Sobre os Organizadores
Outros títulos de interesse
Ex-professor do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenando o Núcleo de Neurociências do Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR), 2014 a 2018.
grande importância da prática regular do exercício para a promoção da saúde física em
Professor permanente do Programa de Pósgraduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ. Coordenador do Laboratório de Neurociência da Atividade Física da Universo, Niterói, RJ.
Por isso, atualmente, diversos livros técnicos e científicos têm discorrido acerca da casos de doenças como diabetes, hipertensão arterial, cardiopatias etc. No entanto, existem poucas obras abordando a prática regular do exercício físico no contexto da saúde mental. Desse modo, este trabalho possui como eixo central os efeitos agudos e crônicos do exercício físico sobre as diversas doenças mentais. Inicialmente, resumimos os conceitos de exercício e atividade física. Também definimos os componentes relacionados com a aptidão física diretamente envolvidos na prescrição do exercício físico. Após isso, abordamos resumidamente alguns conceitos, diagnósticos,
Pós-doutorado nas áreas de Neurofilosofia pela Universidade Federal Uberlândia (UFU), MG; em Medicina Translacional pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT-TM); e em Saúde Mental pela UFRJ.
fisiopatologia e efeitos agudos e crônicos dos exercícios sobre diferentes doenças
Doutorado e Mestrado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria (Ipub) da UFRJ.
diferentes doenças mentais.
mentais, como síndrome do pânico, esquizofrenia, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, transtorno depressivo maior e transtorno bipolar. Ao final, elaborou-se
Graduação em andamento em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá (Unesa), RJ.
de programas adequados de exercício físico para portadores de doenças mentais, visando a desenvolver, com maior qualidade e segurança, todos os aspectos relacionados com a prescrição. Além disso, a obra oferece aos profissionais da saúde, de modo breve, uma compreensão sobre diversos aspectos ligados às doenças mentais. Ou seja, Exercício Físico e Saúde Mental pretende preencher um importante espaço deixado na literatura referente ao tema.
Doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com atuação no Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR).
Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Especialização em Anatomia Humana/ Biomecânica pela Universidade Castelo Branco (UCB), RJ e em Musculação e Personal Trainer pela Faculdades Integradas Maria Thereza (FAMATH), RJ. Graduação em Educação Física pela UCB, RJ.
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Áreas de interesse Educação Física Psicologia
Mental
Mestrado em Ciências da Atividade Física pela Universo, Niterói, RJ.
exercício físico e Saúde
Esta publicação tem por objetivo auxiliar profissionais de Educação Física na elaboração
Professor Permanente do Programa de Pósgraduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ.
Bizu O X da Questão – 1.100 Questões para Concursos de Educação Física Victor Alves
Manual de Avaliação Nutricional do Adulto e do Idoso Daniela Elias Goulart de Andrade Miranda Luciana Rodrigues Bueno de Camargo Telma Maria Braga Costa Rita de Cássia Garcia Pereira
Manual de Prescrição de Exercício na Doença Cardiovascular Antonio Gil Castinheiras Neto
Suplementação Nutricional no Esporte
um panorama atual de possibilidades atribuíveis ao exercício físico no tratamento das
Graduação em Educação Física pela Unesa, RJ.
EDUARDO LATTARI
Organizadores
É incontestável a relevância do exercício físico sobre os diferentes sistemas corporais.
Sérgio Eduardo de Carvalho Machado | Eduardo Lattari
SERGIO EDUARDO DE CARVALHO MACHADO
Arícia Motta Arantes Lustosa Allys Vilela de Oliveira Ana Paula Nunes Bento
exercício físicoe
Saiba mais sobre estes e outros títulos em nosso site: www.rubio.com.br
Saúde Mental P r e v e n ç ã o e T r ata m e n t o
Organizadores
Sérgio Eduardo de Carvalho Machado Eduardo Lattari
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SERGIO EDUARDO DE CARVALHO MACHADO Ex-professor do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenando o Núcleo de Neurociências do Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR), 2014 a 2018. Professor permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ. Coordenador do Laboratório de Neurociência da Atividade Física da Universo, Niterói, RJ. Pós-doutorado nas áreas de Neurofilosofia pela Universidade Federal Uberlândia (UFU), MG; em Medicina Translacional pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT-TM); e em Saúde Mental pela UFRJ. Doutorado e Mestrado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria (Ipub) da UFRJ. Graduação em Educação Física pela Unesa, RJ. Graduação em andamento em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá (Unesa), RJ. EDUARDO LATTARI Professor Permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ. Doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com atuação no Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR). Mestrado em Ciências da Atividade Física pela Universo, Niterói, RJ. Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Especialização em Anatomia Humana/Biomecânica pela Universidade Castelo Branco (UCB), RJ e em Musculação e Personal Trainer pela Faculdades Integradas Maria Thereza (FAMATH), RJ. Graduação em Educação Física pela UCB, RJ.
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Organizadores
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Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento Copyright © 2019 Editora Rubio Ltda. ISBN 978-85-8411-102-2 Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução desta obra, no todo ou em parte, sem autorização por escrito da Editora.
Produção Equipe Rubio Editoração Eletrônica Elza Ramos
Capa Thaissa Fonseca Imagens de capa ©iStock.com/ KatarzynaBialasiewicz / muzon
CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO-NA-FONTE SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ M113e Exercício Físico e Saúde Mental: Prevenção e Tratamento/ organização Sergio Eduardo de Carvalho Machado, José Eduardo Lattari Rayol Prati. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Rubio, 2018. 128p.: il.; 23cm. Inclui índice ISBN 978-85-8411-102-2 1. Medicina. 2. Psiquiatria. 3. Exercício físico. 4. Saúde mental. I. Machado, Sergio Eduardo de Carvalho. II. José Eduardo Lattari Rayol Prati. III. Título.
CDD: 616.89 CDU: 616.89
Editora Rubio Ltda. Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ Telefax: 55(21) 2262-3779 • 2262-1783 E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br Impresso no Brasil Printed in Brazil
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Alberto Souza de Sá Filho Professor de diversos programas de Pós-graduações no Rio de Janeiro e Brasil. Professor Docente Treinador Nacional da Rede de Academias Bodytech. Colaborador do Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutorado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da UFRJ (Ipub/UFRJ). Mestrado em Atividade Física e Desempenho Aeróbio pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela Universidade Estácio de Sá (Unesa), RJ. Carlos Campos Mestrado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ). Licenciatura em Terapia Ocupacional na Escola de Saúde do Instituto Politécnico do Porto (ESS/IPP), Portugal. João Paulo Manochio Mestrado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ). Especialização em Treinamento Desportivo pela UFRJ. Especialização em Treinamento de Força pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Graduação em Licenciatura Plena em Educação Física pela UFRJ. Murilo Khede Lamego Doutorado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ).
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Colaboradores
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Mestrado em Ciências da Atividade Física pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ. Graduação em Licenciatura e Bacharel em Educação Física pela Universidade Veiga de Almeida (UVA), Cabo Frio, RJ. Renato Sobral Monteiro-Junior Professor universitário e pesquisador efetivo da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes), MG, atuando no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ciências da Saúde e no Departamento de Educação Física e do Desporto. Doutorado em Neurologia-Neurociências pela Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ. Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Especialização em Fisiologia do Exercício e Avaliação Morfofuncional pela UGF, RJ. Especialização em Recuperação Musculoesquelética pelo Centro Universitário de Volta Redonda (UniFOA), RJ. Graduação em Educação Física pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ.
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Inicialmente, agradecemos aos autores dos capítulos do livro: Alberto Souza de Sá Filho, Carlos Campos, João Paulo Manochio, Murilo Khede Lamego e Renato Sobral Monteiro-Junior. Sem eles, este trabalho não teria sido concluído. À academia Superação, localizada em Cabo Frio (RJ), pelo espaço cedido para a realização das fotos. Aos modelos Nathan Teixeira Brasileiro e Lorena da Fonseca Arruda, pela paciência e pela disponibilidade no ensaio de fotos. Ao amigo e fotógrafo Daniel Simões Couto, pelo excelente trabalho realizado nas imagens. À Editora Rubio, por todo o auxílio prestado na elaboração do livro. Ao doutor Antônio Egídio Nardi, por acreditar no Núcleo de Neurociências do Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os Organizadores
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Agradecimentos
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Este livro busca auxiliar os profissionais de Educação Física na elaboração de programas adequados de exercício para portadores de doenças mentais, visando desenvolver com maior qualidade e segurança todos os aspectos relacionados com a prescrição. O primeiro capítulo trata de questões ligadas à correta definição de exercício e atividade física. Entre o segundo e o sétimo capítulos, serão abordados o transtorno de pânico, a esquizofrenia, a doença de Alzheimer, a doença de Parkinson, o transtorno depressivo maior e o transtorno bipolar. Como eixo centralizador do livro, ressaltam-se as diferentes doenças mentais em seus diversos aspectos, como: definição da doença, classificação da doença, diagnósticos, fisiopatologia e possíveis formas de tratamento. Um grande diferencial deste trabalho é a abordagem específica dos efeitos agudos e crônicos gerados pelo exercício físico sobre os sintomas de cada doença. Ao final do livro, o oitavo capítulo apresenta um panorama atual de aspectos biológicos atribuíveis pela prática regular do exercício físico no tratamento das diferentes doenças mentais. A finalidade máxima desta publicação é, portanto, preencher um importante espaço deixado na literatura referente aos efeitos do exercício físico sobre as doenças mentais. Desejamos bom proveito aos leitores! Os Organizadores
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Apresentação
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5HT
sistema serotoninérgico
ACSM
Colégio Americano de Medicina Esportiva (do inglês American College of Sport Medicine)
ACTH
hormônio adrenocorticotrópico
AP
ataques de pânico
AVD
atividades da vida diária
BDNF
fator neurotrófico derivado do cérebro
CCK-4
colecistocinina
CGI Depression
Clinical Global Impression Depression Subscale
CGI Mania
Clinical Global Impression Mania Subscale
CGI Overall
Clinical Global Impression Overall Bipolar Illness
CO2
dióxido de carbono
CPF
córtex pré-frontal
DA
doença de Alzheimer
DAC
doença arterial coronariana
DP
doença de Parkinson
EA
exercício aeróbico
EEG
eletroencefalograma
ERO
espécies reativas de oxigênio
FCM
frequência cardíaca máxima
FCR
frequência cardíaca de reserva
FGF-2
fator de crescimento de fibroblasto-2
fMRI
ressonância magnética funcional de imagem
FNP
facilitação neuromuscular proprioceptiva
GC
grupo-controle
GDNF
fator neurotrófico derivado de células gliais
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Lista de Siglas e Abreviaturas
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GGM
grandes grupamentos musculares
H2O2
peróxido de hidrogênio
HAM-D
Escala de Hamilton
HPA
hipotálamo-pituitário-adrenal
IGF-1
fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1
IL-1
interleucina-1
IL-6
interleucina-6
IMC
índice de massa corporal
ISRS
inibidores seletivos de recaptação de serotonina
LIFE-RIFT
Longitudinal Interval Range Impaired Functioning Tool
MADRS
Montgomery Asberg Depression Scale
MF
média da frequência
MFB
média de frequência por banda
MTF
média total de frequência
NA
noradrenérgicos
NGF
fator de crescimento do nervo
NMDA
N-metil-D-aspartato
NT-3
neurotrofina-3
NT-4
neurotrofina-4
PCR
proteína c-reativa
PGM
pequenos grupamentos musculares
PNA
peptídio natriurético atrial
RECD
resistência externa constante dinâmica
RM
repetição máxima
SNC
sistema nervoso central
STE
sistema de transporte de elétrons
TAG
transtorno de ansiedade generalizada
TB
transtorno bipolar
TCC
terapia cognitivo-comportamental
TDM
transtorno depressivo maior
TE
terapia eletroconvulsiva
TF
tratamento farmacológico
TNF-alfa
fator de necrose tumoral-alfa
TP
transtorno de pânico
VEGF
fator de crescimento vascular e endotelial
VO2máx
consumo máximo de oxigênio
VO2R
consumo de oxigênio de reserva
YMRS
Young Mania Rating Scale
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1 Conceitos Fundamentais sobre Exercício Físico e Promoção da Saúde....... 1 Eduardo Lattari | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
2 Exercício Físico e Transtorno de Pânico..................................................... 7 Eduardo Lattari | João Paulo Manochio | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
3 Exercício Físico e Esquizofrenia............................................................... 15 Carlos Campos | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
4 Exercício Físico e Doença de Alzheimer................................................... 37 Carlos Campos | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
5 Exercício Físico e Doença de Parkinson................................................... 57 Renato Sobral Monteiro-Junior | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
6 Exercício Físico e Depressão................................................................... 65 Murilo Khede Lamego | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
7 Exercício Físico e Transtorno Bipolar........................................................ 77 Alberto Souza de Sá Filho | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
8 Exercício Físico e Saúde Mental: Panorama Atual................................... 103 Sergio Eduardo de Carvalho Machado
Índice................................................................................................... 107
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Sumário
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CAPÍTULO
1
1
Conceitos Fundamentais sobre Exercício Físico e Promoção da Saúde Eduardo Lattari | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
³³INTRODUÇÃO Atualmente, vive-se em uma sociedade rápida e ansiosa. Estamos em uma era em que a velocidade da informação, por meio de computadores e smartphones, chega cada vez mais rápido e habitua o ser humano a comportamentos cada vez mais dependentes e obcecados por esses dispositivos. Ao mesmo tempo, isso torna nosso dia cada vez mais entretido e entediante. Tais pessoas têm um grande conhecimento sobre redes sociais, porém pouco acerca de relações interpessoais e intrapessoais. De fato, não se pode negar sobre diversos benefícios que o mundo globalizado nos trouxe. Contudo, é comum observarmos pessoas cada vez mais estressadas e incapacitadas frente aos problemas do dia a dia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 1,4 bilhão de indivíduos sofrerá com a depressão, o que corresponde a 20% da população mundial.1 Além disso, a população idosa tem aumentado rapidamente em todo o mundo. Em 2010, existiam 524 milhões de idosos (65 anos de idade ou mais). Estima-se que, em 2050, este número seja três vezes maior que 1,5 bilhão. Apesar da maior expectativa de vida, aumentam-se também as doenças neurodegenerativas associadas à idade, como a doença de Alzheimer (DA) e a doença de Parkinson (DP), sendo isso representativo quanto aos sistemas de cuidados de saúde.2,3 Como forma preventiva e de tratamento para as diversas doenças mentais, o exercício físico tem sido sugerido como intervenção efetiva, de baixo custo e pequeno risco.4 O exercício físico tem sido utilizado como intervenção eficaz para diferentes transtornos psiquiátricos, o que demonstra benefícios físicos e mentais.5,6 Assim, o objetivo deste capítulo é apresentar conceitos básicos sobre exercício, bem como suas diferentes modalidades, e sua relação com a promoção de saúde mental.
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Conceitos Fundamentais sobre Exercício Físico e Promoção da Saúde
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Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
³³EXERCÍCIO É comum verificarmos na literatura os termos atividade física e exercício físico como sinônimos, porém isso não é verdade. O uso dessas terminologias como sinônimos foi alvo de crítica em uma publicação.7 Com isso, torna-se necessário que se tenha uma definição consistente de atividade física e exercício físico. Segundo o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM), define-se atividade física como algum movimento corporal produzido pela contração dos músculos que resulte em um aumento no gasto energético acima dos níveis de repouso.8 Podem-se citar como exemplos de atividade física os atos de caminhar na praia, lavar roupa e andar de bicicleta, entre outros. Define-se exercício como um tipo de atividade física planejada, estruturada e repetitiva de algum movimento corporal, que proporcione melhoria ou manutenção de um ou mais componentes da aptidão física.8 O ACSM estabelece como componentes da aptidão física relacionados com a saúde a força muscular, a resistência muscular, o endurance cardiovascular, a composição corporal e a flexibilidade. Existem métodos e sistemas adequados que buscam a melhoria e a manutenção de cada um desses componentes.
Força muscular O ACSM define força muscular como a habilidade de o músculo exercer força.8 Os músculos, no entanto, podem produzir força enquanto encurtam (ação concêntrica), alongam (ação excêntrica) ou mantêm determinado comprimento (ação isométrica), assim como com ações combinadas (excêntrica + concêntrica) e velocidade constante (ação isocinética).9 Outro termo utilizado com ações musculares envolvendo o uso de cargas externas constantes é resistência externa constante dinâmica (RECD). Quanto aos objetivos dos praticantes de treinamento de força, eles são hipertrofia, força máxima, potência e resistência muscular. A hipertrofia muscular consiste no aumento da secção transversa do músculo, e isso significa aumento no tamanho e no número de filamentos de actina e miosina e adição de sarcômeros dentro das fibras musculares já existentes.10 Força máxima é a capacidade de exercer força máxima na musculatura para um dado movimento corporal, em diferentes tipos de contrações como isométricas, concêntricas e excêntricas. Define-se potência muscular como o produto da força pela velocidade.11 Já a resistência muscular é a capacidade de manter a atividade contrátil do músculo (Figura 1.1). 9
Endurance cardiovascular Pode-se definir endurance cardiovascular como a capacidade de os sistemas circulatório e respiratório suprirem a demanda de oxigênio durante o exercício físico.8
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3
Figura 1.1 Exercício de resistência muscular realizado na cadeira extensora
O consumo máximo de oxigênio (VO2máx.) é uma medida reproduzível da capacidade de o sistema cardiovascular liberar sangue a uma grande massa muscular envolvida em um trabalho dinâmico (Figura 1.2).12 Os programas de treinamento de resistência que aumentam o VO2máx. envolvem uma grande massa muscular em um exercício dinâmico (corrida, ciclismo e outros) com duração de 20 a 60min de duração por sessão, três a cinco vezes por semana, em uma intensidade de 55% a 85% do VO2máx.12
Flexibilidade O ACSM define flexibilidade como o arco completo de um determinado movimento (Figura 1.3).8 Os métodos de alongamento que visam à manutenção ou à melhoria do arco de movimento são: estático (passivo ou ativo), balístico (dinâmico) e facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP).13 O alongamento estático envolve a manutenção de uma posição por um determinado tempo, podendo ou não ser repetido mais vezes. Pode ser realizado de modo ativo (força realizada pela própria pessoa) ou passivo (uso de força externa, outra pessoa ou alguma carga externa).13 O alongamento balístico consiste nos movimentos de balançar, saltar e fazer movimentos rítmicos. Também denominado como dinâmico, é expresso pela máxima amplitude de movimentos obtidos pelos músculos motores, volitivamente, de maneira rápida.13 Já a FNP pode ser definida como um método de promover ou acelerar o mecanismo neuromuscular por meio da estimulação dos proprioceptores.13
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Conceitos Fundamentais sobre Exercício Físico e Promoção da Saúde
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CAPÍTULO
57
5
Exercício Físico e Doença de Parkinson Renato Sobral Monteiro-Junior | Sergio Eduardo de Carvalho Machado
³³INTRODUÇÃO Entre as doenças neurodegenerativas mais prevalentes no idoso, está a doença de Parkinson (DP), que acomete, na maioria dos casos, mas não exclusivamente, indivíduos do sexo masculino com idade superior a 50 anos.1 Apesar de os idosos apresentarem com maior frequência a DP, raramente os indivíduos de meia-idade são diagnosticados com a doença.2 A Organização Mundial da Saúde divulgou em 2006 que a incidência da DP era de 4,5 a 19 casos por 100 mil habitantes.3 No Brasil, estima-se que existam 200 mil pessoas com DP e, a cada ano, a incidência aumenta de modo alarmante.4 As estimativas apontam que, no mundo inteiro, mais de 10 milhões de pessoas tenham DP. Considerando que o envelhecimento populacional está aumentando, convém atenção por parte dos profissionais de saúde com relação à doença. A DP é conhecida, principalmente, por seus sinais cardinais, que envolvem o tremor de repouso, o desequilíbrio postural, a bradicinesia e as dificuldades de locomoção.5 Além da motricidade afetada, podem ser identificados sintomas depressivos e comprometimento cognitivo no paciente com DP. Tais sintomas tendem a se agravar com o passar do tempo, o que reduz a autonomia funcional do paciente e prejudica sua qualidade de vida. A degeneração dos neurônios dopaminérgicos na substância negra (circuitos nigroestriatal e mesolímbico) e o estresse oxidativo são mecanismos associados à causa da doença.6 Tais alterações podem ainda estar ligadas a mutações genéticas, mas não obrigatoriamente. Elas influenciam o desenvolvimento da DP.7 Atualmente, a terapia farmacológica é o tratamento mais utilizado, porém não o único, para o controle da DP. Outras intervenções, como a palidotomia
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Exercício Físico e Doença de Parkinson
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Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
e a estimulação transcraniana (magnética ou por corrente contínua), têm sido utilizadas.8-10 Entretanto, o custo com a aquisição de medicamentos ou com os métodos supracitados pode ser elevado, além dos incômodos, dependendo da intervenção, causados ao paciente. Desse modo, estratégias menos onerosas e mais prazerosas de intervenção são necessárias. Uma dessas estratégias é o exercício físico, cujos estudos têm apresentado boas perspectivas em sua utilização.11 Pessoas com melhor condicionamento físico têm risco de desenvolver DP 33% menor do que indivíduos sedentários.12 Dependendo do momento da vida e da intensidade do exercício realizado, o efeito protetor contra a doença pode ser ainda maior, chegando a 38%.13 Os exercícios aeróbicos e de força são os mais investigados e mostram resultados de melhora nas funções motoras e cognitivas, além da qualidade de vida em geral.14,15 Logo, pensar no exercício físico como um método auxiliar de tratamento da DP é um tanto quanto motivador, pois os programas de exercício podem ser eficientes para mudar positivamente a vida dos pacientes e apresentam baixo custo. Para melhor compreensão deste capítulo e como auxílio na tomada de decisão para elaborar um bom programa de treinamento físico para pacientes com DP, serão abordados tópicos especiais. Eles são neurobiologia da DP, hipóteses neurobiológicas do exercício e prescrição do programa de treinamento.
³³FISIOPATOLOGIA DA DOENÇA DE PARKINSON Apesar da origem idiopática, existem diversas hipóteses sobre o desenvolvimento da doença de Parkinson. As mutações dos genes SNCA, PARK2, PINK1, PARK7 e LRRK2 estariam associadas a um comprometimento enzimático, que interrompe o mecanismo de degradação da proteína sinucleína. O resultado do mau funcionamento das enzimas degradadoras de sinucleína dá origem à alfassinucleína, a qual pode resultar em corpos de Lewy; estes influenciam o processo de degeneração dos neurônios dopaminérgicos,16 especialmente no circuito nigroestriatal,17,18 o que pode explicar os sintomas motores da doença, e comprometem o circuito mesolímbico, alterando aspectos emocionais.19 Além disso, a alfassinucleína constituinte da membrana das vesículas sinápticas pode comprometer a formação dessas vesículas, aumentando o conteúdo de dopamina citosólica. O excesso de dopamina citosólica é oxidado, o que resulta na liberação de íons hidrogênio, os quais podem formar espécies reativas de oxigênio (ERO), como o peróxido de hidrogênio (H2O2).20 O estresse oxidativo é um dos fenômenos atualmente mais investigados com relação ao mecanismo causal da DP, podendo ser influenciado tanto pela mutação da alfassinucleína quanto por distúrbios mitocondriais. Portanto, faremos uma abordagem específica sobre a fisiopatologia da DP com foco no estresse oxidativo.
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Os mecanismos celulares relacionados com o aumento das ERO nos circuitos dopaminérgicos e, consequentemente, a degeneração nigroestriatal e mesolímbica estão associados às disfunções mitocondriais e ao acúmulo de dopamina no citosol dos neurônios, causando um processo neuroinflamatório que resulta na apoptose neuronal.20 As ERO, devido à instabilidade eletrônica, sequestram elétrons de diversas estruturas neuronais, como membrana mitocondrial, membrana plasmática e membrana nuclear, causando sinalizações para a apoptose celular, o que aumenta a atividade dos microgliócitos (células do sistema imunológico localizadas no cérebro). Por sua vez, estes iniciarão o processo de fagocitose, eliminando os neurônios em degeneração. Uma vez que tal processo torna-se crônico, a neuroinflamação pode ocasionar disfunções contínuas e, consequentemente, a apoptose de neurônios adjacentes à área lesionada, maximizando a degeneração do circuito neuronal. Tal mecanismo pode ser responsável pelo surgimento e desenvolvimento da DP.21 A Figura 5.1 é um resumo desses processos, mostrando as duas vias que podem gerar o estresse oxidativo.
³³EFEITOS DO EXERCÍCIO FÍSICO NA DOENÇA DE PARKINSON Tanto os exercícios aeróbicos quanto os de força parecem resultar na melhora das funções motora e cognitiva, além da qualidade de vida em indivíduos com DP.14 Entretanto, além dos efeitos fisiológicos, o treinamento de força parece resultar em maior benefício para os portadores da doença, devido aos aspectos funcionais relacionados com as atividades do dia a dia. Bloomer et al. (2008) verificaram o impacto de oito semanas de treinamento resistido, realizado duas vezes por semana, sobre o estresse oxidativo e os fatores antioxidantes de 18 indivíduos divididos em dois grupos.15 Apesar de não serem identificadas diferenças na atividade de enzimas antioxidantes, o grupo que realizou o treinamento de força apresentou reduções significativas entre 15% e 16% na concentração sérica de biomarcadores do estresse oxidativo (H2O2 e malondialdeído, entre outros). Enquanto isso, o grupocontrole mostrou aumentos de até 14% nesses marcadores. É importante destacar que essa redução ocorreu em um período relativamente curto de treinamento (oito semanas), com frequência semanal de duas vezes. Isso mostra a perspectiva positiva de rápida adaptação fisiológica ao treinamento de força, o que indica uma ótima relação dose-resposta. Além disso, os indivíduos com DP que realizaram treinamento de força de alta intensidade em complemento a um treinamento de equilíbrio apresentaram melhores respostas para o controle da estabilidade corporal, mantendo o desempenho mesmo durante um período de um mês de destreinamento.22 Esses achados sustentam a ideia de que os efeitos obtidos com tal configuração de treinamento são mantidos por algum tempo, mesmo com a interrupção da atividade. Tais benefícios podem estar relacionados com as alterações neurobiológicas em função do exercício físico, principalmente a neurogênese,23 e
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Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
Microgliócitos Neuroinflamação Excesso de dopamina no citosol
Disfunção mitocondrial
Dano mitocondrial
Vesícula sináptica contendo dopamina Vesícula sináptica sem dopamina
Microgliócitos
H2 O 2 H2 O 2
Alfassinucleína
H2 O 2 H2 O 2
Dopamina no citosol H2 O 2 H2 O 2 H2 O 2 H2 O 2 Dano nuclear Dano mitocondrial
Neuroinflamação
STE H2O2 H2 O 2 H2 O 2
H2 O 2 H2 O 2
H2 O 2 H2 O 2
Dano nuclear
Figura 5.1 Neurodegeneração. A imagem à esquerda mostra a alfassinucleína comprometendo o envelopamento da dopamina, o que aumenta sua concentração citosólica. A dopamina é oxidada, dando origem ao peróxido de hidrogênio (H2O2), uma espécie reativa de oxigênio. O H2O2 danifica a estrutura mitocondrial e nuclear do neurônio, sinalizando para a fagocitose mediada pelos microgliócitos e causando uma neuroinflamação e, consequentemente, apoptose neuronal. A imagem à direita mostra as espécies reativas de oxigênio sendo produzidas pela disfunção no sistema de transporte de elétrons (STE). O H2O2 causa os mesmos danos anteriormente citados
com o aumento na síntese de neurotransmissores, como no caso da dopamina.24 É possível que tais resultados estejam associados à neuroproteção, já comentada no início deste capítulo.13
³³MECANISMOS NEUROBIOLÓGICOS DO EXERCÍCIO FÍSICO NA DOENÇA DE PARKINSON A redução do estresse oxidativo parece ter um papel fundamental na diminuição da progressão da DP. É possível minimizar o efeito cíclico de neurodegeneração da substância negra controlado pelos microgliócitos. Agudamente, o exercício físico induz o estresse oxidativo pelo aumento na produção de ERO. Essas respostas já
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CAPÍTULO
8
Exercício Físico e Saúde Mental: Panorama Atual Sergio Eduardo de Carvalho Machado
³³INTRODUÇÃO Os efeitos do exercício sobre a saúde física e mental vêm sendo discutidos há séculos. Sêneca, filósofo e dramaturgo romano, recomendou exercício por meio de seus escritos para alcançar uma mente e um corpo saudável.1 Assim, a Neurociência, um campo emergente de pesquisa multidisciplinar, busca explicações sobre a relação entre o corpo e o cérebro.2 Essa relação começou a ser investigada há quase oito décadas, com estudos predominantemente correlacionando os efeitos de substâncias, como amoníaco, à função cerebral e à fadiga.1,3 O cérebro humano é capaz de se reorganizar por meio de diferentes tipos de estímulos, que podem conduzir a alterações nas propriedades estruturais e funcionais, um processo conhecido como neuroplasticidade. Partindo desses princípios, os estudos em seres humanos4,5 e animais3 mostram que o exercício promove modificações no cérebro, agindo como um agente facilitador da neuroplasticidade. Esses estudos3-5 sugerem uma associação entre volume e intensidade do exercício ao aumento da neurogênese, da sinaptogênese, da angiogênese e dos biomarcadores. Além disso, ainda de acordo com esses estudos,3-5 habilidades cognitivas e motoras foram correlacionadas com estas alterações na saúde e em transtornos neuropsiquiátricos. Estes tipos de pesquisa têm recebido atenção dos cientistas, desde que foi demonstrado que o exercício promove alterações benéficas em pacientes com transtornos psiquiátricos e doenças neurodegenerativas, em praticantes de esportes e em indivíduos em processo de reabilitação física.4,6 Estudos que investigaram a eficácia do exercício para o tratamento e/ou a prevenção de doenças neurodegenerativas e transtornos psiquiátricos são fundamen-
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Índice
A Abulia, 15 ACSM (v. American College of Sport Medicine) Actina, filamentos de, 2 Adrenalina, 83 Adrenocorticotrofina, 94 Agorafobia, 12 Agitação, 44 Agressividade, 82 Alfassinucleína, 62, 64 Alogia, 15 Alongamento, 72 - métodos de, 3 Alterações, 87 - cerebrovasculares, 41 - cognitivas, 87 - - crônicas, 88 - - preexistentes, 87 - do sono, 81 - gastrintestinais, 44 - neuroanatômicas e corticais em pacientes com transtorno bipolar, 87 - - fase maníaca, hipomaníaca, 88 - - fase depressiva, 90 - no apetite, 82 Alucinações, 15
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Alzheimer, doença de, 39-60, 108 - etiologia e neurobiologia da, 40 - evolução e fases da, 40 - exercício e, 45 - - aptidão física e capacidade funcional, 49 - - considerações, 51 - - e sintomas neuropsiquiátricos, 51 - - efeitos no funcionamento cognitivo, 45 - - principais ensaios sobre os benefícios, 46 - fisiopatologia da, 42 - intervenções de referência na gestão da, 44 - relação entre a hipótese beta-amiloide e os mecanismos de estresse oxidativo na, 42 - tratamento da, 43 American College of Sport Medicine (v. Colégio Americano de Medicina Esportiva) Amígdala, 88 Amoníaco, 107 Anedonia , 15 Angiogênese, 107 Animais, estudos em seres humanos e, 107
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Índice 107
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108 Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
Ansiedade, 81, 108 - escala de, de Hamilton, 12 - estado de, 8 Ansiolítico, 12 Antagonistas dos receptores de N-metilD-aspartato, 43 Antidepressivo, 69 Antioxidantes, 65 Antipsicóticos, 18 Apatia, 15 Apetite, alterações no, 82 Apoptose neuronal, 64 Aprendizado verbal, teste de, 85 Aptidão física, efeitos do exercício na, 24 - e capacidade funcional na doença de Alzheimer, 49 - e saúde física do paciente com esquizofrenia, 24 Área tegmentar ventral, 84 Atenção, déficit de, 82 Atividade(s), 89 - cerebral em pacientes depressivos, 75 - cortical(is), 89, 93 - - em pacientes depressivos, 91, 93 - - em pacientes maníacos, 89, 90 - desinteresse por, que antes eram apreciadas, 81 - perigosas, riscos por, 82
B Benzodiazepínicos, 9 Beta-amiloide, 41 - relação entre a hipótese, estresse oxidativo, e doença de Alzheimer, 42 Bicicleta ergométrica, 4 - esteira versus, 72 - exercício de endurance cardiovascular realizado em, 4 Biomarcadores, 107 - relacionados com o transtorno bipolar, 92 Bradicinesia, 61
C Cabeça, dores de, 44
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Cadeira extensora, exercício de resistência muscular realizado na, 3 Caminhada, 98 Carbono, dióxido de, 10 Catecolaminas, 83 Célula(s) glial(is), 88 - fator de crescimento de, 65 - fator neurotrófico derivado de, 96 Cérebro, 96 - fator de crescimento neural derivado do, 65 - fator neurotrófico derivado de, 70, 96 Ciclismo, 3 Circuito, 61 - frontossubcortical, 91 - mesolímbico, 61 - nigroestriatal, 61 Citocinas, 92 - pró-inflamatórias, 98 - - níveis de, 85 Citosol, 64 Clomipramida, 12 Cognição, 45 - alterações sobre a, em pacientes com transtorno bipolar, 85 - efeitos do exercício na, 23 - - em pacientes com doença de Alzheimer, 45 - - em pacientes com esquizofrenia, 23 Colégio Americano de Medicina esportiva, 2, 96 Colinesterase, inibidores de, 43 Comorbidades, 8 Competências sociais, treino de, 19 Comportamento(s), 81 - e pensamentos lentos, 81 - hipertímico, 83 - tipos de, 82 Contrações musculares, 2 Corrida, 3, 11 Córtex, 70 - pré-frontal, 84, 100 - suprarrenal, 70 - temporal, 100 Corticotropina, fator de liberação da, 9 Cortisol, 94
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Crescimento, fator de, 84 - de células de linhagem glial, 5, 65 - de fibroblastos, 65 - de nervos, 5, 65 - neural derivado do cérebro, 65 - semelhante a insulina, 5, 65 - vascular e endotelial, 65 Cronotropismo, 84 Culpa, 82
D Déficit(s), 9 - cognitivos, 16, 85 - de atenção, 82 - neurocognitivo, 9 Degeneração nigroestriatal e mesolímbica, 63 Delírios, 15 Depressão, 69-80, 82, 108 (v.t. Transtorno bipolar) - escalas de mania e, 98 - exercício e, 70 - - considerações, 76 - - e atividade cerebral, 75 - - e indicadores neurobiológicos, 73 - - prescrição de exercícios, 75 - - protocolo de exercícios, 76 - - sintomatologia, 71 - fisiopatologia, 70 Desequilíbrio, 61 - monoaminérgico estado-dependente, 83 - postural,61 Desesperança,81 Diarreia, 44 Dieta, programa de, 99 Dióxido de carbono, 10 Disfunção(ões), 75 - celular, 70 - do eixo hipotálamo-pituitário-adrenal, 70 - do hemisfério, 75 - emocionais e comportamentais, 87 - mitocondrial, 41, 63, 64 Distratibilidade, 82 Distúrbio depressivo maior (v. Depressão)
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Doença(s), 25 - arterial coronariana, 8, 96 - cardiovascular, risco de, 25 - de Alzheimer, 39-60, 108 - - etiologia e neurobiologia da, 40 - - evolução e fases da, 40 - - exercício e, 45 - - - aptidão física e capacidade funcional, 49 - - - considerações, 51 - - - e sintomas neuropsiquiátricos, 51 - - - efeitos no funcionamento cognitivo, 45 - - - principais ensaios sobre os benefícios, 46 - - fisiopatologia da, 42 - - intervenções de referência na gestão da, 44 - - tratamento da, 43 - de Parkinson, 61-68, 108 - - e exercício, 63 - - - considerações, 66 - - - efeitos, 63 - - - mecanismos neurobiológicos, 64 - - - recomendações, 66 - - fisiopatologia da, 62 - neurodegenerativas,107 Dopamina, 8, 64, 83 - citosólica, 62 - redução da, 94 Dor(es), 44 - abdominais, 44 - de cabeça, 44 - torácica, 8
E Eixo, 70 - hipotálamo-hipófise-adrenal, 94 - hipotálamo-pituitário-adrenal, disfunção do, 70 ELISA, método, 92 Endocanabinoides, 8 Endurance cardiovascular, exercício de, 2 - realizado em bicicleta ergométrica, 4 Energia, gasto de, 71 Ensaio(s) clínico(s), 46 (v. Estudos)
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Índice 109
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110 Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
- randomizado de alta qualidade, 50 - sobre os benefícios do exercício para pacientes com doença de Alzheimer, 46 Enzimas antioxidantes, 65 Episódios, 16 - depressivos, 85 - psicóticos, 16 Escala(s), 97 - de Hamilton, 12, 72 - de mania e depressão, 98 - de pânico e agorafobia, 12 - Depression Axiety Stress Scales, 97 Esquizofrenia, 15-38 - alternativas de tratamento e reabilitação para pacientes com, 19 - etiologia e neurobiologia da, 16 - exercício físico e, 10 - - conclusões e recomendações, 26 - - - adesão a programas de exercício físico, 27 - - - capacidade cardiorrespiratória e peso corporal, 27 - - - dosagem e modalidade do exercício prescrito, 26 - - - importância da avaliação de risco, 27 - - efeitos, 22 - - - na aptidão e na saúde física, 24 - - - na sintomatologia psiquiátrica, 22 - - - no funcionamento cognitivo, 23 - - principais estudos sobre os benefícios, 20 - fatores que contribuem para o desenvolvimento da, 17 - formas de tratamento, 18 - sintomas principais de, 16 Estado, 81 - de ansiedade, 8 - de euforia, 81 - de humor, 8, 84 - maníaco, 81 Esteira, 25 - treinamento intervalar aeróbico de alta intensidade em, 25 - versus bicicleta ergométrica, 72 Estimulação, 62
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- cognitiva, programas de, 44 - transcraniana, 62 Estresse oxidativo, 41, 62 - relação entre a hipótese beta-amiloide e os mecanismos de, e doença de Alzheimer, 42 Estudo(s) (v. Ensaios clínicos) - de imagiologia funcional, 18 - em seres humanos e animais, 107 - randomizado, 74 - SHAPE, 97 - sobre os benefícios do exercício para pacientes com esquizofrenia, 20 Etilismo, 82 Euforia, estado de, 81 Eutimia, período de, 84 Exercício físico, 1-6, 107-110 - e saúde mental, panorama atual, 107-110 - conceitos fundamentais sobre, 1-6 - - e promoção de saúde, 5 - - endurance cardiovascular, 2 - - flexibilidade, 3 - - força muscular, 2 - prescrição do (v. Prescrição do exercício)
F Facilitação neuromuscular proprioceptiva, 3 Fadiga, 82, 107 - sensação de, 81 Fagocitose, 64 Fator(es), 9 - de crescimento, 84 - - de células de linhagem glial, 5, 65 - - de fibroblastos, 65 - - de nervos, 5, 65 - - neural derivado do cérebro, 65 - - semelhante à insulina, 5, 65 - - vascular e endotelial, 65 - de liberação da corticotropina, 9 - de necrose tumoral, 95 - neurotrófico, 70 - - derivado de células gliais, 96 - - derivado do cérebro, 70, 96 Fertilizantes, 65 Fibras musculares, 2
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Fibroblastos, fator de crescimento de, 65 Flexibilidade, 3 - cognitiva, 24 - exercício de, 3 - - realizado no solo, 4 Fluxo sanguíneo cerebral, 75 Força, 98 - muscular, 2 - treinamento de, 2, 98 Frequência cardíaca, 11 - máxima, 71 Função cognitiva (v. Cognição)
G Galantamina, 43 Genes, tipos de, 62 Glândula pituitária, 70 Glicocorticoide, 9 Glicose, 75 - alteração de, 96 - metabolismo da, 75
H Hábito alimentar inadequado, 24 Hamilton, escala de, 12, 72 Hemisfério, disfunção do, 75 Hidrogênio, peróxido de, 62, 64 Hiperlipidemia, 19 Hipertensão, 44 Hipertrofia muscular, 2 Hipocampo, 9, 88 Hipófise, 84 Hipotálamo, 70 Hipótese glutamatérgica, 17 Histamina, 84 Hospitalização, 82 Humor, 8 - deprimido, 81 - estabilizadores de, 94 - estado de, 8, 82, 84 - tipos de, 82
I Ideações suicidas, 81 Imagiologia funcional, estudos de, 18
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Índice de massa corporal, 24 Indolaminas, 83 Inibidores, 74 - de colinesterase, 43 - seletivos de recaptação de serotonina, 74 Inotropismo, 84 Insônia, 44, 82 Insulina, fator de crescimento semelhante a, 5, 65 Interleucinas, 95 Inutilidade, 82 Ioga, 98 Íons hidrogênio, 62 Irritabilidade, 81 Isolamento social, 15
K Kimhy, protocolo de, 25
L Linhagem glial, células de, fator de crescimento de, 65 Lítio, 89, 94 Lócus cerúleo, 84
M Mania, 82 - escalas de, e depressão, 98 Massa, 3 - branca e cinzenta, 100 - corporal, 24 - - controle de, 96 - - índice de, 24 - muscular, 3 Melancolia, 81, 84 Memória, 85 - episódica, 39 - espacial, tese de trabalho de, 85 Metabolismo da glicose, 75 Método(s), 3 - de alongamento, 3 - ELISA, 92 Microgliócitos, 64 Monoaminas, 83
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112 Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
Monoterapia, 5 Musculatura, 2 Mutação genética, 41, 61
N Natação, 98 Náuseas, 44 Necrose tumoral, fator de, 95 Nervo, fator de crescimento do, 5, 65 Neurodegeneração, 64 Neurogênese, 107 Neuroinflamação, 64 Neurônio(s), 64 - dopaminérgicos, 62 Neuroplasticidade, 107 Neurotransmissores, 8, 108 Neurotrofina(s), 65, 84 - circulantes, 108 Noradrenalina, 83 Núcleo, 84 - da rafe, 84 - paraventricular, 9 - tuberomamilar, 84
O Obesidade, 24 Organização Mundial da Saúde, 61 Overtraining, 108 Oxigênio, 64 - consumo máximo de, 11
P Palidotomia, 61 Pânico, 12 (v. Transtorno de pânico) - escala de, e agorafobia, 12 Parkinson, doença de, 61-68, 108 - exercício e, 63 - - considerações, 66 - - efeitos, 63 - - mecanismos neurobiológicos, 64 - - recomendações, 66 - fisiopatologia da, 62 Paroxetina, 11 Peptídio(s), 11 - beta-amiloides, 41
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- natriurético atrial, 11 Perda de peso, 82 Perfil lipídico, 96 Peróxido de hidrogênio, 62, 64 Perturbações psicomotoras, 69 Peso corporal, 19, 24 - capacidade cardiorrespiratória e, e o paciente com esquizofrenia, 27 - excesso de, 24 - ganho de, 19, 82 - perda de, 82 Pesquisa (v. Estudos) Pessimismo, 81 Pílulas placebo, 72 Potência muscular, 2 Prescrição de exercício, 95 - e a depressão, 75 - e o transtorno bipolar, 95 Pressão arterial, 41, 96 Processo de reabilitação física, 107 Programa(s), 3 - de dieta, 99 - de estimulação cognitiva, 44 - de exercício físico, adesão a, e o paciente com esquizofrenia, 27 - de treinamento de resistência, 3 Promoção de saúde, exercício e, 5 - benefícios e/ou adaptações gerais, 96 Proteína C-reativa, 95 Protocolo, 25 - de exercícios para pacientes com depressão, 76 - de Kimhy, 25 - de Scheewe, 22
Q Quedas, 44 Queixas somáticas, 81
R Rafe, núcleo da, 84 Reabilitação, 19 - alternativas de tratamento e, para pacientes com esquizofrenia, 19 - física, processo de, 107 Receptores, 43
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- adrenérgicos, 84 - N-metil-D-aspartato, 17 - - antagonistas dos, 43 Região(ões), 92 - hipocampal, 89 - límbicas/subcortical, 92 Repouso, tremor de, 61 Resistência, 2 - externa constante dinâmica, 2 - muscular, 2 - - exercício de, realizado na cadeira extensora, 3 - programa de treinamento de, 3 Rivastigmina, 43
S Sarcômeros, 2 Saúde, 24 - física, efeitos do exercício na aptidão e na, em pacientes com esquizofrenia, 24 - mental, exercício e, panorama atual, 107-110 - promoção de (v. Promoção de saúde) Scheewe, protocolo de, 22 Sedação, 8 Sedentarismo, 24 Sêneca, 107 Sensação de fadiga, 81 Serotonina, 8, 83 - inibidores seletivos de recaptação de, 74 Sertralina, 72 SHAPE, estudo, 97 Sinaptogênese, 107 Síndrome metabólica, 41 Sintomas neuropsiquiátricos, exercício e, na doença de Alzheimer, 51 Sintomatologia psiquiátrica, efeitos do exercício na, na esquizofrenia, 22 Sinucleína, 62 Sistema, 83 - cardiovascular, 3 - dopaminérgico, 83 - monoaminérgico e suas funções e o transtorno bipolar, 84
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- nervoso central, 5 - - estimulação do, 84 - noradrenérgicos, 83 Solo, exercício de flexibilidade realizado no, 4 Sono, 81 - alterações do, 81 - modulação do, 84 - privação do, 82 Substância(s), 88 - abuso de, 8 - brancas, 88 - cinzentas, 88 - negra, 64, 84 - psicoativas, 16 Suicídio, 81 Superóxido dismutase, 65
T Tabagismo, 24, 41, 82 Terapia cognitivo comportamental, 9, 19 Teste(s), 85 - cognitivos, 86, 89 - de aprendizado verbal, 85 - de trabalho de memória espacial, 85 - neuropsicológicos, 86 Tetrapeptídio colecistocinina, 11 Tirosina, 84 Tonturas, 44 Transtorno(s), 107 - bipolar, 81-106 - - alterações neuroanatômicas e corticais em pacientes com, 87 - - - fase maníaca, hipomaníaca, 88 - - - fase depressiva, 90 - - alterações sobre a função cognitiva em pacientes com, 85 - - benefícios e/ou adaptações gerais ao exercício para promoção de saúde, 96 - - biomarcadores relacionados com o, 92 - - características das intervenções com exercício no, 97 - - conhecendo o, 81 - - considerações, 100
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114 Exercício Físico e Saúde Mental – Prevenção e Tratamento
- - - específicas, 82 - - contextualização da fisiopatologia do, 83 - - descrição e objetivos de testes neuropsicológicos, 86 - - efeitos do exercício aeróbico sobre o, 96 - - entendimento preliminar para prescrição do exercício, 95 - - influência do exercício e a relação com o, 97 - - qualificação da magnitude do tamanho do efeito, 86 - - sintomas gerais do, 82 - - sistema monoaminérgico e suas funções, 84 - de pânico, 7-14 - - exercício e, 10 - - - conclusões e recomendações, 13 - - - efeito do exercício aeróbico, 10 - - formas de tratamento, 9
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- - hipótese neuroanatômica para o, 8 - depressivo maior (v. Depressão) - psiquiátricos, 107 Traumatismo craniano encefálico, 41 Treinamento, 2 - aeróbico, efeito do, em pacientes com transtorno de pânico, 11 - de força, 2, 98 - de resistência, programa de, 3 - intervalar aeróbico de alta intensidade em esteira, 25 - neuromuscular, 76 Treino de competências sociais, 19 Tremor de repouso, 61 Triptofano, 84
V Valproato, 94 Vasodilatação, 84 Vesícula sináptica, 64 Vômito, 44
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Sobre os Organizadores
Outros títulos de interesse
Ex-professor do Programa de Pós-graduação em Psiquiatria e Saúde Mental da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), coordenando o Núcleo de Neurociências do Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR), 2014 a 2018.
grande importância da prática regular do exercício para a promoção da saúde física em
Professor permanente do Programa de Pósgraduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ. Coordenador do Laboratório de Neurociência da Atividade Física da Universo, Niterói, RJ.
Por isso, atualmente, diversos livros técnicos e científicos têm discorrido acerca da casos de doenças como diabetes, hipertensão arterial, cardiopatias etc. No entanto, existem poucas obras abordando a prática regular do exercício físico no contexto da saúde mental. Desse modo, este trabalho possui como eixo central os efeitos agudos e crônicos do exercício físico sobre as diversas doenças mentais. Inicialmente, resumimos os conceitos de exercício e atividade física. Também definimos os componentes relacionados com a aptidão física diretamente envolvidos na prescrição do exercício físico. Após isso, abordamos resumidamente alguns conceitos, diagnósticos,
Pós-doutorado nas áreas de Neurofilosofia pela Universidade Federal Uberlândia (UFU), MG; em Medicina Translacional pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT-TM); e em Saúde Mental pela UFRJ.
fisiopatologia e efeitos agudos e crônicos dos exercícios sobre diferentes doenças
Doutorado e Mestrado em Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria (Ipub) da UFRJ.
diferentes doenças mentais.
mentais, como síndrome do pânico, esquizofrenia, doença de Alzheimer, doença de Parkinson, transtorno depressivo maior e transtorno bipolar. Ao final, elaborou-se
Graduação em andamento em Psicologia pela Universidade Estácio de Sá (Unesa), RJ.
de programas adequados de exercício físico para portadores de doenças mentais, visando a desenvolver, com maior qualidade e segurança, todos os aspectos relacionados com a prescrição. Além disso, a obra oferece aos profissionais da saúde, de modo breve, uma compreensão sobre diversos aspectos ligados às doenças mentais. Ou seja, Exercício Físico e Saúde Mental pretende preencher um importante espaço deixado na literatura referente ao tema.
Doutorado em Psiquiatria e Saúde Mental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com atuação no Laboratório de Pânico e Respiração (LABPR).
Mestrado em Ciências do Exercício e do Esporte pela Universidade Gama Filho (UGF), RJ. Especialização em Anatomia Humana/ Biomecânica pela Universidade Castelo Branco (UCB), RJ e em Musculação e Personal Trainer pela Faculdades Integradas Maria Thereza (FAMATH), RJ. Graduação em Educação Física pela UCB, RJ.
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Áreas de interesse Educação Física Psicologia
Mental
Mestrado em Ciências da Atividade Física pela Universo, Niterói, RJ.
exercício físico e Saúde
Esta publicação tem por objetivo auxiliar profissionais de Educação Física na elaboração
Professor Permanente do Programa de Pósgraduação em Ciências da Atividade Física da Universidade Salgado de Oliveira (Universo), Niterói, RJ.
Bizu O X da Questão – 1.100 Questões para Concursos de Educação Física Victor Alves
Manual de Avaliação Nutricional do Adulto e do Idoso Daniela Elias Goulart de Andrade Miranda Luciana Rodrigues Bueno de Camargo Telma Maria Braga Costa Rita de Cássia Garcia Pereira
Manual de Prescrição de Exercício na Doença Cardiovascular Antonio Gil Castinheiras Neto
Suplementação Nutricional no Esporte
um panorama atual de possibilidades atribuíveis ao exercício físico no tratamento das
Graduação em Educação Física pela Unesa, RJ.
EDUARDO LATTARI
Organizadores
É incontestável a relevância do exercício físico sobre os diferentes sistemas corporais.
Sérgio Eduardo de Carvalho Machado | Eduardo Lattari
SERGIO EDUARDO DE CARVALHO MACHADO
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exercício físicoe
Saiba mais sobre estes e outros títulos em nosso site: www.rubio.com.br
Saúde Mental P r e v e n ç ã o e T r ata m e n t o
Organizadores
Sérgio Eduardo de Carvalho Machado Eduardo Lattari
9 788584 111022
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