Ano XX - nº 239 - Março.2017
Quaresma
Palavra do Papa
Jovem Santo: São Casimiro
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Congregação Vicentina
Página 3
Maria na experiência de São Vicente de Paulo
Página 5
Aconteceu em nossa Paróquia
Página 6
Mulher
Páginas 8 e 9 Página 4
Página 10
Página 14
Documentos
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Curitiba.março.2017
Palavra do Pároco
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Quaresma
Expediente
A quaresma é um tempo litúrgico de conversão, que a Igreja marca para nos preparar para a grande festa da Páscoa. Este é um tempo que jamais perde a sua atualidade na vida cristã, por isso, queremos mais uma vez refletir sobre este tema. A imposição das cinzas com que a Igreja inicia a nossa preparação para a celebração solene do Tríduo Pascal, não pode ser apenas um gesto formal, folclórico ou mera tradição. Ele deve ser expressão de um compromisso de deixar-se moldar pelo Espírito Santo para a conversão pessoal e comunitária. O Antigo Testamento, ao tratar da conversão, acentuava muito o aspecto cultual, a rejeição do culto pagão, a passagem da idolatria para a adoração do verdadeiro Deus. A conversão era abandonar a idolatria e cumprir o que determinava a aliança Sinaítica. Mais tarde os profetas aprofundam o tema, não só anunciando uma aliança interior, mas também insistindo na compaixão para com os desvalidos: órfãos, viúvas e pobres. Na linha profética do Antigo Testamento, podemos inserir o maior de todos: João Batista. Ele insiste na mudança de atitude, na prática da
justiça, da solidariedade, compaixão e mansidão como necessárias para acolher o Messias. Assim, na quaresma somos aconselhados a uma profunda conversão pela prática da oração profunda, pelo sacramento da confissão, pelo jejum e pelas boas obras. A este respeito recordo o comentário de São João Crisóstomo: " Como no findar do inverno volta a estação do verão e o navegante arrasta para o mar a nave, o soldado limpa as armas e treina o cavalo para a luta, o agricultor lima a foice, o viandante revigorado prepara-se para a longa viagem e o atleta depõe as vestes e preparase para as competições, assim também nós, no início deste jejum, quase no regresso de uma primavera espiritual forjamos as armas como
os soldados, limamos a foice como os agricultores, e como timoneiros reorganizamos a nave de nosso espírito para enfrentar as ondas das paixões. Como viandantes retomamos a viagem rumo ao céu e como atletas preparamo-nos para a luta com o despojamento de tudo". Para entendermos bem o significado da conversão, convém que tomemos a parábola do Filho Pródigo ou do Pai Misericordioso. Conversão é abandonar os falsos deuses que insistem em dominar o nosso coração, ir ao encontro do Deus verdadeiro, o Pai. Ir ao encontro dele e se deixar transformar por seu amor que é fonte de uma nova vida. Por isso, Jesus, ao ser procurado por Nicodemos, explicou-lhe que seria necessário nascer de novo para ver o Reino de Deus. Podemos afirmar que aqui está o verdadeiro sentido da conversão: Nascer de Novo. É essa grande maravilha que Deus quer operar em nossa vida nesta quaresma. Parece que o belíssimo quadro: A volta do filho pródigo, de Rembrandt, quis expressar esta realidade da conversão como um novo nascimento, quando nos apresenta o filho estreitado entre as mãos do Pai, com a silhueta um tanto informe de um embrião humano. Ele está sendo gestado na
PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Ana Flávia Gomes, Silvia Szychta, Ramon Aurélio Junior da Cunha (Seminarista), Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Hernando Santana Pinto, e Guilherme Bovo. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.
Pe. Fabiano Spisla / Pároco
luz, no calor, no abraço amoroso do Pai Misericordioso. Portanto, a conversão nos lança num relacionamento mais profundo e íntimo com Deus, a quem não vemos e, necessariamente, com os irmãos, aos quais vemos bater à nossa porta com fome, frio, cansaço, doença, solidão e desespero. Só homens e mulheres novos sentirão compaixão ao ver nos rostos deformados pela miséria, a face mesma de Jesus. Não adianta fazer jejum e explorar os outros. O jejum que Jesus quer, é aquele que dissolve a cadeia injusta, liberta os oprimidos, veste os nus e pratica a caridade. O jejum vem do coração e não é algo somente externo. O amor a Deus e ao irmão são uma unidade e quem quiser fazer penitência real e não formal, deve fazê-lo diante de Deus e também com o próximo nosso irmão.
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Palavra do Papa
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A esperança cristã não exclui nem marginaliza ninguém!
Em sua catequese o Papa Francisco, referindo-se à carta aos Romanos, exalta a esperança cristã, uma esperança sólida e que não decepciona, pois baseia-se no grande amor de Deus por nós. Francisco nos diz, que desde a infância nos é ensinado a não se vangloriar por aquilo que se é ou se tem, não é algo positivo, pois isso indicaria um “certo orgulho” e é também falta de respeito para com os outros, em especial, com aqueles menos afortunados do que nós. Porém, o apóstolo Paulo nos surpreende ao encorajar-nos por duas vezes a nos vangloriar. “De que, então, é justo vangloriar-se, e como é possível fazer isso sem ofender os outros, sem excluir al-
quem age na história, como na nossa vidam não somos apenas nós, mas é Deus antes de tudo. É Ele o protagonista absoluto, que cria tudo como um dom de amor, que tece a trama do seu plano de salvação, e que o leva a cumprimento por nós, mediante o seu Filho, Jesus”. O nosso maior orgulho, aquilo que nos é permitido vangloriar, é o fato de termos como Pai um Deus que não faz preferências, que não exclui ninguém, mas que abre a sua casa para todos os seres humanos, começando pelos últimos e distantes, para que, como seus filhos, aprendemos a consolar-nos e apoiar-nos uns aos outros. guém”? Perguntou Francisco. Somos convidados a nos vangloriar, não do que temos ou somos, mas da abundân-
cia da graça de que fomos instigados em Jesus Cristo, por meio da fé. O Papa ressaltou: “Paulo quer fazer-nos en-
tender que, se aprendemos a ler tudo com a luz do Espírito Santo, percebemos que tudo é graça, tudo é dom! Se prestarmos atenção, de fato,
Escrito por Rodrigo Bochenek Fonte de pesquisa – Portal, La Santa Sede – Vaticano
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Maria na experiência espiritual de São Vicente de Paulo Vicente de Paulo fixa sua atenção sobre três ícones, três mistérios que envolvem a vida de Maria e explicitam sua missão: a Imaculada Conceição, a Anunciação e a Visitação. A espiritualidade Mariana de Vicente de Paulo situa-se no núcleo de sua experiência espiritual: dar-se a Deus para servir aos Pobres.
po; depois, Deus criou uma alma para informar aquele corpo e, em seguida, o Verbo se uniu àquela alma e àquele corpo por uma união admirável e, desta forma, o Espírito Santo realizou o mistério inefável da encarnação. O louvor precedeu o sacrifício” (SV XII, 226-227). - Como Maria na Anunciação, somos chamados a dar-nos inteiramente a Deus para realizar a sua obra: “Assim, pois, diz-se que é necessário buscar o Reino de Deus. Isso não é mais do que uma palavra, mas parece-me que diz muitas coisas. Quer dizer que temos de trabalhar de tal modo que aspiremos sempre ao que se nos recomenda, que trabalhemos incessantemente pelo Reino de Deus, sem ficarmos numa situação cômoda e parados (...). Buscai, buscai, isto quer dizer preocupação, isto quer dizer ação” (SV XI,131). A adesão de Maria à iniciativa de Deus serve-nos de estímulo na fidelidade ao dom da vocação.
1. A IMACULADA CONCEIÇÃO São Vicente vê, no mistério da Imaculada Conceição, a Virgem humilde e casta, vazia de si mesma para acolher a Deus e deixar-se plenificar por ele. Atitudes fundamentais para os que querem esvaziar-se de si mesmo e revestir-se do espírito de Cristo: “Previu Deus, pois, que, como era preciso que seu Filho tomasse carne humana de uma mulher, era conveniente que a tomasse de uma mulher digna de recebê-lo, uma mulher que estivesse cheia de graça, vazia de pecado, enriquecida de piedade e preservada de todos os maus afetos. Apresentou, então, diante de seus olhos todas as mulheres que havia no mundo e não encontrou nenhuma tão digna desta grande obra como a puríssima e imaculada Virgem Maria. Por isso, se propôs, desde toda a eternidade, preparar esta morada, adorná-la com os mais admiráveis e dignos bens que pode receber uma criatura, a fim de que fosse um templo digno da divindade, um palácio digno de seu Filho. Se a previsão eterna pôs, desde então, seus olhos para descobrir este receptáculo do seu Filho e, depois de descobri-lo, adornou-o com todas as graças que podem embelezar uma criatura, como ele mesmo declarou pela boca do anjo que lhe enviou como embaixador, com maior razão haveremos de prever o dia e a disposição requerida para receber-lhe! “ (SV XIII, 35). - Acolher a Deus, encher-nos de Deus, revestirnos de Jesus Cristo, vazios de nós mesmo, como a Imaculada, tal é o primeiro desafio que Vicente de Paulo nos propõe, à luz do exemplo da Virgem Maria. 2. A ANUNCIAÇÃO A humildade prepara e sustenta a oferta de si a Deus. Conhecer Deus e reconhecê-lo como único Senhor, saber-se pequeno diante dele, dar-se a ele para servir ao próximo, para realizar a sua obra, é o segundo movimento que V icente descobre em Maria, a partir do ícone da Anunciação: “É preciso reconhecer a essência e a existência de Deus e ter algum conhecimento de suas perfeições antes de oferecer-lhe um sacrifício. Isso é natural, pois a quem ofereceis vossos presentes? Aos grandes, aos príncipes e aos reis. A esses é que rendeis vossa home-
3.A VISITAÇÃO Vazios de nós mesmos e entregues a Deus, nossa vida está a serviço dos pobres: “vós vos destes a Deus para o serviço dos pobres”, recordava, com insistência, nosso fundador. São Vicente descobre na Visitação de Maria a Isabel este terceiro movimento do caminho espiritual e propõe a prontidão e a solicitude de Maria na Visitação como modelo para o serviço dos pobres: “Honrarão a visita da Santíssima Virgem quando foi visitar sua prima com prontidão e alegria” (SV XIII, 419). E assim deduzirá as aplicações concretas para a vida da Filha da Caridade: “A Companhia das Filhas da Caridade foi fundada para amar a Deus, servi-lo e honrar Nosso Senhor, seu amo, e à Santíssima Virgem. E como o honrareis? Vossa Regra vos indica, fazendo-as reconhecer o plano de Deus em vossa fundação: para servir aos pobres enfermos, corporalmente, administrando-lhes tudo o que lhes é necessário; e espiritualmente, procurando que vivam e morram em bom estado” (SV IX, 20).
nagem. Tão certo é isso que Deus observou esta mesma ordem na encarnação. Quando o anjo foi saudar a Virgem Maria, começou por reconhecer que estava cheia das graças do céu: Ave, gratia plena. Senhora, estás cheia e cumulada dos favores de Deus; Ave, gratia plena. Assim a reconhece e louvaa como cheia de graça. E o que faz em seguida? Aquele lindo presente da segunda pessoa da Santíssima Trindade. O Espírito Santo, reunindo o sangue mais puro da Santíssima Virgem, formou com ele um cor-
- Em toda e qualquer circunstância, São Vicente sempre nos conduz aos pobres. Como Maria, nossa vida é doação total a Deus para o cuidado e a promoção dos irmãos mais pobres. INSPIRAÇÃO BÍBLICA: Lc 1,26-38 (Anunciação) Lc 1,39-56 (Visitação) Colaboração: Seminário Nossa Senhora das Graças – Seminaristas 2017.
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São Casimiro - Jovem santo e modelo para a juventude Príncipe, jovem e santo! Com essas três simples palavras podemos resumir a vida de São Casimiro, nascido em 1458 em Cracóvia, na Polônia, cidade que séculos mais tarde teve como Arcebispo ninguém menos que São João Paulo II, um dos Papas mais identificados com a juventude e criador das Jornadas Mundiais da Juventude - JMJ. Filho de Casimiro IV, rei da Polônia e grãoduque da Lituânia, e de Isabel, filha do rei da Áustria, portanto muito rico e poderoso, nunca permitiu que o poder e a riqueza da corte e toda a liberdade que possuía como príncipe o impedissem de ter uma vida de santidade, muito pelo contrário. Teve uma excelente formação, pois fora educado para ser um futuro monarca. Não deixava de participar da vida social, mas tão logo que podia se retirava das festas e banquetes. Não desprezava as vestes finas, mas diz-se que, por espírito de pobreza, usava por baixo uma túnica de tecido comum. Considerado o primeiro santo jovem leigo da era moderna, sempre desejou ser fiel aos desígnios de Deus, mesmo cercado do luxo da corte real e das atrações mundanas, como diz a oração da Missa de sua festa, na Lituânia. Foi sempre muito generoso para com os pobres, viúvas, prisioneiros e anciãos. Possuidor de um grande amor pela oração e pela liturgia, participava com frequência das missas e da Via Sacra. Grande devoto de Nossa Senhora, era comum vê-lo ajoelhado em oração aos pés das imagens de Maria, Mãe de Jesus. A Ela pedia os dons da sabedoria e da justiça, bem como o espírito de vigilância. Sua vida foi acompanhada de penitência e
Imagem original,localizada no altar, lateral direita de nossa Igreja matriz.
jejuns, diz-se que dormia poucas horas por dia e mesmo tendo um leito muito confortável preferia deita-se no chão. Como príncipe regente, nos dois anos em que governou a Polônia não deixou de atender a nenhum dos seus súditos, seja qual fosse a classe social à qual pertenciam, fazia grandes esforços para manter entre seus vassalos a boa conduta nos negócios do Estado e esforçou-se para estreitar as relações com Roma, um tanto negligenciadas por seu pai. Tendo feito voto de castidade e guardado a sua virgindade, faleceu no dia 4 de março de
1484, vítima de uma violenta tuberculose. Seu corpo foi sepultado no jazigo da família real, na catedral de Vilnius. E apesar da umidade do local, estava inteiro e incorrupto quando foi exumado, 120 anos depois, em 1604. Segundo o relato das testemunhas, dele exalava um agradável odor. Intactas estavam também suas vestes. Sobre seu peito repousava uma cópia do hino mariano que rezava diariamente. Belo símbolo de uma santa vida, na qual cada dia foi um hino de louvor à Mãe de Deus. A devoção a São Casimiro foi um poderoso instrumento nas mãos dos Jesuítas para preservar a religião Católica na Lituânia. Atraídos por sua nobreza de caráter e pela força de sua fé, os filhos de Santo Inácio exortavam os lituanos a permanecerem fiéis aos ensinamentos da Igreja, tal como São Casimiro. A partir de então, igrejas foram construídas em sua honra, milhares de recém-nascidos receberam o seu nome, propagando-se a devoção a todo o mundo. Foi canonizado em 1521 pelo Papa Leão X, mais tarde declarado Padroeiro da Lituânia e em 1948 foi proclamado Patrono da juventude lituana. A São Casimiro, que não chegou a ser coroado na Terra como rei, porque faleceu muito jovem, aos 25 anos, foi dada a coroa da glória nos Céus. Jovens, assim como São Casimiro, podemos viver a santidade sem deixar de ser quem somos, dentro da realidade de vida de cada um, com nossos projetos e sonhos, nossos defeitos e virtudes. Deus chama a cada um de nós, individualmente. Você já ouviu o seu chamado? Hernando Santana Pinto Texto baseado na Revista Arautos do Evangelho de Março de 2014, nº. 147 páginas 30 a 33
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400 Anos da Congregação da Missão
Chatillon e a Caridade Organizada Em Chatillon Vicente de Paulo descobre seu estilo original de organizar as caridades. De acordo com o historiador P. Luis Mezzadri “Châtillon –les – Dombes, era cidade pequena anexada à França fazia pouco. A situação não era catastrófica. O filme “ Monsieur Vincent “, uma obra-prima, calcou a mão sobre a desordem que reinava naquela paróquia. Se isso se justifica do ponto de vista artístico, não é procedimento admirável do ponto de vista histórico. Os padres que ali viviam, era, infelizmente, apenas bons padres. Faltava-lhes a inventiva e aquele toque de gênio e “ transgressão” que constitui a marca da santidade. “ Vicente de Paulo deixa o palácio dos Gondi, em Paris e a convite do Cardeal de Berulle vai para Chatillon. Alguns historiadores qualificam este acontecimento como uma resposta a um caminho já iniciado. Chega em Chatillon pelo tempo da quaresma e toma posse como pároco a 1º de agosto. A história desta paróquia foi contada de uma maneira bastante errônea, sobretudo quanto aos verdadeiros motivos da sua ida para essa região, tão isolada e distante de Paris. Segundo uma versão histórica muito conhecida, Chatillon estaria jogada às traças como aparece no filme “ Monsieur Vincent”. Também, segundo essa versão a Igreja paroquial estaria completamente abandonada, com um clero relaxado. Porém, segundo recentes pesquisas do Pe. Bernard Koch, historiador vicentino frances, “ Vicente de Paulo foi chamado para irradiar o espírito mis-
sionário que havia naquela paróquia exemplar”. Assim, nada de abandono como se contou depois de 47 anos da morte de Vicente, no relatório do Pe. Charles Demia. Ainda segundo Pe. Koch, V icente se pôs a trabalhar com entusiasmo, ajudado por um vigário e sacerdotes de uma sociedade já existente. Começou visitando os pobres e doentes. A Igreja já tinha sido reformada em 1615. Os sacerdotes também não eram ociosos como deles se dizia... enfim o bispo já havia feito visitas pastorais e encontrado tudo em ordem. Na verdade, se Vicente teve novamente uma experiência reveladora e motivadora para a missão com os pobres, foi por uma série de fatores que não caíram do céu. Havia um povo generoso, uma equipe de padres orantes e fraternos, um grupo de mulheres que tinham condições financeiras e ele, um homem de Deus, convicto e convertido em busca dos pobres de Jesus Cristo. Desta forma, Vicente foi interpelado por um fato marcante, em um domingo ensolarado. Antes da missa enquanto se paramentava, vieram dizer-lhe que nos arredores de Chatillon, vivia uma família pobre, enferma e completamente abandonada. O texto da liturgia daquele domingo dizia: “Não podeis servir a Deus e as riquezas. Buscai primeiro o Reino de Deus” ( Mt 6, 24-33). Vicente falou com muita unção na pregação convocando o povo para socorrer a familia na miséria. ELE mesmo iria comentar o fato: “De tal maneira fui in-
formado de seu mal e de sua pobreza que, movido de compaixão, eu os recomendei fortemente e com toda emoção que as senhoras se comoveram todas. Saíram da aldeia em um número maior que cinquenta, e eu fiz como os outros. Fui visitá-los e encontrei-os em tal estado que decidi confessá-los; ao lhes levar o Santíssimo Sacramento encontrei-me com uma grande quantidade de mulheres e Deus me deu este pensamento: não seria possível reunir estas boas senhoras e estimulá –las a darem –se a Deus para servir aos pobres doentes”. Vicente descobre novamente que Deus grita pelas feridas dos pobres. Percebe que havia uma imensa caridade, porém mal organizada. Que era necessário e urgente organizar a caridade, afim de que ela fosse eficaz e ao mesmo tempo duradoura, três dias depois, Vicente convoca alguma destas senhoras e lhes propõe fundar uma Associação, para assistir os pobres, espiritual e materialmente. E redige o primeiro regulamento. Este foi aprovado no dia 8 de dezembro de 1617. Vicente orienta como servir os pobres, com compaixão e ternura. Segundo Calvet, biógrafo de Vicente, “ ninguém achou ainda para falar dos pobres e doentes, palavras tão maternas, singelas e tão ternas “. Assim, com a criação da confraria da caridade, Vicente colocou os fundamentos da sua obra, que apontava para a interação da fé e do amor. Diríamos hoje em vista da evangelização e promoção integral dos pobres. Ainda, segundo o P.
Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM
Mezzadri “ As confrarias de Caridade eram grupos de leigos, homens e mulheres no início e depois compostas prevalentemente de mulheres, que se reuniam de modo espontâneo e voluntário para conhecer e responder de modo concreto e pessoal as necessidades fundamentais da pessoa humana, isto é, a necessidade de pão e de Deus “. Nesta experiência de Chatillon Vicente percebe que os serviços dos pobres é o sinal daquele que crê que Deus é o defensor da causa dos pobres e que a caridade é a expressão visível e crível da Igreja de Cristo. Ao mesmo tempo, toma consciência de que a caridade, para ser eficaz, deve ser organizada, socializada e a paróquia, mais do que um lugar de culto é o lugar da solidariedade e da caridade. (Ibañez). Como disse alguém: Em Chatillon tudo começou. Com mais este acontecimento fundante, Vicente pode seguir sua vocação, alçando altos voos em sua vida, porque tinha descoberto duas asas que o fariam lançar-se ao mundo dos pobres: a missão e a caridade. Vicente fez em Chatillon um ensaio geral de sua obra futura. Considerando que os pobres são pessoas que têm sua dignidade dizia: “Não há caridade que não seja acompanhada pela justiça”.
Pastoral do Dízimo
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Dizimistas Falecidos! A equipe do Dízimo da Paróquia Santo Antonio-Orleans, pede às famílias dos dizimistas falecidos, a gentileza de comunicar o pesar para o plantão do dízimo nas missas ou para a secretaria paroquial, evitando assim, maiores constrangimentos. Obrigado!
Dizimistas Aniversariantes de Março.2017
Matriz Adriana Aparecida Gonçalves Reis Afonso Vrubleski Alaide Rodrigues de Freitas Aline Fazan Cioni Guimarães Antonio Andrade Vaz Cleonice de Lima Silverio Cendron Denise Kendrick Woiciekowski Dirce Rangel Edésio Obrzut Elias Borges Seixas Elizabete Gonçalves de Lima Toshi Eloilson Chicora Macedo Eufrasia Fagundes Fabio de Oliveira Justino Gervasio Jose Knaut Helio Jose Ercole Ilza Genoveva Costa Ines Goinski João V ieira de Souza José Antonio Tosati José Goncalves de Souza Kelly Leonor Alves dos Santos Leandro Gomes Mascaro Leilane Lau Lucia Remenhuk Ludovico Gomeg Luiz Carlos dos Santos Luiz Pedro Grochoski Madalena Samal Ferreira Marco Antonio Lotice Maria da Gloria Siqueira Maria de Lourdes Hriszko Maria de Lourdes P. S. Santos Maria Inês S. Bergamasco Maria Stella Marlene Oliveira da Cruz Mirian Pires de Oliveira Moises Ferreira da Silva
Nelson Bogut Nereu Barbosa de Macedo Olivino Crispim Orozina da Silva Diniz Raimundo Cicero Granjeiro Regilaine Maria de Souza Mikus Reni Maria Brugnaro Rosa Jungles Silvia Riglowski Kulig Suellen Camargo Szadura Brixer Suzana Derussi Malheiros Tereza Paula da Silva Lara Valdevina Taborda Ribas V icente Wisniewski Zenaide Gonçalves Banak Casamentos LAlaíde Rodrigues de Freitas e Jacinto Felix de Oliveira Evelize S. Beccalli Mielke e Ederson Luiz Mielke Ivany de Oliveira Luiz Carlos dos Santos e Rosemari Ferreira Prestes dos Santos Marco Antonio Brezinski e Terezinha Brezinski Cônjuges Angelo Antonio Bizinelli Aldo Menezes Anésio Simão Antonio Pedro Santos Catarina Zanin Dos Santos Claudio Marcelo Fruhauf Torres Daniel Wuicik Egnaldo Souza Prates Ines N. Gaideski Iraci Nottar Luiz Noel Ceccatto
Marcos Jose Santos Margarida Ferreira Rodrigues Maria da Silva Pinto Maria do Carmo Debur Rossa Miguel Pereira de Almeida Noecy Mello Mizerski Paulo Cezar Strassocava Pedro João Z iolkowski Roberto Hudson Reis Rosemari Ferreira Prestes dos Santos Tania Travensoli Capela São Francisco de Assis Jardim Gabineto Adilce Moreira de Souza Elvira Castilho Varela Genadi Aparecida G.da Silva Peruel Joana Aparecida de Souza Rodrigues José Aparecido Dias de Araujo José dos Santos Barbosa Josefina Cardoso Rodrigues Madalena Mendes Gonçalves Margarida Ferreira Rodrigues Neusa Pelacim Ognibens Rosa Lima Sonia Maria Paulela Wilma Rosa Bigone Sagrada Família - Jd. Guarani Willian Afonso Litza Reinaldo Litza Luiz Todorovski Valcir Cocato Milton Antônio da Silva Fátima L. S. Vichinhevski Wilson Donatin Matilde Kososki Maria Aparecida da Silva
Casamentos João e Tereza Pereira Luiz e Vera da Silva João e Antônio Menezes Nossa Senhora de Fátima - Riviera Wilson Antonio Antunes Nossa Senhora do Carmo - Passaúna Leandro de S. R. dos Santos Arlete K. Leme São Vicente de Paulo - Jd. Vitoria Nelson Fernandes Lindamira Ap.de Paula Geni Lemes Edmundo Mikolaeski Ozil E. dos Santos Rosa Mikolaeski Ruth T. da Silva Jucinei J. Silva Ângela Mª Bezerra Josefa C. Brandão Capela Nossa Senhora do Monte Claro Rivier Rosália Ponchek Lídia Stasievski Maria G. Belinoski Thaís C. Litza Lúcio Lissa Josefina Dobrzanski Burda Guilherme Poncheki Marcia R. L. Roziski Tereza A. Mazurek Reginaldo Aparecido Garcia Cristiane Litza Grazieli Auer Alicia Cristine Litza
Errata: Dizimistas Aniversariantes da Matriz de Fevereiro - 2017 Ademir Jose Boll Adriana Lima Gomes Alibio Roberto V icente Amalia Klos Amilton Beraldo Ana Caroline Wendland Patrick Michael Motta Correia Anastacia Spake Obrzut Anderson Pacheco Juliane Milita R. Pacheco Andrea Cristina Ribeiro Carlos Eduardo F. Francisco Cassio Santos Fabiane Aparecida Donadelli Santo Celia Regina Nabosne Cicero Abilio da Silva Maria Aparecida Ledier Edison Luiz Canha
Zeferina Fatima da Rosa Canha Eliana Fernanda Lopes Pereira Anísio de Almeida Geraldo Spak Gilberto da Luz Pereira Rosa da Luz Pereira Irene da Silva Itamir Alexandrette Ivany de Oliveira Jalbemi da Silva Antonia Camargo da Silva João Maria de Agostinho Jose Maria da Costa Cassilda Gaspar Malta Costa Josepha Schultz Biscouto Juliana Zanin Lenir do Rocio O. Raimundo Pailo V ida de Melo
Leocádio José Tatarem Tania Decker Tatarem Longuina Dering Ludovico Carneiro Luiz Martins Pereira Ilda Ortiz dos Santos Pereira Marco Aurélio Vanel Ivanira P. Vandel Marcos Roberto de Borba Nair Boner de Borba Maria de Fátima dos Santos Maria Rosa Benedita Ferreira Bold Bruno Iardino Boldorino Maria Sucheviz Germano Sucheviz Marilze Ap.Costa Tozati Julio Cesar G.Tozati Monica Domanski
Paulo Cesar Mochinski Mirian Maria Kloss Mochinski Pietro Bruni Rosane Sandrin Alexandretti Itacir Alexandretti Rosemilda Elias da Silva Rosilda Aparecida Plovas Sebastiao Bento Aparecido Selma Silva Machado Aparecido Sergio Kmiciek Tarcizio Valentin da Costa Eloyna Costa V ilma Dzbik de Lima Wagner Emmanuel Achy Waldevino Pimentel Monteiro Wiliam de Almeida Fonseca Adelia Ratuszngi Fonseca
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Aconteceu em Nossa Paróquia MATRIZ SANTO ANTÔNIO Após uns dias de descanso, férias, confraternização entre as famílias, o mês de fevereiro começou em nossa Paróquia repleto de espiritualidade, amor, fé, partilha e aprendizado. No dia 02/02/2017, tivemos Missa de Apresentação do Senhor e benção das velas. No dia 03/02, o dia de São Braz com a benção da garganta, as duas benções estenderam-se por todo final de semana na Matriz e capelas para que todos pudessem ser agraciados com a luz de Jesus e ficar protegido de todos os males do corpo. * No dia 08/02, paroquianos agradeceram a Deus pelo aniversário de 84 dedicação de nossa Matriz, com a presença de fieis de nossas comunidades, destaque especial para Acólitos e Coroinhas das capelas que serviram neste dia. No domingo dia 12/02/2017 foi um dia para ficar na história de nossa Paróquia, começando pela Missa das 8 horas, recebemos a visita dos padres missionários vicentinos: Padre Eric Joel do Panamá e Padre Américo da Argentina, na qual houve, também, a primeira transmissão ao vivo da Santa Missa pelo facebook, e a presença de mais 100 missionários da nossa comunidade que se reuniram em um retiro de formação durante todo domingo. Puderam reabastecer-se com palestras instrutivas e animadoras, música, partilhas e muita vontade de prepararem-se para mais um ano missionário. Na missa das 10 horas foi celebrado Batismo onde crianças receberam o sacramento e seus pais e padrinhos assumiram perante a comunidade a responsabilidade de conduzi-los no caminho de Jesus. A maioria das pastorais de nossa comunidade já fizeram suas primeiras reuniões, para unidos seguirem o trabalho em 2017. O retiro paroquial já está sendo preparado, pela equipe organizadora. A PASCOM registrou estes momentos e partilha as imagens com todos, acompanhe estes e todos os eventos que acontecem em nossa comunidade em nossa página: www.facebook.com/ ParoquiaSantoAntonioOrleans/
BENÇÃO DAS VELAS
CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO
CAPELA SAGRADA FAMÍLIA
Dia 18/02 - Missa com a presença do Pe. Arno da Pastoral Rodoviária
BATISMO
ANIVERSÁRIO DEDICAÇÃO À IGREJA Teve até cantoria de viola. "Sou uma comunidade feliz." ENVIO CATEQUISTAS MATRIZ
Participar em comunidade da celebração do sacramento do Batismo é sempre um momento de graça, de esperanças renovadas. No dia 05/02/17, na Capela Sagrada Família, Lorenzo e Eduarda receberem o sacramento do Batismo celebrado pelo Padre Fabiano. Parabéns aos pais e padrinhos que assumiram o compromisso de educar essas crianças na fé. Deus os abençoe!
CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS BENÇÃO DA GARGANTA
Visita Padres Missionários Vicentinos
Representantes da Conferência São Francisco de Assis se faz presente junto a Juventude Vicentina!
RETIRO DE FORMAÇÃO MISSIONÁRIA
Aconteceu na Missa das 10h dia 19/02 - o inicio da catequese será sábado dia 04/03 às 9h com Missa para todas as etapas.
Realizam semanalmente através do Cenáculo de Maria encontros cheios de alegria e fé.
Dia 03/02 - Padre Eliezer celebrou a Santa Missa dedicada ao Sagrado Coração de Jesus e fez a benção da garganta.
Na missa do dia 04/02/2017, na Capela São Francisco, tivemos a graça da presença dos padres vicentinos missionários: Eliezer, Vanderlei, Carlos, Mario, Eliseu e do seminarista Felipe, o nosso agradecimento e sejam sempre bem vindos!
Tiveram início as atividades de ginastica realizadas pela Unidade de Saúde Jardim Gabineto, no salão da Capela São Francisco. "Exercitar-se faz bem para o corpo e para alma".
FORMAÇÃO LITURGIA BATISMO
Aconteceu no dia 20/02 no centro de formação, coordenadores e membros de pastorais e movimentos, se prepararam com Padre Fabiano e Padre Eliezer, para viver o tempo Quaresmal e Tríduo pascal juntamente com toda comunidade.
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Papa: “sem a mulher não há harmonia no mundo” Em sua homilia na Casa Santa Marta no início de fevereiro desse ano, o Papa Francisco destacou que a mulher é aquela que traz harmonia, que nos ensina a acariciar e a amar com ternura. O Pontífice nos lembra ainda, que no livro Gênesis nos é ensinado que no princípio o homem vivia só e então o Senhor lhe tirou uma costela e assim fez a mulher. Essa mulher, antes que o homem pudesse vê-la foi pensada, amada e sonhada pelo próprio Criador. No evangelho que narra a visita de Maria à Santa Isabel, lembramos que Isabel, ao ver que sua prima se aproximava, prontamente
levantou-se e foi em direção à Maria preenchendo o seu espírito de alegria. Destacamos nessa passagem do evangelho a coragem de Isabel, coragem esta que é própria da mulher, de uma mulher que hoje leva avante sua família, a educação das crianças e ainda serve a Deus com a alegria do Espírito Santo e com a doçura da Virgem Maria. Hamilton Vedovato de Marque <http://br.radiovaticana.va/news/2017/02/09/ papa_sem_a_mulher_n%C3%A3o_h%C3%A1 _harmonia_no_mundo/1291380
A PARÓQUIA SANTO ANTONIO-ORLEANS, ATRAVÉS DESTAS PALAVRAS HOMENAGEIA TODAS AS PAROQUIANAS. FELIZ DIA DA MULHER! Ao celebrar o dia da Mulher quero ressaltar a importância das mulheres nos trabalhos pastorais de nossa comunidade. As mulheres ministras da Eucaristia, as catequistas, as coordenadoras de outras pastorais e as que estão engajadas nas mais diversas atividades da comunidade. Como Maria deram o seu sim na causa da evangelização. Parabéns a todas vocês e o nosso pedido a Deus Pai que lhes conceda graças e forças na perseverança desta nobre presença de trabalho em nossa comunidade. Padre Fabiano Exemplos admiráveis de MULHERES são as religiosas que consagram sua vida a Deus. Deixam suas famílias para seguir sua missão, adotando as comunidades onde vivem em seu coração. Seus trabalhos vocacional e pastoral são de imenso valor, nos ensinam com amor e quando partem deixam saudades. Mulheres que seguem os ensinamentos de Jesus e o exemplo de Maria, repetindo seu SIM, com Silêncio e oração. Fabiana Marzani
A vocês mulheres que tanto lutam pelos seus objetivos merecem todos elogios e respeito, pois com tantas responsabilidades ainda passaram a trabalhar fora para ajudar no sustento da casa, esta é a rotina da maioria das mulheres.Parabéns a todas as mulheres em especial minha esposa. Nelson Liça em homenagem a sua esposa Rosilda.
Tive o imenso prazer de conhecer a Ana de Lourdes já na infância, quando fui seu catequisando. Ela é uma pessoa maravilhosa, que sempre demonstrou um amor muito grande em tudo que faz, principalmente na Obra de Deus. Hoje, em parte também graças a ela, sou catequista e colega dela nesta abençoada Paróquia, e procuro sempre me dedicar com mesmo carinho por ela demostrado. Atilio Bovo ex-catequisando, hoje catequista da paróquia
Catequista Ana de Lourdes
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CF 2017 - O Bioma Mata Atlântica Na última edição da Folha de Orleans apresentamos em linhas gerais a Campanha da Fraternidade 2017, cujo tema é "Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida", e possui como lema bíblico: "Cultivar e guardar a Criação" (Gn 2,15). Os biomas (conjuntos de vida animal e vegetal, clima e formação de uma determinada região) existentes no Brasil são, oficialmente, seis: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampa. Vamos aprofundar aqui o bioma em que estamos situados e do qual fazemos parte: o Bioma Mata Atlântica. Você já contemplou a riqueza da natureza aqui, nesta região em que vivemos? Percebeu como temos fartura de água? E o solo, já viu como temos uma terra boa e fértil, onde cresce de tudo? Já pensou como somos abençoados com a chuva, que nunca falta, um clima ameno, com calor e frio, vento e sol? Reparou nas árvores, no seu tamanho variado, nas que dão boa sombra e bons frutos, ou mesmo naquelas que se destacam pelo seu tamanho ou outra característica? E os animais,
desde os pássaros até os mamíferos e peixes, viu como são tantos e tão diferentes? Tudo isto, inclusive nós, fazemos parte da Mata Atlântica. Este bioma se caracteriza por sua riqueza e diversidade, que pode ser expressa nesses números: a área original que a Mata Atlântica abrangia era de mais de 1 milhão e 300 mil quilômetros quadrados ao longo de 17 estados do litoral e das regiões sudeste e sul; 20 mil espécies de plantas vivem na Mata Atlântica, sendo que 8 mil delas são encontradas somente aqui; encontramos também 992 espécies de aves, 372 espécies de anfíbios, 350 de peixes, 270 de mamíferos e 197 de répteis. Além de todos esses animais e plantas, sete bacias hidrográficas estão situadas na Mata Atlântica, e encontramos também diferentes ambientes, como campos de altitude, restingas e manguezais.
Não podemos esquecer também de todos os povos originais que ocupavam este território quando ocorreu a chegada dos colonizadores: povos como os Tamoios, Tupiniquins, Caetés, Tabajaras, Potiguares, Pataxós e Guaranis faziam parte da população que habitava toda a região da Mata Atlântica. Mas, como podemos perceber, com o tempo muita coisa mudou, e a principal causa disso foi a ação humana. Inicialmente a exploração de madeira - como não lembrarmos da exploração do pau-brasil e dos pinheiros/araucárias - foi a primeira atividade. Depois de derrubada a mata, os cultivos de Cana-de-Açúcar e Café, a Pecuária e, atividades mais recentes, como a agricultura de monocultivo (soja, milho, etc), os reflorestamentos com espécies exóticas (pinus e eucalipto) e a atividade industrial, assim como o crescimento das cidades e metrópoles trans-
formaram muito nosso bioma. De toda a área original de Mata Atlântica apenas 12,5% continuam preservados. Da população original, a maioria das etnias foram extintas pelo contato com doenças novas trazidas pelos colonizadores, além dos massacres, conflitos e exploração que sofreram, e os que hoje restam frequentemente não encontram condições de vida favoráveis. Grande número de espécies da fauna e da flora estão ameaçadas de extinção ou diminuíram muito. Como Igreja, o que podemos fazer diante disso? Talvez alguém possa pensar que possui uma ação de alcance muito pequena e, como vivemos numa área predominantemente urbana, falar de agir em prol da natureza não vai passar muito de palavrório. Mas tudo começa pela tomada de consciência de qual é o nosso lugar na Criação. Pode ser que eu vivo num apartamento e não tenho nem um palmo de terra onde conservar uma planta, mas isso não impede que eu adote ações que vão muito além disso: como Igreja, po-
Pe. Eliézer Okonoski CM. Vigário Paroquial
demos exigir do poder público a recuperação e conservação de áreas degradadas, como nascentes e beira de rios. Podemos exigir e trabalhar pelo saneamento básico. Podemos apoiar iniciativas de preservação de áreas verdes, muitas vezes objetos de especulação imobiliária e exploradas ilegalmente para construções. Inclusive o nosso consumo pode ser seletivo e incentivar o meio ambiente quando escolhemos produtos da agricultura familiar, da agroecologia ou de meios de produção sustentáveis. Movidos pela fé de quem sabe que é chamado a "Cultivar e guardar a Criação" (Gn 2,15), por meio de atitudes como estas podemos resgatar a beleza e harmonia da Criação divina confiada a nós, seus jardineiros.
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Como era comemorada a Páscoa nos tempos de Jesus? “A Páscoa, ah, a Páscoa! Essa data tão aguardada por crianças e adultos! Como é bom ser presenteado com um ovo feito do nosso chocolate favorito, não é verdade? Mas não podemos esquecer do personagem mais importante dessa data tão especial. Sim, estou falando dele, o coelhinho, fofinho, que vem de madrugada esconder uma cestinha repleta de doces. Mas como ele é um tanto “desastrado”, sempre acaba por deixar algumas marcas de suas patinhas, que coincidentemente nos leva ao exato local onde os doces foram escondidos”. Lembramos um pouco acerca da “história” que costumamos às crianças, vamos conhecer a “história” que deveríamos contar a elas: Nos tempos de Jesus, o rito da Páscoa era celebrado em duas etapas: Na primeira etapa, era feita a imolação do cordeiro no templo de Jerusalém, na tarde de 14 de Nissan (é o nome dado ao primeiro mês de 30 dias do calendário judaico religioso). . Na segunda etapa, era feita a consumação da “vítima” na ceia pascal, na noite de 14 de Nissan, entre todas as famílias. Durante a liturgia da ceia, o patriarca da famí-
lia, que apenas nesta ocasião específica, era revestido da dignidade sacerdotal, explicava aos filhos o significado dos ritos. Nessa mesma etapa, exaltava acerca de todas as maravilhas que Deus fizera em benefício de seu povo. Nos tempos de Jesus, a Páscoa passou a ser conhecida como “memorial”, não apenas para que fosse lembrada a saída do Egito, mas também para lembrar de todas as outras interações de Deus para com a história de Israel. A Páscoa era o memorial e o aniversário das quatro noites mais importantes do mun-
do: a noite da criação, quando a luz brilhou nas trevas. A noite do sacrifício de Isaac, oferecido por Abraão. A noite da saída do Egito, e a noite, ainda futura, da vinda do Messias. PREPARAÇÃO PARA A PÁSCOA: A Quaresma, é o período de 40 dias que nos prepara para a Páscoa do Senhor. É fundamental que cumpramos o que nos é proposto: Devemos ser fraternos e viver a caridade, devemos evitar excessos, participar ativamente das celebrações, e por fim, permanecer em constante sintonia com Deus através da ora-
ção. (Para saber mais sobre a Quaresma e o que nos é proposto, acompanhe a p. 2 desse jornal). Para os jovens e adolescentes, haverá no dia 25/03/2017 na Matriz, um retiro de preparação para a Páscoa do Senhor. Será um dia inteiro repleto de atividades, onde participarão de uma intensa experiência pascal. (Para saber mais, acompanhe o Vem Aí na p. 15). Rodrigo Bochenek Fonte de Pesquisa: O Mistério da Ceia Padre Raniero Cantalamessa (Editora Santuário).
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Documento 100 - Comunidade de Comunidades. Uma nova paróquia A conversão pastoral da paróquia. VER - Capítulo I -Sinais dos tempos e conversão pastoral. A realidade atual apresenta novos contextos com seus desafios e suas oportunidades. Vivemos numa época totalmente diferente daquela de 50 anos atrás. Difícil dizer se é melhor ou pior, na verdade, é diferente. É dentro deste contexto que devemos evangelizar, ciente dos enormes desafios que se apresentam em nossa frente. Podemos enumerar os grandes desafios: acentua-se o egoísmo que desenraiza o individuo da comunidade e da sociedade. Por causa deste fechamento em si mesmo, cresce a indiferença pelo outro. A preocupação é com o momento presente. A pessoa existe enquanto consome. Nas grandes cidades, existe o anonimato e a solidão. A internet é um território
sem fronteiras que entra diretamente em todos os espaços. Existe uma forte tendência que a sociedade seja laicista e a Igreja não interfira na esfera pública. Nascem novos cenários de fé e de religião. A vivência da fé é mais individualista, sem comunidade, ligada aos interesses pessoais. Alguns fiéis católicos frequentam outros cultos e centros religiosos, buscando conforto em suas dificuldades. A vivência religiosa está mais mediática. Emerge então uma experiência religiosa com menor sen-
so de pertença comunitária. Este realmente é um grande desafio, porque é impossível conceber a Igreja apenas como um lugar onde se busca para seus problemas pessoais, sem esta conotação comunitária. Ser cristão é viver em comunidade, senão, não é cristão. Em muitos lugares ainda a religião é apenas de manutenção, de conservação, sem o cunho missionário, com os trabalhos concentrados no pároco. O grande desafio das paróquias é sair em missão, deixar de ocuparse apenas com a rotina e as mesmas pessoas que já estão na comunidade e sair ao encontro dos que se afastaram. Abandonar o cômodo critério pastoral: 'fez-se sempre assim'. Hoje o território físico não é mais importante
que as relações sociais. A paróquia é muito mais o local onde a pessoa vive sua fé, compartilhando com outras pessoas a mesma experiência. Pertença mais à comunidade que ao território. No entanto, a territorialidade não pode ser desprezada. Ela é ainda a referência para a maioria dos católicos. Precisamos rever as estruturas obsoletas. A primazia do fazer, do ativismo ofuscou o ser cristão. Há muita energia desperdiçada em manter estruturas que não correspondem mais às inquietações atuais. Há excesso de burocracia. As paróquias precisam rever suas atividades e ampliar o atendimento aos mais necessitados. De tudo isso, brota a urgência da conversão
Pe André Marmilick
pastoral. Implica o abandono de um caminho e a escolha de outro. Passar de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral missionária. Exige uma renovada conversão a Jesus Cristo. Tratase de uma conversão pessoal e comunitária. A conversão começa por nós mesmos. É preciso passar de uma pastoral ocupada apenas com as atividades internas da Igreja, a uma pastoral que dialogue com o mundo. Implica ter a coragem de enxergar os limites das práticas atuais em vista de uma ousadia missionária capaz de atender aos novos contextos que desafiam a evangelização.
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Precisamos de Descanso, Oração e Silêncio
O evangelho nos mostra Jesus levando os seus discípulos a entenderem a importância do descanso, da oração e do silêncio. O descanso e o silêncio nos levam para a oração, para o contato conosco, para o contato mais profundo com a nossa alma. No silêncio, ninguém tem acesso a nós, somos livres. É o espaço sagrado onde nossa alma respira, refaz, ganha novas perspectivas, enchese de uma esperança em Deus. O filosofo Kieikegaard disse: “Banha tua alma no silêncio, ali ela é limpa por assim dizer de tudo que sempre de novo ameaça suja-la, das emoções negativas que se precipitam de fora sobre ela através das preocupações e problemas de todo dia”. O silêncio permite estar consigo mesmo em fazer companhia para mim mesmo em Deus. Na intimidade com nossa alma, o silêncio e a oração refletem uma luz que nos vem de Deus. É bom deixar os nossos dias serem conduzidos por Deus, que também nos revela no silêncio. Pessoas experimentadas em Deus tem em si uma força, uma aura, uma energia, uma luz que nasce de sua alma, que em ultima instância vem de Deus e enriquecem a si e as pessoas que com elas convivem. Pe. Sergio Campos Colaboração Gabriel Szychta
Liberação do saque do FGTS de Contas Inativas Caros leitores, neste artigo trataremos de um assunto que afeta diretamente a todos os trabalhadores de carteira assinada e boa parte das famílias brasileiras, a liberação do saque do saldo do FGTS de Contas Inativas. Necessário se faz algumas ponderações para melhor compreensão. Primeiramente devemos lembrar que o fundo de garantia por tempo de serviço - FGTS - foi criado com a principal finalidade de garantir ao trabalhador uma "reserva" de capital no caso de rompimento do contrato de trabalho de forma inesperada, na maioria das vezes por parte do empregador. Deste modo, tais recursos visam dar uma tranquilidade financeira ao trabalhador que perde seu emprego, até que consiga a devida recolocação no mercado. Existem também algumas outras hipóteses de saque desta reserva, sendo as principais para aquisição de casa própria, utilização para tratamento de doenças graves e em caso de calamidade pública, como enchentes por exemplo. Em virtude da grave crise econômica que assola o país já há alguns anos, o governo decidiu tomar uma medida um tanto inesperada, que é liberar para saque os valores do FGTS de contas inativas, com a finalidade de impulsionar a economia, colocando mais dinheiro "nas mãos do povo". Deste modo, terá direito a saque dos valores, todos aqueles trabalhadores que possuem saldo positivo em contas já encerradas até 31/12/2015, ou seja, não é possível o saque dos valores referentes a 2016 ou do atual emprego que possui conta ativa!! Em geral, contas inativas são aquelas de contratos de trabalho já encerrados e que na maioria dos casos o trabalhador deu causa à demissão, ou seja, "pediu a conta", como popularmente se diz e não pode sacar na época da rescisão.
AS DATAS DE SAQUE DIVULGADAS PELO GOVERNO, VEJA CALENDÁRIO ABAIXO: TRABALHADORES NASCIDOS EM INÍCIO Janeiro e fevereiro .................. a partir de 10/03/2017 Março, abril e maio ................ a partir de 10/04/2017 Junho, julho e agosto .............. a partir de 12/05/2017 Setembro, outubro e novembro .... a partir de 16/06/2017 Dezembro .................................. a partir de 14/07/2017
Para consulta do saldo existente no FGTS podese acessar o site da Caixa Econômica Federal www.caixa.gov.br - consultando por meio de aplicativo de celular, internet banking ou no próprio site. Outra forma de consulta é ir direto a uma agência da Caixa, levando sua carteira de trabalho e solicitando um extrato analítico de todas as contas vinculadas, é de graça e normalmente sai na hora. Assim, só vai ser possível sacar os valores se os respectivos empregadores tiverem efetuado os recolhimentos, bem como se a conta estiver encerrada até 31/12/2015. Caso o empregador não tenha efetuado os depósitos, recomenda-se imediatamente acionar um advogado, uma vez que somente por meio de uma ação judicial tais valores poderão ser recebidos. Fonte:http://www.caixa.gov.br/ beneficios-trabalhador/fgts/contas inativas/Paginas/
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Aconteceu DIA 02 03 04 15 18
Vem aí
Reunião Mensal do Movimento de Irmãos do Orleans
MATRIZ - SANTO ANTONIO
11 e 12 13 18 20 24 25 25 25 25 26
HORÁRIO 8h e 19 h 18h 15h 14h 15h
ATIVIDADE MISSA DE CINZAS HORA SANTA APOSTOLADO DA ORAÇÃO FORMAÇÃO ACÓLITOS FESTIVAL DE PREMIOS AÇÃO SOCIAL FORMAÇÃO ACÓLITOS RETIRO PAROQUIAL 19h TREZENA ANUAL 19h30 1º ESCRUTINIO - CATECUMENATO 20h FORMAÇÃO DE LITURGIA 17h30 ADORAÇÃO AO SANTISSIMO SANTA MEC´S 14h às 18h RETIRO DE PÁSCOA - MISSÃO JOVEM 16h30 1º ENCONTRO PAIS E CATEQUISTAS 14h CELEBRAÇÃO BATISMO 19h30 MISSA ANUNCIAÇÃO DO SENHOR 8h - 2º ESCRUTINIO - CATECUMENATO
TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS 19h30 - TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS 19h - NOVENA A N. SRA. DAS GRAÇAS CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
Na noite de 13 de Fevereiro de 2017 tivemos uma agradável reunião, a primeira do ano, abrilhantada pela presença e a catequese do nosso pároco, Fabiano Spisla, nos convocando para o serviço pastoral na comunidade.
DIA
HORÁRIO
ATIVIDADE
04 13
20h 20h30
Noite do Pastel Missa e Novena Nossa Senhora de Fátima
Bodas de Prata Homenagem do movimento de Irmãos da Orleans ao casal Antônio e Clara Vaz de Andrade, pela passagem do aniversário de 25 anos de casamento. Brindamos nossos queridos irmãos com uma surpresa: Seresta e a Valsa dos Noivos, na véspera das Bodas! Deus lhes pague por todos os momentos voltados a essa comunidade, em especial ao trabalho junto ao Seminário Nossa Senhora das Graças. Shalom, irmãos!!!
REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.
CAPELA SAGRADA FAMÍLIA DIA 01º 05
HORÁRIO 20h30 10h
ATIVIDADE MISSA CINZAS MISSA E FESTIVAL DE PRÊMIOS
CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS DIA
HORÁRIO
ATIVIDADE
04
19h
1º ESCRUTINIO – CATECUMENATO
25
19h
2º ESCRUTINIO - CATECUMENTO
CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO DIA
HORÁRIO
ATIVIDADE
01º
20h30
MISSA CINZAS
11
HOMENAGEM ÀS MULHERES
SEMINÁRIO VICENTINO NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DIA HORÁRIO ATIVIDADE 19
12h
Almoço das Famílias
27
20h
Missa Nossa Sra. das Graças
15
16
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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES MÊS DE MARÇO 2017 DIA
COMUNIDADE
BAIRRO
01 01 01 03 04 04 04 05 05 13 18 18 18 19 19 25 25 26 26
São Francisco de Assis São V icente de Paulo Sagrada Familia São Francisco de Assis N. Sra. do Carmo São Francisco de Assis São V icente de Paulo N. Sra do Monte Claro Sagrada Familia N. SRa. de Fárima N. SRa do Carmo São Francisco de Assis São V icente de Paulo N. Sra. do Monte Claro Sagrada Familia São Francisco de Assis N. Sra de Fátima Sagrada Familia N. Sra. do Monte Claro
Jd. Gabineto (Cinzas) Jardim V itória (Cinzas) Jardim Guarany (Cinzas) J. Gabineto Passaúna Jd. Gabineto J. V itória Revier J. Guarany ( Festa) Riviera Passaúna Jd. Gabineto Jd. Vitória Revier J. Guarany Jd. Gabineto Riviera J. Guarany Rivier
HORÁRIO 19h 20h30 20h30 20h 17h 19h 20h30 08h30 10h 20h30 17h 19h 20h30 08h30 10h 19h 20h30 08h30 10h
" Quem beber da água que eu darei nunca mais terá sede, porque a água que darei se tornará nele uma fonte de água jorrando para a vida eterna". ( Jo 4,14). Pe. Fabiano Spisla Pe. Eliezer Okonoski
VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA Horário de atendimento: Segunda a Sábado das 08h às 17h (41) 3285-4101