Ano XX - nº 241 - Maio.2017
Mensagem do Pároco
Nossa Senhora de Fátima
Feliz Dia das Mães !
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Palavra do Papa
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Comunicação Social
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Catequese
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Palavra do Pároco
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Mãe
Expediente
Dia 14 de maio vamos celebrar a data do dia das mães. A missão de mãe inicia-se no momento da concepção, a partir disso, todos os ideais vão sendo construídos. Como afirma a Psicóloga Elaine Ribeiro: " Os desafios de uma sociedade que passa por mudanças é uma das maiores preocupações trazidas pelas mulheres ao buscarem a maternidade. Inseguranças, desejos, expectativas sobre os filhos, futuro. Uma imensidão de pensamentos invade o imaginário das futuras mães". Muitas se perguntam, o que seria positivo para a criação de um filho. Ter o equilíbrio para cuidar dele, para protegê-lo, para educá-lo, para apoiá-lo, para prover-lhe as necessidades físicas e materiais, mas, especialmente para prover as necessidades de afeto.Dar consolo necessário, estar disponível e disposta a olhar, a conversar, ser empática, ou seja, a
entender ou a colocar-se no lugar do filho e do seu momento de vida são algumas das formas de construir a missão de ser mãe. É claro que a vida não é estática nem oferece condições que fazem com que tudo esteja bem o tempo todo: para isso é necessário que se saiba observar a própria vida para não transferir as experiências negativas vividas na formação do filho. É preciso saber observar os sinais que o filho emite. Recusar os sinais que ele dá, não olhar os olhos dele, desconfiar dele, não dar valor às coisas que ele fala, não o ajuda em nada. É importante que se saiba ensinar, mas também é importante que se saiba confiar e dar autonomia e possibilidade para que o filho amadureça como pessoa. Estar bem emocionalmente faz com que se possa contribuir para o crescimento saudável dos filhos do ponto de vista psicológico. Para isso é importante que a mãe também cuide de si. Viver em har-
monia com sua dimensão espiritual, afetiva, social, biológica, é essencial para que se possa cuidar bem dos outros e consiga lidar com as alegrias, tristezas, conquistas e dificuldades próprias da vida. Mães aprendem a todo momento: desde o choro do bebê que identifica fome ou dor, aprendem também a ligação íntima e profunda que têm com seus filhos. Aprendem pela experiência do ser mãe e, sendo mães, reformulam, superam e vivem positivamente conflitos passados em sua vida. Há uma ligação tão profunda e poderosa existente entre mães e filhos que esta sobrevive para sempre em algum lugar muito além das palavras e é algo de uma beleza indescritível. Ser mãe é ser a todo tempo, a toda hora. Os limites de uma mãe sempre serão testados, colocados à prova, mas o dom, o amor e a missão farão sempre com que esta supere tudo aquilo que lhe seja dado como prova, bem como a fará experimentar todas as alegrias que esta missão lhe concede. A todas as mães de nossa Paróquia de Santo Antônio de Orleans e afinal a todas as mães quero parabenizar nesta data a vocês dedicada. As mães manifestam a todos nós o que é o amor. Amor é dar a vida, é capaz de se sacrificar. Quantas famílias em nossa Paróquia e em cada uma delas uma mãe que serve que ama. Quantas pastorais em nossa Paróquia e nelas muitas mães atuantes, missionárias, evangelizadoras. Quantas mães trabalhando em nossas escolas, nos pos-
PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Silvia Szychta, Ramon Aurélio Junior da Cunha (Seminarista), Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Eliane Oliveira, Advocacia Bovo, Hamilton Vedato, Protásio Rompkovski e Ingrid Klhen. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda - comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.
Pe. Fabiano Spisla / Pároco
tos de saúde e nas mais diversas profissões. Obrigado queridas mamães pelo vosso amor e dedicação. Foi, na maioria das vezes, com nossas mães que aprendemos as primeiras palavras de pequenas orações. Elas rezarem conosco, apresentaram o amor de Deus. Deram-nos a conhecer a graça e a força da Fé. Também nossas mães sempre nos ensinaram a pedir bênçãos para os pais, tios e avós, para os padrinhos e também para o padre de nossa Igreja. Mães que sempre rezaram e suplicaram, com fé por nós, especialmente nos momentos delicados de nossa vida. Agora, pois, é nossa hora, momento de rezar por elas, pedir por suas intenções e vida. Ah, também não esqueçamos e não tenhamos vergonha de sempre pedir benção para a Mãe. Afinal, benção de Mãe sempre é amor transbordado. E Deus que inventou as mães para que compreendêssemos melhor seu amor, "confirma" a benção dada. Benção Mãe… feche seus olhos e ouça. Sua mãe dizendo… Deus te abençoe, meu filho.
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Palavra do Papa
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Devemos abandonar o preconceito e o interesse pessoal! “A partir da nossa pobreza, sejamos portadores de um raio da luz de Cristo”
A partir do milagre da cura do cego, Jesus se manifesta e se revela como: a luz do mundo, a luz da nossa fé. O Papa Francisco nos diz, que a partir da nossa “pobreza”, devemos ser portadores de um raio da luz de Cristo. Aquele homem cego de nascença – esclareceu o Papa - simboliza cada um de nós que fomos concebidos para conhecer a Deus, entretanto, devido ao pecado nos tornamos como o cego, sentimos a necessidade de uma nova luz, a luz da fé, que Jesus nos concedeu. Todo cego ao recobrar a visão, “abre-se ao mistério de Cristo”. Essa passagem, nos leva a refletir sobre nossa fé em Cristo, o Filho de Deus, e ao mesmo tempo refere-se também ao Batismo, que é o primeiro Sacramento da fé: Sacramento esse, que nos faz “vir à luz”, mediante o renascimento da água e do Espírito Santo; assim como acontece ao cego de nascença, ao qual se abrem os olhos após ter sido lavado na água da piscina de Siloé.
Nas palavras do Papa Francisco: O fato de que aquele cego não tenha um nome, nos ajuda a nos refletir com o nosso rosto e o nosso nome na sua história. Também nós fomos “iluminados” por Cristo no Batismo, e portanto somos chamados a comporta-nos como filhos da luz. E comportar-se como filhos da luz exige uma mudança radical de mentalidade, uma capacidade de julgar homens e coisas segundo uma outra escala de valores, que vem de Deus. O Sacramento do Batismo, de fato, exige a escolha firme e decidi-
da de viver como filhos da luz e caminhar na luz. Mas, o que significa “ter a verdadeira luz, caminhar na luz?”: “Significa, antes de tudo, abandonar as falsas luzes: a luz fria e fátua do preconceito contra os outros, porque o preconceito distorce a realidade e nos enche de aversão contra aqueles que julgamos sem misericórdia e condenamos sem apelo. Isto é pão de todo dia! Quando se fala mal dos outros, não se caminha na luz, se caminha na sombra”. Francisco completa dizendo: “Outra luz falsa, porque sedutora e ambígua, é aquela do interesse pessoal: se valorizamos homens e coisas baseados em critérios de nossa utilidade, do nosso prazer, do nosso prestígio, não realizamos a verdade nos relacionamentos e nas situações. Se vamos por este caminho do buscar somente o interesse pessoal, caminhamos nas sombras”. Escrito por Rodrigo Bochenek Fonte de pesquisa: Portal La Santa Sede Vatican
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A mensagem de Nossa Senhora de Fátima “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará” Esta é a mais singular e bela das aparições de Nossa Senhora. Foi em meados dos anos de 1916 e 1920, na região montanhosa chamada Serra d’Aire, centro geográfico em que tudo ocorreu. Eram três os pastores, duas meninas, uma de dez e outra de sete, e um menino de nove que contaram ter visto seis vezes uma senhora vestida de luz, em cima de um arbusto falando-lhes e logo desaparecia. Porém, na última das aparições, na presença de setenta mil pessoas, realizou um admirável milagre para provar a veracidade do que dizia. Mas porque Nossa Senhora resolveu aparecer em Portugal, em 1917, e num lugar tão deserto naquela época e inacessível como é a Serra d’Aire? Segundo, William Thomas Walsh, estudioso e escritor do livro chamado Nossa Senhora de Fátima¸ escreve que “ao tentarmos uma explicação para este fenômeno, devemos compreender que a Mãe de Cristo aparece onde Deus quer e onde lhe apraz”. A cova da Iria, um lugar agreste a poucos quilômetros a oeste de Fátima, foi sede entre as montanhas, santificadas por tantas memórias e tradições, que Nossa Se-
nhora apareceu para trazer à terra para trazer a humanidade um pedido. Num século ateu e antiteísta, o Mensageiro celeste na aparição de Fátima vem dizer que é urgente regressar a Deus, quando a humanidade caminha a passos largos para abismos de autodestruição. Por isso o Santo Padre, o Papa São João
Paulo II afirmou que “a mensagem de Fátima é a mensagem do século” e disse ainda que “o apelo de Maria não é para uma vez só. Ele continua aberto a todas as gerações que se renovam, para ser correspondido de acordo com os sinais dos tempos ... sempre novos. A ele deve voltar incessantemente. Há que retomá-lo sempre de novo”. É evidente que os três pastorinhos de Fátima, viveram todos os aspectos da mensagem de Nossa Senhora. A magnitude de tal fato, em torno do qual gira a história dos homens, exigia uma longa e cuidadosa preparação. Como Mãe solícita e afetuosa, quis Maria Santíssima, evitar todos esses males a seus filhos. Por isso, desceu do Céu a fim de alertar a humanidade para os riscos que corria se continuasse nas vias tortuosas do pecado. Veio, ao mesmo tempo, indicar os meios de salvação: a recitação do Rosário, a prática dos Cinco Primeiros Sábados, a devoção ao Imaculado Coração de Maria. Sub tuun praesídium confúgimus, Sancta Dei Génetrix. Seminarista Ramon Aurélio Jr. da Cunha
VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA Horário de atendimento: Segunda a Sábado das 08h às 17h (41) 3285-4101
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Olá crianças! Vocês sabem o que é catequese?
Retiro Eucaristia
O Papa João Paulo II disse: "A catequese é uma educação da fé das crianças, dos jovens e dos adultos, a qual compreende especialmente um ensino da doutrina cristã. " A missão da catequese é esta, tornar o nosso irmão Jesus o nosso melhor e mais especial amigo. Nas próximas edições vamos conhecer como funciona esta caminhada. As catequistas vão nos explicar cada etapa, ou seja, os 5 anos de catequese. Neste mês de abril, os catequizandos da terceira e quinta etapa receberam os Sacramentos, a Eucaristia e o Crisma, e partilharam conosco, como foi esta experiência e qual a expectativa de cada um por este dia. Vão nos contar como foi conhecer intimamente um novo amigo que parecia invisível no começo e aos poucos torna-se o melhor amigo. *** Que estes depoimentos aqueçam os corações, tantos das crianças e adolescentes que estão em preparação para nos próximos anos receberem aos sacramentos, como dos pais e principalmente das catequistas de nossa comunidade, que fazem um trabalho com tanto amor e os frutos estão florescendo e prontos para serem colhidos. Que Deus abençoe a toda comunidade paroquial para que sempre unidos na fé possamos ter testemunhos de como amar a Deus é bom. Catequese Paróquia Santo Antonio Orleans Fabiana e Eliane - Coordenadoras
" A minha expectativa de receber a primeira comunhão é grande. Acredito quer será incrível! Esses três anos de catequese me ensinaram, além de tudo, duas coisas muito importantes: - Todo mundo peca - eu, você e todos nós. - Jesus é perfeito - Jesus é bondoso, humilde, carinhoso e muito mais. Na comunhão, recebemos o corpo de Jesus, nós pecadores, recebemos Aquele que deu a vida para a nossa salvação, isso é muito bom. Não podemos apagar nossos pecados, eles podem ser perdoados e servirem de lição para que não cometamos o mesmo erro outra vez. Não somos perfeitos, mas podemos servir de Sal e Luz para o mundo com a comunhão. " Julia - Eucaristia
"Espero que seja um dia bem legal e marcante na minha vida, acho que quando eu receber a hóstia eu vou me emocionar e chorar de felicidade, pois EU ESTAREI RECEBENDO DEUS NA MINHA VIDA, e é legal essa experiência porque eu ficarei mais segura em saber que estarei mais perto de Deus. Meus parentes vão estar aqui, peço a Deus que tudo corra bem e que a minha Primeira a comunhão seja bem legal. " Rafaela - Eucaristia
Crisma
"A expectativa de receber a primeira comunhão, em particular a minha é muito grande, afinal foram 3 anos de preparação e conhecimento como a vida e influência de Jesus Cristo e a misericórdia do bom Senhor. A primeira eucaristia é um marco muito importante para a vida de um cristão, pois recebemos pela primeira vez o próprio Cristo em nosso coração e recebemos a missão de "cuidar" Dele pelo resto de nossas vidas. Na minha opinião este é um ato extremamente espetacular e estou incrivelmente ansiosa para fazê-lo." Letícia - Eucaristia "Quando eu era bem pequena, minha mãe juntou minhas mãozinhas e me ensinou uma oração e me batizou. Eu fui crescendo e ouvindo histórias de um Deus maravilhoso que representa o Amor. Com a crisma eu vou confirmar este amor que foi ensinado pelo meus pais, comungado pelo testemunho da comunidade em que participo e por minha opção pessoal em aceitar este Deus, caridoso que nos põe a serviço uns dos outros. A crisma é o meu SIM a Deus! Maria Eduarda Spake
"Eu não costumava frequentar e não gostava muito de ir à missa, mas pensei: tenho que ser batizado, então minha mãe ligou para a coordenadora para agendar uma missa para que eu pudesse ser batizado. Houveram alguns encontros de preparação e nesses encontros tinham que estar meus pais, a minha madrinha e meu padrinho. Falamos sobre o batismo, a vida de Deus e hoje estou feliz por ter sido batizado na Paroquia Santo Antonio. A primeira eucaristia é um momento muito importante para a nossa vida, pois nos encontramos com Deus e com o corpo de Cristo. Nós da terceira etapa estamos nos preparando para viver esse momento tão importante e não vejo a hora do dia chegar. " Pedro - Eucaristia " Minha expectativa para receber a crisma, eu fiquei muito empolgada, pois é uma coisa nova na vida de todos os crismandos, e como dizem esse não é o sacramento do "tchau" e sim do "vai, vai, vai", todos nós crismandos não temos que nos afastar da igreja e sim participar de uma pastoral que nos identificamos. " Camile Natel Laskoski - Crisma
"Estou ansiosa para receber o sacramento do Crisma, pois sei que naquele momento o Espirito santo desce, sobre nós, receber a crisma significa confirmar minha aliança com Deus. Camyla Tarczewski - Crisma
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"Ide por todo o mundo” Missão em casa e fora dela No final de sua vida Vicente estende seu olhar para longe.Vicente tinha admiração pelo grande missionário jesuíta S. Francisco Xavier. Seguindo seu exemplo pensava enviar missionários seus a países distantes. Assim os missionários partiram para a Itália, Polônia, Escócia, Norte da África, Madagascar, Irlanda. Segundo o P. Dodin, a missão " Ad Gentes", situase perfeitamente dentro da lógica de Gannes- Folleville e de Chatillon, Trata-se, a exemplo do Cristo, de anunciar a Boa Nova aos Pobres, " às pessoas mais abandonadas e afastadas". A disponibilidade para " partir', tornase o critério de autenticidade de uma vocação missionária. 1. ITÁLIA - Vicente enviou missionários para Roma, Gênova e Turim. Em Roma, se destacou o Pe. Lebreton que se dedicou a evangelizar os pobres pastores das redondezas. São V icente se alegrou muito com este gesto, pois enquanto esperava a aprovação dos votos para a Congregação, o Pe Luis Lebreton prepara meses aos camponeses e sobretudo aos pastores de ovelhas. Evangelizava nas casas, onde também se hospedava e os ensinava a viver bem. Dormia em pelegos. Essa enculturação lembra muito a nossa Pastoral Rodoviária. OS missionários levavam a infinita bondade de Deus para aquela gente pobre, pastores, presos, pescadores e camponeses. As dioceses logo abriram as portas para as missões e pregação de retiros aos
ordenandos.Em Genova os missionários se empenharam na evangelização do campo e na formação do clero, com o apoio oficial do Cardeal Durázio. Para tal Vicente enviou os seus melhores missionários, com por ex. os Pes. Estevão Blatiron e Juan Martin. Sendo que 7 padres foram vítimas da peste, inclusive o P. Blatiron.Nas missões converteram bandidos e se empenharam na reconciliação do povo. Em Turim, a comunidade missionária foi capaz de provocar uma reforma eficaz da pregação para contrariar os valdenses. 2. POLÔNIA - A missão foi fundada a pedido da Rainha Maria Luisa de Gonzaga, amiga de São Vicente ainda em Paris. Foram enviados 5 missionários e 3 Filhas da Caridade, no ano de 1651.Logo enfrentaram uma epidemia de peste. Morreu o superior P. Lambert -aux- Couteaux.
Vicente enviou outros. Em Varsóvia se encarregaram da Igreja de Santa Cruz, onde até hoje se conservam as relíquias do coração do músico Chopin.Com a invasão dos suecos, até a própria Igreja de Santa Cruz foi queimada. Porém a missão prosperou. Os missionários se lançaram segundo o Padre Madri numa atividade extraordinária, de missões, formação e serviço aos pobres.A Partir de 1903, somos a CMPS, fruto da generosidade da Província da Polônia, que mesmo em pequeno número, nos enviou 4 missionários. 3. MADAGASCAR -Na época era conhecida como Ilha de São Lourenço. Esta missão conheceu mais fracassos do que êxitos. Somente dos 9 dos 20 missionários enviados chegaram até Ilha Vermelha. Esta longínqua missão teve muitas dificuldades, como viagens
demoradas ou até interrompidas por naufrágios, clima inóspito, sobretudo para os europeus, exploração dos colonos, falta de conhecimento do povo a ser evangelizado. As expedições redundavam em desastres. Vicente, porém, não abaixava a cabeça, e continuava a enviar mais missionários.4 anos depois da morte de Vicente, esta missão foi abandonada, sendo retomada mais tardiamente. Hoje se destaca inclusive por um missionário esloveno- argentino chamado Padre Pedro Opeka. O mesmo foi indicado no ano passado ao premio Nobel da Paz, por sua obra muito bemsucedida com os pobres. 4. IRLANDA - Em 1647 11 missionários chegaram `Irlanda. A missão se realizou para confortar os cristãos perseguidos pelo governo protestante da Inglaterra.Os missionários enviados eram irlandeses, que viviam exilados em Paris.Foram muito perseguidos e um deles Tadeu Lee, foi degolado na frente de sua mãe. Foi o primeiro mártir vicentino.A missão durou somente 6 anos.Foi assim a primeira missão selada com sangue.O PE, Brin pediu ao santo para escrever a hitória das missões, porém este o proibiu dizendo: " Basta-nos oferecer a Deus o bem feito; a Companhia deve ter por prática: honrar a vida oculta de Jesus Cristo. Confiemos nos mártires; o sangue deles será semente donde surgirão novos cristãos. " 5. ESCÓCIA - 1650 Os missionários trabalharam em
Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM
ambientes isolados, montanhosos e paupérrimos. Viviam clandestinos em catacumbas protegidos por dissidentes. Foram perseguidos e presos.Bastava provar que eram padres para serem condenados.A missão continuou até 1704. 6. ÁFRICA DO NORTE - Tuniz e Argel.S. Vicente enviou missionários com o objetivo de libertar os escravos franceses. Os missionários se tornaram cônsules para facilitar a missão de resgate. Nestas terras também o jovem PEDRO Borguny, da Ilha de Maiorca, Espanha, foi martirizado, queimado numa fogueira. E o Pe. Jean Le Vacher foi executado, sendo amarrado á boca de um canhão. " Como é bela a vocação do missionário, que não conhece outras fronteiras de sua atividade evangélica senão todo o mundo habitado. Por que deveríamos por um limite a nós mesmos, não foi Deus que na essa capacidade para por em prática o nosso zelo " Nossa vocação, portanto, é ir não só a uma paróquia nem só a uma diocese, mas por toda a terra; e para fazer o que? Atrasar os corações das pessoas, fazer o que fez o Filho de Deus, ele que veio trazer fogo ao mundo, a fim de inflamá-lo com seu amor. " (São Vicente de Paulo).
Pastoral do Dízimo
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ORAÇÃO DO DIZIMISTA Recebei, Senhor, a minha oferta. Ela não é uma esmola, porque não sois mendigo. Não é apenas uma contribuição porque não precisais. Não é o resto que me sobra que vos ofereço.
Esta importância, Senhor, representa a minha gratidão e o meu reconhecimento, pois se tenho algo, é porque Vós me destes. Amém!
Dizimistas Aniversariantes de Maio.2017 MATRIZ AFONSO KLISIEVSKI AGOSTINHO MOCHENSKI ALFINA SIQUEIRA DOS SANTOS ALOISE MOCZENSKI ANESIA MOCHENSKI ANESIO SIMÃO ANGELO ANTONIO BIZINELLI ANTONIO PAULO RIGLOWSKI ANTONIO TRAVALHA APARECIDA DUARTE ARLETE CARIGNANO AUGUSTO BELINOVSKI CLAIR FONTOURA DO NASCIMENTO CLARA G.ANDRADE VAZ CRISTINA A.GRALAK CRISTINA LANGA DARATA PRISCILA PAZ EDILSON BORTOLAN EDISON FRANCO DE ILMA ELZA GONÇALVES DOS SANTOS FABIANE APARECIDA DONADELLI SANTOS FERNANDA DE OLIVEIRA GENIVALDO ALVES DA SILVA GIOVANA MARZANI BEREHULKA GLORIA DO ROCIO FIGUEREDO HELOISA ADRIANA MATUSITA ILDA DA GAMA ILDETE BATISTA DA SILVA IRENE DAMS IZANITA LOPES MOREIRA JANIA M. L. KLIDZIO JHONATAN CARNEIRO BOAMERGES JOÃO ALVES CAMPOS JOÃO ROSSETI JOEL CHICORA DA SILVA JOSÉ LUIZ DALLAGRANA JUAREZ OLIVEIRA NASCIMENTO JURACI ANTONIO BOARON JURACYR J.VIEZZER JUSSANIA ROMAN LEONILDA DE MATOS LEMES LUCIANE BERNARDI MORAES JACOMINI LUCIANE SILVIA ROSSA MARCIA REGINA TULETZKI MARIA DE LOURDES FAGUNDES BASSAN MARIA LEONI ZANARDINI MARIA VANILDA MARILDA MARIA SCHULTZ MARIO HARMEL MARISTELA INES KUSSI MARLY CARDOSO DA SILVA MAURO GRALAK MIRIAM VIEZZER MIRIAN MARIA KLOSS MOCHINSKI MONICA MOCZENSKI NEUZA DOS SANTOS NILDA DE MELLO MELO COSTA NILTON LEOPOLDO ZANIN ONISIA PEREIRA SOARES PATRICIA OSORIO
PATRICIA OSORIO PEDRINHO ROSSA ROBERTO TAFFAREL MACHADO ROBSON DE OLIVEIRA BEREHULKA ROMEO FRANCISCO ROSA KLISIEVSKI ROSELY LEMES SIMÃO SANDRA MARA ARAUJO PRIMO SHIRLEY APARECIDA MERCEDES SILVANA GONÇALVES DEMITI SILVIA LETICIA FAGUNDES CARDOSO SILVIA SZYCHTA BIZINELLI SIRLAINE FATIMA FAGUNDES SIRLENE WACHESKI SALBINE SOFIA RIPKA NUNES SONIA MARIA MARUJO TADEU PEDRO GOINSKI TANIA REGINA FELISBERTO BOAVENTURA TATIANE ABRAÃO RIBAS THEREZINHA DOS SANTOS PAULO VALDETE ALVES DE SOUZA VALTER DEMITI VANDO DOBRANSKI VANESSA MARIA LANGA VERA REGINA GIEBMEYER DOS SANTOS VERONICA VRUBLESKI GOINSKI WALDENIZE R. F. DA SILVA
MARIA V. DE MENEZES PAULA MARKS TATIANE SUELEN LITZA CASAMENTO JOSÉ E CECÍLIA SHULTZ JUAREZ E MARIA MARTINS HOMAN LAURO DE GODOI E GECIVANA VILAS BOAS MARINS MIGUEL E MARIA CZELUSNIAK NELSON GARCIA E DARCI DE OLIVEIRA AMÂNCIO SEBASTIÃO E MARIA DO CARMO MIRANDA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA RIVIERA ANTONIO A DE LARA ANTONIO SZYCHTA NOSSA SENHORA DO CARMO PASSAÚNA ANTONIA NOVAK DE LIMA JAIR ALVES DE LIMA MARIA SUANSKI GROCHOSKI CASAMENTO ANTONIO SUANSKI E CELESTINA SUANSKI ELAINE C. DE LIMA DOS SANTOS E LEANDRO DE S. R. DOS SANTOS. LUIZ HOMANN E BARBARA HOMANN SEBASTIAO PIRES E FAUSTINA PIRES
CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS JARDIM GABINETO ANA AMÉLIA NOVAES PESSOA ANA DAGMAR PIRES DE OLIVEIRA ARLENE TEODOROVICZ BARBOSA CELINA MIRANDA ELZA GONÇALVES TREVISAN GERALDO ZARANTONELO IRENE DE PAULA NASCIMENTO IVONE FISTER DA SILVA JARDELINA FERNANDES CARDOSO JOSÉ MONTEIRO GRANGEIRO KLEISON GARCIA MARCONDES LEOIR MARIA FRAGOSO LEONILDA DE MATOS LORIVAL SALIDO LUIZ ANTONIO KERLING LUIZ PEREIRA BOA MARIA DA SOLIDADE DO AMARAL MARIA NEUSA SILVA OLGA DA LUZ VINO ROSALINA DE PAULA BRÁS VALÍRIA VARKEM VILSON TOZATI ZUCA VICENTINO
CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO - RIVIER ADÃO PONCHEK ADELAIDE LAU ALEXANDRE JOSÉ LITZA AUGUSTO DERING BERNARDO GORSKI DAVI LIPKA FELIPE SPAK LIMA ISABELE V.S. ALVES MÁRCIA V. PONCHEKI MARIA VICTORIA PONCHEK MURILO LITÇA SERAFIN LASCOSKI SÉRGIO VOSNIAKA
SAGRADA FAMÍLIA JARDIM GUARANI ADRIANO LITZA ELENITA TEREZINHA MARCONDES FRANCISCO DONIZETE PEREIRA DE SOUZA MARIA MADALENA HARROTE
CASAMENTO BENJAMIN E MARILENE BURDA GERMANO E MARCIA ROZISKI JORGE E LAURITA LIPKA LUIZ E LIDIA STASIEVSKI MIGUEL E NEUSA LITÇA
SÃO VICENTE DE PAULO JARDIM VITÓRIA ANTONIO B. DE OLIVEIRA CLAUDILENE HENRIQUE LEONICE C.COSTA MARIA REGINA NIVALDO LIMA ROSANA Mª S. CARDOSO
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O Terço dos Homens - Movimento Mariano
O terço teve seu início em 08 de setembro de 1936, na Vila Providência, hoje Itabi - Sergipe, idealizado pelo Frei Peregrino em visita ao povoado. A pedido do Padre Ervenio da Diocese de Aracaju, para uma Santa Missão. Contou com a presença de mais ou menos 220 homens, e continua ainda hoje com média de 100 homens, conta com
a presença do Sr. Antonio Meneses de Souza ainda vivo, participante fundador, na época com 16 anos. Hoje o terço se ramificou em todo o estado, com média de 230 grupos, tendo como padroeira Nossa Senhora do Perpétuo
Socorro. O terço rompeu fronteiras está implantado em muitos países, pelo mundo. "A PORTA ENTRE NÓS E O CÉU NÃO PODERÁ ABRIR-SE, ENQUANTO ESTEJA FECHADA A QUE FICA ENTRE NÓS E O PRÓXIMO"
O terço dos homens, não exige nada e não cobra nada da vida pessoal dos seus participantes, mas faz com que se sintam livres, e a liberdade dá ao homem o poder de ser aquilo que ele deseja ser, daí as transformações se sucedem de modo espontâneo, causado pelo contato que os mesmos passam a ter com DEUS por Intercessão da VIRGEM MARIA. Movidos por uma necessidade filial e proximidade com MARIA, fundamos em nossa Paróquia, o terço dos homens, cujo único objetivo é a gratidão a MÃE do CÉU, e pedir pela " restauração das famílias. Há três anos (06/05/2014) iniciamos sempre as terças-feiras, às 19h30. Na Matriz, onde o grupo que iniciou mantém-se fiel, di-
vulgando a devoção através das missas, eventos e participações em outros grupos. Nos identificamos com a camiseta azul, o logotipo e o dezena do terço. Somos poucos, mas, fiéis. A nossa devoção a MARIA, nos motiva a divulgar cada vez mais o terço, atingindo através do testemunho e convites, o maior número possível de homens que somem conosco para louvarmos nossa MÃE. PARABÉNS A TODOS NÓS, SEJA O CAMINHO PARA CHEGARMOS a JESUS. SALVE MARIA! Fonte: terco dos homensuniao.blogspot.com.br./2011/12/ origem-do-terco -dos -homens.html Protasio Rompkovski, membro do terço
Missão Pascal No dia 8 de abril o grupo da Pastoral Missionária da Paróquia Santo Antonio - Orleans, saiu mais vez em visitas na nossa comunidade. A atividade se iniciou com uma breve e rica formação ministrada pelo Coordenador da Liturgia, Leonan Novaes, sobre o Tríduo Pascal. O Tríduo é a celebração mais importante da nossa igreja, onde vivemos a vida, a morte e a ressurreição de Cristo. É o fundamento da nossa fé, pois o seu ápice mostra a verdade de que acreditamos em um Deus vivo que nos ama incondicionalmente, sem distinção de pessoas. Esse foi o anúncio que levamos aos nossos irmãos, em missão na comunidade de São Vicente de Paulo. Procuramos levar o
sentido real da Páscoa e não o que vem sendo massificado por uma mídia que banaliza o seu real significado, resumindo-o ao consumismo e a um grande "feriadão". Não, a nossa igreja nos desafia como cristãos, a buscarmos sempre as coisas do alto e, mais do que isso, buscar sem cessar, acreditando na misericórdia infinita
daquele que não se cansa de nos amar e perdoar, até as últimas consequências, desde toda a eternidade, relatado no Antigo e no Novo Testamento, tema que deu o tom pascal às visitas realizadas. Logo após, o padre Fabiano Spisla deu sua benção de envio e assim o grupo partiu rumo à comunidade Jardim Vitória. Após a vi-
sita nas casas, o grupo se reuniu para trocar as experiências daquela tarde possibilitando, por meio da interação, uma bela partilha sobre o que foi vivido e aprendido na visão de cada um dos missionários. A Pastoral Missionária realiza a saída em missão mensalmente, e o convite é aberto à todas as
pessoas que tenham interesse e vontade de levar à palavra de Deus ao próximo. Caso queira experimentar ser missionário, ou participar de qualquer outra pastoral em nossa paróquia, preencha a ficha cadastral abaixo e a deixe em nossa Secretaria Paroquial, que entraremos em contato. Pastoral Missionária
REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.
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Catecumenato: a iniciação cristã de adultos Com muita alegria celebramos, na última Vigília Pascal, os Sacramentos da Iniciação Cristã – Batismo, Eucaristia e Confirmação – de vários catecúmenos. Mas você sabe o que é o catecumenato? Para quem está destinado? Como ele funciona? Quanto tempo dura? Se você tem alguma dúvida sobre isso, esperamos esclarecer isso aqui. O catecumenato é o método ou caminho seguido para a transmissão da fé para pessoas já adultas. No início da vida da Igreja, este era o modo mais comum para alguém se tornar cristão: alguém já adulto conhecia a fé cristã, manifestava a vontade de abraçá-la, era instruído nesta fé e acolhido nela pela celebração dos sacramentos do Batismo, Confirmação e Eucaristia. Mas com o passar do tempo, a grande maioria da sociedade tornou-se cristã, e os sacramentos, assim como a catequese, foram sendo administrados já às crianças, de modo que poucos adultos ficavam fora desse caminho, e o catecumenato tornou-se cada vez menos frequente, necessário e conhecido. Como hoje vivemos outros tempos, sabemos de muitas pessoas que depois de adultas decidem fazer parte da Igreja Católica. Ou ainda outras pessoas, que mesmo já fazendo parte da Igreja pelo Batismo, não continuaram a catequese e a celebração dos outros sacramentos da Iniciação Cristã, a Eucaristia e a Confirmação. Por isso, a Igreja resgatou o catecumenato para servir de caminho para a instrução na fé e preparação para os sacramentos destas pessoas adultas que não são católicas ou aqueles católicos que não receberam alguns dos Sacramentos da Iniciação Cristã. O catecumenato é um processo que costuma durar em torno de um ano e é constituído por alguns tempos e etapas: a passagem de um tempo ao outro é realizado quando se celebra cada etapa. O primeiro tempo do catecumenato é chamado de “pré-catecumenato”, e compreende o tempo em que a comunidade busca, informa e convida pessoas a ingressarem neste caminho. Este tempo se encerra na primeira etapa, quando a pessoa é acolhida como catecúmeno pela Igreja. Então, se inicia o segundo tempo, do catecumenato em si, tempo de instrução sobre a fé cristã e a Palavra de Deus. É o tempo mais longo, e aqui em nossa comunidade esse tempo de catequese dura entre 10 e 11 meses, com encontros quinzenais, desta forma, os catecúmenos são instruídos e preparados. Quando se percebe que esta preparação está satisfatória, celebra-se a segunda etapa, quando os cate-
Jesus, ser dEle e deixar que Ele me mostre o que quer de mim nessa passagem pela terra. Após concluir o catecumenato, estou motivada a continuar na vida cristã, quero ser catequista e tudo mais que o Senhor tiver preparado para mim”. Depoimento de um Catecúmeno – 2016/2017
cúmenos são admitidos para uma preparação mais intensiva para os sacramentos. O terceiro tempo é mais curto, e geralmente coincide com a quaresma. É chamado de tempo da purificação e iluminação e é quando os catecúmenos, são “eleitos”, isto é, indicados como aptos para receber os Sacramentos da Iniciação Cristã. Também é um tempo mais dedicado à vida interior do que à catequese, procurando preparar os corações e espíritos para o compromisso com Cristo por meio de algumas celebrações: os “escrutínios”, ocasião de fortalecer o que há de bom nos catecúmenos e libertar do que ainda houver de fraco; e as “entregas”, quando aos catecúmenos são confiados os documentos da fé e da oração: o Creio ou Símbolo da Fé e a Oração do Senhor ou Pai-Nosso. Este tempo é encerrado pela terceira e última etapa, que é a celebração dos Sacramentos da Iniciação Cristã, de preferência na Vigília Pascal, celebração que expressa concretamente a morte do “homem velho”, sujeito ao pecado, e a vida nova do “homem novo”, renascido para a ressurreição em Cristo. Após esta última etapa, inicia o último tempo, chamado da “mistagogia”, que dura todo o período após a Páscoa. É um tempo especialmente dedicado à novas experiências e resultados positivos de que os catecúmenos participam, agora como católicos no sentido pleno, assim como o aprofundamento das relações com a comunidade em suas pastorais, movimentos e vida de fé nas celebrações.
Conheça a seguir, depoimentos reais de pessoas que participaram do Catecumenato 2016/2017: “Lâmpada para os meus pés e Tua palavra é luz para o meu caminho”. Com essa frase iniciei minha vida cristã. Ao longo da minha caminhada, de muitos tropeços e pedras no caminho eu tive a honra de conhecer ao Senhor. Quando eu ainda era criança tive câncer, leucemia nível 3, fui abandonada pelo meu pai, e alguns anos depois entrei em coma. Nessa época eu não conhecia Jesus, eu não acreditava em nada disso, minha mãe era evangélica e nunca tinha pisado em uma igreja católica. Quando os médicos disseram que eu não acordaria mais, minha mãe achou que tudo já estava perdido, que era o meu fim. Em prantos e desesperos, internada no hospital Pequeno Príncipe, apareceu uma freira e pediu para minha mãe para orar por mim. Mesmo contra os princípios da religião dela, ela os deixou, pois não negaria uma oração. Depois dessa oração eu acordei, consegui melhorar, conheci o milagre e alguns anos depois minha leucemia passou para nível 1, tudo parecia ter sido um grande pesadelo e comecei a buscar me encontrar com Deus. Como ainda era nova, não foi imediatamente que comecei a ter uma vida cristã, mas já sentia no meu coração que alguma coisa precisava mudar. Algum tempo depois, vim a igreja e a minha mãe me incentivou a fazer o catecumenato, mesmo não sendo a religião dela. Isso abriu as portas para tudo que sinto que é o meu caminho nessa vida, seguir
“No começo eu não entendia o porquê deveríamos concluir todos os sacramentos, o porque precisava ficar anos na catequese, porém, conforme foi passando o tempo fui entendendo cada sacramento e conhecendo relatos de fé de outras pessoas e aí veio a vontade de concluir, receber os sacramentos e participar ainda mais da vida cristã. Nossa catequista, Andreia, ensinou que a fé é como a chama de uma vela e para manter a chama acesa temos que estar em constante caminhada com Deus. Antes eu achava que só ir à missa era suficiente, que já estava fazendo a minha parte. Mas com o passar do tempo você percebe a importância de aumentar a fé, entender o significado das orações e ter mais contato com a religião e foi isso que mais me marcou, a comparação com a chama: Quanto mais você alimenta sua fé, mais ela aumenta e se torna mais forte. Hoje temos uma turma unida, todos buscando crescer juntos e por isso a maioria continua com o estudo bíblico. A forma como enxergava a minha “devoção” mudou totalmente e foi uma experiência incrível. Tenho muito mais consciência da necessidade de alimentar minha fé, minhas crenças e minhas esperanças. Vejo necessidade em buscar isso muito mais do que quando era criança e a forma que compreendo tudo, hoje, é muito melhor. “ Luana Furtado – Catecumenato 2016/2017
“Este ano do catecumenato foi muito importante para mim, pois me ajudou na minha maneira de pensar e agir. Antes, achava que estava tudo bem, longe da igreja, mas durante esse ano conheci a importância de estar mais perto de Deus e ver que sem Ele, não sou nada. Aprendi que só Ele conhece meu coração, minhas fraquezas e meus sentimentos e que Ele nunca me dará as costas e também não me deixará sem respostas, seja o que for que aconteça Ele sempre estará ali, sendo meu porto seguro, pronto para ajudar. Além disso, o catecumenato me trouxe novas amizades, conheci pessoas que se tornaram importantes para mim, amizades que quero levar para sempre comigo”. Dayane Teodoro – Catecumenato 2016/207 Padre Eliezer e Ingrid Klhen
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Dia mundial da Comunicação Social A Comunicação Social é a relação entre a sociedade e a maneira que usamos para nos comunicar. Isto não ocorre apenas nos meios de comunicação: como rádio, TV e internet, mas sim também pela forma como acontece o relacionamento humano. O tema da mensagem do Para Francisco, para o 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais, é “Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”, e ele pede: “A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade. “ Quando falamos de comunicação, estamos nos referindo ao processo que tem como objetivo transmitir uma mensagem, informar ou entreter as outras pessoas. A sociedade se transformou com uma velocidade muito alta, marcados pelos avanços tecnológicos da era digital e isso provocou mudanças sociais e de costu-
mes com grande importância que precisa ser refletida pela igreja para o processo de evangelização. É impossível evangelizar sem se comunicar? Dar o nosso testemunho de vida exige que a gente saiba conversar com o próximo, para contar nossa própria vivência do evangelho. E as mudanças tecnológicas possuem grande influêcia sobre a forma como as pessoas exercem sua fé e contam
seus testemunhos dentro da cultura virtual.
Comunicar é dever de todo cristão, é um compromisso que assumimos em anunciar o amor de Deus à todas as pessoas. Devemos deixar-nos guiar pelo Espírito Santo, que se comunica em nossos corações, para que possamos sempre estar renovados e para que possamos ser luz na vida de outras pessoas. Cristo foi o modelo de comunicação, Ele sabia a linguagem correta para usar, fosse através da linguagem do povo ou de parábolas. Os evangelhos também buscavam a maneira correta de transmitir a mensagem de acordo com o público da época que iria ler, para que a compreensão fosse fácil, em Mateus, por
exemplo, você tem o texto voltado aos judeus e toda linguagem trabalhada para entendimento dessa cultura. Quando falamos em comunicação, precisamos ter consciência do seu poder de transformação, ela pode ser construtiva ou destrutiva, devemos procurar sempre trazer algo de bom para a vida das pessoas, buscar um estilo de se comunicar que seja aberto, sem preconceitos e criativo, que não seja apenas portador de notícias ruins, mas que saiba oferecer soluções e inspirações, novamente, sejamos LUZ, para que possamos enxergar novos caminhos e continuar com esperança. Ingrid Klhen - PascomOrleans
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Contas do Rosário
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Documento 100 Comunidade de comunidades. Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Capitulo 3 – Surgimento da paróquia e sua evolução.
E, nas contas do Rosário encontramos o convite divino para uma mulher simples, humilde e cheia de graça. Uma jovenzinha foi convidada para servir o plano divino. Seu nome é Maria, ela nasceu na Galileia, em um povo abandonado e sem esperanças. Deus convidou a pequena jovem por meio de seu mensageiro. Eis a voz do anjo Gabriel, o interlocutor entre ele e a humildade. Ele veio conversar com Maria, em nome de Deus. A resposta dele é fundamental para que houvesse o natal. Nunca vamos compreender o primeiro gesto deste mistério; por que Deus escolheu uma mulher tão frágil e tão simples? Quais eram seus propósitos e sua mensagem? Tudo é misterioso em seus caminhos. Mais que entender, somos convidados a comtemplar essa graça. Por um lado esta o anjo Gabriel, como embaixador de Deus; do outro lado, esta a humanidade que se encerra no sim de Maria e de José. Deus faz maravilhas, mas as realiza por nossas mãos. Padre Antônio Sagrado Bogoz Colaboração Gabriel Szychta
A paróquia é o lugar onde o cristianismo se torna visível na cultura e na história. O cristianismo dos três primeiros séculos viveu de forma clandestina no império romano. A origem das paróquias – em 313 o edito de Milão declarou a liberdade religiosa para todo o império romano. Em 381, com o edito de Tessalônica, pelo imperador Teodósio, o cristianismo tornou-se a religião oficial do império. A relação igrejacasa se enfraqueceu. A territorialidade determinou a transformação social das comunidades primitivas em paróquias. As paróquias, originalmente rurais, se estenderam pelas cidades devido ao crescimento populacional. Com o tempo, ela passaria a ser instalada na cidade. O concilio de Trento, no século XVI, insistiu que o pároco residisse na paróquia e instituiu o seminário
para formar o clero, e a criação de novas paróquias. A formação das paróquias no Brasil. No século XVI o cristianismo chegou no Brasil, marcado pelas ordens religiosas e as irmandades de fiéis. Resistiu e ainda resiste no Brasil, um catolicismo de tradições populares com suas festas e devoções. As paróquias surgem no Brasil somente no século XIX, sendo chamada de restauração, ou seja, paróquia onde reside exclusivamente o padre. Lugar adequado para receber os sacramentos e suas necessidades religiosas. A paróquia no Concilio Vaticano II. Nasce a Igreja particular. A paróquia só pode ser compreendida a partir da diocese. É uma ‘célula da diocese’. Parte da eucaristia e insiste no valor da Igreja reunida em assembleia eucarística. A renovação paroquial na América Latina
e Caribe. Na conferência de Medellin (1968) os bispos propuseram uma revisão pastoral de conservação nas paróquias, sustentada na sacramentalização e na fraca evangelização. Sugeriram a formação das comunidades eclesiais nas paróquias. Na conferência de Puebla (1979), insistiram na missão integral e o acompanhamento das pessoas na educação e crescimento da fé. As CEBs assumem uma força bem maior nas paróquias. Na conferência de Santo Domingo (1992), nasce a ideia da paróquia comunidade de comunidades. A paróquia como uma rede de comunidades, a setorização da paróquia e a acolhida e ardor missionário. Na conferência de Aparecida (2007) se fala muito da conversão pastoral, passar de uma paróquia de mera conservação para uma dimensão missionária. Comunidade como centro da vivência cristã.
Pe André Marmilick
A renovação paroquial no Brasil. Ela acontece desde 1962. Valor da diocese como lugar da comunhão fundamental da pastoral. Começava a traçar as linhas de uma pastoral de conjunto. Nasce a CF em 1964 e o primeiro tema é: “Igreja em renovação” e em 1965: “Paróquia em Renovação”. Nas diretrizes da ação evangelizadora do Brasil entre os anos 2011-2015, apresenta o seguinte: “para a maioria de nossos fiéis, a paróquia é o único espaço de inserção na Igreja”. E o papa Francisco afirma: “a paróquia é a presença eclesial no território, âmbito para a escuta da Palavra, o crescimento da vida cristã, o diálogo, o anúncio, a caridade generosa, a adoração e a celebração”. Ele alerta para a revisão e renovação das paróquias.
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RELAÇÕES DE TRABALHO
Abolição da Escravatura X 1º de Maio - Dia do Trabalho Hoje Nosso país infelizmente teve grande parte de sua história marcada pelo uso da mão de obra escrava. Durante nossa colonização, inicialmente por muitos anos tentou-se escravizar os povos indígenas que aqui viviam. Com o passar dos anos, por diversos fatores, a escravidão indígena não se deu a contento dos portugueses colonizadores. Deste modo, Coroa de Portugal passou a buscar novas alternativas de trabalho escravo, voltando seus olhos aos povos africanos. Por vários séculos, o comércio de escravos movimentou valores que equivalem a milhares de dólares nos dias atuais. Muitas pessoas de diversas etnias africanas sofreram inúmeros abusos e violências quase inimagináveis, sendo tratadas de tal forma que não podemos ser quer comparar a animais. A base da economia brasileira, ao longo de mais de 3 (três) séculos foi a mão de obra escrava. De acordo com historiadores, entre 1530 e 1850, cerca de 3,5 milhões de negros africanos foram trazidos para o Brasil para trabalharem como escravos. Ao longo do século 19, emergiram diversos movimentos contrários a escravidão. A pressão por sua abolição era crescente e suscitaram diversos conflitos de ordem política e até militar entre os que defendiam a permanência do antigo regime e os que buscavam a libertação dos mantidos cativos. Tais movimentos ganharam mais força após a independência do Brasil. O primeiro grande passo para a abolição foi dado em 1850, com
a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livres os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação. Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos. E finalmente em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil. Engana-se quem acredita que nesta data, com a Lei Áurea, todos os mantidos escravos foram libertos, e daí por diante se engajaram na sociedade. A realidade foi bem diversa da que popularmente vemos em filmes e novelas. Muitos escravos somente foram ter conhecimento de sua liberdade vários anos depois, em virtude também da dificuldade de comunicação e troca de infor-
mações da época. Do mesmo modo, os libertos eram marginalizados na sociedade, visto que não eram alfabetizados, dificilmente conseguiam empregos, não tinham onde morar e viviam em condições semelhantes às anteriormente enfrentadas durante o regime de escravidão. A discriminação com tais indivíduos era notória. A promulgação da Lei pela Princesa Isabel apenas deu início a um longo processo de desfazimento de uma relação escravocrata que traz efeitos até os dias atuais. Com o fim da escravidão, aos poucos foram se fortalecendo no Brasil as relações de trabalho, estando mais presentes no cotidiano das relações as figuras de patrão e empregado. Como alternativa para substituição da mão de obra escrava, abriram-se as "portas da nação" para os imigrantes estrangeiros de diversos países. Por muitos anos, tais imigrantes passaram a também ser alvo de abusos por parte dos detentores do
poder econômico, sendo assalariados, porém submetidos a condições de trabalho sub-humanas, análogas a da escravidão. Já no início do século XX, inclusive por influências externas, começaram a surgir algumas poucas legislações que tratavam de condições de trabalho e relações de trabalho. Finalmente em 01 de maio de 1943, através do DECRETO-LEI N.º 5.452, o então Presidente Getúlio Vargas promulgou a Consolidação das Leis do Trabalho CLT, vigente até os dias de hoje, que trouxe uma compilação das várias normas trabalhistas até então existentes, bem como inovou trazendo uma gama maior de direitos e proteção aos trabalhadores. Ao longo dos anos a CLT foi sendo frequentemente atualizada, para se adequar as mudanças que a sociedade e as novas relações de trabalho exigem a cada dia. As relações de trabalho sempre foram objetos de muitos conflitos. A chamada "luta de clas-
ses", entre os trabalhadores e os detentores do capital - empresários. Historicamente, se escolheu a data de 1 de maio como sendo o Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho ou Dia Internacional dos Trabalhadores, sendo feriado no Brasil, em Portugal, Angola, Moçambique e outros países, por essa data representar momentos importantes na história das relações de trabalho. No calendário litúrgico celebra-se a memória de São José Operário por ser este o santo padroeiro dos trabalhadores. Importante ressaltar que hoje, no Brasil e no Mundo, ainda persistem muitas pessoas trabalhando em condições desumanas, análogas àquelas que eram submetidos os escravos. Em muitos locais ainda vemos pessoas executando jornadas diárias extenuantes, de até 16 horas de trabalho, ganhando salários que não garantem nem o mínimo básico para a subsistência do ser humano, ou sendo submetidos a assédio moral e outros tratamentos humilhantes. A escravidão foi abolida em 1888, mas até hoje, em nosso dia a dia, vemos empregadores submetendo seus empregados a condições de "quase" escravos. Temos que lutar diante dessas injustiças, para que as relações de trabalho possibilitem a todos um crescimento igualitário, e não a prosperidade de poucos em detrimento de muitos indivíduos explorados. Fontes de pesquisa: http://www.suapesquisa.com/ historiadobrasil/abolicao.htm
ADVOCACIA BOVO - Dr. Atilio Bovo Neto - OAB/PR 56.237 - Especialista em Direito do Trabalho e Direito Previdenciário Em virtude dos recentes acontecimentos envolvendo situações de risco relacionadas ao jogo “Baleia Azul”, segue orientações do Secretario Municipal sobre o assunto, com base em três eixos principais. • ATENÇÃO: Que as famílias, escolas, etc., possam identificar alterações de rotina e comportamento nos jovens adolescentes como por exemplo, isolamento(ficar muito tempo fechado no quarto), mudança de sono e apetite, esquiva de mostrar o corpo (podendo indicar possíveis atos de automutilação) e outros comportamentos não habituais. 2. ACOLHIMENTO: Identificando esses sinais, que os
familiares, professores, amigos possam estabelecer um canal de diálogo oferecendo apoio, evitando posturas punitivas e criticas neste momento. 3. AÇÃO: Após a identificação de sinais de risco buscar ajuda na rede publica de saúde. Orienta-se prioritariamente dirigir-se aos Postos de saúde para avaliação e encaminhamento a serviços especializados de acordo com a necessidade e ou gravidade do caso. Em situações de urgência ou emergência envolvendo risco de vida (intoxicações e ferimentos graves) dirigir-se à Unidades de Pronto Atendimento – UPAs ou acionar SAMU. PAIS E RESPONSÁVEIS: O Facebook é uma ferramenta para maiores de 18 anos e os jogos eletrônicos e virtuais devem ser monitorados.
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Movimento de Irmãos
"O mês de abril, com a Quaresma, foi muito movimentado! Tivemos a Reunião Mensal com o nosso Pároco Fabiano e a Coordenadora do CPP Marisete. Além da visita de nossos Coordenadores Arquidiocesanos do Movimento de Irmãos de Curitiba Tito e Célia. A espiritualidade e as palavras deles nos remetem ao Servir, com Amor e espírito de Comunhão. Então, como já feito nas missas do MI e da Aurora, fazemos novamente o convite aos casais casados na igreja, que sentem o chamado, que teremos mais 3 Retiros Encontros do Movimento de Irmãos neste ano, nos finais de semana, desde a sexta, 20h: JUNHO: começa dia 30/06 SETEMBRO: dia 15/09/17 NOVEMBRO: dia 17/11/17 Venha participar das coisas santas da Igreja,
MATRIZ - SANTO ANTONIO DIA
Vem aí
Aconteceu
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HORÁRIO
ATIVIDADE
03
18h
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
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19h
TREZENA DE SANTO ANTONIO
17
14h
FESTIVAL DE PREMIOS AÇÃO SOCIAL
18
20h
ESTUDO BIBLICO DOM PERUZZO
20
20h
NOITE DO PASTEL INSTITUTO SÃO ZYGMUNT – SALÃO RÚSTICO
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19h
ADORAÇÃO AO SANTISSIMO – MESC´S
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17h
CELEBRAÇÃO BATISMO
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19h
COROAÇÃO DE MARIA
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14h30 A 17h
TARDE EUCARISTICA
INICIO TREZENA DE SANTO ANTONIO DE 28/05 A 10/06 TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS 19h30 - TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS 19h - NOVENA A N. SRA. DAS GRAÇAS
CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA
HORÁRIO ATIVIDADE TRIDUO DIAS 10, 10 E 12 20h30 MISSA SOLENE
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CAPELA SAGRADA FAMÍLIA como a Hora Santa, na Quaresma, de doações/ arrecadações, liturgia, arrumação dos eventos,
orações, encontro das famílias na comunidade, enfim, há sempre uma atividade para o seu dom!
DIA 27
Nota de Agradecimento: O Grupo Nova Orleans de ALCÓOLICOS ANÔNIMOS, que teve sua primeira reunião em 24/03/1998, vem por meio desta agradecer a PARÓQUIA SANTO ANTONIO e seus colaboradores pela presteza que nos tem dispensado ao longo destes anos, como a sala para reuniões e o salão para os eventos, prestando assim, um serviço para a comunidade. Também gostaríamos de agradecer e convidar a COMUNIDADE para assistir nossas reuniões e conhecer o nosso programa de recuperação. REUNIÕES: Terças-feiras e sextas-feiras às 20horas. LOCAL: Sala 01 (no mesmo local da catequese) Grupo Nova Orleans de Alcóolicos Anônimos
HORÁRIO 18h
ATIVIDADE NOITE DO PASTEL
CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS DIA HORÁRIO ATIVIDADE 1 13h MIL AVES MARIAS Após celebração e benção de envio do quadro de Nossa Senhora, que visitará as famílias no mês de maio. 21 14h FESTIVAL DO EREDON NO SALÃO RÚSTICO DA MATRIZ Está sendo realizado terços nas famílias durante o ano santo Mariano de 2017, realizado pelo movimento de cadelinhas é demais pastorais
CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO DIA 14
HORÁRIO
ATIVIDADE HOMENAGEM PARA AS MÃES
CAPELA NOSSA SENHORA DE MONTE CLARO DIA 20
HORÁRIO
ATIVIDADE JANTAR DANÇANTE
SEMINÁRIO VICENTINO NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DIA 27 28
HORÁRIO 20h
ATIVIDADE MISSA ALMOÇO DAS FAMILIAS
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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE MAIO 2017 DIA 05 06 06 06 07 07 13 20 20 20 21 21 27 27 28 28
COMUNIDADE
BAIRRO
São Francisco de Assis Nossa Senhora do Carmo São Francisco de Assis( 1ª Eucaristia) São V icente de Paulo ( 1ª Eucaristia) Nossa Senhora do Monte Claro (1ª Eucaristia) Sagrada Familia ( 1ª Eucaristia) Nossa Senhora de Fátima Nossa Senhora do Carmo São Francisco de Assis São V icente de Paulo Nossa Senhora do Monte Claro Sagrada Familia São Francisco de Assis Nossa Senhora de Fátima Sagrada Familia Nossa Senhorado Monte Claro
Jardim Gabineto Passaúna Jardim Gabineto Jardim V itória Revier Jardim Guarany Reviera Passaúna Jardim Gabineto Jardim V itória Revier Jardim Guarany Jardim Gabineto Reviera Jardim Guarany Revier
HORÁRIO 20h 17h 19h 20h30 08h30 10h 20h30 17h 19h 20h30 08h30 10h 19h 20h30 08h30 10h
" Este é o meu mandamento: Amai-vos uns aos outros,assim como eu vos amei. Ninguém tem amor maior do que aquele que dá a vida por seus amigos. Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando. Eu vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai" ( Jo 15,12-15).
Pe. Fabiano Spisla - Pe. Eliezer Okonoski