ao lado de Jesus, que tinha recostado a cabeça no seu peito, que tinha ungido seus pés com perfumes e enxugado com os próprios cabelos, e mais, de alguém que O tinha gerado em seu ventre, acalentado no seu colo, acompanhado seus primeiros passos e que tinha provocado seu primeiro milagre. São
esses os discípulos e as discípulas, a quem Jesus aparece ressuscitado. As leituras bíblicas do tempo Pascal falam dos diversos momentos de encontros com o Ressuscitado. Encontros que transformam, que provocam, inquietam e suscitam vida nova. O que falar do belo encontro com os Discípulos de Emaús? Aqueles que, decepcionados e cabisbaixos com o fim trágico do Mestre, o qual tinham seguido desde a Galileia até Jerusalém, de quem tudo esperavam, em quem tinham depositado total confiança, acreditando que seria Ele o restaurador de Israel, retornavam, certamente para sua localidade de origem, para ali recomeçar suas vidas. Mas um inesperado encontro, impediu-os de continuar com a intenção de ir até Emaús, e muito depressa empreenderam o caminho de volta, para encontrar com os discípulos que tinham permanecido em Jerusalém, para contar, cheios de alegria, tudo o que tinha lhes acontecido no caminho, e como O tinham reconhecido ao partir do pão. Páscoa é passagem. Passagem da morte para a vida, do pecado para o amor, da escravidão para a liberdade. Quando deixamo-nos interpelar pelo mistério da
paixão e morte de Jesus, quando corajosamente abraçamos a cruz, com Ele chegaremos a Ressurreição. Quando deixamos verdadeiramente a Páscoa acontecer em nossas vidas, a partir de nossa própria interioridade, ou seja, perscrutando o apelo de conversão, que parte do mais profundo do coração, nos tornaremos discípulos missionários, anunciando o Cristo Ressuscitado, não necessariamente por palavras, mas em atitudes concretas de serviço e de participação na comunidade.
Ir. Neriuza Franco Filha da Caridade
A Ressurreição de Cristo e nossa fé na vida além da morte: "Felizes os que morrem no Senhor" (Ap 13,14) Para o teólogo Frei Clodovis Boff "a morte como assunto é tabu. Ela é recalcada, removida através de meras alusões ou mesmo totalmente silenciada" (Clodovis Boff. Escatologia. Breve Tratado Teológico-Pastoral. S.Paulo: Ave Maria, 2012,p.31). Quando se fala na vida eterna após a morte não raro muitos reagem "é assunto de igrejeiros". Morte não combina com felicidade. É um absurdo para quem vê a vida sem a dimensão da esperança futura, de uma felicidade que transcende a vida terrena. Dante Alighieri na sua obra O Paraíso, canto XIV descreve o que os cristãos acreditam: a imortalidade da alma associada à ressurreição do corpo. Dante narra que viu as almas dos santos dançando felizes, em coro duplo, e que ouvindo dizer por boca de Beatriz, que elas "se tornariam novamente visíveis" (v.17) em virtude da conjunção com os corpos de outrora, avivaram o ritmo da dança e elevaram o tom do canto: "mostraram uma nova alegria em sua dança e em sua maravilhosa melodia"(v. 22-23). E depois de ouvirem atentamente as razões teológicas, expostas pelo sábio Salomão de sua futura reunião com os corpos, responderam "Amém" e estremeceram de esperança na felicidade da ressurreição (Apud, Clodovis Boff, p.35-nota). Crer em Cristo inclui o crer na ressur-
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reição final. A ressurreição na morte significa crer na felicidade além desta vida. A felicidade também está na morte que é desdramatizada para quem vive em Cristo. Viver em Cristo é viver como nova criatura. Paulo fala que os cristãos em vida, já vivem como ressuscitados buscando as coisas do alto, o que é de Deus (Cl 3,1-3). Portanto somos povo que vive da esperança, mas perseverantes na fé mesmo em meio a sofrimentos da vida presente (1Ts 1,2-3). Encontra-se na Bíblia, muitas bem aventuranças, promessas de felicidade, especialmente no Evangelho de Mateus (Mt 5), Lucas (Lc 6), e especialmente no livro do Apocalipse (Ap 1,3; 14,13; 16,15; 19,9; 20,6; 22,7; 22,14). Jesus veio para que todos tenham vida e a tenham em abundância (Jo 10,10). A primeira vista esta palavra parece contrastar com as palavras do Apocalipse 14,13. Ali o vidente João mediante uma voz do céu recebe a ordem: "Escreve: felizes os mortos, os que desde agora morrem no Senhor. Sim, diz o Espírito, que descansem de suas fadigas, pois suas obras os acompanham" .No entanto, a luz da teologia do quarto evangelho, nesse particular está alinhada com o Apocalipse. Quem vive em Cristo, nele crê tem a vida eterna. Não há contradição entre vida presente e vida eterna. Assim como a morte acompanha a vida em todo seu
processo, assim a nível teológico a vida em Cristo na graça acompanha toda a existência terrena até seu desabrochar na eternidade. Há uma escatologia futura e uma escatologia presente. Quem crê no Filho de Deus tem a vida eterna. A vida no "hoje" em Cristo Jesus é a vida do amanhã. Vive-se o futuro no presente e colhese no futuro o que é semeado na vida terrena. Segundo Mateus 25, no juízo final o que vai valer é uma vida frutuosa nas obras do amor, a fé ativa na caridade. Dirá o Filho do Homem: "Vinde benditos de meu Pai. Tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, estava nu e me vestistes, doente e me visitastes". Nesse texto a bem aventurança resulta de uma vida doada, de obras que foram bênçãos para aqueles que sofrem uma condição de vida indigna. Os que semearam obras humanitárias, motivados pelo amor, são benditos, isto é felizes e bem aventurados. "As suas obras os acompanham" (Ap 14,13).Quem crê em Cristo pratica as obras de Deus. Se vocês creem, praticam as minhas obras, pois eu faço as obras do meu Pai e dou testemunho. Se vocês não acreditam em mim acreditem ao menos em minhas obras. Nesses textos nota-se que a obra de Deus é revelada na vida de Jesus. "Eu trabalho e meu pai trabalha sempre". E a obra de Deus é que ninguém pereça, mas tenha a vida
eterna. De fato quem vive em Cristo e nele crê tem a vida, como Cristo vive no Pai e tem a vida. Portanto a palavra vida em João não é limitada pela morte. E a morte de Cristo está associada a sua ressurreição. Por isso mesmo a vida de Cristo é também glorificada na morte. Por consequência para quem vive em Cristo Jesus também a sua morte é glorificação desde que tenha permanecido em Cristo e produzido muito fruto. Quem produz fruto permanece na vida, porque Deus é glorificado quando produzimos muitos frutos. Eis o sentido claro da alegoria da videira e os ramos (Jo 15). A morte de Cristo está associada a sua ressurreição e glorificação, assim também a morte do cristão é glorificação com Cristo.
Frei Vicente Artuso Doutor em Teologia e Professor da PUCPR
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2º DOMINGO DA PÁSCOA: O Domingo da Divina Misericórdia A liturgia deste 2º domingo é de uma riqueza inestimável, com variadíssimos elementos que, infelizmente, não poderemos tratar aqui com a merecida precisão. Vamos então nos concentrar em alguns elementos da Palavra de Deus e da liturgia que nos ajudem a viver melhor e a converter nosso coração. Em primeiro lugar este domingo encerra o ciclo chamado oitava da páscoa. A oitava estende a celebração do domingo da Páscoa, como o nome indica, durante oito dias. Todos os dias da oitava são verdadeiro domingo de páscoa, para que celebremos intensamente o mistério da nossa libertação, a passagem da morte para a vida. Para que nos recordemos que a ressureição de Jesus é a nossa ressureição. A liturgia deste 2º domingo destaca a tarde da ressurreição quando o Senhor aparece aos apóstolos. É o primeiro encontro da comunidade com o Ressuscitado. Durante a história da Igreja este dia também ficou conhecido como dominica in albis, literalmente, domingo de branco. Os batizados na noite da vigília pascal eram apresentados à comunidade neste domingo. O branco, cor da veste usada no batismo pelos que recebem o sacramento, é o símbolo da regeneração espiritual, o convite à conversão permanente que recebemos ao ingressarmos na comunidade dos que creem em Jesus Ressuscitado. O Papa São João Paulo II instituiu a celebração deste domingo como o domingo da Divina Misericórdia. E que clarividência, própria de um santo, a de São João Paulo! Pois é disso que se trata nesta grande celebração. A misericórdia é a forma mais íntima da ação de Deus. O nosso Deus é um Deus que se compadece amorosamente de seus filhos, isto é, com-padece, sofre conosco, está presente em nossas dores. Miseri-córdia é compadecer-se de todo o coração (extotocorde).A sua misericórdia é a forma como nos liberta de nossos sofrimentos, morais, espirituais, psíquicos e materiais, com o perdão que nos oferece na ressurreição de seu Filho, com o cuidado de nossas feridas, com o carinho de um Pai amoroso. Olhemos mais atentamente a liturgia. Como Deus realiza essa obra de misericórdia conosco? O Evangelho deste domingo é o de João 20, 19-31. É o encontro do Ressuscitado com a comunidade. E qual é a primeira frase de Jesus Ressuscitado à sua Igreja? É “a paz esteja convosco!” (v. 19). Uma Igreja que faz a experiência da misericórdia é a Igreja que faz a experiência da paz. Paz que recebemos de Jesus paz que comunicamos aos irmãos. Nesta direção nos leva a leitura dos Atos dos Apóstolos 4, 32-35 que compõe a liturgia deste domingo. A comunidade que faz a
experiência da paz é a comunidade em que os irmãos e as irmãs estão em paz um com os outros. Somos nós, cristãs e cristãos, mulheres e homens de boa vontade, os instrumentos usados por Deus para comunicar paz e agir misericordiosamente. Quando trocamos palavras de violência uns com os outros; quando concordamos com atos violentos realizados em nossa sociedade; quando dividimos em nosso coração os seres humanos em dois grupos, o daqueles que merecem viver e o daqueles que é abandonado à morte violenta, à fome e às misérias, aqueles para os quais somos indiferente; quando agimos assim é sinal que não fomos capazes de ouvir plenamente o Evangelho de Jesus. Se sua boa notícia é a paz, como podemos de sã consciência crer que a violência pode ser uma resposta adequada para ser utilizada por cristãos? Para Jesus, para o seu projeto, toda vida, de cada ser humano, é importante. Mais ainda, no momento da dor, do sofrimento, é justamente pelos que lhe perseguiam que Jesus rezava: “Pai, perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem” (Lc 23, 34).
Tomé estava fora da comunidade quando Jesus aparece pela primeira vez, por isso descrê. Como pode estar vivo aquele que vimos morto? Como pode desejar a paz depois de ser perseguido, torturado e condenado à morte? Mas quando, reunido com a comunidade, Jesus aparece, Tomé nem precisa tocar nas feridas de Jesus, como disse que faria, para dizer: “Meu Senhor e meu Deus” (v. 28). Irmãs e irmãos, só na comunidade podemos fazer a experiência de fé com Jesus Ressuscitado. Mas não em uma comunidade formal, no simples fato de nos sentarmos no mesmo banco em uma missa. A experiência com Jesus exige uma comunidade efetiva: de sentirmo-nos responsáveis pelas necessidades de nosso próximo, de acolhermos quem é diferente de nós mas ainda sim nosso irmão, de respeitarmo-nos e termos um só coração, como nos ensina a leitura dos Atos dos Apóstolos. Trata-se de dar não do que nos sobra, daquilo que é supérfluo e não queremos mais, mas de doar um pouco de nós mesmos para a comunidade, para os irmãos, para que outros possam ter uma vida melhor e mais digna. Se invocamos a misericórdia de Deus neste domingo mas ao mesmo tempo clamamos por vingança, somos indiferentes ao sofrimento alheio, nos calamos frente à injustiça, apoiamos condutas violentas ou até mesmo agimos violentamente, estamos ainda longe do Evangelho de Jesus. O Evangelho é misericórdia. E a experiência da misericórdia é a paz que nos liberta de todo medo e todo pecado. É a paz que queremos construir para nosso país, para nossa cidade, para nossa família, para cada um de nós. Paz só podemos construir agindo pacificamente, com fé no Ressuscitado. Paz e Bem!
Frei Marcus Vinicius de Souza Nunes, OFMCap
>> PASTORAL LITÚRGICA
Formação de Liturgia e Canto "A Liturgia é o ponto culminante para o qual tende a ação da Igreja e ao mesmo tempo é a fonte donde provém toda a sua força" Sacrosanctum Concilium, 10 No dia 24 de março, na Paróquia São José, bairro Capão Raso, participei do primeiro encontro do ano de 2018 de Formação de Liturgia e Canto. A equipe Arquidiocesana, liderada pelo Padre José Airton, abordaram os seguintes temas: Acolhida, Leitores, Salmistas e Canto Litúrgico. ACOLHIDA “Quem recebe vocês, recebe a Mim; e quem Me recebe, recebe Aquele que Me enviou” (Mt 10,40) A Pastoral da Acolhida é um serviço da Igreja que se destina a “receber bem” e “ir ao encontro” das pessoas, com o objetivo de integrá-las na celebração e na comunidade, para que sejam membros vivos e atuantes do povo de Deus, através de uma vivência de comunhão e participação. Acolher vai muito além do cumprimento formal, a Pastoral da Acolhida deve ser uma referencia de amizade aos que vem à Igreja. Buscar conhecer as pessoas respeitá-las nas suas limitações, se apresentar sempre como disponível a ajudar, ou seja, ser a voz da Igreja mais próxima das pessoas, com suas necessidades reais. Nosso gesto acolhedor, de humildade e de serviço deve ser uma de nossas marcas afim de que fortaleçamos o espírito de comunidade em nossas paróquias.
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LEITORES “Proclamar a Palavra de Deus é uma honra, um serviço em prol da assembléia litúrgica.” A Palavra de Deus na celebração litúrgica deve ser proclamada com simplicidade e autenticidade. Eis alguns aspectos fundamentais para bem proclamar a Palavra de Deus: 1. A formação bíblico-litúrgica: é importante ter um conhecimento da Bíblia, sua estrutura, composição, livros, gêneros literários (histórico, poético, profético, sapiencial...) e também ter uma preparação litúrgica para distinguir os ritos e suas partes, saber o significado ministerial no contexto da Liturgia da Palavra. 2. A preparação técnica: inclui como chegar ao ambão e posicionar-se nele, como usar o microfone e o lecionário, atenção ao pronunciar os diversos nomes e termos bíblicos, de que maneira proclamar os textos, evitando uma leitura apagada ou enfática demais. 3. A formação espiritual: Para anunciar a Palavra de Deus o leitor precisa procurar cuidar da vida interior da Graça e dispor-se com espírito de oração e olhar de fé. Na próxima edição: Salmo e Canto Litúrgico. Adriana Blum
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>> CATEQUESE EM AÇÃO
Esse sacramento é conhecido por diversos nomes: Eucaristia, Santa Missa, Ceia do Senhor, Fração do Pão, Celebração Eucarística, Memorial da Paixão, da Morte e da Ressurreição do Senhor; Santo Sacrifício, Santa e Divina Liturgia, Santos Mistérios, Santíssimo Sacramento do altar, Santa Comunhão. Originalmente, a Sagrada Eucaristia era a oração de ação de graças da Igreja primitiva e precedia a consagração do pão e do vinho. Posteriormente, a Palavra foi conferida a toda celebração da Santa Missa. A Sagrada Eucaristia é o sacramento em que Jesus entrega o Seu Corpo e o Seu Sangue - Ele próprio, por nós, para que também nos entreguemos a Ele em amor e nos unamos a Ele na Sagrada Comunhão. É o próprio sacrifício do Corpo e do Sangue do Senhor Jesus, que Ele instituiu para perpetuar o sacrifício da cruz no decorrer dos séculos até o Seu regresso, confiando assim à Sua Igreja o memorial da Sua Morte e Ressurreição. É o sinal da unidade, o vínculo da caridade, o banquete pascal em que se recebe Cristo, a alma se enche de graça e nos é dado o penhor da vida eterna. Sendo, portanto, a Eucaristia um memorial no sentido que torna presente e atual o sacrifício que Cristo ofereceu ao Pai, uma vez por todas, na cruz, em favor da humanidade. O caráter sacrifical da Eucaristia manifesta-se nas próprias palavras da instituição dela: "Isto é o meu corpo, que vai ser entregue por vós" e "este cálice é a nova aliança no meu sangue, que vai ser derramado por vós" (Lc 22,19-20). O sacrifício da cruz e o sacrifício da Eucaristia são um único sacrifício. Idênticos é a vítima e Aquele que oferece diverso é só o modo de oferecerse: cruento na cruz, incruento na Eucaristia.
OS FRUTOS DA SAGRADA EUCARISTIA Os frutos da sagrada comunhão são diversos. Ela aumenta a nossa união com Cristo e com a Sua Igreja, conserva e renova a vida da graça recebida no batismo e na crisma, e faz-nos crescer no amor para com o próximo. Fortalecendo-nos na caridade, perdoa os pecados veniais e preserva-nos dos pecados mortais, no futuro.
Por fim, a Eucaristia nos enche das graças e bênçãos do céu, fortalece-nos para a peregrinação desta vida, faz-nos desejar a vida eterna, unindo-nos desde já a Cristo, sentado à direita do Pai, à Igreja do Céu, a Santíssima V irgem e a todos os santos. Portanto, o sacrifício de Jesus na cruz torna-se presente durante a consagração do pão e do vinho, ou seja, na Eucaristia; desta forma, os mistérios da Eucaristia são os mistérios do próprio Cristo. Este é um grande dom da nossa fé: crer que, na Eucaristia, Jesus se faz presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade. Neste ano temos 42 crianças que pela primeira vez irão receber a Eucaristia. A Confirmação é o sacramento que completa o batismo e pelo qual recebemos o dom do Espírito Santo. Quem se decide livremente por uma vida como filho de Deus e pede o Paráclito, sob o sinal da imposição das mãos e da unção do óleo da Crisma, obtém a força para testemunhar o amor e o poder do Senhor com palavras e atos. Essa pessoa agora é membro legítimo e responsável da Igreja Católica.
Foto: Matozo Foto e Vídeo - Tel.: (41) 3364-9328 / (41) 99919-1498
O significado da palavra Crisma Chama-se Crisma (nas Igrejas Orientais: Crismação com o Santo Myron) por causa do rito essencial, que é a unção. Chama-se Confirmação, porque confirma e reforça a graça batismal. O óleo da Crisma é composto de óleo de oliveira (azeite) perfumado com resina balsâmica. Na manhã da Quinta-feira Santa, o bispo o consagra para ser utilizado no batismo, na confirmação, na ordenação dos sacerdotes e dos bispos e na consagração dos altares e dos sinos. O óleo representa a alegria, a força e a saúde. Quem é ungido com a Crisma deve difundir o bom perfume de Cristo (cf. II Cor 2,15).
O efeito da Confirmação é a efusão especial do Espírito Santo, como no Pentecostes. Tal efusão imprime, na alma, um carácter indelével e traz consigo um crescimento da graça batismal:
enraíza mais profundamente na filiação divina, une mais firmemente a Cristo e a Sua Igreja, revigora na alma os dons do Espírito Santo e dá uma força especial para testemunhar a fé cristã. Teremos 44 Jovens que irão receber o Sacramenta da Crisma em maio. Gostaria de agradecer aos catequistas da Primeira Eucaristia e da Crisma, aos pais como também a catequista da Crisma de Adultos pelo carinho e trabalho dedicado na formação das crianças e jovens. Muito Deus lhes pague, ao Frei João José pelo apoio, presença e Incentivo. Que Deus abençoe a todos.
Irmã Lúcia Anita Caçol - Coordenação da Catequese 2018
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Domingo do Bom Pastor: Dia Mundial de Oração pelas vocações O quarto domingo do tempo pascal é o Domingo do Bom Pastor, e também dia mundial de oração pelas vocações. Mas como falar em Pastor, sendo que hoje tantos são os charlatões que se designam "pastores"? Como ouvir a voz de Deus dentre tantas vozes que ouvimos? Para onde esse Bom Pastor irá nos conduzir? No evangelho quarto domingo da Páscoa Jesus diz a nós "Eu sou a porta das ovelhas"(Jo 10,1-10). Jesus é o único Pastor da nossa vida, e com muito amor ele cuida de cada um de nós. Jesus entrega totalmente a sua vida, porque Ele ama a cada um de nós. A comparação que Jesus faz, é com um redil de ovelhas, as ovelhas ouvem e conhecem a voz do Pastor. Elas podem não entender o que está acontecendo, mas confiam naquele que cuida com tanto amor delas. Hoje muito facilmente encontramos pessoas que tem medo da violência, que sentem a insegurança de perder seu emprego, o medo de adoecer; e muitas dessas inseguranças são reais, mais real ainda é o amor que Deus tem por cada pessoa. A voz de Deus não vai sair de entre as nuvens e transmitir uma mensagem para cada pessoa, Deus sussurra ao coração quando as pessoas têm a coragem de se apresentarem com humildade no silêncio da oração. Aquilo que o mundo oferece é inseguro e instável, mas aquilo que Deus nos dá é permanente, assim é com a nossa vocação. Existem quatro vocações: à vida matrimonial, ao laicato, à vida religiosa e ao sacerdócio. Ninguém pode roubar do nosso coração o chamado que o Bom Pastor fez a cada um. Não existe Igreja sem vocação, não existe família sem vocação, não existe pessoa sem vocação. Nesse dia tão especial, somos convidados a duas atitudes, primeiro rezar com muita fé por todas as vocações, e em segundo lugar, dar testemunho de felicidade na vivência da vocação pessoal. A huma-
ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES DO PAPA PAULO VI Jesus, mestre divino, que chamaste os Apóstolos a vos seguirem, continuai a passar pelas nossas famílias, pelas nossas escolas e continuai a repetir o convite a muitos de nossos jovens. Dai coragem às pessoas convidadas. Dai força para que vos sejam fiéis como apóstolos leigos, como diáconos, padres e bispos, como religiosos e religiosas, como missionários e missionárias, para o bem do povo de Deus e de toda a humanidade. Amém. nidade precisa de padres felizes, de religiosos alegres, mas principalmente de leigos comprometidos, de pais e mães de família que se doam e que amam a doação que fazem. Vamos rezar de todo coração nesse dia para que as famílias sejam cada vez mais lares onde Deus habita, espelhos da Sagrada Família; assim mais jovens serão animados para consagrarem sua vida a Deus, nossos sacerdotes serão contagiados com a alegria da comunidade e nossos leigos terão a coragem de aceitar os desafios propostos por Deus na sua Vida. A Igreja precisa da sua oração e do seu testemunho! Vamos fazer juntos a oração pelas vocações.
Frei Kleber Moresco, OFMCap
Vamos rezar pelas vocações.... Por que? "A colheita é grande, mas os trabalhadores são poucos." Lucas 10:2 A chamada de Deus acontece através da mediação comunitária. Deus chama-nos a fazer parte da Igreja e, depois dum certo amadurecimento nela, dá-nos uma vocação específica. (Papa Francisco) Maria é a discípula mais perfeita do Senhor, sua seguidora mais radical, ela nos ensina que a vocação é sustentada pela oração de cada membro da comunidade, temos papel fundamental na construção de santas vocações. A vocação é um dom de Deus por isso é importante sempre lembrar de rezar por elas, para que o Senhor envie bons operários para sua messe. É pela oração que se pode criar mais sensibilidade e receptividade ao chamado do Senhor. Que possamos redescobrir a alegria de pertencer a Igreja, responder com fidelidade ao chamado a uma vida em Cristo. Descobrir a beleza do chamado que cada pessoa rece-
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be, de desempenhar uma missão que é só dela, descobrir um modo mais concreto para viver a nossa vocação a santidade que recebemos no dia em que fomos batizados. A nossa vocação comum e universal e a santidade!
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Para sermos fieis a missão que Deus por sua infinita bondade nos concedeu, precisamos estar intimamente ligados com Ele em oração. O testemunho de Maria e José ilumina os vocacionados e aponta um caminho já trilhado por muitas pesso-
as que em um determinado momento da história se entregaram inteiramente a Deus. Com eles aprendemos o valor do silêncio, o significado da humildade, a disponibilidade da resposta, a coragem do êxodo, a capacidade de meditar os desígnios de Deus e a ousadia da fé que nos sustenta de pé diante da cruz e das contradições. Também destacamos a presença de Maria na comunidade dos discípulos. Deste modo, assinalamos a importância de uma animação vocacional inserida e integrada na comunidade, unida na mesma fé, partilhando as mesmas esperanças e vivendo em comunhão que se manifesta na sintonia com os demais grupos eclesiais. Maria é companhia segura porque acompanha os chamados como acompanhou os apóstolos e a Igreja nascente. E nos acompanha hoje! Deus suscita e fortalece através de orações e nós assumimos e vivemos.
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Somos todos chamados a estar em constante conversão e comunhão com Deus. Rezemos pelas vocações e façamos tudo que estiver ao nosso alcance para cumprir o mandato de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe.” Que as vocações ocupem um lugar privilegiado no coração e nas orações de cada um de nós. Peçamos a intercessão da virgem Maria para que Deus continue suscitando novas vocações. SOU IRMÃ TAÍS, TENHO 25 ANOS, NATURAL DA CIDADE DE TOLEDO-PR
IRMÃ AMANDA SIMONE TEIXEIRA, 25 ANOS, NATURAL DE BARBACENA - MINAS GERAIS
IRMÃ PATRICIA RODRIGUES BONFIM, 25 ANOS, NATURAL DE CIANORTE – PR
IRMÃ DANIELE MICHAELSEM RAMOS, 20 ANOS, NATURAL DE LARANJEIRAS DO SUL-PR.
Sempre fui atuante na Paróquia como ministra auxiliar da comunidade e no movimento da Renovação Carismática Católica (RCC). Com tempo a sensação de que estava fazendo pouco aumentava junto com a busca de entregar ainda mais para o serviço da Igreja, e assim depois de conhecer as Filhas da Caridade no Colégio Vicentino Imaculado Coração de Maria (incomar - Toledo), nasceu uma forte identificação pelo carisma e o desejo de saber mais sobre a V ida Consagrada ,foi quando ingressei na 1 etapa de formação (aspirantado). Tudo isso só foi possível graças ao apoio principalmente espiritual de uma comunidade de fé que constantemente reza por todas as vocações.
Primeiramente, o carisma vicentino suscita em minha família ao longo de muitos anos. Impulsionada por meus pais sempre atuante na Sociedade São Vicente de Paulo, o amor pelo serviço dos pobres foi crescendo de uma maneira incomensurável. Minha comunidade paroquial de São Sebastião, realiza um trabalho formativo vocacional, juntamente com as Filhas da Caridade. Através deste trabalho senti-me impulsionada a buscar de uma maneira mais audaciosa o serviço de Jesus Cristo. Com as orações de minha comunidade, venho sendo fortalecida para continuar respondendo o sim diário. Portanto, confio muito nas singelas orações pelas vocações.
Minha resposta ao chamado de Deus, para servi-lo por meio da vida consagrada se deu por primeiro ao zelo e pelas vezes que meus pais me possibilitaram a oportunidade de estar inserida nas atividades da Igreja, por meio das Comunidades Eclesiais de Base e tantas outras atividades que com o tempo foram suscitando em mim o desejo de servir a Deus. Com tempo comecei a me inserir nos trabalhos pastorais de minha paróquia; a começar pela Sociedade São Vicente de Paulo, que foi onde comecei a cultivar de forma mais intensa e consciente o meu querer servir o outro, e onde tive meu primeiro contato com uma Filha da Caridade. Hoje ao pensar sobre a importância de orar pelas vocações, ouso dizer que minha vocação é fruto das orações de minha comunidade. E certa que essas mesmas orações me ajudam a caminhar e perseverar.
Meus pais sempre tiveram por costume rezar o terço e colocar como intenção principal todos os vocacionados (as), sempre foram muito atuantes na Igreja, foi onde despertou o desejo de conhecer mais profundamente o carisma e a missão das Filhas da Caridade, de compreender a minha missão na Igreja e assim sou profundamente grata pelo apoio e as orações da comunidade que assumiu o propósito de rezar por mim, “por que nós decidimos, mas o espírito de Deus nos conserva no caminho” e por tantos vocacionado que se doam por amor. Somos todos chamados a estar em constante conversão e comunhão com Deus. Rezemos pelas vocações e façamos tudo que estiver ao nosso alcance para cumprir o mandato de Jesus: “Pedi ao Senhor da messe que envie operários para a sua messe. “
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>> PARAPSICOLOGIA E QUALIDADE DE VIDA
Como enfrentar as preocupações e viver serenamente A preocupação esgota nossa energia, deturpa nossos pensamentos e enfraquece qualquer ambição. A maior parte dos transtornos de nossa vida está dentro de nós mesmos, em nossa mente. Felizmente a solução para eles também está ali, pois o mistério de Deus habita dentro de nós. “O que a mente causa a mente cura...” Qualquer experiência que nos tortura a alma, traz consigo a oportunidade de crescermos com ela. Já é provado cientificamente que 75% das nossas preocupações acabam não acontecendo. Será que procuramos cultivar durante o dia pensamentos que nos trazem, alegria, paz, serenidade, entusiasmo pela vida ou cultivamos mais pensamentos de raiva, tristezas, culpas, medos? Você atrai para você o que pensa e imagina ao longo do dia... Será que ficamos lamentando o
passado, preocupados com o futuro e esquecemos de viver o presente? Muitos de nós agimos assim: remoemos o ontem e nos afligimos com o amanhã, em vez de vivermos com intensidade e entusiasmo o presente. A vida passa com uma rapidez inacreditável. O bem mais precioso que possuímos é o hoje. É ele o único bem que de fato possuímos. Então, você pode pensar no passado, mas não ficar preocupado, remoendo e sofrendo com ele, pois o seu passado é sua história de vida. E ficou para ser compreendido e não lamentado. Você pode pensar no futuro, mas não preocupar-se tanto com o futuro. Pois, através da compreensão do passado, pode-se viver um presente mais tranquilo e construir um futuro feliz.Como disse Jesus: “não vos inquieteis pelo dia de amanhã”. A melhor forma de libertar-se da preocupação é ocupar-se. Ao enfren-
tar uma preocupação, pergunte: o que de pior pode acontecer nessa situação? E aceite esse pior... Isso fará com que você mude o foco e com mais calma, tranquilidade vai pensar em soluções. Para encerrar vamos mentalizar e interiorizar essa linda poesia: SAUDAÇÃO À ALVORADA Cuida deste dia! Ele é a vida, a própria essência da vida. Em seu breve curso, estão todas as verdades e realidades da sua existência, ou seja: A bênção do crescimento... A glória da ação... O esplendor da realização... Pois o dia de ontem não é senão um sonho ... E o amanhã somente uma visão. Mas, o dia de hoje bem vivido, transforma os dias de ontem num sonho de ventura e os dias de amanhã numa visão da esperança.
Cuida bem, pois, do dia de hoje! Eis a saudação à alvorada.
Ana Maria Fagundes Arana Parapsicóloga Hipnóloga Odontopediatra Atendimento voluntário, palestras, relax e participante da Equipe da Entreajuda na Paróquia N.Sra das Mercês
>> ESPIRITUALIDADE E PARAPSICOLOGIA Nº 96
A Mágoa e o Perdão I Imagine vários aviões voando em volta de um aeroporto sem poderem pousar. Mágoas não resolvidas são como aviões voando em círculos há dias e semanas sem fim. Outros aviões chegaram e pousaram, mas suas mágoas não resolvidas continuam a ocupar um precioso espaço aéreo. Infelizmente, muitos sofrem durante anos por causa de mágoas. Estudos revelam que: - A falta de perdão é um fator de risco para as doenças cardíacas; - Pessoas que culpam outras por seus problemas apresentam índices mais altos de doenças cardiovasculares e cânceres. - Pessoas que pensam em não perdoar outra pessoa mostram mudanças negativas na pressão arterial, na tensão muscular e no sistema imunológico. - As pessoas que demonstram mais inclinação ao perdão têm menos problemas de saúde. - O perdão gera menos estresse. - Pessoas que pensam em perdoar notam uma melhora imediata nos seus sistemas cardiovascular, muscular e nervoso. Em algum momento da vida podemos passar por injustiças, traições, frustrações, violências, tragédias. Nessas situações outros podem estar envolvidos, pode ser a vida com suas surpresas, ou os nossos próprios er-
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ros. A verdade é que não é fácil recuperar a serenidade quando o sofrimento nos envolve. Dependendo de como reagimos diante de situações dolorosas ficamos ressentidos, criamos mágoa. Uma mágoa surge quando: 1. Algo acontece em nossas vidas que não queríamos que acontecesse ou quando não acontece algo que desejávamos muito que acontecesse. 2. Gastamos muito tempo e energia pensando no que aconteceu. A mágoa surge quando não se consegue lidar bem com as expectativas que não se realizaram e se aluga um espaço muito grande em sua mente para esta situação que fez sofrer. Só porque coisas ruins acontecem não significa que você tem de ficar pensando ou falando nelas o tempo todo. Ao concentrarmos uma atenção muito grande num sofrimento, esse se torna mais intenso, criando um hábito que pode ser difícil de ser quebrado. Quando você pensa muito nas feridas elas passam a ter poder sobre você. Aquilo que você lembra ou em que concentra sua atenção pode ser trocado, do mesmo modo que você pode trocar o canal da sua tevê. Se você se acostumar a assistir o canal da mágoa, provavelmente vai ver o mundo cheio de negatividade, mas, se você sintonizar os canais que transmitem as belezas da natureza e a cordia-
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lidade das pessoas, o mundo começará a parecer muito diferente. Um teste para identificar a mágoa. Recorde alguma situação dolorosa pela qual você passou. Pense a respeito do que aconteceu por alguns minutos. Depois de recordar o que aconteceu, pense ou escreva um resumo a respeito da experiência que você viveu. Agora avalie o que acontece hoje quando você pensa sobre aquela situação. Identifique os pensamentos mais frequentes que você tem ainda hoje sobre o que aconteceu. A seguir, perceba como você se sente quando pensa no acontecido e como seu corpo reage quando você relembra do sofrimento vivido. Depois de analisar seus pensamentos e sentimentos a respeito de algo que lhe aconteceu, responda sim ou não a cada uma destas quatro questões: 1.Você pensa sobre essa situação dolorosa mais do que pensa nas coisas boas da sua vida? 2. Ao pensar sobre essa situação dolorosa, você fica fisicamente indisposto ou emocionalmente perturbado? 3. Quando pensa sobre essa situação, você ainda tem hoje os mesmos e repetidos pensamentos que tinha na época? 4. Você se pega ainda contando a história sobre o que aconteceu repetidas vezes na sua mente? Se você respondeu com um sim a qualquer uma das quatro questões,
provavelmente você criou uma mágoa e está alugando para ela um espaço muito grande na sua mente. Mas você pode libertar-se dela. O Perdão é uma escolha. Todos podem aprender a perdoar. Até as pessoas que sofreram perdas devastadoras podem aprender a perdoar e a se sentir melhor em termos físicos e emocionais. Na sequência das publicações vamos aprender mais sobre o surgimento da mágoa e o aprendizado do perdão. Os que quiserem poderão relatar suas mágoas pelo e-mail <flavio.wozniack@gmail.com> ou pelo whatsapp (41) 99926-5464 e obter orientações de como encontrar a paz.
Flávio Wozniack Parapsicólogo Terapia individual, Palestras, Cursos (41) 3336-5896 99926-5464 (whats)
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>> SEMANA SANTA
DOMINGO DE RAMOS
A Semana Santa começa no Domingo de Ramos, porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho - o símbolo da humildade - e aclamado pelo povo simples que O aplaudia como "Aquele que vem em nome do Senhor." O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
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>> SEMANA SANTA
TRÍDUO PASCAL
Dos ofícios litúrgicos mais belos e emocionantes de todo o ano, nenhum se compara à liturgia dos três últimos dias da Semana Santa: o Tríduo Pascal. Fazendo-nos recordar os principais acontecimentos que marcaram os momentos finais de Nosso Senhor antes de sua gloriosa Ressurreição, a Igreja celebra entre a Quinta-feira Santa e o Sábado de Aleluia o centro da religião cristã — o mistério pascal de Jesus Cristo, de quem recebemos uma nova vida e de cujo lado trespassado brotam os sacramentos da Nova e eterna Aliança.
QUINTA-FEIRA SANTA: Missa da Ceia do Senhor e Lava Pés
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>> SEMANA SANTA
SEXTA-FEIRA SANTA: Celebração da Paixão do Senhor
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>> SEMANA SANTA
SÁBADO SANTO: Missa da Vigília Pascal
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FATOS DA VIDA PAROQUIAL >> ACONTECEU
>> VAI ACONTECER
Peregrinação da Bíblia e dos Símbolos Missionários pela Arquidiocese de Curitiba A Arquidiocese de Curitiba, acolhendo com decisão o convite evangélico do Papa Francisco por uma Igreja em saída, vem realizando inúmeras atividades para suscitar nas comunidades, pastorais e movimentos uma paixão sempre mais profunda pela missão evangelizadora da Igreja. O encontro autêntico com a pessoa de Jesus Cristo, cujo Evangelho faz transbordar o coração e a vida de alegria, gera o dinamismo missionário como forma de testemunho e partilha de toda beleza, bondade e verdade da proposta cristã aos nossos irmãos e irmãs, sobretudo aqueles que se encontram nas mais diferentes periferias existências de nossos territórios. Motivados por esta certeza e com o desejo de intensificar ainda mais os horizontes missionários de nossa Igreja, em 8 de setembro de 2017 teve início a peregrinação da Palavra de Deus e dos símbolos missionários (a cruz e a imagem de Nossa Senhora da luz dos Pinhais) em todas as paróquias que formam a nossa Arquidiocese. UMA IGREJA EM SAÍDA A Arquidiocese de Curitiba intensifica o seu horizonte missionário, com a Peregrinação da Palavra de Deus e dos Símbolos Missionários
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A BÍBLIA: A Palavra e sua força missionários A CRUZ: O amor impelente do Crucifixo IMAGEM DE NOSSA SENHORA DA LUZ DOS PINHAIS: Maria, a Mãe da Evangelização CHEGADA DOS SÍMBOLOS NA PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS MERCÊS No dia 13 de março de 2018, pelas mãos do casal de Ministros da Sagrada Comunhão Luiz Antonio Hamester e Maria da Conceição Hamester chegaram em nossa Paróquia das Mercês os Símbolos Missionários. Foram acolhidos com missa solene às 19h, ficaram em exposição no altar até o dia seguinte 14 de março, e dando continuidade à Peregrinação, os Símbolos Missionários seguiram para outras Paróquias da Arquidiocese de Curitiba.
EU ERA ÓRFÃO. HOJE SOU FILHO. 5 E 6 DE MAIO JOVENS A PARTIR DE 17 ANOS
INSCRIÇÕES PELO FACEBOOK ATOS JUVENTUDE CAPUCHINHA OU NA SECRETARIA DA PARÓQUIA LOCAL - CASA DE RETIRO SANTO ANTÔNIO - ALM. TAMANDARÉ Boletim Informativo da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
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A COMUNIDADE DAS MERCÊS NA FESTA DA RESSURREIÇÃO DE JESUS!
FOTOS: ESMÊ FERREIRA - FOTÓGRAFA - TELEFONE: (41) 99615-4772
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