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Folhamissionaria fev2016

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CAMP ANHA D A CAMPANHA DA TERNID ADE FRATERNID TERNIDADE FRA ECUMÊNICA 2016 Página 2

PARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO COMEMORA DOZE ANOS DE SUA CRIAÇÃO Página

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MENSAGEM DO PAP A PAPA FRANCISCO P ARA PARA A QUARESMA 2016

DENGUE: A DOENÇA E A CURA PRÓXIMAS DE NÓS

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Expediente

PUBLICAÇÃO MENSAL DA PARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO PARANAGUÁ – PR

Ensinamentos do Papa Francisco

Estamos iniciando mais um ano pastoral na Paróquia São Cristóvão, com certeza temos muito trabalho pela frente! A Missão vai exigir muita dedicação de cada agente de pastoral e dos fiéis em geral da nossa comunidade paroquial, de nossa parte sejamos sempre generosos no sim a Deus. Fiz a proposta ao CPP (Conselho de Pastoral Paroquial) e ao CAEP (Conselho de Assuntos Econômicos Paroquial) de podermos retomar a publicação mensal da FOLHA MISSIONÁRIA, obtendo o parecer positivo dos membros dos conselhos, vamos a cada mês, fazer chegar até você tudo que é notícia na Igreja em âmbito mundial, nacional, regional e local. Em fevereiro queremos refletir com você sobre os temas: Festa da Apresentação do Senhor, Quaresma, Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2016, Jubileu Extraordinário da Misericórdia, Campanha da Fraternidade 2016, 12º Aniversário de Criação da Paróquia São Cristóvão e vários outros assuntos. Queremos com isso cumprir a nossa missão de formar e informar com temas relacionados à fé e a tudo que está ligado ao cuidado da vida. Em 2016 as Santas Missões Populares prometem ser um grande evento de evangelização em nossa paróquia e em toda a cidade de Paranaguá, convido a todos os irmãos e irmãs a conhecerem e, ao mesmo tempo, a acolherem esse projeto de renovação da fé e vida em comunidade. Eu acredito que teremos um olhar diferente da comunidade no pós-missão. Desejo a todos uma boa caminhada na fé em 2016, desejo ainda uma boa leitura e conto com o apoio de cada um na divulgação do nosso informativo para que possamos cumprir com fidelidade o nosso objetivo principal que é formar os cristãos para que cresçam na fé e informar para criar comunhão. Pe. Carlimar Gonçalves de Holanda Pároco

"Acostumar -se ao pecado sem "Acostumar-se pedir perdão nos torna corruptos"

Rezemos a Deus para que a fraqueza que nos leva a pecar nunca se transforme em corrupção. A este tema, já abordado no passado, o Papa dedicou a homilia da missa da manhã desta sexta-feira (29/01), celebrada na Casa Santa Marta. Francisco narrou a história bíblica de Davi e Betsabé, sublinhando que o demônio induz os corruptos a não sentir como os outros pecadores - a necessidade do perdão de Deus. Pode-se pecar em muitos modos e por tudo se pode pedir sinceramente perdão a Deus e saber que sem dúvidas, o perdão será obtido. O problema nasce com os corruptos. O pior dos corruptos - reafirmou o Papa - é que "ele não precisa pedir perdão", porque lhe é suficiente o poder no qual se sustenta a sua corrupção. Não preciso de Deus É o comportamento que o rei Davi assume quando se apaixona por Betsabé, esposa do ofi-

todos nós que temos um poder qualquer, seja poder eclesiástico, religioso, econômico, politico... Porque o diabo nos faz sentir seguros: 'Eu posso'".

cial Uria, que está combatendo longe. O Papa ilustrou, citando alguns trechos, o episódio narrado na Bíblia. Depois de seduzir a mulher e saber que está grávida, Davi arquiteta um plano para encobrir o adultério. Manda chamar Uria e lhe propõe ir descansar em casa. Homem leal, Uria não aceita ir enquanto seus homens morrem na batalha. Então, Davi tenta de novo, levando-o à embriaguez, mas nem isso funciona: "Isto colocou Davi em dificuldade, mas Uria disse: 'Não, não posso...' E escreveu uma carta, como ouvimos: "Façam Uria ser capitão, coloquem-no à frente da batalha mais difícil e depois, retirem-se, para que seja atingido e morra". Uma condenação à morte. Este homem, fiel - fiel à lei, fiel a seu povo, fiel a seu rei - recebeu uma sentença de morte".

A "SEGURANÇA" DA CORRUPÇÃO "Davi é santo, mas também pecador". Cede à luxuria mas, apesar disso, considerou Francisco, Deus "gostava tanto" dele. Mesmo assim, observa, "o grande, o nobre Davi" sente-se tão "seguro" - 'porque o reino era forte' - que, depois de cometer adultério, move todas as alavancas à sua disposição para ajeitar as coisas, também de um modo mentiroso, até conspirar e ordenar o assassinato de um homem leal, fazendo-o passar por um infortúnio de guerra: "Este é um momento na vida de Davi que nos faz ver um momento pelo qual todos nós podemos passar em nossa vida: é a passagem do pecado à corrupção. Aqui Davi começa, dá o primeiro passo em direção à corrupção. Detém o poder e a força. E por isso, a corrupção é um pecado mais fácil para

"PECADORES SIM, CORROMPIDOS JAMAIS" A corrupção arruinou o coração daquele "rapaz corajoso" que havia enfrentado o filisteu com uma atiradeira e cinco pedras. "Hoje gostaria de destacar somente isso", concluiu Francisco: há "um momento em que a rotina do pecado, um momento em que a nossa situação é tão segura e somos bem vistos e temos tanto poder" que o pecado deixa "de ser pecado" e passa a ser "corrupção". E "uma das piores coisas que há na corrupção é que o corrupto não sente necessidade de pedir perdão": "Façamos hoje uma oração pela Igreja, começando por nós, pelo Papa, pelos bispos, pelos sacerdotes, pelos consagrados, pelos fiéis leigos: 'Mas, Senhor, salvai-nos, salvai-nos da corrupção. Pecadores sim, Senhor, somos todos, mas corrompidos, jamais'. Peçamos esta graça". (CM/RB) 2016-01-29 Rádio Vaticana

Responsável: Pe. Carlimar Gonçalves de Holanda | Colaboração: Felipe Alves de Assis | Coordenação geral: PASCOM – Paróquia São Cristóvão I Revisão ortográfica: Professor Wille Mariano Gomes | Tiragem: 1.000 exemplares | Arte e diagramação: Editora Exceuni – (41) 3 6 5 7 - 4 5 4 2 | Impressão: Press Alternativa – (41) 3657-2864 / 99833933 / 3047-4280 |Contato: Paróquia São Cristóvão - Rua Pe. Adedir Antônio de Carli, 180, Jardim Iguaçu, Caixa Postal 458 – Fone: (41) 3425-5555 – 83210-006 – Paranaguá – PR I Site: www.saocristovaopgua.com.br I e-mail: folhamissionariapscristovao@gmail.com

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Paróquia São Cristóvão - Paranaguá | Fevereiro de 2016


CF 2016

CAMP ANHA D A FRA TERNID ADE ECUMÊNICA 2016 CAMPANHA DA FRATERNID TERNIDADE ADE TEMA SA RESPOSABILID NOSSA RESPOSABILIDADE ADE.. TEMA:: CASA COMUM, NOS Lema: Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca (Am 5,24).

Catequese

CUIDAR DA NOSSA CASA Reza a "lenda" de que o Brasil começa a funcionar só depois do carnaval. Pois o Carnaval passou bem cedo este ano e nós, de coração fazemos votos que as coisas comecem a tomar direção para dias melhores para todo o nosso povo. E pra nós católicos, mergulhamos na Quarta-Feira de Cinzas, tempo forte para a oração, reflexão e agirmos em mutirão diante de algum desafios que incomodam a todos. Neste aprofundamento na quaresma temos como mote de sustentação a já tradicional Campanha da Fraternidade que, neste ano foi delegada ao Conselho Nacional das Igrejas Cristãs (Conic) pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O Tema da Campanha: "Casa comum, nossa responsabilidade" e o lema: "Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca" (Am 5, 24). O CONIC é composto pelas seguintes igrejas: A Igreja Católica Apostólica Romana; A Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; A Igreja Episcopal Anglicana do Brasil; A Igreja Presbiteriana Unida do Brasil; e A Igreja Sirian Ortodoxo de Antioquia. Além dessas Igrejas três organizações participaram na Comissão da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016: O Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular (CESEEP), Visão Mundial, Aliança de Batistas do Brasil. As Igrejas que integram o CONIC assumem como missão expressar em gestos e ações o mandato evangélico da unidade, que diz: "Que todos sejam um, como tu, Pai, estás em mim e eu em Ti; que também eles estejam em nós, a fim de que o mundo creia que tu me enviaste"(Jo 17,21). Também queremos destacar nesta Campanha a contribuição da Misereor dos católicos da Alemanha para a CF 2016, que desde uma perspectiva de fé, significa também assumir a responsabilidade comum pelo futuro da Terra. A Campanha 2016 tem como objetivo geral chamar atenção entre outras coisas à questão do saneamento básico para garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida para todos. De acordo com os organizadores, apesar da importância, a cobertura no Brasil "caminha a passos lentos" (cf. texto base CF nº 39). Para a Diocese de Paranaguá além do objetivo proposto pela Campanha, juntamente com as mudanças climáticas, foram surgindo outros novos desafios (mobilidade urbana, dengue, mudança cultural, cuidado dos espaços públicos, alienação política, descomprometimento dos homens públicos, moradia, qualificação profissio-

nal…). A Campanha da Fraternidade baseia-se na Encíclica do papa Francisco Laudato Sí sobre o cuidado da Casa Comum. O Objetivo Geral da Campanha de: "Assegurar o direito ao saneamento básico para todas as pessoas e empenharmo-nos, à luz da fé, por políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum". Além do objetivo geral a CF, nos propõe alguns objetivos específicos que nos ajudarão a melhor agirmos como filhos e filhas do mesmo Pai para que o espaço em que habitamos possa ser um lugar bom para todos, se assim nos unirmos e agirmos: a) Unir Igrejas, diferentes expressões religiosas e pessoas de boa vontade na promoção da justiça e do direito ao saneamento básico e a busca comum da saúde; b) Estimular o conhecimento da realidade local em relação ao serviço de limpeza, e destino correto dos nos-

sos lixos; c) Incentivar o consumo responsável dos dons da natureza: manguezais, matas, poluição e principalmente da água; d) Apoiar e incentivar os municípios para que elaborem e executem o seu Plano de Saneamento Básico; e) Acompanhar a elaboração e a excussão dos Planos Municipais de Saneamento Básico; f) Desenvolver a consciência de que políticas públicas na área de saneamento básico, segurança, saúde, lazer e bem estar apenas tornar-se-ão realidade pelo trabalho e esforço conjunto; g) Denunciar a privatização dos bens que seriam destinados a toda a comunidade e não apenas para um grupo privilegiado. O serviço de zelar pelo bem comum é obrigação de todos e dever do Estado, município…; h) Desenvolver a compreensão da relação entre ecumenismo, fidelidade à proposta cristã e envolvimento com as necessidades humanas básicas; i) Estarmos atentos ao momento político (eleições municipais) para que não nos deixemos enganar pelos mesmos homens e mulheres públicos(as) que nada fizeram para melhorar nossa realidade. Que o espírito de vida que move a todos nós, faça que unamo-nos como grande família daqueles e daquelas que deixam suas marcas de bondade em benefício de todos. Juntos, num grande mutirão possamos fazer a experiência "vede como eles se amam" e proclamando as maravilhas da obra da criação para que na grande festa possamos todos chamar Deus de Pai. Que Deus nos guarde na palma de sua mão! Prof. Pe. Vilmar Serighelli Diretor do Colégio Diocesano Leão XIII

CELEBRAÇÃO DO BA TISMO BATISMO NA P ARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO PARÓQUIA 4º DOMINGO DO MÊS - 09H30 LOCAL: IGREJA MATRIZ DE SÃO CRISTÓVÃO Para poder dar maior atenção à celebração do Batismo em nossa Paróquia São Cristóvão, nós do Conselho Pastoral Paroquial decidimos que a celebração deste sacramento será sempre no quarto domingo do mês na Igreja Matriz de nossa Paróquia. Casos urgentes serão acolhidos e solucionados pelo pároco. As inscrições para o batismo deverão ser feitas com antecedência e sempre na secretaria paroquial, não temos a prática de acolher inscrições no momento que antecede a celebração.

3º MAND AMENTO D A IGREJA MANDAMENTO DA IGREJA:: Receber o Sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da Ressurreição Ao comungar, recebemos em nós o próprio Cristo, vivo e verdadeiro, alimento que dá a vida em plenitude. A Igreja recomenda que, se possível, comunguemos todos os dias, especialmente aos domingos e dias santos. Como obrigação, pede que o façamos uma vez ao ano; é o mínimo do mínimo. Quanto ao tempo previsto para o cumprimento pascal, diz a Igreja: "O tempo útil, em conformidade com Código de Direito Canônico, é o próprio ciclo pascal, isto é, desde a quinta-feira Santa até o domingo de Pentecostes. Por justa causa, este preceito pode ser cumprido em outro tempo dentro do ano".

Paróquia São Cristóvão - Paranaguá | Fevereiro de 2016

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Paróquia São Cristóvão comemora doze anos de sua criação No dia 14 de fevereiro a Paróquia São Cristóvão irá completar 12 anos de existência, nesse tempo, a cada dia, temos empenhado grande esforço em ouvir e realizar o que nos manda o Senhor Jesus: "Ide, pois, fazer discípulos entre todos os povos, e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinando os a observar tudo que vos tenho ordenado" (Mt 28, 18b-20a). Como paróquia, ainda somos uma comunidade bem jovem. No entanto, fomos desafiados e provados por Deus desde a nossa criação, com a Sua força vencemos grandes batalhas, as dificuldades não nos fizeram desanimar, mas com certeza nos fizeram criar grande resistência. Nos momentos de dificuldades, de dores, de desânimo, e de cansaço o Senhor nos fez sempre ouvir a Sua Palavra que diz: "levantate e come! Ainda tens longo caminho a percorrer" (1Rs 19, 7b). É com certeza, do Pão da Palavra de Deus e da Eucaristia que nos vem a força para a Missão. Nesse caminho longo a ser percorrido que Igreja devemos ser? Tendo passado por uma verdadeira conversão pastoral é necessário que nos tornemos uma comunidade de comunidades, uma nova paró-

5ª Semana de Estudos Pastorais da Paróquia São Cristóvão DE 29 DE FEVEREIRO A 03 DE MARÇO DE 2016

LOCAL: Igreja Matriz de São Cristóvão HORÁRIO: das 19hs30min às 21hs45min 29/02 - SEGUNDA FEIRA: TEMA: Introdução ao Evangelho de Lucas ASSESSOR: Reinaldo Picard 01/03 - TERÇA FEIRA: TEMA: Mística e espiritualidade do agente de pastoral; ASSESSOR: Reinaldo Picard 02/03 - QUARTA FEIRA: TEMA: Santas Missões como tempo de reanimar a vida da comunidade ASSESSOR: Reinaldo Picard 03/03 - QUINTA FEIRA: TEMA: Casa comum, nossa responsabilidade - CF 2016 ASSESSOR: Pe. Pe. Vilmar Serigheli A SEMANA DE ESTUDOS PASTORAIS é destinada a todas as lideranças e agentes das pastorais, movimentos e organismos que estão a serviço da evangelização na Paróquia São Cristóvão.

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quia. Para tanto, devemos assumir três coisas boas: as Santas Missões Populares, a setorização de cada comunidade que compõe a paróquia e os grupos de reflexão. Com certeza a paróquia que queremos somos nós que fazemos! Para encerrar essa reflexão quero recordar um sábio ensinamento de Dom Alfredo Ernest Novak, Bispo que criou a nossa paroquia, que dizia: "Olhemos para o passado com GRATIDÃO, vivamos o presente com REALISMO e PAIXÃO e o futuro com ESPERANÇA".

Ao longo dos seus doze anos a Paróquia São Cristóvão tem trabalhado para ser a casa de todos os seus filhos, ou seja, de cada paroquiano, queremos de coração ser sempre LUGAR DE GENTE FELIZ. Continuemos juntos na Missão, pois da parte do Senhor temos a garantia: "Eu estarei convosco todos os dias até o fim dos tempos" (Cf. Mt 28, 20b). Pe. Carlimar Goçalves de Holanda Pároco

A Quaresma Estamos vivendo o tempo de Quaresma que nos prepara para celebrar dignamente a Páscoa do Senhor Jesus. Iniciamos este período com a quarta-feira de cinzas, com as celebrações penitenciais e de imposição de cinzas em nossas cabeças. Cinzas que foram produzidas com a queima dos ramos usados no domingo de ramos do ano passado. E quando recebemos as cinzas em nossa cabeça escutamos a frase bíblica: "CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO" (Mc 1, 12-15). Em muitos lugares usa-se ainda a palavra bíblica: "Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás" (Gn 3,19). Assim, iniciamos um tempo longo, diversas semanas, que vai nos preparando para uma avaliação, um diagnóstico profundo de nossa vida de fé e de relações com as pessoas e com o mundo. É um tempo de travessia espiritual, imitando Jesus, que se retira para o deserto, onde vai passar quarenta dias, preparando-se para iniciar sua vida pública. "Jesus foi levado pelo Espírito ao deserto, onde, durante quarenta dias, foi tentado pelo diabo" (Lucas 4:1-2). Assim, também nós, batizados, somos chamados para vivenciar este tempo especial de nossas vidas, como preparação da maior solenidade de nossa fé cristã: A PÁSCOA DO SENHOR JESUS, garantidor de nossa ressurreição e salvação. A Igreja, mãe e mestra da fé, nos propõe caminhos e exercícios quaresmais, para nos ajudar em nossas opções de vida e na conversão de nosso coração. São atitudes humanas, iluminadas pela fé, que preparam nossos corações, nossas mentes, nossa vida, para um verdadeiro processo de mudança, de "metanóia", em nossa existência. Especialmente somos chamados à: vida de oração, a exemplo de Jesus, que nas horas cruciais de sua vida se colocava totalmente entregue nas mãos do seu Pai dos Céus. Oração iluminada pela Palavra de Deus, a Sagrada Escritura que é luz e força daqueles que se decidem pelo projeto de Deus. O Jejum e a Abstinência: que nos fazem exercitar a vontade e nos fazem pensar que tudo vem de Deus e que d'Ele depende tudo em nossas vidas: o ar que respiramos, o alimento que comemos, a natureza nossa casa, etc... Jejuar e abster-se de carne para poder ajudar aqueles que necessitam de nossa colaboração fraterna. A esmola caridade: resultado de nosso trabalho transformado em dom aos necessitados. Resultado, também, de nosso je-

jum e de nossa abstinência. Especialmente, no Brasil, aproveitamos o final da quaresma para colaborar com a coleta da Campanha da Fraternidade, que vai ajudar na manutenção de centenas de obras sociais e educativas em todo o território nacional. E são tantos os exercícios de piedade popular e de expressões de fé que o nosso povo vive na experiência quaresmal: as procissões, via-sacras, encenações, orações as mais diversas, etc. O importante é fazer tudo com o coração aberto a Deus e à sua Palavra. Importante é participar das atividades e promoções de cada comunidade de fé, de cada comunidade paroquial para que as celebrações sejam participadas e comunitárias. Este é o verdadeiro sentido da quaresma. E ainda mais: arrumar em nossa casa algum símbolo, alguma lembrança que nos chame atenção para este tempo de graça que vivemos: a bíblia sobre um mesa, com um pano ou toalha roxa; a cruz em lugar de destaque; uma vela que acendemos nos momentos de nossa oração em casa com a família, etc... O importante é ter muito amor no coração, arrependimento de vida e esperança na ressurreição. Que a quaresma seja para todos nós tempo propício de exercício de boas obras e de crescimento na santidade. Uma boa confissão na celebração do sacramento da Reconciliação vai nos preparar para as alegrias da Páscoa. Dom José Valmor Cesar Teixeira, SDB Bispo de São José dos Campos (SP)

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MENSAGEM DO P AP A FRANCISCO PAP APA ARESMA 2016: PARA A QU QUARESMA "Prefiro a misericórdia ao sacrifício" (Mt 9, 13). As obras de misericórdia no caminho jubilar 1. Maria, ícone duma Igreja que evangeliza porque evangelizada Na Bula de proclamação do Jubileu, fiz o convite para que «a Quaresma deste Ano Jubilar seja vivida mais intensamente como tempo forte para celebrar e experimentar a misericórdia de Deus» (MisericordiÕ Vultus, 17). Com o apelo à escuta da Palavra de Deus e à iniciativa «24 horas para o Senhor», quis sublinhar a primazia da escuta orante da Palavra, especialmente a palavra profética. Com efeito, a misericórdia de Deus é um anúncio ao mundo; mas cada cristão é chamado a fazer pessoalmente experiência de tal anúncio. Por isso, no tempo da Quaresma, enviarei os Missionários da Misericórdia a fim de serem, para todos, um sinal concreto da proximidade e do perdão de Deus. Maria, por ter acolhido a Boa Notícia que Lhe fora dada pelo arcanjo Gabriel, canta profeticamente, no Magnificat, a misericórdia com que Deus A predestinou. Deste modo a Virgem de Nazaré, prometida esposa de José, torna-se o ícone perfeito da Igreja que evangeliza porque foi e continua a ser evangelizada por obra do Espírito Santo, que fecundou o seu ventre virginal. Com efeito, na tradição profética, a misericórdia aparece estreitamente ligada – mesmo etimologicamente – com as vísceras maternas (rahamim) e com uma bondade generosa, fiel e compassiva (hesed) que se vive no âmbito das relações conjugais e parentais. 2. A aliança de Deus com os homens: uma história de misericórdia O mistério da misericórdia divina desvenda-se no decurso da história da aliança entre Deus e o seu povo Israel. Na realidade, Deus mostra-Se sempre rico de misericórdia, pronto em qualquer circunstância a derramar sobre o seu povo uma ternura e uma compaixão viscerais, sobretudo nos momentos mais dramáticos quando a infidelidade quebra o vínculo do Pacto e se requer que a aliança seja ratificada de maneira mais estável

na justiça e na verdade. Encontramo-nos aqui perante um verdadeiro e próprio drama de amor, no qual Deus desempenha o papel de pai e marido traído, enquanto Israel desempenha o de filho/filha e esposa infiéis. São precisamente as imagens familiares – como no caso de Oseias (cf. Os 1-2) – que melhor exprimem até que ponto Deus quer ligar-Se ao seu povo. Este drama de amor alcança o seu ápice no Filho feito homem. N’Ele, Deus derrama a sua misericórdia sem limites até ao ponto de fazer d’Ele a Misericórdia encarnada (cf. MisericordiÕ Vultus, 8). Na realidade, Jesus de Nazaré enquanto homem é, para todos os efeitos, filho de Israel. E é-o ao ponto de encarnar aquela escuta perfeita de Deus que se exige a cada judeu pelo Shemà, fulcro ainda hoje da aliança de Deus com Israel: «Escuta, Israel! O Senhor é nosso Deus; o Senhor é único! Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças» (Dt 6, 4-5). O Filho de Deus é o Esposo que tudo faz para ganhar o amor da sua Esposa, à qual O liga o seu amor incondicional que se torna visível nas núpcias eternas com ela. Este é o coração pulsante do querigma apostólico, no qual ocupa um lugar central e fundamental a misericórdia divina. Nele sobressai «a beleza do amor salvífico de Deus manifestado em Jesus Cristo morto e ressuscitado» (Evangelii gaudium, 36), aquele primeiro anúncio que «sempre se tem de voltar a ouvir de diferentes maneiras e aquele que sempre se tem de voltar a anunciar, duma forma ou doutra, durante a catequese» (Ibid., 164). Então a Misericórdia «exprime o comportamento de Deus para com o pecador, oferecendo-lhe uma nova possibilidade de se arrepender, converter e acreditar» (MisericordiÕ Vultus, 21), restabelecendo precisamente assim a relação com Ele. E, em Jesus crucificado, Deus chega ao ponto de querer alcançar o pecador no seu afastamento mais extremo, precisamente lá

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onde ele se perdeu e afastou d’Ele. E faz isto na esperança de assim poder finalmente comover o coração endurecido da sua Esposa. 3. As obras de misericórdia A misericórdia de Deus transforma o coração do homem e faz-lhe experimentar um amor fiel, tornando-o assim, por sua vez, capaz de misericórdia. É um milagre sempre novo que a misericórdia divina possa irradiar-se na vida de cada um de nós, estimulando-nos ao amor do próximo e animando aquilo que a tradição da Igreja chama as obras de misericórdia corporal e espiritual. Estas recordam-nos que a nossa fé se traduz em actos concretos e quotidianos, destinados a ajudar o nosso próximo no corpo e no espírito e sobre os quais havemos de ser julgados: alimentá-lo, visitá-lo, confortá-lo, educá-lo. Por isso, expressei o desejo de que «o povo cristão reflicta, durante o Jubileu, sobre as obras de misericórdia corporal e espiritual. Será uma maneira de acordar a nossa consciência, muitas vezes adormecida perante o drama da pobreza, e de entrar cada vez mais no coração do Evangelho, onde os pobres são os privilegiados da misericórdia divina» (Ibid., 15). Realmente, no pobre, a carne de Cristo «tornase de novo visível como corpo martirizado, chagado, flagelado, desnutrido, em fuga... a fim de ser reconhecido, tocado e assistido cuidadosamente por nós» (Ibid., 15). É o mistério inaudito e escandaloso do prolongamento na história do sofrimento do Cordeiro Inocente, sarça ardente de amor gra-

tuito na presença da qual podemos apenas, como Moisés, tirar as sandálias (cf. Ex 3, 5); e mais ainda, quando o pobre é o irmão ou a irmã em Cristo que sofre por causa da sua fé. Diante deste amor forte como a morte (cf. Ct 8, 6), fica patente como o pobre mais miserável seja aquele que não aceita reconhecer-se como tal. Pensa que é rico, mas na realidade é o mais pobre dos pobres. E isto porque é escravo do pecado, que o leva a utilizar riqueza e poder, não para servir a Deus e aos outros, mas para sufocar em si mesmo a consciência profunda de ser, ele também, nada mais que um pobre mendigo. E quanto maior for o poder e a riqueza à sua disposição, tanto maior pode tornar-se esta cegueira mentirosa. Chega ao ponto de não querer ver sequer o pobre Lázaro que mendiga à porta da sua casa (cf. Lc 16, 20-21), sendo este figura de Cristo que, nos pobres, mendiga a nossa conversão. Lázaro é a possibilidade de conversão que Deus nos oferece e talvez não vejamos. E esta cegueira está acompanhada por um soberbo delírio de omnipotência, no qual ressoa sinistramente aquele demoníaco «sereis como Deus» (Gn 3, 5) que é a raiz de qualquer pecado. Tal delírio pode assumir também formas sociais e políticas, como mostraram os totalitarismos do século XX e mostram hoje as ideologias do pensamento único e da tecnociência que pretendem tornar Deus irrelevante e reduzir o homem a massa possível de instrumentalizar. E podem actualmente mostrá-lo também as estruturas de pecado ligadas a um modelo de falso desenvolvimento fundado na idolatria do dinheiro, que torna indiferentes ao destino dos pobres as pessoas e as sociedades mais ricas, que lhes fecham as portas recusando-se até mesmo a vê-los. Portanto a Quaresma deste Ano Jubilar é um tempo favorável para todos poderem, finalmente, sair da própria alienação existencial, graças à escuta da Palavra e às obras de misericórdia. Se, por meio das obras corporais, tocamos a

carne de Cristo nos irmãos e irmãs necessitados de ser nutridos, vestidos, alojados, visitados, as obras espirituais tocam mais directamente o nosso ser de pecadores: aconselhar, ensinar, perdoar, admoestar, rezar. Por isso, as obras corporais e as espirituais nunca devem ser separadas. Com efeito, é precisamente tocando, no miserável, a carne de Jesus crucificado que o pecador pode receber, em dom, a consciência de ser ele próprio um pobre mendigo. Por esta estrada, também os «soberbos», os «poderosos» e os «ricos», de que fala o Magnificat, têm a possibilidade de aperceber-se que são, imerecidamente, amados pelo Crucificado, morto e ressuscitado também por eles. Somente neste amor temos a resposta àquela sede de felicidade e amor infinitos que o homem se ilude de poder colmar mediante os ídolos do saber, do poder e do possuir. Mas permanece sempre o perigo de que os soberbos, os ricos e os poderosos – por causa de um fechamento cada vez mais hermético a Cristo, que, no pobre, continua a bater à porta do seu coração – acabem por se condenar precipitando-se eles mesmos naquele abismo eterno de solidão que é o inferno. Por isso, eis que ressoam de novo para eles, como para todos nós, as palavras veementes de Abraão: «Têm Moisés e o Profetas; que os oiçam!» (Lc 16, 29). Esta escuta activa preparar-nos-á da melhor maneira para festejar a vitória definitiva sobre o pecado e a morte conquistada pelo Esposo já ressuscitado, que deseja purificar a sua prometida Esposa, na expectativa da sua vinda. Não percamos este tempo de Quaresma favorável à conversão! Pedimo-lo pela intercessão materna da Virgem Maria, a primeira que, diante da grandeza da misericórdia divina que Lhe foi concedida gratuitamente, reconheceu a sua pequenez (cf. Lc 1, 48), confessando-Se a humilde serva do Senhor (cf. Lc 1, 38). Franciscus Fonte: Rádio Vaticano (Texto na integra português de Portugal)

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Apresentação do Senhor 02 de F evereiro Fevereiro

Quarenta dias depois do nascimento de Jesus, seus pais o levaram ao Templo para oferecê-lo, como primogênito ao Senhor, e para a purificação de Maria. Assim ordenava a Lei de Moisés. Mas este rito não foi como os outros, onde os pais apresentavam os filhos a Deus em sinal de oferta e de pertença. No caso de Jesus, o próprio Deus apresentava o seu Filho aos homens através do velho Simeão e da profetisa Ana. Simeão apresenta o Menino Jesus ao mundo como salvação e como luz que ilumina todos os povos, mas também como sinal de contradição; como Aquele que revelará os pensamentos dos corações. E, como Simeão e Ana, também podemos nos encontrar com Jesus no Templo, hoje. É o que acontece quando vamos à Santa Missa, na igreja, no novo templo do Senhor. Nós nos encontramos com o Cristo, aprendemos a conhecê-lo, ouvimos a sua palavra e o recebemos na Eucaristia, como Simeão o recebeu em seus braços. A sua palavra torna-se Luz para nós, e o seu Corpo e Sangue, alimento. A comunhão é o nosso encontro pessoal e comunitário com Jesus salvador. Texto: Pe. Eduardo Dougherty Fundador da Associação do Senhor Jesus

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MISERICORDIOSOS COMO O P AI PAI Jubileu Extraordinário da Misericórdia Na Vigília do Domingo da Divina Misericórdia de 2015, o Papa Francisco surpreendeu a Igreja com a assinatura da bula que instituiu o Jubileu Extraordinário da Misericórdia - isto é, um Ano Santo. O tema da misericórdia tem estado no coração do atual sucessor de Pedro desde o início de seu pontificado - e, do coração, tem transbordado para suas alocuções e seus escritos. Ele Justifica: "Precisamos sempre comtemplar o mistério da misericórdia. É fonte de alegria, serenidade e paz. É condição de nossa salvação". O jubileu da misericórdia se estenderá do dia 8 de dezembro de 2015 a 20 de novembro de 2016. Como em todo ano jubilar, também este terá um símbolo concreto: a Porta da Misericórdia, "onde qualquer pessoa que nela entrar poderá experimentar o amor de Deus que consola, perdoa e dá esperança". O que o papa Francisco pretende é que cada pessoa se renove espiritualmente, faça uma experiência viva da misericórdia de Deus (sua misericórdia é "sempre maior do que qualquer pecado") e testemunhe, "com mais entusiasmo e convicção", a sua fé. Há os que têm medo do seu poder. Santo Tomás de Aquino, um dos maiores teólogos da História da Igreja, afirmava: "É próprio de Deus usar de misericórdia e, nisso, se manifesta de

modo especial a sua onipotência". O Papa Bento XVI prolongou essa ideia ao nos lembrar de que a expressão mais alta do poder de Deus se manifesta em sua capacidade de sofrer conosco: "Assim ele demonstra o verdadeiro poder divino: padecendo conosco e por nós. Nos nossos sofrimentos nunca ficamos sozinhos. Deus, no seu Filho, foi o primeiro a sofrer; em nossos sofrimentos, ele está próximo de nós". O Salmista Canta: "Eterna é a sua misericórdia" (Sl 136). Essa misericórdia "se tornou visível e palpável em toda a vida de Jesus". Jesus era movido unicamente pela misericórdia; compreende-se, pois, que esse fosse um tema recorrente em suas pregações. Para que todos o entendessem, explicou-se em parábolas como a da ovelha perdida, da moeda encontrada, do pai e seus dois filhos etc. "Nestas parábolas, Deus é apresentado sempre cheio de alegria, sobretudo quando perdoa. Nelas encontramos o núcleo do evangelho". Uma vez que "Deus é rico em misericórdia" (Ef 2,4), nós, seus filhos, não podemos ser diferentes: nosso agir deve ser revestido por essa virtude, pois por ela é que demonstraremos ser verdadeiros filhos de Deus. Somos

chamados a ser misericordiosos porque nós mesmos fomos os primeiros a experimentar o quanto faz bem ser envolvidos pela misericórdia. Com propriedade, o Papa Francisco escolheu, para orientar este Ano Jubilar, o tema: "Misericordiosos como o Pai". A Igreja existe para apresentar o rosto misericordioso do Criador e do Redentor. Por isso, "toda a sua ação pastoral" deve estar "envolvida pela ternura com que se dirige aos fiéis" e ter como objetivo aproximar os homens e as mulheres "das fontes da misericórdia do Salvador". Ao longo do Ano Santo, seremos convidados a escutar a Palavra de Deus, Para nos convencermos de que, cuidando das fraquezas e das dificuldades e nossos irmãos, estamos buscando o essencial. Outra peculiaridade deste Ano consistirá na peregrinação ("cada pessoa deverá fazer, segundo as próprias forças, uma peregrinação"), especialmente para passar pela Porta Santa, Nem todos poderão ir a Roma para atravessá-la; por isso, o Papa Francisco estabeleceu que cada Diocese tenha a sua própria Porta Santa. Atravessar essa Porta será como deixar-se "abraçar pela misericórdia de Deus" e comprometer-se a "ser misericordiosos com os outros como o Pai o é conosco". "Este é o momento favorável para mudar de vida!", proclamava nosso Papa. Saibamos abandonar o caminho do mal, que "é fonte apenas de ilusão e tristeza. A verdadeira vida é outra coisa. Deus não se cansa de nos estender a mão". Afinal, sua misericórdia se estende "de geração em geração" (LC 1,50), segundo cantou Maria, a Mãe de Jesus. Enfim, "neste jubileu, deixemo-nos surpreender por Deus", já que Ele "nunca se cansa de escancarar a porta do seu coração, para repetir que nos ama e que deseja partilhar conosco a sua vida". Texto: Dom Murilo Krieger, sjc Arcebispo de São Salvador Bahia

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Santas Missões Capuchinhas a Serviço da Vida, da P az e do Bem Paz

Dízimo na Comunidade UMA COMUNIDADE QUE SE EDIFICA COM O DÍZIMO PONTUAL E REAL DE SEUS FIÉIS

A Comunidade paroquial se sustenta e realiza a sua ação evangelizadora com o Dízimo que seus fiéis devolvem, essa devolução deve ser PONTUAL e REAL. Cada fiel deve saber que é importante considerar o dia e o valor da entrega do Dízimo na comunidade. DEVOLUÇÃO PONTUAL: a devolução do Dízimo deve ser pontual, entregue como nos ensina a Bíblia, a cada mês a parte do meu salário ou renda que é consagrada ao Senhor. "Não atrasarás a oferta de tua colheita, azeite ou vinho" (Ex 22, 28). DEVOLUÇÃO REAL: Aqui entra a grande questão de quanto eu devo devolver a Deus de Dízimo, existem a este respeito, como sabemos, várias praticas e um único mandamento bíblico. Uns ensinam e praticam que se deve devolver conforme pede o coração, contudo a Palavra de Deus diz que devemos entregar o Dízimo integral. É necessário saber que a palavra Dízimo significa 10ª parte, nós a chamamos de 10%, diferente disso estamos somente fazendo uma oferta ou dando uma contribuição a Deus e sua Igreja. Um Dízimo real se torna fonte de bênçãos e libertação na vida de cada servo e serva de Deus (cf. Ml 3, 6-12). Quando a Igreja conta com o Dízimo PONTUAL e REAL de seus fiéis ela cumpre com eficácia a sua missão evangelizadora, ela se torna forte no anúncio e no testemunho do Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo. A fé dos cristãos não permite que falte o necessário para a manutenção do templo, dos presbíteros, dos pobres e dos serviços religiosos e de evangelização (cf. Ml 3, 10). Que o Deus da vida, da paz, da saúde e alegria derrame sobre você e sua família suas copiosas bênçãos! Pastoral do Dízimo Paróquia São Cristóvão

A Paróquia São Cristóvão, assim como as demais paróquias da cidade de Paranaguá, está acolhendo as Santas Missões Populares, vários encontros estão acontecendo em vista da realização das Missões. As Santas Missões serão conduzidas pelos Frades Capuchinhos do Rio Grande do Sul, eles que desde 1896 vêm prestando esse serviço pastoral, fraterno e eclesial de evangelização às comunidades e paróquias de todo Brasil. As missões populares visam colaborar com as comunidades em sua caminhada no processo de reanimação, incentivando e fortalecendo tudo o que já existe de bom, abrindo novas perspectivas para a vida comunitária, em conformidade com os tempos e lugares, levando em consideração o plano pastoral da Diocese e da Paróquia. As missões são um momento forte, intenso e extenso da evangelização das comunidades em vista da reanimação da fé do povo, da formação de agentes de pastoral, da organização e dinamização das comunidades. ETAPAS DA MISSÃO 1. PRÉ-MISSÃO (PREPARAR) Encontro dos agentes de Pastoral Dois a três meses antes da missão acontece o primeiro encontro na Paróquia entre os missionários e os agentes de pastoral. A partir dessa reunião encaminha-se a preparação de equipes de trabalho para a missão: Liturgia, grupos de reflexão (família), propaganda e organização e começa-se um tempo forte de sensibilização para missão. Visita às Comunidades Um mês e meio a dois meses antes de começar a missão, o missionário visita todas as comunidades. Com o povo reunido, dá uma visão de como será realizadas as missões nas comunidades. Explica a função das quatro equipes para preparar as missões:

Liturgia, grupos de reflexão (família), propaganda e organização. Apresenta o livro: "Preparar os caminhos do Senhor" que contém os quatro encontros para os grupos de reflexão (família), as quatro celebrações comunitárias e o tríduo preparatório que devem ser realizados antes da missão. 2. MISSÃO (SEMEAR) É a segunda etapa do processo de evangelização. O tempo intenso e extenso, onde o missionário permanece de 3 a 7 dias em cada comunidade. É a evangelização de massa. Temas desenvolvidos: A pessoa humana, Deus, Jesus Cristo, Igreja, Maria - Mãe de Jesus, Família, Juventude. Metodologia: Celebrações da eucaristia e da palavra; pregações com símbolos; palestras expositivas; vídeos; animação com cantos; momentos de oração; atendimento individual; e confissões; visita aos doentes; valorização da religiosidade popular: procissão luminosa, bênção da saúde, bênçãos diversas... 3. PÓS-MISSÃO (CULTIVAR) É a terceira etapa das missões. Acontece mais ou menos um mês após a missão. Compreende cursos de formação e treinamento para lideranças: liturgia, catequese, coordenadores de grupos de reflexão (família), e Conselho Comunitário de Pastoral (CCP). Fonte: Folder Freis Missionários Capuchinhos www.capuchinhosrs.org.br

PROGRAMAÇÃO DA PRÉ-MISSÃO NA PARÓQUIA SÃO CRISTÓVÃO 25/02, às 19h30 ................................... Missa na Comunidade Nossa Senhora das Graças; 26/02, às 20h00 ................................... Missa na Comunidade Santa Maria; 27/02, às 18h00 ................................... Missa na Comunidade Santa Rita de Cássia; 27/02, às 19h30 ................................. Missa na Comunidade Matriz São Cristóvão; 28/02, às 09h15 ................................... Missa na Comunidade Divino Espírito Santo; 28/02, às 18h00 ................................... Missa na Comunidade Santíssimo Redentor; 28/02, às 19h30 ................................. Missa na Comunidade da Matriz São Cristovão; 28/02, às 19h30 ................................... Missa na Comunidade Nossa Senhora do Carmo.

DENGUE: A doença e a cura próximas de nós Querido leitor, Deus abençoe você com a paz, amor, saúde física e espiritual. Com certeza você conhece bem a Dengue. Trata-se de uma doença causada por um vírus, que é transmitido pela picada do mosquito Aedes Aegypti. Existem quatro tipos de Dengue, de modo que a doença pode ser "simples" ou hemorrágica, com sangramento e queda da pressão arterial. Casos assim podem levar à morte. Os sintomas são: Febre alta, dores de cabeça, nos músculos, atrás dos olhos, das articulações, cansaço e olhos avermelhados. Repouso e tratamento medicamentoso são necessários. Como o transmissor da dengue é o

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mosquito, uma pessoa doente não contamina outra. A pessoa leva uma picada do mosquito que tem o vírus; depois de 10 a 15 dias, a doença se manifesta; o mesmo ou um outro mosquito pica o doente infectado e leva o vírus para uma segunda pessoa... O modo mais eficiente de prevenir a doença é impedir a reprodução do mosquito. Sabemos que a fêmea do mosquito deposita seus ovos na água. Os ovos eclodem e surgem as larvas. Após uma semana, transformam-se em mosquitos, prontos para picar as pessoas. O mosquito se alimenta de sangue e, ao mesmo tempo que nos pica, transmite o vírus. O mosquito Aedes Aegypti é preto com

listras brancas pelo corpo e pernas. Geralmente ataca de manhã e no final do dia. Sua picada é quase imperceptível. Ele voa até um quilômetro de distância. Para acabar com o avanço da doença, é preciso manter os possíveis criadouros limpos. Evitar tudo o que possa ter água parada (vasos, tampinhas de garrafa, garrafas, pneus, caixa d' água sem tampa). Tudo que "armazena" água deve estar sempre seco, limpo e fechado. Verifique se em sua casa tem água acumulada em algum recipiente. Prevenção é a solução e a informação é a base de todo tratamento. Todos contra a dengue! Frei Reinaldo Stecanela, OSM

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término do Horário de Verão)

Expediente da Paróquia (Novos Horário a partir do dia 20 de fevereiro

MISSAS, NOVENAS E ADORAÇÕES: DOMINGO: 08h00 - Missa na Comunidade Nossa Senhora das Graças; 09h15 - Missa na Comunidade Divino Espírito Santo; 09h30 - Missa ou Celebração da Palavra na Comunidade Santa Maria; 09h30 - Missa na Comunidade Matriz São Cristóvão; 18h00 - Missa na Comunidade Santíssimo Redentor; 19h30 - Missa na Comunidade Matriz São Cristóvão; 19h30 - Missa na Comunidade N. Sra. do Carmo.

TERÇA FEIRA: 19h30 - Terço dos Homens na Comunidade Matriz São Cristóvão; 19h30 - Terço dos Homens na Comunidade Santíssimo Redentor.

QUINTA FEIRA: 19h30 - Missa e Novena na Comunidade N. Sra. do Carmo; 19h30 - Missa na Comunidade N. Sra. das Graças (1ª quinta do mês).

QUARTA FEIRA: 19h00 - Missa e Novena na Comunidade Divino Espírito Santo; 16h30 - Celebração e Novena de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro na Comunidade Matriz São Cristóvão; 19h30 - Missa e Novena na Comunidade Santíssimo Redentor.

SEXTA FEIRA: 15h00 - Terço da Divina Misericórdia e Adoração ao Santíssimo; 19h30 - Missa e Novena da Divina Misericórdia na Matriz.

CURSO DE PREPARAÇÃO PARA O BATISMO 1ª Sexta às 20h ............... Matriz São Cristóvão; 2º Sábado às 19h30 ........ Comunidade Santíssimo Redentor; 3º Sábado às 19h30 ........ Comunidade Divino Espírito Santo; 4º Sábado às 19h30 ........ Comunidade Nossa Sra. do Carmo; 4º Domingo às 16h ......... Comunidade Nossa Senhora das Graças.

SÁBADO: 18h00 - Missa na Comunidade Santa Rita de Cássia; 19h30 - Missa na Matriz São Cristóvão.

CELEBRAÇÃO DO BATISMO 4º Domingo às 09h30 na Comunidade Matriz São Cristóvão.

Outras informações: Ligar na secretaria paroquial. Nosso atendimento é de segunda a sábado das 08h30min às 11h30min e das 13h30min às 17h30min.

ANO SANTO D A MISERICÓRDIA DA MISERICÓRDIA:: "24 horas para o senhor" Entre as iniciativas religiosas recomendadas pelo Papa Francisco para o Ano Santo da Misericórdia, destacamse também as "24 horas para o Senhor", que será celebrada em toda a Igreja e aqui na Paróquia São Cristóvão na sexta feira e no sábado que antecedem o IV Domingo da Quaresma

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(4 e 5 de março) e terá seu centro na oração e celebração do sacramento da reconciliação. Participe! O Papa Francisco na sua mensagem para a Quaresma 2016, diz: "Não subestimemos a força da oração de muitos! A iniciativa das '24 horas para o Senhor', que espero que se ce-

lebre em toda a Igreja - (...) pretende dar expressão a esta necessidade da oração". Dar centralidade ao Sacramento da Reconciliação e na sua celebração levar cada fiel a uma experiência profunda do abraço misericordioso do Pai do Céu.

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Folhamissionaria fev2016 by aldemir demir batista - Issuu