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Folhaorleans novembro2017

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Ano XX - nº 247 - Novembro.2017

DIREITO Inventário e Partilha

Palavra do Pároco

Página 10

Palavra do Papa

FINADOS

Página 2

em nossa Paróquia Página 3

Nossa Senhora do Rocio

Páginas 8 e 9

Página 14

Solenidade de Cristo Rei Página 4

Para Crianças: Jesus e a Samaritana Página 5

Página 6

Pastoral Missionária Página 12

Página 11


Curitiba.novembro.2017

Palavra do Pároco

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Finados

Expediente

Dia 02 de novembro celebramos o dia de finados. Nós não estamos celebrando a morte como o fim, pois a fé nos dá a convicção de que a morte é a porta de entrada para a bem-aventurança eterna e feliz ao lado de Deus! “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim não morrerá jamais” (Jo 11, 25-26). Nós hoje celebramos todos os fiéis falecidos, todos os homens e mulheres que viveram uma vida conosco e já partiram para a casa de Deus. Celebramos a nossa fé, baseada naquelas três virtudes teologais muito importantes: a fé, a esperança e a caridade. Todos nós fomos criados para vivermos eternamente a felicidade, amando a

Deus e sendo amados por Ele. É um momento de reflexão sobre o sentido da existência humana, de onde vem e para onde vai. É uma ocasião em que a arrogância e a prepotência devem ceder lugar à humildade e o ser humano reconhecer que, apesar de sua grandiosidade é finito. Teve início e terá fim, basta olhar para aqueles que nos cercavam e agora não mais estão ao nosso lado. Também, deveremos pensar em nós, em nosso futuro, em nosso destino definitivo. Mais

cedo ou mais tarde, isso acontecerá. Exatamente por causa dessa certeza, devemos viver bem, em harmonia com todos e preparando nossa morada definitiva. Se a morte é certa, quando ela ocorrerá e de que modo, é uma incerteza. Com ela acabam disputas, vanglórias, riquezas, partidarismo político, ideologias, classes sociais, tudo. Só permanece aquilo que foi realizado por amor e com amor porque o amor é eterno, o Amor é Deus, Deus é Amor! Mesmo o ho-

PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Ingrid Klhen, Cleber Teodosio - Seminarista, Paulo de Paula, Atilio Bovo Neto, Genoveva e Protasio, Tatiane M. Bueno Bovo, Elpidio Julio Cardoso – seminarista e Eloyna Costa. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda - comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.

mem mais inteligente e mais rico só levará para o além-túmulo aquilo que fez por causa do Amor. O mais se tornará cinzas e irá, com o passar do tempo, para o esquecimento, como nos mostra o que restou de tantos que se julgavam influentes e que até o nome esquecemos. Mas o dia de hoje é um dos marcados pela saudade, pela presença da ausência de tantos entes queridos. Mas essa saudade é um sentimento acompanhado da certeza da ressureição. Recordamos, isto é, trazemos ao coração, a lembrança de pais, filhos, irmãos, avós, amigos, vizinhos, colegas, conhecidos que marcaram com suas presenças nossa vida, nosso dia-a-dia. Se o nosso relacionamento com eles foi bom, dentro do amor, do carinho, dentro da compreensão e do perdão, o dia de hoje será consolador. Será

Pe. Fabiano Spisla / Pároco

grato fazer essa recordação. Sofremos a saudade, é verdade, mas não nos desesperamos, porque não desperdiçamos a oportunidade de bem conviver e de amar. Sabemos que um dia nos reencontraremos e juntos, viveremos a eternidade com Deus. O Céu é o local de encontro, onde nossos entes queridos nos aguardam para a vida feliz, em Deus, para sempre amando e sendo amado! Continuemos fazendo o bem, vivendo os ensinamentos cristãos. Eles são o passaporte para chegarmos à Pátria definitiva. Jesus Cristo, Maria e os nossos queridos que já nos precederam, aguardam por nós.

CURTA AS FANPAGES DA PARÓQUIA: MATRIZ www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/ MENSAGENS PARÓQUIA m.me/ParoquiaSantoAntonioOrleans CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO facebook.com/Capelasvdp CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO facebook.com/capelanossasenhoradomonteclaro CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS https://www.facebook.com/profile.php?id=100003629483986&fref=ts CAPELA SAGRADA FAMÍLIA facebook.com/sagradafamiliajdguarani


Palavra do Papa

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O Papa Francisco Canonizou 30 Brasileiros Conheça os primeiros mártires do Brasil!

Em uma cerimônia na praça de São Pedro no Vaticano, o Papa Francisco canonizou um grupo de fiéis católicos, os quais foram assassinados por holandeses calvinistas em 1645, ficando conhecidos como: Os mártires do Rio Grande do Norte. Foram declarados santos pelo pontífice os sacerdotes diocesanos: André de Soveral e Ambrósio Francisco Ferro, também o camponês Mateus Moreira e outros 27 leigos, incluindo quatro crianças, consolidando-os assim como os primeiros mártires brasileiros santificados oficialmente. Ao final do rito de canonização, as relíquias dos novos mártires foram levadas de forma célebre ao altar. Os relatos dos massacres de Cunhaú e Uruaçu, no Rio Grande do Norte, só começaram a ser divulgados no final dos anos 1980, por meio das pesquisas do monsenhor Francisco de Assis Pereira (1935-2011), que escreveu o livro “Beato Mateus Moreira e seus companheiros mártires” o qual aborda a fundo o tema. O livro retrata a história do invasores holandeses calvinistas que assassinaram 69 pessoas que assistiam a uma missa celebrada pelo padre André de Soveral na cidade de Cunhaú

Papa Francisco comanda missa de canonização de 35 novos santos na Praça de São Pedro, no Vaticano

(atual Canguaretama), em 15 de julho de 1645. Em menos de três meses após o massacre, no dia 3 de outubro, outro grupo de católicos foi massacrado, em uma paróquia de Natal. De lá, o sacerdote Ambrósio Francisco Ferro foi levado para a cidade de Uruaçu (São Gonçalo do Amarante) e morto ao lado de outros 80 fiéis. O monsenhor Francisco de Assis Pereira explica em seu livro que todos os mártires foram assassinados

porque os holandeses, que também recrutaram índios para realizar o massacre, não admitiam o catolicismo nas áreas sob sua dominação. Segundo seu relato, o camponês Mateus Moreira repetia a frase “Louvado seja o Santíssimo Sacramento” antes de ter seu coração arrancado. Algumas vítimas tiveram as línguas arrancadas para que não fizessem mais suas orações católicas. Outras tiveram braços e pernas decepados.

Quadro mostra massacre em Cunhaú, no Rio Grande do Norte. Os mortos identificados serão declarados santos

Crianças foram partidas ao meio e degoladas. As pesquisas estimam que cerca de 150 pessoas tenham morrido nesses dois ataques, porém, apenas 30 foram identificadas, beatificadas e canonizadas. Desse total, 28 eram brasileiras, uma era portuguesa, e outra, possivelmente francesa ou espanhola. Os 30 brasileiros canonizados são: André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira, Antônio Vilela Cid, Antonio Vilela e sua filha (identificada apenas como uma criança do sexo feminino), Estêvão Machado de Miranda e duas filhas (também não identificadas), Manoel Rodrigues de Moura e sua esposa (não identificada), João Lostau Navarro, José do Porto, Francisco de Bastos, Diogo Pereira, Vicente de Souza Pereira, Francisco Mendes Pereira, João da Silveira, Simão Correia, João Martins e seus sete companheiros (identificados apenas como um grupo de jovens que se recusaram a lutar pela Holanda contra Portugal), a filha de Francisco Dias - que não está entre as vítimas, mas é provável que ele tenha morrido junto à pequena - Antônio Baracho e Domingos de Carvalho. Fonte de Pesquisa – La Santa Sede Escrito e Adaptado Por: Rodrigo Bochenek


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Cristo Rei, Rei dos Pobres A festa de Cristo Rei foi introduzida na liturgia da Igreja, em 1925, através da encíclica Quas Primas do Papa Pio XI, mas a associação do Filho de Deus com um reinado já constava há muito nos Evangelhos, como pode ser visto na ocasião do nascimento do Menino Jesus e da visita dos reis magos: “Onde está o rei dos judeus recém-nascido?” (Mt 2, 2); na passagem em que Jesus está diante de Pilatos: “Meu reino não é deste mundo.” (Jo 18, 36); assim como na inscrição colocada sobre a cruz “‘Jesus Nasareno, o rei dos judeus’.” (Jo 19, 19). Ao longo das Sagradas Escrituras pode-se perceber que o Cristo Rei é diferente dos reis que encontramos na nossa história e que seu Reino é um reino de amor e justiça, onde os Pobres e excluídos compõem a corte e onde o Soberano está a serviço de todos, sendo capaz de entregar a própria vida pelo bem-estar de seus preferidos. Em sua encíclica, Papa Pio XI apresenta seis fundamentos doutrinais acerca de Cristo Rei, dos quais serão apresentados os quatro primeiros: A) CRISTO REI NO SENTIDO METAFÓRICO Rei é Cristo devido a sua perfeição que sobrepuja todas as criaturas: reina sobre as inteligências humanas, pois seu Espírito as concede aos homens e porque é Ele a própria Verdade; reina sobre as vontades humanas, devido ao fato de ins-

pirar a vontade livre da humanidade a aderir às causas mais nobres; e é Rei dos corações porque sua doçura e bondade atrai os corações, pois nunca houve no gênero humano e nunca haverá quem tanto amor tenha demonstrado como Jesus Cristo (QP, 1925, p. 6); B) CRISTO DEUS-HOMEM REI DA HUMANIDADE EM SENTIDO PRÓPRIO: É somente de Cristo enquanto homem que se pode dizer com convicção absoluta que recebeu de Deus “poder, honra e realeza” (Dan 7, 13-14), o que faz dEle um Rei por excelência. Enquanto verbo consubstancial ao Pai, em tudo Cristo é igual ao Criador e, portanto, desfruta da mesma suprema e absoluta soberania e domínio sobre as criaturas (QP, 1925, p. 6);

C) TESTEMUNHO AO ANTIGO TESTAMENTO: no Antigo Testamento existem muitas passagens que anunciam a chegada de um Rei, bem como de um Reino sem precedentes que durará eternamente, que não conhecerá fronteiras e desfrutará os tesouros da justiça e da paz (QP, 1925, p. 7); D) TESTEMUNHO DO NOVO TESTAMENTO Já desde a anunciação do Anjo à Maria, encontra-se a menção à instauração do grandioso Reino de Deus através de Jesus (QP, 1925, p. 8). Ao longo do Novo Testamento encontram-se testemunhos do próprio Cristo no tocante à sua soberania: “Pilatos lhe disse ‘Então, tu és Rei?’ Respondeu Jesus ‘Tu o dizes: eu sou rei. Para isso nasci e para isto vim ao mundo: para dar teste-

REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.

munho da verdade.’” (Jo 18, 37). Quando ouvimos algo relacionado à realeza, logo fazemos uma ligação com estruturas luxuosas e cheias de pompa, mas deve ser diferente quando falamos de Cristo Rei, pois foi justamente para combater tais estruturas que o Verbo se fez carne e habitou entre nós. É um Reino que não cria periferias, mas tira aqueles que se encontram à margem e os insere no centro. Cristo é o Rei Servidor, que é modelo de humildade, que ama a todos os seus sem distinção, se preocupa e sofre com as desigualdades sociais e com a crueldade humana. Seu projeto de governo (reinado) é que todos tenham vida em abundância e seu decreto é que amemos uns aos outros assim como Ele mesmo nos ama! Demos graças ao nosso Rei e Senhor por caminhar conosco diariamente, por encher nosso coração de paz e caridade e por despertar o nosso melhor na confiança no Pai e ao serviço daqueles que mais necessitam. Demos graças a Deus por termos um Rei que nos concede proteção paterna, que nos ama como verdadeiros irmãos e que sempre olha diretamente para nós. Um Rei que nos convida a sermos protagonistas do Reino, fazendo o que Ele fez e faz, tornando-nos, como Ele mesmo, reis servidores da humanidade, soberanos no serviço! Seminaristas do Seminário Interprovincial de Filosofia Nossa Senhora das Graças Elpidio Julio Cardoso – seminarista


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Jesus encontra a samaritana Queridos amigos, nesse mês, trazemos nesta página a história do encontro de Jesus com a Mulher Samaritana. Embarquemos nessa aventura primeiro preenchendo os espaços vazios do texto com a Bíblia Sagrada Edição Pastoral, depois relendo o texto completado, tentando colocar-se no lugar do seu personagem preferido, para logo aplicar em sua vida a mensagem que o Espírito Santo lhe suscitará com essa atividade dinâmica e ao mesmo tempo meditativa. Lembre-se: ajudamos os outros quando lhes falamos acerca de Jesus. #ficaadica. Jesus sacia a sede do homem 1 Os fariseus ficaram sabendo que __________i atraía discípulos e batizava mais do que João. 2(Na verdade, não era Jesus que batizava, mas os seus discípulos). 3Ao saber disso, Jesus deixou a Judéia e foi de novo para a Galiléia. 4Jesus tinha que atravessar a Samaria. 5 Chegou, então, a uma cidade da Samaria chamada Sicar, perto do campo que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6Aí ficava a fonte de _________ii. Cansado da viagem, Jesus sentou-se junto à fonte. Era quase meio-dia. 7 Então chegou uma _________ iii da Samaria para tirar água. Jesus lhe pediu: «Dê-me de beber.»

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(Os discípulos tinham ido à cidade para comprar mantimentos). 9 A samaritana perguntou: «Como é que tu, sendo judeu, pedes de beber a mim, que sou samaritana?» (De fato, os judeus não se dão bem com os samaritanos). 10Jesus respondeu: «Se você conhecesse o dom de _________iv, e quem lhe está pedindo de beber, você é que lhe pediria. E ele daria a você água viva.» 11 A mulher disse a Jesus: «Senhor, não tens um balde, e o poço é fundo. De onde vais tirar a ________v viva? 12Certamente não pretendes ser maior do que o nosso pai Jacó, que nos deu este poço, e do qual ele bebeu junto com seus filhos e animais!» 13Jesus respondeu: «Quem bebe desta água vai ter sede de novo. 14 Mas aquele que beber a água que eu vou dar, esse nunca mais terá sede. E a água que eu lhe darei, vai se tornar dentro dele uma fonte de água que jorra para a vida eterna.» 15A mulher disse a Jesus: «Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais _________vi, nem precise vir aqui para tirar.» A verdadeira religião sai de dentro do homem 16 Jesus disse à samaritana: «Vá chamar o seu marido e volte aqui.» 17A mulher respondeu: «Eu

não tenho marido.» Jesus disse: «Você tem razão ao dizer que não tem ___________vii. 18De fato, você teve cinco maridos. E o homem que você tem agora, não é seu marido. Nisso você falou a verdade.» 19 A mulher então disse a Jesus: «Senhor, vejo que és viii 20 ____________ ! Os nossos pais adoraram a Deus nesta montanha. E vocês judeus dizem que é em Jerusalém o lugar onde se deve adorar.» 21 Jesus disse: «Mulher, acredite em mim. Está chegando a hora, em que não adorarão o Pai, nem sobre esta montanha nem em Jerusalém. 22 Vocês adoram o que não conhecem, nós adoramos o que conhecemos, porque a ____________ix vem dos judeus. 23 Mas está chegando a hora, e é agora, em que os verdadeiros adoradores vão adorar o Pai em espírito e verdade. Porque são estes os adoradores que o Pai procura. 24 Deus é espírito, e aqueles que o adoram devem adorá-lo em espírito e verdade.» 25A mulher disse a Jesus: «Eu sei que vai chegar um ___________ x (aquele que se chama Cristo); e quando chegar, ele nos vai mostrar todas as coisas.» 26Jesus disse: «Esse Messias sou eu, que estou falando com você.»

OS DISCÍPULOS CONTINUAM A MISSÃO DE JESUS 27 Nesse momento, os xi ____________ de Jesus chegaram. E ficaram admirados de ver Jesus falando com uma mulher, mas ninguém perguntou o que ele queria, ou por que ele estava conversando com a mulher. 28Então a mulher deixou o balde, foi para a cidade e disse para as pessoas: 29 «Venham ver um homem que me disse tudo o que eu fiz. Será que ele não é o Messias?»

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O pessoal saiu da cidade e foi ao ____________xii de Jesus. Depois de preencher os espaços vazios do texto, você pode ver um vídeo animado dessa história ative o seu app leitor QR e foque aqui a câmara do seu smartphone no código que se encontra no poço ao lado e dê play no link que aparece. Divirta-se! Cleber Teodosio - SEMINARISTA CM

Respostas da edição anterior - Mês de Outubro a. escrava, palavra. e. mundo, humanidade

b. pescadores, redes f. febre, Jesus, mulher

c. próximo, amem, filhos, sol g. Senhor, Notícia, libertação, graça

d. pedra, poder. h. caminho, pão


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400 Anos da Congregação da Missão

São Vicente de Paulo e a Exortação “Evangelii Gaudium” do Papa Francisco “O Papa Francisco no Encontro com a Família Vicentina em Roma, no dia 14 de outubro pediu que a mesma conjugue três verbos, para prosseguir o caminho vivenciado por São Vicente: adorar, acolher e caminhar ou ir.” Desejo que não se detenham, mas continuem bebendo cada dia da adoração, do amor de Deus e a difundi-lo por todo o mundo através do bom contágio da caridade, da disponibilidade e da comunidade”. Veremos neste texto alguns paralelos da Igreja sonhada pelo Papa Francisco com a prática de São Vicente de Paulo. 1- UMA IGREJA EM SAÍDA (MISSIONÁRIA) O Papa Francisco propõe a renovação da Igreja numa perspectiva de missão. Esta é fruto do dinamismo da Palavra na vida do missionário.É fruto também da intimidade da Igreja com Jesus:” A intimidade da Igreja com Jesus é uma intimidade itinerante, e a comunhão reverte essencialmente a forma da comunhão eclesial” ( EG 22). “Neste” ide” de Jesus, estão presentes os cenários e os desafios novos da missão evangelizador da Igreja, e hoje todos somos chamados a esta nova” SAÍDA” MISSIONÁRIA.” (EG 20). “A Igreja” em saída” é uma Igreja com as portas abertas. Sair em direção aos outros para chegar às periferias humanas não signi-

fica correr pelo mundo sem direção nem sentido.” (n EG 46). São Vicente de Paulo no seu tempo também se preocupou com a reforma da Igreja de então, procCurando para isso evangelizar o povo camponês e formar bons padres. Os camponeses haviam sido esquecidos pela Igreja. Vicente incentivou uma saída missionária: “Saí, missionários, saí. Como esperais? As pobres almas vos esperam.( XI,56) “Se tivéssemos uma centelha desse fogo sagrado que abrasava Jesus Cristo ficaríamos de braços cruzados”? 2- UMA IGREJA MISERICORDIOSA O Papa Francisco desde o início de seu pontificado insiste que a Igreja deve ser misericordiosa. Uma Igreja que escute, acolha,perdoe e compreenda. Uma Igreja cheia de ternura para com os pobres, doentes, e excluídos. A Igreja crescerá se for solidária com estes últimos. “A Igreja deve ser o lugar da misericórdia gratuita, onde todos possam sentir-se acolhidos, amados, perdoados e animados a

viver a vida boa do Evangelho” ( EG 114) “Deus nunca se cansa de perdoar, somos nós que nos cansamos de pedir a sua misericórdia (EG três)”. São Vicente fez igualmente uma releitura do Evangelho a partir dos pobres e à luz da misericórdia. Dizia: “O segredo mais íntimo de Deus é a misericórdia” (XI 341). “As ternuras que quero ter para com Deus, hei de lhas oferecer na pessoa dos pobres a quem servirei por seu amor” (IX 160). “E preciso enternecer os nossos corações, e tornálos sensíveis aos sofrimentos e misérias do próximo, pedindo a Deus que nos dê o verdadeiro espírito de misericórdia.” (XI<34)). 3- UMA IGREJA POBRE O Papa Francisco logo priorizou a evangelização dos pobres com o próprio testemunho seu” AH! Como eu queria uma igreja pobre e para os pobres”. “A própria beleza do evangelho nem sempre a conseguimos manifestar adequadamente, mas há um sinal que nunca deve faltar: a opção pelos últimos, por aqueles que a so-

ciedade descarta e lança fora. No coração de Deus os pobres ocupam lugar preferencial, tanto que ate-o mesmo” se fez pobre” (2 Cor 8,9). Todo caminho da nossa redenção está assinalado pelos pobres”. ( EG 195 e 197). “Cada cristão e cada comunidade são chamados a serem instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrarse plenamente na sociedade; isso supõe estar docilmente atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorre-lo”, (EG 187). São Vicente foi solidário com os pobres e fez opção por eles Dizia o pobre foi para mim o caminho e a porta do meu peregrinar.” Servindo os pobres, serve-se a Jesus Cristo” (IX< 252).” Os pobres que não sabem para onde ir e nem o que fazer que sofram e se multipicam todos os dias, são o meu peso e a minha dor “(Collet, Vida de São Vicente, VI 479). “Virem a medalha e vereis pelas luzes da fé que o Filho de Deus, que quis ser pobre, nos é representado pelos pobres “ ( XI, 32). 4- UMA IGREJA ORANTE E DA PALAVRA O Papa Francisco pediu que rezássemos por ele. Pede o cultivo da oração: “E preciso cultivar sempre um espaço interior que dê sentido cristão ao compromisso e à atividade. Sem momentos prolongados de adoração, de encontro

Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM

orante com a Palavra, de diálogo sincero com o Senhor, as tarefas facilmente se esvaziam de significado, quebrantando- nos com o cansaço e as dificuldades e, o ardor apaga-se. A Igreja não pode dispensar o pulmão da oração” EG 262). “A Sagrada Escritura é fonte da evangelização”. Por isso, é preciso formarse continuamente na escuta da Palavra. A Igreja não evangeliza se não se deixa evangelizar. (EG 174). Para São Vicente a radicalidade do Evangelho é um compromisso de vida. Refletiu e meditou a Palavra de Deus como fonte de energia e resgate dos pobres. A leitura da palavra fez que ele percebesse a presença viva de Deus e do seu sonho de vida e esperança para todos.Era uma luz que indicava seu caminho.Dizia “ Peço a Nosso senhor que Ele mesmo vossa força e vossa vida, como o é de todos os que se alimentam de seu amor” ( VII,15). Segundo S. Vicente a “oração é o reservatório onde encontramos as orientações necessárias para desempenharmos os serviços que nos foram confiados. (XI 344).” Dai-me um homem de oração, e ele será capaz de tudo.” ( XI, 84).


Pastoral do Dízimo

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Dizimistas Falecidos! A equipe do Dízimo da Paróquia Santo Antonio-Orleans, pede às famílias dos dizimistas falecidos, a gentileza de comunicar o falecimento para o plantão do dízimo nas missas ou para a secretaria paroquial, evitando assim, maiores constrangimentos. Obrigado!

Dizimistas Aniversariantes de Novembro.2017 MATRIZ ALCIDES PEREIRA DA SILVA JUNIOR DALICE NAIR DA SILVA DIRCEIA APARECIDA DA LUZ DÍZIMO ESPONTÂNEO IVO DIAS RAMOS MARIA HELENA MARQUES MARTINS MARISA CESAR FERREIRA NATALIA FERREIRA DA SILVA NILSÉIA RODRIGUES REINALDO BENEDITO DE OLIVEIRA SANDRA MARA FERREIRA CASAMENTO VICENTE VRUBLESKI E MARISE PONSZEK VRUBLESKI SÃO FRANCISCO - JARDIM GABINETO ALICE VIEIRA PEREIRA APARECIDA GERONIMO TOZATI BENEDITO PAULO BASSOUTO ELISDETE ALMEIDA DA SILVA ELSO BARBOSA EVA ENI ALVES CARDOZO JOÃO GONÇALVES JOSÉ LEOCADIO NASCIMENTO SILVA KARINA GARCIA MARCONDES MARIA HELENA DE ALMEIDA PAULO DIOGO MARTINS PEREIRA ROSILENE FABRICIO RIBA DE CASTRO VALFRIDO VAN HANDEL CAPELA SAGRADA FAMÍLIA ANA MARIA M. DE ALMEIDA ANTONIO ZANIN AULANO B. DE JESUS

CARLOS HENRIQUE S. CECILIA SCHULTZ ELIEUDA MARTINS FABIANO R. DOS SANTOS JAIRO P. ROSA JOAO MIRANDA LAURO DE GODOI M. LURDES DE JESUS MARIA ISABEL CORREA NELSON G. AMANCIO OLIBIA BIANCATTO REGINA LITZA SARITA C. MARCONDES TEREZA S. PEREIRA VALDEMIR CANDIOTO VERONICA LISSA LITZA CASAMENTO CARLOS NEI DE ALMEIDA E ANA MARIA M. DE ALMEIDA CAPELA NOSSA SENHORA DO MINTE CLARO – REVIER ALEIXO KOVALSKI BENJAMIN BURDA LUIZ DOBRZANSKI MARCOS A. DOBRZANSKI SANDRA R.S. DOBRZANSKI CASAMENTO ANDRESSA SPAK E ROBERTO DE JESUS LIMA JOSÉ CARLOS E LUCI LITZA MARCOS E SANDRA DOBRZANSKI NOSSA SENHORA DO CARMO - PASSAÚNA CASAMENTO ALESSANDRA E MARCOS DOMANSKI

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Curitiba.novembro.2017

ACONTECEU EM NOSSA PARÓQUIA NO MÊS DE OUTUBRO CAPELA NOSSA SENHORA MONTE CLARO

Acompanhe todos os acontecimentos em nossa página no facebook: www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/

MATRIZ

CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS

ENCONTRO BÍBLICO

Capela São Francisco de Assis teve um mês movimentado, aqui partilharemos um pouco de tudo que aconteceu, mas tem muito mais no facebook na pagina da comunidade, / www.facebook.com/Comunidade-São-Francisco-De-Assis A Igreja dedica o mês de outubro ao Rosário e às Missões, ao mesmo tempo, é o mês de Nossa Senhora Aparecida e das crianças.

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DIA 28/10 PASTORAL DO BATISMO

TRÍDUO DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS.

DIA 12/10 MISSA DAS 10H – CATEQUESE FEZ UMA LINDA HOMENAGEM A NOSSA SENHORA APARECIDA, ONDE TODA A LITURGIA FOI FEITA PELAS CRIANÇAS. MOMENTOS DE MUITA EMOÇÃO.

MOVIMENTO DE IRMÃOS No dia 11 véspera do dia de Nossa senhora Aparecida, o estudo bíblico foi dedicado a ela, Dom Peruzzo, refletiu passagem de nossa mãe de amor. E a pequena Maria Helena representando todos os presentes em um gesto de amor filial beijou nossa mãezinha.

CAPELA SAGRADA FAMÍLIA

PROCISSÃO EM HOMENAGEM A NOSSA SENHORA APARECIDA. PAROQUIAS DO SETOR ORLEANS/CAMPO COMPRIDO UNIDAS NESTA CAMINHADA DE AMOR E FÉ.

25a FESTA DO PADROEIRO! MISSA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS BENÇÃO DOS ANIMAIS MISSA E CARREATA DE NOSSA SENHORA APARECIDA! MISSA DE NOSSA SENHORA APARECIDA E FESTA COM AS CRIANÇAS

TERÇO DOS HOMENS

CAMINHADA AO SANTUÁRIO DA DIVINA MISERICÓRDIA PELO DIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA

Aconteceu no último dia 21 de outubro, o encontro dos homens do terço da Arquidiocese de Curitiba na Paróquia Santa Quitéria. Foi um encontro onde tivemos oportunidade de assistir palestras, de muita valia entre elas tivemos oportunidade de refletir sobre a saúde do homem. O médico Dr. Mario nos falou sobre a importância da prevenção, falou sobre a doença do câncer de Próstata, o Diabete, o Colesterol e a Pressão Arterial, sendo de grande valia, pois fomos questionados sobre a prevenção. E você? Já fez algum exame? Também tivemos outras reflexões, sobre a missão com um testemunho de vida muito lindo do pregador Daniel Godri Filho reza do terço com belos testemunhos. Para fechar com chave de ouro participamos da Santa Missa presidida pelo Bispo D. Amilton este novo auxiliar de Curitiba.

Encontro mensal com arrecadação de doces para o dia das crianças para a capela São Francisco de Assis

Dia 24 /10 aconteceu na matriz o terço dos homens com a participação dos casais do Movimento de Irmãos, um belo encontro onde ficou evidente a bela união entre os movimentos. “Muito nos alegrou a participação dos casais, na oportunidade rezamos pelas famílias de um modo geral, uma vez que a família é tão atacada, também rezamos pelas 40 anos de união matrimonial do casal Paulo e Sônia”. SHALON!

CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO

Homenagem a Nossa Senhora Aparecida e festa das crianças

PASTORAL CATEQUÉTICA

VOLUNTARIADO

FORMAÇÃO MENSAL

DIA 26 REUNIÃO VOLUNTÁRIOS QUE RECEBERÃO OS VISITANTES NO DIA DE FINADOS

MISSA EM HOMENAGEM A NOSSA SENHORA COM BENÇÃO DAS CRIANÇAS E DISTRIBUIÇÃO DE DOCES.

SHALONZINHO, COM A APRESENTAÇÃO DAS CRIANÇAS SOBRE O ENCONTRO DA IMAGEM E O MILAGRE DOS PEIXES. MUITO LINDO !! NOITE DO HOT DOG

MOVIMENTO DAS CAPELINHAS


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Catequese Familiar "Catequizar... é desvendar na pessoa de Cristo todo desígnio eterno de Deus que nele se realiza. È procurar compreender o significado dos gestos e das palavras de Cristo e dos Sinais realizados por ele." (Cic. 426) A catequese familiar um dos seguimentos da caminhada catequética, tem como objetivo principal: o envolvimento e participação dos pais com os filhos, interagindo com as catequistas a fim de obter um resultado positivo na formação cristã de homens e mulheres novas, futuras líderes participantes da comunidade paroquial, certos da vocação e profissão que irão escolher. UM POUCO DA HISTÓRIA A catequese familiar foi implantada em nossa paróquia no ano de 1975, onde já trabalhamos desde então, com resultados impressionantes: a disponibilidade de casais nas reuniões de preparação para depois repassar aos pais.

Havia encontros de segunda a sábado para facilitar a participação de todos e todos com um único objetivo: Evangelizar através da catequese. Este ano conforme proposta da Arquidiocese chegou a hora de retornaríamos ao caminho e colocar em prática o que nos foi passado através do material: Crescer em Comunhão 2017- 1° etapa e gradativamente nos próximos anos trabalharão todas as etapas, com temas importantes, atuais e necessários a serem estudados, refletidos para colocar em prática na vivencia familiar e convivência comunitária.

- Cabe aos pais; oferecer subsídios, espaço físico, pessoas com vontade de trabalhar e ânimo para anunciar. - Cabe aos pais; acolher, dispor de tempo para participar e assumir a responsabilidade que lhes cabe. Precisamos uns dos outros, para desenvolver um trabalho digno, proveitosa e cristã, por amor aos nossos filhos e bem das nossas famílias. "A vocês prezados pais e familiares, recorda- lhes que, em catequese é tão decisivo quanto o interesse e participação de vocês. Seu teste-

munho de fé e seu entusiasmo pela formação catequética de seus filhos farão com que eles percebam a grandeza do que lhes é oferecido e ensinado. "(D. José Antônio Peruzzo, enquanto responsável pela animação BíblicoCatequético. Regional Sul 2 CNBB) Quanto ao trabalho, sugere-se um atendimento personalizado dos pais ou responsáveis que buscam a catequese para crianças e adolescentes, com uma metodologia catecúmena. Com seis encontros anuais, nesta 1° etapa com as famílias dos catequisando, visando construir uma base sólida para cami-

nhada futura, sabendo que somos todos responsáveis: Em primeiro lugar os pais- pela geração de uma nova vida, valores morais, formação, educação e testemunho. Segundo lugar os catequistas pela transmissão da catequese ética cristã, motivação, colaboração e testemunho. Terceiro lugar a comunidade pelo acolhimento, testemunho oportunidade de participação e perseverança, fidelizando o compromisso assumido. Que o tempo dedicado a Cristo, seja para nós o tempo de humanização de nossas relações familiares e que passamos sempre mais ir á casa de Deus, encontrar-se com irmãos, passear mais com a família promover eventos saudáveis, curtir a vida esbanjando felicidade. Deus abençoe a todos Genoveva e Protásio


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Pastoral Missionária A Pastoral Missionária de nossa paróquia teve origem no Projeto Missionário da nossa Arquidiocese em 2014, quando todos os coordenadores de conselhos e pastorais, a nível paroquial, foram envolvidos em um trabalho intenso para fazer os desdobramentos das linhas de ações propostas, até o âmbito de nossa realidade comunitária. Foi muito gratificante ver o nosso Plano Missionário Paroquial detalhado conforme as nossas necessidades concretas, porém as primeiras iniciativas aconteceram sob a coordenação do CPP vigente. Somente a partir do ano de 2017 se formalizou a necessidade dessas demandas de atuações de saída, ficarem configuradas sob uma coordenação pastoral. Nasceu então a Pastoral Missionária. Esta Pastoral acolhe e conta com membros de todas as capelas e matriz, além de qualquer cristão que queira ingressar conosco, independente de seu território paroquial. Principais características da pastoral: · As saídas missionárias acontecem 1 vêz por mês em nosso território paroquial. · Acolhemos missionários jovens e adultos. · As missões acontecem sempre em uma tarde, de 13h30 até 18h00, no sábado ou domingo. · O encontro missionário se dá da seguinte forma: Inicia-se com uma espiritualidade - Segue-se uma formação sobre algum tema necessário ao enriquecimento espiritual do missionário - O padre realiza as Bênçãos de Envio e da água - Saída em Missão - Retorno e partilha sobre a realidade vivida na missão - Confraternização A Pastoral hoje conta com uma média de 20 membros, o que para o tamanho de nosso território paroquial é muito pouco. O Evangelho precisa ser anunciado e o Cristo encontrado pelos nossos irmãos, até os confins da Terra. Assim pediu o próprio Jesus Cristo. Por isso suplicamos a toda a nossa comunidade, que venha participar conosco. Podem deixar o seu contato no Plantão do Dízimo ou no Escritório Paroquial (41 32854101). Faça essa experiência efetiva de amor ao próximo. A MISSÃO SEGUNDO O CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA O nosso chamado à missão é revelado em primeiro lugar na Sagrada Escritura. Esse chamado missionário é claramente explicado em nosso Catecismo. “O Catecismo da Igreja Católica (CIC) apresenta os ensinamentos da Sagrada Escritura, da Tradição viva na Igreja e do Magistério, além da herança espiritual dos Padres, dos Santos e das Santas da Igreja, para permitir conhecer melhor o mistério cristão e reavivar a fé do

povo de Deus. Também têm em conta as explicitações da doutrina que, no decurso dos tempos, o próprio Espírito Santo sugeriu à Igreja” (S. João Paulo II). Assim sendo, deixa-se aqui alguns parágrafos do Catecismo (segundo o site do Vaticano), para melhor fundamentar o sentido das MISSÕES solicitadas pelo próprio Cristo: 730. Chega, por fim, a «Hora de Jesus» (105): Jesus entrega o seu espírito nas mãos do Pai (106), no momento em que pela sua morte vence a morte, de tal modo que, «ressuscitado dos mortos pela glória do Pai» (Rm 6, 4), logo dá o Espírito Santo «soprando» sobre os discípulos (107). A partir dessa «Hora», a missão de Cristo e do Espírito torna-se a missão da Igreja: «Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós» (Jo 20, 21) (108). 738. Assim, a missão da Igreja não se acrescenta à de Cristo e do Espírito Santo, mas é o sacramento dela: por todo o seu ser e em todos os seus membros, é enviada para anunciar e testemunhar, atualizar e derramar o mistério da comunhão da Santíssima Trindade (será este o objeto do próximo artigo) 768. Para que a Igreja possa realizar a sua missão, o Espírito Santo «enriquece-a e guia-a com diversos dons hierárquicos e carismáticos» (183). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra» (184). 831. É católica, porque Cristo a enviou em missão à universalidade do gênero humano (316): Todos os homens são chamados a fazer parte do povo de Deus. Por isso, permanecendo uno e único, este povo está destinado a estender-se a todo o mundo e por todos os séculos, para se cumprir o desígnio da vontade de Deus que, no princípio, criou a natureza humana na unidade e decidiu enfim reunir na unidade os seus filhos dispersos [...]. Este caráter de universalidade que adorna o povo de Deus é dom do próprio Senhor. Graças a tal dom, a Igreja Católica tende a recapitular, eficaz e perpetuamente, a humanidade inteira, com todos os bens que ela contém, sob Cristo Cabeça, na unidade do Seu Espírito (317).

A MISSÃO – UMA EXIGÊNCIA DA CATOLICIDADE DA IGREJA 849. O mandato missionário. «Enviada por Deus às nações, para ser o sacramento universal da salvação, a Igreja, em virtude das exigências íntimas da sua própria catolicidade e em obediência ao mandamento do seu fundador, procura incansavelmente anunciar o Evangelho a todos os homens» (345). «Ide, pois, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo quanto vos mandei. E eis que Eu estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo» (Mt 28, 19-20). 850. A origem e o fim da missão. O mandato missionário do Senhor tem a sua fonte primeira no amor eterno da Santíssima Trindade: «Por sua natureza, a Igreja peregrina é missionária, visto ter a sua origem, segundo o desígnio de Deus Pai, na missão do Filho e do Espírito Santo» (346). E o fim último da missão consiste em fazer todos os homens participantes na comunhão existente entre o Pai e o Filho, no Espírito de amor (347). 851. O motivo da missão. É ao amor de Deus por todos os homens que, desde sempre, a Igreja vai buscar a obrigação e o vigor do seu ardor missionário: «Porque o amor de Cristo nos impele...» (2 Cor 5, 14) (348). Com efeito, «Deus quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tm 2, 4). Deus quer a salvação de todos, mediante o conhecimento da verdade. A salvação está na verdade. Os que obedecem à moção do Espírito da verdade estão já no caminho da salvação. Mas a Igreja, à qual a mesma verdade foi confiada, deve ir ao encontro dos que a procuram para lha levar. É por acreditar no desígnio universal da salvação que a Igreja deve ser missionária. 852. Os caminhos da missão. «O protagonista de toda a missão eclesial é o Espírito Santo» (349). É Ele que conduz a Igreja pelos caminhos da missão. E esta «continua e prolonga, no decorrer da história, a missão do próprio Cristo, que foi enviado para anunciar a BoaNova aos pobres. É, portanto, pelo mesmo caminho seguido por Cristo que, sob o impulso do Espírito Santo, a Igreja deve seguir, ou seja, pelo caminho da pobreza, da obediência, do serviço e da imolação de si mesma até à morte – morte da qual Ele saiu vitorioso pela ressurreição» (350). É assim que «o sangue dos mártires se torna semente de cristãos» (351).

853. Porém, no seu peregrinar, a Igreja também faz a experiência da «distância que separa a mensagem de que é portadora, da fraqueza humana daqueles a quem este Evangelho é confiado» (352). Só avançando pelo caminho «da penitência e da renovação» (353) e entrando «pela porta estreita da Cruz» (354) é que o povo de Deus pode expandir o Reino de Cristo (355). Com efeito, «assim como foi na pobreza e na perseguição que Cristo realizou a redenção, assim também a Igreja é chamada a seguir pelo mesmo caminho, para comunicar aos homens os frutos da salvação» (356). 854. Pela sua própria missão, «a Igreja faz a caminhada de toda a humanidade e partilha a sorte terrena do mundo. Ela é como que o fermento e, por assim dizer, a alma da sociedade humana, chamada a ser renovada em Cristo e transformada em família de Deus» (357). O esforço missionário exige, portanto, paciência. Começa pelo anúncio do Evangelho aos povos e grupos que ainda não acreditam em Cristo (358); prossegue no estabelecimento de comunidades cristãs, que sejam «sinais da presença de Deus no mundo» (359) e na fundação de Igrejas locais (360); compromete-se num processo de inculturação, para encarnar o Evangelho nas culturas dos povos (361); e também não deixará de conhecer alguns fracassos. «Pelo que diz respeito aos homens, aos grupos humanos e aos povos, a Igreja só a pouco e pouco os atinge e penetra, assim os assumindo na plenitude católica» (362). 855. A missão da Igreja requer um esforço em ordem à unidade dos cristãos (363). «De fato, as divisões entre cristãos impedem a Igreja de realizar a plenitude da catolicidade que lhe é própria, naqueles seus filhos que, sem dúvida, lhe pertencem pelo Batismo, mas que se encontram separados da plenitude da comunhão com ela. Mais ainda: para a própria Igreja, torna-se mais difícil exprimir, sob todos os seus aspectos, a plenitude da catolicidade na própria realidade da sua vida» (364). 856. A tarefa missionária implica um diálogo respeitoso com aqueles que ainda não aceitam o Evangelho (365). Os crentes podem tirar proveito para si mesmos deste diálogo, aprendendo a conhecer melhor «tudo quanto de verdade e graça se encontrava já entre os povos, como que por uma secreta presença de Deus» (366). Se anunciam a Boa-Nova aos que a igno-

ram, é para consolidar, completar e elevar a verdade e o bem que Deus espalhou entre os homens e os povos, e para os purificar do erro e do mal, «para glória de Deus, confusão do demônio e felicidade do homem» (367). 873. As próprias diferenças que o Senhor quis que existissem entre os membros do seu Corpo servem a sua unidade e missão. Porque «há na Igreja diversidade de ministérios, mas unidade de missão. Cristo confiou aos Apóstolos e aos seus sucessores o encargo de ensinar, santificar e governar em seu nome e pelo seu poder. Mas os leigos, feitos participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, assumem na Igreja e no mundo a parte que lhes toca naquilo que é a missão de todo o povo de Deus» (395). Por fim, «de ambos estes grupos [hierarquia e leigos] existem fiéis que, pela profissão dos conselhos evangélicos [...], se consagram a Deus de modo peculiar, e contribuem para a missão salvífica da Igreja» (396) 1122. Cristo enviou seus apóstolos para que “em seu Nome fosse proclamado a todas as nações o arrependimento para a remissão dos pecados” (Lc 24,47). Fazei que todos os povos se tornem discípulos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28/, 19). A missão de batizar, portanto a missão sacramental, está implícita na missão de evangelizar, pois o sacramento é preparado pela Palavra de Deus e pela fé, que é assentimento a esta palavra (CIC 1122). 2044. A fidelidade dos batizados é condição primordial para o anúncio do Evangelho e para a missão da Igreja no mundo. Para manifestar diante dos homens a sua força de verdade e irradiação, a mensagem de salvação deve ser autenticada pelo testemunho de vida dos cristãos. «O testemunho de vida cristã e as obras realizadas com espírito sobrenatural são meios poderosos para atrair os homens à fé e a Deus». 2419. «A Revelação cristã conduz [...] a uma inteligência mais penetrante das leis da vida social» (160). A Igreja recebe do Evangelho a revelação plena da verdade acerca do homem. Quando cumpre a sua missão de anunciar o Evangelho, a Igreja atesta ao homem, em nome de Cristo, a sua dignidade própria e a sua vocação para a comunhão das pessoas, e ensina-lhe as exigências da justiça e da paz, conformes à sabedoria divina. Referência: Site do Vaticano Eloyna Costa Coord. Pastoral Missionária


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A Padroeira do Paraná: Nossa Senhora do Rocio Uma bela igreja, bem próxima do porto de Paranaguá, é o lugar onde todos os anos, no dia 15 de novembro, numerosos fiéis celebram a Padroeira do Paraná, Nossa Senhora do Rosário do Rocio. Sua devoção remonta às origens do povoado de Paranaguá, desde meados do século XVII, mas foi somente no ano de 1977 que o então Papa Paulo VI declarou Nossa Senhora do Rocio a padroeira do Paraná. As suas festividades iniciam logo no começo do mês de novembro e são coroadas por uma procissão solene no dia da padroeira, quando milhares de fieis saem do Santuário do Rocio em direção à Catedral de Nossa Senhora do Santíssimo Rosário, em Paranaguá. Também é tradição que se realizem outras procissões, com grande participação popular: a procissão de retorno da Catedral até o Santuário, a procissão marítima, procissão motorizada e ainda cavalgadas quem vem sendo realizadas nos últimos anos. A história sobre o início da devoção à Virgem do Rocio nos fala que um homem simples, pescador, conhecido como Pai Berê, foi quem en-

controu a imagem. O modo como foi achada a imagem é contado de duas formas: uma diz que ele a retirou da baía nas suas redes, enquanto pescava, e outra nos fala que a imagem foi encontrada por meio de uma sinal que saía entre algumas plantas típicas da beira da baía, as rosas-loucas. A imagem é parecida com a de Nossa Senhora do Rosá-

rio, possui estilo barroco, e foi conservada com piedade pelo Pai Berê num pequeno oratório de sua casa, onde nasceu a devoção entre os pescadores, que começaram a rezar terços em honra de Maria e iam até o local pedir graças e a intercessão de Maria. Passou a ser chamada de Nossa Senhora do Rocio em referência ao orvalho ou se-

reno da manhã: seja porque quando foi encontrada estava gotejada de orvalho, ou também porque o local onde viviam os pescadores, seus devotos, era onde terminava a povoação mais densa e aparecia o orvalho, devido à ausência de rua pavimentada e maior presença de vegetação. A Vila de Paranaguá foi, aos poucos, conhecendo e confiando cada vez mais na proteção maternal da Virgem do Rocio: o primeiro relato oficial conta que já em 1686, quando uma peste flagelava a população do litoral paranaense, foi o apelo à Nossa Senhora do Rocio que livrou o povo dos sofrimentos e da morte. O mesmo aconteceu em outras ocasiões em que os devotos suplicaram à Mãe do Rocio em suas necessidades: na época da Peste Bubônica, em 1901, da Gripe Espanhola, em 1918. Também não são poucos os relatos de marinheiros que, em meio às ameaças do mar, encontraram socorro na Virgem do Rocio e a homenagearam com procissões e romarias, seja por mar ou por terra. O título de Rocio, que na linguagem portuguesa antiga significa “orvalho”, simboliza

Padre Eliezer – Vigário

as constantes e sempre presentes bênçãos e favores que o povo paranaense recebe continuamente da V irgem Mãe, mediadora de muitas graças concedidas a seus amados filhos, os quais, por gerações e gerações, veneram sua Santa Padroeira às margens da baía de Paranaguá sob o título de Senhora do Rocio. Nossa Senhora do Rocio é a presença maternal de Maria manifestada junto àqueles que são os prediletos de Deus: os simples, pobres e pequenos, como o simples pescador, seja o de Paranaguá ou de Aparecida, junto aos simples trabalhadores, seja os escravos e trabalhadores das fazendas do interior paulista ou os marinheiros e estivadores do porto de Paranaguá. Nossa Senhora do Rocio também foi homenageada pelos artistas Lourenço e Lourival com a linda música “A Rainha do Paraná”.


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O mistério da morte

Documento 100 Comunidade de comunidades. Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Capítulo VI – Proposições pastorais

Cada ser humano experimenta de forma diferenciada a dor da morte. Perder o pai não é o mesmo que perder a mãe. Para outros, no entanto, a ordem inversa é também verdade. Tudo depende de como nos relacionamos com eles em vida. A mãe será sempre o cordão umbilical que se rompe com a morte. Rompido chega ao vazio da Orfandade. Mãe é o primeiro olhar, a primeira pessoa que vemos ao vir ao mundo. O último olhar na capela mortuária, antes de entrar na tumba eterna, é terrível, é forte, é a dor da morte. Quisera que aquele momento não terminasse nunca. Foi impossível! E aquela que me amou e eu amei tanto se foi no infinito de uma tenra lembrança no sono eterno da morte. O filho que sofre a dor da morte dos pais e a mãe que sofre a dor do filho morto está todos igualmente, intrincados por um laço de sangue, um amor conjugal, um cordão umbilical. Frei Jacir de Freitas Faria,OFM Colaboração: Gabriel Szychta

Pe André Marmilick

4. LEITURA ORANTE DA BÍBLIA O documento 102 no número 4 das proposições pastorais começa enaltecendo a importância da comunidade na leitura da Bíblia, afirmando: ‘somente em comunidade e em comunhão com a Igreja, a pessoa poderá ler a Bíblia sem reducionismos intimistas, fundamentalismos e ideologias’. E continua dizendo, agora se referindo aos padres: ‘importante é a homilia centrada nas leituras da Bíblia; prepará-las com meditação e oração’. Estes são os passos da leitura orante da Bíblia, ou então, da Palavra de Deus. LEITURA - é o primeiro momento, que consiste em literalmente ler o texto e procurar compreender o que ele quer dizer. Adentrar no texto significa saber para quem ele é dirigido naquela época em que foi escrito. Entender o texto é estar atento ao contexto, o que nem sempre é fácil. Geralmente tendemos a trazê-lo já para a nossa realidade, sem aprofundarmos a realidade em que ele foi vivido e escrito. Estudar a palavra de Deus é importante para compreendê-la melhor. Eu, pessoalmente, leio diversos comentários sobre determinado texto para entendê-lo melhor. MEDITAÇÃO - neste segundo momento, deixamonos guiar pelo texto com a pergunta – o que Deus quer dizer para mim através deste texto? É o momento da meditação, refletindo a minha vida, a minha história, a minha realidade concreta, tanto familiar como comunitária. Iluminar então com a palavra de Deus. Esse momento é maravilhoso, pois, permite que a minha vida seja iluminada pelos ensinamentos bíblicos. Observar uma frase que me chamou atenção, ou então, alguma palavra que tocou no meu coração e que tem algo a me dizer. Meditar em grupo é muito importante, pois a partilha do outro acaba também trazendo luzes para a minha própria realidade. ORAÇÃO - o terceiro momento me leva a uma oração, em forma de prece, pedido ou agradecimento. Ilu-

minado pela palavra de Deus, depois de tê-la meditado, expresso isso em palavras que brotam de dentro do meu coração. Coloco esses pedidos ou agradecimentos nas mãos de Deus, para que Ele conduza a minha vida e as ações do meu cotidiano. Um coração suplicante ou um coração que agradece, manifesta toda a sua experiência de amor a Deus, colocando-o como centro de sua vida e das suas ações. CONTEMPLAÇÃO - após a leitura da palavra de Deus, procurando compreender o texto dentro do contexto em que foi escrito; após uma meditação daquilo que foi mais marcante para mim, e que em seguida foi traduzido em forma de preces de agradecimento ou pedido, eu volto para o meu trabalho, para a minha família guiado pela palavra de Deus. É sair daquele momento de reflexão e levar esta palavra para que ela me conduza nas minhas ações diárias. É fazer a experiência de Paulo que disse, ‘já não sou mais eu que vivo, mas é Cristo que vive em mim’. É fazer a experiência concreta de viver no dia a dia guiado e iluminado pela palavra de Deus em todas as suas palavras e em todas as suas ações. A palavra de Deus então nos leva a uma mudança de vida pessoal e a uma transformação social.


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DIREITO DAS SUCESSÕES: Inventário e a Partilha O inventário e a partilha são institutos indispensáveis quando um indivíduo vem à falecer, desta maneira irá ocorrer a divisão dos bens, direitos e dívidas, ou seja, é a transmissão dos bens do "de cujus" (nome dado a quem falece) para seus herdeiros. O momento imediato da transferência do patrimônio daquele que já não está entre nós para os que ficaram, é o exato instante da morte. Isto porque os bens, direitos e deveres não podem ficar sem os seus representantes, dando início a sucessão. Deste modo, para regulamentar tal transição é que existe o processo de inventário, culminando na partilha. Com a abertura da sucessão é formado entre os herdeiros o chamado condomínio sucessório (todos são donos em conjunto do patrimônio), que cessará com a partilha dos bens. A ação de inventário pode ser feita de duas maneiras a extrajudicial ou a judicial. O inventário judicial é um processo que tramita perante o juiz competente, e é recomendado nas hipóteses quando o falecido deixou testamento, bem como se os herdeiros forem menores de idade ou são

interditados (incapazes), também é utilizado nas hipóteses de divergência entre os herdeiros na divisão da partilha dos bens. Do outro lado o inventário extrajudicial é aquele realizado em cartório, pelo tabelião por escritura pública, sendo mais célere, muitas vezes mais barato (pois não há pagamento das custas processuais) e somente pode ser utilizado quando todos os herdeiros estiverem em concordância e não haver menores de idade ou incapazes envolvidos. Decidido qual procedimento que será utilizado, a família do "de cujus" deverá então nomear-se um inventariante que será a pessoa responsável pela administração dos

bens do espólio, ficando está também encarregada de cuidar de todo o processo de inventário. Após, é feito levantamento das dívidas e dos bens do de cujus, onde será juntando certidões negativas de débitos, documento este que atestam que o falecido não deixou dívidas diante a esfera pública e privada. Caso seja encontrada alguma dívida deixada pelo falecido, esta deverá ser quitada com o patrimônio deste, até o limite da herança deixada. Após, a Fazenda Estadual fará uma avaliação do patrimônio inventariado, para a efetiva cobrança do imposto, o ITCMD - Imposto de

Tatiane M. Bueno Bovo - Bacharel em Direito - ADVOCACIA BOVO

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Transmissão de Causa Mortis e Doação, independentemente se oriundas de procedimento judicial ou extrajudicial, seja ela pessoa física ou jurídica e que venha a receber bens como herança ou doação deverá recolher o devido imposto. Com o pagamento de todas as custas e impostos, se o processo for judicial, será expedido o formal de partilha, documento no qual ficará constando o que pertence a cada herdeiro. Caso o inventário tramite em cartório, a própria escritura pública deste determina os quinhões da herança. Munidos de tal documento, os herdeiros se utilizam deste para transferir, vender, ou dar a destinação que quiserem aos bens, devendo proceder as alterações perante os cartório de registro de imóveis, detran (para veículos) e demais órgãos necessários. Recomenda-se que sempre haja diálogo entre os herdeiros, com a finalidade de se chegar a um consenso pois, deste modo, atendendo os demais requisitos legais, a transmissão do patrimônio ocorrerá de forma rápida e mais econômica. A comunhão entre os irmãos é sempre a melhor maneira de resolver as situações da vida.


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Vem aí DIA 04 05 13 15 18 24 25

MATRIZ - SANTO ANTONIO

HORÁRIO 14H30 10H

14H 16H30 20H 17H

Pastoral do Batismo convida:

ATIVIDADE REUNIÃO CPP ENTREGA BEM AVENTURANÇAS 4º ETAPA CATEQUESE TREZENA ANUAL FESTIVAL DE PRÊMIOS – AÇÃO SOCIAL ENCONTRO DE PAIS DA CATEQUESE ADORAÇÃO AO SANTISSIMO – MESC´S CELEBRAÇÃO BATISMO

MISSA ESPECIAL COM BENÇÃO DAS GRÁVIDAS E DAS FAMÍLIAS. DIA 12 ÀS 10H

PASTORAL ACÓLITOS E COROINHAS CONVIDAM: FEIRA DE LITURGIA DIA 18 das 8h30 às 10h. Venham!!! V CANTATA DE NATAL DA PARÓQUIA SANTO ANTONIO ORLEANS TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS ÀS 19H30 - TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS ÀS 19H - NOVENA A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Dia 02/12 20h30 no auditório

CAPELA NOSSA SENHORA DO CARMO DIA 12

HORÁRIO 10H

ATIVIDADE FESTA DAS CAPELINHAS E FESTIVAL DE PRÊMIOS

CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA 13

HORÁRIO 20H30

ATIVIDADE MISSA E NOVENA

VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA HORÁRIO DE ATENDIMENTO: SEGUNDA A SÁBADO DAS 08H ÀS 17H (41) 3285-4101


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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE NOVEMBRO 2017 DIA

COMUNIDADE

BAIRRO

HORÁRIO

03

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

JARDIM GABINETO

20:00 HS

04

NOSSA SENHORA DO CARMO

PASSAÚNA

17:00 HS

04

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

JARDIM GABINETO

19:00 HS

04

SÃO VICENTE DE PAULO

JARDIM VITÓRIA

20:30 HS

05

NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO

REVIER

08:30 HS

05

SAGRADA FAMÍLIA

JARDIM GUARANY

10:00 HS

12

N.SRA MONTE CLARO/ FESTA CAPELINHAS

REVIER

10:00 HS

13

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

REVIERA

20:00 HS

18

NOSSA SENHORA DO CARMO

PASSAÚNA

17:00 HS

18

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

JARDIM GABINETO

19:00 HS

18

SÃO VICENTE DE PAULO

JARDIM VITÓRIA

20:30 HS

19

NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO

REVIER

08:30 HS

19

SAGRADA FAMÍLIA

JARDIM GUARANY

10:00 HS

25

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

JARDIM GABINETO

19:00 HS

25

NOSSA SENHORA DE FÁTIMA

REVIERA

20:30 HS

26

SAGRADA FAMÍLIA

JARDIMGUARANY

08:30 HS

26

NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO

REVIER

10:00 HS

"Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu mesmo buscarei minhas ovelhas e as farei repousar. Procurarei a ovelha perdida, reconduzirei a desgarrada, enfaixarei a quebrada, fortalecerei a doente e vigiarei a ovelha gorda e forte "( Ez 34,11.15-16). Pe. Fabiano Spisla-Pároco


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Folhaorleans novembro2017 by aldemir demir batista - Issuu