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Edição 07/2017
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Editorial
Mês especial que homenageia uma figura muito importante na família, o PAI. Desde crianças, todos nós procuramos ser aceitos, gostamos de elogios e normalmente nos sentimos tristes quando descobrimos que algum colega não se agrada muito com a nossa presença. Nessa hora expomos nosso ponto de vista a terceiros do mesmo ciclo de amizade em nome de nossa dignidade... Na verdade, lutamos consciente ou inconsciente para fazer parte de um grupo e nos manter "sociais"... Refletindo sobre a família e o texto principal dessa edição "Família, vale a pena lutar por ela", que também aborda a separação de um casal, e consequentemente a dissolução de uma família, pensei: Quando os pais decidem pelo divórcio estão aceitando ficar longe das pessoas mais importantes de suas vidas, primeiramente o casal que um dia se apaixonou e se tornou uma só pes-
soa, e logo os (o) filhos (o), frutos da maior aproximação e tão valiosa aliança, que formou uma família. Parece que de modo geral o ser humano se acostumou a ser "excluído", e então quando parece não ser tão compreendido como gostaria, procura outro grupo onde acredita que suas ideias serão melhores compreendidas... Não se luta mais com tanta intensidade contra o próprio orgulho, e facilmente se põe a perder o convívio cotidiano com as pessoas mais importantes de nossas vidas, aquelas que mais poderiam nos amar e nos sentir um ser humano mais completo. A notícia boa é que nunca é tarde para reconhecer os erros, buscar uma mudança interior e exterior, aprender a amar, perdoar e deixar alguém te amar como diz a antiga canção... Uma edição especial dedicada aos nossos pais, aos pais de nossos filhos! Feliz agosto.
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Datas Comemorativas
Agosto 01 03 05 11 11 11 11 11 12 13 13 14 15 15 16 19 19 22 22 23 24 24 25 25 27 27 28 28 29 31
Dia Nacional do Selo Dia do Capoeirista Dia Nacional da Saúde Dia da Televisão Dia do Advogado Dia do Estudante Dia do Garçom Dia dos Advogados Dia Nacional da Artes Dia do Economista Dia dos Pais Dia do Cardiologista Dia da Informática Dia dos Solteiros Dia do Filósofo Dia do Artista de Teatro Dia Mundial da Fotografia Dia do Folclore Dia do Supervisor Escolar Dia da Injustiça Dia da Infância Dia dos Artistas Dia do Feirante Dia do Soldado Dia do Corretor de Imóveis Dia do Psicólogo Dia da Avicultura Dia dos Bancários Dia Nacional do Combate do Fumo Dia da Nutricionista
Prêmio Colunista Dino Almeida O Jornal da Barreirinha possui o reconhecimento "Prêmio Colunista Dino Almeida" (Gazeta do Povo), que é concedido aos profissionais das diversas áreas de comunicação, que através de matérias de cunho humanitário, atuem positivamente junto à população de Curitiba.
Prêmio Dino Almeida
EDIÇÃO JULHO.2017
JORNAL DA BARREIRINHA
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Telefones Úteis
Ambulância .......................................................192 Corpo de Bombeiros ........................................193 Defesa Civil .......................................................199 Delegacia da Mulher ............................. 3223-5323 Disque-Denúncia (Narcodenúncia) .................181 Polícia Civil .......................................................197 Polícia Federal ..................................................194 Polícia Militar ....................................................190 Polícia Rodoviária Estadual ..............................198 Polícia Rodoviária Federal ................................191 Aeroporto Afonso Penna ...................... 3381-1515 Água e Esgoto ...................................................115 Assistência a Dep. de Agentes Químicos .........132 Cia. Paranaense de Gás ................... 0800-6438383 Correios (Capital) .................................. 3003-0100 CVV - Centro de Valorização da Vida ...............141 Delegacia Regional do Trabalho .......................158 Detran .............................................. 0800-6437373 Disque-Idoso-Paraná ......................... 0800-410001 Energia Elétrica ................................ 0800-5100116 Guarda Municipal .............................................153 Ibama ................................................................152 Justiça Eleitoral ................................................148 Procon ................................................ 0800-411512 Rodoviária ............................................. 3320-3000 Secretaria dos Direitos Humanos .....................100 Serviços de Transporte Público ........................118 SINE ...................................................................157 Vigilância Sanitária...........................................150
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Saúde
Como é a consulta com o pediatra? M
uitos pais me perguntam o vel detectar problemas precocemenque faz o pediatra e porque te, estabelecer diagnóstico de falha precisam levar os filhos em consul- ou atraso do desenvolvimento em tas de rotina e acompanhamento re- áreas específicas, e intervir positigulares. vamente diante das alterações que O Pediatra é o especialista em surgirem. crianças, os acompanha desde seu O pediatra é quem conversa com nascimento até o final da adolescên- os pais, e obtém as informações cia. Faz parte da Pediatria a práque, junto com o exame físico tica da puericultura e também o da criança, permite avaliar a nordiagnóstico e tratamalidade do deNa verdade a primeira mento clinico das senvolvimento e consulta deve ser o mais doenças que afebreve possível. Após isso, estabelecer diagtam sua saúde. são programados retornos nósticos, às vezes A Puericultura é com necessidade frequentes para a área da pediatria de exames subsipuericultura, conforme a que acompanha o diários e de comidade do bebê ou da crescimento, o deplemento, conforcriança. Geralmente, as senvolvimento físi- consultas são semanais no me cada caso. Ele co e motor, a linrealiza a puericulprimeiro mês, quinzenais guagem, a afetivino segundo mês, mensais tura desde os pridade e a aprendizameiros dias de vida até o sétimo ou oitavo gem cognitiva nesaté a fase final da mês, e, a partir de então, sa fase. Ela não só adolescência, e bimestrais (eu faço o observa cada um tem papel fundaretorno, no primeiro ano desses aspectos, mental no suporte de forma mensal, no 2º como também ava- ano de vida de 2/2 meses, à amamentação e lia como a criança no 3º ano de 4/4 meses e na orientação com se utiliza deles no 4º ao 6º ano de vida de vacinas, por exem6/6 meses, pelo menos. para se relacionar plo, que fizeram com as pessoas à sua volta. diminuir o índice de mortalidade Com a puericultura, é possíinfantil em nosso país.
Além de orientar sobre introdução de novos alimentos, e na vigilância O pediatra é quem dos fatores de ris- conversa com os pais, e obtém as co ao crescimento informações que, e ao desenvolvimento da criança, junto com o exame físico da criança, detectando em muimestrais (eu faço o retorpermite avaliar tas vezes em exano, no primeiro ano de fora normalidade do mes de rotina agrama mensal, no 2º ano de desenvolvimento vos que poderiam vida de 2/2 meses, no 3º e estabelecer comprometer o fuano de 4/4 meses e no 4º diagnósticos, às vezes turo dessa criança. ao 6º ano de vida de 6/6 com necessidade de Muitas mães (e meses, pelo menos. exames subsidiários e hoje pais) escoAlém das consultas de de complemento, lhem o pediatra já rotina, o pediatra atende conforme cada caso. no final da gestaa criança também quando ção, levando os bebês à priela apresenta problemas de saúde, meira consulta dois dias investigando doenças e prescrevenapós a alta da maternidade. No nos- do o tratamento mais adequado para so serviço em consultório privado a cada faixa etária. média de procura dos meus pequeOs pais devem saber que quanto nos pacientes é de 7 dias. mais nova for a criança, mais atenNa verdade a primeira consulta ção deveremos ter. A intenção final deve ser o mais breve possível. Após é dar um futuro saudável a este ciisso, são programados retornos fre- dadão, proporcionando diminuição quentes para puericultura, conforme de doenças crônicas (obesidade, doa idade do bebê ou da criança. Ge- enças do coração e das artérias e, ralmente, as consultas são semanais até câncer) na idade adulta e prono primeiro mês, quinzenais no se- longar sua vida em condições que gundo mês, mensais até o sétimo ou possa ser com maior saúde na sua oitavo mês, e, a partir de então, bi- velhice.
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JORNAL DA BARREIRINHA
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Saúde
Tenho dificuldade em perder peso, o que fazer? ocê tem dificuldade em perder peso mesmo comendo corretamente? Sente cansado (a) mesmo depois de uma boa noite de sono? Unhas quebradiças? Constipação? Saiba que você pode estar com hipotireoidismo. O hipotireoidismo é uma doença endócrina muito comum e ocorre quando há uma deficiência dos hor-
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mônios da glândula tireoide deixando o metabolismo mais lento. Assim surgem algumas queixas
tais como, ganho de peso, cansaço durante o dia, sonolência, intolerância ao frio, cabelos frágeis e seco, movimentos lentos, fala lenta, pele seca, mãos e pés frios, constipação, infertilidade, dificuldade de memória e concentração. Felizmente existe tratamento para hipotireoidismo de forma eficaz. Para mais informações agende uma consulta pelo telefone (41) 3354-9012 ou (41) 3023-2832.
Endocrinologistas chamam atenção para Dia Nacional de Combate ao Colesterol Mês agosto alerta sobre fatores de risco da doença, importância da manutenção do tratamento medicamentoso e, principalmente, mudança no estilo de vida para reduzir a mortalidade por doenças cardiovasculares. Com objetivo de conscientizar a população sobre os riscos do colesterol alto, 8 de agosto foi instituído como o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. Neste ano, a campanha da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia segue o mote: "Colesterol no alvo: abrace essa ideia e proteja seu coração". Médicos endocrinologistas associados à entidade alertam que muitos pacientes têm abandonado o tratamento medicamentoso, por conta da desinformação sobre os efeitos colaterais das estatinas. Mas o grande desafio para população ainda é a mudança no estilo de vida. Todos os anos as doenças cardiovasculares fazem cerca de 17,5 milhões de vítimas ao redor do mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Este número poderia ser reduzido com um efetivo contro-
le do colesterol e da pressão alta, além de outras condições que contribuem para o aumento do risco de ataques cardíacos e derrames. Os principais vilões que impactam em um colesterol alto são obesidade, sedentarismo, alimentação gordurosa, estresse, tabagismo, hipertensão e diabetes melitus. Praticar atividades físicas, evitar o consumo excessivo de gordura, consumir fibras, visitar regularmente um endocrinologista para acompanhar os níveis de colesterol são orientações importantes para manter o colesterol em níveis saudáveis. Outros fatores que influenciam o colesterol são herdados, como aumento genético do colesterol, além de história familiar de infarto em mulheres antes dos 65 anos e homens antes dos 55anos. USO CRÔNICO DAS ESTATINAS Quem já teve um infarto ou tem alto risco de desenvolver doença cardíaca e apresenta placas de colesterol, é um candidato a uso crônico das estatinas. Segundo a endocrinologista Maria Augusta Karas Ze-
lla, médica que integra a diretoria da SBEM-PR, é importante desmistificar o risco desses medicamentos. "O endocrinologista, ao prescrever uma medicação à base de estatina para tratar o aumento do colesterol já avaliou os fatores de risco para o desenvolvimento da doença aterosclerótica, que leva ao entupimento das artérias", pontua Maria Augusta. As diretrizes das Sociedades de Endocrinologia e Cardiologia estabelecem os alvos de tratamento do colesterol LDL, por isso é importante conversar com o especialista. Ela explica que, hoje o infarto (IAM) e o acidente vascular cerebral (AVC) respondem por cerca de 2/3 das mais de 350 mil mortes cardiovasculares que ocorrem no Brasil a cada ano. "O paciente nunca deve abandonar o tratamento medicamentoso, porque está se colocando em risco. O endocrinologista ficará atento aos efeitos colaterais que estão associados ao uso crônico desses remédios e não usá-los quando indicados aumenta a mortalidade", alerta a endocrinologista.
MUDANÇA NO ESTILO DE VIDA A aderência ao tratamento medicamentoso no paciente com colesterol alto é muito importante, mas no caso dos pacientes que também têm hipertrigliceridemia, o risco de mortalidade só será reduzido quando o paciente conseguir implementar mudanças no estilo de vida. "Sabemos que é difícil para todos, independente da faixa etária ou classe social, mas mudar o fator comportamental na maioria dos casos é mais importante do que o uso da medicação isoladamente", alerta o endocrinologista Alexandre Carrilho, associado da SBEM-PR e palestrante do Congresso EndoSul 2017. "Então é preciso que o paciente obedeça a dieta, faça exercícios, perca peso se ele tiver sobrepeso ou obesidade, que ele abandone o etilismo se ele tiver o hábito de consumo regular de bebida alcoólicas. Estas medidas são parte integrante do tratamento", lembra o especialista. Segundo ele, pela dificuldade em corrigir alguns hábitos, esse é o tipo de educação que tem que começar na infância.
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Homenagem
Sophia Estevão Nunes, 10 anos, e seu pai Alan Nunes
agosto de 2017
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Passatempo
Para Colorir Vamos colorir esta linda família e deixá-la ainda mais bonita?
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Culinária
Espetinho de filé mignon com geleia de pimenta
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INGREDIENTES Para a geleia 2 folhas de gelatina 1 quilo de pimenta dedo-demoça, sem sementes, cortada em tiras 6 xícaras de açúcar 1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco 1 pitada de sal Para o espetinho 150 gramas de filé-mignon 150 gramas de queijo coalho Sal e pimenta-do-reino a gosto 4 colheres (chá) de azeite
MODO DE PREPARO Prepare a geleia Hidrate a gelatina em água morna por aproximadamente dois minutos. Em uma panela de pressão, cozinhe a pimenta, o açúcar, 3 xícaras de água, o vinagre e o sal por três minutos, con-
tados depois que a panela começar a chiar. Desligue o fogo, espere sair toda a pressão e só então abra a panela. Volte ao fogo médio, sem tampa, por mais dez minutos, mexendo de vez em quando. Acrescente a gelatina e mexa bem. Transfira para um recipiente de vidro e leve à geladeira por 30 minutos. Na hora de servir, mexa a geleia com um garfo. Prepare o espetinho Corte o filé-mignon e o queijo coalho em cubos de cerca de 3 centímetros. Tempere a carne com sal e pimenta-do-reino. Em palitos de madeira para churrasco, intercale ambos os ingredientes. Reserve. Em uma frigideira, em fogo alto, grelhe os espetinhos no azeite até que fiquem dourados por inteiro. Sirva com 1 xícara da geleia de pimenta (conserve o restante na geladeira).
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Matéria da Capa
Família! Vale à pena lutar por ela "Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe". (Mc 10. 9).
á alguns anos, raramente se via uma família separada e era quase inadmissível que isso acontecesse. Havia um pressuposto social de que quando as pessoas se unissem pelo casamento, elas viveriam juntas pelo resto de suas vidas, e os filhos estariam com elas até o casamento. A sociedade mudou, os valores mudaram, as pessoas mudaram, as leis mudaram, o mundo mudou e agora vemos um número muito grande de casais e, portanto, famílias que não vivem mais juntas. A frase: Até que a morte nos separe, para muitos, virou uma simples retórica em uma cerimônia social. Alguns só veem boas coisas nesse processo, pois defendem que aqueles que eram abusados moral, emocional e fisicamente têm a condição de parar esse processo. Contudo, essas mudanças, também, trouxeram sérios problemas à sociedade como um todo. Sei que muitos que leem esta matéria, de alguma maneira, são personagens desse tipo de histórias. Entre as ocorrências de separações de família, conheço verdadeiros heróis que lutaram até as suas últimas forças para que isso não ocorresse. Eles procuraram toda ajuda possível, perdoaram, conversaram, abriram mão de muitos direitos,
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foram até as últimas consequências, mas a solução dos conflitos não dependia só deles, a vontade de outros estava no processo e esta não contribuiu para que houvesse uma restauração. No entanto, de modo geral, não são muitos que lutam até suas últimas forças pela família. Diante das facilidades que as mudanças acima citadas trouxeram, a separação tornou-se, em muitos casos, bastante simples. É muito comum ouvirmos pessoas que dizem: Vou me casar, se
não der certo eu me separo, ou seja, já entra em um relacionamento considerando a separação como uma opção muito possível. Pessoas há que diante de poucos conflitos já desistem de lutar por seu casamento e família. Alguns alegam incompatibilidade de gênios; ora, por que não descobriram isso antes, ou por que não moldaram a sua maneira de ser para que um todo fosse beneficiado? Outros dizem: Eu tenho direito de ser feliz, mesmo que isso deixe os filhos e muitos outros infeli-
zes. Quando se referem aos filhos, há um discurso afiado que diz: Eles têm que entender, eu não posso deixar de me realizar por causa deles. A grande verdade é que nenhum filho entende uma separação, alguns, após muito sofrimento, até conseguem aceitar, mas dificilmente entenderão. A grande verdade é que o que mais impera nesses processos é o egoísmo. Embora conheça algumas situações em que a convivência tornou-se, de fato, insustentável, a maioria dos casos que conheço poderia ser revertido. A grande verdade é que a família é uma instituição tão preciosa que merece todo o nosso empenho para que seja preservada. Quem sabe você esteja vivendo um momento bastante difícil em sua família; diante disso, quero lhe dizer: lute por ela com todas as suas forças. Vá ao Senhor Jesus e O busque com todo o seu coração. O primeiro milagre que Ele realizou foi em um casamento para o qual foi convidado e diante de uma dificuldade foi buscado, lá Cristo transformou água em vinho e trouxe a alegria a uma situação na qual o destino seria decepção e tristeza. Foi Jesus quem disse: o que Deus uniu, ninguém o separe, isso mostra que Ele quer sua família unida e estará ao seu lado nessa luta. Sim, vale a pena lutar pela família. Lute!!!
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Projetos Missão Amazônia e Lar de Meninas - Jardim Pinheiros Diretores, vice-diretores e tesoureiros da Rede de Escolas Adventistas da Associação Central Paranaense realizaram nos dias 30 de junho a 15 de julho um projeto social na Amazônia. Participaram dessa ação 28 pessoas que doaram suas férias em prol de ajudar o próximo. A pergunta é, por que tão longe? Por que não ajudar os que estão próximos a nós? Exatamente por isso, porque estão muito longe, com realidades de vida bem diferentes da que vemos por aqui. As ações realizadas em Coari, fizeram a diferença para aquele povo sofrido. Foram construídos 3 banheiros, pintura de uma casa onde receberão um casal de missionários, orientações sobre higiene; desde escovação dentária, uso correto da água, cuidados com as crianças e o principal, puderam conhecer sobre Deus, Seu amor e cuidado que tem por cada um de nós. Com o mesmo sentimento de ajuda humanitária, com o tema "Compartilhe ESPERANÇA, realize sonhos", iniciamos neste bimestre uma campanha com professores, funcionários, alunos e seus familiares e comunidade em geral. Estamos lançando para cada família um desafio: Ajudar o Lar de Meninas Jardim Pinheiros, através de doações. Elas precisam de ajuda para manter o lar funcionando. Esse Lar recebe crianças de 02 a 10 anos, todas encaminhadas pelo Conselho Tutelar e Juizado da Infância e Juventude. Os recursos para manter o Lar de Meninas provem de doações por se tratar de uma Entidade sem fins lucrativos. Quando ajudamos alguém, o bem maior é nosso. Somos fortalecidos e abençoados em poder fazer parte da vida dessas crianças.
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Por Marli Codignotto dos Santos Diretora Escola Adventista Santa Efigênia
Quem desejar ajudar poderá entrar em contato com nossa Escola pelo telefone 3053-8615/ 9681-9734, ou pelo e-mail: ease.diretoria@adventistas.org.br, onde passaremos todas as informações.
Fone: (41) 3053-8636 E-mail: ease.acp@adventistas.org.br Site: www.ease.org.br Rua Prof. Guilherme Butler, 792 Barreirinha
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Reflexão
erta tarde, estavam pai e filho sentados em um banco embaixo de uma árvore. O filho lia concentrado o seu jornal, enquanto o pai contemplava a natureza. De repente um pequeno pássaro pousou à frente deles. O pai olhou atento e perguntou: - O que é aquilo? Então o filho tirou os olhos do jornal, olhou para o pássaro e respondeu: - Um pardal. O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, perguntou de novo: - O que é aquilo? E o filho novamente respondeu: - Acabei de lhe dizer pai, é um pardal. Quando o filho sacudiu o
O que é isso?
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jornal para virar a página, o pássaro se assustou e voou para os galhos da árvore. Minutos depois, o pássaro pousou no chão e o pai questionou novamente: - O que é aquilo? O filho, já inquieto, respondeu com grosseria: - Um pardal! UM PARDAL! Já lhe disse várias vezes, pai,
é um PAR-DAL! O pai, continuando a olhar o pequeno pássaro, pergunta mais uma vez: - O que é aquilo? Então o filho perdeu a paciência e, aos berros, respondeu: - Por que o senhor está fazendo isso comigo, atrapalhando minha leitura? Por quê? Já
lhe disse várias vezes que é um pardal, um pardal... Está surdo? Nisso o pai se levantou calmamente e o filho, entre nervoso e curioso, perguntou: - Aonde o senhor vai? O pai entrou em casa. Logo depois, retornou com uma velha agenda em suas mãos. Procurou uma determinada página e a entregou ao filho, que começou a ler. Nisso, o pai lhe ordenou: - Leia em voz alta! Então o filho começou a ler a agenda na página aberta pelo pai, que dizia: - Hoje meu filho caçula, que há poucos dias fez três anos de idade, estava comigo no parque quando um pássaro pousou à nossa frente. Meu filho me perguntou 21 vezes o que
era aquilo. E eu lhe respondi 21 vezes, com todo carinho, que era um pardal. E cada vez que ele me perguntava, eu respondia com toda alegria do meu coração, e o abraçava a cada pergunta sentindo-me feliz por perceber que a curiosidade daquele inocente criança demonstrava o quanto meu filho era inteligente! Foi nesse instante que a ficha caiu e o filho largou seu jornal e abraçou seu velho pai, chorando e lhe pedindo perdão. Familia é tudo... Ame... Perdoe... Peça perdão, se ainda houver tempo. Se seus pais já partiram, calma. Deus continua com as mãos estendidas e vê seu arrependimento, faça isso diante dEle... E viva feliz, valorizando aqueles que te amam.
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Combate à violência: Maria da Penha faz 11 anos, com reforço da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba M
arco do combate à violência contra mulheres, a Lei Maria da Penha completa 11 anos no dia 07 de agosto. A coordenadora municipal da Casa da Mulher Brasileira de Curitiba, Sandra Praddo, destaca que a lei por si só foi neste período um grande avanço das políticas públicas na área e do combate à discriminação. Mas o amparo à vítima, feito pela Casa, é essencial para efetivar ações. "A lei ajuda a quebrar um ciclo de violência", diz ela. "Para nós, da Casa, cabe acolher a vítima e auxiliá-la." A estrutura, portanto, é um importante incremento no suporte às vítimas e também para facilitar o cumprimento das medidas previstas na lei. Sandra lembra que este ano é o primeiro aniversário da legislação em que há um histórico consolidado de pouco mais de um ano das atividades da Casa, inaugurada em Curitiba em junho do ano passado. A Casa é um projeto do governo federal com participação do Estado e do Município. Desde que foi aberta, já foram feitos mais de 10 mil atendimentos. De janeiro a junho deste ano, por exemplo, já foram encaminhadas para empregos cerca de 250 mulheres vítimas dos mais variados tipos de violência (física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral).
Também em 2017, a estrutura passou a contar com um núcleo da Delegacia da Mulher, o que dá mais eficiência para o atendimento das vítimas de violência doméstica. ATENDIMENTO INTEGRAL Entre os serviços prestados pela Casa estão o apoio psicossocial - com assistentes sociais e psicólogas -, Defensoria Pública, Juizado de Violência Doméstica e Familiar, Ministério Público, Patrulha Maria da Penha, inserção do mercado de trabalho e alojamento de passagem (para mulheres que precisam sair de suas casas). Sandra Praddo explica que o atendimento gera também um benefício que vai além das fronteiras domésticas. É comum, diz ela, que homens denunciados já tenham antecedentes criminais - e a denúncia feita por suas companheiras ajuda na localização desses acusados. "Em geral, eles estão foragidos. Mas, como a mulher tem ou teve um relacionamento com quem a violenta, ela sabe o paradeiro
dele", afirma. Dados da Secretaria de Política para Mulheres, do governo federal, mostram que 80% dos casos de violência doméstica são cometidos por parceiros ou ex-parceiros. CIDADE PREPARADA No Brasil, uma a cada cinco mulheres é vítima de violência doméstica, ainda segundo a Secretaria de Política para Mulheres. O que, de acordo com a coordenadora da Rede de Atenção a Mulher em Situação de Violência, Gleri Mangger, mostra que o Estado tem de estar preparado para lidar com uma situação, já que é tão corriqueira. Ela explica que a Rede é um exemplo de articulação da Prefeitura e da sociedade, visando combater a violência. O mecanismo funciona como uma ponte entre diversas frentes da Prefeitura, Estado e sociedade. Mensalmente, Gleri é uma das pessoas que encabeçam um encontro entre todas essas frentes para troca de ex-
periências e apresentação de demandas. Entre os participantes estão representantes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), dos Centros de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e da Fundação de Ação Social (FAS). Na última quarta-feira (2/ 8), por exemplo, o Coordenador Municipal de Direitos Humanos para a Diversidade Sexual, Allan Johan, falou sobre a violência sofrida por pessoas trans - travestis e transexuais. "Essas pessoas são vítimas, além do machismo, da incompreensão de quem elas são", disse. Hoje a Rede de Atenção a Mulher em Situação de Violência é composta por diversas áreas da Prefeitura - e de fora dela. "Quem chega a um hospital em situação de violência de gênero, por exemplo, pode receber apoio da rede - acionada por algum funcionário do hospital", explica Gleri.
Brasil. Mais de 40% delas foram assassinadas dentro de suas casas pelos companheiros ou ex-companheiros. Segundo a socióloga e professora da Universidade de Brasília (UnB), Lourdes Bandeira, o feminicídio representa a última etapa de uma violência continuada. "Seu caráter violento evidencia a predominância de relações de gênero hierárquicas e desiguais", disse ela à campanha Compromisso e Atitude - Lei Maria da Penha. Para Gleri, da Rede de Atenção a Mulher em Situação de Violência, a melhor maneira de se evitar uma situação extrema como a morte é a prevenção e o suporte a vítima, que, segundo ela, já na primeira agressão apresenta sinais de que nada não está bem. "O mais importante é conscientizar as pessoas sobre a importância do combate à violência", acrescenta. "Quanto mais se aprende, mais se multiplica a informação."
FEMINICÍDIO A Lei do Feminicídio, sancionada em 2015, é considerado outro avanço no combate a violência contra mulher. A norma tipifica o assassinato cometido contra a mulher em razão do seu gênero. À época em que o projeto foi criado, justificou-se que entre os anos 2000 e 2010, 43,7 mil mulheres foram mortas no
SERVIÇO: CASA DA MULHER BRASILEIRA Local: Avenida Paraná, 870, Cabral. Horário: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Plantão de atendimento em outros horários na Delegacia da Mulheres. Telefone: (41) 3352-5761
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Professores usam criatividade para ensinar Inglês na rede municipal ídeos de animação, grandes cartões com figuras coloridas e muito bate-papo - tudo sem legenda ou tradução simultânea - estão entre os recursos usados pela professora Solange de Fátima Weldt para ensinar Inglês aos estudantes do 3º ano da Escola Municipal Doutel de Andrade, no bairro Boa Vista. "Quero que eles tenham na escola pública a oportunidade que crianças da minha geração não tiveram porque não era assim que se apresentava o Inglês em sala de aula e minha família não podia pagar por um curso particular", diz Solange. Os alunos de Sol, como gosta de ser chamada, têm entre 7 e 8 anos e confirmam o sucesso da estratégia. Chama a atenção o jeito espontâneo como eles respondem rapidamente às perguntas que a professora faz assim que começa a aula e cantam muito à vontade. As músicas são "puxadas" pelos personagens das historinhas que vão desfilando pelo vídeo e nem de longe lembram as aulas tradicionais. Palavras em português são coisa rara nesse ambiente, em que os alunos se sentem desafiados a interagir. "Tudo o que eu uso é simples. Pesquiso na internet materiais indi-
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cados nos Cadernos Pedagógicos desenvolvidos pela Secretaria Municipal da Educação para dar suporte aos professores na elaboração de aulas de cada componente curricular e desenvolvo jogos e brincadeiras", diz Solange, que tem 27 anos de carreira e está há 13 na Prefeitura. Bióloga de formação, ela resolveu investir no aprendizado do idioma de que sempre gostou - e continua estudando - para compartilhar com os alunos. SIMPLICIDADE QUE EMPOLGA Das pequenas mesas compartilhadas por quatro crianças, quase todas querem falar sobre a experiência de aprender Inglês assim. "Gosto de Inglês porque é divertido e porque a professora é legal",
resume Biatriz Cordeiro da Silva Silveira. Arthur César Alves concorda e diz que, em casa, conta para os pais tudo o que aprende de novo. "Eu conto até 30 e sei dizer muitas coisas mais", conta Sofia Victoria da Silva. Para a professora da Escola Municipal Herley Mehl, Christiane Godarth, que é graduada em Letras/Inglês, o motivo do sucesso da relação ensinoaprendizagem está justamente na simplicidade da proposta. Ela é uma das educadoras inscritas no curso de educação continuada resultante da parceria entre a Secretaria Municipal da Educação e o Cambridge Assessment, do grupo Cambridge, para melhorar a aprendizagem da língua pelos estudantes da rede municipal de ensino. Como Christiane, mais
27 professores licenciados em Inglês/Português participam da avaliação. São 24 horas anuais de atividades, entre aulas presenciais e a distância. "É tudo muito 'pé no chão', para ser mesmo aplicado em sala de aula. É dar um novo uso ao que se tem", opina a educadora, que atua na Prefeitura desde que começou no Magistério, há 23 anos. Diferente de Solange, Christiane dá aulas para crianças mais velhas, de 13 e 14 anos (8º e 9º anos). Das estratégias que leva para a classe, a educadora destaca a da inclusão. "É preciso dar a todos a chance de falar, o que é difícil numa turma de escola regular, que tem em média 30 estudantes. Uma maneira de conseguir isso foi com os palitos de sorvete customizados pelos próprios alu-
nos e identificados com os nomes deles", conta. Os palitos são entregues a Christiane que, casualmente, saca um para responder a uma pergunta ou fazer um comentário. Cabe ao autor da pequena peça de artesanato se manifestar. Cada palito retirado é deixado de lado até que a caixa onde eles são colocados esvazie - sinal de que todos, na sala, exercitaram a pronúncia e o pouco da oratória que já dominam e é hora de recomeçar. "A meta da Secretaria da Educação de Curitiba é que os cursos, como o de Inglês, enriqueçam o universo do professor para que ele aprimore suas aulas e promova o efetivo aprendizado de cada estudante. Essa experiência é sinal de que estamos no caminho certo", resume a professora Angela Bussmann, uma das coordenadoras da área de Inglês na Secretaria Municipal da Educação.
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PROTEÇÃO ANIMAL: Programa de castração gratuita de cães e gatos chega à Regional Boa Vista s cães e gatos da Regional Boa Vista começam a ser atendidos nesta segunda-feira (7/ 8) pelo Programa Municipal de Castração Gratuita da Prefeitura. O castramóvel e as tendas de recepção e pesagem estão no Salão da Paróquia Santa Cândida (Rua Teodoro Makiolka, 64 - Santa Cândida). A estimativa da Rede de Proteção Animal é de que sejam feitas cirurgias em 800 animais já previamente cadastrados nos 13 bairros de abrangência da regional. De lá, a unidade móvel que atende a área Norte da cidade segue para o Cajuru. "Até o fim deste ano, pretendemos atender os animais já inscritos nas dez regionais da cidade", conta a chefe da Rede, a veterinária Vivien Midori Morikawa. O castramóvel da região Sul finalizou a primeira etapa dos atendimentos na CIC e deve começar as cirurgias na Regional Pinheirinho em breve.
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REFORÇO NO TRABALHO No início de setembro, as clínicas veterinárias interes-
Passo a passo da inscrição:
sadas em participar do Programa Municipal de Castração Gratuita poderão fazer seu credenciamento junto à administração Municipal. O edital com as informações está disponível na área de licitações da Prefeitura. A expectativa da Rede de Proteção Animal é de que as clínicas e hospitais veterinários atendam as dez regionais da cidade de forma igualitária. Estes atendimentos vão complementar os que já vêm acontecendo desde o final de julho com os serviços dos dois castramóveis licitados. Com as clínicas, a Prefeitura deve atingir a meta de 15 mil animais castrados em 12 meses. Os recursos utilizados
para a concretização do programa são provenientes do Fundo Municipal do Meio Ambiente. São R$ 2,5 milhões aplicados nas cirurgias, na microchipagem para identificação dos animais e em trabalhos de educação para a guarda responsável. INSCRIÇÕES CONTINUAM Moradores e protetores de animais ainda podem cadastrar cães e gatos para participação no programa. Regionais já atendidas pelas unidades móveis devem ter vagas abertas nas clínicas e em novas rodadas dos castramóveis pela cidade. Confira ao lado o passo a passo da inscrição.
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Acesse o o link Cadastre seu Animal no site da Rede de Proteção;
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Clique em adicionar o animal e em seguida, vá até o fim da página, clique em Salvar e anote o protocolo gerado (cada animal inscrito terá um número de protocolo);
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Compareça à Rua da Cidadania da sua Regional para validação do benefício, apresente RG, CPF, o número de protocolo gerado e comprovante do benefício; exceto Protetores e ONGs;
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O agendamento do procedimento será feito pela Rede de Proteção Animal por contato telefônico.
Informe seu CPF para iniciar o cadastro; Preencha corretamente seus dados e os dos animais; Informe o programa social ou ONG do qual faz parte: Armazém da Família; Bolsa Família; ONG de Proteção Animal ou protetor independente (mediante cadastro prévio);