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Design Gráfico: Rui Salgueiro

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Amor Electro Velocidade Furiosa 5

Virtua Tennis 4

Ana Moura

Acer Liquid Mini

The Gift Explode


A Máquina Acordou

decer a todos. Chamam-se Amor Electro e podem bem ser a banda revelação de 2011, em Portugal. A divulgar o primeiro trabalho discográfico, Cai o Carmo e a Trindade, a vocalista Mariza Liz fala de uma banda de sonoridade eclética, que parte da Pop mas absorveu várias influências. No álbum, para além dos temas originais, a banda recriou versões consagrados da música portuguesa. “A Máquina Acordou” é o cartão de visita do vosso primeiro trabalho. Porquê a escolha de um tema original para primeiro Single? A “Máquina” engloba tudo aquilo que nós somos. Tem o electrónico, o tradicional, uma letra de amor. Tem todos os elementos que nos revelam, que dizem quem nós somos. Por isso foi fácil chegar aí e ser esse o cartão de visita. Este primeiro single tem o videoclip disponível no YouTube quase com 110 mil visualizações, isto em menos de um mês. Estão satisfeitos com este sucesso? Estamos muito felizes. Quem está envolvido nas artes corre sempre um risco. Qualquer coisa que tu sintas e queiras deitar cá para fora passa pela incerteza de saber se as pessoas o vão escutar da mesma maneira que tu. Sentimo-nos muito felizes por tanta gente nos compreender e querer ouvir. Só podemos agra-

Das 10 faixas deste vosso primeiro trabalho há temas originais e também novas versões. Das reciclagens há algum tema preferido? Isso é como termos 10 filhos e dizermos qual gostamos mais. Não posso dizer, senão os outros ficavam tristes. Não há nenhum especial, todos são especiais à sua maneira. Todos querem dizer coisas diferentes, têm uma energia diferente. Gostamos de todos, todos estão ali por uma razão. Como foi feita a escolha dos temas para a respectiva reciclagem? Houve um trabalho de pesquisa da parte dos quatro. Ouvimos temas antigos, recentes, temas portugueses. A escolha foi por puro prazer. Fazemos música por prazer. Não foi a pensar naquilo que seria mais fácil de ouvir, ou no mais conhecido. Foi simplesmente ouvir a música e termos uma vontade enorme de tornála, nem que seja um bocadinho, nossa. Era realmente ouvir e dizer “nós queremos fazer isto, dar uma cor nova a este tema”. Não houve uma selecção de décadas, de artistas, em particular. Neste trabalho tentaram criar a vossa própria identidade, o vosso estilo. É um desafio extremamente interessante para os artistas criarem a própria sonoridade, ter o próprio selo? Acho que é mais difícil quan-

do se procura. Durante muitos anos andei à procura da personalidade artística. Demonstrar o que somos, apesar de todas as influências que temos ao nosso redor e de que nenhum de nós esta a salvo. Mas é quando menos se procura, ao tentamos ser verdadeiros connosco próprios, que se encontra alguma coisa. Não pensamos em encontrar personalidade nenhuma, ou ter alguma coisa diferente, tocamos a música como gostamos de a ouvir. O nosso disco é a música que todos nós gostamos e resultou nisto. Ficamos muito contentes se acham que há aqui personalidade da nossa parte. Isso só os outros é que podem dizer. Mas acho interessante, difícil e muito gratificante quando isso acontece. A vossa sonoridade assenta na música Pop mas há aqui umas pinceladas de música electrónica? (Risos). Há umas pinceladas de música electrónica, de rock, de tradicional. Às vezes pedem-nos para definir a música e é difícil para nós. Estão ali muitas influências, de quatro pessoas, e que são vastas. Temos pinceladas de muita coisa que nos faz sentir bem. A electrónica é uma delas. Para o segundo registo poderá haver a escolha de temas em inglês? Não necessariamente em inglês. Temos uma paixão pelas línguas, em primeiro lugar pela nossa, mas depois por todas as outras.

Até podemos fazer um tema em espanhol, ou em italiano. Somos abertos à cultura do mundo. Toda a arte se conjuga de alguma forma e se encontra em algum sítio. Faz todo o sentido, se no segundo disco, nos apetecer ir buscar outra língua. Não há restrições nem regras em relação a isso. Vamos fazer mais uma vez, como fizemos neste disco, aquilo que o nosso coração mandar. A celebração das várias línguas que há no mundo é sempre uma mais valia e uma aprendizagem. Para o futuro gostariam de continuar com o mesmo formato deste trabalho, com originais e reciclagens? Gostaríamos de ter mais originais. A nossa vontade é de compor e de fazer cada vez mais. Já estamos a compor e esperamos em concertos mostrar novos temas. Mas as versões não são postas de parte. Tudo está em aberto, para num segundo disco ouvirmos um tema que queiramos muito transformar. Desde que nos deixem, estamos lá. Um aspecto muito importante para os grupos é a venda dos respectivos trabalhos. O vosso disco de estreia entrou no pódio dos mais vendidos no top nacional de vendas. Estão satisfeitos? Muito satisfeitos. Interrogamonos como é que é possível num mês, e sendo o primeiro disco da nossa banda, estar a acontecer toda esta troca de amor e carinho por parte dos nossos fãs

e por parte de todas as pessoas que gostam da nossa música. Isso deixa-nos muito felizes. Cada vez mais pessoas terem o nosso disco e viverem a vida delas a ouvir algumas das nossas faixas é um orgulho muito grande. Quer dizer que o nosso trabalho e a nossa mensagem estão a passar. Já ponderaram a hipótese de oferecer um dos temas deste trabalho para Download gratuito, para os vossos fãs? Ainda não tínhamos pensado nisso. Muito obrigada pela ideia. Talvez haja essa possibilidade mais para a frente. É uma questão em aberto que tem toda a hipótese de ser falada. Nas redes sociais estão contentes com o feedback dos vossos admiradores? Estamos muito contentes. Temos o Reinaldo Serrano e a Inês Pereira que são dois fãs que fazem o nosso Blogue de fãs e que actualizam tudo; temos centenas de pessoas a apoiarnos e a colocar na Net onde vamos, fotos dos concertos. Também gostava de dizer que às vezes é impossível responder a toda a gente, são muitas mensagens, felizmente. Mas o nosso agradecimento é muito grande para todos aqueles que não só ouvem a nossa música, como ajudam a que seja cada vez mais partilhada. i Entrevista: Hugo Rafael Texto: Eugénia Sousa Fotos: Direitos Reservados


As mais da discoteca  Keemo & Tim Royko Beautiful life

Ana Moura

Velocidade Furiosa 5 (Digital)

Agora, o polícia demissionário Brian O’Conner junta-se ao ex-condenado Dom Toretto no outro lado da lei. Dwayne Johnson é a nova aquisição, com Jordana Brewster, Chris “Ludacris” Bridges, Tyrese Gibson, Sung Kang, Gal Gadot, Matt Schulze, Tego Calderon e Don Omar para esta derradeira corrida. Este poderoso elenco conta ainda com a participação de Joaquim de Almeida. i

No ano em que se decide a aceitação do Fado como Património Cultural e Imaterial da Humanidade, Ana Moura chegou no mês de Abril aos coliseus de Lisboa e Porto. Primeiro sozinha, depois com Carlos do Carmo e, finalmente, acompanhada pela orquestra alemã Frankfurt Radio Bigband, encheu de entusiasmo aqueles espaços. Ana Moura é uma das novas vozes do Fado já com reconhecimento internacional. Hoje o Fado também se faz acompanhar com orquestras, mistura-se com o Tango (Cristina Branco), dança-se pelas companhias de Bailado, está com o jazz. Sendo o mesmo o Fado está diferente e, na minha opinião, para melhor (é próprio do crescimento).

 David Guetta & Rihanna Who´s that chick

 Martin Solveig & Dragonette Hello

 Duck Sauce Barbra Streisand

 Eduard Maya feat. Vika Jigulina Desert rain

 Alexandra Stan Mr. Saxo Beat

 Diego Miranda

Data de estreia: 2011-05-05 Título Original: Fast Five Realizador: Justin Lin Actores: Vin Diesel, Dwayne Johnson, Jordana Brewster, Paul Walker, Elsa Pataky, Sung Produção: Dark Side Productions Distribuidora: ZON Lusomundo Audiovisuais Kang País: EUA Ano: 2011 Género: Acção/ Drama Classe Etária: M12 Duração (minutos): 131

Speed

 RIO Like i love you

 Luzenzo Baila morena

 Pete tha Zouk Check this out

Lura

Virtua Tennis 4

A PlayStation acaba de lançar para o mercado o jogo Virtua Tennis 4. Com a possibilidade de jogar em rede, e de poder ser disputado individualmente ou até quatro jogadores, o jogo permite a escolha de adversários de uma lista de lendas do ténis mundial. A funcionalidade de 3D estereoscópicas garante um aspecto assombroso e permite avaliar e calcular os teus disparos com uma precisão sem precedentes i

O 25 de Abril chegou, este ano, a Almada, pela voz de Lura. A Praça da Liberdade do concelho encheu-se, vibrou e relembrou, 37 anos depois, o advento da liberdade. Almada, mais uma vez, mostra todo o seu empenho no sublinhar da importância daquela data/período para a forma como hoje vivemos e podemos vir a viver. Almada e o 25 de Abril sempre, acreditam no futuro. Lura, que canta Morna, Batuque e Funana, editou em 2004, Di Korpu ku alma, em 2006 M’bem di fora e em 2009 Eclipse. Apesar de nascida em Portugal, Lura é hoje uma das grandes vozes da música de Cabo Verde. Em 2006 foi nomeada em França para o prémio “Victoires de la Musique 2006”, na categoria de “Melhor Álbum de Músicas do Mundo”, com o seu trabalho Di Korpu Ku Alma. Oiçam-na porque não vão ficar indiferentes.

 The Gift Explode

 Jessie J Who are you

 Adele 21

 Jennifer Lopez

Uma birra, e agora? Desde que nasce, o bebé percebe que é através do choro que consegue aquilo que necessita. O choro traz até ele a mãe para o alimentar, o choro faz com que mudem a fralda, o choro traz-lhe a atenção que ele precisa. Muitas crianças, desde pequeninas, não são ensinadas pelos pais a controlar a ansiedade sozinhas. Por vezes, por muito que custe é necessário deixar chorar, e deixar que o bebé se saiba acalmar. Quando isto não acontece, a criança sentir-se-á sempre tentada a recorrer ao choro para ter aquilo que precisa, um bom exemplo disso é a comum birra. Quantas vezes assistimos nos centros comerciais, a crianças que esperneiam aos gritos no chão, ou que gritam até mais não e vemos

Love?

os pais desesperados a ceder aos pedidos destes ou a pedir “por favor não chores mais”. Errado, este comportamento por parte dos pais só faz com que cada birra seja pior, com que cada vez a criança peça mais e olhe menos para o que depois consegue. O ideal? Ignore, diga um “não” assertivo e afaste-se. Se a criança chora, se atira para o chão, grita, deixe chorar, diga por exemplo “olha vou-me embora, ficas aí?” e afaste-se. Ela perceberá que a autoridade é sua, que não adianta espernear. Se lhe doer muito ter essa atitude, pense que um dia isso vai ajudar o seu filhote a lidar com as contrariedades da vida e vai ajudálo a ser feliz e satisfeito com aquilo que tem. i Andreia RIbeiro (estudante de psicologia na Universidade de Lisboa)

 Black Eyed Peas The beginning

 Lenka

A Casa da Fama

Com direcção de João Baião chegou ao Teatro Armando Cortez, na Casa do Artista, em Lisboa, a grande final de A Casa da Fama, onde os finalistas deste (fictício) reality show televisivo são Luís de Camões, a Padeira de Aljubarrota e a Princesa Diana. Antes já tinham sido eliminados, entre outros, Amália, Afonso Henriques, Bocage, Marias Callas e Saddam Hussein. Quem irá ganhar? Uma paródia aos reality show e aos seus concorrentes, com a participação do próprio João Baião, Ana Brito e Cunha e Mané Ribeiro. texto e Foto: João Vasco

Two

 Chris Brown Fame

 Israel Kamakawiwo`ole Alone in iz world  Bruno Mars Doo wop & holligans

 Foo Fighers Wasting light

Acer Liquid Mini

O Liquid Mini é o novo smartphone da marca Acer. Apoiado por um sistema operativo Android Froyo, está equipado com câmara de 5 megapixéis, e um ecrã de 3,2 polegadas. Está disponível nas cores prateado metalizado, azul, verde lima, preto e rosa claro. De acordo com um protocolo de vendas com a operadora Vodafone, o preço aproximado nas lojas da Vodafone é aproximadamente de 160 Euros.


Ensino Jovem  

Suplemento do Ensino Magazine dedicado aos jovens

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