ETAR Seia POPULAÇÃO SERVIDA
21 000 habitante-equivalente CAUDAL RECOLHIDO
3 000 m3/dia INVESTIMENTO
2,7 milhões de euros* * (Valor cofinanciado em 66% pela União Europeia, no âmbito do FCII)
Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Seia A ETAR Seia serve a cidade de Seia e as localidades de Pinhanços, Santa Comba, Eiró, Santa Marinha, Maceira, Santiago, São Martinho, Paços da Serra, Zona Industrial da Abrunheira, Aldeia de São Miguel e Vila Chã. Este sistema está dimensionado para servir cerca de 21 156 habitante-equivalente e para tratar um caudal médio diário de 3 022 m3/dia. Esta infraestrutura representou um investimento de 2,7 milhões de euros, cofinanciados em 66% pelo Fundo de Coesão da União Europeia.
Tratamento preliminar
Tanque de água recirculada e sistema de desodorização
Processo de Tratamento O processo de tratamento da ETAR Seia é constituído pelas seguintes fases:
Fase Líquida Tratamento Preliminar - O processo de tratamento das águas residuais inicia-se com um tratamento preliminar que tem como objetivo, preparar o efluente para as fases seguintes
sem danificar os equipamentos. Nele, estão incluídos a gradagem e a tamisagem, onde são retirados da água os sólidos mais grosseiros e posteriormente, os sólidos de menor dimensão. Posteriormente, são retiradas as areias e gorduras através dos processos de desarenamento e desengorduramento. Tratamento Biológico - Depois de retirados os sólidos da água residual, esta é encaminhada para o tratamento biológico. Nesta etapa, a matéria orgânica é digerida pelas bactérias existentes na mesma, numa vala de oxidação, de dois canais, com recurso ao arejamento prolongado que promovem a introdução de oxigénio. É aqui, nesta fase que é também, removido o azoto e o fósforo. É ainda adicionado um coagulante, o cloreto férrico, que ajuda à formação de aglomerados de partículas, promovendo por sua vez, a separação da matéria líquida e sólida. Decantação - Nesta etapa promove-se a clarificação da água através da separação das lamas e da água. Esta separação dá-se por via gravítica, ficando as lamas depositadas no fundo do decantador e sendo posteriormente, encaminhadas para a fase sólida. À superfície do decantador, a água tratada é encaminhada para a próxima etapa. Microtamisagem - A água clarificada no decantador passa ainda, pelo processo de filtração, através de um microtamisador, que garante a retenção de pequenos sólidos em suspensão na água. Desinfeção - A desinfeção é feita através de radiação ultravioleta (UV) que assegura a eliminação de microrganismos patológicos, ainda presentes na água. Daqui, parte da água é armazenada num depósito de água para reutilização (ApR) e a outra parte é devolvida ao meio hídrico.
Fase Sólida Espessamento - Do processo de tratamento às águas residuais, resultam lamas biológicas que são encaminhadas para um espessador mecânico, com forma cilíndrica, onde as mesmas são concentradas e onde ocorre a redução do seu volume. A água em excesso entra novamente, no processo de tratamento e as lamas espessadas são encaminhadas para a desidratação. Desidratação - A etapa de desidratação mecânica de lamas é feita através de uma centrífuga horizontal, com a adição de um polieletrólito que ajuda à desidratação das lamas. Armazenamento e Destino Final - Após a desidratação, as lamas são encaminhadas graviticamente para um silo, onde ficam armazenadas. As lamas resultantes do processo de tratamento são, posteriormente encaminhadas a destino final adequado, nesta caso, são enviadas para produção de fertilizante para valorização agrícola.
Fase Sólida
Fase Líquida
Águas Residuais
Gradagem/Tamisagem
Estação Elevatória de Recirculação de Lamas
Desarenamento/Desengorduramento
Espessamento
Tanque Receção Lamas Exteriores
Desidratação de Lamas
Armazenamento de Lamas Desidratadas
Tratamento Biológico
Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Seia
Destino Final
Adição Cloreto férrico
Decantação Secundária
Microtamisagem Desinfeção Final (UV)
Cisterna de ApR
Meio Hídrico
ApR Água para Reutilização
UNIDOS PELA ÁGUA,
UNIDOS PELO PROGRESSO Águas do Vale do Tejo, S.A. A Águas do Vale do Tejo tem por missão a gestão do sistema multimunicipal de abastecimento de água e de saneamento do Vale do Tejo, num quadro de eficiência e sustentabilidade ambiental, económica, social e cultural, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida das populações e para o desenvolvimento socioeconómico das regiões servidas pelo sistema. A concessão da exploração e da gestão do Sistema Multimunicipal de Abastecimento de Água e de Saneamento do Vale do Tejo foi atribuída à Águas do Vale do Tejo e à EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A, a sua gestão delegada. A Águas do Vale do Tejo conta com a experiência centenária da EPAL e comprovada das empresas agregadas - Águas do Zêzere e Côa (AA+SAR), Águas do Centro (AA+SAR), Águas do Norte Alentejano (AA+SAR) e Águas do Centro Alentejo (AA+SAR) - na gestão de serviços de água, focada na prestação de um serviço de excelência ao Cliente, garantindo a sua qualidade de vida num contexto de procura permanente de sustentabilidade económica e financeira, seguindo os princípios da ecoeficiência e da responsabilidade social e ambiental. Municípios abrangidos: 70 População servida em abastecimento: 1 milhão de habitantes População servida em saneamento: 600 mil habitante-equivalente
Sede AdVT Águas do Vale do Tejo, S.A. Rua Dr. Francisco Pissarra de Matos, n.º 21, r/ch, 6300-693 Guarda Telefone: +351 271 225 317 Fax: +351 271 221 955 Email: geral.advt@adp.pt www.advt.pt
Sede EPAL EPAL – Empresa Portuguesa das Águas Livres, S.A. Avenida da Liberdade, 24 1250-144 Lisboa Telefone: +351 213 251 000 Fax: +351 213 251 397 Email: geral.epal@adp.pt www.epal.pt
Polo Guarda Tel. +351 271 225 317