Ano XX - nº 238 - Fevereiro.2017
Congregação Vicentina
Retrospectiva Paroquial 2016
Páginas 8 e 9
Página 6
DOCUMENTOS
Página 4
Santa Bernadette Soubirous
Campanha da Fraternidade 2017
Página 10
Página 14
A Conquista do Voto Feminino no Brasil
Pág. 5
Página 11
Página 15
Curitiba.fevereiro.2017
Palavra do Pároco
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Convocados para o anúncio da boa nova
Expediente
Prezados Irmãos e Irmãs da Paróquia Santo Antonio de Orleans. Estamos com alegria iniciando as nossas atividades pastorais neste ano de 2017. Quero externar através deste breve artigo a importância de cada paroquiano no trabalho de evangelização e em especial a todos os que estarão nas coordenações ou como poderíamos chamar de agentes de evangelização. O agente de pastoral é a pessoa que na sua comunidade, se engaja no trabalho que visa levar a todos a viver plenamente o evangelho de Jesus Cristo. Mais concretamente sua função na comunidade é organizar, animar, orientar e coordenar, a fim de que todos tornem-se e sintam-se uma comunidade cristã na qual todos responsabilizem-se uns pelos outros. Quer dizer a função do agente de pastoral é trabalhar para que sua comunidade seja unida na fé e no amor fraterno. Assim é importante recordar o objetivo geral que está contido nas Diretrizes gerais da ação evangelizadora da Igreja no Brasil 2015-1019: “ Evangelizar, a partir de Jesus Cristo, na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária, profética e misericordiosa, alimentada pela palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção pelos pobres, para que todos tenham vida, rumo ao Reino definitivo”. Cada agente de Pastoral deve ter uma ideia clara da missão da Igreja Católica. Sobre este tema assim se pronunciou o Concílio Vaticano II: “ Todo trabalho da Igreja tem por fim instruir e tornar filhos responsáveis, todos os homens numa grande Família Cristã, a fim de que, junto a Jesus Ressuscitado, louvem ao Pai pela liturgia, e, comprometidos com Ele se esforcem por promover o bemestar e a salvação de todos, impulsionados pelo Espírito Santo: pois, todos formam a Família de Deus Pai..” Vat. II: Lit. 536,537).
Quer dizer, a missão da Igreja é a promoção plena cristã da pessoa. Esta promoção se realiza através da seguinte tríplice atividade: Evangelização, Liturgia e Ação Social. 1) Evangelização Evangelizar é proclamar a Boa Nova de que Jesus Cristo Ressuscitado é a redenção de todas as pessoas e vive no meio de nós para nos transformar pela Graça Santificante em filhos de Deus Pai, para que possamos nos desenvolver plenamente, como membros da Igreja. Evangelização é o primeiro anúncio de Jesus Cristo. É levar as pessoas a se encontrarem com Jesus Cristo ressuscitado, a fim de se converterem a Ele e segui-lo por toda a vida. Da evangelização nasce a catequese para aprofundar na fé inicial a pessoa convertida na evangelização. Catequizar é tornar a pessoa esclarecida na fé, amadurecida nela. Catequizar é tornar a pessoa ciente de sua responsabilidade comunitária dentro de sua comunidade. Catequizar é possibilitar ás pessoas aderirem a Cristo Ressuscitado hoje e em cada dia de sua vida. 2) Liturgia A palavra Liturgia significa ação do povo. Para a Igreja Católica, a Liturgia apresenta-se como o fio condutor de toda e qualquer ação religiosa, segundo definição do Concílio Vaticano II. “Toda celebração litúrgica, enquanto obra de Cristo e do seu corpo, que é a Igreja, é ação sacra por excelência” (Sacrosanc-
tum concilium, n.7). A liturgia é o cume no qual se funda a ação da Igreja e a fonte da qual brotam todas as virtudes. Os filhos de Deus mediante a fé e o batismo, se reúnem em assembleia, louvam a Deus na Igreja, participam do Sacrifício e comem da ceia do Senhor. A liturgia é ação de Cristo, eterno sacerdote. Quando se diz que a “assembleia celebra”, é a comunidade dos batizados que “festeja” os dons recebidos. Trata-se de um encontro com o Cristo Ressuscitado que mediante as celebrações litúrgicas vem ao encontro de cada ser humano pessoalmente. Jesus se faz presente no sacrifício da missa seja na pessoa do ministro, seja sobretudo nas espécies eucarísticas. Está presente nos Sacramentos, de modo que quando um batiza é o próprio Cristo quem batiza, por exemplo. “O Senhor Jesus, se entretém conosco como amigos, falando-nos através das Sagradas escrituras, nos doa o Seu Filho na Eucaristia para que tenhamos a força de sermos luz e sal da terra, mas sobretudo para que possamos reconhecê-lo sempre mais intimamente. 3) Ação Social Através da ação social cada pessoa dentro da comunidade demonstra sua solidariedade com os mais necessitados. Como exemplos de ação Social numa comunidade podemos citar: alfabetização, instrução e educação escolar, cultura, enfermagem, promoção de centros de saúde, cooperativismo, obras de saneamento e esgotos, abastecimento de água, clube de mães, de esportes, associações, sindicatos, preservação do meio ambiente, visita aos doentes, preocupação com os idosos e crianças. Estas três atividades acima citadas, estão estreitamente ligadas. Pela evangelização a pessoa se encontra com Cristo Ressuscitado, a quem adere com toda a fé. Sua adesão ao Cristo leva-o a unirse com Cristo na Liturgia, a fim de louvar ao Pai em unidade com a Comunidade. Na liturgia se compromete a promover a
PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300-980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Ana Flávia Gomes, Silvia Szychta, Ramon Aurélio Junior da Cunha (Seminarista), Gabriel Henrique da Luz, Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Hernando Santana Pinto, Eloyna Costa e Guilherme Bovo. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda comercial1@pressalternativa.com.br
A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.
Pe. Fabiano Spisla / Pároco
dignidade de todas as pessoas pobres pela ação social. Assim já se pronunciou João Molnar em seus escritos: “ Evangelização que não leva para a Liturgia é uma nuvem sem chuva. Liturgia que não leva à ação social é saco vazio. Ação Social que não é inspirada pela liturgia é poço seco.” A Igreja Vive de Cristo. Jesus Cristo é a fonte de tudo o que a Igreja é e de tudo o que ela crê. Em sua missão evangelizadora, ela não comunica a si mesma, mas o evangelho, a palavra e a presença transformadora de Jesus Cristo, na realidade em que se encontra. Ela é a comunidade dos discípulos missionários, que respondem permanentemente à pergunta decisiva: Quem é Jesus Cristo? O fundamento do discípulo missionário é a contemplação e o seguimento de Jesus Cristo. Como afirma o Papa Francisco, “ A melhor motivação para se decidir comunicar o evangelho é contemplá-lo com amor, é deter-se nas suas páginas e lê-lo com o coração” Na comunhão eclesial, os discípulos missionários experimentam o fascínio que faz arder seus corações, e os leva a deixar tudo e a viver um amor incondicional a Ele. A paixão por Jesus Cristo os leva à verdadeira conversão pessoal e pastoral. Prezados agentes de Evangelização. Coloque-mo-nos diante da graça de Deus para os nossos labores pastorais e digamos com Maria” Eu sou a serva do Senhor; faça se em mim segundo a tua palavra” ( Lc 1,38).
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Palavra do Papa
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O que é preciso para seguir Jesus?
Em missa celebrada na Casa Santa Marta, o Papa Francisco afirmou que para seguir Jesus, é preciso caminhar e não ficar parado com “a alma sentada”. O Papa ainda disse que muitas das pessoas que seguem Jesus, o seguem por interesse ou por uma palavra de conforto, porém, indagou que, ainda que a pureza da intenção não seja “totalmente perfeita”, é importante seguir Jesus e caminhar segundo seus passos. O Papa também explicou que: As pessoas eram cativadas e atraídas pela autoridade de Jesus, pelas “coi-
“Para seguir Jesus é preciso se mexer, não ter a alma parada” – Papa Francisco
sas que dizia e como as dizia; ele também curava e muitas pessoas iam atrás Dele para serem curadas”. Todavia, Jesus também repreendeu as pessoas que o
seguiam porque estavam mais interessadas em uma conveniência do que na Palavra de Deus. “Outras vezes”, disse o Papa, as pessoas o queriam um Rei, porque pensavam: ‘Ele é político perfeito! ’, mas as pessoas “erravam” e “Jesus foi embora, se escondeu”. O Senhor, porém, deixava que todos os seguissem, “porque sabia que todos somos pecadores”. Portanto o maior problema, afirmou Francisco, “não eram os que seguiam Jesus”, mas os que ficavam “parados”. Francisco ainda advertiu, que para encontrar Jesus é preciso arriscar. Para expli-
car tal afirmação, citou o caso da Cananéia, da pecadora na casa de Simão e da Samaritana. Todas arriscaram e encontraram a Salvação. “Seguir Jesus – disse Francisco – não é fácil, mas é belo! E sempre arriscado”. E muitas vezes nos tornamos ridículos. Mas se encontra aquilo que realmente conta: “os pecados são perdoados”. Porque atrás daquela graça que nós pedimos – a saúde ou a solução de um problema ou aquilo que for – há a vontade de ser curados na alma, de ser perdoados”. Todos nós, acrescentou, “sabemos ser pecadores. E por
isso seguimos Jesus, para encontrá-Lo. E arriscamos”. Devemos nos questionar, provocou o Papa: “Eu arrisco ou sempre sigo Jesus segundo as regras da casa de seguros? “, ficamos preocupados em não fazer uma coisa ou outra. “Não se segue Jesus deste jeito”, advertiu Francisco. Assim se fica sentado, como aqueles que o julgavam”. “Seguir Jesus porque precisamos de algo ou seguir Jesus arriscando? O que significa seguir Jesus com fé! ‘Confio em Jesus e entrego a minha vida a Ele? Caminho segundo os passos Jesus, embora seja ridículo algumas vezes? Ou fico sentado olhando como os outros fazem, olhando a vida com a alma ‘sentada’ – digamos assim – com a alma fechada pela amargura, pela falta de esperança? “ Cada um de nós pode fazer essas perguntas hoje”. Concluiu o Papa ao final de sua homilia na Casa Santa Marta. E nós, caros leitores? Temos a “alma parada” ou seguimos os passos de Jesus? Por, Rodrigo Bochenek Fonte de Pesquisa La Santa Sede, Vatican
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2017 - Ano Jubilar Mariano Neste ano de 2017 no Brasil, celebraremos 300 anos da aparição da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida aos pescadores na cidade de Aparecida do Norte em São Paulo. Neste mesmo ano a Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, representada pela CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – proclamou que este mesmo ano será um ano da graça para nós cristãos, em que temos Maria como mãe de Deus e nossa. Ou seja, celebraremos durante todo o ano de 2017, o ano Jubilar Mariano que se entenderá até as vésperas da celebração dos 300 anos da aparição da Imagem, que se dará no dia 11 de outubro. Este é um tempo forte da graça de Deus para nós, um presente para aqueles que sempre proclamou Maria como mãe e a recorreu como nossa intercessora junto de Seu Filho Jesus. “É um ano para celebrar, para comemorar, para louvar a Deus, mas também para reaprender com Nossa Senhora como seguir Jesus Cristo, como ser cristão hoje”, afirma o Cardeal-arcebispo Dom Sergio da Rocha, presidente da CNBB. A devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida não é apenas uma devoção do povo brasileiro como percebemos ao longo dos últimos anos. Além de milhares de peregrinos, romeiros, pagadores de promessas, devotos e fiéis, encontramos a figura do ilustríssimo Papa. O Papa Francisco que em sua primeira viagem ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude se declarou um verdadeiro devoto. Não é por acaso que no dia 3 de setembro de 2016, foi inaugura-
da nos Jardins do Vaticano, em Roma, uma imagem da santa padroeira do Brasil enviada de Aparecida, e coordenada pelo Cardeal-arcebispo, Dom Raymundo Damasceno Assis. Em uma entrevista ao um jornal, Dom Raymundo reafirma que a devoção a Nossa Senhora faz parte da história do Brasil e que “Maria sempre foi uma porta aberta ao conhecimento de Jesus; é o modelo de seguimento de Cristo, dos valores humanos que marcam a identidade religiosa do povo”. E completa dizendo que este é “ um ano Jubilar mariano que será um ano de graça, de
modo especial para o Brasil: um momento de louvor e agradecimento especial a Deus por tudo aquilo que Ele tem feito por nós, por intercessão de Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira e nossa Rainha”. Portanto, devemos nos voltar para este ano, aumentando ainda mais nossa devoção a grande mãe de Deus, que se fez serva, obediente e discípula-missionária de Jesus. Devemos enxergar em Maria as virtudes necessárias para sermos autênticos cristãos comprometidos com o Reino de Deus. Maria é o modelo de fé, pois soube ser luz para o mundo. Nossa Senhora foi “aquela que acreditou, por isso és feliz” (Cf. Lc 1,45). E “de fato, na mãe de Jesus, a fé mostrouse cheia de fruto e, quando a nossa vida espiritual dá fruto, enchemo-nos de alegria, que é o sinal mais claro da grandeza da fé. “ (Lumen Fidei, 58). Aproveitemos, pois, este ano da graça de Deus e está dádiva que nos foi dada para reafirmar nossa fé como Maria, que pelo seu amor nos encaminha a Cristo. Segue algumas sugestões pessoais para este ano: rezar o terço; rezar o santo oficio mariano; rezar novenas marianas recorrendo a Maria; leituras de livros Marianos; e sobretudo participar das missas solenes em louvor a grande mãe de Deus. Que a graça de Deus, nosso Pai esteja conosco durante todo este ano, no qual o dedicamos inteiramente devoção a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, padroeira do Brasil. Seminarista Ramon Aurélio Junior da Cunha
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Santa Bernadete Conheça a história de Santa Bernadete Soubirous que ainda adolescente ouviu um “chamado” e entendeu sua vocação. Santa Bernadete nasceu perto de Lourdes, na França, no dia 7 de janeiro de 1844, tinha mais oito irmãos e era a mais velha. Seu pai era pobre, operário de um moinho de farinha, e eles não tinham muitas condições. Por isto, Bernadete na infância foi pastora e doméstica, e quando a situação ficou mais difícil foram morar na cidade de Lourdes, em um local muito sujo e sem condições, e a saúde de Bernadete que não era muito forte, piorou, ela teve asma e cólera, e além de tudo ela não pode ir para escola, ficando sem saber ler ou escrever até os 14 anos. Mas em 11 de fevereiro de 1858, começou a mudança na vida de Bernadete. Ela, sua irmã Toinette e a amiga Baloume foram buscar lenha na gruta de Massabielle (rocha velha). Nesse dia Santa Bernadete viu uma mulher de branco, com um rosário na mão e um cinto brilhante, mais tarde, esta mulher da visão se revelaria como Nossa Senhora da Imaculada Conceição. No momento da visão Bernadete ficou com medo e começou a rezar o terço. Seu coração se acalmou e ela viu que se tratava de uma aparição de Nossa Senhora. Depois deste dia Bernadete teve ainda dezoito aparições de Nossa Senhora. Em uma das aparições Nossa Senhora mandou que Bernadete cavasse o chão na gruta Massabielle. Onde ela cavou, brotou uma fonte de água pura que jorra cerca de 5 mil litros por dia até os dias de hoje. Já aconteceram muitas curas a doentes que se banham nas águas abençoadas da gruta de Lourdes. Maria pediu a Santa Berna-
dete que fosse à gruta por 15 dias, e no 16º dia ela revelou como queria ser chamada. Nossa Senhora disse: Eu sou a Imaculada Conceição. Bernadete contou ao padre da região, que acreditou nela, pois não seria possível de outra maneira Bernadete saber do Dogma de Nossa Senhora, pois como já sabemos ela era analfabeta e de família muito Humilde. Em uma das aparições, Nossa Senhora disse a Bernadete: Não prometo fazer-te feliz nesse mundo, mas sim no outro. E, de fato, Bernadete foi submetida a inúmeros interrogatórios, dúvidas e questionamentos por parte de autoridades da Igreja e das pessoas que não acreditavam no que ela tinha visto, porém, para espanto e admiração de todos, Bernadete defendeu as aparições de Nossa Senhora com muita força e convicção, sem deixar de lado sua simplicidade e humildade. Santa Bernadete realizou muitos milagres em vida e mais ainda após a sua morte. Dois milagres em vida ficaram muito famosos. Um recém-nascido tuberculoso, desenganado pelos médicos, foi levado por sua mãe ao convento para Santa Bernadete acabar de bordar a roupa dele, e quando sua mãe lhe colocou a roupa ele ficou curado. Outra mãe levou sua filha aleijada ao convento e pediu para Bernadete segurá-la. A superiora diz para que ela não a deixasse no chão, mas logo Santa Bernadete a deixa brincar e correr para todos os lados, pois ficou milagrosamente curada. A notícia dos milagres e visões de Bernadete se espalharam e muitas pessoas vinham procurá-la de todas as partes.
Para fugir dessa gente, Bernadete se internou no hospital das Irmãs de Caridade em Nevers, Lourdes. Ali ela recebeu aulas, aprendeu a ler e escrever, e ela mesmo escreveu o primeiro relato das aparições de Lourdes, que em de 1862, o Monsenhor Bertrand Séveré Laurence, Bispo de Tarbes, reconheceu oficialmente. No convento, Bernadete sentiu confirmada sua vocação para a vida religiosa e em 1867, fez a profissão religiosa nas Irmãs da Caridade de Nevers. Bernadete dedicou sua vida à ajuda aos necessitados como enfermeira. Assim ela se sentia realizada, podendo demonstrar o amor de Deus aos doentes, dando-lhes alento, conforto e esperança, assim viveu até sua morte. Santa Bernadete sofria de uma doença que a deixou totalmente paralisada em seus últimos anos de vida. Ela faleceu no dia 19 de abril de 1897, estando totalmente imobilizada na cama. Quando morreu, grande multidão foi ao convento prestar suas homenagens e orações a Santa Bernadete. Seu sepultamento teve que ser adiado para que todos pudessem dar o último adeus a Bernadete. Trinta anos depois de sua morte quando começou o processo para torna-la Santa, o seu caixão foi aberto e para o espanto de todos, seu corpo estava do mesmo modo como ela tinha sido enterrada, apenas o seu hábito estava úmido e o rosário em suas mãos estava oxidado. O povo passou a chamar
Santa Bernadete de Santa Dormente pois, em seu leito de morte, parece que ela está apenas dormindo, e ainda hoje mais de cem anos depois de sua morte, seu corpo continua intacto e está exposto em uma redoma de vidro, na Igreja do Convento de Saint Gildard de Nevers. Depois dos milagres estudados e confirmados, houve a canonização de Santa Bernadete de Lourdes no dia 8 de dezembro de 1933, festa da Imaculada Conceição. A santidade de Bernadete foi confirmada ao longo de sua vida no convento, todos testemunhavam o amor, a fé, a perseverança e o carinho que Santa Bernadete demonstrava para com todos. Sua festa é celebrada no dia 16 de abril. Na França também é comemorada dia 18 de fevereiro. Junto à gruta foi erguido um belíssimo e grandioso Santuário, o Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, para onde vão muitos fiéis todos os anos, em busca de renovação de fé, conforto espiritual e curas, e nunca deixaram de se banhar nas águas da gruta. Com esta história aprende-
mos que Deus tem uma missão para todos nós, crianças, adolescentes, jovens, homens, mulheres, ricos ou pobres, o importante é que possamos sempre fazer a nossa parte para um mundo melhor. Então como Santa Bernadete vamos manter nossos olhos e corações abertos, para que possamos entender o que Deus deseja que façamos. A oração a Santa Bernadete possa nos ajudar a confiar em Nossa Mãe Maria como ela confiou. ORAÇÃO A SANTA BERNADETE Senhor, vós que dignastes conceder à jovem Bernadete a graça de ver vossa Santíssima Mãe, e com ela conversar e orar, concedei também a mim uma maior devoção para com Maria Santíssima e a graça da boa saúde e disposição. Santa Bernadete Soubirous, rogai por nós. Patrícia Muricy Pascom - Orleans Fonte de pesquisa www.cruzterrasanta.com.br/ historia-de-santa-bernadette
Nesta história vimos que Santa Bernadete teve muitas qualidades e atitudes, que são muito importantes para que possamos viver bem a nossa Missão e entender o que Deus e nossa mãe Maria quer que façamos. Vamos procurar no caça palavras que atitudes e qualidades são estas.
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400 anos da Congregação da Missão Segundo o historiador vicentino P. Jose Maria Roman, " A origem da congregação da missão é inseparável da vocação pessoal de S. Vicente. " Deus falou para S. Vicente atreves de acontecimentos, muitas vezes inesperados e surpreendentes ligados de maneira especial aos pobres e sua evangelização. Os acontecimentos (fatos marcantes em sua vida) o interpelaram e mudaram radicalmente sua vida e sua missão. FOLLEVILLE E A MISSAO Esta foi sua primeira e decisiva experiência Vicente na época exercia o cargo de educador da família dos Gondi. Em Gannes, pequeno vilarejo, foi chamado a atender a confissão de um moribundo. O exortou a fazer a confissão geral. Depois desta confissão o senhor proclamou publicamente que se não tivesse feito aquela confissão, se teria condenado. A seguir a Senhora de Gondi fez a seguinte colocação! ": Se este homem que passava por homem de bem, estava num estado de condenação, que acontecia com os demais que vivem tão mal? Ah! Padre o que é isto? O que acabamos de ouvir?...ah! Padre Vicente quantas almas se perdem! Como remediar tal situação". Decidiram de comum acordo que S. Vicente faria um Sermão sobre a confissão geral. A data escolhida foi na quarta-feira, 25 de janeiro de 1617, dia da conversão de S. Pau-
lo, em pleno inverno europeu. O sermão teve muito êxito. São Vicente somente muito tempo depois, consideraria aquele sermão como o primeiro sermão da missão, e anunciaria esta data como a da fundação carismática da CM (Congregação da Missão). " Na verdade, naquele dia não fundou nada, porém a experiência vivida marcou para sempre a Vicente de Paulo que, graças a ela, encontrou sua vocação pessoal: a evangelização dos pobres, e em concreto, dos pobres camponeses, mediante as missões. Esta vocação pessoal estava chamada a ser a vocação comunitária da CM" (Roman). "Concretamente, Vicente de Paulo partiu de um olhar sobre a vida, e não uma teoria sobre a missão. Ele mesmo reconhece que é o amor dos pobres que explica a tarefa da Companhia da Missão: " vamos, pois, meus caros irmãos, e
dediquemo-nos com um novo amor a servir os Pobres, e mesmo, procuremos os mais pobres e os abandonados". " Em Folleville, Vicente se entrega definitivamente ao evangelho de Jesus Cristo, à Igreja, à salvação, 'a conversão dos Pobres e à proclamação da misericórdia de Deus. " (P. Mizael P.) Esse 25 de janeiro foi um divisor de águas na vida de Vicente.Já não encontrava sentido permanecer na capital do reino, Paris, cuidando e instruindo filhos dos Gondi, que teriam muitas possibilidades na vida, enquanto que o povo pobre camponês estava abandonado. Muitos anos mais tarde, V icente fazendo uma releitura de sua vida e missão, começou a celebrar este dia, dando graças a Deus pelos frutos e bênçãos conseguidos por aquele primeiro sermão da missão. Considerará esta data 25 de janeiro de 1617 como nascimento da Congregação da Missão. Em Gannes - Folleville , Vicente descobre 4 realidades elementares, sintetizadas pelo P. ROMÁN: 1 -O Campesinato Frances se encontra em uma situação religiosa desastrosa. 2-A responsabilidade primeira desta situação recai sobre os padres malformados, ignorantes e pouco zelosos. 3- Não existem ordens ou congregações que se ocupem da evangelização dos pobres do campo. 4-A missão, orientada `a confissão geral, com todas suas
Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM
exigências catequéticas e sacramentais, se apresenta como remédio eficaz. O Quarto Centenário da CM é tempo para aprofundar o conhecimento da experiência histórica do P. Vicente, sua riqueza evangélica, sua expansão e sua encarnação histórica ao longo dos 400 anos; é hora para, a exemplo do P. Vicente, conhecer bem e de modo solidário a realidade atual dos pobres, e avaliar as experiências históricas vicentinas;é momento para agradecer o dom do carisma, a partir de um esforço sério para fortalecer e atualizar os compromissos do P. Vicente que são abraçados por seus seguidores ao longo da história.. O quarto centenário é tempo oportuno para voltar às fontes e descobrir o vigor e a novidade do carisma vicentino, aprofundando a experiência do encontro com o Cristo evangelizador dos pobres, como condição essencial para experimentar a vitalidade da experiência vicentina" (P. Eli Chaves, exConselheiro Geral da CM em Roma).
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Pastoral do Dízimo
Dizimistas Aniversariantes de Fevereiro - 2017
MATRIZ Ademir Jose Boll Adriana Lima Gomes Alibio Roberto Vicente Amalia Klos Amilton Beraldo Ana Caroline Wendland Patrick Michael Motta Correia Anastacia Spake Obrzut Anderson Pacheco Juliane Milita R. Pacheco Andrea Cristina Ribeiro Carlos Eduardo F Francisco Cassio Santos Fabiane Aparecida Donadelli Santo Celia Regina Nabosne Cicero Abilio da Silva Maria Aparecida Ledier Edison Luiz Canha Zeferina Fatima da Rosa Canha Eliana Fernanda Lopes Pereira Anísio de Almeida Geraldo Spak Gilberto da Luz Pereira Rosa da Luz Pereira Irene da Silva Itamir Alexandrette Ivany de Oliveira Jalbemi da Silva Antonia Camargo da Silva João Maria de Agostinho Jose Maria da Costa Cassilda Gaspar Malta Costa
Josepha Schultz Biscouto Juliana Zanin Lenir do Rocio O. Raimundo Pailo Vida de Melo Leocádio José Tatarem Tania Decker Tatarem CASAMENTOS Longuina Dering Ludovico Carneiro Luiz Martins Pereira Ilda Ortiz dos Santos Pereira Marco Aurélio Vanel Ivanira P. Vandel Marcos Roberto de Borba Nair Boner de Borba Maria De Fatima dos Santos Maria Rosa Benedita Ferreira Bold Bruno Iardino Boldorino Maria Sucheviz Germano Sucheviz Marilze Ap. Costa Tozati Julio Cesar G.Tozati Monica Domanski Paulo Cesar Mochinski Mirian Maria Kloss Mochinski Pietro Bruni Rosane Sandrin Alexandretti Itacir Alexandretti Rosemilda Elias da Silva Rosilda Aparecida Plovas Sebastiao Bento Aparecido Selma Silva Machado Aparecido
Sergio Kmiciek Tarcizio Valentin da Costa Eloyna Costa Vilma Dzbik de Lima Wagner Emmanuel Achy Waldevino Pimentel Monteiro Wiliam de Almeida Fonseca Adelia Ratuszngi Fonseca CÔNJUGES Angelo Antonio Bizinelli Cacio Vinicius Araujo Ivanira P. Vandel Jorge Luiz Bientinezi Jose Valdir Marcante Julia De Macedo Dick Lenir Do Rocio de O. Raimundo Maria de Fátima Luza Müller Maria de Fátima Vacilikiv Maria Ines Ap. Crispim Maria Machado Mario V. Dal Borco Neusa Dupcki Parana Fontanelli Rosa da Luz Pereira Rosalia C. Brehmer Santina Raimunda Braz CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS JARDIM GABINETO Celso Simplicio José João Sestrem José Luiz Siqueira
Juliane Antunes Juvenil Moraes Felizardo Maria Aparecida Moreira Maria das Graças Campos Maria Enira de Oliveira Noel Cordeiro Marcondes Raphaela Lopatiuk Aguiar Rosa Aparecida de Lima Sergio David Kovalski Vera Lucia de Abreu Senhuk CAPELA SAGRADA FAMÍLIA JARDIM GUARANI Janete Broto Candioto Mélio De Souza Olivera Maria Jakomiv Luiz Litza Osvaldo Valentin Edson Baleeiro Rodrigues Aparecida de Fátima Ferreira Aguinaldo de Menezes CASAMENTOS Francisco D. P. Souza e Regina Marta Marcondes Tomas e Arair Liça Gentil e Rosa Gonçalves Paulo e Fátima Vichinhesvski Valdemir e Janete Candioto Alcides e Verônica Litza Osvaldo e Domítilia Valentin Luiz e Matilde Kososki Luiz Carlos e Margarete Novacowski
Errata - Dizimistas da Matriz - Aniversariantes de Janeiro - 2017 Adilir Alves Martins Adriano Isaque Adriano Isoquemaia Adriano Muraro Agrilson Ramos dos Santos Alvaro Moreira Castilho Amelia Pacheco Schultz Amir Cassemiro Andrea Arruda Vaz Antenor Lopes Pedroso Antonio Jose Gonçalves Antonio Laskoski Augusto Langa Carla Maria Szychta Casemiro Ksanovski Cicero Abilio da Silva Cleide Wiezbicki Cleomara Jacob Muchiuti dos Sant Daiane Rodrigues Ferreira Dinalberto Cunha Dorcelia Lopes de Deus Doriedson Ferreira Padilha Edson Luiz de Medeiros
Elabebeth Myller Garcia Elizabete Pacheco Elizangela Bortolan Esperanca Maria Remor Evelize S.Beccalli Mielke Fernando José da Silva Francisco Sergio Alves Givaldo Alves da Silva Ildefonso Debur Ildefonso Lago Ines Gogola Jane Ferreira Oliveira Jeferson Rodrigues E Angela Mari Jocemar Silvestre Cisz José Carlos Rizzon José Luis Viana José Marzarotto Sobrinho José Melchior Rodrigues Peixoto José Osmar Rodrigues José Patczyk Josiane Aparecida Tavares Julio Brudnick Katia R. Bressan
Leocadia Doering Kliscievski Lucia Zita Schmitt Luciani de Souza Amaral Santos Luiz Carlos Marques Maria Cristina Kotvisky Maria da Luz de Abreu Maria de F F de Paula Maria Do Carmo Fernandes Coelho Maria Dolores Knaut Alves Maria Ines Santos Maria Lemes Cordeiro Maria Nilce Spaki Marilda Maria Schultz Marilea Weinschutz Grben Mauro Ferreira dos Santos Nelson Ciupka Neri da Silva Melo Neuri da Luz Pereira Nilmara Pinto Calvacante Nilson Moreira da Silva Oneida Francisco Oliveira Ordeli Carlos Assuncao Paulo Alves Rodrigues
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Paulo Augusto da Rosa Priscila P.R.França Elias Protasio Rompkovski Rafael Gorski Reginaldo Felippe Renata Guelfi Rodogel Posser Borges Salete Laskoski Przepiura Salomea Grochoski Santa Prestes Rodacoswiski Selma Francisca Ferreira Severino Ferreira Do Vale Shirlei Pinho Oliveira Simone T. da Silva Soares Sonia Maria F. de Araujo Teresinha Santos da Rosa Terezinha Pedro Terezinha Santos da Roza Thômas Andrade Vaz Valdenicio Pereira da Silveira Vera Kmiciek Vicente Vrubleski Yone Rodrigues Lipinski
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Retrospectiva 2016 Missa Missionária
Terço nas Casas
Celebração Batismo
Este ano que passou foi um ano bem movimentado em nossa Paróquia com a graça de Deus. Contamos com a participação efetiva de todas as nossas pastorais e conselhos, num trabalho incansável de trazer um crescimento na espiritualidade de toda a nossa comunidade, o que na verdade é o objetivo mais importante para uma paróquia. A paróquia sempre busca nos proporcionar um encontro pessoal com Cristo. Assim sendo, tivemos a oportunidade de participar e crescer através de vários acontecimentos. Tivemos Missas, Adorações, Procissões, Retiro Paroquial, Retiros de jovens, Retiro de casais, Retiros catequéticos (crianças, adolescentes, jovens e adultos), Trezenas, Novenas, Formações e oficinas, Celebrações do batismo, Coroação de Nossa Senhora, Horas Santas, Bênçãos diversas (pessoas, objetos, alimentos, animais, carros), Corpus Christi, Semana Santa, Tarde Eucarística, Delegação de Acólitos, Feira de Liturgia, Investiduras de Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão, Catequese (crianças, adolescentes, jovens e adultos), 1ª Eucaristia, Crismas, Matrimônios, Missões de jovens e adultos, Tríduos e festas dos padroeiros, Semana da Família, Peregrinação, Aniversário de Dedicação e de 80 anos da Paróquia, Natal, Eventos comemorativos (Dia das mães, Pais, das Crianças, Noites do pastel, Sopa, Festivais de prêmios), dentre várias outras atividades. Agora relembrem conosco, através de nosso registro fotográfico, como que 2016 foi um ano fecundo de muitas bênçãos e graças derramadas pelo nosso bom Deus. Acompanhe os eventos e fotos em nossa página www.facebook\ParoquiaSantoAntonio-Orleans. Eloyna Costa - CPP
Coral Infantil
Festa de Santo Antonio – Trezenas, Quermesse, Benção de veículos e Almoço Festivo
Festa Padroeiros
Encontro Jovens Missionários
Corpus Christi
Despedida Pe. Pedro
Delegação Acólitos
Festa de Santo Antonio – Trezenas, Quermesse, Benção de veículos e Almoço Festivo
Posse Padre Fabiano
Seminário Vicentino
Formação Agentes de Batismo
Coroação de Maria
Nossa Senhora Aparecida e Festas para Crianças
Entronização relíquias São Zygmunt Felinski, festas e eventos Instituto
Retiro Catecumenato
Eucaristia, Crisma e Catecumenato
Capelinhas
Catequese
Finados
Semana Santa
Festas Juninas
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Noite Cultural
Benção das Gestantes
Missa de Envio para JMJ
Batismo
Missionários
Encontro de Noivos
Retiro Catequese
Homenagem
Casamento Comunitário
10 Curitiba.fevereiro.2017
Como se preparar para a Páscoa? Como viver a Quaresma? Neste tempo de Quaresma, em
ajuda a vencer o egoísmo e é uma
que nos preparamos para celebrar
grande arma que nos encaminha
o evento da Cruz e da Ressurrei-
para a conversão.
ção, no qual o Amor de Deus redi-
No primeiro domingo da Qua-
miu o mundo e iluminou a histó-
resma vamos relembrar as tenta-
ria, desejo a todos vós que vivais
ções que Jesus sofreu no deserto.
este tempo precioso reavivando a
Assim podemos perceber que da
fé em Jesus Cristo, para entrar no
mesma maneira que Jesus foi ten-
seu próprio circuito de amor ao Pai
tado, mas resistiu às tentações,
e a cada irmão e irmã que encon-
também nós precisamos desse
tramos na nossa vida. (Bento XVI)
tempo anual de preparação. Pedi-
Não por acaso, o ano litúrgico
mos no Pai Nosso: “Não nos dei-
não coincide com o ano civil. Des-
xeis cair em tentação”, o pedido
de novembro de 2016 já vivemos
não é para que a tentação não
o ano litúrgico atual, que se iniciou tras maneiras pela existência de de Deus por nós. As obras de pe- aconteça, mas que se aconteça, com o Ciclo do Natal, recém en- um tempo especial de preparação. nitência são o jejum, a oração e a estejamos firmes, com a nossa cerrado com as solenidades da O Advento nos prepara para o nas- caridade. casa construída sobre a rocha. epifania e do batismo do Senhor. cimento e a Quaresma nos prepaQue esse tempo que precede a O jejum é um pequeno sacrifíEstamos vivendo o início do tem- ra para a ressurreição de Jesus cio que nos lembra que não pode- Páscoa seja propício para uma repo comum e já se aproxima o Ci- Cristo nas nossas vidas e comuni- mos alimentar somente o corpo, flexão pessoal, para valorizar a esclo Pascal, que se inicia com a Qua- dades. mas também a alma, o ser huma- mola e os pequenos atos de cariresma. Uma palavra para definir a Qua- no na sua totalidade. A oração nos dade que podemos fazer ao próAs celebrações mais importan- resma: conversão. É tempo de aproxima e nos coloca mais à dis- ximo e que assim possamos celetes da nossa fé são, respectiva- conversão e penitência, para rea- posição de Deus, nos faz verdadei- brar dignamente o Tríduo Pascal mente, a Páscoa e o Natal, e essa vivar a fé e perceber de uma ma- ros discípulos. A caridade é expres- que se aproxima. importância se exprime entre ou- neira ainda mais intensa o amor são máxima do cristianismo, nos Hernando Santana Pinto
VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA Horário de atendimento: SEGUNDA A SÁBADO - DAS 08H ÀS 17H - (41) 3285-4101
REUNIÕES DO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.
Curitiba.fevereiro.2017 11
CF 2017 - Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida A Quaresma, tempo forte de penitência e conversão, anualmente nos encaminha para vivermos e celebrarmos a Páscoa do Senhor de forma autêntica e integral. A Igreja no Brasil há vários anos também propõe nesta ocasião, com a Campanha da Fraternidade (CF), a reflexão e o agir concreto sobre um tema específico. Neste ano o tema da CF é "Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida", iluminada pelo lema bíblico: "Cultivar e guardar a Criação" (Gn 2,15). Quem já teve a oportunidade de conhecer outras regiões do Brasil, e mesmo os que já viram sobre elas na TV, internet ou outros meios, sabe da extraordinária beleza, exuberância e variedade da natureza brasileira. Os estudiosos do assunto nos deram uma palavra para designar o conjunto de vida animal e vegetal, o clima e a formação de uma determinada região: o bioma. Oficialmente, temos seis biomas no Brasil: a Mata Atlântica, no qual estamos situados, e que alcança a maioria do litoral do país e um pouco do interior; a Amazônia, que predomina na região norte do país; o Cerrado, espalhado pelo planalto central de nosso teritório; o Pantanal, que fica nas planíci-
es alagáveis do Centro-oeste; a Caatinga, localizada quase totalmente no interior do nordeste; e o Pampa, bem no sul do país. Cada um destes biomas possui uma natureza própria e especial que transmite uma mensagem diferente, um ambiente que manifesta uma beleza particular pelo seu
modo de ser e abriga a vida em condições exclusivas que não podem ser encontradas nos outros biomas. A grandiosidade da Amazônia impressiona a qualquer um e nos apresenta o esplendor da Criação. A perseverança da vida na Caatinga em condições tão severas e com tão pouca água mostra como a vida
é capaz de persistir. O Cerrado, que possui muito mais raízes que troncos, galhos e folhas, nos ensina o quanto é importante encontrarmos a fonte da água da vida, que é o que nos mantém. A variedade e riqueza da Mata Atlântica manifestam a pluralidade das criaturas, cada uma com sua identidade e missão. O Pantanal expressa como, com o tempo, as condições de vida mudam, na cheia e na seca, e como a vida se adapta às circunstâncias de cada tempo. O Pampa, na sua simplicidade e rusticidade, ensina que se pode viver muito bem de forma moderada, austera e sóbria. No entanto, todo esse tesouro está ameaçado. Qualquer um de nós, sem muito esforço, é capaz de perceber que há um desequilíbrio entre aquilo que a natureza nos oferece e a nossa ganância sobre ela. Em nome do "desenvolvimento" e "progresso" os biomas vem sendo vítimas de uma exploração desmedida, que nem sempre se preocupa em saber até quando a natureza suportará tudo o que fazemos a ela. Também é oportuno perguntar: "Desenvolvimento" para quem? "Progresso" para quantos? E a que custo? Se continuarmos nesse ritmo, o que deixaremos para nossos
Pe. Eliézer Okonoski CM. Vigário Paroquial
filhos? Netos? Como estamos tratando a água? O solo? A vegetação? Quantas coisas usamos e jogamos fora? E se todo o mundo fizesse o que eu faço, como estaria o mundo? Tem muita coisa de que precisamos pedir perdão a Deus e à Criação. Além de pedir perdão, também é preciso mudar nosso modo de viver. "Cultivar e guardar a Criação" (Gn 2,15) foi a missão dada por Deus ao homem e à mulher, apresentada no relato da criação, no livro do Gênesis. Como estamos cuidando deste jardim que é o mundo, onde Deus nos colocou para cultivá-lo e guardá-lo? Em algum momento precisamos quebrar a inércia de continuar sempre fazendo o mesmo. Talvez será necessário renunciarmos a alguma comodidade ou luxo, mas faremos tudo isso inspirados pelo espírito quaresmal de conversão e penitência! "Cultivar e guardar a Criação", esta também é a nossa missão!
Aconteceu
12 Curitiba.fevereiro.2017
CAPELA SAGRADA FAMÍLIA
No dia 04/12/16, com muita emoção e alegria, aconteceu na Capela Sagrada Família o Batismo da pequena Marina, celebrada pelo Pe. Fabiano. Que pela intercessão da Sagrada Família, Deus conceda muitas bênçãos aos pais, padrinhos e à Marina. EPIFANIA DO SENHOR No dia 08/01/17, foi celebrado a Solenidade da Epifania do Senhor, ou seja, a manifestação do Salvador para todos os povos, nações e culturas e a caminhada dos Reis Magos guiados pela Estrela até o encontro do menino Jesus, encenados pelas crianças da Capela Sagrada Família.
MOVIMENTO DE IRMÃOS COORDENAÇÃO 2017/2018 O casal Ademir e Ângela Freitas assume a Direção do Movimento de Irmãos da Matriz da Orleans neste novo biênio. Terão a coordenação composta pelos seguintes casais: CASAL EVENTOS: Marcelo e Sandra Loos Ramos CASAL SECRETÁRIO: Leocádio e Tânia Tatarem CASAL LITURGIA: Mario e Gislaine Gogola, com o apoio de Juraci e Janete Boaron CASAL TESOUREIRO: Ademir e Geni Boll CASAL CONSELHEIRO: Reginaldo e Regina Felippe. Contam com a colaboração de todos os encontristas da Paróquia nas atividades do Grupo e nas Comunidades. Desejamos a todos um período de paz, amor e união a todas as pastorais e aos irmãos desta nossa querida Paróquia. E que Deus nos abençoe! Shalom!
Curitiba.fevereiro.2017 13
MATRIZ - SANTO ANTONIO HORÁRIO
02
19h
FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR (BÊNÇÃO DE VELAS)
18h
HORA SANTA APOSTOLADO DA ORAÇÃO
04
19h
BÊNÇÃO DE VELAS
05
8h
BÊNÇÃO DE VELAS
08
20h
SOLENIDADE DE ANIVERSÁRIO DE DEDICAÇÃO DA IGREJA PRÓPRIA
11
8 às 17h
DIA DE CONVIVÊNCIA - MISSÃO JOVEM
12
8 às 16h
RETIRO DE FORMAÇÃO DOS MISSIONÁRIOS
12
10h
APÓS MISSA - BATIZADOS
13
19h
TREZENA ANUAL
20
20h
FORMAÇÃO DE LITURGIA
24
19h
HORA SANTA MEC´S
Vem aí
DIA
03
ATIVIDADE
TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS 19h30 TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS 19h NOVENA A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS
CAPELA N. SRA. DE MONTE CLARO DIA
ATIVIDADE
11 JANTAR DANÇANTE - CONJUNTO GAITAÇO GALPONEIRO
CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA
HORÁRIO
ATIVIDADE
13
20h30
MISSA E NOVENA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA
14 Curitiba.fevereiro.2017
Comunidade de Comunidades: uma nova paróquia Ao longo deste ano, pretendo apresentar os pontos principais deste documento que deverá dirigir as nossas paróquias pelos próximos anos. Ele é um fruto de um longo trabalho realizado em toda Igreja do Brasil. Inicialmente ele surge como um estudo, n. 104, amplamente discutido, refletido e analisado em nossas igrejas. O seu conteúdo é bastante acessível, pois escrito numa linguagem bastante coloquial e simples. Neste primeiro artigo vou apresentar o documento, uma espécie de introdução, para aos poucos ir desenvolvendo os 06 capítulos que o compõem. A Igreja é comunidade. A comunidade torna visível a Igreja. A Igreja tem início com a pregação da BoaNova, o Reino de Deus manifestado nas palavras, obras e na presença de Cristo. Uma paróquia comunidade de comunidades é dinâmica, missionária. Consiste em ampliar a formação de pequenas comunidades de
A conversão pastoral da paróquia. Documento Número 100 - CNBB
discípulos convertidos pela Palavra de Deus e conscientes da urgência de viver em estado permanente de missão. Há séculos a paróquia tem sido a presença pública da Igreja nos diferentes lugares. No entanto, a mudança de época da sociedade e o processo de secularização diminuíram a influência da paróquia sobre o cotidiano das pessoas. Cresce o desafio de renovar a paróquia em vista da missão. A atual paróquia necessita de uma conversão pastoral. Para
tanto, será necessário aplicar a eclesiologia proposta pelo Concilio Vaticano II, consolidar a proposta do documento de Aparecida e concretizar as diretrizes da CNBB que insistem na renovação paroquial. O texto do Documento 100 é constituído de 06 capítulos, seguindo o método ver, julgar e agir. VER - Capitulo 1- Sinais dos tempos. JULGAR - Capítulo 2 - Recuperação de dados bíblicos sobre as primeiras comunidades cristãs. Capitulo 3 Breve histórico do desenvol-
vimento das comunidades paroquiais. Capitulo 4 - Fundamentos eclesiológicos da comunidade a partir do Vaticano II. AGIR - Capitulo 5 Sujeitos e tarefas da conversão pastoral. Capitulo 6 Proposições para uma nova paróquia. As questões que norteiam o documento 100 são: qual é a situação de nossas paróquias hoje? Quais são as causas de certo esfriamento na comunidade cristã? O que é preciso perceber para que ocorra uma mudança? Que aspectos merecem uma revisão urgente? O que é possível propor e assumir na pluralidade da realidade brasileira? É preciso ampliara formação de pequenas comunidades de discípulos convertidos pela Palavra de Deus. A Igreja deve estar em estado permanente de missão. A urgência da missão supõe desinstalar-se e ir ao encontro dos irmãos. O Papa Francisco, através do documento 'Evangelii Gaudium' pro-
Pe André Marmilick
põe uma Igreja em saída, que vá ao encontro das pessoas afastadas e abandonadas pela Igreja. Como diz o próprio papa "prefiro uma Igreja acidentada, ferida e enlameada por ter saído pelas estradas, a uma Igreja enferma pelo fechamento e a comodidade de se agarrar às próprias seguranças. Espero que nos mova o medo de nos encerrarmos nas estruturas que nos dão uma falsa segurança, nas normas que nos transformam em juízes implacáveis, nos hábitos em que nos sentimos tranquilos, enquanto lá fora há uma multidão faminta e Jesus repete-nos sem cessar: dai-lhes vós mesmos de comer".
O vendedor de sonhos Quem se arrisca a segui-lo. Pense um pouco. Porque seguir esse homem? Quais são as credenciais daquele que fez a proposta? Que implicações sociais e emocionais ele terá? O vendedor de sonhos era um estranho para os dois irmãos. Não tinha nada de palpável para oferecer a esses jovens. Você aceitaria tal oferta? Largaria tudo para entregar a sua vida em prol da humanidade? Jesus não prometeu es-
tradas sem acidentes, noites sem tempestades, sucessos sem perdas, parecia loucura segui-lo. Teriam que explicar para os amigos e parentes sua atitude. Mas como explicar o inexplicável? Pedro e André foram atraídos pelo vendedor de sonhos, mas não entendiam as consequências de seus atos. Só sabiam que qualquer barco, ainda que fosse o maior navio seria pequeno demais para conter seus sonhos. Pouco depois o mestre da
vida encontrou dois outros irmãos mais novos e inexperientes, eram Tiago e João, eles estavam à beira da praia concertando as redes. Ao seu lado se encontrava seu pai e os empregados. O mestre se aproximou deles fitou-os e fez o mesmo e intrigante convite. Não os persuadiu, não ameaçou nem pressionou, apenas o convidou. Foram cinco segundos que mudaram suas vidas. Foram
cinco segundos que abriram as janelas da memória que continham anos de anseio pela liberdade da nação oprimida. Zebedeu, o pai ficou pasmo com a atitude dos filhos. Queria que seus filhos fossem prósperos no território da galileia, mas veio alguém e lhes ofereceu o mundo, chamou-os para trabalhar no coração humano. Autor Anônimo Colaboração: Gabriel Szychta
Curitiba.fevereiro.2017 15
Voto feminino e seu marco histórico O voto é um dos maiores instrumentos de exercício do direito de todos os cidadãos membros da nossa sociedade, sendo tal direito exercido por homens e mulheres de todo o país. Porém, infelizmente, nem sempre foi assim. O dia 24 de fevereiro de 1932 foi o maior marco na história da mulher brasileira, pois foi promulgado o Código Eleitoral Brasileiro (Decreto n.º 21.076), durante o governo do Presidente Getúlio Vargas, passando, não somente o voto feminino no Brasil ser garantido, mas as mulheres serem eleitas em cargos públicos no poder executivo e legislativo, depois de várias lutas e campanhas em prol dos direitos femininos na sociedade. Contudo, tal direito ao voto conferido às mulheres em 1932 havia restrições. O Código Eleitoral Brasileiro somente autorizava votar e ser elegível as mulheres casadas e com autorização expressa de seus maridos, e as viúvas e solteiras que tivessem renda própria, restando as demais marginalizadas sem poder participar dos pleitos eleitorais. Somente a título de curiosida-
de, a primeira mulher a ter o direito de exercer seu voto neste país foi Celina Guimarães Viana. E isso muito antes do advento do Código Eleitoral de 1932. Aos 29 anos, Celina, juntamente com outras mulheres, pediram em um cartório da cidade de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para ingressar na lista dos eleitores daquela cidade. Celina votou nas eleições de 5 de abril de 1928, aproveitando uma "brecha" da Lei n.º 660, de outubro de 1927, que fixava as regras para o eleitorado solicitar seu alistamento e participação, acrescentando um artigo que de-
finia o sufrágio (direito ao voto) sem "distinção de sexo". O caso ficou famoso mundialmente, mas a Comissão de Poderes do Senado na época, não validou o voto, todavia, a iniciativa de Celina passou a ser um importante marco na inserção da mulher no cenário da política eleitoral brasileira. Assim, no ano de 1934, as restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral com o advento da Constituição Federal do mesmo ano, embora a obrigatoriedade do voto fosse um dever do gênero masculino exercer.
Somente em 1946, a obrigatoriedade do voto foi estendida também às mulheres. Dessa forma, o direito ao voto feminino somente foi definitivamente alcançado após várias lutas históricas com mulheres pioneiras, como o caso de Celina, que lideraram as primeiras conquistas feministas e mostraram que lugar de mulher é também nos centros de decisão política do país, não sendo apenas esposa, mãe e dona de casa, como por muito tempo protagonizaram tais "papeis" na história mundial. Certo é que seja homem ou mulher, o direito ao voto tem que sempre ser exercido com ampla sabedoria, pois vivemos em uma sociedade que cada dia mais está sendo devastada pela corrupção que assola todo o nosso país e por isso, o voto consciente é nossa grande arma para começarmos a fazer, nem que seja aos poucos, a verdadeira mudança de mentalidade para um país melhor, trazendo para ele paz, harmonia e muita prosperidade, sem crimes, sem guerras e sem corrupção.
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16 Curitiba.fevereiro.2017
PROGRAMAÇÃO MISSAS/CELEBRAÇÕES - FEVEREIRO.2017 DIA
COMUNIDADE
BAIRRO
HORÁRIO
03
São Francisco de Assis
Jardim Gabineto
20h
04
Nossa Senhora do Carmo
Passaúna
17h
04
São Francisco de Assis
Jardim Gabineto
19h
04
São V icente de Paulo
Jardim Vitória
20h30
05
Nossa Senhorado Monte Claro
Rivier
08h30
05
Sagrada Família
Jardim Guarany
10h
13
Nossa Senhora de Fátima
Riviera
20h30
18
Nossa Senhora do Carmo
Passaúna
17h
18
São Francisco de Assis
Jardim Gabineto
19h
18
São V icente de Paulo
Jardim Vitória
20h30
19
Nossa Senhora do Monte Claro
Revier
08h30
19
Sagrada Familia
Jardim Guarany
10h
25
São Francisco de Assis
Jardim Gabineto
19h
25
Nossa Senhora de Fátima
Riviera
20h30
26
Sagrada Família
Jardim Guarany
08h30
26
Nossa Senhora do Monte Claro
Revier
10h
Observação: Onde houver Missas nos dias 03,04 e 05 de fevereiro haverá também bênção de velas e das gargantas. "Louvai O Senhor, porque Ele é bom, pois eterno é seu amor" ( Sl 107,1)