EQUIPE TÉCNICA DA ESCOLA DE ENGENHARIA DIREÇÃO: Fabiana Rodrigues Leta Luciane Pimentel Costa Monteiro (Decana)
ADMINISTRATIVO: Bianca Caripunas Feitosa (Colaboradora) Cristiano Leite Ornelas Eduardo Queiroz de Freitas (Colaborador) Ernani Ribeiro de Mello Francisco Cruz Machado Gabriel Romão Gabriela Maria Azevedo da Silva Geraldo Viana Coura Henry Anderson Villela Malamace Amaro Jeaninne de Campos Rennó Mariana Ribeiro Vianna Marciano Natália da Silva Cordovil Pio Orlando da Costa Monteiro Rosana Barreto de Souza Rosana Therezinha Queiroz de Oliveira (Colaboradora) Sandra Pereira de Oliveira Batista Taís Oliveira de Freitas Ulisses Corrêa Duarte
NÚCLEO DE MÍDIA: Caio Melo da Silva Matheus Vieira Gomes Bibiano
Revista Engenharia e Design
CONSULTORES DA ESCOLA DE ENGENHARIA CLAUDIA HENRIQUES GENTIL Consultora Geral de Estágios ELSON ANTÔNIO DO NASCIMENTO Consultor de Relacionamento entre a Escola de Engenharia e os Conselhos Superiores da UFF FERNANDO BENEDICTO MAINIER & LISIANE VEIGA MATTOS Editores da Revista Engevista GABRIELA MARIA AZEVEDO DA SILVA Consultora de Gestão de Pessoas GILSON BRITO ALVES LIMA Consultor de Capacitação e Cursos GUSTAVO BENTTENMÜLLER MEDEIROS PEREIRA Consultor Externo da Escola de Engenharia para Projetos junto às Forças Armadas LEONARDO SANTOS DE BRITO ALVES Consultor de Pós-Graduação MARCIO CATALDI Consultor de Extensão PAULA BRANDÃO HARBÖE Consultora de Graduação PAULO CÉSAR FERNANDES DE ALMEIDA Consultor para Assuntos de Infraestrutura RAMON LOPES DO NASCIMENTO Consultor de Gestão de Processos RICARDO CAMPANHA CARRANO Consultor de Planejamento Institucional ROGER MATSUMOTO MOREIRA Consultor de Pesquisa SUZANA DANTAS HECKSHER Consultora de Empreendimentos e Projetos Estudantis
e d i t o r i a l
Expediente EDITORAS
Fabiana Leta Rita de Cássia Colman EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO Matheus Bibiano Caio Melo da Silva
Os desafios da primeira edição
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primeiro volume de uma revista é sempre cercado de expectativas e entusiasmo, especialmente de todos que se dedicaram e se envolveram nesta nova e desafiadora experiência. O trabalho intelectual geralmente constitui algo solitário e muitas vezes o conhecimento adquirido, além de todas as experiências envolvidas, é acumulado e pouco compartilhado. Deste modo, esta nova revista constitui um convite e um estímulo não apenas à exposição das atividades desenvolvidas no âmbito da Escola de Engenharia da UFF, mas à troca de ideias e diálogos produtivos, tão necessários ao cotidiano de todos. A Revista Engenharia e Design nasce na Escola de Engenharia após inúmeras ideias, debates e reflexões, sendo o fruto coletivo de uma parte da comunidade acadêmica, que tem tanto a compartilhar. Os primeiros textos deste número honram o nosso ambiente acadêmico com a experiência dos Consultores da Direção da Escola de Engenharia nas esferas do ensino, pesquisa, extensão e gestão. Temos relatos e visões de presente e futuro dos colegas que dividem conosco sua experiência, buscando o aprimoramento contínuo e perene de nossa Escola de Engenharia. A leitura dos textos compartilhados por estes autores, de reconhecido mérito nas suas áreas de atuação, conduzirá os leitores a percorrerem e desbravarem novos caminhos e campos do conhecimento. Nos próximos volumes, esperamos que este seja um eficiente veículo de comunicação da Escola de Engenharia de todos que tanto fazem, ouvem, discutem, fogem do erro e veneram o acerto. A revista Engenharia e Design está aberta a contribuições que visem a informar e divulgar as atividades de nossa Escola! Fabiana Leta & Rita Colman
Sumário A Escola de Engenharia da UFF 09 Luciane Pimentel Costa Monteiro
A Gestão de Pessoas na Escola de Engenharia Gabriela Maria Azevedo da Silva
Capacitação e Cursos da Escola de Engenharia Gilson Brito Alves Lima
A Infraestrutura da Escola de Engenharia Paulo César Fernandes de Almeida
Os desafios da Graduação em Engenharia Paula Brandão Harböe
Empreendimentos e Projetos Estudantis da Escola de Engenharia Suzana Dantas Hecksher
A Pesquisa na Escola de Engenharia da UFF: Avaliação CAPES e Qualidade da Produção Intelectual Roger Matsumoto Moreira
O futuro da Pós-Graduação na Escola de Engenharia da UFF Leonardo Santos de Brito Alves
Construindo, discutindo e desconstruindo a Extensão Universitária Márcio Cataldi
Impactos dos Acordos de Cooperação da UFF com as Forças Armadas
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Capitão de Mar e Guerra (Ref) Gustavo Benttenmuller
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Claúdia Henriques Gentil
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Estágio profissional na Escola de Engenharia O papel da Gestão de Processos na Escola de Engenharia Ramon Lopes do Nascimento
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A importância do Planejamento Institucional 27 Ricardo Campanha Carrano
A inter-relação da Escola de Engenharia com os Conselhos Superiores da UFF 28 Elson Antônio do Nascimento
A trajetória da ENGEVISTA 30
Fernando Benedicto Mainier & Lisiane Veiga Mattos
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Revista Engenharia e Design
A Escola de Engenharia da UFF por Luciane Pimentel Costa Monteiro Decana da Escola de Engenharia da UFF
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ngressei na Escola de Engenharia da UFF ainda estudante do curso de Engenharia Química no ano de 1976. Desde então, presencio seu constante crescimento e desenvolvimento. Em janeiro de 1985, prestei concurso para Professora Assistente em Operações Unitárias do Departamento de Engenharia Química e de Petróleo e, desde então, leciono neste departamento. Hoje, como decana do colegiado da Escola, passo a discorrer algumas ações que presenciei, vivi e participei até o presente momento. Nosso país, ao longo dos anos, passou por grandes transformações de ordem econômica e política, e nossa Escola sempre foi responsável por formar profissionais que ocuparam e ainda ocupam posições importantes neste contexto, tornando a UFF uma das melhores universidades federais do país, além de, internacionalmente, manter relações acadêmicas com outros países. Dentre as ações por mim presenciadas, uma das que mais marcou foi a criação de novos cursos de Graduação, como o de Engenharia de Petróleo, o de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente, o de Engenharia Agrícola e Ambiental e o de Desenho Industrial. Este passo foi determinante no desenvolvimento de profissionais em novas áreas que estavam em constante ascensão no Brasil. No que diz respeito à pós-graduação, destaca-se o surgimento de cursos de Mestrado e Doutorado em diversas áreas. Isto possibilitou o crescimento de projetos de pesquisa e criou uma melhor infraestrutura de laboratórios e biblioteca, incentivando a permanência do aluno egresso da graduação em seus estudos e pesquisas na Instituição. Além disso, fomentou o ingresso de alunos externos à UFF, tornando notória a visibilidade da Escola. Durante esses anos, foram desenvolvidos vários projetos de extensão, muitos dos quais tive grande oportunidade de participar. Pode-se destacar a vinda dos cursos Prominp, que envolveram várias áreas distintas da Engenharia e cursos de especialização MBA. É importante destacar, também, o pré-vestibular popular, que, há mui-
to tempo, proporciona a oportunidade de ingresso de diversas pessoas à universidade pública. Atualmente, é incontestável a importância do desenvolvimento dos Programas de Educação Tutorial (PET), Monitorias e Iniciação Científica. Eles, na maioria das vezes, representam um grande incentivo ao aluno de graduação por promover, em um primeiro momento, contato com atividades relacionadas ao seu curso. O incremento de bolsas voltadas a essas atividades aumentou consideravelmente nos últimos anos, possibilitando um maior número de trabalhos desenvolvidos pelos alunos junto aos seus orientadores. Outra atividade desenvolvida foi a criação de diversas Empresas Juniores, responsáveis pela elaboração e execução de projetos em áreas relacionadas aos cursos dos alunos pertencentes a elas. Este fato promove uma maior visibilidade da Escola junto a outras empresas já consolidadas no mercado, uma vez que estas são as principais clientes. Acrescido às atividades internas relacionadas aos trabalhos científicos, a Escola de Engenharia tem sediado em suas instalações diversos eventos científicos nacionais e internacionais de relevância no âmbito dos cursos de graduação e pós-graduação. Além das atividades intelectuais propriamente ditas, a Escola de Engenharia promove vários encontros sociais como o de boas-vindas ao egresso à nossa Escola, Festivais de Bandas e Cinema, integrando os diretórios acadêmicos, os Programas de Educação Tutorial e Empresas Juniores nessas atividades. Enfim, muitos são os desafios a serem vencidos para que a nossa Escola de Engenharia se desenvolva sempre. Porém, demonstra grande potencial baseado nos ideais de seu corpo docente e administrativo bem como uma sólida e tradicional trajetória de sucesso e grandes realizações. Agradeço imensamente por fazer parte dessa Escola tão grandiosa e espero presenciar muitas conquistas, como vem sendo ao longo dos anos.
A gestão de pessoas na Escola de Engenharia por Gabriela Maria da Silva Consultora de Gestão de Pessoas
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eu nome é Gabriela Maria Azevedo da Silva, graduada em Administração de Empresas, ocupando na UFF o cargo de Assistente em Administração desde 2012, e lotada na Escola de Engenharia desde então. Em 2013, fui designada pela Direção da Escola como Representante de Gestão de Pessoas da Unidade, me tornando responsável por tarefas de suporte administrativo e técnico nas áreas de gestão de pessoas e administração em geral. Como Consultora de Gestão de Pessoas da Escola de Engenharia, trato diretamente de todos os assuntos administrativos desta área, atuando como um elo entre a Unidade e a Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas, tendo as seguintes atribuições: • Buscar compreender a estrutura da PROGEPE, a fim de conseguir prestar informações essenciais aos servidores da Unidade;
• Perceber as demandas da Escola que são de responsabilidade da PROGEPE; • Conduzir essas demandas identificadas para os Encontros de Representantes de Gestão de Pessoas nas Unidades, que são organizados regularmente pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas; • Encaminhar à Direção da Escola o posicionamento da PROGEPE em relação ao assunto tratado; • Divulgar na Unidade as políticas de gestão de pessoas desta Universidade, bem como as ações propostas pela PROGEPE.
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Capacitação e cursos da Escola de Engenharia por Gilson Brito Alves Lima Consultor de Capacitação e Cursos
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Comitê Consultivo da Escola de Engenharia tem como principal missão promover a discussão de ações estratégicas nas áreas de ensino, pesquisa e extensão no âmbito da Unidade, objetivando o contínuo aperfeiçoamento do quadro de pessoal que atua nas demandas técnicas e acadêmicas da Unidade. Em virtude das constantes mudanças e incremento das referidas demandas, a capacitação deve ser um processo contínuo de aprendizagem. Deste modo, novas competências deverão ser desenvolvidas e estimuladas, tendo como objetivo principal a ampliação e a melhoria dos serviços ofertados. Entre eles, podemos citar: treinamento (aprendizagem em serviço), cursos presenciais, cursos à distância e demais eventos que estejam relacionados às necessidades da Unidade. Neste aspecto, a iniciativa tem também como objetivo conceder visibilidade às ações de desenvolvimento acadêmico e científico e fortalecer o papel institucional da Escola de Engenharia no âmbito da UFF. Neste primeiro momento, no aspecto de Capacitação e Cursos, a assessoria consultiva trabalhará tendo em vista ampliar os conhecimentos e a participação de docentes e técnicos administrativos, identificando e promovendo iniciativas de interesse do público que atuam na Unidade. Estas iniciativas são complementares às ações executadas e avaliadas pela Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEPE), e devem estar em consonância com as demandas mapeadas e ofertadas por outros organismos da própria universidade. O enfoque será dado aos programas planejados e coordenados pela própria Escola de Governança em Gestão Pública (EGGP), que tem por missão auxiliar a universidade no cumprimento do seu papel social, por meio da promoção do desenvolvimento e
da formação institucional dos seus servidores. Em alinhamento à EGGP, as ações planejadas pela Assessoria de Capacitação e Curso serão norteadas pelo levantamento das necessidades de capacitação e identificação dos caminhos para o desenvolvimento. Como consequência, espera-se que isto contribua para o aprimoramento das atividades dos setores, bem como promova de forma expressiva as habilidades e a ressignificação de novos valores por parte dos servidores da Escola de Engenharia. Adicionalmente, a Assessoria de Capacitação e Cursos fará uso das tecnologias nas modalidades presencial e semipresencial, buscando oferecer possibilidades factíveis para as diferentes demandas e necessidades. Em suma, o foco estará voltado para a coordenação de iniciativas que explorem as potencialidades existentes nas instâncias acadêmicas e universitárias, bem como em outros órgãos com as quais se possam instituir convênios de co¬operação; de forma a apoiar a formação de servidores com forte compromisso institucional para a universalização do seu conhecimento e fazer. Para cumprir esta missão, a Assessoria de Capacitação e Cursos irá atuar em modalidades de programas tanto de atenção à demanda espontânea quanto de organização de atividades induzidas: Demanda espontânea: estudo de demandas espontâneas solicitadas para viabilizar a participação em atividades de capacitação, tais como cursos de curta duração, participação em eventos técnico-científicos ou outros de similares características. Atividades induzidas: ações de treinamento na modalidade induzida, tais como palestras, seminários ou cursos de curta duração de caráter eventual ou continuado, que sejam de interesse potencial a um conjunto de servidores.
Participação em Cursos de Pós-Graduação: apoio à participação em diversos cursos de pós-graduação da UFF com turmas lato sensu (especialização/MBA), que, conforme previsão em resoluções específicas CEP e CUV/UFF, reservam vagas para servidores docentes e técnico-administrativos, desde que sejam aprovados e classificados nos processos seletivos aplicáveis. No contexto de iniciativa em desenvolvimento na Escola de Engenharia, Secretaria Administrativa, Núcleo de Ensino e Apoio à Formação Administrativa (NEAFA), pode ser ilustrado o
sucesso das edições do Curso de Extensão de Atualização em Gestão Pública coordenado pela Dra. Rosana Therezinha Oliveira e que contou ainda com a participação de alguns técnicos e docentes da Escola de Engenharia na equipe de execução. Cabe destacar que a iniciativa de caráter de extensão tem como missão favorecer o fluxo da informação, retenção e disseminação do conhecimento de forma contínua, não apenas entre os atuais e futuros profissionais responsáveis pelo desenvolvimento das atividades na Escola, mas também para a comunidade acadêmica em geral.
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A infraestrutura da Escola de Engenharia por Paulo César Fernandes de Almeida Consultor para Assuntos de Infraestrutura
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ou Engenheiro Civil, Professor do Departamento de Engenharia Civil, com Mestrado em Construção Civil, atualmente aposentado. Com 73 anos de idade e 47 anos de formado, estou na UFF, exercendo minhas atividades docentes e técnicas, há 35 anos. Antes disso, integrei o corpo técnico de outras empresas – pública e privadas. Na UFF, fui Diretor da antiga Divisão de Obras, responsável por toda as obras e manutenções da Universidade – o equivalente à atual SAEN. Posteriormente a isso, criei o Serviço de Obras e Manutenção (SOMa) da área da Saúde, de 1984 a 1999 – vinculado ao Centro de Ciências Médicas, sendo responsável por todas as obras e manutenções do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP); Faculdade de Medicina; Instituto Biomédico; Faculdade de Farmácia; Faculdade de Medicina Veterinária; Faculdade de Odontologia; Instituto de Saúde da Comunidade (atual Instituto de Saúde Coletiva); Faculdade de Nutrição; Escola de Enfermagem, e ainda, construindo a sede da Farmácia Universitária, inaugurada em 1996. Como Docente, ministrei 3 disciplinas na área de Materiais de Construção, para turmas dos cursos de graduação em Engenharia Civil, Engenharia Agrícola e Ambiental e Arquitetura e Urbanismo. Participei de pesquisas, com destaque para o projeto que desenvolveu um material para fechamento de fissuras ocorrentes no piso de concreto da Ponte Rio-Niterói. Essa pesquisa foi desenvolvida em conjunto com o Prof. Ivan Ramalho – professor titular do Departamento de Engenharia Civil, já aposentado. Como Consultor Técnico da Escola de Engenharia em Assuntos de Infraestrutura, tenho por função básica orientar, prever e prover a comunidade acadêmica desta Unidade de Ensino de tudo o que for necessário, sempre focado em dar condições mínimas para uma habitabilidade digna
a esta tão numerosa e qualificada Comunidade. Como exemplos de nossa atuação à frente dessa área de infraestrutura, podemos citar: revisões e consertos nos telhados dos prédios; serviços hidro-sanitários, bem como intervenções em infiltrações, entupimentos e vazamentos; limpeza e manutenção de cisternas, caixas d’água e bombas; pequenas reformas internas: colocação de divisórias, execução de pinturas; recuperação de mobiliário; revisão em toda a instalação elétrica; manutenção de equipamentos, tais como datashows, bebedouros, 500 aparelhos de ar condicionado (manutenção e instalação); pequenos serviços, que compreendem desde troca de chaves à manutenção dos serviços de limpeza e controle da vigilância dos blocos D e E; apoio logístico aos Projetos Estudantis (Minibaja, Fórmula SAE Combustão, Fórmula SAE Elétrico, Barco Solar, Aerodesign e outros); apoio logístico às Empresas Juniores: Meta Consultoria, Agrha Consultoria, Tesla,, SmartTel, Papo Design e P&Q Consultoria; apoio logístico aos Centros e Diretórios Acadêmicos; apoio logístico aos Departamentos de Ensino e Coordenações de Cursos de Graduação e Pós-Graduação da TCE. A partir de minha experiência profissional, ao longo de tantos anos nesta Universidade, tendo que adaptar as mais variadas demandas da comunidade universitária à realidade do serviço público, acredito que, auxiliado pela competente equipe técnica da Escola de Engenharia, bem como pelo pequeno e abnegado grupo de 4 operários, cedidos provisoriamente pela empresa CTESA (contratada pela SAEN), que frequentemente ultrapassam sua carga horária diária de trabalho, vimos conseguindo, ainda que modestamente, atender às demandas básicas de nossa comunidade acadêmica.
Os desafios da Graduação em Engenharia por Paula Brandão Harböe Consultora de Graduação
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tensão do atendimento ao público. Para essa ação, foi constituída Comissão, e já estamos promovendo reuniões com os coordenadores de graduação da TCE e suas equipes, para identificar e definir atribuições comuns aos cursos e atribuiçõs específicas a cada coordenaçao, visando à capacitação dos servidores lotados nessa Secretaria-Geral. 2) A promoção e a prevenção da saúde mental de nossos alunos. Para essas ações, estamos conhecendo os trabalhos desenvolvidos pela Divisão de Atenção à Saúde do Estudante (DASE), pela Divisão de Acessibilidade e Inclusão (Sensibiliza UFF), da PROAES, e pela Coordenação de Atenção Integral à Saúde e Qualidade de Vida (CASQ), da PROGEPE, a fim de estabelecer parcerias e planejar estratégias de trabalho. As ações deverão ser permanentes no ambiente escolar, preferencialmente nas dependências da TCE, tendo como base a informacão, o acolhimento e a identificação de situações de risco. Contamos também com o apoio dos Diretórios Acadêmicos vinculados à TCE. 3) A interlocução com Departamentos de Ensino responsáveis pelo oferecimento de disciplinas básicas aos cursos de Engenharia, em particular com os do Instituto de Matemática e Estatística (IME), visando à revisão dos conteúdos programáticos dessas disciplinas, para a melhoria do processo ensino-aprendizagem e redução das elevadas taxas de retenção e evasão escolares nos cursos de Engenharia. Para essa ação, esperamos contar com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD). 4) A revisão/atualização do Regulamento de Cursos de Graduação da UFF (Resolução CEP 001/2015), com destaque para os critérios de entrada em turma no período de inscrição online; as condições para aplicação de exame de reposição (exame de 2ª chamada); o prazo para análise e parecer de dispensas de disciplinas por parte dos departamentos de ensino competentes. Para essa ação, esperamos contar com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD).
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niciei minha carreira como docente do Departamento de Engenharia de Telecomunicações (TET) da UFF em 1995; atualmente Professora Associada, nível 4. Em minha trajetória na UFF, venho desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e administrativas, que incluem: o desenvolvimento de projetos de pesquisa na área de Sistemas de Comunicações Ópticas de Alta Capacidade; a orientação de projetos de monitoria e de trabalhos de conclusão de curso e dissertações de mestrado; a coordenação do curso de graduação em Engenharia de Telecomunicações; a participação em Colegiados de Unidade e de Curso; a chefia do setor de Eletromagnetismo Aplicado; a representação docente do TET na Comissão de Avaliação Local da Engenharia (CAL – TCE). Completei meu primeiro mandato (20142018) como Coordenadora do Curso de Graduação em Engenharia de Telecomunicações; foram muitos desafios, mas também muitas conquistas. Em dezembro passado, fui reconduzida ao cargo (2018-2022) e convidada pela Profa. Fabiana Leta, Diretora da Escola de Engenharia (TCE), a permanecer como Assessora de Graduação da TCE, aproveitando a experiência adquirida no cargo e as parcerias firmadas. Ao longo do ano de 2019, pretendemos dialogar com outros setores/ departamentos a fim de planejar e executar ações que tragam melhorias aos cursos de graduação e aos alunos, professores e funcionários vinculados à Escola de Engenharia, destacando-se: 1) A reestruturação administrativa das coordenações de graduação da TCE, com a formação de uma Secretaria-Geral das Coordenações dos Cursos de Graduação da TCE, ligada diretamente à Direção da Unidade. A Secretaria-Geral seria o setor responsável pelo registro e distribuição de processos e documentação, além de fornecer o suporte aos Coordenadores de Cursos de Graduação da TCE, com a consequente uniformização e simplificação de procedimentos administrativos e otimização de recursos humanos e financeiros, e ex-
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Empreendimentos e projetos estudantis da Escola de Engenharia por Suzana Dantas Hecksher Consultora de Empreendimentos e Projetos Estudantis
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Escola de Engenharia (TCE) da UFF reconhece o valor formativo da atuação de nossos alunos em empreendimentos e projetos estudantis. A TCE pretende ampliar o estímulo e apoio ao desenvolvimento de atividades que contribuam para a excelência na formação de profissionais de Engenharia e Desenho Industrial. Em consonância com esta postura da Escola de Engenharia da UFF, em 23 de abril de 2019, foram homologadas as novas Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia (DCNs de Engenharia), que devem ser observadas pelas Instituições de Educação Superior (IES). O contexto que pauta a revisão das DCNs de Engenharia inclui a demanda crescente por profissionais com uma formação técnica sólida, combinada com uma formação mais humanística e empreendedora. Uma das inovações das DCNs de Engenharia é apontar para possibilidades de atuação do engenheiro, tanto como projetista de soluções inovadoras, quanto como empreendedor, em todo o ciclo de vida do produto e do empreendimento. Na observância das novas DCNs de Engenharia, a Escola de Engenharia da UFF deve estimular atividades que articulem simultaneamente a teoria, a prática e o contexto de aplicação, incluindo atividades acadêmicas, tais como competições acadêmicas, projetos interdisciplinares e transdisciplinares, projetos de extensão, atividades de voluntariado, trabalhos em equipe, desenvolvimento de protótipos, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras. Centenas de alunos da Escola de Engenharia UFF têm se engajado voluntariamente em atividades empreendedoras, tais como: • Projetos Acadêmicos (Aerodesign, Fórmula SAE/Combustão, Fórmula SAE Elétrico, Mini Baja, Barco Solar);
• Empresas Juniores (Meta Consultoria, Agrha Consultoria, P&Q Consultoria, Papodesign, Tesla Jr. Consultoria e SmartTel); • Programas de Educação Tutorial (PETs) das Engenharias (The Myths Brazil, Asimuff Robótica, PET-Tele, PET-Elétrica, PET-Produção, entre outros) ; • Projetos Esportivos: Associação Atlética Pio Orlando; • Ramos Estudantis (IEEE e SPE). • Enactus, entre outras. Os objetivos iniciais desta consultoria em Empreendimentos e Projetos Estudantis foram construídos coletivamente com representantes dos diversos empreendimentos e projetos estudantis e incluem: • Construir projetos de extensão que contemplem várias das atividades empreendedoras e possam dar reconhecimento à atuação de docentes e discentes nos diversos projetos e empreendimentos; • Organizar ações conjuntas de captação de projetos e patrocínios; • Promover a melhoria e padronização de práticas de uso de laboratórios e demais recursos compartilhados, primando pela preservação da vida e do patrimônio; • Promover a melhoria de processos de gestão realizados no âmbito destas atividades empreendedoras (gestão de pessoas, gestão financeira, gestão de projetos etc.); • Promover o reconhecimento, entre docentes e discentes, sobre a contribuição dessas atividades empreendedoras na formação de competências, divulgando conhecimentos, habilidades e atitudes que são desenvolvidos e aplicados nas experiências práticas; • Ampliar a divulgação das atividades empreendedoras realizadas por nossos alunos entre escolas, empresas, instituições públicas, privadas e comunidade em geral.
A Pesquisa na Escola de Engenharia da UFF: avaliação CAPES e qualidade da produção intelectual por Roger Matsumoto Moreira Consultor de Pesquisa
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sistemas, Mestrado em Engenharia Química, Mestrado Profissional em Montagem Industrial, Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão). De acordo com as fichas de avaliação 20132016, a produção intelectual correspondeu ao quesito de maior peso, representando 35% da nota final dos cursos. No caso das Engenharias II, esse quesito era ainda maior (40% da nota final). As publicações qualificadas por docente permanente equivaliam à cerca de metade deste percentual (18 a 20%), excetuando os Mestrados Profissionais, cujas fichas de avaliação incorporavam, além das publicações qualificadas por docente permanente (12%), a produção de patentes, registros de softwares e livros (9%). Mesmo com as mudanças nas regras de avaliação (CAPES 2019a), a qualidade da produção intelectual continua sendo um dos principais quesitos da nova ficha de avaliação (vide quesito Formação na Tabela 1). O lançamento do repositório de produtos intelectuais da pós-graduação (ESPPIRAL) é outra iniciativa da CAPES para avaliar outras produções, tais como livros, produtos técnicos e tecnológicos, teses e dissertações (CAPES 2019b). Artigos com Qualis A1, A2 e B1 corresponderam em média a 75% da nota atribuída ao quesito publicações qualificadas por docente permanente. PEREIRA (2017) constatou que os artigos com Qualis A1, A2 e B1 correspondiam a 80% do total das publicações do Doutorado em Instrumentação e Óptica Aplicada, 64% do total das publicações do Doutorado e Mestrado em Engenharia Mecânica, 63% do total das publicações do Mestrado em Engenharia de Biossistemas, 59% do total das publicações do Doutorado e Mestrado em Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, 40% do total das publicações do Mestrado Profissional em Montagem Industrial, 32% do total das publicações do Mestrado em Engenharia Química, 23% do total das publicações do
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Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (UFF) dispõe atualmente de 9 programas de pós-graduação stricto sensu com 5 cursos de Doutorado (Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, Engenharia Mecânica, Sistemas de Gestão Sustentáveis, Instrumentação e Óptica Aplicada em parceria com o CEFET-RJ), 6 cursos de Mestrado Acadêmico (Engenharia Civil, Engenharia de Biossistemas, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, Engenharia Mecânica, Engenharia Química) e 2 cursos de Mestrado Profissional (Montagem Industrial, Sistemas de Gestão). Dentre as grandes áreas da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), 5 desses cursos são avaliados pelas Engenharias III (Doutorado e Mestrado em Engenharia de Produção, Doutorado e Mestrado em Engenharia Mecânica, Mestrado Profissional em Montagem Industrial), 3 pelas Engenharias IV (Doutorado e Mestrado em Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, Doutorado em Instrumentação e Óptica Aplicada), 2 pela Interdisciplinar (Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis, Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão), 1 pelas Engenharias I (Mestrado em Engenharia Civil), 1 pelas Engenharias II (Mestrado em Engenharia Química) e 1 pelas Ciências Ambientais (Mestrado em Engenharia de Biossistemas). Na avaliação quadrienal 2013-2016 da CAPES, 2 desses cursos receberam conceito 5 (Doutorado e Mestrado em Engenharia Mecânica), 6 receberam conceito 4 (Doutorado e Mestrado em Engenharia de Produção, Doutorado e Mestrado em Engenharia Elétrica e de Telecomunicações, Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis, Doutorado em Instrumentação e Óptica Aplicada) e 5 receberam conceito 3 (Mestrado em Engenharia Civil, Mestrado em Engenharia de Bios-
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Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis, 16% do total das publicações do Doutorado e Mestrado em Engenharia de Produção, 13% do total das publicações do Mestrado em Engenharia Civil e 7% do total das publicações do Mestrado Profissional em Sistemas de Gestão. De acordo com CAPES (2019a), a tendência atual é de que as novas fichas de avaliação continuem a valorizar a qualidade da produção intelectual dos cursos. A avaliação de outras produções intelectuais (livros, produtos técnicos e tecnológicos, produtos artísticos, teses, dissertações e artigos que já finalizaram o prazo de embargos das editoras) deverá utilizar como base a plataforma ESPPIRAL (CAPES 2019b). Além do Grupo de Trabalho (GT) da Ficha de Avaliação, o Qualis Artístico e Cultural, a Classificação de Eventos, a Autoavaliação e a Classificação de Livros também foram objetos de estudo de GTs, cujos relatórios podem ser encontrados em CAPES (2019a,c). Existem ainda outros GTs (Qualis Periódicos, Qualis Técnico Tecnológico, Qualis Humanidades, Internacionalização, Inovação e Transferência do Conhecimento, Impacto e Relevância Econômica e Social), cujos relatórios deverão ser aprovados e disponibilizados ao público ao longo do primeiro semestre de 2019 e que impactarão diretamente sobre os instrumentos de avaliação. Reuniões com os coordenadores de área da CAPES estão programadas para 2019, quando serão apresentados os novos indicadores que comporão a ficha de avaliação para o quadriênio 2017-2020. Durante o biênio 2017-2018, observa-se que vários discentes e docentes dos nossos cursos têm se dedicado à publicação de artigos em periódicos de renomes internacional e nacional. Alguns têm também se esforçado no aumento da pro-
dução tecnológica, com depósitos de patentes e registros de softwares. Trabalhos de autoavaliação da produção intelectual, como o de PEREIRA (2017), devem ser continuados e ampliados, abrangendo também os demais quesitos dispostos nas novas fichas de avaliação, bem como os novos indicadores das grandes áreas. A mudança das regras durante o processo de avaliação da CAPES é outro fator que inibe ações que previnam uma má avaliação dos cursos, contudo mecanismos que estimulem a produção intelectual qualificada dos programas de pós-graduação da Escola de Engenharia da UFF devem ser elaborados. Referências CAPES 2019a Aprimoramentos dos Instrumentos de Avaliação da CAPES - Ficha de Avaliação, Autoavaliação, Qualis Artístico Cultural e Classificação de Eventos. Ofício circular nº 2/2019-DAV/CAPES. CAPES 2019b Ofício circular
Repositório ESPPIRAL. nº 3/2019-DAV/CAPES.
CAPES 2019c Aprimoramentos dos Instrumentos de Avaliação da CAPES - Classificação de Livros. Ofício circular nº 6/2019-DAV/CAPES. PEREIRA, C.R. 2017 Produção de artigos da pós-graduação da Escola de Engenharia da UFF (quadriênio 2013-2016). Apresentação da Assessoria de Pesquisa da Escola de Engenharia da UFF.
O futuro da Pós-Graduação na Escola de Engenharia da UFF por Leonardo Santos de Brito Alves Consultor de Pós-Graduação
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1) Reduzir o número de critérios de avaliação, de modo a simplificar e facilitar o processo de avaliação dos programas de pós-graduação; 2) Tirar o foco do processo de avaliação da produção intelectual do docente e o colocar na qualidade da formação do discente. O segundo ponto foi alcançado, respeitando a restrição do primeiro, com a redução do número de critérios voltados para a regulação do processo de formação do discente e o aumento do número de critérios voltados para avaliação da qualidade do produto formado. Os dois exemplos citados anteriormente são exemplos de critérios criados para regular o processo, e que não garantem a qualidade do produto gerado. A nova ficha de avaliação da CAPES deixa essa mudança clara. Por exemplo, os comitês de avaliação da CAPES irão analisar, por amostragem, dissertações e teses dos programas para estimar a qualidade média deste produto. Dois outros pontos dessa ficha merecem especial atenção. O primeiro está relacionado ao planejamento estratégico do programa em consonância com o planejamento estratégico da instituição. O segundo está relacionado à autoavaliação do programa. Ambos deixam claro o quão importante é para os programas de pós-graduação trabalharem em conjunto e com a instituição, de modo a encarar esse novo desafio imposto pela CAPES. Apenas juntos conseguiremos lançar os programas de pós-graduação da Escola de Engenharia a novas alturas. Um passo importante nessa direção foi dado no dia 7 de Maio de 2019 com a instituição do Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação Stricto Sensu da Escola de Engenharia, criando um ambiente ideal para essa interação. Como consultor de Pós-Graduação da Escola de Engenharia e presidente deste fórum, será um prazer participar e contribuir para este processo.
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iversos dados sobre os vários programas de pós graduação da Escola de Engenharia da UFF são discutidos no texto intitulado “A Pesquisa na Escola de Engenharia da UFF” elaborado pelo prof. Roger Matsumoto Moreira. Este texto informa quais são os programas de pós-graduação stricto sensu, que cursos oferecem (Mestrado e/ou Doutorado), suas áreas de avaliação na CAPES (Engenharias I, II, III e IV) e as notas que receberam na avaliação quadrienal 2013-2016 da CAPES (3, 4 e 5). Além disso, dentre outras coisas, ele resume os critérios usados para avaliar a produção intelectual e a produção de artigos com Qualis A1, A2 e B1 destes programas. Desta forma, não é necessário rediscutir aqui estes assuntos. Uma análise destes critérios de avaliação permite verificar que vários deles criaram incentivos voltados para a quantidade, e não a qualidade, do produto gerado. Como produto, se subentende o aluno, sua dissertação ou tese, seus artigos em congressos e periódicos etc. Por exemplo, o número de alunos formados influencia a nota do programa. Isto cria um incentivo para que os programas formem um número maior de alunos do que o desejado, ou seja, mesmo que suas dissertações ou teses não possuam o padrão de qualidade desejado, de modo a aumentar suas notas. Outro exemplo é o tempo de formação do aluno, que também influencia a nota do programa. Este critério cria um incentivo para que os programas formem seus alunos antes do prazo limite ser alcançado de modo a não terem sua nota penalizada. É difícil imaginar como estes critérios estão relacionados com a qualidade do produto gerado por estes programas. Contudo, esse processo de avaliação está em fase de transição. A CAPES vem estudando, faz alguns anos, mudanças profundas nos critérios de avaliação dos programas de pós-graduação. Essas mudanças foram discutidas na reunião da CAPES com coordenadores de pós-graduação no dia 13 de Maio de 2019. De modo geral, essas mudanças visam a:
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Revista Engenharia e Design
Construindo, discutindo e desconstruindo a Extensão Universitária por Márcio Cataldi Consultor de Extensão
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extensão Universitária, mesmo após tantos anos no tripé das Universidades Públicas, ainda é um termo que está longe de ser bem definido, reconhecido e entendido pela comunidade docente, discente e técnica das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), causando as mais diferentes reações, principalmente no quando docente, que podem ir desde a rejeição e repulsa até o amor e a admiração. Bem, apesar de eu ser um dos docentes que está no segundo grupo, a ideia deste pequeno texto é a busca de um caminho do meio, onde a comunidade acadêmica da Escola de Engenharia possa, ao menos, se familiarizar com os conceitos, paixões e decepções que são inerentes à Extensão Universitária. Começando pelas definições oficiais, em busca da construção da extensão, podemos encontrar algumas bastante elucidativas vindas do próprio MEC, tais como: A Extensão Universitária, sob o princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove a interação transformadora entre Universidade e outros setores da sociedade; ou ainda: ...Extensão Universitária denota também prática acadêmica, a ser desenvolvida, como manda a Constituição de 1988, de forma indissociável com o Ensino e a Pesquisa, com vistas à promoção e garantia dos valores democráticos, da equidade e do desenvolvimento da sociedade em suas dimensões humana, ética, econômica, cultural, social... No retorno à Universidade, docentes e discentes trarão um aprendizado que, submetido à reflexão teórica, será acrescido àquele conhecimento. Esse fluxo, que estabelece a troca de saberes sistematizados, acadêmico e popular, terá como consequências a produção do conhecimento resultante do confronto com a realidade brasileira e regio-
nal, a democratização do conhecimento acadêmico e a participação efetiva da comunidade na atuação da Universidade (FORPROEX, 1987). Pelas definições oficiais podemos perceber que a extensão é então uma prática obrigatória dentro das IFES, definida inclusive na Constituição Brasileira. E como então ela pode passar tão distante da vida acadêmica de uma grade parte da nossa comunidade? Vários pontos, a partir de diferentes perspectivas, poderiam tentar suportar esse dilema. Mas alguns acredito que sejam mais aplicados à área das Engenharias, dentro de seu pragmatismo: (1) A Extensão não traz grandes desafios, pois nela não se faz pesquisa “de ponta”; (2) A Extensão não é valorizada na vida acadêmica como a publicação de artigos e as horas de aula dadas, por exemplo; (3) Não existe bolsa de Extensionista, por exemplo, como existe de Pesquisador; (4) A Universidade não fornece infraestrutura para a execução de projetos de extensão; (5) Falta um espaço físico para armazenar o material utilizado nas atividades de extensão e também para a realização de ações multidisciplinares na Escola de Engenharia; (6) Os alunos de Engenharia não se interessam em fazer extensão; (7) A indissociabilidade entre ensino-pesquisa-extensão parece uma utopia. (8) A Extensão não traz visibilidade para as IFES. Na verdade, esses são só alguns tópicos, dentre muitos. Mas entendo que estes podem ser facilmente descontruídos/discutidos. No caso de (1), a extensão pode até nem sempre estar associado com pesquisa “de ponta”, mas na realidade ela é feita em conjunto com “a ponta” para a qual realizamos nossos estudos, que é a sociedade. No caso de (2) e (3) eles são parcialmente verdades, sendo que para os editais de Pesquisa da FAPERJ e CNPq, por exemplo, as atividades de extensão hoje já estão pontuando e, em
momento em que a Universidade Pública sofre vários, e pesados questionamentos, e não está nas ruas, fora de seus muros, para respondê-los, tais questionamentos começam a fazer sentido e colocam em xeque a nossa própria existência, dentro de uma sociedade tão desigual quanto a do Brasil. Portanto, a extensão não é só uma obrigação, ela é muito mais do que isso, é uma das poucas formas de sobrevivência e fortalecimento dos IFES que temos ao nosso alcance, ou seja, é emergencial, necessário, vital e crucial que ela esteja incluída no dia a dia de nossas atividades. A creditação de 10% da carga horária de todos os cursos em atividades de extensão, se mantido pelo “novo MEC”, poderá ser uma ótima oportunidade para darmos essa reviravolta e estarmos cada dia mais presente fora dos nossos muros, dialogando e interagindo com a sociedade até que consigamos, em algum momento, contribuir de forma mais efetiva para sua reconstrução e evolução. Por fim, dentro da ideia de descontruir os conceitos “oficiais” de extensão, afim de construir uma nova identidade pra ela, tomei a liberdade de colocar a minha visão, como coordenador de três projetos de extensão, desde 2015, sobre a extensão, com o olhar de um docente da área de Exatas: Extensão é dividir os conhecimentos ad-
quiridos na Universidade com a comunidade e, ao mesmo tempo, receber de volta novos ensinamentos, demandas e angústias, construindo assim uma formação cidadã e comprometida com a diminuição das desigualdades e das injustiças, em prol do desenvolvimento racional e sustentável. A extensão aproxima os saberes aprendidos nas Universidades com aqueles adquiridos na vivência prática, tirando a Universidade de seus muros, dialogando e trazendo a sociedade para dentro da academia, diminuindo, assim, a distância entre estas realidades. Agradecimentos ao Professor Armando Cypriano Pires pelos ensinamentos, debates, companheirismo e dedicação à Extensão.
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alguns casos, são eliminatórias. Quanto a bolsa, isso ainda é uma realidade, e que só vai mudar a partir de uma grande mobilização docente. Mas vale lembrar que a ação de extensão está constitucionalmente dentro das nossas atividades docentes e são eliminatórias (na falta delas) em concursos para professor Titular, por exemplo. Os itens (4) e (5) também são verdades parciais. Normalmente a UFF fornece transporte para as ações e atividades de extensão, mas isso está cada vez mais difícil. A Escola de Engenharia parece que agora está despertando para a realidade da extensão e, com trabalho e dedicação, logo os espaços aparecerão. No caso de (6), convido a todos a visitarem o Facebook do projeto Barco-Escola UFF Grael para entenderem como os alunos da engenharia se sentem ao realizar atividades de extensão. A questão da Indissociabilidade (7) é realmente fácil de ser imaginada, mas só realmente consegue ser percebida de forma plena, se praticada. Durante as ações extensionistas, no processo dialógico com a sociedade, os discentes exercem, de forma inequívoca, práticas de educação. E o que todos os docentes sabem, sem exceção, é que não existe melhor forma de aprender do que ensinar. E a preparação de uma ação de extensão requer metodologias e práticas muito comuns aos processos investigativos, iniciando, muitas vezes, nos alunos, a semente da pesquisa e da curiosidade científica. Por fim, a dedicação dos alunos em uma atividade de extensão é sempre maior do que nos trabalhos de sala de aula, mesmo aqueles que valem muitos pontos, pois nas atividades de extensão eles são os responsáveis por uma parte única da atividade, lidando com pessoas que normalmente não conhecem e que estão cheias de expectativas sobre o que eles tem a dizer, a fazer e a construir em conjunto. O tópico (8) com certeza é o mais equivocado. É exatamente durante as atividades de extensão que a sociedade tem contato com o que está sendo feito aqui dentro desta máquina de moer cérebros, conhecida como Universidade. É na extensão que a sociedade vê as nossas caras, entende que somos pessoas como eles e que, sim, estamos também engajados no crescimento do país, tanto do ponto de vista tecnológico e econômico, mas também nos aspectos morais, intelectuais, éticos, sociais e humanitários. No
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Revista Engenharia e Design
Impactos dos acordos de cooperação da UFF com as Forças Armadas por Capitão de Mar e Guerra (Ref) Gustavo Benttenmuller Consultor Externo da Escola de Engenharia para Projetos junto às Forças Armadas
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omo tudo começou? Em 18 de março de 2011, a Marinha do Brasil (MB) assinou, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Marinha (SecCTM), um Acordo de Cooperação Acadêmica, Técnica e Científica com a Universidade Federal Fluminense (UFF). Criou-se o Núcleo do Escritório de Ciência e Tecnologia da Marinha (NETAv), localizado na sala 234/D da Escola de Engenharia, para operacionalizar o Acordo.
Fundamentado em que? No modelo do Tríplice Hélice ou também denominado de Triângulo de Sábato, preconizado na Estratégia de Ciência e Tecnologia da Marinha e inspirada na adoção do citado modelo pelos PAÍSES CENTRAIS.
Em que consiste? Na integração do governo que apresenta suas
necessidades de produtos científico, com a Academia a grande geradora do conhecimento e de sua transformação em protótipos dos produtos e finalmente na indústria que recebe a transferência de tecnologia para produzir e comercializar os produtos e paga Royalties à universidade e a seus pesquisadores. Como se pode perceber é um sistema de integração virtuoso onde se fundamenta a autonomia tecnológica e poder dos Países Centrais. Quais os objetivos do Acordo? Os principais objetivos do Acordo de Cooperação foram: • O maior engajamento da sociedade na discussão dos temas ligados à defesa e na integração entre as instituições científicas e tecnológicas; • A disseminação das atividades da MB no âmbito da Universidade, especialmente aquelas de natureza científica e a a implantação de uma mentalidade marítima na sociedade civil; • A oferta de desafios pela MB para os pesquisadores e alunos da UFF, permitindo a aplicação prática de seus conhecimentos, transformando-os em produtos de utilidade para a sociedade civil e para a defesa do País. • O alcance da autonomia tecnológica nacional pelo domínio crescentemente autônomo de tecnologias sensíveis. • Maior integração entre as instituições científicas e tecnológicas, tanto militares como civis, e a Base Industrial de Defesa; • A fabricação de produtos quando resultantes da pesquisa e desenvolvimentos acadêmicos. Qual o diferencial desse acordo? O diferencial do ACOP foi a integração de duas organizações de excelência, com culturas diversas, em processo de forte evolução, que ti-
veram a competência de apresentar expressivos resultados em pouco tempo com impactos significativos na sociedade civil e na defesa, em perfeito alinhamento com o preconizado na Base Normativa Legal. Quais os resultados alcançados? Foram realizados doze projetos em parceria com sucesso. Participaram dos projetos 78 alunos de graduação e pós-graduação e 35 Professores Pesquisadores. Foram desenvolvidas 19 novas tecnologias, identificados 12 novos conhecimentos e foram publicados 4 trabalhos O modelo e a metodologia adotados foram portanto adequados. Foram distribuídos cerca de 3 milhões de reais pela Marinha por meio de bolsas e cerca de R$450.000,00 em taxas dos projetos foram aplicados na modernização de laboratórios envolvidos nos projetos. O projeto de Telessaúde da FAPERJ obteve recursos de R$500.000,00 em fevereiro/14 para sua primeira etapa e resultou na instalação do Centro de Saúde Holográfico (CSH) e um Consultório Virtual de Saúde Holográfico (CVS) no CRASI do Mequinho, subordinado ao Hospital Universitário Antônio Pedro. Em seguida captou-se mais R$500.000,00 destinado a pesquisas para desenvolvimento do CSH e CVS. As bolsas distribuídas pela Marinha variaram para mestrandos, doutorandos mestres e doutores, função da complexidade das tarefas, de R$ 1.000,00 a R$6.000,00, sendo a grande maioria em média de R$ 2.000,00. Caso a Marinha fosse contratar tais profissionais no mercado, tomando-se como base os contratos do CASNAV com a FEMAR pagaria individualmente de R$ 4.000,00 a R$ 12.000,00, sem contar os encargos sociais que praticamente dobram esses valores. Portanto a marinha reduziu seus custos em praticamente em oito milhões de reais na execução desses projetos. As equipes da marinha que participaram dos projetos em parceria tiveram seus conhecimentos aperfeiçoados com a equipe da UFF absorvendo conhecimentos da forma mais eficiente que aprender fazendo.
Participação da UFF/Marinha na Naval Off Shore 2011
Conclusão A aplicação pioneira pela Marinha do modelo da tríplice hélice juntamente com a UFF mostrou sua exequibilidade e efetividade, motivando-nos a estender essa integração com o Exercito e a Força Aérea, fato este já em início de concretização com o Acordo de Cooperação com o Exército, no Projeto de Telessaúde por Holografia. Por sua vez o Exército, seguindo a iniciativa da Marinha, criou recentemente em todo o território nacional o Sistema de Defesa Industria e Academia de Inovação (SISDIA) com Escritórios de Ligação em cada estado. Os Escritórios de Ligação estão vinculados administrativamente ao Estado-Maior do Exército, são subordinados ao Departamento de Ciência e Tecnologia e apoiados pelos Comandos Militares de Área nas suas atividades.
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Qual o impacto ou efetividade desse Acordo? A oferta de desafios pela MB para os pesquisadores e alunos da UFF, aplicarem na prá-
tica seus conhecimentos ganhando experiência e transformando-os em produtos de utilidade para a sociedade civil e para a defesa do País. O maior engajamento da sociedade, por intermédio da academia, na discussão dos temas ligados à defesa e na integração entre as instituições científicas e tecnológicas. A disseminação das atividades da MB no âmbito da Universidade, especialmente aquelas de natureza científica e os primeiros passos para a implantação de uma mentalidade marítima na sociedade civil. E, finalmente o inicio de uma caminhada para alcançar nossa autonomia tecnológica pelo domínio de tecnologias sensíveis colocando o Brasil na posição que merece no conserto das nações.
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Revista Engenharia e Design
Estágio profissional na Escola de Engenharia por Cláudia Henriques Gentil Consultora Geral de Estágios
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ou Claudia Henriques Gentil, formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFF em 1976. Mestre em Engenharia Civil pela UFF em 1998. Logo depois de formada comecei a trabalhar na UFF como professora das disciplinas de Eletrotécnica Geral, para o curso de Engenharia Civil, e Instalações Elétricas Prediais, para o curso de Arquitetura e Urbanismo. Fui convidada a participar dos trabalhos da Coordenação de Estágios, órgão assessor da direção da Escola de Engenharia, e permaneci ministrando as duas disciplinas. Em 2003, a convite da PROGRAD, deixei o órgão para chefiar a organização da regulamentação geral dos estágios, que seria aplicada a todos os cursos de graduação da UFF. Este trabalho foi feito para atender à lei 11788 de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio de estudantes e preconiza que as Universidades, em consequência da lei maior, devem estabelecer normas para realização de estágio dos seus estudantes, seja nos campos de estágio externo, seja nos campos de estágio interno. A participação nesta instância superior foi muito útil para conhecer as peculiaridades próprias dos estágios em cada curso de graduação. Fui Coordenadora do Curso de Graduação em Engenharia Civil por duas gestões, de 2006 até novembro de 2014, o que se configurou numa experiência desafiadora, estruturante e gratificante. Além das atribuições próprias do cargo, também exerci a função de professora da disciplina Estágio Curricular Supervisionado. E como professora dessa disciplina vivenciei o assunto sob uma nova ótica e esbarrei com situações completamente diversas, que exigiam discernimento e decisões únicas. Em 2016 fui convidada pelo Professor Fabio Barboza Passos, Diretor da Escola de Engenharia, para atuar como Coordenadora Geral de Estágios da Escola de Engenharia. A Coordenação Geral de Estágios assessora a Escola de Engenharia, concentrando num só lugar o atendimento dos alunos de todos os cursos de Engenharia. Desde as suas criações, prevaleceu a ideia de concentra-
ção para que os ofertantes dos campos de estágio pudessem ter um único referencial na Escola, facilitando os trabalhos e a comunicação. Portanto, a Coordenação Geral de Estágios existe para atender a esta característica peculiar da vida do estudante: poder praticar, em situações reais de vida, aqueles conhecimentos obtidos em sala de aula. É possível também que os alunos, com auxílio dos assistentes que trabalham na Coordenação, recebam orientação sobre a melhor escolha de uma Empresa para estagiar, sobre os agentes de integração de estágios, sobre atitudes a adotar em uma entrevista visando estágio ou até mesmo sobre como escrever um currículo. A definição de estágio está na Lei 11788 de 25 de setembro de 2008. Parte do seu artigo primeiro define que “estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior”. São destinados exclusivamente a alunos matriculados e inscritos, com matrícula ativa nos seus respectivos cursos, em concordância com a grade curricular de cada um e atendendo às normas gerais estabelecidas pela UFF. Os alunos de Engenharia devem procurar oportunidades de estágio onde possam vivenciar experiências próprias da profissão que almejam, o mais semelhante possível com as desempenhadas pelos engenheiros formados. Podem também exercer atividades que se situam na interface com outras modalidades de Engenharia. O aluno que obteve uma oportunidade de estágio se dirige à Coordenação Geral de Estágios para que seja assinado o documento que oficializa essa experiência profissional: o termo de compromisso de estágio e, no caso de prorrogação, o termo aditivo do mesmo. É na Coordenação que é analisada essa parte documental, exigência da lei, sem a qual o aluno fica impedido de estagiar. Neste termo devem constar, no mínimo, os seguintes
itens: menção à lei 11788, identificação da entidade fornecedora do estágio, identificação da Universidade, identificação do aluno, com número de matrícula, condições e local de realização do estágio, carga horária de 4h ou 6h por dia, datas de início e término, listagem das principais atividades a serem desenvolvidas, nome do supervisor que preferencialmente deve possuir graduação na mesma profissão ou área afim,
almejada pelo aluno e, por fim, a indicação da Companhia seguradora e número da apólice de seguro de acidentes pessoais em favor do aluno. Toda documentação tem os dados transcritos para arquivo digital apropriado. A quantidade de alunos com estágio em andamento, que passam pela Coordenação, é bastante expressiva, confirmando a qualidade dos nossos alunos e identificando a expectativa de futuros empregos.
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Revista Engenharia e Design
O papel da gestão de processos na Escola de Engenharia por Ramon do Nascimento Consultor de Gestão de Processos da Escola de Engenharia
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eu nome é Ramon Lopes do Nascimento, sou graduado em Engenharia de Produção pela UFF e ocupo o cargo de Assistente em Administração nesta Universidade desde outubro de 2015 no Departamento de Engenharia de Produção (TEP). No início de 2019, recebi, com muito entusiasmo, o convite feito pela Diretora da Escola de Engenharia, professora Fabiana Leta, para ser Consultor de Gestão de Processos. A proposta inicial apresentada pela docente foi a de mapear todos os processos que envolvessem os setores da Escola de Engenharia, identificar gargalos, otimizá-los e uniformizá-los. Um projeto muito interessante, importante e, de certa forma, complexo. DESAFIOS INICIAIS Fiquei não só entusiasmado com a ideia, mas também honrado de ter sido escolhido para desempenhar esse papel de Consultor. As reflexões sobre os desafios iniciais começaram imediatamente: a)Poucos procedimentos escritos: Quando ingressei na UFF como servidor, notei que havia pouquíssima informação escrita, publicada e de fácil acesso descrevendo como deveria ser feito cada tipo de atividade, embora a realidade atual esteja mudando a passos lentos. A resposta que eu sempre encontrava era: “Pergunta para o fulano” ou “Liga para o beltrano que ele é quem sabe sobre isso por aqui”. Eu me considero sortudo por ter encontrado a excelente servidora Ângela (hoje já aposentada) que conseguiu transmitir o seu conhecimento acumulado de forma muito clara e simples sobre as rotinas aqui do TEP. b)Heterogeneidade nas práticas administrativas de setores similares: Apesar de serem setores similares, Departamentos dentro da Escola de Engenharia adotam algumas práticas e alguns procedimentos administrativos completamente diferentes uns dos outros. O mesmo ocorre entre Coordenações de Graduação e Coordenações de Pós-Graduação. c)Rotativida de nas chefias setoriais: O cenário fica ainda mais complexo quando consideramos a rotatividade das chefias que chegam ao cargo sem nenhum
tipo de preparo e/ou manual das atividades do setor. d)Arcabouço jurídico/normativo em constante mudança e implementação do SEI: Somam-se a isso as constantes mudanças nas normas internas e a migração dos processos físicos para eletrônicos. Embora os atuais mapeamentos de processos feitos para os processos digitais facilitem muito o dia a dia dos servidores, eles geram uma certa insegurança sobre as novas práticas/rotinas administrativas que serão adotadas e uniformizadas. É importante estar atento para evitar que o atual trabalho de “mapeamento de processos” proposto pela Direção não seja perdido nessa futura migração. METODOLOGIA UTILIZADA Considerando o que foi exposto até aqui, estava e ainda estou preocupado com o resultado do meu trabalho: como proporcionar algo que seja realmente útil para a comunidade acadêmica e não apenas fluxogramas bonitos, complexos e/ou papéis subutilizados? Optei por uma metodologia de gestão de processos voltada para resultado e esquematizada na figura 1.
Há uma ênfase em não apenas descrever os processos, mas sim orientá-los ao atendimento das demandas da comunidade acadêmica sempre que possível. Como exemplo, cito reuniões com o Diretório Acadêmico da Escola de Engenharia e com a Consultora de Graduação, professora Paula Harboe, para identificar essas necessidades prementes. AÇÕES EM CURSO 1.Manual de Rotinas Administrativas de Departamento de Ensino – Está sendo desenvolvido um manual com todos os procedimentos de rotina de Departamento de Ensino (inicialmente, baseado no meu setor) em uma linguagem acessível que une fluxogramas, textos e esquemas ilustrativos. Ele será útil não apenas a funcionários dos Departamentos da Escola, mas também a chefes e subchefes desses setores. Será uma base de conhecimento importante para discussão e uniformização das práticas administrativas no âmbito da Unidade. A previsão é que seja finalizado até agosto de 2019. 2.Manual de Rotinas Administrativas para Secretaria Geral de Graduação – O mesmo desenho de manual está sendo estruturado para uma futura secretaria geral de graduação, caso ela seja aprovada.
3.Reestruturação do site da Unidade e criação de sites para todos os demais setores – Muitas das necessidades apontadas por alunos, docentes e técnicos podem ser facilmente resolvidas dando publicidade de forma organizada a informações dos diversos setores da Escola de Engenharia. Em conjunto com o Núcleo de Mídia da Escola de Engenharia, estão sendo dados os primeiros passos para a consolidação dessas páginas na internet. AÇÕES FUTURAS Algumas propostas de ações futuras são delineadas a seguir: a)Discutir e propor melhorias nos manuais elaborados; b)Estabelecer a sistemática de atualização desses materiais e sítios eletrônicos; c)Aprovar no Colegiado na Unidade e uniformizar processos e procedimentos internos; d)Iniciar levantamentos dos processos e elaboração dos manuais das pós-graduações.
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Revista Engenharia e Design
A importância do planejamento institucional por Ricardo Carrano
Consultor de Planejamento institucional da Escola de Engenharia
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principal função da Consultoria em Planejamento Institucional é o olhar para o futuro. Em geral, a comunidade acadêmica está envolvida nas preocupações e atividades do dia-a-dia. São as aulas para preparar, os artigos para revisar, as provas para corrigir, as orientações e bancas, as extensas demandas administrativas, e o desafio da manutenção da infraestrutura física e dos recursos humanos, fundamentais para as atividades de pesquisa, ensino e extensão. Nesta rotina repleta de desafios, o primeiro momento a ser sacrificado é o da reflexão. Raramente nos debruçamos sobre algumas questões fundamentais: Onde queremos chegar? Como podemos nos tornar cada vez mais importantes para a sociedade? Como podemos medir e acompanhar a nossa evolução neste caminho? Sem um rumo definido, seguimos ao sabor do vento e das tempestades, crescemos de maneira orgânica e desorganizada, e, o que é mais
grave, não criamos as soluções estruturantes que tornariam a nossa rotina mais produtiva. É um ciclo vicioso. Se nosso tempo é consumido em “apagar incêndios”, não conseguimos nos prevenir e evitar os próximos “incêndios”. Para agravar, a cultura nacional não é a do planejamento, e sim a da improvisação. Não há continuidade nas ações e, por isso mesmo, não há interesse em se planejar o futuro de médio e longo prazo. É, portanto, fundamental a construção de um planejamento que seja participativo. Apenas com o engajamento da comunidade acadêmica da Escola, poderemos desenhar planos de ações estratégicas que poderão ser implementados pelos gestores atuais e futuros. Transcenderemos o personalismo, na busca de um projeto coletivo, factível mas ambicioso, que nos desafie e motive. A construção desta cultura e deste projeto são as nossas missões.
A inter-relação da Escola de Engenharia com os Conselhos Superiores da UFF
por Elson Antônio do Nascimento Consultor de Relacionamento entre a Escola de Engenharia e os Conselhos Superiores da UFF
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processos levados à votação nas reuniões plenárias. Toda essa mobilização tem resultado na participação de representantes da Engenharia em importantes postos, no cenário político-administrativo da Universidade. Esses esforços, certamente, contribuíram para a recente eleição de Reitor e Vice-reitor, cargo, hoje, ocupado pelo Prof. Fábio Barboza Passos que, durante quase todo o referido período de mandato dos docentes, foi o Diretor da Escola de Engenharia. Essa conquista representou uma efetiva e decisiva mobilização e participação de todos os Docentes, Técnicos Administrativos e Discentes da TCE, no citado processo eleitoral. Como o mandato de representantes docentes é de dois anos, nova eleição ocorreu para o biênico 2019-2020, tendo sido, desta vez, a composição da Chapa eleita contando com a participação de representantes das três Unidades: Escola de Engenharia, Escola de Arquitetura e Urbanismo e Instituto de Computação. Do total de dezoito integrantes, titulares e suplentes, nove docentes foram reeleitos, sendo o restante representado por novos Conselheiros, caracterizando, portanto, cinquenta por cento de renovação. De forma análoga ao ocorrido no mandato anterior, está sendo promovida a integração entre os Conselheiros atuais, já tendo sido realizada, inclusive, a primeira reunião presencial na Circunscrição. Atualmente, os Conselheiros Docentes, na Circunscrição Tecnológica, são os seguintes: Elson Antonio do Nascimento – TEC (Titular – CUV) Paulo Roberto Duailibe Monteiro – TEE (Suplente – CUV) Ricardo Campanha Carrano – TET (Titular - CUV) Rita de Cássia Colman Simões – TEQ (Suplente – CUV) Fernando Toledo Ferraz – TEP (Titular - CUV) Flávio Castro da Silva – TER (Suplente – CUV) José Viterbo Filho – TIC (Titular - CUV) Simone de Lima Martins – TIC (Suplente – CUV) Mauricio Monteiro Campbell – TAR (Titular - CUV)
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s Conselhos Superiores, CUV, CEPEX e CUR, são constituídos por representantes dos segmentos Docente, Discente e Técnico-Administrativo. Alguns integrantes são indicados pela Administração Central, sendo os professores e alunos eleitos pelas respectivas Circunscrições, em função do número de vagas atribuídas. Os Diretores de Unidades são membros natos dos Conselhos durante o período de vigência dos respectivos mandatos. Esta breve introdução teve o objetivo de contextualizar a participação e as atividades dos Representantes Docentes da Circunscrição Tecnológica, que é constituída pela Escola de Engenharia, Escola de Arquitetura e Urbanismo e pelo Instituto de Computação. A Chapa eleita para o biênio 2017-2018 foi composta, basicamente, por integrantes que pela primeira vez participaram desse tipo de atividade. Isso motivou uma série de ações, visando a atender às demandas apresentadas, sendo a principal delas a necessidade de integração entre os próprios Conselheiros que, naquela oportunidade, incluíam representantes somente da Escola de Engenharia e do Instituto Computação. Através da criação de um grupo de discussão nas redes sociais e eventuais reuniões presenciais foi possível mobilizar titulares e suplentes para discussão de assuntos que têm sido tratados nos diferentes Conselhos. Essas iniciativas expandiram-se, abrangendo, então, representantes docentes de todas as Circunscrições Acadêmicas, ou seja: Ciências Médicas, Estudos Gerais, Estudos Sociais, Tecnológica, Região Sul (Volta Redonda, Angra dos Reis, Petrópolis e Nova Friburgo) e Região Norte (Rio das Ostras, Macaé, Campos dos Goytacazes e Santo Antônio de Pádua). Merece destaque a dedicação e o envolvimento de vários colegas em atividades de representação nas Câmaras Especializadas dos respectivos Conselhos, onde são efetivamente analisados os
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Revista Engenharia e Design
Sergio Rodrigues Bahia – TUR (Suplente – CUV) Luis Antonio Brasil Kowada – TIC (Titular – CEPEX) Maria Helena Campos Soares De Mello – TEP (Suplente – CEPEX) José Simões de Belmont Pessoa – TAR (Titular – CEPEX) Leandro Alcoforado Sphaier – TEM (Suplente – CEPEX) Carlos Alberto Malcher Bastos – TET (Titular – CUR) Eloisa Carvalho de Araujo – TUR (Suplente – CUR) João Carlos Correia Baptista Soares de Mello – TEP (Titular – CUR) André Maués Brabo Pereira – TEC (Suplente – CUR)
Lei 13.243; 10)Falta de quórum nas reuniões do CUV; 11)Atividades remuneradas na UFF – Cursos e Projetos; 12)Orçamento da UFF – 2018 (CUR); 13)Prestação de contas de cursos auto-financiados; 14)Eleição de representante docente para as Câmaras Especializadas do CUV.
Os assuntos discutidos pelos Conselheiros foram divulgados para todos os demais docentes por meio dos denominados “Informes CT-UFF 1, 2 e 3”, emitidos nas datas de 12 de Maio de 2017, 16 de Junho de 2017 e 21 de Junho de 2018, respectivamente. Os principais tópicos e temas que têm sido discutidos são apresentados a seguir:
Finalizando este resumo, é importante apresentar a relação dos Conselheiros que participaram do primeiro mandato, mas que não se candidatando a reeleição, retornaram, então, as suas atividades estritamente acadêmicas. Ressalta-se, que essas participações, como titulares ou suplentes, foram fundamentais para os trabalhos realizados, tendo deixado, além da agradável convivência, significativas contribuições para a melhoria contínua da Representação Docente da Circunscrição Tecnológica nos Conselhos Superiores da UFF:
1)Resolução 543 – Professor Titular (CEPEX). 2)Prestação de Contas e Orçamento 2017 (CUR e CUV). 3)Representantes Docentes eleitos para os Conselhos da FEC (CUV). 4)Pedido de extensão de período de conclusão de curso (CEPEX). 5)Parecer de anulação de concurso (CEPEX). 6)Minuta de Resolução sobre periodicidade de auditoria interna (CUR). 7)Manifestação de discentes sobre verbas de Apoio Estudantil (CUV); 8)Acompanhamento de Orçamento da UFF (CUV, CUR e CEPEX); 9)Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação -
Carlos Alberto de Jesus Martinhon – TIC (Suplente CEPEX) Carlos Rodrigues Pereira – TCE (Suplente - CUV) Dante Corbucci Filho – TIC (Titular - CUV) Geraldo Martins Tavares – TCE (Titular - CUV) Guilherme Gonçalves Sotello – TCE (Suplente - CEPEX) Leandro Augusto Frata Fernandes - TIC (Titular – CEPEX) Luciane Pimentel Costa Monteiro – TCE (Titular – CUV) Paula Brandão Harboe – TCE (Suplente – CEPEX) Paulo Magalhães Cezar de Magalhães Bastos – TCE (Suplente – CUV).
A trajetória da Engevista
por Fernando Benedicto Mainier & Lisiane Mattos
A
Engevista é um periódico científico indexado da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense. A Revista começou a ser publicada em 1997, na forma impressa, e, atualmente, é publicada digitalmente na página de periódicos da UFF. O principal objetivo da Engevista é publicar artigos que tragam inovações teóricas, revisões totais de algum assunto, revisões parciais de abrangência suficiente para serem consideradas úteis, estudos de casos reais ou de interesse didático e estudos sobre ensino de Engenharia. Assim, a Engevista tornou-se um importante veículo de divulgação das atividades de pesquisa, ensino e extensão realizadas na Escola de Engenharia. Durante a gestão do Professor Fabio Passos (2016-2019), a Engevista foi administrada pelo professor Fernando Benedicto Mainier e o estagiário Caio Melo da Silva. Nesse período, foram publicados 210 artigos, totalizando 3194 páginas, conforme mostra a Tabela 1. A última edição, publicada no início de maio de 2019, é um ótimo exemplo da multidisciplinaridade do periódico. Entre os doze artigos publicados, há diversos temas que dialogam com diferentes cursos de Engenharia. Dentre eles, há artigos que abordam: Análise de Sistemas de Medição, bioplásticos, bioenergia, indicadores de qualidade em instituições de ensino superior, adsorção no tratamento de efluentes, inspeção de pontes de concreto, recepção acústica submarina, estudo sobre redução de emissão de CO2 etc. Recentemente, na Gestão da Professora Fabiana Rodrigues Leta, o Professor Fernando Benedicto Mainier passou a contar também com a colaboração da Professora Lisiane Veiga Mattos na administração da Revista. As revistas científicas possuem um importante papel no ciclo de renovação e
disseminação de novos conhecimentos. Além disso, para a obtenção de títulos e reconhecimento da qualidade de um estudo, passou-se a exigir a publicação de artigos em periódicos científicos. Dessa forma, é de extrema importância que o periódico possua visibilidade e acessibilidade. Entretanto, atualmente, a Engevista não vem obtendo boa classificação no Qualis da CAPES, o que está contribuindo para a redução de visibilidade deste periódico. Assim, com o intuito de melhorar a classificação Qualis da Engevista, a Direção da Escola de Engenharia resolveu iniciar um processo de reestruturação desse periódico, entrando em contato com seus administradores e solicitando a elaboração de novas propostas, que poderiam contribuir para esse processo. Dessa forma, atendendo à solicitação da Diretoria da Escola de Engenharia, os editores da Engevista elaboraram um plano de ação para aumentar a visibilidade do periódico. Dentre as principais propostas deste plano, podem ser citadas: (i) (ii)
Identificar Aumentar
e o
rever o DOI; corpo editorial;
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(iii) Estabelecer novas indexações, tais como: Qualis/Capes, DOAJ Directory of Open Access Journals, Latindex, Web of Science, EBSCO, OCLC e Scopus, permitindo que a ENGEVISTA esteja presente em outras bases de dados. A indexação permite que o usuário recupere qualquer documento ou informação, caso realize uma busca por assunto em um sistema de informação; (iv) Renovação do cadastro de revisores que farão parte do processo de avaliação, procurando sempre profissionais com experiência e competência na respectiva área do trabalho;
(v) Reestruturação do processo de avaliação, priorizando a revisão por pares e dividindo a submissão dos artigos em diversas áreas da Engenharia. (vi) Submissão de trabalhos em língua inglesa, o que será essencial para aumentar a citação da Engevista e, consequentemente, contribuir para o aumento de sua visibilidade.
As Editoras Fabiana Rodrigues Leta é a atual Diretora da Escola de Engenharia. É Professora Titular do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal Fluminense. Possui graduação em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal Fluminense (1989), mestrado em Engenharia Mecânica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1992) e doutorado em Engenharia Mecânica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1998). Foi responsável pela criação da AGIR - Agência de Inovação da Universidade Federal Fluminense, ocupando o cargo de diretora no período de 2009 a 2014. É tutora do Programa de Educação Tutorial em Engenharia Mecânica da UFF.
Rita de Cássia Colman Simões possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Estadual de Maringá (2000), mestrado em Engenharia Química pelo Programa de Engenharia Química da COPPE/ UFRJ (2003) e doutorado em Engenharia Química pelo Programa de Engenharia Química da COPPE/UFRJ (2008). Atualmente é Professora Associada Nível 1 em regime DE da Universidade Federal Fluminense (UFF). É docente do Programa de Pós Graduação em Engenharia
Os Autores Luciane Pimentel Costa Monteiro é Decana da Escola de Engenharia.Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal Fluminense (1980), mestrado em Engenharia Química - Programa de Pós-graduação em Engenharia Química (1983), COPPE- UFRJ, doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal Fluminense (2007) e pós-doutorado em Engenharia Civil pela Universidade Federal Fluminense(2009). Atualmente é professor Titular do Departamento de Engenharia Química e de Petróleo da Universidade Federal Fluminense, Decana do Colegiado da Escola de Engenharia da UFF e professora - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química. Gabriela Maria Azevedo da Silva é Consultora de Recursos Humanos da Escola de Engenharia. Graduada em Administração de Empresas, ocupa o cargo de Assistente em Administração na Escola de Engenharia da UFF desde 2012.
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Gilson Brito Alves Lima é Consultor de Capacitação e Cursos da Escola de Engenharia. Possui Graduação em Engenharia Civil (1988), Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho (1995), Extensão em Gestão Ambiental Empresarial (1995), Extensão em Ciclo de Estudos de Políticas e Estratégia (1996), Mestrado em Engenharia Civil (1992) e Doutorado em Engenharia de Produção (2000). Professor Titular do Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal Fluminense. Coordenador do Curso de Especialização em Engenharia de Segurança; Vice Coordenador do Programa de Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis.
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Paulo César Fernandes de Almeida é Consultor para Assuntos de Infraestrutura da Escola de Engenharia. Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1972) e mestrado em Engenharia Civil, na área de Construção Civil, pela Universidade Federal Fluminense (1994). Foi Professor do Departamento de Engenharia Civil, estando atualmente aposentado.
Paula Brandão Harböe é Consultora de Graduação da Escola de Engenharia. Engenheira Elétrica com ênfase em Telecomunicações, pela PUC-Rio, em 1988; Mestre em Engenharia de Telecomunicações, na área de Eletromagnetismo Aplicado, pela PUC-Rio, em 1991; Doutora em Engenharia de Telecomunicações, na área de Comunicações Ópticas, pela PUC-Rio, em 2000.
Suzana Dantas Hecksher é Consultora de Empreendimentos e Projetos Estudantis da Escola de Engenharia. Desde 2009, é professora do Departamento de Engenharia de Produção da UFF. Atua como Coordenadora do Curso de Graduação em Engenharia de Produção desde 2016. Possui graduação em Engenharia Mecânica pela UFRJ (1997), mestrado (2002) e doutorado (2007) em Engenharia de Produção pela COPPE/UFRJ (2007). Atua em pesquisa, projeto e gestão de sistemas sócio-técnicos.
Roger Matsumoto Moreira é Consultor de Pesquisa da Escola de Engenharia. Doutor em Matemática Aplicada pela Universidade de Bristol, Inglaterra (2002), Mestre em Engenharia Mecânica pela COPPE/UFRJ (1997) e Engenheiro Mecânico pela UFF (1993). Pós-doutoramento no LNEC e ISEL, Portugal (2014). Coordenador e professor do Mestrado Profissional em Montagem Industrial. Professor do Mestrado Acadêmico em Engenharia Química e do Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis. Leonardo Santos de Brito Alves é Consultor de Pós-Graduação da Escola de Engenharia. Possui graduação (1998) e mestrado (2000) em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mestrado (2002) e doutorado (2006) em Engenharia Mecânica e aeroespacial pela Universidade da California em Los Angeles (UCLA), e pós-doutorado em engenharia mecânica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2007). Desde 2012, é Professor do Departamento de Engenharia Mecânica e do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica na Universidade Federal Fluminense (UFF). Além disso, atua como professor visitante da Universidade de Lille 1 (França) desde 2010 e da Universidade de Bolonha (Itália) desde 2013.
Márcio Cataldi é Consultor de Extensão da Escola de Engenharia. Bacharel em meteorologia pela UFRJ, mestre em Engenharia Mecânica e doutor em Engenharia Civil, com ênfase em meio ambiente ambos pela COPPE/UFRJ. Atualmente, é Professor e Coordenador do curso de Gradução em Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFF, além de orientar na pós-graduação dos programas de Engenharia de Biossistemas e Engenharia Civil da UFF. Possui 3 projetos de extensão em andamento, um projeto pesquisa com financiamento da Faperj, um do CNPq e um com financiamento privado.
Gustavo Benttenmüller Medeiros Pereira é Consultor Externo da Escola de Engenharia para Projetos junto às Forças Armadas. Capitão de Mar e Guerra, integrante do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas (Netav) na Escola de Engenharia da UFF e Assessor de C&T do Centro de Análise de Sistemas Navais no CASNAV.
Cláudia Henriques Gentil é Consultora Geral de Estágios da Escola de Engenharia. Possui mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Federal Fluminense (1998). Atualmente é professor universitário da Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Engenharia Civil, com ênfase em Construção Civil.
Ramon Lopes do Nascimento é Consultor de Gestão de Processos da Escola de Engenharia. Graduado em Engenharia de Produção na Universidade Federal Fluminense, com formação complementada por intercâmbio de um ano na Universitat Politècnica de Catalunya, integrando um grupo de estudos e pesquisas na área de economia, simulação, modelagem e otimização da Universitat Politècnica de Catalunya. Atualmente, exerce o cargo de Assistente em Administração na Universidade Federal Fluminense, dando suporte aos laboratórios didáticos e à secretaria do Departamento de Engenharia de Produção de Niterói. Possui experiências nas áreas financeira, projetos, ergonomia e simulação.
Ricardo Campanha Carrano é Consultor de Planejamento Institucional da Escola de Engenharia . Coordenador Geral do Núcleo de Estudos de Tecnologias Avançadas da Escola de Engenharia da UFF, membro do Conselho Universitário e do Comitê de Ética da UFF e professor adjunto do Departamento de Engenharia de Telecomunicações, do qual é o atual chefe. Possui os títulos de Engenheiro de Telecomunicações (1995), Mestre em Engenharia de Telecomunicações (2009) e Doutor em Computação (2013), todos pela UFF. Elson Antônio do Nascimento é Consultor de Relacionamento entre a Escola de Engenharia e os Conselhos Superiores da UFF. Professor Titular do Departamento de Engenharia Civil da Universidade Federal Fluminense. Doutor em Engenharia Civil pela COPPE/UFRJ, Mestre em Engenharia Civil pela UFF, Graduação em Engenharia Agronômica pela UFRRJ. Pós-Graduação na Área de Recursos Hídricos na Holanda e em Israel. Atualmente é Professor na Graduação, no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil e no Programa de Pós-Graduação em Segurança e Defesa Civil. Fernando Benedicto Mainier é Editor da Revista Engevista da Escola de Engenharia. Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1967) e doutorado em Educação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1999). Foi Diretor da Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (2012-2016). Atualmente, é Professor Titular e Orientador dos Cursos de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Engenharia Química e Sistemas de Gestão.
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Revista Engenharia e Design Lisiane Veiga Mattos é Editora da Revista Engevista da Escola de Engenharia. Possui graduação em Engenharia Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1993), mestrado (1996) e doutorado (2000) pela COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalhou como pesquisadora no Instituto Nacional de Tecnologia de 2000 a 2008. Atualmente, é Professora do Departamento de Engenharia Química e de Petróleo da Universidade Federal Fluminense (UFF) e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química (UFF). Também faz parte do corpo docente do Doutorado em Sistemas de Gestão Sustentáveis da UFF.