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Comunidadeami

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Edição No 183 - JANEIRO.2017 - Ano X

Distribuição Gratuita

Nesta Edição:

O homicida desde o princípio

Aparições de Nossa Senhora: Nossa Senhora da Esperança (Pontmain, França, 17-1-1871) Página 3

Página 2

São João Bosco (31 de janeiro) Página 4

A Ausência do Milagre de São Januário Página 7

Eventos da Comunidade Ami Página 8


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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5) PALAVRA DE DEUS Mt 2,1-23

1 Tendo, pois, Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do oriente a Jerusalém. 2 Perguntaram eles: Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no oriente e viemos adorá-lo. 3 A esta notícia, o rei Herodes ficou perturbado e toda Jerusalém com ele. 4 Convocou os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo e indagou deles onde havia de nascer o Cristo. 5 Disseram-lhe: Em Belém, na Judéia, porque assim foi escrito pelo profeta: 6 E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará Israel, meu povo (Miq 5,2). 7 Herodes, então, chamou secretamente os magos e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido. 8 E, enviando-os a Belém, disse: Ide e informai-vos bem a respeito do menino. Quando o tiverdes encontrado, comunicai-me, para que eu também vá adorá-lo. 9 Tendo eles ouvido as palavras do rei, partiram. E eis que a estrela, que tinham visto no oriente, os foi precedendo até chegar sobre o lugar onde estava o menino e ali parou. 10 A aparição daquela estrela os encheu de profunda alegria. 11 Entrando na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe. Prostrando-se diante dele, o adoraram. Depois, abrindo seus tesouros, ofereceram-lhe como presentes: ouro, incenso e mirra. 12 Avisados em sonhos de não tornarem a Herodes, voltaram para sua terra por outro caminho. 13 Depois de sua partida, um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar. 14 José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito. 15 Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1). 16 Vendo, então, Herodes que tinha sido enganado pelos magos, ficou muito irado e mandou massacrar em Belém e nos seus arredores todos os meninos de dois anos para baixo, conforme o tempo exato que havia indagado dos magos. 17 Cumpriu-se, então, o que foi dito pelo profeta Jeremias: 18 Em Ramá se ouviu uma voz, choro e grandes lamentos: é Raquel a chorar seus filhos; não quer consolação, porque já não existem (Jer 31,15)! 19 Com a morte de Herodes, o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José, no Egito, e disse: 20 Levanta-te, toma o menino e sua mãe e retorna à terra de Israel, porque morreram os que atentavam contra a vida do menino. 21 José levantou-se, tomou o menino e sua mãe e foi para a terra de Israel. 22 Ao ouvir, porém, que Arquelau reinava na Judéia, em lugar de seu pai Herodes, não ousou ir para lá. Avisado divinamente em sonhos, retirou-se para a província da Galiléia 23 e veio habitar na cidade de Nazaré para que se cumprisse o que foi dito pelos profetas: Será chamado Nazareno. Bíblia Ave-Maria.

Expediente Utilidade Pública em Curitiba, Lei 7035; de Almirante Tamandaré, Lei 969 e Estadual do Paraná, Lei 11.937 CNPJ 78.897.808/0001-00 Horário da Secretaria: 2ª,4ª e 6ªfeira das 8h30 às 12h30, 3ªfeira 11h30 às 15h30 e 5ªfeira 12h30 às 16h30 Fone da Secretaria: (41) 3657-4285 Coordenador Geral: Jacira Alves Marinho Borges Jornalista: Alexsandra Carla de Souza Godri - Mtb 5947 Diagramação: Aldemir Batista (41) 3657-2864 / 9983-3933 Tiragem: 1 mil exemplares Sede da Âmi: Avenida Vereador Wadislau Bugalski, 6956Colônia Lamenha Grande - Almirante Tamandaré - PR E-mail: ami.sede@bol.com.br

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Informativo da Comunidade Âmi - JANEIRO.2017

Editorial Que este ano de 2017, aniversário de 70 anos das aparições de Nossa Senhora em Ile-Bouchard, 100 anos em Fátima e 300 em Aparecida, seja repleto de graças e bênçãos e que todos possamos experimentar o infinito amor de Deus. A todos um Feliz Natal e próspero Ano Novo!

O homicida desde o princípio (ele está por trás de todo o movimento pró-aborto)

Quando alguém tem um ódio mortal contra uma pessoa, deseja matá-la. Mas, e se não puder matála? Fixa a sua imagem na parede e arremessa dardos contra ela. Os dardos não ferem a pessoa, mas pelo menos atingem a sua imagem. O demônio tem um ódio mortal contra Deus. Seu desejo supremo é matá-lo. Mas Deus é imortal. Na impossibilidade de matar a Deus, o demônio investe contra a imagem de Deus. Qual é a imagem de Deus? O homem, conforme está escrito: “Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou, homem e mulher ele os criou” (Gn 1,27). Por isso, o demônio é “homicida desde o princípio” (Jo 8,44). Deseja destruir aqueles que são imagem de Deus. Mas, entre os homens, quais aqueles que refletem com maior esplendor a imagem de Deus? Sem dúvida, as criancinhas. Por isso, o desejo

homicida do demônio dirige-se principalmente contra os pequeninos. Sua ira contra os bebês aparece na Bíblia, por exemplo, quando o Faraó do Egito ordenou às parteiras, e depois a todo o povo, que jogasse ao rio Nilo todo menino que nascesse, poupando apenas as meninas (Ex 1,16.22). Aparece também quando o rei Herodes, na tentativa de matar o Menino Jesus, mandou matar em Belém e arredores todos os meninos de dois anos para baixo (Mt 2,16). Não nos enganemos. A busca frenética por implantar o aborto em nosso país pode ter vários motivos: permitir que as potências estrangeiras exerçam sobre nós o controle demográfico — e, portanto, a dominação política — impedindo que no Brasil nasçam brasileiros; beneficiar as clínicas de aborto, que anseiam por praticar seu lucrativo negócio sem a proibição da lei; fornecer às indústrias de cosméticos a preciosa matéria prima dos cadáveres de bebês abor-

tados; favorecer o hedonismo e a permissividade sexual... Mas, por trás de tudo está o “homicida desde o princípio”. Nossa luta contra o aborto é, portanto, sobretudo uma luta espiritual. “Nosso combate não é contra o sangue nem contra a carne, mas contra os Principados, contra as Autoridades, contra os Dominadores deste mundo de trevas, contra os Espíritos do Mal, que povoam as regiões celestiais” (Ef 6,12). UM PECADO QUE CLAMA AOS CÉUS O Catecismo da Igreja Católica (n. 1867) lembra que existem “pecados que bradam aos céus”. Entre eles ocupa o primeiro lugar o homicídio voluntário. De fato, logo após ter matado Abel, Caim ouve de Deus: “Que fizeste? Ouço o sangue de teu irmão, do solo, clamar para mim!” (Gn 4,10). De todos os homicídios, o mais grave é o aborto. De fato, ele difere dos outros pelas seguintes notas: a) a vítima é totalmen-

te inocente; b) a vítima é totalmente indefesa; c) quem pratica o homicídio é a mãe ou o pai da vítima, que mais deveriam amá-la, ou um médico, que fez o juramento de sempre defender a vida; d) a vítima morre sem poder ser batizada; e) os meios utilizados para matá-la são horrendos: aspiração em pedaços (sucção), esquartejamento (curetagem), envenenamento em solução salina (que queima toda a pele do bebê), expulsão precoce do útero (a criança respira, chora, e é deixada para morrer à míngua); f) a vítima não tem honras fúnebres. Seu cadáver é misturado aos detritos hospitalares (ou então, utilizado para alimentar indústrias de cosméticos, que se aproveitam da gordura fetal). Com razão dizia Dom Manoel Pestana Filho, fundador do Pró-Vida de Anápolis: “Uma nação que legaliza o aborto não merece subsistir”.


“... Unidos de Coração...” (At 2,46) Não é a mesma coisa! Algumas pessoas, contrárias ao aborto, não se assustam tanto com o perigo de sua legalização. Dizem elas que pouca coisa vai mudar. Pois o aborto já é praticado às ocultas no Brasil. Apenas o que é clandestino vai passar a ser legal. Ora, este argumento é falso. Legalizar ou não o aborto não é a mesma coisa. A diferença é enorme! Uma coisa é viver em uma nação cheia de criminosos que infringem a lei. Outra coisa é viver numa nação criminosa, porque aboliu a lei que pune o crime. Uma coisa é não conseguir impedir o aborto com as forças policiais. Outra coisa bem diferente é declarar que a matança dos inocentes não deve ser impedida porque é um direito do cidadão matar seus filhos. Uma coisa é a justiça estar apenas no papel, mas não na prática. Outra coisa muitíssimo pior é a justiça não estar nem sequer no papel, mas ser trocada por uma lei injusta. Uma coisa é haver indivíduos, por numerosos que sejam, que não honram as leis justas da pátria. Outra coisa muito mais grave é uma pátria nem ao menos

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ter leis justas para serem honradas. Uma coisa é o crime de muitos brasileiros contra a vida. Outra coisa é o crime da própria nação brasileira contra o direito sagrado e inviolável à vida. (...Se) o aborto se tornar lei, não haverá apenas um aumento do número dos assassinatos intrauterinos. Haverá uma mudança essencial: o Brasil se tornará uma nação aliada ao inimigo de Deus, ao homicida desde o princípio. Que nenhum de nós concorra, por atos ou omissões, para que tal desgraça aconteça. O aborto e a paz “Eu digo sempre que o aborto é o maior destruidor da paz. É um mal que nasce da família. Do mesmo modo como o amor nasce da família. O amor começa em casa. Assim também o teu amor começou em casa. Eis porque o aborto se tornou o maior destruidor da paz, porque está destruindo a presença de Deus e a imagem de Deus. É um pecado horrível, é um homicídio” (Madre Teresa de Calcutá, Avvenire, 3 ago 1986, p. 3). Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz Resumido de www.providaanapolis.org

MEDJUGORJE, 2 de dezembro de 2016 "Queridos filhos! Meu Coração materno chora quando vê o que Meus filhos estão fazendo. Os pecados se multiplicam, a pureza da alma se torna cada vez menos importante. Meu Filho está sendo esquecido e honrado cada vez menos; os Meus filhos são perseguidos. Por isso vocês, Meus filhos, Apóstolos do Meu amor, com a alma e o coração, invoquem o nome do Meu Filho. Ele terá palavras de luz para vocês. Ele Se manifesta a vocês e lhes parte o pão; Ele lhes dá palavras de amor para transformá-las em atos de misericórdia e, assim, serem testemunhas da verdade. Por isso, meus filhos, não tenham medo. Permitam ao Meu Filho estar em vocês. Ele usará de vocês para cuidar dos feridos e converter as almas perdidas. Portanto, Meus filhos, retornem à oração do Rosário. Rezem com sentimentos de bondade, de sacrifício e de misericórdia. Rezem não somente com as palavras, mas com as obras de misericórdia. Rezem com amor por todas as pessoas. Meu Filho, pelo Seu sacrifício, exaltou o amor. Por isso, vivam com Ele, a fim de que possam ter força e esperança; para que possam ter o amor que é a vida e que conduz à vida eterna. Através do amor de Deus, Eu estou com vocês e os guio com amor materno. Obrigada a vocês." Mirjana falou que Nossa Senhora estava muito triste. http://nossasenhorademedjugorje.blogspot.com.br Nota: a Igreja ainda não se pronunciou definitivamente a respeito de Medjugorje.

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APARIÇÕES DE NOSSA SENHORA

Nossa Senhora da Esperança (Pontmain, França, 17-1-1871) No dia 17 de janeiro de 1871 fazia frio, a França estava em guerra, a cidade de Paris, sitiada, os Prussianos, vencedores, se encontravam às portas de Laval. Em Pontmain, Eugène Bernadette dá uma saída “para ver o tempo” e descobre, acima da casa que se encontrava diante da sua, uma bela senhora, cujo vestido estava cravejado de estrelas, que olha para ela, sorrindo.

Os aldeões correm até o local. Outras crianças, por sua vez, também a vêem. Uma forma elíptica, azul, e quatro velas apagadas envolvem a Bela Senhora. Em torno do Padre e das religiosas da escola organiza-se

uma vigília de oração. O terço é recitado e, em seguida, o Magnificat, quando uma bandeirola se desenrola entre o

azul oval e o teto da casa. Letra após letra, surge a mensagem, logo soletrada e lida pelas crianças:

“Mas, rezai, minhas crianças, em breve Deus atenderá os seus pedidos. Meu Filho se deixa tocar.” O fervor cresceu e as crianças manifestaram sua alegria: “Oh! Como ela é bela!”. Em seguida, porém, as crianças tornaram-se tristes e o olhar de Maria, por sua vez, encheuse de profunda tristeza. Uma cruz vermelha surgiu diante dela e na cruz estava Jesus, coberto de sangue. No alto da Cruz, sobre um espaço branco apareceu, em letras vermelhas, o nome Daquele que lá estava, JESUS CRISTO. Maria pegou o Crucifixo

com as duas mãos e o apresentou às crianças enquanto uma pequena estrela iluminava as quatro velas que estavam no azul. O silêncio recolheu as orações de todos. Eles se ajoelharam na neve para as orações da noite. Quando tudo terminou, cada um retornou ao lar com o coração apaziguado. No mesmo dia, 17 de fevereiro, o general Von Schmidt recebeu ordem para ir até o rio Sena, em vez de avançar e penetrar em Laval. Esta mudança de tática injustificada e a interrupção da perseguição e do pretendido aniquilamento

das tropas adversárias fizeram com que Von Schmidt dissesse: “Chega! Acabou! Nós não avançaremos mais, lá, do lado da Bretanha, uma Senhora invisível nos obstruiu a passagem e impediu que avançássemos.” Onze dias depois, o armistício foi assinado. Os Prussianos não conseguiram entrar em Laval. Em 2-2-1872, Dom CasimirAlexis-Joseph Wicart, Bispo de Laval, julgou ser verdadeira a Aparição. Em 1932 O Papa Pio XI concedeu uma Missa e ofício para a nossa Senhora da Esperança de Pontmain.

Fontes: www.mariedenazareth.com / www.amoranossasenhora.com.br www.miraclehunter.com/marian_apparitions

GRUPO DE ORAÇÃO BODAS DE CANÁ: Segundas feiras às 20h - Paróquia São João Batista Precursor R. Imbronisio, 100 Ecoville - Curitiba. F: 3373-1349 (Paróquia) - 3657-4285 (Âmi) ATENDIMENTO DE ORAÇÃO: Atendimento de Oração na Châmi - Toda terça-feira, das 8h às 17h Av. Vereador Wadislau Bugalski, 6956 - Colônia Lamenha Grande - Almirante Tamandaré FAÇA PARTE DA NOSSA FAMÍLIA: Seja um evangelizador conosco. Entre em contato. F: (41)3657-4285 - ou pelo e-mail ami.sede@bol.com.br DEIXE SEU PEDIDO DE ORAÇÃO: (41) 3657-4285 - ami.sede@bol.com.br


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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)

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SANTO DO MÊS

São João Bosco (31 de janeiro) João Bosco nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Seu pai morreu quando ele tinha apenas 2 anos. Desde o colo materno, nutria pela Virgem Maria, uma devoção filial e de total confiança. Recebeu excelente educação cristã de sua mãe. Sofria muito por causa de seu meio-irmão (por parte de pai) que era muito mais velho e o agredia. Desde cedo tinha sonhos proféticos sobre sua vida e a Igreja. Com 26 anos foi ordenado sacerdote. Sua mãe o advertia: "Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela". Dom Bosco não a decepcionou, pois se dedicou enormemente aos pobres, especialmente os meninos de rua, criando oratórios, educando-os na vida cristã e conseguindo serviços para eles. Muitos seguiram a vocação religiosa. Um de seus "filhos" foi São Domingos Sávio. São João Bosco fundou a Congregação dos Padres Salesianos e das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora. "Num domingo de tarde, depois de um dia de trabalho exaustivo no Oratório, o pobre Dom Bosco, ao entrar no quarto caiu sem sentidos. Depois de alguns dias foi-lhe administrada a Extrema-Unção. As tristes notícias que se espalhavam entre os seus meninos lançaram-nos na maior consternação. Cada um deles percebia que estava para perder o pai, o conselheiro, o melhor amigo. E a dor que sentiam era indizível. Foi então que se deram cenas de gratidão realmente comovedoras. No Santuário da Consolata, todos aqueles meninos se revezavam de hora em hora para arrebatar à Santissima Virgem a desejada cura. A súplica começava de manhã e acabava de noite muito tarde. Alguns continuavam em casa, outros chegavam a prolongá-la até o amanhecer. Muitos je-

juavam a pão e água e alguns o faziam vários dias seguidos. E eram rapazes desses que sobem 50 vezes por dia andaimes de cinco andares com um balde de rebôco nos ombros! Como tinha conquistado o coração de toda essa juventude o humilde padre que se estava preparando na serenidade para comparecer diante de Deus. A noite que no dizer dos médicos devia ser fatal, foi pelo contrário a noite da volta à vida. - Dom Bosco, disse-lhe a certo ponto o padre Borel, você sabe o que dizem os nossos Livros Sagrados: "Quando estiveres doente, roga a Deus e ele te curará". - Deixemos que se cumpra a vontade de Deus. - Mas ao menos diga baixinho: "Senhor, se é do vosso agrado, curai-me". Eu o peço em nome de todos os seus meninos. Vamos, repita comigo estas palavras. O moribundo repetiu-as. - Agora tenho certeza que escapará, exclamou todo contente o teólogo Borel, pondo-se de pé; faltava só a oração dele."1 De fato no dia seguinte os médicos declararam que a crise tinha sido superada, e em poucos dias Dom Bosco recuperou a saúde. Em 1854 Turim foi atingida por uma terrível epidemia de cólera. Dom Bosco e seus alunos, durante 3 meses cuidaram de numerosos enfermos da cidade sem nenhum deles ter sido contaminado apesar de sua grande exposição ao perigo. No dia 8 de dezembro daquele ano, dia em que Pio IX proclamou o dogma da Imaculada Conceição, Dom Bosco agradeceu a Deus e a Maria Santíssima pela proteção! João Bosco tinha o dom de profecias e foi testemunhado também o dom de bilocação. Por seu intermédio foram realizados inúmeros milagres, embora nada atribuísse a si mesmo, dizendo sempre: "Foi Maria quem tudo

fez!" Eis um dos milagres: "Entre os meninos que freqüentavam o Oratório de Dom Bosco, em 1894, havia um de quinze anos chamado Carlos, filho de um estalajadeiro da vizinhança. Durante uma ausência prolongada do Santo, Carlos adoeceu gravemente e em breve tempo se achou nas últimas. "É preciso tratar de administrar-lhe os Sacramentos" disse o médico. Para confessar-se pela última vez o menino fazia questão que fosse Dom Bosco o confessor. Correram logo ao Oratório, mas Dom Bosco não tinha ainda voltado. Recorreram então ao vice-pároco, que atendeu ao pequeno moribundo. Daí a dois dias o menino expirava. Suas últimas horas foram muito agitadas; não cessava um instante de chamar por Dom Bosco. Quando o Santo regressou a Turim, a primeira coisa que lhe contaram foi o pedido dos pais do menino. "Vamos vê-lo, pensou Dom Bosco; quem sabe se ainda está em tempo". Logo na entrada da casa, encontrou-se com um criado que lhe disse: - Está chegando tarde demais, Reverendo; há seis horas que morreu. - Não pode ser. Estará dormindo apenas! O homem mirou-o com ar de ironia, como quem dissesse: "Por quem é que me está tomando?"

Mas Dom Bosco, sorrindo replicou: "Quer apostar como não está morto?" Nesse ínterim chegam alguns parentes e entre lágrimas confirmam a notícia tão triste. Dom Bosco entra então no quarto do morto. Ao pé do leito rezavam a mãe e uma tia. Na cabeceira ardia um círio; o menino estava envolto num lençol, fechado por uma costura, como se costumava então; cobria-lhe o rosto um véu de musselina. Ao entrar no quarto Dom Bosco fez um sinal às pessoas que o tinham acompanhado para que se retirassem. Antes de chegar perto do leito foi assaltado por uma dúvida: "E se este rapaz não tiver feito bem a última confissão?" Elevou então a Deus sua alma, na mais fervorosa oração, lançou uma bênção sobre aquele corpo e exclamou duas vezes, com voz imperiosa: "Carlos, Carlos, levanta-te". A essa voz o cadáver foi como sacudido por um frêmito. O Santo descoseu violentamente o lençol e descobriu o rosto do menino. "De que maneira esquisita me foram embrulhar!" exclamou ele abrindo largamente os olhos como quem acordasse de um profundo sono. Depois, ergueu-se, passeou os olhos pelo quarto e, percebendo que era o Pai de sua alma, que ali estava, exclamou: - Oh! Dom Bosco! Se soubesse! Quanto chamei pelo senhor! Foi Deus quem o mandou aqui. Fez muito bem em acordar-me. - Fale, fale, Carlinhos! Conte bem o que me quer dizer. Por você é que eu aqui estou. Então o menino prosseguiu: - Acho que nesta hora eu deveria estar no lugar da eterna infelicidade. Na minha última confissão escondi um pecado que tinha cometido poucas semanas antes. A certo ponto tive um sonho: pareceu-me estar a beira de uma fornalha ardente, persegui-

do por demônios que me queriam agarrar. E já iam conseguindo fazê-lo, quando interveio uma senhora e disse: "Deixem-no em paz: ainda não está julgado". A essas palavras apoderou-se de mim uma terrível angústia; mas logo ouvi a sua voz e acordei. Agora, confesse-me, Dom Bosco. A um aceno de Dom Bosco, a mãe e a tia do menino, que tinham assistido petrificadas a esse espetáculo, saíram um instante do quarto. Quando reentraram juntamente com os demais membros da família, a confissão tinha terminado. "Dom Bosco me salvou do inferno" murmurou o menino. Viveu ainda mais duas horas, mas conservando no corpo a gelidez da morte. Num dado momento, o Santo lhe perguntou: "Agora que você está em graça de Deus, pode estar certo que se morrer irá para o céu. Então, quer ficar conosco ou prefere ir para lá?" - Quero ir para o Céu, respondeu o menino. - Pois então, até à vista no Céu! disse Dom Bosco. E, como se estivesse esperando só essa despedida, o menino deixou cair a cabeça sobre a almofada, fechou os olhos e voltou à imobilidade de antes: desta vez adormecera em Deus. Ninguém duvidou que Deus dera à sua palavra poder suficiente, para chamar das portas da morte um de seus alunos que estivera em perigo de condenação."1 Algumas de suas frases: "- Quereis que o Senhor vos dê graças? Visitai-o muitas vezes no Sacrário - O Santo Sacrifício da Missa é o meio mais eficaz para aliviar as penas das almas do purgatório, diminuir o tempo de seu exílio e introduzi-las mais depressa no céu."2 Faleceu em 31 de janeiro de 1888.

1. "DOM BOSCO", A. Auffray, S.S. (disponível em www.salverainha.com.br). 2. "ENSINAMENTOS DOS SANTOS", Felipe Aquino, Ed. Cléofas.

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“... Unidos de Coração...” (At 2,46)

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ESPIRITUALIDADE

Homilia de Natal de Bento XVI (2008) «Quem se compara ao Senhor, nosso Deus, que tem o seu trono nas alturas e Se inclina lá do alto a olhar os céus e a terra?» Assim canta Israel num dos seus Salmos (113/ 112, 5s.), onde exalta simultaneamente a grandeza de Deus e sua benigna proximidade dos homens. Deus habita nas alturas, mas inclina-Se para baixo… Deus é imensamente grande e está incomparavelmente acima de nós. Esta é a primeira experiência do homem. A distância parece infinita. O Criador do universo, Aquele que tudo guia, está muito longe de nós: assim parece ao início. Mas depois vem a experiência surpreendente: Aquele que não é comparável a ninguém, que «está sentado nas alturas», Ele olha para baixo. Inclina-se para baixo. Ele vê-nos a nós, e vê-me a mim. Este olhar de Deus para baixo é mais do que um olhar lá das alturas. O olhar de Deus é um agir. O fato de Ele me ver, me olhar, transforma-me a mim e o mundo ao meu redor. Por isso logo a seguir diz o Salmo: «Levanta o pobre da miséria…» Com o seu olhar para baixo, Ele levanta-me, tomame benignamente pela mão e ajuda-me, a mim próprio, a subir de baixo para as alturas. «Deus inclina-Se». Esta é uma palavra profética; e, na noite de Belém, adquiriu um significado completamente novo. O inclinar-Se de Deus assumiu um realismo inaudito, antes inimaginável. Ele inclina-Se: desce, Ele mesmo, como criança na miséria do curral, símbolo de toda a necessidade e estado de abandono dos homens. Deus desce realmente. Torna-Se criança, colocandoSe na condição de dependência total, própria de um ser humano recém-nascido. O Criador que tudo sustenta nas suas mãos, de Quem todos nós dependemos, faz-Se pequeno e necessitado do amor humano. Deus está no curral. No Antigo Testamento, o templo era considerado quase como o estrado dos pés de Deus; a arca santa, como o lugar onde Ele estava misteriosamente presente no meio dos homens. Deste modo sabia-se

que sobre o templo, escondida, estava a nuvem da glória de Deus. Agora, está sobre o curral. Deus está na nuvem da miséria de uma criança sem lugar na hospedaria: que nuvem impenetrável e, no entanto, nuvem da glória! De fato, de que modo poderia aparecer maior e mais pura a sua predileção pelo homem, a sua solicitude por ele? A nuvem do encobrimento, da pobreza da criança totalmente necessitada do amor, é ao mesmo tempo a nuvem da glória. É que nada pode ser mais sublime e maior do que o amor que assim se inclina, desce, se torna dependente. A glória do verdadeiro Deus torna-se visível quando se abrem os nossos olhos do coração diante do curral de Belém. A narração do Natal feita por São Lucas, que acabamos de ouvir no texto evangélico, conta-nos que Deus levantou um pouco o véu do seu encobrimento primeiro diante de pessoas de condição muito humilde, diante de pessoas que habitualmente eram desprezadas na grande sociedade: diante dos pastores que, nos campos ao redor de Belém, guardavam os animais. Lucas diz-nos que estas pessoas «velavam». Nisto podemos ouvir ressoar um motivo central da mensagem de Jesus, na qual volta, repetidamente e com crescente urgência até ao Jardim das Oliveiras, o convite à vigilância, a permanecer acordados para nos darmos conta da vinda do Senhor e estarmos preparados para ela. Por isso, também aqui talvez a palavra

signifique algo mais do que o simples estar externamente acordados durante as horas noturnas. Eram pessoas verdadeiramente vigilantes, nas quais estava vivo o sentido de Deus e da sua proximidade; pessoas que estavam à espera de Deus e não se resignavam com o aparente afastamento d’Ele na vida de cada dia. A um coração vigilante pode ser dirigida a mensagem da grande alegria: esta noite nasceu para vós o Salvador. Só o coração vigilante é capaz de crer na mensagem. Só o coração vigilante pode incutir a coragem de pôr-se a caminho para encontrar Deus nas condições de uma criança no curral. Peçamos ao Senhor para que nesta hora nos ajude, a nós também, a tornarmo-nos pessoas vigilantes. São Lucas narra-nos ainda que os próprios pastores ficaram «envolvidos» pela glória de Deus, pela nuvem de luz, encontravam-se dentro do resplendor desta glória. Envolvidos pela nuvem santa ouvem o cântico de louvor dos anjos: «Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens por Ele amados». E quem são estes homens por Ele amados senão os pequenos, os vigilantes, aqueles que estão à espera, esperam na bondade de Deus e procuramNo olhando para Ele de longe? Nos Padres da Igreja, é possível encontrar um comentário surpreendente ao cântico com que os anjos saúdam o Redentor. Até àquele momento – dizem os Padres – os anjos tinham conhecido Deus na

grandeza do universo, na lógica e na beleza do cosmos que provêm d’Ele e O refletem. Tinham acolhido por assim dizer o cântico de louvor mudo da criação e tinham-no transformado em música do céu. Mas agora acontecera um fato novo, até mesmo assombroso para eles. Aquele de quem fala o universo, o próprio Deus que tudo sustenta e traz na sua mão, Ele mesmo entrara na história dos homens, tornaraSe um que age e sofre na história. Do jubiloso assombro suscitado por este fato inconcebível, por esta segunda e nova maneira em que Deus Se manifestara – dizem os Padres – nasceu um cântico novo, tendo o Evangelho de Natal conservado uma estrofe para nós: «Glória a Deus no mais alto dos céus e paz na terra aos homens». Talvez se possa dizer, segundo a estrutura da poesia hebraica, que este versículo nas suas duas frases diz fundamentalmente a mesma coisa, mas duma perspectiva diversa. A glória de Deus está no alto dos céus, mas esta sublimidade de Deus encontra-se agora no curral, aquilo que era humilde tornou-se sublime. A sua glória está sobre a terra, é a glória da humildade e do amor. Mais ainda: a glória de Deus é a paz. Onde está Ele, lá está a paz. Ele está lá onde os homens não querem fazer, de modo autônomo, da terra o paraíso, servindo-se para tal fim da violência. Ele está com as pessoas de coração vigilante; com os humildes e com aqueles que correspondem à sua elevação, à elevação da

humildade e do amor. A estes dá a sua paz, para que, por meio deles, entre a paz neste mundo. O teólogo medieval Guilherme de S. Thierry disse uma vez: Deus viu, a partir de Adão, que a sua grandeza suscitava no homem resistência; que o homem se sente limitado no ser ele próprio e ameaçado na sua liberdade. Portanto Deus escolheu um caminho novo. Tornou-Se um Menino. Tornou-Se dependente e frágil, necessitado do nosso amor. Agora – diz-nos aquele Deus que Se fez Menino – já não podeis ter medo de Mim, agora podeis apenas amar-Me. É com tais pensamentos que, esta noite, nos aproximamos do Menino de Belém, daquele Deus que por nós quis fazer-Se criança. Em cada criança, há o revérbero do Menino de Belém. Cada criança pede o nosso amor. Pensemos, pois, nesta noite de modo particular também naquelas crianças às quais é recusado o amor dos pais; nos meninos da rua que não têm o dom de um lar doméstico; nas crianças que são brutalmente usadas como soldados e feitas instrumentos da violência, em vez de poderem ser portadores da reconciliação e da paz; nas crianças que, através da indústria da pornografia e de todas as outras formas abomináveis de abuso, são feridas até ao fundo da sua alma. O Menino de Belém é um renovado apelo que nos é dirigido para fazermos tudo o que for possível a fim de que acabe a tribulação destas crianças; para fazermos tudo o que for possível a fim de que a luz de Belém toque os corações dos homens. Somente através da conversão dos corações, somente através de uma mudança no íntimo do homem se pode superar a causa de todo este mal, pode ser vencido o poder do maligno. Somente se mudarem os homens é que muda o mundo e, para os homens mudarem, precisam da luz que vem de Deus, daquela luz que de modo tão inesperado entrou na nossa noite. Veja a homilia na íntegra em www.vatican.va


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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)

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TESTEMUNHO

Fui traficante e drogado. Hoje sou Sacerdote da Igreja Ivan Filipovic se mudou para a Alemanha com 18 anos. Tinha ânsia pela liberdade embora não soubesse o que ela significava e acabou traficando e drogando-se com heroína. “Dormia nos melhores hotéis, trocava de carros e de garotas quando queria”, confessa Ivan. Até que foi a Medjugorje. Ivan Filipovic foi chefe do narcotráfico em Frankfurt, Alemanha durante cerca de sete anos. Hoje, com quarenta anos é sacerdote católico. Sua incrível história pode ser encontrada no livro “Medjugorje” (editora Libros Livres). Abaixo transcrevemos um pequeno trecho: – Padre Ivan, pode nos contar algo da sua vida? Desde pequeno fui um rebelde que andava em busca da “liberdade”. Nunca pude aceitar uma maneira normal de viver. Escola, faculdade, mulher, filhos, trabalho, carreira, férias na praia… me parecia muito pouco. Assim saí de casa muito cedo. Aos dezoito anos fui para a Alemanha em busca desta liberdade que tanto ansiava. – O que esperava na Alemanha ? A princípio nada, somente aventura. Ali conheci o mundo do crime, o mundo do dinheiro e a prostituição. Digamos que tudo o que o mundo oferece hoje. Muito rapidamente prosperei nas ruas. Com dezoito anos já ganhava muito dinheiro para viver. – De que maneira ? Eu comecei a mexer com drogas. Este dinheiro eu gastava em clubes privados e em uma vida que talvez muitas vezes os jovens sonhem em ter porque viram muitos filmes americanos. Eu dormia nos melhores hotéis, mudava de carros e de garotas quando queria. – Quando começou a se drogar ? Com quatorze ou quinze anos provei alguma droga leve. Mas foi quando comecei a vender heroína que comecei eu mesmo a tomá-la. E lhes digo que a heroína é a ruína. – Fale-me de sua ruína Quando me drogava, não fiquei em condições de trabalhar em nada mais. Era o meu estilo de vida. Música, concertos, clubes… eu tinha o meu mundinho… Mas logo chegou o fim de tudo isto. Eu tinha 25 anos e estava muito cansado da vida. Minha família sabia que eu me drogava.

Eu tinha todo o corpo marcado, sabe? Não tinha mais veias, e hoje, quinze anos depois, continuo sem tê-las. – Conte-me sobre sua família – Tenho dois irmãos que estiveram na guerra no meu país (Iugoslávia). Uma noite em que eu estava totalmente drogado, um deles se aproximou de mim e me disse: “Ivan, joga essas pílulas fora, tome um rifle e venha comigo para a guerra. Uma vez que você vai matar, pelo menos, morra como um homem”. Certo, então tirei todo o lixo que eu tinha e o joguei fora. Foi nesse momento em que eu decidi fazer algo com minha vida e entrei na Comunidade Cenácolo, uma comunidade de escola de vida em que os rapazes abandonam a droga através do trabalho e da oração. É Cristo que nos cura, não há nenhum substituto ou medicamentos. – Como conheceu a comunidade Cenácolo? Tínhamos um primo que estava vivendo na casa que a comunidade tem em Medjugorje. No início entrei para descansar. Ficar alguns meses. Então conheci irmã Elvira, a fundadora da comunidade. – Quando se conheceram? – Quase dois meses depois de entrar na Comunidade, precisamente, na capela da casa de Medjugorje, onde tinha ido em peregrinação. Irmã Elvira deu uma catequese. – O que aconteceu nesta catequese? “Em um determinado momento ela nos perguntou quem queria ser bom. Todos ao meu redor levantaram suas mãos, mas eu não consegui. Fiquei tão impressionado com a Irmã Elvira que não tive coragem de mentir e naquela noite não dormi. Eu chorei a noite toda. Saiu muita raiva, muita amargura. Naquela noite eu decidi que queria fazer o programa da comunidade até o final. Eu acreditei na irmã Elvira. Eu finalmente encontrei uma pessoa em quem acreditar. – Algo de muito forte ela teve que fazer ou dizer para que uma pessoa como você, dissesse que aquela freira italiana fosse a primeira pessoa no mundo em que você acreditasse de verdade. Irmã Elvira disse naquela tarde que nós não sabíamos quem éramos, e isto me machucou. Eu

me lembro que pensei: Esta freira o que diz? Eu tenho 26 anos, como eles não sabem quem eu sou? “Ela disse que só então saberíamos quem somos, se tivéssemos a coragem de nos ajoelharmos diante de Jesus na Eucaristia. Então eu passei a noite em lágrimas e no dia seguinte, fui à capela e disse: “Se é verdade o que a irmã diz, que eu não sei quem eu sou, e se é verdade que você está vivo na Eucaristia, eu realmente quero saber a verdade sobre mim, sobre quem eu sou.” E posso dizer que, a partir daquele dia, com a ajuda de Jesus, comecei a olhar em meu coração e eu comecei a ver muitas coisas que não queria ver. Minhas mentiras, as injustiças, a sabedoria da rua que tinha acumulado ao longo dos anos. Eu me lembro quando eu via as minhas fraquezas. Eu estava muito triste. Eu sentia um forte arrependimento e dizia: “Jesus, eu não quero ser assim, perdoeme, ajuda-me”, e vivia a experiência do perdão de joelhos, tão fortemente que muitas vezes vinham com lágrimas, com sentimentos e pensamentos que vinham do coração. Eu aprendi que a oração não é apenas o que me ensinaram nas aulas de religião. Eu aprendi que através da Verdade diante mim mesmo, através do arrependimento, eu estava vivendo o perdão de Deus. Eu fui perdoado e amado por Deus. Compreendi que a oração influi na vida. Que a oração tem muita influência no meu relacionamento com as pessoas ao meu redor, e eu acreditei na oração. Acreditei neste Deus que tocou o meu coração. – Foram realmente curadas todas as feridas de sua vida passada? – A droga é um drama da vida. Na comunidade podem-se viver grandes experiências espirituais, mas a droga ainda é um grande drama. A droga torna o homem muito frágil. Digo-vos um

exemplo. Quando eu tinha quatro anos na comunidade e muita experiência espiritual acumulada, Irmã Elvira me permitiu começar os estudos e fui para Pisa. Eu fui de trem para lá e quando eu desci do trem em Pisa, em dois minutos eu tinha uma imagem clara da estação. Eu reconhecia tudo. Eu reconheci a polícia civil, prostitutas e cafetões que as vigiavam, traficantes de drogas, os que buscavam drogas e os que não tinham dinheiro para comprá-las e precisavam roubar. Tudo isso em dois minutos. Tinha quatro anos fora do mundo, mas apenas dois minutos foram suficientes para ver tudo, porque em toda minha vida, expressões faciais, os olhos, a maneira que as pessoas fumavam, os movimentos, os passos… tudo foi memorizado profundamente em meu interior. Então eu percebi o quão frágil eu era, porque todo o meu passado estava memorizado. Eu acho que aí está a fragilidade de um viciado. Nós aprendemos como escapar dos problemas, como escapar da cruz em um mundo ilusório. Nós memorizamos a sensação da cocaína, lembramos o que significa ter relações sexuais livremente com uma mulher… tudo o que está em nós e que é a fragilidade de um viciado. E apesar de todas as minhas experiências espirituais, essa vulnerabilidade ainda existe. É por isso que eu digo que o viciado não pode agir como um homem “normal”. Todo homem precisa de Deus. O homem sem Deus, com o tempo não é um homem, é um animal. E o viciado precisa mais de Deus do que outros. Portanto, Deus respondeu às necessidades dos homens com uma comunidade como esta. Através desta comunidade, Deus desceu para acolher os últimos, e só Ele é capaz disto, de passar pelo nosso passado e transformar as trevas em luz, o desespero em esperança, a tristeza em alegria. Através da oração, eu me reconciliei com o meu passado. Hoje, quando penso nos acontecimentos do meu passado, eu tenho paz. Não há mais emoção, não há impulsos negativos, nenhum desconforto, nenhuma vergonha, e estes impulsos não são grandes e fortes. Só há paz, porque Deus atravessou tudo isto através do sacramento da Confissão. Eu me reconciliei com o meu passado, Ele transformou

as trevas em luz. Hoje, meu passado é uma riqueza onde eu retiro a sabedoria para ajudar as pessoas que estão neste caminho.. – Então, faz sentido a cruz de Cristo? – Sim, eu vejo assim. Mas eu não sou tolo. A droga é uma desgraça e um mal. Eu nunca poderia voltar ao passado, no entanto, Deus é muito grande. Deus sabe voltar e acolher o último marginalizado. E se você deixar, Ele pode passar pela sua vida, apesar de tão difícil e dramática que seja. Ele pode mudar tudo isso em luz. – Quando foi ordenado sacerdote? – Em 2004, quando tinha dez anos na comunidade. – Como ocorre a mudança de um viciado em drogas até o sacerdócio? – A isso não posso dar uma resposta sem mencionar o nome de Jesus. – Você, em todos estes anos, conheceu bem Medjugorje. O que você pode nos dizer? – Acho que justamente ali aconteceu o primeiro marco na minha vida. Foi quando eu decidi ficar dentro da comunidade. Toda vez que eu ia para a comunidade em Medjugorje, não voltava de mãos vazias. Sempre voltava com um coração cheio de esperança, de fé. Irmã Elvira sabia sobre essas coisas e eu acho que é por isto que me enviava sempre a Medjugorje. Agora vou a Medjugorje todos os anos acompanhando peregrinações, e nunca retorno de Medjugorje sem levar algo comigo. É difícil explicar, mas a Virgem Maria está ali perto de você e te ajuda a viver estas coisas. Então, devo dizer também como sacerdote, que em nenhum lugar no mundo se confessa tão bem quanto em Medjugorje. Em nenhum lugar do mundo, eu encontrei pessoas tão sinceras e abertas no momento da confissão. – Por que ? – O mais provável é que seja o resultado da presença da Virgem Maria. As pessoas A sentem! Não se trata de quão grandes ou pequenos sejam os seus pecados. Se trata de que com que fervor e com que verdade as pessoas se confessam ali, com que humildade e com que arrependimento. Traduzido por Gabriel Paulino Fonte: http:// blog.comshalom.org/carmadelio


“... Unidos de Coração...” (At 2,46)

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ORAÇÃO

MILAGRES E SINAIS

Ato de Veneração à Imaculada

A Ausência do Milagre de São Januário

PAPA FRANCISCO Ó Maria, Nossa Mãe Imaculada, no dia da tua festa venho a ti, e não venho sozinho: trago comigo todos aqueles que o teu Filho me confiou, nesta Cidade de Roma e no mundo inteiro, para que Tu os abençoes e salves dos perigos. Trago-te, Mãe, as crianças, especialmente quantas estão sozinhas, abandonadas, e que por isso são enganadas e exploradas. Trago-te, Mãe, as famílias, que mantêm a vida e a sociedade com o seu compromisso diário e escondido; de modo particular as famílias que têm mais dificuldade devido a tantos problemas internos e externos. Trago-te, Mãe, todos os trabalhadores, homens e mulheres, e confio-te sobretudo quem, por necessidade, se esforça por desempenhar um trabalho indigno e quem perdeu o trabalho ou não o consegue encontrar. Temos necessidade do teu olhar imaculado para voltar a ter a capacidade de ver as pessoas e as coisas com respeito e reconhecimento, sem interesses egoístas nem hipocrisias. Temos necessidade do teu Coração imaculado, para amar de maneira gratuita, sem segundos fins, mas procurando o bem do próximo, com simplicidade e sinceridade, renunciando às máscaras e aparências. Temos necessidade das tuas mãos imaculadas, para acariciar com ternura, para tocar a carne de Jesus nos irmãos pobres, doentes, desprezados, para levantar quem caiu e sustentar quantos vacilam. Temos necessidade dos teus pés imaculados, para ir ao encontro de quem não sabe dar o primeiro passo, para caminhar pelas veredas de quantos se perderam, para ir encontrar as pessoas sozinhas. Agradecemos-te, ó Mãe, porque mostrando-te a nós livre de todas as manchas de pecado, Tu nos recordas que antes de tudo há a graça de Deus, há o amor de Jesus Cristo que entregou a vida por nós, há o vigor do Espírito Santo, que tudo renova. Faz com que não cedamos ao desânimo mas, confiando no teu auxílio constante, nos comprometamos até ao fundo para nos renovarmos a nós mesmos, esta Cidade e o mundo inteiro. Intercede por nós, Santa Mãe de Deus! Roma, 8 de dezembro de 2016 Fonte: www.vatican.va

Venerado desde o século V, o milagre da liquefação de seu sangue é documentado desde os anos 1400, acontecendo, desde então, periodicamente. O milagre costuma ocorrer todos os anos nas seguintes datas: - 19 de setembro (festa de São Januário); - 16 de dezembro (quando se recorda a erupção do Vesúvio, de 16 de dezembro de 1631, quando o santo impediu que as lavas do vulcão entrassem em Nápoles) - o sábado anterior ao primeiro domingo de maio (aniversário da primeira transladação de seu corpo.) As datas da liquefação do sangue de São Januário são celebradas com grande pompa e esplendor. As relíquias são expostas ao público, e se a liquefação não se verifica imediatamente, iniciamse preces coletivas. Se o milagre tarda, os fiéis convencem-se de que a demora se deve aos seus pecados. Rezam então orações penitenciais, como o salmo “Miserere”. Quando o milagre ocorre, o Clero entoa um solene Te Deum, a multidão irrompe em vivas, os sinos repicam e toda a cidade rejubila. A liquefação do sangue produz-se espontaneamente e o sangue passa do estado pastoso ao fluido. Trata-se verdadeiramente de sangue humano, comprovado por análises espectroscópicas. Em 21 de março de 2015, dia incomum para a ocorrência do fenômeno, os restos sanguíneos do padroeiro de Nápoles se dissolveram à vista do Papa Francisco. Agora, no último dia 16 de dezembro, o que causou estranheza mundo afora foi justamente a ausência do milagre. A falta do milagre sempre esteve ligada a momentos nefastos da história da cidade: em setembro de 1939 e 1940, datas do início da Segunda Guerra Mundial e da entrada da Itália na guerra;

em setembro de 1943, durante o início da ocupação nazista; em 1973, quando Nápoles foi atingida por uma epidemia de cólera; e, em 1980, por fim, ano em que se deu um terremoto de alta magnitude em Irpínia. Quanto à chave de interpretação com que devemos ler esse milagre (ou, no caso, a ausência dele), é a reação dos próprios fiéis napolitanos que nos ensina: “Se o milagre tarda, os fiéis convencem-se de que a demora se deve aos seus pecados”. É a luta contra os nossos pecados, portanto, o que nos deve preocupar de modo especial ao sabermos que São Januário não quis operar o seu costumeiro milagre diante do povo de Nápoles. Mais do que traçar conjecturas sobre o que acontecerá no mundo, mais do que perguntar que tipo de desgraça pode se abater sobre a humanidade, o momento presente pede oração e penitência. E essa é a mensagem não apenas do sangue de San Gennaro ou da aparição de Nossa Senhora em Fátima, cujo centenário está às portas, mas de toda a revelação cristã. “Se não vos converterdes”, afinal, diz o próprio Senhor, “perecereis todos do mesmo modo” (Lc 13, 3). Essas palavras são muito sérias. O cristianismo é coisa muitíssimo séria. Mas, pelo visto, poucos de nós estão dispostos a emendar-se de vida e atender aos apelos que o próprio Céu nos

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tem feito com tanta insistência, especialmente nas últimas décadas. Nossos pecados se multiplicam indefinidamente, levandonos para longe da presença de Deus, como mostrou a Virgem de Fátima aos três pastorinhos, e nós ficamos a pensar em que tipo de catástrofe se irá suceder aqui ou acolá, este ano ou ano que vem, preocupados com desastres físicos e materiais. Quando vamos acordar e perceber que a pior tragédia de todas se chama perdição das almas e já está acontecendo há muito tempo? Quando vamos abrir os olhos da fé, afinal, para enxergarmos o mundo sobrenatural à nossa volta e tomarmos então consciência verdadeira da situação em que nos encontramos? Repitamos com o venerável bispo norte-americano Fulton Sheen uma verdade mais do que necessária para tempos conturbados como os nossos: “Se as almas não forem salvas, nada se salvará”. As almas, cuja salvação sempre foi a lei suprema da Igreja, as almas cujo preço foi o próprio sangue de Cristo derramado na Cruz: são elas a nossa meta, porque são elas a meta de Deus! Que eventos como o milagre de São Januário — ou o silêncio de São Januário — sirvam para lembrar-nos desta realidade e ressuscitem aqueles que estão na morte do pecado para a vida sobrenatural da graça. Adaptado de https:// padrepauloricardo.org/blog

CANTINHO DE SÃO FRANCISCO

São Francisco e o Natal – São Francisco celebrava com inefável alegria, mais do que as outras solenidades, o Natal do Menino Jesus, afirmando que é a festa das festas, em que Deus, tornando-se criança pequenina, dependeu de peitos humanos. – Beijava com profunda devoção as imagens do Menino, e a compaixão por ele derretia seu coração, fazendo-o até mesmo balbuciar palavras de doçura a modo das crianças.

– Francisco queria que, no dia do Natal, os pobres e famintos fossem saciados pelos ricos e que, aos bois e burros, fossem concedidos ração e feno mais do que de costume. – Dizia: “Se eu pudesse falar com o Imperador, pediria que se fizesse uma lei geral para que todos aqueles que podem atirem pelas ruas trigo e grãos, a fim de que, no dia de tão grande solenidade, os pássaros tenham fartura, principalmente as irmãs cotovias”.

– Saibam, caros filhos, que a pobreza (do Menino Jesus e de sua Mãe), a simplificação voluntária da vida em prol da solidariedade é o caminho especial para a felicidade plena”. – O nome de Jesus Menino era para ele como o mel e o favo na boca. (Frei Tomás de Celano, Livro II da Vida de São Francisco, n. 199, 1-8) Fonte: www.franciscanos.org.br


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“Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5)

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FORMAÇÃO

COMUNIDADE ÂMI

Veneração de Imagens ACUSAÇÃO: “Os católicos praticam a idolatria, fazendo e adorando imagens, o que Deus proíbe na Bíblia, dizendo: “Não farás para ti escultura alguma do que está em cima nos céus ou abaixo sobre a terra, ou nas águas, debaixo da terra” (Ex 20, 4)”. RESPOSTA: ”O mesmo Deus no mesmo livro do Êxodo manda Moisés fazer dois querubins de ouro e colocá-los por cima da arca da aliança (Ex 25, 18-20). Manda, também, fazer uma serpente de bronze e colocá-la por cima duma haste, para curar os mordidos pelas serpentes venenosas (Nm 21, 8-9). Manda, ainda, a Salomão enfeitar o Templo de Jerusalém com imagens de querubins, palmas, flores, bois e leões (I Reis 6, 23-35; 7, 29). Seria uma blasfêmia considerar Deus como incoerente, já que num lugar da Bíblia manda fazer imagens, esquecido que no outro lugar o teria proibido! Ora, os primeiros cristãos martirizados aos milhares por que se recusaram a adorar imagens de deuses falsos, estudaram a Bíblia com mais atenção e respeito. Eles não tiravam esses trechos proibitivos de seu contexto e, comparando-os com outros, ficaram convecidos de que Deus proíbe apenas fazer imagens de deuses falsos e adorá-los, - como o faziam os vizinhos pagãos, - mas Ele não proíbe fazer outras imagens. Eis o verdadeiro sentido desta proibição bíblica, no seu contexto: “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de minha face. Não farás para ti escultura alguma do que (daqueles falsos deuses, que na errada imaginação dos pagãos) está acima dos céus, ou abaixo sobre a terra, ou nas

águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles e não lhes prestará culto, (à imitação dos pagãos). (Ex 20, 2-5) Esta proibição, intencionada por Deus, repete-se em vários lugares da Bíblia, como por exemplo “Não adores nenhum outro Deus” (Ex 34,14) ou “Não farás para ti deuses fundidos” (Ex 34,17). Por isso os primeiros cristãos pintaram nas catacumbas muitas imagens das cenas bíblicas do Antigo e Novo Testamento, e legaram, para a veneração dos séculos posteriores, as imagens de Cristo-Sofredor, na toalha de Verônica e no sudário sepulcral, guardado em Turim, na Itália. Alguns santos dos primeiros séculos afirmavam que as imagens da Bíblia, da Via Sacra, de Jesus crucificado e dos santos são o único “livro” que também os pobres e analfabetos entendem e aproveitam. Isso vale, ainda hoje, para milhares de pessoas. O sentido da veneração das imagens, segundo a tradição dos Apostólos, está resumido nesta bênção de imagens do Ritual Católico: “Deus eterno e todo-poderoso, não reprovais a escultura ou a pintura das imagens dos santos, para que à sua vista possamos meditar os seus exemplos e imitar as suas virtudes. Nós vos pedimos que abençoeis e santifiqueis esta(s) imagem(ns), feita(s) para recordar e honrar o vosso Filho Unigênito e nosso Senhor Jesus Cristo (ou: o(s) Santos NN). Concedei a todos os que diante dela(s) desejarem venerar e glorificar o vosso Filho Unigênito (ou: o(s) Santos NN), que por seus merecimentos e intercessão, alcancem no presente a vossa graça e, no futuro, a glória eterna. Por Cristo, nosso Senhor. Amém”

Do livro “RESPOSTAS DA BÍBLIA”, Pe. Vicente Wrosz, SVERDI N.R.: Se todas as imagens fossem proibidas, então portar documentos com foto seria idolatria!

Informativo da Comunidade Âmi - JANEIRO.2017

NATAL DOS CARENTES MINISTÉRIO DA ASSISTÊNCIA

No dia 03 de Dezembro a Comunidade AMI festejou o natal junto com dezenas de famílias assistidas pela Comunidade. Iniciando com a santa missa, depois almoço, brincadeiras, brindes, presentes, corte de cabelo e distribuição de cestas básicas.

NATAL DA COMUNIDADE ÂMI

No dia 10 de dezembro comemoramos o Natal na Comunidade Âmi. Com a presença de membros da Comunidade e seus familiares. Foi uma festa alegre, início com a Santa Missa presidida pelo padre Mário da paróquia São Marcos. Houve sorteio de brindes e canto de parabéns para Jesus.

NO GRUPO DE ORAÇÃO NA IGREJA SANTO ESTANISLAU Dia 15 de dezembro, quinta-feira, último grupo de oração do ano de 2016. Tivemos adoração ao Santíssimo e presépio vivo representando José e Maria. Cada pessoa recebeu uma vela que era

acesa pelas velas de José ou Maria. Cantamos noite feliz com as luzes apagadas, somente com as velas acesas. Foi muito lindo. FELIZ NATAL! Irma de Fátima

SEJA UM COLABORADOR NA EVANGELIZAÇÃO DA COMUNIDADE ÂMI!!! AJUDE NA CONSTRUÇÃO DO CENTRO DE EVANGELIZAÇÃO ELIUD JOSÉ BORGES!!! Agência: Caixa Ec. Fed. 0377 Op:003 c/c 1475-9 (Conta Corrente) Agência: Caixa Ec. Fed. 0377 Op:013 c/p 115219-2 (Conta Poupança)

ANIVERSARIANTES - JANEIRO.2017 A TODOS OS ANIVERSARIANTES DESEJAMOS MUITA, PAZ E ALEGRIA! PARABÉNS!!!! Iza Honorato Pedro ....................................................... 01 Maria Helena Amaral Remer ............................................ 05 Ester Casini Marangoni ................................................ 09 Rosa Ivete Piska ............................................................ 13 Maria Aldenice A. Correia ........................................... 15 Valéria Beatriz Haluck .................................................. 16 Justina Pereira da Luz .................................................. 27 Jacira Alves Marinho Borges ....................................... 29 Eleidi Reinhardt ............................................................ 30


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