FIQUE POR DENTRO DAS OBRIGAÇÕES DA LEI E EVITE PREJUÍZOS
PPRA & PCMSO
PPRA PCMSO ASO
São programas obrigatórios, de acordo com a Lei 6514/77 e Portarias 3214/78, 29/94 e 08/98. Toda empresa que possui pelo menos um empregado está obrigada a manter o PPRA e o PCMSO, seja qual for a sua atividade (NR-7 e NR-9). Programa de Prevenção de Riscos Ambientais. Da área de Engenharia e Segurança do Trabalho tem o objetivo de analisar e gerar programas de prevenção e saúde profissional. Só é isenta a empresa sem empregados! Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Da área de Medicina Ocupacional tem como objetivo avaliar a capacidade do empregado dentro do ambiente levantado no PPRA. Atestado de Saúde Ocupacional (antigo atestado médico). Só é válido, portanto, quando decorrente dos dois programas anteriores.
Atenção! Nosso dever é alertá-lo que qualquer procedimento fora dessa ordem não tem validade!
Com o Sindilojas-Rio você tem o melhor custo-benefício e solução completa de serviços especializados
Não vale a pena se arriscar. Evite multas e garanta a saúde de seus funcionários.
Rua da Quitanda, 3 - 10º, 11°,12°e 13° andares - Centro -Tel.: (0xx21) 2217-5000 comercial@sindilojas-rio.com.br BARRA DA TIJUCA 2431-5096/2431-5569 barra@sindilojas-rio.com.br TIJUCA 2284-9443/2284-6181: tijuca@sindilojas-rio.com.br CAMPO GRANDE 3356-2597/3394-4384 campogrande@sindilojas-rio.com.br
COPACABANA 2235-6873/2235-2992 copa@sindilojas-rio.com.br MADUREIRA 2489-8066/2489-4600 madureira@sindilojas-rio.com.br
acesse nosso site www.sindilojas-rio.com.br
Mensagem do Presidente
O que é bom para sociedade é bom para o comércio
O
suportável índice de 2,1% de inadimplência no acumulado de 2012 no comércio lojista do Rio de Janeiro, aferido pelo nosso Centro de Estudos, através do Banco de Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito do CDLRio, em comparação com os altos índices registrados na maioria dos estados brasileiros, e o aumento de 7,9% no número de dívidas quitadas – o melhor dos últimos três anos – mostram algumas vertentes que merecem ser consideradas e ressaltadas. A primeira delas é que a animadora transformação do cenário econômico do Rio de Janeiro, motivada pelos grandes investimentos que vêm ocorrendo nos últimos cinco anos na cidade e no estado, está se refletindo na geração de emprego e de renda e no volume de vendas do comércio varejista, que registrou crescimento de 8,3% no acumulado de janeiro/dezembro do ano passado. A par disso, também devemos ressaltar a importância dos estímulos ao consumo incentivados pelo governo, entre eles os gerados pela redução do IPI sobre os bens duráveis. Outra vertente importante é a atitude dos empresários lojistas sempre dispostos a negociar os débitos com os seus devedores, oferecendo facilidades como isenção de juros, condições de parcelamento e alongamento de prazos, habilitando-os para novas compras. É uma ação salutar tanto para as instituições como para o consumidor. Afinal o que é bom para a sociedade é bom para o comércio. O fato é que este ano as lojas e as grandes redes terão que manter ofertas e descontos,
repetindo os benefícios trazidos por essas ações. Não se pode perder de vista que a competição está bastante acirrada e o consumidor cada vez mais exigente. A palavra de ordem é não perder qualquer oportunidade de negócio. Temos que inovar sempre, criar diferenciais para fidelizar os clientes, que vão continuar comprando, da gente e no concorrente. Leva vantagem quem os atender melhor, com qualidade e até mesmo requinte. Para isso temos que investir cada vez mais no treinamento. Ele sim é o diferencial. Hoje os ativos de maior valor, além da clientela, são os baseados no conhecimento, na informação, no preparo e formação da equipe. E isso só se consegue com o permanente investimento na educação e na capacitação das pessoas. Este sim passou a ser o grande patrimônio das empresas. A verdade é que o consumidor deverá ser estimulado sempre. Países fortes e ricos como os Estados Unidos e a Alemanha tiveram no consumo uma das bases do seu crescimento econômico. E aqui não pode ser diferente, principalmente, com um mercado interno grandioso como é o nosso. Por isso a política econômica brasileira tem procurado nos últimos tempos estimular cada vez mais o consumo, o que a nosso ver está correto, pois o aumento do consumo gera aumento de produção, movimenta a indústria, que por sua vez gera mais empregos e aumenta a arrecadação de impostos, o que possibilita maiores investimentos em infraestrutura. É o chamado “Circulo Virtuoso”.
Aldo Carlos de Moura Gonçalves
Presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
1
2 Presidente do Sindilojas-Rio e do CDLRio Aldo Carlos de Moura Gonçalves Diretoria do Sindilojas-Rio Vice-Presidente: Roberto Cury Vice-Presidente de Administração: Ruvin Masluch Vice-Presidente de Finanças: Vice-Presidente de Patrimônio: Júlio Moysés Ezagui Juedir Viana Teixeira;
Sumário Mensagem do Presidente
01
Matéria de Capa Mudanças de estações pode impulsionar vendas
03 - 05
Curiosidades do Comércio
06
Feira de Cantão
07
Direitos do Lojista Vice-Presidente de Produtos e Serviços: Superintendente:
Diretoria do CDLRio
Vice-Presidente: Luiz Antônio Alves Corrêa Diretor de Finanças: Szol Mendel Goldberg Diretor de Administração: Carlos Alberto Pereira de Serqueiros Diretor de Operações: Ricardo Beildeck Diretor Jurídico: Superintendente Operacional: Ubaldo Pompeu Abraão Flanzboym.
Código de Barras Desoneração da Folha de Pagamento Recursos Humanos Redução do INSS CertoCred Pessoa Física
08 09 - 11 12 14 15
até 2017 Pergunte! Empresário responde Leis e Decretos Obrigações dos Lojistas
19 21 24 - 25 29 - 31
História Carnaval no Rio
13
A importância do e-commerce As condições atuais do varejo no mundo Comércio formal pede passagem
16 - 17
Conselho de Redação Sindilojas-Rio: CDLRio: Editor Responsável: Reportagens: Lúcia Tavares Fotos: Dabney Publicidade: Luiz Bravo - Telefone: 21 2217-5000 Revisão:
18 22
Os Números do Varejo Termômetro de Vendas
26 - 28
Opinião Um Tesouro é Descoberto
32
Márcia Rodrigues / Leandro Teixeira Roberto Tostes - robertotostes@gmail.com Empresário Lojista: Publicação mensal do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro - Sindilojas-Rio e do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro - CDLRio
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Redação e Publicidade: Rua da Quitanda, 3/11° andar, CEP: 20011-030, Telefone: 21 2217-5000 Fax: 21 2533-5094 e-mail: empresariolojista@sindilojas-rio.com.br
Matéria de Capa
Mudança de estação faz aumentar as vendas Com a chegada do outono no próximo mês há uma mudança do clima e das novas tendências de moda que estimula principalmente o público feminino a incrementar o guarda-roupa. Assim sendo, as atenções devem se voltar para as novas coleções nas vitrines que como imãs, captam os olhares da clientela. De acordo com especialistas,
M
as para aproveitar bem esta época, na visão da professora da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV/RJ), Rita Martins, é importante que o lojista treine bem sua equipe de vendas a fim de conhecer o perfil do seu público e, assim, realizar bons negócios. A especialista, estudiosa em Comportamento do Consumidor e Marketing, explica que como o lojista não pode ficar o tempo todo na loja, ele deve orientar os vendedores para que prestem atenção e anotem os comentários feitos pelos clientes, inclusive entre eles mesmo, para, em cima disso, montar uma estratégia de vendas e oferecer o que eles procuram. - O comércio atual exige muito mais que simples vendedores, por isso esses profissionais hoje são chamados de consultores de vendas. Conhecer o perfil de cada cliente, prestar atenção em suas atitudes, humor, gostos e dificuldades de escolha é fundamental, assim como a abordagem, são requisitos indispensáveis para quem quer vender mais. Só assim é possível orientar os clientes de maneira certa e sutil, induzindoos a comprar produtos que estão precisando mas que não comprariam naquele momento e naquela loja - observa a professora. De acordo com Rita Martins, o período de troca da coleção é propício para isso porque as pessoas já entram nas lojas
os segmentos de calçados e do vestuário são os mais movimentados com o fim do verão e o início da nova temporada que começa em 20 de março. Para o comércio, portanto, é uma excelente oportunidade de vender mais já que a mudança da temperatura e a troca da coleção outono/inverno servem de incentivo para novas compras.
propensas a comprar - a preparar o guarda-roupa com as peças que estarão na moda durante a nova temporada. - Aconselho, no entanto, aos lojistas que não se prendam simplesmente ao que a moda dita, mas, ofereçam também peças clássicas que usadas com peças da moda, caem bem e deixam o cliente satisfeito - acrescenta. Em razão disso, a professora da FGV-RJ orienta que mesmo que a loja seja exclusivamente de roupas, as vitrines devem exibir manequins vestidos da cabeça aos pés, com calçados e outros acessórios. Segundo ela, mesmo que a loja não venda estes artigos, ajudará o consumidor a visualizar o conjunto e dar a ele ideias do que poderá usar com aquela calça, blusa, saia, ou vestido exposto na vitrine.
Rita Martins, da FGV/RJ
“A loja mais geladinha visando aumentar as vendas da coleção de inverno é estratégia que pode seduzir a clientela” Rita Martins, da FGV/RJ
De acordo com Rita Martins, é extremamente importante o lojista investir na vitrine para a nova temporada criando um clima que remeta à época. Deixar a loja mais geladinha visando aumentar as vendas da coleção de inverno é uma estratégia que pode seduzir a clientela, sugere a professora. - É preciso dar uma cara de aconchego, tipo de chocolate quente que a estação inspira, para que o consumidor se sinta envolvido. Assim como nas outras estações, é importante o lojista no outono/inverno
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
3
4
Matéria de Capa aproveitar ao máximo o marketing sensorial para promover experiências de compras – acrescenta. Sobre as alterações das coleções, Rita Martins entende que é necessário explorar as tendências, porém, de nada irá adiantar tal procedimento se o lojista não respeitar o estilo da clientela. Como exemplo, ela explica se o público-alvo da loja for mais discreto, não se deve oferecer roupas com estampas de animais tipo de onça, mas, explorar o desenho em algum detalhe como na gola. Rita alerta ainda que as cores utilizadas nos projetos de outono/inverno assim como nas demais épocas do ano acompanham a cartela de cores da estação, o estilo e o segmento em que atua o lojista. - A decoração chama a atenção por vários motivos que vão desde os aspectos psicológicos e estéticos, até o simples prazer de observação que as pessoas exercem. Em todos esses casos existem estudos comportamentais que atestam o quanto as pessoas são influenciadas a comprarem pelo visual – completa Rita Martins.
A proprietária da rede de lojas Modatual, Delza Rufino Ronzella, concorda com a professora da FGV e destaca que como a coleção outono/inverno é uma moda cara não se pode apostar todas as fichas no que as tendências dizem. Com experiência de 16 anos no varejo a lojista revela que já está preparada para lançar em meados de março a nova coleção outono/inverno. Os preparativos tiveram início em novembro do ano passado quando entrou em contato com os fornecedores e começou a pesquisar as tendências deste ano. - É sempre bom manter um pé atrás. Hoje, com a grande concorrência não podemos correr o risco de errar. Por isso, sempre inicio a coleção com a maioria das peças em tom pastel, inserindo o que a moda pede à medida que observamos a procura das novidades - assinala Delza. A lojista destaca que no seu caso, especificamente, essa estratégia é fundamental pois trabalha com roupas casuais destinadas à mulher que trabalha fora e nos tamanhos reais da mulher brasileira, de 38 a 50. Ou seja, um público que acompanha a moda, mas, que não abre mão do clássico. Delza ressalta ainda que antigamente se podia fazer uma programação para a coleção inteira, mas, hoje, é preciso observar o comportamento do mercado e inserir durante a estação as novidades passageiras. - Por isso, no início da temporada passei a colocar na vitrine uma coleção básica. Depois vou pincelando, à cada semana, as peças com as tendências da estação, mas sempre, em pequena quantidade para não correr risco de ter a mercadoria encalhada. Nunca entro de cabeça pois a coleção outono/inverno além de cara é muito trabalhosa - justifica a lojista.
Delza Rufino Ronzella, da Modatual
“É sempre bom manter um pé atrás. Hoje, com a grande concorrência, não se pode correr o risco de errar” Delza Rufino Ronzella, da Modatual
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Outra estratégia usada por Delza que garante bons resultados é manter parcerias fidelizadas com os fornecedores. Além da exclusividade nos modelos da nova coleção, não existe risco do lojista ficar desabastecido durante a temporada. - Como os nossos fornecedores tem pronta-entrega, fico tranquila, pois sei que eles vão me atender a qualquer momento. Tenho condições de pincelar na coleção peças de acordo com a demanda nesta época - arremata Delza, com lojas no Flamengo, Tijuca, São Cristóvão e Jacarepaguá.
Matéria de Capa
“Estar em sintonia com a moda e as últimas tendências é primordial num mercado tão competitivo como o de calçados” Julio Ferreira, da Street Shoes O diretor de Compras da rede de calçados Street Shoes, Julio Ferreira, enfatiza que o lojista deve se preocupar com o lançamento de sua nova coleção na vitrine antes da chegada da estação. Segundo ele, logo após o carnaval ou no início de março são períodos bons para expor pelo menos 50% das peças que irão compor o visual da nova temporada. E para que isso aconteça de forma planejada ele considera de suma importância estar antenado com as novidades que fizeram sucesso no inverno da Europa. Para o executivo da Street Shoes estar em sintonia com a moda e as últimas tendências é primordial num mercado tão competitivo como o de calçados. Por isso ele costuma visitar as mais importantes feiras do País como a Couromoda (Feira Internacional de Calçados, Artigos Esportivos e Artefatos de Couro), onde mais uma vez compareceu no mês passado, em São Paulo. Além de ter participado do evento com o objetivo de complementar suas compras para a nova estação, a atenção dada por Julio às novidades e aos modelos com modelagens fechadas também integraram os seus pedidos. - Compramos o que a moda dita, adaptamos algumas peças conforme o perfil de nossos clientes, mas sempre com muita cautela porque como todos sabem, nem sempre o que a moda dita, cai no gosto popular – argumenta o diretor da Street Shoes. Trabalhando há 32 no varejo, Julio conhece bem as armadilhas preparadas pela moda e, por isso, aposta sempre nos modelos clássicos como os escarpins e mocassins que costumam sempre ter boa saída no inverno. - Na hora de lançar a nova coleção precisamos ter cuidado para evitar prejuízos. Enquanto no verão, um
Julio Ferreira, da Street Shoes
par de sandálias de boa qualidade que serve tanto para o trabalho quanto para o lazer custa R$ 20, no inverno um par de sapatos não sai por menos de R$ 60. Por isso o nosso grande desafio nesta época de troca da coleção é oferecer produtos da moda, com qualidade e preços razoáveis para que a clientela não acabe comprando nos concorrentes - diz enfático o executivo. Julio enfatiza ainda que em se tratando de Brasil, principalmente do Rio de Janeiro, o inverno é sempre uma incógnita porque existem anos em que os dias frios são muito poucos e não há como escoar a coleção. - Um caso típico aconteceu com as botas que embora tenham entrado na moda com força total em 2010 não tiveram boa saída devido ao clima que não ajudou, ou seja, naquele ano, não tivemos queda da temperatura conforme esperávamos. Agora estou confiante e penso que este ano será muito bom em termos de vendas para quem está organizado e já se preparou para o outono/ inverno – finaliza otimista, Julio Ferreira.
“O nosso grande desafio nesta época de troca da coleção é oferecer produtos da moda, com qualidade e preços razoáveis” Julio Ferreira, da Street Shoes
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
5
6
Curiosidades
CURIOSIDADES DO
Barbara Santiago
COMÉRCIO
Gerente do Centro de Estudos do CDLRio
Feriado Você sabia que existe na Irlanda um feriado chamado Bloomsday, comemorado em 16 de junho? O Bloomsday foi criado com a intenção de homenagear o livro Ulisses, do escritor irlandês James Joyce. É o único feriado em todo mundo dedicado a um livro.
Uso do Batom
O batom é um cosmético usado para colorir e realçar a boca. O hábito de colorir os lábios tem raízes no Egito, pigmentos vermelhos já eram aplicados nos lábios em 5000 a.C., potes de óxido de ferro vermelho foram encontrados no interior dos túmulos antigos de sumerianos e egípcios.
Diamantes Os belgas sempre foram conhecidos como grandes lapidadores de diamantes. Os diamantes lapidados em Antuérpia são considerados os melhores e mais bonitos do mundo.
A origem da pinga
Hermes, o deus do Comércio
Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo. Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse. Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou. O que fazer agora? A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor. No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Reconhecido por sua extraordinária inteligência, Hermes figura como um dos mais importantes deuses da mitologia grega. Adorado desde a antiguidade por pastores e viajantes, passou a ser invocado, tempos mais tarde, como deus da venda, do lucro e do comércio, protegendo tanto compradores como vendedores. Filho de Zeus e Maia, Hermes é representado por um jovem de beleza rara, vestido apenas por uma túnica curta, capacete com asas e sandálias aladas. Em suas mãos, trazia seu principal ícone: o caduceu (um bastão de ouro).
(História contada no Museu do Homem do Nordeste – Recife/PE).
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo. Resultado: o ‘azedo’ do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente. Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome ‘PINGA’. Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de ‘ÁGUA-ARDENTE’. Caindo em seus rostos e escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar. E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Ciclovia A prefeitura de Paris criou em 1862, alguns caminhos especiais para os velocípedes não se misturarem com as charretes e carroças, que eram os veículos mais comuns naquela época. Nasciam assim as primeiras ciclovias.
Feira de Cantão
Investimento que pode gerar excelentes negócios
O
s lojistas que desejam ampliar seus negócios ou buscar novos nichos de mercado devem ficar atentos à Feira de Cantão que acontecerá na China, a partir de 15 de abril. O evento ocorre em três fases e se encerrará no dia 5 de maio. É a maior feira do Planeta e abrange todos os segmentos do varejo, além dos demais setores da economia mundial. De acordo com Charles Andrew Tang, presidente binacional da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, (CCIBC), entidade que organiza a Feira, trata-se de uma grande oportunidade do mercado chinês oferecido aos brasileiros interessados em aumentar a margem de lucro de suas empresas.
- Desde a implantação do Real, o Brasil se beneficiou bastante na sua relação comercial com a China. Conseguiu pagar quase toda a dívida externa, aumentou suas reservas em U$ 250 bilhões na época da crise mundial graças as exportações com a China, quitou as dívidas e até doou dinheiro ao FMI. Na área social, promoveu a inclusão de 40 milhões de brasileiros, e, na área comercial, os que mais se beneficiaram foram os lojistas, pois passaram a comprar da China produtos a preços competitivos e com qualidade. Isso beneficiou também o povo brasileiro, democratizando os bens de consumo que antes eram acessíveis apenas à elite do Brasil – explicou serenamente, Charles Tang. A Feira de Cantão faz parte do calendário de eventos da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China. Semestralmente, a entidade leva cerca de 300 empresários brasileiros que fazem negócios, sem correr nenhum risco. O assessoramento é dado gratuitamente e inclui uma série de vantagens, como: contato com fornecedores sérios e confiáveis do mercado chinês; visita às fábricas dos fornecedores caso haja interesse do lojista; inspeção dos produtos na hora do embarque para o Brasil para que não haja surpresas desagradáveis no momento de abrir o contêiner, e, principalmente, continuidade aos negócios que se iniciou na China.
Charles Andrew Tang, presidente binacional da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China
- Antigamente havia preconceito de se comprar produtos da China, mas hoje a realidade é outra porque os produtos que têm chegado aqui no Brasil estão vindo com qualidade. Existe uma relação amigável e um interesse mútuo dos chineses em relação aos brasileiros e vice-versa – destaca Charles Tang. De acordo com o presidente da Câmara do Comércio e Indústria Brasil-China, brasileiros e chineses estão caminhando juntos, incrementado cada vez mais as atividades comerciais e ampliando as áreas de investimentos. Segundo ele, o Brasil passa por um dos momentos mais importantes de sua história e vem atraindo a atenção dos estrangeiros face ao crescimento e fortalecimento de sua economia conquistada pelo equilíbrio e estabilidade do Real.
- Qualquer agência de turismo pode fornecer passagens e hotéis para quem desejar ir à Feira de Cantão. O nosso grande diferencial, no entanto, é o assessoramento que damos aos empresários para que façam negócios seguros, e nunca comprem “gato por lebre”. Sabemos que há casos de pessoas que investem na China e quando retornam ao Brasil, enviam e-mails e não recebem nenhuma resposta. Através de nossa Câmara isso jamais acontece, pois checamos a idoneidade das empresas que vendem os produtos e inspecionamos o embarque, entre outros procedimentos que garantem o sucesso dos negócios. O nosso esforço é ajudar tanto os chineses como os brasileiros empreendedores – completa Charles Andrew Tang. A FEIRA Localizada em uma área de 1 milhão de metros quadrados, a Feira de Cantão é composta por 59 mil estandes e 150 mil produtos. Dependendo do segmento em que atua, é importante visitar a feira de acordo com a fase programada.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
7
8
Código de Barras Fase 1 – de 15 a 19 de abril de 2013 - Computadores e produtos de informática, eletro-eletrônicos, eletrodomésticos, e iluminação, acabamentos sanitários, bicicletas, ferragens e hardware, automóveis e autopeças, ferramentas, máquinas e equipamentos pesados, materiais de construção e acabamento, motocicletas, pequenos maquinários, produtos químicos.
Fase 3 – de 1º a 5 de maio de 2013 - Artigos de cama, mesa e banho, artigos de moda, bolsas e malas, calçados, roupas e artigos em couro, aviamento, carpete e tapeçarias, matéria prima têxtil, material de escritório, moda íntima, pele e plumagem, produtos esportivos, produtos hospitalares, vestuário feminino, masculino e infantil.
Fase 2 – de 23 a 27 de abril de 2013 - Brinquedos, joias e relógios, artigos de decoração para o lar, artigos de higiene pessoal, óculos, presentes, brindes, móveis, produtos em cerâmica e vidro, produtos em rattan e em aço, produtos para festas.
Mais informações sobre a Feira de Cantão pelos telefones (21) 2532.5877 e (11) 3885.7172 ou através dos e-mails feiradecantao@ccibc.com ou www.brasilchina.com.
Varejo a espera da nova
mitado, pode incluir, por exemplo, a validade do produto que não poderá ser copiado.
etiqueta inteligente
O
velho códigos de barras está com os dias contados. O Governo Federal já estuda um projeto de lei para criar a nova etiqueta inteligente. Será capaz de combater a falsificação e a pirataria. A nova etiqueta permitirá o controle em tempo real da localização das mercadorias desde a fábrica, passando pelo transporte, validade até que chegue ao consumidor. Para o varejista será um eficiente instrumento de gestão de estoque das lojas. A implantação do novo sistema deverá começar pelas grandes empresas, pois exigirá a troca de equipamentos e leitores em toda a rede comercial. O Governo vem estudando a prática do uso da etiqueta inteligente em diversos paises, principalmente nos Estados Unidos e no Japão. A iniciativa do Governo com a parceria do setor privado deverá ser implementada ainda neste ano. Inicialmente deverá ser implementada para produtos de pequeno porte e de alto valor agregado. A diferença entre o código de barras e a etiqueta inteligente é que o novo selo holográfico, além de ser ili-
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Um dos exemplos bem sucedidos é o memove, em letras minúsculas. Trata-se de uma empresa de moda da companhia Valdac Global Brands (VGB). Criada há pouco mais de um ano com o objetivo de atender ao consumidor jovem. A marca tem em todas as suas peças a etiqueta inteligente, por meio da identificação via radiofrequência. Cada item tem um chip do tamanho da cabeça de um fósforo que é lido ao se aproximar de uma antena de radiofrequência. Nas dez lojas da rede localizadas em seis estados, os clientes encontram caixas de autoatendimento para pagar as suas compras por meio de cartão de débito ou de crédito. Mesmo nos caixas tradicionais, com um funcionário para atender, não é preciso passar item por item, apenas a cesta com as peças. Elas são automaticamente registradas e têm alarme de segurança desativado, contribuindo para reduzir as filas. O sistema permite rastrear todas as informações da mercadoria, controlar estoque e evitar furtos. O Governo paralelamente ao incentivo à adoção da etiqueta inteligente, deseja que sejam fabricadas no Brasil, para reduzir seu custo. Atualmente, em média, cada etiqueta está custando 35 centavos, oito vezes mais que o código de barras.
Desoneração
Desoneração da folha de pagamento em discussão
A
s novas regras anunciadas pelo Governo Federal em relação à Desoneração da Folha de Pagamento das empresas foram amplamente debatidas durante palestra no dia 23 de janeiro, na sede do Sindilojas-Rio. Na ocasião, os palestrantes Ana Cristina Martins Pereira, sócia da Martins&Gonçalves, e Márcio Giorgi da Matta Melo esclareceram dúvidas e orientaram como fazer cálculos de acordo com as novas regras estabelecidas pela Lei 12.546/12. Iniciativa do Sindilojas-Rio e do CDLRio, contou com o apoio da Martins&Gonçalves, do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Contabilistas do Rio e do Sindicato de Empresas e Serviços Contábeis do Estado do Rio de Janeiro. Os palestrantes informaram sobre a aplicação da Lei 12.546/12. Como vem ocorrendo com outros segmentos da economia, a nova Lei, a ser implementada a partir de 1º de abril, levará as empresas varejistas a deixar de
recolher 20% da folha de pagamento para o INSS. Em compensação passarão a pagar 1% sobre o faturamento. Os especialistas chamaram a atenção para o fato de que a medida do Governo permite que as enquadradas no Super Simples façam a opção em se manterem no sistema ou passarem para as normas da Lei 12.546/12. Para os expositores Ana Cristina e Márcio, os enquadrados no Super Simples deverão analisar com seus contadores as vantagens e desvantagens de optarem pela Lei nº 12.546/12. Isto porque, optando pela mencionada Lei, perde-se os demais benefícios concedidos às enquadradas no Super Simples. Ana Cristina lembrou que quando foi publicada a referida Lei, o contribuinte ficou bastante confuso. A Receita Federal então publicou um ato normativo, esclarecendo os pontos mais obscuros. Ana Cristina lembrou, ainda, que a Lei 12.546/12 não atinge toda a Folha de Pagamento das empresas, ficando de fora o FGTS e as contribuições a terceiros como SESC e SENAC.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
9
10
Desoneração
Orientação sobre a desoneração da folha de pagamento do varejo O Núcleo Fisco-Tributário da Gerência Jurídica do Sindilojas-Rio recebeu diversas consultas sobre a Medida Provisória Desoneração da Folha de Pagamento do Comércio. PERGUNTA - A Medida Provisória (Decreto nº 7.828/2012) não informa e/ou identifica na lista dos segmentos do comércio varejista beneficiado quanto à atividade principal ou secundária que poderá enquadrar-se as empresas que tenham vários segmentos simultâneos, inclusive aqueles listados na Medida. Como por exemplo, se uma empresa cuja atividade principal de acordo com o CNAE – Código Nacional de Atividades Econômicas, enquadrada no CNPJ seja de Comércio Varejista de souvenirs, bijuterias, e artesanatos, embora não esteja especificamente enquadrada nos segmentos do comércio varejista beneficiado, ou seja, tenha em sua receita alguns segmentos elencados na MP, ela poderá proporcionalizar sua receita de acordo com os segmentos enquadrados e não enquadrados na MP?
“Não é vantajoso para o optante do Simples Nacional cancelar este benefício, pois o mesmo abrange outros impostos e contribuições” Poderá a empresa, se for do seu interesse, fracionar seus segmentos de modo a aproveitar aqueles beneficiados com a desoneração da proposta? Se positivo, de que modo identifica as operações a fim de justificar perante a fiscalização do órgão regulador? RESPOSTA - Se uma empresa produzir tipos diferentes de produtos ou prestar diferentes tipos de serviços, sendo
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
apenas alguns deles elencados na Medida Provisória, nos artigos 2º e 3º, do Decreto nº 7.828/2012, então ela deverá proporcionalizar sua receita de acordo com os serviços/produtos enquadrados e não enquadrados no ato normativo acima mencionado e recolher a contribuição previdenciária em duas guias: uma parcela sobre a receita e outra parcela sobre a folha. Assim, no caso de empresas que se dediquem a diferentes atividades, as contribuições serão recolhidas de duas formas: I - Utilizando as regras da contribuição previdenciária sobre a receita quando se tratar de atividades relacionadas aos serviços de que trata o caput do art. 2º ou à fabricação dos produtos de que trata o caput do art. 3º do Decreto nº 7.828/2012. II – Ao disposto no art. 22 da Lei nº 8.212, de 1991, reduzindo-se o valor das contribuições a recolher ao percentual resultante da razão entre a receita bruta de atividades não relacionadas aos serviços de que trata o caput do art. 2º ou à fabricação dos produtos de que trata o caput do art. 3º do Decreto nº 7.828/2012 e a receita bruta total, ou seja: Se, por exemplo, uma empresa tiver 70% de sua receita derivada de produtos enquadrados na Medida Provisória e 30% de fora, então ela deverá recolher a alíquota de 1% sobre 70% de sua receita e aplicar a alíquota previdenciária normal, de 20%, sobre 30% de sua folha salarial. Como somente 25% do faturamento são oriundos das atividades não enquadradas na desoneração, somente será pago 25% do valor que seria devido caso o recolhimento da patronal fosse calculado em cima da folha de pagamento. Logo R$ 2.400,00 x 25% = 600,00 A empresa irá recolher R$ 600,00 através de DARF (R$ 30.000,00 x 2%= R$ 600,00) e R$ 600,00 através da GPS (R$ 2.400,00 x 25% = 600,00).
Desoneração Importante: Não havendo receita das atividades enquadradas na desoneração, a empresa deverá recolher os 20% da parte patronal na sua integralidade sobre a folha de pagamento.
patronal será calculada sobre a integralidade da receita bruta. OBSERVAÇÕES:
Não havendo receita das atividades não enquadradas, não será aplicado a proporcionalização, devendo a empresa recolher os 2% da parte patronal na sua integralidade sobre a receita bruta.
1: Caso a empresa seja optante do Simples Nacional, deverá optar por qual benefício irá usufruir. Contudo não é vantajoso para o optante do Simples Nacional cancelar este benefício, pois o mesmo abrange outros impostos e contribuições.
A proporcionalização somente ocorrerá se a atividade não enquadrada na desoneração for superior a 0,5% da receita bruta total. Caso não seja, a contribuição
2: Para escrituração existe o manual no seguinte site: http://www1.receita.fazenda.gov.br/sistemas/efdcontribuicoes/download/download.htm
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
11
12
Recursos Humanos
Valmir de Oliveira Gerente administrativo / financeiro do Sindilojas-Rio
�O normal seria o indicado ter um comportamento maravilhoso, preservando o nome de quem o trouxe de mãos dadas para a Organização”
Recrutar e selecionar: Haja sabedoria! O RH pode andar de um lado para outro tentando encontrar uma solução segura e eficaz, mas não adianta. Só existem duas formas de recrutamento e seleção: interna e externa. Vamos ver se é isso mesmo. A forma interna valoriza a prata da casa com avaliações, convites formais, tentando encontrar o perfil adequado que a função exige. Quando acerta na veia é o ápice. Porém, às vezes não é possível adequar o desejo à necessidade e torna-se imprescindível a utilização de outras maneiras de recrutamento. Daí surge a forma externa com seus anúncios em jornais, revistas, assessorias de recolocação e outras fontes de consultas, evoluindo até para as redes sociais. Muito embora os especialistas em gestão de pessoas considerem as duas formas citadas, sem querer difundir qualquer manifestação que possa parecer discordância, entendemos existir uma terceira opção, podendo ser enquadrada numa forma ou noutra. Qual é esta opção? Indicação de empregados da própria empresa, bem como de conhecidos de modo geral. O vento que venta lá é o mesmo que venta cá. Nas três formas deparamo-nos com vantagens e desvantagens. Quais são as vantagens do recrutamento interno? Incentivo, aproveitamento, motivação e reconhecimento da capacidade laborativa. E as desvantagens? Não conhecer ideias diferentes, permanecer na rotina, não trocar experiências e bloquear novas expectativas. Em relação ao recrutamento externo, quais são as vantagens? Novos talentos, novas habilidades, nova cultura e novos conceitos. E as desvantagens? Arranha o comprometimento dos já funcionários, atingindo a motivação e a fidelidade. Afinal, chegou a legião estrangeira!
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
E o que dizer da variável dos indicados? Ah, essa é misteriosa por natureza. Vantagens: boas referências, conduta irrepreensível, tudo de bom. Desvantagens: após o período experimental, tudo pode mudar. Se bem que nas outras formas também rola, mas nessa a incidência é maior. Como diria o locutor esportivo: “- Olho no lance!” O normal seria o indicado ter um comportamento maravilhoso, preservando o nome de quem o trouxe de mãos dadas para a Organização, que o acolheu com todo carinho. Nem sempre é assim. Por uma escorregadela boba, o superior questiona a divina criatura, até com uma atitude de aconselhamento. Num piscar de olhos vem a carteirada: “- Sabe quem me indicou?” O tempo vai passando, as dificuldades multiplicam-se gradativamente e quando se analisa a questão verificase que a contratação não foi uma boa. Paciência: faz parte. Entre vantagens e desvantagens, concluímos que erros e acertos dependem desta matéria prima fabulosa e indescritível: pessoas! Recrutar, selecionar e acertar não é tarefa fácil para aqueles que fazem, uma vez que sempre haverá o antes, o agora e o depois. A melhor solução é pedir um pouco de sabedoria para aquela força estranha no ar, que, com toda certeza, além de tantas outras coisas, criou, também, os lírios do campo. Salomão que o diga!
Carnaval
A História do Carnaval eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia. No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de Carnaval incorporaram os bailes de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual. O Carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book como o maior carnaval do mundo. Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.
Carnavalescos no Carnaval de 1934, em intervalo de corso na Avenida Rio Branco - Foto Bueno Filho
A
festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por 40 dias de jejum, a Quaresma. O longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma. A palavra "Carnaval" está, desse modo, relacionada com a ideia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão "carnis valles", que acabou por formar a palavra Carnaval, sendo que "carnis" em latim significa carne e "valles" significa prazeres.
Em geral, o carnaval tem a duração de três dias, os que antecedem a Quarta-feira de Cinzas. Em contraste com a Quaresma, tempo de penitência e privação, estes dias são chamados "gordos", em especial a terça-feira (Terça-feira gorda, também conhecida pelo nome francês Mardi Gras). O termo Mardi Gras é sinônimo de Carnaval. O Carnaval da antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações em busca incessante dos prazeres. O Carnaval prolongava-se por sete dias nas ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as atividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que bem quisessem e as restrições morais eram relaxadas. As pessoas trocavam presentes, um rei era
Cálculo do dia do Carnaval Todos os feriados eclesiásticos são calculados em função da data da Páscoa, com exceção do Natal. Como o domingo de Páscoa ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se verificar a partir do equinócio da primavera (no hemisfério norte) ou do equinócio do outono (no hemisfério sul), e a sexta-feira da Paixão é a que antecede o Domingo de Páscoa, então a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Datas do Carnaval O Carnaval ocorre em fevereiro, geralmente, ou em março, conforme o Cálculo da Páscoa, próximo do dia de Lua Nova. Assim, poderá acontecer próximo do ano novo chinês, se ocorrer antes ou próximo de 19 de fevereiro. No século XXI, a data mais cedo foi a 5 de fevereiro de 2008 e a que ocorrerá mais tarde será a 9 de março de 2038. Embora seja possível noutros séculos, o dia de Carnaval não ocorrerá a 3 ou 4 de fevereiro durante todo o século XXI. Data do Carnaval nos próximos anos Ano
Data do Carnaval
2013
12 de fevereiro
2014
04 de março
2015
17 de fevereiro
2016
09 de fevereiro
2017
28 de fevereiro
2018
13 de fevereiro
2019
05 de março
2020
25 de fevereiro
2021
16 de fevereiro
2022
01 de março
2023
21 de fevereiro
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
13
14
Previdência Pagar menos INSS e diminuir os riscos de ser autuado É possível fazer as duas coisas ao mesmo tempo? José Carlos Oliveira de Carvalho
É
sabido que a folha de pagamento representa uma das maiores preocupações do empresário. Além dos salários, há, ainda, o "custo Brasil", que onera sobremaneira os gastos com os colaboradores da empresa. Este custo representa um dos maiores entraves da contratação formal, englobando, dentre outros itens, INSS patronal, SESI, SENAI, SAT/RAT, multa/FGTS etc. Por isso, muitos empresários adotam a prática do chamado "pagamento por fora", o que implica em risco de autuação por parte do fisco. Acontece que, com base em uma consultoria especializada e a partir de decisões judiciais recentes, é possível contratar colaboradores de forma absolutamente legal e de forma menos onerosa. Por força de decisão do Supremo Tribunal Federal (que é quem dá a última palavra em matéria judicial no país - as chamadas sentenças judiciais transitadas em julgado), foram decididas quais são as rubricas que não compõem o salário-contribuição, base para incidência do "custo Brasil". Dentre elas, é possível destacar o abono-assiduidade, as férias indenizadas e o aviso-prévio indenizado. A partir daí, a construção de um plano de remuneração estruturado faculta economias significativas, com observância da legislação e mitigação dos riscos de autuação. Vejamos o seguinte exemplo: determinada empresa contratou o Sr. João, com salário "na carteira" de R$ 4.000,00. Se admitirmos que o custo Brasil é de 100% (varia caso a caso), o ônus com esse colaborador para a empresa será de R$ 8.000,00. Isso é o que geralmente acontece. Bem, a partir de uma correta gestão previdenciária e trabalhista, é possível diminuir o custo da folha em 20% a 50%. Nesse mesmo exemplo,
admitamos que a remuneração do Sr. João seja de R$ 2.000,00 "na carteira" e que, conforme consta no plano de remuneração da empresa, ele faça jus ao abono-assiduidade de R$ 2.000,00, caso não falte ao trabalho. No final do período, o Sr. João receberá os mesmos R$ 4.000,00. Só que, para a empresa, o custo Brasil será de R$ 2.000,00. Isso ocorre porque o abono-assiduidade NÃO integra o salário-contribuição. Ou seja, no final das contas, a empresa gastará com esse colaborador R$ 6.000,00, ao invés dos R$ 8.000,00 tradicionais, refletindo uma economia de R$ 2.000,00 ou 25% da folha. O exemplo supra teve como referência o abonoassiduidade, mas são pelo menos sete os caminhos a serem utilizados para redução dos encargos sobre a folha, a partir do entendimento do STF, STJ e do próprio INSS. Ou seja, a correta gestão da folha de pagamento permite que (1) não haja prejuízo para o colaborador, (2) a empresa economize e (3) diminuam os riscos de uma autuação pelo fisco. A Oliveira e Carvalho coloca à disposição dos associados do Sindilojas-Rio e do CDLRio, seus serviços com valores diferenciados. Acesse nosso site e conheça www.oliveiraecarvalho.com
JOSÉ CARLOS OLIVEIRA DE CARVALHO josecarlos@oliveiraecarvalho.com Telefones 21 3125 7164 / 7867-7469
Ventilador de parede
Por: R$ 200,00 ou em até 3× de R$ 66,67 sem juros Sistema oscilante Potência 120 / 140 W Silencioso Frequência 60 HZ Grade removível Voltagem 110 / 220 V 3 Velocidades Diâmetro da hélice 50 cm Hélices de Alumínio Sistema Liga e Desliga integrado
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
empresa:
Até a próxima !
www.equipaloja.com.br
equipaloja@equipaloja.com.br Televendas: 0800 - 771 - 0405
nossa
Venha nos fazer uma visita! São mais de 5.000 itens para você incrementar suas vendas! Provadores Móveis Pedestais Acéssorios Araras
Manequins Expositores Antifurtos Cabides Bustos
Balcões
End: Rua Aristides Lobo, 109 - Lj C - Rio Comprido Rio de Janeiro - RJ Fone: ( 21 ) 2148 - 9924 / 2148 - 9925 / 2148 - 9926
Produto CDLRio
CertoCred Pessoa Física
Todas as informações para sua decisão de crédito
Q
uando se faz uma operação de empréstimo ou de venda parcelada, precisamos nos cercar das melhores informações para diminuir os riscos da inadimplência ocorrer. O primeiro passo é termos certeza da identificação do nosso cliente. Sabermos o nome da pessoa, sua idade e outros dados básicos de qualificação é fundamental. Também é importante sabermos onde nosso cliente pode ser encontrado, seja para nos relacionarmos no futuro ou seja para possibilitar uma ação de cobrança caso ocorra um atraso ou falta de pagamento. A maior parte da inadimplência é recuperável, desde que tenhamos como encontrar nosso cliente. Tudo isso diz respeito a "quem é" o nosso cliente. Então, no momento da concessão, é importante você obter e confirmar todos esses dados. Esse passo é fundamental para nos certificarmos que estamos conversando com a própria pessoa que está nos solicitando o crédito, afinal, a abertura de contas bancárias, solicitações de empréstimos e de financiamentos podem ser feitas por estelionatários. Esse é o primeiro risco que precisamos evitar. Dar crédito para um falsário é perder duas vezes. Perde-se a operação em si e no momento da cobrança, sua empresa poderá cobrar da vítima e você terá mais dores de cabeça. Agora que sabemos com "quem" estamos negociando, é importante obtermos um outro tipo de informação. Precisamos saber "como é" o nosso cliente no tocante ao crédito. Precisamos conhecer o comportamento de crédito do nosso cliente no mercado. Nessa etapa é importante conhecermos o seu histórico de restrições, sejam aqueles registrados no SCPC, assim como os títulos protestados em todo o Brasil, suas informações de cheques e outros.
Se, somado a isso, pudéssemos conhecer a probabilidade do seu cliente não cumprir com suas dívidas para os próximos seis meses, teríamos uma venda muito mais segura. Desta forma, o "como será" completa o leque de informações desejáveis para o momento de nossa decisão de se conceder ou não um crédito. Sabemos que a decisão, que está relacionado ao risco que se quer correr e ao prêmio que se quer ganhar, é sempre do empresário. Do dono do recurso. Sabemos também que o momento da venda é mágico e a essa magia precisa ser traduzida em um processo rápido. A decisão de se conceder ou não um crédito precisa, então, aliar velocidade com segurança. Pois bem, foi pensando em todo esse processo e compreendendo de que forma que ele ocorre, é que o BoaVista/CDLRio construíram um produto que reúne, em uma única consulta, realizada de forma muito simples e rápida, todos as informações necessárias para a decisão do crédito. O Certocred fornece informações restritivas, cadastrais e de localização completas. Além dessas informações o CertoCred fornece também a probabilidade de inadimplência, ou seja, a probabilidade do cliente não cumprir com suas dívidas para os próximo seis meses. Todas essas informações são exibidas em um relatório online de forma bem organizada e de fácil compreensão. A junção destas informações oferece mais segurança, auxiliando diminuir a inadimplência e consequentemente aumentando a rentabilidade da sua empresa. Você poderá acessar os modelos de relatório de resposta e conhecer esse serviço através do site do CDLRio, www.cdlrio.com.br, ou ainda nos contatando pelo telefone 21-2506-1273. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
15
16
E-commerce
Eros de Castro
Empresário da área de e-commerce, diretor do Instituto Século XXI - Insec21
�Os gerentes das empresas não têm conhecimento desse novo mundo digital e não tem pessoal treinado para exercer as práticas que são absolutamente fundamentais para o sucesso do sistema de vendas on-line.”
A importância do e-commerce
N
os últimos três anos, tenho corrido o país apresentando palestras e oficinas sobre e-commerce (comércio digital) e web marketing (divulgação na web). Com essa experiência de contato direto, tenho tido a oportunidade de conhecer pessoas e empresas com diversos interesses nessas áreas. Alguns dos participantes de minhas palestras e cursos são empreendedores que estão pesquisando o assunto e, sabiamente, buscam informação mais detalhada antes mesmo de dar o primeiro passo na criação de uma loja digital. Muitas vezes, os participantes já têm operações em andamento e precisam treinar seus funcionários, tanto os gerentes quanto o pessoal operacional. Outros têm seu negócio on-line funcionando, mas não estão obtendo os resultados que imaginaram e tentam entender o que está errado e como podem aperfeiçoar seus negócios. Minha conclusão é que - na esmagadora maioria dos casos - os problemas ocorrem em projetos de e-commerce e de comunicação de marketing na web, porque os gerentes das empresas não têm conhecimento desse novo mundo digital e não tem pessoal treinado para exercer as práticas que são absolutamente fundamentais para o sucesso do sistema de vendas online. Certas práticas são essenciais independentemente do tamanho da operação e são diferentes do comércio tradicional. É comum ver varejistas com operações físicas de sucesso encontrarem desafios completamente novos que podem prejudicar e até inviabilizar seus planos de modernização e de expansão para os novos canais de vendas digitais. E isso tudo acontece em um momento em que vários estudiosos do futuro do comércio afirmam que as lojas físicas - como nós as conhecemos hoje - vão ter que passar por modificações significativas nos próximos anos para sobreviver e prosperar. Especialistas afirmam
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
que - com o constante aumento na disseminação de novos aparelhos, tais como pads, celulares e televisões tipo smart – os negócios on-line vão cada vez mais se apropriar de fatias de mercado hoje atendidas pelas lojas físicas tradicionais. Esses fatos também afetam diversos mercados de prestação de serviços. Para se investir na área, as empresas devem conhecer os principais erros e problemas próprios da atividade e usar as melhores práticas disponíveis e comprovadas para atingir giro e equilíbrio financeiro da operação on-line. No entanto, com o crescimento vertiginoso do comércio digital observado no Brasil nos últimos 12 anos, compreender de forma estratégica essa “indústria” e capacitar pessoal para exercer as tais “atividades fundamentais da área” não é fácil. Muitas vezes os empreendedores e empresários não se preparam de forma profissional e investem quantias consideráveis somente para cometer erros que são evitáveis ou deixar de fazer o que é realmente necessário. Existem sim centenas, ou milhares de pessoas e empresas que oferecem soluções que tornam fácil e barata a construção de uma loja na internet ou uma página no Facebook com possibilidade de vender produtos/ serviços. Se você não é um especialista, contratar uma empresa ou uma “solução” no mercado é a melhor ideia. Mas sem conhecer os fundamentos estratégicos da atividade e sem pessoal treinado e motivado, muitas iniciativas acabam em frustração e prejuízo. Por isso, é muito importante você conhecer os “pontos críticos de atenção” da atividade com profissionais que já tem essa experiência acumulada, até mesmo para saber como escolher as melhores soluções no mercado. Para atender a uma crescente demanda por capacitação em e-commerce e web marketing, o CDLRio se uniu ao Instituto Século XXI (Insec21) e criamos um modelo
E-commerce um programa bem pensado e planejado para aumentar drasticamente a possibilidade de sucesso das empresas participantes.
Para conhecer mais, solicite de imediato a visita de um consultor do CDLRio pelo telefone 21 2506-1273
Veja mais no inovador de compartilhamento de conhecimento e prestação de serviços firmemente comprometido com o sucesso de empresas participantes. É o Programa de Capacitação de Empresas em E-Commerce e Web Marketing do CDLRio. O Programa é inovador, pois tem a duração de seis meses e conduz passo a passo as empresas usando diversas técnicas de transferência de conhecimento. Seis meses é tempo suficiente para sedimentar o conhecimento de forma personalizada para cada empresa participante. E o Programa é comprometido, pois inclui a realização compartilhada de diversas tarefas fundamentais, tais como a seleção de plataformas tecnológicas mais apropriadas para cada estágio do empreendimento, planejamento de negócios, a criação de publicações para redes sociais e o envio (“disparo”) de e-mail marketing profissional entre muitas outras atividades. É
: http://on.fb.me/11va6v3
Eros de Castro é empresário da área de e-commerce, diretor do Instituto Século XXI (Insec21 – www.insec21. com.br) e palestrante especialista em assuntos de tecnologia. Possui mestrado em Sistemas de Informação pela University of New Haven, CT EUA e possui diversos cursos de aperfeiçoamento e pós-graduação em administração de negócios e marketing digital nos EUA e no Brasil. Eros de Castro Portal: www.INSEC21.com.br FB: http://on.fb.me/UdJ2ua In Company Training: http://bit.ly/OKGHV8 http://bit.ly/PDmH67 Tel: (21) 3435-2210 Tel: (21) 7137-0021
* * * *
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
17
18
Homenagem
Deputado homenageado pelos lojistas
O
deputado Federal Arolde de Oliveira (PSD/RJ) foi homenageado pela Diretoria do Sindilojas-Rio, no dia 29 de janeiro, durante almoço na sede sindical. O presidente Aldo Gonçalves agradeceu em nome de seus colegas de Diretoria, a manifestação que o deputado Arolde de Oliveira fez da Tribuna da Câmara de Deputados, em Brasília, no dia 4 de dezembro, pelo transcurso dos 80 anos de fundação do primeiro sindicato patronal no País. Na oportunidade destacou aspectos históricos da entidade, bem como os serviços que presta à comunidade lojista do Rio.
Participaram do almoço, diretores e executivos do Sindilojas-Rio, além de Paulo Cesar Vieira, assessor e chefe de gabinete do deputado Arolde de Oliveira. Deputado Federal Arolde de Oliveira e o presidente do Sindilojas-Rio e CDLRio Aldo Gonçalves.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Na foto, o homenageado ao receber a Medalha dos 80 anos pelo presidente Aldo Gonçalves.
Big Show
As condições atuais do varejo no mundo
Juedir Teixeira, vice-presidente de Marketing do Sindilojas-Rio e coordenador pedagógico do Ivar
O foco principal da NRF 2013 foi a grande mudança do consumidor com o advento das mídias sociais, com o surgimento do showrooming (clientes que vão a loja física para ver, testar e escolher o produto para depois comprar na internet), do omni-chanel (cliente que pesquisa e compra usando diversos canais de venda) e socionomia (relacionamento das pessoas através das mídias sociais) e a necessidade de conhecer e entender esse novo consumidor.
O Big Show 2013, considerado o maior evento mundial do varejo, é promovido há 102 anos pela National Retail Federation – a NRF, entidade representativa do comércio norte-americano. Neste ano, no Jacob Javitz Center, em Nova Iorque, de 13 a 16 de janeiro, o Big Show reuniu mais de 27 mil empresários, consultores e professores de 75 países, sendo 1.400 brasileiros, a segunda maior representação estrangeira. A convenção da NRF representa 20% do PIB e 25% dos empregos diretos dos Estados Unidos. Na programação, cerca de 70 palestras/exposições/ experiências sobre o varejo no mundo. Mais de 500 expositores ocuparam uma área equivalente a cinco campos de futebol no coração de Manhattan para expor novas tecnologias aplicadas ao varejo e ao e-commerce. Com o setor de varejo “sem loja” crescendo mais que o dobro em relação ao varejo tradicional nos Estados Unidos, entre os homenageados deste ano está a Amazon.com, e o principal destaque dos painéis foi dado, sem dúvida, para o “digital retail”. Pela primeira vez na história do congresso, todas as sessões foram traduzidas para o português. Num acontecimento raro, o hotel Waldorf Astoria hasteou a bandeira brasileira ao lado da americana em homenagem à delegação do Brasil, que ocupou quase 300 apartamentos. O destaque de 2013 foi a palestra do ex-secretário geral da ONU e Prêmio Nobel da Paz, Kofi Annan, que fez uma brilhante explanação do aspecto geopolítico do mundo e como o varejo pode contribuir com a paz e a redução da fome no planeta. Também proferiram palestras no evento os CEOs de diversas empresas varejistas, de tecnologias e de consultorias globais.
A primeira apresentação no domingo 13 de janeiro, teve como título Lucros Crescentes Gerados pela Excelência das Operações das Lojas. Como acontece todos os anos, a consultoria A T Karney apresentou os resultados de pesquisa com 1.400 varejistas em diversos países. Os pontos mais marcantes foram as respostas para as perguntas referentes a gestão de lojas e ao uso da tecnologia. Com referência à gestão de lojas, o fator que mais contribuiu para perdas de venda foi a ruptura de estoque, responsável pela perda de 32% das vendas e a falta de tempo dos gerentes para cuidar de clientes e treinar as pessoas. Seguem alguns dados da pesquisa: • Os líderes precisam medir para melhorar os resultados; • Para a gerência de loja é fundamental o uso das ferramentas básicas de gestão; • É muito importante selecionar as pessoas de acordo com o perfil dos clientes da loja e treinar estas pessoas para atender bem os clientes; • É preciso mudar o processo de gestão para melhorar os resultados; • Gerentes precisam passar mais tempo administrando clientes e treinando suas equipes; • Precisam acompanhar se os clientes estão encontrando o que procuram na loja. 32% das vendas são perdidas por este motivo. Ter controle de estoque é fundamental; • O foco principal da gestão da loja deve ser aumentar vendas e reduzir despesas; • Os melhores líderes treinam suas equipes e melhoram seus processos constantemente; • Definição de indicadores de desempenho operacionais é fundamental; • O sucesso da mudança depende de métricas bem definidas, pessoas treinadas e liderança forte para implementação; • Conhecer dados operacionais de clientes e dos empregados é fundamental. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
19
20
Big Show
As principais perspectivas do varejo até 2017 e baixos investimentos em estruturas, começam a diminuir o ritmo do crescimento dos negócios. Esses emergentes, entretanto, representam neste momento, as melhores oportunidades para investimentos no varejo. Naturalmente considerando o pouco ou nenhum crescimento deste setor nos países desenvolvidos.
N
o sábado, 12 de janeiro, véspera da abertura do evento internacional, houve a Reunião do Fórum Internacional de Executivos de Entidades de Varejo – a Firae. O presidente de uma das maiores consultorias do varejo da Europa, a Planet Retail, falou sobre as condições atuais do varejo no mundo e as principais perspectivas até 2017. Para ele, os países desenvolvidos ainda se ressentem dos efeitos da crise de 2008 nos Estados Unidos. Esclareceu que nos países que representam 50% do PIB mundial, como a Comunidade Europeia, Estados Unidos e Japão, os problemas econômicos continuam presentes. Pela primeira vez, a próxima geração nos Estados Unidos e na Europa estará pior do que a geração anterior. Os países em desenvolvimento, como o Brasil, Rússia, Índia e África do Sul, face à ausência de reformas
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
O expositor considerou que o Brasil continua sendo o mercado prioritário para investimentos estrangeiros. Há, contudo, problemas na infraestrutura, medidas protecionistas, criminalidade, questões tributárias e fiscais, além de corrupção que impedem transferência mais intensa de investimentos. Em consequência, os investimentos têm ido para o Chile, Colômbia, Peru e México, países de 2º nível.
Daremos continuidade a textos sobre a Big Show de 2013 na edição de março da Empresário Lojista
Direito
PERGUNTE! Empresário lojista responde Os empresários lojistas, mesmo não tendo empresa associada ao Sindilojas-Rio, podem fazer consultas sobre questões jurídicas trabalhistas, cíveis e tributárias através do telefone 2217-5000, de 2ª a 6ª feira, das 9 às 17 horas. A seguir, algumas perguntas encaminhadas à advogada Luciana Mendonça, da Gerência Jurídica do Sindilojas-Rio, e suas respostas. Qual o valor da cota do salário-família de 2013? O valor da cota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade, desde 10 de janeiro de 2013, é de: I - R$ 33,16 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 646,55; II - R$ 23,36 para o segurado com remuneração mensal superior a R$ 646,55 e igual ou inferior a R$ 971,78. Quanto tempo de intervalo para alimentação e repouso deve ser concedido para o empregado que tem uma jornada diária de seis horas? Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de seis horas, é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação, o qual será, no mínimo, de uma hora e, salvo acordo escrito ou convenção coletiva em contrário, não poderá exceder de duas horas. Quando a duração do trabalho ultrapassar quatro horas de trabalho e não excedendo a seis horas, será obrigatório um intervalo de 15 minutos para lanche. Atualmente, qual o valor do salário mínimo nacional? Desde 1º de janeiro de 2013, o salário mínimo é R$ 678,00, conforme Decreto nº 7.872, de 26 de dezembro de 2012. Qual valor pago a título de adicional noturno para o empregado que trabalhar após as 22h? A hora noturna, nas atividades urbanas, deve ser paga com um acréscimo de no mínimo 20% sobre o valor da hora diurna, exceto condições mais benéficas previstas em acordo ou convenção coletiva. Qual é o prazo para pagamento das verbas oriundas da rescisão do contrato de trabalho? De acordo com o parágrafo 6º do art. 477 da Consolidação das Leis do Trabalho, o pagamento das parcelas constantes do instrumento da rescisão ou recibo de quitação deverá ser efetuado nos seguintes prazos:
- até o primeiro dia útil imediato ao término do contrato; - ou até o décimo dia, contado do dia da notificação referente à demissão, quando da ausência do avisoprévio, indenização do mesmo ou dispensa de seu cumprimento. Qual o período de carência para que o empregado possa receber auxílio-doença? O tempo mínimo de contribuição que o empregado precisa comprovar para ter direito ao recebimento do auxílio-doença são 12 meses. A suspensão disciplinar acarreta na redução do período de gozo das férias? Sim. A suspensão disciplinar é tida como ausência injustificada ao serviço. Assim, os dias faltosos serão considerados como faltas injustificadas e, irão afetar o direito aos dias de férias do empregado, dentro do período aquisitivo. Qual o dia da data-base da categoria do comércio varejista do Município do Rio de Janeiro? Conforme Convenção Coletiva de reajuste salarial, os sindicatos convenentes fixaram a data-base como sendo dia 12 de maio. O empregador pode cancelar ou modificar o início das férias do empregado? O início das férias só poderá ser cancelado ou modificado pelo empregador, desde que ocorra necessidade imperiosa, e ainda haja o ressarcimento ao empregado dos prejuízos financeiros por ele comprovados, conforme Precedente Normativo do TST 116. Existe carência para o pagamento do salário maternidade para as empregadas seguradas? Não. Para as empregadas com vínculo empregatício, empregadas domésticas e trabalhadoras avulsas não existe carência para a percepção do salário maternidade.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
21
22
Comércio Formal
Comércio formal pede passagem Aldo Gonçalves Presidente do CDLRio e do Sindilojas-Rio e vice-presidente da ACRJ
A
nimado com os milhares de turistas que chegam à cidade para o Carnaval, o comércio formal, que paga imposto e gera emprego e renda, saúda o distinto público e pede passagem com a esperança de iniciar o ano com boas vendas. Então, o tema central do nosso hipotético desfile no grupo dos setores produtivos é recorrente e não poderia ser outro senão o firme e efetivo combate ao comércio ilegal. É sempre o apelo às autoridades para uma vigorosa e permanente atuação na repressão a essa prática ilícita, que surge sempre com muita força nas grandes datas comemorativas iguais ao Carnaval e que contribui para denegrir a imagem de nossa cidade através da pirataria, da concorrência desleal e do enfraquecimento do comércio carioca legalmente estabelecido. Mesmo com a melhoria da evolução econômica da cidade do Rio de Janeiro, que deixou para trás o incômodo e desconfortável título da “capital da informalidade brasileira” e hoje o seu percentual de trabalhadores sem carteira é inferior ao verificado nas principais metrópoles brasileiras, o comércio ilegal continua a ser o principal concorrente do comércio legal. O Carnaval contribui significativamente para o aumento das vendas no mês de fevereiro. O lojista está fazendo a sua parte: treinou seu pessoal para atender bem os cariocas e os turistas, melhorou a decoração de suas lojas e vitrines, oferecendo promoções, facilitando a forma de pagamento entre outras ações para aumentar as vendas. O crescimento do crédito, com prazos mais longos de financiamento sem juros (o que significa menos desembolso para o consumidor), a manutenção da estabilidade dos preços praticados pelo varejo e as grandes promoções são fatores propulsores de bons negócios para o comércio varejista. Tudo isso estimulado pelo grande número de turistas nacionais e estrangeiros que estão na cidade, que prolongaram a sua permanência por causa do carnaval. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
A cidade do Rio de Janeiro possui em torno de 31 mil estabelecimentos formais no comércio varejista e de acordo com dados do Ministério do Trabalho e Emprego/RAIS e indicadores organizados pelo Centro de Estudos do CDLRio empregam de forma direta, com carteira assinada, mais de 341 mil trabalhadores. Isso gera uma massa salarial de mais de R$ 357 milhões. Além disso, outro dado de grande relevância diz respeito ao desenvolvimento educacional dos empregados do comércio varejista da cidade: cerca de 20,79% tem o fundamental completo, 44,44% tem o ensino médio completo e 21,85% tem o curso superior completo.
“Pedimos às autoridades que repreendam o comércio informal e que nos deem oportunidade de continuar desfilando durante o ano inteiro para que possamos pagar os nossos impostos em dia, criando empregos e gerando renda”
Ou seja, o nível de escolaridade no comércio varejista no Rio tem melhorado, sendo que, de acordo com os dados do MTE/RAIS mais recentes disponíveis, a maioria dos trabalhadores no setor possui ao menos o ensino médio completo. Por tudo isso, pedimos às autoridades que repreendam o comércio informal e que nos deem oportunidade de continuar desfilando durante o ano inteiro para que possamos pagar os nossos impostos em dia, criando empregos e gerando renda. O presente artigo foi publicado inicialmente no Jornal do Commercio, edição de 06 de fevereiro de 2013.
Questionamento
Você concorda? Especialistas estão sempre dando orientações, inclusive relatando experiências. Mas será que essas informações são universalmente úteis? A Empresário Lojista inicia nesta edição, a coluna “Você concorda?”. A partir de declarações de especialistas, principalmente em vendas, o leitor deverá analisar as colocações e verificará se elas se ajustam à sua realidade profissional. Os leitores que desejarem poderão escrever para a Empresário Lojista dando sua opinião. Quem desejar encaminhar sua opinião deverá enviá-la para o e-mail empresáriolojista@ sindilojas-rio.com.br, informando, caso deseje, nome, cidade, estado e ramo de atividade.
Steve Jobs é o responsável por inovações que mudaram a relação entre homens e máquinas. Fundador da Apple é um especialista em questão de criatividade. Jobs propôs oito leis:
1. FAÇA APENAS O QUE VOCÊ GOSTA – A inovação só acontece quando o indivíduo é apaixonado pelo o que faz. 2. CRIE ESPAÇO NO MUNDO – Você tem de entender onde está e quais são os seus objetivos para poder motivar quem está com você.
3. PROPORCIONE UMA EXPERIÊNCIA INCRÍVEL PARA SEUS CLIENTES – Invista no relacionamento com os clientes.
4. VENDA SONHOS E NÃO PRODUTOS – As pessoas se interessam por sonhos e desejos e não por empresas, marcas ou produtos.
5. CORRA RISCOS – Sonhe grande. Transforme o mundo. 6. COMUNIQUE-SE – Se não contar direito sua ideia, você não tem nada.
7. DIGA MIL VEZES “NÃO” – Elimine de sua ideia tudo o que não for absolutamente necessário. 8. PONHA SEU CÉREBRO PARA FUNCIONAR – Ampliar a consciência e ter múltiplos interesses abre espaço para o pensamento criativo. O leitor concorda em todo ou em parte com as Leis de Steve Jobs?
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
23
24
Leis e Decretos O Centro de Estudos do CDLRio acompanha a legislação da União do Estado e da cidade do Rio de Janeiro. Os textos das legislações mencionadas poderão ser solicitados, sem ônus, ao Centro de Estudos do CDLRio, através dos telefones 2506-1234 e 2506-1254. LEGISLAÇÕES EM VIGOR FEDERAL Lei nº 12.766, de 27 de dezembro de 2012 (DOU de 28.12.2012) REDUÇÃO DOS VALORES DE MULTAS TRIBUTÁRIAS Altera as Leis nº 11.079, de 30 de dezembro de 2004, que institui normas gerais para licitação e contratação de parceria público-privada no âmbito da administração pública, para dispor sobre o aporte de recursos em favor do parceiro privado, 10.637, de 30 de dezembro de 2002, 10.833, de 29 de dezembro de 2003, 12.058, de 13 de outubro de 2009, 9.430, de 27 de dezembro de 1996, 10.420, de 10 de abril de 2002, 10.925, de 23 de julho de 2004, 10.602, de 12 de dezembro de 2002, e 9.718, de 27 de novembro de 1998, e a Medida Provisória nº 2.15835, de 24 de agosto de 2001, e dá outras providências. Port. interministerial MPS/MF nº 15, de 10 de janeiro de 2013 (DOU de 11.01.2013) CONTRATO DE TRABALHO – PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS - Dispõe sobre o reajuste dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e dos demais valores constantes do Regulamento da Previdência Social (RPS). Ato Decl. Exec. COFIS nº 65 de 20 de dezembro de 2012 (DOU de 21/12/2012) ESCRITURAÇÃO FISCAL DIGITAL – NOVO LAYOUT - Altera o Manual de Orientação do Leiaute da Escrituração
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Fiscal Digital da Contribuição para o PIS/Pasep, da Cofins e da Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (EFDContribuições), constante no Anexo Único do ADE Cofis nº 20, de 14 de março de 2012. Port. do MTE nº 2.124 de 20 de dezembro de 2012 (DOU de 21.12.2012) ENVIO DO CAGED - Aprova as instruções para envio da declaração do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados - CAGED, instituída pela Lei nº 4.923, de 23 de dezembro de 1965, com Certificação Digital. Res. nº 4.172, de 20 de dezembro de 2012 (DOU de 24.12.2012) CADASTRO POSITIVO - Dispõe sobre o fornecimento, pelas instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, das informações de adimplemento de pessoas naturais e de pessoas jurídicas aos bancos de dados de que trata a Lei nº 12.414, de 9 de junho de 2011, para formação de histórico de crédito. ESTADUAL Dec. nº 44.007 de 27 de dezembro de 2012 (Publicado no DOE de 28.12.2012 e Retificado no DOE de 03.01.2013) PARCELAMENTOS DE CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS E NÃO TRIBUTÁRIOS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - Dispõe sobre o parcelamento de créditos tributários e de
Leis e Decretos créditos não tributários a que se refere a Lei nº 5.139, de 29 de novembro de 2007, e dá outras providências. Res. SEFAZ nº 563 de 19 de dezembro de 2012 (DOE, de 20.12.2012) UFIR-RJ - Fixa o valor da UFIR-RJ para o exercício de 2013. MUNICIPAL Lei nº 5.546 de 27 de dezembro de 2012 (DOM de 28.12.2102) PARCELAMENTO E PERDÃO DE DÍVIDAS, JUROS E MULTAS – Institui remissão e anistia para créditos tributários, altera dispositivos da Lei nº 691, de 24 de dezembro de 1984; da Lei nº 5.098, de 15 de outubro de 2009; e da Lei nº 5.128, de 16 de dezembro de 2009, e dá outras providências. Obs.: Vigência: a partir da data da sua publicação, exceto em relação à Seção II do Capítulo I e ao Capítulo II, que entram em vigor na data da sua regulamentação. (art. 28) Dec. nº 36.632, de 19 de dezembro de 2012 (DOM de 20.12.2012)
IPTU 2013 - Dispõe do Calendário de Pagamentos (CATRIM) do Imposto Sobre a Propriedade Predial Urbana e da Taxa de Coleta Domiciliar de Lixo, para a emissão anual ordinária do exercício de 2013. Dec. nº 36.633, de 19 de dezembro de 2012 (DOM de 20.12.2012) CATRIM 2013 - Dispõe do Calendário de Pagamentos (CATRIM) do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana e Taxas fundiárias, em suas emissões especiais do exercício de 2013. Decreto nº 36.634, de 19 de dezembro de 2012 (DOM, de 20.12.2012) ISS 2013 - Dispõe do Calendário de Pagamentos (CATRIM) do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza para o exercício de 2013. Res. SMTR nº 2.288, de 19 de dezembro de 2012 (DOM, de 20.12.2012) REAJUSTE TARIFA INTEGRAÇÃO – ÔNIBUS X TREM - Dispõe sobre as tarifas para o Serviço Público de Transporte de Passageiros por Ônibus – SPPO.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
25
26
Termômetro Movimento de cheques Gráficos de cheque CDLRio
Cheque
S
egundo o registro do cadastro do LIG Cheque do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro - CDLRio, em dezembro, em relação ao mesmo mês de 2011, as consultas diminuíram 5,6% e as dívidas quitadas e a inadimplência cresceram, respectivamente, 7,3% e 0,8%. Comparando-se dezembro com o mês anterior (novembro) as consultas e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 39,9% e 7,7%, e a inadimplência foi de menos 0,5%. No acumulado do ano (janeiro/dezembro de 2012) em comparação com o mesmo período de 2011, as consultas diminuíram 7,8% e as dívidas quitadas e a inadimplência aumentaram, respectivamente, 5,4% e 1,5%. Mês corrente em relação ao mesmo mês do ano anterior DEZ 2012 / DEZ 2011
PERCENTUAL
CONSULTAS
-5,6%
INADIMPLÊNCIA
+0,8%
DÍVIDAS QUITADAS
+7,3%
Mês corrente em relação ao mês anterior DEZ 2012 / NOV 2012
PERCENTUAL
CONSULTAS
+39,9%
INADIMPLÊNCIA
-0,5%
DÍVIDAS QUITADAS
+7,7%
Acumulada do ano JAN - DEZ 2012 / JAN - DEZ 2011
PERCENTUAL
CONSULTAS
-7,8%
INADIMPLÊNCIA
+1,5%
DÍVIDAS QUITADAS
+5,4%
Acumulada do último semestre JUL 2012 / DEZ 2012
PERCENTUAL
CONSULTAS
-7,9%
INADIMPLÊNCIA
+1,5%
DÍVIDAS QUITADAS
+5,8%
Procura por informações referentes aos produtos do CDLRio ? Quer conhecer produtos que possam auxiliar na otimização da análise de crédito? Então entre em contato com a Central de Relacionamento, atendimento Help Desk do CDLRio, no telefone 21 2506-5533, de segunda a sexta-feira de 9:00 às 18 horas e aos sábados de 9:00 às 16 horas. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Termômetro
Vendas do comércio no Rio cresceram 10,6% em dezembro Pesquisa do Centro de Estudos do CDLRio mostra que no acumulado do ano (janeiro/dezembro) as vendas aumentaram 8,3%
I
nfluenciado pelo movimento do Natal, as vendas do comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro aumentaram 10,6% em dezembro, em comparação com o mesmo mês de 2011. Foi o décimo segundo resultado positivo do ano. Os dados são da pesquisa Termômetro de Vendas divulgada mensalmente pelo Centro de Estudos do CDLRio, que abrange 750 estabelecimentos comerciais da Cidade. No acumulado de janeiro/dezembro as vendas aumentaram 8,3% contra 7,8% em 2011. Nos ramos de atividades, o Ramo Duro (bens duráveis) aumentou 12%, e o Ramo Mole (não duráveis) 6,7%. Quanto à modalidade de pagamento as vendas a prazo com 15% ficaram à frente das vendas à vista com 6%. Segundo o presidente do CDLRio, Aldo Gonçalves, o resultado positivo de dezembro começou a se desenhar um mês antes, já com as compras para o Natal. “Isso proporcionou o aumento das quitações de dívidas, reabilitando os consumidores para novas compras. Mas foi, indiscutivelmente, as vendas no Natal, estimulada pelo alongamento dos prazos de crediário, o fator determinante para o resultado positivo de dezembro”, concluiu. A pesquisa mostra que os indicadores do mês foram puxados pelo crescimento das vendas do comércio varejista especializado nos segmentos de eletrodomésticos (+12,1%), confecções e moda infantil (+8,4%), joias (+7,2%), óticas (+6,5%), calçados (+5,6%), tecidos (+4,6%) e móveis (+2,6%).
Em relação às vendas conforme a localização dos estabelecimentos comerciais, no Ramo Mole (bens não duráveis) as lojas da Zona Norte venderam mais 7,8%, as do Centro com mais 7,2% e as da Zona Sul mais 4,8%. No Ramo Duro (bens duráveis) as lojas da Zona Norte faturaram mais 12,7%, as do Centro mais 11% e as da Zona Sul mais 10,5%.
Caso sua empresa se interesse em participar desta estatística, contate o Centro de Estudos pelos telefones 21 2506-1234 e 2506-1254 ou e-mail: estudos@cdlrio.com.br
DEZ 2012 / DEZ 2011 DEZEMBRO 2012
VARIAÇÃO REAL
VENDAS À VISTA
VENDAS A PRAZO
MÉDIA GERAL
+10,6%
+6,0%
+15,0%
RAMO MOLE
+6,7%
+6,1%
+9,8%
RAMO DURO
+12,0%
+6,0%
+17,1%
DEZ 2012 / DEZ 2011 LOCALIZAÇÃO
RAMO MOLE
RAMO DURO
CENTRO
+7,2%
+11,1%
NORTE
+7,8%
+12,6%
SUL
+4,8%
+10,5%
DEZ 2012 / DEZ 2011 - CATEGORIAS RAMO MOLE
RAMO DURO
CONFECÇÕES
+8,4% ELETRO
+12,1%
CALÇADOS
+5,6% MÓVEIS
+2,6%
TECIDOS
+4,6% JOIAS
+7,2%
ÓTICAS
+6,5%
Acumulada do Ano JAN - DEZ 2012 / JAN - DEZ 2011 JAN - DEZ 2012
VARIAÇÃO REAL
MÉDIA GERAL
+8,3%
RAMO MOLE
+7,3%
RAMO DURO
+8,6%
Acumulada dos últimos 12 meses DEZ 2012 / JAN 2011
VARIAÇÃO REAL
MÉDIA GERAL
+8,3%
RAMO MOLE
+7,3%
RAMO DURO
+8,6%
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
27
28
Termômetro
Inadimplência no Comércio do Rio cresceu 2,1% em 2012 Em dezembro a inadimplência aumentou 1,5% e as dívidas quitadas cresceram 8,5%.
A
inadimplência no acumulado de 2012 no comércio lojista da Cidade do Rio de Janeiro cresceu 2,1% em relação ao mesmo período de 2011, de acordo com os registros do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro - CDLRio. As dívidas quitadas, que mostra o número de consumidores que colocaram suas contas em dia, cresceram 7,9% e as consultas, item que indica o movimento das vendas do comércio, registrou aumento de 3,3% em 2012 em relação a 2011. O mês de dezembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado, os registros do CDLRio mostram que a inadimplência, as dívidas quitadas e as consultas cresceram, respectivamente, 1,5%, 8,5% e 6,6%. Comparando-se dezembro com o mês anterior (novembro) as consultas e as dívidas quitadas aumentaram, respectivamente, 47,1% e 5,7%, e a inadimplência foi de menos 2,7%. Mês corrente em relação ao mesmo mês do ano anterior DEZ 2012 / DEZ 2011
PERCENTUAL
CONSULTAS
+6,6%
INADIMPLÊNCIA
+1,5%
DÍVIDAS QUITADAS
+8,5%
Mês corrente em relação ao mês anterior DEZ 2012 / NOV 2012
PERCENTUAL
CONSULTAS
+47,1%
INADIMPLÊNCIA
-2,7%
DÍVIDAS QUITADAS
+5,7%
Acumulada do Ano JAN-DEZ 2012 / JAN-DEZ 2011
PERCENTUAL
CONSULTAS
+3,3%
INADIMPLÊNCIA
+2,1%
DÍVIDAS QUITADAS
+7,9%
Acumulada do último semestre JUL 2012 / DEZ 2012
PERCENTUAL
CONSULTAS
+2,9%
INADIMPLÊNCIA
+1,9%
DÍVIDAS QUITADAS
+9,8%
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Movimento Serviço Central de Proteção ao Crédito gráficos CDLRio
Obrigações dos Lojistas Dia
Obrigações para março 2013
1
DCT – Imediatamente após a admissão de funcionário não cadastrado no PIS, preencher o DCT, apresentando-o à CEF, para efetuar o cadastramento.
7
ICMS – Pagamento do imposto pelos contribuintes relacionados ao anexo único do Decreto nº 31.235/2002, referente à apuração do mês anterior. FGTS – Efetuar o depósito correspondente ao mês anterior. CAGED – Cadastro de Empregados. Remeter via Internet através do programa ACI, informando sobre admissões, desligamentos e transferências de funcionários ocorridos no mês anterior. DACON – Mensal – Prazo de entrega do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) referentes aos meses de dezembro/2012. (Ficam dispensadas da entrega do Demonstrativo de Apuração de Contribuições Sociais (Dacon) relativo a fatos geradores ocorridos a partir 1º de janeiro de 2013, as pessoas jurídicas tributadas pelo imposto sobre a renda, no ano-calendário de 2013, com base no lucro presumido ou arbitrado de acordo com a Instrução Normativa RFB nº 1.305, de 27 de dezembro de 2012).
8
IR/FONTE – Referente a fatos geradores ocorridos no mês anterior. ISS – Recolhimento do imposto, o prestador deverá gerar no sistema o documento de arrecadação relativo às NFS-e emitidas. Lembrete: o recolhimento do imposto relativo às NFS-e deve ser realizado até o dia 10 do mês seguinte à emissão.
11
ICMS – Empresas varejistas e atacadistas devem efetuar o recolhimento do tributo apurado relativamente ao mês anterior.
15
PIS, COFINS, CSLL – Referente a fatos geradores ocorridos na 2º quinzena do mês de fevereiro/2013 (Retenção de contribuições – pagamentos de PJ a PJ de direito privado (Cofins, PIS/Pasep, CSLL).
20
SUPER SIMPLES / SIMPLES NACIONAL – Pagamento do DAS referente ao período de apuração do mês anterior (fevereiro/2013). INSS – Recolher a contribuição previdenciária referente ao mês anterior.* (Prorrogado o prazo para o dia 20 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08).
21
DCTF – Mensal – Prazo de entrega da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais referente ao mês de janeiro/2013.
25
COFINS – Recolher 3% sobre a receita do mês anterior, exceto as empresas tributadas no lucro real.* (Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08). COFINS – Recolher 7,6% para empresas tributadas no lucro real. * (Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08). PIS – Recolher 0,65% sobre as operações do mês anterior. * (Prorrogado o prazo para o dia 25 pela Medida Provisória nº 447 publicada do DOU em 17/11/08).
28
CONTRIBUIÇÃO SINDICAL DOS EMPREGADOS - Efetuar o desconto de 1/30 do salário dos empregados para recolhimento a favor do sindicato profissional. PIS, COFINS, CSLL – Referente a fatos geradores ocorridos na 1º quinzena do mês de março / 2013 (Retenção de contribuições – pagamentos de PJ a PJ de direito privado (Cofins, PIS/Pasep, CSLL). IR/PJ – Empresas devem efetuar o recolhimento do tributo incidente sobre o período de apuração do mês anterior. CONTRIBUIÇÃO SOCIAL – Empresas tributadas com base no lucro real, presumido ou arbitrado, devem efetuar o recolhimento do tributo incidente sobre o período de apuração do mês anterior.
> Alíquotas do Imposto de Renda Retido na Fonte Tabela Progressiva para o cálculo mensal do IR de Pessoa Física a partir do exercício de 2014, ano-calendário 2013.
Base de cálculo mensal em R$ Até 1.710,78
Parcela a deduzir Aíquota % do imposto em R$ -
-
De 1.710,79 até 2.563,91
7,5
R$ 128,31
De 2.563,92 até 3.418,59
15
R$ 320,60
22,5
R$ 577,00
27,5
R$ 790,58
De 3.418,60 até 4.271,59 Acima de 4.271,59
> Salário-Família A partir de 15/01/13
Remuneração
Valor da Quota - R$
Até R$ 646,55
R$ 33,16
De R$ 646,56 até R$ 971,78
R$ 23,36
Acima de R$ 971,78
Sem direito
Portaria nº 15 MPS/MF, de 15-01-2013
> Calendário de
IPTU - 2013
Final de insc.
2ª Cota
0e1
11/03
2e3
11/03
4e5
11/03
6e7
12/03
8e9
12/03
Lei nº 12.469 de 26/08/11 D.O.U. 29/08/11
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
29
30
Obrigações dos Lojistas
Carro zero de 2012 dispensado da vistoria em 2013, precisa trafegar com o documento de licenciamento
O
DETRAN lembra aos proprietários de veículos zero quilômetro, particulares, com capacidade de até cinco passageiros, adquiridos em 2012, que os seus carros estão dispensados da vistoria em 2013, mas não do documento de licenciamento anual, o CRLV, que é de porte obrigatório. Depois de pagar o IPVA de 2013, o novo CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo) pode ser obtido, mediante agendamento, em qualquer um dos 34 endereços do Departamento onde esse serviço é oferecido (os endereços seguem abaixo). O agendamento deve ser realizado através do link ( htt p : / / w w w. d et ra n . r j . gov. b r / _ a ge n d a m e nto . eletronico/renavam/segunda_licenca.asp) ou pelos telefones 3460-404, 3460-4041 (Região Metropolitana e 0800020-4040 (interior). Vale salientar que o prazo para a regularização do veículo é o mesmo estipulado no calendário de vistoria, que também está disponibilizando no site. Este aviso do DETRAN aos seus clientes é consequência da observação de que muitos responsáveis pelos carros dispensados da vistoria estão deixando de buscar o documento dentro do prazo e, por isso, correm o risco de terem o veículo apreendido.
Endereços no Rio, onde o CRLV dos carros liberados da vistoria pode ser obtido.
√√ Rio Poupa Tempo da Zona Oeste (Rua Fonseca, nº 240 - 2º Pav. Bangu Shopping) √√ Rio Poupa Tempo da Central (Praça Cristiano Ottoni, s/n, Edifício D.Pedro II - Subsolo Central do Brasil Centro - Rio de Janeiro) √√ Rio Poupa Tempo da Carioca (Rua da Ajuda, Nº 5 Subsolo - Centro Rio de Janeiro) √√ Unidade de Liberação de Veículos da Barra da Tijuca (Av. das Américas Nº 700 - Barra da Tijuca Shopping Città América)
> Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS) - Tabela de contribuição para segurados
contribuinte individual e facultativo para pagamento de remuneração a partir de 1º de Janeiro de 2013
Salário de contribuição R$ 678,00 (valor mínimo) De R$ 678,01 (valor mínimo) até 4.159,00 (valor máximo)
Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%) 5* Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%) 11** Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%) 20
A alíquota de contribuição dos segurados contribuinte individual e facultativo é de vinte por cento (20%) sobre o salário-de-contribuição, respeitados os limites mínimo e máximo deste. Aos optantes pelo Plano Simplificado de Previdência Social, a alíquota é de onze por cento (11%), observados os critérios abaixo. Plano Simplificado de Previdência Social (PSPS) - Desde a competência abril/2007, podem contribuir com 11% sobre o valor do salário-mínimo os seguintes segurados: contribuintes individuais que trabalham por conta própria (antigo autônomo), segurados facultativos e empresários ou sócios de empresa cuja receita bruta anual seja de até R$ 36.000,00. Tal opção implica exclusão do direito ao benefício de aposentadoria por tempo de contribuição (LC 123, de 14/12/2006). A opção para contribuir com 11% decorre automaticamente do recolhimento da contribuição em código de pagamento específico a ser informado na Guia da Previdência Social. Além disso, não é vitalícia, o que significa que aqueles que optarem pelo plano simplificado podem, a qualquer tempo, voltar a contribuir com 20%, bastando alterar o código de pagamento na GPS. *Alíquota exclusiva do microempreendedor individual e do segurado (a) facultativo que se dedique exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência. ** Plano Simplificado
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
INSS - Segurados, empregados, inclusive domésticos e trabalhadores avulsos. > Tabela de contribuição dos segurados empregado, empregado doméstico e trabalhador avulso, para pagamento de remuneração a partir de 01/01/2013. Salário de contribuição (R$)
Alíquota para fins de recolhimento ao INSS (%)
Até 1.247,70
8,00
De 1.247,71 até 2.079,50
9,00
De 2.079,51 até 4.159,00
11,00
Portaria Interministerial MPS/MF nº 15, de 10 de janeiro de 2013, publicado no DOU de 11/01/2013.
Obrigações dos Lojistas PERCENTUAIS APLICADOS
SIMPLES NACIONAL Receita Bruta Acumulada nos 12 meses anteriores (R$)
Enquadramento Microempresa
Empresa de Pequeno Porte
ANEXO I Comércio
ANEXO II Indústria
ANEXO III Serviço (I)
ANEXO IV Serviço (II)
ANEXO V Serviço (III) 4,00%
Até 180.000,00
4,00%
4,50%
6,00%
4,50%
De
180.000,01
a
360.000,00
5,47%
5,97%
8,21%
6,54%
4,48%
De
360.000,01
a
540.000,00
6,84%
7,34%
10,26%
7,70%
4,96%
De
540.000,01
a
720.000,00
7,54%
8,04%
11,31%
8,49%
5,44% 5,92%
De
720.000,01
a
900.000,00
7,60%
8,10%
11,40%
8,97%
De
900.000,01
a
1080.000,00
8,28%
8,78%
12,42%
9,78%
6,40%
De
1080.000,01
a
1260.000,00
8,36%
8,86%
12,54%
10,26%
6,88%
De
1260.000,01
a
1440.000,00
8,45%
8,95%
12,68%
10,76%
7,36%
De
1440.000,01
a
1.620.000,00
9,03%
9,53%
13,55%
11,51%
7,84%
De
1.620.000,01
a
1.800.000,00
9,12%
9,62%
13,68%
12,00%
8,32%
De
1.800.000,01
a
1.980.000,00
9,95%
10,45%
14,93%
12,80%
8,80%
De
1.980.000,01
a
2.160.000,00
10,04%
10,54%
15,06%
13,25%
9,28%
De
2.160.000,01
a
2.340.000,00
10,13%
10,63%
15,20%
13,70%
9,76%
De
2.340.000,01
a
2.520.000,00
10,23%
10,73%
15,35%
14,15%
10,24%
De
2.520.000,01
a
2.700.000,00
10,32%
10,82%
15,48%
14,60%
10,72%
De
2.700.000,01
a
2.880.000,00
11,23%
11,73%
16,85%
15,05%
11,20%
De
2.880.000,01
a
3.060.000,00
11,32%
11,82%
16,98%
15,50%
11,68%
De
3.060.000,01
a
3.240.000,00
11,42%
11,92%
17,13%
15,95%
12,16%
De
3.240.000,01
a
3.420.000,00
11,51%
12,01%
17,27%
16,40%
12,64%
De
3.420.000,01
a
3.600.000,00
11,61%
12,11%
17,42%
16,85%
13,50%
Ref.: Lei Complementar nº 139/2011 > Pisos e Benefícios com o reajuste de 2012 Contrato de experiência (máximo: 90 dias)
R$ 630,00
1ª faixa 2ª faixa
R$ 725,00 R$ 735,00
Operador de Telemarketing
R$ 740,00
Garantia mínima de comissionista Ajuda de custo a comissionista
R$ 815,00 R$ 23,00
Quebra da caixa
R$ 30,00
Pisos Salarias:
Refeições aos sábados:
Lanche, após 14:30h Jantar, após 18:30h
R$ 10,00 R$ 10,00
Benefício Social Familiar:
Empregador Empregado
R$ 5,50 R$ 0,80
Observação: As empresas que efetuarem o pagamento das refeições (lanche ou jantar) em espécie poderão descontar R$ 0,50 do salário dos empregados. 1ª Faixa: Aos empregados que recebem salário fixo, cujas funções determinem tarefas pertinentes ao comércio de varejo com menor grau de qualificação, tais como empacotador, etiquetador, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de escritório, estoquista, repositor, auxiliar de depósito e outras funções similares: R$ 725,00 (setecentos e vinte e cinco reais); 2ª Faixa: Aos empregados que recebem salário fixo, cujas funções determinem tarefas pertinentes ao comércio de varejo com maior grau de qualificação, tais como vendedor, balconista, operador de caixa e pessoal de escritório (exceto aqueles estabelecidos na primeira faixa) e outras funções similares: R$ 735,00 (setecentos e trinta e cinco reais);
> Calendário de pagamento do IPVA - 2013 Final de placa
Pagamento integral ou vencimento da 1ª parcela
Vencimento da 2ª parcela
Vencimento da 3ª parcela
0
23/01
27/02
01/04
1
25/01
28/02
03/04
2
28/01
01/03
05/04
3
31/01
04/03
08/04
4
04/02
07/03
11/04
5
08/02
11/03
15/04
6
15/02
14/03
18/04
7
18/02
18/03
24/04
8
21/02
21/03
26/04
9
25/02
27/03
29/04
Fonte: Secretaria Estadual de Fazenda do Rio
> GIA / ICMS - 03/2013 Último número da raiz do CNPJ do estabelecimento
Prazo-limite de entrega referente ao mês 02/2013
1 2
> Calendário de Vistoria - 2013 Final da placa do veículo
Período para o licenciamento
11/03
0-9
até 30/06/2013
12/03
8-7
até 31/07/2013
3
13/03
6-5
até 31/08/2013
4
14/03
4-3
até 30/09/2013
5
15/03
2-1
até 31/10/2013
6, 7 e 8
18/03
9
19/03
0
20/03
ATENÇÃO: Os agendamentos nos postos de vistoria são de 7h15 as 18h de segunda a sábado.
Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
31
32
Opinião Carlos Henrique Martins Superintendente do Sindilojas-Rio e membro do Conselho de Redação da Empresário Lojista
�Todo esse Tesouro estava ali na minha ‘cara’, na Avenida Rio Branco, 120.”
Um Tesouro é descoberto
V
no coração do Rio de Janeiro!
ocê, leitor, que muito me honra com a sua atenção, ao ler o título acima pode pensar que se trata de um baú encontrado nas escavações das obras que se realizam lá no início da Rio Branco, na área portuária. Pensará, por certo, naqueles baús vistos em filmes de piratas, onde faiscavam jóias, ouro, brilhantes e outras pedras preciosas. Mas não é nada disso, não! Esse Tesouro a que me refiro, localizado no coração do Rio, consiste na existência, num único lugar, de coisas assim: consultórios com 19 especialidades médicas (desde ginecologia e cardiologia até pediatria e urologia), consultórios odontológicos (três gabinetes); farmácia para fornecer gratuitamente centenas de remédios; serviço de enfermagem para curativos, nebulização, verificação de pressão, eletrocardiograma etc., assistência social e psicológica, biblioteca com mais de 20.000 volumes, departamento jurídico e academia de ginástica a custo baixo. Todo esse Tesouro estava ali na minha “cara”, na Av. Rio Branco, 120. Isso mesmo, no nº 120, onde fica a famosa Galeria dos Empregados no Comércio, prédio com mais de uma dezena de andares, tendo no térreo lojas espetaculares e com acesso também pela Rua Gonçalves Dias, a Rua da Colombo. Esse Tesouro, localizado nos 2º, 13º e 14º andares daquele prédio, pertence à Associação dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro (AEC), instituição fundada em 1880 e reconhecida de utilidade pública (municipal, estadual e federal), tendo por objetivo a prestação de serviços nas áreas assistenciais, beneficentes e sociais, sem obtenção de lucro e acolhendo associados sem distinção de profissão, sexo, raça, cor, nacionalidade ou fé religiosa. Revista Empresário Lojista / Fevereiro de 2013
Na verdade, esse Tesouro pertence aos associados da AEC, entidade dona de todo o prédio e com operosa existência de 133 anos, sendo gerida por uma diretoria de abnegadas pessoas com extraordinária competência e visão humanitária, igualitária e social. Como DiretorPresidente, atua Jorge Loureiro Souza, tendo como Vice Presidente Manuel Albano Gonçalves de Abreu e mais 11 Diretores para as áreas especializadas. O meu contato na AEC foi feito através do queridíssimo Diretor de Ensino, Moisés Henrique de Andrade, cuja cabeça, coberta de basta cabeleira branca, significa tanto a sabedoria, como a simpatia, a bondade e a humildade. A Diretoria da AEC não se preocupa apenas com os associados. Vai mais além, atuando firme no apoio filantrópico a instituições sérias como o Solar Bezerra de Menezes, a Casa de Acolhida Marista, o Retiro dos Artistas, a Amparo Teresa Cristina, o Hospital Pedro de Alcantara e a Creche João José. Essa fantástica Diretoria da AEC mantém, ainda, sede campestre, em Jacarepaguá (Rua Retiro dos Artistas nº 1.765), disponibilizando para os associados ginásio com quadra poliesportiva, campo de futebol (society), quadra de tênis, academia, natação e hidroginástica, piscinas (adulto/infantil), restaurante, bar, trilha ecológica e amplo salão para festas e eventos. São oferecidas também, para locação nos finais de semana, suítes equipadas com ar condicionado, TV e frigobar. Parabéns, Presidente José Loureiro Souza! Parabéns, Diretor Moisés e todos os demais diretores da AEC pela magnífica gestão que estão desenvolvendo, tanto na Sede Social como na Campestre – oferecendo aos associados um leque extraordinário de serviços, digno dos maiores elogios, tanto pela quantidade como pela qualidade! Descobri o Tesouro, graças ao Diretor Móisés. Copiando a bela atriz Camila Pitanga, naquele anúncio: Vem para AEC você também!
(21) 2217-5000 2217-5000
2217-5000 agosto 2012
Empresário LOJISTA
33
ALF Assessoria&Comunicação