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NEGÓCIOS
Como funciona um espaço de coworking? No espaço de coworking, você pode receber clientes, se organizar melhor, interagir com outros empreendedores e participar de eventos Por Daniela Moreira COMO FUNCIONA UM ESPAÇO DE COWORKING? Muitas empresas bilionárias começaram em uma garagem – Apple e Google são bons exemplos. Além disso reduzir custos, não é necessário se preocupar com gestão ou conforto – somente com seus primeiros resultados. Mesmo assim, começar sua startup em um pequeno escritório, quarto ou garagem traz uma desvantagem: seu networking. Os espaços de coworking tentam atender justamente a essa demanda: empreendedores e profissionais autônomos iniciando suas em-
presas, sem muita previsão de quantas pessoas ou qual espaço precisarão nos primeiros meses ou anos. Todos trabalham em uma mesma
área – ou várias áreas conjugadas – dividindo custos de um local que traz não só facilidades e serviços, mas também a chance de conhecer
pessoas similares e fazer negócios internamente. No Brasil, com uma simples busca na internet é possível encontrar escritórios de coworking
em diversas cidades, apesar da concentração ser maior nas capitais. Com preços que variam de R$ 200 a R$ 800 por posição ocupada, os serviços também variam: alguns oferecem somente internet, enquanto outros oferecem pacotes completos com telefone, secretária compartilhada, sala de reunião, serviços e impressão. No coworking, você pode receber clientes, se organizar melhor, interagir com outros empreendedores e participar de eventos. Se você tem problemas de produtividade no seu home office, pode ser uma ótima opção. Yuri Gitahy é investidor-anjo, conselheiro de empresas de tecnologia e fundador da Aceleradora, que apoia startups com gestão e capital semente
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BOA FORMA
Os 10 melhores exercícios para você entrar em forma já O desafio de entrar em forma é o mais procurado pelos membros do Mude.nu. Mais da metade das pessoas chegam ao site querendo saber quais os melhores exercícios para emagrecer e ganhar massa muscular. No entanto, muita gente parece ainda patinar para conseguir vencer este desafio. Pensando nisso, publicamos uma lista em contagem regressiva com os 10 melhores exercícios para quem quer vencer o desafio de entrar em forma. 10. AERÓBICO INTERVALADO DE ALTA INTENSIDADE
de alta intensidade (HIIT, na sigla em inglês) maximiza ambos os efeitos aeróbicos e anaeróbicos, enquanto que o jogging tradicional melhora apenas a capacidade aeróbica. O HIIT afeta o tecido muscular em nível celular, alterando a atividade mitocondrial nos próprios músculos. As pesquisas mostraram que 27 minutos de HIIT três vezes por semana produz a mesma melhora aeróbica do que 60 minutos de jogging cinco vezes por semana. Apesar do nome complicado, nada mais significa do que fazer algum exercício aeróbico (corrida, ciclismo, natação etc.) alternando alta e baixa intensidade em um curto período de tempo (20 a 30 minutos). 9. PRANCHA
Entre as décadas de 1970 e 1980, o médico americano Kenneth Cooper defendeu veementemente, com base em pesquisas da época, que a melhor forma de se manter em forma era andar a cerca de 9,7 quilômetros por hora cobrindo longas distâncias. Nascia o Cooper, ou Jogging, que até hoje coloca milhares de pessoas nas ruas ou esteiras caminhando algumas vezes por mais de uma hora por dia. Pesquisas do Instituto de Fitness e Esportes do Japão (1996) e da Universidade MacMasters do Canadá (2009), entre outros, já provaram, no entanto, que a ideia do Cooper não é a solução ótima para quem quer emagrecer e obter mais resistência cardiorrespiratória. A melhor solução, na verdade, é o treinamento aeróbico intervalado de alta intensidade. Por quê? O treinamento aeróbico intervalado
Esqueça os abdominais tradicionais. Eles trabalham apenas os músculos abdominais, mas não os dorsais. O resultado é uma região central do tronco descompensada, mais forte na frente do que atrás. Você vai ver, aliás, que os melhores exercícios desta lista são aqueles que trabalham os grupos musculares não isoladamente, mas sim em conjunto. E o melhor exercício para trabalhar simultaneamente abdome e lombar é a prancha, um exercício isométrico de alta intensidade que pouca gente pratica. Pra fazer a prancha, simplesmente apoie-se em seus cotovelos e na ponta dos pés, mantendo a coluna ereta e o abdome contraído. Fique nessa posição por quanto tempo aguentar (dica: não será muito tempo). Uma pessoa em boa condição física consegue segurar essa posi-
ção por um minuto. Quem já é muito bom consegue por até dois. Iniciantes podem começar na posição ideal e, quando não aguentarem mais, apoiarem-se nos joelhos em vez de na ponta dos pés. É possível fazer a prancha lateral, apoiando-se em um só cotovelo e em um só pé, mantendo o outro pé em cima deste. Esta variação atinge mais os músculos laterais. 8. FLEXÃO
A flexão, conhecida em alguns lugares do Brasil como “marinheiro”, também trabalha diversas partes do corpo ao mesmo tempo. Perceba que a posição inicial da flexão é parecida com a prancha, só que você acrescenta esforço ao descer e subir o peso do corpo com os braços. Na flexão tradicional, você posiciona os pés juntos, apoia-se neles e coloca as mãos no solo mais abertas que a largura dos ombros. Dois pontos são importantes na execução: primeiro descer até quase tocar o peito no solo; segundo não subir até travar os cotovelos. Quando você trava os cotovelos, a força não está mais somente nos músculos, pois os ossos estarão firmes como pilares, segurando o peso do corpo.
cício pouco praticado por ter um nível de dificuldade maior. Ele une os benefícios da prancha e da remanda unilateral (também conhecida como “serrote”). Esse exercício consegue trabalhar, ao mesmo tempo, a região central do tronco (abdome e lombar), as pernas, os tríceps e as costas. Fique atento que este é um exercício avançado e que exige bastante do praticante. O ideal é começar com halteres bem leves, para pegar a prática, antes de aumentar a carga. Certifiquese, em todos esses exercícios, de estar supervisionado por um profissional de educação física.
4. BARRA FIXA
6. DESENVOLVIMENTO PARA OMBROS
O desenvolvimento para ombros é o melhor exercício para esta região do corpo, trabalhando tanto ombros quanto trapézio.A melhor versão é a que você faz o exercício em pé, contraindo o abdome e semi-flexionando os joelhos, a fim de proteger as costas. No entanto, para pegar mais carga, muitas pessoas fazem esse exercício sentadas, com as costas apoiadas. 5. SUPINO
7. REMADA NO SOLO COM HALTERES
A remada no solo com halteres (Renegade Dumbell Rows, em inglês) é um exer-
ainda trabalha tríceps e antebraço. O supino mais clássico é realizado deitado em um banco próprio, com uma barra inteira e pesos em cada lado. A execução correta exige que se desça a barra, na linha um pouco abaixo dos mamilos, até que ela praticamente toque no peito (sem apoiar, claro). Depois, suba novamente o peso até um pouco antes de os cotovelos travarem (assim o músculo não descansa durante a execução do exercício, na mesma lógica que explicamos na flexão).
Provavelmente o exercício mais praticado nas academias de ginástica, o supino é essencial para o desenvolvimento da região do tórax e
A barra fixa é um exercício tão exigente que mesmo pessoas muito fortes não conseguem fazer muitas repetições dela. Tanto que é muito comum ver gente praticando exercícios de menor qualidade, como a puxada aberta no pulley, em vez de encarar a barra fixa. O segredo para avançar na barra fixa é ir sempre um pouco além do que o corpo aguenta. Por exemplo, se você só aguenta quatro repetições, faça as quatro, solte ou apoie os pés e imediatamente em seguida (um ou dois segundos depois) force-se a fazer a quinta, quem sabe a sexta repetição. Como na barra fixa não há carga, só o peso do seu corpo, este é o método para você avançar no exercício. O exercício é quase intuitivo, por ser um movimento natural do corpo humano. Simplesmente continua na página 11
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BOA FORMA
Continuação da página 6
superior do corpo. Para esse exercício, obviamente, você precisa ter acesso a um conjunto de barras paralelas. Simplesmente apoie-se nelas e vá descendo o peso do corpo, controladamente, o máximo que conseguir. Depois suba, mas sem travar os cotovelos no ponto mais alto, para que os músculos não descansem.
pendure-se na barra e puxe para cima, fazendo o seu corpo subir o máximo que conseguir. O ideal é que o queixo passe da linha da barra, embora isso não seja mandatório. 3. BARRAS PARALELAS
2. AGACHAMENTO
As barras paralelas trabalham os ombros, peitoral e tríceps de forma bem intensa. Alguns consideram esse exercício o equivalente ao “agachamento” para a parte
Se você quer ganhar massa muscular e força, o agachamento não pode ficar de fora da sua rotina de treinos. Mesmo sem nenhum peso, o agachamento é um exercício essencial para panturrilhas, quadríceps, para a região central do tronco (abdome e lombar) e para o equilíbrio. Segundo o site Hipertrofia, “este exercício, além de construir pernas gigantes, estressa boa parte dos músculos superiores e de quebra funciona como uma bomba hormonal, produzindo hormônios anabólicos a cada repetição”. Se você nunca fez, o ideal é iniciar sem peso mesmo. Posicione-se de pé, com as pernas abertas na largura do ombro, e vá descendo o corpo completamente, jo-
gando os quadris para trás, até praticamente sentar-se sobre os calcanhares. Depois suba lentamente até quase a posição inicial, pois você nunca deve travar os joelhos (a fim de evitar que os músculos descansem). Importante observar que os seus joelhos, na descida, não devem ultrapassar a linha da ponta dos seus pés. Para isso, sempre desça jogando os quadris para trás. 1. LEVANTAMENTO TERRA
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O Levantamento Terra é um agachamento ainda mais avançado, pois além de trabalhar as pernas, força bem mais a região abdominal e lombar, além de atingir os músculos das costas. Também chamado Deadlift, este exercício recruta diversos grupos musculares e ainda libera uma boa quantidade de hormônios, por conta do esforço intenso. É um exercício que requer um cuidado redobrado com a forma de execução. Isso porque, feito da maneira errada, ele pode sobrecarregar dois pontos importantíssimos do nosso corpo: joelhos e coluna. O principal cuidado que você deve ter, durante todo o movimento, é nunca deixar o dorso arredondado.
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CULINÁRIA
Conheça a receita do melhor Creme Brulée do mundo Leite, gemas e açúcar. Não dá para ser mais simples a combinação que faz a minha sobremesa favorita no mundo: o creme brulée. Eu não sou de doce, para mim, sobremesa é queijo. Mas o brulée não é uma sobremesa super doce. O açúcar queimadinho dá um toque levemente amargo que me encanta. E eu tenho a sorte de ter uma marido que cozinha, e além disso, é especialista em creme brulée. Amém. E desde que recuperamos o nosso maçarico, tudo, mas tudo aqui em casa, termina em
creme brulée. E mesmo quando não tem creme, a gente aplica o brulée no arroz doce, no queijo do sanduíche, nas frutas…
O brulée, vem do francês, significa queimado – uma referência óbvia à casquinha crocante de açúcar queimado que cobre o creme, leve
como uma nuvem. Mas curiosamente, a origem da receita, converge para a Inglaterra. Escoffier, e os outros especialistas em culinária francesa, se quer citam o preparo em seus livros de registros clássicos. Inclusive, e a maioria deles concorda que o mais provável é que ele tenha vindo mesmo do Reino Unido. Há citações do prato em livros ingleses do preparo em livros de receitas do século 17. Não por coincidência, a receita é muito semelhante a do Crème Anglaise (Creme Inglês). Na virada do século
XX, o Creme Brulée tornouse uma sobremesa favorita da Universidade de Cambridge, na Trinity College, onde também era conhecido como Creme Trinity. Seja na Inglaterra, na França, na Espanha (crema catalana), em Portugal (cremeleite ou creme queimado) ou na banalização que o creme brulée está sofrendo na minha casa, ele continua delicioso. E contei isso tudo aqui não só para passar inveja em todos vocês, mas para indicar a receita. Faça já o creme brulée do Chef à Parter. Por Larissa Januário
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ESPAÇO GOURMET
Quem são os melhores chefs do mundo? Estar entre os melhores chefs do mundo é algo para poucos. Definitivamente, não basta cozinhar, é preciso ter identidade e paixão pelo que faz em cada prato oferecido; é buscar, em meio a tantos sabores, aquilo que vai marcar o paladar do cliente e ser uma espécie de assinatura profissional. De fato, existem muitos chefs experientes por aí, inclusive, já até fizemos uma lista com os melhores chefs do Brasil, lembra? Mas aqui nós vamos, além, e em meio a tantos pedidos, fizemos uma lista com os melhores chefs do mundo. MASSIMO BOTTURA Recentemente, o seu restaurante Osteria Franscescana foi eleito o melhor restaurante do mundo e, em 2011, o chef italiano Massimo Bottura foi eleito o melhor chef do mundo. E não é para menos – dedicado e muito comprometido com o seu trabalho, Massimo é ousado, persistente e vai contra opiniões e conceitos previamente estabelecidos. Seu jeito, muitas vezes transgressor, já causou a ira da população de Módena, justamente por ir contra ao que até então era visto na gastronomia italiana como regional, que não poderia ser mudado. Um crítico chegou a mencionar que Bottura estava traindo a culinária italiana. É, parece que o jogo virou! Massimo Bottura aprendeu a cozinhar com a avó e tem lembranças dos momentos que passava na cozinha até hoje. Até abrir a Osteria Franscescana, Bottura passou por maus bocados, mas isso só serviu para o fortalecer e se tornar quem é hoje: um chef prestigiado, requisitado e muito bem avaliado pela crítica. Hoje, o
chef leva a sério o que chamam de gastronomia molecular e se tornou um pioneiro na criação de pratos que são uma verdadeira experiência aos olhos e ao paladar. Muitas de suas criações são uma obra de arte e muito deste lado artístico de Bottura se deve a Lara Gilmore, sua esposa formada em História da Arte e que deu uma mãozinha, inclusive, a toda identidade do restaurante. PAUL BOCUSE Ele é considerado o papa da gastronomia francesa e serve como inspiração para os principais chefs da atualidade. Ao longo dos seus 90 anos, Bocuse já foi considerado o melhor chef do século 20 pela escola americana Culinary Institute of America em 2011 e acumula em sua trajetória grandes prêmios e ótimas críticas. Com três estrelas Michelin no currículo desde 1965, o chef é um dos criadores da ‘nouvelle cuisine’, um movimento que tem como premissa a preocupação com a leveza dos pratos, com ingredientes frescos e bela apresentação. Há 51 anos consecutivos, o restaurante L’Auberge de Paul Bocuse possui três estrelas Michelin, um dos rankings mais nobres da gas-
tronomia. Ao lado, um de seus pratos mais famosos, a sopa de trufas negras. Paul Bocuse sempre teve contato com a gastronomia e foi no restaurante da família que ele deus seus primeiros passos como cozinheiro, lá pelo ano de 1941. Hoje, o chef tem mais de 20 restaurantes espalhados por três continentes: Ásia (Japão), América (Estados Unidos) e Europa (França/Suiça) e se orgulha de ter criado o Instituto Paul Bocuse, no qual forma novos profissionais todos os anos desde 1990. Devido a problemas de saúde, a família passou a cuidar dos negócios de Paul Bocuse, mas sempre que possível, ele circula pelo salão de seu restaurante principal. JOAN ROCA Este ano, Joan Roca foi eleito o melhor chef do mundo pela revista Restaurant. O chef, que mora em Girona, Espanha, também administra por lá, junto com seus irmãos, o seu restaurante, El Celler de Can Roca. Só para constar, o local foi eleito o segundo melhor restaurante do mundo este ano, perdendo apenas para a Osteria Franscescana, de Massimo Bottura. O chef Joan ao lado dos irmãos Josep (sommer-
lier) e Jordi Roca (chef pâtissier). Todos unidos para levar o nome e o sabor da família ao quatro cantos do mundo. Ao lado, um dos pratos do El Celler de Can Roca, o cordeiro com pão e tomate. Roca nasceu e cresceu em Girona e as origens humildes fizeram dele um profissional de excelência. Desde os 10 anos ele sabia o que queria como profissional e seus pratos buscam os sabores da família e da infância. Em entrevistas, Roca faz questão de encarar o fato de ser o melhor do mundo com a maior naturalidade possível e que cada restaurante tem seus atributos, mesmo não estando em rankings internacionais. DOMINIQUE CRENN É claro que em nossa lista de melhores chefs do mundo não poderia deixar de ter uma mulher. A chef francesa Dominique Creen foi eleita este ano como a melhor chef do mundo pela revista Restaurant. A chef comanda o Atelier Crenn e o Petit Crenn (aberto em 2015), ambos localizados em São Francisco, Estados Unidos. Os menus da profissional são extremamente artísticos e o ambiente familiar e minimalista, faz com que seus restaurantes
sejam informais, como se você estivesse em casa. Com duas estrelas do guia Michelin no currículo, a chef de 51 anos formou-se em Paris e no fim da década de 1980 mudou-se para São Francisco, Estados Unidos, e por lá trabalhou em importantes restaurantes. Teve uma passagem pela Indonésia e quando voltou para os EUA, em 2011, abriu seu primeiro restaurante. Crenn sempre teve contato com a gastronomia e, quando pequena, se não estava com seu pai visitando restaurantes franceses, estava no conforto de uma comida caseira feita pela sua mãe. O restaurante se autodefine como um amante da culinária poética, que valoriza o lado artístico e inspiracional em cada prato. Assim como Massimo Bottura, Dominique Creen deu protagonismo às mulheres na série Chef’s Table, da Netflix. O episódio que conta a sua trajetória no mundo gastronômico você pode ver completo no streaming de vídeos. DANIEL HUMM O chef suíço Daniel Humm foi eleito o melhor chef do mundo no ano passado e neste ano, o seu restaurante, o Eleven Madison Park, ocupa a terceira colocação entre os melhores restaurantes do mundo. Assim como os demais chefs, desde pequeno Daniel Humm sabia que a gastronomia era sua área favorita e com 14 anos ele já trabalhava em uma cozinha. Há mais de 10 anos em Nova York, seus pratos englobam toda a pluralidade da cidade americana e não é à toa que, atualmente, seu restaurante possui três estrelas Michelin e quatro estrelas do The New York Times. Por Jéssica Soares
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SAÚDE
Dieta do mediterrâneo: como funciona, cardápio e dicas A DIETA É UMA NOVA E POPULAR MANEIRA DE SE ALIMENTAR QUE COMBINA TÉCNICAS CULINÁRIAS E ALIMENTOS DE CULTURAS DA REGIÃO DO MAR MEDITERRÂNEO. A DIETA PROVOU SER UMA DAS MAIS SAUDÁVEIS EXISTENTES E MUITOS MÉDICOS A ELOGIAM POR SUAS QUALIDADES LIGADAS À SAÚDE DO CORAÇÃO E CAPACIDADES DE ESTIMULAR A PERDA DE PESO O cardápio da dieta do Mediterrâneo envolve o consumo de muito azeite de oliva, bem como um copo ou dois de vinho tinto por dia. Isso cria um plano de dieta gostoso e fácil de seguir que irá transformar seu corpo e melhorar sua aparência e sentimentos. Estudos mostraram que adultos que seguem as dicas da Dieta apresentam baixo risco de contrair doenças sérias, incluindo câncer, doenças cardíacas, Alzheimer e Parkinson. As orientações alimentares estão se alterando agora, para se tornarem mais similares à Dieta Mediterrânea. -
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COMO FUNCIONA A DIETA Exercícios – os países mediterrâneos incluem inúmeras cidades onde caminhar é rotina. Você se exercita mais ao estacionar o carro mais longe da entrada ou ao ir de bicicleta ao invés de carro. Você pode também adotar corrida ou natação para perda de peso. Consumir muita fruta, vegetais, legumes e integrais. Evite as fileiras do meio do supermercado. Utilizar gordura saudável, como azeite de oliva, ao invés de manteiga. A manteiga está no cardápio para bolos e massas. A parte disso, azeite de oliva faz a diferença. Utilizar ervas para adicionar sabor ao invés de sal. Ervas não somente adicionam mais sabor, elas também são mais saudáveis (vide a quantidade diária de sódio que você deve consumir). Você pode plantá-las em casa ou comprálas desidratadas. Limitar o consumo de carne vermelha. A carne vermelha é um fenômeno Americano. Foque em consumir carne vermelha apenas duas vezes por mês e não mais que isso. Comer mais peixe e aves. Inicie adicionando peixe ao sua cardápio no mínimo uma vez por semana. Consumir vinho tinto moderadamente. Moderação é a palavra chave aqui. Se você fica tonto ou bêbado, está tomando demais.
SEM CARNE VERMELHA Reduzir a carne vermelha tem mostrado altos índices de redução do risco de doenças do coração, ataques cardíacos e outros tipos de doença. A carne vermelha é substituída por porções menores de outras proteínas, ricas em vitaminas e nutrientes, incluindo ácidos graxos tipo ômega, encontrados em certos tipos de peixe.
Uma das dicas da Dieta do Mediterrâneo é enfatizar as refeições compartilhadas com amigos e familiares. Fazer isso diminui a quantidade de comida que é ingerida e aumenta o prazer. A socialização é uma parte da saúde que muitas pessoas negligenciam em função dos avanços tecnológicos. DE ACORDO COM A VERDADEIRA DIETA DO MEDITERRÂNEO Os nascidos na área do Mediterrâneo comem menos carne e, em média, consomem, diariamente, 9 ou mais porções de frutas ou vegetais. Isso é drasticamente diferente da média da dieta Americana. Adicionalmente às proteínas saudáveis e mais frutas e vegetais, você também deveria incorporar castanhas, que são grandes fontes de vitaminas e minerais. CARBOIDRATOS SÃO PERMITIDOS A Dieta Mediterrâna também permite o consumo de carboidratos, para a alegria dos amantes de massas. Ao invés de comer sua massa favorita na manteiga, tente temperá-la com azeite de oliva e ervas, para uma sensação de paladar inteiramente nova, sem nenhuma parte ruim da manteiga. MODERAÇÃO É ESSENCIAL Tenha em mente que fazer a Dieta do Mediterrâneo não significa correr para o seu restaurante italiano preferido e chutar o balde. Os verdadeiros pratos Mediterrâneos são leves, saudáveis e cheios de sabor. Os molhos são frescos, finos, ao
invés de cremosos, e são reforçados com quantidades de sabor, em oposição a pesados molhos à base de laticínios. As pessoas que se adaptam à Dieta Mediterrânea raramente voltam às sua dieta antiga porque não se sentem insatisfeitos ou enganados. Tente ver hoje como funciona a dieta e veja o que a alimentação saudável pode fazer por você. ALIMENTOS QUE VOCÊ PODE COMER Se está considerando experimentar a Dieta do Mediterrâneo, você provavelmente está procurando como funciona, algumas informações adicionais e dicas antes de entrar de cabeça. Uma das maiores questões que você provavelmente tenha é o que você pode comer. Essa é uma consideração muito importante, porque o sucesso da dieta depende de sua habilidade de se ater ao plano de alimentação. PRATO DE FRUTOS DO MAR Como diz o nome, a Dieta do Mediterrâneo foca-se em se alimentar como os nativos da área do Mediterrâneo se alimentam. Gregos, italianos e outros povos de tez morena, são todos mediterrâneos e todos têm dietas similares. Uma das coisas principais que você notará é que a Dieta Mediterrânea inclui menos carne vermelha do que provavelmente você está acostumado. Carne bovina não é grande parte do estilo Mediterrâneo de vida. Ao contrário, peixes, aves, cordeiros e, numa certa extensão, carne de porco, são as principais escolhas de proteína para o cardápio desta dieta.
TIPOS DE PROTEÍNAS Além da redução em proteínas e alteração dos tipos de proteínas, a Dieta do Mediterrâneo enfatiza o consumo de alimentos frescos e crus. As refeições tendem a ser simples, porém contendo ingredientes de alta qualidade, que adicionam sabor e atrativos ao prato. Você comerá melhor, sem sacrificar paladar ou apelo visual. AZEITE Adicionalmente, os nativos da área do Mediterrâneo são conhecidos por utilizarem azeite de oliva ao invés de óleo vegetal. Azeite de oliva é uma gordura saudável que pode ser utilizada no preparo ou no tempero de alimentos, do mesmo modo que o óleo vegetal. O óleo de canola também pode ser utilizado, mas a maioria dos Mediterrâneos preferem o azeite de oliva. FRUTAS E VEGETAIS O centro da sua dieta consistirá de frutas e vegetais, ambos saudáveis e deliciosos. Tente sair um pouco de sua zona de conforto e experimentar novos sabores como alcachofras, alho-poró e cogumelos. Sua feira local é o melhor lugar para encontrar barganhas em produtos frescos, juntamente com receitas e dicas úteis de culinária. MENOS LATICÍNIOS A Dieta do Mediterrâneo coloca ênfase mínima em laticínios. Uma quantidade baixa a moderada desses alimentos deve ser consumida e a opção por escolhas de baixa ou zero gordura sempre que possível são as dicas. VINHO TINTO É PERMITIDO Outra coisa pela qual a Die-
ta Mediterrâna é conhecida é por permitir um copo de vinho por dia. O vinho tinto é repleto de oxidantes que têm mostrado reduzir riscos de certas doenças, incluindo câncer e doenças cardíacas. NUNCA CANSA A Dieta do Mediterrâneo é um jeito divertido e saboroso de se alimentar melhor e viver mais. O cardápido da dieta é fácil de seguir e permite uma imensa quantidade de variação, portanto você nunca desanima. Tente viver um estilo de vida Mediterrâneo hoje e veja o quão melhor você pode se sentir. DAMASCO COM IOGURTE Se você decidiu mergulhar na Dieta do Mediterrâneo, você pode não saber por onde começar. Como funciona o café da manhã? O café da manhã é uma refeição importante e é fácil de ser adaptado a esta nova forma de se alimentar. Mudar seu café da manhã pode ajudá-lo a se adaptar à dieta de modo mais fácil e menos estressante para seu organismo. ALIMENTOS FRESCOS A dieta enfatiza comer muitos alimentos frescos. Isso funciona tanto para café da manhã quanto para almoço e jantar. Ao invés da sua usual refeição rápida de donuts ou barras de proteína, por que não tentar algo um pouquinho mais saudável e muito mais saboroso. A Dieta do Mediterrâneo oferece muitas opções de café da manhã que proporcionam energia necessária para toda a manhã. APOSTANDO NO CONFIÁVEL Você pode apostar no confiável por simplesmente substituir seu cereal matinal por algo feito de integrais. Iogurte é outra opção de café da manhã. Para aqueles mais aventureiros, outro tipo de fruta ou uma receita especial de café da manhã pode ser exatamente o que seu médico prescreveu. Se escolher frutas para o café da manhã, escolha as com pigmentos mais escuros como ameixas, figos, toranjas e mirtilos.
ABERTO DE SEGUNDA A SÁBADO TEL.: 3275-7175 Rua Prof. Leonel Moro, 192 - XAXIM
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CULINÁRIA
Haddock Defumado Este peixe que é primo do bacalhau (a mesma do Gadus Morrhua) que vive no fundo do mar lá pelo litoral da Escócia, tem uma carne saborosa, firme e um sabor inconfundível. Alguns peixes no Brasil como Anchova e Pescada Amarela, que depois de defumados, são vendidos como Haddock, com preços bem inferiores ao legítimo haddock Escocês. O verdadeiro Haddock é desidratado em salmoura leve e depois defumado, a carne é clara com a superfície alaranjada dada pelo corante alimentício. E lógico que o sabor é sem comparação aos outros. Esta receita é rápida de elaborar, pois o peixe já está defumado e com certeza será uma entrada deliciosa e glamorosa.
MODO DE FAZER:
INGREDIENTES: - 20 fatias finas de haddock defumado; - 2 colheres de sopa cheias de catupiry; - 3 colheres de sopa cheias de cream chease;
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2 xícaras de chá de leite; cebolinha finamente picada; ramos de tomilho; pimenta do reino a gosto; azeite; morangos;
Leve uma panela ao fogo com o leite, o tomilho e quando levantar fervura, abaixe o fogo e coloque as fatias de haddock por 5 min., escorra e despreze o leite. Leve-as para a geladeira por 30 min. Separe 4 fatias e com uma faca, pique em pedacinhos bem pequenos quase como um triturador, misture ao cream chese, ao catupiry, a cebolinha e a pimenta do reino . Em um prato de sobremesa ou pequena louça de finger food, arme as fatias e no centro recheie uma das fatias com a mistura como se fosse o miolo de uma flor, como na foto. Sirva com as lascas de morangos e filete de azeite extra virgem por cima. TEMPO DE PREPARO: 40 Min. RENDIMENTO: 4 Porções
Saúde
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Vitiligo atinge 0,5% da população mundial podem variar consideravelmente entre uma pessoa e outra. Os pacientes também devem seguir algumas recomendações, como evitar usar roupas apertadas, que provocam atrito sobre a pele, diminuir a exposição ao sol e controlar o estresse, que são fatores que podem precipitar o aparecimento de novas lesões ou acentuar as já existentes.
Foto – Divulgação
O Dia Mundial do Vitiligo, lembrado no domingo – 25 de junho – alerta para uma doença que, embora não-contagiosa, é estigmatizante e afeta psicologicamente seus portadores. Caracterizado pela perda da pigmentação da pele, o vitiligo acomete cerca de 0,5% da população mundial. As causas ainda são desconhecidas, mas já se sabe que fatores emocionais podem desencadear ou agravar essa doença autoimune. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), as lesões se formam devido à diminuição ou ausência de melanócitos, células responsáveis pela formação da melanina, pigmento que dá cor à pele. O tamanho das manchas brancas é variável. A maioria dos pacientes de vitiligo, segundo os dermatologistas, não manifesta qualquer sintoma além do aparecimento das manchas brancas na pele.
No Brasil, as regiões Centro-Oeste (0,69%), Sudeste (0,66%) e Norte (0,65%) apresentaram os maiores índices da doença, enquanto o Nordeste (0,39%) e o Sul (0,40%) registraram os menores números
Mesmo não havendo cura para a doença, muitos pacientes podem repigmentar totalmente a pele e se manter estáveis por longo prazo. “No entanto, para obter sucesso no tratamento, é importante que a consulta ao dermatologista, para diagnóstico e tratamento, seja realizada pre-
cocemente”, disse o médico Caio Cesar Silva de Castro, do Departamento de Dermatologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e da SBD. O tratamento é individualizado e deve ser discutido com um médico dermatologista, conforme as características de cada paciente. Os resultados
PESQUISA Ao longo dos últimos seis meses, a sociedade fez uma pesquisa inédita sobre a prevalência do vitiligo no Brasil, entrevistando 17.004 pessoas de 6.048 municípios, com idade média de 41 anos e residentes em 87 cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. A ausência de dados populacionais consolidados sobre a doença no país motivou a entidade a realizar o estudo, que teve como coordenadores os derma-
tologistas Caio Castro e Helio Miot, da Universidade Estadual Paulista (Unesp). A enquete foi feita em duas etapas. A primeira fase, coordenada pela Unidade de Pesquisa em Saúde Coletiva da Unesp, consistiu em entrevistas telefônicas selecionadas de forma aleatória nas cidades brasileiras com mais de 300 mil habitantes. Na segunda fase, a coleta de dados incluiu entrevistas individuais com pessoas que apresentaram diagnóstico de vitiligo. A primeira fase da pesquisa brasileira identificou 97 casos de vitiligo (0,57%), com 48 diagnósticos da doença em homens e 49 em mulheres, e idades entre 22 e 46 anos. As regiões Centro-Oeste (0,69%), Sudeste (0,66%) e Norte (0,65%) apresentaram os maiores índices da doença, enquanto o Nordeste (0,39%) e o Sul (0,40%) registraram os menores números.