Ano XX - nº 242 - Julho.2017
Catequese 2a Etapa
Palavra do Papa
Palavra doPároco
Nomeação Bispos auxiliares de Curitiba
Comunidade Viva Página 2
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Página 10
Avós - Os de Jesus e os nossos
Pastoral – Ação Social
Nossa Senhora do Carmo Comunidade do Passaúna
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Aconteceu em nossa Paróquia
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Páginas 8 e 9
Página 12 12 Página
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Para Crianças Amizade x Caridade
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Palavra do Pároco
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Comunidade Viva
Expediente
No último dia 11 junho aconteceu a festa do Padroeiro Santo Antônio. Antecedeu à festa a celebração da trezena do Santo Padroeiro na qual se refletiram temas diversos que nos prepararam para a grande solenidade. Isso me fez pensar sobre a importância de uma comunidade unida e sólida em seus pilares espirituais. Sempre um grande evento envolve muitas pessoas da comunidade. Isso exige preparo, maturidade, abnegação e um forte sentido de doar-se para um objetivo ser alcançado. Felizmente pude constatar que a Paróquia Santo Antônio de Orleans tem uma equipe comunitária que foi se fortalecendo ao longo dos anos. Uma longa caminhada já foi feita e muitas conquistas foram alcançadas. Existem problemas? Evidentemente que sim. Mas estas faltas hoje podem ser superadas com a maturidade alcançada. Dietrich Bonhoeffer escreveu: “ A comunidade é um anfiteatro em que os gladiadores depuseram suas armas e ar-
maduras. Se tornaram hábeis em ouvir e entender, um lugar em que se respeitam os dons uns dos outros, celebram suas diferenças e cuidam das feridas uns dos outros, um lugar em que todos estão comprometidos a lutar juntos em vez de lutarem uns contra os outros”. Na verdade esta é a missão de uma comunidade viva e atuante. Como Jesus afirmou: “ Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos” ( Jo 13:35). Jesus ensina que comunidade é um estilo de vida. O amor de uns pelos outros é a maneira de viver em comunidade e esse estilo deve ser referendado por aqueles que nos observam. O que manifestamos aos outros através de nossas ações? Na Comunidade nos amamos, nos ajudamos, nos entristecemos, nos desentendemos e nos perdoamos. Alguém já disse: - Se esse não é o lugar onde eu posso chorar sem me envergonhar, onde é que eu vou chorar? - Se esse não é o lugar onde eu posso
ser aceito do jeito que sou, onde é que eu serei aceito? - Se esse não é o lugar onde eu posso errar, e não ser rejeitado, onde é que eu posso errar? - Se esse não é o lugar onde eu posso confiar meus segredos sem vê-los jogados ao vento, onde é que eu vou me expor? - Se esse não é o lugar onde eu posso encontrar esperança na aflição, onde é que eu vou pedir ajuda? - Se esse não é o lugar onde eu posso experimentar amor sincero, alegria pura, fé genuína, vida santa, onde mais posso ir? Tudo isso é possível depois de nosso encontro com Jesus Cristo. Os primeiros cristãos viviam de uma maneira bem diferente antes de conhecer a Jesus. Depois de conhecê-lo assim viviam como nos atesta o texto dos atos dos apóstolos 2,42 e seguintes: “ Eles mostravam se assíduos ao ensino dos apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações... Dia após dia mostravam-se assíduos no templo e partiam o pão pelas casas, to-
PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300-980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Advocacia Bovo, Hamilton Vedato, Protásio Rompkovski, Ingrid Klhen e Barbara Machado Hlatki Santos. Edição: PascomOrleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda - comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.
Pe. Fabiano Spisla / Pároco
mando o alimento com alegria e simplicidade de coração. Louvavam a Deus e gozavam da simpatia de todo o povo “. Cristo deixou-nos a sua doutrina e a sua vida para que nós encontrássemos o sentido de nossa existência e achássemos a felicidade e a salvação. Assim hoje externo meu agradecimento a todos os que na comunidade atuam nas mais diversas pastorais e a todos os voluntários presentes nos trabalhos da organização e execução da festa do Padroeiro Santo Antônio.
CURTA AS FANPAGES DA PARÓQUIA: MATRIZ www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/ MENSAGENS PARÓQUIA m.me/ParoquiaSantoAntonioOrleans CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO facebook.com/Capelasvdp CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO facebook.com/capelanossasenhoradomonteclaro CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS https://www.facebook.com/profile.php?id=100003629483986&fref=ts CAPELA SAGRADA FAMÍLIA facebook.com/sagradafamiliajdguarani
Palavra do Papa
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Habemus Bispos! Papa Francisco nomeia dois bispos auxiliares para a Arquidiocese de Curitiba A Paróquia Santo Antonio de Orleans, com muita alegria acolhe os novos Bispos auxiliares da nossa Arquidiocese, na certeza de que ambos contribuirão muito para com nossos trabalhos de evangelização. São eles: Padre Francisco Cota de Oliveira, do clero da Diocese de Divinópolis (MG) e Pe. Amilton Manoel da Silva, membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo (passionista). PADRE FRANCISCO COTA DE OLIVEIRA
Nascido em 5 de agosto de 1969 em Onça do Pitangui, diocese de Divinópolis, no Estado de Minas Gerais. Estudou Filosofia na PUC de Belo Horizonte entre os anos de 1992 e 1994. Estudou também Teologia no Instituto “Dom João Rezende Costa” entre os anos de 1995 e 1998. No dia 1° de agosto de 1999 foi ordenado sacerdote e incardinado na diocese de Divinópolis, na qual foi vigário paroquial, pároco e administrador paroquial. Foi também Assessor Diocesano da Pastoral juvenil;
Professor no Seminário Propedêutico e de Teologia para leigos; Promotor de Justiça do Tribunal Eclesiástico diocesano; Membro do Conselho Econômico diocesano. Atualmente, é pároco de “Nossa Senhora do Pilar” em Pitangui (MG).
PADRE AMILTON MANOEL DA SILVA Nascido em 2 de março de 1963 em Osvaldo Cruz, na Diocese de Marília (SP). Estudou Filosofia na UFPR em Curitiba entre os anos de 1992 e1995. Estudou também Teologia no ITESP de São Paulo entre os anos de 1997 e 2000. Emitiu a profissão religiosa em janeiro de 1997 como Membro da Congregação da Paixão de Jesus Cristo Passionistas e recebeu a ordenação sacerdotal em 17 de dezembro de 2000. Ainda na sua Congregação, desempenhou inúme-
ros cargos, desde mestre de noviços até Superior Provincial da Província Passionista do Calvário, com sede em São Paulo entre os anos de
Fonte de Dados: Radio Vaticano - Escrito Por: Rodrigo Bochenek
REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.
2013 e 2016. Também foi Assessor da Conferência dos Religiosos do Brasil, pregador de exercícios espirituais e vigário paroquial em Colombo e Ponta Grossa. Recentemente, foi pároco de “São Paulo da Cruz” na Arquidiocese de São Paulo. Padres Francisco Cota de Oliveira Amilton Manoel da Silva, sejam muito bem vindos à nossa Arquidiocese, e sintam-se muito bem acolhidos na nossa paróquia. Que Santo Antonio interceda sempre pelas suas vocações!
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Nossa Senhora do Carmo - Flor do Carmelo Alessandra Fernandes da Silva Domanski1 Gilson Almeida2 HISTÓRIA DA APARIÇÃO DE MARIA A história de Nossa Senhora do Carmo está ligada a de um grupo monges eremitas que habitavam o Monte Carmelo 3, na Palestina, no século XIII, lugar de várias ações do profeta Elias em defesa da fé. Os primeiros eremitas do Monte Carmelo motivaram-se na passagem do primeiro livro de Reis (18,44), que relata sobre a interpretação de uma nuvenzinha como promessa da chuva vital, neste Carmelo, assim o profeta levou ao conhecimento do verdadeiro Deus, estes monges pela oração buscam intimidade com Deus pelos pratica das virtudes com que a graça do Pai acumulou em Maria para ser mãe do Filho pelo Espírito Santo. A virtude que Maria traz facilmente se chega à ideia de curso de água, de regato, de fonte, por que: A água que corre é suave (nunca fere, sempre é agradável...) ... Mas forte, e é difícil resistir ao seu ímpeto e não ser arrastado; não há praticamente obstáculo que o ímpeto das águas não possa vencer, de imediato ou com o tempo; É humilde porque sempre procura o mais baixo, Mas é corajosa, porque se lança sem medo ao desconhecido, vai sempre além, sem se deter e não descansa enquanto não encontra o Mar, mesmo se, às vezes, é preciso lançar-se em abismos, fazendo uma linda cachoeira (a cachoeira é o heroísmo do rio); A água é também zelosa, porque procura diligentemente a passagem, porque “molha” tudo o que toca, porque sempre se difunde (no sentido próprio de difusão, vai pegando por “osmose”; assim como o fogo que pega em tudo o que toca, a água também; é verdade que algumas coisas são impermeáveis, molham por fora, mas não molham por dentro, como outras são incombustíveis, mas a água sempre tenta... e sempre faz algum efeito); E a água é também prudente: sempre procura o caminho fácil, o mais adequado, só vai pelo difícil quando não há jeito; sempre exerce a prudência, que é buscar o meio adequado para chegar ao seu fim. A água é também pura, não apenas é pura em si mesma (sem cor, sem gosto, sem cheiro, sem sabor é nada para os sentidos) como também purifica tudo, lava tudo, faz tudo ficar puro; E como é fecunda. Toda semente nasce, cresce e frutifica por causa da água; ela é o elemento fecundante e fecundo por excelência; não é sem razão, portanto, que Nossa Senhora é chamada de fonte: “Maria Fons”.
Maria, plena do Espírito de Deus, e por trazer o Filho no seio é o Filho que conduz a ser instrumento de inteiro serviço ao próximo, pois já na visita que Maria faz à Izabel, o Espírito que repousa faz anunciar a Boa Nova e a libertação porque o Filho não veio para ser servido, mas para servir, e dar sua vida em resgate pela humanidade (Mt 20,28). O superior da Ordem (Monte Carmelo) era Simão Stock 4, que possuía grande devoção à N. SENHORA. Ele se encontrava numa situação aflitiva, pois sua Ordem passava por dificuldades muito sérias, sendo desprezadas, perseguida e até ameaçada de extinção. Stock sendo homem de fé viva, não cessava de implorar socorro à Santíssima V irgem, e pedia também
um sinal sensível de que seria atendido. Rezava assim São Simão Stock diariamente, pedindo por sua Ordem: “Flor do Carmelo /V inha florida, esplendor do céu; / Virgem fecunda e singular; / ó doce Mãe, / de varão não conhecida; / aos carmelitas / proteja seu nome, / estrela do mar.” Comovida pelas súplicas angustiantes deste seu fervoroso filho, no dia 16 de julho de 1251, Nossa Senhora lhe trouxe do Céu o santo Escapulário e dirigiu-lhe estas palavras: “Recebe, filho diletíssimo, o Escapulário de tua Ordem, sinal de minha confraternidade, privilégio para ti e para todos os Carmelitas, todos os que morrerem revestidos deste Escapulário não padecerão o fogo do inferno. É um sinal de salvação, refúgio nos perigos, aliança de paz e pacto para sempre”. A partir dessa misericordiosa intervenção da Mãe de Deus, a Ordem carmelita refloresceu em todo o mundo! E o Escapulário passou a percorrer sua milagrosa trajetória, como sinal de aliança de Nossa Senhora com os Carmelitas e com toda a humanidade. Setenta anos mais tarde, Nossa Senhora apareceu ao Papa João XXII e lhe fez nova promessa, considerada como complemento da primeira: “Eu, como tema Mãe dos Carmelitas, descerei ao purgatório no primeiro sábado depois de sua morte e os livrarei e os conduzirei ao Monte Santo da vida eterna.” Essa segunda promessa de Nossa Senhora deu origem à célebre Bula Sabatina do Papa João XXII, publicada em 03 de março de 1322, confirmada posteriormente por vários Sumos Pontífices como Alexandre V, Clemente VII e Paulo III. ESCAPULÁRIO O termo escapulário provém do termo Latim: SCAPULAE, que ao pé da letra, significa ombro, espáduas, e da palavra escapulares, que denota a vestidura dos ombros. Na prática, refere-se a uma tira de pano, pendente do pescoço. De início, o Escapulário era de usa exclusivo dos religiosos Carmelitas. Mais tarde, a Igreja, querendo estender os privilégios e bene-
fícios espirituais desse uso a todos os católicos, simplificou seu tamanho e autorizou que sua recepção ficasse ao alcance de todos. Tornou-se menor, com dois fios ou fitas ligando a imagem de Nossa Senhora do Carmo e de Nosso Senhor Jesus Cristo. O escapulário deve ser imposto à primeira vez por um Padre, seguido das orações recomendadas: “Recebe este santo Escapulário como sinal da Santíssima V irgem Maria, Rainha do Carmelo, para que, com seus méritos, o uses sempre com dignidade, seja tua defesa em todas as adversidades e te conduza à vida eterna.” e significa nossa devoção a Nossa Senhora e nossa fé Cristã. Não é uma mágica e jamais deve ser usado como adorno “da moda” apenas. O simbolismo dele é o de um hábito religioso. Garante a salvação eterna apenas a quem o usa com fé, seguindo Jesus Cristo. Tanto essa bênção como a imposição valem para todos os outros Escapulários que substituírem o primeiro. SANTOS CARMELITAS Grandes santos de nossa Igreja provêm do Carmelo, como Santa Tereza D’Ávila, Santa Terezinha do Menino Jesus, São João da Cruz e inúmeros outros. Existe grande literatura oriunda dos escritos destes santos do Carmelo. Vale procurar e ler. É fonte inesgotável de pura espiritualidade Cristã. Podemos citar entre os nomes dos santos que usaram o Escapulário, os de S. Afonso, S. Pedro Claver, São Carlos Borromeu, São Francisco de Salles, S. João Vianney, B. Batista Mantovano, S. PompilioPirrotti, S. João Bosco, Sta. Teresa, Sta. Terezinha, S. João da Cruz, Sta. Maria de Jesus, Edith Stein... A VOZ DA IGREJA Destacam-se entre os Papas devotos
do Escapulário Inocêncio IV, João XXII, Alexandre V, Bento XIV, Pio VI, Clemente VII, Urbano VII, Nicolau V, Sixto IV, Clemente VII, Paulo III, São Pio V, Leão XI, Alexandre VII, Pio IX, Leão XIII, Pio X, Bento XV, Pio XI e Pio XII, que com bulas apostólicas aprovaram os seus privilégios, e cumularam de favores as Confrarias do Carmo. As declarações dos Papas são expressões as mais autorizadas do autêntico pensar da Igreja. Eles não têm apenas dado o exemplo, usando o hábito do Carmo. Eles estimularam e aconselharam a usá-lo e premiaram esta devoção. UM POUCO DA HISTÓRIA DA CAPELA Tudo começou com o Padre Miesceslau Lekent, com o incentivo de Dona Ludovina Rompkovski. A 1ª missa aconteceu no dia 11 de agosto de 1985, dia dos Pais, celebração na qual foram renovadas as promessas do batismo. Dona Ludovina foi a 1ª professora e a 1ª catequista da Comunidade Passaúna da Escola Rural Estadual Passaúna II. Por alguns anos a missa foi celebrada na sala de aula da Escola onde hoje são os encontros de catequese. As missas sempre aconteceram às 17h00 tradição que seguimos até hoje com exceções para datas especiais. Alguns anos mais tarde após o início das celebrações os participantes decidiram que a Capela precisava de um padroeiro, foi sugerido por Dona Ludovina que a Padroeira fosse Nossa Senhora do Carmo, a primeira imagem foi adquirida através de doações dos grupos de reflexão e fiéis que completaram. A Capela atende uma pequena comunidade de fiéis no Passaúna, fiéis esses que zelam pela Capela desde a sua primeira celebração. O amor por Jesus Cristo e a devoção por Nossa Senhora do Carmo nossa mãe e protetora foi passada de geração em geração.
PROGRAMAÇÃO DA FESTA EM HOMENAGEM A PADROEIRA:
CAPELA NOSSA SENHORA DO CARMO - PASSAÚNA Promove festa em comemoração à Padroeira dia 16/07/2017 com missa solene às 10h com a imposição do Escapulário, Comunidade responsável pela Celebração: Nossa Senhora do Carmo, convidados Paróquia Santo Antônio e Capelas com seu padroeiro. DATA 13/07 às 20h 5a-feira 14/07 às 20h 6a-feira 15/07 Sábado
PROGRAMAÇÃO DA FESTA CAPELA CONVIDADA E RESPONSÁVEL NOITE DO: Sagrada Família e Monte Claro
Bolo
N. Sra. de Fátima e São Francisco
Cachorro quente Arraiá do Carmo
Par. Santo Antônio e São Vicente
TRADICIONAL ALMOÇO A PARTIR DAS 12H Alcatra - R$ 40,00 e frango R$ 30,00 (acompanha risoto, salada e maionese (trazer vasilhas) Contatos: Mônica - 99187-0927 / Arlete - 3649-1001 / Marcos - 99602-1091 FESTIVAL DE PRÊMIOS A PARTIR DAS 14H 1º Prêmio R$ 1.000,00 (vale compras) ENDEREÇO: BR 277 - Km 179 Rua José Rompkovski, s/nº
REFERÊNCIAS: BALTHAZAR, Hans; JUNGCLAUSSEM, Beinert.(et al) O cultoa Maria hoje. São Paulo Paulinas 1979. 337p. CARMO, Paróquia N. Sra. História de nossa Senhora do Carmo. Disponível em <http:// www.paroquianossasenhoradocarmo.com/devocao.htm> Acesso em 23/06/16. ETIMOLOGIA da Palavra. Disponível em <(http://www.etimologista.com/2012/02/o-que-e-um-escapulario.html?m=1)> Acesso em 23/06/2016. MONTFORT, Luís M. G. Tratado da verdadeira devoção à Santíssima Virgem. 40 ed. Petrópolis Rio de Janeiro: Vozes 2010 320 p. RUEDA, Basílio Um novo espaço para Maria. 1976. 286p. 1
Membro da Comunidade Nossa Senhora do Carmo – (Passaúna) – Paróquia Santo Antônio de Orleans Curitiba PR. Estudante de filosofia da Congregação da Missão. O significado da palavra Carmelo é Vinha do Senhor. 4 Teria nascido em Aylesford, Kent, Inglaterra, em 1165. A primeira notícia de Simão Stock nos vem do dominicano Gerardo de Frascheto, contemporâneo do Santo (+1271). 2 3
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400 Anos da Congregação da Missão SÃO VICENTE DE PAULO E A AÇÃO SOCIAL São Vicente é conhecido como o santo da caridade. Traduziu o evangelho em obras concretas a favor dos pobres. Obteve grandes mudanças sociais em sua época. Tinha um verdadeiro sentido do pobre e o amou com ternura. Algumas ações sociais de Vicente são muito significativas. 1- AS CRIANÇAS ABANDONADAS (1638) A iconografia de São Vicente mostra todo seu amor e carinho pelas crianças abandonadas. De fato, foi grande a preocupação de Vicente em melhorar suas vidas. De 300 a 400 crianças morriam em Paris, abandonadas nas ruas ou nas portas das igrejas. Havia uma instituição oficial chamada “ La Couche “- o berço, onde eram levadas estas crianças. Porém, não eram bem cuidadas. Mais tarde, em 1649, diria Vicente que” havia 50 anos que nenhuma delas sobrevivia”. Vendiam-nas, por oito soldos cada uma, aos mendigos que lhes quebravam os braços e pernas, para despertarem a compaixão do povo e ganharem esmolas, ou as deixavam morrer de fome. Davamlhes pastilhas de láudano para que dormissem. O abandono das crianças era um crime e consequência da pobreza, acontecia sobretudo quando aumentava o preço do trigo. O abandono, era em parte, segundo Mezzadri , consequência de maternidades ilegítimas, mas também de procriação legítima em famílias que não podiam manter o recém-nascido. O fenômeno era catastrófico em Paris. Santa Luiza comoveu-se muito com esta triste situação. Junto com São Vicente, pediu socorro das Senhoras de Caridade. O próprio São Vicente descobriu um mendigo no ato de mutilar uma criança e levou- a para La Couche. No entanto o estado deplorável das coisas aterrorizou Vicente. Requereu imediatamente o apoio das Senhoras do Hotel- Dieu e em 1638 12 crianças enjeitadas foram colocadas numa casa per-
Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM
to da porta de São Vitor sob o cuidado de Luiza e das Filhas da Caridade. Em seguida se mudariam para Bicetre, lugar isolado de Paris, num antigo Hospital para soldados inválidos. Infelizmente o local foi mal escolhido e os custos da obra cresceram e ameaçaram o bonito projeto. Em poucos meses Luiza constatava a morte de 53 crianças. São Vicente com toda sua sabedoria e eloquência animava as Senhoras à perseverança e apoio financeiro. Mais tarde as crianças foral alojadas perto da casa dos padres em São Lázaro, num conjunto de construções que foi adquirido, e que ficou sendo conhecido como o das 13 casas. Somente esta casa recebeu mais de 3 mil crianças expostas. Santa Luiza sempre foi a alma desta obra. Sofria muito quando morria alguma criança. As cartas de Luiza a Vicente dessa época está cheia de lamentações e apelos desesperados. Segundo o Padre Nélio Pita: “ o drama das crianças foi para Vicente um drama pessoal. Mas ele não se deixou vencer, nem pelos preconceitos e nem pelas dificuldades financeiras. Avaliava a obra e dava o ultimato às Senhoras da Caridade, que nunca deixaram de o ajudar. Quantas crianças se salvaram? Os estudiosos de São Vicente divergem. Segundo o Padre André Dodin, foram mais de 10 mil. Outros elevam esse número até 40 mil. Essas vidas foram dignificadas graças á ação de Vicente, Luiza e das Filhas da Caridade. Foram dadas respostas concretas para que as crianças tivessem o direito à vida.
2- OS PRISIONEIROS E AS GALÉS Um outro exemplo da ação social de Vicente foi sua missão em favor dos prisioneiros. Segundo o Pe.Quevedo: “ A situação destes pobres era lamentável, viviam carregados de cadeias e amontoados uns sobre os outros, acorrentados às paredes. Ali esteve Vicente, e os visitou como a um amigo, dandolhes uma mão, e examinando suas chagas e suas feridas. Com Vicente o amor de Deus havia entrado nas prisões de Paris”. Para remediar esta situação infernal, Vicente alugou uma casa no subúrbio de Saint- Honoré, para onde foram transferidos muitos condenados. Em 1619, Vicente foi nomeado pelo rei Luis XIII, Capelão Geral das Galeras. Os galeotes eram os reclusos sobrantes nos cárceres. Segundo os historiadores, as Galés eram um verdadeiro “ inferno flutuante”. As galeras, embarcações de guerra a remo, tinham por missão cuidar das costas do mar Mediterrâneo, sobretudo dos piratas cada galera comportava umas 450 pessoas: 250 remadores e uns 200 marinheiros e soldados. Deste inferno poucos saiam vivos. Metade morria, pois, os trabalhos forçados que a princípio deveriam durar 3 anos, as vezes se prolongavam durante muitos anos, pois não se respeitavam os prazos das condenações. Em Paris, aguardavam, nas prisões para serem transferidos a Marselha onde iriam servir ás galeras”. O trabalho nestas galeras era escravizante e duro. Uma vez na galera, amarravam-se –lhes os pés a um dos
bancos e deviam remar ao ritmo do biombo, sentados em fileiras de 5, muitas vezes sob o sol forte do mar. Para aumentar a velocidade, davam-lhes chicotadas por cima do dorso, obrigando –os a um esforço sobre-humano” Para Vicente a descoberta desta realidade foi impactante. Dizia que tinha visto” essa pobre gente sendo tratada como animais”. Na verdade, a condenação às galeras era uma morte prolongada. Vicente além de humanizar as prisões, pregou missão para os galeotes em Marselha, sendo ajudado pelos padres da missão e outros religiosos e pelo Arcebispo. Vicente também fundou um Hospital para o socorro dos galeotes em Marselha apesar do protesto dos oficiais. Converteu seu quarto em São Lázaro em um banco e correio para os galeotes. Assim os familiares podiam enviar cartas e dinheiro para os condenados. Também as Filhas da Caridade assumiram pela primeira vez na história o ministério pastoral nas prisões em Paris, entrando nestes calabouços como verdadeiros anjos consoladores. Segundo Mezzadri os presos eram considerados o refugo da humanidade. Agora eram simplesmente homens. Graças à caridade”. Nesta experiencia de fé com os presos, Vicente deu passos significativos. 1-Constatou a situação de abandono dos pobres presos. Só em Paris havia perto de 100 mil. 2-Descobriu o trato sem piedade dos responsáveis de seu cuidado. E a esta situação deu uma resposta compassiva e organizada. 3- Aproximou-se deles com um olhar
compassivo e libertador, como outrora Moisés no Egito. 4- Aceitou ser Capelão depois de conhecer a sua realidade. 5- Mergulhou nos calabouços fétidos e nas galeras. 6-Num movimento de compaixão envolveu outras pessoas na libertação dos sofrimentos dos pobres presos. Abelly, primeiro biógrafo de Vicente conta o famoso episódio, de Vicente, que em Marselha, movido pela compaixão, e num impulso repentino, teria ocupado o lugar de um condenado no banco dos remadores para que esse fosse libertado para sua família. Lenda ou verdade? Para os historiadores esse fato é inverossímil. Era proibido pela justiça ocupar o lugar de um galeriano. No entanto a aproximação compassiva de Vicente para com os galeotes responde a um fato real. A escritora e historiadora francesa Marie- Joëlle Guillaume, escreveu uma interessante biografia sobre S. Vicente, a qual acaba de ser traduzida no Brasil, diz na pág. 163 e ss., mas não deixa de impressionar a força com que a imagem do Senhor Vicente, tomando a seu encargo a miséria e a condição do forçado, conquistou o coração dos artistas, e por intermédio deles, do povo da França. O afeto de Vicente de Paulo passando horas junto aos galerianos, colocando-se no seu lugar moralmente para levar suas necessidades ao conhecimento das autoridades da Marinha, tomando a seu encargo sua miséria nas numerosas confissões que assume – esse afeto é bem real. A imagem do forçado libertado tinha, portanto, vocação para se enraizar na devoção popular. Se a letra é lendária, a autenticidade do espírito não deixa a menor margem de dúvida. “
Pastoral do Dízimo
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Por que ser dizimista ? Porque o dízimo demonstra: 1° A minha gratidão, porque eu jamais poderia comprar a minha salvação (Efésios 2:8-9); 2° Que o Reino de Deus e a Sua justiça estão em primeiro lugar na minha vida (Mateus 6:33); 3° Que, para mim, semear valores espirituais é mais importantes que os valores materiais (Gálatas 6:8); 4° Que eu confio em Deus para suprir todas as minhas necessidades e não nas minhas próprias forças (Filipenses 4:19); 5° Que, para mim, os tesouros no Céu valem mais que os tesouros da Terra (Mateus 6:19-21).
Dizimistas Aniversariantes de Julho.2017 MATRIZ ADRIANO DE MATOS DA SILVA ALDO DOMAKOSKI ALEXSANDRO FREITAS DA SILVA ALOIZIO FERREIRA NUNES ALYSSON K. DO LAGO AMBROSIO GAIDESKI ANA BORGES DE BRITO ANA MARIA DE JESUS DE OLIVEIRA ANESIO SIMAO ANGELA CRISTINA MENDES DA SILVA ANTONIO - D. DILETA ANTONIO GILSON DE LIMA ANTONIO MARIANO AUGUSTINHO DO CARMO DINIZ CATARINA ONOFRE BLAZIUS CECILIA HIRT CELESTINO SUREK CELIO VALENTIM STOCO DAYANE C. TOZATI BERGRUSTCHISKA DENIS ANDECLER TARCZEWSKI DERLI TEREZINHA LACERDA DIVAIR DAL BELLO DIVONSIR CARLOS THOMAS DA SILVA EDILSON BORTOLAN EDINEIA DA CUNHA SANTOS EDUARDO NEVES ALLEMAND ELENIR DE FATIMA CHOA ELIAMAR FLORIANO DE OLIVEIRA ELOISA STARON KRUPA E JOÃO KRUPA ELZA DA CRUZ DAL CORTIVO ERNANI SCHULTZ EVERTON ALAN FERNANDO PRESTES R. FERNANDO SCHULTZ FILOMENA APDA DO AMARAL SILVEIRA FRANCISCO PEREIRA DA SILVA FRANK TOSHIOKA GERALDO GORSKI GILBERTO GAMAS IRENE BENTO DA SILVA JAIR FRANCISCO JASRCESKI JESSICA PEREIRA DE SOUZA JOAO CESAR JASZCZERSKI JOAO MARIA COSTA JOSE CARLOS GOMES DA SILVA JOSÉ LUCAS DE OLIVEIRA JOSÉ REIS DA SILVA JOSIANE OLIVEIRA LIMA JUSCELIA BIANCHIN MARCANTE KALEB DE LIMA SILVA LAURA SUTIL TEODOROVICZ LILIAN E DANIEL WUICIK LONGINA KLOSS LOURDES APARECIDA MOURA FALCOND LOURDES LEVONDOSKI ANDRADE
LUCIA STAWNY LUCIANA APARECIDA CONING LUIZ CARLOS DE JESUS CUSTODIO MANFRED DALKE MARCELO ALEXANDRE DA SILVA BRIXER MARCIO LIMA DA SILVA MARIA CLEMIR ANTUNES MARIA DE LOURDES FERREIRA DALKE MARIA DO AMPARO MARIA HELENA OKASAKI MARIA ZOÊ CLARINDO NARDES MARIO V. DAL BORCO MARIUZA APARECIDA MENEZES MAURI BORGES MAURO GRALAK NELSON VELOZO NEUZA MARQUES SUZ NILDA ROSA ALVES ODIVAR BRUGNARI FILHO OSLIN LARSEN JUNIOR OSVALDO DE SOUZA PEREIRA OTILIA SUQUELSKI PATRICIA ROMPKOVSKI VALERIO PATRICIA VIEIRA NUNES PAULA GROSSEL PEDRO LISOWSKI PRAXEDES PEREIRA RICARDO LUIS LOPES KFOURI RODOGEL POSSER BORGES RODRIGO LOPATIUK AGUIAR ROSANGELA DE MATOS DA SILVA ROSELY LEMES SIMAO ROSIMEIRE SILVA DZUMAN CASAMENTOS ALFREDO ELOIR CAMILO E APARECIDA F. CAMILO CASSIO SANTOS E FABIANE AP. DONADELLI SANTOS DARLON LUIZ CENDRON E CLEONICE DE LIMA CENDRON ENI MILANI FONTANELLI E PARANÁ FONTANELLI GELSON ROBERTO MAYER ESOLANGE SALETE MAYER JOAQUIM PINTO NETO E MARIA DA SILVA PINTO JOSE FRANCISCO FIGUEIREDO EAURORA MUCHINSKI ARANHA JOSE MONTEIRO DE BRITO E ANA BORGES DE BRITO MOISES FERREIRA DA SILVA E WALDENIZE R. F. DA SILVA NELSON CIUPKA EELISETE SANTOS CIUPKA SÃO FRANCISCO JARDIM GABINETO SILVANO RIBEIRO DA SILVA SILVIO TABORDA RIBAS SONIA MARIA ERCOLE TATIANE APARECIDA SILVA RICARDO TEREZA GROKOSKI VALQUIRIA DE SOUSA CASAGRANDE ZEFERINA FATIMA DA ROSA CANHA
SAGRADA FAMÍLIA JARDIM GUARANI DOMITILIA VALENTIN ELZA S. M. TODOROVSKI JOÃO ARI PEREIRA LIDIA HOMAN SIDNEI ALVES DE LIMA THIAGO GUILHERME CORREA CASAMENTOS DIMAS E ELENITA MARCONDES FERNANDO E REGINA LITZA MAURO E MARIA MENEZES MELIO DE SOUZA E MARIA SANTINA OLIVEIRA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA RIVIERA EDILSON R. DOS SANTOS E ELAINE S. DE MEDEIROS MARIA MARLI E WILSON ANTUNES MAURICIO MAZUROSKI ROSA N. MAZUROSKI NOSSA SENHORA DO CARMO PASSAÚNA MARCOS DOMANSKI MERCEDES SPRENGOSKI LUCIA GROCHOSKI CASAMENTO FAUSTINO SPRENGOSKI E FAUSTINO SPRENGOSKI SÃO VICENTE DE PAULO JARDIM VITORIA ANA Mª J.OLIVEIRA LEONARDO J.SANTOS MANOEL FERREIRA CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO RIVIER ANDRESSA SPAK LIMA DANIEL LASKOSKI DIEGO ROZISKI EDILAINE LASKOSKI GISELE PONCHECK LAURITA HOMAN LIPKA MARCOS J. PONCHEK MATEUS DOS SANTOS MILENA KOVALSKI PATRICIA DO CARMO VOSNIAKA ROBERTO DE JESUS LIMA ZELIA AUER CASAMENTO RAFAEL E TEREZA KOCHAN
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ACONTECEU EM NOSSA PARÓQUIA O mês de junho foi muito movimentado em nossa comunidade paroquial, o mês do nosso padroeiro, como já se tornou tradição é o mês de união entre todas as comunidades, Santo Antonio sai da sua casa durante a trezena que aconteceu entre os dias 29 de maio a 10 de junho, e visita todas as capelas e o seminário e em cada dia tivemos a benção de ter um padre diferente celebrando e nos passando a história de Santo Antonio e no domingo dia 11 foi dia de receber em sua casa os padroeiros de nossa comunidade, momentos únicos de fé, devoção e unidade. Tivemos momentos festivos de confraternização, na matriz todos os dias após as missas foram vendidos pipoca, doces e quentão, a noite do pastel que aconteceu no dia 3, quermesse no dia 10, venda do bolo que aconteceu durante os dias 10 a 13 e o tradicional almoço e festival de prêmios e foram momentos muitos especiais. Especial também foi a apresentação dos catecúmenos que irão preparar-se para durante este ano para na próxima vigília Pascal receber os sacramentos da inicialização Cristã. Neste mês também tivemos a solenidade mais importante para nós católicos Corpus Christi, também vivida em comunidade com a confecção dos tapetes e procissões na Matriz, juntamente com as Capelas Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora de Fátima, as capelas São Francisco e São Vicente uniram-se para celebrar nas ruas próximas as suas capelas, as demais capelas Sagrada Família e nossa senhora do Monte Claro celebraram com a mesma fé em suas comunidades. Como mensalmente tivemos no dia 14 mais um estudo bíblico com Dom Peruzzo. Registramos também os acontecimentos do final do maio, posse dos coordenadores do CPP, celebração do batismo e um momento de muito amor a nossa mãe, A Coroação de Nossa Senhora, este ano com a coroação de nossa Senhora de Fátima pelos 100 anos de sua aparição e Nossa Senhora Aparecida pelos 300 anos, a catequese e os pequenos como prometeram na edição anterior, encheram a igreja matriz de amor, a inocência das crianças e o amor mais puro e verdadeiro que é o amor de mãe, deixou todos os presentes inundados de graça e emoção. #PascomOrleans
APRESENTAÇÃO CATECÚMENOS 2017
CORPUS CHRISTI
NOITE DO PASTEL, QUERMESSE, PROCISSÃO MOTORIZADA, ALMOÇO E FESTIVAL DE PRÊMIOS
POSSE DOS COORDENADORES CPP GESTÃO 2017 A 2020
TREZENAS DE SANTO ANTONIO
BATISMO MAIO E JUNHO 2017
COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E APARECIDA PAROQUIANOS NO CENTRO DE CURITIBA
MISSA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS MATRIZ E CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS
ENCONTRO BÍBLICO
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Segunda Etapa: Um degrau para o conhecimento sobre Deus Todas as etapas preparatórias para a Primeira Eucaristia possuem sua devida importância. No entanto, o que faz a Segunda Etapa ser especial é o contato maior com Deus Pai. Nela, a proposta do Pai revelada por Jesus, é apresentada de forma mais aprofundada. Num primeiro momento é possível o entendimento de conceitos abordados no Antigo Testamento, tais como: a importância de Sua criação, o compromisso com Deus Pai, as alianças de amor e misericórdia realizadas junto a Ele, além da confiança que devemos ter Nele (Exemplos: Noé, Abraão, Moisés e a Arca da Aliança). De uma forma dinâmica e alegre, a Segunda Etapa propõe o entendimento acerca das ações do Pai quando Ele nos ensina e principalmente reforça o que Ele nos ensina: a sermos solidários e amar ao próximo, como irmãos. Que devemos entender que Deus não castiga, e sim nos ensina a sermos melhores e é por isso que Suas alianças junto à humanidade (Sua criação de amor) foram estabelecidas e devem ser respeitadas, como orientações do bem. E assim, repito uma frase de 1 João 4, 8: " Quem não ama não conheceu a Deus, porque Deus é amor". Entendendo isso, as pessoas estão aptas a receber honorariamente a oração do "PAI NOSSO" em missa solene junto à comunidade. A Segunda Etapa traz como principais personagens Abraão e Moisés, pelo fato de que nós precisamos lembrar que as ações de Deus mostram a verdadeira felicidade aos seus filhos e também apresentar a importância da sacralidade Dele. Num segundo momento, esta etapa é lembrada pelo "primeiro contato" catequético junto aos Dez Mandamentos da
Lei de Deus. Talvez seja a maior referência da mesma, pois os 10 Mandamentos são orientações provenientes de Deus Pai numa nova demonstração de amor. A partir disso aprofunda-se a explicação sobre a necessidade de "intérpretes de Deus", ou seja, os profetas: O que são profetas? Quais os principais? Por que se diferenciam entre menores e maiores? O que falam e em qual contexto histórico o fazem? Afinal, antes de Jesus, as pessoas precisaram ser relembradas do amor de Deus por várias vezes (ainda precisam, porém atendo-se à Revelação do Projeto de Salvação: Jesus!). A Segunda Etapa em sua conclusão, reforça a fidelidade às alianças e os bens que acometem a quem segue a Lei de Deus, porque Deus sendo amor e misericórdia só busca nossa felicidade verdadeira. Adentrando, por exemplo, na história do Rei Davi e trazendo nossa Mãe Maria como a nova Arca da Aliança ao firmarmos compromisso de amor junto ao Deus Filho: Jesus. E este é um ponto que vale ressaltar: Maria, nossa Mãe Maria. Aquela que nos possibilitou a compreensão que tanto nos falta. Vou-lhes dar um exemplo: um dos encontros da Segunda etapa trabalha os Planos de Deus e também o dom do livre arbítrio. Hoje em dia questionar os desígnios de Deus tem sido recorrente, questionar a liberdade que ele nos presenteou também, mas é isso o que a Segunda etapa vem trazer: a compreensão e a confiança espontânea e infinita de que Deus só quer o nosso bem, portanto, ele não interferirá, mas nos orientará - eis aí uma palavra-chave. Assim, a regulamentação do livre-arbítrio deve ser aplicada a fim de evitar-se uma anar-
quia social. Para devido respaldo, aqui cito 1 Pedro 2, 16: " Vivam como pessoas livres. Não usem a liberdade para encobrir o mal, mas vivam como escravos de Deus". Percebam que a má interpretação da Bíblia pode nos afugentar do caminho Dele - que nos orienta à felicidade, desta forma, ao usarmos o termo "escravos" devemos entender que isso não é sinônimo de opressão, mas sim de orientação. Devemos analisar que Deus nos criou não para sermos independentes, mas sim termos êxito na busca da felicidade verdadeira, a qual só é encontrada se seguirmos o caminho de Deus - mostrado por Jesus - e que amando ao próximo, a vida - como a dádiva que é - seja valorizada. Amar a Deus é amar a vida. E seguir a Deus é buscar a felicidade, pois aquele que se afasta Dele e não segue Seus mandamentos, não a encontrará, porque é Dele que parte a consciência de nossa pequenez e de como a vida fulgura num espaço-tempo tão curto, que às vezes a rapidez temporal nos torna temerosos e o medo de amar a Deus, da mesma forma que ele nos ama (com misericórdia, compaixão e imensurável) só nos impede de vivermos plenamente de forma que aqueles que aprenderem como ir a Jesus, por meio de Deus, receberão a vida eterna (cf Jo 6, 44-47). Despeço-me, com pedidos de reflexão a vocês: 1 João 4, 19 - " Nós o amamos, porque ele nos amou primeiro" e 1 João 5, 3 - "Pois o amor de Deus consiste em guardar os seus mandamentos. E o seus mandamentos não são pesados". Abraço a todos!
DEPOIMENTOS DOS CATEQUISANDOS:
Eu achava que a segunda etapa seria sobre os 10 mandamentos, como todo mundo fala, às vezes, que você vai ter os 10 mandamentos, mas até que não. Nós falamos disso, é claro, mas não muito. A 2ª etapa é bem legal! Agattha Gurski Caldato
Eu esperava saber mais sobre Jesus e como viveu naquela época. Estou achando a catequese legal, divertida. Estou descobrindo as coisas e aprendendo mais sobre a Igreja, a história da nossa salvação. Ana Carolina Langa Machado
Eu estou amando esse ano, a nossa catequista Bárbara é muito legal. Estou me divertindo e aprendo muito! Ariadny Fernanda Hobmeir
Nesse ano eu esperava aprender mais sobre a vida de Jesus e minha expectativa está sendo correspondida! Estou adorando aprender com minha catequista Bárbara! Fernanda Rafaeli Silax
O que eu pensava que seria a 2ª etapa? Eu pensava que iríamos aprender os dez mandamentos no começo do ano, mas vamos aprender mais para frente. A 2ª etapa é bem legal e gosto muito das catequistas. Gabriele Klichevick Ferreira
Eu acho a segunda etapa mais dinâmica, por exemplo, o encontro em que revivemos o momento de Jesus com os doze apóstolos sentados à mesa, tomamos suco de uva, comemos pão e foi bem legal. A gente não tem muita "aula" escrita, a gente mais lê a Bíblia e eu estou achando bem legal a segunda etapa. Luis Felipe de Paula Fogaça
Catequista Bárbara Machado Hlatki dos Santos.
ATIVIDADE: Leia Gn 1, 1-8, desembaralhe as frases, complete os versículos e preencha a cruzadinha: 5) No ____________ Deus criou o céu e a terra. 6) A ____________ estava sem forma e vazia, 1) As trevas cobriam o abismo e o __________________ se movia sobre as águas. 8) Deus disse: "______ - ___ a luz! " e a luz foi feita. 4) Deus viu que a luz era boa e ______________ a luz das trevas. 3) ______ chamou a luz de dia e 7) As __________ de noite. 2) Sobreveio a tarde, depois a manhã: foi o ___________.
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Sant’Ana e São Joaquim: pais de Maria, avós de Jesus e padroeiros de nossos avós! “Ó casal feliz, Joaquim e Ana, sem qualquer mancha! Sereis conhecidos pelo fruto de vossas entranhas, como disse o Senhor certa vez: Vós os conhecereis pelos seus frutos (Mt 7,16)”. Estas palavras do bispo São João Damasceno, que viveu na Síria há mais de 1200 anos, mostram como é antiga a tradição que, com muita piedade e devoção, lembra do importante papel desempenhado pelos pais de Maria – Joaquim e Ana – na história da Salvação. Na cultura hebraica o nome exprime também a identidade da pessoa. Ana, em hebraico, significa “graça” e Joaquim quer dizer “O Senhor prepara ou fortalece”. Ela teria nascido em Belém, descendente do Rei Davi. Joaquim era da Galileia. Foi este o casal escolhido por Deus para dar à luz Maria, preparada desde seu nascimento para ser a Mãe de Deus. Conta a tradição que sua filha só nasceu quando eles já eram anciãos e por graça de Deus, já que ambos eram estéreis. Sua fidelidade e temor de Deus, mesmo em meio às dificuldades, lhes proporcionou a graça de serem pais e os primeiros educadores de Nossa Senhora, motivo pelo qual também são padroeiros dos avós. Por isso, procuramos algumas avós e avôs de nossa comunidade paroquial para ouvir deles um pouco daquilo que vivem e sentem como
Sant’Ana e São Joaquim: pais de Maria, avós de Jesus
Tereza Gogola
Terezinha Cruz
pessoas de fé, confiados à proteção de São Joaquim e Sant’Ana. A avó Terezinha Fernandes da Cruz, que atualmente tem 11 netos e faz parte da comunidade Santo Antônio – Matriz – é muito devota dos avós de Jesus porque sua cidade de origem, Ponta Grossa, tem Sant’Ana por padroeira. Da vida deste santo casal, Terezinha diz que foram pais dedicados a Deus e à sua família de tal forma que Deus os escolheu e confiou neles para serem pais de Maria, educando-a na fé e deixando-a disposta a assumir a missão de
Mãe de Deus, aceita prontamente por ela quando o anjo lhe apareceu. Nas suas orações, Terezinha pede a Sant’Ana e São Joaquim que eles intercedam a Deus por suas netas e netos, para que sempre tenham sabedoria nas suas decisões e que sejam guiados e protegidos por Deus. Espera ver seus netos realizados naquilo que desejam, cada um no caminho que escolheu seguir, seja na vida familiar ou na vida profissional. O avô Afonso Homman, da comunidade Sagrada Família, no Jardim Guarani, também
confia a Deus em suas orações seus 4 netos, dos quais 3 são meninos e 1 é menina. Como avô que quer muito bem a seus netos, ele sempre pede a Deus que eles não se envolvam com nada de mau e se conservem nos caminhos de Deus, frequentando a Igreja. Afonso espera de seus netos que sigam em seus caminhos os bons exemplos dados pelos avós, principalmente conservando os valores que aprenderam com eles e também com os pais, mantendo sua comunhão com Deus na Igreja. Com muita alegria ele conta que sempre que possível seus netos o acompanham nas novenas do Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, e espera que isso continue por muito tempo. Também da comunidade Sagrada Família, a avó Terezinha Cardoso nos contou com muito agrado que tem uma neta e também já é bisavó por duas vezes. Sabe que Sant’Ana e São Joaquim, foram pais de Nossa Senhora já idosos, pela graça de Deus. Por isso, ela sempre se confia em suas orações aos padroeiros dos avós, pedindo a Deus para sua neta e bisnetos que sempre sigam retamente os caminhos de Deus e também saibam ser sensíveis às necessidades do próximo, ajudando a quem deles precisar. A avó Tereza Gogola, muito carinhosa com suas 4 netas e 1 neto, reza a Deus para que eles sejam protegidos sempre
Padre Eliezer – Vigário
por Deus e pelo Anjo da Guarda. Como avó dedicada que é, ela nos diz que nunca mede esforços nos cuidados com seus netos. Nesse sentido, ela destaca que também os filhos precisam reconhecer tudo aquilo que os avós fazem pelos netos, cuidando deles e ajudando os filhos na criação e educação: “Que os filhos reconheçam o que os avós fizeram pelos filhos deles”. Mesmo que, como ela diz, as avós e avôs às vezes mimem os netos demais, mas isso porque gostam muito deles. Ela conta como é triste a situação de muitos avós que são esquecidos pelos filhos e netos, vivendo muitas vezes na solidão. Recorramos a Sant’Ana e São Joaquim para que sempre olhem por nossos avós: “Ó casal feliz, Joaquim e Ana! A vós toda a criação se sente devedora. Pois foi por vosso intermédio que a criatura ofereceu ao Criador o mais valioso de todos os dons, isto é, a mãe pura, a única que era digna do Criador” (São João Damasceno).
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Pastoral da Ação Social AJUDAR O PRÓXIMO É EXPRESSAR O AMOR DE DEUS A pastoral da ação social, existe há mais de 20 anos em nossa comunidade e tem o objetivo de auxiliar famílias que passam por dificuldades sociais, com a doação de alimentos, fraldas, remédios, além de orientar esses cidadãos para a vida cristã. Ela desenvolve atividades que integram a fé e o compromisso que temos que ter com a sociedade. Como elas fazem isso? - Venda de produtos produzidos pelas voluntárias : pães, doces e salgados - Realização de festival de prêmios mensais - Missas - Bazar Todas essas ações são realizadas para arrecadar verba que é transformada em alimentos, remédios e também acolhendo e ensinando na fé os corações dessas famílias que acima de tudo precisam de Jesus e de esperança. Essas famílias são indicadas pelas outras capelas ou até vem direto em busca de ajuda e passam por um cadastro e uma sequência de visitas antes de receberem assistência. Atualmente são 30 famílias atendidas e também um casal de haitianos. Para tudo isso funcionar são necessárias muitas mãos ajudando com trabalho voluntário, hoje são cerca de 25 voluntários, que juntas se desdobram para não deixar que esse compromisso falhe. Por isso,
Bolos para Festival de prêmios
além dessa ser mais uma matéria do nosso jornal, ela tem o objetivo de fazer um apelo ao seu coração: ajude! Seja participativo na sua comunidade. São várias formas de contribuir: - Voluntariado para produção de pães, doces e salgados - No mês de julho: Doação de rou-
Pães que são feitos e vendidos para ajudar as famílias
pas infantis, de bebês e fraldas. - Bazar dia 08/07/2017 - em prol de trazer os 3 filhos do casal haitiano que residem ainda no Haiti. R$5,00 de entrada e você pode aproveitar um chá com bolo e bazar de roupas novas e usadas. - Compra de pães que são vendi-
dos todas as terças-feiras, na casa ao lado do escritório paroquial, apenas R$6,00. "O amor verdadeiro se expressa em ações. Quem não ajuda o seu próximo nas necessidades não a ama de verdade" (1 João 3:16-17) Ingrid Imroth - Pascom
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Os Eleitos Admiráveis Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele os ensina aproximar sempre dos sacramentos e batalhar pelas virtudes cristãs, como ganhar tão valiosas indulgências que podem ser obtidas com a prática do Rosário. As pessoas geralmente desconhecem quão rico é o rosário em indulgências, isto é, porque muitos pregadores, quando pregam sobre o rosário, raramente falam sobre as indulgências contentando-se em fazer sobre o rosário um sermão modista. Direi não mais que assegurar-lhes com palavras do bem-aventurado Alano de la Roche, que o Santo Rosário é a raiz e o tesouro de inumeráveis bênçãos. Pois através do Santo Rosário: 1. Os pecadores são perdoados; 2. As Almas que têm sede são associadas; 3. Aos acorrentados se rompem as correntes; 4. A alegria é devolvida aos que choram; 5. Os que são tentados encontraram a paz; 6. O pobre encontrará auxilio; 7. Os religiosos serão reformados; 8. Os ignorantes serão instruídos; 9. Os orgulhosos vencerão o orgulho; 10. As almas do Purgatório terão suas penas aliviadas pelos sufrágios. São Luiz Maria G. de Montfort Colaboração: Gabriel Szychta
Você ou alguém que você conheça, gostaria de realizar o sonho de casar-se? Dia 02 de Setembro em nossa Paróquia este sonho pode tornar-se realidade. Quer Saber como? CASAMENTO COMUNITÁRIO/2017 INFORMAÇÕES: 3285.4101
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Documento 100 Comunidade de comunidades. Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Capítulo V – Sujeitos e tarefas na conversão paroquial Na renovação paroquial, todos estão envolvidos em diferentes tarefas e dependem de um encontro pessoal com Jesus Cristo. Os bispos – Os primeiros a fomentar a conversão pastoral das paróquias. São os animadores de uma nova mentalidade e postura pastoral. Devem animar também os presbíteros para os desafios e dificuldades da pastoral. Os presbíteros – Padre-pastor, dedicado, generoso, acolhedor e aberto ao serviço na comunidade. A atualização é fundamental. Existe o problema do ativismo e do personalismo. A conversão pastoral da paróquia depende muito da postura do presbítero na comunidade. É fundamental acolher bem as pessoas. Só um padre apaixonado pelo Senhor pode renovar uma paróquia. Um homem de Deus que fez e faz uma profunda experiência de encontro com Jesus Cristo. Os diáconos permanentes – acompanham a formação de novas comunidades. Pode ser-lhes confiada a administração de uma paróquia. Os consagrados – seu trabalho implica referência e comunhão com a diocese e o plano pastoral. Devem atuar em plena comunhão com a Igreja particular, evitando toda ação paralela. Os leigos – fomentar sua participação eclesial nas comunidades eclesiais, nos grupos bíblicos, conselhos pastorais e de ad ministração. Desencadear um processo integral de formação. Merecem destaque: a família – santuário da vida e também os grupos de casais. Acolher todas as famílias, sobretudo as que se afastam, e
aquelas que vivem uma outra consignação famiPe André Marmilick liar – as mulheres – predominam na catequese e na liturgia, também como ministros e na pastoral da acolhida. Reconhecer seu valor na paróquia é dever de todos. Uma Igreja sem as mulheres é como o Colégio Apostólico sem Maria; - os jovens - abertura para incentivar a presença e atuação dos jovens cristãos. A juventude mora no coração da Igreja. Sem o rosto jovem a Igreja se apresentaria desfigurada. Que tenham a coragem de ir contra a corrente para serem felizes, diz o papa; - os idosos – testemunhas da história e herdeiros privilegiados do tesouro cultural da humanidade. Para eles a Igreja é uma família onde são acolhidos, valorizados e cuidados. Comunidades eclesiais de base – Tendo a centralidade na Palavra de Deus, na Eucaristia e no valor do pequeno grupo que forma a comunidade, a fraternidade e a solidariedade que engajam o cristão em favor do Reino de Deus, as CEBs contribuem com a conversão pastoral da paróquia. Movimentos e Associações de fiéis – tem seus carismas específicos. O grande desafio consiste na vivência da comunhão na pastoral de conjunto da diocese e das comunidades. Abertura para se integrarem nas comunidades com participação na vida e missão da paróquia. Tem o dever de serviço na paróquia, sem pretensão de totalidade.
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Prevenção de acidentes de trabalho A política da prevenção do acidente de trabalho, também chamada de “Compliance”, nasce da conscientização e informação a ser passada aos trabalhadores dentro do local de trabalho, com a devida aplicação das medidas de segurança coletiva e individuais inerentes a qualquer atividade desempenhada que exija o mínimo risco a seus empregados. Existem diversas Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho, popularmente conhecidas como “NR’s”, bem como Leis e demais normatizações que regulam e dispõe sobre segurança no trabalho. Essas normas, quando aplicadas na prática, são a melhor forma de prevenir acidentes de trabalho ocorridos dentro de qualquer estabelecimento, pois o empresário/empregador deverá tomar todas as providências cabíveis com a finalidade de evitar ou ao menos minorar os riscos a saúde física e mental de seus empregados no ambiente de trabalho, no seio de suas atividades laborais. A nossa Constituição Federal em seu inciso XXII do artigo 7º, garante aos trabalhadores o direito à “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança” e a CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas) dispõe no inciso I do artigo 157 da CLT que é obrigação legal do empregador “cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.” O acidente de trabalho pode ser caracterizado de várias formas, dentre elas importante citar:
- O chamado acidente típico: que se apresenta no desempenho das atividades do trabalhador(a) oriundas de sua profissão, como por exemplo as lesões que decorrem tanto de um acidente/fato propriamente dito, ou por movimentos e esforços repetitivos (faxineiro; pedreiro; auxiliar de produção e de serviços gerais, açougueiro, etc.) que acarretam consequentemente uma doença ocupacional, ou seja, decorrente do trabalho. - O chamado acidente de trajeto: que caracteriza-se naquele em que há acidente no percurso, isto é, quando o trabalhador sofrer qualquer dano à sua saúde ou integridade física no trajeto de sua residência ao local de trabalho para entrar em serviço, ou quando desloca-se deste para aquele. Ora, seja com cursos para funcionários e medi-
das de segurança implementadas pela empresa como a devida entrega dos equipamentos de proteção individual – EPI’s ao trabalhador, o ponto fundamental é PREVENIR, quer na perspectiva do trabalhador quer na do empregador. Assim, é de interesse de qualquer empresa proteger a integridade física de seus funcionários, devendo adotar uma política de prevenção de acidentes de trabalho, uma vez que os custos advindos deste para os trabalhadores acidentados e para as empresas são elevadíssimos, podendo acarretar sequelas irreversíveis a vítima e danos patrimoniais gigantescos para a empresa, seja esta de pequeno, médio ou grande porte. Um trabalhador lesionado traz consequências não só para sua família, mas para a empresa, a previdência social, e toda a sociedade.
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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE JULHO 2017 DIA 01 01 01 02 02 07 13 13 14 15 15 15 16 16 16 22 22 23 23
COMUNIDADE NOSSA SENHORA DO CARMO SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO VICENTE DE PAULO NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA N. SENHORA DO CARMO (TRÍDUO) N. SENHORA DO CARMO (TRÍDUO) N. SENHORA DO CARMO (TRÍDUO) SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO VICENTE DE PAULO NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA N. SENHORA DO CARMO (TRÍDUO) SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA SAGRADA FAMÍLIA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO
BAIRRO PASSAÚNA GABINETO JARDIM VITÓRIA RIVIER JARDIM GUARANY GABINETO REVIERA PASSAÚNA PASSAÚNA PASSAÚNA GABINETO JARDIM VITÓRIA RIVIER JARDIM GUARANY PASSAÚNA GABINETO REVIERA JARDIM GUARANY RIVIER
HORÁRIO 17H 19H 20H30 08H30 10H 20H 20H30 20H 20H 17H 19H 20H30 08H30 10H 10H 19H 20H30 08H30 10H
" Como a chuva e a neve que caem do céu e para lá não voltam sem antes molhar a terra e fazê-la germinar e brotar...assim acontece com a minha palavra. Ela sai da minha boca e para mim não volta sem produzir seu resultado, sem fazer aquilo que planejei, sem cumprir com sucesso a sua missão" (Is 55,10-11). Pe. Fabiano Spisla - Pe. Eliezer Okonoski
Aconteceu ARRAIÁ DAS GRAÇAS
Vem aí
SEMANA VOCACIONAL DE 27 A 31 DE JULHO ACOMPANHE A PROGRAMAÇÃO
MATRIZ - SANTO ANTONIO DIA 06 07 13 12 13 19 22
HORÁRIO ATIVIDADE ENCERRAMENTO CATEQUESE TURMAS 1º SEMESTRE DE QUINTA-FEIRA 18H30 HORA SANTA APOSTOLADO DA ORAÇÃO TREZENA ANUAL 20 ÀS 22H ESTUDO BIBLICO COM DOM PERUZZO TREZENA ANUAL FESTIVAL DE PRÊMIOS – AÇÃO SOCIAL CELEBRAÇÃO BATISMO
Todas às Terças - 19h30 - Terço dos Homens Todas às Quartas - 19h - Novena a N. Sra. das Graças FESTA JUNINA CAPELAS SÃO FRANCISCO DE ASSIS E SAGRADA FAMÍLIA
SEMINÁRIO VICENTINO N. SRA. DAS GRAÇAS
CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA 13
HORÁRIO 20H30
ATIVIDADE MISSA E NOVENA
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Curitiba.julho.2017
Patrocinadores Festa em Homenagem ao Nosso Padroeiro Santo Antonio A festa em homenagem ao nosso padroeiro Santo Antonio, foi um sucesso e isto foi possível, devido as empresas que contribuíram, com a ajuda de todos estamos a caminhando para o grande objetivo que é a pintura de nossa Igreja Matriz. Que Santo Antonio abençoe e interceda por todos e suas famílias!
Telefone: (41) 3013-4880 Av. Vereador Toaldo Túlio, 2457 São Braz - Curitiba - PR
Tatiane Bueno - +55 (41) 3339.3738 R. Semíramis de Macedo Seiler, 606 - Curitiba - PR Conheça o NOVO SITE! www.winlider.com.br Atenção !! Antes de aprovar o seu orçamento,visite a empresa a qual você confiará seus equipamentos...
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Patrocinadores Jantar Dançante em Homenagem às Mães O Jantar dançante em homenagem ao dia das mães, promovido em nossa Paróquia, foi um sucesso. Agradecemos aos patrocinadores pela colaboração, para que este evento acontecesse. Todo o valor arrecadado será revertido para a pintura e benfeitorias da igreja.