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Folhaambiental junho2017

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Ano I - Edição 01 - 2017

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Órgão oficial de divulgação de matérias relacionadas ao Meio Ambiente

Distribuição Gratuita e Dirigida


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Museu de História Natural volta a funcionar no Capão da Imbuia A partir deste fim de semana, o Museu de História Natural do Capão da Imbuia volta a receber visitantes aos sábados, das 9h às 17h, com entrada gratuita. O espaço agora funciona de terça-feira a domingo. No ano passado, o museu ficou seis meses abrindo apenas de terça a sexta-feira. O Museu conta com áreas de exposições onde podem ser conferidos diversos ecossistemas e os animais pertencentes a cada local. Entre os destaques, estão a floresta com araucária e o cerrado. No ambiente marinho, um esqueleto de um filhote de orca é uma das atrações. Há ainda um local reservado para a mostra de animais taxidermizados (empalhados), como aves de rapina e animais em extinção. Na área externa, está o Bosque do Capão da Imbuia, com árvores nativas como a araucária e a árvore centenária que dá nome ao bairro, uma das poucas áreas remanescentes de floresta nativa na região. Os visitantes podem caminhar por toda a área sobre uma passarela metálica a alguns centímetros do chão. Além do acervo aberto para visitação, o Museu conta com uma coleção de animais taxidermizados para estudo, que

recebe pesquisadores de diversas partes do mundo. Em seu corpo técnico, conta com pesquisadores que desenvolvem trabalhos de fauna, biodiversidade urbana, saúde pública e espécies bioindicadoras, além de ecologia e conservação da fauna e remanescentes florestais urbanos. O museu faz parte da Rede Paranaense de Coleções Biológicas, o projeto Taxonline. Antes pertencente ao Museu Paranaense, é de responsabilidade da Prefeitura de Curitiba desde 1981. EDUCAÇÃO Durante o ano letivo, o Museu de História Natural recebe visitas por meio de agendamento de escolas de toda a região de Curitiba. O trabalho de educação ambiental inclui a orientação sobre os animais de ambiente urbano e áreas de entorno e alguns animais que já habitaram a floresta com araucárias.

S E R V I Ç O Museu de História Natural Endereço: Rua Benedito Conceição, 407, esquina com Rua Nivaldo Braga, Capão da Imbuia. Horário de atendimento: de terça a domingo, das 9h às 17h. ENTRADA: gratuita

EXPEDIENTE Editora de Jornais Voz do Meio Ambiente Ltda. - CNPJ 04.735.159/0001-05 - Fone: (41) 3383-7766 - ENDEREÇO: Rua Prefeito Francisco Querino dos Santos n 200 - Cep 83.045-270 - Conjunto Urano - São José dos Pinhais - PR - Diretor: Presidente Juliano Rosa da Silva - Auxiliar Administrativo: Marco Aurélio Branco - Financeiro: Michelly Branco Silva - Jornalista Responsável: Janaina Madureira - DPR PR 6314 - Impressão e Diagramação: Exceuni - Aldemir Batista - Circulação: Nacional Dirigida ao Ministério do Meio ambiente, Governo Federal, Secretarias Municipais e Estaduais, Ongs, Empresas e Universidades. “PORQUE DEUS AMOU O MUNDO DE TAL MANEIRA QUE DEU SEU ÚNICO FILHO PARA TODO AQUELE QUE NELE CRÊ NÃO PEREÇA MAIS SIM TENHA A VIDA ETERNA” (João 3:16) O JORNAL FOLHA AMBIENTAL É UM JORNAL VOLTADO A TEMAS E DISCUSSÕES AMBIENTAIS DE INTERESSE MUNDIAL


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Curitiba dá início à construção da Política de Educação Ambiental Integrantes das secretarias municipais da Educação e do Meio Ambiente participaram, nesta sexta-feira (9/6), do lançamento do trabalho para definição da Política Municipal de Educação Ambiental e das Diretrizes Curriculares Municipais de Educação Ambiental. O evento, parte da programação da Semana do Meio Ambiente, aconteceu no Salão de Atos do Parque Barigui. Para a secretária da Educação, Maria Silvia Bacila, é um ótimo momento para dar início à redação destas diretrizes. "Isso porque Curitiba tem uma longa história nas ações intersetoriais de educação ambiental", justificou. "Há um cenário bastante amadurecido de práticas para que possamos trabalhar com excelência nesta teoria", complementou. A superintendente de Controle Ambiental da Secretaria do Meio Ambiente, Marilza Dias, reforçou a importância da discussão. "Ela vem conso-

lidar o que Curitiba já considera em todas as suas áreas de atuação há alguns anos", explicou. Em relação às ações que a cidade mantém com a educação formal e também com a

comunitária, Marilza reafirmou que a ideia é prosseguir. "Nosso objetivo é sempre sensibilizar a população para a construção de uma cidade cada vez mais sustentável, uma prática efetiva e de sucesso",

comentou. Os grupos de trabalho das pastas já vêm se reunindo para avaliar as legislações existentes. As atividades ainda devem incluir a realização de audiências públicas para que

a população - comunidade e organizações não-governamentais - participe do processo de construção. No encontro desta sextafeira, os participantes assistiram a palestras sobre o tema. Estiveram presentes a pedagoga Wanderleia Aparecida Coelho, da equipe técnica do Centro de Apoio à Promotorias de Proteção ao Meio Ambiente e de Habitação e Urbanismo; a coordenadora de projetos da Secretaria de Educação, Andrea Barletta; e as professoras Sônia Carneiro, Daniele Saheb e Marília Andrade Torales Campos. Participaram da solenidade representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, Fundação de Ação Social (FAS), Secretaria Municipal da Defesa Social e Trânsito, Cohab, Secretaria do Abastecimento, SPVS, União dos Escoteiros do Brasil. E das prefeituras de Colombo, Mandirituba e Campo do Tenente.

Pesquisadores suecos verificam níveis da poluição do ar na cidade Um estudo de emissões de poluentes em Curitiba e Região Metropolitana teve a primeira fase concluída. O projeto, chamado ParCur, é fruto de uma parceria entre instituições brasileiras e suecas e vai apresentar em breve um relatório com os resultados. O prefeito em exercício e secretário municipal de Obras Públicas e Infraestrutura, Eduardo Pimentel, conheceu o ParCur e afirmou que parcerias internacionais são importantes para o trabalho da Prefeitura. "Este é um programa que temos interesse de manter funcionando", disse. O coordenador da pesquisa, o sueco Lars Gidhagen, explicou que o foco do trabalho é verificar em pontos específicos da cidade os níveis de poluição, em diferentes horários e datas. "Existe uma relação direta da qualidade do ar com a saúde das pessoas", relatou. Gidhagens é coordenador do departamento de pesquisa em Qualidade do Ar do Instituto

Hidrológico e Meteorológico da Suécia e considera a qualidade do ar uma questão importante de planejamento urbano. "Curitiba é uma cidade muito interessante nesse aspecto, mas acreditamos que há potencial para muito mais", concluiu.

O pró-reitor de pesquisa da Universidade Federal do Paraná, Francisco Mendonça, ressaltou a importância da expertise sueca no projeto. "Aferições da qualidade do ar já foram feitas no passado, em Curitiba, mas agora teremos novos métodos de medição."

Mendonça agradeceu a parceria da Prefeitura de Curitiba pela integração com a academia. O projeto surgiu pelo intercâmbio das universidades dos dois países. Para o assessor de Relações Internacionais, Rodolpho Zannin Feijó, a articulação da Prefeitura é

fundamental no processo. "Curitiba está aumentando seu engajamento com o desenvolvimento sustentável", disse Feijó. O projeto, afirma, pode servir de base para decisões futuras da administração municipal. "Este estudo cria uma base de dados para a implementação de políticas públicas inteligentes." Integram o projeto os parceiros suecos como o Instituto Hidrológico e Meteorológico da Suécia, a Agência de Proteção Ambiental da Suécia e o Instituto Real de Tecnologia de Estocolmo. Do lado brasileiro estão a Prefeitura Municipal de Curitiba, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), o Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec), o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar) e o Detran.


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Conheça a Arara-Vermelha A arara vermelha (Ara chloropterus) ocorre em grande parte do Brasil, ocupando a região da Amazônia e os rios costeiros margeados por florestas, chegando até o Espírito Santo, Rio de Janeiro e interior do Paraná. Pode ser encontrada também no norte da Colômbia, planícies venezuelanas, Bolívia e norte da Argentina. Pertence à classe das aves, ordem Psittaciformes e família Psittacidae. É um dos maiores psitacídeos brasileiros, com cerca de 90 centímetros. Sua face é cortada por fileiras de penas vermelhas; na cabeça, nas costas e na barriga possui coloração também avermelhada, com uma faixa verde. Costumam andar em bandos ou em pares. Essa espécie de arara é mais generalista do que suas

parentes - as araras azuis. Alimenta-se preferencialmente de sementes com polpas, na copa das árvores e em arbustos. Só no estado do Paraná consomem os frutos de mais de 13 espécies de plantas arbóreas, tanto nativas quanto exóticas. Geralmente utilizam o bico como o terceiro pé e usam as patas para segurar o alimento e levá-lo à boca. Através das fezes, espalham pela floresta as sementes dos vegetais de que se alimenta, desempenhando assim um importante papel ecológico dentro do ciclo de vida dessas plantas.

O período reprodutivo geralmente ocorre entre os meses de setembro a março. O ninho é feito em ocos de árvores encontrados ou em bu-

racos de paredes rochosas. Após a cópula, as fêmeas colocam de dois a três ovos por ninho. Os ovos são brancos de forma esférico elipsóide, com uma das pontas ligeiramente mais pontuda que a outra e com casca lisa e sem porosidade. A incubação dos ovos (cerca de 30 dias) é feita pela fêmea, que sai pouco do ninho e é alimentada pelo macho, que também ajuda na defesa, ficando boa parte do tempo de sentinela. Apesar do forte comportamento de defesa, a disputa do ninho com outras espécies de aves, como araras azuis e urubus,

é comum, podendo acarretar na perda do ninho pelo casal de araras vermelhas. O sucesso reprodutivo também pode ser afetado por diversos outros fatores, como predação dos ovos e limitação dos ninhos. Apesar dessas adversidades, a taxa de sobrevivência dos filhotes é relativamente alta, podendo chegar a 90%. Os filhotes nascem com menos de 40 gramas e com poucas penugens, sendo recobertos apenas por uma pele rosada, fina e transparente, que permite a visualização dos órgãos internos e resto de vitelo do ovo no recém-nascido. Nesse primeiro momento os olhos e ouvidos estão fechados e o bico é branco e mole. Por Aymam Cobo de Figueiredo Graduação em Ciências Biológicas (UNIFESP, 2014)

BIBLIOGRAFIA: http://www.wikiaves.com.br/arara-vermelha-grande; N.M.R. GUEDES- Biologia Reprodutiva de Arara Vermelha (Ara Chloroptera ) na Sub-Região da Nhecolândia no Pantanal de Mato Grosso Do Sul- CONGRESSO BRASILEIRO DE ORNITOLOGIA, III, Anais, Pelotas-RS, 1993; Pedro Scherer-Neto & Antonio Carlos Terto- Registros e documentação fotográfica da alimentação da arara-vermelha-grande (Ara chloropterus) na região noroeste do Paraná (Psittaciformes: Psittacidae)- Atualidades Ornitológicas On-line Nº 159, 2011


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ONWARD

Curitiba é sede de Congresso Internacional sobre desenvolvimento sustentável Curitiba vai sediar o I Congresso Internacional da Onward, uma organização dedicada ao desenvolvimento sustentável na América Latina e Caribe, com sede em Lima, no Peru. O prefeito Rafael Greca fará uma palestra sobre "Modelo Sustentável, Inovação e o Vale do Pinhão". Entre outras autoridades, também fará palestra o prefeito distrital de Pachacámac, da Província de Lima, Hugo Ramos. Ele abordará "Gestão de Municípios com Potencial Turístico. O distrito é um ponto turístico importante do Peru, e Ramos preside uma associação dos municípios turísticos peruanos. Está programada uma série de visitas técnicas dos participantes a estruturas de Curitiba e do Estado, como o Ippuc, a Urbs, a Secretaria do Meio Ambiente, o Parque Tecnológico, a Rua da Cidadania do Pinheirinho, além de Detran, Celepar e a Usina Parigot de Souza. "Curitiba é uma referência para todo mundo, vamos mostrar isso para representantes de toda América Latina", diz João Simões Cordeiro, administrador regional do Pinheirinho e diretor no Brasil da Onward, instituição criada há

15 anos. Ele explica que um dos objetivos do congresso é apresentar para os participantes, de maneira prática, o modelo de gestão da capital. Os presidentes do Ippuc, Reginaldo Reinert, da Urbs, José Andreguetto, o secretário de Meio Ambiente, Sergio Tocchio, por exemplo, apresentarão os órgãos pelos quais são responsáveis, diz Cordeiro. O diretor, que também é coor-

denador do evento, fará palestra sobre "Motivação, Talento e Empreendedorismo". Segundo Cordeiro, houve preocupação para inserir jovens talentos da cidade no debate que será realizado em Curitiba. Cerca de 155 estudantes de 15 escolas públicas da capital irão participar do congresso. "A ideia foi selecionar jovens interessados no tema do desen-

volvimento sustentável." MEIO AMBIENTE Como parte da programação e para marcar o Dia do Meio Ambiente, na segundafeira (5/6), cerca de 200 estudantes de escolas municipais participarão do plantio de mudas no Parque Lago Azul, programação que deverá contar com a presença do prefeito Rafael Greca.

S E R V I Ç O I Congresso Internacional da Onward 7 de junho de 2017 Das 8 às 18 horas Linha Verde - Rodovia Régis Bittencourt, km 106, número 18.805 (próximo ao Muffato Max. Pinheirinho. Informações e inscrições: joao.onward@iidel.net.


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Trump anuncia saída dos EUA do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas Presidente prometeu negociar um retorno futuro ou fazer um novo acordo mais justo para os americanos. Na campanha eleitoral, ele tinha prometido abandonar consenso da ONU nos primeiros 100 dias de governo. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quinta-feira (1º) a saída de seu país do Acordo de Paris sobre mudanças climáticas, mas prometeu negociar um retorno ou um novo acordo climático em termos que considere mais justos para os americanos. Ele disse que o atual documento traz desvantagens para os EUA para beneficiar outros países, e prometeu interromper a implementação de tudo que for legalmente possível imediatamente. "Para cumprir o meu dever solene de proteger os Estados Unidos e os seus cidadãos, os Estados Unidos vão se retirar do acordo climático de Paris, mas iniciam as negociações para voltar a entrar no acordo de Paris ou em uma transação inteiramente nova em termos justos para os Estados Unidos, suas empresas, seus trabalhadores, suas pessoas, seus contribuintes ", disse Trump. "Estamos saindo, mas vamos começar a negociar e veremos se podemos fazer um acordo justo. Se pudermos, ótimo. Se não pudermos, tudo bem", disse. "Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não Paris", completou. "Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh, não Paris" Donald Trump Logo após o anúncio, no entanto, o prefeito de Pittsburgh, Bill Peduto, disse que irá "garantir que seguiremos as diretrizes do Acordo de Paris para nosso povo, nossa economia e futuro." "Seguiremos as diretrizes do Acordo de Paris para nosso povo, nossa economia e futuro" Bill Peduto, prefeito de Pittsburgh Ao iniciar os procedimentos oficiais de retirada, respeitando a forma de saída prevista no acordo, Trump

desencadeia um longo processo que não será concluído até novembro de 2020 -no mesmo mês em que concorrerá à reeleição, garantindo que a questão se torne um grande tema de debate na próxima campanha presidencial. O acordo, assinado em dezembro de 2015 durante a cúpula da ONU sobre mudanças climáticas, COP 21, prevê que os países devem trabalhar para que o aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC em relação aos níveis pré-industriais. A saída dos EUA, segundo maior produtor mundial de gás de efeito estufa, pode minar o acordo internacional, o primeiro da história em que os 195 países da ONU se comprometem a reduzir suas emissões. OBAMA O ex-presidente Barack Obama, que havia assinado o tratado em 2015, imediatamente reagiu ao anúncio, dizendo que a administração Trump rejeita o futuro com essa retirada. "Ainda que este governo tenha se unido a um peque-

no grupo de países que ignoram o futuro, confio nos nossos estados, empresas e cidades que darão um passo à frente e farão ainda mais para liderar o caminho", disse. Ao assinar em 2015, Washington tinha se comprometido a reduzir em 28% sua produção de gases de efeito estufa, além de transferir cerca de US$ 3 bilhões (cerca de R$ 9,6 bilhões) para países pobres como forma de ajudá-los a lutar contra as mudanças climáticas. MEDIDA ANUNCIADA Antes de ser eleito, Trump descreveu em várias ocasiões o aquecimento global como uma enganação criada pela China para prejudicar as empresas americanas, e anunciou que iria "cancelar" o Acordo de Paris nos primeiros 100 dias após sua posse. Uma decisão necessária, segundo ele, para favorecer as empresas petrolíferas e produtores de carvão dos EUA, e dessa forma garantir mais crescimento econômico e a criação de novos empregos. Depois de tomar posse, Trump anunciou que teria estudado o acordo antes

de tomar uma decisão sobre o assunto. O presidente norte-americano tem poderes suficientes para retirar os EUA do tratado. Isso porque o texto foi denominado "acordo" para permitir que Barack Obama pudesse utilizar seus poderes presidenciais para ratificá-lo sem pedir a permissão do Congresso, então controlado pelo Partido Republicano, hostil a qualquer redução das emissões de poluentes. Por esse motivo, a delegação dos EUA foi obrigada a negociar por muitas horas sobre essa complexa linguagem jurídica no dia da assinatura do documento. VEJA PRINCIPAIS PONTOS DO ACORDO DO CLIMA - Países devem trabalhar para que o aquecimento fique muito abaixo de 2ºC, buscando limitá-lo a 1,5ºC - Países ricos devem garantir financiamento de US$ 100 bilhões por ano - Não há menção à porcentagem de corte de emissão de gases-estufa necessária - Texto não determina quando emissões preci-

sam parar de subir - Acordo deve ser revisto a cada 5 anos A decisão de Trump pode ter sérias consequências para o cumprimento das obrigações previstas pelo tratado por parte de outros países e, mais em geral, sobre a condição climática do planeta, considerando que o aquecimento global é um fenômeno que já está ocorrendo e que todos os anos perdidos na luta contra esse fenômeno aumentam o risco de provocar efeitos irreversíveis sobre o clima. Segundo levantamentos realizados por várias universidades e centros de pesquisa de diferentes países do mundo, a saída dos EUA do Acordo de Paris acrescentaria 3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2) emitido por ano na atmosfera, aumentando a temperatura da Terra entre 0,1º e 0,3º C até o final do século. APOIO DIVIDIDO A decisão de Trump foi influenciada por uma carta assinada por 22 senadores republicanos, incluindo o líder da bancada Mitch McConnell, que defendia a retirada dos EUA do tratado. Trump preferiu ignorar a opinião de alguns dos seus assessores mais influentes, como a filha, Ivanka, o Secretário de Defesa, James Mattis, e o Secretário de Estado Rex Tillerson, os quais defendiam que ele mantivesse os Estados Unidos no acordo. Mattis em particular salientou como o Pentágono, o Ministério da Defesa dos EUA, já está produzindo uma grande quantidade de pesquisas sobre o aumento do nível dos mares, a mudança nas rotas marinhas para os navios de guerra por causa do derretimento das geleiras


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do Ártico e os efeitos de secas ou de inundações sobre a segurança nacional americana. ONU O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, pediu oficialmente aos EUA para que não saíssem do Acordo de Paris, sem obter nenhum resultado. Outros países, como Alemanha e França, expressaram suas preocupações com a posição de Trump sobre o meio ambiente e mudanças climáticas. Até o Papa Francisco tentou persuadir o presidente norte-americano em permanecer no acordo durante sua recente visita no Vaticano, entregando-lhe uma cópia da encíclica "Laudato si'" que o Pontífice escreveu em 2015 sobre as complexas questões das mudanças climáticas. Os líderes do G7 criticaram a decisão de Trump de deixar o tratado e os governos do Canadá, da China e a União Europeia já informaram que continuarão a honrar seus compromissos com o Acordo de Paris mesmo se os EUA se retirarão. A preocupação em nível global com a saída dos Estados Unidos é o efeito de

emulação: outros países poderiam ser influenciados a reduzir ou atenuar seus compromissos internacionais sobre a questão climática ou até abandonar completamente o acordo. A decisão de se retirar do acordo poderia sinalizar a intenção de Trump de cortar outras leis que limitam a produção de gases poluentes nos EUA assinadas pelo seu antecessor Obama. Entretanto, a saída dos EUA do Acordo de Paris não seria imediata. O processo

poderá demorar até três anos, assim como estabelecido no próprio acordo, com diversas batalhas jurídicas e diplomáticas muito intensas, além do grave desgaste de imagem internacional dos Estados Unidos. O QUE É O ACORDO DE PARIS O Acordo de Paris sobre as mudanças climáticas impõe aos países signatários conter o aquecimento global em até 2º C em relação aos níveis pré-industriais, com o

objetivo de não superar o 1,5º de aumento da temperatura mundial até 2100. Já hoje as temperaturas médias são de 1º acima dos níveis pré-industriais, uma mudança climática ocorrida em larga parte nas últimas décadas. Com o acordo assinado em 2015 no final da Cúpula do Clima de Paris (COP 21), 195 países signatários se comprometeram a reduzir suas emissões de gases de efeito estufa. Entretanto, segundo muitos cientistas

essas medidas seriam insuficientes para garantir o respeito dos objetivos fixados e deveriam ser rapidamente atualizadas. O Acordo de Paris foi assinado na cúpula anual da ONU sobre o clima COP 21, a vigésima-primeira cúpula das Nações Unidas sobre o tema. Segundo o próprio acordo, os países signatários não podem abandoná-lo antes de três anos, além de um quarto ano para que o procedimento seja completado. Ou seja, Trump não poderia se livrar dos vínculos legais do texto antes de 2020, sem cometer uma violação do direito internacional. Uma alternativa para os EUA poderia ser aquela de abandonar completamente a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC) (a que organiza as cúpulas da COP), que Trump criticou fortemente em diversas ocasiões no passado. Uma última opção poderia ser uma renegociação dos objetivos de corte das emissões, obrigando todavia Washington a uma longa e difícil negociação com os outros países.

Flores mais resistentes ao frio chegam aos canteiros da cidade Por trás da aparência delicada e das cores que chamam a atenção até do mais apressado pedestre, está uma força capaz de suportar a pior das geadas de uma gelada manhã curitibana. As flores de inverno, conhecidas pela resistência, já começam a fazer parte da paisagem urbana. As cravinas vermelhas e os amores-perfeitos tomaram a Praça Tiradentes, no Centro da cidade. A Praça Santos Andrade, o Relógio das Flores e o canteiro da Rua XV de Novembro também já estão preparados e floridos para a estação mais fria do ano. Assim como a Avenida Manoel Ribas, tradicional caminho para Santa Felici-

es de verão, as flores de inverno, que ainda incluem as bocas-de-leão, são trocadas a cada três meses.

dade, e o Parque Tanguá. O Departamento de Produção Vegetal, da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, segue com a produção

que chega a 150 mil unidades de mudas por mês para abastecer os parques, praças e canteiros em Curitiba. Alguns locais terão as flo-

res trocadas apenas no próximo mês, como é o caso dos bosques Alemão e do Papa e dos parques Tingui e Barigui. Assim como as espéci-

JARDIM BOTÂNICO As equipes começaram a plantar também 120 mil flores de inverno nos canteiros do Jardim Botânico. No espaço destinado à pesquisa das espécies vegetais, os visitantes poderão contemplar amoresperfeitos e miniamoresperfeitos, predominantemente nas cores amarela e azul. A expectativa é que a troca seja concluída em cerca de duas semanas. Até lá, partes dos canteiros podem ficar sem flores em razão da preparação do solo.


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SEMANA DO MEIO AMBIENTE

Conheça algumas espécies típicas da fauna e da flora de Curitiba A Semana do Meio Ambiente foi aberta oficialmente com o Dia Mundial do Meio Ambiente. Na programação da Prefeitura de Curitiba para a ocasião, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente apresentou uma exposição de ações e projetos no calçadão da Rua XV de Novembro. A mostra apresentou a Trilha da Biodiversidade, com a vegetação e a fauna da cidade representada por animais taxidermizados do Museu de História Natural do Capão da Imbuia. PINHEIRO DO PARANÁ - ARAUCÁRIA (ARAUCARIA ANGUSTIFOLIA)

GRALHA-AZUL (CYANOCORAX CAERULEUS)

MANACÁ (BRUNFELSIA PAUCIFLORA)

GRIMPEIRINHO (LEPTASTHENURA SETARIA)

ERVA-MATE (ILEX PARAGUARIENSIS)

Também conhecida como pinheiro do Paraná, a Araucária é um símbolo do Estado e pode ser encontrada em quase todo o território. Seu nome genérico deriva de Arauco, uma região do Chile, e seu nome específico é uma palavra latina significando "folha estreita". Foi muito explorada no século 19, devido a sua madeira possuir alto valor econômico bem como os frutos, o pinhão, chegando quase a extinção. Os exemplares mais antigos podem chegar a 30 metros. Algumas Araucárias encontradas no Parque Bargui e no bosque do Capão da Imbuia têm cerca de 300 anos.

Um clássico da nossa terra e símbolo do Paraná, segundo a Lei Estadual n. 7957 de 1984. A gralha-azul vive em grupos familiares de até sete indivíduos. A ave se destaca pela sua inteligência e é bastante comunicativa, podendo emitir mais de 20 sons diferentes. Durante o ciclo do pinhão, as sementes da araucária se transformam em sua principal fonte de alimento. Por isso, a ave é uma das grandes disseminadoras da planta, o que lhe rendeu um status folclórico. Também come ovos, filhotes de aves menores, insetos e de vários tipos de sementes e frutas. Pode ser vista no Parque Barreirinha.

A Lei nº 6324 do ano de 1982 instituiu a flor do Manacá como símbolo de Curitiba. A planta cresce em forma de arbusto alcançando 1,5 metro. Seu nome popular deriva da palavra tupi manacán, que faz alusão a uma jovem de rara beleza. A comparação acontece por causa de suas flores, muito vistosas e de cores fortes. Sua floração acontece nos meses de setembro a novembro. As flores têm um perfume delicado e por isso o arbusto também é chamado de Manacá de Cheiro. Está presente em quase toda a cidade, com destaque no Jardim Botânico.

O pássaro Grimpeirinho é um símbolo de Curitiba e recebe este nome porque gosta e necessita viver entre as grimpas das Araucárias. Mais encontrado nas florestas, ele também vive nas cidades, desde que ali haja esse tipo de árvore. Trata-se de um dos únicos casos, dentre todas as aves do mundo, onde um pássaro depende quase que exclusivamente de uma única espécie de planta. O Grimpeirinho pode ser visto em quase todos os parques da cidade, sempre entre as espinhentas ramagens do pinheiro onde se abriga e constrói ninho. Sua alimentação é basicamente à base de insetos.

O nome científico foi dado em 1820 pelo botânico francês Auguste de Saint-Hilaire após conhecer a planta no Paraguai. Depois, descobriu que era na região do Paraná que a erva crescia em maior quantidade e qualidade. A erva-mate manteve-se como principal produto paranaense durante o período da Emancipação Política (1853), chegando a representar 85% da economia estadual. É uma árvore de pequeno porte, chegando a, no máximo, oito metros de altura. Em Curitiba, pode ser encontrada em alguns quintais e bosques e no Parque dos Tropeiros, na CIC.

CUTIA (DASYPROCTA AZARAE)

IMBUIA (OCOTEA POROSA)

SERELEPE (GUERLINGUETUS INGRAMI)

JUVEVÊ - MAMICA-DE-CADELA (ZANTHOXYLUM RHOIFOLIUM)

BUGIO (ALOUATTA GUARIBA)

A cutia é um roedor que se alimenta de sementes, frutos e plantas. Esta alimentação é fundamental para a manutenção das Florestas com Araucária, pois a cutia enterra os pinhões para comer depois e acaba deixando alguns, que vão se tornar belas árvores. Quando se alimentam, utilizam os pés anteriores e ficam sentadas sobre as patas posteriores. As cutias costumam viver em áreas florestadas e podem ser vistas no Jardim Botânico e Parque do Capão da Imbuia.

Esta árvore de grande porte pode chegar a 25 metros de altura e deu nome a um importante bairro da cidade. Devido à exploração depredatória de sua madeira nobre, hoje integra a Lista Oficial das Espécies da Flora Brasileira Ameaçadas de Extinção, publicada pelo Ministério do Meio Ambiente. Existem relatos de que no Parque Capão da Imbuia exista uma árvore desta espécie que tenha cerca de mil anos, porém este fato é não é confirmado, sendo uma idade mais apropriada de cerca de 200 a 300 anos.

O serelepe é o esquilo brasileiro. O pequeno roedor é bastante ágil e tem apenas 30cm de altura. Seus dentes nunca param de crescer, uma adaptação para conseguir o principal alimento, que está dentro dos coquinhos bem duros, que precisam ser roídos. Seu cardápio também inclui o coqueiro-jerivá, tucum, palmito, butiá e pinhões. Gostam de áreas com florestas e árvores e podem ser vistos nos parques Lago Azul, Baracheri, Barreirinha, Barigui e Tingui e no Bosque Portugal.

Seu nome, Juvevê, deriva da palavra "Yubebã", que na língua tupi significa espinho chato ou rio do fruto espinhoso. É uma árvore de médio porte, de seis a 12 metros de altura, com muitos espinhos no tronco e nas folhas, longos e afiados. É geralmente encontrada em áreas próximas a rios e bosques da cidade. O bairro Juvevê ganhou este nome porque havia várias árvores desta espécie nas proximidades do rio de mesmo nome que cruza a região. Alguns exemplares podem ser vistos na Praça da Espanha.

Esse pequeno macaco é típico da nossa região e alimenta-se de folhas, flores, frutos, pinhões e brotos. Gosta de viver em áreas florestadas, geralmente permanecendo no topo das árvores, em grupos de até 12 indivíduos. Por comerem uma grande quantidade de folhas, passam grande parte do dia descansando. Não podem ser confundidos com os macacos que aparecem no Parque Barigui, que são de uma outra espécie, nativa do Nordeste brasileiro. O bugio pode ser encontrado no Parque Náutico.


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NÓS E O MEIO AMBIENTE

Oficina ambiental ensina técnicas de irrigação de hortas por capilaridade Na Semana do Meio Ambiente, a Fundação Cultural de Curitiba também desenvolve atividades de conscientização ambiental. Nesta sexta-feira (9/6), na Capela Santa Maria - Espaço Cultural, acontece mais um encontro do programa Nós e o Meio Ambiente. Será promovida a oficina Horta com Sistema de Irrigação por Capilaridade, das 14h às 18h, com a gestora ambiental Iracema Bernardes. O objetivo é apresentar medidas ambientais de pouco impacto na natureza e ensinar técnicas inovadoras de irrigação e reaproveitamento de resíduos. Durante o curso, os participantes farão a montagem da horta capilar usando caixa de isopor e canos de PVC, podendo aplicar os conhecimentos e reproduzir o modelo em casa. Serão emitidos certificados pelo Instituto Municipal de Administração Pública (Imap). Para se inscrever é necessário enviar um e-mail a

e, também, exibição de filmes e documentários. Entre os temas tratados estão lixo, reciclagem, mudanças climáticas, sustentabilidade, agricultura orgânica, horta urbana, construções sustentáveis, alimentação saudável. Os módulos são orientados por profissionais da área ambiental, que participam como voluntários. Nós e o Meio Ambiente é uma iniciativa da Fundação Cultural de Curitiba, através da Coordenação de Regionais, em conjunto com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, e conta com o apoio do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (Icac). cursosfcc@fcc.curitiba.pr.gov.br, informando nome, CPF, data de nascimento e telefone. O PROGRAMA O programa Nós e o Meio Ambiente é uma ação permanente da Prefeitura de Curitiba para sensibilizar a população sobre a necessidade da contribuição de todos para

diminuir os aspectos negativos do impacto ambiental. As atividades são organizadas em formato de módulos e realizadas ao longo do ano, em equipamentos públicos municipais. A programação inclui palestras, aulas práticas, visitas orientadas a locais onde se desenvolvem ações para preservação ambiental

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OFICINA HORTA COM SISTEMA DE IRRIGAÇÃO POR CAPILARIDADE, COM IRACEMA BERNARDES LOCAL: Capela Santa Maria (Rua Conselheiro Laurindo, 273, Centro) - DATA: dia 9/6 HORÁRIO: das 14h às 18h INSCRIÇÕES PELO E-MAIL cursosfcc@fcc.curitiba.pr.gov.br, informando nome, CPF, data de nascimento e telefone.


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BIODIVERSIDADE

Zoo reforça ações para reprodução do papagaio-de-cara-roxa Se tudo correr conforme o esperado, em meados de setembro ou outubro, na próxima primavera, o Zoológico de Curitiba terá novos papagaiosde-cara-roxa. Os animais são o foco, neste ano, das atividades do programa de reprodução de psitacídeos, desenvolvidas pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria Municipal do Meio Ambiente. Hoje, há sete casais da espécie no criadouro do Zoológico. Apesar de terem sido as primeiras aves estudadas, ainda não houve sucesso em sua reprodução. Para tentar mudar essa história, recintos ainda mais reservados, com mais vegetação e mais ninhos, estão sendo providenciados pela equipe parta facilitar a reprodução. "Trabalhamos também com o reforço da alimentação e no monitoramento da saúde dos animais", conta a chefe de Fauna do Zoológico de Curitiba, a bióloga Nancy Banevicius. Além do cara-roxa, os papagaios-charão também devem ter atenção para a reprodução agora em 2017. Dois novos casais vieram do Rio Grande do Sul para o projeto, por meio de uma parceria com a Universidade de Passo Fundo. O objetivo do programa, reforça a bióloga, é ter população viável e áreas verdes para que os animais possam se reproduzir em vida livre. A diretora do departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna da Secretaria do Meio Ambiente, Marcia Arzua, reforça a importância do projeto. "Garantir esse espaço para a reprodução de espécies ameaçadas é uma das funções primordiais do Zoo".

sível saber quais são da mesma família e quais podem formar novos casais. Dos recintos dos pais, eles vão ganhar independência nos voadouros. "Enquanto eles ainda não são encaminhados para outros projetos de conservação e soltura, mantemos o mínimo contato humano com os filhotes", conta Nancy. "A ideia é que eles mantenham o estranhamento em relação aos humanos, o que vai garantir a sobrevivência na natureza", completa.

CHEGADA DOS FILHOTES O trabalho de preparação dos recintos para a reprodução acontece nos meses mais frios. Quando começa a esquentar, durante a primavera, é hora de verificar os ninhos em busca de ovos. Os filhotes nascidos passam por exames de sexagem, são identificados e chipados. Caso sejam enviados para novos projetos de reprodução, é pos-

CASOS DE SUCESSO O Zoológico de Curitiba foi o primeiro do País a fazer a reprodução em cativeiro do papagaio-chauá. E teve grande sucesso na reprodução e soltura dos papagaios-de-peito-roxo. Seis aves da espécie foram para a vida livre em 2015, no Parque Natural das Araucárias, em Santa Catarina. Os animais soltos são monitorados anualmente.

HISTÓRIA Foram os papagaios-cara-roxa que deram origem ao projeto, em 2002. O ornitólogo Pedro Scherer, hoje voluntário no Zoológico, foi quem começou os estudos. Em 1982, quando era funcionário da Prefeitura, no Museu de História Natural do Capão da Imbuia, iniciou o trabalho de campo para coletar informações sobre a população dos cara-roxa na natureza. Ele conta que estes papagaios são endêmicos do Li-

toral do Paraná, Sul de São Paulo e Norte de Santa Catarina. Na época, muitas dessas aves eram retiradas do seu habitat natural para o tráfego. As apreensões acabaram levando-as para o Zoológico, o que acabou incentivando o trabalho de reprodução para recuperar a população. Os primeiros recintos para a reprodução em cativeiro foram construídos em 2002 com o apoio da SPVS (Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental).


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Fala Curitiba passa por mais oito bairros O Fala Curitiba reuniu nesta quarta-feira (14/6) moradores dos bairros Santa Felicidade, Mercês, Bom Retiro, CIC (Vila Sandra, Atenas, Tramontina, Moradias Augusta, Trianon, Ilha Bela, Marcélia), Sítio Cercado (Orternack), Pilarzinho, Xaxim e Fanny. O novo modelo de consulta pública está sendo feito nos bairros, para atender melhor as demandas específicas de cada região. No evento do bairro Santa Felicidade, que reuniu também os moradores do Butiatuvinha e Lamenha Pequena, os temas saúde, pavimentação e segurança tiveram o maior número de sugestões. A ampliação da unidade de saúde que atende a região de Santa Felicidade foi um dos temas mais debatidos no grupo da saúde. Na parte de pavimentação, os pedidos são para recomposição do antipó e mais asfalto de qualidade, principalmente para as ruas por onde passam os ônibus. E na segurança, os pedidos foram para a maior presença da polícia e Guarda Municipal nas ações preventivas no bairro. "Estamos com um público preocupado com as questões da região. Hoje juntamos Santa Felicidade, Butiatuvinha e Lamenha Pequena debatendo as questões

prioritárias para a LOA 2018", comenta e apresentadora do evento. Participaram do encontro Simone da Graça das Chagas Lima, administradora regional de Santa Felicidade, a presidente do Instituto Municipal de Turismo, Tatiana Turra, chefes dos núcleos regionais e representantes de vereadores. No Xaxim, os moradores elogiaram a recuperação do Bosque Reinhard Maack e pediram mais PRIORIDADES DE SANTA FELICIDADE SAÚDE: ampliação da unidade de saúde de Santa Felicidade, mais profissionais para atendimento. PAVIMENTAÇÃO: substituição do antipó por asfalto, melhoria nas calçadas. SEGURANÇA: presença física dos policiais e guarda municipais no bairro. PRIORIDADES DO CIC (VILA SANDRA, ATENAS, TRAMONTINA, MORADIAS AUGUSTA, TRIANON, ILHA BELA, MARCÉLIA) HABITAÇÃO: revisão dos processos e agilidade na regularização dos terrenos e lotes. PAVIMENTAÇÃO: manutenção das ruas e calçadas. ILUMINAÇÃO: reposição de lâmpadas queimadas. PRIORIDADES DO SÍTIO CERCADO SAÚDE: ampliação e melhoria no atendimento da Unidade de Saúde Coqueiros. SEGURANÇA: mais Guarda Municipal nas escolas e unidades de saúde e câmeras de monitoramento. PAVIMENTAÇÃO: reciclagem do pavimento das ruas Lupianópolis e Nova Aurora. PRIORIDADES DO FANNY SAÚDE: mais médicos e remédios nas unidades de saúde.

algumas ações nos arredores da área verde, como a melhoria da iluminação pública. "De acordo com a diretriz do prefeito, nossa gestão será marcada pela participação efetiva da comunidade nas decisões e aqui não foi diferente. Tivemos importantes contribuições da população no encontro de hoje", comentou Ricardo Dias, administrador regional do Boqueirão, responsável pelo bairro Xaxim.

PAVIMENTAÇÃO: troca do antipó por asfalto nas ruas do bairro. SEGURANÇA: aumento do efetivo e presença nas ruas. PRIORIDADES MERCÊS E BOM RETIRO DRENAGEM: implantar o projeto que contempla a bacia de contenção do córrego Pilarzinho. TRÂNSITO: requalificação da Avenida Manoel Ribas e das ruas Jacarezinho, Cândido Hartmann, Henrique Itiberê da Cunha e Hugo Simas. EDUCAÇÃO: implantação de CMEI para atender os bairros Mercês, Vista Alegre e Pilarzinho. PRIORIDADES DO PILARZINHO ABASTECIMENTO: melhoria na qualidade dos produtos do Nossa Feira. SEGURANÇA: guarda nos postos de saúde, policiamento preventivo. ESPORTE E LAZER: revitalização da cancha do Bracatinga e instalação da academia pública. PRIORIDADES DO XAXIM PAVIMENTAÇÃO: recuperação do antipó, principalmente nas ruas por onde passam os ônibus. SEGURANÇA: mais rondas no final do dia e à noite nas ruas do bairro. DRENAGEM: reestruturação das galerias e córregos para evitar enchentes.


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Tráfico de animais A retirada de um animal de seu habitat para fins comerciais é configurada como tráfico de animais. Um dos mais lucrativos comércios ilegais do mundo é o tráfico de animais, que movimenta aproximadamente 20 bilhões de dólares por ano, sendo a terceira atividade clandestina que mais gera dinheiro, ficando atrás do tráfico de drogas e armas. O tráfico de animais é configurado pela retirada de animais de seus habitats naturais e destinados à comercialização. Os destinos desses animais são zoológicos, colecionadores, laboratórios para fabricação de medicamentos, ou mortos, como a onça-pintada e jacarés, para terem suas peles ou outras partes do corpo retiradas e vendidas. A LIBERDADE ROUBADA Em razão da imensa biodiversidade brasileira, o país é um dos principais alvos do tráfico de animais, contribui com 10% dos bilhões de dólares arrecadados com a atividade. Além da grande variedade de

espécies (peixes, aves, insetos, mamíferos, répteis, anfíbios, entre outros), outro fator que contribui para essa prática no país é a falta de fiscalização e de punições severas. Traficantes são presos em flagrante várias vezes com diversos animais, no entanto, pagam fiança e respondem processo em liberdade. Conforme a ONG (Organização Não Governamental) Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, no Brasil, cerca de 38 milhões

de animais são retirados de seus habitats naturais anualmente, sendo aproximadamente 12 milhões de espécimes distintas. Conforme dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), aproximadamente 90% dos animais silvestres morrem logo depois de retirados de seu habitat natural. Os animais que apresentam comportamento amigável são os preferidos no momento da compra. Micos, papagai-

os, araras e peixes ornamentais são os mais vendidos. Os valores variam, quanto mais raro for o animal maior o seu preço de venda no mercado. De acordo com agentes fiscalizadores, os animais no Brasil são retirados principalmente dos Estados da Bahia, Piauí, Pernambuco, Maranhão, Paraíba e Ceará. Os principais centros consumidores são os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Aproximadamente 90% dos animais capturados no Brasil são comercializados no próprio território nacional. ATO DE EXTREMA CRUELDADE Os animais, depois de capturados, são submetidos a várias práticas agressivas durante o transporte para os centros consumidores, o papagaio é sedado e escondido em tubos de PVC no fundo de uma mala, as cobras são presas em meias de nylon, vários animais são covardemente dopados.

O tráfico de animais contribui bastante para o desequilíbrio ecológico, havendo uma mudança drástica na cadeia alimentar, além de reduzir de forma considerável a biodiversidade de um determinado ambiente. Mas o que é pior, muitos animais não sobrevivem durante o transporte, outros não se adaptam à "prisão" que o homem lhes impõe, causando a morte da maioria desses animais. Mas os problemas dessa prática atingem também os seres humanos, pois micro-organismos presentes nos animais silvestres podem causar o surgimento de doenças e sua disseminação entre a população. Portanto, o tráfico de animais é um ato ganancioso, com consequências drásticas para os animais silvestres e os animais ditos "racionais" que participam desse crime à vida. Por Wagner de Cerqueira e Francisco Graduado em Geografia Equipe Brasil Escola


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CIDADE VERDE

Avenida no Jardim das Américas vai ganhar 200 novas árvores Equipes da Secretaria Municipal do Meio Ambiente estão plantando 220 árvores da Avenida Coronel Francisco H. dos Santos, no Jardim das Américas. São mudas nativas e também frutíferas, vindas do Horto Municipal. O trabalho faz parte de uma operação de manutenção e arborização que vai passar por outros 16 pontos. As novas espécies plantadas nos canteiros e nos passeios são escolhidas de acordo com a sua função. Elas podem servir para criar áreas de sombra e seu plantio deve ser planejado para que não haja interferência nos fios da rede elétrica, por exemplo. A ação, que já foi feita nas avenidas Capitão Leônidas Marques e Nossa Senhora de Lourdes, no Uberaba, prevê vistorias, podas de manuten-

AVENIDAS QUE TERÃO PODAS E VISTORIA DE ÁRVORES:

ção e retirada de árvores desvitalizadas. Segundo o diretor de Produção Vegetal da Secretaria, José Roberto Roloff, é um serviço de prevenção, para evitar quedas de árvores e galhos em dias de vento e tempestade. Os trabalhos de poda e retirada de árvores terminaram na semana passada na Aveni-

da Francisco H. dos Santos. No total, foram podadas 200 árvores de pequeno e médio portes. O objetivo é remover galhos projetados para a via, que possam enganchar nos caminhões e ônibus. São retirados também galhos secos, as ervas de passarinho e outros agentes parasitas, que possam causar desvi-

- Nossa Senhora da Luz, Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco e Nossa Senhora da Penha - Presidente Affonso Camargo - Presidente Washington Luiz - Victor Ferreira do Amaral - Presidente Kennedy - Presidente Arthur da Silva Bernardes - Iguaçu - Getúlio Vargas (entre Avenida Marechal Floriano Peixoto até Rua Conselheiro Laurindo) - Silva Jardim - Cândido de Abreu - Manoel Ribas - Via Vêneto - Fredolin Wolf - Comendador Franco (Avenida das Torres) - Mascarenhas de Morais - Jornalista Aderbal Gaertner Stresser e Rua Osiris Del Corso talização. Apenas uma árvore desvitalizada foi removida. As equipes são acompanhadas pelos fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente,

que faz uma avaliação prévia de cada trecho a ser trabalhado. Em geral, há necessidade de se interromper uma faixa de trânsito.

PARCERIA

OAB tem interesse em adotar dois jardinetes de Curitiba O prefeito Rafael Greca recebeu no último mês de junho, a proposta formal de adoção de dois jardinetes do bairro Ahú pela Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Paraná (OAB-PR). São os jardinetes Ervin Ofner, na Rua Vitório Foggiato, e Erailto Thiele, na Rua Cecília Meireles. A entrega da proposta foi feita por uma comissão liderada pelo presidente da entidade, José Augusto Araújo de Noronha. "Recebo com alegria a proposta da OAB de conservar as duas áreas ane-

xas à sua esplendorosa sede", disse o prefeito. "A parceria é bem-vinda, a cidade agradece

e o meio ambiente também", continuou. O presidente da OAB Para-

ná contou que os advogados costumam correr nos arredores da sede, nas ciclovias, e passam pelas áreas com frequência. "Nada mais justo que a gente ajude a cuidar destes espaços", reconheceu. O presidente do conselho de Direito Ambiental da entidade, Alain Stefanello, reforçou a consciência da responsabilidade que vem com o pedido. Após a entrega do documento de intenções ao prefeito, a adoção segue os trâmites na Secretaria Municipal do Meio Ambiente, junto ao De-

partamento de Parques e Praças. A adoção prevê a responsabilidade pela conservação e manutenção do espaço. A formalização da intenção da OAB Paraná vem no Dia Mundial do Meio Ambiente. Estiveram na reunião a procuradora-geral do município, Vanessa Volpi, a secretária geral da OAB Paraná, Marilena Winter, a secretária da Comissão de Direito Ambiental, Patrícia Précoma Pellanda, e a assessora jurídica da Secretaria do Meio Ambiente, Bárbara Bessa.


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Estufa do Jardim Botânico tem troca e reorganização de plantas

Até a próxima quarta-feira (5/7), os visitantes do Jardim Botânico de Curitiba vão encontrar a estufa principal parcialmente interditada. Mas é por um bom motivo, já que as equipes do Departamento de Produção Vegetal, responsável pela manutenção do local, fazem a troca e reorganização das plantas. Os serviços começaram nesta semana e a ideia é repor as que estiverem danificadas. As plantas são originárias da Floresta Atlântica, Serra do Mar e Planície Litorânea e são trazidas de lá pela equipe, sempre retiradas de forma a não danificar o ecossistema. “Elas ficam alguns dias na estufa de pesquisa para limpeza e adaptação para serem transferidas para a estufa de exposição”, explica o biólogo botânico do Jardim Botânico, José Tadeu Motta. A troca e o agrupamento das espé-

cies vegetais vai tornar a visita mais proveitosa para quem vem em busca de beleza e conhecimento botânico. O trabalho não era feito há mais de cinco anos e deve incluir também a reposição de algumas placas de identificação das plantas. As danificadas vão para recuperação e futuro replantio ou para o resíduo vegetal. INTERDIÇÃO A passagem fica parcialmente impedida por questões de segurança para os visitantes e trabalhadores dentro da estufa. O trabalho é feito por setores para que haja menor prejuízo possível ao passeio. “A passarela do andar de cima, geralmente, fica liberada para que as pessoas possam ver a estufa”, diz Motta. “Mas com certeza, o resultado visual vai fazer a espera valer a pena”, completa.

Palavra do Pastor Juliano Rosa

Deus vem me socorrer Deus vem me socorrer. Hoje vamos falar de uma pessoa que, diante de um problema gravíssimo, uma situação praticamente impossível que foi colocada na sua vida, ela não se acovardou, não se deixou abater, e não perdeu a fé que ela tinha na força, e no grande poder do Senhor. Pelo contrário, essa pessoa se encheu de confiança e determinação, e, antes de agir, orou a Deus pedindo ajuda dele para que ela pudesse enfrentar e vencer aquela difícil situação. O nosso personagem de hoje é o rei Asa, o rei de Judá. O texto bíblico do qual vamos falar está no 2º Livro de Crônicas, Capítulo 14. Conta a Sagrada Escritura que um rei etíope chamado Zera pôs-se em marcha contra o reino de Judá. A situação para o rei Asa era muito complicada, pois o seu exército que era de aproximadamente seiscentos mil homens, representava quase a metade dos combatentes do exército adversário que era de um milhão de guerreiros. Era uma desvantagem muito grande. Aos olhos humanos, para as forças de Judá saírem vitoriosas daquele combate contra o numeroso exército Etíope, era algo praticamente impossível. Quantas vezes nós também não somos afrontados pelos impossíveis que encontramos nessa vida. Pode ser que você seja alguém que recebeu a notícia de uma doença grave na sua própria vida ou na vida de um ente querido. Pode ser que você esteja lutando para tirar alguém do vício das drogas, do alcoolismo. Quem sabe você está lutando pela restauração de um relacionamento que já está praticamente destruído, batalhando pela restauração da sua vida financeira, da sua família, ou vida profissional. Pode ser que você seja numa pessoa que ainda está tentando realizar um sonho, conquista alguma coisa... Enfim! O que não faltam nessa vida são desafios, situações difíceis e problemas para nos di-

zer que nós não vamos conseguir. Que para nós não há saída. Que não tem mais jeito. Que essa luta a gente já perdeu. Logo que o rei Asa ficou sabendo que o exército adversário estava a caminho, ele e as suas forças foram ao encontro do inimigo. Ao chegar ao campo de batalha, antes de entrar em combate, o rei Asa orou a Deus pedindo a ajuda dEle. O rei orou assim: - Ó Deus, tu podes socorrer tantos os fortes como os fracos. Ajuda-nos, ó SENHOR, nosso Deus, pois confiamos em ti e em teu nome estamos aqui para lutar contra este grande exército. Tu, ó SENHOR, és o nosso Deus. Ninguém pode resistir ao teu poder! Logo depois de orar e pedir a ajuda do Senhor, o soberano de Judá atacou as forças inimigas e, contrariando toda lógica e grande desvantagem numérica, o Glorioso Senhor Deus dos Exércitos deu a vitória a ele. É isso que também devemos fazer com os problemas e impossíveis que aparecem nas nossas vidas. Devemos olhar para eles, como eles realmente são: Simplesmente problemas. E como tais, o que devemos fazer sempre é, enfrenta-los com sabedoria e coragem, e resolvê-los. Entretanto, antes de partirmos para o ataque contra essas situações difíceis, nós devemos fazer o que fez o Rei Asa, para vencer aquele impossível que o inimigo havia colocado no caminho dele, com muita fé, ele orou a Deus e pediu a ajuda do Altíssimo. Feito isso, podemos partir para o ataque levando no nosso coração, a certeza absoluta da nossa via porque, já não somos nós quem vamos lutar contra os inimigos ou problemas, e sim, o nosso Deus Eterno. E, como todos nós já sabemos: Quando a mão do nosso Deus Todo Poderoso age em nosso favor, nada por impedir ou desfazer o que Ele faz. Um forte abraço para você. Fique na paz e no amor do Senhor Jesus.


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Folhaambiental junho2017 by aldemir demir batista - Issuu