THGILTOPS
ESCOLA CONCEPT BRASIL
DESENVOVIMENTO DE LÍNGUAS
DESENVOLVIMENTO DE MENTES
COMO DESENVOLVER
U M A
M E N T A L ID A D E
M A T E M Á T IC A
UMA ABORDAGEM PARA APRENDER MATEMÁTICA ALÉM DOS ESPAÇOS FÍSICOS
Mentalidade matemática: como o aprendizado das habilidades matemáticas pode ser criativo e significativo A matemática pode ser facilmente percebida como uma disciplina na qual apenas há resposta certa ou errada, uma vez que a busca pela precisão pode ser compreendida como o caminho único para o resultado final de uma equação ou um cálculo simples. Mas e se eu lhe dissesse que a matemática tem tudo a ver com criatividade? E se começássemos a perceber a matemática como o campo de infinitas possibilidades? Na Escola Concept, nossos estudos sobre matemática são inspirados no trabalho de Jo Boaler, professora britânico de educação matemática na Stanford Graduate School of Education. Ela defende uma reforma no ensino da Matemática e acredita em uma abordagem equitativa, na qual não existiriam pessoas com "talento para matemática", mas na forte convicção de que todos são capazes de obter sucesso em Matemática, devido a plasticidade de nosso cérebro e de nossa capacidade de aprendizado se promovermos uma mentalidade de crescimento (observe que o trabalho dela está profundamente conectado aos estudos da psicóloga e pesquisadora americana Carol Dweck).
Mas, como podemos desenvolver um conhecimento profundo em matemática por meio dessa abordagem? E o que significa abordar a Matemática de maneira criativa? De acordo com Jo Boaler, é importante deslocar os estudos de Matemática da memorização de fórmulas únicos para chegar a uma resposta e investir na compreensão de como a intuição, a liberdade de pensamento, a matemática visual, a colaboração e o aprofundamento (no lugar da velocidade) podem levar a entendimentos mais significativos e contextualizados. Neste texto compartilhamos alguns exemplos de como a Escola Concept fez dos estudos um caminho criativo para uma mentalidade matemática por meio da criatividade e do aprendizado profundo.
Gamificar ou aprender brincando! 2º ano Ribeirão Preto
Depois de uma fase de exploração dos arredores de seus bairros, usando apps de localização e mapas virtuais, os estudantes do Grade 2 da Concept Ribeirão Preto construíram suas próprias maquetes em formato de jogo de tabuleiro. Eles também criaram regras e desafios para o jogo e apresentaram seu projeto aos colegas. Com essa experiência, os estudantes expandiram seus conhecimentos sobre formas geométricas como cubo, prisma retangular, pirâmide, cone, cilindro e esfera, relacionando-as a objetos no mundo físico. Eles também compararam as informações de pesquisa apresentadas através de tabelas de entrada dupla e gráficos de colunas ou barras únicas, para que pudessem entender melhor aspectos da realidade do bairro.
Kindergarten São Paulo
As crianças que descobriram a água
A Semana da Caça ao Tesouro
5º ano São Paulo
Entre vários desafios criativos lançados durante a semana da Caça ao Tesouro, em maio, solicitamos aos estudantes que encontrassem objetos relacionados à matemática em casa. Os estudantes do 5º ano foram além e criaram cartazes mostrando o que os torna matemáticos do dia a dia! Uma lição inspirada por Jo Boaler, professora da Universidade de Stanford.
Com inspiração no filme/livro "O menino que descobriu o vento", tema do ano na Escola Concept, estudantes do Kinder São Paulo foram desafiados a investigar sobre os métodos de obtenção de energia e a montar uma hidrelétrica em casa, com a ajuda de suas famílias. Relacionar números às suas respectivas quantidades e identificar antes, durante e depois em uma sequência de eventos foram alguns dos conceitos matemáticos explorados neste projeto.
A medida das coisas 5º ano Ribeirão Preto
Em casa ou na escola, a aprendizagem na Escola Concept sempre se conecta a uma situação real e busca a alegria de aprender. A missão dos estudantes do 5º da Concept Ribeirão Preto foi medir e converter as alturas em metros, centímetros e milímetros. Nada passou longe da régua dos estudantes: objetos, plantas e seus familiares.
Por meio da matemática os estudantes do 3° ano da Concept de Salvador puderam descrever e representar as plantas arquitetônicas de suas casas, pensando na movimentação das pessoas e de objetos no espaço. Ao desenharem um mapa de suas casas, os estudantes ampliam as noções de espaço, metragem e escalas. .
O mapa de casa 3º ano Salvador
UNLOCKING Children’s Math Potential* JO BOALER, PROFESSOR OF MATHEMATICS EDUCATION, STANFORD UNIVERSITY CEO: YOUCUBED
TEXTO REPRODUZIDO EM SEU IDIOMA ORIGINAL, O INGLÊS
There is a huge elephant standing in most math classrooms: it is the idea that only some students can do well in math. Students believe it, parents believe it and teachers believe it. The myth that math is a gift that some students have and some do not is one of the most damaging ideas that pervades education in the United States and that stands in the way of students’ math achievement.
Students’ Ideas About Their Ability Determine Their Learning Pathways and Math Achievement.
In 2006 Carol Dweck published a book summarizing decades of research on “mindset” that quickly became a New York Times best-seller (Dweck, 2006). The book has had more impact on educational practice J O B O A L E R , P R O Ft E Oy F other research volume hSaSnO Ra n MATHEMATICS EDUCATION, . Through her research I n t h e l a s t f e w y e a r s s c i e n t i s t sS’T A N F O R D UINkI VnEoRw SITY eU cB k Eh C E O : YDOw UC Da s s h o w n t h a t e v e r y o n e understanding of ability and has a mindset—an idea about learning have changed ability and potential—and that dramatically. The advent of some people have a “growth brain scans and other mindset” whereas some have a technological advances have “fixed mindset.” Those with a enabled researchers to gain growth mindset believe that new and important information smartness increases with hard about learning and ability. The work and that everything they results that are emerging have learn makes them smarter; major importance for all those those with a fixed mindset running schools, teaching believe that some people are mathematics or helping others smart and some are not. learn mathematics. All Students Can Achieve at High Levels:
Researchers now understand that, with good teaching and the right messages, every child can achieve at the highest levels in math at school. The pervasive idea that some students are “smart” and achieve at higher levels than others because of genetic ability is mistaken. Studies of expert performance show that it comes not from genetics but from hard work and deliberate practice (Ericsson & Pool, 2016).
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SOBRE ALFABETIZAÇÃO
Como apoiar o processo de letramento de forma consciente, construtiva e reflexiva, compreendendo a perspectiva de desenvolvimento da escrita alfabética. Katherine Stravogiannis, diretora do Segmento Infantil da Escola Concept, responde a algumas das dúvidas mais comuns levantadas pelas famílias.
Em quais séries acontece a alfabetização?
A linguagem é uma das condições de socialização de nossa existência e marca um momento decisivo da infância, sendo a Educação Infantil um local privilegiado para a promoção de situações comunicativas. Há uma estreita ligação entre a linguagem e o pensamento, que a precede. Aprender uma língua significa ampliar possibilidades de uso de linguagem, atendendo a quatro competências linguísticas básicas: falar, ouvir, ler e escrever. Em primeira instância devemos pensar em como o estudante aprende e, em geral, os pais dos nossos estudantes que têm entre 5 e 7 anos, podem ficar angustiados, pois entendem que este processo foi interrompido, e existem muitas expectativas nesse sentido. Em geral, nesta idade há a culminância deste processo, mas isso não quer dizer que não tenha sido iniciado muito anteriormente. É preciso entender que o contexto de letramento se dá antes do momento em que a criança põe o pé na escola, quando passa a ser encorajada por práticas intencionais. E um adulto reflexivo está em processo de letramento constantemente, cada vez que ampliamos o nosso repertório linguístico.
Por que a alfabetização hoje começa pelo nome próprio? Há algum prejuízo em não se percorrer a ordem do alfabeto ou o "a-e-i-o-u"?
Não é que a alfabetização comece pelo nome próprio. Devemos considerar que a função da escola de ensinar a ler e a escrever pressupõe conduzir de modo competente as práticas de linguagem, acompanhadas de situações reais, com significados culturais, nas quais as crianças possam observar a função social da leitura e escrita em suas relações com o objeto de aprendizagem, a língua. Para uma criança pequena, o nome próprio é um referencial estável, é identidade, faz sentido, o educador irá buscar palavras estáveis conhecidas para ela a partir, por exemplo, da lista de nomes do grupo, como pistas para ajudar a escrever outras palavras. O problema da alfabetização que segue um referencial unicamente fônico, é que é estático, não cria repertório, nem considera a língua como sistema comunicativo. O estudante pode rapidamente dominar um código, mas isso não quer dizer que reflita sobre a língua. A técnica (cartilha), leva à repetição, a lógica, leva à reflexão. Temos que buscar a lógica da criança, e lógica não se atinge por escrita de código isolado.
Como os pais podem ajudar no processo de letramento? Quais são exemplos de práticas construtivas para melhor estimular o aprendizado?
Os pais têm papel fundamental no processo de letramento dos filhos, pois eles também são responsáveis em criar estímulos que venham a desenvolver novas habilidades no processo de letramento, seja na escrita, leitura ou na fala. É possível criar esses estímulos por meio de diversas atividades acessíveis e simples, como bingos de letras e números, buscar palavras em textos, textos coletivos e coletâneas, clube de leituras, convites, bilhetes. Diversas pesquisas na área da linguagem indicam que o processo de letramento está associado tanto à construção do discurso oral como do discurso escrito. Sendo assim, os pequenos aprendem a partir de informações vinda de diversos contextos sociais e a partir das próprias ações, por exemplo, quando presenciam diferentes atos de leitura e escrita por parte de seus familiares, como ler jornais, fazer uma lista de compras, anotar um recado telefônico, seguir uma receita culinária, buscar informações em um catálogo, escrever uma carta para um parente distante, ler um livro de histórias etc.
O que devo fazer quando vejo meu filho escrevendo errado?
A aquisição da linguagem não é suficiente para a aquisição das estruturas operatórias, pois depende de outras condições maturacionais. Com isso, acelerar o processo ou compreender que ele será isento de erros, não é realista. Muitas vezes, o erro é abominável, e não é aceito pelos pais. Só que o erro é uma das condições mais imprescindíveis para a criança avançar na escrita. Nesse processo, o educador não ignora o erro, mas mostra as convenções sociais, desestabiliza a criança. Pede que releia a palavra, depois apresenta esta palavra escrita em outro contexto, ou outras palavras parecidas, que podem servir como referencial. Devemos lembrar que simplesmente corrigir não faz com o estudante aprenda, mas que ele reproduza uma percepção do adulto. O conflito cognitivo é fundamental para o avanço da escrita alfabética.Além disso, a forma mais efetiva de perceber a regularidade da escrita, é tendo contato com ela. Portanto, permita que seu filho acesse livros.
Meu filho não vai confundir o inglês com o português? O que ele vai aprender antes?
Um grande equívoco conceitual é institucionalizar e delimitar o processo de escrita e leitura de mais de uma língua como dois processos distintos. Por exemplo, entender que a criança já se alfabetizou em inglês, agora está pronta para ser alfabetizada em português. Não existem duas alfabetizações distintas. O processo que respeita a lógica humana é a criança entender que o mundo pode ser representado por meio de uma linguagem específica, é único, e acontece somente uma vez. A criança transfere o conhecimento a vários contextos. Repertório não é constituído em só uma língua. A organização e sistematização de escrita é conhecimento conceitual, não apenas perceptual. Para a criança, ela já habita um universo cultural de uma língua, e ela não pensa como adulto, que delimita uma série de barreiras sociais.
Gostaria de aprender um pouco mais?
Clique aqui para assistir a apresentação completa no Youtube.
AD LAICOS LEPAP O
ARUTARETIL
EM TEMPOS DE COVID-19
O PAPEL SOCIAL DA LITERATURA As
palavras
emolduram
EM TEMPOS DE COVID-19
nossos
pensamentos
e
nos
ajudam a entender o que nos cerca. Ler, conversar e escrever sobre nossos medos e desejos são a melhor maneira
de
superar
criatividade
nos
incertezas. impelem
A
a
imaginação aumentar
e
a
nossa
conscientização, a cultivar desejos esperançosos e a avançar, ainda que em isolamento social.
À medida que nossos estudantes aprendem mais sobre gêneros literários locais e universais, eles buscam a precisão no uso da língua inglesa e portuguesa e vão além
da
aplicação
estudantes
são
das
regras
convidados
a
fazer
gramaticais. uso
criativo
Os da
língua, causando um impacto positivo, não apenas para si, mas também para a nossa comunidade escolar.
Como posso aprender mais sobre a cultura brasileira e o aplicar novas habilidades na Língua Portuguesa para rimar
nossos
socializar Fadas,
por
sentimentos meio
narrativas
de
um
atuais?
livro?
universalmente
Como
Como os
posso
Contos
conhecidas,
de
podem
inspirar nossos estudos e unir estudantes de diferentes idades? Vamos descobrir!
O COVID-19 EM CRÔNICAS E REPENTE Contextualizar o aprendizado com temas da atualidade é uma condição para o desenvolvimento de projetos na Concept. Portanto, não surpreende que muitas das produções textuais tenham explorado como tema a pandemia Covid-19. O que muito nos alegra, no entanto, é a qualidade das reflexões e conexões que nossos estudantes têm estabelecido numa ampla variedade de gêneros e desdobramentos. Citamos dois exemplos recentes: na festa junina- julina, as turmas dos anos finais do Ensino Fundamental abriram a celebração do sábado, dia 11 de julho, com um repente que continha os seguintes versos:
Essa tal de Covid não sai da minha cabeça E agora eu fico em casa, presa! Batia saudade de dar um abraço, bem dado, em todos os meus chegados Não vejo meus amigos para não ficar doente, mas agora ficou tudo diferente!
Destacamos também o projeto de crônicas da quarentena, que mesclou Língua
°
Portuguesa e Artes, e os estudantes do 8
ano de São Paulo desenvolveram relatos bem interessantes com suas percepções e aprendizagens acerca deste momento.
"O que eu achava que conhecia virou um mistério. Deitar na minha me lembra de tudo o que eu não fui grata suficiente para amar", escreveu Julia Montenegro.
Sua colega Mel Carvalho também transmitiu um incômodo: "Como permitirme que relaxe, sabendo que nem todos têm o privilégio de escolher o mesmo?"."
Fernando de Carvalho trouxe uma visão mais otimista, "Você pode achar felicidade nas horas mais difíceis, é só achar a luz", relatou, contando que essa ideia lhe ocorreu no meio de uma partida de jogo de tabuleiro com sua família. Num momento em que a faltam respostas e as notícias nos deixam confusos, ver nossos estudantes fluindo em versos e relatos pessoais é bom demais.
Em um momento em que não há respostas e as notícias nos trazem ainda mais incertezas, ver nossos alunos fluindo em versos e histórias pessoais pode realmente ser realmente tranquilizador.
Quem conta um conto... Recontar uma história clássica é uma proposta que cai bem – e traz ricas aprendizagens – em qualquer idade. Para crianças pequenas, instiga a imaginação, constrói repertório e abre imensas possibilidades para que elas percebam características do texto, da ilustração, da sonoridade, entre outras. Para estudantes maiores, pode provocar debates sobre moralidade e exercitar a leitura e a escrita em diferentes gêneros de linguagem. Um projeto recente do 6° ano da Concept São Paulo teve como ponto de partida os contos clássicos.
Os estudantes releram as histórias e reinventaram os personagens e narrativas, criando, por exemplo, a chapeuzinho roxo, o lobo bom e o cisne bonito. Este exercício foi registrado com textos e ilustrações, mas não parou por aí. Os estudantes foram desafiados a gravar vídeos, contando suas histórias, e reunidos num livro digital. A iniciativa foi bastante apreciada por educadores da Educação Infantil, que prometeram levar algumas das contações de histórias para seus estudantes.
Abra um livro, amplie seu mundo! Ler certamente está entre as melhores estratégias para a aquisição de vocabulário, de conhecimento e para cultivar a imaginação. Mas há quem não goste de ler porque esta costuma ser uma ação solitária, fato que ressignificamos nessa quarentena com os clubes de Book Study. Com participação opcional e grupos para estudantes dos segmentos dos anos iniciais e finais do Ensino Fundamental, eles propuseram a leitura compartilhada de obras que discutem temas sensíveis para cada faixa etária. Os estudantes do 5° ao 9° ano, por exemplo, leram o livro Stargirl, de Jerry Spinelli, que apresenta temas como amor adolescente, insegurança, amizade, popularidade e pressão dos colegas. A leitura foi finalizada com a criação de uma playlist no Spotify com músicas que se conectam aos principais temas do livro.
Os estudantes de 4° e 5° ano leram um clássico infantil, Charlotte's Web, que tem como mensagem o poder da amizade e da gentileza. Já a turma de estudantes de 2° e 3° ano se aventurou nos contos de Roald Dahl, A Fantástica Fábrica de Chocolate e O Fantástico Senhor Raposo. Para as crianças do Infantil, temos promovido semanalmente mais de um momento opcional de contação de histórias. "Tem sido muito bom ver os estudantes comprometidos a estas oportunidades de aprendizagem além do currículo", comenta Ana Carolina Erlacher, diretora do Ensino Infantil da Escola Concept.
LATIGID AICNÊULF
ERBOS
Como a pandemia acelerou o processo da fluência digital? Há um tempo não muito distante, no início de 2020, educadores gravaram um vídeo para se apresentarem às crianças, que foi enviado aos pais por email após a reunião pedagógica que inaugurou o ano letivo. Para aqueles que não dominavam os recursos de edição disponíveis nos computadores e iPads utilizados na Concept, o time de Ed Tech providenciou um curso rápido. Para muitos dos professores, no entanto, a dificuldade não era técnica, mas em estar à vontade com sua imagem frente à câmera Aceleramos 6 meses e cá estamos todos nós, adultos e crianças de todas as idades, acostumados a interagir por meio de uma tela, navegando com facilidade entre pastas, sites, links e logins. Ficou longe o tempo em que essas coisas pareciam uma barreira tecnológica. Agora visitamos museus, zoológicos e os cantos mais longínquos do planeta com um clique. Lemos livros dispostos em plataformas digitais e temos vários aplicativos novos instalados. Participamos diariamente de grupos de estudo, de trabalho ou de conversa.
Tornamo-nos fluentes no mundo digital? De certa forma, sim. "A ideia de fluência significa justamente conseguir utilizar uma linguagem com autonomia", explica o educador Aldo Marigonda, que dá aulas de Design Thinking para crianças do Toddlers ao Grade 1. "Mas da forma que trabalhamos na Concept o foco não está em saber programar ou dominar o uso de um recurso, mas em utilizar a tecnologia de forma criativa na solução de problemas e desafios. Por isso, os percursos começam com a exploração de blocos e materiais físicos, de forma que as crianças possam concretizar suas ideias e pensamentos lógico-espacial, e ganham complexidade gradativa com o uso de novos recursos tecnológicos e da abordagem do design thinking. No lugar de um passo-a-passo a seguir, o conhecimento é guiado pela curiosidade, pesquisa e experimentação, em uma espiral criativa de construção, feedback, reflexão e novamente construção".
Distância somente física Vivemos tempos inéditos e de muitas incertezas... Mas esperamos que o balanço geral seja positivo para a sua família. Para nossa comunidade escolar, podemos afirmar com alegria e gratidão que o isolamento trouxe grandes oportunidades de aproximação. Da criança com sua família, da família com a escola, do estudante com seu grupo e das famílias com os educadores, lideranças e dezenas de palestrantes que convidamos para participar de nossas séries de conversas in.MIND e Morning Bites. É como disse a doutora em Psicologia e Educação, Ana Tereza Gavião Mariotto, numa dessas conversas realizada em maio: "Neste momento de distanciamento, celebramos a função social da escola e o valor do encontro que ela proporciona".
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