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Geriatria e Gerontologia no Dia a Dia

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OUTROS TÍTULOS DE INTERESSE Ciências da Saúde e Espiritualidade – Um Diálogo Essencial para o Cuidado Anelise Fonseca / Bruno Oliveira Demências – Cuidado Multidisciplinar Anelise Fonseca / Taiuani Marquine Raymundo / Alexandra Mendes Barreto Arantes Dietoterapia nas Doenças do Idoso Aline Marcadenti de Oliveira

Série CP – Volume 1 – Cuidados Paliativos – Comunicação, Bioética e os Últimos Momentos Luís Fernando Rodrigues / Rodrigo Alves dos Santos Série CP – Volume 2 – Cuidados Paliativos – Estrutura e Organização dos Cuidados Paliativos Luís Fernando Rodrigues / Rodrigo Alves dos Santos

Saiba mais sobre estes e outros títulos em nosso site: www.rubio.com.br

A editora e os autores deste livro não mediram esforços para assegurar dados corretos e informações precisas. Entretanto, por ser a medicina uma ciência em permanente evolução, recomendamos aos nossos leitores recorrer à bula dos medicamentos e a outras fontes fidedignas, bem como avaliar, cuidadosamente, as recomendações contidas no livro em relação às condições clínicas de cada paciente.


Organizadores Marco Túlio Gualberto Cintra Naira Dutra Lemos


Geriatria e Gerontologia no Dia a Dia Copyright © 2027 Editora Rubio Ltda. ISBN 978-85-8411-155-8 Todos os direitos reservados. É expressamente proibida a reprodução desta obra, no todo ou em parte, sem autorização por escrito da Editora. Produção Equipe Rubio Diagramação Paulo Teixeira Capa e Imagem de capa Bruno Sales

(CIP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS, RJ) G319 Geriatria e gerontologia no dia a dia/organização: Marco Túlio Gualberto Cintra, Naira Dutra Lemos. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Rubio, 2027. 544 p.: il.; 24cm. Inclui bibliografia ISBN 978-85-8411-155-8 1. Geriatria. 2. Gerontologia. I. Cintra, Marco Túlio Gualberto. II. Lemos, Naira Dutra. III. Título. CDD: 618.97 26-106272.0 CDU: 616-053.9 Carla Rosa Martins Gonçalves – Bibliotecária –‑ CRB-7/4782

Editora Rubio Ltda. Av. Franklin Roosevelt, 194 s/l. 204 – Castelo 20021-120 – Rio de Janeiro – RJ Tel.: 55(21) 2262-3779 E-mail: rubio@rubio.com.br www.rubio.com.br Impresso no Brasil Printed in Brazil


Organizadores

Marco Túlio Gualberto Cintra Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Council Member da International Association of Gerontology and Geriatrics (IAGG) – 2023-2027. Membro do Grupo de Pesquisa em Cognição e Envelhecimento (Cog-Aging) da UFMG. Ex-presidente da SBGG – Gestão 2023-2025. Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.

Naira Dutra Lemos Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Assistente Social da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da Unifesp – 1999-2026. Council Member da International Association of Gerontology and Geriatrics (IAGG) – 2025-2027. Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – 2023-2025. Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.


Colaboradores

Adriano Max Moreira Reis Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Fe­deral de Minas Gerais (UFMG).

Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pelo Programa de Pós-graduação em Sociologia e Direito na Universidade Federal Fluminense (UFF).

Doutor em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professor Titular da Faculdade de Farmácia da UFMG.

Promotor de Justiça da 1a Promotoria de Justiça do Idoso e da Pessoa com Deficiência de Fortaleza, Estado do Ceará.

Tutor do Programa de Residência Multiprofissional em Aten­ção à Saúde do Idoso do Hospital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG).

Alcimar Marcelo do Couto Enfermeiro. Mestre em Enfermagem pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Doutor em Enfermagem pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Gerontólogo Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Alessandra Tieppo

Professor da Escola Superior do Ministério Público do Estado do Ceará e da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará (Esmec). Ex-conselheiro no Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa (CNDPI) – Gestões 2023-2025 e 2012-2014, representando a Associação Nacional dos Membros do Ministério Público de Defesa dos Direitos das Pessoas Idosas e Pessoas com Deficiência (Ampid). Integrante do Comitê Nacional de Pessoas Idosas e suas Interseccionalidades do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Médica Geriatra. Mestre em Políticas Públicas e Desenvolvimento Local pela Escola Superior de Ciências da Santa Casa de Misericórdia de Vitória (EMESCAM). Es­pecialista em Telemedicina pela EMESCAM.

Alexandre Elias Romanos Médico Geriatra pela Faculdade de Medicina da Univer­ sidade de São Paulo (FMUSP).

Médica da Omint Saúde e Seguros.

Especialização em Clínica Médica pela Santa Casa de Mi­sericórdia de São Paulo.

Alexandre de Mattos

Membro Associado da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professor Coordenador da Disciplina de Geriatria na Uni­ versidade de Pernambuco (UPE). Preceptor da Residência de Geriatria do Hospital Univer­ sitário Oswaldo Cruz/UPE. Diretor Médico do Instituto de Medicina do Idoso de Per­ nambuco (Imedi).

Alexandre de Oliveira Alcântara Mestre em Direito pela Universidade de Fortaleza (Unifor) e em Filosofia pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

Coordenador do Ambulatório de Sexualidade e Envelhe­ cimento (DISSEX) do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP (HC-FMUSP). Cocoordenador do Programa de Fellowship em Sexua­ lidade e Envelhecimento do Serviço de Geriatria do HC-FMUSP.

Alexandre Gripp Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).


Alice Moreira dos Santos Marques Médica Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Centro de Terapia Cognitiva Veda (CTC-Veda).

Ana Beatriz Galhardi Di Tommaso

Mestranda em Saúde do Adulto pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Graduada em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Professora do Internato de Saúde da Pessoa Idosa da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

Residência de Clínica Médica, Geriatria e Mestre em Ciên­ cias pela EPM/Unifesp.

Aline Tavares Domingos Forte

Coordenadora da Pós-graduação em Cuidados Paliativos e Médica Referência Técnica do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Estomaterapia pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

Ana Carolina Brochado Teixeira

Mestre em Ensino em Saúde pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mestre em Direito Privado pela Pontifícia Universidade Ca­tólica de Minas Gerais (PUC-Minas).

Membro da Diretoria da Academia Brasileira de Disfagia (ABD) – 2025-2027.

Doutora em Direito Civil pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Membro da Diretoria da SBGG Seção São Paulo – 20262028.

Álvaro Pentagna Médico Responsável pelo Ambulatório de Sono da Divi­ são de Clínica Neurológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP).

Amanda Santoro Fonseca Bacchin Médica Geriatra pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas). Residência em Clínica Médica pelo Sistema Único de Saúde (SUS)-SP (Hospital Ipiranga). Residência em Geriatria pelo Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM). Doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)

Advogada.

Ana Carolina Vieira Selva Médica Especialista em Geriatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Residência em Clínica Médica pelo Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip). Pós-graduação em Cuidados Paliativos pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein. Preceptora da Residência de Geriatria da Unifesp (20262027).

Ana Clara Bassanezi Kurtz Dias Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Uber­lândia (UFU). Residência de Clínica Médica no Hospital de Clínicas da UFU (HC-UFU). Residente de Geriatria no HC-UFU.

Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Ana Cristina Canedo Speranza

Assistente do Serviço de Geriatria do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo (HSPM).

Mestre em Ciências Médicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Coordenadora do Programa de Residência Médica em Geriatria da Universidade Nove de Julho (Uninove).

Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasi­ leira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Docente da Graduação em Medicina da Universidade Santo Amaro (Unisa).

Coordenadora do Programa de Residência Médica em Ge­riatria da Uerj.

Amanda Valéria Viana

Ana Paula Loureiro Harada

Psicóloga.

Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade do Estado do Pará (Uepa).

Mestranda em Saúde Mental e Ciências do Comporta­ mento na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Mestre em Gerontologia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).


Doutoranda em Ciências do Envelhecimento pela Universidade São Judas Tadeu (USJT). Especialista em Gerontologia pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Andréia Pain Geriatra pela Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), SP/ Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), SP. Pós-graduação Lato Sensu em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mestre em Ciências da Saúde pela FMJ. Professora Colaboradora do Programa de Residência Médica em Geriatria da FMJ.

Anelise Fonseca Médica Especialista em Geriatria e Medicina Paliativa pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/ Associação Médica Brasileira (AMB).

Professor das Disciplinas de Método Clínico e Clínica Mé­dica na Faculdade de Medicina da Suprema – Juiz de Fora, MG. Coordenador das Especializações em Geriatria e Neu­ ropsiquiatria Geriátrica da Faculdade Suprema – Juiz de Fora, MG.

Antônio Lúcio Teixeira Médico Neurologista e Psiquiatra Mestre e Doutor em Biologia Celular. Orme Endowed Professor in Neurology and Psychiatry, University of Texas Health Science Center at San Anto­nio.

Anyelle Amaro de Sousa Médica Residente em Psiquiatria do Hospital das Clí­ nicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Uni­versidade de São Paulo (HC-FMRP-USP).

Augusto Barbosa Reis Título de Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU).

Mestre e Doutora em Epidemiologia pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP)/Fundação Os­waldo Cruz (Fiocruz).

Professor Associado do Departamento de Cirurgia (CIR) da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Pós-doutoranda em Bioética pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Orientador Permanente do Programa de Pós-graduação em Cirurgia e Oftalmologia da Faculdade de Medicina da UFMG.

Assistente Clínica da Geriatria do Hospital Naval Marcílio Dias. Ex-coordenadora do Grupo de Interesse de Espiritualidade em Saúde da Pessoa Idosa da SBGG – 2023-2025.

Médico Urologista do Serviço de Urologia, Andrologista do Serviço de Reprodução Humana do Hospital das Clínicas da UFMG/Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Ângela Milhomem Vasconcelos

Bárbara Pires de Andrade Lage Cabral

Residente do Programa de Medicina Paliativa da Uni­ versidade Federal do Pará (UFPA)/ Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB).

Terapeuta Ocupacional.

Ex-presidente da SBGG-RJ – 2022-2025.

Especialista em Clínica Médica pelo HUJBB. Médica Assistente do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, PA.

Antônio Godinho Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Mestre e Doutora em Ciências da Reabilitação pela Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasilei­ra de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e pelo Conse­lho Fe­de­ral de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). Servidora Pública da UFMG.

Especialista em Geriatria pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Docente do Curso de Especialização em Gerontologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUCMinas).

Titulado em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Coordenadora do Setor de Terapia Ocupacional do Gru­ po de Pesquisa em Neurologia Cognitiva e do Com­por­ tamento da UFMG.

Mestre em Saúde Brasileira pela UFJF.


Beatriz Figueiredo e Silva

Camila Astolphi Lima

Psicóloga.

Fisioterapeuta.

Mestranda do Programa de Pós-graduação em Medicina Molecular.

Doutora em Fisioterapia pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

Fellowship em Psicogerontologia pelo Programa de Extensão em Psiquiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI I) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Camila Rodrigues Veloso

Coordenadora do Ambulatório de Neuropsicologia e de Psicoterapia do PROEPSI I da UFMG.

Bernardo de Mattos Viana Psiquiatra e Psicogeriatra. Doutor em Medicina Molecular pela Faculdade de Me­dicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor Adjunto do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da UFMG. Coordenador do Programa de Residência Médica em Psicogeriatria do Hospital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG) e do Programa de Extensão em Psiquiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI I) da UFMG.

Bruna de Oliveira Laurindo Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Residência de Clínica Médica pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Residência de Geriatria pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Médica Assistente do Serviço de Cardiologia da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/Unifesp.

Bruno Simas da Rocha Farmacêutico pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Mestre em Epidemiologia pela UFRGS. Doutor em Endocrinologia pela UFRGS. Título de Especialista em Farmácia Clínica e Farmácia Hospitalar pela Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (Sbrafh) e em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG-RS – Gestões 2023-2025 e 2025-2027. Atua na Farmácia Clínica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), no qual também coordena o Programa de Residência Multiprofissional em Atenção à Saúde do Adulto e do Idoso. Coordenador Adjunto do Curso de Especialização em Farmácia Clínica Hospitalar do HCPA.

Terapeuta Ocupacional. Residência em Estratégia Saúde da Família pela Universidade do Estado do Pará (Uepa). Especialização em Gerontologia pelo Instituto Israelita Albert Einstein. Especialista em Gerontologia Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Terapia Ocupacional em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). Membro da Comissão Científica da SBGG – seção Pará.

Carolina Rebellato Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Mestre em Terapia Ocupacional pelo Programa de Pósgraduação em Terapia Ocupacional pela UFSCar. Doutora em Educação Especial pelo Programa de Pósgraduação em Educação Especial da UFSCar. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Saúde Pública e Envelhecimento pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Professora do Departamento de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina e Docente Permanente do Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Cecília Galetti Psicóloga Especialista em Psicologia Hospitalar pela Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas (ICHC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Mestre em Ciências pelo Instituto de Psiquiatria da FMUSP. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Claudio Avelino Rodrigues dos Santos Mestre em Ensino em Ciências e Saúde da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Professor do Laboratório de Exercício Físico e Envelhe­ cimento Humano da Universidade da Maturidade (UMA)/ UFT.


Clineu de Mello Almada Filho Mestre em Doenças Infecciosas e Doutor em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Especialista em Clínica Médica e Geriatria pela Associação Médica Brasileira (AMB).

Vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED) – 2026-27. Membro da Comissão de Dor da SBGG. Ex-presidente da SBGG – Secção MG – 2023-2025.

Fellow of American College of Physicians.

Eduardo Canteiro Cruz

Cristiane Lara Mendes-Chilof

Médico Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia/Associação Médica Brasileira (SBGG/AMB).

Psicóloga. Mestre e Doutora em Saúde Coletiva pela Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (FMB/Unesp). Professora Doutora do Departamento de Neurociências e Saúde Mental. Coordenadora dos Cursos de Especialização na Área da Saúde no Hospital das Clínicas da FMB/Unesp.

Médico Assistente da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Supervisor da Residência Médica em Geriatria da EPM/ Unifesp. Diretor Administrativo da SBGG Nacional – Biênio 20252027.

Preceptora da Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso na FMB/Unesp.

Elisa Cavalheiro Libardi

Daniel Sá Araújo Lins Carvalho

Fisioterapeuta pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

Médico. Especialista em Geriatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e em Clínica Médica pelo Real Hospital Português de Beneficência – Pernambuco. Membro da Sociedade Brasileira de Geriatria e Geron­ tologia (SBGG). Preceptor no Serviço de Dor e Doenças Osteoarticulares da Disciplina de Geriatria e Gerontologia (DIGG) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Davi Natale Ferreira Fernandes Acadêmico de Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). Doutoranda pelo Programa de Ciências da Reabilitação da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Adulto e do Idoso pela FMUSP – Concluído. Especialista em Gerontologia Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Sócia-fundadora da Etare – Atendimento Domiciliar Especializado em Envelhecimento.

Elisa Franco de Assis Costa

David Almeida

Médica Especialista em Clínica Médica e em Geriatria.

Preceptor do Ambulatório de Imunodermatologia e da En­fermaria de Dermatologia do Hospital Universitário Pe­dro Ernesto (HUPE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Doenças Infecciosas e Parasitárias pelo Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Denise Utsch Gonçalves

Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.

Médica Otoneurologista.

Membro da Câmera Técnica de Geriatria do Conselho Fe­deral de Medicina (CFM).

Professora Titular da Faculdade de Medicina da Univer­ sidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Diogo Kallas Barcellos Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Ge­riatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Bra­ sileira (AMB). Área de Atuação em Dor pela AMB.

Membro Titular da Sociedade Brasileira de Geriatria e Ge­ron­tologia (SBGG).

Professora de Geriatria e Cuidados Paliativos do Depar­ tamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFG.

Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).


Doutora em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela UFMG.

e pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mestre em Neurociências pela UFMG.

Doutora em Ciências Médicas pela USP.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Adjunta do Departamento de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS).

Membro do Grupo de Pesquisa em Cognição e Enve­ lhecimento (Cog-Aging) da UFMG.

Coordenadora do Ambulatório de Memória e En­ve­ lhecimento do Hospital Universitário da UFS (HU-UFS).

Fábio Silveira Duarte

Frederico Toledo Campo Dall’Orto

Médico Especialista em Fisiatria e em Geriatria.

Cardiologista e Cardiologista Intervencionista.

Fabiola de Souza Abrahão

Pós-graduado em Pesquisas Clínicas pelo Brazilian Clinical Research Institute (BCRI).

Terapeuta Ocupacional pela Universidade da Amazônia (Unama). Residência em Saúde do Idoso pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Mestre em Psicologia pela UFPA. Pós-graduanda em Neuropsicologia para Terapeutas Ocupacionais pelo Instituto de Estudos Avançados em Terapia Ocupacional da Faculdade Centro de Treinamento Acadêmico (IEATO-CTA). Especialista em Gerontologia Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Terapia Ocupacional em Gerontologia Titulada pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito). Membro da Câmara Técnica de Terapia Ocupacional em Prerrogativas da Terapia Ocupacional do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Crefito)-12. Secretária-adjunta da SBGG – seção Pará. Fundadora e Responsável Técnica de Serviços de Terapia Ocupacional Especializados em Gerontologia.

Fania Cristina Santos Médica Assistente, Mestra e Doutora na Disciplina de Geriatria e Gerontologia (DIGG) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Doutorando em Medicina Translacional pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Master Business Administration (MBA) Executivo em Gestão em Saúde – Hospital Israelita Albert Einstein. Fellow da European Society of Cardiology (ESC). Presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC) – 2026-2027. Coordenador da Residência em Cardiologia – Ministério da Educação (MEC) e do Centro de Pesquisas Clínicas do Hospital Maternidade e Pronto Socorro Santa Lucia – Hos­ pital do Coração, Poços de Caldas, MG.

Gabriela Cunha Fialho Cantarelli Médica Especialista em Clínica Médica e Geriatra. Mestre em Ciências Ambientais e Saúde pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-Goiás). Especialista em Docência do Ensino Superior pela Faculdade da Academia Brasileira de Educação e Cultura. Membro Titular da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professora do Departamento de Medicina da PUC-Goiás. Preceptora do Internato em Geriatria da PUC-Goiás.

Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e em Dor pela Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor (SBED).

Presidente da Comissão de Ligas Acadêmicas da SBGG.

Membro Fundador do “Comitê de Dor no Idoso” da SBED e da “Comissão de Osteometabolismo” da SBGG.

Gabriela Tomé Oliveira Engelmann

Chefe do Serviço de Dor e Doenças Osteoarticulares da DIGG da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Coordenadora da “Comissão de Especialidades-Geria­tria” da Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteo­ metabolismo (Abrasso).

Líder de Grupos Balint.

Graduada em Psicologia pela Faculdade Uniamérica. Pós-graduada em Neuropsicologia pela Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC). Mestre em Medicina Molecular pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Flávia Barreto Garcez

Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Me­dicina Molecular pela UFMG.

Geriatra pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP)

Espe­cialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).


Membro do Grupo de Pesquisa em Cognição e Enve­ lhecimento (Cog-Aging) e do Programa de Extensão em Psiquiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI I) da UFMG.

Giovanna Menin da Silva Cardiologista e Cardiogeriatra pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Gustavo de Jesus Monteiro Residência Médica em Geriatria pelo Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB). Vice-presidente da SBGG-RJ – Gestão 2025-2027.

Helen Cristina Souza Magela Graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Fe­deral de Minas Gerais (UFMG). Mestre em Ciências da Reabilitação pela UFMG. Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) e em Saúde do Idoso pelo Hospital das Clínicas da UFMG. Membro do Grupo de Pesquisa em Cognição e Envelhe­ cimento (Cog-Aging) da UFMG.

Isabella Manara Marconi Residência em Gerontologia e Pós-graduação em Cui­ dados Paliativos pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Enfermeira Plena do Serviço de Cuidados Paliativos do Hospital Israelita Albert Einstein.

Ivan Abdalla Teixeira Mestre em Psiquiatria e Saúde Mental pelo Instituto de Psiquiatria (IPUB) da Universidade Federal do Rio de Ja­neiro (UFRJ). Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Médico Geriatra do Centro para Doença de Alzheimer do Ins­tituto de Psiquiatria da UFRJ (IPUB-UFRJ).

Ivan Aprahamian

Membro Honorário (Honorary Fellow) do Departamento de Psiquiatria Geriátrica da University Medical Center Groningen e Rob Giel Research Center, Holanda. Livre-docente em Geriatria pela Universidade de São Paulo (USP). Professor Associado e Coordenador da Divisão de Geriatria e Grupo de Pesquisa Translacional da Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ), SP. Diretor Científico da SBGG.

Izabela Guimarães Barbosa Médica Psiquiatra. Mestre e Doutora em Neurociências pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professora do Departamento de Psiquiatria da UFMG. Coordenadora do Ambulatório de Transtorno Bipolar da UFMG/Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Izo Helber Professor Doutor Afiliado do Setor de Cardiogeriatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Presidente do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – 2026-2027.

Joice Coutinho Alvarenga Médica Especialista em Clínica Médica e Geriatria Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Mestre em Infectologia e Medicina Tropical pela Universi­ dade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Medi­ cina Molecular pela UFMG. Membro do Grupo de Pesquisa em Cognição e Enve­ lhe­ci­mento (Cog-Aging) e do Programa de Extensão em Psi­quiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI I) da UFMG. Professora Assistente da Faculdade de Medicina UFMG.

Jonas Gordilho Souza Médico Geriatra Titulado pela Sociedade Brasileira de Ge­riatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB). Doutorado e Pós-doutorado em Medicina pela Universi­ dade de São Paulo (USP).

Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Geron­ tologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Professor Adjunto de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Bahia da Universidade Federal da Bahia (FMUFBA).

Psiquiatria pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP)/ AMB.

Ex-presidente da SBGG seccional Bahia – Biênio 20252026.


José Carlos da Costa Zanon

Juliana Venites

Fellow da European Society of Cardiology.

Doutora em Ciências (Fonoaudiologia) pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Professor da Disciplina de Cardiologia da Escola de Medicina da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop). Ex-presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC) – 2016-2017. Ex-presidente do Departamento de Cardiogeriatria da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) – 2022-2023.

José Elias Soares Pinheiro Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Geronto­ logia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB). Mestre em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Membro do Conselho Consultivo Pleno da SBGG.

Juleimar Soares Coelho de Amorim Fisioterapeuta. Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso. Doutor em Saúde Coletiva. Mestre em Ciências da Reabilitação. Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Asso­ ciação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige) e em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professor do Curso de Fisioterapia do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ).

Júlia Corrêa Campos Maia Médica de Família e Mestre em Educação em Saúde pelo Centro Universitário do Estado do Pará (CESUPA). Residente do Programa de Medicina Paliativa da Universidade Federal do Pará (UFPA)/Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB).

Julia Exaltação Trevisan

Presidente da Academia Brasileira de Disfagia (ABD) – 2025-2027. Ex-presidente do Departamento Gerontologia da Socie­ dade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)-SP – 2022-2024.

Julliana Lianzza Fernandes Silva Pinheiro Médica Geriatra pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB). Pós-graduada em Dor e Membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Dor (SBED). Pós-graduada em Práticas Integrativas e Complementares. Mestre em Depressão no Idoso pela Unifesp. Supervisora do Ambulatório de Psicogeriatria da Unifesp. Coordenadora da Pós-graduação em Geriatria do Hospital Israelita Albert Einstein.

Jussara Mendonça Alvarenga Psiquiatra. Doutora em Ciências da Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – Instituto Renê Rachoud, MG. Tenente-coronel Oficial do Quadro de Oficiais da Saúde. Coordenadora do Grupo de Psicogeriatria da Clínica Psiquiátrica da Residência em Psiquiatria do Hospital da Polícia Militar de Minas Gerais.

Karla Cristina Giacomin Médica Geriatra. Doutora em Ciências da Saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Ge­riatria e Gerontologia (SBGG). Servidora da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Ho­rizonte.

Graduada em Engenharia Química pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), SP.

Presidente da Associação Cuidadosa.

Graduanda em Terapia Ocupacional pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), SP.

Kassia Silva da Cunha

Mestre em Engenharia pela Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Universidade Federal de Campinas (Unicamp).

Especialização em Gerontologia pelo Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein (IIEP).

Master of Business Administration (MBA) pela Faculdade de Campinas (Facamp). Cofundadora da LAR.i (empresa de adaptação ambiental voltada às pessoas idosas).

Graduada em Educação Física pelo Centro Universitário Maurício de Nassau (Uninassau).

Especialista em Gerontologia Titulada pela Sociedade Bra­sileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Membro da Comissão Científica da SBGG – Seção Pará. Preceptora no Núcleo de Atenção ao Idoso da Universidade do Estado do Pará (Uepa).


Laiane Moraes Dias Geriatra com área de atuação em Medicina Paliativa pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/ Associação Médica Brasileira (AMB).

Fellowship em Disfunções Miccionais pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Coordenador da Urologia Feminina da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) Seccional Minas Gerais (MG).

Doutora em Bioética pela Universidade do Porto, Portugal. Membro da Comissão de Cuidados Paliativos e Espiri­ tualidade da SBGG.

Leonardo Seligra Lopes

Supervisora do Programa de Residência em Medicina Paliativa do Hospital Universitário João de Barros Barreto (HUJBB)/Universidade Federal do Pará (UFPA).

Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Laiss Bertola Psicóloga e Neuropsicóloga.

Médico Urologista.

Título de Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) e Associação Médica Brasileira (AMB). Especialização Lato Sensu em Andrologia e Reprodução Humana pelo Centro Universitário FMABC.

Doutora pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com período sanduíche realizado na Columbia University (Taub Institute for Research on Alzheimer’s Disease and the Aging Brain, USA).

Mestre e Doutor em Ciências da Saúde pelo Centro Uni­ versitário FMABC.

Pós-doutorado no Departamento de Geriatria pela Facul­ dade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e no Departamento de Psicogeriatria pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Coordenador do Grupo de Medicina Sexual da Disciplina de Urologia do Centro Universitário FAMBC (UROABC).

Professora Adjunta do Departamento de Psicologia da Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG). Presidente da Gerontologia da Sociedade Brasileira de Ge­riatria e Gerontologia da Seccional de Minas Gerais da (SBGG-MG) – 2025-2027.

Leandro Boson Gambogi Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Mé­dicas de Ipatinga (Afya Ipatinga). Residência Médica em Psiquiatria pela Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (FHEMIG) e em Psicogeriatria pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG).

Fellow pelo European Committee of Sexual Medicine (FECSM).

Vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos em Medicina e Saúde Sexual (ABEMSS) – 2025-2026.

Lídia Beatriz Aguiar Silva Médica Psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da Uni­ versidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG). Médica de Família e Comunidade pelo Hospital Universi­ tário Clemente Faria (HUCF) da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes).

Lilian Dias Bernardo Terapeuta Ocupacional. Mestre em Saúde Pública – Área: Saúde e Trabalho pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Pós-graduado em Terapia Cognitiva Comportamental pela Faculdade Monteiro Lobato (Fato) e em Psiquiatria do Esporte pela União Brasileira de Faculdades (UniBF).

Doutora em Saúde Coletiva – Área: Políticas, Planejamento e Administração em Saúde pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Mestre em Neurociências pela UFMG.

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) Especialista em Terapia Ocupacional em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Membro Atual do Grupo de Pesquisa em Neurologia Cognitiva e do Comportamento do HC-UFMG. Coordenador do Ambulatório de Neuropsiquiatria Geriátrica do Hospital Metropolitano Odilon Behrens (HOB), MG.

Leonardo Nogueira Mendes Urologista pelo Hospital das Clínicas da Universidade Fe­deral de Minas Gerais (HC-UFMG). Pós-graduado em Cirurgia Robótica pela Fundação Edu­ cacional Lucas Machado (Feluma), MG.

Professora Titular do Curso de Graduação em Terapia Ocupacional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ) e no Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (PPGCTIS) no IFRJ.

Luara da Silveira de Carvalho Fisioterapeuta pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali).


Mestre em Ciências pelo Programa de Pós-graduação em Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP). Doutoranda no mesmo programa. Programa de Residência Multiprofissional em Gerontologia pela Faculdade Israelita de Ciências da Saúde Albert Einstein – Concluído. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Sócia-fundadora da ELARA – Cuidados Sênior e da Geronto Educa.

Luiz Guilherme Passaglia Clínico e Cardiologista. Mestre em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutor em Ciências da Saúde pela UFMG. Fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia (European Society of Cardiology [ESC]). Membro do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC). Coordenador da Cardiologia e Cirurgia Cardíaca do Hos­ pital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG).

Luca Ribeiro Cadioli Gorgatti

Professor Assistente da Faculdade de Medicina da UFMG.

Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Diretor Científico da SMC – Biênio 2026-2027.

Lucas Campos Garcia Professor Assistente de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Luciana Baptista Pereira Professora Assistente de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Luciana Ferreira Leite Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Residência Médica de Clínica Médica no Hospital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG).

Ex-presidente da Sociedade Mineira de Cardiologia (SMC) – Biênio 2024-2025.

Luiz Sinésio Silva Neto Doutor em Ciências e Tecnologias em Saúde pela Universi­ dade de Brasília (UnB), DF. Professor Associado do Curso de Medicina da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Coordenador Nacional da Universidade da Maturidade (UMA)/UFT.

Madson Alan Maximiano-Barreto Psicólogo. Mestre em Gerontologia e Doutor em Psicologia pela Uni­ver­sidade Federal de São Carlos (UFSCar). Pós-doutorando da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Residência Médica de Cardiologia no Hospital SOCOR.

Maira Tonidandel Barbosa

Curso de Especialização de Preceptoria em Saúde pela Escola de Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Médica Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Cardiologista do HC-UFMG. Cardiologista e Supervisora da Residência Médica de Cardiologia do Hospital Governador Israel Pinheiro, MG.

Luís Felipe José Ravic de Miranda Mestre e Doutor em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica da UFMG.

Luiz Fernando Ferreira Pereira Coordenador do Ambulatório de Cessação do Tabagismo do Serviço de Pneumologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Doutora em Neurologia pela Universidade de São Paulo (USP) Pós-doutorado em Neurologia pela UFMG. Professora Associada das Faculdades de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais (FCMMG).

Maisa Kairalla Geriatra. Pós-graduada em Geriatria e Gerontologia pela Univer­ sidade Federal de São Paulo (Unifesp). Mestre pela Disciplina de Medicina de Urgência – Tese Herpes Zóster – pela Unifesp. Membro e Docente do Núcleo de Geriatria do Hospital Sírio-­Libanês.


Presidente da Comissão de Imunização da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professor da Disciplina de Geriatria da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

Marcella Guimarães Assis

Professor da Disciplina de Geriatria do Centro Universitário Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).

Terapeuta Ocupacional. Doutora em Demografia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professora Titular do Curso de Terapia Ocupacional da UFMG. Docente do Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação da Escola de Educação Física Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da UFMG. Tutora da Residência Integrada Multiprofissional em Saúde do Hospital das Clínicas da UFMG.

Marcelle Ferreira Saldanha Nutricionista e Mestre em Nutrição e Saúde pela Univer­ sidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Doutoranda em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela UFMG. Especialista em Nutrição Clínica em Gerontologia pelo Hos­pital Risoleta Tolentino Neves e em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Membro da Comissão de Osteossarcopenia da SBGG-MG. Membro da Comissão da IDDSI Brasil – Projeto ReachOUT. Nutricionista no Hospital Metropolitano Odilon Behrens (HOB), MG. Preceptora do Programa de Residência em Saúde do Idoso do HOB. Ex-diretora Adjunta da Sociedade de Tanatologia e Cui­ dados Paliativos de Minas Gerais – 2021-2022.

Marcelo Andrade Starling Médico Especialista em Fisiatria e em Geriatria.

Marcelo Paoli Psiquiatra e Psiquiatra Geriátrico pela Escola Paulista de Medicina Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Marcos Aparecido Sarria Cabrera Mestre em Medicina Interna pela Universidade Estadual de Londrina (UEL). Doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Professor Titular de Geriatria da UEL.

Marcos Hortes Nisihara Chagas Médico Psiquiatra e Psicogeriatra. Mestre e Doutor em Neurociências pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Professor Doutor da FMRP-USP.

Marcos Paulo Miranda de Aquino Fisioterapeuta. Mestre em Fisioterapia pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid). Doutorando em Fisioterapia pela Unicid.

Maria Aparecida Camargos Bicalho Médica Especialista em Clínica Médica, Medicina Intensiva e Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Ge­rontologia (SBGG). Mestre e Doutora pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Pós-doutorado na Universidade de Colônia, Alemanha. Membro da Academia Mineira de Medicina. Membro do Instituto Nacional de Neurotecnologia Responsável (INCT) Neurotec-R e do Programa de Extensão em Psiquiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI I) da UFMG. Professora Associada do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG. Coordenadora do Grupo de Pesquisa em Cognição e Envelhecimento (Cog-Aging).

Mestre em Ciências pela EPM/Unifesp. Especialista e Proficiente em Psicoterapia CognitivoComportamental (CTC-Veda). Médico Supervisor do Ambulatório de Neuropsiquiatria Geriátrica da EPM/Unifesp.

Marcelo Valente Médico Geriatra.

Maria Carolina Corsi Ferreira Graduada em Medicina pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Residência Médica em Dermatologia e Especialização em Dermatologia Hospitalar pela EPM/Unifesp. Dermatologista do Centro Oncológico da Beneficência Portuguesa de São Paulo.


Maria Eduarda Augusto Licco Graduada em Medicina pelo Centro Universitário Lusíada (Unilus), SP.

Mestre em Saúde Pública pela Universidade Johns Hopkins, EUA.

Residência de Clínica Médica pelo Hospital Guilherme Álvaro, SP.

Doutorado e Pós-doutorado em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Residência de Geriatria pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp).

Marina Gonçalves Elias Sampaio Deienno

Médica Assistente do Serviço de Cardiologia da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/Unifesp.

Mariana Asmar Alencar Fisioterapeuta.

Médica Psiquiatra. Mestranda em Saúde Mental e Ciências do Comporta­ mento na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Mestre e Doutora em Ciências da Reabilitação.

Marina Moutinho Mello

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Residente de Cardiologia pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Professora do Curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Marina Pazini Bomediano

Mariana Santos Lyra Corte Real Residência Médica em Clínica Médica na Secretaria Es­tadual de Saúde do Rio de Janeiro (SES/RJ) e em Ge­riatria pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG). Mestre em Promoção da Saúde e Prevenção da Violência da UFMG. Presidente da Geriatria da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) Seccional MG – 2025-2027. Preceptora Geriatria do HC-UFMG/Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH).

Mariane Chikazawa Jencius Fisioterapeuta. Especialista em Atenção à Saúde do Idoso pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Doutoranda em Fisioterapia pela Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

Marianne Wolff Rezende Teixeira Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina de Jundiaí (FMJ).

Nefrologista da Nefroclínicas Curitiba.

Marina Resende Barata Graduada em Medicina pelo Centro Universitário Belo Horizonte (UniBH). Residência em Clínica Médica pela Santa Casa de Mi­sericórdia de Belo Horizonte. Residência em Geriatria pelo Hospital Metropolitano Odilon Behrens (HOB), MG. Professora Auxiliar na Fundação Educacional Lucas Ma­chado (Feluma). Geriatria Ambulatorial, Paliativa e Assistência Domiciliar.

Marlise Lara Fagundes Farmacêutica Bioquímica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Residência em Controle de Infecção Hospitalar pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Título de Especialista em Farmácia Clínica e Farmácia Hospitalar pela Sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde (Sbrafh). Farmacêutica Clínica no Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

Especialista em Clínica Médica pela Santa Casa de Mi­sericórdia de São Paulo (SCMSP).

Matheus Goulart Pereira

Especialista em Geriatria pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Residência Médica em Clínica Médica pela UFU.

Márlon Juliano Romero Aliberti

Cursando Residência de Geriatria pela UFU.

Médico Pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e do Hospital Sírio-Libanês, SP.

Milton Roberto Furst Crenitte

Especialista em Geriatria e Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Médico Geriatra e Doutor em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).


Professor do Curso de Medicina da Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), SP.

Especialização em Gerontologia.

Colaborador do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP (HC-FMUSP).

Nutricionista da Fundação Estatal de Atenção à Saúde de Curitiba (FEAS).

Coordenador da Complementação Especializada em Sexualidade e Envelhecimento e do Ambulatório de Promoção à Saúde de Pessoas Trans 40+ do HCFMUSP.

Coordenadora do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde do Idoso da SMS/FEAS.

Mônica Andrade Tobias Assistente Social. Título de Especialista em Gerontologia pela Sociedade Bra­sileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialização em Nutrição Clínica.

Tutora de Nutrição do Programa de Residência Multipro­ fissional em Saúde do Idoso da SMS/FEAS. Ex-nutricionista do Exército Brasileiro – 2012-2020.

Myrian Najas Nutricionista Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Especialista em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Mestre em Epidemiologia pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Especialista em Vigilância Sanitária pelo Centro Universitário Internacional (Uninter).

Docente da Unifesp.

Especialista em Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês (IEP/HSL).

Neila Barbosa Osório

Membro da Comissão de Estudos Especial da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT/CEE) 314 – Socie­ dade Longeva. Membro do Comitê de Boas Práticas para Instituições de Longa Permanência para Idosos do Sindicato dos Hos­ pitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SIDHOSP). Docente do Curso de Pós-graduação em Gerontologia da Faculdade Inspirar.

Monica Rodrigues Perracini Fisioterapeuta. Doutora em Ciências da Reabilitação e Pós-doutora pela Universidade de Sydney. Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Fisioterapia Gerontológica pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige). Professora do Programa de Mestrado e Doutora em Fisioterapia da Universidade Cidade de São Paulo (Unicid).

Doutora em Ciência do Movimento Humano pela Univer­ sidade Federal de Santa Maria (UFSM), RS. Professora Titular do Curso de Pedagogia da Universidade Fe­deral do Tocantins (UFT). Coordenadora da Universidade da Maturidade (UMA)/ UFT.

Núbia Carelli Pereira de Avelar Fisioterapeuta. Doutora e Mestre em Ciências Fisiológicas. Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Asso­ ciação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige) e em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Professora do Curso de Fisioterapia da Universidade Fede­ ral de Santa Catarina (UFSC).

Omar Jaluul Doutor em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Paula Marsillac

Professora Colaboradora do Programa de Mestrado e Doutora em Gerontologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Serviço de Dermatologia do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Coordenadora do Grupo de Pesquisa PrevQuedas Brasil.

Paulo José Fortes Villas Boas

Myriam de Lima Ramagem Martins Mestre em Alimentação, Nutrição e Saúde pela Univer­ sidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj).

Médico Geriatra. Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Ge­ria­tria e Gerontologia (SBGG). Membro da Associação Cuidadosa.


Professor Titular do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp).

Ex-membro do Grupo de Interesse de Espiritualidade em Saúde da Pessoa Idosa da SBGG – 2023-2025. Ex-tesoureiro da SBGG-RJ – 2022-2025.

Pedro Casali Groppo Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Pedro Henrique Werneck Elias Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP), RJ. Residência em Geriatria pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Especialista em Clínica Médica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

Priscila Lima Tavares Geriatra pelo Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Residência Médica em Clínica Médica pelo Hospital Júlia Kubitschek, MG.

Rebeca Mendes de Paula Pessoa Médica Psiquiatra. Mestre e Doutora em Saúde Mental e Ciências do Com­ por­tamento pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP). Professora doutora da Faculdade de Medicina de Bauru da USP.

Renata Borba de Amorim Oliveira Graduada em Nutrição pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Mestre em Nutrição Humana pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Doutora em Ciências pela Uerj. Pós-doutora em Alimentação, Nutrição e Saúde pela Uerj.

Mestre em Ciências Aplicadas à Saúde do Adulto pela Faculdade de Medicina da UFMG.

Titulada em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Professora Adjunta da UFRJ, Centro Multidisciplinar UFRJMacaé, Brasil.

Rafael Gaede Carillo

Ricardo A. Oliveira

Graduado em Medicina pela Faculdade de Ciências Mé­dicas de Minas Gerais (FCM-MG). Residência em Clínica Médica pela Santa Casa de Misericórdia de Belo Hori­zonte.

Mestre em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Residência em Psiquiatria pelo Hospital Metropolitano Odilon Behrens (HOB).

Membro da Câmara Técnica de Endocrinologia do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Membro e Portador do Título de Especialista em Psiquiatria pela Associação Médica Brasileira (AMB)/Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), atuando em consultório privado e telemedicina.

Rafael Yadoya Graduado e Residência Médica em Cirurgia Geral pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endo­ crinologia e Metabologia (SBEM).

Ricardo Vita Graduado e Residência Médica em Cirurgia Geral e Urolo­ gia pela Escola Paulista de Medicina (EPM)/Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Doutor em Ciências na Área de Urologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Residência Médica em Urologia pelo Hospital Militar de Área de São Paulo.

Master of Business Administration (MBA) em Gestão e Inovações em Saúde pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Chefe do Setor de Urologia Funcional do Hospital Militar de Área de São Paulo.

MBA em Inteligência Artificial para Negócios pela Faculdade Exame.

Raphael Cruz

Fellowship em Urologia Funcional pela Universidade de Ve­rona, Itália.

Médico Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG)/Associação Médica Bra­sileira (AMB). Chefe da Clínica de Geriatria do Hospital Naval Marcílio Dias.

Formação de Conselheiro Empresarial da Saúde pela Board Academy. Coordenador do Programa de Residência Médica em Urologia do Hospital Militar de Área de São Paulo.


Ex-diretor da Comissão de Relações Institucionais e Governamentais da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) – Gestão 2024-2025.

Roberto Dischinger Miranda Doutor em Cardiologia pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (EPM/Unifesp). Fellow da Sociedade Europeia de Cardiologia (FESC). Título de Especialista em Cardiologia pela Sociedade Brasileira em Cardiologia (SBC). Título de Especialista em Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Diretor Clínico do Instituto Longevità. Chefe do Serviço de Cardiologia da Disciplina de Geriatria e Gerontologia da EPM/Unifesp.

Rodrigo Nunes Lamounier Médico Especialista em Endocrinologia e Clínica Médica. Doutor em Endocrinologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Sara Souza Lima Fisioterapeuta pela Universidade Federal de Alfenas (Unifal). Mestre em Gerontologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Especialista em Envelhecimento pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pelo Con­selho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).

Simone Fiebrantz Pinto Nutricionista da Fundação de Apoio e Valorização do Idoso (FAVI). Mestre em Educação pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialização em Nutrição Clínica, em Saúde Coletiva, em Administração de Serviços de Saúde e em Cuidados Paliativos. Membro do Conselho Consultivo Pleno SBGG.

Professor Visitante da Faculdade de Medicina Universidade da Pensilvania (Upenn) – Filadélfia, EUA.

Preceptora do Estágio de Longa Duração de Geriatria da FAVI e Hospital Nossa Senhora das Graças.

Coordenador da Equipe de Endocrinologia da Rede Mater Dei, Hub Belo Horizonte (MG).

Nutricionista da Care4life Assistência Domiciliar.

Rodrigo Nicolato Doutor em Farmacologia Bioquímica e Molecular.

Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG – 2021-2023. Ex-presidente do Departamento de Gerontologia da SBGG Seção Paraná – 2016-2020.

Membro Titular da Academia Mineira de Medicina. Professor Titular do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Soraya Coelho Costa Barroso

Presidente da Associação Mineira de Psiquiatria (AMP).

Farmacêutica do Serviço de Geriatria do Hospital das Clí­ nicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG).

Rodrigo Ribeiro dos Santos

Mestre em Ciências da Saúde Infectologia e Medicina Tropical pela Faculdade de Medicina da UFMG.

Mestre em Fisiologia e Farmacologia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Doutor em Neurociências com ênfase em Neuropsiquiatria pela UFMG.

Membro Colaborador do Núcleo de Geriatria e Geronto­ logia (NUGG) da UFMG.

Professor Associado do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da UFMG (FM-UFMG).

Membro Colaborador do Programa de Extensão em Psi­ quiatria e Psicologia de Idosos (PROEPSI) da UFMG.

Preceptor do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da UFMG (HC-UFMG).

Preceptora da Residência Multiprofissional de Atenção à Saúde do Idoso do HC-UFMG.

Rogéria Werneck

Professora da Pós-graduação em Gerontologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas).

Mestre e Doutora em Saúde da Mulher pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Professora da Pós-graduação em Cuidados Paliativos da Faculdade Unimed.

Membro Colaborador do Núcleo de Geriatria e Geronto­ logia da UFMG.

Talita Cezareti da Silva

Professora Assistente do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da UFMG.

Bacharel em Educação Física e Desporto pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).


Mestre em Ciências Cardiovasculares pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC).

Tiago da Silva Alexandre

Especialista em Gerontologia Titulada pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG).

Mestre em Reabilitação pela Unifesp.

Theodora Karnakis Geriatra pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). Doutora em Ciências Médicas pela FMUSP. Coordenadora da Pós-graduação de Oncogeriatria do Hospital Sírio-Libanês. Presidente da Comissão de Oncogeriatria da SBGG.

Thales Rossatto Título de Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocri­ nologia e Metabologia (SBEM).

Thelma Flosi Gola Migowski Graduada em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Mestre em Medicina Tropical pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Médica Infectologista do Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE) da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

Fisioterapeuta pela Universidade de Taubaté (Unitau). Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP). Pós-doutorado no Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London (UCL). Especialista em Gerontologia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Especialista em Fisioterapia em Gerontologia pela Associação Brasileira de Fisioterapia em Gerontologia (Abrafige). Professor Associado do Departamento de Gerontologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Orientador Permanente dos Programas de Pós-graduação em Fisioterapia e Gerontologia da UFSCar. Coordenador do Laboratório de Estudos em Epidemiologia e Envelhecimento da UFSCar. Chefe do Departamento de Gerontologia da UFSCar.

Ulana Lima Tatit Médica Psiquiatra.

Thiago dos Santos Rosa

Mestranda em Saúde Mental e Ciências do Compor­ tamento na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP).

Doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Valmari Cristina Aranha

Professor da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), Programa de Pós-graduação em Ciências do Movimento Humano-PR.

Thiara Joanna Peçanha da Cruz Tavares Doutora em Enfermagem pela Faculdade de Enfermagem da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Fenf/Uerj). Titulada em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Enfermeira em Saúde do Idoso do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG/ HUBrasil).

Thyago Proença de Moraes Coordenador do Comitê de Doenças Renais da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Psicóloga Clínica. Especialista em Psicologia Hospitalar pela Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (DIP-ICHC-FMUSP), em Neuropsicologia pelo Centro de Estudos Psicocirúrgicos da Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (CEPSICDIP-ICHC-FMUSP) e em Psicanálise pela Coordenadoria Geral de Especialização e Aperfeiçoamento e Extensão da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (COGEAEPUC-SP). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Mestre em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FMUSP).

Vice-presidente da Sociedad Latinoamericana de Nefrología e Hipertensíon.

Vania Beatriz Merlotti Herédia

Coeditor Chefe do Brazilian Journal of Nephrology.

Socióloga.

Professor de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Doutora em História pela Università degli Studi di Genova, Itália.


Pós-doutora em História Econômica pela Università degli Studi di Padova e pelo Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Especialista em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Membro do Conselho Consultivo da SBGG. Ex-coordenadora do Núcleo de Estudos do Envelhecimento da Universidade de Caxias do Sul (UCS) – 1993-2022.

Vilson Cardoso de Oliveira Júnior Graduado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Residência em Clínica Médica pelo Hospital Heliópolis. Residência Médica em Geriatria pelo Instituto de Assis­ tência Médica ao Servidor Público Estadual (IAMSPE). Médico Geriatra Colaborador do Serviço de Geriatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-FMUSP). Cocoordenador da Complementação Especializada em Sexualidade e Envelhecimento e do Ambulatório de Promoção à Saúde de Pessoas Trans 40+ do HC-FMUSP.

Mestre e Doutor em Ciências Médicas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Pesquisador Associado do Laboratório de Pesquisa em Envelhecimento Humano (GeronLab) da Uerj. Sócio-fundador da Gero360 – Tecnologia para a Longevi­ dade e para o Cuidado Centrado na Pessoa Idosa.

Viviane Rodrigues Jardim Mestre em Enfermagem pela Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Titulada em Gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG). Enfermeira da Saúde do Idoso do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG/ HUBrasil).

Yasmin Carolina da Paz Ferreira Terapeuta Ocupacional.

Virgílio Garcia Moreira

Mestranda em Ciências da Reabilitação da Escola de Educa­ção Física Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Geriatria pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Geron­ tologia (SBGG)/Associação Médica Brasileira (AMB).

Especialista em Gerontologia pelo Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito).


Sumário

PA RT E

I

Mente/Cognição

1

Avaliação Cognitiva e Funcional no Consultório. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

2 3 4 5

6 7 8 9 10 11

3

Marco Túlio Gualberto Cintra  Gabriela Tomé Oliveira Engelmann  Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra

Abordagem do Transtorno Neurocognitivo Leve. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11

Gabriela Tomé Oliveira Engelmann  Joice Coutinho Alvarenga  Maria Aparecida Camargos Bicalho

Diferenciação Entre os Tipos de Demências na Prática Diária. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

18

Alexandre de Mattos

Uso Prático dos Biomarcadores no Consultório. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

25

Ivan Abdalla Teixeira  Gustavo de Jesus Monteiro

Fluxograma Prático de Avaliação Neuropsicológica: Abordagem Processual e Integrativa no Envelhecimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

32

Laiss Bertola

Tratamento Farmacológico das Demências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

39

Marco Túlio Gualberto Cintra

Tratamento Não Farmacológico das Demências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

45

Carolina Rebellato  Lilian Dias Bernardo  Renata Borba de Amorim Oliveira  Talita Cezareti da Silva

Sintomas Neuropsiquiátricos Associados às Demências. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

53

Rodrigo Nicolato  Jussara Mendonça Alvarenga  Bernardo de Mattos Viana

Técnicas de Reabilitação Cognitiva. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

58

Marcella Guimarães Assis  Yasmin Carolina da Paz Ferreira  Bárbara Pires de Andrade Lage Cabral

Parkinsonismo em Pessoas Idosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

64

Maira Tonidandel Barbosa  Alice Moreira dos Santos Marques  José Elias Soares Pinheiro

Detecção Precoce e Manejo do Delirium. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

74

Flávia Barreto Garcez

PA RT E

II

Mente/Humor

12

Abordagem Farmacológica no Transtorno Depressivo Maior. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

13 14

81

Omar Jaluul

Cuidados com a Pessoa Idosa com Depressão Resistente. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

84

Andréia Pain  Virgílio Garcia Moreira  Ivan Aprahamian

Manejo Clínico da Pessoa Idosa com Ideação Suicida. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Beatriz Figueiredo e Silva  Rodrigo Nicolato  Bernardo de Mattos Viana

90


15 16 17

Transtorno de Ansiedade Generalizada na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

95

Anyelle Amaro de Sousa  Madson Alan Maximiano-Barreto  Marcos Hortes Nisihara Chagas

Fobias, Transtorno de Ansiedade Social e Transtorno de Pânico. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101 Amanda Valéria Viana  Rebeca Mendes de Paula Pessoa  Marcos Hortes Nisihara Chagas

Transtorno Obsessivo-Compulsivo e Transtornos Relacionados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 105 Marina Gonçalves Elias Sampaio Deienno  Ulana Lima Tatit  Marcos Hortes Nisihara Chagas

18

Emprego de Técnicas de Psicoterapia em Pessoas Idosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 109

19

Transtorno Bipolar na Pessoa Idosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 113

20 21

Cecília Galetti  Valmari Cristina Aranha Izabela Guimarães Barbosa  Davi Natale Ferreira Fernandes  Lídia Beatriz Aguiar Silva  Antônio Lúcio Teixeira

Abordagem da Esquizofrenia de Início Tardio. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 118 Leandro Boson Gambogi  Marina Resende Barata  Rafael Gaede Carillo

Abordagem da Pessoa Idosa com Dependência de Álcool. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 123 Marcelo Paoli  Julliana Lianzza Fernandes Silva Pinheiro

PA RT E

III

Mobilidade

22

Prescrição de Exercício Físico para Pessoas Idosas: da Evidência à Prática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131

23

24

Luiz Sinésio Silva Neto  Claudio Avelino Rodrigues dos Santos  Thiago dos Santos Rosa  Neila Barbosa Osório

Prevenção e Manejo de Quedas em Pessoas Idosas: Rastreio, Avaliação e Intervenção. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137 Mariane Chikazawa Jencius  Marcos Paulo Miranda de Aquino  Camila Astolphi Lima  Monica Rodrigues Perracini

Regras Práticas de Adaptação Ambiental. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 144 Fabiana Carla Matos da Cunha Cintra  Julia Exaltação Trevisan  Helen Cristina Souza Magela

25

Abordagem da Sarcopenia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151

26

Prescrição de Dispositivos de Auxílio à Marcha e Cadeira de Rodas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 160

Marcelo Valente  Sara Souza Lima  Tiago da Silva Alexandre

Juleimar Soares Coelho de Amorim  Núbia Carelli Pereira de Avelar  Mariana Asmar Alencar

27

Manejo da Incontinência Urinária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171

28

Cuidados com o Paciente com Incontinência Fecal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179

29

Leonardo Nogueira Mendes Alcimar Marcelo do Couto  Thiara Joanna Peçanha da Cruz Tavares  Viviane Rodrigues Jardim

Técnicas de Conservação de Energia em Pacientes com Incapacidade Aeróbica na Gerontologia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185 Fabiola de Souza Abrahão  Camila Rodrigues Veloso  Kassia Silva da Cunha

30

Prevenção de Feridas em Pessoas Idosas Acamadas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190

31

Cuidados com Pessoas Idosas com Lesões por Pressão e por Cisalhamento. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 194

Maria Carolina Corsi

Aline Tavares Domingos Forte


PA RT E

IV

Multicomplexidade

32

Hipertensão Arterial na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207 Bruna de Oliveira Laurindo  Maria Eduarda Augusto Licco  Roberto Dischinger Miranda

33

Diabetes Melito na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214

34

Dislipidemia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222

35

Manejo da Doença Renal Crônica Não Dialítica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226

36

Insuficiência Cardíaca. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233

37

Síndrome Coronariana Crônica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239

38

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249

39

Asma na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255

40

Osteoporose. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 261

41

Osteoartrite . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267

42

Fibrilação Atrial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 273

43

Manejo da Tontura na Pessoa Idosa: Guia Prático . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279

44

Sono na Pessoa Idosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285

45

Hiperplasia Prostática Benigna no Envelhecimento: Desafios e Soluções no Dia a Dia. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 292

46

Infecção Urinária na Pessoa Idosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297

47

Pneumonia na Pessoa Idosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 303

Jonas Gordilho Souza  Marco Túlio Gualberto Cintra Clineu de Mello Almada Filho Thyago Proença de Moraes  Marina Pazini Bomediano José Carlos da Costa Zanon Luiz Guilherme Passaglia  Frederico Toledo Campo Dall’Orto  Luciana Ferreira Leite Amanda Santoro Fonseca Bacchin Marco Túlio Gualberto Cintra Daniel Sá Araújo Lins Carvalho  Fania Cristina Santos Fábio Silveira Duarte  Marcelo Andrade Starling Izo Helber  Giovanna Menin da Silva  Marina Moutinho Mello Denise Utsch Gonçalves Álvaro Pentagna

Ricardo Vita  Rafael Yadoya Antônio Godinho Ana Cristina Canedo Speranza  Pedro Henrique Werneck Elias  Thelma Flosi Gola Migowski

48

Dermatoses Bolhosas Autoimunes na Pessoa Idosa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 309

49

Farmacodermias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 316

50

Constipação Intestinal. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 324

David Almeida  Paula Marsillac  Alexandre Gripp Lucas Campos Garcia  Luciana Baptista Pereira Elisa Franco de Assis Costa  Gabriela Cunha Fialho Cantarelli

PA RT E

V

Medicamentos

51

Medicamentos Potencialmente Inapropriados. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 331

52

Eduardo Canteiro Cruz  Ana Carolina Vieira Selva  Marianne Wolff Rezende Teixeira

Interações Medicamentosas mais Frequentes e Relevantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 337 Bruno Simas da Rocha  Marlise Lara Fagundes


53

Carga Anticolinérgica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 344

54

Intervalo QT no Envelhecimento: Avaliação e Manejo Clínico na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 348

55

Fármacos que Aumentam o Risco de Quedas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 353

56

Medicamentos Associados ao Risco de Parkinsonismo. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 357

57

Uso de Anticoagulantes em Pessoas Idosas: Abordagem Clínica, Estratificação de Risco e Segurança Terapêutica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 362

58

Terapia de Reposição de Testosterona em Homens Idosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 368

59

Terapia de Reposição Hormonal em Mulheres Idosas. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 377

60

Desprescrição: Como e Quando?. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 381

Marcos Aparecido Sarria Cabrera

Alessandra Tieppo Soraya Coelho Costa Barroso  Adriano Max Moreira Reis Soraya Coelho Costa Barroso  Adriano Max Moreira Reis

Alessandra Tieppo Thales Rossatto  Ana Cristina Canedo Speranza  Ivan Abdalla Teixeira  Ricardo A. Oliveira Rogéria Werneck Rodrigo Ribeiro dos Santos

PA RT E

VI

O que Mais Importa

61

Avaliação Periódica de Saúde. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 387

62

Imunização na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 393

63

Adequação Alimentar para o Envelhecimento Bem-sucedido . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 397

64

Manejo da Obesidade na Pessoa Idosa. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 401

65

Sexualidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 415

Marco Túlio Gualberto Cintra  Luís Felipe José Ravic de Miranda Maisa Kairalla Simone Fiebrantz Pinto  Marcelle Ferreira Saldanha Rodrigo Nunes Lamounier  Luca Ribeiro Cadioli Gorgatti  Pedro Casali Groppo Alexandre Elias Romanos  Milton Roberto Furst Crenitte  Vilson Cardoso de Oliveira Júnior

66

Manejo da Disfunção Erétil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 422

67

Abordagem da Dependência ao Tabaco. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 428

68

Como Diagnosticar a Síndrome da Fragilidade. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 437

69

Abordagem da Pessoa Idosa com Hiporexia Crônica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 442

70

Suplementação Oral: Quando, Como e para Quem?. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 447

71

Reabilitação de Pessoas Idosas com Instabilidade Postural e Imobilidade. . . . . . . . . . . . . 451

72

Comunicação de Más Notícias: Qual a Melhor Maneira? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 457

73

Curatela no Paciente com Demência: Quando Indicar e Como Preparar o Relatório Médico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 460

74

Leonardo Seligra Lopes  Augusto Barbosa Reis Luiz Fernando Ferreira Pereira Márlon Juliano Romero Aliberti Simone Fiebrantz Pinto  Myriam de Lima Ramagem Martins Myrian Najas Luara da Silveira de Carvalho  Elisa Cavalheiro Libardi Ana Beatriz Galhardi Di Tommaso  Isabella Manara Marconi

Mariana Santos Lyra Corte Real  Priscila Lima Tavares  Ana Carolina Brochado Teixeira

Oncogeriatria e Suporte à Pessoa Idosa com Doença Oncológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 464 Theodora Karnakis


75 76

Manejo de Sintomas Desconfortáveis em Cuidados Paliativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 470 Laiane Moraes Dias  Ângela Milhomem Vasconcelos  Júlia Corrêa Campos Maia

Manejo da Dor Não Oncológica. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 481 Diogo Kallas Barcellos  Matheus Goulart Pereira  Ana Clara Bassanezi Kurtz Dias

77

Manejo das Disfagias Orofaríngeas na Demência Avançada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 488

78

Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas Desmistificadas: Uma Modalidade de Cuidado. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 491

Juliana Venites

Paulo José Fortes Villas Boas  Cristiane Lara Mendes-Chilof  Karla Cristina Giacomin

79

Abordagem Prática da Espiritualidade e Impacto na Tomada de Decisão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 496

80

Violência Contra a Pessoa Idosa: Como Proceder? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 502

81

Reunião Familiar no Cuidado à Pessoa Idosa: Diálogos, Responsabilidades e Intervenções Interdisciplinares. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 508

Anelise Fonseca  Raphael Cruz Alexandre de Oliveira Alcântara  Vania Beatriz Merlotti Herédia

Naira Dutra Lemos  Mônica Andrade Tobias  Ana Paula Loureiro Harada


I

Mente/Cognição

C A P ÍT ULO S

1

Avaliação Cognitiva e Funcional no Consultório, 3

2

Abordagem do Transtorno Neurocognitivo Leve, 11

3

Diferenciação Entre os Tipos de Demências na Prática Diária, 18

4

Uso Prático dos Biomarcadores no Consultório, 25

5

Fluxograma Prático de Avaliação Neuropsicológica: Abordagem Processual e Integrativa no Envelhecimento, 32

6

Tratamento Farmacológico das Demências, 39

7

Tratamento Não Farmacológico das Demências, 45

8

Sintomas Neuropsiquiátricos Associados às Demências, 53

9

Técnicas de Reabilitação Cognitiva, 58

10

Parkinsonismo em Pessoas Idosas, 64

11

Detecção Precoce e Manejo do Delirium, 74

Mente/Cognição

P A RTE


CAPÍTULO

4

Uso Prático dos Biomarcadores no Consultório Ivan Abdalla Teixeira  Gustavo de Jesus Monteiro

Introdução Os biomarcadores podem ser definidos como medidas objetivas de processos biológicos/patológicos que podem ser usadas para avaliar o risco de determinada doença, auxiliar no diagnóstico, no prognóstico e na avaliação de intervenções. No caso das síndromes demenciais, há a possibilidade de utilizar biomarcadores em liquor, plasma e neuroimagem funcional, capazes de refletir, por meio de achados específicos, esses processos.

Fisiopatologia da Doença de Alzheimer e Biomarcadores Para entender o comportamento dos diferentes biomarcadores, é preciso, primeiro, compreender a fisiopatologia da doença de Alzheimer (DA) e sua expressão molecular no parênquima cerebral e nos fluidos biológicos.

Cérebro

A deposição de peptídios amiloides insolúveis na matriz extracelular é fruto da clivagem patológica (via amiloidogênica) da proteína precursora amiloide, uma proteína transmembrana presente nos neurônios. Esse processo de formação das placas amiloides acontece precocemente na história natural da doença, precedendo os sintomas cognitivos e dando início à cascata de alterações inflamatórias que acarretarão fosforilação da proteína tau e desorganização dos microtúbulos, gerando, por fim, os emaranhados neurofibrilares e o dano celular com liberação de neurofilamentos de cadeia leve (NfL) axonais. A expressão da deposição de peptídios Aβ amiloide insolúveis no parênquima cerebral pode ser detectada pelo aumento da captação de radiotraçadores em exames de medicina nuclear. Em contraste, a redução dos níveis de peptídios Aβ42 detectados em fluidos biológicos, como plasma e liquor, também reflete indiretamente essa deposição (Figura 4.1).1,2

Sangue

Liquor Placas amiloides (a , ptau)

A

A

A

A

DA

A

A

A

Degeneração axonal (NfL)

L

Nf

NfL

Astrócitos reativos (GFAP)

au

Emaranhados neurofibrilares (ptau)

P

GFA

GFAP

DA

pta

NfL

Nf

NfL

NfL

NfL

L

NfL

DA

P

GFA

P

P

GFA

DA

Figura 4.1 Fisiopatologia da doença de Alzheimer e correlação com os biomarcadores NfL: neurofilamentos de cadeia leve; GFAP: proteína ácida fibrilar glial. Fonte: adaptada de Teunissen et al., 2022.1

ptau

u

ptau

Micróglia ativada

ptau

pt

ptau

GFA

P

GFA


Geriatria e Gerontologia no Dia a Dia

continuum da DA. Esse sistema agrupa os biomarcadores de neuroimagem, plasmáticos e liquóricos para classificar os indivíduos de acordo com a evidência de patologia amiloide (A), de proteína tau (T) e neurodegeneração (N), respectivamente, sendo útil para avaliar a probabilidade de DA em continuum para indivíduos com demência ou comprometimento cognitivo leve (CCL). A da patologia amiloide é condição necessária para o continuum, e sua ausência exclui o diagnóstico de DA. Já a patologia tau associada à patologia amiloide confirma o diagnóstico de DA, porém sua ausência em pacientes com patologia amiloide sugere copatologia. A combinação dos 3 fatores ATN acarreta 8 perfis diferentes possíveis, classificados em 3 categorias, sendo a maior probabilidade da DA para indivíduos A+/T+/N+ e improvável para A−/T−/N− (Figura 4.3).

A fosforilação da proteína tau acontece em paralelo à formação das placas amiloides. Entretanto, no decorrer desse processo, diferentes isoformas da proteína tau são fosforiladas, as quais atualmente podem ser distinguidas em isoformas solúveis e precoces (como ptau 217, ptau 181 e ptau 231) e isoformas insolúveis e tardias (Microtubule-Binding Region [MTBR]-tau243 e ptau 205). Marcadores inespecíficos de neuroinflamação refletindo ativação astrocitária (proteína ácida fibrilar glial [GFAP]) e dano neuroronal (NfL) também podem ser detectados no liquor e no sangue (Figura 4.2).

Sistema ATN e Novos Critérios Diagnósticos para Doença de Alzheimer O sistema ATN (amiloide/tau/neurodegeneração)3 foi desenhado para localizar os pacientes dentro ou fora do

Patologia tau – cortical generalizada e aceleração da neurodegeneração

A

42

(LC

R

ep

las

ma

)

Anormalidade do biomarcador

Aumento da Início da patologia fosforilação e secreção de tau solúvel A cortical

VD

T)

) A o ma ) as r) çã l T o n p E u P ilo a) e fu M) (liq u( R sm (R Am le Ta na ia pla (LC i a f n o e b r o au ra R At pt gl og LC ur L( ão ç Ne Nf i gn Co PE

( ide

CCL

Demência

Limite de detecção

Mudança ao longo do tempo

Figura 4.2 Anormalidade dos biomarcadores ao longo do tempo da fisiopatologia da doença de Alzheimer Aβ: beta-amiloide; AVD: atividades de vida diária; RM: ressonância magnética; NfL: neurofilamentos; P-tau: tau fosforilada; PET: tomografia por emissão de pósitrons. Fonte: adaptada de Hansson, 2021.2

A-T-(N)-

Biodemarcadores DA negativos

A+T-(N)-

Alteração patológica da DA

A+T+(N)-

DA

A+T+(N)+

DA

A+T-(N)+

Patologia DA + copatologia

A-T+(N)-

Patologia não DA

A-T-(N)+

Patologia não DA

A-T+(N)+

Patologia não DA

Figura 4.3 Classificação sistema ATN

26

ATN: amiloide/tau/neurodegeneração; DA: doença de Alzheimer. Fonte: adaptada de Jack et al., 2016.3

Continuum da DA


P A RTE

Mente/Humor Mente/Humor

II

C A P ÍT ULO S

12

Abordagem Farmacológica no Transtorno Depressivo Maior, 81

13

Cuidados com a Pessoa Idosa com Depressão Resistente, 84

14

Manejo Clínico da Pessoa Idosa com Ideação Suicida, 90

15

Transtorno de Ansiedade Generalizada na Pessoa Idosa, 95

16

Fobias, Transtorno de Ansiedade Social e Transtorno de Pânico, 101

17

Transtorno Obsessivo-Compulsivo e Transtornos Relacionados, 105

18

Emprego de Técnicas de Psicoterapia em Pessoas Idosas, 109

19

Transtorno Bipolar na Pessoa Idosa, 113

20

Abordagem da Esquizofrenia de Início Tardio, 118

21

Abordagem da Pessoa Idosa com Dependência de Álcool, 123


CAPÍTULO

13

Cuidados com a Pessoa Idosa com Depressão Resistente Andréia Pain  Virgílio Garcia Moreira  Ivan Aprahamian

Introdução O diagnóstico de transtorno depressivo em pessoas idosas representa um desafio clínico significativo. Fatores como multimorbidade, polifarmácia e isolamento social frequentemente mascaram ou simulam sintomas de humor, exigindo do médico assistente um conhecimento aprofundado sobre transtornos mentais, síndromes geriátricas e determinantes biopsicossociais. É comum que os pacientes apresentem quadros subsindrômicos e queixas somáticas inespecíficas, como tontura ou dores difusas, que muitas vezes são extensivamente investigadas sem que uma etiologia clara seja definida. Além disso, o sintoma preponderante pode não ser o humor deprimido, mas, sim, manifestações, como irritabilidade, anedonia, déficits cognitivos, desesperança ou “mau humor” persistente relatado por familiares. Embora a incidência de depressão maior – um diagnóstico que requer pelo menos cinco sintomas conforme o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5a edição (DSM-5)1 (Tabela 13.1) – seja menor na população idosa em comparação aos mais jovens, a condição demanda atenção especial. A prevalência aumenta significativamente após os 80 anos e em contextos de hospitalização ou institucionalização, elevando também os riscos associados à falta de diagnóstico e tratamento, bem como o potencial para efeitos adversos (EA) das terapias medicamentosas. Um desafio adicional reside no fato de que a maioria dos ensaios clínicos sobre antidepressivos (AD) é conduzida em populações mais jovens e com perfis clínicos menos complexos, desconsiderando a multimorbidade e a polifarmácia comuns em pessoas idosas. Consequentemente, na prática geriátrica, a seleção do tratamento para transtornos de humor é mais influenciada pelo perfil de EA e pelas interações medicamento-medicamento e medicamentodoença do que pela eficácia intrínseca do fármaco, visto que muitos AD demonstram eficácia similar. Apesar das intervenções, com taxas de resposta à primeira linha de tratamento estimadas entre 35% e 75%,2-4 uma parcela significativa dos pacientes não atinge a remissão dos sintomas, evoluindo para um quadro de refratariedade.

Tabela 13.1 Critérios diagnósticos de depressão maior pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 5a edição 5 ou mais dos seguintes sintomas de forma simultânea por, no mínimo, 2 semanas, quase diariamente, gerando alteração de funcionamento social prévio, com pelo menos 1 dos sintomas fundamentais: (1) humor deprimido ou (2) anedonia Humor deprimido na maior parte do dia, conforme relatado pelo paciente ou por terceiros Significativa redução de interesse ou prazer em, pelo menos, maior parte das atividades, conforme relatado pelo paciente ou por terceiros Perda ou ganho ponderal de forma significativa (variação de 5% ou mais do peso corporal em 30 dias) sem intenção Hipersonia ou insônia quase todos os dias Agitação ou retardo psicomotor, confirmado por terceiros (relatos subjetivos não devem ser considerados) Fadiga ou perda de energia quase todos os dias Sentimento de culpa excessiva ou inapropriada (que pode ser delirante) ou de inutilidade Redução da capacidade de pensar ou se concentrar, ou indecisão conforme relatado pelo paciente ou por terceiros Pensamento recorrente de morte (não apenas medo de morrer), frequente ideação suicida sem planejamento detalhado, tentativa de suicídio ou planejamento concreto para cometer suicídio Os sintomas causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas de importância na vida para o indivíduo O episódio não é atribuível aos efeitos fisiológicos de substâncias exógenas ou a outra condição médica Fonte: adaptada de APA, 2014.1

Depressão Resistente – Definição e Diagnóstico A depressão resistente é definida pela ausência de resposta clínica significativa a duas ou mais intervenções terapêuticas, conduzidas por, pelo menos, 8 semanas cada com AD de classes distintas e em doses otimizadas.5 A adesão estrita a esta definição é essencial, pois fornece ao clínico os parâmetros objetivos para decidir sobre a necessidade de alterar a estratégia terapêutica. Contudo, na prática, é comum que pacientes idosos recebam doses subterapêuticas por receio de EA ou que seus sintomas sejam erroneamente atribuídos ao processo de


Quando as estratégias farmacológicas se mostram insuficientes, especialmente em quadros graves, a indicação de terapias somáticas deve ser considerada.

Sem resposta ao antidepressivo

Resposta parcial ao antidepressivo

1. Se aplicável, otimizar dose da medicação em uso

1. Otimizar dose da medicação em uso

2. Iniciar ou trocar para citalopram

2. Otimizar com bupropiona SR 200 a 400mg/dia

3. Substituir por bupropiona SR 200 a 400mg/dia 4. Substituir por venlafaxina XR 150 a 300mg/dia 5. Substituir por nortriptilina (dose de acordo com o nível sérico) 6. Substituir por mirtazapina 30 a 45mg

3. Otimizar com nortriptilina (dose de acordo com nível sérico) 4. Otimizar com lítio (dose de acordo com nível sérico) 5. Seguir níveis 2, 4 e 6 para os não respondedores

Figura 13.2 Etapas do estudo Prevention of Suicide in Primary Care Elderly Fonte: adaptada de Mulsant et al., 2001.11

CAPÍTULO 13  Cuidados com a Pessoa Idosa com Depressão Resistente

suas respectivas dosagens para a população idosa estão detalhadas na Tabela 13.3, enquanto as principais estratégias de otimização são apresentadas na Tabela 13.4.

Tabela 13.3 Opções terapêuticas para tratamento da depressão em pessoas idosas Fármaco

Dose inicial Dose efetiva

Particularidades

ISRS Citalopram

10 mg

10 a 20mg

Aumento do intervalo QT quando usado em dose alta (40mg) Boa opção em casos de polifarmácia

Escitalopram

5mg

10 a 20mg

Apresentação em gotas facilita titulação Boa opção em casos de polifarmácia

Fluoxetina

10mg

20 a 40mg

Múltiplas interações medicamentosas. Usualmente não indicado para pessoas ≥60 anos de idade

Fluvoxamina

25mg

50 a 300mg

Recomendação de dose reduzida para pessoas idosas

Paroxetina

10 a 20mg

20 a 40mg

Apresenta potencial anticolinérgico. Uso com cautela Apresentação XR reduz sonolência

Sertralina

25mg

100 a 200mg

Boa opção em casos de polifarmácia. Disponível no SUS

Desvenlafaxina

25mg

50mg

Opção para depressão com sintomas ansiosos ou baixa energia

Duloxetina

30mg

60 a 120mg

Indicado para controle de dor neuropática e sintomas somáticos

Venlafaxina

37,5mg

150 a 225mg

Opção para queixas de baixa energia e sintomas ansiosos associados. Pode provocar aumento pressórico Atenção à síndrome de retirada

Bupropiona

150mg

300 a 450mg

Não indicado se quadros de ansiedade Indicação para cessação do tabagismo Diminui limiar convulsivo

Mirtazapina

7,5mg

15 a 30mg

Efeito orexígeno e hipnótico (especialmente em doses ≤15mg)

Trazodona

50mg

50 a 300mg

Opção para adjuvância no paciente com insônia inicial

Amitriptilina

25mg

75 a 100mg

Contraindicado em pacientes idosos em razão do alto potencial anticolinérgico

Nortriptilina

10mg

75 a 100mg

Indicado para controle de dor neuropática e tem efeito adicional na indução do sono É o ATC com menor efeito anticolinérgico Contraindicado em pacientes com doenças isquêmicas cardíacas

IRSN

Outras classes

ATC

ISRS: inibidores seletivos de receptação de serotonina; SUS: Sistema Único de Saúde; IRSN: inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina; ATC: antidepressivos tricíclicos. Fonte: adaptada de Steffens, 2024;5 Taylor, 2014.12

87


P A RTE

III

Mobilidade

22

Prescrição de Exercício Físico para Pessoas Idosas: da Evidência à Prática, 131

23

Prevenção e Manejo de Quedas em Pessoas Idosas: Rastreio, Avaliação e Intervenção, 137

24

Regras Práticas de Adaptação Ambiental, 144

25

Abordagem da Sarcopenia, 151

26

Prescrição de Dispositivos de Auxílio à Marcha e Cadeira de Rodas, 160

27

Manejo da Incontinência Urinária, 171

28

Cuidados com o Paciente com Incontinência Fecal, 179

29

Técnicas de Conservação de Energia em Pacientes com Incapacidade Aeróbica na Gerontologia, 185

30

Prevenção de Feridas em Pessoas Idosas Acamadas, 190

31

Cuidados com Pessoas Idosas com Lesões por Pressão e por Cisalhamento, 194

Mobilidade

C A P ÍT ULO S


CAPÍTULO

25

Abordagem da Sarcopenia Marcelo Valente  Sara Souza Lima  Tiago da Silva Alexandre

Definição Conceitual A sarcopenia é uma doença musculoesquelética generalizada e progressiva envolvendo a redução da massa e função muscular que se associa ao aumento de desfechos adversos em pessoas idosas como declínio funcional, fragilidade, quedas e morte. Essa definição vem sendo amplamente utilizada desde que o European Working Group on Sarcopenia in Older People 2 (EWGSOP2) atualizou seu consenso em 2019.1 A prevalência global de sarcopenia varia entre 10% e 27% em pessoas idosas (≥60 anos de idade).2 Esta é uma doença de etiologia multifatorial ainda não totalmente compreendida, mas, entre os fatores de risco e mecanismos conhecidos, estão incluídos aspectos comportamentais, de estilo de vida, adaptações neuromusculares, mudanças hormonais e de níveis de citocinas relacionadas ao envelhecimento.3-5 Em qualquer idade, a inatividade física contribui de forma importante para a perda de massa e força muscular e os estudos indicam que ocorre diminuição da força muscular antes do declínio da massa; essa fraqueza resulta em baixos níveis de atividade física com consequente perda de massa e força muscular.4,6,7 O baixo a moderado consumo de proteínas em pessoas idosas também é um fator comportamental que impacta na diminuição da síntese de proteínas miofibrilares e que parece ter influência significante na progressão da sarcopenia.8 A rarefação capilar ou hipoperfusão capilar é outro mecanismo envolvido que compromete a entrega de nutrientes e hormônios, fornecimento de oxigênio e remoção de calor e metabólitos do tecido musculoesquelético.9 Entre as alterações neuromusculares, que ocorrem com o processo de envelhecimento e que contribuem para a sarcopenia, estão a perda de unidades motoras lentas e rápidas, sendo esta perda mais acentuada nas unidades motoras rápidas.4,6 Dessa forma, as unidades motoras remanescentes são sobrecarregadas, pois passam a capturar as fibras denervadas, mudando o tipo de fibra muscular para o tipo da fibra da unidade motora. Ocorre, dessa forma, uma conversão em rede de fibras tipo II em fibras tipo I, pois as fibras do tipo II são recrutadas para unidades motoras mais lentas,3,4,6 resultando em diminuição da força muscular.4,6

Além disso, as células-satélites que podem se diferenciar em novas fibras musculares e em novas células-­ satélites durante o processo de regeneração, têm o seu número e habilidade de recrutamento diminuídas.4 Os estudos também têm indicado que, com o envelhecimento, a expressão do fenótipo adipocítico pelas células-­ satélites aumenta em detrimento do fenótipo miocítico.6 Diversas alterações endócrinas parecem favorecer a sarcopenia. Frequentemente ocorre aumento de massa gorda intramiocelular na meia-idade, que é associada ao aumento do risco de resistência à insulina e que resulta em declínio da ação anabólica dela.4 O infiltrado de gordura no músculo também interfere na sinalização celular, impactando na contratilidade, no recrutamento de unidades motoras e na diminuição do metabolismo muscular.4 Outros hormônios anabólicos que estão reduzidos com o envelhecimento e contribuem para o desenvolvimento da sarcopenia são a deidroepiandrostenediona (DHEA), a vitamina D, o estrógeno, a testosterona, o hormônio de crescimento (GH) e o fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1), sendo este último o principal hormônio anabólico para manutenção do tecido musculoesquelético, pois é responsável por ativação da proliferação e diferenciação de células-satélites, aumento da síntese de proteínas nas fibras existentes e bom funcionamento da célula muscular e dos motoneurônios.4,6,10 O envelhecimento é acompanhado por um aumento gradual e crônico de citocinas pró-inflamatórias (inflammaging) que contribuem para acelerar a degradação das células musculares e a diminuição da síntese de proteínas musculares.4,6 Entre essas citocinas estão a interleucina-6 (IL-6) e o fator de necrose tumoral alfa (TNF-a), reguladores da via ubiquitina-protease, o mecanismo mais importante de degradação das células musculares esqueléticas.4,6,10 A via ubiquitina-protease também pode ser regulada por espécies reativas de oxigênio (ERO) geradas pelo metabolismo oxidativo e que são conhecidas por se acumularem ao longo do tempo, alterando e danificando as mitocôndrias e sequências de ácido desoxirribonucleico (DNA).6,10 As mitocôndrias estão sujeitas às alterações estruturais e de seu DNA mitocondrial (mtDNA) por produzirem ERO, e o dano cumulativo do mtDNA pode resultar em redução da taxa metabólica da síntese de


Geriatria e Gerontologia no Dia a Dia

Força da preensão palmar

Teste do sentar e levantar da cadeira – 5 movimentos

Fraqueza muscular quando:

OU

<27kg

<16kg >15s Sarcopenia provável

Indivíduo sentado, com as costas apoiadas em uma cadeira, cotovelo fletido a 90° e punho em posição neutra. A recomendação é que se realize o teste da mão dominante. Considere o maior valor obtido entre 3 medidas

Indivíduo sentado, com as costas apoiadas em uma cadeira, e os braços apoiados sobre o tronco. A recomendação é que se realize o teste o mais rápido possível. Considere uma única tentativa

Figura 25.2 Segunda etapa: avaliar força muscular Fonte: adaptada de Valente et al., 2022.16

Densitometria de corpo total

Altura: 1,60m

Tecido1 (% gordura)

Centil2,3

Região

Gordo1 (g)

Magro1 (g)

BMC (g)

Braços

59,6

–

Pernas

59,1

–

6,8

3.911

2.653

186

24,4

13.964

9.673

Tronco

60,5

–

749

37,8

22.487

14.663

Androide

66,6

662

–

6,6

4.350

2.180

Ginoide

46

62,8

–

11,4

7.070

4.195

173

Total

58,6

100

72,5

41.308

29.201

2.031

MMEA

IMMEA=

MMEA altura2

Massa total (kg)

<20kg

<15kg

12,326kg

<7kg/m2

<5,5kg/m2

4,81kg/m2 Sarcopenia confirmada

Figura 25.3 Terceira etapa: confirmar baixa quantidade muscular BMC: conteúdo mineral ósseo; MMEA: massa muscular esquelética apendicular; IMMEA: índice de massa muscular esquelética apendicular. Fonte: adaptada de Valente et al., 2022.16

Quando nenhum desses métodos for acessível, é possível utilizar a equação de Lee et al. (2000)17 para estimar a massa muscular esquelética (MME) como se segue:

154

MME = (0,244 × peso corporal em kg) + (7,8 × altura em metros) + (6,6 × sexo) – (0,098 × idade) + (raça – 3,3)

O valor 0 deve ser usado para mulheres e 1 para homens. Da mesma forma, o valor 0 deve ser usado para brancos, 1,4 para negros e –1,2 para asiáticos. Essa equação foi validada para a população brasileira usando DEXA como padrão-ouro com alta correlação entre os métodos e foi recomendada pelo manual da SBGG como opção possível para a realidade brasileira.16,18 A concordância entre DEXA e a equação preditiva é forte, com sensibilidade de 89% e especificidade de 86%.18 Após estimar a


P A RTE

IV

Multicomplexidade

32

Hipertensão Arterial na Pessoa Idosa, 207

33

Diabetes Melito na Pessoa Idosa, 214

34

Dislipidemia, 222

35

Manejo da Doença Renal Crônica Não Dialítica, 226

36

Insuficiência Cardíaca, 233

37

Síndrome Coronariana Crônica, 239

38

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, 249

39

Asma na Pessoa Idosa, 255

40

Osteoporose, 261

41

Osteoartrite, 267

42

Fibrilação Atrial, 273

43

Manejo da Tontura na Pessoa Idosa: Guia Prático, 279

44

Sono na Pessoa Idosa, 285

45

Hiperplasia Prostática Benigna no Envelhecimento: Desafios e Soluções no Dia a Dia, 292

46

Infecção Urinária na Pessoa Idosa, 297

47

Pneumonia na Pessoa Idosa, 303

48

Dermatoses Bolhosas Autoimunes na Pessoa Idosa, 309

49

Farmacodermias, 316

50

Constipação Intestinal, 324

Multicomplexidade

C A P ÍT ULO S


CAPÍTULO

32

Hipertensão Arterial na Pessoa Idosa Bruna de Oliveira Laurindo  Maria Eduarda Augusto Licco  Roberto Dischinger Miranda

Introdução A hipertensão arterial (HA) é a doença cardiovascular mais comum na população idosa e a sua prevalência aumenta com a idade; 65,1% das pessoas idosas acima de 65 anos de idade apresentam essa condição se­gundo dados de 2023. Além disso, a HA também é o principal fator de risco para demais doenças cardiovasculares. Dados do Global Burden of Cardiovascular Diseases and Risks para o Brasil demonstram que a HA foi o principal fator de risco responsável pela mortalidade total no país (104,8 por 100 mil) em 2019, mostrando a importância do controle adequado dessa comorbidade.1 O tratamento da HA confere benefício cardiovascular com diminuição de acidentes vasculares encefálicos (AVE), eventos coronarianos e mortes cardiovasculares, justificando avaliação clínica minuciosa e adequada estratificação de risco.1-3 A HA sistólica isolada representa o padrão predominante nas pessoas idosas, correspondendo a aproximadamente 60% dos hipertensos nesta faixa etária. Esta característica reflete as mudanças estruturais das artérias relacionadas ao envelhecimento, com aumento da rigidez vascular e redução da complacência arterial.1,4

Fisiopatologia O aumento da prevalência de HA nas pessoas idosas está associado à progressiva perda de elasticidade da parede arterial, com consequente redução da complacência vascular, resultando em processo de envelhecimento anormal dos vasos que envolve mecanismos neuro-hormonais e vasculares, promovendo a rigidez das grandes artérias. Por isso, as pessoas idosas tendem a apresentar elevação da pressão arterial sistólica (PAS) e queda da pressão arterial diastólica (PAD), com alargamento da pressão de pulso.1,4,5 Com o envelhecimento ocorre também menor resposta dos barorreceptores à hipotensão, por isso, aumenta-se a prevalência de hipotensão ortostática (HO) e hipotensão pós-prandial (HPP), eventos que podem ser agravados pela ocorrência de doenças neurodegenerativas, como a demência e a doença de Parkinson (DP), que são altamente prevalentes nas pessoas idosas.1,5

Fatores de Risco A idade é considerada um fator de risco isolado para a ocorrência de HA, porém, existem outros fatores, como genéticos, sexo feminino em idades mais avançadas, etnia negra, dieta rica em sódio, uso abusivo de álcool, medicações, drogas ilícitas e anabolizantes, tabagismo, distúrbios do sono, sedentarismo, sobrepeso/obesidade e fatores psicossociais, como estresse ocupacional, baixo status socioeconômico, isolamento social, discriminação racial, depressão e ansiedade.1-3

Etapas para Aferição Correta da Pressão Arterial A aferição da pressão arterial (PA) deve ser realizada de maneira padronizada (Figura 32.1). Para a sua confirmação, a PA deve ser medida em ambos os braços, utilizando o lado com a PA mais elevada para as medidas subsequentes.1

Preparo do paciente

Repouso ≥5min; evitar café, tabaco e exercício

Posicionamento correto

Sentado; pés no chão; braço ao nível do coração

Seleção do manguito

Adequado à circunferência do braço

Realizar 3 medidas da PA (Intervalo de 1min)

Cálculo da média (2a e 3a medidas)

Classificação da PA Figura 32.1 Fluxograma de aferição da pressão arterial (PA) Fonte: adaptada da Brandão et al., 2025.1


População-alvo

Os diuréticos tiazídicos são primeira linha e demonstraram redução desfechos cardiovasculares e cerebrovasculares, incluindo AVE e IC.33-35 Em relação aos efeitos colaterais, a hiponatremia é a complicação mais prevalente nessa população, principalmente em mulheres com 80 anos de idade ou mais, em que o risco de hiponatremia foi maior quando comparado ao uso de BCC.36,37 Ademais, uma vez que essa classe causa depleção intravascular de água e sódio, deve-se atentar para o risco aumen­tado de HO e quedas.38 Portanto, é recomendada a verificação de sódio sérico cerca de 1 a 2 semanas após o início do uso da medicação, além de monitoramento eletrolítico periódico. Os BCC também demonstraram redução de desfechos cardiovasculares e AVE, principalmente quando comparados à classe dos betabloqueadores.39 Adicionalmente, os BCC podem ser utilizados em pacientes com angina, permitindo o tratamento de outras condições nas pessoas

Estratégia

Medicamentos

Monoterapia

DIU, BCC, IECA, ou BRA, BB**

CAPÍTULO 32  Hipertensão Arterial na Pessoa Idosa

Nas pessoas idosas com indicação de associações de medicações, segue-se a mesma orientação para adultos, devendo-se incluir um bloqueador do sistema renina angiotensina aldosterona (IECA ou BRA) com um BCC ou com um diurético tiazídico ou similar,1 conforme fluxograma da Figura 32.2. Os IECA ou BRA estão entre as opções de primeira escolha, principalmente naqueles com doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca (IC), doença renal crônica (DRC) ou diabetes melito (DM).29-31 Inicialmente, essas classes medicamentosas podem provocar discreta piora na função renal com posterior estabilização e estão associadas à proteção da função renal a longo prazo. Os efeitos colaterais mais comuns são tosse seca nos pacientes em uso de IECA e hipercalemia em ambas as classes, sendo necessária atenção maior nas pessoas idosas que fazem uso concomitante de medicações que elevam o potássio, como espironolactona ou eplerenona.31,32

Muito idosos e/ou frágeis e/ou hipotensão postural PA 130 a 139 e/ou 80 a 89mmHg de risco alto HA estágio 1 de risco baixo, a critério médico HA estágio 1 de risco moderado e alto

HA estágios 2 e 3

Meta não alcançada

Associação de dois medicamentos* 60% controle

IECA, ou BRA + DIU ou BBC, BB**

Meta não alcançada

* Otimizar doses, preferencialmente em comprimido único

Associação de três medicamentos* 90% controle

IECA, ou BRA +BBC + DIU, BB**

Meta não alcançada

Quarto medicamento Betabloqueadores** Sempre indicados em condições específicas; IC, pós-IAM, angina, controle de FC, FA, mulheres jovens com potencial para engravidar Pode integrar associações duplas ou triplas, se houver condições clínicas concomitantes Pacientes com HA em hemodiálise

colaterais persistentes

Meta não alcançada Adição de mais medicamentos

Figura 32.2 Fluxograma do tratamento medicamentoso da hipertensão arterial Fonte: adaptada da Brandão et al., 2025.1

Espironolactona Eplerenona, se efeitos

Betabloqueadores** Simpatolíticos de ação

central

Alfabloqueadores Vasodilatadores

211


P A RTE

V

Medicamentos

51

Medicamentos Potencialmente Inapropriados, 331

52

Interações Medicamentosas mais Frequentes e Relevantes, 337

53

Carga Anticolinérgica, 344

54

Intervalo QT no Envelhecimento: Avaliação e Manejo Clínico na Pessoa Idosa, 348

55

Fármacos que Aumentam o Risco de Quedas, 353

56

Medicamentos Associados ao Risco de Parkinsonismo, 357

57

Uso de Anticoagulantes em Pessoas Idosas: Abordagem Clínica, Estratificação de Risco e Segurança Terapêutica, 362

58

Terapia de Reposição de Testosterona em Homens Idosos, 368

59

Terapia de Reposição Hormonal em Mulheres Idosas, 377

60

Desprescrição: Como e Quando?, 381 Medicamentos

C A P ÍT ULO S


CAPÍTULO

58

Terapia de Reposição de Testosterona em Homens Idosos Thales Rossatto  Ana Cristina Canedo Speranza  Ivan Abdalla Teixeira  Ricardo A. Oliveira

Introdução O hipogonadismo masculino é definido como uma síndrome clínica caracterizada pela presença de sinais e sintomas específicos associados à comprovação bioquímica de deficiência de testosterona. Essa condição reflete um comprometimento da função testicular, resultando em redução da produção de androgêniose/ou prejuízo da espermatogênese, podendo acarretar repercussões negativas em múltiplos sistemas orgânicos e impactar significativamente a qualidade de vida (QV) dos indivíduos afetados, incluindo a população de homens idosos.1 Sabe-se que os níveis de testosterona total circulante começam a declinar a partir dos 30 anos de idade na faixa de 1% a 1,5% ano. Dessa forma, após os 60 anos de idade, há quantidade razoável de homens que terá seus níveis de testosterona na faixa considerada deficiente e, com isso, com os sinais e sintomas decorrentes desta deficiência hormonal. Além disso, vale destacar que a testosterona circulante está distribuída em três frações: 1. Ligada à globulina ligadora de hormônios sexuais (SHBG). 2. Ligada à albumina. 3. Na forma livre. A ligação da testosterona à albumina é fraca e facilmente reversível, permitindo sua dissociação e disponibilidade para interação com o receptor androgênico e, da mesma forma que a testosterona livre, encontra-se prontamente disponível para exercer seus efeitos biológicos. Como a SHBG tende a se elevar com o envelhecimento, uma boa parte dos homens idosos poderá ter seus níveis de testosterona total dentro da faixa de normalidade, porém com níveis de testosterona livre na faixa de deficiência. O hipogonadismo masculino pode ser classificado em: Primário (hipergonadotrófico): caracterizado por produção deficiente de testosterona pelos testículos, apesar da presença de concentrações elevadas degonadotrofinas (hormônio luteinizante [LH] e hormônio folículo-­estimulante [FSH]). Secundário (hipogonadotrófico): causado por disfunção hipotalâmica ou hipofisária e caracterizado por

baixas concentrações de testosterona associadas aos níveis reduzidos ou inadequadamente normais de LH e FSH.2 Outro conceito relevante é o hipogonadismo funcional, caracterizado pela ausência de alterações estruturais do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal (HPG). Essa condição está frequentemente associada à obesidade, ao diabetes melito (DM), às doenças crônicas e aos estados inflamatórios, podendo ser potencialmente reversível após o tratamento da causa subjacente.1 O chamado distúrbio androgênico do envelhecimento masculino (DAEM) é o termo preferível para se referir à condição erroneamente denominada no passado como andropausa. Denominação equivocada uma vez que, diferentemente do que ocorre nas mulheres, nos homens não existe parada abrupta da produção desse hormônio sexual na população masculina. Nessa condição, temos um distúrbio misto, no qual a falência hormonal advém de uma combinação de falência testicular combinada e uma alteração central (hipotálamo-hipófise).1 Este tipo de hipogonadismo é frequentemente descrito como hipogonadismo de início tardio (LOH; do inglês, late-onset hypogonadism). O aumento de sua prevalência ao longo do envelhecimento está intimamente relacionado ao acúmulo de comorbidades e distúrbios metabólicos que afetam a regulação do eixo HPG.3,4 Após os 35 anos de idade, ocorre redução progressiva da produção hipotalâmica de hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), ocasionando diminuição da secreção hipofisária de LH. Esse processo aumenta a suscetibilidade ao hipogonadismo, especialmente em homens acima de 50 anos de idade expostos aos medicamentos que suprimem o eixo HPG, como opioides, corticosteroides, androgeniossexógenos e fármacos que elevam a prolactina. Além disso, o envelhecimento associa-se à redução da função das células de Leydig e da secreção de testosterona em resposta ao LH. Embora a testosterona total tenda a diminuir com a idade, essa redução geralmente não é suficiente para caracterizar hipogonadismo na maioria dos homens.5 A obesidade representa a principal causa das reduções populacionais das concentrações de testosterona e do hipogonadismo associado ao envelhecimento.2


Direção do efeito*

Desfechos deletérios

Direção do efeito

Validade e energia

MACE

Humor

TEV*

Função sexual

Embolia pulmonar

Função cognitiva

PSA >4 (avaliação da CaP em aumento)

Sensibilidade à insulina

HPB com sintomas do trato urinário inferior

Prevenção de diabetes melito

Retenção urinária

Velocidade da marcha

Fraturas globais

Quedas

Eritrocitose

Força e potência muscular dos membros superiores e inferiores

Densidade e resistência óssea

Fraturas osteoporóticas maiores

Resolução ou prevenção da anemia inexplicada

Figura 58.3 Resumo dos principais desfechos clínicos observados nos quatro estudos recentes de maior relevância sobre terapia com testosterona *Direção do efeito em comparação ao placebo.

Setas azuis: Testosterone Effects on Atherosclerosis Progression in Aging Men (TEAAM); setas verdes: Testosterone Trials (T-trials); setas roxas: Testosterone for Diabetes Mellitus (T4DM); setas vermelhas: Testosterone Replacement Therapy for Assessment of Long-term Vascular Events and Efficacy Response in Hypogonadal Men (TRAVERSE). Fonte: adaptada de Grossmann et al., 2024.13

Estudo TRAVERSE: O que Aprendemos sobre Segurança Cardiovascular da Testosterona em Homens mais Velhos? O TRAVERSE Trial é o maior estudo randomizado já realizado para avaliar a segurança cardiovascular da terapia de reposição de testosterona.12 População do estudo: 5.246 homens.

CAPÍTULO 58  Terapia de Reposição de Testosterona em Homens Idosos

Desfechos clínicos

Figura 58.4 Resumo dos desfechos deletérios mais relevantes observados nos quatro estudos recentes de maior relevância sobre terapia de reposição com testosterona a Apenas 1 estudo (TRAVERSE) foi especificamente desenhado para avaliar a relação entre terapia de reposição com testosterona e MACE (como um efeito primário) e TEV (como um efeito secundário). Setas azuis: Testosterone Effects on Atherosclerosis Progression in Aging Men (TEAAM); setas verdes: Testosterone Trials (T-trials); setas roxas: Testosterone for Diabetes Mellitus (T4DM); setas vermelhas: Testosterone Replacement Therapy for Assessment of Long-term Vascular Events and Efficacy Response in Hypogonadal Men (TRAVERSE). MACE: eventos cardiovasculares adversos maiores; TEV: tromboembolismo venoso; PSA: antígeno prostático específico; CaP: câncer de próstata; HPB: hiperplasia prostática benigna. Fonte: adaptada de Grossmann et al., 2024.13

Idade entre 45 e 80 anos. Média de idade em torno de 63 anos. A maioria dos participantes apresentava alto risco cardiovascular preexistente ou doença cardiovascular estabelecida. Todos tinham sintomas compatíveis com hipogonadismo e testosterona total <300ng/dL em duas dosagens. Um aspecto importante é que grande parte da amostra era composta por homens idosos, justamente o grupo em que historicamente existiam maiores preocupações quanto à segurança da reposição hormonal.

Formulação Utilizada O estudo utilizou gel transdérmico de testosterona a 1,62%, com ajustes de dose visando aos níveis séricos fisiológicos.

375


P A RTE

VI

O que Mais Importa

61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81

Avaliação Periódica de Saúde, 387 Imunização na Pessoa Idosa, 393 Adequação Alimentar para o Envelhecimento Bem-sucedido, 397 Manejo da Obesidade na Pessoa Idosa, 401 Sexualidade, 415 Manejo da Disfunção Erétil, 422 Abordagem da Dependência ao Tabaco, 428 Como Diagnosticar a Síndrome da Fragilidade, 437 Abordagem da Pessoa Idosa com Hiporexia Crônica, 442 Suplementação Oral: Quando, Como e para Quem?, 447 Reabilitação de Pessoas Idosas com Instabilidade Postural e Imobilidade, 451 Comunicação de Más Notícias: Qual a Melhor Maneira?, 457 Curatela no Paciente com Demência: Quando Indicar e Como Preparar o Relatório Médico, 460 Oncogeriatria e Suporte à Pessoa Idosa com Doença Oncológica, 464 Manejo de Sintomas Desconfortáveis em Cuidados Paliativos, 470 Manejo da Dor Não Oncológica, 481 Manejo das Disfagias Orofaríngeas na Demência Avançada, 488 Instituições de Longa Permanência para Pessoas Idosas Desmistificadas: Uma Modalidade de Cuidado, 491 Abordagem Prática da Espiritualidade e Impacto na Tomada de Decisão, 496 Violência Contra a Pessoa Idosa: Como Proceder?, 502 Reunião Familiar no Cuidado à Pessoa Idosa: Diálogos, Responsabilidades e Intervenções Interdisciplinares, 508

O que Mais Importa

C A P ÍT ULO S


CAPÍTULO

71

Reabilitação de Pessoas Idosas com Instabilidade Postural e Imobilidade Luara da Silveira de Carvalho  Elisa Cavalheiro Libardi

Introdução A instabilidade postural e a imobilidade são questões centrais no cuidado à pessoa idosa. Esses problemas, decorrentes de múltiplos fatores, comprometem autonomia e independência, elevando o risco de quedas, internações e perda funcional progressiva.1 Nesse contexto, a fisioterapia desempenha papel essencial ao prevenir agravos, recuperar funções motoras e promover melhor desempenho funcional. Este capítulo aborda os principais mecanismos envolvidos nesses distúrbios e apresenta estratégias de reabilitação voltadas para ampliar a independência e a qualidade de vida (QV) de pessoas idosas.

Instabilidade Postural A instabilidade postural ocorre quando há perda ou redução da capacidade de manter o centro de massa corporal dentro dos limites da base de suporte, podendo acontecer tanto em situações estáticas quanto dinâmicas e sofrendo influência de aspectos internos e externos.2 Resulta da manifestação clínica da falha ou insuficiência do controle postural, que, por sua vez, é um processo dinâmico e complexo. O controle postural envolve a integração de múltiplos sistemas sensoriais (visual, vestibular e somatossensorial) e motores para manter a orientação postural e o equilíbrio corporal em relação à gravidade, à

superfície de apoio e ao ambiente.2,3 A Figura 71.1 apresentas os principais aspectos envolvidos nesse processo.4-8 Como consequência da falha no controle postural temos principalmente as quedas, que, por sua vez, causam escoriações e fraturas, medo de novas quedas, isolamento social, redução do nível de atividade física, perda de independência, redução de qualidade de vida e aumento do risco de internações e mortalidade.9,10

Importância da Avaliação e Papel da Reabilitação O primeiro passo para a reabilitação de instabilidade postural em pessoas idosas deve ser uma avaliação ampla e multidimensional, levando em conta força muscular, amplitude de movimento, propriocepção, análise cognitiva, social, ambiental, dos sistemas vestibular e visual, bem como testes que analisem o controle postural de forma ampla. As principais ferramentas9,10 utilizadas nos estudos científicos e na prática clínica para avaliação da instabilidade postural estão descritas na Tabela 71.1. Para redução do risco de quedas e instabilidade postural em pessoas idosas é fundamental que haja abordagens multidimensionais, como mostra a Figura 71.2.10-12 A literatura mostra que a realização de exercícios físicos no geral, com regularidade, para pessoas acima de 60 anos de idade traz benefícios para o controle postural e

Alterações relacionadas ao envelhecimento

Principais aspectos

Limite de estabilidade

Alterações posturais

Equilíbrio semiestático e dinâmico

Redução da acuidade visual

Integração sensorial Ajustes posturais antecipatórios

Controle postural

Prejuízo no sistema vestibular Alterações nos proprioceptores e na mobilidade articular

Influência cognitiva

Alteração de contração e co-contração muscular

Estratégias reativas e de proteção

Redução na velocidade sináptica

Figura 71.1 Principais componentes do controle postural e alterações relacionadas ao envelhecimento


Estado cognitivo e comportamental

Função sensorial

Dor, edemas, integridade da pele e lesões por pressão (ou risco aumentado)

Barreiras socioambientais

Força, ADM, tônus, rigidez, contraturas e deformidades

Componentes da avaliação

Condição urinária e intestinal

Capacidade cardiorrespiratória, intolerância ao esforço

Estado motivacional e emocional

Controle postural e marcha

Condição nutricional

Capacidade funcional global

CAPÍTULO 71  Reabilitação de Pessoas Idosas com Instabilidade Postural e Imobilidade

Mobilidade funcional

Figura 71.4 Componentes que podem compor a avaliação do paciente com quadro de imobilidade ou síndrome de

imobilismo

LP: lesões por pressão; ADM: amplitude de movimento.

Mobilização passiva

Exercícios ativos-assistido

Exercícios resistidos

Exercícios aeróbicos

Indicado principalmente para pessoas idosas com incapacidade funcional grave ou acamadas, incapazes de realizar movimentos voluntários. Os benefícios incluem manutenção da amplitude articular, prevenção de contraturas e, conforme evidência recente, podem melhorar a função vascular em idosos cronicamente acamados

São indicados para idosos com força reduzida, mas que ainda conseguem iniciar movimentos com ajuda. Contribuem para ativar a musculatura, prevenir atrofias e servir de etapa inicial para evolução dos exercícios ativos, sendo muito usados após períodos de imobilização ou hospitalização. Também são úteis em casos de comprometimento cognitivo, quando a pessoa não consegue realizar exercícios de forma ativa

Melhoram força, massa muscular, mobilidade e desempenho funcional, reduzindo o risco de quedas e dependência. São fundamentais para reverter o declínio decorrente do desuso, comum em quadros de imobilismo, muito observado no contexto da hospitalização. Evidências mostram que intervenções precoces, individualizadas e multicomponentes que incluem o treinamento resistido progressivo de intensidade moderada são extremamente eficazes para minimizar os prejuízos inerentes à internação

Melhoram a capacidade cardiorrespiratória, função metabólica, cognição, qualidade de vida e auxiliam na prevenção de declínio funcional. Mesmo baixas intensidades e frequências já se mostram benéficas em idosos frágeis. A combinação de exercícios aeróbicos com resistidos potencializa ganhos em força, mobilidade e equilíbrio

Figura 71.5 Possibilidades de intervenções baseadas em exercício no quadro de imobilidade ou síndrome de imobi-

lismo

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