Órgão Oficial de Divulgação de matérias de educação ambiental e saúde - Sistema Sul Ambiental
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Programa Protetor Ambiental - Estado de Santa Catarina Eduquem os meninos... e nao sera preciso castigar os homens¨ (Pitágoras) 1- INTRODUÇÃO Ao longo da histórica, temos observado a dominação do homem sobre a natureza, sendo esta a principal causa da degradação ambiental. Esta relação predatória esta fazendo com que ele repense seu verdadeiro papel, e passe a entender que se constitui em apenas um componente nesta intrincada relação que vincula todos os seres. A degradação ambiental em nosso Estado se verifica principalmente através da exploração dos recursos naturais e da exuberante Mata Atlântica que cobria nossa região, tal exploração afetou não somente a cobertura vegetal, mas todos os recursos naturais. Associada a esta problemática temos também o surgimento de doenças causadas pela exploração indiscriminada dos recursos naturais, como podemos citar os problemas respiratórios, causados pelo aumento da poluição atmosférica, aumento de casos de câncer de pele, causado pela destruição da camada de ozônio e doenças de veiculação hídrica como: intoxicação e a cólera, entre outras causadas pela baixa qualidade dos recursos hídricos. 2 - JUSTIFICATIVAS Observa-se que, apesar da cultura degradadora do ser humano, apos a implantação da Policia Militar Ambiental no Estado de Santa Catarina houve um aumento da consciência preservacionista. Preocupado com a preservação ambiental, a Policia Militar, através da Policia Militar Ambiental, viu a necessidade de realizar um programa de Educação Ambiental, voltado para a coletividade, denominado “Protetor Ambiental”. Este programa tem como publico alvo os adolescentes, com objetivo de buscar alternativas para preencher o seu tempo, muitas vezes ocioso. Desta forma a Policia Militar Ambiental os chama para juntos desenvolverem atividades teóricas e praticas de preservação ambiental. Observa-
se também, que a maioria dessas crianças não tem conhecimento da legislação ambiental e da problemática atual do nosso meio ambiente, dentre outros problemas sociais vivenciados em nossa sociedade, como por exemplo, as drogas, as questões relacionadas ao transito e doenças sexualmente transmissíveis. Portanto, e de suma importância a concretização deste programa, para que possamos trazer para junto de nos estes jovens na defesa do meio ambiente, bem como difundir a educação ambiental como forma de mudança de comportamento das pessoas e principalmente resgatar e exercer a cidadania na sua plenitude. 3.1 - OBJETIVOS 1 - OBJETIVO GERAL Proporcionar condições de aprendizado aos Protetores Ambientais, através de atividades teóricas e praticas voltadas a preservação do meio ambiente e integração social. 3.2 - OBJETIVOS ESPECIFICOS a) Capacitar os Protetores Ambientais para atuarem como multiplicadores e defensores do meio ambiente. b) Fortalecer o espirito de união e reciprocidade entre os integrantes do programa, patrocinadores, colaboradores e a Policia Militar / Policia Militar Ambiental. c) Contribuir para a complementação da educação que recebem de seus pais ou responsáveis, ampliando e aprimorando o desenvolvimento intelectual, social e a cognição no que tange ao meio ambiente. 4 - BENEFICIARIOS 4.1 - PROTETOR AMBIENTAL O principal beneficiário do presente programa são os Protetores Ambientais, destinatários diretos das ações desenvolvidas pelo presente projeto, que objetiva resgatar a cidadania na busca da melhoria da qualidade ambi-
5 - DESCRICAO DO PROGRAMA 5.1 - SELECAO A seleção dos integrantes se dará por teste de seleção, através da inscrição do próprio adolescente, apos abertura de vagas e divulgação do programa. Poderá fazer parte do programa, adolescente entre 12 e 14 anos, perfazendo um total de ate 30 protetores.
ental e de vida, fortalecendo e estreitando os laços entre a Policia Militar Ambiental e a Comunidade. 4.2 - ESTADO Como principal responsável pela realização do bem comum, em especial a proteção do meio ambiente, o ente estatal também e beneficiado com a realização do presente programa, pois, através das atividades desenvolvidas e desencadeadas pelos integrantes do programa no tocante a proteção ambiental, seus objetivos ambientais serão mais facilmente alcançados. 4.3 - POLÍCIA MILITAR Por tratar-se de um programa pioneiro no Estado, a Policia Militar poderá ufanar-se por apresentar mais um divisor de épocas, como já foi um marco a criação da Policia Militar Ambiental. A formação de Protetores Ambientais será mais um motivo de orgulho para milicianos catarinenses e com certeza será colhido muitos louros, pois o horizonte e promissor. 4.4 - PATROCINADOR O patrocinador que se propor a custear o programa terá um espaço destinado ao Marketing no uniforme dos integrantes do programa, podendo desta forma difundir seus produtos vinculados a preservação e defesa do meio ambiente por onde o grupo se fizer presente.
5.1.1 - TESTE DE SELECAO O teste de seleção será aplicado por integrantes da Policia Militar Ambiental, sendo questões objetivas e discursivas, onde o aluno devera demonstrar todo seu conhecimento com relação às questões ambientais, As questões objetivas, da mesma forma deverão estar relacionadas à temática ambiental: sendo questões de fauna, questões de flora, questões de recursos hídricos, questões de problemáticas ambientais. (aquecimento global, poluição, resíduos sólidos). A classificação será pela maior nota no somatório das questões. O critério de desempate se dará considerando-se a maior media do rendimento escolar anual e persistindo o empate, o critério adotado será o sorteio. 5.2 - CAPACITACAO A Capacitação dos Protetores Ambientais destina-se a informação e formação, a nível básico, na atividade de preservação e defesa do meio ambiente. A capacitação dar-se-á através de aulas teóricas e praticas, com duração mínima de 180 horas aulas, uma ou duas vezes por semana, no período matutino ou vespertino. O corpo docente será composto por policiais militares ambientais ou profissionais que atuam na área ambiental e com conhecimento da problemática ambiental.
de capacitação, os Protetores Ambientais serão multiplicadores para alunos da rede de ensino publica e particular de Santa Catarina, onde poderão continuar desenvolvendo atividades educativas e práticas relacionadas à preservação ambiental. Participarão em eventos, feiras de cunho ambiental, divulgação de datas comemorativas, como por exemplo: o dia da arvore, dia da agua, semana do meio ambiente, elaboração de teatros, campanhas educativas e palestras, entre outras, sempre acompanhados por Policial Militar Ambiental. 6 - RECURSOS 6.1 - HUMANOS O corpo docente será formado por policiais militares ambientais e profissionais que se propuserem a participar gratuitamente do projeto e o corpo discente será formado por ate 30 jovens classificados em teste de seleção. 6.2 - FISICOS Os recursos físicos a serem utilizados serão os existentes na sede da instituição policial militar ambiental e outros, se necessários, fornecidos por eventuais parceiros ou patrocinadores do programa. 6.2 - FINANCEIROS Os recursos financeiros necessários para a execução do programa serão custeados pelo próprio Estado, ou oriundo de patrocinadores e parceiros na atividade.
5.3 - V CONTINUIDADE DO PROGRAMA APOS FORMATURA Apos a conclusão do período
Secretaria de Estado da Segurança Pública e Defesa do Cidadão - Polícia Militar - Polícia Militar Ambiental
Expediente
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Regulamento do Curso de Formação do Protetor Ambiental CAPITULO I - DO CURSO Art. 1º - O curso de formação de Protetor Ambiental destina-se a informação e formação, em nível básico, de jovens na atividade de preservação do meio ambiente. Parágrafo único – Com essa finalidade, a Polícia Militar Ambiental reunirá jovens selecionados para integrarem o corpo discente do curso de formação de Protetor Ambiental. Art. 2º - Os processos seletivos deverão permitir o acesso ao curso de formação de Protetores Ambientais aos que possuam as qualidades e atributos essenciais ao curso. CAPITULO II - DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º - O curso de Protetor Ambiental integra a Instituição Policial Militar Ambiental com sede no município onde for se realizar o referido curso. Art. 4º - O efetivo de alunos que constitui o corpo de Protetores Ambientais será coordenado por um Policial Militar integrante da Polícia Militar Ambiental, supervisionado pelo comandante da Instituição Policial Militar Ambiental do qual este está subordinado. Parágrafo único – O grupo de Protetores Ambientais constitui um pelotão CAPITULO III - DAS VAGAS Art. 5º - O número de vagas para cada turma do curso de formação de Protetor Ambiental será de até trinta alunos. § 1º – A idade mínima e máxima para a inscrição no curso de formação Protetor Ambiental ficará entre 12 (doze) e 14 (quatorze) anos respectivamente; § 2º – O candidato que irá completar 12 ou 14 anos na data da inscrição também poderá participar. CAPÍTULO IV - DA SELEÇÃO Art. 6º - A seleção do candidato ao curso de formação de Protetor Ambiental, se dará através de um teste seletivo, considerando o desenvolvimento escolar do pretendente, e deverá observar os seguintes requisitos: I – Intelectual: A seleção será feita por uma prova interna; II – Médico: Os candidatos serão submetidos a exames médicos, para que, sendo considerados aptos, possam realizar as atividades de educação física dentro do Programa Protetor Ambiental. Art. 7º - Se o candidato classificado para a matrícula desistir da mesma ou não comprovar as condições exigidas até a data estipulada, não será matriculado, sendo chamado o próximo na ordem de classificação. § 1º - Se a desistência for posterior aos prazos fixados para a matrícula, a vaga não será preenchida. CAPÍTULO V - DA MATRÍCULA Art. 8º - A matricula será efetivada através da homologação do responsável pelo Programa Protetor Ambiental na unidade de Policial Militar Ambiental responsável pelo curso. § 1º - São requisitos essenciais para a matricula:
a) Ter sido aprovado no teste intelectual; b) Ter, no mínimo 12 (doze) e no máximo 14 (quatorze) anos, ambos a completar no ano da matricula, c) Estar cursando o ensino fundamental, e ter sido aprovado no ano letivo; d) Apresentar no prazo estabelecido os documentos exigidos; e) Ter o consentimento dos pais ou responsáveis através de autorização por escrito.
dante da Unidade Policial Militar Ambiental com base no parecer emitido pela comissão julgadora; §3º - Da decisão do comandante da Unidade Policial Militar Ambiental, não será admitido qualquer recurso. Art. 20º - A comissão de julgamento será composta pelos seguintes membros: I – Sub - Comandante da Unidade Policial Militar Ambiental; II – Responsável pelo projeto; III – Outro Professor do projeto. §1º - Os trabalhos da comissão de julgamento serão coordenados pelo militar mais antigo da comissão; §2º - Antes do julgamento a comissão ouvirá o professor da matéria a respeito das alegações aduzidas pelo requerente.
CAPITULO VI - DO ENSINO Art. 9º - O ensino destina-se a garantir ao Protetor Ambiental a necessária habilitação. Parágrafo único – Os currículos e conteúdos programáticos serão elaborados pela Gerencia de Educação Ambiental da Polícia Militar Ambiental. CAPITULO VII - DO REGIME ESCOLAR Art. 10º - Os encontros semanais serão definidos pelos responsáveis pelo programa em cada instituição Policial Militar Ambiental. § 1º - Após a conclusão do curso os Protetores Ambientais reunir-se-ão, em datas pré-definidas pela Gerência de Educação Ambiental dos pelotões e grupos da Polícia Militar Ambiental, com a finalidade de colocar em prática os ensinamentos colhidos durante o curso, bem como efetuarem a atualização dos conhecimentos. § 2º - As férias serão fixadas de acordo com o calendário da rede de ensino. Se necessário, o regime poderá ser alterado. CAPITULO VIII - DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM Art. 11º - A avaliação do rendimento de aprendizagem será feita através das seguintes medidas: I – Verificação corrente: visa avaliar o progresso do aluno em cada disciplina do programa e sua duração não deve exceder a duas horas; II – Verificação de segunda época: visa oferecer nova oportunidade aos alunos que forem reprovados na disciplina. Esta verificação é realizada com um intervalo mínimo de 72 (setenta e duas) horas após a divulgação do resultado da verificação corrente. § único – A média final de cada disciplina para o protetor ambiental que realizar verificação de segunda época será a somatória da nota da verificação corrente mais a nota de verificação de segunda época dividindo o resultado por dois, sendo que a média final deve ser igual ou superior a cinco. III – Cada organização, ao seu critério, poderá realizar uma verificação final, que tem a finalidade de avaliar a consecução dos objetivos da totalidade das disciplinas, ao final da carga horária do projeto. Sua duração não deve exceder a três horas, e deverá ser aplicada pelo Policial Militar Ambiental responsável pelo curso; Art. 12º - As verificações poderão ser feitas de forma escrita, oral ou prática, quando assim a matéria exigir.
§ 1° O instrutor de cada disciplina poderá, a seu critério, acrescentar nota de avaliação de participação, trabalhos e outros na somatória da média final de cada disciplina. Art. 13º - As avaliações serão expressas por uma nota de zero (0) a dez (10), com aproximação até centésimos, Art. 14º - A nota da verificação de segunda época substituirá a nota da verificação corrente, exceto para efeito de classificação no curso. Art. 15º - A média geral é obtida através da média aritmética das médias finais de cada disciplina e da verificação final quando esta for aplicada. Art. 16º – Será reprovado, na matéria o Protetor Ambiental que: I – Obtiver média inferior a 5 (cinco); II – For encontrado em flagrante, usando meios ilícitos durante a realização de qualquer verificação; III – Obtiver nota zero em qualquer verificação; IV – Deixar de freqüentar a escola sem motivos justificados. V – Ter índice de faltas que ultrapassem a 25% da carga horária prevista para qualquer matéria, sem justificativa. CAPITULO IX - DOS RECURSOS Art. 17º - Ao Protetor Ambiental que se julgar prejudicado ou injustiçado é assegurado o direito a recurso: I – Na esfera escolar, através do pedido de revisão de prova pleiteando retificação da nota obtida; Art. 18º – O pedido de revisão de prova em que é pleiteada a retificação da nota obtida é admissível nas verificações constantes de processos de avaliação de aprendizagem; Art. 19º – O pedido de revisão será dirigido: I – Ao professor da matéria, em primeira instância; II – Ao comandante da Unidade Policial Militar Ambiental, em segunda e última instancia; § 1º - No caso do item II deste artigo será nomeada uma comissão para o julgamento e emissão de parecer; §2º - A decisão final caberá ao coman-
CAPITULO X - DA FREQUENCIA Art. 21º - A freqüência nos trabalhos escolares é obrigatória, não podendo o instrutor dispensar o aluno sem justificativas plausíveis. Art. 22º - Nenhum Protetor Ambiental poderá perder mais de 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária para cada matéria, devendo o número total de faltas por aluno, e por matéria, ser levantado pelo aluno de dia e repassado aos instrutores do dia. Parágrafo único – Será atribuída falta ao aluno que: a) Não comparecer nas aulas teóricas; b) Não participar das aulas práticas sem motivo justificável. CAPITULO XI DO DESLIGAMENTO DO PROGRAMA Art. 23º - Será desligado do Projeto o Protetor Ambiental que: I – For encontrado em flagrante usando de meios ilícitos durante a realização de qualquer verificação; II – For reprovado; III – Não ter sido aprovado no estabelecimento de ensino regular que está regularmente matriculado. V – Ter sido o protetor ambiental flagrado praticando ato infracional previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente e demais legislações em vigor. Art. 24º - O desligamento do Protetor Ambiental é de competência do comandante da Unidade Policial Militar Ambiental onde esta sendo desenvolvido o programa, por solicitação formal do responsável pelo programa. A Gerência de Educação Ambiental deverá necessariamente ser informada do desligamento de Protetor Ambiental. CAPITULO XII DA CLASIFICAÇÃO DO ALUNO Art. 25º - Ao termino do curso de formação de Protetor Ambiental, haverá uma classificação geral com base na média durante o curso. § 1º - Os alunos submetidos à verificação de segunda época concorrerão para a classificação final, onde prevalecerá a nota obtida na verificação corrente; §2º - Em caso de empate na classificação serão aplicados sucessivamente os seguintes critérios:
a) Média escolar; b) Maior nota na disciplina de educação ambiental; CAPITULO XIII - DA AVALIAÇÃO DE ADAPTABILIDADE Art. 26º - A avaliação de adaptabilidade destina-se a estabelecer o grau de ajustamento do aluno ao curso e ao registro disciplinar, avaliando suas potencialidades. Art. 27º - A avaliação de adaptabilidade será traduzida por conceito emitido por uma comissão de julgamento composta pelo comandante da Unidade Policial Militar Ambiental, pelo responsável pelo projeto e por um dos instrutores, a partir do juízo sobre o comportamento escolar do aluno, levandose em consideração os aspectos básicos de rendimento escolar, disciplina, atributos morais, espírito de corpo e capacidade física. Parágrafo único – Na elaboração do conceito o Comando da Unidade Policial Militar Ambiental valer-se-á dos conceitos emitidos pelos professores ou instrutores dos alunos avaliados. Art. 28º - A avaliação de adaptabilidade tem os seguintes objetivos: I – Definir a convivência ou a não permanência do Protetor Ambiental no programa; II – Avaliar a capacidade do aluno; III – Fornecer elementos para definir o desligamento do Protetor Ambiental; § 1º - A menção insuficiente caracterizará condição de inaptabilidade, determinando o seu desligamento. Art. 29º - Os conceitos de avaliação de adaptabilidade serão processados a qualquer tempo, a juízo do comandante da Unidade Policial Militar Ambiental. Art. 30º Os registros dos valores e das menções dos atributos avaliados serão lançados em formulários próprios denominados ficha de conceito individual. Art. 31º O aluno que concluir o curso de formação terá o direito de receber o diploma de conclusão. CAPITULO XIV - DISPOSIÇÕES FINAIS E TRANSITÓRIAS Art. 32º - Nos aspectos referentes ao ensino serão adotadas subsidiariamente, o Plano Geral de Ensino, em vigor na corporação. Art. 33º - Poderão ser realizados durante o curso viagens de estudos, acampamentos e outras atividades práticas com a participação de pais e/ou responsáveis. Art. 34° - O Protetor Ambiental desligado do projeto deverá devolver à organização Policial Militar Ambienta todo uniforme e material entregue a ele durante o transcorrer do programa. Art. 35º - Os casos omissos serão resolvidos pelo comando da Organização Policial Militar Ambiental, conjuntamente com a Gerência de Educação Ambiental. ADILSON SCHLICKMANN SPERFELD Coronel PM Comandante da Polícia Militar Ambiental
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Serviços Scapini gentina para otimizar e facilitar as operações.
MERCADO DE ATUAÇÃO A Scapini Transporte e Logística nas divisões de operações, oferece serviços a toda Cadeia de Abastecimento, com soluções logísticas de forma integrada com tecnologia de segurança. Atuando no território Nacional nos Estados de MG - RJ - SP - PR SC - RS praticamente em todos os setores da economia, como alimentícios, limpeza, saúde, papel, madeireiro, fumageiro e bens de consumo de transformação, entre outros. SERVIÇOS DEDICADOS A CADEIA DE SUPRIMENTOS A Scapini oferece diversos serviços customizados de forma a integrar toda a cadeia de suprimentos. Desenvolve fluxos logísticos através de Rotogramas integrando a cadeia de suprimentos dos clientes, com veículos novos rodando 24 horas. - Inteligência em serviços - Transporte Nacional - Divisão Internacional - Divisão Florestal TRANSPORTE NACIONAL E INTERNACIONAL Com 32 anos de experiência em transporte pelo Brasil e ampla rede de unidades a Scapini continua traçando seu caminho de sucesso. Com 12 unidades, constituída pela matriz, em Lajeado e 11 filiais nas cidades de Canoas, Carazinho, Santa Cruz do Sul, Butiá e Uruguaiana no Estado do Rio Grande do Sul, Itajaí em Santa Catarina, Curitiba no Paraná, Rio de Janeiro, Embu em São Paulo, Uberlândia em Minas Gerais e Buenos Aires na Argentina. Além de contar com instalação na cidade de Triunfo, no Estado do Rio Grande do Sul. Para atender a demanda dos seus clientes, ampliou a unidade de Itajaí, num terreno de 7.500 m2, contando hoje com um depósito de 600 m2, infra-estrutura para atendimento dos motoristas, contando com postos de abastecimento próprios nas unidades da matriz, Canoas, Carazinho, Itajaí, São Paulo, Rio de Janeiro e Uberlândia. Na região de São Paulo a empresa está ampliando sua área de atendimento, num terreno de 43.000 m2, onde disponibilizará estacionamento para mais de 100 carretas, além do depósito de armazenagem para produtos dos seus clientes, visando atender plenamente as necessidades e superar
as expectativas dos seus clientes. A Scapini também está a caminho do MERCOSUL. Através da parceria com a ASAS – Agência Sul Americana de Serviços – e de uma nova unidade em Buenos Aires a Scapini consolida agora sua entrada no transporte rodoviário Internacional. A realização dos transportes envolvem: - Plano de viagem - Gestão do transporte de 46.500 toneladas/ mês - Software de Gestão Integrado ERP e Gestão da Frota - Operação Logística - Manutenção veicular: preventiva e corretiva - Seguro de cargas contratadas com seguradoras de 1ª linha dando cobertura aos riscos RCTR-C e RCF-DC - Cinco (05) Operadoras para gerenciamento do risco - Monitoramento da frota com rastreadores de tecnologia de ponta - Mapa de localização dos caminhões através da web TRANSPORTE DE LEITE-IN-NATURA A Scapini tem o compromisso com a qualidade na introdução do conceito de logística de transporte no agronegócio do leite, o aumento da quantidade de carga transportada por caminhão, levando a significativas economias nos custos de transporte em ganhos em qualidade, além da logística, a coleta de leite a granel produz inúmeras transformações no agronegócio do leite. Esse sistema de coleta reduz os custos de transporte, aumenta a produtividade e aumenta sensivelmente a qualidade do leite que chega para processamento nas indústrias. O processo consiste na co-
leta do produto "in natura" resfriado diretamente para os caminhões-tanques isotérmicos através de mangote flexível e bomba especial auto-aspirante diretamente do tanque resfriador. Isso possibilita que o leite recolhido conserve suas propriedades pelo resfriamento imediato. A abertura dos mercados e as consequentes expansões das oportunidades de negócios e de competição são forças das mais vigorosas no impulso da logística. Com o progresso agroindustrial, a disponibilidade de ofertas mais amplas por parte de mais competidores ocorre simultaneamente à agilidade de escolha de fontes de suprimento e de compra mais amplas. Dessa forma, o mercado espera e exige níveis de serviço de maior eficiência e efetividade. Do ponto de vista do posicionamento frente ao cliente, a logística da Scapini representa importante força competitivas na concorrência, em termos de custo, qualidade e prazos. No contexto da atualidade, a logística tem ocupado uma posição estratégica nas decisões empresarias, impulsionada por fatores como: Aumento da competição: um fator importante para o sucesso da empresa é que ela possa fornecer produtos com vantagens competitivas em relação aos concorrentes. DIVISÃO INTERNACIONAL O transporte internacional da Scapini atua no Mercosul, especificamente na Argentina, nas cidades Buenos Aires e Córdoba. Os equipamentos utilizados para este transporte são: baús e siders, que atendem no Brasil as regiões Sul e Sudeste. Para facilitar o lead time das viagens a Scapini opera com uma filial em Uruguaiana para o devido suporte as questão de tramite internacional, além de atuar também na Ar-
DIVISÃO FLORESTAL A divisão florestal da Scapini Transporte e Logística Ltda é especializada no transporte e carregamento dos reflorestamentos na região central do Rio Grande do Sul. O transporte é monitorado através de controles rígidos para se ter o tempo exato de corte a fim de obter otimização e ganhos de produtividade. Nesta atividade de apoio à indústria de celulose a Scapini disponibiliza veículos novos com o objetivo de integrar a cadeia de suprimentos com logística, máquinas e mão-de-obra. FILIAIS SCAPINI A empresa possui hoje 10 unidades operacionais próximas às bases dos clientes, espalhadas pelas regiões sul, sudeste e centro-oeste, com objetivo de atender a demanda e as solicitações de carregamentos, facilitando o contato com o cliente e a prestação do serviço. -
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DIFERENCIAIS Veículos de última geração com média de uso de três anos Veículos equipados com um moderno dispositivo de telemetria Monitoramento 24 horas da carga Sistema de recrutamento e seleção de motoristas é padronizado e com critérios pré-definidos em busca de mão-deobra qualificada e especializada Treinamento de Integração e Reciclagem Atendimento psocológico aos motoristas Monitoramento 24 horas da carga
FROTA SCAPINI A Scapini disponibiliza equipamentos de última geração, com média de uso de três anos, para a operação do transporte de mercadorias de seus clientes. São veículos com a potência entre 420 e 440 hp’s, garantindo a entrega das mercadorias com integridade, pontualidade e segurança.
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Consórcio Intermunicipal Quiriri completou 20 anos em 2017 Consórcio foi constituído em 28 de setembro de 1997 Pautados na premissa de melhorar a qualidade de vida do Homem, preservando a Natureza para um desenvolvimento da Sociedade, desde a sua criação, em 1997, diversas frentes de ação foram implementadas a partir de uma metodologia inédita para a época: a de buscar os anseios ambientais dos diversos setores da sociedade nos municípios envolvidos para, a partir daí, formular projetos que atendessem essas demandas, sempre de forma participativa. A análise e o resultado de ações que utilizam o modelo de Consórcio como instrumento operacional, integrador, estruturador e potencializador de soluções participativas a problemas regionais comuns, podem ser observados através da experiência desenvolvida pelos municípios de Campo Alegre, Corupá, Rio Negrinho e São Bento do Sul em Santa Catarina que, a partir da participação direta em um trabalho cooperativo de Planejamento Ambiental de Bacias Hidrográficas, confirmou-se como um instrumento inovador e potencializador de ações. Assim como a Legislação brasileira que instituiu a água como bem público e colocou a sua gestão ao alcance dos moradores das bacias hidrográficas buscando promover um sistema participativo e compartilhado de decisões, o Consórcio Intermunicipal Quiriri nasceu como ferramenta de gestão para trabalho em um território de planejamento e gestão diferenciado, utilizando a bacia hidrográfica como unidade de planejamento e introduziu a água como eixo estruturante de uma política ambiental. Nossa águas refletem quem somos. Instituiu-se, assim, um novo território e um novo eixo, possibilitando criar estratégias novas de desenvolvimento local, transcendendo limites político administrativos e ban-
deiras. Pela primeira vez em nossa história, foi possível fazer a gestão pública demarcando um território ambientalmente coerente segundo princípios universais, fundados na linguagem das águas e das bacias hidrográficas. Embora o Consórcio Quiriri tenha sido constituído oficialmente em setembro de 1997, seu histórico de constituição retrocede a 1995, quando as primeiras articulações surgiram durante um curso de Planejamento Ambiental Participativo em Bacias Hidrográficas, ministrado pelo Professor Pedro Hidalgo Ramirez. Segundo Hidalgo "a propriedade das ideias para solucionar [variados] problemas não é privilégio de um único setor institucional, ao contrário, as múltiplas representações sociais [podem, querem e devem] ser cúmplices de um caminho consensual de resolução dos entraves regionais". O pressuposto da metodologia proposta por Hidalgo é semelhante ao da maioria das metodologias participativas, ou seja: "quem participa do problema, deve participar da solução". A metodologia adotada está apoiada em duas vertentes de trabalho - uma institucional e técnica e outra comunitária. Em ambas as vertentes , a estratégia condutora das ações está sempre vinculada a dois princípios básicos e contribuem para a construção de sua sustentação: a participação e a educação. Em sua constituição, os principais instrumentos participativos utilizados foram os seminários e reuniões de lideranças locais, assim como os cadernos de diagnóstico participativo que resultaram na identificação das primeiras frentes de ação. O principal problema ambiental levantado, cuja solução foi considerada portanto prioritária, foi a poluição das águas. Luciano Fedozzi, do BID em 2003 descreveu nossa
iniciativa ..."Esse método objetiva a construção de um Plano Ambiental que busca - através da participação e do compromisso dos representantes do poder público, dos agentes privados e dos agentes da sociedade civil, o desenvolvimento sustentável das regiões irrigadas pelas bacias hidrográficas. O Consórcio Intermunicipal é visto como a forma mais eficiente para obter essa cooperação, racionalizando investimentos e viabilizando empreendimentos que seriam inexeqüíveis ou antieconômicos se realizados de maneira isolada. Além disso, a forma consorciada permite o planejamento regional, pois se baseia em um território natural demarcado pelo mais importante dos recursos para a manutenção da vida no planeta: a água, em suas nascentes e afluentes, que constituem o sistema de bacias hidrográficas. O método parte do princípio de que não é possível a construção do consenso entre a percepção que as comunidades têm da realidade e a perspectiva institucional (ou técnicocientífica), sem esse comprometimento das comunidades, tanto na identificação dos problemas, como na elaboração de projetos e ações para a solução dos mesmos". Dessa forma, na região do Quiriri, foi possível avançar em variados temas integrados de forma sistêmica à conservação das águas e consequentemente à qualidade de vida das comunidades locais. A criação de 5 Unidades de Conservação através de um parlamento composto pela vereança dos municípios consorciados, o primeiro proje-
to de Pagamento por Serviços Ambientais a agricultores no estado de SC, o disciplinamento da gestão de resíduos sólidos, a proposição de um sistema integrado de municipalização do licenciamento ambiental, a instituição do Circuito das Araucárias de Cicloturismo, o ordenamento do turismo regionalizado pela mobilização dos Planos de Turimo locais e regional, a promoção da cultura de produtos orgânicos pela instituição de uma Feira Regional de produtos orgânicos bem como pela implantação do modelo "Acolhida na Colônia" visando o ordenamento de circuitos de agroturismo, são algumas de suas frentes de ação. Como Consórcio Intermunicipal da Bacia Hidrográfica do Alto rio Negro - Consórcio Quiriri, foi constituído em agosto de 1997 , sendo essencialmente ambiental como Associação Civil sem fins lucrativos. Frente a Lei Federal 11.107/05 - Lei dos Consórcios Públicos e seu Decreto regulamentador, houve o movimento de adaptação do Consórcio Ambiental Quiriri ao novo modelo de Consórcio Público, tornando-o multifuncional. Migrando de administrativo para público e de ambiental para multi-finalitário o novo formato do Quiriri exigiu um elenco de ações de adequação institucional. Nesse aspecto destaca-se um consórcio que não busca apenas a resolução de problemas específicos e imediatos, cujas soluções são necessárias desde ontem, mas é um consórcio que busca pensar o amanhã. Em dezembro de 2013 os municípios integrantes do Consórcio Intermunicipal Quiriri aprovaram a adesão
de nossas cidades (Campo Alegre, Corupá, Rio Negrinho e São Bento do Sul, planalto norte de Santa Catarina) ao Pacto Global da ONU com o compromisso de apoiar seus dez princípios em matéria de direitos humanos, direitos do trabalho, meio ambiente e combate à corrupção usando como ferramenta o Programa de Cidades da ONU que parte da premissa de que as cidades são o espaço onde efetivamente o todo acontece e capazes de fornecer uma estrutura para traduzir os princípios em dia-a-dia da governança e gestão urbana. O alinhamento de ações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS´s vem, gradativamente, sendo aprimorado. No espírito do Pacto Global, o Programa Cidades centra-se na colaboração entre todos os níveis de governo, empresas, sociedade civil e academia, a fim de aumentar a sustentabilidade, resiliência, diversidade e adaptação dentro das cidades e em face dos desafios urbanos complexos. Da integração sistêmica dos objetivos estratégicos do CIQ (PATs com demandas emergentes nas Comissões Executivas, Conselho da Sociedade Civil e demais ações comunitárias promovidas) aos princípios e eixos metodológicos do Programa de Cidades do Pacto Global da ONU surge o Programa Quiriri Sustentável. O desenvolvimento do
PROGRAMA QUIRIRI SUSTENTÁVEL traz 5 Frentes Estratégicas visando o desenvolvimento solidário sustentável bem como os princípios do Pacto Global da ONU. O Programa QUIRIRI SUSTENTÁVEL, tem por objetivos a cooperação entre os municípios da região do Planalto Norte, abrangidos pela área de atuação do Consórcio Intermunicipal QUIRIRI, nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum. A justificativa para desenvolvimento do Programa QUIRIRI está na necessidade de integração de ações de forma sistêmica de forma a promover a cooperação, integrar, estruturar e potencializar soluções participativas para problemas regionais comuns. Cabe ressaltar que, o conceito "Sustentável" aqui utilizado, implica na participação conjunta e articulada de todos os setores da sociedade em torno a um propósito único e comum baseado no questionamento com relação ao rumo e dinâmica que adquiriu o desenvolvimento humano. Implica na percepção do extraordinário potencial e propósito da vida. Nessa trajetória, o CIQ busca atores sociais e lideranças inspiradoras e influentes que venham a convergir esforços para criar sinergia entre estes vários ativos de mobilização e ação. Parceiros ideológicos, éticos, conhecedores de sua importância na governança de um território.
Telefone: (47) 3634-7000 - www.hantschel.com.br Rua Visconde de Taunay, 202 - Centro - São Bento do Sul - SC
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FOTO: SANTUR VIA HTTP://TURISMO.SC.GOV.BR/
A cidade de Rio Negrinho, em Santa Catarina, tem várias atrações históricas, mas entre os mais importantes atrativos da região estão as belíssimas e inexploradas cachoeiras. Elas transformam a paisagem em um verdadeiro espetáculo, que ainda envolve lagos, riachos, cortando a mata em trilhas com flores, pássaros e paisagens magníficas. A temperatura em meados de junho fica em torno de 14°C e, à noite, pode baixar ainda mais, dependendo da altitude e exposição aos ventos, que torna o ambiente mais agradável para a prática de atividades ao ar livre. A serra úmida, com suas trilhas e mirantes, vem se tornando referência para o turismo ecológico e de aventura, como trekking, cascading (prática do rapel em cachoeiras), camping, cicloturismo e mountain bike. Além disso, guias locais oferecem roteiros de tirar o fôlego no percurso das principais rotas ecológicas nos municípios de Corupá, São Bento do Sul, Campo Alegre e Rio Negrinho, em diversas trilhas. Todas são ótimos exemplos de águas, ar puro e muito verde, que podem ser encontrados nas montanhas da região.
FOTO: CLÁUDIO LACERDA OLIVA
RIO NEGRINHO E QUIRIRI: Montanhas e Cachoeiras Virgens no Norte de Santa Catarina
Nestes passeios, a quantidade de orquídeas de formatos e cores variadas também são um atrativo à parte para os visitantes. Outra atração é a paisagem observada em alguns mirantes, especialmente a densa mata formada por enormes e centenárias araucárias. De acordo com o Guia Condutor, Antônio Gordo, na região um desafio é explorar o caminho que leva ao Quiriri, nome do consórcio formado por essas quatro cidades. Lá há um dos mais belos mirantes da Serra, de onde se descortina paisagens incríveis e ainda há a possibilidade fazer rapel e acampar em mata completamente fechada. O famoso e his-
tórico caminho de Peaberu corta o grande maciço. A sequência de aclives e declives bem acentuados e travessias de rio exigem um cuidado extra. A grande quantidade de orquídeas, bromélias e outras flores bem coloridas são um atrativo especial desta trilha. Todo o esforço vale à pena, pois a vista da chegada ao mirante de onde se descortina uma belíssima vista da serra do mar e das belíssimas praias que cortam a Baía da Babitonga entre São Francisco do Sul e Joinville é de impressionar. Para a prática de todas estas atividades, Antônio Gordo aconselha que o ideal é que os caminhantes procurem profissionais
habilitados: “o acompanhamento de guias locais e roupas adequadas são fundamentais para a segurança e um passeio inesquecível”. Segundo ele, também é importante que os empresários dos equipamentos turísticos da região busquem cada vez mais se qualificarem para estarem aptos a atender adequadamente esta demanda crescente de visitantes. Localizada no norte do estado de Santa Catarina, a cidade de Rio Negrinho tem o cenário perfeito para quem procura curtir momentos de paz, tranquilidade e descanso. É uma cidade pequena, mas um município acolhedor. A menos de 5 km do centro da cidade é possível entrar em con-
tato direto com a natureza. A região oferece lugares e recantos onde é possível ouvir o do canto dos pássaros, respirar ar puro, praticar uma pescaria esportiva em quase uma dezena de bons pesqueiros ou explorar mais de 10 exuberantes cachoeiras, cavernas e matas, além de fotografar animais e, nos enormes paredões rochosos, praticar esportes de aventura. Esses são os itens que fazem parte de um cenário que espera por aventureiros dispostos a desvendar seus encantos, com alternativas para todos os gostos e fôlegos, e oferece lugares ideais para o descanso, para a prática de esportes radicais ou uma boa pescaria.
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Programas e Ações desenvolvidos pelo Consórcio Movimento das Prefeituras de Campo Alegre, Corupá, Rio Negrinho e São Bento do Sul através do Consórcio Intermunicipal Quiriri para Promoção dos Dez Princípios do Pacto Global da ONU - Comitê da Bacia Hidrográfica do Planalto Norte Catarinense - Plano Estratégico Dona Francisca de Desenvolvimento Integrado - Programa Circuito das Araucarias de Cicloturismo - Programa Coleta Seletiva e Disposição Final de Resíduos - Programa de Implantação e Manutenção de Áreas Verdes - Programa Ecotrilha - Programa Intermunicipal da Água - PIA - Programa Planalto Norte Limpo - Programa Quiriri Sustentável - Ação Sócio Ambiental para o Desenvolvimento com Paz - Programa Unidades de Conservação - APA's - Pagamento por Serviços Ambientais APA rio Vermelho/Humbold - Programa Unidades de Conservação - APA's - Criação - Programa Unidades de Conservação - APA's - Plano de Manejo APA rio dos Bugres - Programa Unidades de Conservação - APA's - Plano de Manejo APA rio Vermelho/ Humbold - Programas de Reutilização de Óleo Vegetal - Redesign da Identidade V isual do Consórcio Intermunicipal Quiriri - Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental
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Cidades Consorciadas CAMPO ALEGRE
RIO NEGRINHO
CORUPÁ
SÃO BENTO DO SUL
A natureza foi generosa com Campo Alegre. Por seus 496 Km2 de área espalham-se campos cobertos de araucárias, cachoeiras, como a Cascata Paraíso, com mais de 60 metros de queda, bem no centro da cidade, e encostas cobertas de hortênsias. O município conta com duas APAs (Áreas de Preservação Ambiental): a do Alto Rio Turvo, com 7000 hectares, e a APA dos Campos do Quiriri, com 1.400 hectares. O conjunto de montanhas do Quiriri é pontilhado por cerca de 30 cumes, cuja altura varia entre 1.300 a 1.580 metros. Dessas elevações é possível enxergar o mar e algumas cidades do norte do estado como Joinville, Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul e a Baía da Babitonga em dias de tempo bom. Nas pequenas propriedades rurais, a preservação ambiental também é levada a sério e se torna uma aliada da atividade turística. A produção orgânica de frutas, legumes e hortaliças já se tornou referência na região e estimula o convívio harmônico entre o homem e a natureza. Outra atividade econômica diretamente ligada à preservação ambiental é a apicultura. Cerca de 25 famílias dedicam-se à produção de aproximadamente 35 toneladas de mel por ano. A Apicampo (Associação de Apicultores de Campo Alegre) mantém parceria com empresa de reflorestamento para utilização de áreas de mata nativa para exploração apícola. As abelhas atuam como agentes de polinização, colaborando com o equilíbrio do ecossistema. O município tem conseguido manter cerca de 50% de sua população na área rural, por meio de programas de incentivo à agricultura familiar o que traz reflexos positivos para a conservação ambiental.
RIO NEGRINHO, ESSA BELA E ACONCHEGANTE CIDADE ESTÁ A SUA ESPERA, E DIFERENTE DE TUDO O QUE VOCÊ JÁ VISITOU Um final de semana da maneira como deseja, com muita adrenalina ou apenas com muito ar puro para descansar. Rio Negrinho tem o cenário perfeito para quem procura por uma cidade para curtir momentos de paz, tranquilidade e descanso. Se hospedando em nossos hotéis ou pousadas, você e sua família poderão fazer boas compras em nosso diversificado comércio, curtir o encantamento de uma cidade pequena e acolhedora. Aproximadamente a cinco quilômetros do centro da cidade é possível entrar em contato direto com a natureza, tendo o privilégio de apreciar o que ela tem de melhor, curtir lugares ao som do canto dos pássaros, respirar ar puro, apreciar cachoeiras, cavernas, matas, águas límpidas, animais nos pastos. Esses são os itens que fazem parte de um cenário que espera por aventureiros dispostos a desvendar seus encantos, com alternativas para todos os gostos e fôlegos, oferece lugares ideais para o descanso, para a prática de esportes radicais, ou uma boa pescaria.
Em 1849 foi criada a Sociedade Colonizadora Hamburguesa, mais tarde substituída pela Companhia Hanseática de Colonização que englobou os bens da anterior, com o objetivo de povoar as terras dos príncipes Dona Francisca, François de Orleans e do Conde d’Eu, esposo da princesa Dona Isabel. Em 1895 a Cia Hanseática, por seu diretor Karl Fabri, adquiriu por compra, mais de 635.000 hectares de terra, dos quais, 35.000 ficavam no alto vale do Rio Itapocu e deram origem a Corupá, e por contrato, as terras deveriam ser colonizadas num prazo de vinte anos por imigrantes europeus.O primeiro nome de Corupá foi Hansa Humboldt, em homenagem ao naturalista alemão Alexandre von Humboldt. A data de fundação refere-se ao dia em que Otto Hillbrecht e seu filho e Wilhelm Ehrhardt compraram os primeiros lotes coloniais, respectivamente os de número 6, 7 e 1. Estes pioneiros, vindos da Alemanha, desembarcaram em São Francisco do Sul em 30/ 06/1897 e em 07/07/1897 chegaram a Hansa Humboldt vindos de barco pelo Rio Itapocu, sendo este o único caminho de acesso até 1900. Desembarcaram na confluência dos rios Humboldt e Novo, seguiram por um picadão, hoje a Avenida Getúlio Vargas, até o galpão dos imigrantes onde foram recebidos pelo agrimensor Eduard Krisch. O galpão não passava de um rancho feito de troncos tendo cobertura de folhas de palmito. Com a criação do distrito de Joinville, Corupá foi anexada a administração de Joinville via Jaraguá do Sul; mais tarde criouse o distrito de Jaraguá do Sul e, finalmente, em 11/05/1908 foi criado o distrito de Hansa Humboldt, sendo o primeiro intendente o Sr. Ernesto Rückert.
O FRIO, A NATUREZA, A GASTRONOMIA E A QUALIDADE DE VIDA NUM SÓ LUGAR! Situada na Serra Norte catarinense, São Bento do Sul é conhecida pelas belas paisagens naturais. Situada na Serra Norte catarinense, São Bento do Sul é conhecida pelas belas paisagens naturais. A influência européia é percebida em todos os lugares, desde os jardins floridos às construções preservadas, ao sabor das comidas típicas e produtos coloniais ou ainda a alegria das manifestações festivas e culturais da cidade. O município apresenta tranqüilidade, segurança e conforto aliado a uma ótima rede hoteleira, bares e restaurantes de padrão internacional, além de oferecer excelentes opções de turismo de aventura, rural, ecoturismo e variadas opções de compras de louças e móveis, em renomadas lojas de fábrica de renomadas marcas nacionais. São Bento do Sul é um convite para quem procura o clima frio das montanhas e a paz do convívio com a natureza, que conta com cachoeiras, montanhas, formações rochosas e vales, que possibilitam a prática de esportes, como o rapel, escalada, caminhada por trilhas ecológicas, circuito de arvorismo, numa cidade onde 45% de seu território é área de proteção ambiental. Aos visitantes que buscam o contato com o turismo rural, tem ainda opções de propriedades nas localidades de Rio Natal, Ano Bom, Ponte dos V ieiras e Estrada Dona Francisca. Venha você também para São Bento do Sul e se apaixone por esta cidade.
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Baluta Ambiental A BALUTA AMBIENTAL® é um grupo de profissionais com larga experiência em suas específicas áreas, trabalhando sempre em conjunto para prestar os melhores serviços em Gestão de Recursos Humanos, Qualidade, Meio Ambiente, Segurança do Trabalho e Empresarial. Totalmente comprometida cm os interesses de seus clientes, pois tem como seu principal princípio a CONFIANÇA que em todos os seus profissionais busca ser a principal virtude. GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS - Análise e desenvolvimento de folha de pagamento: Auditoria de Recursos Humanos; Análise e desenvolvimento de Relatórios de Riscos de Recursos Humanos (visão trabalhista); Gerenciamento de Recursos Humanos; Auxílio em Processos de Seleção e Admissão de Colaboradores. GESTÃO DE QUALIDADE - Análise e desenvolvimento de Sistema de Gestão da Qualidade, segundo padrão internacional da ABNT NBR ISO 9001:2008; Assessoria para Manutenção de Sistemas de Gestão de Qualidade. GESTÃO AMBIENTAL - Análise e desenvolvimento de Sistema de Gestão Ambiental, segundo padrão internacional da ABNT NBR ISO 14001; Assessoria para Manutenção de Sistemas de Gestão Ambiental; Avaliações Quantitativas de Agentes Químicos; Laudos Técnicos; Monitoramentos Ambientais; Desenvolvimento e Acompanhamento de PGRS, PGRCC (Construção Civil), PGRSS (Serviços de Saúde); Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA); Legislação Ambiental.
SAÚDE E SEGURANÇA DE TRABALHO - Análise e desenvolvimento de Sistema de Gestão de Segurança do Trabalho, segundo padrão internacional da OHSAS 18001; Assessoria para Manutenção de Sistemas de Segurança do Trabalho; Programa de Prevenção de Riscos Ambientais 9PPRA); Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho (LTCAT); Desenvolvimento de Estudos, Relatórios e Laudos Técnicos pertinentes às Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho (Nrs). TREINAMENTOS - Treinamentos in company nas áreas de Qualidade (Normas Internacionais, SS); Meio Ambiente (Coleta Seletiva, Reciclagem, etc.); Segurança do Trabalho (CIPA, SIPAT, EMPILHADEIRA, etc.); Treinamentos Motivacionais. EMPRESARIAL - Desenvolvimento e preparação de serviços combinados de escritório e apoio administrativo e operacional, aos mais variados segmentos da atividade empresarial. Desenvolvimento e acompanhamento de documentos diversos em órgãos públicos e privados. NOSSO DIFERENCIAL - Desenvolvemos parceria com profissionais da mais alta qualificação, onde procuramos atender plenamente a todas as necessidades de cada cliente em suas mais variadas particularidades. Sendo que todas as atividades de cunho técnico operacional são devidamente protocoladas junto aos Conselhos de Fiscalização Profissional (CREA/ CRQ).
Secretário de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná Antonio Carlos Bonetti Paranaense nascido em 1956, Bonetti é formado em Tecnologia Gestão Pública pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná, em Francisco Beltrão. Foi prefeito do município de Enéas Marques por duas gestões (1983 a 1988 e 1993 a 1996), também presidente da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (AMSOP). No município de Francisco Beltrão, ocupou os cargos de secretário de Administração e depois de Urbanismo e entre 2009 e 2012, foi vice-prefeito do município. Posteriormente assessorou o Gabinete da Reitoria da Unioeste e antes de assumir a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, respondia pela Gerência Regional da COHAPAR em Francisco Beltrão.