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Jacaranews

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Segunda quinzena de maio de 2017

Assaltos ao redor do colégio Aternativo assutam alunos e professores Por Gabrieli Delarmelina e Wesley

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m problema relativo a segurança vem incomodando alunos e funcionários do Colégio Alternativo nas últimas semanas. Uma onda de assaltos trouxe insegurança para quem percorre as ruas próximas a escola. O problema vem se agravando e teve como uma de suas vítimas a professora de espanhol, Jessica Roberts, chegou a ser agredida durante uma tentativa de assalto. “Eu estava saindo da escola para ir almoçar quando um indivíduo, de bicicleta, veio e me abordou pedindo meu celular. Ali naquela rua do lado do colégio”, explicou a professora. Segundo a professora o fato ocorreu em pleno dia com várias pessoas em volta. A situação fez com que um transeunte intercedesse pela professora, chegando a imobilizar o ladrão. Um detalhe que chamou a atenção dele e de todos que presenciaram o ocorrido, foi a ausência de policiamento no local. De acordo com muitos moradores próximos a rua onde ocorreu a tentativa de assalto com a professora Jéssica, essa situação vem ocorrendo com certa frequência no local, na maioria das vezes durante o horário de saída. A equipe do jornal procurou a coordenação do colégio para perguntar quais as ações que podem ser realizadas para evitar tal situação. Segundo a Coordenadora Geral da unidade, Kamilla Katre, algumas medidas vêm sendo tomadas para a segurança de alunos e trabalhadores. “Nós fizemos diversos contatos com a polícia e patrulha escolar, inclusive enviamos um oficio para esses locais, porém, não obtivemos um retorno esperado” explicou Kamilla. A expectativa era a de que a Polícia Militar ou a Guarda Municipal enviasse uma patrulha nos horários de entrada e saída dos estudantes, mas infeliz-

Os assaltos tem ocorrido em ruas próximas a escola. A comunidade pergunta: Até quando?

mente isso não vem acontecendo. Segundo Kamilla, a escola aconselha aos alunos que não exibam objetos de valor, além de evitar ficar conversando por muito tempo nas ruas próximas a escola e andar em grupos. Como medida de prevenção, a escola contratou um segurança para fazer uma patrulha durante o horário de entrada e saída dos estudantes e estuda implantar um sistema de videomonitoramento. Diante de tal situação, alunos do colégio alternativo esperam que as autoridades competentes tomem medidas mais efetivas para que a situação não se agrave ainda mais.


Obras de recapeamento e nivelação causam alagamento em Castelândia Por Jéssica Vieira, Leonardo Queiroz e Natália Salmistraro

Rua Talma Ribeiro, local dos constantes alagamentos

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m dos principais problemas que o bairro Castelândia vem enfrentando são os alagamentos. Esse problema vem sendo verificado com muita frequência na Rua Talma Rodrigues Ribeiro. Essa rua sofre com desníveis, pelo fato de não ter sido bem asfaltada e também pelo desgaste do asfalto causado pela chuva. Nesse logradouro são encontrados poças e buracos devido ao desnivelamento. É comum, em dias de intensas chuvas, ocorrerem fortes alagamentos. De acordo com moradores do bairro a causa desses alagamentos tem origem a partir de obras de enca-

namento e asfaltamento realizados pela Prefeitura da Serra. A comunidade reconhece a importância dessas intervenções, mas aponta falha no sistema de macrodrenagem, o que vem causando alagamentos constantes. Em dias chuvosos, moradores são incapacitados de passar pela rua, sendo que alguns até preferem fazer um caminho maior para não danificarem seus veículos. Esperamos que devido a todos esses problemas e reclamações, a Prefeitura da Serra tome uma providência cabível para a resolução desse problema, que vem incomodando os moradores de Castelândia e bairros vizinhos há algum tempo.

EXPEDIENTE Por Ana Luísa Sperandio

Sociedade sem igualdade Onde vamos parar, se num lugar o que mais prevalece é a tristeza que a simples e pura beleza? Em uma sociedade, onde os semelhantes tem mais liberdade que aqueles sem falsidade, como vamos pensar em igualdade?

Coordenação e diagramação: Erick Schunig Equipe: Gabrieli, Luan, Wesley, Suellen, Isadora, Adriel, Hernam, Igor, Eduarda, Jéssica, Leonardo, Natália, Nahan, Ana Luísa, Isadora, Hernán, Igor, Patricia e Rafael


Associação de surf desenvolve projeto social em Jacaraípe Por Isadora, Adriel, Hernán, Igor e Eduarda

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Um surfista em ação (esquerda) e os integrantes da ASSES (direita)

ara aqueles que desejam aprender a surfar, o bairro Jacaraípe conta como uma boa opção. A Associação de Surf do Espírito Santo (ASSES) vem desenvolvendo um projeto social no qual seus integrantes oferecem aulas particulares a um custo bem reduzido. Para fazer as aulas na ASSES, o interessado precisa pagar o valor de R$ 50 e temos o valor da aula por aula. Se preferir pode fazer um pacote de cinco aulas, a associação concede um desconto, saindo num total de R$ 200. Além disso, o material é fornecido pelos administradores da associação, caso a pessoa tenha sua própria camisa de lycra ou traje adequado.

Para fazer aula no projeto social a pessoa deve ser estudante e estar matriculado na rede pública da prefeitura ou na estadual. Além disso, o interessado terá que preencher um cadastro com autorização dos pais. As novas turmas iniciaram no dia três de maio, no qual foram oferecidas cinco vagas pela manhã, e 15 vagas pela tarde. Esse projeto com o foco os alunos que estudam no horário da tarde e que possam fazer as aulas pela manhã. Os interessados que desejam saber mais sobre o projeto podem entrar em contato com Lucio Firmino (também conhecido como Feroz), na ASSES, localizada na Avenida Nossa Senhoras dos Navegantes, 2189, Jacaraípe ou entrar em contato através da página da entidade no facebook .

CHARGE - Luan Por Ana Luísa Sperandio

O sangue da crueldade Porque um lugar tão legal com sua beleza natural, consegue ser tão cruel, a ponto do sangue correr mais no chão que no próprio coração?


Gastronomia no Alternativo de Jacaraípe Por Suellen Faiçal Tardim

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ocê está na escola e bate aquela fome, o que você faz? No colégio Alternativo, localizado em Castelândia, Jacaraípe, há uma opção. A escola possui uma cantina próxima ao corredor que dá acesso as salas de aula, que permanece aberta para que os alunos possam lanchar e desfrutar de guloseimas, apenas no horário de recreio, de 9:30 às 9:50. Fizemos uma entrevista rápida com o dono da cantina, José Carlos da Silva, mais conhecido entre os alunos como tio Carlinhos. Ele trabalha na cantina há 12 anos e conhece a maioria dos alunos. Começamos perguntando ao tio Carlinhos quais são os principais petiscos que os alunos mais gostam. Segundo ele, os produtos mais procurados são os salgados, como: hambúrguer, recheados de presunto e

queijo, frango e catupiry, pão de queijo, empadão, pizza e sanduiche natural. De acordo com tio Carlinhos, os produtos que mais saem de seu estabelecimento são os hambúrgueres e pizzas, ambos custando o valor de R$4,50. Apesar dessas opções, esperamos que mais novidades sejam disponibilizadas para os alunos, principalmente comidas naturais como salada de frutas.

Opções da cantina Abaixo vão algumas opções e valores de lanche, caso queiram desfrutar dos lanches da cantina do colégio: Pizza: R$4,50 Hambúrguer: R$4,50 Hamburgão: R$4,50 Salgados: R$4,50

Por Nahan Galdino e Suellen Tardim - Festa de São Pedro: 29 de junho, em Jacaraípe - Manguinhos Gourmet: em data a ser definida, o já tradicional festival gastronômico de Manguinhos. - Festival da Tilápia: em data a ser definida, em Jacaraípe. - Mostra Cultural do Colégio Alternativo: terceiro trimestre, nas duas unidades (Barcelona e Jacaraipe)

Pão de queijo: R$3,00 Copo de suco: R$1,00 e R$1,50 Água mineral: R$2,00 Amendoim salgado: R$2,00 Bolo: R$2,50 Skinka: R$3,50 Suco de lata: R$4,00

Por Ana Luísa Sperandio A alma culpada Jamais se sinta culpada e saiba que, com toda certeza, sua alma vai ser amada e o seu coração, vai receber a sua admiração?


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Jacaranews by Erick Fernandes - Issuu