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Folhaorleans abril2017

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Ano XX - nº 240 - Abril.2017

P a l a v r a d o P a p a

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Congregação Vicentina

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Aconteceu em nossa Paróquia

Páginas 8 e 9

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Documentos

Nossa Senhora da Saúde Página 4 Página 13


Palavra do Pároco

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Páscoa “Eu sou a Ressureição. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá, e quem vive e crê em mim jamais morrerá. Crês nisso? “ ( Jo 11,25-26).

Expediente

A Páscoa traz para nós uma grande oportunidade de vivermos a nossa história seguindo os passos de Jesus. Quando passamos pela experiência dos exercícios quaresmais, assumimos em nossa vida, o compromisso de mudança e de conversão para alcançarmos a festa pascal com o coração convertido. Agora é tempo de luz e não de trevas. O nome Páscoa quer dizer passagem e vem do hebraico ( pessach). Para o povo hebreu, páscoa significava o fim da escravidão e o início da libertação, marcada pela travessia do Mar Vermelho, que se abrira dando passagem para o povo de Deus, que estava sob a orientação de Moisés caminhando pelo deserto, em busca da chamada Terra Prometida. De igual modo para nós, a páscoa é sempre sinal de passagem de uma vida velha, mergulhada na experiência das trevas que nos levam ao pecado, para uma realidade nova restaurada, que nos convida a viver à luz do Cristo que ressuscitou e está no meio de nós. A páscoa não é celebrada em apenas um dia, ela é duradoura em nossas vidas. Nos atos litúrgicos da Igreja, a Páscoa possui um tempo próprio de celebração chamado tempo pascal. Por tempo pascal, entende-se o que vai da quinta-feira

santa, início do tríduo pascal, até o domingo de Pentecostes, festa do Espírito Santo. O Círio Pascal aceso é a expressão maior da luz de Cristo ressuscitado que ilumina as nossas vidas. Celebramos a Páscoa, a Ressurreição do Senhor. Abramos O Espírito a Cristo Ressuscitado para que nos renove e elimine de nossa vida o mal e infunda em nós a seiva vital do amor de Deus. O anúncio da Páscoa ecoa pelo mundo com o cântico do aleluia. Cantemos o Aleluia, principalmente com ações de fraternidade, testemunhando o Ressuscitado. Todos devemos acorrer a Jesus Ressuscitado para Dele receber o perdão. Ele é o nosso perdão, a nossa Páscoa de salvação, o Cordeiro por

nós imolado, a água que nos purifica, a nossa luz e nosso Rei. Ele é o centro de nossa vida. Devemos relacionar todas as nossas atividades nele e com Ele. Enxergar tudo à sua luz, que venceu as trevas, a vida que venceu a morte. Isso é o que significa vivenciar a ressurreição de Cristo em nossa própria vida, procurar as coisas do alto. Hoje com Jesus Ressuscitado, temos uma nova vida. Ele transforma nosso modo de viver. Mesmo que tenhamos que conviver com males e injustiças não podemos nos deixar vencer por elas. Para tanto vamos nos unir a Cristo Ressuscitado em comunidade. Jesus que venceu a morte está conosco. Ele este presente de modo invisível na palavra que ouvimos e meditamos, na pessoa de cada um de nós, na nossa comunidade orante reunida e no pão consagrado. Jesus Ressuscitado hoje este presente onde se vive a caridade no serviço ao próximo. Os sinais de que Jesus esta ressuscitado estão nas nossas ações que suscitam vida nova, pois, retiram todas as barreiras que atentam contra a vida. A ressurreição deve ser entendida como ponto fundamental de nossa fé cristã. A ressurreição é o milagre que garante a Divindade de Jesus de Nazaré. Por isso, exultemos, pois, o Senhor Ressuscitou. É tempo de Páscoa,

PARÓQUIA SANTO ANTONIO - ORLEANS. Rodovia do Café, BR-277, Km4 - CEP 82.300980. Telefone: (41) 3285-4101. E-mail: pascom@paroquiaorleans.com.br Diretor: Padre Fabiano Spisla . Colaboradores: Padre André Marmilicz, Rodrigo Bocheneck, Patrícia de Oliveira Muricy, Silvia Szychta, Ramon Aurélio Junior da Cunha (Seminarista), Gabriel Szychta, Padre Eliezer Okonoski, Padre Eugenio José Wisniewski, Eliane Oliveira, Eloyna costa, Cleber Teodosio e Gilson Almeida, Advocacia Bovo. Edição: Pascom-Orleans. Diagramação e Arte: Exceuni 3657-2864. Impressão: Press Alternativa Ltda - comercial1@pressalternativa.com.br A Folha de Orleans não se responsabiliza por matéria assinada ou por conteúdo publicitário. Nestes casos, são de inteira responsabilidade de seus autores e/ou patrocinadores. Tiragem: 3.000 exemplares - Distribuição gratuita.

Pe. Fabiano Spisla / Pároco

que significa passagem. Passagem do pecado para a vida da graça, da omissão para a fraternidade. Jesus nos apresenta uma nova aliança. A passagem da morte para a vida eterna. Do pecado para a graça. Somos em Cristo novas criaturas. Também nós devemos fazer a nossa passagem. Das trevas para a luz da Ressurreição. Do egoísmo para o amor partilhado. Dos erros que dividem para as verdades que unem. Devemos fazer a nossa passagem da ganância para o desapego e o gesto de servir. Cristo Ressuscitado nos levanta da poeira, do abismo e da morte. Ele é o Senhor da vida. Que seu lar seja abençoado pelo Cristo vivo e ressuscitado. E que no seu coração ressurjam os bons sentimentos, as boas disposições, um ânimo novo, uma coragem nova, e uma fé viva e vibrante de que Jesus está vivo Ressuscitado. Uma Feliz e santa Páscoa para você e sua família. “ E se Cristo não ressuscitou ilusória é a vossa fé” (1Cor 15,17)

CURTA AS FANPAGES DA PARÓQUIA: MATRIZ www.facebook.com/ParoquiaSantoAntonio-Orleans/ MENSAGENS PARÓQUIA m.me/ParoquiaSantoAntonioOrleans CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO facebook.com/Capelasvdp CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO facebook.com/capelanossasenhoradomonteclaro CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS https://www.facebook.com/profile.php?id=100003629483986&fref=ts CAPELA SAGRADA FAMÍLIA facebook.com/sagradafamiliajdguarani


Palavra do Papa

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A Cruz não é um enfeite, mas um símbolo de fé!

Durante a oração Mariana do Angelus, o Papa Francisco expressou: "A cruz cristã não é uma mobília da casa ou um ornamento para vestir. É um chamado ao amor com o qual Jesus se sacrificou para salvar a humanidade do mal e do pecado". Em seguida, Francisco completou dizendo: "Neste tempo quaresmal, contemplemos com devoção a imagem do crucifixo: Esse é o símbolo da fé cristã, é o emblema de Jesus, morto e ressuscitado por nós. Façamos de modo que a cruz marque as etapas do nosso caminho quaresmal para compreender sempre mais a gravidade do pecado e o valor do sacrifício com o qual o Redentor nos salvou".

Cristo a caminho de Jerusalém, onde virá a sofrer a condenação à morte pela cruz, tem por objetivo preparar os seus discípulos para este choque muito forte para a fé deles e, ao mesmo tempo, preanunciar a sua res-

surreição, apresentando-se como o Messias, o Filho de Deus. Na verdade, Jesus estava se demonstrando um Messias diferente do esperado: "Não um rei poderoso e glorioso, mas um servo hu-

milde, e desarmado; não um senhor de grande riqueza, sinal de bênção, mas um homem pobre que não tem onde reclinar a cabeça; não um patriarca com numerosa descendência, mas solteiro sem casa e sem ninho. É re-

almente uma revelação de Deus de cabeça para baixo, e o sinal mais desconcertante desta contradição é a cruz. Mas, precisamente por meio da cruz, Jesus chegará à gloriosa ressurreição". Esta é a mensagem de esperança que a cruz de Jesus contém. A cruz cristã não é uma mobília da casa ou um enfeite a ser usado, mas um chamado ao amor com que Jesus se sacrificou para salvar a humanidade do mal e do pecado. A ressurreição que vai chegar "através da cruz", observou o Papa, "será em última análise, não como a transfiguração que durou um momento, um instante"; e "a Cruz é a porta da ressurreição". Escrito por - Rodrigo Bochenek Fonte de pesquisa Portal La Santa Sede Vatican


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Nossa Senhora da Saúde O nascimento do menino Jesus se tornou um acontecimento que trouxe esperança, paz e luz ao mundo. A imagem de Nossa Senhora da Saúde, representa em primeira mão o cuidado zeloso de uma mãe por seu filho, na imagem como podemos contemplar, de Maria por seu filho Jesus. Esta singela e ícone imagem representa claramente a passagem contada no Evangelho de Lucas (2, 22-25) que faz menção a apresentação de Jesus ao templo conforme ordenara a Lei de Moisés: “quando se completaram os dias para a purificação deles levaram-no a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor, conforme está escrito na Lei do Senhor. Todo macho que abre o útero será consagrado ao Senhor, e para oferecer em sacrifico como vem dito na Lei do Senhor...”. Na seguinte passagem escrita pelo evangelista, descreve o que ocorre após o nascimento do Messias. Na tradição Judaica conforme a Lei de Moisés era obrigatório que a mãe, só ela, mas a criança deveria ser resgatada. Lucas nota cuidadosamente que os pais de Jesus, como os de João, cumpriam todas as prescrições da Lei e apresentaram também o seu filho no templo. No entanto, a apresentação da criança no santuário não era necessária, porque este era um rito de próprio de purificação da mulher que no caso havia dado a luz, mas nada impedia que a criança fosse também apresentada no santuário (Nm 18,15). Esta prática era conveniente de pessoas muito piedosas (Cf. 1.Sm 1,24-28). (Cf, Nota de rodapé: Bíblia de Jerusalém, p. 1790). A devoção então a Nossa Senhora da Saúde de tudo tem a ver com a passagem abordada pelo Evangelista Lucas. Pois em seu colo está o menino Jesus. Maria, traz em seus braços seu filho, que representa a luz do mundo que traz a salvação messiânica de iluminação para o mundo pagão, partindo do povo eleito. Em virtude desta passagem, Maria que carrega seu filho Jesus, ao qual também recebe o título de médicos dos médicos, Maria recebe o título de Nossa Senhora da Saúde. Porque de fato ela é quem carrega o curador, o messias capaz de nos curar e de nos livrar dos males e por isso, invocamos Maria para que ela que carregou Cristo em seu ventre e

Santa Maria. Assim, ficaram os enfermos e desvalidos da raça indígena recomendados ao patrocínio daquela que é o consolo dos aflitos, e logo começou a Santíssima Virgem, por meio da santa Imagem, a derramar tantas graças e benefícios sobre quantos a ela recorriam, que sua fama se estendeu pela comarca inteira, de modo que lhe deram o título de Saúde dos enfermos ou Nossa Senhora da Saúde. Em 08 de dezembro de 1717 foi consagrado seu santuário, celebrando-se a dedicação com grande pompa, espaço de oito dias. Em 1890 o santuário foi remodelado e dotado de um novo altar para a milagrosa imagem, solenemente coroada em 08 de dezembro de 1899, em meio a grandes e suntuosas festas. Por fim, a devoção no Brasil é muito forte na cidade de São Paulo, na Igreja Nossa Senhora da Saúde. A Paróquia recebeu uma imagem da Santa, vinda de Portugal.

Sub tuun praesídium confúgimus, Sancta Dei Génetrix

em seus braços possa interceder a ele por nós, rogando a sua proteção e a saúde para nossas vidas para que melhor possamos viver o nosso batismo. Por isso, Nossa Senhora da saúde traz nos seus braços, seu filho Jesus, o médico dos médicos. Conta-se a história que a origem da devota imagem de Nossa Senhora da Saúde remonta aos primeiros tempos da conquista do México pelos espanhóis, sendo bem notável a fabricação da referida imagem e o material nela empregado. A imagem foi colocada em modestíssimo altar do hospital que dom Vasco erigiu em Patzcuaro sob a invocação de

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA SAÚDE ”À vossa proteção recorremos, ó Santa Mãe de Deus, consoladora dos aflitos e saúde dos enfermos. Não desprezeis nossas súplicas em nossas necessidades, e livrai-nos sempre de todos os perigos, e das doenças, ó Virgem Gloriosa e Bendita. Senhora nossa, Medianeira nossa, Advogada nossa, com vosso Filho, reconciliai-nos, a vosso Filho recomendai-nos, a vosso Filho apresentai-nos. Virgem Puríssima, que sois a Saúde dos Enfermos, o Refúgio dos Pecadores, a Consoladora dos Aflitos e a distribuidora de todas as graças, na minha fraqueza e no meu desânimo apelo hoje, para os tesouros da vossa divina misericórdia e bondade e atrevo-me a chamarvos pelo doce nome de Mãe. Sim, ó Mãe, atendei-me em minha enfermidade, dai-me a saúde do corpo para que possa cumprir os meus deveres com ânimo e alegria, e com a mesma disposição sirva a vosso Filho Jesus e agradeça a vós, Saúde dos Enfermos. Nossa Senhora da Saúde, rogai por nós. Amém.”

VENDE-SE VELAS NA SECRETARIA Horário de atendimento: Segunda a Sábado das 08h às 17h (41) 3285-4101

Seminarista Ramon Aurélio Jr. da Cunha


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MARCELINO PÃO E VINHO Vale a pena conhecer a sua história! "Marcelino Pão e Vinho" (Marcelino Pan y Vino) é o célebre livro do autor espanhol José María Sánchez Silva que foi adaptado para as telas em 1955. Assim como o livro, o filme também é uma produção espanhola, aplaudida em importantes festivais de cinema e grande sucesso de bilheteria em várias partes do mundo. Na história, um frade franciscano relata para uma menina doente a lenda de Marcelino, um bebê abandonado na porta de um convento masculino. Os doze frades do convento procuram pais adotivos para o menino, mas, não

encontrando candidatos, acabam eles próprios criando Marcelino. O garoto cresce fazendo travessuras e levando os pobres frades à beira da loucura com a sua espontaneidade e fervilhante imaginação. Sem outras crianças da sua idade para brincar, ele se diverte inventando apelidos para os religiosos, contando histórias inacreditáveis e até criando um amigo imaginário, a quem ele chama de Manuel. Acontece que uma das histórias que Marcelino conta aos religiosos acaba desafiando a curiosidade deles, que decidem conferir pesso-

Um clássico de 1955 para rir, se emocionar e crescer na amizade com Jesus

almente. É quando eles constatam, com grande surpresa,

o poder divino da inocência. Marcelino se transforma então no protagonista de um belíssimo e comovente milagre, que marcará para sempre o vilarejo. Ao subir uma escada ele encontra um homem pregado em uma cruz, ele já havia visto crucifixos antes mas nunca tão grande assim, ao se colocar sob o olhar do homem, o olha e diz "Parece que esta com fome; vou trazer comida! ". Começa ali uma amizade tão inocente e comovente entre Marcelino e esse amigo, o Próprio Jesus que ao receber o pão ganha vida. Não quero aqui contar

toda a história, pois a magia da recomendação é deixar o desejo de querer saber mais. Quem já assistiu, assista de novo. E aos que nunca tiveram esta oportunidade, não deixem para depois. Pois, até mesmo para os adultos a visão de Fé se modifica, então imaginem o que irá fazer com os nossos pequenos que chegam na catequese. Além de ser uma ótima pedida para uma sessão de pipoca, em família, com as crianças nesta Quaresma. Fonte: www.aleteia.org Por Eliane Oliveira Catequista


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400 ANOS DA CONGREGAÇÃO DA MISSÃO

A Novidade Revolucionária: Fundação da Congregação da Missão Com Vicente novos ventos sopraram na igreja do século XVII. Depois que Deus o recriou estava pronto para iniciar suas mais originais instituições. A CM surgiu com 3 características fundamentais que a qualificam e situam de maneira especial na igreja: gratuidade ao serviço do pobre; simplicidade no ser e no pregar e secularidade na vida comunitária. A - ORIGEM DA CM: A senhora de Gondi desta vez confia na generosidade de V icente e deixa que ele siga seus sonhos e aspirações. Vicente vinha amadurecendo um projeto missionário, discernido sobretudo pelas palavras otimistas do sábio André Duval, professor na Sorbone, em Paris.Para esta fundação Vicente recebeu dos Gondi, um velho casarão, chamado Colégio dos Bons Enfants e uma soma de 45 mil libras à disposição. E no dia 17 de abril de 1625, Felipe Emanuel de Gondi e Margarida de Silly, sua esposa, e Vicente de Paulo, assinaram o contrato de fundação. A Congregação da Missão saia do papel. Para executar este projeto, Vicente formou uma pequena comunidade. Viveriam pobremente e renunciariam a cargos e benefícios. As missões seriam gratuitas. Irão de aldeia em aldeia evangelizando os pobres. Dois meses depois morre a Senhora de Gondi, no dizer do Pe. Dodin,” como se não tivesse vivido para outra coisa senão para assinar este documento. “ Vicente está livre para a missão. Se instala no Colégio dos Bons Enfants, e faz a experiência de uma pequena comunidade apostólica itinerante, Ao sair de casa entregavam as chaves a um dos vizinhos” eis o que fazíamos por Deus, e, Deus por sua vez fazia o que tinha previsto desde toda a eternidade. “ O testemunho missionário atraia novas vo-

Pe. Eugenio Jose Wisniewski CM

cações. Aos 4 de setembro de 1626 é assinada uma ata de Associação, com mais 3 padres que viveriam à maneira de Congregação. Em setembro de 1627 a Congregação é reconhecida civilmente. Então, já são 5 padres ao redor de Vicente, “ amigos dos pobres e de Deus”, segundo uma bela expressão do P. Dodin O trabalho missionário é efetuado a tempo integral. Porém, devido ao grande número de congregações existentes, necessitadas de reformas, Roma dificulta a aprovação de novos institutos. Vicente fez várias súplicas sendo rejeitado por duas vezes. Também enfrentou a oposição dos párocos de Paris, por medo de que os padres da missão aceitassem cargos nas cidades do Reino. O próprio Cardeal de Berulle se mostrou hostil á nova fundação. Assim somente a 12 de janeiro de 1633 o Papa Urbano VIII, pela Bula Salvatoris Nostris aprovou oficialmente a CM, como de direito pontifício. Agora a pequena Congregação poderia se estender pelo mundo todo. E em 1655 foram aprovados os votos de estabilidade, castidade, pobreza e obediência B - ESTATUTO JURÍDICO: O fim da CM é seguir Cristo evangelizador dos pobres. Isto siginifica seguir a Jesus Cristo, em comunidade, respondendo com criatividade às necessidades de cada época, mediante a evangelização dos pobres e a

formação do clero e dos leigos. Nosso estatuto jurídico está definido pelas nossas Constituiçoões atualizadas em 1980. A Cm é uma sociedade de vida apostólica, de padres e leigos. Fazemos votos, mas não somos religiosos, seguindo a intenção original de S. Vicente o qual queria uma congregação flexível, com muita mobilidade missionária e que trabalhasse inserida profundamente no mundo dos pobres. Em 1632 Vicente recebe priorado de S. Lázaro para sede da Congregação. Por isso, os padres também ficaram sendo conhecidos como padres lazaristas. Em 1658 Vicente distribuiu as Regras Comuns, que é um apanhado condensado do Evangelho, com o objetivo de orientar e tornar efetiva a missão Não era uma constituição de laboratório, mas nelas colocou tudo o que ele e os missionários já viviam. É a única obra de Vicente. Ao final da vida de Vicente o impulso missionário encontra seu campo de ação: “ Todos os pobres, aonde estejam “. Segundo o Pe. Álvaro Quevedo, a CM é “ uma fundação que teve em seu tempo, repercussões sociais de grande transcendência. Significava uma mudança radical para a Igreja, que já não estará somente nas cidades e com a classe social alta, mas que irá aos pobres camponeses, e logo a todos os novos pobres que vão surgindo das injustiças sociais e das

calamidades da natureza. Os sacerdotes não terão ambições, nem de dignidades, nem de dinheiro, senão que farão a opção pelos pobres, e buscarão os lugares mais abandonados, e seu trabalho será desinteressado, antecipando a vivência não só de uma Igreja dos pobres e para os pobres, senão da Igreja pobre e com os pobres, que reclamaram Medellin, Puebla, Aparecida e que hoje é uma das metas do Papa Francisco. A Congregação é um ato de fidelidade a Jesus Cristo e aos pobres. A obra de Vicente virá a ser como um fermento social que ajudará a Igreja a recuperar sua identidade e vocação. Isto quer dizer que a CM produziu um forte impacto na Igreja da época”. Vicente “ sabia como ninguém viver sua Igreja e ser sensível às necessidades dela. E percebendo a necessidade, se colocava como instrumento de Deus para ser um agente de mudança. A preocupação com a boa formação dos sacerdotes é espetacular. Na verdade, hoje como ontem, não podemos abrir mão de sacerdotes bem formados. E para além disso, nem sequer podemos pensar em “ povo de Deus” sem formação adequada, para que todos estejam prontos a dar “ as razoes de sua fé “. (Luiz A. Solano Rossi ) A CM hoje é chamada a evangelizar e formar com palavras e obras segundo um pensamento dele que deveria ser de toda a Família Vicentina: “ Amemos a Deus, meus irmãos, amemos a Deus, mas que seja a custa de nossos braços, que seja com o suor de nosso rosto”.


Pastoral do Dízimo

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Dizimistas Falecidos! A equipe do Dízimo da Paróquia Santo Antonio-Orleans, pede às famílias dos dizimistas falecidos, a gentileza de comunicar o pesar para o plantão do dízimo nas missas ou para a secretaria paroquial, evitando assim, maiores constrangimentos. Obrigado!

Dizimistas Aniversariantes de Abril.2017 MATRIZ ABDIAS GERALDO DE OLIVEIRA ANA PAULA FAGUNDES CARDOSO ANTONIO CARLOS MACHADO AUGUSTO LANGA JUNIOR BEATRIZ GIRARDI CASEMIRO MIZERSKI CELESTINO SUREK CLEMENTINA LAU DE MOURA CYBELLY CRISTINE GROCHOSKI DAIANA BORGHELOT DEMERVAL RANGEL DEUCELINA MARIA ALEXANDRE DIONISIO DE ANDRADE EDUARDO KUCEK ENI MILANI FONTANELLI EUNICE GAMA DOS SANTOS FLAVIA A BENETTI FRANCISCA YASZCZERSKI GENOVEVA PRZEPIURA GEOMAR SERGIO SUCHEVIZ GETULIO MULLER HEVERSON ROBERTO DA COSTA INEIS SPAK IZAURA MOCHANSKI JOÃO FELINTO FILHO JOÃO GASPAR YASZCZERSKI JOELMA DOS SANTOS GRZECHECHEN JORACIR ELEOTÉRIO DOS SANTOS JOSÉ ALBERTO RODRIGUES DOS SANTOS JOSÉ AMILTON RODRIGUES JOSÉ ANTONIO DA SILVA JOSÉ NILTON DE PONTES JULIANO LUIZ CUNHA JUVENIL TELES DE SOUZA LARISSA GONZAGA DE OLIVEIRA LEANDRO DE PAULA LELIA ENEIDA STORRER LUCIA PEREIRA DE MELO MARCO ANTONIO BREZINSKI MARGARIDA F. DUARTE MARIA JOSE FERREIRA PADILHA MARIA REGINA MALESSA DORNELES MARLENE KOSTESKI RIFISKI MONICA SCHULTZ OSCAR MIRANDA REINALDO J.C. LEÃO SANDRA MARI LUSTOZA MOREIRA SANTINA A. VINO CAMPOS TARCÍSIO MÜLLER TEREZA TUREKE RAMIM VICENTE GROSSEL VITORINO GOGOLA CÔNJUGES ANTONIO MOREIRA APARECIDO CANDIDO DOS SANTOS DOROTÉIA TUREK BIEHL EDUEL P.MATEUS EHREN TRAUD EZEQUIEL SPAKI FABIO AMBROSINE FLAVIO R CURTI GIOVANA MARZANI BEREHULKA HELENA G. SZYCHTA ILDA ORTIZ DOS SANTOS PEREIRA IRENE G. SANTOS JASRCESKI JOÃO KRUPA JOÃO OLIVEIRA GOMES

JOSÉ DE OLIVEIRA LOMAR W INCERTI PRISCILA CAROLINE APPI SUCHEVIZ SOLANGE DE FATIMA OFONE DA SILVA WIVIAN KLOTZ BATISTA CASAMENTO ABDIAS GERALDO DE OLIVEIRA ANA PAULA FAGUNDES CARDOSO ANTONIO CARLOS MACHADO E EVA CONCEIÇÃO MACHADO AUGUSTO LANGA JUNIOR E CAMILA O. SANTOS LANGA BEATRIZ GIRARDI CASEMIRO MIZERSKI E NOECY MELLO MIZERSKI CELESTINO SUREK CLEMENTINA LAU DE MOURA CYBELLY CRISTINE GROCHOSKI DAIANA BORGHELOT DEMERVAL RANGEL DEUCELINA MARIA ALEXANDRE DIONISIO DE ANDRADE EDUARDO KUCEK E LORENA TERESINHA FRIGO ENI MILANI FONTANELLI EPARANÁ FONTANELLI EUNICE GAMA E APARECIDO CÂNDIDO DOS SANTOS FERNANDO MAGATON FLAVIA A. BENETTI E FLAVIO R. CURTI FRANCISCA YASZCZERSKI GENOVEVA PRZEPIURA GEOMAR SERGIO E PRISCILA CAROLINE APPI SUCHEVIZ GETULIO MULLER HEVERSON ROBERTO DA COSTA INEIS SPAK IZAURA MOCHANSKI JOÃO FELINTO FILHO JOÃO GASPAR YASZCZERSKI JOELMA DOS S. GRZECHECHEN E EGNALDO SOUZA PRATES JORACIR ELEOTÉRIO E ORTÊNCIA FABRÍCIO DOS SANTOS JOSÉ ALBERTO RODRIGUES DOS SANTOS JOSÉ AMILTON E MARGARIDA FERREIRA RODRIGUES JOSÉ ANTONIO E SOLANGE DE FATIMA OFONE DA SILVA JOSÉ NILTON DE PONTES E MARIA APARECIDA DE PONTES JULIANO LUIZ CUNHA JUVENIL TELES DE SOUZA LARISSA GONZAGA DE OLIVEIRA LEANDRO DE PAULA LELIA ENEIDA STORRER LUCIA PEREIRA DE MELO E NELSON VELOZO MARCO ANTONIO BREZINSKI E TEREZINHA BREZINSKI MARGARIDA F. DUARTE MARIA JOSÉ FERREIRA PADILHA MARIA LUIZA ALVES FELINTO MARIA R. MALESSA E LUIZ CARLOS DE FREITAS DORNELES MARLENE KOSTESKI RIFISKI E DILSON LUIS RISIKI MONICA SCHULTZ OSCAR MIRANDA REINALDO J.C. LEÃO SANDRA MARI LUSTOZA MOREIRA E IVAN BATISTA MOREIRA SANTINA A. VINO CAMPOS E JOÃO ALVES CAMPOS TARCÍSIO MÜLLER E MARIA DE FATIMA LUZA MÜLLER TEREZA TUREKE RAMIM VICENTE GROSSEL E BEATRIZ GROSSEL VITORINO GOGOLA SÃO FRANCISCO JD. GABINETO CELIA REGINA ANDRADE SILVA CÍCERA DA SILVA SANTANA JACIRA - ESPOSA DE MAURILIO GUEDES JOSÉ ACIR CARDOSO DE MATOS LIDIANE DA SILVA

MARCOS ANTONIO R. SILVA NEVES MARIA APARECIDA DA SILVA MARIA DO CARMO BARBOSA HARTMANN MARIA HELENA BERNARDO MARIA JOSÉ DO AMARAL PAULO MIGUEL CHICOTE CORDEIRO SAGRADA FAMÍLIA JD. GUARANI AFONSO HOMAN CLEONICE RODRIGUES DAIANE C. K. NOVACOWSKI LEANDRO LIÇA LUIZ CARLOS DA SILVA MARIA MARTINS HOMAN MARIA SANTINA OLIVEIRA MAURO P. DE MENEZES NATÁLIA LITZA PAULO VICHINHEVSKI TOMAS LIÇA NETO VERA DA SILVA CASAMENTOS LUIZ E ELZA TODOROVSKI NOSSA SENHORA DE FÁTIMA RIVIERA GENOVEFA M. SZYCHTA MARIA MARLI DE LARA NOSSA SENHORA DO CARMO PASSAÚNA ANTONIO SUANSKI SERGIO HOMANN TEREZA C. DA SILVA CASAMENTO SERGIO HOMANN E LURDE HOMANN SÃO VICENTE DE PAULO JD. VITORIA ANGELA Mª BATISTA ANTONIO MOREIRA DIÁC. JOSÉ DE OLIVEIRA EDWIRGEM MIKOLAESKI JOSÉ CARLOS MARQUES MARIA MALAQUIAS OSCAR MIRANDA PEDRO N.ROCHA CAPELA NOSSA SENHORA DO MONTE CLARO RIVIER ANGELITA DOBRZANSKI CECILIA PONCHECK JESSICA C. BURDA LUCAS G. DOBRZANSKI MARTA LISSA LAU SOFIA DERING TEREZINHA DA SILVA TEREZINHA P. PONCHEKI VITOR ROZISKI WILLIAN M. LIPKA CASAMENTO AUGUSTO E ANA DERING SÉRGIO E DORALIDIA VOSNIAKA

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ACONTECEU EM NOSSA PARÓQUIA MATRIZ SANTO ANTÔNIO Neste mês de março começou as atividades pastorais com força total em nossa Paróquia, o marco foi nos dias 11 e 12, onde coordenadores e membros das pastorais da matriz e das seis capelas reuniram-se para o IV Retiro Paroquial, momento que acontece anualmente, onde adquirimos mais conhecimento e nos reabastecemos espiritualmente para mais um ano de atividades. Este ano o tema foi MARIA, MÃE MISSIONÁRIA, onde as palestras e oficinas foram motivadoras para, assim como Maria, cada um dos participantes dar o seu SIM e ser fiel, comprometido e obediente a sua escolha de seguir a Jesus e acima de tudo, partilhar seus ensinamentos e amor para com os irmãos. As palestras tiveram como tema: A figura de Maria na Bíblia, ministrada por D. Peruzzo; Campanha da Fraternidade pelo Seminarista Gilson Almeida; Os dogmas de Maria pelo Professor e Mestre Thiago Onofre; Itinerário Misssionário de Maria pelo Pe. Donizete; O SIM de Maria pelo pároco Pe. Fabiano Spisla; Maria na Experiência Espiritual de S. V icente pelo Seminarista Marlon. Tivemos também o Grupo de Dança da Capela S. Vicente; Adoração ao Santíssimo com os Acólitos e Coroinhas; Motivação pelo Marlon da Arquidiocese de Curitiba; Músicas litúrgicas com Leonan e de animação com Thiago e Lauren e coreografias com os grupos de jovens. Nas oficinas preparadas com muito carinho pelas comunidades, foram apresentados alguns títulos de Maria, a matriz nos apresentou Nossa Senhora das Graças, a Capela São Francisco Nossa Senhora Aparecida, a

CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS

Missa 11/03 - Posse do novo Conselho Particular São Francisco de Paula da SSVP, com a missão de administrar, formar, criar, ativar a motivar as conferências nas comunidades. Deseja uma conferência em sua comunidade fale com Lucas Felipe 99925-0579.

Catecúmenos da Capela São Francisco de Assis participaram da inscrição do nome. Momento importante para receberem os sacramentos na vigília Pascal. Parabéns pela perseverança!

Santa Missa presidida por Padre Eliezer dia 18/03, celebramos com grande alegria o primeiro escrutínio dos catecúmenos, a entrega da Bíblia e da Cruz para os catequizandos. Parabéns a todos!

CAPELA SAGRADA FAMÍLIA

Capela São V icente - Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, e as Capelas Nossa Senhora do Carmo e Nossa Senhora do Monte Claro suas padro-

eiras. Assim Maria sempre é esta mãe bondosa que se adapta a cultura de cada povo, fazendo-se presente e sempre lembrando que é

nossa intercessora junto ao seu filho. Tudo isso acompanhado de refeições deliciosas feitas com muito amor pela

equipe da cozinha. O ambiente foi decorado de forma acolhedora pela equipe responsável pela decoração, assim como toda a organização

geral que contou com várias pessoas que se dedicaram e se disponibilizaram para que tudo ocorresse de forma harmoniosa. Aproveitamos

para uma vez agradecer o empenho e a disponibilidade de todos que de alguma forma contribuíram para o êxito desse IV Retiro Paroquial.

NO MÊS DE MARÇO 14 CRIANÇAS FORAM BATIZADAS EM NOSSA PARÓQUIA QUE JESUS ABENÇOE CADA UMA.

ACOMPANHE TODOS OS ACONTECIMENTOS EM NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK.

Reabastecidos deste amor infinito, todos participantes SIM estão prontos para mais um ano de serviço ao Reino de Deus.

QUARTA-FEIRA DE CINZAS: "PORQUE ÉS PÓ, E PÓ TE HÁS DE TORNAR-SE." (GN 3,19) No dia 04/03/17, iniciouse a catequese com encontro de pais e catequizados de todas as etapas e com a presença de Leonan Novaes, da Matriz, que enriqueceu o momento falando sobre o tema: "Porque Jesus Cristo nos chama a ser família na igreja". No dia 05/03/17, aconteceu o primeiro festival de prêmios deste ano, iniciando com a Santa Missa, onde pode-se com muita alegria, participar da celebração do sacramento do batismo do pequeno Matheus, celebrado pelo Pe. Eliézer e o diácono Augusto. Logo após o delicioso almoço e festival de prêmios.


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Espaço Missionário Naquele tempo Jesus disse: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura (Mc 16, 15). Cumprindo essa ordem de Jesus, a nossa Igreja Católica nos propôs um audacioso desafio permanente: deixarmos a nossa zona de conforto para sairmos em missão, ao encontro dos irmãos. Missão essa, que traduz o testemunho do segundo grande mandamento: “amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mc 12, 31). Na nossa paróquia, desde 2014, estamos trabalhando no Projeto Missionário que foi proposto pela nossa Arquidiocese. Porém, neste ano de 2017 nasceu a Pastoral Missionária, proposta pelo Pe. Pedro Klidzio, e abraçada imediatamente pelo Pe. Fabiano, nosso pastor atual. As missões têm sido uma experiência muito intensa e gratificante, nos trazendo um grande crescimento espiritual, nos ensinando a amar melhor,

escutar melhor o próximo, cuidar e nos interessar mais profundamente pelos irmãos, mas, sobretudo, nos fazendo cristãos de fato, à medida que vamos revelando o único Deus de amor e misericórdia, primeiro para nós mesmos e, por conseguinte, ao nosso próximo. Encerramos o ano passado, no dia 06/11, com o

Encontrão Jovem, onde contamos com a participação dos padres Fabiano e Waldir; Irmã Celoir, seminaristas, enfim muitas pessoas comprometidas em sair em busca do irmão que, muitas vezes, ainda nem tiveram a oportunidade de conhecer a Deus. Este é o nosso terceiro ano de missão nas casas e instituições de nosso terri-

tório paroquial. Iniciamos este ano de 2017 com o 1º Retiro Missionário no dia 12/02. Esse retiro foi aberto com a Missa, onde tivemos a presença de cerca de 100 missionários que ajudaram na liturgia e encheram a nossa igreja Matriz de entusiasmo e alegria. Durante o retiro, pudemos aprender mais sobre os propósitos e as práticas do

REUNIÕES DO GRUPO ALCOÓLICOS ANÔNIMOS Terça-feira e sexta-feira às 20h na matriz.

“ser discípulo e do ser missionário”, além de testemunhos de vários outros grupos e paróquias que vieram partilhar as suas experiências conosco. Esse dia foi rico de muita espiritualidade. Tivemos o momento Mariano, música, animação e dinâmicas maravilhosas. Após toda a preparação que tivemos no Retiro, fi-

zemos no dia 04/03, mais uma vez, uma Missão nas Famílias, na Comunidade do Jardim Vitória, da nossa Capela São Vicente de Paulo. Iniciamos essa tarde com uma breve formação sobre Missão Familiar. Na sequência recebemos do padre Fabiano a Bênção de Envio e a Oração do Missionário. Saímos em missão e no retorno tivemos uma linda partilha seguida de uma confraternização. Agora já aproveito para convidar a todos para a nossa próxima missão no dia 08/04. Nosso encontro será dentro da Igreja Matriz, às 13h30, para recebermos o envio e sairmos em missão levando para as famílias o tema da Páscoa. Como é bom encontrarmos o Cristo em nossos irmãos. É uma experiência que só quem viveu pode compreender o tamanho dessa graça. Levamos o Cristo para os irmãos e nós é que saímos transbordantes Dele. Venham conosco, não importa se é jovem ou adulto, garanto que voltará com o coração muito mais pleno e agradecido pela experiência vivida. Se você quer ser um missionário, entre em contato conosco (Secretaria Paroquial - Tel: 3285-4101) Eloyna Costa


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CF 2017 – O que podemos fazer na prática? A Campanha da Fraternidade 2017 não acaba com a Quaresma. Ela é uma proposta de reflexão e ação para o ano todo. Nas duas últimas edições da Folha de Orleans, já tratamos deste assunto, em fevereiro, quando apresentamos em linhas gerais o seu tema – Fraternidade: Biomas Brasileiros e Defesa da Vida – e em março, quando tratamos especificamente o Bioma do qual fazemos parte, a Mata Atlântica. Nesta edição nos perguntamos: o que podemos fazer concretamente a partir desta Campanha da Fraternidade? O Texto-base, que procura orientar sobre a CF e apresentá-la de forma aprofundada e adequada, é composto por três partes: Ver, Julgar e Agir. O “Ver” apresenta cada um dos seis biomas brasileiros (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal) a partir de sua localização, características naturais, de seus povos, cultura, sociedade e política, assim como a beleza, as fragilidades e a

contribuição da Igreja em cada um deles. A segunda parte, o “Julgar”, ilumina as realidades apresentadas a partir da Sagrada Escritura e dos ensinamentos da Igreja, oferecendo critérios e parâmetros a partir dos quais podemos desenvolver nossas ações. A terceira parte é o “Agir”, em que são apontadas atitudes e compromissos que podemos assumir como Igreja. Podemos despertar para o cuidado com a natureza, assim como fortalecer comportamentos individuais ou coletivos que buscam a harmonia dos biomas e sua defesa. Tais comportamentos vão desde ações que fazemos dentro de nossas casas, como cuidar do consumo da água, eletricidade e destinação do lixo, até a exigência e apoio a políticas públicas para o saneamento básico, matas ciliares, bacias hidrográficas e reservas ambientais. Outro gesto concreto realizado todos os anos e do qual todos podemos participar é a Coleta da Solidarie-

dade. Feita sempre no Domingo de Ramos em todas as comunidades, paróquias e dioceses, esta oferta de doações em dinheiro é um gesto concreto de fraternidade, partilha e solidariedade. Neste ano a Coleta da Solidariedade será realizada no dia 09 de abril de 2017, Domingo de Ramos. Uma pergunta talvez venha agora à nossa mente: “Mas para onde vai esse dinheiro? O que é feito com ele? “ O resultado integral das coletas de todas as celebrações do Domingo de Ramos é encaminhado à Diocese, que envia 40% do valor arrecadado ao Fundo Nacional de Solidariedade, e encaminha os 60% restantes para o Fundo Diocesano de Solidariedade. O Fundo Nacional é gerido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Fundo Diocesano é gerido por cada Diocese, orientada pelo seu Bispo. A destinação dos recursos destes fundos é feita da seguinte forma: cada Fundo, seja o Nacional ou o Dioce-

sano, possui um Conselho Gestor que acolhe, analisa a aprova ou rejeita projetos encaminhados a eles. Os projetos devem atender aos objetivos propostos pela Campanha da Fraternidade que arrecadou estes recursos. Quem pode propor os projetos? Os projetos devem ser elaborados e encaminhados pela Paróquia, por uma Pastoral específica ou por uma comunidade religiosa; não são aceitos projetos de pessoas, isto é, que não sejam uma iniciativa comunitária-eclesial. Por isso, retomamos aqui o objetivo da Campanha da Fraternidade deste ano: “Cuidar da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, dons de Deus, e promover relações fraternas com a vida e a cultura dos povos, à luz do Evangelho.“ É importante que cada um de nós adote ações individuais, nas suas casas, no trabalho, e com sua família, mas também podemos nos organizar como comunidades ou paróquia e apresen-

Pe. Eliézer Okonoski CM. Vigário Paroquial

tar a proposta de um projeto para bem-dispor destes recursos. Os projetos são classificados de acordo com aquilo a que se propõe em três diferentes eixos: 1) Formação e capacitação; 2) Mobilização para conquistas e efetivação de direitos; 3) Superação de vulnerabilidade econômica e geração de renda (projetos produtivos). O edital que apresenta os critérios e exigências para elaboração dos projetos sai, geralmente, algumas semanas após a Páscoa. Apoiemos estas iniciativas com a nossa oferta do dia 09 de abril, e quem sabe, podemos até apresentar algum projeto nosso para, como paróquia, também “Cultivar e guardar a Criação” (Gn 2,15).


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Semana Santa A Ressurreição de Jesus é o motivo principal pelo qual se celebra a Semana Santa, a Quaresma e todo o calendário da vida cristã. Esta semana começa com o Domingo de Ramos, onde o povo recebe Jesus que entra em Jerusalém (Jo. 12,1216), devendo nós também acolhê-lo em nossas vidas, e o Tríduo Pascal, com a Quinta-feira Santa, onde se celebra a Ceia do Senhor, Sexta-feira Santa e Sábado Santo, este último um dia alitúrgicos, isto é, sem nenhuma celebração, porém nele se medita a paixão e sepultura do Senhor, e o Domingo de Páscoa, celebrado desde às vésperas com a solene Vigília Pascal. DOMINGO DE RAMOS A liturgia desse dia apresenta um Cristo-Rei que é aclamado na entrada em Jerusalém, quando na realidade a mensagem que fica é de um Servo obediente, de um Deus que está e sofre junto a povo, um rei cujo trono será uma cruz e a coroa de espinhos. Na procissão de ramos, com o balançar e o verde dos ramos, vê-se a alegria do povo que após um tempo de preparação, orações e penitência, concebe o ato como sinal de esperança e de vitória no Senhor. Além da procissão, o rito do dia culmina com a eucaristia, cujo relato da Paixão e Morte de Jesus é narrado como parte do plano salvífico de Deus: a ressurreição. Os três dias subsequentes nos apresentam o itinerário da paixão. Na segundafeira, lê-se que Maria perfuma os pês de Jesus em vista de sua sepultura (Jo. 12,111); na terça, a Palavra parece denunciar a fraqueza humana que trama entregar e negar o Mestre (Jo. 13,21-33.36-38); por último, na quarta, a certeza de quem o entregará para o sacrifício (Mt. 26,1425), abrindo assim espaço para a vivência do tríduo.

acende o Círio Pascal, aqui, tanto o fogo novo como o círio simbolizam Jesus ressuscitado que vence as trevas e o mal; Liturgia da Palavra, contendo nove leituras intercaladas de salmos, que retomam toda a História da Salvação até a Ressureição do Senhor, é destaque também nesse dia o Glória e o Aleluia silenciados durante a quaresma; Batismo de catecúmenos e Renovação das Promessas Batismais e Liturgia Eucarística, onde o Cristo que é alimento se reparte e permanece junto ao povo de Deus. TRÍDUO PASCAL Quinta-feira Santa – Ceia do Senhor Dia da instituição do Sacerdócio e da Eucaristia, quando a liturgia se enche de ornamentos para celebrar o grande memorial. Normalmente pela manhã, o bispo preside a missa na catedral com os presbíteros para renovarem o compromisso de servir o povo de Deus, bem como abençoa os óleos que serão utilizados nos diversos sacramentos ao decorrer do ano. A missa seguinte é rezada pelo padre na sua paróquia, onde se recorda a instituição da Eucaristia a partir do gesto de Jesus na Última Ceia, bem como se revive o ato do “lava pés”, que mais que um teatro é a participação da comunidade em um gesto real, onde Jesus se abaixa para erguer a humanidade. Lavar os pés significa aqui um exemplo de amor, serviço e doação a causa do outro. Percebemos assim que Eucaristia e compromisso social caminham juntos. Nesse dia a missa não tem benção final, pois ela continua. Após a comunhão o altar é desnudado e as hóstias consagradas são transladas para um altar ao lado, onde podem ser adoradas. Sexta-Feira Santa - Paixão do Senhor Dia de jejum, de oração, meditação.

Jesus, após a condenação, é entregue para ser crucificado, como cordeiro levado ao matadouro, agora Jesus é o “verdadeiro Cordeiro pascal” (Ap 5,6ss). A celebração da Paixão do Senhor é composta por três partes: Liturgia da Palavra, onde a antiga aliança é superada pela nova: Jesus; Adoração da Cruz, oportunidade de expressar e agradecer a Deus por tamanho amor por nós, e Comunhão Eucarística, quando se faz comunhão com Cristo que acaba de ser sacrificado na cruz. Após este momento, é feita a oração sobre o povo e todos saem em silêncio. A tradição popular reza também nesse dia a Via-Sacra. Sábado Santo – Sepultura do Senhor Como a semente está confiada a terra, Cristo “repousa” no sepulcro. Nesse dia não tem missa, a Eucaristia da Vigília que se dá na noite do sábado santo, na verdade pertence ao domingo, uma vez que na época de Jesus o dia terminava com o pôr do sol e o seguinte começava com o cair da noite. A Vigília Pascal é uma grande festa. É a partir dessa celebração que se fazem todas as outras. Sua liturgia é composta por quatro partes: Benção do Fogo, que

Domingo – Páscoa do Senhor A ressurreição de Jesus é o princípio de renovação, de vida nova, para todos os homens e as coisas. No domingo há duas missas: a primeira “na noite santa”, como explicado anteriormente, e a segunda “no dia” do domingo da Ressurreição. O evangelho dessa segunda missa apresenta, a exemplo de João e Pedro, como devemos chegar à fé no ressuscitado (Jo. 20,1-9), outra opção seria rezar o mesmo Evangelho da vigília que traz o relato da ressurreição (Mt. 28,1-10). Havendo uma terceira missa na tarde do domingo, podese optar pelo evangelho que narra o encontro de Jesus Ressuscitado com os Discípulos de Emaús (Lc 24,13-35). O convite que nos é feito é que nos esforcemos para alcançarmos as coisas do alto (Cl 3,1-4). Vivamos estes dias com maior profundidade, reservemos um momento e silêncio coloquemo-nos dentro das cenas que as leituras oferecem e nos deixemos conduzir pelo Espírito, para melhor desfrutar da alegria de conviver com o Ressuscitado em nosso dia a dia. Cleber Teodosio e Gilson Almeida SEMINARISTAS VICENTINOS


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Carta Pastoral exata Clero e fieis a seguir La Salette Em 1º de Maio de 1852 o mesmo prelado publicou carta Pastoral que retomava aos termos essenciais da mensagem de La Salette. "Não é em vão-escreveuque a mãe de misericórdia dignouse a habitar os filhos do homem". Não é em vão que, diante das desordens que excitam a cólera de seu filho. Ela veio de alguma maneira se refugiar nas nossas montanhas, derramar lágrimas advertir-nos dos castigos que nos estão reservados se não nos convertemos relembrar-nos do temor de Deus, do respeito pelo seu santo nome, da santificação do domingo, da observância de todos os mandamentos de Deus e de sua igreja. Palavras descidas do alto devem ter um imenso eco e ser ouvidas por todas as nações (...) Lembrai-vos da época em que Maria apareceu sobre a montanha de La Salette. Esta aparição, em 19 de Setembro de 1846, não foi como oi prefácio dos maiores acontecimentos? Vede as agitações populares, os tronos derrubados, a Europa abalada, a sociedade no despenhadeiro de sua ruina. Quem nos preserva quem há de nos preservar ainda de maiores desgraças, senão aquela que do alto, descem em nossas montanhas para aqui fincar de alguma maneira em sinal de reunião e de salvação, um foro luminoso, uma serpente de bronze em relação à qual as almas piedosas têm elevado os olhos para afastar a ira celeste e nos curar de feridas incuráveis? Luiz Eduardo Dufaur Colaboração: Gabriel Szychta

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Documento 100 - Comunidade de comunidades: Uma nova paróquia. A conversão pastoral da paróquia Julgar - Cap. II - Palavra de Deus, Vida e missão nas primeiras comunidades. A comunidade cristã encontra sua inspiração na Palavra testemunhada e anunciada por Jesus, em nome do Pai, e confiada aos apóstolos. É preciso voltar às fontes bíblicas, revisitando o contexto e as circunstâncias nas quais o Senhor estabeleceu a Igreja. A comunidade de Israel firmada pela Aliança com Deus. A experiência familiar e comunitária marcou a constituição do Povo de Deus em diversas épocas. No tempo de Jesus, a vida comunitária em Israel estava se desintegrando. A comunidade de Jesus na perspectiva do Reino de Deus. Ele valorizou a casa das famílias. Constitui o grupo dos Doze Apóstolos. Os apóstolos foram aprendendo com Jesus um novo jeito de ser, na comunhão, na igualdade da dignidade, na partilha dos bens, na amizade, no

perdão, no serviço, na oração em comum, na alegria. Quatro recomendações para a missão dos discípulos: hospitalidade, partilha, comunhão da mesa e acolhida aos excluídos. As primeiras comunidades cristãs partindo de Jerusalém, os apóstolos criaram comunidades nas quais a essência de cada cristão se define como filiação divina. Quatro elementos constitutivos da Igreja primitiva: o ensinamento dos apóstolos, a comunhão fraterna, a fração do pão e as orações. A comunhão fundamentava-se na experiência eucarística e se expandia nas diversas dimensões da vida pessoal, comunitário e social. A comunidade primitiva vive a comunhão de bens, a partilha dos bens. Nos primeiros séculos, a comunidade cristã realiza o processo de iniciação dos futuros cristãos. Ocorria a formação fundamentada na doutrina dos apóstolos.

Os cristãos receberam o envio de Jesus. Trata-se da missão de anunciar a Boa Nova da salvação a toda criatura até os confins da terra. Devido a ressurreição de Cristo, os cristãos são testemunhas da esperança. A esperança no Cristo que vive faz a comunidade sentir-se peregrina: forma o povo de Deus a caminho do Reino. A Igreja-comunidade, Paulo funda diversas comunidades nas cidades mais importantes do Império e entra na nova organização social que emergia. Emprega o conceito Igreja Doméstica, pois as comunidades se reuniam na casa dos cristãos. No inicio do cristianismo não se podia celebrar em público, pois a religião católica era proibida pelo império. Nas casas eles celebravam, refletiam a palavra de Deus, repartiam o pão entre os necessitados. A Igreja, na verdade, nasce doméstica, familiar e só mais tarde, no

Pe André Marmilick

século IV, ela pode ser manifestada livremente nas comunidades. Na visão bíblica o ser humano não é concebido como individuo isolado e autônomo. Ele é membro de uma comunidade, faz parte do povo da Aliança, encontra sua identidade pessoal como membro do Povo de Deus. As primeiras comunidades cristãs servem de inspiração para toda comunidade que pretende ser discípula missionária de Jesus Cristo. Biblicamente não é possível ser cristão vivendo de modo isolado a sua fé, como se fosse apenas uma relação dele com Deus. Essa relação se manifesta de modo pleno na vivência em comunidade. O batizado que reza em casa, mas não vive em comunidade, pode até ser um bom rezador, mas não é cristão.


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MATER DEI: Um sonho de Deus pelas mãos de Maria Nosso querido São João Paulo II, em uma Carta aos Jovens disse: "Precisamos de Santos sem véu ou batina, precisamos de Santos de calças jeans e tênis" e esta é uma das coisas que nós, integrantes de deste grupo, buscamos incansavelmente, mas tudo isso pelo intermédio da Mãe de Deus e nossa, Maria. E no dia 11 de fevereiro de 2017, tivemos uma novidade: a camiseta do grupo. Escolhemos por unanimidade a cor amarela e a estampa que também é o logo do grupo contém a Cruz que representa Jesus e a flor de lis que na Igreja Católica representa Maria que foi colocada aos pés da cruz, colocando-se mais uma vez a serviço de Deus. Escolhemos o termo em latim Mater Dei que significa Mãe de Deus, porque sempre que precisamos recorremos a nossa mãe,

e ela com muito amor pede gentilmente ao filho e ele nos concede. Maria é exemplo de fé, fidelidade, serviço, doação completa, Ela nos dá forças para seguir, continuar e jamais abandonar a nossa cruz, nos ajuda a passar pela dor, nos pega no colo e como Jesus nos cura através do amor mais puro do mundo. Dentre tantos títulos a ela atribuídos, temos uma

em especial representada em forma de ícone sob o título de Nossa Senhora Salus Populi Romani, dado por João Paulo II no ano de 2003 aos jovens como proteção a eles e, durante as Jornadas Mundiais da Juventude uma réplica do quadro peregrina no país onde será realizada o próximo encontro. Além disso, vivemos uma grande graça no Brasil, celebramos o

Ano Nacional Mariano, instituído pela CNBB, já que neste mesmo ano comemoramos os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida nas águas do Rio Paraíba do Sul, em São Paulo. E Saber que nosso grupo vem crescendo é puramente porque ela não nos abandona, muito pelo contrário, ela ajuda a arrebanhar. Quando pensamos que as coisas estão difíceis, sempre devemos lembrar que além de um Pai, temos uma Mãe nos céus, e ela olha por nós. Como na oração da Ave Maria ela roga por nós agora e na hora de nossa morte, Maria é o maior presente que Deus poderia ter no dado, ela nunca nos deixa órfãos, porque sempre a temos para nos dar colo, nos defender do mau, olha-nos com olhos serenos, amáveis e compassivos.

Nós do Mater Dei, consagramos nossa vida a ela, somos da geração da bem-aventurada, ela é nossa rainha, somos filhos da Imaculada. Venha fazer parte desta família, encontro aos sábados as 17:30 na sala de catequese. Esperamos por você! Por Larissa Gonzaga, Fonte de pesquisa: Radio Vaticano

Imposto de Renda 2017 - O leão já chegou! Prezados, mais um ano chegou e mais uma vez as habituais obrigações de início de ano batem à nossa porta. Talvez a mais questionada delas seja a declaração do IMPOSTO DE RENDA, o popular Leão. A partir do último dia 02/03/2017 o sistema da Receita Federal já está aceitando as declarações anuais. Mas efetivamente quem está obrigado a declarar?? Vejamos a seguir as informações sobre quem é obrigado a fazer essa declaração, veja se você está por dentro: - As pessoas físicas residentes no Brasil que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2016; - Os contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;

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Quem obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas; Quem tiver a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil, também deve declarar IR neste ano; Contribuintes que passaram à condição de residente no Brasil, em qualquer mês do ano passado; Quem optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no país; Quem teve, no ano passado, receita bruta em valor superi-

or aos R$ 142.798,50 oriunda de atividade rural. Além disso, neste ano tivemos algumas novidades. As principais são: § ATUALIZAÇÃO AUTOMÁTICA: Com a nova funcionalidade de atualização automática do PGD IRPF, é possível atualizar a versão do aplicativo sem a necessidade de realizar o download no sítio da Receita Federal do Brasil na internet. A atualização poderá ser feita, automaticamente, ao se abrir o PGD IRPF, ou pelo próprio declarante, por meio do menu Ferramentas - Verificar Atualizações; § ENTREGA SEM NECESSIDADE DE INSTALAÇÃO DO RECEITANET: Talvez esta seja a principal novidade. O programa Receitanet foi incorporado ao PGD IRPF 2017, não sendo mais necessária a sua instalação em separado;

§ RECUPERAÇÃO DE NOMES: Ao digitar ou importar um nome para um CPF/CNPJ, o sistema armazenará o nome para facilitar o preenchimento futuro. Os nomes armazenados são nomes informados pelo declarante, manualmente ou por meio das funcionalidades de importação, não são fornecidos pelas bases da Receita Federal do Brasil. Após armazenados, os campos referentes aos nomes serão preenchidos automaticamente conforme CPF/CNPJ digitados. A funcionalidade poderá ser desativada no Menu - Ferramentas - Recuperação de Nomes; § SOLICITAÇÃO DE CELULAR E EMAIL: Esta solicitação tem por objetivo ampliar as informações do cadastro de pessoas físicas. A RFB estuda mecanismos seguros para comunicação com o contribuinte, porém essa comunicação somente será realizada após divulga-

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ção e autorização prévia do contribuinte. § OBRIGATORIEDADE DE INFORMAR O CPF: agora é obrigatório informar o CPF de dependentes e alimentandos com 12 anos ou mais, completados até a data de 31/ 12/2016. § DEDUÇÕES: O limite anual de dedução por dependente passou a ser de R$ 2.275,08. O limite anual de dedução de despesas com educação passou para R$ 3.561,50. Na forma de tributação utilizando o desconto de 20% do valor dos rendimentos tributáveis na declaração (desconto simplificado), a dedução está limitada a R$ 16.754,34. Atente-se: O prazo final para a entrega da declaração é 28/04/ 2017. A entrega da declaração após o prazo determinado acarreta o pagamento de multa. Fontes: Site Receita Federal


Terço do Movimento de Irmãos de Órleans

As irmãs agradeceram a presença de todos! A capela traz uma paz maravilhosa, estar muito próximo a Deus. Só temos que agradecer por todo o carinho. Obrigado Irmãs da Sagrada Família e também aos nossos ir-

mãos queridos pela dedicação e empenho. Momento mágico, que

MATRIZ - SANTO ANTONIO DIA 02 02 05 09 09 10 12 13 14 14 14 15 16 19 21 22 23 28 30

Vem aí

Aconteceu

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nos motivam a continuar em nosso trabalho voluntário.

HORÁRIO 10h 8 às 16h 20 às 22h 7h30 às 18h 8 e 10 h 20h 16

ATIVIDADE 3º ESCRUTINIO - CATECUMENATO RETIRO CATECUMENATO ESTUDO BIBLICO COM DOM PERUZZO RETIRO CRISMA - TODAS COMUNIDADES DOMINGO DE RAMOS VIGILIA CRISMA COM CONFISSÃO PAIS E PADRINHOS MISSA COM UNÇÃO DOS ENFERMOS LAVA PÉS E VIGILIA SEXTA FEIRA DA PAIXÃO DO SENHOR HORA SANTA E CONFISSÕES 15h SEXTA FEIRA DA PAIXÃO 19h PROCISSÃO CRISTO MORTO 21h SABADO DE ALELUIA 6, 8 e 10h DOMINGO DE PÁSCOA 14h FESTIVAL DE PREMIOS AÇÃO SOCIAL 16h CRISMA MATRIZ E CAPELAS 17h CELEBRAÇÃO BATISMO 7H30 às 17h30 RETIRO EUCARISTIA - TODAS COMUNIDADES 19h ADORAÇÃO AO SANTISSIMO - MESC´S 8 e 10h MISSA SOLENE PRIMEIRA EUCARISTIA

TODAS ÀS TERÇAS-FEIRAS 19h30 - TERÇO DOS HOMENS TODAS ÀS QUARTAS-FEIRAS 19h - NOVENA A N. SRA. DAS GRAÇAS

CAPELA NOSSA SENHORA DE FÁTIMA DIA 13 15

HORÁRIO 20h30 19h

ATIVIDADE MISSA LAVA PÉS SABADO SANTO

CAPELA SAGRADA FAMÍLIA DIA 12 13 14 15

ENTREGA DA PALAVRA

Capela Nossa Senhora do Monte Claro e Nossa Senhora do Carmo

HORÁRIO 17h 20h 15h 20H30

ATIVIDADE MISSA COM UNÇÃO DOS ENFERMOS MISSA LAVA PÉS SEXTA FEIRA SANTA SABADO SANTO

CAPELA SÃO FRANCISCO DE ASSIS DIA 12 13 14 15 29

HORÁRIO ATIVIDADE 16h MISSA COM UNÇÃO DOS ENFERMOS 20h MISSA LAVA PÉS 15h SEXTA FEIRA SANTA 19h SABADO SANTO NOITE DO PASTEL - PARA SEMINÁRIO

CAPELA SÃO VICENTE DE PAULO DIA 08 13 14 15 15 16 22 23

HORÁRIO

17h 19h

ATIVIDADE MISSA DE RAMOS MISSA LAVA PÉS SEXTA FEIRA SANTA RETIRO AUFA SABADO SANTO PÁSCOA DOAÇÃO DE DOCES FESTA CAEC TARDE DE LOUVOR MUSA

CAPELA NOSSA SENHORA DE MONTE CLARO DIA 9 13 14 15

HORÁRIO 10h 20h 20H30

ATIVIDADE MISSA E FESTIVAL CHOCOLATE MISSA LAVA PÉS SEXTA-FEIRA SANTA SABADO SANTO

SEMINÁRIO VICENTINO NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS DIA 27

HORÁRIO 20h

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PROGRAMAÇÃO DE MISSAS PARA AS COMUNIDADES - MÊS DE ABRIL 2017 DIA 01 01 01 02 02 09 12 12 13 13 13 13 13 14 14 14 14 15 15 15 15 15 15 22 22 23 23

COMUNIDADE Nossa Senhora do Carmo São Francisco de Assis São V icente de Paulo Nossa Senhora do Monte Claro Sagrada Família Nossa Senhora do Monte Claro (Festa) São Francisco de Assis (Missa dos enfermos) Sagrada Família (Missa dos enfermos) Nossa Senhora do Monte Claro (Quinta feira santa) Sagrada Família (Quinta feira santa) São Francisco de Assis (Quinta feita santa) São V icente de Paulo (Quinta feira santa) Nossa Senhora de Fátima (Quinta feira santa) Nossa Senhora do Monte Claro (Sexta-feira Santa) Sagrada Família (sexta-feira santa) São Francisco de Assis (Sexta-feira santa) São V icente de Paulo (Sexta-feira santa) Nossa Senhora do Carmo (Sábado Santo) São Francisco de Assis (Sábado Santo) São V icente de Paulo (Sábado Santo) Nossa Senhora de Fátima (Sábado Santo) Sagrada Família (Sábado Santo) N. Sra. do Monte Claro (Sábado Santo) São Francisco de Assis Nossa Senhora de Fátima Sagrada Família Nossa Senhora do Monte Claro

BAIRRO Passaúna Jardim Gabineto Jardim V itória Revier Guarany Revier Jardim Gabineto Guarany Revier Guarany Jardim Gabineto J. V itória Reviera Revier Guarany Jardim Gabineto Jardim V itória Passaúna Jardim Gabineto Jardim V itória Reviera Guarany Revier Jardim Gabineto Reviera Guarany Revier

HORÁRIO 17h 19h 20h30 08h30 10h 10h 16h 17h 20h 20h 20h 20h 20h30 15h 15h 15h 17h 16h 19h 19h 19h 20h30 20h30 19h 20h30 08h30 10h

Atenção !! No Mês de abril por celebrarmos a semana Santa e a Páscoa em algumas comunidades houve alteração de dias e horários de celebrações. ************************* Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. (João 11:25-26). Feliz Páscoa Votos de Pe. Fabiano Spisla e Pe. Eliezer Okonoski


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Folhaorleans abril2017 by aldemir demir batista - Issuu