Ano XX - nº 246 - Outubro.2017
São Francisco de Assis Nossa Senhora Aparecida
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Palavra do Pároco
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Catequese 5a Etapa
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O que é a Missão?
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Entrevista: Conheça um Missionário Vicentino Página 10
Aconteceu em nossa Paróquia
Página 11
Páginas 8 e 9
Curitiba.outubro.2017
Palavra do Pároco
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Igreja Missionária
Expediente
O problema maior da Igreja não é como alguns pensam a realidade sociocultural e religiosa; não são as distâncias geográficas, a falta de estrutura e de recursos econômicos e humanos. O que a impede mesmo de cumprir bem a sua missão é a falta de missão. Todos esses desafios decorrem da missão. Não é difícil cuidar pastoral e administrativamente de uma paróquia. O grande desafio é cuidar da missão e gerar cultura missionária. O desafio maior que recai sobre nossos ombros é transformar as estruturas paroquiais em algo decididamente missionário (cf. DAp 370). Não é difícil celebrar sacramentos. O desafio imperioso é transformar essa prática sacramental milenar em missão, capaz de gerar esperança e vida nova no coração das pessoas. Não é difícil alimentar a vida do povo com práticas devocionais. Difícil mesmo é converter essas práticas em missão. Não é difícil conseguir dinheiro na Igreja. O desafio maior é aplicar esse dinheiro na missão. A missão não é enfeite, adorno, luxo, nem lixo na vida da Igreja. A missão é a essência e a natureza da Igreja (RM 62). A raiz missionária da Igreja está no Mistério Trinitário de um Deus que, sendo Uno, é, ao mesmo tempo, Trino: um Deus família, amor e comunhão. Um Deus que, desde toda a eternidade nos pensou e nos quis para viver na sua intimidade. A Igreja existe no mundo para anunciar a boa-nova do Reino de Deus ao coração das pessoas, a fim de que todos sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade (cf. 1Tm 2,4). Antes de ser teológica, a missão é antropológica. “A missão no coração do povo não é uma parte da minha vida, ou um ornamento que posso pôr de lado; não é um apêndice ou um momento entre tantos outros da minha vida. É algo que não posso arrancar do meu ser, se não me quero destruir. Eu sou uma missão nesta terra, e para isso estou neste mundo” (Papa Francisco, EG 273). Jesus não amenizou nem idealizou a missão. Ele disse que seria desprezado, torturado, morto e sepulta-
do por causa da missão. Ele consagrou radicalmente sua vida à missão recebida do Pai: construir o Reino nos caminhos da história. Disse que os apóstolos enfrentariam os mesmos desafios que ele enfrentou por causa da missão. E, por fim, disse ainda que o Reino sofreria violência por causa da missão. Jesus não diminuiu as exigências do Reino para satisfazer o desejo de vida fácil e de comodidade dos discípulos. Não prometeu vida fácil aos seus seguidores. Prometeu algo muito maior e mais significativo: a vida eterna. Nossas alegrias na missão não são advindas dos nossos méritos, de nossas boas e belas ações, mas da certeza de que Jesus recompensará aqueles que neste mundo se dedicam à construção do Reino. A grandeza de nossa vida não consiste em assumir a lógica das grandezas do mundo, do prestígio, da fama e do poder. Como Jesus, devemos ser servos, lavar os pés uns dos outros. Devemos descer até o nível de Jesus para entrar na verdadeira grandeza, a grandeza de Deus, que é a grandeza do amor livre e gratuito. UM DIA MISSIONÁRIO DE JESUS (MC 1,1-39)
Que Jesus foi o missionário, ninguém, de sã consciência, pode duvidar e negar. Ele foi e sempre será o primeiro evangelizador e missionário do Pai. Tanto assim que os evangelistas reservam uma parte de seus evangelhos para apresentar um sumário dessa sua atividade missionária. Podemos, então, nos perguntar: como
resumem os evangelhos a jornada missionária de Jesus? Como foi o seu dia a dia missionário? O que fazia? Quais atitudes ele assumiu? Com qual espiritualidade? Quais foram os lugares por onde Ele passou? Com quem Jesus mais gostava de se encontrar? Jesus foi ao deserto, para onde ia muita gente, sedenta de mudanças. Não foi a um lugar qualquer, mas onde estava João, o “batizador”, que convocava o povo para mudanças corajosas, seja na religião, seja nas relações sociais e políticas. Jesus pediu o batismo de adesão ao movimento popular religioso de renovação. No relato do seu batismo são reveladas as três características da sua missão: a sua identidade (“Este é o meu Filho Amado”), a sua autoridade (“Nele está o meu agrado”; “escutem o que ele diz”) e a sua missão (“O Espírito desceu em forma de pomba e logo o impeliu para o deserto”). Jesus não teve mais dúvidas: havia chegado a hora de tornar pública a sua missão. Ao saber da prisão de João, Jesus, indignado e movido pela misericórdia, em favor do povo ferido, oprimido e machucado, acelerou os tempos, lançou a missão, recebida do Pai, na praça de Cafarnaum (Mc 1,14-15). Convocou uma primeira equipe missionária (Simão, André, Tiago, João) e logo partiu para a missão (Mc 1,16-20). Essa é a primeira ação missionária de Jesus. Este também deve ser o primeiro ato missionário da Igreja: convocar as pessoas, formá-las e convencê-las de que vale a pena ser e viver como missionário. Na missão, esta fase coincide com o aquecimento, a preparação, os primeiros contatos, a motivação, as visitas e as reuniões. Trata-se, pois, do tempo da sensibilização, da motivação, da mobilização, do despertar, da tomada de consciência da realidade sócio religiosa, da seleção e preparação dos missionários, da formação das equipes, da organização do calendário, do mapeamento dos setores missionários, da realização dos retiros e de outros eventos da formação dos missionários. Mas, como foi mesmo a primeira jornada missionária de Jesus? Jesus foi à sinagoga, bem cedinho, ou seja, à Casa da Palavra (Mc 1,21-28). O seu dia missionário começa propriamente com a oração, na sinagoga, assim
PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Advocacia Bovo, Ingrid Klhen, Cleber Teodosio - Seminarista, Paulo de Paula, Adeli medeiros, Atilio Bovo Neto, Ilda Ortis e Marisete Quadros. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda - comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.
como terminará esse mesmo dia missionário de madrugada, também em oração (Mc 1,35). Não se faz missão sem oração. Missão se faz com os joelhos dobrados. Jesus, antes de qualquer ação, rezava ao Pai. Por isso, ir à igreja para ouvir e meditar a Palavra de Deus, para rezar, colocando diante de Deus nossa vida, nossas inquietudes, os problemas que afligem nossa vida pessoal e comunitária, é a primeira ação missionária. A maior caridade pastoral que o missionário deve fazer é ensinar o povo a rezar. Jesus ensinou os apóstolos a rezar. Deu-lhes de presente a sua oração, a oração do Pai-Nosso. O Catecismo da Igreja Católica nos diz que o Pai-Nosso é o resumo de todo o Evangelho (CIC, 2761). A eficiência de nossa ação missionária depende da qualidade e da intensidade de nossa oração. Na sinagoga, Jesus expulsa um espírito impuro. O que significa isso? Jesus purifica o ambiente, para deixar espaço à missão. O que os fariseus ensinavam na sinagoga estava contaminado de preconceitos e de mentalidade legalista e moralista. Jesus desmascarou uma religião hipócrita, que dividia as pessoas em puras e impuras. Em seguida, saindo da sinagoga, entrou na casa de Pedro (Mc 1,29-34). Esse é o segundo espaço missionário que Jesus visita. Ali ele encontra a sogra de Pedro doente. Jesus se aproxima dela, toma-a pela mão, levantaa da cama e a cura da febre. A missão cura liberta, salva, livra as pessoas da febre e de todos os males. O melhor da graça é a ação de graça. A sogra de Pedro, livre da febre, começou a servir Jesus e seus discípulos. Essa é a finalidade do milagre e da cura. Passar a servir Jesus é o maior milagre que pode acontecer na nossa vida. Missão é servir. Portanto, o melhor da missão de Jesus, bem como da nossa, é recuperar a dignidade humana perdida e colocar a pessoa em estado de serviço e de missão. O dia missionário de Jesus continua. Ao cair da tarde, quando já tinha passado o dia de sábado, cheio de proibições (terminava pelas 18h00), muita gente, doente, perturbada, juntava-se no meio da rua, perto da casa de Pedro, onde estava Jesus. Aí na rua, Jesus atendeu a todos. Curou os doentes e expulsou os demônios.
Pe. Fabiano Spisla / Pároco Muita gente se alegrou. Foi um dia muito cansativo, mas cheio de vida nova, de grande esperança. Jesus fez crescer a autoestima adormecida no meio do povo. Um grande milagre. Foi um dia cheio das surpresas de Deus. O dia terminou, mas a missão ainda não acabou. Missão começa na terra e só termina no céu. E se lá não chegar não é culpa de Jesus, é culpa nossa. Esse dia missionário de Jesus deve servir de modelo de missão para a Igreja. E ele o deixa como testamento para nós. A fonte de inspiração de qualquer missão é Jesus Cristo, o Missionário do Pai, o primeiro evangelizador e criador do espírito missionário da Igreja. É nesse sentido que se entende o que disse o Papa Francisco aos membros das Pontifícias Obras Missionárias: “com tantos planos e programas, não deixem Jesus fora da obra missionária”. Comumente, quando termina um dia de trabalho, quando cai a noite, não queremos ver mais ninguém, fazer mais nada, a não ser tomar um bom banho, descansar, relaxar e dormir. Jesus age missionariamente, de maneira diferente. Depois de um dia inteiro de missão, ainda tem disposição para cuidar dos doentes. E em seguida, de madrugada, quando ainda estava escuro, ele foi encontrado no deserto e em oração. E disposto a ir às outras comunidades que ele ainda não havia atendido pastoralmente. Madrugada, deserto, solidão, silêncio e oração são tempos, lugares e atitudes sagrados para a missão. Na missão, este é o tempo de avaliação, de colher os frutos, de articular as forças e de organizar os serviços e ministérios e elaborar o projeto de evangelização para seguir em frente. Fonte: Vida Pastoral março/abril de 2016
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Palavra do Papa
Curitiba.outubro.2017
Queridos irmãos e irmãs! O Dia Mundial das Missões concentranos, também este ano, na pessoa de Jesus, «o primeiro e maior evangelizador» (Paulo VI, Exort. ap. Evangelii nuntiandi, 7), que incessantemente nos envia a anunciar o Evangelho do amor de Deus Pai, com a força do Espírito Santo. Este Dia convida-nos a refletir novamente sobre a missão no coração da fé cristã. De facto a Igreja é, por sua natureza, missionária; se assim não for, deixa de ser a Igreja de Cristo, não passando duma associação entre muitas outras, que rapidamente veria exaurir-se a sua finalidade e desapareceria. Por isso, somos convidados a interrogar-nos sobre algumas questões que tocam a própria identidade cristã e as nossas responsabilidades de crentes, num mundo baralhado com tantas quimeras, ferido por grandes frustrações e dilacerado por numerosas guerras fratricidas, que injustamente atingem sobretudo os inocentes. Qual é o fundamento da missão? Qual é o coração da missão? Quais são as atitudes vitais da missão? A MISSÃO E O PODER TRANSFORMADOR DO EVANGELHO DE CRISTO, CAMINHO, VERDADE E VIDA 1. A missão da Igreja, destinada a todos os homens de boa vontade, funda-se sobre o poder transformador do Evangelho. Este é uma Boa Nova portadora duma alegria contagiante, porque contém e oferece uma vida nova: a vida de Cristo ressuscitado, o qual, comunicando o seu Espírito vivificador, torna-Se para nós Caminho, Verdade e Vida (cf. Jo 14, 6). É Caminho que nos convida a segui-Lo com confiança e coragem. E, seguindo Jesus como nosso Caminho, fazemos experiência da sua Verdade e recebemos a sua V ida, que é plena comunhão com Deus Pai na força do Espírito Santo, liberta-nos de toda a forma de egoísmo e torna-se fonte de criatividade no amor. 2. Deus Pai quer esta transformação existencial dos seus filhos e filhas; uma transformação que se expressa como culto em espírito e verdade (cf. Jo 4, 23-24), ou seja, numa vida animada pelo Espírito Santo à imitação do Filho Jesus para glória de Deus Pai. «A glória de Deus é o homem vivo» (Ireneu, Adversus haereses IV, 20, 7). Assim, o anúncio do Evangelho torna-se palavra viva e eficaz que realiza o que proclama (cf. Is 55, 10-11), isto é, Jesus Cristo, que incessantemente Se faz carne em cada situação humana (cf. Jo 1, 14).
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A missão no coração da fé cristã
A MISSÃO E O KAIRÓS DE CRISTO 3. Por conseguinte, a missão da Igreja não é a propagação duma ideologia religiosa, nem mesmo a proposta duma ética sublime. No mundo, há muitos movimentos capazes de apresentar ideais elevados ou expressões éticas notáveis. Diversamente, através da missão da Igreja, é Jesus Cristo que continua a evangelizar e agir; e, por isso, aquela representa o kairós, o tempo propício da salvação na história. Por meio da proclamação do Evangelho, Jesus torna-Se sem cessar nosso contemporâneo, consentindo à pessoa que O acolhe com fé e amor experimentar a força transformadora do seu Espírito de Ressuscitado que fecunda o ser humano e a criação, como faz a chuva com a terra. «A sua ressurreição não é algo do passado; contém uma força de vida que penetrou o mundo”. Onde parecia que tudo morreu, voltam a aparecer por todo o lado os rebentos da ressurreição. É uma força sem igual» (Exort. ap. Evangelii gaudium, 276). 4. Lembremo-nos sempre de que, «ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo» (Bento XVI, Carta. enc. Deus caritas est, 1). O Evangelho é uma Pessoa, que continuamente Se oferece e, a quem A acolhe com fé humilde e operosa, continuamente convida a partilhar a sua vida através duma participação efetiva no seu mistério pascal de morte e ressurreição. Assim, por meio do Batismo, o Evangelho torna-se fonte de vida nova, liberta do domínio do pecado, iluminada e transformada pelo Espírito Santo; através da Confirmação, tornase unção fortalecedora que, graças ao mesmo Espírito, indica caminhos e estratégias novas de testemunho e proximidade; e, mediante a Eucaristia, torna-se alimento do homem novo, «remédio de imortalidade» (Inácio de Antioquia, Epistula ad Ephesios, 20, 2). 5. O mundo tem uma necessidade essencial do Evangelho de Jesus Cristo. Ele, através da Igreja, continua a sua missão de Bom Samaritano, curando as feridas sanguinolentas da humanidade, e a sua missão de Bom Pastor, buscando sem descanso quem se extraviou por veredas en-
viesadas e sem saída. E, graças a Deus, não faltam experiências significativas que testemunham a força transformadora do Evangelho. Penso no gesto daquele estudante «dinka» que, à custa da própria vida, protege um estudante da tribo «nuer» que ia ser assassinado. Penso naquela Celebração Eucarística em Kitgum, no norte do Uganda – então ensanguentado pelas atrocidades dum grupo de rebeldes –, quando um missionário levou as pessoas a repetirem as palavras de Jesus na cruz: «Meu Deus, meu Deus, porque Me abandonaste?» (Mc 15, 34), expressando o grito desesperado dos irmãos e irmãs do Senhor crucificado. Aquela Celebração foi fonte de grande consolação e de muita coragem para as pessoas. E podemos pensar em tantos testemunhos – testemunhos sem conta – de como o Evangelho ajuda a superar os fechamentos, os conflitos, o racismo, o tribalismo, promovendo por todo o lado a reconciliação, a fraternidade e a partilha entre todos. A MISSÃO INSPIRA UMA ESPIRITUALIDADE DE ÊXODO, PEREGRINAÇÃO E EXÍLIO CONTÍNUOS 6. A missão da Igreja é animada por uma espiritualidade de êxodo contínuo. Trata-se de «sair da própria comodidade e ter a coragem de alcançar todas as periferias que precisam da luz do Evangelho» (Francisco, Exort. ap. Evangelii gaudium, 20). A missão da Igreja encoraja a uma atitude de peregrinação contínua através dos vários desertos da vida, através das várias experiências de fome e sede de verdade e justiça. A missão da Igreja inspira uma experiência de exílio contínuo, para fazer sentir ao homem sedento de infinito a sua condição de exilado a caminho da pátria definitiva, pendente entre o «já» e o «ainda não» do Reino dos Céus. 7. A missão adverte a Igreja de que não é fim em si mesma, mas instrumento e mediação do Reino. Uma Igreja autorreferencial, que se compraza dos sucessos terrenos, não é a Igreja de Cristo, seu corpo crucificado e glorioso. Por isso mesmo, é preferível «uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças» (Ibid., 49).
OS JOVENS, ESPERANÇA DA MISSÃO 8. Os jovens são a esperança da missão. A pessoa de Jesus e a Boa Nova proclamada por Ele continuam a fascinar muitos jovens. Estes buscam percursos onde possam concretizar a coragem e os ímpetos do coração ao serviço da humanidade. «São muitos os jovens que se solidarizam contra os males do mundo, aderindo a várias formas de militância e voluntariado. (...) Como é bom que os jovens sejam “caminheiros da fé”, felizes por levarem Jesus Cristo a cada esquina, a cada praça, a cada canto da terra!» (Ibid., 106). A próxima Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que terá lugar em 2018 sobre o tema «Os jovens, a fé e o discernimento vocacional», revela-se uma ocasião providencial para envolver os jovens na responsabilidade missionária comum, que precisa da sua rica imaginação e criatividade. O SERVIÇO DAS OBRAS MISSIONÁRIAS PONTIFÍCIAS 9. As Obras Missionárias Pontifícias são um instrumento precioso para suscitar em cada comunidade cristã o desejo de sair das próprias fronteiras e das próprias seguranças, fazendo-se ao largo a fim de anunciar o Evangelho a todos. Através duma espiritualidade missionária profunda vivida dia-a-dia e dum esforço constante de formação e animação missionária, envolvem-se adolescentes, jovens, adultos, famílias, sacerdotes, religiosos e religiosas, bispos para que, em cada um, cresça um coração missionário. Promovido pela Obra da Propagação da Fé, o Dia Mundial das Missões é a ocasião propícia para o coração missionário das comunidades cristãs participar, com a oração, com o testemunho da vida e com a comunhão dos bens, na resposta às graves e vastas necessidades da evangelização. FAZER MISSÃO COM MARIA, MÃE DA EVANGELIZAÇÃO 10. Queridos irmãos e irmãs, façamos missão inspirando-nos em Maria, Mãe da evangelização. Movida pelo Espírito, Ela acolheu o Verbo da vida na profundidade da sua fé humilde. Que a Virgem nos ajude a dizer o nosso «sim» à urgência de fazer ressoar a Boa Nova de Jesus no nosso tempo; nos obtenha um novo ardor de ressuscitados para levar, a todos, o Evangelho da vida que vence a morte; interceda por nós, a fim de podermos ter uma santa ousadia de procurar novos caminhos para que chegue a todos o dom da salvação. Fonte: Rádio vaticano Paulo de Paula
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SANTO DO MÊS
São Francisco de Assis! O Dia de São Francisco de Assis é comemorado anualmente em 4 de outubro. A data homenageia uma das personalidades santas mais admiradas pela comunidade católica: QUEM É SÃO FRANCISCO? São Francisco de Assis, o padroeiro dos animais e da natureza, também conhecido por ser o santo dos pobres. HISTÓRIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS Francisco nasceu na cidade de Assis, na Itália, no ano de 1182. Filho de pais ricos, o jovem Francisco aproveitou sua infância e adolescência desfrutando da sua riqueza e vaidade. No entanto, de acordo com a história católica, Francisco de Assis abandonou toda a vida de riquezas e luxo para “desposar a Senhora Pobreza”. Francisco de Assis acreditava que para o cristão viver o real significado do Evangelho de Cristo, deveria abdicar de todos os confortos e seguir a risca a vida de Jesus Cristo.
Francisco tinha ouvido o chamado de Deus para seguir o caminho de Cristo. Assim sendo, o jovem passou a viver com alegria a vida da pobreza, humildade e obediência. Seguindo seu caminho como peregrino de Deus, Francisco e seus seguidores viajaram por muitas cidades da Europa e África, como o Egito, Chipre, Roma, Síria e outras cidades e lugares considerados Sagrados. O amor de Francisco pelas “obras de Deus”, ou seja, a natureza e tudo que nela está inserido era imenso. Ao abrir mão de toda a sua fortuna, Francisco de Assis se dedicou bastante aos animais, ao meio ambiente e aos leprosos. ORIGEM DO DIA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS O Dia de São Francisco de Assis é comemorado em homenagem à data de sua morte, em 1226, e foi sepultado na Igreja de São Jorge na cidade de Assis. Após dois anos da sua morte foi canonizado pelo Papa Gregório IX.
ORAÇÃO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS
SÃO FRANCISCO DE ASSIS E O PAPA O nosso querido Papa, Jorge Mario Bergoglio, fez a sublime escolha, para homenagear o Santo de Assis, a decisão ocorreu quase de forma imediata. O Cardeal Bergoglio teve apenas alguns minutos, após o fim da contagem dos votos dos cardeais, para escolher seu nome de pontificado. Ele mesmo conta como escolheu o nome ao receber uma “dica” de um amigo do Colégio Cardinalício. O cardeal brasileiro, Dom Cláudio Hummes, que estava sentado ao lado de Bergoglio durante o Conclave, ao perceber que
“Senhor, Fazei de mim um instrumento de vossa Paz! Onde houver Ódio, que eu leve o Amor, Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão. Onde houver Discórdia, que eu leve a União. Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé. Onde houver Erro, que eu leve a Verdade. Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança. Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria. Onde houver Trevas, que eu leve a Luz! Ó Mestre, fazei que eu procure mais: Consolar, que ser consolado; Compreender, que ser compreendido; Amar, que ser amado. Pois é dando, que se recebe. Perdoando, que se é perdoado e É morrendo, que se vive para a vida eterna!” as votações já haviam atingido os 2/3 necessários para eleger o Papa, cumprimentou-o. “Ele abraçou-me, beijou-me e disse-me: ‘Não te esqueças dos pobres!’. E aquela palavra gravou-se-me na cabeça: os pobres, os pobres. Logo depois, associando com os pobres, pensei em Francisco de Assis. Em segui-
da, pensei nas guerras, enquanto continuava o escrutínio até contar todos os votos. Francisco é o homem da paz. E assim surgiu o nome no meu coração: Francisco de Assis”, contou o Papa na primeira audiência que teve com os jornalistas. Fonte: Canção Nova. www.franciscanos.org.br Paulo de Paula
Neste mês do padroeiro, a comunidade convida a todos a participarem dos momentos preparados em sua homenagem.
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As missões em três passos A pedidos de nossos leitores, continuamos aprendendo sobre as maravilhas da Palavra de Deus. Nesse mês, por ser o mês missionário, de posse de nossas bíblias tomaremos nosso trenzinho missionário e percorreremos sobre algumas passagens que aludem às missões. Para se realizar uma missão requer seguir passos importantes. Um modelo de missão pode obedecer a seguinte estrutura: pré-missão (preparação), missão (execução) e pósmissão (resultados). Esses passos devem caminhar em sintonia, conforme vagões de um trem. Busquemos na bíblia versículos que fundamentam cada um desses passos: 1º PASSO: PRÉ-MISSÃO a) Decidir-se pela missão: Maria decide pela missão de dá à luz a Jesus: “Eis a ___________ do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua _____________” (Lucas 1,38). Nós também somos convidados a levar a luz de Cristo ao mundo. b) Convocar missionários: Após seu batismo Jesus convocou seus primeiros discípulos para uma missão de pescar almas para o reino: “Sigam-me, e eu farei de vocês _____________de homens’. Eles deixaram imediatamente as _____________, e seguiram a Jesus”. (Mateus 4, 19-20). Jesus continua chamando, escute a voz do Mestre em seu coração e siga-O! c) Formar os missionários: Na escola de Jesus o maior ensinamento é o amor. Jesus reúne ao redor de si seus seguidores e os instruem no sermão da montanha: “Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame o
seu _____________, e odeie o seu inimigo! ’ Eu, porém, lhes digo: __________ os seus inimigos, e rezem por aqueles que perseguem vocês! Assim vocês se tornarão __________ do Pai que está no céu, porque ele faz o __________ nascer sobre maus e bons, e a chuva cair sobre justos e injustos”. (Mateus 5, 43-45). Assim amemos a Deus sobre todas a coisas e ao próximo como a nós mesmos. d) Consolidação de novas lideranças: Depois da profissão de fé, Jesus escolhe Pedro para liderar sua Igreja: “Por isso eu lhe digo: você é Pedro, e sobre essa __________ construirei a minha Igreja, e o _________ da morte nunca poderá vencê-la” (Mateus 16,18). Qual a missão que Jesus nos confia hoje? 2º PASSO: MISSÃO e) Anúncio explícito da Palavra de Deus: Já ressuscitado Jesus aparece a seus discípulos e diz: “Vão pelo _________ inteiro e anunciem a Boa Notícia para toda a ___________. Quem acreditar e for batizado, será salvo”. (Marcos 16, 15-16). Hoje Jesus continua nos convocando para ir de missão. Qual será nossa resposta?! f) Visitas domiciliares. Jesus visitava o povo de Deus e os ajudava suprir suas necessida-
des. “ Jesus saiu da sinagoga, e foi para a casa de Simão. “A sogra de Simão estava com -------_________ alta, e pediram a Jesus em favor dela. Inclinando-se para ela, __________ ameaçou a febre, e esta deixou a __________. Então, no mesmo instante, ela se levantou, e começou a servi-los” (Lucas, 4, 3839). Nós também somos convidados a visitar nossos familiares e amigos, bem como aos idosos, enfermos, e especialmente aos mais pobres. g) Missas, procissões, encontros específicos, sacramentos, etc. As missões são um tempo privilegiado da graça do Senhor Jesus: “O Espírito do __________ está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa __________ aos pobres; enviou-me para proclamar a ______________ aos presos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos, e para proclamar um ano de do Senhor” (Lucas 4, 18-19). Fazer a Vontade de Deus foi o programa da vida de Jesus. Qual o seu projeto de
vida? Ele está em conformidade com a Vontade de Deus? 3º PASSO: PÓS-MISSÃO h) Perseverança e fidelidade em Deus. Quem tem uma experiência de encontro com Cristo não esquece e nem guarda para si, mas testemunha-O com sua vida. Assim aconteceu com as pessoas que foram curadas por Jesus, com quem O escutou falar, com quem caminhou com Ele - como os Discípulos de Emaús: “Então os dois contaram o que tinha acontecido no ____________________________, e como tinham reconhecido Jesus quando ele partiu o __________” (Lucas, 24, 35). Assim somos convidados a viver tudo aquilo que aprendemos sobre Jesus e anunciar o seu nome aos demais. Sejamos também nós, a partir de nossas realidades, discípulos e missionários de Jesus Cristo. Referência: Bíblia Pastoral da Paulus Cleber Teodósio - SEMINARISTA CM
Vamos conferir as respostas da edição anterior - Mês de Setembro Salmo 119, 105: Palavra Salmo 119, 15: caminhos 3João 11: bem Tiago 1, 22: Palavra Efésios 6, 1-3: justo, mandamento Marcos 16, 15: evangelho 2 Timóteo 3, 15-16: Sagradas Escrituras, salvação, ensinar
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400 Anos da Congregação da Missão
SANTA LUIZA DE MARILLAC: UM TESOURO ESCONDIDO Luiza caminhou na esteira de São Vicente de Paulo, e como que à sua sombra, desapareceu um pouco, eclipsada pelo esplendor de um destino sem par. Porém Luiza tem sua originalidade e grandeza própria. Segundo seu grande biógrafo J. Calvet, “Luiza foi grande pela bondade, pelo sofrimento e pela ação”. 1- LUIZA À PROCURA DE SUA VOCAÇÃO: Nasceu em Paris, aos 12 de agosto de 1591. Seu nascimento guarda ainda muito de mistério. Seu pai era Luís de Marillac. Sua mãe é desconhecida. Com dois meses de idade, seu Pai a entregou às Dominicanas do Convento Real de Poissy, para que a criassem. Aí aprendeu latim, gramática filosofia, ciências e pintura. Sua formação humanista foi de qualidade. Com 13 anos Luiza é colocada num pensionato dirigido por uma senhora muito pobre. Aí aprende a cozinhar, costurar, bordar, isto são as artes domésticas. Alguns supõem que esta senhora pobre seria sua própria mãe! Mais tarde Luiza queria entrar num convento das capuchinhas de clausura. Porém o Provincial a desencorajou dizendo que Deus teria outros desígnios para ela. Aos cinco de fevereiro de 1613 se casa com Antônio Le Gras ,secretário da Rainha. Seu casamento foi um arranjo familiar e político. No entanto viveram felizes. Tiveram um filho chamado Miguel, que deu muita dor de cabeça para Luiza , por seu lento desenvolvimento e por suas peripécias. Luís ficou doente em 1622. Este período marcou muito a Luiza.Ela tinha um sentimento de ter desobedecido a vontade de
Deus com seu casamento, em desatenção à sua vocação religiosa. Seus sofrimentos seriam consequência de sua infidelidade. Viveu assim a noite escura de sua vida. Luiza sendo casada nunca se esqueceu dos pobres, como uma antecipação de sua caridade futura. Luís faleceu aos 21 de dezembro de 1625. Luiza sente que já não tem mais ninguém e que a situação econômica é precária. Seu marido apostou pelos Marillac e perdeu. Os Marillac são derrotados pelo Primeiro Ministro Richelieu, que mandou decapitar o tio de Luiza, Marechal Luís, e o chefe do clã, Miguel de Marillac, morrerá na prisão em 1632. 2- O ENCONTRO COM SÃO VICENTE DE PAULO Justo um ano antes da morte do seu marido Luiza se tinha encontrado com V icente de Paulo. Desde então até o dia de sua morte será seu diretor e ela sua colaboradora em todas as suas obras caritativas. Ela o amará profundamente em Deus e ele, ternamente em Jesus Cristo Nosso senhor. Esta amizade será uma das mais frutíferas da história do cristianismo. No dia 4 de junho de 1623, festa de pentecostes será um dia marcante para Luiza. Esse dia a encheu de luz e serenidade., Uma voz interior,lhe anunciava que um dia ela estaria a serviço dos pobres e haveriam idas e vindas. E que seria fundadora de uma instituição secular. Sentiu-se libertada das angústias. Esta experiência de iluminação a transformará, juntamente com a orientação de São Vicente. O encontro com Vicente foi pro-
za com 34 anos recomeçou sua vida,que teve altos e baixos, êxitos e fracassos, ilusões e desenganos, rumo à santidade.Aos 6 de maio de 1629 ,Luiza inicia assim uma nova aventura. A partir daí, deixa de ser a Senhora Les Gras para ser de verdade Luiza de Marillac. Torna-se a missionária dos pobres. Sente o poder de sua palavra. Todos se encantam com ela.
videncial. Mudará a direção de sua vida. Em 1627 seu filho entra no Seminário e Luiza está livre para colaborar com Vicente. Os oito anos seguintes vão mudar sua espiritualidade e sua forma de ver o mundo e os pobres. Ao lado de V icente ,deixa de pensar em si mesma, e .se inscreve nas Senhoras de Caridade .Em julho de 1628 , Luiza anuncia a Vicente que se sentia chamada por Deus a serviço dos pobres. Vicente então a incumbe de visitar as Confrarias de Caridade, que eram fundadas, pelos padres da missão, no final das missões populares. Agora Luiza se converte em uma nova mulher. Vicente admira sua inteligência e coração dessa mulher encantadora nas relações sociais, e a considera uma colaboradora imprescindível em uma época em que as mulheres, não tinham categoria social.Luiza se libertou de suas angústias e medos, de suas inseguranças. Vicente fez de Luiza uma mulher ousada, corajosa, empreendedora e segura. Mudou Luiza da água pro vinho (Ir. Tereza Nunes FC).Daí em diante sua vida foi uma explosão de caridade e competência na organização do serviço aos pobres. Segundo o Padre Martinez Lui-
3 - LUIZA FUNDADORA Em 1630 apareceu ma vaqueira dos arredores de Paris, chamada Margarida Naseau. E sugeriu a Vicente reorganizar as caridades, fazendo uma seção com jovens que trabalhariam voluntariamente a serviço dos pobres. V icente acolheu a ideia. Vieram mais jovens e Luiza se encarregou de prepará-las. Passados três anos, no dia 29 de novembro de 1633, algumas destas jovens se reunirão na casa de Luiza e assim nasceu a Companhia das Filhas da Caridade. Com sete meses já eram 12. A novidade do grupo era assombrosa. Não eram religiosas, nem necessitavam de dote para entrar, nem estavam encerradas em um convento para encontrar a santidade pessoal,senão que iam pela rua a cuidar dos pobres em suas casas. Eram as servas dos pobres. Logo foram apelidadas de irmãs da caridade. O impacto que causou esta Companhia na sociedade francesa foi revolucionário. Nunca antes haviam contemplado a uma “consagradas, que não guardassem clausura, que não fizessem votos públicos ( e que os fazem todos os anos no dia 25 de março), e vestissem como as aldeanas camponesas de Paris. Logo se ocupariam das crian-
Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM
ças abandonadas,dos encarcerados, dos doentes mentais, dos idosos , orfanatos, hospitais, escolas para as crianças pobres, e dos campos de batalhas, na França e fora dela. 4 - LUIZA- MÍSTICA DOS POBRES Luiza era contemplativa, porém não levava vida contemplativa. Estava entre os pobres com uma vida cheia de atividades, de idas e vindas, dos pobres a Jesus Cristo e de Jesus Cristo aos pobres. Mulher orante ,misticamente imersa nas fontes litúrgicas, bíblicas e orientada à Trindade, à Maria , a Eucaristia e sobretudo ao Espírito Santo. Encarna a ternura de Deus para com os pobres. Tinha consciência de sua missão divina conduzida pelo Espírito Santo.Tinha consciência de seguir Jesus Cristo em sua missão profética. Tinha aprendido de Vicente a converter tudo em revelação, em sinal de Deus. Por isso sabia como ninguém dar resposta aos problemas concretos, de cada momento, vivendo na esperança, numa sociedade onde a maioria tentava sobreviver. Luiza faleceu aos 15 de março de 1660, em Paris. Em 11 de março de 1934, Luiza é canonizada pelo Papa Pio XI. Em 1960, O Papa João XXIII proclamou Luiza como Padroeira das Obras Sociais Cristãs. Sua festa litúrgica agora se celebra no dia 9 de maio.
Pastoral do Dízimo
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Dizimistas Falecidos! A equipe do Dízimo da Paróquia Santo Antonio-Orleans, pede às famílias dos dizimistas falecidos, a gentileza de comunicar o falecimento para o plantão do dízimo nas missas ou para a secretaria paroquial, evitando assim, maiores constrangimentos. Obrigado!
Dizimistas Aniversariantes de Outubro.2017 MATRIZ ALCI INACIO DE LIMA CLAYTON MORE LEONARDO VICENTE RODRIGUES LUIZ FERNANDO CARON LUZIA DA CONCEIÇÃO ALMEIDA MARIA CLAUDIA DA COSTA MARIA DE LOURDES DA SILVA NEIVA DA LUZ PEREIRA PEDRO GAIDESKI RODRIGO ROGOSKI BERGRUSTCHISKA SUELI SILVANA S. SANTANA VALTER RIBEIRO DE OLIVEIRA
CASAMENTO ALCI INACIO DE LIMA E ROSANA VIEIRA DE SOUZA CLAYTON MORE LUIZ FERNANDO CARON LUZIA DA CONCEIÇÃO ALMEIDA MARIA CLAUDIA DA COSTA MARIA DE LOURDES DA SILVA E MIGUEL RIBEIRO NEIVA DA LUZ PEREIRA E ADRIANO COSMO DA SILVA PEDRO GAIDESKI E MARLENE SAUER RODRIGO ROGOSKI BERGRUSTCHISKA E DAYANE C. TOZATI BERGRUSTCHISKA SUELI SILVANA S. SANTANA E JAIRO SANTANA VALTER RIBEIRO DE OLIVEIRA E ANDREIA JUNG GUIDIO RIBEIRO DE OLIVEIRA CÔNJUGES AFONSO CZECK ALTINO DE ANDRADE ANDRÉ BENTO DA CRUZ CARLOS EDUARDO F FRANCISCO CLAUDIO LIZIAS GOULART EMERSON GARCIA CARVALHO FABIANO MIKUS GISLENE APARECIDA MARQUES MARTIN ISMAEL FORTUNATO IVONE ZAIATZ JAIR DAS CHAGAS LIMA
LAURA CUNHA LIDIA BYBAS BORGES LUCIA VRUBLESKI GROCHOSKI LUIZ CARLOS DE FREITAS DORNELES MARIA LEONI ZANARDINI MARILENE KZANOVSKI PATRICIA D AGOSTIN LONGO DOS REIS ROSALINA DELGADO SOUZA VERONICA VRUBLESKI GOINSKI
NOSSA SENHORA DE FÁTIM A- RIVIERA ALIANE PAMPUCHE SALES EDILSON RODRIGUES DOS SANTOS NOSSA SENHORA DO CARMO - PASSAÚNA ALESSANDRA DOMANSKI BARBARA HOMANN NESTOR RIBEIRO CASAMENTO MOACIR TURESSO E GISELA TURESSO
SÃO FRANCISCO - JARDIM GABINETO ADAJIR CARNEIRO ANGELINA FURTADO DE AMORIM ANTONIO CORREIA DA SILVA BETE - ESPOSA DE ADILCE MOREIRA CECILIA FELIS SANTANA CLAUDIOMIRO DE SOUZA DINETE APARECIDA PADILHA EDITE FERREIRA BRITO EVA ROSELI KOVALSKI FATIMA ALI JAR RRAR FRANCISCO MANOEL DOS SANTOS IZAUDA XAVIER DE SOUZA JACQUELINE CRISTIANE SANTI JOANI G. PADILHA MARCOS VAN HANDEL MAURICIO LOPATIUK NARA CRISTINA RAZZO ROSANGELA LOPATIUK DE AGUIAR
SÃO VICENTE DE PAULO - JARDIM VITÓRIA ADINALVA TEREZINHA CLAUDILEI DE SOUZA CLEONI P.SILVA DIRCEU DE PAULA DORAIL ELIZEU TIETYEN EMANUELLY DA SILVA IVONETE C.MACHADO JENNIFFER M. SANTOS JOSÉ A COSTA Mª DE FATIMA S. ROCHA MAGNA F. SANTOS NOELI FTMA S. LIMA REGINA GONSALVES SIDNEI JOSÉ DA SILVA
SAGRADA FAMÍLIA - JD. GUARANI ANTÔNIA DE MENEZES DIMAS ALBERTO MARCONDES JOÃO SANTOS LIMA JOSÉ SCHULTZ MARIA V. DONATIN MARTA REGINA DE CARVALHO RODOLPHO H. MARCONDES SOUZA
CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO - RIVIER ADÃO RAFAEL KOCHAN DORALIDIA VOSNIAKA ELIANA F. PONCHECKI EMILAINE D. LASKOSKI MARILENE D. BURDA NEUTON PRESTES ODAIR J. BATISTA VINÍCIUS BATISTA
CASAMENTO AFONSO E LIDIA HOMAN
CASAMENTO IVALDO E TEREZA MAZUREK
REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.
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ACONTECEU EM NOSSA PARÓQUIA NO MÊS DE SETEMBRO
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CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO O Tríduo foi celebrado nos dias 14, 15 e 16, em c ada dia podemos conhecer um pouco mais de São Vicente e suas virtudes. Dia 17 aconteceu missa solene e festa em homenagem ao padroeiro.
ERRATA: Na edição anterior o Aconteceu referia-se ao mês de Agosto não de Setembro. MATRIZ PASTORAL ACÓLITOS E COROINHAS - Sábado dia 03/09 os novos acólitos de nossa matriz, fizeram trilha ao Pico do Pão de Loth, local lindo onde puderam ficar mais próximos de Deus e suas maravilhas.
ENCONTRO BÍBLICO
MOVIMENTO DE IRMÃOS - ATIVIDADES DO MÊS DE SETEMBRO “Agradecemos a todos pela ajuda nas atividades, em especial aquelas referentes: Encontro 351 do Movimento de Irmãos, novos casais Wilson e Greise e João e Célia. * Missa no Asilo São Vicente de Paulo; * Reunião Mensal, com o primeiro Shalomzinho , onde as cri- comemorar o dia de São Vicente, anças podem ter um convívio , en- os 400 da congregação Vicentina e quanto os pais participam da reu- os 3 anos de ordenação do Padre nião , este projeto conta com a aju- Eliezer. O Movimento de irmãos foi da da catequista Bárbara. Adora- até o seminário no dia 26 para ção ao Santíssimo, na Casa das Ir- juntos rezaram o terço. mãs da Sagrada Família! “ Para Marcelo Loos Ramos.
DELEGAÇÃO E RENOVAÇÃO ACÓLITOS DA MATRIZ No domingo dia 24 a matriz recebeu mais 7 acólitos que em seu juramento, acompanhados dos acólitos atuantes juraram servir a Deus e a comunidade. Que São Tarcisio seja o exemplo, intercessor e protetor de cada jovem desta pastoral.
PASTORAL CATEQUÉTICA Domingo dia 03/09 foi dia de formação e com muita alegria 37 catequistas de nossa comunidade participaram. Muito amor e dedicação !!
PASTORAL DO BATISMO
INSTITUTO SÃO ZYGMUNT
CAPELA SÃO FRANCISCO DO ASSIS PARTICIPAÇÃO DOS COROINHAS E ACÓLITOS NO DIA DE NOSSA SENHORA DA LUZ - PADROEIRA DE CURITIBA O dia de nossa Padroeira Nossa Senhora da Luz (08/09), foi marcada por grandes momentos junto ao povo de Deus, a região central da cidade, ficou tomada de fiéis discípulos de Maria e devotos de uma mãe que zela por nós. E a nossa comunidade, foi muito bem representada, por nossos coroinhas e acólitos! Que possamos sempre incentivar e acolher essas crianças, adolescentes e jovens, no sublime serviço que testemunham diante do altar. Paz e Bem!
Aconteceu no dia 10 missa em homenagem ao fundador da Congregação das Irmãs da sagrada Família, juntamente com o campeonato de Taekwondo onde a equipe do instituto mais uma vez ficou em primeiro lugar.
NOVENAS NAS FAMÍLIAS
FORMAÇÃO MENSAL ACONTECEU NA CAPELA SAGRADA FAMÍLIA
Sábado dia 02/09 foi movimentado em nossa matriz, a Pastoral Missionária levar carinho e Jesus ao nossos irmãos mostram que somos uma igreja em saída. PASTORAL MISSIONÁRIA – Visita a moradores da região próximo a matriz.
CASAMENTO COMUNITÁRIO – ACONTECEU DIA 02 DE SETEMBRO CAPELA SAGRADA FAMÍLIA
REUNIÃO BRASPOL - SETEMBRO 2017
Espiritualidade, formação, passos importantes para a comunidade Sagrada Família, reunindo no dia 11/09, o Pároco Padre Fabiano, CCP e CAE. No dia 20/08 aconteceu a festa das Capelinhas com a Coroação de Nossa Senhora.
Nossa Paróquia esta participando do Projeto Oliplanet, e no dia 05/09/2017 foi realizada a coleta de 140 litros do óleo pelos responsáveis pelo projeto, este que visa à destinação correta do óleo de cozinha usado. A iniciativa é de grande valia, sendo que colabora para a proteção do meio ambiente e ao mesmo tempo permite que, instituições sem fins lucrativos e beneficentes, possam através da reciclagem do óleo, gerar recursos. No mês de agosto, aconteceu à
distribuição de funis do projeto para as famílias nas missas, estes foram bastante procurados. Agradecemos à comunidade pela adesão à ideia e pedimos que continuem promovendo o sucesso dessa campanha. Os pontos de coleta encontram-se no pátio da Matriz, mas toda a comunidade de nossa Paróquia deve participar.
Nove casais uniram-se no sacramento do matrimônio em linda celebração presidida pelo Padre Fabiano. Nos daPascom conversamos com três casais para saber um pouco sobre esta escolha e os motivos especiais de cada casal.
CLEIDE E LEANDRO “Já estamos juntos a muito tempo e sempre tivemos sonho de nós casar, e foi no catecumenato com o testemunho e incentivo da catequista Andreia, hoje estamos aqui.” Cleide
Acompanhe todos os acontecimentos em nossa página no facebook: www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/
JOCELMA E EROSNEI “Nosso filho nos trouxeram até aqui” Jocelma contou que quando o filho começou a catequese em cada missa na hora da comum hão ela era questionada por ele, o porque não comungava, ela explicou e veio a resposta.. Então casa.. Pedido aceito.
ROBERTA E OSVALDO - “ V iajei 300km para me casar aqui... Esta Igreja é muito especial na minha vida, todos os meus sacramentos foram aqui Batismo, Eucaristia, Crisma.. Hoje moro longe mas tive ainda mais a certeza que devia ser aqui, foi no dia que vim na secretaria para trazer a documentação e meu marido ligou, eu estava em frente a Igreja e ele me disse que estávamos esperando nosso segundo filho(a).” Roberta
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Catequese Quinta etapa: PERSEVERANÇA E ENGAJAMENTO Como todas as etapas que a precederam, a quinta etapa é especial. Parece que estamos chegando ao fim da caminhada, as saudades dos catequizandos vão apertando a cada encontro, afinal, quatro anos já se passaram e a tão esperada crisma aproximase. Mas a caminhada não acaba! Inicia-se um novo ciclo, o da fase adulta, e a Igreja convoca nossos jovens a ser DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS e não ADEPTO da religião católica: sair pelo mundo, pôr em prática o Evangelho, com a força do Espírito Santo. Para o catequista, essa etapa coroa o desafio de efetivamente fazer despertar nos pupilos o desejo de pregar a palavra de Deus e fazer sua obra, mostrando que Jesus está presente em cada momento da vida, seja no trabalho, na escola, na família. As palavras de ordem são perseverança, engajamento e acolhimento. Famílias, apoiem e incentivem! A comunidade está de portas abertas para receber cada um de vocês, jovens queridos, com cada um dos dons especiais que receberam de Deus.
CONTEÚDOS E ATIVIDADES DESSA ETAPA Seguindo o cronograma catequético para a etapa, e em consonância com o calendário litúrgico, os catequisandos de quinta etapa desenvolvem diversas atividades para melhor conhecer as pastorais e comunidade a que pertencem, onde a presença do Pároco e lideranças são importantes para que saibam quem é o responsável por coordenar, objetivos da pastoral, atividades realizadas e calendário de reuniões. Portanto, esse belíssimo sacramento da Confirmação completa o batismo. Por meio dele, o crismando recebe o dom do Espírito Santo, faz um acordo com Deus e, cheio dos dons do Espírito, é chamado a testemunhar o amor ao Senhor. É importante não esquecer que: a missão do crismado é ser cristão no mundo, no meio em que vive. Catequistas: Adeli Medeiros, Atilio Bovo Neto, Ilda Ortis e Marisete Quadros.
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Entrevista com Pe. Schelbauer, que acaba de voltar da África Nesta edição, temos diversos artigos sobre missão, o que é ser missionário, mas nada melhor do que partilharmos um pouco desta experiência , gentilmente o site http://dasgracas.net.br/, do seminário Vicentino Nossa Senhora das Graças dividiu conosco a entrevista feita com o Padre Guilherme Schelbauer, missionário vicentino em Moçambique, que retornou ao Brasil. A entrevista a seguir é encabeçada por uma pequena biografia do Pe. Schelbauer. Ao responder as questões sugeridas pela direção do nosso site, o Padre afirma que a experiência de ir estudar e missionar na África “foi exigente ao ponto de perder mais de 17 kg e quase desistir”; e remata: “foi uma verdadeira revolução na minha vida”. A necessidade missionária de Moçambique ainda é muito grande “conheci comunidades que ficaram sem assistência espiritual por mais de 42 anos, mas que mesmo assim permaneceram vivas”, disse. Apesar de sua teologia ter sido em um seminário interdiocesano – o único seminário teológico do país, o que traz uma riqueza cultural, afirmou: “um dos desafios que enfrentávamos era a falta de livros para os estudos e de professores”. Pe. Schelbauer desempenhou alguns cargos durante a missão, sobre o que afirmou: “é difícil dizer com qual mais me identifiquei. Pois busquei sempre realizar da melhor forma possível aquilo que me era confiado, entregando-me de corpo e alma”. Segundo ele, o povo é muito bom e acolhedor, “mesmo sendo estrangeiro sempre me tiveram como irmão e filho. Senti muito forte isto quando me disseram: ‘você já é um de nós’”. Sobre a campanha “Educar para transformar” realizada em 2015, para construção de salas de aula em Moçambique, ele atesta que: “de momento as salas estão na fase de acabamento” e salienta que “diferente do Brasil, as coisas acontecem de forma lenta” ali. Que o testemunho desse Missionário nos inspire a, também nós, deixar-nos guiar pela Vontade de Deus e ir onde Ele nos envie. Vamos a entrevista. Boa leitura! BIOGRAFIA Eu, pe. Guilherme Schelbauer, CM, sou filho de Luís Carlos Schelbauer e de Maria Ivete Schelbauer. Nasci no dia 03/11/1986, na cidade de Rio Negro – PR., entretanto, vivi toda minha vida, até a entrada no seminário em 2005, na cidade de Mafra - SC (vizinha de Rio Negro). Sou o primeiro dos dois filhos do casal. Fui batizado na comunidade de Cristo Rei do Faxinal, em Mafra, no dia 08.03.1987. Recebi minha primeira comunhão, na mesma comunidade, no dia 22/02/1998, e o sacramento do Crisma na Paróquia São José, em Mafra, no dia 0/12/2000. Ingressei no pré-escolar do Colégio Estadual Professora Maria Paula Feres no ano de 1994. Vindo cursar até a oitava série no ano de 2001. Neste ano recebi uma bolsa de estudo para o Colégio Mafrense (colégio privado da cidade). Onde realizei o Ensino Médio (2002 a 2004). A minha vocação nasce de um retiro opção de V ida realizado na minha paróquia, São José de Mafra, em 2003, quando tinha 16 anos. Foi quando pela primeira vez senti este chamado e iniciei o acompanhamento vocacional com os Padres Vicentinos. No ano de 2004 fui convidado a participar do retiro vocacional realizado pelos Padres Vicentinos, em Curitiba, onde fui aceito e convidado para entrar no seminário Propedêutico, na Cidade de Colombo – PR, o que se realizou no dia 12/02/ 2005. Cursei filosofia na Faculdade V icentina, em Curitiba, nos anos de 2006 a 2008,
sem assistência espiritual por mais de 42 anos, mas que mesmo assim permaneceram vivas. Também vivi a realidade e os desafios da formação do clero como falta de recursos financeiros, humano, de infraestrutura e etc. Dasgracas: Como foi sua formação de teologia na África. Aponte pontos positivos e negativos. Pe. Schelbauer: Foi uma experiência positiva. Tive a oportunidade de contar com professores de diferentes continentes e mentalidades. O que proporcionou uma visão ampliada e solida da fé cristã. Por ser um seminário Interdiocesano e único Seminário teológico do país, permitiu também conhecer seminaristas de diferentes Congregações e dioceses. Consequente a diversidade cultural e linguística do país. Um dos desafios que enfrentamos era a falta de livros para os estudos e de professores.
e residi durante este tempo no Seminário de Nossa Senhora das Graças na mesma cidade. No dia 25 de janeiro de 2009 fui admitido no Seminário Interno, que se deu na Cidade de São Paulo – SP. Realizei os Bons Propósitos no dia 25 janeiro de 2010, na Capela do Colégio São Vicente de Paulo em Araucária – PR. No dia 27 de janeiro de 2010 embarquei para Moçambique - África. Onde realizei o curso de Teologia no Seminário Teológico Interdiocesano São Pio X, nos anos de 2010 a 2013. Residindo no Teologado Francisco Regis Clet, na Malhangalene Maputo, de 2010 a 2012, e na Casa V ice provincial dos Padres V icentinos, na mesma cidade, no ano de 2013. Fui ordenado Diácono no dia 30 de novembro de 2013, na paróquia São João Evangelista, em Maputo-Moçambique e realizei meu estágio diaconal na missão São Pedro Julião Eynard, Tete (Estado localizado na região central de Moçambique). Minha ordenação Presbiteral aconteceu na Comunidade Cristo Rei do Faxinal, em Mafra-SC, no dia 22 de junho de 2014. No final de julho desse mesmo ano regressei para Moçambique para dar continuidade a missão na paróquia onde havia feito o estágio diaconal até início de fevereiro de 2016. Neste ano tive que interromper a missão e regressar ao Brasil para tratamento de saúde. Retomando a missão em África apenas em janeiro de 2017, onde trabalhei na formação como diretor espiritual e ecônomo no seminário da diocese de Nacala (Norte de Moçambique). Pelo fato de ser acometido de malárias por três vezes,
tive que regressar ao Brasil, definitivamente. ENTREVISTA Dasgracas: Como foi sua estada e missão na África. A separa em dois ou em três momento e porquê? Pe. Schelbauer: Foi uma experiência profunda nos diferentes âmbitos da formação (Espiritual, humana, intelectual, pastoral e vicentina). Divido este tempo em dois momentos: formação (Estudos teológicos) e exercício ministerial. Num primeiro momento, quando cheguei Moçambique, foi muito desafiante. A fase de adaptação, principalmente nos cinco primeiros meses, foi exigente ao ponto de perder mais de 17 kg e quase desistir. Pois tudo era novo e diferente. Era preciso recomeçar os novos laços de amizade, inserir a realidade local (clima quente, alimentação, cultura, costumes e etc.), uma nova maneira de ser igreja, o contato com outras culturas de diferentes continentes, dentre outros aspectos. Depois de muito esforço e apoio de muitas pessoas pude superar. Contudo, este período foi muito rico e me fez repensar muitas concepções, valores, a maneira de ser, estar e pensar. Posso dizer que foi uma verdadeira revolução na minha vida em vários aspectos. Num segundo momento foi o exercício do meu ministério como diácono e padre. Durante este período pude estar em contato com a realidade do povo do campo e a miséria que os mesmos passam. Entretanto, de uma religiosidade profunda. Onde conheci comunidades que ficaram
Dasgracas: Quais foram os cargos que ficou responsável na missão em África. Qual deles mais se identificou e porquê? Pe. Schelbauer: Os cargos que desempenhei estando em Moçambique foram de Vigário paroquial, Diretor de um internato estudantil, promotor vocacional responsável pela região centro do País, tesoureiro da CIRMO - Tete (Conferencia dos Consagrados) e Formador. É difícil dizer com qual mais me identifiquei. Pois busquei sempre realizar da melhor forma possível aquilo que me era confiado, entregando-me de corpo e alma. Dasgracas: Como um estudante e um padre missionário brasileiro é visto e tratado em Moçambique? Pe. Schelbauer: Inicio minha resposta recordando uma frase que um padre Mexicano me disse: “diante do novo temos que fazer a experiência de Moises diante sarça ardente ‘tirar as sandálias porque onde pisamos é terra santa’”. Porque foi isto que tive que fazer. Despojar de muitas ideias já pré-concebida para se abrir ao novo. Quando temos esta capacidade de adentrar a realidade do povo, no mundo deles, conhecer suas alegrias e medos, somos aceitos e acolhidos. Pude sentir isto, pois mesmo sendo estrangeiro sempre me tiveram como irmão e filho. Senti muito forte isto quando me disseram: você já é um de nós. Em relação ao Brasil eles tem um carinho muito grande por se identificar com o povo brasileiro e nossa maneira acolhedora e simples de ser. Dasgracas: Em que pé está o projeto da construção da Escola/salas de aula em África fruto da campanha realizada em 2015 e 2016? Pe. Schelbauer: De momento as salas estão na fase de acabamento (reboque, colocação de portas e janelas e etc.). É importante realçar que o ritmo africano é muito diferente do Brasil. As coisas acontecem de forma lenta. A limitação de recursos também é outro fator. Contudo, o valor destinado para construção das salas de aula foi da campanha de 2015 e a de 2016 foi para Angola.
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NOSSA SENHORA APARECIDA 300 anos de encontro com o povo brasileiro O encontro da pequenina imagem de Aparecida completa, neste ano, 300 anos. É muito bonito perceber como, ao longo desta história, Nossa Senhora colocou-se ao lado dos pequenos e oprimidos, como podemos contemplar no Canto de Maria, o Magnificat (Lucas 1,46-55). Foram três simples pescadores, Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso, que no dia 17 de outubro de 1717 encontraram a imagem “Aparecida” no Rio Paraíba do Sul na altura do Porto de Itaguaçu. Na época esta região pertencia à Vila de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba, no meio do caminho entre a Vila de São Paulo e a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Os três pescadores haviam saído em busca de peixe para a festa que a Câmara da Vila de Guaratinguetá queria oferecer ao conde de Assumar, então recém-nomeado governador da Capitania de São V icente. Mas como estavam fora da época de boa pescaria, nada conseguiram. Perseverantes mesmo em meio às dificuldades, invocaram a Virgem Maria como seu amparo. Quando recolheram a rede, esta trouxe o corpo de uma imagem da Virgem da Conceição. Na segunda tentativa, nada de peixe, mas a cabeça da imagem da santinha. Em seguida, a rede trouxe tanto peixe que quase se rompia, de modo que esta abundante pescaria foi considerada por eles uma graça da Virgem. Nos anos que se seguiram, a casa de Filipe Pedroso, e depois um pequeno oratório no Porto de Itaguaçu serviram como local para as orações dos fieis que, geralmente à noi-
te, se reuniam para rezar e se confiarem à proteção da Virgem Maria. Como a quantidade de fieis que se dirigiam em oração à imagem Aparecida só crescia, foi construída uma capela no alto do Morro dos Coqueiros e a partir de 1745 a imagem foi transferida para lá. Este é o local onde está a chamada “Basílica Velha”, lugar onde floresceu e cresceu de modo tão impressionante a devoção à Virgem Mãe Aparecida. A partir de 1955 foi iniciada a construção da nova Basílica, consagrada pelo Papa João Paulo II em sua visita ao Brasil, no dia 04 de julho de 1980. Também nesse mesmo ano foi aprovada a lei que reconhece Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e decreta como feriado nacional o dia de sua festa, 12 de outubro. A Virgem Aparecida também possui uma forte e profunda ligação com o Brasil escravocrata, onde ocupa um lugar muito significativo o relato do escravo fugido, que novamente capturado era levado algemado de volta à fazendo do seu senhor. Este fato ocorreu no ano de 1850 quando, apesar de várias leis e movimentos para combater o tráfico de negros e a escravidão no Brasil, grande parte da eco-
nomia cafeeira, de mineração e açúcar ainda era mantida pela mão-de-obra escrava, sob o olhar omisso e mesmo conivente das autoridades. Foi neste ano que este escravo fugido, mas recapturado e algemado, de passagem pela capelinha pediu para rezar diante da imagem da Virgem Aparecida e, de modo inexplicável, caíram as algemas de seus braços. Depois disso, a Virgem foi associada à denúncia da miserável condição dos escravos e à compaixão com eles, que em 1850 ainda representavam mais da metade da população brasileira.
Todos esses sinais e manifestações mostram como Maria, na Virgem Mãe de Aparecida, continua a testemunhar Deus que “exalta os humildes, cumula de bens os famintos e despede os ricos de mãos vazias” (cf. Lc 1,52-53). Aparecida é o lugar do povo simples e pobre, onde a Virgem não se colocou ao lado do capitão do mato que servia ao fazendeiro escravocrata, mas sim, foi amparo e liberdade para o negro capturado. E assim continua quando a casa da Mãe Aparecida se mostra como lugar dos lavradores, operários, povo simples do campo ou das periferias da cidade, especialmente as mulheres. Isso faz com que hoje Aparecida seja mais visitada do que a Torre Eiffel, na França, ou o Coliseu, em Roma, e até mesmo a Muralha da China: são 13 milhões de romeiros que todos os anos se fazem peregrinos à casa da Mãe Aparecida. A padroeira do Brasil não é a imagem, mas a própria Mãe de Deus, como nos ensina Santo Anselmo: “Deus é
Padre Eliezer – Vigário
pai das coisas criadas, e Maria a Mãe das coisas recriadas. Deus gerou aquele por quem tudo foi feito; e Maria deu à luz aquele por quem tudo foi salvo. Deus gerou aquele sem o qual absolutamente nada existe; e Maria deu à luz aquele sem o qual nada vai bem”. E ficamos com um belo trecho da oração jubilar dos 300 anos de Aparecida: “Como sinal vindo do céu, em vossa cor, vós nos dizeis que para o Pai não existem escravos, apenas filhos muito amados. Diante de vós, embaixadora de Deus, rompem-se as correntes da escravidão! Assim, daquelas redes, passastes para o coração e a vida de milhões de outros filhos e filhas vossos.”
PROCISSÕES EM NOSSA COMUNIDADE
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A belíssima história de Rosário
Documento 100 Comunidade de comunidades. Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Capítulo VI – Proposições pastorais
Remonta a séculos essa realidade não temos muito o que questionar, pois todas as histórias acabam levando para uma só: O Rosário existe, sendo considerado como uma das maiores orações dos mistérios de Cristo. CORRENTE DE ROSAS. A origem do Terço é bastante antiga, lembramos que os monges cristãos ereumítas, também chamados de anacoretas orientais, usavam pedrinhas para poder contar as orações que faziam. Reza a tradição que um dia Nossa Senhora Aparecida apareceu para São Domingos que, após ter feito jejum, chegou a ficar em coma. Quando retornou de seu estado, ele contou que Nossa Senhora apareceu para ele dizendo que, para a salvação do mundo, nossa mãe recomendava a reza do rosário. É interessante que exatamente há cem anos, os pastorzinhos em Portugal receberam o mesmo pedido de Nossa Senhora de Fátima, dizendo: "Meus filhos, rezem o terço todos os dias." Sabemos que a devoção do Rosário significa coroas de rosas oferecidas para Nossa Senhora. É, sem dúvida alguma, uma oração de salvação poderosa e eficaz que nos foi oferecida pela Divina Providência. Padre Antônio Sagrado Bogaz Colaboração Gabriel Szychta
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3) Iniciação à vida cristã Uma das grandes preocupações da paróquia, comunidade de comunidades, é com aqueles que estão afastados dela por diversos motivos. Muitos, inclusive, não tiveram a graça de receber os sacramentos, ou então, receberam apenas o batismo ou a primeira eucaristia. O grande dever da Igreja é ir ao encontro destas pessoas, e propor-lhes uma iniciação à vida cristã, através do catecumenato, para serem participantes de modo pleno da vida comunitária. O documento 102, da CNBB, sobre as Diretrizes da Igreja apresenta cinco grandes desafios, ou então, cinco grandes urgências na evangelização, e uma delas é exatamente a Iniciação à vida Cristã. O último documento da Igreja, o n 107, fala especificamente sobre este tema - ‘Iniciação à vida crista: itinerário para formar discípulos missionários’. Na verdade, a grande preocupação não é apenas sacramental, no sentido de que os catecúmenos apenas recebam os sacramentos. Mas muito mais do que isso: através do conhecimento de Jesus Cristo, durante um ano de formação, assumam a vida cristã. Tornem-se discípulos de Jesus e missionários na sua Igreja. Do contrário, vira apenas um mero sacramentalismo. Muitas pessoas que fizeram o catecumenato assumiram um verdadeiro compromisso com Jesus Cristo, vivendo e
Pe André Marmilick
INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ doando a sua vida em comunidade. Este é o grande objetivo daquele que se prepara para receber os sacramentos do batismo, eucaristia e crisma. Muitas vezes incentivamos alguém a recebê-los somente em vista do matrimônio, e depois, os mesmos se afastam da comunidade. Não é este o objetivo, muito pelo contrário, é o inicio de uma vida cristã, como discípulo missionário. Tantos que conhecem Jesus mudam radicalmente o seu procedimento diário e doam-se em prol da construção do Reino de Deus. O grande objetivo do catecumenato é fazer com que os membros das comunidades cristãs percebam o estreito vínculo que há entre batismo, confirmação e eucaristia. Uma formação catecumenal que percorra os processos de iniciação, desde o querigma (primeiro anúncio) e conversão, até o discipulado, a comunhão e a missão. Assim se manifesta o doc 107 sobre a iniciação à vida cristã: “Iniciação à vida cristã! Ser iniciado na vida de Cristo, no modo de
viver de Cristo. Conhecer e seguir seus passos. É um nascer, um conascer. Iniciar o modo de viver que desperta para a plenitude, a plena maturidade. É Cristo que desperta e reveste da vida nova, e a pessoa que dele vive, acompanha o iniciante em seu itinerário. Acompanhamento que possibilita que o Cristo seja tudo para o discípulo”. E continua afirmando: “Um itinerário! Um caminho de pertencimento. O movimento de quem está a caminho, que se põe a caminho, que faz o caminho, percorre o caminho de Jesus Cristo. Uma pessoa discípula, aprendiz, seguidora”. É urgente a revisão de nosso processo de transmissão de fé. É um desafio que interpela a todos e se realiza, fundamentalmente em três âmbitos: da pastoral ordinária, dos batizados que não vivem as exigências do batismo e daqueles que não conhecem ou recusam o evangelho. A Igreja deve ser uma ‘casa da Iniciação à Vida Cristã’.
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Curitiba.outubro.2017
Outubro Rosa
No mês de Outubro, o grande foco está voltado a Campanha de Conscientização a toda sociedade e em especial às mulheres para que tenham a plena consciência da importância do acompanhamento junto com seu médico para a prevenção e principalmente o diagnóstico precoce do câncer de mama e de colo de útero. O nome "Outubro Rosa" remete ao laço corde-rosa que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama, está campanha surgiu em 1990 realizada na cidade de Nova York, e desde então não parou por aí. Diversas Instituições, Empresas e Hospitais se reúnem e disponibilizam palestras, eventos e exames para aquelas mulheres que tenham vontade de ter um acompanhamento médico. Na grande maioria os eventos são gratuitos para toda a população participar. Na Cidade de Curitiba, através do site http:// www.saudeja.curitiba.pr.gov.br/ é disponibilizado para download um aplicativo de celular que
possibilitada o agendamento de atendimentos. Cabe ressaltar que não é agendamento de consulta, e sim apenas o prévio agendamento de atendimento, através dele estará disposto dias e horários, com ele você é encaminhado para o atendimento com o funcionário do SUS, somente no seu primeiro atendimento que será feito então o encaminhamento para a enfermagem, bem como agendamento de consulta, marcação de exames dentre outros. Tal procedimento auxilia na redução de filas e tempo de espera para uma consulta médica. Em diversas cidades observa-se outdoors, revistas, jornais e até mesmo iluminação rosa em alguns pontos turísticos espalhados pelo Brasil afora com o intuito de lembrar e estimular a mulher fazer um check-up no mínimo 1 vez ao ano. Dentre os sintomas mais frequentes que indicam enfermidades nas mamas, os principais são: secreções no mamilo, nódulos (caroços) palpá-
Tatiane M. Bueno Bovo - Bacharel em Direito - ADVOCACIA BOVO
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veis na axila bem como na mama, com ou sem dor, alterações na pele deixando-os com aspecto semelhante à casca de laranja. A mulher deve sempre se auto examinar. O autoexame é uma ferramenta de extrema importância e a detecção precoce de alguma anormalidade. Não tenha medo ou vergonha, procure seu médico ou vá até um Hospital, não deixe de ter uma vida saudável e equilibrada, com prática de exercícios físicos, seja consciente da importância de fazer exames regularmente e do autoexame.
Curitiba.outubro.2017
Vem aí
MATRIZ - SANTO ANTONIO
DIA
HORÁRIO
ATIVIDADE
06
18H
HORA SANTA APOSTOLADO DA ORAÇÃO
11
20 ÀS 22H
ESTUDO BIBLICO COM DOM PERUZZO
12
10 H
SOLENIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA
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Dia dos fieis defuntos 2017 02 de Novembro
TREZENA ANUAL
18
14H
FESTIVAL DE PRÊMIOS - AÇÃO SOCIAL
27
20H
ADORAÇÃO AO SANTISSIMO - MESC´S
28
17H
CELEBRAÇÃO BATISMO
TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS ÀS 19H30 TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS ÀS 19H NOVENA A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
HORÁRIO DE VERÃO!! Dia 15 NÃO PERCA O HORÁRIO DA MISSA... CAPELA SAGRADA FAMÍLIA DIA 07
HORÁRIO ATIVIDADE 18H NOITE DO PASTEL E FESTIVAL DE PRÊMIOS 10 - 14H – MISSA E FESTA DAS CRIANÇAS
CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO DIA 12
HORÁRIO 15H
ATIVIDADE MISSA PARA AS CRIANÇAS
CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA 13
HORÁRIO 20H30
ATIVIDADE MISSA E NOVENA
CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS
Programação em homenagem ao padroeiro na página 4 FORMAÇÃO LITÚRGICA Estará acontecendo em nossa comunidade. Dia 20/09 às 20 horas, após a NOVENA. Uma promoção realizada pela *CONFERÊNCIA VICENTINA!* Estaremos abordando os seguintes temas: - Espaço Litúrgico - Liturgia da igreja - Missa parte a parte - Estrutura da Santa Missa - Objetos e Livros litúrgicos. Venha conhecer e se apaixonar ainda mais por nossa profissão de fé! PARTICIPE!!! Esperamos por vocês! Paz e Bem!
CAPELA NOSSA SENHORA DO CARMO
21 de outubro de 2017
Informações e Reservas: (41) 98862-8833 (41) 3649-1180 I (41) 3649-1389 Estrada N. Senhora do Monte Claro, 1500 Colônia Rever I Ferraria I Campo Largo
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Curitiba.outubro.2017
PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE OUTUBRO 2017 DIA 01 01 01 02 03 04 07 07 12 12 12 13 15 15 21 21 21 22 22 28 28
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS (TRÍDUO) SÃO FRANCISCO DE ASSIS (TRÍDUO) SÃO FRANCISCO DE ASSIS (TRÍDUO) SÃO FRANCISCO DE ASSIS (PADROEIRO) NOSSA SENHORA DO CARMO SÃO VICENTE DE PAULO SAGRADA FAMÍLIA SÃO VICENTE DE PAULO SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA NOSSA SENHORA DO CARMO SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO VICENTE DE PAULO SAGRADA FAMÍLIA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SÃO FRANCISCO DE ASSIS N. SRA DE FÁTIMA
BAIRRO REVIER JARDIM GUARANY JARDIM GABINETO JARDIM GABINETO JARDIM GABINETO JARDIM GABINETO PASSAÚNA JARDIM VITÓRIA JARDIM GUARANY JARDIM VITÓRIA JARDIM GABINETO REVIERA REVIER JARDIM GUARANY PASSAÚNA JARDIM GABINETO JARDIM VITÓRIA JARDIM GUARANY REVIER JARDIM GABINETO REVIERA
HORÁRIO 08:30 HS 10:00 HS 19:00 HS 20:00 HS 20:00 HS 20:00 HS 17:00 HS 20:30 HS 14:00 HS 15:00 HS 17:00 HS 20:30 HS 08:30 HS 10:00 HS 17:00 HS 19:00 HS 20:30 HS 08:30 HS 10:00 HS 19:00 HS 20:30 HS
Nossa Senhora Aparecida - Rogai por nós Pe. Fabiano Spisla-Pároco