Edição No 184 - FEVEREIRO.2017 - Ano X
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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)
PALAVRA DE DEUS (Mateus 6,24-34) 24.Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza. 25.Portanto, eis que vos digo: não vos preocupeis por vossa vida, pelo que comereis, nem por vosso corpo, pelo que vestireis. A vida não é mais do que o alimento e o corpo não é mais que as vestes? 26.Olhai as aves do céu: não semeiam nem ceifam, nem recolhem nos celeiros e vosso Pai celeste as alimenta. Não valeis vós muito mais que elas? 27.Qual de vós, por mais que se esforce, pode acrescentar um só côvado à duração de sua vida? 28.E por que vos inquietais com as vestes? Considerai como crescem os lírios do campo; não trabalham nem fiam. 29.Entretanto, eu vos digo que o próprio Salomão no auge de sua glória não se vestiu como um deles. 30.Se Deus veste assim a erva dos campos, que hoje cresce e amanhã será lançada ao fogo, quanto mais a vós, homens de pouca fé? 31.Não vos aflijais, nem digais: Que comeremos? Que beberemos? Com que nos vestiremos? 32.São os pagãos que se preocupam com tudo isso. Ora, vosso Pai celeste sabe que necessitais de tudo isso. 33.Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça e todas estas coisas vos serão dadas em acréscimo. 34.Não vos preocupeis, pois, com o dia de amanhã: o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado. Bíblia Ave-Maria
Medjugorje, 25-12-2016 "Queridos filhos ! Com grande alegria trago-lhes Meu Filho Jesus porque Ele lhes dá a Sua Paz. Filhinhos, abram os Seus corações e estejam alegres a fim de que possam acolhê-La. O Céu está com vocês e luta pela paz em seus corações, nas famílias e no mundo e vocês, filhinhos, ajudem-No com as suas orações a fim de que assim seja. Eu os abençoo com Meu Filho Jesus e os convido a não perderem a esperança e que o seu olhar e o seu coração estejam sempre em direção ao Céu, em direção à Eternidade. Assim vocês estarão abertos a Deus e aos Seus Planos. Obrigada por terem respondido ao Meu Chamado". A Igreja ainda não se pronunciou definitivamente a respeito de Medjugorje.
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Sobre as preocupações 1. Em toda a parte e enquanto estiverdes neste mundo, vale a palavra: O Senhor está próximo. Não vos preocupeis. (Santo Agostinho) 2. Para estarmos sempre unidos com Jesus Cristo, é preciso fazermos tudo com tranquilidade, sem nos inquietarmos com alguma dificuldade que se apresente. Deus não mora nos corações agitados. (Santo Afonso de Ligório)
3. A pessoa que caminha para Deus e não afasta de si as preocupações, nem domina suas paixões, caminha como quem empurra um carro encosta acima. (São João da Cruz) 4. Mesmo que realizes muitas coisas, não progredirás na perfeição, se não aprenderes a negar a tua vontade e a sujeitar-te, deixando a preocupação de ti próprio e das tuas coisas. (São João da Cruz)
5. Não se deixar perturbar, nem deixar a oração que é o que o demônio pretende. (Santa Teresa de Ávila) 6. Não nos perturbem os pensamentos e a imaginação… o remédio é ter paciência e sofrer por amor de Deus. (Santa Teresa de Ávila) 7. Quando estou dividido em mim mesmo é porque não estou unido com Deus. (São Bernardo)
8. A minha incapacidade é grande, mas Deus é todo-poderoso; deposito n'Ele somente, toda a minha confiança. (São Francisco Xavier) 9. Viva em paz e não se deixe tapear pelo demônio. (São Pio de Pieltrecina) 10. Reza e espera. Não te agites; a agitação é inútil. Deus é misericórdia e há de escutar a tua oração. (São Pio de Pieltrecina)
Felipe Aquino (www.cleofas.com.br)
O sexo seguro e a contracepção Aproxima-se o carnaval. Multiplicam-se as propagandas enganosas do “contraceptivo de emergência”, que na verdade é abortivo, aliás, todas as outras pílulas ou hormonais também são (embora talvez não com tanta freqüência quanto o DIU e o “contraceptivo” de emergência). Acima de tudo, multiplica-se a propaganda enganosa do “sexo seguro só com camisinha”, a qual se mostrou insuficiente para conter a propagação da AIDS e outras doenças venéreas. Sem dúvida, a invenção dos anticoncepcionais foi uma das que acarretou conseqüências mais nefastas para a sociedade: IA negação da função soberana de Deus na transmissão da vida humana; IIO número incalculável de pessoas que deveriam ter vivido, porém não chegaram a ser concebidas. IIIO número incalculável de mortes de bebês em gestação em seus primeiros dias de vida. IVA banalização sexual: O ato sexual destituído de sua finalidade procriativa causou enorme aumento de casos de infidelidade conjugal, separação, divórcios, prostituição... VEscândalos de menores e inversão de valores morais: Chegamos à loucura da distribuição de “camisinhas” e pílulas dentro das escolas que com sua falsa “educação sexual” escandalizam crianças e adolescentes e promovem o homossexualismo e a libertinagem, com o conseqüente aumento de mães solteiras, da pornografia e violência sexual. VISurgimento de novas doenças venéreas (AIDS, etc.) devido ao aumento da promiscuidade; VII- Aumento do número de abortos: Devido ao enorme aumento da promiscuidade aumentaram também os casos de gravidezes “indesejadas”, o que per si já é um escândalo, pois todos os pais deveriam amar seus filhos concebidos, mesmo que tenham vindo “inesperadamente”. Todas as gravidezes devem ser queridas (mesmo as “indesejadas”) VIII- Envelhecimento populacional e suas desastrosas conseqüências sociais; IXInúmeras enfermidades (efeitos colaterais) aos usuários, tão graves que podem levar a óbito. E ainda há aqueles que chamam popularmente estes venenos de “remédio”. Remédios são para enfermos, não para pessoas sadias; XAumento da infertilidade e procura de métodos artificiais de fertilização que não respeitam a dignidade humana. XIContrôle coercitivo da natalidade por parte dos governantes e instituições internacionais: Basta lembrar da China e seus abortos obrigatórios, do Banco Mundial que condiciona seus empréstimos a um rigoroso controle de natalidade por parte de países que a ele recorrem e da ONU (UNESCO, FNUAP), que longe de promover a paz e os verdadeiros direitos humanos passou a promover o aborto e a contracepção. Também poderosas organizações como a Ford, a HP, a IPPF (no Brasil a BENFAM, a OPAS), as fundações Bill e Melinda Gates, Rockfeller, MacArthur, Pathfinder, promovem mundial-
mente a cultura de morte. Também a OMS promoveu campanhas de mascaradas de vacinação contra tétano ou outras doenças que tinham por verdadeiro objetivo o controle de natalidade como as realizadas no Quênia e na América do Sul, que continham amostras contaminadas com hCG para gerar anticorpos anti-hCG e assim causar sucessivos abortos bem no início das gestações (ver http:/ /pt.aleteia.org/2015/02/23/vacinas-que-provocam-esterilidade/). XII- Declínio da instituição familiar: Parece aumentar cada vez mais o número daqueles que não querem se casar e constituir família. XIII- Taxa de natalidade inferior à necessária para manter a população em diversos países. XIV- Desequilíbrio social: No início, na década de 60, a população pobre não tinha fácil acesso à pílula e continuavam tendo muitos filhos, enquanto as famílias mais ricas diminuíram drasticamente seus filhos, ocasionando assim menos empregadores e mais desempregados, aumentando o “fosso” entre ricos e pobres. Hoje, infelizmente, também os mais empobrecidos tem acesso à contracepção. Deveria ser proibido para eles e para todos! XV- Surgimento de uma cultura de morte que defende a contracepção, a esterilização, o aborto, a promiscuidade e a eutanásia. “Ante o progresso crescente da iniqüidade, a caridade de muitos se esfriará” (Mt24,12) Gregory Pincus, o inventor da pílula usou cobaias humanas para testar sua famigerada invenção: entre elas, doentes de um hospital psiquiátrico que eram obrigados a ter relações com administração de pílulas. Durante os “estudos” 3 mulheres morreram. De lá para cá os escândalos só aumentaram. A contracepção inicialmente era proibida e não era aceita por uma grande parte da sociedade, porém, com o financiamento das poderosas organizações acima citadas e a repetição de mentiras, jargões, propagandas enganosas, ocultamento de informações, foi aos poucos “ganhando terreno” até desgraçadamente se tornar “normal” seu uso. O mesmo acontece pouco a pouco também com a fertilização in vidro, o aborto, o divórcio, o homossexualismo, a prostituição, a eutanásia, a ideologia de gênero, a drogadição, etc..., que com o passar do tempo, com o progresso da iniqüidade vão se tornando, infelizmente, práticas comuns. Existe apenas uma maneira realmente eficiente de se fazer “sexo seguro”: através da castidade, que requer a conservação da virgindade enquanto solteiro(a) e a fidelidade (e também abertura à vida) depois de casado(a)! A Igreja sempre alertou sobre a gravidade do pecado da contracepção, mas os homens insistem em dizer que isto é retrógrado. Quando vão reconhecer seus erros? Quanto aos casais que tem realmente motivos graves para evitar concepções podem recorrer aos métodos naturais de regulação da fertilidade, os quais não anulam a finalidade procriativa do ato conjugal (ver: Método da Ovulação Billings em www.comunidadeami.com.br/upload/arquivos/6842b23f20e0a456ce1077b1e7e6e770.pdf), “Feliz o homem que não pecou pelas suas palavras, e que não é atormentado pelo remorso do pecado.” (Eclo14,1)
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Nossa Senhora de Pellevoisin - França Nossa Senhora apareceu a Estelle Faguette (1843-1929), na ocasião com 33 anos. Estelle era empregada doméstica e sofria de doenças pulmonares e abdominais. Tendo piorado seu estado de saúde escreveu a seguinte oração (ou carta) à Virgem Maria: Boa mãe, aqui estou eu de novo prostrada a seus pés. Você não pode recusar-se a ouvir-me. Você não se esqueceu que eu sou sua filha e eu te amo. Portanto, conceda-me a partir do seu divino Filho, para a sua glória, a saúde de meu pobre corpo. Você vê a dor de meus pais: você sabe que eles só tem a mim como único apoio. Eu não consegui terminar o trabalho que eu comecei? Se, por causa dos meus pecados, você não pode me curar completa, você poderia pelo menos darme um pouco de forças para ganhar a vida para mim e para os meus pais. Você vê, boa mãe, que estão na iminência de ter de implorar por um pedaço de pão, e eu não posso pensar nisso sem ficar profundamente triste. Lembre-se do sofrimento da noite do nascimento do Salvador, quando foi forçada a correr de porta em porta para pedir alojamento. Lembre-se, também, o quanto você sofreu quando Jesus foi pregado na cruz. Eu confio em você, boa mãe; Seu filho pode me curar. Ele sabe que tenho desejado ardentemente ser uma de suas esposas, e que é para agradá-lo que eu sacrifiquei minha vida para minha família que tanto necessita de mim. Digna a ouvir os meus fundamentos, minha boa mãe, e reporta ao seu Divino Filho. Me restaura a saúde, se lhe agrada; mas o seu será feito, não meu. Dá-me pelo menos uma resignação completa aos teus planos, e que esta será a minha salvação e a de meus pais. Virgem Santa, você possui meu coração, sempre guarde-o para você que é o penhor do meu amor. Minha gratidão por sua bondade materna. Se eu receber as graças que eu lhe peço, eu prometo, boa mãe, fazer o que eu posso para
importância. Sentiu que a Santíssima Virgem a repreendeu muito e com razão. Experimentou então grande arrependimento e profunda contrição. Maria a olhou com carinho e desapareceu.
Tua glória e de seu divino Filho. Protege a minha neta (N.R. talvez uma criança da casa dos patrões) e preserva-a do mau exemplo. Faça, Virgem santa, que te imite em obediência e que um dia, junto com você, possuía Jesus para a eternidade. PRIMEIRA APARIÇÃO A primeira das 15 aparições de Nossa Senhora foi numa noite fria de 14 a 15 de fevereiro. Já desenganada pelo médico, Estelle esperava resignadamente a morte. De repente, perto de seu leito, viu de forma horrível o demônio. Foi tomada de pânico. Apareceu-lhe então Maria Santíssima, com beleza indescritível, toda de branco, com um longo véu caindo até os pés. Seu olhar se dirigiu à enferma com bondade indizível. Em seguida, fixou o demônio e disse: “O que fazes aqui? Não vês que ela está vestida com o hábito que Eu e meu Filho divino lhe demos?” Mencionando o hábito, Nossa Senhora se referia à sua medalha, que Estelle sempre usava. O demônio fugiu, não suportando o olhar de Maria. Nossa Senhora disse então à sua filha: Não tenhas medo! Sabes que és minha filha. Ânimo e paciência. Meu Filho vai se deixar tocar. Sofrerás ainda cinco dias em honra das cinco chagas de meu Filho. Sábado próximo morrerás ou serás curada. Se meu Filho restaurar tua vida, anunciarás minha glória. A reação de Estelle foi: “Mas como alguém como eu pode fazer tal coisa?” Imediatamente, ela viu uma laje de mármore branco que ela reconheceu como uma placa votiva de agradecimento. Maria responde à duvida de Estelle, se deveria colocar a placa na igreja de Nossa Senhora das Vitórias ou em Pellevoisin: ”Em Nossa Senhora das Vitórias já existem muitas marcas de meu poder. Em Pellevoisin, não. Os fiéis daqui têm necessidade de mais ânimo.” Estelle prometeu então fazer tudo pela glória de Nossa Senhora, que responde: “coragem, mas quero que mantenhas a promessa”
SEGUNDA APARIÇÃO Na noite seguinte, 15 a 16 de fevereiro, o demônio voltou a aparecer. Desta vez ele guardou certa distância. Nossa Senhora apareceu dizendo à Estelle: –– Não temas, estou aqui. Meu Filho te olhou com ternura e te deixará viver. Serás curada sábado e anunciarás minha glória. –– Mas, minha Mãe bondosa, já que estou bem preparada, não é melhor que eu morra? A Senhora disse sorrindo: –– Ingrata, se meu Filho te dá a vida, é porque tens necessidade da vida. O que de mais precioso deu Ele aos homens nesta Terra que a vida? Não creias que vivendo não sofrerás. Ao contrário! Mas o sofrimento aumenta os méritos da vida. A tua resignação e a tua paciência comoveram meu Filho. Não percas o fruto. Não te disse que, se recobrares a vida, tu celebrarás minha glória? Havia muitos papéis de sêda brancos que juntos, tinham a espessura do mármore branco. Estelle tentou levantar algum, mas não conseguiu. A Senhora, olhando-a com um sorriso disse: “Agora voltemos um pouco o olhar para o passado.” O rosto dela e se cobriu com uma certa tristeza, mas estava sempre repleta de doçura. Nesse instante Estelle viu suas faltas passadas. Faltas que, no entanto, ela considerava sem
3A APARIÇÃO (DE 16 PARA 17 DE FEVEREIRO) Viu novamente o diabo, porém, distante. Maria apareceu e disse à Estelle: “Força! Coragem, filha minha.” Estelle, recordando-se da repreensão teve medo e foi novamente repreendida, mas com tanta doçura que ficou tranqüilizada. Maria disse: “Isso é passado, tua resignação reparou tua culpa.” Então lhe mostrou seus atos de virtude. Estelle porém julgou que era bem pouca coisa comparados com suas faltas. Maria, percebendo sua dor, conforta-a: “Sou toda misericordiosa e meu Filho me escuta. Estas poucas boas ações, estas fervorosas orações que me dirigiste comoveram meu Coração de mãe, especialmente aquela cartinha que me escreveste em setembro. Sobretudo esta frase me tocou: ‘Pensa na dor de meus pais; se eu morrer eles serão forçados a implorar para ganhar um pedaço de pão. Recorda-te de quanto sofreste quando teu Filho Jesus, foi cravado na cruz’. Mostrei essa carta a meu Filho: teus pais necessitam de ti. De agora em diante, trata de ser fiel. Não desperdices as graças que recebeste: anuncia minha glória.”
QUARTA APARIÇÃO Maria repete: “Não temas: sabes bem que és minha filha; a tua resignação comoveu Jesus...” “Eu sou toda misericordiosa e meu Filho me escuta...”. “Não creias que vivendo não sofrerás!... Procura ser fiel: quero que celebres a minha glória.” Estelle pergunta: Como? Mas eu não tenho tempo ... A V irgem, afastando-se, acrescentou: “Faze tudo aquilo que puderes.” QUINTA APARIÇÃO NOITE DE SEXTA-FEIRA 18 A SÁBADO 19, FEVEREIRO DE 1876 Desta vez, a Virgem, sorrindo, veio muito mais perto, dentro das cortinas. Estelle contemplou sua beleza e experimentou grande felicidade. A Santíssima Virgem recordou-lhe a sua promessa e viu novamente a laje de mármore branco, mas desta vez não estava em branco, mas decorada com um coração de ouro em chamas perfuradas por uma espada, coroada de rosas. Estava com a seguinte inscrição: “Eu invoquei Maria do fundo da minha miséria. Ela obteve para mim de seu Filho minha cura completa.” Estelle mais uma vez prometeu fazer tudo o que podia para dar a conhecer a glória de Maria. Nossa Senhora respondeu: “Se quiseres servir-me, sê simples e faze que tuas ações correspondam às tuas palavras”. Estelle perguntou se deveria mudar seu estado de vida. A resposta: “Se pode ser salva em todas as condições. Onde você está, você pode fazer muito bem e pode fazer a minha glória conhecida. “Depois de uma pausa ela acrescentou: “O que mais me aflige é a falta de respeito pelo meu Filho que as pessoas manifestam na Sagrada Comunhão e a postura de oração que adotam enquanto sua mente está realmente em outras coisas. Digo isso para as pessoas que afirmam ser devotas.”
Estelle Faguette
GRUPO DE ORAÇÃO BODAS DE CANÁ: Segundas feiras às 20h - Paróquia São João Batista Precursor R. Imbronisio, 100 Ecoville - Curitiba. F: 3373-1349 (Paróquia) - 3657-4285 (Âmi) ATENDIMENTO DE ORAÇÃO: Atendimento de Oração na Châmi - Toda terça-feira, das 8h às 17h Av. Vereador Wadislau Bugalski, 6956 - Colônia Lamenha Grande - Almirante Tamandaré FAÇA PARTE DA NOSSA FAMÍLIA: Seja um evangelizador conosco. Entre em contato. F: (41)3657-4285 - ou pelo e-mail ami.sede@bol.com.br DEIXE SEU PEDIDO DE ORAÇÃO: (41) 3657-4285 - ami.sede@bol.com.br
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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)
Estelle perguntou se ela deveria revelar tudo isso imediatamente. “Sim, sim, faça minha glória conhecida ... mas primeiro procure a opinião de seu confessor e diretor. Você vai encontrar oposição, as pessoas vão chamá-la de visionária, de fanática, ou louca. Não te importes. Sê fiel a mim e eu te ajudarei.” Estelle descreve: “então, lentamente, Ela se afastou. Eu nunca vi nada tão bonito! Naquele momento, meus sofrimentos eram terríveis: meu coração estava batendo tão forte que parecia querer sair do peito. Eu também tive maus dores no estômago e abdômen. Lembro-me muito bem que agarrei na mão esquerda, o rosário, e eu não podia levantar a direita. Eu ofereci tudo ao Senhor. Eu não sabia que aqueles eram os últimos assaltos do mal. Depois de um momento de descanso, me senti de repente boa. Perguntei a hora: era meianoite e meia. Eu me senti curada, apenas o braço direito continuou a doer e ficou paralizado até receber a comunhão. O que eu tenho que agradecer a minha boa Mãe do Céu! Eu nunca posso dizer o suficiente obrigado, Maria. Suprime Tu a minha incapacidade.” O sacerdote que lhe administrava a comunhão ficou surpreso ao vê-la viva e recuperada. Após receber a comunhão sábado de manhã ela ficou curada inclusive de seu braço direito. 6ª APARIÇÃO Naquela noite de verão, quando Estelle estava orando em seu quarto antes de se retirar, viu novamente a Santíssima Virgem. Ela estava cercada por uma luz suave. Tinha os braços estendidos e era como se a chuva caísse das palmas das mãos. Sorriu e disse: “Sê calma, sê paciente, filha minha. Sofrerás, mas estarei contigo. Sê corajosa, voltarei” 7ª APARIÇÃO - 2 DE JULHO Maria cruzou os braços sobre o peito e disse: “Já me glorificaste.” Então revelou-lhe um segredo e acrescentou: “Continua.
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Meu filho também tem pessoas que lhe são devotíssimas. Seu coração tem tal amor para o meu que Ele é incapaz de me recusar qualquer coisa. Por minha intercessão virá para tocar os corações mais endurecidos.” Estelle pergunta para que serviriam aqueles papéis (descritos na 2ª aparição). “Servirão para contar estes encontros, como julgarão muitos de meus servos fiéis. Haverá contradições, mas nada temas. Sê calma.” “Tua cura não é uma grande prova de meu poder? Tenho vindo especialmente para a conversão dos pecadores.” Estelle, ainda pensava como manifestar o poder de Maria, que então diz: “Veremos isso mais tarde.” 8ª APARIÇÃO, 3 DE JULHO DE 1876 Nossa Senhora disse: ”Gostaria que fosses mais calma. Eu não tinha marcado o dia nem a hora em que voltaria. Tu precisas de repouso. Ficarei apenas alguns minutos. Eu vim para encerrar a celebração.” Naquele dia a imagem de Nossa Senhora de Lourdes tinha sido coroada pelo Cardeal Guibert, Arcebispo de Paris. 9ª APARIÇÃO, 9 DE SETEMBRO DE 1876 Nossa Senhora disse: ”Foste privada de minha presença em 15 de agosto, porque não estavas calma o suficiente. Tu tens bem o caráter francês. Ele quer saber tudo antes de aprender, e compreender tudo antes de saber. Também ontem eu quis vir, mas foste privada da visita. Eu esperava de ti este ato de submissão e de obediência.” “Há muito tempo os tesouros de meu Filho estão abertos. Mas devem orar.” Nossa Senhora lhe deu o escapulário do Sagrado Coração de Jesus, tirando-o de seu próprio Peito: ”Esta devoção me é cara. É assim que serei honrada.” 10ª APARIÇÃO, 10 DE SETEMBRO DE 1876 Nossa Senhora disse: ”Devem orar como lhes dou o exemplo.”
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quarta aparição, Nossa Senhora lhe falou no sábado, 11 de novembro de 1876, por volta das 4 horas da tarde, em presença de cinco pessoas, quanto ela rezava seu Rosário. Nossa Senhora lhe disse: Não perdeste teu tempo hoje; trabalhaste por mim. De fato, Estelle tinha bordado um escapulário, e a Virgem acrescentou: É preciso fazer muitos outros. Santuário em Pellevoisin
11ª APARIÇÃO, 15 DE SETEMBRO DE 1876 Estelle viu soldados em guerra. Nossa Senhora lhe disse então: ”Levarei em conta teu esforço para se manter calma. Não é apenas para ti que peço a calma, mas para a Igreja e a França. Na Igreja não goza dessa paz que eu desejo. Que todos rezem e tenham confiança em mim. França, o que eu não fiz por ela? Quantas advertências! E mesmo assim, ela se recusa a ouvir. Não posso mais conter meu Filho. A França sofrerá. Passaram então diante dos olhos de Estelle vários quadros nunca antes vistos: soldados em uniforme azul, desconhecidos dela, usando capacetes “em forma de caldeirão”, segundo sua expressão. Estavam entrincheirados. Mais tarde, em 1914, durante a Grande Guerra, ela reconheceu aqueles soldados. Num segundo quadro, ela via combates de rua entre civis e soldados. Maria lhe disse então: Coragem e confiança. Tanto pior para os que não acreditarem. Eles reconhecerão mais tarde a veracidade de minhas palavras. Na aparição de 1º de novembro de 1876 (décima segunda), não houve palavras. Maria manifestou apenas terna bondade em relação à vidente. A seguinte aparição (décima terceira) se deu em presença de uma religiosa, enquanto Estelle rezava o terço: Eu te escolhi. Escolho os pequenos e fracos para minha glória. Coragem: o tempo das provas vai começar. Dito isto, a Virgem cruzou os braços sobre o peito e desapareceu. Na décima
DIFUSÃO DO ESCAPULÁRIO A festa da Imaculada Conceição foi escolhida por Nossa Senhora para sua 15ª e última aparição. Foi a mais importante de todas, tendo-se dado perante 15 pessoas. Pouco depois de meiodia Estelle foi a seu quarto, agora transformado em oratório, com permissão do bispo. Nossa Senhora lhe apareceu mais bela do que anteriormente, cercada de rosas: Minha filha, lembra-te de minhas palavras.De todas as palavras de Nossa Senhora, as que mais marcaram Estelle naquele momento eram: Sabes que és minha filha. Eu sou toda misericórdia e senhora de meu Filho. O que mais me aflige é a falta de respeito por meu Filho na Santa Comunhão e a atitude de distração com outras coisas, que se tem na oração. Seu Coração tem tanto amor pelo meu, que nada lhe recusa. Por meu intermédio Ele tocará os corações mais empedernidos. Vim especialmente para a conversão dos pecadores. Há muito tempo os tesouros de meu Filho estão abertos. Que re-
Imagem e círio vocativo
zem. Tenho predileção por esta devoção. Aqui serei honrada. Não é apenas para ti que peço a calma, mas para toda a Igreja e a França. Eu te escolhi. Escolho os pequenos e fracos para minha glória. E recomendou: Repete-as sempre. Que elas [as palavras] te fortifiquem e te reconfortem na hora da provação. Não me reverás mais. A vidente mostrou-se perturbada por estas últimas palavras. Nossa Senhora acrescentou então de modo profundamente materno: Estarei invisivelmente a teu lado. Estelle viu então ao longe, à esquerda da visão, pessoas com gestos ameaçadores. Mas também, em outro plano, pessoas que pareciam boas. Maria, referindo-se ao grupo da esquerda, disse: Não os temas. Eu te escolhi para dar-me glória e propagar esta devoção. Estelle, vendo que Nossa Senhora segurava o escapulário, pediuo como presente, e a Virgem ordenou: Levanta-te e osculao. Tendo feito o que a Virgem lhe disse, exclamou: Osculei verdadeiramente um coração de carne, senti o calor e as pulsações. Nossa Senhora lhe disse então para apresentar ao bispo aquele modelo de escapulário, e exprimiu o desejo de que todos o portem, a fim de reparar os ultrajes sofridos pelo Santíssimo Sacramento. Em sinal das graças dadas aos que o portam, Nossa Senhora fez cair de suas mãos uma chuva abundante: Essas graças são de meu Filho. Colho-as em seu Coração. Ele não pode me recusar. Estelle perguntou o que conviria representar do outro lado do escapulário, e ouviu esta resposta singular: Quero que tu decidas. Submeterás tua idéia, e a Igreja decidirá. E afastando-se, acrescentou: Coragem. Se ele não conceder o que pedes (Nossa Senhora se referia ao bispo) e puser dificuldades, irás além. Nada temas, eu te ajudarei. Com estas palavras, Nossa Senhora encerrou as aparições. Fontes: http://www.pellevoisin.net/ http://catolicismo.com.br/
“... Unidos de Coração...” (At 2,46)
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Fomos criados para o amor Que desejo será mais veemente e violento do que aquele inserido por Deus na alma e que lhe faz dizer do fundo do coração: "Estou ferida de amor"? (Ofício das leituras) Sendo assim, queremos Neste texto recolhido do Ofício das Leituras de terça-feira provar vosso empenho em atinda 1.ª semana do Tempo Co- gir este objetivo. Pela graça de mum, São Basílio Magno lem- Deus e contando com as vosbra-nos que a vocação cristã é sas preces, nós nos esforçareao amor. Fomos criados por mos, segundo a capacidade Deus para amá-lO, é o que está dada pelo Espírito Santo, por escrito desde o princípio na na- suscitar a centelha do amor tureza do nosso ser e, não obs- divino escondida em vós. Antes de mais nada, nós tante todos os artifícios do homem moderno para apagar dos dele recebemos antecipadacorações e das consciências o mente a força e a capacidade nome santíssimo de Jesus, só O de pôr em prática todos os amando seremos verdadeira- mandamentos que Deus nos deu. Por isso não nos aflijamos mente realizados. Sendo assim, a missão dos como se nos fosse exigido algo pastores da Igreja não é outra de incomum, nem nos tornesenão "suscitar a centelha do mos vaidosos pensando que amor divino" escondida no co- damos mais do que havíamos ração de cada ser humano. O recebido. Se usarmos bem desque deve fazer cada sacerdote, tas forças, levaremos uma vida cada bispo - e até cada pai de virtuosa; no entanto, mal emfamília, que "apascenta" o pe- pregadas, caíremos no pecaqueno rebanho de seus filhos - é do. Ora, o pecado se define ignem mittere in terram, "lançar fogo sobre a terra", como como o mau uso, o uso contráqueria o próprio Filho de Deus rio à vontade de Deus daquilo que ele nos deu para o bem. humanado (Lc12, 49). Peçamos a este santo bispo Pelo contrário, a virtude, como da Igreja antiga, São Basílio, Deus a quer, é o desenvolviaclamado no mundo inteiro mento destas faculdades que como "magno", que nos ajude brotam da consciência reta, a viver o chamado de Cristo em segundo o preceito do Senhor. O mesmo diremos da caritoda a sua grandeza. Certos de que "o amor de Deus não é ma- dade. Ao recebermos o mantéria de ensino nem de prescri- damento de amar a Deus, já ções", simplesmente procure- possuímos capacidade de mos amá-lO, não nos limitando amar, plantada em nós desde ao cumprimento de regras. Nos- a primeira criação. Não há nesa fé não é um "manual de boas cessidade de provas externas: maneiras", mas um relaciona- cada qual por si e em si mesmo pode descobri-la. De fato, nós mento de amor com Deus. desejamos, naturalmente, as Da Regra mais longa, coisas boas e belas, embora, à de São Basílio Magno, bispo primeira vista, algumas pareçam boas e belas a uns e não a POSSUÍMOS INATA outros. Amamos também, sem CAPACIDADE DE AMAR O amor de Deus não é ma- ser necessário que nos ensitéria de ensino nem de prescri- nem nossos parentes e amigos ções. Não aprendemos de ou- e temos espontaneamente trem a alegrar-nos com a luz, grande amizade por nossos ou a desejar a vida, ou a amar benfeitores. O que haverá, pergunto enos pais ou educadores. Assim ou melhor, com muito mais ra- tão, de mais admirável do que zão -, não se encontra o amor a beleza divina? Que coisa de Deus na disciplina exterior. pode haver mais suave e deliMas, quando é criado, o ser vivo, ciosa do que a meditação da isto é, o homem, a força da ra- magnificência de Deus? Que zão foi, como semente, inseri- desejo será mais veemente e da nele, uma força que contém violento do que aquele inseriem si a capacidade e a inclina- do por Deus na alma liberta de ção de amar. Logo que entra na toda impureza e que lhe faz escola dos divinos preceitos, o dizer do fundo do coração: Eshomem toma conhecimento tou ferida de amor? É na verdesta força, apressando-se em dade totalmente indescritível cultivá-la com ardor, nutri-la o fulgor da beleza de Deus. Por Equipe com sabedoria e levá-la à perChristo Nihil Praeponere feição, com o auxílio de Deus. www.padrepauloricardo.org
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Marta Robin, o Milagre Vivo
O filósofo Jean Guitton nos deixou um impactante testemunho sobre Marta Robin: "Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida, nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justamente no século da televisão permaneceu desconhecida ao público, sepultada no mais profundo silêncio… Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria uma "irmã na caridade", como sempre foi para milhares de visitantes". O MILAGRE VIVO QUE FOI MARTHE ROBIN Ela é a prova viva da transcendência. Marta Robin, nasceu no dia 13 de março de 1902, em Châteauneuf-de-Galaure (Drôme), na França, no seio de uma família de camponeses, e passou toda a sua vida na casa paterna, onde morreu no dia 6 de fevereiro de 1981. Toda a existência de Marta girou ao redor de Jesus Eucaristia, quem foi para ela: "Aquele que cura, consola, aligeira, abençoa, o meu Tudo". Desde 1928, depois de uma grave doença neurológica, Marta estava quase absolutamente impossibilitada de movimentarse, e particularmente não podia engolir porque os músculos da deglutição estavam bloqueados. Além disso foi obrigada, por causa de uma doença nos olhos, a viver praticamente na escuridão. Eis o testemunho do Padre Finet, o seu diretor espiritual: "Quando recebeu os estigmas, no início do mês de outubro de 1930, Marta já vivia a sua Paixão desde 1925, ano em que ela se ofereceu como vítima de amor. No mesmo dia, Jesus lhe
disse que depois da V irgem Maria, Ele tinha escolhido ela para viver mais intensamente a Paixão e ninguém poderia vivê-la de maneira tão plena. Acrescentou que cada dia ela sofreria mais e mais, e que nunca mais dormiria à noite. Depois dos estigmas, Marta não pôde mais nem comer, nem beber e o êxtase durava até a segunda ou terça-feira. Durante um dos êxtases, Jesus disse a Marta: Os meus sacerdotes, os meus sacerdotes, dá-me tudo por eles. Minha Mãe e Eu os amamos tanto. Dá-me todos os teus sofrimentos, tudo o que sofres neste momento, todos aqueles com os quais tu queres mergulhar no meu Amor, dá-me o teu isolamento e a tua solidão e a solidão na que eu te coloquei, tudo sem descanso pelos meus sacerdotes. Oferece-te ao Pai comigo por eles e não temas sofrer muito pelos meus sacerdotes, eles necessitam realmente de tudo isso que estou para realizar em ti em favor deles". A Serva de Deus Marta Robin deu o seu sim prontamente, livremente, de boa-vontade e com o coração repleto de paz, tudo o que Jesus lhe pedia, todos os sofrimentos e dores por amor, um grande amor a Jesus redentor e pelos seus tão queridos pecadores que queria salvar. Marta Robin se tornou conhecida depois que o famoso e ilustre escritor e filósofo Jean Guitton escreveu o livro "A Jornada Imóvel". O grande filósofo Jean Guitton, recordando o seu encontro com a vidente, escreveu um impactante testemunho: "Encontrei-me naquele quarto escuro, apresentado a Marta por uma das mentes mais contestatórias do nosso tempo: o médico de Anatole France, o Doutor Couchourd, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos. Desde o primeiro encontro com Marta Ro-
bin, entendi que ela seria para mim uma "irmã na caridade", como sempre o foi para milhares de visitantes. Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida; nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justamente no século da televisão permaneceu desconhecida ao público, sepultada no mais profundo silêncio...". Efetivamente, além dos fenômenos místicos extraordinários, a obra evangelizadora que Marta levou adiante foi realmente muito significativa, apesar das suas precárias condições. Graças à ajuda do Padre Finet, seu diretor espiritual, fundou sessenta "Foyers de Lumiére, de Charité et d'Amour" espalhados pelo mundo todo. Marta Robin aceitou todos os sofrimentos por amor a Jesus redentor e pelos pecadores que queria salvar. O grande filósofo Jean Guitton recordando o seu encontro com a vidente escreveu: "Encontreime naquele quarto escuro, apresentado por uma das mentes mais contestatárias do nosso tempo: o médico de Anatole France, o doutor Couchourd, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos. Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria uma "irmã na caridade", como sempre foi para milhares de visitantes". Efetivamente, além dos fenômenos místicos extraordinários, a obra evangelizadora que Marta levou adiante foi realmente significativa, apesar das suas condições. Graças à ajuda do padre Finet, fundou sessenta "Foyers de Lumiére, de Charité et d'Amour" espalhados por todo o mundo.
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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)
Perante a realidade objetiva e concreta que foi a vida de Marta Robin (ou Marthe Robin), espanta-me que nunca tenha visto um documentário sequer em um qualquer canal de televisão acerca dela. Como é possível que a comunicação social seja tão enviesada e ideologicamente manipulada a ponto de escamotear a própria realidade ontológica? Marta Robin nasceu numa aldeia perto da cidade francesa de Lyon, a 13 de Março de 1902, e faleceu na mesma localidade a 6 de Fevereiro de 1981. A partir dos seus 26 anos e até à sua morte, Marta Robin não ingeriu qualquer líquido nem nenhum alimento sólido senão a hóstia da Santa Eucaristia. Os médicos não só não encontram uma explicação para o fenômeno "Marta Robin", como constataram até que o seu apa-
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relho digestivo tinha definhado a ponto de não permitir qualquer tipo de digestão. Qualquer líquido que fosse introduzido na sua boca saía, em ato contínuo, pelas narinas. Durante um êxtase, Jesus disse a Marta: "Os meus sacerdotes, os meus sacerdotes, dá-me tudo por eles. Minha Mãe e eu os amamos tanto. Dá-me todos os teus sofrimentos, tudo o que sofres neste momento, todos aqueles com os quais tu queres mergulhar no meu Amor, dá-me o teu isolamento e a tua solidão e a solidão na que eu te coloquei, tudo sem descanso pelos meus sacerdotes. Oferece-te ao Pai comigo por eles e não temas sofrer muito pelos meus sacerdotes, eles necessitam realmente de tudo isso que estou para realizar em ti em favor deles" Marta recebeu do Senhor o dom dos estigmas. De 1930 em diante, todas as quintas-feiras revivia de modo especial as dores que o Senhor padeceu no Getsêmani. Marta Robin alimentou-se durante 53 anos unicamente da hóstia que lhe era dada a cada
Sexta-feira, e até à Terça-feira seguinte, entrava em um período de transe profundo durante o qual se abriam as feridas dos estigmas nas suas mãos, no lado esquerdo do seu peito, e na cabeça. O testemunho da vida de Marta Robin é a prova irrefutável da realidade da transcendência. Contudo, continuamos todos a colocar em causa essa realidade ou fazendo de conta que ela não existe. Depois de Marta Robin, nenhum homem moderno tem uma desculpa para se afastar da religião cristã (neste caso, católica), por um lado, e já não pode existir uma justificação racional para atribuir ao homem moderno uma putativa superioridade em função da rejeição da religião, por outro lado.
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O sacrifício de Marta Robin entre outros sacrifícios, durante o século XX - foi o melhor testemunho que Deus deu aos seres humanos durante o século passado. É espantoso e simultaneamente confrangedor o modo como muitos homens modernos já perderam a capacidade de perceber a realidade evidente que lhes passa à frente do nariz. "Encontrei-me naquele quarto escuro, apresentado a Marta por uma das mentes mais controversas do nosso tempo: o médico de Anatole France, o Doutor Couchoud, discípulo de Alfred Loisy e diretor de uma coleção de livros anticristãos. Desde o primeiro encontro com Marta Robin, entendi que ela seria para mim uma "irmã na caridade", como sempre o foi para milhares de visitantes. Era uma camponesa dos campos franceses, que por trinta anos não ingeriu nem comida, nem bebida; nutria-se somente da Eucaristia e cada sexta-feira revivia, com os estigmas, as dores da Paixão de Jesus. Uma mulher que talvez foi a pessoa mais estranha, extraordinária e desconcertante da nossa época, mas que justa-
mente no século da televisão permaneceu desconhecida do público, sepultada no mais profundo silêncio…". - Jean Guitton, filósofo, no seu livro "A Jornada Imóvel" Dai-nos, Mãe, a graça de compreender o valor do silêncio! "Ó Maria! Ó minha santa e boa Mãe! Dai-me e dai a todos nós, a graça de compreender o grande valor do silêncio, no qual conseguimos ouvir Deus. Ensinai-me o silêncio; quero calar-me para poder ouvir a eterna Sabedoria. Ensinai-me a arrancar do silêncio tudo o que ele encerra de grande, de sobrenatural, de divino. Ajudai-me a fazer desta descoberta, uma oração perfeita, uma oração plena de fé, de confiança e de amor. Desejo fazer uma oração vibrante, enérgica, laboriosa, fecunda e eficaz, capaz de glorificar a Deus e de salvar almas!" Serva de Deus Marta Robin (1902-1981) http://www.pr.gonet.biz
Beato Francisco Marto, vidente de Fátima Francisco, nascido numa povoação chamada Aljustrel, pertencente à paróquia de Fátima, em Portugal, no dia 11 de Junho de 1908, era filho de Manuel Pedro Marto e de Olímpia de Jesus Marto, modestos agricultores e bons cristãos; no dia 20 do mesmo mês, recebido o baptismo, tornou-se membro do povo da nova aliança. De carácter dócil e condescendente, recebeu com fruto a boa educação que os pais lhe deram. Em casa, começou a conhecer e a amar a Deus, a rezar, a participar nas sagradas funções paroquiais, a ajudar o próximo necessitado, a ser sincero, justo, obediente e diligente. Viveu em paz com todos, quer adultos quer da mesma idade. Não se irritava quando o contrariavam e nos jogos não encontrava dificuldades em se adequar à vontade dos outros. Era sensível à beleza da natureza, que contemplava com sensibilidade e admiração; deleitava-se com a solidão dos montes e ficava extasiado perante o nascer e pôr do sol. Chamava ao sol "candeia de Nosso Senhor" e enchia-se de alegria ao aparecerem as estrelas que designava "candeias dos Anjos". Era de tal inocência que dizia que ao chegar ao céu havia de colocar azeite na candeia da Virgem Maria. Logo que pôde, quando atingiu a idade de cerca de seis anos, foi-lhe confiada a guarda do rebanho, que diariamente pastore-
ava; segundo o costume, saía de manhã cedo com a sacola levando o alimento e a flauta, com a qual se divertia, e tornava a casa ao pôr do sol. Muitas vezes era acompanhado pela irmãzinha Jacinta e ambos se reuniam com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que guardava também as suas ovelhas. Estas crianças declararam ter visto três vezes um anjo no ano de 1916. Este acontecimento inesperado e imprevisto constitui para Francisco o início duma experiência espiritual mais generosa, mais eficaz e mais intensa de dia para dia. De repente começou a tornar-se mais piedoso e taciturno; recitava frequentemente a oração ensinada pelo anjo; estava disposto a oferecer sacrifícios pela salvação dos que não acreditam, não esperam e não amam. Do dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, algumas vezes, juntamente com a Jacinta e a Lúcia, foi-lhe concedido o privilégio de ver a Virgem Maria na Cova da Iria. A partir daí, inflamado cada vez mais no amor a Deus e às almas, tinha uma só aspiração: rezar e sofrer de acordo com o pedido da Virgem Maria. Se extraordinária foi a medida da benignidade divina para com ele, extraordinária foi também a maneira como ele quis corresponder à graça divina na alegria, no fervor, e na constância. Não se limitou apenas a ser como que um mensageiro do anúncio, da penitência e da oração, mas, mais do
que isso, com todas as suas forças, conformou a sua vida com a mensagem que ele anunciou mais com a bondade das obras do que com palavras. Costumava dizer: "Que belo é Deus, que belo! Mas está triste por causa dos pecados dos homens. Eu quero consolá-lo, quero sofrer por seu amor". Manteve este propósito até ao fim. Durante as aparições suportou com espírito inalterável e com admirável fortaleza as más interpretações, as injúrias, as perseguições e mesmo alguns dias de prisão. Resistiu respeitosa e fortemente à autoridade local que tudo tentou para conhecer o "segredo" revelado pela Virgem Santíssima às três crianças, infundindo coragem simultaneamente à irmã e à prima. Todas as ve-
zes que o ameaçavam com a morte respondia: "se nos matarem não importa: vamos para o céu". Já antes das aparições rezava, porém depois, movido por um espírito de fé mais vivo e amadurecido, tomou consciência de ser chamado e de se entregar zelosa e constantemente ao dever de rezar segundo as intenções da Virgem Maria. Procurava o silêncio e a solidão para mergulhar totalmente na contemplação e no diálogo com Deus. Participava na missa dos dias festivos e quando podia também nos feriais. Nutriu uma especial devoção à Eucaristia e passava muito tempo na igreja, adorando o Santíssimo Sacramento do altar a que chama "Jesus escondido". Recitava diariamente os quinze mistérios do Rosário e muitas vezes mais, a fim de satisfazer o desejo da Virgem; para isso gostava de juntar orações e jaculatórias, que tinha aprendido no catecismo e que o Anjo, a Virgem Santíssima e piedosos sacerdotes lhe tinham ensinado. Rezava para consolar a Deus, para honrar a Mãe do Senhor, que muito amava, para ser útil às almas que expiam as penas no fogo do purgatório, para auxiliar o Sumo Pontífice no seu importante múnus de pastor universal; rezava pelas necessidades do mundo transtornado pelo pecado; rezava pela Igreja e pela salvação eterna das almas. Rezava sozinho,
com os familiares, com os peregrinos, manifestando um profundo recolhimento interior e uma confiança segura na bondade divina. Como tivesse sabido da Virgem Maria que a sua vida iria ser breve, passava os dias na ardente expectativa de entrar no céu. E de facto tal expectativa não foi longa. Com efeito, apesar de ser robusto e de gozar de boa saúde, em Outubro do ano de 1918 foi atingido pela grave epidemia bronco-pulmonar chamada "espanhola". Do leito em que caiu não chegou a levantar-se; pelo contrário, no ano de 1919, o seu estado de saúde agravou-se. Sofreu, com íntima alegria, a sua enfermidade e as suas enormes dores, em oblação a Deus. À Lúcia que lhe perguntava se sofria, respondeu: "Bastante, mas não me importa. Sofro para consolar Nosso Senhor e em breve irei para o céu". No dia 2 de Abril, recebeu santamente o sacramento da Penitência e no dia seguinte foi finalmente alimentado com o Corpo de Cristo, como Santo Viático. Ao despedirse dos presentes prometeu rezar por eles no céu. Entrou piedosamente na vida eterna, que veementemente desejara, no dia 4 de Abril de 1919. Foi sepultado no cemitério de Fátima, mas depois as suas relíquias foram transladadas para o Santuário, que entretanto fora construído onde a Virgem aparecera. Fonet: evangelho quotidiano
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Beata Jacinta Marto, vidente de Fátima Jacinta, a sétima filha do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus dos Santos, nasceu no lugar de Aljustrel, paróquia de Fátima, no dia 11 de Março de 1910. No dia 19 do mesmo mês recebeu a graça do Baptismo. Os seus pais, que eram humildes agricultores e piedosos cristãos, deram-lhe uma sã educação moral e religiosa. Desde tenra idade mostrou o gosto pela oração, a preocupação pelas verdades da fé, prudência na escolha das amizades e um sereno espírito de obediência. De índole vivaz, expansiva e alegre, gostava de brincar e bailar; cativava a simpatia dos outros, se bem que tivesse certa inclinação a dominar e a não ser contrariada tanto que facilmente amuava e era ciosa do que lhe pertencia. Todavia, depois mudou completamente e tornou-se um modelo esplêndido de humildade, de mortificação e de generosidade. Logo que pôde, começou a trabalhar; em particular foi encarregada de acompanhar o irmão Francisco, um pouco mais velho do que ela, no pastoreio do rebanho. Ambos gostavam de se juntar com a prima Lúcia de Jesus dos Santos, que era também pas-
tora de ovelhas. Deste modo as três crianças, unidas por uma grande amizade, passavam o dia inteiro nesta atividade, que, apesar de custosa, eles executavam diligentemente e com prazer, porque lhes deixava tempo para brincar e para rezar e lhes permitia usufruir das belezas da natureza. O que inesperadamente lhes mudou a vida, deu-se no ano de 1916: eles disseram ter visto três vezes um anjo que os exortava a rezar e a fazer penitência pela remissão dos pecados e para obter a conversão dos pecadores. A partir deste momento; a pequena Jacinta aproveitava todas as ocasiões para fazer o que o anjo lhe pedira. Desde o dia 13 de Maio até ao dia 13 de Outubro de 1917, juntamente com Francisco e Lúcia, teve o privilégio de ver várias vezes a Virgem Maria no lugar chamado Cova da Iria, perto de Fátima. Cheia de alegria e gratidão pelo dom recebido, quis imediatamente responder com todas as forças à exortação da Virgem Maria que lhes pedia orações e sacrifícios em reparação dos pecados que ofendem a Deus e o Imaculado Coração de Maria e pela conversão dos pecadores.
Ao mesmo tempo dócil à acção da graça, separou-se das coisas terrenas, a fim de se voltar para as coisas celestes e voluntariamente consagrou a sua vida para entrar um dia no paraíso. Estava constantemente mergulhada na contemplação de Deus, em colóquio íntimo com Ele. Procurava o silêncio e a solidão e de noite levantava-se da cama para rezar e livremente expressar o seu amor ao Senhor.
Em pouco tempo, a sua vida interior se notabilizou por uma grande fé e por uma enorme caridade. A propósito disto dizia: "Gosto tanto de Nosso Senhor! Por vezes julgo ter um fogo no peito, mas que não me queima". Gostava muito de contemplar Cristo Crucificado e comovia-se até às lágrimas ao ouvir a narração da Paixão. Então afirmava já não querer cometer pecados para não fazer sofrer Jesus. Alimentou uma ardente devoção à Eucaristia, que visitava frequentemente e durante longo tempo na igreja paroquial, escondendo-se no púlpito, onde ninguém a pudesse ver e distrair. Desejava alimentar-se do Corpo de Cristo mas isso não lhe foi permitido por causa da idade. Encontrava contudo consolação na comunhão espiritual. De igual modo honrou a Virgem Maria, com um amor terno, filial e alegre e constantemente correspondeu às suas palavras e desejos; muitas vezes honrava-a com a recitação do rosário e com piedosas jaculatórias. O seu desejo de sofrer tornouse mais notório durante a longa e grave doença que a atingiu a partir de Outubro do ano de 1918. Contaminada pela epidemia
bronco-pulmonar, a que chamavam "espanhola", o seu estado de saúde agravou-se a pouco e pouco, de tal forma que teve de suportar a ideia de ter de ser operada. Sabendo que lhe restava pouco tempo de vida, multiplicou os sacrifícios, as penitências e as privações de forma a cooperar até ao máximo das suas possibilidades na obra da Redenção. Porém, o que lhe custou mais foi o ter de deixar a família a fim de ser tratada no hospital Rainha D. Estefânia, em Lisboa. Prevendo morrer sozinha, isto é, longe dos seus queridos familiares, disse: "Ó meu Jesus, agora podes converter muitos pecadores, porque este sacrifício é muito grande!". No dia 20 de Fevereiro do ano de 1920 pediu os Sacramentos. Apenas recebeu o Sacramento da Penitência: consciente de estar próxima da morte, pediu o Sagrado Viático, mas o sacerdote, não obstante as suas insistências, adiou-o para o dia seguinte. Naquele mesmo dia à noite, longe dos pais e dos conhecidos, morreu no hospital de Lisboa, onde desde há algum tempo se encontrava internada. Alcançara finalmente a meta dos seus desejos: a vida eterna. Fonet: evangelho quotidiano
Ano Santo Mariano Os fiéis brasileiros poderão alcançar indulgência plenária durante o Ano Nacional Mariano. A Penitenciária Apostólica anunciou o pedido do papa Francisco para o reconhecimento do ano jubilar em curso no Brasil e a concessão da indulgência para aqueles que "verdadeiramente penitentes e impulsionados pela caridade" visitarem na forma de peregrinação a basílica do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida (SP), ou qualquer igreja paroquial do Brasil dedicada à padroeira do país. Convocado pela Presidência da CNBB, o Ano Nacional Mariano foi estabelecido como um tempo para celebrar, fazer memória e agradecer pelos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição no rio Paraíba do Sul. A iniciativa de proclamação, aprovada pela 54ª Assembleia Geral da CNBB, teve início no dia 12 de outubro de 2016 e segue até o dia 11 de outubro de 2017. INDULGÊNCIA Para alcançar a indulgência
plenária, serão necessárias as condições habituais: a confissão sacramental, a comunhão eucarística e a oração na intenção do santo padre, o papa. O documento enviado pelo Supremo Tribunal da cúria romana ressalta que a remissão será concedida "aos fiéis verdadeiramente penitentes e impulsionados pela caridade, se em forma de peregrinação visitarem a basílica de Aparecida ou qualquer Igreja paroquial do Brasil, dedicada a Nossa Senhora Aparecida". No local, deverão "devotamente participar das celebrações jubilares ou de promoções espirituais ou ao menos, por um conveniente espaço de tempo, elevarem humildes preces a Deus por Maria". A conclusão deste momento deve acontecer com a Oração Dominical, pelo Símbolo da Fé e pelas invocações da Beata Maria Virgem, em favor da fidelidade do Brasil à vocação cristã, impetrando vocações sacerdotais e religiosas e em favor da defesa da família humana". "A indulgência é a remissão, diante de Deus, da pena temporal devida pelos pecados já per-
doados quanto à culpa. O fiel bem-disposto obtém esta remissão, em determinadas condições, pela intervenção da Igreja que, como dispensadora da redenção, distribui a aplica, por sua autoridade, o tesouro das satisfações (isto é, dos méritos) de Cristo e dos santos" (Paulo VI, Constituição Apostólica Indulgentarium doctrina, Normae I: AAS 59 (1967) 21). IDOSOS E ENFERMOS O documento enviado pelo organismo do Vaticano também estabelece uma condição especial para a obtenção das indulgências pelos devotos fiéis impedidos de fazer sua peregrinação por conta da velhice ou por grave doença. Igualmente poderão alcançar se "assumida a rejeição de
todo pecado, e com a intenção de cumprir onde em primeiro lugar for possível as três condições, espiritualmente se dedicarem diante de alguma pequena imagem da Virgem Aparecida, a funções ou peregrinações jubilares, ofertando suas preces e dores ao Deus misericordioso por Maria". ORIENTAÇÕES AOS PADRES De acordo com a orientação da Penitenciária Apostólica, os sacerdotes aos quais está confiado o cuidado pastoral da basílica de Aparecida e os párocos das paróquias que possuem o título de Nossa Senhora Aparecida deverão "com animo pronto e generoso" se oferecer para a celebração da Penitência e muitas vezes administrar "a Sagrada Comunhão aos enfermos". O pedido de
concessão da indulgência durante o Ano Nacional Mariano foi feito pelo arcebispo emérito de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis. Na solicitação, o cardeal explicou que durante o tempo jubilar na Igreja no Brasil serão realizadas "várias celebrações sagradas e peregrinações em honra da celeste Padroeira do Brasil não só na Basílica Nacional Santuário de Aparecida, mas também em todas as igrejas paroquiais dedicadas em honra d'Ela" para que cresça nos fiéis "piedoso afeto para com a 'Virgem Aparecida' e assim se tornem mais fortes nos veneradores d'Ela a fé, a esperança e a caridade, e eles próprios, refeitos pelos sacramentos, sejam mais e mais estimulados a conformarem a vida ao Evangelho".
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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)
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Santa Josefina Bakhita: A primeira santa africana
CANTINHO DE SÃO FRANCISCO
Restos mortais de Santa Josefina Bakhita na Igreja da Sagrada Família, em Schio, Itália
Santa irmã morena, como era conhecida, nasceu no Sudão, em 1869. Santa Josefina, como muitos naquele tempo, viveu a dureza da escravidão. Bakhita, que significa "afortunada", não foi o nome dado a ela pelos pais, mas por uma das pessoas que, certa vez, a comprou. Por intermédio de um cônsul italiano que a comprou, ela foi entregue a uma família amiga deste de Veneza. Ali, ela tornou-se amiga e também babá da filha mais nova deles que estava nascendo. Em meio aos sofrimentos e a uma memória toda marcada pela dor e pelos medos, ela foi visitada pelo amor de Deus. Porque essa família de Veneza teve de voltar para a África, em vista de negócios, tanto a filha pequena quanto a babá foram entregues aos cuidados de irmãs religiosas de Santa Madalena de Canossa. Ali, Santa Bakhita conheceu o Evangelho; conhecendo a pessoa de Jesus, foi se apaixonando cada vez mais por Ele. Com 21 anos, recebeu a graça do sacramento do batismo. Livremente, ela O acolheu e foi crescendo na vida de oração, experimentando o amor de Deus e se abrindo à ação do Espírito Santo. Quando aqueles amigos voltaram para pegar Bakhita e a criança, foi o momento em que ela
Santa Josefina Bakhita, testemunhou com a própria vida a alegria de servir a Cristo
expressou o seu desejo de permanecer no local, porque queria ser religiosa. Passado o tempo de formação, recebeu a graça de ser acolhida como religiosa. Isso foi sinal de Deus para as irmãs e para o povo que rodeava aquela região. Santa Josefina Bakhita, sempre com o sorriso nos lábios,
Informativo da Comunidade Âmi - FEVEREIRO.2017
foi uma mulher de trabalho. Exerceu várias atividades na congregação. Como porteira e bordadeira, ela serviu a Deus por intermédio dos irmãos. Carinhosamente, ela chamava a Deus como seu patrão, "o meu Patrão", ela dizia. Conhecida por muitos pela alegria e pela paz que comunicava, ela, com o passar dos anos, foi acometida por uma grave enfermidade. Sofreu por muito tempo, mas na sua devoção a Santíssima Virgem, na sua vida de oração, sacramental, de entrega total ao Senhor, ela pôde se deixar trabalhar por Deus, seu verdadeiro libertador. Ela partiu para a glória e foi canonizada pelo Papa João Paulo II no ano 2000. Santa Bakhita, rogai por nós! Fonte: santo.cancaonova.com/
...mas acima de tudo, eram os pobres que ocupavam agora o pensamento de Francisco de Assis. Vê-los, ouvir as suas queixas, aliviar a sua miséria, tal era a ocupação cada vez mais absorvente de Francisco. E assim, pouco a pouco, um desejo novo se instalara nele. "Se eu pudesse, pelo menos uma vez, experimentar pessoalmente o que é ser pobre, saber o que se sente quando não se é aquele que passa e atira uma esmola, mas o que está ali parado, sujo e que, inclinando-se humildemente, estende o chapéu amarrotado para pedir uma esmola. Era outra coisa ser ele próprio um mendigo, ter de ser ele a fazer parar quem passava para lhe pedir que tivesse caridade. Para compreender a pobreza, Francisco sentia que tinha de ir ele próprio pedir esmola. Fonte: São Francisco de Assis - Johannes Joergensen Elizabeth Novicki
"Um Império. Um Amor. Uma Fé" Recém-lançado pela editora Paulinas, o livro ENTRE AS SOMBRAS E A LUZ, do paranaense Marcus Fadel, é um romance épico, ambientado nos primórdios do Cristianismo. A história de Octavius e Valeriana é agitada pelo choque entre o Império Romano e a nascente Fé Cristã, que moldaria para sempre a civilização ocidental. Repleto de suspense e ação, o livro desloca o leitor para um período crucial da História, descrito com riqueza de detalhes pelo autor. Já disponível nas livrarias Paulinas ou no site https://www. paulinas.org.br
ANIVERSARIANTES - FEVEREIRO.2017 A TODOS OS ANIVERSARIANTES DESEJAMOS MUITA, PAZ E ALEGRIA! PARABÉNS!!!! Ione da P. Calvo ..................................................... 02 Irma C. S. Fadel ..................................................... 03 Shirley Maria R. dos Santos ................................ 08 Maria Eliete Augusto de Sá ................................. 10 Rinaldo P.G. Baroni ............................................... 16 Grace Van Den Berg V illanueva .......................... 19 Luiz Carlos Ferreira ............................................... 19 Rosay Amâncio dos Santos.................................. 22 Pe. Edilson de Lima ................................................ 27 Helena Kodelski ..................................................... 28