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Condominio194

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Edição nº 194 - 2016 - Ano XVI

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA E DIRIGIDA EM CURITIBA, REGIÃO METROPOLITANA E LITORAL PARANAENSE


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E d i t o r i a l

Profissionalização nos Condomínios Atualmente, tem aumentado exponencialmente o número de condomínios, não apenas nas grandes capitais ou metrópoles, mas em todas as cidades brasileiras. Sendo assim, um volume de responsabilidades administrativas complexas também crescem na mesma proporção aos síndicos. Constantes mudanças nos âmbitos técnico, legal, tributário e administrativo, implicam na busca por uma gestão profissional eficiente. Cuidar da rotina de um condomínio, mesmo que pequeno não é tarefa fácil. Muitas são as atribuições e responsabilidades do síndico, pois é uma árdua tarefa de comandar um núcleo social, exigindo uma capacitação profissional na execução de suas atribuições. Condomínios residenciais, comerciais ou mistos, exigem alto profissionalismo. Não se trata apenas de cuidar da harmonia entre moradores e usuários. Mas sim, administrar interesses, zelar pelo patrimônio comum, cuidar dos aspectos econômicos, financeiros, trabalhistas, técnicos, operacionais e todos aqueles que influenciam os custos. Várias são as competências do síndico, sejam legais ou convencionais e, consequentemente, qualquer omissão ou excesso de mandato, gera uma responsabilidade civil e criminal. Por esta razão, e no sentido de melhor servir e prestar informações aos Síndicos de Condomínios Comerciais e Residenciais, Administradoras que representa, o Jornal Boletim do Condomínio publica este jornal com assuntos, sugestões e roteiros de economia e onde encontrar serviços para o bom funcionamento dos mesmos. O objetivo deste veículo é facilitar a vida dos gestores de condomínios, orientando-os no desempenho de suas atividades, permitindo melhor cumprimento de suas responsabilidades e, melhor compreensão das funções de sua administração. O conhecimento e a busca de informações é a única forma que se tem para poder administrar a situação. O Editor

EE xx pp ee d i e n t e Editor: Luiz Fernando Fernandes DRT 9034-PR Jornalista: Leônidas A. R. Dias - DRT 234/02/18v-PR

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Vida em Condomínio

Recado do STJ ao locador O proprietário deve tomar cuidados redobrados ao alugar ou ceder um apartamento ou sala comercial a terceiros, pois será sempre solidário, legalmente falando, naquilo que possa prejudicar os demais condôminos. A notícia, amplamente divulgada em quase todos os jornais do país, de que o Superior Tribunal de Justiça condenou um proprietário a pagar a multa do inquilino foi recebida com espanto por muitas pessoas, que não entenderam a razão de um de nossos mais importantes órgãos julgadores adotar ponto de vista aparentemente tão injusto. Como disse o leitor Murilo Antônio Simões, em carta dirigida ao jornal de maior circulação do Paraná, "parece firmado o entendimento de que o proprietário de um bem alugado ou emprestado a outrem é responsável pelos atos dessa pessoa durante o uso desse objeto, desde que não seja possível acionar o autor". O que os jornais não publicaram é, a nosso ver, o motivo subjacente da decisão. No caso, não se trata de locação comum, ou de locação de casa isolada ou loja comercial, mas de apartamento situado em um condomínio protegido pela Lei 4.591/64, a que tantas vezes nos referimos. E o que acontece numa locação de unidade autônoma localizada em condomínio? O proprietário cede praticamente todos os seus direitos sobre o imóvel, como a posse com seu poder de uso e fruição sobre a coisa, ficando unicamente com o seu poder de disposição do bem, e ainda assim sujeito a restrições como o direito de preferência, e com a obrigação de pagar os encargos condominiais. O inquilino, por sua vez, assume tais direitos, inclusive o de 64 Luiz Fernando de Queiroz utilizar o espaço de estacionamento do proprietário, mas também as obrigações que o locador tem perante a comunidade. Quando tudo

corre bem, nenhum problema decorre da locação, que atende ao interesse do locador em receber uma remuneração e do locatário em utilizar um bem imóvel. Ao condomínio, em princípio, é indiferente quem esteja efetivamente ocupando a unidade habitacional ou comercial do edifício. Tal indiferença, entretanto, é apenas aparente, como se pode deduzir do acórdão do STJ. Sendo o locatário uma pessoa estranha ao condomínio, introduzida que foi pelo proprietário da unidade, sua permanência no prédio constitui permanente preocupação de todos os condôminos, pois seus atos e atitudes afetam a todos. Se comete uma infração ao regimento interno ou à convenção condominial, todos padecem as consequências, mormente os consortes que continuam residindo no edifício e, em menor intensidade, o locador distante. Ao responsabilizar o condômino-locador a pagar as multas do condomínio aplicadas ao inquilino-morador, o Superior Tribunal de Justiça está mandando um claro recado à sociedade. O de que, como vemos sustentando há tempo, o condomínio é uma instituição especial no Brasil, na qual os interesses coletivos prevalecem sobre os individuais, sem prejuízo da autonomia e liberdade da pessoa humana. Em outras palavras, caro locador, o STJ está dizendo mui claramente que o proprietário deve tomar cuidados redobrados ao alugar ou ceder um apartamento ou sala comercial a terceiros. O exercício de tal direito de propriedade deve ser feito com o máximo de cautela, para evitar a inserção de pessoa nociva no seio do condomínio. O locatário continua a responder por seus atos, mas tem a solidariedade do locador naquilo que possa prejudicar os demais condôminos. A nosso ver, uma sábia decisão.

Luiz Fernando de Queiroz é autor do TPD-Direito Imobiliário e do Guia do Condomínio IOB Fone: (41) 3224-2709 - e-mail lfqueiroz@grupojuridico.com.br.

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NOSSO NOVO NÚMERO (41) 3779-4253 E-mail: boletimdocondominio@gmail.com Site: www.boletimdocondomínio.com Tiragem: 10.000 exemplares

Endereço para correspondência: Rua Francisco Alves Guimarães, 313 Cristo Rei - Curitiba - PR - Tel./Fax: (41) 3779-4253

Diagramação e Arte: Aldemir Batista Tel.: (41) 3657-4542 / 9983-3933 exceuni@exceuni.com.br | exceuni@terra.com.br

Distribuição: Condomínios Residenciais e Comerciais, Administradoras e distribuição dirigida a Clubes, Escolas, Hospitais, Construtoras, Bancos e Autarquias

Impressão: Press Alternativa (41) 3657-2864 comercial1@pressalternativa.com.br

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Manutenção Preventiva: Prevenir é o melhor remédio Todas as edificações, sejam elas residenciais ou não, necessitam de um planejamento constante quanto à sua manutenção a serem realizadas para conservar ou recuperar a capacidade funcional da mesma e de suas partes constituintes de atender as necessidades e segurança de seus usuários com confiabilidade e disponibilidade, ao menor custo possível. Sendo assim, a ausência ou falhas da manutenção predial podem prejudicar o bom funcionamento ou até mesmo impedir a utilização da edificação, nos casos mais graves, afetando diretamente os usuários, trazendo graves prejuízos como: quedas de rebocos, revestimentos e até mesmo pedaços de concreto da estrutura de fachadas, causando inclusive vitimas fatais em decorrência do abandono da manutenção preventiva, que se tivesse sido realizada periodicamente, certamente eliminaria tais acidentes. No entanto essa prática ainda não é tão comum quanto em outros mercados, sendo raros os prédios conscientizados e que recebem os serviços adequados dessa atividade. No mercado imobiliário brasileiro o procedimento que vem ganhando espaço é a manutenção preventiva que tem como principal objetivo prevenir, isto é evitar ocorrências que possam interromper ou não um processo produtivo de uma maneira planejada e programada. É muito comum à falta de manutenção adequada dos edifícios, e isso é uma causa de patologias. Uma das principais razões disso é o seu custo, dificultando ou até mesmo impedindo os usuários de a executarem. Daí a importância, de um planejamento e uma programação, ou seja, todas as etapas do serviço a ser executado devem estar bem definidas, levando

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em consideração, material, mão de obra necessária e até mesmo a contratação de serviços de empresas especializadas, sendo assim, não podem ser considerados na realidade como uma ação imprevista corretiva. Muitas vezes pode ser mais vantajoso gastar mais na obra, comprando materiais de maior durabilidade, e ter menos gasto com manutenção depois que a obra ficar pronta. É comum também deixar de fazer manutenção predial para fazer economia. Essa "economia" pode se voltar contra o próprio usuário, pois poderá gerar patologias muito mais caras para serem reparadas. Essa atitude está ligada muitas vezes ao desconhecimento e até ao descaso com a manutenção, como se não fosse uma coisa importante. -

VANTAGENS DA MANUTENÇÃO PREVENTIVA Valoriza o imóvel; Melhora a qualidade de vida dos seus ocupantes;

Aumenta a segurança dos condomínios e usuários; Dá segurança ao sindico.

Manutenção preventiva é um serviço de relativa complexidade, que exige conhecimentos técnicos especializados. Quem detém estes conhecimentos são os profissionais habilitados e registrados no CREA, tais como engenheiros civis, eletricistas, mecânicos, entre outros. Projetos ou obras executados por pessoas sem habilitação podem implicar no uso de materiais inadequados, cálculos incorretos, aumentam de riscos de acidentes, tragédias e prejuízos irreparáveis. Por isso, todo serviço de natureza técnica requer a participação de empresas ou profissionais habilitados e registrados no CREA, devendo ser anotadas as respectivas ARTs - Anotações de Responsabilidades Técnicas. De acordo com Igor Marçal, diretor técnico da Prime Manutenção, empresa especializada em manutenção predial, é comum ás administradoras efetuarem uma inspeção anual burocrática nos imóveis que administram, sem levar em conta aspectos técnicos importantes.

3045-0888 .primee.com.br www.primee.com.br www


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Inadimplência Condominial e a Importância da cobrança efetiva Já faz algum tempo que os síndicos/administradores de condomínios passaram a se preocupar com alteração no que se refere à cobrança da taxa condominial. Apreensivos, alguns administradores de condomínios tentam solucionar a questão da inadimplência que compromete levar o condomínio a uma situação de extrema dificuldade financeira. Com o Novo Código Civil (Lei 10.406/02), a multa aplicada aos débitos condominiais foi reduzida de 20% para 2%, elevando a inadimplência. Isso porque, muitos condôminos preferiam quitar compromissos que impõem encargos maiores, deixando para pagar o condomínio somente no limite do acordo amigável ou mesmo ao final de um longo processo de cobrança judicial. Tal fato ainda causava situação de injustiça, pois os condôminos adimplentes acabavam pagando pelos inadimplentes. A solução do problema não é fácil, entretanto, os síndicos e administradores de condomínios dispõem de instrumentos legais para aplicarem uma outra forma de solucionar à inadimplência, pois é amparado pelo novo Código Civil, pela convenção e pelos próprios condôminos adimplentes.

O que o síndico não deve é deixar que a dívida se acumule, virando uma bola de neve se tornando quase impagável. Para evitar todo um procedimento burocrático, longo e trabalhoso, um procedimento que pode ser tomado em Assembleia seria a Contratação de uma empresa de cobrança, cuja agilidade, competência e eficiência resolveriam o problema da inadimplência no condomínio. O síndico, para ter sucesso na sua administração, precisa se cercar de parceiros que conheçam a realidade condominial e possam contribuir não apenas com o trabalho contratado, mas também com suas experiências numa área tão complexa como a condominial.

A Pró Garantia Créditos e Cobranças foi desenvolvida com o fim específico de atuar no ramo de garantidora, direcionando seus trabalhos à antecipação garantida dos créditos das taxas de condomínios ao caixa do condomínio. Seus trabalhos consistem em garantir a totalidade das receitas mensais das taxas ordinárias e extraordinárias, legalmente aprovadas, no caixa do condomínio, independentemente do pagamento das taxas condominiais por parte dos condôminos. Parte dos trabalhos da Pró Garantia consiste na atuação da inadimplência existente antes da sua contratação, elaborando assim toda a cobrança da inadimplência residual. Como atua no ramo de Antecipação Garantida das Taxas Condominiais, possui suporte jurídico específico para realização das cobranças dos inadimplentes, buscando facilitar aos condôminos a negociação para quitação de seus débitos.


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Procurando reduzir o custo do seu condomínio e ainda aumentar a segurança? Conheça o sistema mais completo de portaria remota e surpreenda-se! Quem mora em condomínios costuma se queixar da alta na taxa condominial e aponta a administração como amadora, que desperdiça o dinheiro dos condôminos. Sem contar com a inexistência de um sistema de segurança e mau uso dos equipamentos por falta de treinamento, onde áreas do imóvel ficam desprotegidas, contribuindo para a insegurança dos mesmos. Especialistas do setor apontam o quadro de funcionários como fator que mais onera nos gastos condominiais, seguidos do consumo de água e energia elétrica. Mas, há uma série de medidas que podem ser tomadas para eliminar gastos desnecessários no seu condomínio. .........., empresário (a) da área de segurança propõe uma inovação que culmina em uma economia expressiva em curto prazo local, evitando uma série de transtornos e ineficiências. A Folk Portaria Remota empresa especializada em aplicar Soluções e Proteção e Segurança Eletrônica para condomínios e empresas traz até você síndico o sistema de um serviço de portaria em que o atendimento de porteiro é efetuado a distância. Através de um projeto inteligente, os quais garante que o invasor seja sempre detectado, frustrando qualquer tentativa de roubo ou invasão. A portaria foi desenvolvida para gerenciar remotamente o controle de acesso a condomínios. O atendente fica na segurança de uma central de atendimento, e todo o pro-

cesso de comunicação, autorização e liberação de acesso (seja pessoas ou veículos) entre o visi-

tante e morador é efetuado através de funcionalidades do software de controle de acesso. Com isso tem-se um serviço superior de qualidade e eficiência com redução de até 50% dos custos com a mesma. A solução do sistema elimina a necessidade de aquisição de porteiros que requerem uma burocracia con s tante além dos gastos com folh as de paga-

mentos e encargos. A vantagem deste sistema é permitir que o atendente do Folk faça todo o atendimento de sua portaria e gerencie as informações como se estivesse em seu condomínio, registrando as entradas e saídas de pessoas. Isto proporcionará mais segurança, tranquilidade e economia. Mais do que mordomias, os sistemas de controle de acesso hoje é uma ferramenta útil para os condomínios em relação à segurança no quesito eficiência. Através de um interfone, o visitante chama o atendente da Folk que o visualizará em tempo real pelo sistema de câmeras instalado no local. Em seguida, o atendente entra em contato com o morador através do interfone, não estando em casa pode se ligar para o telefone fixo ou celular. Após liberação o atendente acionará a porta ou portão permitindo o acesso. Toda essa estrutura fica registrando e arquivando automaticamente em uma sala de controle onde abriga a central de segurança 24 horas, capaz de programar perfis de usuários e controlar a circulação das pessoas pelo hall do edifício, que são presentes de tecnologia VOIP. A Folk já ultrapassou sistemas instalados disponibilizando serviços de alta qualidade e o constante aprimoramento de seus profissionais. Entre em contato e solicite a presença de um dos seus consultores. Proteger seu condomínio de forma eficiente e correta custa bem menos do que vocês imaginam. Mais informações:

www.folkportariaremota.com.br (41) 3114-0807 - 3114-4565


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Fique atento para a limpeza da caixa de gordura As caixas de gordura fazem parte de um complexo sistema sanitário, sendo indispensável para a preservação do meio ambiente. É grande o número de condomínios que não limpam a caixa de gordura periodicamente. Geralmente a limpeza é feita em casos de problemas como entupimento ou vazamento, o que é errado, pois a manutenção é muito mais barata que os reparos e evita inconvenientes. É dada pouca importância às caixas de gordura presentes nos domicílios e condomínios, e em um momento em que o mundo todo busca iniciativas para a preservação do meio ambiente, os cuidados com a caixa tomam proporções ainda maiores. Cuidar das caixas de gordura é um pequeno, porém importante passo para contribuir com um mundo melhor. Assim sendo, a gordura originada pela lavagem de pratos e panelas, não pode chegar à rede pública de esgotos, pois quando solidifica, a gordura forma uma crosta que pode entupir a tubulação. A função da caixa de gordura é de separar e reter os resíduos sólidos vindos das pias, em especial a gordura. Para evitar prejuízo nos con-

domínios, a limpeza da caixa deve ocorrer três ou quatro vezes por ano. As caixas são fundamentais para o bom funcionamento do esgoto da residência, mas exige manutenção constante. Segundo especialistas em limpeza, o período mínimo entre uma limpeza e outra nas caixas residenciais é de seis meses. Portanto as caixas de gordura residenciais precisam ser limpas a cada seis meses para evitar problemas como entupimento dos canos, fazendo a gordura voltar pela tubulação interna e causando mau cheiro e sérios riscos a saúde, escoamento lento da água da pia e invasão de pragas urbanas (baratas e ratos, por exemplo). Além da manutenção, construí-las dentro das definições especificadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é fator importante para a eficiência do sistema. Entre as disposições da normativa, estão os tamanhos mínimos e capacidade da caixa. Em resi-

dências de uma ou duas cozinhas, a caixa precisa ter capacidade mínima de 18 litros. Além disso, deve ser feita em formato retangular ou cilíndrico. Em edifícios, o mais comum é uma única caixa de gordura para todos os apartamentos. Já nestes, a capacidade mínima vai de acordo com o número de apartamentos. Entretanto, o material da caixa não está estabelecido na norma. A escolha fica a cargo do proprietário do imóvel. Segundo as normas, a estrutura deve apenas ser resistente, construída em local ventilado, de fácil acesso e com boas condições de vedação – para evitar contato com insetos e roedores. As opções mais encontradas no mercado hoje são a alvenaria comum, PVC e polietileno. Todos os materiais são indicados, mas o destaque vai para o PVC, que evita a infiltração dos dejetos no solo, o que não é garantido quando utilizada alvenaria. Por isso, Sr. Síndico, não deixe de fazer manutenção periódica da sua caixa de gordura e evite inconvenientes para o seu condomínio! Mais informações ROTERCANO 3296-2233 / 8412-2060 www.rotercano.com.br


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A importância da bomba d'água no edifício Edificios com mais de 3 pavimentos necessitam de bomba dágua de recalque de água potável da cisterna até a caixa dágua elevada, este equipamento supre a falta de pressão da água tratada, é equipamento indispensável e fundamental no dia a dia do Condominio. Normalmente a bomba dágua localiza-se em compartimento próprio (casa de bombas)junto à cisterna, cujo local deve ser arejado e não conter elementos estranhos à função hidro-eletrica dos conjuntos motobombas, estas instalados na construção do prédio em par, ou seja a bomba de recalque deve trabalhar em rodízio de uso (procedimento que aumenta consideravelmente sua vida útil), em média a cada 15 dias o zelador, sindico(a) ou até mesmo o condômino deve proceder a troca de uso das bombas através do manuseio de chave reversora afixada na tampa frontal do quadro de comando elétrico, recomenda-se que este quadro de comando, de acionamento e proteção elétrica das bombas contra sobre-carga e ou falta de fase comandados por Chave Magnetica (contator e relê-termico) seja elaborado, montado e instalado no sistema manual, evitando-se utilizar quadros automatizados, que proporcionam "comodidade", mas via de regra, acabam sujeitando o Edificio a ficar sem água, pois o sistema não reconhece eventuais falta de fase e ou sobre-carga de tensão elétrica, culminando por queimar os motores das bombas de recalque, causando prejuízo, transtorno e desabastecimento.

Já os Edifícios que possuem garagem em sub-solo, normalmente utilizam bomba de drenagem de água servida (submersíveis ou de superfície tipo auto-escorvante), que fazem importante função no esgotamento das águas de chuva, do lençol freático, minas dágua do terreno, etc... este tipo de equipamento normalmente não é visível ao condômino, sendo as vezes "esquecido", e a falta de manutenção preventiva, com o esgotamento, limpeza e dragagem de lama e sólidos em suspensão que se acumulam no poço-morto, é danosa às bombas de drenagem, ocasionando transtornos e prejuízos quando não funcionam regularmente (alagamento da garagem, inundação de bens e automóveis por exemplo) o sistema de recalque e drenagem no Edificio através das bombas dágua, é efetuado através de automáticos de nível (chave-bóia) um instalado na cisterna e outro instalado na caixa elevada. Trabalhando em paralelo no caso das bombas de recalque (o automático superior trabalha flutuando no reservatório, e "pede" água através do funcionamento da bomba, mas esta só "manda" água se houver um nível mínimo de água no reservatório inferior (cisterna), evitando-se a entrada de ar na tubulação e consequente dano às bombas de recalque. A bomba dágua é equipamento extremamente eficiente e duradouro, já que executa importante função diuturnamente no cotidiano do Condominio, mas depende de componentes hidro-eletricos na sua atuação (tubos, conexões, registros, válvulas, e automáticos de

nível, quadro de comando de acionamento e proteção), sendo que aquele Condominio, que por intermédio do síndico(a) tem o cuidado de efetuar vistorias e manutenções preventivas nas bombas e nestes componentes, corrigindo e efetuando a revisão corretiva peridicamente através de Empresa com técnica especializada, dificilmente terá dissabor, contratempo ou prejuízos causados pelos mesmos. Não é exagero afirmar que a bomba dágua do Edificio, é mais importante que o elevador, pois no caso de pane deste, se a pessoa não tiver alguma restrição física ou de saúde, poderá "subir" pela escada, ao passo que quando há pane ou defeito na bomba de recalque, não há alternativa, pois o prédio fica sem água. Edésio Lima BOMBATEC® Administrador

Tel.: 3332-3200 - Plantão: 9102-8140 www .bombatecbombas.com.br www.bombatecbombas.com.br


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A tendência das esquadrias de alumínio! Uma opção, não tão recente, mas que cada vez mais vem conquistando espaço na construção civil são as esquadrias de alumínio. Considerado como o metal mais versátil em termos como matéria-prima para a fabricação de esquadrias vem tendo utilização cada vez maior na área da construção civil no Brasil e no mundo. Nas edificações, produtos que utilizam alumínio ganham também competitividade, em função dos inúmeros atributos que este metal incorpora, tais como: impermeabilidade, alta relação resistência-peso, leveza, beleza, resistência à corrosão e pela possibilidade de ser utilizado em muitos acabamentos e com possibilidade de reciclagem. Além de possuir vários acabamentos e ser um material extremamente durável, a esquadria de alumínio é geralmente muito precisa. No mercado comercial de esquadrias há uma grande vitrine de esquadrias de qualidade o problema é chegar a uma solução adequada, que atenda às necessidades de cada empreendimento. Observa-se que há uma preocupação maior com as esquadrias, principalmente nos prédios corporativos. No restante do

mercado, principalmente residencial, as janelas atendem ao mínimo estipulado pelas normas. Por essa razão tem acontecido muita substituição de janelas em edifícios residenciais novos. Muitas vezes, os proprietários trocam as esquadrias por outras de melhor desempenho acústico, pois a cidade está cada vez mais barulhenta. O alumínio oferece muitas opções de acabamento e por não enferrujar, é adequado para construções à beira-mar, também. A Alumipress Empresa de Esquadrias de

Alumínio trabalha no segmento há muitos anos, já tendo realizado projetos em diversos condomínios em Curitiba. Sempre buscando levar aos seus clientes o que há de melhor e mais inovador em esquadrias de alumínio. Seu principal objetivo é fixar a imagem de uma empresa idônea e confiável que se destaca pelo comprometimento com a qualidade, tecnologia e respeito rigoroso ao cumprimento dos cronogramas físicos de entregas e instalações, transmitindo segurança aos seus clientes. A Alumipress conta com profissionais especializados no ramo com anos de experiência para garantir que sempre possamos alcançar a perfeição que os seus clientes procuram. Mais informações ligue para:

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Como montar uma academia em seu condomínio Já imaginou poder ter acesso a mais qualidade de vida sem precisar sair do conforto do seu condomínio? Rotinas cada vez mais estressantes, trânsito caótico e péssimos hábitos alimentares refletem a realidade dos dias de hoje. Mas por outro lado, nunca vimos tantas referências e apologias a uma vida saudável como antes. A cada dia surge uma nova academia ou espaço para treinamento físico, cada dia mais as pessoas tem consciência sobre hábitos saudáveis e sua importância para uma melhor qualidade de vida. Diante de tudo isso, por que a porcentagem de praticantes de atividades físicas regulares ainda é tão baixa? A resposta para isso pode estar na rotina de cada um. Sair cedo de casa para trabalhar, voltar tarde e ainda ter que sair para praticar esportes? Nem todos estão dispostos a isso! Uma saída para resolver essa questão está sendo implementada na maioria dos condomínios. São os chamados espaços fitness. A maioria dos novos condomínios já vem equipados com um espaço para prática de atividades físicas, porém muitos deles são entregues pela construtora junto com a obra, e a maioria não é equipado adequadamente para suprir a necessidade dos moradores. É muito comuns prédios novos terem que trocar os equipamentos ainda novos por não atenderem a demanda e muitas vezes não funcionarem. Também é muito comum que condomínios mais antigos, que não possuem esse espaço busquem implantá-lo, e para ajudar nisso vou citar abaixo algumas dicas importantes na hora montar a academia do seu condomínio:

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Preste atenção na qualidade e capacidade de utilização que os equipamentos a serem adquiridos comportam. Isso é muito importante, influencia diretamente do exercício executado e na manutenção. A compra de equipamentos não compatíveis pode acarretar um alto índice de manutenção, bem como não suprir a necessidade na questão do exercício, e o espaço perde a sua função, sem falar no risco de lesão que equipamentos de baixa qualidade podem causar. Faça uma enquete com os moradores para saber quantos deles se interessam em utilizar o espaço e quais atividades eles acham interessantes. Essas informações ajudam muito na hora de escolher quais e quantos equipamentos colocar, evitando assim um investimento errado e desperdício de dinheiro. Busque por um espaço de no mínimo 35m² nas instalações do condomínio e de preferência bem arejado. Um espaço menor do que este vai limitar a instalação de equipamentos básicos para a academia. E não esqueça, as pessoas vão a esse espaço para suar, então janelas são de extrema importância. Procure um piso específico para prática de

esportes. No caso do condomínio a melhor opção é o piso emborrachado de 15mm de espessura. Além de ser antiderrapante e deixar o espaço com um visual incrível, ele também absorve o impacto dos pesos e minimiza os ruídos nos apartamentos. - Uma academia de condomínio deve contar com as seguintes funcionalidades: Área de alongamento com espaldar e colchonetes, Equipamentos para treinamento cardiovascular, como esteiras, bicicletas e elípticos, espaço para treinamento de musculação com equipamentos multifuncionais e pesos. Para condomínios que dispõe de espaços maiores é interessante acrescentar uma área para treinamento funcional, que é muito eficaz e de baixo investimento. - Contrate um profissional ou uma empresa para realizar a manutenção preventiva periódica nos equipamentos. Isso evita que os mesmos fiquem parados e aumenta muito a vida útil. Como você pode ver, o projeto de montar uma academia no condomínio pode não ser tão simples como parece. Se você tem interesse em montar um espaço desses no seu condomínio, existem empresas especializadas no assunto, como a Trendsfit equipamentos esportivos. Eles têm experiência no assunto e possuem equipamentos de alta qualidade, específicos para essa função, além de verificar a exata necessidade do condomínio, oferecendo projetos personalizados para otimizar os investimentos, e o melhor é que essa consultoria é gratuita, você só paga os equipamentos! (41) 3010-5151 (41) 9937-3026


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Valorize quem cuida de seu condomínio A "Primee Terceirização" entende de gerenciar um negócio de sucesso porque fez dela o seu objetivo maior. Cuidar da integridade, do bem estar e da tranquilidade das pessoas exige tamanha responsabilidade que só é alcançada com seriedade e profissionalismo. Qualidades que nunca são esquecidas, sejam na elaboração de projetos, no quadro de funcionários, na aquisição de equipamentos, enfim, uma estrutura voltada para a proteção dos clientes A trajetória da "Primee Terceirização" é marcada pelo sucesso e pela tradição. Desde o princípio os proprietários do Grupo Primee preocuparam-se em atender a todas as exigências do setor de terceirização e oferecer os mais diversos serviços com a mais alta e reconhecida qualidade. A filosofia e diferencial da empresa é o treinamento constante. Todos os seus colaboradores, independente da função que ocupam, possuem uma meta de treinamento a cumprir, o que garante a sua permanente atualização.

"Visando à capacitação de seus colaboradores às inúmeras demandas da empresa, o Grupo Primee" desenvolveu vários programas para motivação das habilidades de seus colaboradores. O departamento de treinamento ministra "TOP" Treinamento Operacional Primee semanalmente onde funcionários passam por treinamento e palestras motivacionais possibilitando que os mesmos permaneçam reciclados. Segundo Igor Marçal "a motivação e treinamento é necessário para a construção de uma empresa e é o caminho para o seu sucesso".

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SERVIÇOS PRESTADOS A excelência com que o Grupo Primee atende seus clientes está relacionada ao marketing one-to-one e a todos os recursos funcionais que oferecem para o desenvolvimento de seus serviços. Seu constante crescimento se deve a uma gestão de valorização ao profissional. Assim, conta com colaboradores capacitados e treinados para atender às necessidades de seus clientes com total qualidade, comprometimene competência, o que faz jus à missão. Recepção /Portaria 24h; Limpeza e Higienização; Manutenção e Conservação Predial; Manutenção Industrial; Solução em Logística.

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Melhor época para reformar seu condomínio O melhor período do ano para realizar trabalhos externos nos condomínios, são os meses de abril a agosto, principalmente em relação a: pintura, restaurações de fachadas, telhados, impermeabilização entre outros. Nas estações mais frias, as reformas são mais propícias, pois os profissionais podem realizar os serviços com maior eficiência e num prazo mais curto, pois, no geral os dias são mais secos, sem chuva. Fazer reformas em condomínios é sempre um assunto polêmico e que gera diversas discussões internas. Dúvidas vão sempre surgir sobre como gastar o dinheiro, qual a melhor época para fazer, quem irá executar a obra pipocando na cabeça dos condôminos e dos administradores do condomínio, podendo gerar muitas controvérsias. O segredo de uma obra bem executada e sem dor de cabeça para moradores e administradores é um bom planejamento. Quando tudo é discutido de forma clara, com um projeto bem definido e respeitando a vontade da maioria, as chances de erros e discussões diminuem e a obra flui sem maiores conflitos. A questão financeira deve ser tratada sempre com muita clareza, pois embora algumas obras emergen-

ciais possam ser aprovadas pelo conselho e pelo síndico, grandes reformas têm a obrigatoriedade de contar com a aprovação em assembleia, que também definirá passos importantes da obra. Antes de iniciar a obra é primordial contratar um especialista, profissional ou empresa, que realize uma análise detalhada onde irá levantar as necessidades de possíveis problemas encontrados, detalhá-los e emitir um parecer. A mesma empresa deverá indicar quais serão as medidas corretivas e preventivas a serem adotadas. Com base nesse parecer, o síndico do condomínio deverá acionar as empresas fornecedoras do mercado para a tomada de preços aonde a assembleia deverá estudar e aprovar as pesquisas de preços, o projeto da reforma e definir os prazos e a empresa que prestará o serviço. Atenção! Ao contratar uma empresa. a) Exigir a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) perante o Conselho de Engenharia e Arquitetura (CREA) a consequente presença de um responsável técnico (engenheiro/arquiteto); b) Entrar em contato com os responsáveis pelos condomínios apresentados nas referências da

empresa, e informar-se sobre a qualidade dos serviços; c) Exigir da empresa a utilização de procedimentos de segurança do trabalho previstos nas Normas Regulamentadoras (NRs) especificas. A não observância dos procedimentos explicitados na NR, por parte da empresa, pode levar o condomínio a ser corresponsabilizado por acidentes, ficando sujeito a multas e ações indenizatórias; d) Exigir sempre da empresa, a garantia mínima de três anos sobre os serviços prestados; e) Nunca adiantar parcelas de pagamento. A empresa deve ter executado mais do que, proporcionalmente recebeu de pagamento. Isto assegura ao condomínio que a empresa conclua os trabalhos no prazo prometido e, não abandone o serviço. MAIS INFORMAÇÕES LIGUE P AR A: PAR ARA

41 3203-4420 anddaimeengenharia@gmail.com


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A manutenção preventiva eficiente ajuda a reduzir os custos com o elevador e evita a sua modernização prematura A manutenção preventiva de elevadores constitui uma das grandes inquietações para condomínios e usuários desses equipamentos, sobretudo no que diz respeito à eficiência, credibilidade e transparência com que as empresas mantenedoras_ cujos perfis são os mais diversos em tamanho e qualidade _ prestam serviços no mercado de fluxo de pessoas. A expectativa natural de quem usa o elevador é que a locomoção se dê de forma rápida e confiável. Com efeito, a manutenção preventiva é essencial para manter o bom desempenho dessas máquinas. Sem a efetiva intervenção técnica rotineira, limpeza deficiente, lubrificações precárias, peças que não são substituídas nos períodos corretos, tudo isso resulta sensivelmente na diminuição da vida útil dos componentes do elevador e aumento no custo dos contratos. É importante destacar a necessidade de maior inteireza desses processos técnicos pelos síndicos e administradores, a fim de que se diligenciem em cobrar das empresas mantenedoras o cumprimento dos termos detalhados dos contratos, infelizmente por vezes ignorados. A rigor, os contratos exigem manutenções preventivas de rotina através de registros de acompanhamento das visitas dos técnicos, bem como que as empresas mantenedoras forneçam relatórios detalhados da frequência dos chamados, dos reparos realizados, das peças substituídas e das manutenções de rotina. O problema é que alguns síndicos e administradores ignoram a realização efetiva dos processos de manutenção preventiva até que o sistema elevatório revele-se problemático a ponto de apresentar graves defeitos insuperáveis, demandando trocas dispendiosas de peças ou até mesmo a necessidade de modernização precoce. O elevador é uma máquina complexa, qual um grande robô, composto por ampla gama de dispositivos eletromecânicos sensíveis, a saber, em linhas gerais: a) o equipamento opera num percurso programado, munido de sistemas de seguranças e no interior de um poço dimensionado; b) possui um quadro de comando, ou "cérebro" do elevador, rico em placas eletrônicas, responsável pela comunicação eletrônica da cabina (onde ficam os passageiros) com todo o sistema, especialmente com as botoeiras (botões) e as portas de pavimento, as quais encontram-se situadas em cada andar do edifício (há uma por pavimento); c) coQuadro de comando integrado nectada ao quadro de comando e à cabina, a

atendimento pela empresa mantenedora, é fruto não de problema inerente ao elevador, mas, sem sobra de dúvida, ausência de enfrentamento técnico especializado e eficiente visando a solução definitiva do(s) problema(s). Ou seja, ausência de manutenção preventiva. Corolário disso, quando efetivamente se promove a manutenção preventiva, notar-se-á significativa redução, quiçá, eliminação, das chamadas "corretivas", acima exemplificadas. Veja-se, exemplo, o que o acúmulo de poeira e até mesmo a ferrugem podem causar em elevadores mal cuidados. Poeira e ferrugem são causas comuns de travamentos dos operadores de porta, logo, do próprio elevador. O combate a esses dois agentes exógenos é vital para a boa performance desse delicado e caro componente. Combate-se a ferrugem com produtos químicos apropriados e verificação periódica. Elimina-se a poeira com procedimentos manuais e material de limpeza adequado, com o apoio de um soprador/ aspirador de pó próprio para elevadores. Vale acentuar que a limpeza completa de um sistema de elevação pode durar de 01 a 03 dias (dependendo do acúmulo de sujeira), vez que o técnico especializado promoverá a verificação de todos os componentes contrários à sujeira, pavimento por pavimento, em cima e embaixo da cabina e ao longo do poço. De forma ilustrada, se um condomínio possui 20 elevadores, hipoteticamente com 15 paradas (pavimentos) para cada elevador, o técnico levaria ao menos de 20 a 60 dias úteis para limpar adequadamente todos os equipamentos. Considerando-se que, geralmente, cada técnico tem de 15 a 30 prédios (alguns casos 60 a 90 prédios) por mês para fazer a manutenção preventiva, raramente esse profissional vai dispor de tempo satisfatório para intervir de modo eficiente nos processos de "coluna vertebral" do sistema, denominalimpeza. da cabo de manobra, é o "agente neuNão é incomum descobrir-se, mesmo ral" do elevador, por onde passa boa passados três ou quatros anos após a enparte da fiação funcional do equipatrega da obra pelas construtoras aos conmento. domínios, que os elevadores nunca foram Contínuas interrupções do funciosujeitos a uma limpeza integral, cuja resnamento de um elevador_ salvo quanponsabilidade é da empresa mantenedodo se trata de equipamento obsoleto e ra. Destarte, significativa poeira acumuem geral com mais de 25 anos de uso_ Máquinas Gearless lada e ferrugem, em muitos casos, é dedecorrem principalmente de três situcorrente da obra civil ocorrida anos atrás. ações: a) o elevador fora mal instalado, quando da obra civil, e apresenta A Bethel Technology apresenta-se ao mercado falhas estruturais (casos raros); b) o elevador possui como empresa voltada à Consultoria e Fiscalização. um problema técnico grave - solucionável em 90% dos casos; c) o elevador não recebe manutenção preventiva eficaz. Esta última hipótese tem-se revelado eloquente em muitos elevadores objeto de laudos periciais realizados pela empresa Bethel Technology, ao que se depreende que o acentuado número de chamadas "corretiTecnology vas" (quando o elevador apresenta algum problema 41 9237-8083 I 2101-1719 repentino, tipo: paralizações, degraus, desnivelamento, portas com abrir e fechar estranhos, ruídos desconwww.betheltech.com.br fortáveis, passageiros presos etc) e o respectivo pronto


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Comprometimento e satisfação do cliente em primeiro lugar! Com a chegada da primavera, enfrentamos dias ensolarados e quentes que são intercalados por fortes pancadas de chuva. Em muitos condomínios, verifica-se a falta de critério ao se proceder, de forma correta e adequada, a manutenção dos telhados e lajes Os telhados, assim como as lajes da edificação, são partes imprescindíveis da estrutura de um edifício e, como tais, devem ser adequadamente conservadas e mantidas de forma a proporcionar condições de segurança a todos que habitem ou ocupem as áreas privativas e comuns dos condomínios Esse tipo de comportamento inadequado está intimamente ligado a uma cultura geral de descaso imposta, de maneira subliminar e ao mesmo tempo explícita, no cotidiano da sociedade. Outra situação comum diz respeito ao velho comportamento de remendar ao invés de consertar. O maior problema desse tipo de situação é que ocasiona a demanda de uma obra emergencial, cujo custo supera qualquer expectativa. Isto, por muitas vezes, inviabiliza sua imediata solução e, consequentemente, encarece o reparo devido ao prolongamento do descaso. Para não ter dor de cabeça com o telhado de seu prédio, fazer uma revisão preventiva é imprescindível. Telhado é coisa séria, com o passar dos anos vai acumulando-se limo, um tipo de bolor que permeia nas telhas, as escurece e com o tempo as faz esfarelar. Esse problema é muito comum acontecer em edifícios antigos, mas também pode afetar as constru-

ções mais recentes, principalmente no verão em função das enxurradas. Problemas como esse são resolvidos com limpeza e hipoclorito de sódio a cada três meses aproximadamente, porém a grande dificuldade é quando se precisa de reparos ou vistoria com problemas mais sérios que ocasiona a deterioração do imóvel. Quando o assunto é telhado algumas recomendações são necessárias, pois se trata de um trabalho que deve ser realizado por profissionais capacitados, pois qualquer deslize pode ser perigoso e gerar sérios problemas. O primeiro passo é procurar um engenheiro perito para que lhe guie nesta questão reproduzindo um laudo. Depois que o laudo foi dado, síndico e condôminos devem seguir a risca as orientações recomendadas pelo profissional, para que não haja mais imprevistos. Verificar sempre se há necessidade de impermeabilização da área ou a troca de telhas. As águas pluviais também podem causar problemas penetrando em marquises, telhados comprometendo a estrutura do edifício podendo causar danos irreparáveis, principalmente nas armaduras. Nas construções mais antigas, há o problema da vida útil dos materiais que foram utilizados e pelo impacto do uso se encontram ultrapassados. Isso pode acarretar em empenamentos nas estruturas de ferro da construção e ressecamento dos dutos de águas pluviais. Entende-se por instalações pluviais os telhados, as calhas e os dutos que drenam as águas das chuvas.

A tubulação de água pluvial fica seca grande parte do ano e com isso os canos ressecam e racham. Depois chegam as fortes chuvas de verão e provocam vazamentos em todos os andares de um edifício. Recomenda-se que a cada seis meses sejam realizados a limpeza das calhas. O melhor período para se fazer isso são os meses que precedem as chuvas, comumente outubro e março. A AFG Construtora é uma empresa que possui uma vasta experiência na construção e reforma de telhados, rufos, calhas há vários anos no mercado. A AFG analisa cuidadosamente a estrutura do seu telhado para que assim possam realizar um trabalho com qualidade e garantia. No projeto e execução de estrutura para novos telhados, a AFG Construtora procura integrar seus projetos as ideias e sugestões de seus clientes. Sua participação é muito importante para a AFG! Solicite seu orçamento.

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CREA-PR alerta para necessidade de acompanhamento Profissional na instalação e manutenção de elevadores O crescimento vertical dos municípios paranaenses coloca o elevador no posto de um dos equipamentos mais utilizados e que demanda manutenção periódica. Por se tratar de um dos equipamentos mais valiosos de um condomínio, sua conservação de maneira adequada preserva o patrimônio e garante a segurança dos usuários. Portanto, é fundamental que a manutenção seja constante e realizada por profissionais especializados. Segundo o Departamento de Fiscalização (DEFIS) do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), prevenção é a palavra chave para manutenção de elevadores. As inspeções mensais permitem aos técnicos acompanharem o desgaste de diversos componentes elétricos e mecânicos, fazendo com que estes sejam substituídos antes que falhem. "Vale lembrar que componentes defeituosos geram pequenos 'maus funcionamentos', como ruídos e trancos, que devem ser inter-

pretados como indícios de falhas maiores. Daí a importância da especialização da empresa que esteja executando a manutenção e seu conhecimento sobre o equipamento para a prevenção de defeitos que possam causar acidentes", explica o facilitador do DEFIS, engenheiro civil Maurício Bassani. É importante destacar que a contratação de empresas clandestinas na área de elevadores é um risco, pois além de não apresentarem habilitação legal, garantias quanto às normas de segurança e colocar em risco a vida do cidadão, também praticam concorrência desleal no mercado. A gerente do DEFIS, Vanessa Moura, ressalta que "nos casos onde fique constatada negligência ou imprudência na manutenção desse

equipamento, que gerem acidentes ou danos, o síndico do edifício pode ser responsabilizado". Portanto, a manutenção preventiva sistemática é a melhor recomendação quando se busca evitar e minimizar a ocorrência de falhas. Há diversas normas da ABNT e resoluções do CONFEA que regulamentam as atividades de manutenção de elevadores. "Dentre elas é importante destacar a que exige das empresas prestadoras dos serviços de manutenção o registro no CREA, recolhimento da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e a apresentação de um engenheiro responsável pelos trabalhos executados", aconselha Bassani. "A fiscalização de elevadores está inserida na rotina de fiscalização de empreendimentos em funcionamento (FEF) que os agentes de fiscalização do CREA-PR realizam rotineiramente, principalmente em condomínios residenciais e edifícios comerciais", acrescenta.

Jornalista responsável: Daniela Weber Licht – MTB 3791/15/15v - daniela@basicacomunicacoes.com.br / www.basicacomunicacoes.com.br

Reforma no condomínio exige profissional técnico habilitado Para evitar acidentes, arquiteto deve ser contratado e elaborar um plano baseado na NBR 16.280 da ABNT, que está em vigor desde 2014 Ampliar espaços, deixar o edifício dentro das necessidades de acessibilidade ou apenas mudar a aparência estética do prédio são tipos de obras comumente feitas em condomínios. Mas síndicos e moradores precisam estar atentos às regras obrigatórias para que intervenções sejam realizadas. Essas normas entraram em vigor em abril de 2014 com o estabelecimento da NBR 16.280 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Obras que envolvam o famoso "quebra-quebra" precisam ser supervisionadas por arquitetos ou engenheiros, que devem elaborar um plano de reforma com os impactos nos sistemas e equipamentos; entrada e saída de materiais; horários de trabalho; projetos e desenhos descritivos; identificação de atividades que gerem ruídos; identificação dos profissionais; planejamento de descarte de resíduos; entre outros itens. De acordo com o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Paraná (CAU/PR), Jeferson Dantas Navolar, o arquiteto e urbanista tem capacidade técnica para projetar e executar uma obra ou reforma de qualquer porte. "Esse profissional pode se responsabilizar pelas duas atividades. Dessa forma, não é necessário contratar mais de um profissional, o que significa redução de gastos com segurança e qualidade garantida", afirma Navolar. Segundo a NBR 16.280, reforma é toda e qualquer alteração que vise recuperar, melhorar ou ampliar as condições de habitabilidade, uso ou segu-

rança, e que não seja de manutenção, como pintura, por exemplo. Arquitetos devem ser contratados para obras de automação; instalação de ar-condicionado, exaustão, ventilação; revestimentos; impermeabilização, esquadrias e fechamento de varandas; hidrossanitárias; prevenção e combate a incêndios; instalações elétricas e a gás; e em qualquer obra que possa afetar a estrutura como remoção e acréscimo de paredes, furos e aberturas, alterações que impliquem no aumento e redução de carga. Após serem aprovadas em assembleias, as reformas só podem ser executadas depois da autorização do arquiteto que desenvolveu o projeto original. Esse profissional é responsável pelo projeto junto à prefeitura municipal e ainda vale destacar que sobre o projeto arquitetônico incidem questões de direito autoral. O presidente do CAU/PR destaca também que o ideal é o autor do projeto fazer a alteração prevista, mas quando isso não for possível, ele deve expressar sua anuência em uma carta, na qual dirá estar de acordo com as modificações propostas. "Se houver impasse entre as partes, o CAU pode orientar a questão", sugere Navolar. PREVENÇÃO DE ACIDENTES A NBR 16.280 foi publicada após o desabamento do Edifício Liberdade - de 20 andares, que caiu com os prédios vizinhos (Colombo - de dez pavimentos, e 13 de Maio - de quatro andares), no centro do Rio de Janeiro, provocando a morte de 17 pessoas, em janei-

ro de 2012. Até hoje, não se tem notícia sobre a localização de cinco corpos de pessoas que trabalhavam no local no momento do acidente, provocado, provavelmente, por reformas irregulares. Segundo a polícia, obras realizadas sem a participação de um responsável técnico, no terceiro e nono andares do prédio, com a retirada de paredes de algumas das salas, podem ter ocasionado o colapso estrutural do Edifício Liberdade. Apesar de estar em vigor, a NBR 16.280 ainda é pouco conhecida pela população, o que potencializa a responsabilidade dos profissionais contratados pelo condomínio para projetar a reforma. "O arquiteto é formado para isso, tem a ciência de que há uma legalidade a cumprir e de que pode responder criminalmente e eticamente em caso de negligência", finaliza o presidente do CAU/PR. Fonte: Assessoria de Comunicação do CAU/PR

Alisson Castro - Jornalista Assessoria de Comunicação


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Síndico e a prevenção de incêndios Em se tratando de incêndio, todo cuidado é pouco. Agora com boates sendo fiscalizadas por todo o país, porque possuem aglomerações de pessoas, condomínios no Brasil todo deverão ser os próximos a serem fiscalizados, portanto cabe aoSíndico e aos condôminos lerem atentamente este artigo. O fator segurança contra incêndio de um edifício é de suma importância na atuação de um síndico e dos condôminos e, por isso ele devem estar atento em todas as situações visando, por meio dos equipamentos preventivos, proporcionar o máximo de segurança em todofon o condomínio. O incêndio causa prejuízos e às vezes grandes sinistros, envolvendo vidas humanas. O incêndio acontece na maioria das vezes onde a prevenção falha. As principais causas de incêndio são: - Sobrecarga elétrica; - Fusíveis; - Equipamentos elétricos; - Cigarros; - Lixeiras; - Líquidos inflamáveis. Em caso de incêndio, o síndico e os condôminos deverão adotar as seguintes providências: - Salvar-se e salvar os outros, dentro de suas possibilidades; - Combater o incêndio, se achar que está em condições de fazê-lo, até a chegada do Corpo de Bombeiros. EQUIPAMENTOS UTILIZADOS: - Extintores; - Hidrantes; - Dispositivos especiais (Sprinklers). Os extintores devem estar sinalizados, loca-

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Desligar o sistema elétrico, se possível; Retirar ocupantes do lugar atingido; Descer sempre pelas escadas; Nunca usar elevadores; Iniciar, de imediato, o combate ao incêndio, se tive conhecimento para fazê-lo; - Avisar ao Corpo de Bombeiros, discando 193.

lizados de acordo com as normas estabelecidas pelo Corpo de Bombeiros e livres de qualquer obstáculo que possa dificultar o acesso a eles. Vide a NR 23 que informa além de outras que se o extintor estiver vencido o seguro não cobre o sinistro, causando a responsabilidade Civil do Síndico, podendo pagar com seu patrimônio todo o incêndio causado De nada vale ter os extintores em condições perfeitas de manutenção, se ninguém no condomínio souber acioná-los. As empresas contratadas para manutenção, teste e recarga são aptas a dar instruções no condomínio. Analisar o AVCB (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros) de seu condomínio. Para saber em que situação está o AVCB do seu condomínio, vá até o Corpo de Bombeiros mais próximo ou peça ajuda de empresa especializada neste segmento.

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COMO PROCEDER NUMA EMERGÊNCIA: Manter a calma. Andar e não correr;

ESCADAS O sistema de escadas constitui um dos equipamentos mais eficientes no prédio contra incêndio de qualquer proporção. Todas as escadas devem ser mantidas limpas e livres de quaisquer entulhos ou objetos que venham a dificultar a circulação das pessoas. De acordo com normas do Corpo de Bombeiros, as escadas devem ser equipadas com corrimãos e piso antiderrapante. As portas corta-fogo, quando existentes, devem sempre estar com suas molas em perfeito estado, bem fechadas e jamais trancadas. A regulamentação da permissão ou proibição da permanência de quaisquer móveis, utensílios, bicicletas, material de construção, baldes, escadas, latas, caixotes, caixas de papelão, rodos, vassouras, vasos de plantas nas escadas e hall ou em qualquer parte comum do condomínio, devem estar presentes na Convenção ou Regimento Interno, podendo ser prevista, ainda, a aplicação de multa ao infrator. Obs: No momento de ameaça de um incêndio, não existe regra geral e sim bom senso. É a pessoa que deve estar preparada para agir imediatamente. Procurar ter sempre segurança em suas ações para apagar o fogo antes de sua expansão e NUNCA USAR O elevador.


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O bom nome de uma empresa Al Ries e Jack Trout, no famoso livro "As 22 Consagradas Leis do Marketing" dizem que o marketing é uma guerra cujo campo de batalha Ênio Padilha é a mente dos clientes. Nessa guerra os clientes são submetidos a um bombardeio constante de publicidade e promoção, via TV, jornais, rádio, internet, outdoors, placas, cartazes, revistas, letreiros, luminosos, panfletos no pára-brisa do carro... Nesse campo de batalha, colocar no mercado uma marca ou firmar a posição para o nome de uma empresa tem se transformado em um desafio grandioso. São milhares, milhões de reais gastos em campanhas de lançamento de uma marca ou de uma empresa nova. Por isso é que considero importante (estrategicamente importante) pensar muito antes de definir o nome de uma empresa prestes a se lançar nessa guerra do mercado. Engenheiros e Arquitetos, antes de definir que nome darão aos seus escritórios devem levar em conta algumas regrinhas: Um: procure uma palavra que identifique o tipo de negócio que a sua empresa pretende desenvolver. Esta regra, no entanto, traz em si três armadilhas das quais você precisa escapar: - Escolher um nome que já exista no mercado ou que seja muito semelhante a outro já existente; - Escolher um nome que seja muito restritivo, isto é, um nome que identifique uma única atividade dentro de um ramo de negócio que permite múltiplas possibilidades. Exemplos: FERROFORT (para uma empresa que trabalhe com metáis) ou TUBOMAX (para uma empresa de artefatos de cimento). depois de algum tempo é natural que essas empresas estejam trabalhando com coisas que não sejam apenas ferro ou tubos; - Escolher um nome original, mas que possa vir a ser adotado por outra empresa, no futuro. Neste caso existem dois antídotos: um é fazer o registro do nome no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e o outro é investir em campanhas institucionais de divulgação do nome. As duas medidas devem ser adotadas conjuntamente. Dois: procure definir um nome simples, fácil de ler, fácil de pronunciar e que, ao ser dito por telefone não precise ser cuidadosamente soletrado. Nomes muito complicados consomem muito mais recursos no processo de divulgação e fixação. Três: fuja da tentação de usar o seu sobrenome (apenas o sobrenome) para identificar a sua empresa. Existem pelo menos três bons motivos para você não fazer isto. - O nome da empresa deve ser parte do seu patrimônio realizável, juntamente com o patrimônio físico e com o patrimônio representado pelos seus clientes. Salvo em raríssimos casos, ninguém estará disposto a pagar algum dinheiro pelo nome de uma empresa se ele for o sobrenome do empresário que a está vendendo. Se eu tivesse uma empresa chamada PADILHA e a vendesse para outra pessoa, essa pessoa estaria comprando, na verdade, as instalações físicas e, eventualmente, a participação no mercado. O nome PADILHA certamente seria trocado por outro nome. A gente vê isso acontecer todas as semanas; - Às vezes um sobrenome é conhecido, tradicional, representativo e de alguma coisa boa em uma certa cidade e arredores. Mas os benefícios do uso desse sobrenome para a empresa só será sentido em nível local. Não há benefício real quando se pensa em conquistar outras fronteiras, globalizar as atividades. Aí o sobrenome pode até atrapalhar, se for uma palavra muito esquisita, cheia de consoantes, tremas, e outras complicações. Haja despesas em publicidade para fixação do nome; - O seu sobrenome não pertence somente a você. Você não tem nenhum controle sobre ele. Nada impede o Jô Soares de usar o seu sobrenome como fez com o meu (em 1979, e você se lembra disso até hoje, com certeza). Nada impede uma figura pública, mesmo não sendo da sua família, mas com o mesmo sobrenome, de sair dizendo bobagens pelo Brasil a fora. Nada impede um irmão, um primo, um tio ou mesmo outra pessoa que não tenha nada a ver com a sua família (a não ser a coincidência do sobrenome) de ter uma empresa fracassada, fraudulenta, corrupta... enfim, de virar uma referência negativa que você sempre vai ter de explicar antes de iniciar qualquer negócio. Quatro (uma boa notícia, pra finalizar): o uso do nome+sobrenome, no entanto, é uma boa alternativa para escritórios individuais, em início de atividade, pois permite conjugar esforços do marketing pessoal com os do marketing profissional (empresarial). A sugestão é que o profissional se lance no mercado com o seu próprio nome e depois de uns cinco ou seis anos comece o processo de transição para uma marca comercial com os benefícios já avaliados no item três. Ênio Padilha, engenheiro eletricista, consultor em Marketing para Engª, Arquitetura e Agronomia. Site: www.eniopadilha.com.br | E-mail: ep@eniopadilha.com.br

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JURISPRUDÊNCIA DO CONDOMÍNIO* * Selecionadas pela advogada Pollyana Elizabethe Pissaia TAXAS CONDOMINIAIS PODEM SER COBRADAS TANTO DO PROPRIETÁRIO QUANDO DO OCUPANTE DO IMÓVEL

Agravo Interno no Agravo em Recurso Especial. Ação de cobrança de taxas condominiais. Suspensão do processo em vista de ação proposta para desconstituir a transferência do imóvel. Prejudicialidade externa não configurada. Denunciação da lide ao antigo proprietário. Fundamento do acórdão recorrido não atacado. Inexigibilidade das cotas condominiais em razão de problemas que, supostamente, teriam impedido a fruição do imóvel. Indicação de ofensa a dispositivo legal inapto para sustentar a tese recursal. Agravo interno improvido. 1. A cobrança de taxas condominiais pode ser direcionada tanto ao proprietário do imóvel quanto ao seu ocupante. Precedentes. 2. Não é necessário, portanto, suspender a ação proposta para cobrança de dívidas de condomínio até que esteja encerrada a ação na qual pleiteada a rescisão do contrato de compra e venda do imóvel. 3. As razões do recurso especial não impugnaram o fundamento apresentado pelo Tribunal de origem para indeferir a denunciação da lide, o que atrai a incidência da Súmula n. 283/STF. 4. A tese sustentada no recurso especial de que as taxas condominiais não poderiam ser cobradas sem que fosse possível a fruição do imóvel vem amparada em dispositivo legal que não possui esse conteúdo normativo. Incide, assim, a Súmula n. 284/STF, por extensão. 5. Agravo interno improvido. (STJ - Agr. Int. no Agr. em Rec. Especial n. 887176/SP - 3a. T. Ac. unânime Rel.: Min. Marco Aurélio Bellizze Fonte: DJ, 31.08.2016). Ementa publicada na Revista Bonijuris. *** CONDOMÍNIO DEVE INDENIZAR POR INFILTRAÇÃO E VAZAMENTO EM LOJA ORIUNDO DE ÁREA COMUM

Apelações cíveis. Condomínio. Obrigação de fazer. Infiltração e vazamento em loja. Danos verificados. Prova pericial que apontou origem em área comum. Responsabilidade do condomínio. Ação dirigida contra um único condômino. Sentença reformada. Restou incontroverso que os danos no apartamento do autor se deram em função de vazamentos e infiltrações oriundas de laje que faz parte das áreas comuns do condomínio edilício. Neste caso, descabem considerações a respeito do maior ou menor uso da área comum por um ou outro condômino, principalmente na ausência de prova robusta, pois todos podem usá-la, inclusive atualmente, dentro dos limites da urbanidade. Tendo em vista as conclusões apresentadas pelo laudo pericial de que a parte superior da loja é local de convivência aberto a todos os condôminos, resta evidenciado que não é a demandada a única responsável pela indenização dos danos provocados na loja do autor, o que implica na improcedência da ação. Deram provimento ao apelo da parte ré e negaram provimento ao apelo do autor. (TJ/RS - Ap. Cível n. 70062020649 - 20a. Câm. Cív. - Ac. unânime Rel.: Des. Alex Gonzalez Custodio Fonte: DJ, 09.09.2016). Ementa publicada na Revista Bonijuris. *** MORADOR NÃO RECEBE INDENIZAÇÃO POR IMPEDIMENTO EM VOTO EM ASSEMBLEIA QUANDO COMPROVADA A INADIMPLÊNCIA

Apelação cível. Condomínio. Ação de indenização por dano moral. Impedimento a voto em assembléia de condomínio. Dívida condominial. Ausência de comprovação. Existência de débito comprovada. Preliminares afastadas. Dano moral não configurado. Afastadas as preliminares de ilegitimidade da Administradora e da existência de litispendência. A ausência de comprovação de impedimento de votação em assembleia de condomínio e de excessos por parte dos responsáveis pela reunião, somados à comprovação de inadimplência na data da realização da assembleia não permite gerar o dever de indenizar. Negaram provimento ao apelo. (TJ/RS - Ap. Cível n. 70060089182 - 20a. Câm. Cív. - Ac. unânime Rel.: Des. Alex Gonzalez Custodio Fonte: DJ, 08.09.2016). Ementa publicada na Revista Bonijuris.


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A importância da manutenção das portas corta-fogo As portas corta-fogo são grandes aliadas no combate aos incêndios. É um equipamento que desempenha a função em conter as chamas e o calor provenientes de um incêndio, razão pela qual é instalada nas saídas de emergência e nas escadas, oferecendo um caminho seguro tanto para a fuga dos civis quanto para o acesso dos bombeiros que irão combater o fogo. O que talvez poucas pessoas percebam é que há uma exigência para que a porta seja instalada com três dobradiças. Para sua função, é essencial que a porta corta-fogo fique sempre fechada, mas nunca trancada. Em locais de grande público como cinemas, teatros e shoppings, as portas devem possuir barras anti-pânico. Como é uma porta muito utilizada, a manutenção da porta corta-fogo deve ser realizada periodicamente, a fim de garantir o bom funcionamento automático e de todos os acessórios, realizar a limpeza dos alojadores de trinco, do piso e do batente e remover resíduos e objetos estranhos que dificultem o funcionamento das partes móveis, são consideradas ações preventivas e devem ser feitas mensalmente. Em perfeitas condições, o equipamento deve ser capaz de isolar a fumaça por, no mínimo, 90 minutos. Além da porta deve-se observar também a saída de emergência ou rotas de fuga. Não utilize esse espaço para guardar materiais que possam atrapalhar a boa circulação do local, utilizando-o como uma espécie de depósito temporário, colocando bicicletas, lixeiras ou qualquer outro objeto que venha a atrapalhar a passagem das pessoas no caso de um grave acidente. É importante ressaltar também que, o conjunto

porta corta-fogo e o piso ao redor não devem ser lavados com água ou qualquer tipo de produto químico. A limpeza da superfície da porta e do batente deve ser feita com pano umedecido com água e em seguida com pano seco. No piso ao redor não devem ser utilizados produtos químicos (água sanitária, cloro, removedores de todos os tipos, produtos de caráter ácido), pois são agressivos à pintura e ao aço que compõe o conjunto porta corta-fogo. A verificação das condições gerais da porta quanto à pintura ou revestimento, à lubrificação ou desgaste das partes móveis, são medidas reparadoras, pois no caso de alguma irregularidade no funcionamento, deve ser providenciada, imediatamente, a regulagem e /ou substituição dos elementos. Essas ações devem ser feitas semestralmente junto com a verificação da legibilidade dos identificadores das portas. Todos os serviços que envolvam substituição de peças devem ser executados pelo fabricante ou por empresas por ele recomendadas, a fim de garantir a qualidade e a eficiência do conjunto porta corta-fogo. Lembre-se, a manutenção das portas corta-fogo é tão importante quanto à sua implantação, pois a simples presença física da porta corta-fogo não garante a segurança contra incêndio. Para proteger a vida e o patrimônio das pessoas é fundamental que as portas corta-fogo estejam em perfeito estado de funcionamento, conforme a Norma NBR 11.742, da ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas. A Certa Brasil Manutenção de Portas cita alguns passos e sugere que os siga corretamente durante uma aquisição de porta corta-fogo para que você sinta-se mais seguro. 1 - As portas corta-fogo devem seguir as

especificações da norma da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas), a NBR 11742. 2 - Verifique se o fabricante possui certificação em um órgão reconhecido (ex.: CERTA, INMETRO) que assegure a qualidade e a eficiência do produto quanto à conformidade às especificações da NBR 11742 na fabricação das portas corta-fogo. 3 - Pesquise e verifique o status atual da empresa fabricante quanto à certificação controlada pelo INMETRO. Acesse o site do INMETRO e verifique a certificação do fabricante e do produto a ser adquirido. 4 - As portas corta-fogo devem ser avaliadas periodicamente em testes realizados pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), a fim de garantir a qualidade e classificar as portas quanto ao tempo de resistência ao fogo (P-30, P-60, P-90 e P-120). NOTA: Para total garantia de segurança, o comportamento das portas corta-fogo deve ser avaliado como um conjunto (batente, folha e ferragens) no ensaio do IPT, pois se apenas um dos componentes da porta estiver assegurado pelo IPT como incombustível, não haverá garantia da eficiência do produto como um todo. Exija sempre o laudo do ensaio do IPT completo, assegurando que o conjunto porta corta-fogo foi testado e aprovado pelo instituto.

Fone: 3327-1291 - www.certabrasil.com.br

Preparo às eleições nos condomínios Estamos no último trimestre de 2016. Muitos condomínios elegem o SÍNDICO E CONSELHEIROS até final de novembro. Então é tempo de começar o preparo na candidatura desses encargos eletivos. A primeira etapa e, sem dúvida, a leitura e interpretação da CONVENÇÃO E DO REGIMENTO INTERNO, para bem conhecer as regras de administração do condomínio, em relação aos itens: previsão orçamentária do próximo exercício, abrangendo recebimentos das cotas mensais aprovadas; pagamentos das compras dos materiais destinados à limpeza dos ambientes internos comuns; pagamentos dos salários e encargos sociais destinados aos colaboradores contratados; pagamento das despesas com luz, água e gás; cobrança dos condôminos inadimplentes; remessa de boletos das cotas e prestações de contas mensais, contratação de seguro predial, entre outras necessidades. Devem

conhecer os direitos e obrigações dos moradores no condomínio, bem como verificar as causas das multas já aplicadas no local, para uma reavaliação da dinâmica interna de vida nas relações interpessoais. Separando as funções dos encargos, a convenção sempre identifica as atribuições do síndico, que são diferentes às dos conselheiros, porém, é necessário que esse grupo diretivo esteja atento às necessidades do condomínio. O síndico é independente do conselho "fiscal e consultivo", bem como das demais "comissões", criadas em assembleia geral, para reformas ou outras finalidades. É importante lembrar que nunca é bom que o síndico e o membro do conselho façam parte de qualquer comissão interna de trabalho, para não exercerem influências nos trabalhos da comissão interna. Embora as convenções raramente disponham, os membros do conselho devem fazer uma reunião mensal, indepen-

dentemente do síndico, para suas vistas aos documentos, discussões de assuntos prioritários a serem cuidados, etc., elaborando uma ata que, posteriormente, deve ser enviada ao síndico, para eventuais providências. O síndico, por sua vez, deve reorganizar a dinâmica interna de vida no condomínio, sempre fazendo comunicados escritos aos moradores, com remessas a cada unidade exclusiva. Deve o mesmo fazer uma reunião com os jovens, com as crianças e com os colaboradores domésticos, de forma que todos o ajudem no sossego, saúde e segurança do condomínio. Essa tarefa nos parece ser muito importante para que todos saibam os limites que cada um tem dentro do condomínio, pois o Código Civil também regula os direitos de vizinhança.

Róberson Chrispim Valle - Advogado - robersonvalle@globo.com

Continua no mês seguinte.


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Condominio194 by aldemir demir batista - Issuu