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Folhaorleans dezembro2017

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Ano XX - nº 248 - Dezembro.2017

Palavra do Pároco

Comunidade Novas Leis Sagrada Trabalhistas Família

Página 2

Palavra do Papa Francisco Página 3

Para as Crianças!!!

Página 14

Página 4

400 Anos da Congregação da Missão

Páginas 8 e 9

Página 6

Catequese

Mensagens para a Comunidade

Página 10

Seminaristas e Padre Garcia Página 11

Página 5

Padre Eliezer Página 12


Curitiba.dezembro.2017

Palavra do Pároco

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Natal - 2017

A solenidade de natal é um tempo propício para nos renovarmos interiormente, passando pelo processo de conversão. É a esperança de um mundo novo que surge ao vislumbrarmos a estrela de Belém. A vinda de Jesus é a maior expressão do amor de Deus Pai na vida da humanidade. A grande alegria consiste em saber que o Criador vem ao encontro da criatura, através de seu filho. Como podemos nos preparar para a chegada do Menino- Deus? Antes de qualquer fato, para que a mensagem de vida chegue até nós é preciso que

Expediente

esvaziemos nossos corações de todo orgulho e vaidade. Que em atitude de humildade peçamos perdão pela fome no mundo e perdão por não reconhecermos a Jesus no rosto de nossos irmãos. O natal nos dá oportunidades para passarmos de uma visão estreita e egoísta, para a grandeza do amor de Deus presente nos irmãos e em toda a natureza. Que a luz do amor Divino ilumine nosso olhar para que

PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Ingrid Klhen, Patricia de Oliveira Franco, Seminaristas do Seminário Nossa Senhora das graças, Cleber Teodosio - Seminarista, Atilio Bovo Neto, Tatiane M. Bueno Bovoe Eloyna Costa. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.

vejamos com clareza o projeto de promoção dos pequenos e abandonados. Que neste natal, como Maria, nos coloquemos diante de Deus: "Eis aqui a serva do Senhor", para que em nós se realize a vontade do Pai. Que preparemos a chegada do Mestre como o fez São João Batista. Somos convidados a dar um mergulho nas águas da vida nova para um natal de transformação. Estamos no tempo de redobrarmos nossa vigilância. Tempo de construirmos o Reino de Deus que Jesus veio trazer. Celebrar o natal é deixar Deus nascer dentro de nós, é ouvir a sua palavra e seguir sua vontade. O natal é tempo de resgatarmos os valores cristãos de simplicidade, partilha humildade e diálogo. Tempo de escutar a voz de Deus nos clamores do povo sofredor que passa fome por não ter pão, que sofre dores por não ter remédios e nem hospitais, que passa frio por não ter casa nem roupa, que se sente sozinho porque nos fechamos em nós mesmos, que desfalece porque não nos fazemos "bons samaritanos" para reerguê-lo. Se encarnarmos a mensa-

Pe. Fabiano Spisla / Pároco

gem que nos vem da gruta de Belém, acontecerá a transformação. Jesus vai atrair para si todos os povos e a justiça e a paz acontecerá. Jesus veio para transformar as estruturas da sociedade. Para isso é preciso que as pessoas mudem. O Natal acontece em cada gesto de caridade que realizamos. O Natal nos apresenta Jesus Cristo como o salvador da humanidade, como anunciou o anjo aos pastores: "Eis que vos trago boas novas que serão de grande alegria para todo o povo; é que hoje vos nasceu o Salvador, que é o Cristo, o Senhor". Natal é luz no mundo. É esperança renovada. Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. A continuidade do natal depende de cada um de nós. Feliz Natal com a benção do Menino-Deus.

CURTA AS FANPAGES DA PARÓQUIA: MATRIZ www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/ MENSAGENS PARÓQUIA m.me/ParoquiaSantoAntonioOrleans CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO facebook.com/Capelasvdp CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO facebook.com/capelanossasenhoradomonteclaro CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS https://www.facebook.com/profile.php?id=100003629483986&fref=ts CAPELA SAGRADA FAMÍLIA facebook.com/sagradafamiliajdguarani


Palavra do Papa

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Mensagem do Papa Francisco ao Dia Mundial da Paz rão um quadro de referência para propostas políticas e medidas práticas. Por isso, é importante que sejam inspirados por sentimentos de compaixão, clarividência e coragem, de modo a aproveitar todas as ocasiões para fazer avançar a construção da paz: só assim o necessário realismo da política internacional não se tornará uma capitulação ao cinismo e à globalização da indiferença.

O tema da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz desse ano é: “Migrantes e refugiados: homens e mulheres em busca de paz”. O dia mundial da paz será celebrado em 1° de janeiro de 2018. A seguir, um resumo do documento escrito pelo Papa acerca do tema: 1. VOTOS DE PAZ Paz a todas as pessoas e a todas as nações da terra! A paz, que os anjos anunciam aos pastores na noite de Natal, é uma aspiração profunda de todas as pessoas e de todos os povos, sobretudo de quantos padecem mais duramente pela sua falta. Dentre estes, que trago presente nos meus pensamentos e na minha oração, quero recordar de novo os mais de 250 milhões de migrantes no mundo, dos quais 22 milhões e meio são refugiados. Com espírito de misericórdia, abraçamos todos aqueles que fogem da guerra e da fome ou se veem constrangidos a deixar a própria terra por causa de discriminações, perseguições, pobreza e degradação ambiental. 2. POR QUE HÁ TANTOS REFUGIADOS E MIGRANTES? Em uma mensagem voltada à idêntica ocorrência no Grande Jubileu pelos 2000 anos do anúncio de paz dos anjos em Belém, São João Paulo II destacou o número crescente de refugiados entre os efeitos de uma sequência horrenda e sem fim, de guerras,

conflitos, genocídios e “limpezas étnicas” que abateram o século XX e perduram até hoje. Alguns consideram essas pessoas como uma “ameaça”. Eu (o Papa), pelo contrário, convido-vos a vê-las com um olhar repleto de confiança, como oportunidade para construir um futuro de paz. 3. COM OLHAR CONTEMPLATIVO A sabedoria da fé nutre este olhar, capaz de intuir que todos pertencemos a uma só família, tanto os migrantes quanto as populações locais que os recebem, e todos têm o mesmo direito de usufruir dos bens da terra, cujo destino é universal, como ensina a doutrina social da Igreja. Aqui encontram fundamento a solidariedade e a partilha. 4. QUATRO PEDRAS MILIÁRIAS PARA A AÇÃO Oferecer a requerentes de asilo, refugiados, migrantes e vítimas de

tráfico humano uma possibilidade de encontrar aquela paz que andam à procura, exige uma estratégia que combine quatro ações: acolher, proteger, promover e integrar. A Bíblia ensina que Deus ama o estrangeiro e dá-lhe pão e vestuário; daí a exortação: Amarás o estrangeiro, porque foste estrangeiro na terra do Egito Portanto – como escreve São Paulo – já não sois estrangeiros nem imigrantes, mas sois concidadãos dos santos e membros da casa de Deus. 5. UMA PROPOSTA PARA DOIS PACTOS INTERNACIONAIS Almejo do fundo do coração que seja este espírito a animar o processo que, no decurso de 2018, levará à definição e aprovação por parte das Nações Unidas de dois pactos globais: um para migrações seguras, ordenadas e regulares, outro referido aos refugiados. Enquanto acordos partilhados a nível global, estes pactos representa-

REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.

6. EM PROL DA NOSSA CASA COMUM Inspiram-nos as palavras de São João Paulo II: Se o “sonho” de um mundo em paz é partilhado por tantas pessoas, se valoriza o contributo dos migrantes e dos refugiados, a humanidade pode tornar-se sempre mais família de todos e a nossa terra uma real “casa comum”. Ao longo da história, muitos acreditaram nesse sonho e as suas realizações testemunham que não se trata de uma utopia. Entre eles conta-se Santa Francisca Xavier Cabrini, cujo centenário do nascimento para o Céu ocorre em 2017. Esta pequena grande mulher, que consagrou a sua vida ao serviço dos migrantes tornando-se depois a sua Padroeira celeste, ensinou-nos como podemos acolher, proteger, promover e integrar estes nossos irmãos e irmãs. Pela sua intercessão, que o Senhor nos conceda a todos fazer a experiência de que o fruto da justiça é semeado em paz por aqueles que praticam a paz. Tradzido, Resumido e Escrito Por Rodrigo Bochenek Fonte: La Santa Sede Vatican Papa Francisco


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A Sagrada Família de Nazaré A celebridade á devoção a Sagrada Família iniciou-se no século XVII, momento em que os cristãos começaram a entender que Jesus chegou do céu e se estabeleceu em uma família simples, uma família comum dentre tantas pelo mundo. A família já foi pensada por Deus, justamente no Céu, no seio da Trindade, como projeto do seu amor, para ser sagrada e enviar seu FILHO ao mundo em uma família humana, comum, com tudo o que isso significa: casa, trabalho, afeto, dificuldades, enfermidades, vizinhança, vida social. Deus certamente tinha algo a dizer quando assim constituiu a Família de Nazaré, Jesus, Maria e José. Deus quis santificar essa instituição que é a família. Tudo o que faz parte do plano de Deus tem esta sacralidade característica. Sagrada é aquela família pela presença de Maria, Virgem e Mãe, que se deixou revestir da Palavra de Deus, pronta a servir e amar, discípula de seu próprio Filho, esposa, mãe e viúva, mulher forte, como a vemos aos pés da Cruz. Sagrada é a família porque conduzida por José, homem elogiado por uma expressão riquíssima de significado na Escritura, “justo”. Nenhuma palavra sua foi registrada na Bíblia, mas o que ele fez, as sábias decisões tomadas para ser fiel a Deus, tudo resume a altura a que chegou aquele carpinteiro de Nazaré. Sagrada Família, porque sua razão de ser era o acolhimento do Messias Salvador, Jesus Cristo, Filho de Deus. Esta é “sagrada” e é família. Todas as relações existentes numa família ali se encontram: esponsalidade, paternidade, maternidade, filiação. As famílias de nosso tempo, que desejam ser famílias e sagradas, são convidadas pela Igreja a se espelharem em Jesus, Maria e José. A

Sagrada

leitura dos Evangelhos nos faz identificar uma família que reza, busca a vontade do Pai, enfrenta as dificuldades e a dura realidade. A Família de Nazaré é modelo para todas as famílias cristãs, é sinônimo de unidade, amor, fidelidade, aprendizagem de valores, convicções, construção de caráter. “Sagrada Família, nesta originária ‘Igreja doméstica’, que todas as famílias devem espelharse… ela constitui, portanto, o protótipo e o exemplo de todas as famílias cristãs.” (Redemptoris Custos, 7 – João Paulo II). Olhar para a Família de Nazaré como modelo de vida é olhar para uma família que em tudo realizou a vontade de Deus e nunca se afastou de seus caminhos. Portanto, é na obediência ao Senhor que nossas famílias poderão encontrar o caminho da verdadeira felicidade. A Sagrada Família de Nazaré antes de ser San-

ta era constituída de pessoas boas e assim chegou á santidade. O próprio Jesus, não foi Santo porque era bom. Ele foi bom, por isso era Santo. E toda a família de hoje pode ser Santa, porque a santidade acontece aqui e agora, por meio de atitudes de amor e fidelidade ao projeto de Deus. Por isso, ao olharmos para a Sagrada Família, que com sua vida, exemplo e força nos inspira a viver no mesmo caminho de santidade, somando-se famílias e famílias que vivam se espelhando em Jesus, Maria e José, teríamos, sem sombra de dúvidas, uma sociedade e um mundo melhor, com pessoas melhores. E essa santidade, conquistamos e reconquistamos todos os dias em nossas famílias por meio da oração, do diálogo, do respeito, abrindo sempre o coração uns aos outros, sem nada esconder, pois, onde há amor, também há compreensão e perdão, isto depende de cada um de nós. ´´Não pretendo dizer que já alcancei esta meta e que cheguei a perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que já fui conquistado por Jesus Cristo. Consciente te não têla conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta pela frente, persigo o alvo rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo. Contudo, seja qual for o grau que chegamos, o que importa é seguir decididamente.´´ (Felipenses 3, 12-14, 16). Tenhamos, portanto, na família de Nazaré, o ´´trampolim´´ para alcançar os voos da santidade tão desejada por Deus para nossas famílias, ´´que os pais sejam pais como José, que as mães sejam mais como Maria e os filhos, filhos como Jesus. Assim queremos viver e um dia nos encontrarmos no reino definitivo, porque hoje livremente escolho: EU E MINHA CASA SERVIREMOS AO SENHOR. Amém!´´

https://afeexplicada.wordpress.com/2012/12/30/sagrada-familia-espelho-de-santidade/ - https://catolicos.vialumina.com.br/index.ph/a-historia-da-sagrada-familia/ https://www.a12.com/redacao12/ifreja/como-imitar-a-sagrada-familia-nos-dias-atuais/ - https://books.google.com.br/resgatedafamilia/

Um pouquinho de nossa história!

Iniciamos o projeto da construção de nossa nova capela em outubro de 2008. A partir daí foram muitas reuniões, muitas decisões em meio a indecisões, retiradas de alvará, documentações, mutirões, campanhas, festas, eventos, ações entre

amigos que resultaram na ajuda, na participação, na colaboração de muitas pessoas da comunidade, da paróquia, de outras regiões, bem como das empresas patrocinadoras, todos sempre dispostos a ajudar. Se a nossa Capela está

da forma que se encontra hoje é graças primeiramente a DEUS que guiou os nossos pensamentos, as nossas ações e de todas as pessoas colaboradoras, peças fundamentais nesta grande conquista. Sabemos que temos muitas lutas ainda, mas,

com a UNIÃO de todos seguiremos em frente. Agradecemos a TODOS que de uma forma ou outras nos ajudaram a chegar até aqui. Que a Sagrada Família, exemplo de virtude, nos ajude a viver no caminho da santidade e do bem! Deus nos abençoe!


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O Tempo do Advento: "Vem Senhor Jesus" Caros leitores, nessa edição falaremos a respeito do Advento, tempo litúrgico que nos prepara para chegada de Jesus. E continuando a dinâmica das edições anteriores, sugerimos que teste seus conhecimentos bíblicos e logo recorra a sua Bíblia Paulus, Edição Pastoral para conferir se completou corretamente as citações que aparecem com lacunas no decorrer do texto. 1. HISTÓRIA DO ADVENTO

As origens do advento (do latim ‘adventus’, que significa vinda, chegada), se remetem a festas realizadas antes do período cristãos, quando as pessoas se preparavam para receber pessoas ou divindades importantes em seu meio. Todos os grandes eventos exigem uma preparação. Por isso, a Igreja instituiu, na Liturgia, o advento, período de celebração que antecede o Natal. Há, porém, outro advento, esse aponta para a vinda gloriosa de Cristo, no fim dos tempos. No primeiro domingo do advento a Igreja orienta para a parusia final, no segundo e terceiro, ela chama a atenção para a vinda cotidiana do Senhor; no quarto domingo, prepara-nos para a natividade de Jesus. De forma que a liturgia contempla ambas as vindas de Cristo, em íntima relação entre si. 2. ESPIRITUALIDADE DO ADVENTO Toda a liturgia do advento é apelo para se viver comportamentos essenciais do cristão: a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão, a pobreza. a) A expectativa vigilante e alegre

caracteriza sempre o cristão e a Igreja, porque o Deus da revelação é o Deus da promessa, que manifestou em Cristo toda a sua fidelidade ao homem: “Todas as ___________1 de Deus encontraram nele o seu ________2” (II Coríntios 1,20). A esperança da Igreja é a mesma esperança de Israel, mas já realizada em Cristo. Na Didaqué, o povo implorava: “Vem Senhor Jesus. Maranatha. Amém”, bem como em toda a escritura, mas especificamente no Apocalipse também se encontra o desejo de que Cristo venha: “Aquele que atesta essas __________3 diz: «Sim! __________4 muito em breve.» Amém! Vem, Senhor ___________5! A graça do Senhor Jesus esteja com todos. ___________6!” (Apocalipse 22,20-21). A vinda do Salvador cria um clima de alegria que a liturgia do advento não só relembra, mas quer que seja vivida. O Batista, diante de Cristo presente em Maria, salta de alegria no seio de sua mãe Isabel. O nascimento de Jesus é uma festa alegre para os anjos e para os homens que ele vem salvar. b) No advento, toda a Igreja vive a sua grande esperança. O Deus da revelação tem um nome: “Deus da ____________7” (Romanos 15,13). Não é o único nome do Deus vivo, mas é um nome que o identifica como “Deus conosco”. Na convocação ao testemunho da esperança, a Igreja, no advento, é confortada pela figura de Maria, a mãe de Jesus. Ela que no céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e

a primícia da Igreja... brilha também na terra como sinal de segura esperança e de consolação para o povo de Deus a caminho, até que chegue o dia do Senhor c) Advento, tempo de conversão. Não existe possibilidade de esperança e de alegria sem retornar ao Senhor de todo coração. Vigiar e esperar na alegria exige sobriedade, ou seja, renúncia aos excessos e a tudo aquilo que possa desviar-nos da espera do Senhor. A pregação do Batista, que ressoa no texto do evangelho do segundo domingo do Advento, é apelo para a conversão, a fim de preparar os caminhos do Senhor. Assim, “___________8, portanto, porque não sabeis quando o dono da __________9 vem” (Marcos 13, 35). Diferente do espírito de conversão da quaresma que é marcada pela austeridade da reparação do pecado, no advento a conversão é marcada pela alegria da vinda do Senhor. d) Enfim, um comportamento que caracteriza a espiritualidade do advento é o do pobre. Não tanto o pobre em sentido econômico, mas o pobre entendido em sentido bíblico: aquele que confia em Deus e apoiase totalmente nele. Estes anawîm, como os chama a Bíblia, são os mansos e humildes, porque as suas disposições fundamentais são a humildade, o temor de Deus, a fé. Eles são objeto do amor benévolo de Deus e constituem as primícias do “povo ____________10” (Sofonias 3,12) e da

“Igreja dos pobres” que o Messias reunirá. Jesus proclamará felizes os pobres e neles reconhecerá os herdeiros privilegiados do Reino, ele mesmo será pobre. Belém, Nazaré, mas sobretudo a Cruz, são diversas formas com que Cristo manifestava-se como autêntico “pobre do Senhor”. Maria emerge como modelo dos pobres do Senhor, que esperam as promessas de Deus, confiam nele e estão disponíveis, com plena docilidade, à atuação do plano de Deus. 3. O SENTIDO DO NATAL É JESUS

Preparemo-nos, pois para a chegada do Menino Deus. E não confundamos: natal é a festa do Nascimento de Jesus, não do Papai Noel. Diante da insistência da figura do “bom velhinho” em nossas mentes, associemolo com o Papai do Céu que nos dá o melhor presente: o Menino Jesus. Que contemplando o Cristo em nossas vidas, possamos como os anjos dá “gloria a Deus no mais __________11 dos céus, e paz na __________12 aos homens por ele amados”. (Lucas 2, 14) Feliz e abençoado natal e um 2018 repleto de saúde, paz e realizações!!! Cleber Teodosio - SEMINARISTA CM

MORGANO, G. L. Advento. 2012. Disponível em: <https://goo.gl/XG4xno> Acesso em: 15 nov. 2017. (adaptado)

Respostas da edição anterior - Mês de Novembro i. Jesus v. Água ix. Salvação

ii. Jacó vi. Sede x. Messias

iii. Mulher vii. Marido xi. Discípulos

iv. Deus viii. Profeta xii. encontro


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400 Anos da Congregação da Missão

A Hora do Adeus – Morte, Canonização e Relíquias de São Vicente 1. OS ÚLTIMOS DIAS DE VICENTE E SUA MORTE São V icente viveu muito para a sua época, porém no final de sua caminhada sofreu bastante. Desde 1659 sua saúde se deteriorara. Sofria acessos de febre contínuos, debilidade e chagas nas pernas, inflamação das vias urinárias e dos olhos e uma profunda sonolência, além da insônia. Foi obrigado a permanecer no seu quarto. Entretanto permanecia lúcido. No dia 26 de setembro de 1660, domingo à noite, Vicente agonizava. Recebeu os últimos sacramentos. À meia-noite suores e calafrios. Perdeu o pulso. Deram-lhe um pouco de suco de laranja e marmelada. Vomitou. Os coirmãos permaneceram ao seu redor rezando jaculatórias. Cansado perto das 2 horas disse-lhes, basta. Mostrou seu temperamento gascão e sua humanidade até o último momento. Abençoou as comunidades por ele fundadas. Sua última palavra foi Jesus. Vicente morreu às 04h45minh do dia 27 de setembro, numa segunda-feira, sentado, perto do

fogo, paramentado. Como ao seu lado havia uma lareira, segundo a Ir. Lucy FC, é uma lição para nós. Ele morreu como um fogo crepitante. Nós devemos agora conservar este fogo do zelo, da evangelização dos pobres, do seu carisma no mundo de hoje. A morte literalmente o iluminou. Vicente contava então com setenta e nove anos, sete meses e três dias. 2 BEATIFICAÇÃO E CANONIZAÇÃO O processo de beatificação de Vicente iniciou-se somente 37 anos depois. Foram ouvidas 230 testemunhas diretas. Muitos que o conheceram já haviam falecido. Quatro mil páginas formaram o processo. O promotor da fé (denominado advoga-

do do diabo) foi o famoso Cardeal Próspero Lambertini, futuro Papa Bento XIV, que apresentou muitas objeções, Inclusive que São Vicente teria cheirado rapé (tabaco). No entanto segundo o historiador Pe. Román não se encontra esta acusação nos autos do processo. Seria mais uma lenda totalmente desprovida de fundamento. Aos 19 de fevereiro de 1719, seu corpo foi exumado. Estaria intacto, somente o nariz e olhos tinham desaparecido. Aos 22 de setembro de 1727 Vicente foi declarado venerável. Os milagres para a beatificação foram numerosos. De sessenta e quatro foram selecionados vinte. Só se conservaram oito para o processo. O Papa reduziu-os a quatro. Os beneficiados foram: 1Cláudio José Compoin, 10 anos –cegueira. 2- Maria Ana Llulier, oito anos – mutismo e paralisia infantil. 3 –Alexandre Felipe Le Grand, 7 anos- paralisia. 4- Ir. Maturina Guerin FC – úlcera cancerosa na perna. Todos foram curas instantâneas. São Vicente foi beatificado no dia 21 de agosto de 1729, pelo Papa

Bento XII, na Basílica São Pedro, em Roma. Para a canonização foram apresentadas sete curas. O Papa recolheu somente 2: 1 – Ir. Maria Tereza de São Basílioúlceras inveteradas (hidropisia). 2- Catarina Jean – paralisia. A Canonização aconteceu no dia 16 de julho de 1637, festa da Santíssima Trindade, pelo Papa Clemente XII. A cerimônia foi na Basílica São João de Latrão em Roma. 3. RELÍQUIAS O coração de Vicente foi colocado em um relicário de prata, oferecido pela Duquesa de Aguilon, rica dama amiga e colaboradora sua. Até 1792 foi conservado no Priorado de São Lázaro. Com a revolução francesa, as relíquias foram confiadas ao Padre Sicardi, que partiu par Turim, na Itália com as mesmas, com os Missionários e Filhas da Caridade. Para dissimular o coração, cortaram dentro de um grosso livro, uma cavidade nas dimensões do relicário. Depois as relíquias foram levadas a Viena e Berna. Depois confiados aos padres de Turim. No entanto o Arcebispo de Lyon

Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM

reclamou as relíquias que lhe foram enviadas pelo Cardeal Fesh. Concluindo: “De tempos em tempos, suavemente, Ele desperta. Humildemente ele vem até nós. Não nos faz nenhuma censura, não faz nenhuma admoestação. É um pobre de Deus todo simples. Para que possamos ainda crer que” o homem supera infinitamente o homem”, ele mendiga o nosso amor.” (André Dodin). Na celebração dos 400 anos do seu carisma, sua luz continua brilhando mais forte do que nunca. Sua herança está presente nos 268 ramos da Família Vicentina que seguem sua inspiração. A Pequena Congregação da Missão conta hoje com mais de 3000 membros estando presente em aproximadamente 50 países.


Pastoral do Dízimo

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Dizimistas Falecidos! A equipe do Dízimo da Paróquia Santo Antonio-Orleans, pede às famílias dos dizimistas falecidos, a gentileza de comunicar o falecimento para o plantão do dízimo nas missas ou para a secretaria paroquial, evitando assim, maiores constrangimentos. Obrigado!

Dizimistas Aniversariantes de Dezembro.2017

MATRIZ ADEMIR DE FREITAS AMAURI JOSE BORGES VALERIO ANA PAULA SANTOS ANGELO DA SILVA KINAP ANTONIO LOURIVAL LELL ANTONIO MUCHINSKI ARLETE GOMES DE SOUZA BORBA BONIFÁCIA LAU DEISY ERLAINES TARCZEWSKI ELIANE DE OLIVEIRA PEREIRA ELOISA STARON KRUPA FABIO JOSE JACOMINI GELSON ROBERTO MAYER GILSO SIKORA HENRIQUE PEREIRA DA SILVA IRENE APARECIDA SELINK IZIDORIO ROGETSKI JANETE WESSLER JOÃO CARLOS BOANERGES JOÃO CESAR JASZCZERSKI JOÃO DE SOUZA JORACIR E. DOS SANTOS JOSÉ MONTEIRO DE BRITO JOZIANI APARECIDA SALVATTI JUCELMA MILITA LIANDRINA DA CRUZ DE OLIVEIRA LUIZ A. A. DOS SANTOS LUIZ QUERINO DOS SANTOS MARCELO VIEIRA RAMOS MARCOS JOSÉ SANTOS MARIA DA CONCEIÇÃO DOTO MARIA DAS GRAÇAS GOMES MARIA HEINZEN MARIA TARCILA LEAL BARBOSA MARILENA DA LUZ B. DE SOUZA MÁRIO GROCHOSKI

MARLI DAS CHAGAS LIMA NATALIA EVANGELISTA OLIVEIRA ODETE PEREIRA DE SOUZA ORIVAL JUVENAL JACINTO PATRICIA VIEIRA NUNES PAULO CRISTIANO KEIBER PAULO ROBERTO ROSSA REGINA ALLEMAND ROSELI APARECIDA DE OLIVEIRA ROSIMARA DOS SANTOS AGUIAR

SILVIO VANEL VIEIRA TATIANE ELLIN GAVIOLI TEOFILA BARONI VISNHIESKI TEREZA FILLA MICHALOVICZ THEODORO OBRZUT VALDIR LEMES DE OLIVEIRA VICENTE MOCHENSKI WALMIR JOSÉ WILDA JOSEFINE DA SILVA ZENAIDE DAL BELLO

CASAMENTO CECILIA CORREA DE MORAES GOULART E CLAUDIO LIZIAS GOULART DAISY MARIA NAPOLI E LOMAR W INCERTI GEOMAR SERGIO SUCHEVIZ E PRISCILA CAROLINE APPI SUCHEVIZ JANETE WESSLER JOÃO CARLOS BOANERGES E ELIETE MARIA CARNEIRO BOANERGES JOAQUIM TOMÉ ANTONIO E MARLY CARDOSO DA SILVA JOSÉ ANTONIO DA SILVA E SOLANGE DE FÁTIMA OFONE DA SILVA JURACYR J.VIEZZER E MIRIAM VIEZZER LEOCADIA DOERING KLISCIEVSKI LOURDES LEVONDOSKI ANDRADE E ALTINO DE ANDRADE MARIA DAS GRAÇAS GOMES E PEDRO JOÃO ZIOLKOWSKI 18/12/1999 MARIUZA APARECIDA MENEZES E ALDO MENEZES 04/12/1993 RICARDO TEODORO E MARIA APARECIDA MARANGONI TEODORO ROZANGELA DE FATIMA SIQUEIRA E OTAVIO EDUARDO SILVEIRA DOS SANTOS SILVANA GONÇALVES DEMITI E VALTER DEMITI SILVIA MATTEUS DA SILVA E JOSÉ POLIDORO DA SILVA SOBRINHO SUELI SILVANA S. SANTANA E JAIRO SANTANA TARCÍSIO MÜLLER E MARIA DE FATIMA LUZA MÜLLER TEREZA PAIXÃO MOREIRA E ANTONIO MOREIRA TEREZINHA CRISTINA B. PEIXOTO E JOSÉ M. R. PEIXOTO VALDIR LEMES DE OLIVEIRA E ELIAMAR FLORIANO DE OLIVEIRA VALDIR MORE E MARIA APARECIDA OLIVEIRA MORE VALTER DEMITI E SILVANA GONÇALVES DEMITI VICENTE DE PAULO OKASAKI E MARIA HELENA OKASAKI

CAPELA SAGRADA FAMÍLIA ALCIDES LITZA ARLINDO P. DA SILVA BERNARDETE JAKEMIV CECÍLIA CARLOTTO DARCI DE O. AMANCIO GERALDA MARTINS MARIA JULIETA SEBASTIÃO MIRANDA TEREZINHA DE JESUS OLIVEIRA CASAMENTO AGUINALDO M. E MICHELE MARIA S. CLAUDIO KULA E INES LISSA KULA HAMILTON DOS SANTOS E CLEONICE RODRIGUES JULIANO NOVACOWSKI E DAIANE CRISTINA NOVACOWSKI CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS JARDIM GABINETO ARCELINO DOS SANTOS JOSÉ CATINI DE LIMA JOSÉ ROBERTO SCHEFFER LUCIA RODRIGUES MARIA LUZIA HAMES MARLENE DE FATIMA R. DE FREITAS SUELI BASSOUTO SANTOS

Errata - Dizimistas Aniversariantes de Novembro.2017 MATRIZ ABINEL BAPTISTA ADALBERTO ADELINO DA SILVA ADÃO MARIO GREBOGE ALBERTINA FERREIRA DE OLIVEIRA ALCIDES PEREIRA DA SILVA JUNIOR ALFREDO ELOIR CAMILO ANA ISMAEL DOS SANTOS ANA REPULA DE ALMEIDA DALICE NAIR DA SILVA DIRCEIA APARECIDA DA LUZ DÍZIMO ESPONTÂNEO

EUCLEIA KUGNOSKI EVA LAU FRANCISCA LAU GABRIEL SZYCHTA GEORGINA LUIZ DA SILVA GLACI ARAÚJO GLASEMIR DO CARMO BUENO DA LUZ ISIDORO DICK IVO DIAS RAMOS JOÃO JOSMAR DA LUZ JOSÉ FRANCISCO FIGUEIREDO ARANHA JOSÉ ROGERIO GOMES

CASAMENTO AMAURI JOSE BORGES VALERIO e PATRICIA ROMPKOVSKI VALERIO CRISTINA A.GRALAK e MAURO GRALAK EDERSON JUNIOR SANTOS e BARBARA LICIANE DE RÉ SANTOS JORGE ANTONIO MARANGONI e ERONDINA BANDEIRA MARANGONI LEONOR BINDA BIENTINEZI e JORGE LUIZ BIENTINEZI LUCINEIDE PEREIRA ALVES e PAULO CEZAR STRASSOCAVA MARIA DA LUZ DE ABREU e QUINTINO DE ABREU

LEONOR BINDA BIENTINEZI LUCINEIDE PEREIRA ALVES LUIS GONÇALVES VIANNA MARIA HELENA MARQUES MARTINS MARIA MACHADO ANTUNES MARIA ZOÊ CLARINDO NARDES MÁRIO MARQUES MARISA CESAR FERREIRA MARISA DE SOUZA MENDES NATÁLIA FERREIRA DA SILVA NILSÉIA RODRIGUES OLIVA FRANCISCATO SANTI

PAULO CASPREK PAULO IMHOFF PEDRO FERREIRA BARBOSA REINALDO BENEDITO DE OLIVEIRA RONUALDO CARLOS VACILIKIV SANDRA MARA FERREIRA SILVIA MATTEUS DA SILVA TEREZA MARCELO SILVA VALDOMIRO SOARES VANESSA TEIXEIRA DOS SANTOS VERA MARIA FERREIRA DE ANDRADE WILSON GONZAGA DE OLIVEIRA

MARIA DE LOURDES FERREIRA DALKE e MANFRED DALKE MARIA DO CARMO FERNANDES COELHO MARANHO e JULIANO MARANHO MARIA MACHADO ANTUNES e ABINEL BAPTISTA MARIO GROCHOSKI e SOLANGE GROCHOSKI MARTA T.R. MELLO REIS ROCHA e JOÃO REIS ROCHA OTILIA SUQUELSKI e TADEO SUQUELSKI PAULO IMHOFF e TATIANE HAUGG FURTOSO INHOFF VICENTE VRUBLESKI e MARISE PONSZEK VRUBLESKI

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ACONTECEU EM NOSSA PARÓQUIA NO MÊS DE NOVEMBRO Neste último aconteceu de 2017 em nome da Pascom gostaria de agradecer a todas as pessoas da matriz e das capelas que nos auxiliaram com as fotos que durante todo o ano deixaram estas páginas mais coloridas e informativas, acredito que tem imagens que falam muito mais que palavras, que Deus abençoe a disponibilidade de cada um. Desejo um abençoado natal a todos e que em 2018 possamos repetir esta parceria para através de imagens comunicarmos o quanto a nossa religião nos faz bem e pode fazer bem a outras pessoas. Patrícia Muricy - Coordenadora da Pascom

BENÇÃO DAS GESTANTES

E PARA ENCERRAR AS FOTOS ESCOLHIDAS SÃO AS QUE MOSTRAM QUE DURANTE ESTE ANO FOMOS UMA PARÓQUIA UNIDA E PARTICIPATIVA, ISTO FICOU EVIDENTE NO ULTIMO DIA 02 DE NOVEMBRO ONDE VOLUNTÁRIOS DA MATRIZ E DE TODAS AS COMUNIDADES, UNIRAM-SE PARA RECEBER E ACOLHER OS VISITANTES AO CEMITÉRIO.

FEIRA DA LITURGIA

VEJA VÍDEO COMPLETO DA RETROSPECTIVA 2017 E O QUE VEM AÍ EM 2018 EM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK: WWW.FACEBOOK.COM/PAROQUIASANTOANTONIO-ORLEANS/


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Álbum Catequético Litúrgico: Um apoio à Catequese que une a Família, a Liturgia e a Comunidade É com grande alegria que encerramos mais um ano Litúrgico na catequese e já nos preparamos para iniciar outro. “Como assim catequista, ano litúrgico que acaba e já começa outro? Não vamos ter férias?” Calma queridos catequizandos que já vou explicar. A catequese é uma experiência que deve ser partilhada e vivenciada em família, dentro da comunidade e com a liturgia, com o objetivo de conhecer e amar a Jesus e tornar-se cada dia mais seu discípulo. “Mas catequista, como faremos tudo isso? Catequese, família, comunidade, liturgia (o que é isso)?” Ah, vejo que vocês têm interesse em saber como funciona essa dinâmica toda especial, então quero falar a vocês sobre o Álbum Catequético Litúrgico. Para atender às tendências dos “novos tempos” e tornar a Catequese mais dinâmica e atrativa, a família é convidada para um GRANDE ENCONTRO: o encontro com Jesus Cristo! Assim os catequizandos se tornarão GUARDIÃOES DO ÁLBUM e durante todo o ano litúrgico serão responsáveis pelo preenchimento e estudo em família, efetivando assim a igreja doméstica. O Álbum catequético litúrgico irá ajudar os catequizandos de 1.ª a 3.ª Etapas juntamente com suas famílias a conhecerem melhor a vida de Jesus e aproximá-los da Liturgia. “Lá vem você de novo Catequista com essa história de Liturgia?” Ah sim, a liturgia... De maneira bem simples definimos liturgia como: a ação do povo de Deus, reunido em Jesus, na comunhão com o Espírito Santo, é o próprio Cristo na Igreja, através da celebração do mistério Pascal e dos sinais, gestos, palavras, cantos e ritos. “Entendi Catequista, a missa no domingo é nosso encontro semanal com a liturgia em família e na comunidade!” Sim, é isso mesmo, vejo que entenderam o sentido da Catequese que une a família com a liturgia em comunidade! Mas voltando a falar do Álbum Catequético Litúrgico... ele irá possibilitar a reunião da família em torno da Palavra de Deus, criando assim um rito familiar tão necessário nos dias atuais.

Além de partilhar o Evangelho Dominical, aproveita-se para colocar a conversa em dia, longe das redes sociais. O Álbum é o caminho que reúne pais e filhos em torno do Evangelho Dominical, para meditação e partilha. A iniciação Cristã dos filhos precisa da saudável parceria entre a família, a catequese e a comunidade paroquial. “Catequista, você falou... falou, mas ainda não explicou essa história de ano litúrgico?” Ah é mesmo... o ano litúrgico é diferente do ano civil, que inicia em 01 de janeiro e tem fim em 31 de dezembro. O Ano litúrgico inicia-se no primeiro domingo do ADVENTO, assim como nosso Álbum Catequético Litúrgico e tem fim um dia antes do próximo Advento. Dessa forma, iniciaremos nosso

próximo Ano Litúrgico no dia 03/12/2017 com o primeiro domingo do Advento, ANO B. “Ano B, o que significa isso Catequista?” Bom... Existem três segmentos para o calendário religioso. A cada ano um Evangelho: Ano A, Mateus; Ano B, Marcos e Ano C, Lucas. Ao longo de cada ano, cada evangelista servirá como motivação para conduzir os cristãos no caminho de Jesus, portanto neste próximo ano litúrgico teremos a companhia constante do Evangelista Marcos. Olha quantas informações legais que já sabemos sobre Álbum Litúrgico Catequético: - É um meio de integrar Catequese – Família – Liturgia – Comunidade. - Torna o Catequizando um Guardião do Álbum e a família, igreja doméstica. - Une pais e filhos em torno da Palavra, pois é uma experiência em família. - É direcionado para Catequizandos de 1.ª a 3.ª Etapas. - Inicia no Primeiro Domingo do Advento – 03.12.2018. - As atividades são lúdicas e muito dinâmicas. - Este ano é o B, o que significa que o Evangelista Marcos é que nos motivará no caminho de Jesus. Ufa! Acredito que tenha dito tudo sobre o Álbum Catequético Litúrgico. “Espera aí Catequista... ainda tenho uma dúvida!” Ainda tem? Então pode perguntar! “É que você ainda não respondeu se teremos férias?” Huuuummm as férias! Bom, Deus nunca tira férias e cuida individualmente de cada um de nós, dessa forma não devemos esquecer que apesar das férias que teremos da Catequese, não podemos descuidar dos nossos deveres cristãos e das boas atitudes: ir à missa todos os domingos, preencher o Álbum Catequético Litúrgico semanalmente em família, ajudar ao próximo e viver sempre no amor de Jesus. Assim concluímos nossas atividades no dia 02 de dezembro de 2017 com a missa de encerramento e retornaremos no dia 24 de fevereiro de 2019 com a missa de abertura do ano Catequético. VIU AS MERECIDAS FÉRIAS IRÃO ACONTECER!

FIQUE ATENTO: AS INSCRIÇÕES PARA A CATEQUESE 2018 INICIARAM NO DIA 10/11/2017 E ENCERRAM-SE EM 24.02.2018. MAIORES INFORMAÇÕES NO ESCRITÓRIO PAROQUIAL - FONE: 3285-4101.

Espero ter colaborado de alguma forma para que façamos uma excelente parceria *FAMÍLIA – CATEQUESE – LITURGIA – COMUNIDADE PAROQUIAL* E assim sigamos juntos durante mais um ano para

alcançar o objetivo maior de evangelização dos pequeninos. De minha parte, fica o agradecimento por confiarem seu(a) filho(a) a nossa pastoral catequética e para crescermos juntos, como dis-

cípulos de Jesus a caminho do Reino! “A educação dos filhos deve estar marcada por um percurso de transmissão da fé, que se vê dificultado pelo estilo de vida atual... Apesar disso a família deve continu-

ar a ser o lugar onde se ensina a perceber as razões e a beleza da fé, a rezar e a servir o próximo”. Papa Francisco Fabiana Marzani Rompkovski (Catequista de 1.ª Etapa) #ÉMuitoAmorEnvolvido


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Mensagem dos Seminaristas O ano está terminando, assim como também termina um fase da caminhada dos seminaristas do Seminário Vicentino Nossa Senhora das Graças e também do Padre Garcia, e todos durante esta caminhada de alguma forma fizeram parte de nossa comunidade paroquial, assim como nós deixaram saudades e boas lembranças , eles também levaram da comunidade os mesmo sentimentos e deixaram mensagem a todos. “Dois anos na comunidade Nossa Senhora do Carmo, pequena na estrutura, porém grande no acolhimento e no amor”. Nesta comunidade-família, é mais que pastoral, foi para mim celebrativa, onde pude chorar e também festejar o amor de Deus. Um ano na comunidade São Francisco de Assis, vejo como as comunidades em que o apóstolo São Paulo passou, sabem orar e trabalhar, principalmente com as mais necessidades, uma escola de crescimento espiritual e formação humana. Descobri que meu coração é uma colcha de retalhos... Porque posso dizer que além dessas duas comunidades, envolvime também com as demais comunidades, seja indiretamente, e em todas elas deixei e levo um pedacinho. Três anos fazendo pastoral na Paróquia de Santo Antônio de Orleans... “E sempre nos encontraremos na Eucaristia.” Seminarista Gilson Fernandes Almeida *** “São Vicente nos diz: “Se amamos Nosso Senhor, O encontramos em toda a parte”; não foi diferente nesses dois anos que pude passar pela Paróquia de Santo Antônio - Orleans, onde o amor é encontrado em todas as partes, principalmente na doação ao serviço e nas manifestações religiosas. Muitas pessoas passaram por mim e dessas levarei seu carinho e amizade; o tempo passa e dele devemos viver cada momento intensamente com amor e alegria; Deus nos fez um chamando e no meu caso respondi como missionário, chegou a hora de partir e viver em outro lugar com as mesmas intensidades que vivi aqui, gerando outros amores e alegrias, levando comigo um pouco de cada um de vocês.” Seminarista Alex Sandro Nogueira Silva, de Pará de Minas, Minas Gerais. *** “Quero expressar todo meu carinho pela comunidade São Francisco de Assis, do Jardim Gabineto, pela acolhida e os ensinamentos que aprendi junto com a comunidade. Fiquei muito feliz por estar com vocês por dois anos trabalhando, só tenho que agradecer a todos vocês em especial, como também agradeço o carinho de todas as outras comunidades da paróquia de Santo Antônio de Orleans. Deus abençoe sempre a todos.” Seminarista Felipe Passos.

“Meus sinceros agradecimentos à Paróquia Santo Antônio de Orleans onde no ano de 2015 pude exercer meu trabalho pastoral, especialmente na comunidade Nossa Senhora do Monte Claro, pelas amizades construídas”. Seminarista Junior Silva *** “A todos que fazem parte da Paróquia Santo Antônio – Orleans agradeço-lhes por partilharem comigo momentos únicos durante esses três últimos anos. A acolhida, presença, apoio, cuidado e oração de vocês foram significativas em minha caminhada. Desejo que continuem generosos com o projeto de Deus em suas vidas e com as vocações do Reino. Asseguro-lhes as minhas orações e peço que rezem por mim. Obrigado!” Seminarista Cleber Teodosio *** “O servir une e separam as pessoas, esse mesmo despojamento a servir me trouxe até vocês, agora me chama a partir, porém se despedir não quer dizer adeus, pois em Cristo não há distância, mas sim apenas proximidade. Essa despedida me trouxe a certeza do quantos vocês são especiais.” Seminarista Alexandro Geraldo Valadares *** “Eu tenho uma gratidão enorme por esta paróquia. Aprendi tantas virtudes e tantas coisas boas, bem como a alegria de ser missionário e o zelo pela sagrada liturgia. Meu imenso abraço e carinho a todas as pessoas que nestes anos se fizeram presentes de forma caridosa e verdadeira no meu desenvolvimento en-

quanto pessoa e missionário vicentino. O verdadeiro amor se encontra na intensidade com que fazemos as coisas para Deus, e em Orléans existem realmente algumas pessoas comprometidas com este amor” Seminarista Ramon Aurélio Junior da Cunha *** “É com um misto de gratidão e tristeza que eu deixo a paróquia Santo Antônio de Orleans e também a comunidade Sagrada Família, onde me coube fazer pastoral. Portanto, agradeço a todos que me acolheram e me deram o abraço de carinho, e cabe a nós abraçar e assumir de modo renovado o testemunho de São Vicente para, com generosidade, coragem e esperança, seguir firmes em nossa caminhada vicentina, construindo outros 400 anos na fidelidade criativa à herança carismática deixada por São Vicente.” Seminarista Natanael Ferreira da Silva *** “Aqueles que passam por nós não vão sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” (Exupery) “A minha mais sincera e profunda gratidão à Paróquia Santo Antônio, por estes três anos em que tive a Graça de poder partilhar uma etapa tão importante de minha vida, mais ainda de minha caminhada vocacional. De modo particular estendo minha gratidão à Comunidade São Francisco de Assis, onde tive o privilégio de fazer o meu estágio pastoral em meus primeiros dois anos. Vocês me acolheram muito bem, e

com vocês pude aprender muito! Que o Bom Deus continue abençoando-os generosamente! Levarei vocês comigo em meu coração.” Seminarista Michel Araújo Silva *** Meus sinceros agradecimentos a todos das comunidades da paróquia de Orleans, em especial as comunidades São Vicente de Paulo (Jd. Vitória) e Nossa Senhora do Monte Claro (Revier), onde realizei meu apostolado pastoral, aprendi muito com vocês. Peço que continuem rezando por mim e pelas vocações. Rogo a Maria inúmeras graças sobre todos vocês, que Deus lhes abençoe! Fraternalmente abraço! Seminarista Jackson Stolarczeki *** “Debaixo do céu há momento para tudo, e tempo certo para cada coisa... Tempo para plantar e tempo para arrancar a planta... Tempo para abraçar e tempo para se separar...” (Eclesiastes 3,1. 2b. 5b.) Tempo para agradecer a Deus pela Sua dádiva, em vocês-irmãs, irmãos, amigas e amigos desta abençoada paróquia– oferecida com tanta generosidade a todos nós do Seminário Nossa Senhora das Graças. Tempo para dizer a todos e cada um de vocês: “GRACIAS” pelo carinho e acolhida bondosa. Não foram poucas as experiências e novidades de humanidade que vivemos juntos; riquezas pastorais, presença de Deus. Tempo de ir, de chegar, tempo de partir, por sermos missionários! OBRIGADO! GRACIAS! BENÇÕES! Pe. Wilson Alzate Garcia, CM


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Vida Missionária: Estar sempre a caminho

Este poema de Dom Hélder Câmara nos abre os olhos para uma realidade que desde os inícios do cristianismo foi muito presente na vida das comunidades: a itinerância missionária de algumas pessoas que se dispunham a ser presença animadora nas comunidades por um tempo e depois seguiam para outras comunidades que estavam adiante, seja no caminho físico – a estrada que levava de uma cidade a outra – ou existencial – a estrada da vida que

nos conduz a diferentes realidades. Passaram-se muitos anos, houveram mudanças de época e hoje vivemos de forma muito diferente na sociedade, economia, política e mesmo em alguns aspectos da religião, mas como Igreja ainda contamos com o testemunho de fé, disponibilidade, desprendimento e confiança em Deus que se concretiza na itinerância missionária de algumas pessoas. Nesses caminhos da vida coloridos pela fé,

nós que vivemos e cultivamos essa itinerância missionária, nos encontramos, convivemos, cumprimos nossa missão e, dentro de nossos limites e possibilidades, procuramos servir. No meio de tudo isso nos tornamos quem somos. As mudanças não deixam de ser um pouco dolorosas, pois deixamos amigos, hábitos e seguranças que adquirimos naturalmente depois de convivermos num lugar por determinado tempo. Mas a espiritualidade que nos inspira e mantém na nossa vocação mostra que essa itinerância missionária também é sinal vivo de nossa fé: com nosso estilo de vida buscamos testemunhar e comunicar que nossa morada definitiva não é aqui, mas no Reino de Deus, que já começamos a construir entre nós, aqui e agora, porém só se realizará plenamente quando Deus nos estender a sua mão e nos transfigurar com sua misericórdia, assim como tudo aquilo que já, na sua graça, começamos. Depois de um ano servin-

Neste mês de novembro recebemos em nossa comunidade o novo vigário Padre Pier Carlo, muito dos paroquianos já o conheciam, pois já esteve em nossa comunidade anteriormente de 2011 a 2013 com o Padre Gilson, quando saiu de nossa paroquia assumiu como pároco na Barreirinha por dois anos e depois foi um pouco mais longe, e nós da Pascom fomos conversar com ele para saber como foi esta experiência fora e as expectativas do retorno. Padre Pier Carlo nos contou: Em 2015 foi para Itália para assumir um projeto, que

não deu certo por falta de pessoal, mas as motivações que lhe levaram a ir para Itália foram também familiar, sua irmã estava doente, ficou durante um período cuidando dela e que durante estes dois anos e meio que ficou lá cuidou com bom grado, mas sua irmã e seu irmão faleceram neste período. Pediu para voltar e não teve oposição e gostou muito de ter voltado para Curitiba que já conhece os médicos, quanto ao retorno para paróquia ficou contente, pois já conhece a comunidade. Perguntamos ao padre se

nestes dias que está na comunidade achou algo diferente, se mudou alguma coisa do período que estava aqui. Disse-nos que a grande diferença que sentiu é a valorização que as comunidades estão tendo, não tem uma centralização na Matriz, notou a comunidade mais unida e presente, tanto matriz quanto capelas. Outra pergunta foi se tem algum projeto, ideia que gostaria de colocar em pratica. "Gostaria de colocar em pratica o que o Papa Francisco nos pede, ser igreja em saída, pretendo sair muito ir às co-

SER PEREGRINO: Quando teu navio ancorado muito tempo no porto, te deixar a impressão enganosa de ser uma casa, quando teu navio começar a criar raízes na estagnação do cais, faze-te ao largo. É preciso salvar a qualquer preço a alma viajora de teu barco e tua alma de peregrino... (D. Hélder Câmara)

do a comunidade paroquial Santo Antônio de Orleans, me despeço de vocês para servir a outra comunidade paroquial. Ainda continuo sendo vosso vizinho, morando no Seminário Nossa Senhora das Graças. Agradeço a acolhida da comunidade: não tenho como e nem porque esconder minhas origens, meu sotaque e jeito do interior, mas ser acolhido entre vocês como irmão foi e é mais um sinal vivo e concreto do Reino de Deus. Que bom quando isso acontece em cada lugar que vamos, quando somos acolhidos como irmãos por quem é irmão na fé! Agradeço também a presença positiva da comunidade paroquial no Seminário Vicentino Nossa Senhora das Graças, o incentivo e apoio a nós padres e aos seminaristas para que sigamos com entusiasmo nossa missão. Também convido para que continuem com o apoio, inecntivo e presença nas celebrações e momentos em que o seminário abre suas portas e convida a comunidade para as suas atimunidades, até já comecei em minhas caminhadas diárias tenho procurado mudar o caminho, ir ao Jardim Gabineto, tenho conhecido o bairro.", outro projeto que sonha em realizar é um grupo de leitura orante, simples começando com os próprios leitores das missas e usando o evangelho da própria semana. Para Finalizar pedimos uma mensagem de Natal. "Votos para cada família da comunidade, que esta festa seja de união, amor e fé, uma verdadeira igreja domestica." Seja bem vindo Padre Pier Carlo.

Padre Eliezer – Vigário

vidades (novenas, missas, viasacra, promoções). Convido a comunidade a conhecer melhor seu potencial e valorizar suas capacidades: a paróquia é formada por 7 comunidades, cada uma com seu jeito de ser e seus valores, mas quantos de nós conhecem todas as comunidades? Porque não nos integrarmos mais e nos conhecermos melhor? E, sobretudo, apoiemos e incentivemos a juventude de nossa comunidade paroquial. Deixemos de lado qualquer motivo de desgosto que tenhamos e, movidos pela força do amor e do perdão, abramos espaço e criemos oportunidades para todo o bem que a juventude trará para nossa vida de fé em comunidade.


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Imitação de Cristo

DOCUMENTO 100 Comunidade de comunidades. Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Capítulo VI – Proposições pastorais

Ó quão grande e digno de veneração é o ministério dos sacerdotes, aos quais é dado consagrar com palavras santas à Deus de toda majestade, bendizê-lo com os lábios, tocá-lo com as mãos, percebê-lo na própria boca e administrá-lo aos outros! Como devem ser limpas as mãos, pura a boca, santo o corpo, imaculado o coração do sacerdote, onde tantas vezes entra o autor de toda a pureza! Da boca do sacerdote, que amiúde recebe o Sacramento de Cristo, não deve sair palavra que não seja santa, honesta e edificante. Modestos e castos devam ser seus olhos, que costumam contemplar o corpo de Cristo; puras e erguidas para o céu as mãos que tantas vezes tocam o Criador do céu e da Terra. Aos sacerdotes, especialmente, foi dito na lei: Sede santos, porque eu, o Senhor vosso Deus, o sou. Deus onipotente assista-nos a vossa graça, para que nós, que assumimos o ministério sacerdotal, possamos servir-vos, digna e fervorosamente, com toda a pureza e boa consciência. E, se não podemos viver com tanta inocência, como o devemos, concedei-nos, ao menos que choremos sinceramente, as nossas culpas e, em espírito de humildade e propósito de boa vontade vos sirvamos daqui por diante, com mais fervor. Tomás de Kempis Colaboração: Gabriel Szychta

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1. Liturgia e espiritualidade Após o Concilio Vaticano II, nas celebrações litúrgicas buscou-se uma maior participação da assembleia. No entanto, em muitas realidades, percebe-se que se fala muito e se reza pouco. Tanto os ministros ordenados assim como as equipes de liturgia precisam vivenciar mais aquilo que celebram. Comentários infindáveis, cânticos que não estão de acordo com a liturgia, homilias longas e mal preparadas, a ausência de silêncio, sobretudo, após a comunhão. A celebração eucarística é a fonte de toda a nossa vida cristã. Sem ela, não existe Igreja e não existe comunidade. Torna-se necessário um momento mais intimo com a eucaristia, através da adoração do santíssimo sacramento. Mas isto precisa estar associado com a vida, para evitar a separação entre culto e amor, liturgia e ética, celebração e serviço ao irmão. O mistério que vivemos na eucaristia deve-nos levar para a vida, para o encontro e o serviço aos irmãos, especialmente, aos mais pobres. O domingo é o dia do Senhor, onde todas as comunidades são chamadas a se reunirem e celebrarem a vida. É o dia em que a comunidade cristã se encontra com o Cristo. O domingo para o cristão é o dia da alegria, do repouso e da solidariedade. Como se costuma dizer, 'domingo sem missa, semana sem graça'. Para o cristão, o domingo é o dia mais importante da semana. É maravilhoso ver o casal e os filhos, ou seja, toda a família que no domingo se dirige até à Igreja para agradecer a Deus a semana, e buscar na palavra de Deus e na eucaristia, o sustento e a força para a semana que se inicia.

Pe André Marmilick

Muitas comunidades no nosso Brasil não tem a alegria da eucaristia todos os domingos. Também elas devem viver o dia do Senhor com a celebração dominical da palavra, ou seja, o culto. Torna-se importante a oração pelas vocações, para que tenhamos mais sacerdotes, a fim de que mais comunidades possam sentir a alegria da celebração eucarística. A vida litúrgica e o cultivo da espiritualidade precisam ser pontos fortes nas igrejas da paróquia, pois são centros que fortalecem as comunidades pequenas e podem atrair aqueles que se afastaram. A verdadeira celebração e a oração exigem conversão e não criam fugas intimistas da realidade, ao contrário, animam o encontro com o outro e a solidariedade. A celebração deve me levar a amar mais ao próximo, sobretudo, àquele que mais carente e necessitado. Precisamos um cuidado no sentido de não rezarmos apenas por nós mesmos, pelas nossas necessidades, esquecendo que a verdadeira oração deve nos conduzir a sermos melhores e mais irmãos uns dos outros. Celebração que não leva para a vida pode ser apenas o cumprimento de um preceito, de uma obrigação. Pela oração superam-se o desânimo e o cansaço diante da missão. É importante valorizar a religiosidade popular como lugar de encontro com Cristo. A piedade popular, porém, precisa ser guiada pela Palavra de Deus. Especialmente a devoção mariana será uma oportunidade privilegiada para acessar o caminho do seguimento de Jesus. Deus está presente na piedade popular, na relação materna entre o fiel e Nossa Senhora.


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Férias Momento aguardado por todos, e como é bom poder desfrutar das “tão merecidas férias”!! Afinal, depois de um ano todo de trabalho, nada melhor que um bom período para descansar colocando o corpo, a alma e o espirito na frequência que ela precisa. E para isto é importante ficar atento com a entrada em vigor da Lei 13.467/17 (a tão falada reforma trabalhista) que trouxe alterações para o Direito do Trabalho, inclusive acerca do instituto das férias. Como prevê o art. 129 da CLT, todo empregado terá direito anualmente ao gozo de um período de férias, sem prejuízo da remuneração e ainda o § 2º estipula que neste período as férias serão computadas, para todos os efeitos, como tempo de serviço. Isso significa que as férias tem que ser remuneradas e seu tempo conta normalmente para o cálculo da aposentadoria do trabalhador, por exemplo. Segundo a “nova CLT”, o trabalhador poderá fracionar suas férias por até 3 períodos, desde que um dos períodos não seja menor que 14 (quatorze) dias, e os outros dois tenham no mínimo, cinco dias cada um de duração, mediante acordo entre as partes, ou seja, empregado e empregador. Fica vedado que o empregado inicie o gozo das férias no período de dois dias que antecede feriados ou ainda dia de repouso semanal remunerado (aos domingos, por exemplo). A legislação mantém a regra de que o funcionário necessite trabalhar 12 meses consecutivos para adquirir o direito às férias, o chamado “período aquisitivo”. Deste modo, as férias deverão ser concedidas sempre após os 12 meses trabalhados, e após esse prazo, inicia-se o chamado “período concessivo”, ou seja, o empregador deve conceder as férias no prazo sucessivo de 12 meses sob

pena de, não o fazendo, pagar estas em dobro. Mas ainda quem define o momento em que as férias serão desfrutadas é o empregador. Importante frisar que antes da alteração trazida com a reforma trabalhista, era proibido o fracionamento das férias para os maiores de 50 anos e menores de 18 anos de idade, hoje qualquer cidadão poderá fracionar as férias, independentemente de sua idade, sendo que este fracionamento é uma escolha do trabalhador.

Desta maneira, a concessão das férias será feita, por escrito, ao empregado, e sendo avisado com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias, isto é feito para o trabalhador se programar, e ainda o empregado não poderá entrar no gozo de suas férias sem que este apresente sua Carteira de Trabalho e Previdência Social, para que nela seja anotada a respectiva concessão. Igualmente, o pagamento das férias deve ocorrer até 2 (dois) dias antes de seu início. Caso o empregado deseje “vender” parte de suas férias, o chamado “abono pecuniário” poderá fazê-lo, sendo no máximo por até 10 dias, ou seja, 1/3 de suas férias. Para aqueles trabalhadores membros da mesma família, que trabalhem no mesmo estabelecimento, terão direito a gozar férias no mesmo período, se assim o desejarem, mas somente se não resultar prejuízo para o serviço. Já o empregado estudante, menor de 18 (dezoito) anos, terá direito de coincidir suas férias com as férias escolares. Por fim, as férias são um direito Constitucional de todo trabalhador e necessárias para a manutenção da higiene física e mental do mesmo.

AINDA, IMPORTANTE MENCIONAR QUE O TRABALHADOR QUE TENHA FALTAS INJUSTIFICADAS, SOFRERÁ DESCONTOS EM SUAS FÉRIAS VEJAMOS: A CADA PERÍODO AQUISITIVO NORMAL DE 12 MESES Número de Faltas Número de dias de férias que o empregado terá direito Até 05 faltas no período 30 dias corridos de férias De 06 a 14 faltas no período 24 dias corridos de férias De 15 a 23 faltas no período 18 dias corridos de férias De 24 a 32 faltas no período 12 dias corridos de férias Acima de 32 faltas no período O empregado perde o direito às férias

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Vem aí DIA 02 09 13 20 25

HORÁRIO 9H 17H 14H 17H

HORÁRIOS DA SECRETARIA

MATRIZ - SANTO ANTONIO ATIVIDADE MISSA ENCERRAMENTO CATEQUESE CELEBRAÇÃO BATISMO TREZENA ANUAL FESTIVAL DE PRÊMIOS – AÇÃO SOCIAL CELEBRAÇÃO BATISMO

TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS ÀS 19H30 - TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS ÀS 19H - NOVENA A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS MISSA ENFERMOS COM UNÇÃO 21/12 ás 16 horas na Matriz

NATAL 23.12: Sábado: não haverá expediente 26.12 - Terça: expediente 13:30HS às 17:00HS ANO NOVO 30.12 - Sábado: não haverá expediente 02.01 - Terça: expediente 13:30 às 17:00 DIA ÚTEIS DE 18.12.16 A 31.01.16 das 08:00HS às 12:00HS (Fechado no horário de almoço) e das 13:30 às 17:00 SÁBADOS 06.01.2016 A 27.01.2016 08:00HS às 12:00HS - expediente. À tarde não estará aberto.

HORÁRIOS MISSA NATAL E ANO NOVO - MATRIZ NATAL - MISSA 23/12 - Sábado: 19:30 24/12 - Domingo: 8:00 10:00 19:00 25/12 - Segunda: 9:00 Não haverá missa às 19:00 ANO NOVO - MISSA 30/12 - Sábado: 19:30 31/12 - Domingo: 8:00 10:00 19:00 01/01 - Segunda: 9:00 Não haverá missa às 19:00

Catequese 2018 Estão abertas as inscrições da catequese para 2018 de 10.11.17 a 24.02.18 A criança deve ter 9 anos completos até março. Trazer os seguintes documentos: - Certidão de nascimento ou RG - Comprovante de endereço - Lembrança de Batismo Em em casos de transferências além destes mais os seguintes: - Declaração de transferência da paróquia de origem - Lembrança de eucaristia para catequizandos de 4 e 5 etapas Inscrições no escritório Paroquial. Coordenação Catequética

"Ao entrarem na casa, viram o menino com Maria sua mãe, e prostrando-se, o adoraram..." (Mateus 2,11-12) FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO. COMUNIDADE SAGRADA FAMÍLIA DIA HORÁRIO ATIVIDADE 06, 07 e 08 20H TRÍDUO 10 MISSA, FESTA E FESTIVAL DE PRÊMIOS

COMUNIDADE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA 13

HORÁRIO 20H30

ATIVIDADE MISSA E NOVENA

VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA HORÁRIO DE ATENDIMENTO: SEGUNDA A SÁBADO DAS 08H ÀS 17H (41) 3285-4101

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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE DEZEMBRO 2017 DIA 01 02 02 02 03 03 06 07 08 10 13 16 16 17 17 20 20 23 23 23 24 24 24 29

COMUNIDADE SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOSSA SENHORA DO CARMO SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO VICENTE DE PAULO N. SRA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA SAGRADA FAMÍLIA( TRÍDUO) SAGRADA FAMÍLIA(TRÍDUO) SAGRADA FAMÍLIA(TRÍDUO) SAGRADA FAMÍLIA ( FESTA) N. SRA DE FÁTIMA SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO VICENTE DE PAULO NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SAGRADA FAMÍLIA SÃO FRANCISCO DE ASSIS (MISSA DOS ENFERMOS) SAGRADA FAMÍLIA (MISSA DOS ENFERMOS) N. SRA DO CARMO SÃO FRANCISCO DE ASSIS NOSSA SENHORA DE FÁTIMA SAGRADA FAMÍLIA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO SÃO FRANCISCO DE ASSIS SÃO FRANCISCO DE ASSIS

BAIRRO JARDIM GABINETO PASSAÚNA JARDIM GABINETO JARDIM VITÓRIA REVIER JARDIM GUARANY JARDIM GUARANY JARDIM GUARANY JARDIM GUARANY JARDIM GUARANY REVIERA JARDIM GABINETO JARDIM VITÓRIA REVIER JARDIM GUARANY JARDIM GABINETO JARDIM GUARANI PASSAÚNA JARDIM GABINETO REVIERA JARDIM GUARANY REVIER JARDIM GABINETO JARDIM GABINETO

HORÁRIO 20:00HS 17:00HS 19:00HS 20:30HS 08:30HS 10:00HS 20:00HS 20:00HS 20:00HS 10:00HS 20:30HS 19:00HS 20:30HS 08:30HS 10:00HS 16:00HS 17:00HS 17:00HS 19:00HS 20:30HS 08:30HS 10:00HS 19:00HS 19:00HS

"O anjo do Senhor apareceu a uns pastores e disse: " Eu vos anuncio uma grande alegria, que será também a de todo povo: hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós o Salvador, que é o Cristo Senhor! Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido, envolto em faixas e deitado numa manjedoura" ( Lc 2,10-12). Pe. Fabiano Spisla - Pároco


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Folhaorleans dezembro2017 by aldemir demir batista - Issuu