2 2
Edição 06-2018
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
JORNAL DA BARREIRINHA
12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 Daiane Estevão 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234 12345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234
Editorial
EDIÇÃO JUNHO.2018
Caso de vida ou... onta-se que certa vez, um homem caiu num buraco escuro e tentou por diversas vezes se agarrar nas laterais a procura de algum relevo que pudesse servir de apoio para poder escapar dali. Tentou até cansar. Um outro homem que tinha caído no mesmo buraco pouco tempo antes, tocou no ombro do rapaz que até então pensava
C
estar só - e num salto de pavor, pensando ser um fantasma conseguiu sair do buraco em apenas um salto. Essa cômica história ilustra exatamente como funciona a motivação. Ter alguém nos motivando, incentivando, nos lembrando, funciona como um combustível para nos mover a fazer algo necessário. Nessa edição nós do Jornal da
Barreirinha queremos lhe incentivar a ler o texto do Dr. Armando Salvatierra (pediatra e médico de adolescentes), que escreve sobre um dos maiores assuntos da atualidade, a volta do sarampo. Que esse texto nos sirva de motivação para buscarmos na vacina a prevenção contra essa terrível doença que voltou a ser uma ameaça.
JORNAL DA BARREIRINHA
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
Edição 06-2018
3
4 2
Edição 06-2018
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
JORNAL DA BARREIRINHA
Paraná tem o melhor desempenho do país em captação e transplante de órgãos última edição do Registro Brasileiro de Transplantes, divulgada nesta terça-feira (30), destacou o *Paraná como o melhor Estado do país em captação de órgãos*. No final do ano passado, na mesma publicação da *Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos* (ABTO), o Paraná já ocupava o *1° lugar* no indicador de desempenho no quesito *transplantes*. Segundo o ex-secretário estadual da Saúde, *Michele Caputo Neto*, os dados mostram a verdadeira revolução feita no setor durante nos últimos sete anos e que deu prioridade absoluta à área de transplantes. “Em 2011, pegamos o Estado no humilhante 9° lugar no ranking de doação de órgãos. Algo inadmissível para um Estado como o Paraná. Por isso, tínhamos a obrigação moral de reverter este quadro e colocar o Paraná na posição em que a gente merece”, comemora Michele Caputo. Conforme o balanço divulgado nesta terça, o Paraná alcançou a taxa de 44,2 doações efetivas por milhão de habitantes. Um crescimento de 426% em relação ao índice de 2010, que foi de 8,4 doações/milhão de habitantes.
A
FRENTE DE TODOS Com isso, o Paraná fica muito à frente do segundo colocado que é Santa Catarina (33,7). Em seguida vêm os estados do Ceará (29,7), Acre (24,1), Distrito Federal (23,7), Rio Grande do Sul (23), São Paulo (22,8), Mato Grosso do Sul (16,2), Goiás (15,3) e Roraima (15,3).
SISTEMA ESTADUAL
“Nosso desempenho é comparável aos melhores países do mundo em captações de órgãos”, lembra Michele Caputo. No período, entre janeiro e março/2018, o Paraná registrou 214 transplantes de córneas, 148 de rim - taxa de 52,3, a maior entre os estados, 83 de fígado, um de coração e um de pâncreas. “Hoje, com a divulgação deste resultado, vemos que nossa missão foi exitosa. Tenho muito orgulho de ter deixado a Secretaria com o Paraná em primeiro lugar. Isso tudo salvou milhares de vidas”, ressalta Michele Caputo, que deixou o cargo em abril para ser pré-candidato à deputado estadual. Em sete anos, a fila de espera por um órgão caiu drasticamente no Paraná. Atualmente, 1.207 pessoas aguardam por um transplante no Estado. Em 2010, mais de 3,3 mil pacientes estavam cadastrados nesta lista.
Segundo Michele Caputo, o grande diferencial foi o processo de reorganização do sistema estadual de transplantes, tendo em vista a solidariedade do paranaense. “Fizemos de tudo para transformar essa solidariedade das pessoas em vidas salvas. Por isso, investimos pesado na capacitação das equipes e na organização do serviço aeromédico, que agilizou muito o transporte de órgãos e equipes transplantadoras”, explicou. Ao todo, quatro bases de helicóptero foram implantadas em Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa. A base de Curitiba também foi reforçada. Além disso, em uma das primeiras ações do então governador Beto Richa, a frota de aviões do Estado foi liberada para ficar à disposição das demandas da saúde. Já são mais de 8 mil missões aéreas, entre transporte de pacientes e órgãos para transplantes. Além dos órgãos, tecidos como a córnea, pele, ossos, valvas cardíacas e tendões também podem ser doados. Todas as doações são feitas por meio do Sistema Estadual de Transplantes, encarregado pela coordenação e gerenciamento da fila de quem espera por um órgão no Paraná. No Brasil, a doação de órgãos depende do consentimento da família, e é com isso que as comissões de doação de órgãos trabalham dentro dos hospitais. Após a detecção da morte encefálica no paciente, essas equipes são responsáveis pelo processo de acolhimento da família e também da oferta para a doação de órgãos do paciente.
JORNAL DA BARREIRINHA
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
Edição 06-2018
5
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 Armando Salvatierra é médico pediatra e de adolescentes. Há anos trabalha em nossa 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 região e colabora mensalmente com artigos de utilidade pública ao Jornal da Barreirinha 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678
Saúde
VACINA DO SARAMPO Doença antiga voltando stamos nos últimos dias preocupados com as notícias de que o sarampo, doença das mais antigas que parecia controlada no Brasil está voltando. Eu que conheci e acompanhei o tratamento de muitos pacientes tive calafrios, pois ainda me lembro como se fosse hoje os casos graves de encefalite, pneumonias causadas por esta severa doença. O que está acontecendo? Ou melhor, o que aconteceu com o Programa do Ministério de Saúde (que até ajudei a elaborar na década de 80) cujo lema era: "Erradicação do sarampo até o ano 2 mil?" Há notícias de que pessoas influentes no mundo da medicina, prontamente seguidas por leigos que sem base científica nenhuma condenaram a vacina comprometendo as coberturas vacinais de uma doença que tinha tudo para ser erradicada. No dia 19 de fevereiro a Organização Mundial de Saúde (OMS) constatou que, de 2016 para 2017, o número de casos de sarampo quadruplicou na Europa. Foram exatos 21315 casos diagnosticados, com 35 óbitos. Muito certamente este aumento do número de casos deveu-se à diminuição da cobertura vacinal. A entrada por Venezuela, pais que passa há anos por conflito social, político e econômico era questão de tempo. Em nosso país que de fato não tínhamos casos autóctones e somente importados até os primeiros anos do início deste século, essa corrente que renega as vacinas se espalhou no nosso meio, fazendo que nossas coberturas pelas vacinas que eram acima de 80% caíssem a níveis perigosos, daí esses focos em alguns estados ameaçam com o retorno desta temível enfermidade, com risco até de epidemias.
E
O Sarampo é uma doença infecciosa grave, extremamente contagiosa, que pode evoluir com complicações e até o óbito. Este cenário epidemiológico impõe a necessidade de manutenção de altas e homogêneas coberturas vacinais e constante vigilância epidemiológica, mesmo em países onde não há mais circulação do vírus. A presença do vírus em nosso território reforça a necessidade de esforços no sentido da vigilância epidemiológica ativa (notificação de casos suspeitos idealmente em 24 horas, investigação ágil, rápida), com bloqueio através da imunização e de ações para a homogeneização das coberturas entre crianças, adolescentes e adultos. A sustentabilidade da eliminação do sarampo, da rubéola e síndrome da rubéola congênita requer o compromisso de todos: médicos, outros profissionais da saúde, sistemas de vigilância epidemiológica, jornalistas, mídias, redes sociais, comunidade, incentivando cada um na sua área no sentido de expandir a mais de 95% nossa cobertura de vacinação. Não podemos baixar a guarda neste momento em que devemos exigir a participação de todos. O QUE É SARAMPO? PERÍODO DE INFECÇÃO: com duração de 3 dias, inicia o período que antecede, se caracteriza por febre, acompanhada de tosse produtiva, coriza, conjuntivite com fotofobia (medo da luz) e lacrimejamento. No final desse período podem ser visualizadas na boca as manchas vermelhas- máculas como grãos de areia com halo vermelho, fundo escarlate (vermelho) difuso e que desaparecem
24-48h após o início do exantema (lesões na pele). No 4º dia surge o exantema (exantema na pele de coloração vermelha, iniciando na região retroauricular atrás da orelha-, de caráter descendente), que em 3 dias atinge todo o corpo, concomitante com a piora do quadro de prostração (a pessoa fica de cama, vulnerável). PERÍODO TOXÊMICO (PESSOA ESTÁ REALMENTE MAL): nessa fase, a ocorrência de superinfecção viral ou bacteriana é facilitada pelo comprometimento da resistência do hospedeiro à doença. São frequentes as complicações, principalmente nas crianças até os 2 anos de idade e hoje até nos adultos jovens (daí ser objetos da vacina, também). Nem todos evoluem para complicações, no entanto, quando vem são geralmente graves: febre por mais de 3 dias após o aparecimento do exantema é um sinal de alerta e pode indicar o aparecimento de complicações, como infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e neurológicas, como a encefalite, que pode ocorrer mesmo após o 20º dia de doença. A panencefalite esclerosante subaguda (PESS) é uma doença neurodegenerativa fatal, rara, e que pode desenvolver 7 a 10 anos após a infecção por sarampo, caracterizada por deterioração intelectual, convulsões, mioclonias e evolui para descerebração espástica e morte. Não é minha intenção assustar, mas quem viveu a era do sarampo não gostaria de ter este horrendo replay. Há sim maneira de prevenir, vacinação: Vacinas disponíveis na rede pública, são utilizadas vacinas tríplices virais (sarampo, caxumba e rubéola) de três diferentes laboratórios produtores, de acor-
do com as recomendações de bula e do Programa Nacional de Imunizações (PNI): Fiocruz/Bio-Manguinhos, Serum Institute of India Ltda. e Glaxo Smith Kline Brasil Ltda. (GSK). Para crianças com menos de 5 anos, também está disponível a vacina tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) produzida pela GSK. Na rede privada, estão disponíveis as vacinas tríplices virais (sarampo, caxumba e rubéola) e tetra virais (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) de dois fabricantes: MSD e GSK. QUEM DEVE SE VACINAR, a intenção é elevar a cobertura vacinal para 95%. Crianças QUE NUNCA se vacinaram de 1 a 4 anos: duas doses, recomendamos 1ª dose aos 12 meses, 2ª dose aos 15 meses. 5 a 29 anos: (duas doses, com intervalo de 30 dias). 30 a 49 anos: uma dose. A VACINA É CONTRAINDICADA para gestantes e imunodeprimidos (converse com seu médico que orientará melhor) Todo caso SUSPEITO de sarampo dever ser avaliado por um médico e a NOTIFICAÇÃO deve ser imediata
6 2
Edição 06-2018
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
JORNAL DA BARREIRINHA
JORNAL DA BARREIRINHA
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
Edição 06-2018
7
1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678 1234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678901212345678901234567890123456789012123456789012345678901234567890121234567890123456789012345678
Almirante Tamandaré
Inaugurada unidade do SAMU em Almirante Tamandaré lmirante Tamandaré acaba de receber o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). A unidade foi construída e a inauguração do espaço e da ampliação da Central de Ambulância ocorreu nesta segunda-feira (18). Com um total de 258,29 metros quadrados, a obra custou R$ 447,6 mil (obra e mobiliário). A estrutura funciona atrás da Unidade de Saúde Sede, com acesso rápido a Rodovia dos Minérios e ao Contorno Norte. "O SAMU é a porta aberta para os hospitais da Grande Curitiba. Com ele, teremos mais facilidade para internar pacientes com traumatismos severos, sem termos que aguardar por vários dias a abertura de vagas da Central de Leitos do Paraná", lembrou o prefeito Gerson
A
Colodel. Estiveram também presentes na inauguração: o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame; a governadora Cida Borghetti; os deputados federais Luciano Ducci e Ricardo Barros; e os deputados estaduais Alexandre Curi, Rubens Recalcatti e Luiz Cláudio Romanelli.
O SAMU servirá Almirante Tamandaré, Itaperuçu, Rio Branco do Sul, Adrianópolis, Cerro Azul, Tunas do Paraná e Doutor Ulysses. A ideia é que Almirante Tamandaré seja a base dos municípios com uma ambulância alfa (de maior complexidade) para atender casos mais graves. Entretanto, outras ambulâncias ficarão em pontos estratégicos nas cidades de Rio Branco do Sul, Cerro Azul e Adrianópolis. NOVAS UNIDADES Durante a solenidade, foi anunciada a liberação da primeira parcela dos recursos na ordem de R$ 600 mil para a construção da Unidade Básica de Família (UBF) da Sede. Também foi assinado convênio para construção da unidade do Jardim Graziela.
PROCESSADORA O secretário de Estado da Saúde, Antonio Carlos Nardi, anunciou a liberação anunciou a autorização para convênio com o objetivo de aquisição de uma processadora de Raio X - que atenderá Almirante Tamandaré. SAMU O prefeito Gerson Colodel sancionou a lei que dá nome ao SAMU. O prédio público recebeu o nome de Osvaldo Luiz Trevisan - advogado, funcionário público municipal, morador do Mato Dentro, que morreu aos 55 anos. As irmãs de Osvaldo - Rosili (mãe do prefeito Gerson Colodel), Juvina e Margarida - prestigiaram o evento de inauguração da Unidade.
8 2
Edição 06-2018
Edição on-line: www.issuu.com/exceuni/docs/jornaldabarreirinha-edicao06-2018
JORNAL DA BARREIRINHA
Greca anuncia mais serviços integrados ao monitoramento da cidade O
prefeito Rafael Greca anunciou em visita ao Centro de Controle Operacional de Curitiba (CCO), a integração de novos serviços municipais ao sistema de monitoramento da cidade. A medida faz parte do projeto A Cidade que não Dorme. O Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU) e o departamento de Parques e Praças passarão a fazer parte do sistema que funciona 24 horas por meio do CCO. "Aqui é o embrião da Muralha Digital da cidade, mas de nada adianta todo o aparato tecnológico sem os olhos dos funcionários, que são a verdadeira inteligência desse trabalho, por isso vamos agregar mais áreas às equipes que hoje já estão no CCO”, disse Greca. Já estão ligados ao Centro de Controle a Superintendência Municipal de Trânsito (Setran), a Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) com o transporte público, a Guarda Municipal, as Secretarias Municipal do Urbanismo, da Comunicação Social e Meio Ambiente (Limpeza Pública) e a Fundação de Ação Social (FAS). "Vamos integrar ao CCO o que mais for necessário para somar aos olhos da cidade”, reforçou o prefeito.
além disso, pelo CCO também é possível avaliar imagens dos novos ônibus. Os biarticulados entregues em março e toda a nova frota de ônibus que será adquirida daqui para frente será equipada com câmeras internas. Acompanharam o prefeito na visita ao CCO o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto; o secretário Municipal da Defesa Social e Trânsito, Guilherme Rangel, a Superintendente Municipal de Trânsito, Rosangela Battistella, o secretário da Comunicação Social, Israel Reinstein, além de diretores da Urbs e da Guarda Municipal.
TEMPO REAL O Centro de Controle Operacional de Curitiba funciona atrás da Rodoferroviária e monitora em tempo real cruzamentos, semáforos, estações-tubo e terminais de ônibus, e as linhas de ônibus da capital paranaense. Nos próximos dias, a equipe de Comunicação Social do CCO começará a emitir boletins em audiovisual para Redes Sociais sobre as condições do trânsito e do transporte na cidade. O traba-
lho que já feito em forma de texto e fotos ganhará mais dinamismo, com imagens em tempo real.Os boletins contarão com informações das câmeras de monitoramento das ruas e do transporte público, como acidentes e congestionamentos, desvios de linhas de ônibus e outras que serão transmitidas para os cidadãos conectados às Redes Sociais. Atualmente são mais cerca de 500 câmeras que monitoram cruzamentos, estações-tubo e terminais em tempo real,