REVISTA DIGITAL
Projeção - Escola de Negócios
Brasília, ano 1, Nº 2. Julho - Setembro 2016
Eu me sinto com espírito de empreendedora, por gostar de assumir desafios. Presidente do Conselho Regional de Administração fala sobre A Versatilidade necessária para quem quer correr atrás dos próprios sonhos.
Desde criança eu sempre tinha isto em mente, de ser um pássaro para voar. O meu sonho sempre foi o de ajudar pessoas, transformar vidas, e isto a gente faz bem com a educação. Isto é a Abaquar.
Entrevista // Pág. 10 Mônica Cova Gama Presidente do CRA
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As tendências do trabalho e dos profissionais no mundo atual
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Etiqueta nos negócios
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Avaliação da integridade em empresas estatais
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Olhar acadêmico sobre os Direitos Humanos
Revista Digital ENEG 2ª Edição
Editorial O mundo corporativo é repleto de desafios, saber se portar diante das pessoas é um diferencial porque é importante se atentar para a Etiqueta. As relações de trabalho estão se modificando rapidamente, o profissional contemporâneo deve estar plugado nas tendências e conectado aos valores, ética, respeito, igualdade e principalmente aos Direitos Humanos. O mercado é árduo e competitivo, mas com determinação o caminho para o sucesso será trilhado, podemos nos espelhar em experiências bem sucedidas. Essa edição está recheada de relatos inspiradores e dicas para se obter êxito na vida profissional. Aproveitem!
REVISTA DIGITAL
“Espero que aproveitem a leitura e contribuam com os próximos artigos; essa revista serve para alunos e professores difundirem temas ligados à área de negócios.”
Sandson Barbosa Azevedo Diretor da Escola de Negócios - ENEG
COORDENADOR Prof. Sandson Barbosa Azevedo
MANTENEDORA Prof. Oswaldo Luiz Saenger
ESCOLA DE NEGÓCIOS QNB 15 Área Especial, Setor “C”, Taguatinga Norte, Brasília (DF) CEP: 72115-150 Fone: (61) 3451-3914 Site: www.projecao.br Email: galocanta@projecao.br REVISTA DIGITAL ENEG - PROJEÇÃO Publicação trimestral, Brasília, ano 1, n. 2,
CONSELHO EDITORIAL Prof. Sandson Barbosa Azevedo, Profª. Lierk Kalyany Silva de Sousa Prof. Luis Eduardo Gauterio Fonseca Prof. Gustavo Cruz de Sousa Júnior
Profa. Catarina Fontoura Costa Diretora Executiva
Prof. José Sergio de Jesus PROJETO GRÁFICO Galo Canta Comunicação
Diretor de Educação
Profa. Roberta Carolina Lima Gontijo SUPERVISÃO Profª Giorgia Barreto Lima Parrião Profª Beatriz de Oliveira Silveira
Julho - Setembro 2016.
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. Permitida a reprodução de qualquer matéria desde que citada a fonte. Os colaboradores desta revista gozam da mais ampla liberdade de opinião e de crítica, cabendo-lhes responsabilidade das ideias e conceitos emitidos em seus trabalhos.
Presidente
Diretora Acadêmica da Educação Superior
Prof. Henrique Vinícius Ramos e Silva Diretor de Tecnologia da Informação
LAYOUT/DIAGRAMAÇÃO Gustavo Vieira Cordeiro
Prof. Thales Salomão Belém de Souza Diretor Administrativo e Financeiro
REVISÃO DE TEXTO Prof.ª Beatriz de Oliveira Silveira FOTOGRAFIA Laboratório de Produção Televisiva
Brasília, ano 1, Nº 2. Julho - Setembro 2016
Matéria de Capa
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Caminho para o sucesso: dedicação, força e foco
As tendências do trabalho e dos profissionais no mundo atual Coordenadora Fernanda de Campos
Sumário
Mônica Cova Gama
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Etiqueta nos negócios
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Avaliação da integridade em empresas estatais
Professora Lucineide Fontinele
Professor Marcos Lima Bandeira
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Seleção e seus dilemas
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Olhar acadêmico sobre os Direitos Humanos
Professora Juliana Olinda Martins
NEX e Alunos de Publicidade e Propaganda 2/2015
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Os alunos cantam de galo depois do estágio na Galo Canta Beatriz Silveira e Ana Garcia
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Mercado de trabalho Fernanda de Campos Pinto Coordenadora ENEG FAPRO Guará
As tendências do trabalho e dos profissionais no mundo atual As relações de trabalho têm passado por transformações profundas nos últimos tempos. Fatores econômicos e sociais têm modificado os pilares do processo e da relação de emprego e trabalho da maneira como conhecíamos. Os trabalhadores herdeiros da “cultura fordista” tendem a ter menos espaço, e há uma forte tendência a valorizar o trabalhador “polivalente e multifuncional”. A tendência do mundo atual é que, cada dia mais, as pessoas se tornem autônomas, empreendedoras, com menos vínculo empregatício, fazendo emergir novas relações. Como desdobramento desses fatores, vem se desenvolvendo no mundo do trabalho algumas tendências que quebram antigas tradições características do trabalho, do emprego e do mercado. Longe de pretender esgotar o assunto, vamos comentar rapidamente neste texto algumas delas: A primeira tendência em destaque é a crescente expansão do trabalho no chamado “Terceiro Setor”,
também assim chamado por Peter Drucker em seu livro “Administrando em Tempos de Grandes Mudanças.”
“O Setor Social é composto pelas organizações que cuidam dos desafios sociais da sociedade pósmoderna, e tem como objetivo os resultados sociais.” Muitas vezes subsidiado por entidades governamentais, ou mesmo organizações privadas, a grande peculiaridade destas organizações, segundo o autor do livro “Privado porém Público: O Terceiro Setor na América Latina”, Rubem Cesar Fernandes, é que elas são exatamente aquilo que não são: não governamentais e não possuidoras de fins lucrativos ou comerciais. Antes motivadas predominantemente por formas de trabalho voluntário, essas organizações têm ampliado sua atuação e relevância no contexto social, necessitando cada vez mais profissionalizar seus trabalhadores. Mesmo não tendo
objetivo de enriquecer seus proprietários, necessitam de recursos, sendo necessária algum tipo de estratégia para a acumulação de capital. Por isso é importante que o gerenciamento dessas organizações seja tão eficaz e direcionado ao cumprimento de sua missão quanto de qualquer outra. Isso tem tornado essas organizações atrativas como ambiente para novas relações de trabalho. Profissionais qualificados buscam estas organizações por se comprometerem com sua missão e alinharem com facilidade os objetivos pessoais e organizacionais. Além disso, essas organizações tentem a ser mais flexíveis e criarem um ambiente propício à inovação e aprendizado, atraindo pessoas criativas e comprometidas. Esta tem sido uma opção para profissionais interessados que almejam gerar, acima de tudo, resultados sociais. A segunda tendência que destacamos é a expansão do chamado “Home Office”, resultado direto da forte influência da tecnologia sobre as relações
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Mercado de trabalho
de trabalho. Paulo Roberto Motta, em seu livro “Transformação Organizacional: a arte de Inovar”, fala que a inovação tecnológica é a marca desse século. E é mesmo! Basta olhar à nossa volta: a essência dessa nova sociedade é a mobilidade. Não necessariamente considerado um trabalho em domicilio, é geralmente realizado em um local alternativo ao espaço físico da empresa. O foco são os resultados e não é um tipo de trabalho para todo mundo. Para funcionar requer autodisciplina, grande dose de profissionalismo e comprometimento. O trabalhador pode ser contratado de uma empresa que adota esta política ou pode ser um empreendedor autônomo. Isso então nos remete à terceira tendência em destaque: a prestação de serviços por profissionais autônomos, mais independentes, mais versáteis para o mercado. Para a empresa o custo de se manter um “funcionário fichado” é alto, impactando diretamente nos lucros. Ademais, o Brasil é conhecido como
“o país dos impostos”. As organizações têm hoje quase que o mesmo valor dos salários em impostos. Este novo modelo acaba se tornando uma opção, pois os custos são, em sua maioria, divididos entre as empresas e os profissionais autônomos. Pensar sobre estas tendências nos leva a refletir sobre as características necessárias ao profissional de hoje para acompanhar tais modificações. Podemos diagnosticar que é imperativo que este profissional pós-moderno seja cada vez mais inovador, versátil, que tenha foco bem definido, que saiba tomar decisões lúcidas e com rapidez, que tenha dedicação não somente à organização na qual trabalha, mas a si mesmo e à sociedade. É imprescindível que saiba aceitar e enfrentar desafios. Deve estar sempre atualizado para poder sobreviver no mercado globalizado e extrema-mente competitivo, uma vez que quem decide quanto e quando vai ganhar é o profissional. Quem paga seu salário é a sua garra em empreender, inovar, articular os processos, executar as atividades no
prazo estipulado e com a qualidade pactuada. Saber trabalhar em equipe, partilhar, negociar e colaborar são fundamentais também neste contexto. Não basta que o profissional desenvolva suas habilidades técnicas, ele precisa também desenvolver suas habilidades emocionais, saber se relacionar e estar sempre disposto a aprender e a enfrentar desafios. Assim, a mudança nas relações de trabalho muda os processos, e muda os profissionais, e, da mesma forma, mudando os profissionais, transformam-se novamente as relações de trabalho.
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Entrevista
Caminho para o sucesso: dedicação, força e foco “Abaquar Consultores e Editores Associados foi criada em 2005 pela união de profissionais com ampla experiência em avaliação, projetos e pesquisas. Os profissionais que formam sua equipe técnica têm desenvolvido, nos últimos anos, relevantes projetos e pesquisas nacionais e internacionais, especialmente nas áreas social e educacional.” ( www.abaquarconsultores.com.br) - Mônica, você é graduada em Administração, mas já atuou na contabilidade. Já foi conselheira do Conselho Regional de Contabilidade do Distrito Federal (CRC-DF) e hoje é a atual presidente do Conselho Regional de Administração do Distrito Federal (CRA-DF). Fale-nos mais sobre a sua formação e experiência profissional.
Mônica Cova Gama Presidente do Conselho Regional de Administração
Comecei a trabalhar bem cedo, aos 16 anos. Minha carreira profissional começou em um Banco. Ele foi extinto no governo Collor. Fui então trabalhar com a contabilidade, já que era contabilista, gostava de números e pela experiência na área bancária. Abri um escritório de contabilidade comercial e fui convidada para compor uma chapa no CRC na época; e ganhamos. As coisas iam muito bem na contabilidade na parte profissional, mas faltava algo. Arrendei meu escritório e fui passar uma temporada de três anos em Londres. Voltei com a determinação de que a minha área era a administração. O meu orientador, Prof. Onofre Miranda, enviou a minha monografia para o congresso de Psicologia no Perú, na Universidade Católica, e ela foi selecionada. Após a minha apresentação no congresso, meu orientador me convidou para dar aula em uma Faculdade em Formosa-GO. Foi aí que começou a minha paixão pela educação. Os desafios foram muitos, até porque nunca havia pensado em ser professora algum dia. Fiz um curso de Pós-graduação em docência do ensino superior, gestão de pessoas e organizações, mas
11 não consegui terminar o mestrado em gestão da educação. Fui convidada para ser Coordenadora do curso de Administração e, a partir daí, comecei a ter um contato maior com o CRA/DF. Levava os alunos para o CONPRA. Neste momento também tinha sido convidada para compor a diretoria na Secretaria de Ciência e Tecnologia do GDF. Foi uma época de muito trabalho. Passados três anos fui chamada para o Ministério do Planejamento para reintegrar o serviço público. Fui então convidada para assessoria na Câmara Federal e fiquei lá até o momento em que a empresária Gisele Gama me convidou para acompanhar o projeto viajando na leitura que estava, naquele momento, indo para os Emirados Árabes, Japão e Singapura. - Você é uma empreendedora, uma inovadora, largou um trabalho onde era bem remunerada para ir em busca de um sonho. Que trabalho é esse que você faz na ABAQUAR? Eu me sinto com espírito de empreendedora, por gostar de assumir desafios, e foi isto que aconteceu quando fui convidada pela Gisele Gama para fazer parte da Abaquar. Primeiramente, Abaquar quer dizer o Senhor do seu voo, aquele que voa alto, em tupi guarani. O nome já me chamou atenção. Desde criança, eu sempre tinha isto em mente, de ser um pássaro para voar. O meu sonho sempre foi o de ajudar pessoas, transformar vidas, e isto a gente faz bem com a educação. Isto é a Abaquar. - Sem dúvida o projeto Sara e sua Turma ganhou um destaque nacional e até mesmo mundial. Fale-nos mais sobre ele, o personagem da Tia Mônica e em quantos países estão.
O projeto Sara e Sua Turma é lindo. As histórias têm como ponto forte dar voz a uma personagem bastante jovem para contar sobre problemas atuais e comuns às crianças. “Sara é negra, carismática, super bem ilustrada e vive situações reais de uma criança de sete ou oito anos, o que faz com que jovens do mundo inteiro se identifiquem”, diz a autora da série, Gisele Gama. O personagem da tia Mônica surgiu porque eu amo gatos e tenho dois. A história é baseada nos cuidados que temos que ter com a adoção dos Pets e suas responsabilidades. O interessante da coleção é que toda ela se embasa em personagens e situações reais. Crescemos muito. A ideia deu muito certo. Já são vinte e três livros publicados e outros doze em processo de ilustração. Mas todo dia tem assunto novo, por isso estamos sempre empolgados lidando com novos desafios. Estamos agora criando o Instituto Sara e Sua Turma, do qual serei presidente. Meu maior sonho enfim se realizará. Administrarei, no Instituto, projetos de grande envergadura na promoção da equidade e da educação. Estou muito empolgada, em especial agora que a série está virando desenho animado. Já estamos em vários países da Ásia e Europa, além da América do sul e norte, ainda com pouca inserção. Mas, depois do desenho animado, estaremos no mundo todo. Haverá muito o que administrar! - Nosso país vive um momento de crise. Que conselho ou mensagem você gostaria de deixar para os alunos da Escola de Negócios do Grupo Projeção? Nunca desistam dos seus sonhos. Foquem nos seus objetivos. Momentos difíceis sempre ocorrerão, mas isso não os deve impedir de lutar pelos seus sonhos. Persistam.
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Negócios Lucineide Fontinele Rodrigues Coordenadora Secretariado Executivo Bilíngue lucineide.rodrigues@projecao.br
Etiqueta nos negócios O conceito de etiqueta é originário do período do homem pré-histórico, quando o velho tio Orf repartiu um naco de carne de mamute com Ogro, o Feio, sendo retribuído por este com um convite para passar a noite em sua caverna úmida e sombria. Na época (e ainda é hoje), a etiqueta era fundamentada na gentileza e na ideia de seguir regras de comportamento, o que reduziria os incidentes e as tensões sociais que os acompanhavam. Portanto, Ogro, o Feio, não comeu a carne de mamute, que não era sua, antes que o convidassem e, da mesma forma, o tio Orf não dormiu na cama de pele do Ogro sem permissão. As mudanças de atitudes do passado e as regras de comportamento na perspectiva profissional do presente podem deixá-lo em uma “saia justa”, esteja você iniciando sua carreira no mundo dos negócios ou tenha um currículo vasto de experiência. O comportamento profissional é influenciado pela cominação da vida moderna. Por isso, as antigas regras devem ser
observadas. Nos Estados Unidos, os bons modos nos negócios e em sociedade seguiram caminhos paralelos. Todavia, com as mudanças de atitude e dos conflitos sociais, uma caracterísitica da etiqueta corporativa permaneceu:
“O comportamento no mundo dos negócios fundamenta-se na hierarquia. Apesar da grande evolução dos costumes sociais, a etiqueta que governa a sociedade está baseada nos princípios estabelecidos durante a era do cavalherismo.” E a fundamentação da etiqueta nos negócios está nas regras e tradições militares. A transformação acelerada da chamada cultura corporativa traz uma lição implícita de que o comportamento certo desperta uma reação certa naqueles com quem interagimos em todas as
“Quem não domina a Etiqueta Profissional, na maioria das vezes, nem se dá conta das gafes que comete, mas essa pessoa denuncia a sua falta de traquejo e refinamento, prejudicando sua carreira e arranhando a imagem da empresa onde trabalha.”
espécies de transações profissionais, ou seja, é a etiqueta que pode fazer a diferença entre progredir no mercado de trabalho ou ficar para trás. Ter boas maneiras no mundo dos negócios é muito mais do que saber apenas qual garfo usar, é saber se dirigir às pessoas, apresentá-las e cumprimentá-las. Significa saber lidar com pessoas e situações difíceis sem perder a educação. Ser capaz de relacionar-se com pessoas de diferentes culturas sem ofendê-las por simples falta de conhecimento intercultural. Significa também saber se vestir em todas as ocasiões, saber receber, conversar, responder e corresponder aos elogios e às críticas. A realidade é que as pessoas julgarão severamente o seu comportamento, a inadequação dos modos e o
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Negócios
desconhecimento da etiqueta que podem arruinar uma carreira que seria promissora. É bom lembrar que o que conhecemos como códigos de conduta ou etiqueta teve origem em regras de generosidade e hospitalidade. Algumas regras de procedimento, que parecem triviais, frequentemente passam longe dos cuidados que são considerados relevantes para as rotinas de trabalho.
Contudo, deveriam ser observadas, sim – quando menos por uma questão de civilidade. O mercado de trabalho está aberto para as pessoas positivas, que se comprometem e se engajam em causas justas, que querem fazer, que têm opinião, que são pró-ativos, que têm vontade de aprender, crescer e de serem mais e melhores.
E o mais importante: o mercado quer os profissionais que sabem que não farão isso sozinho, mas que precisarão contar sempre com a colaboração de outras pessoas. Certamente essas pessoas não dispensam a etiqueta como poderosa aliada em sua trajetória rumo ao sucesso. Tem dúvidas? Use o bom senso!
Mas, afinal, para que serve a Etiqueta Social ? Ajuda em seus relacionamentos pessoais, sociais e profissionais; Ajuda a ser um líder; Torna você sempre bem vindo em qualquer lugar; Dá as ferramentas para trabalhar em equipe; Ajuda a fazer bons negócios no mundo todo; Dá segurança em ocasiões cerimoniosas; Orienta sobre a vestimenta certa para diversas ocasiões; Ensina a respeitar o semelhante; Dá consciência social; Ensina a ser um bom cidadão; Deixa a vida mais leve.
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Negócios Marcos Lima Bandeira Professor do Curso de Ciências Contábeis marcos.bandeira@projecao.br
Avaliação da integridade em empresas estatais Em 2014, entrou em vigor a Lei nº 12.846/2013, a qual estabelece que empresas, fundações e associações passarão a responder, civil e administrativamente, por atos lesivos praticados em seu interesse ou benefício que causarem prejuízos ao patrimônio público, infringirem princípios da administração pública ou compromissos internacionais assumidos pelo Brasil. A referida norma atribuiu reconhecimento legal à importância da existência de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria, incentivo à denúncia de irregularidades e aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no âmbito das pessoas jurídicas. Por sua vez, o art. 41 do Decreto nº 8.420/2015 definiu que “Programa de Integridade consiste, no âmbito de uma pessoa jurídica, no conjunto de mecanismos e procedimentos internos de integridade, auditoria e incentivo à denúncia de irregularidade e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes com objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública, nacional ou estrangeira”.
Motivado por esse reconhecimento legal e tendo em vista sua missão de prevenir e combater a corrupção, bem como de aprimorar a gestão pública, o MTFC desenvolveu metodologia para a avaliação da integridade nas empresas estatais. Por meio da avaliação de integridade, o MTFC apresenta um diagnóstico acerca
“No exercício de sua missão, a Controladoria-Geral da União (CGU), hoje Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), tem incentivado a adoção de medidas de integridade pelas empresas públicas e privadas.” do estágio evolutivo das políticas e procedimentos relacionados à ética e integridade nas empresas estatais. Nessa metodologia, as políticas e medidas de integridade adotadas pelas empresas são avaliadas sob três aspectos: existência, qualidade e efetividade. Tomando como referência os parâmetros descritos nos dispositivos legais, são analisados quinze itens, agrupados em cinco dimensões:
1.Comprometimento da alta direção da pessoa jurídica, incluídos os conselhos, evidenciado pelo apoio visível e inequívoco ao programa. 2. Padrões de conduta e código de ética aplicáveis a todos os empregados e administradores, independentemente de cargo ou função exercidos. 3. Políticas e procedimentos de integridade aplicáveis a todos os empregados e administradores,independente mente de cargo ou função exercidos. 4.Treinamentos periódicos e comunicação sobre o programa de integridade. 5.Análise periódica de riscos para realizar adaptações necessárias ao programa de integridade. 6.Registros e controles contábeis que assegurem a pronta elaboração e confiabilidade de relatórios e demonstrações financeiras da pessoa jurídica. 7.Independência, estrutura e autoridade da instância interna responsável pela aplicação do programa de integridade e fiscalização de seu cumprimento.
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Negócios
8.Canais de denúncia de irregularidades, abertos e amplamente divulgados a funcionários e terceiros, e mecanismos destinados à proteção de denunciantes de boa-fé. 10.Procedimentos que assegurem a pronta interrupção de irregularidades ou infrações detectadas e a tempestiva remediação dos danos gerados . 11.Diligências apropriadas para contratação e, conforme o caso, supervisão, de terceiros, tais como, fornecedores, prestadores de serviço, agentes intermediários e associados. 12.Verificação, durante os processos de fusões, aquisições e outras operações societárias, do cometimento de irregularidades, ilícitos ou da existência de vulnerabilidades nas pessoas jurídicas envolvidas. 13.Monitoramento contínuo do programa de integridade visando seu aperfeiçoamento na prevenção, detecção e combate à ocorrência de atos lesivos. 14.Transparência da pessoa jurídica. 15.Processo de tomada de decisões.
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Crônica Juliana Olinda Martins Professora Unidade Sobradinho juliana.pequeno@projecao.br
Seleção e Seus Dilemas A vida é cheia de surpresas; engraçada e difícil, às vezes tudo ao mesmo tempo. Quando dizem que o mundo dá voltas, ou que é pequeno é porque é mesmo e eu recebi a comprovação disso outro dia. Também sou consultora e eventualmente sou convocada para coordenar partes de processos seletivos, principalmente organizar e conduzir as dinâmicas de grupos propostas pelo grupo de seleção. Quando isso ocorre, realizo meu trabalho em um escritório para recrutamento e seleção que funciona no Setor Comercial Sul, Plano Piloto – Brasília – DF, um local de difícil estacionamento e, por este motivo, uso o transporte público. Pego o ônibus bem cedo, próximo à minha casa e rapidamente chego ao local determinado. Há alguns dias esta situação aconteceu: peguei o ônibus como de costume; estava vazio e ainda me sentei. Observando os usuários, percebi que havia
Respeito Igualdade
muitos jovens que, à primeira vista, não pareciam estudantes; a postura era de profissionais ou até mesmo de pessoas que participam de processo seletivo. Observei que o rapaz ao meu lado, de vez em quando, passava a mão na barba bem feita e ajeitava o cabelo cheio de gel enquanto ouvia o próprio som do telefone usando fones de ouvido. Num determinado momento e já chegando ao local de meu desembarque, paramos em frente a um hospital e algumas pessoas idosas entraram no ônibus; acho que eram por volta de doze e, por este motivo, algumas delas passaram pela catraca do ônibus em busca de um lugar para sentar. Eu mais que prontamente levantei e cedi meu lugar para umas das senhoras que aparentava ter por volta de setenta anos. Ela, por sua vez, agradeceu e cedeu o mesmo lugar para uma outra, que aparentava seus noventa anos, lembrando que a vaga era ao lado do jovem elegante e de barba bem feita.
É tica
Estranhando o fato dele não se manifestar, a senhora de noventa anos pegou no braço dele esperando que ele percebesse o que estava acontecendo e que pudesse também ceder seu lugar. Qual foi a minha primeira surpresa quando o jovem esbravejando disse que ela tinha cheiro de armário velho e mofado, que ele não gostava de gente assim e permaneceu onde estava. Nós nos olhamos e não fizemos mais nada para que aquilo não chegasse a um nível pior, e nenhum dos outros jovens se levantou ou abriu espaço também. Mais uns minutos e cheguei ao meu destino e, para minha segunda surpresa, aquele rapaz e outros no ônibus também desceram no mesmo ponto. Como já estava bem dentro do meu horário, segui caminho até o meu local de trabalho. Entrei, encontrei meus colegas, preparamos o material, a sala, conferimos a lista de convocados e todo o processo necessário para o
Direitos Valores
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Crônica
sucesso da seleção, que naquela ocasião era para venda direta de programas de financiamento para pensionistas e aposentados. Já que este era o assunto, comentei o acontecido no ônibus e todos ficaram chocados. A nossa gestora pediu que eu me apresentasse, que pedisse aos candidatos que fizessem o mesmo e que, em seguida, explicasse as fases do processo seletivo, o objetivo da seleção e desse início aos trabalhos. Daí a minha terceira surpresa: todas as pessoas que desceram do ônibus, inclusive o rapaz da barba bem feita, que imediatamente me reconheceu, estavam ali para participar do processo seletivo. Como o corpo fala, dali para frente senti o rapaz
extremamente desconfortável. De certo pensou que eu também iria avaliá-lo, ou que tomaria a decisão de contratá-lo ou não. Preocupada com a questão do processo seletivo, expliquei em detalhes que tipo de pessoas deveriam ser os clientes dos futuros vendedores, enfatizando a gentileza, o respeito e a solidariedade devidos durante o atendimento. O que fazer? Deixar que a primeira impressão domine a seleção? Realizar testes específicos ou diferenciados para que a personalidade realmente aparecesse? Entender que pessoas podem mudar, e como anda o mercado de trabalho, dar uma oportunidade? Quando terminei as apresentações e também as explicações necessárias, alguns dos
jovens, inclusive o rapaz de barba, levantaram-se e foram embora antes do início efetivo do processo seletivo, poupando-nos de responder as questões acima.
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Relato de Experiência
OLHAR ACADÊMICO SOBRE OS DIREITOS HUMANOS No atual contexto, o processo de globalização da economia com suas conseqüências desumanas apontam novos desafios para a efetivação de uma cultura dos Direitos Humanos. O aumento das desigualdades sociais, o desemprego, a informalidade no mundo do trabalho torna cada vez mais difícil a implementação de políticas públicas direcionadas para a garantia e ampliação dos Direitos Humanos em escala global.
“A Educação para os Direitos Humanos é essencialmente a formação de uma cultura de respeito à dignidade humana através da promoção e da vivência dos valores da liberdade, justiça, igualdade, solidariedade, cooperação, tolerância e da paz.”
Tratar da Educação para os Direitos Humanos é uma das exigências e urgências para que se possa ter uma formação mais humanizadora das pessoas e o fortalecimento dos regimes políticos democráticos na sociedade. O papel das Instituições Educativas tem a prioridade de capacitar os indivíduos na aprendizagem das novas tecnologias e a complexidade da era global em constante mudança. Todavia, é fundamental educar para a vivência do espírito democrático e para a ética da solidariedade que cria condições para uma cultura dos direitos humanos que se opõe a todos os processos que geram exclusão (DALLARI, 2010).
A escola, ao abrir espaço para abordagem do conhecimento que contempla a diversidade, gera a possibilidade de diálogo entre diferentes lugares epistemológicos, e se abre a novos conhecimentos que não couberam, até então, dentro dela. Uma escola democrática é plural, e como tal, aberta aos diferentes saberes; a escola democrática se coloca na posição de espaço aprendiz e aberta às comunidades e sua realidade sociocultural (SADER, 2007). Portanto, a formação desta cultura significa criar, influenciar, compartilhar e consolidar mentalidades, costumes, atitudes, hábitos e comportamentos que decorrem, todos, daqueles valores essenciais citados – os quais devem se transformar em práticas (BENEVIDES, 2003).
Gisela Pelegrinelli Coordenadora do Núcleo de Extensão gisela.pelegrinelli@projecao.br
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Relato de Experiência
As Instituições educativas
cício de práticas educativas
na tolerância, no respeito
apresentam-se
um
de promoção e fortaleci-
aos Direitos Humanos e na
para
mento dos Direitos Huma-
valorização
desenvolver essa Cultura
nos
culturas, crenças, gêneros,
dos Direitos Humanos, vez
ajudando a construir uma
identidades e valores.
que é possível remover os
rede de apoio para enfrenta-
O Projeto contemplou todas
preconceitos e as ideologias
mento de todas as formas
as unidades da Educação
que disseminam ideias equi-
de discriminação e violação
Superior do Grupo Pro-
vocadas a respeito desses
dos direitos.
jeção, todavia, seu formato
direitos.
Ademais,
Educação
apresentou um viés perti-
Com base no Plano Nacio-
em/para os Direitos Huma-
nente ao Projeto Semestral
nal de Educação em Direi-
nos
Interdisciplinar
tos Humanos (2006), as
todo o currículo.
Escola de Negócios por
IES, no âmbito específico de
Neste contexto, o Núcleo de
meio do Curso de Comuni-
suas atuações, podem con-
Extensão das Faculdades
cação Social – Publicidade
tribuir para a realização de
Projeção, atento às refle-
e
ações educativas que visem
xões sobre a diferença e a
sendo alinhada a partici-
fomentar/estimular/promo-
pluralidade cultural, elabo-
pação dos alunos no Projeto
ver a cultura dos Direitos
rou o projeto “Conscientizar
e tendo como produto final,
Humanos mediante o exer-
Projeção”, baseado
um catálogo de fotografias.
espaço
como
privilegiado
no
espaço
deve
a
escolar,
transversalizar
às
Propaganda
diferentes
-
PSI
-
da
CSPP,
Evento de comemoração do lançamento da Cartilha do NEX.
Supervisoras da Galo Canta, Giorgia Parrião e Beatriz Silveira, Coordenadora do NEX, Gisella Pelegrinelli e Alunos de CSPP. Foto: Laboratório de Produção Televisiva.
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Relato de Experiência Aderson Araujo, Antônio Carvalho Pablo Silva, Paulo Silva, Pedro Carvalho Alunos de CSPP 2/2015
Entenda-se por PSI o que estabelece relações entre duas ou mais disciplinas ou ramos de conhecimento. O catálogo “Olhar Acadêmico Sobre os Direitos Humanos” surgiu a partir do Projeto Conscientizar Projeção e foi concebido no intuito de fomentar, entre a comunidade acadêmica, a consciência e o respeito pela diferença. Este catálogo apresentou, por meio da abordagem clássica da fotografia, uma representação contemporânea da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão em sua versão original (1789).
Toda a concepção artística e visual foi desenvolvida por alunos das Faculdades Projeção que participaram de Edital aberto no 2º semestre de 2015, além dos alunos do Curso de CSPP por meio do PSI. Ao produzir fotos e textos em conjunto, desenvolveram um catálogo composto por dezessete imagens e respectivas legendas relacionadas aos artigos que compõem a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão. Destaca-se aqui a qualidade das imagens produzidas a partir de peças do produto “LEGO” que estimulam a concentração e criatividade. A ideia foi transportar os artigos em
Foto: Alunos de Publicidade e Propaganda 2/2015.
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Relato de Experiência
imagens contemporâneas de forma a fazer com que o contexto abordado contemplasse qualidade, sensibilidade e expressão. De acordo com Rouillé (2009), “fotografias não documentam objetos ou pessoas, mas documentam situações e representações”, sobretudo, a fotografia é a entrega absoluta da sensibilidade. Estudiosos afirmam que a fotografia pode ser considerada como arte a partir do momento em que ela é uma interpretação da realidade, e não apenas uma cópia. É o desligar do mundo e de si mesmo, como se fosse absorver e sentir o instante do clique em toda sua essência. Os alunos vencedores do Projeto souberam transportar o contexto dos artigos da Declaração dos Direitos do
Homem e do Cidadão de forma bem contemporânea, ou seja, utilizaram a magia da fotografia para proporcionar reflexão na temática proposta, observando as diferenças e respeito ao indivíduo, seja enquanto acadêmicos, cidadãos e/ou amantes da fotografia. Por fim, a diagramação, arte e revisão do catálogo foram realizadas pela Agência Experimental Galo Canta, que muito colaborou para a qualidade final do trabalho sob a supervisão das Professoras Giorgia Parrião e Beatriz Silveira. Agradeço em nome de toda a Equipe do Núcleo de Extensão a excelente parceria. A concretização deste projeto não se deve apenas aos seus autores, mas antes, a todos aqueles que, de forma direta ou indireta, se envolveram. Foi gratificante e recompensador.
Supervisora Beatriz Silveira agradece a todo o engajamento dos estagiários da Agência Experimental Galo Canta.
Foto: Laboratório de Produção Televisiva
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Negócios
Beatriz de Oliveira Sivelira Supervisora Galo Canta
Ana Tayná Garcia Estagiária Galo Canta
Os alunos cantam de galo depois do estágio na Galo Canta A publicidade é uma ferramenta com a qual todo cidadão tem contato inúmeras vezes no decorrer de um dia. A origem do termo atribui seu significado ao ato de tornar algo público. Juntamente com a propaganda, que significa propagar, um curso de Publicidade e Propaganda tem a missão, a grosso modo, de ensinar alunos a levar conceitos persuasivos ao conhecimento do público por meio da propagação. Tendo o conceito de propagar ideais através da divulgação como missão, a Publicidade tem o galo como símbolo da profissão: da mesma maneira que o Galo é o primeiro a anuncia o raiar do dia, é através da Publicidade que ocorre a divulgação de novidades, melhores preços e condições no mercado de consumo. Tem-se conhecimento de bens e serviços através da Publicidade da mesma maneira que sabe-se que o dia amanheceu pelo cantar do galo. Algumas Instituições de Ensino Superior (IES) oferecem aos alunos desse curso a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos teóricos por meio da prática em agências internas. Em alguns casos elas funcionam como “Agência Júnior”, que possuem os mesmos departamentos de uma agência do mercado e, por terem
Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), são autorizadas a atender clientes reais em troca de remunerações que costumam ser revertidas em melhorias nas estruturas da agência. Outras Instituições possuem “Agências Experimentais”, cuja estrutura pode não conter todos os departamentos de uma agência real e, por não possuírem CNPJ, são proibidas de atender clientes externos, tendo como foco de atendimento os setores da própria IES. A Galo Canta Comunicação é a Agência Experimental do Grupo Projeção, responsável por atender todos os setores da Instituição de ensino na busca por soluções através de materiais visuais: folder, banner, faixa, identidade visual, catálogo, revista, cartaz, bem como artes para a internet. Participar de uma Agência Experimental pode ser vista como atividade dispensável por alguns alunos: o trabalho pode ser gratuito (sem bolsa de estágio) e costuma ter duração de 20 horas semanais. Mas a importância dessa experiência é múltipla: colocar em prática a teoria aprendida através das aulas, a possibilidade de trabalhar com casos reais que demandam soluções no âmbito da Publicidade, o ganho de uma experiência que pode ser
fundamental na busca por inserção no mercado de trabalho, além do aluno desenvolver a habilidade de trabalhar em equipe. Lucas Braga Cardoso passou pela Agência Experimental Galo Canta, onde trabalhou como Redator. Antes mesmo de sair da Galo foi convidado a estagiar na Tradde Comunicação Integrada. Em seu depoimento, ele afirmou que: “ingressar em uma agência experimental pode ser meio assustador para alguns alunos. Quem nunca ouviu um acadêmico questionando sobre "trabalhar de graça"? Na maioria das vezes o "trabalhar de graça" é o que mais afasta discentes das agências experimentais. Mas, se pararmos para pensar, a agência experimental tem grande importância na vida dos alunos.
“Respirar e viver o dia a dia de uma agência de publicidade traz grandes benefícios para os jovens alunos, que adquirem experiência e o conhecimento necessário para enfrentar e sobreviver ao duro mercado de trabalho.”
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Negócios
Conheço pessoas que relatam terem conseguido seus empregos atuais graças a experiências em agências experimental e Júnior, pois todo o conhecimento adquirido foi fundamental para vencer os concorrentes e entrar de vez na área em que tanto sonharam. Hoje, as Faculdades investem cada vez mais nas agências experimentais, mas falta um pouco mais de conscientização por parte dos alunos para entender o quanto isso faz a diferença em no futuro profissional”. A estagiária Ana Tayná Garcia define sua atual experiência como sendo: “É uma jornada! Inicia-se quando o aluno entra na agência, pois é o começo de uma carreira promissora, nä qual o processo criativo é livre, sem restrições, somando para o crescimento do aluno, tendo uma visão à frente. Participar ativamente da Galo é enriquecedor e gera ótimos feedbacks para a carreira.” A Galo Canta é uma Agência aberta a novas experiências, mantendo-se sempre atualizada . Em 2017 a Galo dará um novo passo, atendendo a clientes externos, dando aos galinhos a oportunidade de ampliar seus portfólios e conhecer o atual mercado de trabalho, aventurando-se em Jobs mais complexos, apesar dos internos que chegam na Galo não serem simples. Esse será um ganho excepcional para seu conteúdo profissional.
Quer saber como ser parte do time Galo Canta? Preste atenção no passo a passo: 1) Leia todo o edital que será lançado na segunda semana de outubro. 2) Faça a inscrição através do anexo disponível na página da Galo ou no site da instituição; entregue sua ficha dentro do prazo estipulado na Galo Canta de segunda à sexta, de 14h às 18h, ou na secretaria da ENEG. 3) Fique atento às datas do processo, pois a primeira parte da seleção é a Semana de Imersão, onde os candidatos participam de oficinas ministradas por profissionais do mercado, tendo a oportunidade de conhecer um pouco mais de cada área da agência. 4) A parte prática do processo vem ao final da Imersão, onde os candidatos recebem um briefing e precisam encontrar as soluções que acharemmelhor para o problema ser resolvido, no âmbito do departamento para qual está se candidatando.
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