


![]()





EditorA E ProdutorA QuAl EirEli
CnPJ 17.523.350/0001-35 inscrição Estadual 140.490.598.110
rua Campo Grande,385
Vila Hamburguesa - CEP 05302-051
São Paulo - SP - Brasil telefone +55 11 3024-9500
Publisher: marcio l. dadalti
Administração e logística: Patrícia Silva
Editor: Cláudio lacerda oliva (mtb 20.586/SP)
Produção: rCS designer Gráficos e Fotos
• PuBliCidAdE no BrASil
Para anunciar: (11) 3024-9500 dadalti@editoraqual.com.br
• PuBliCidAdE no exterior
Globe Travel Media
tel:19546476464 tel:19542969515
Claudio Dasilva: +1 (954) 647-6464 claudio@globetm.com
• rEdAção
Sugestões de matérias, opiniões ou dúvidas: claudio@editoraqual.com.br
diSPoníVEl nAS PlAtAFormAS diGitAiS:










Prezado leitor,
Maio traz consigo os ventos frescos do outono e o convite irrecusável para desbravar novos horizontes. Nossa edição deste mês foi pensada para quem busca conexões verdadeiras com os lugares, revelando destinos e histórias que surpreendem pela autenticidade e riqueza cultural.
Iniciamos com um mergulho profundo na Louisiana, mostrando que o Sul dos Estados Unidos vai muito além do agito vibrante de New Orleans. De Baton Rouge aos pântanos da região de Northshore, descubra um estado de espírito forjado por uma mistura única de culturas, sabores e uma hospitalidade impecável que transforma qualquer visitante em amigo.
De volta ao Brasil, destacamos o Mundo a Vapor, parque pioneiro em Canela que reabriu ao público após ficar fechado por dois anos para reformas. Agora, essa atração que reúne crianças e adultos oferece novos espaços e experiências imersivas.
Ainda no universo das experiências marcantes, trazemos um bate -papo exclusivo com as criadoras da Holmy. Tati Sisti e Anna Laura contam como transformaram a crise em inovação ao criar uma plataforma 100% brasileira focada em hospedagens com curadoria. Em direção às paisagens do sul do país, exploramos natureza e cultura na Serra Catarinense. Comprovamos que a região é um espetáculo em qualquer estação do ano, convidando o leitor a desbravar cânions majestosos e estradas cênicas e vivenciar o pioneiro turismo rural.
No litoral paulista, Santos se revela uma metrópole envolvente e cheia de memória. Muito além de seu porto monumental, a cidade convida a passeios pelo maior jardim de praia do mundo, viagens no tempo nos bondes e mergulhos culturais nos Museus do Café e do Pelé.
A um pulo da capital de São Paulo, Jundiaí nos recebe de braços abertos com a tranquilidade revigorante da Serra do Japi. Entre os sabores da tradicional Festa da Colônia Italiana e os roteiros pelo enoturismo, o município mostra por que é o refúgio ideal para recarregar as energias aos finais de semana.
Do sul do Chile, trazemos Los Lagos, um destino em que vulcões, lagos e tradições se unem em uma experiência de sofisticação rara. E, para fechar, revisitamos a Cidade do México. A capital mexicana pulsa com a arte de Frida Kahlo, a sofisticação das avenidas de Polanco e a magia indescritível de um voo de balão ao amanhecer sobre as grandiosas pirâmides de Teotihuacán.
Boa leitura, boa viagem e até a próxima edição!
loS lAGoS
A magia chilena em cada estação. louiSiAnA Além dE nEw

GAStronomiA
34
Malagón: Uma estrela espanhola em Charleston, na Carolina do Sul.
37
CidAdE do méxiCo Além dA CoPA
História, cultura e o espetáculo de Teotihuacán visto do céu.
JundiAí
46
A cidade que une festas grandiosas e a tranquilidade do interio de São Paulo.
74
rAdAr QuAl ViAGEm
Notícias e dicas do turismo, hotéis, cruzeiros, voos e muito mais.
Holmy
77
A plataforma brasileira que transformou a crise em negócioe a hospedagem em experiência.

O Sul dos Estados Unidos que conquista de verdade.

87
Boas praias, cultura vibrante e tradições históricas em um só lugar.
93
mundo A VAPor
Com novos espaços e experiências, a atração une arte, tecnologia e memória em uma viagem pelo tempo.
101
Natureza, cultura e aventura no coração do sul do Brasil.

Onde a comunidade, a tradição e os rituais diários permanecem vivos
Além das cidades históricas e do litoral dramático de Malta, existe um estilo de vida mais tranquilo e profundamente enraizado nas vilas do arquipélago. Espalhadas entre Malta e Gozo, essas comunidades formam a espinha dorsal cultural das ilhas — lugares onde a tradição não é encenada para turistas, mas vivida diariamente, moldada pela fé, música, esportes e encontros sociais. Cada vila possui seu próprio ritmo, identidade e histórias, mas todas compartilham um forte senso de
pertencimento. Caminhar por uma vila maltesa é um convite para desacelerar e observar como costumes centenários continuam influenciando o cotidiano.
Uma das características mais marcantes da vida nas vilas maltesas é o clube de banda, conhecido localmente como każin tal -banda. Presentes em praticamente todas

as cidades e vilarejos, esses clubes são muito mais do que espaços de ensaio para músicos. Funcionam como verdadeiros centros comunitários, onde os moradores se encontram diariamente para conversar, tomar café, assistir esportes ou simplesmente fazer companhia uns aos outros.
Os clubes desempenham um papel central na organização das festas religiosas das vilas, conhecidas como festas, celebrações anuais dedicadas ao santo padroeiro da paróquia, além das comemorações da Sexta-Feira Santa, Domingo de Páscoa e Natal. Durante a semana da festa, as bandas lideram procissões pelas ruas decoradas, realizam concertos nas praças e coordenam espetáculos de fogos de artifício, mantendo viva uma tradição que existe há mais de um século.
Muitos desses clubes também operam pequenos bares ou cozinhas informais, oferecendo pratos simples e tradicionais. Os visitantes podem encontrar especialidades como ftira recheada com atum, azeitonas e alcaparras, pratos de massa ou até mesmo coelho - considerado o prato nacional de Malta - servidos de forma simples, mas com genuína hospitalidade.
Igualmente presentes na vida das vilas estão os clubes de bocci, dedicados à versão maltesa do tradicional jogo mediterrâneo de bolas. Praticado em longas quadras retangulares de terra batida ou areia grossa, o boċċi é ao mesmo tempo competitivo e profundamente social.
As equipes se reúnem regularmente não apenas para jogar, mas também para socializar, discutir assuntos locais e compartilhar bebidas e petiscos. Os clubes estão espalhados por Malta e Gozo e geralmente
possuem sedes modestas, onde os espectadores acompanham cada lance de perto. As regras são simples: os jogadores devem lançar bolas metálicas o mais próximo possível de uma pequena bola-alvo. Ainda assim, a atmosfera está longe de ser casual, já que habilidade, estratégia e orgulho local estão sempre em evidência.
Essas capelas podem marcar acontecimentos históricos, antigos limites territoriais ou devoções pessoais, estando integradas às rotas diárias dos moradores. Cada paróquia celebra seu santo padroeiro com uma festa anual que mistura procissões religiosas, música, decorações nas ruas e encontros comunitários. Embora as festas tenham evoluído ao longo do tempo, sua essência continua profundamente ligada à identidade coletiva e à devoção religiosa.
As antigas ruas das vilas maltesas costumam ser estreitas e sinuosas, desenhadas muito antes da existência dos automóveis. Cercadas por casas de calcário em tons dourados, algumas caiadas de branco e muitas com portas e janelas coloridas, revelam detalhes arquitetônicos encantadores.
Os tradicionais batedores de porta — feitos em ferro forjado ou latão brilhante — podem ter formatos de mãos, peixes, leões, golfinhos, animais ou símbolos variados. Eles refletem o gosto pessoal de cada morador, embora certas tradições permaneçam: golfinhos simbolizam boa sorte, leões representam coragem e força, enquanto mãos remetem à generosidade e sabedoria.
Muitas residências antigas também possuem a ante-porta, uma pequena entrada `

secundária ou porta interna de vidro que oferece luz, privacidade e segurança. Esse espaço de transição permitia aos moradores observar a movimentação externa antes de abrir completamente a casa para visitantes.


Talvez o elemento mais reconhecível das ruas das vilas seja a tradicional varanda maltesa, conhecida como gallarija. Essas estruturas fechadas de madeira se projetam sobre as ruas e costumam ser pintadas em tons de verde, azul ou cores mais escuras. Surgidas no final do século XVII, tornaramse populares no século XVIII, especialmente em cidades e vilas influenciadas pela arquitetura barroca. Originalmente criadas para permitir iluminação, circulação de ar e observação discreta da vida nas ruas, as gallariji refletem a rica mistura histórica de Malta, combinando influências mediterrâneas e norte-africanas.
Hoje, cada varanda possui características únicas, trazendo personalidade e ritmo ao cenário urbano.
O que torna as vilas maltesas tão fascinantes não é apenas sua arquitetura ou tradições, mas sua continuidade. As bandas ainda ensaiam todas as noites, mantendo o legado de gerações anteriores. As bolas de boċċi continuam rolando pelas quadras de terra sob os gritos animados dos competidores, os sinos das igrejas seguem marcando o horário da oração do Angelus ao meio-dia, e os vizinhos continuam se cumprimentando das varandas ou nas esquinas.
Viver a experiência das vilas das Ilhas Maltesas é testemunhar uma cultura autêntica, vivida de forma simples, orgulhosa e sem pretensões — uma rua, um clube e uma comunidade de cada vez.
Venha passear pelas ruas de Malta e Gozo em www.visitmalta.com





















entre vulcões, lagos e tradições ancestrais, o sul do chile revela um destino onde o luxo se conecta à natureza de forma autêntica, elegante e surpreendente.

um dEStino que vai aléM do óbvio
Aregião de Los Lagos é um daqueles lugares que surpreendem não apenas pela beleza, mas pela forma como cada experiência é construída. Aqui, o conceito de luxo não está ligado ao excesso, mas à exclusividade, ao silêncio, ao tempo bem aproveitado e ao contato genuíno com a natureza. Para o viajante brasileiro que busca sair do roteiro tradicional, Los Lagos surge como uma alternativa sofisticada aos destinos mais conhecidos da América do Sul. Com acesso via Puerto Montt, a região reúne infraestrutura de alto padrão, hotelaria boutique e uma riqueza cultural que transforma cada parada em descoberta. É um destino que convida a desacelerar - e, ao mesmo tempo, a viver intensamente cada momento.


no inverno, a região de Los Lagos se transforma em um dos cenários mais fascinantes do sul do Chile, onde vulcões cobertos de neve, lagos cristalinos e florestas centenárias criam paisagens cinematográficas. O imponente Vulcão Osorno, com seu formato perfeitamente cônico, domina o horizonte e se tornou um dos grandes símbolos da região.
Além da vista espetacular, o local oferece atividades para diferentes perfis de viajantes: desde esqui e snowboard até caminhadas na neve e passeios panorâmicos de teleférico, sempre acompanhados por vistas impressionantes do Lago Llanquihue.
Para quem prefere uma experiência mais exclusiva e menos movimentada, o centro de esqui de Antillanca surge como um verdadeiro refúgio de inverno.
Cercado por montanhas e bosques nativos dentro do Parque Nacional Puyehue, o local combina excelente estrutura com um clima intimista, ideal




para desacelerar e aproveitar a natureza de forma mais autêntica. A arquitetura rústica dos lodges e a atmosfera acolhedora tornam a experiência ainda mais especial.
E quando as temperaturas caem, nada melhor do que aproveitar uma das experiências mais tradicionais do sul chileno: as águas termais.
Em meio às florestas úmidas e às paisagens nevadas do Parque Nacional Puyehue, diversas termas naturais oferecem piscinas aquecidas ao ar livre, perfeitas para relaxar após um dia de aventuras.
O contraste entre o frio intenso da montanha e o calor das águas minerais cria momentos inesquecíveis.
Algumas termas ainda contam com spas, massagens e gastronomia local, transformando o passeio em uma verdadeira experiência de bem-estar.
Outro destaque do inverno em Los Lagos é a gastronomia típica da estação. Restaurantes e hotéis apostam em pratos quentes, chocolates artesanais, sopas tradicionais e vinhos chilenos que harmonizam perfeitamente com o clima da região. Tudo isso em cenários onde a neve e os vulcões parecem fazer parte de uma pintura.


Às margens do majestoso Lago Llanquihue, a região revela um lado elegante, acolhedor e culturalmente sofisticado de Los Lagos. Puerto Varas, considerada uma das cidades mais charmosas do Chile, encanta logo à primeira vista com sua arquitetura inspirada na colonização alemã, ruas arborizadas e cafés que remetem às pequenas cidades europeias. Caminhar pela orla do lago ao entardecer, tendo os vulcões Osorno e Calbuco ao fundo, é uma das experiências mais marcantes da viagem.
A cidade também se destaca pela excelente gastronomia. Restaurantes autorais valorizam ingredientes locais como salmão, cordeiro patagônico, frutos do mar e produtos artesanais da região. Cafeterias especializadas e confeitarias típicas alemãs



completam o cenário, oferecendo tortas, chocolates e doces tradicionais que se tornaram marca registrada de Puerto Varas.
Já Frutillar parece saída de um cartão-postal. Com jardins impecavelmente cuidados, construções históricas e um ritmo de vida tranquilo, a cidade convida o visitante a desacelerar e apreciar cada detalhe. O forte legado alemão aparece na culinária, na música, na arquitetura e até mesmo nas tradições locais preservadas há gerações. O grande ícone da cidade é o Teatro del Lago, considerado um dos mais importantes centros culturais da América Latina. Localizado literalmente sobre as águas do lago, o espaço recebe concertos, festivais e apresentações internacionais ao longo do ano. Assistir a um espetáculo enquanto os vulcões surgem ao fundo através das enormes janelas panorâmicas é uma experiência única, que traduz perfeitamente a essência sofisticada e contemplativa da região. Para quem busca uma viagem mais completa, vale incluir passeios de barco pelo Lago Llanquihue, visitas a cervejarias artesanais e pequenas rotas cênicas que conectam vilarejos repletos de charme e belas paisagens naturais.




narquipélago de Chiloé, o tempo parece desacelerar. A vida segue em um ritmo mais tranquilo, profundamente ligado às tradições, às lendas e à relação histórica entre o homem e o mar. Formado por ilhas, vilarejos pesqueiros e paisagens verdes quase sempre envoltas por neblina, Chiloé possui uma atmosfera única, carregada de misticismo e autenticidade.
A identidade cultural do arquipélago é percebida em cada detalhe. As famosas casas sobre palafitas coloridas, construídas à beira da água, se tornaram um dos grandes cartões-postais da região. Em cidades como Castro, elas ajudam a criar um cenário singular, onde tradição e cotidiano convivem lado a lado.
A gastronomia é uma das grandes protagonistas





da experiência chilota. O tradicional curanto, preparado de forma ancestral sob a terra com pedras aquecidas, frutos do mar, carnes, embutidos e vegetais, vai muito além de uma refeição: é um ritual coletivo que celebra a cultura local e a união entre os sabores do mar e da terra. Além do curanto, o visitante encontra ostras frescas, centolla, mexilhões gigantes e diversas receitas típicas que fazem de Chiloé um dos destinos gastronômicos mais autênticos do Chile. Outro grande patrimônio da região são suas icônicas igrejas de madeira, reconhecidas pela UNESCO como Patrimônio Mundial. Construídas sem o uso de pregos metálicos, elas impressionam pela arquitetura e pela riqueza histórica, além de refletirem a forte espiritualidade presente no cotidiano local.
Mas Chiloé também encanta pelas histórias. As lendas do Trauco, da Pincoya e do navio fantasma Caleuche fazem parte do imaginário popular e ajudam a criar uma atmosfera quase mágica no arquipélago. Explorar os mercados locais, conversar com moradores e percorrer estradas cercadas por campos verdes e pequenas fazendas transforma a viagem em uma imersão cultural genuína e inesquecível.


Para os viajantes que desejam ir além do convencional, a Patagônia Verde revela um dos territórios mais preservados e impressionantes do planeta. A região impressiona pela grandiosidade das paisagens e pela sensação constante de isolamento em meio à natureza praticamente intocada.
Percorrer a lendária Carretera Austral é muito mais do que uma simples viagem de carro: é uma experiência transformadora. A estrada corta montanhas, vales, florestas milenares e rios de águas azul-turquesa, revelando cenários dramáticos a cada curva. Ao longo do trajeto, pequenas vilas e hospedagens exclusivas oferecem uma experiência acolhedora e intimista, perfeita para quem busca desacelerar e se reconectar com a natureza. Entre os destaques da região está o Rio Futaleufú, considerado um dos melhores destinos de rafting do mundo. Suas águas cristalinas atraem aventureiros em busca de adrenalina, mas a região também




oferece atividades mais contemplativas, como pesca esportiva, trekking, cavalgadas e caiaque em lagos cercados por montanhas.
O Parque Pumalín, criado a partir de um dos maiores projetos privados de conservação ambiental do planeta, impressiona pela biodiversidade e pelas paisagens selvagens. Trilhas em meio a florestas úmidas, cachoeiras gigantescas e mirantes naturais proporcionam uma conexão profunda com o ambiente.
Na Patagônia Verde, o conceito de luxo ganha um significado completamente diferente. Aqui, luxo é o silêncio absoluto, o céu estrelado sem poluição luminosa, o contato genuíno com a natureza e a sensação de exclusividade proporcionada por lugares ainda pouco explorados pelo turismo de massa. Hotéis boutique e lodges sustentáveis elevam a experiência com gastronomia local refinada, termas isoladas e serviços personalizados em cenários remotos de rara beleza.
É um destino para quem valoriza experiências autênticas, paisagens grandiosas e a oportunidade de vivenciar uma das últimas grandes áreas selvagens do planeta.

Se o inverno é marcado pela neve e pelas termas, as estações mais quentes revelam outra faceta da região. Trilhas, navegações pelos lagos, passeios de bicicleta e experiências gastronômicas ao ar livre ganham protagonismo. A primavera traz cores vibrantes e clima agradável, enquanto o verão convida a explorar a natureza com mais intensidade. Já o outono oferece paisagens cinematográficas, com tons dourados que transformam completamente o cenário.
Los Lagos não é apenas um destino - é um convite permanente à descoberta, em qualquer época do ano.

Ideal para casais e viajantes que buscam experiências exclusivas, natureza preservada, gastronomia de identidade e hotelaria de charme.
Aluguel de veículos premium para explorar o circuito dos lagos com liberdade ou transfers privados, especialmente para Chiloé e a Patagônia Verde.
Voos com conexão para Puerto Montt, principal porta de entrada da região.
Destino para o ano todo - cada estação revela uma nova experiência.



Se Charleston, na Carolina do Sul, já era razão mais do que suficiente para fazer as malas, o mês de novembro de 2025 acrescentou um argumento irresistível para os apaixonados por gastronomia: a cidade recebeu três das estrelas concedidas na edição inaugural do Guia Michelin American South, o primeiro guia regional do Michelin dedicado ao sul dos Estados Unidos, revelado em cerimônia em Greenville, Carolina do Sul. Os três restaurantes de Charleston premiados com uma estrela foram Malagón Mercado y Tapería, Vern’s e Wild Common. Entre eles, o Malagón se destaca por uma proposta absolutamente singular: é uma tapería espanhola no coração da Carolina do Sul - e merece cada milímetro da sua estrela.
A poucos passos da King Street, no encantador bairro de Cannonborough-Elliotborough, o Malagón é identificado de fora apenas por um grande “M” e uma janela que convida o olhar para dentro da tapería espanhola. Ao entrar, os olhos são imediatamente atraídos por presuntos Serrano curados pendurados acima do balcão refrigerado, que se estende como um longo bar em direção à cozinha. O interior tem tampos de mármore, lustre industrial barroco e pinturas antigas e acentos escuros - uma atmosfera carregada de personalidade. O espaço funciona ao mesmo tempo como mercado e tapería, com proposta exclusivamente centrada na culinária espanhola. A carta de bebidas - vinhos e cervejas - também é composta inteiramente por rótulos da Espanha. O menu é um livreto dividido em oito seções, e há mais pratos do que mesas - uma abertura generosa ao desconhecido que, como passear por uma rua nova em viagem, foi feita para despertar curiosidade e surpresa.
Juan Cassalett é o chef executivo e co-proprietário do Malagón. Embora tenha crescido no Tennessee e na Colômbia, sua família é originalmente da Espanha - e é dessa herança que o restaurante retira sua alma. Cassalett comanda a cozinha ao lado da parceira Jill Mathias, também chef executiva e co-proprietária do Chez Nous,





restaurante irmão do Malagón, localizado a uma quadra e meia dali. No cardápio, a Espanha dialoga com o Lowcountry: ingredientes locais e sazonais aparecem em pratos que carregam, sem qualquer afetação, o DNA espanhol.
Numa sexta-feira à noite, com reserva feita com antecedência - obrigatória, já que até os lugares no balcão exigem reserva e o espaço tem menos assentos do que itens no menu -, nos sentamos para um jantar que, como manda a filosofia da casa, foi conduzido com calma, generosidade e muito vinho espanhol.
A proposta do Malagón é clara: pratos para compartilhar, chegando à mesa em ritmo próprio, como acontece em qualquer boa mesa espanhola. Em dupla, pedimos oito pratos - e foi mais do que suficiente.
Começamos pela La Bomba de la Barceloneta, uma bomba de purê de batata recheada com carne de porco, servida com tomate e aioli - um clássico catalão executado com precisão e satisfação garantida. A Sobrasada con Queso, com o chorizo mole mallorquino derretido sobre queijo de cabra e mel em pão tostado, encontrou o equilíbrio perfeito entre gordura, doçura e acidez.
Do mar, o Carpaccio de Atún trouxe lombo cru de atum com molho de pimentão basco - delicado e cheio de frescor. O Soft Brioche with Mussels and Aioli foi um dos momentos mais memoráveis da noite: mariscos generosos sobre pão de brioche com aioli, uma combinação ao mesmo tempo simples e irresistível.
O Pescado alla Parrilla, peixe grelhado com pele crocante e molho de jerez com shallots, mostrou o domínio da cozinha no tratamento do produto fresco.
Nos pratos maiores, o Secreto en Salsa de Membrillo - uma picanha de porco grelhada com molho de marmelo e pinhões - conquistou pela sofisticação discreta. Encerramos a refeição com o Pan con Chocolate, chocolate com azeite e flor de sal, e a Tarta de Queso, a famosa cheesecake ao estilo basco, com topo caramelizado quase queimado e centro cremoso e absolutamente derretido. Um final à altura de tudo que veio antes.






Um dos pontos mais distintos do Malagón é seu mercado espanhol, com itens exclusivos importados que dificilmente se encontram em outro lugar na Carolina do Sul - conservas de frutos do mar, azeitonas, vinhos, frios, castanhas. Os próprios produtos do mercado compõem parte da decoração, com a luz natural da janela principal iluminando as prateleiras e convidando os visitantes a levar um pouco da Espanha para casa.
O Malagón fica na 33 Spring Street, em Charleston, e funciona de terça a domingo, das 11h às 22h, com as segundas reservadas para descanso. O telefone é (843) 926-0475 e o site oficial é malagonchs.com. Reservas são indispensáveis - e quanto mais cedo, melhor. No Instagram, o restaurante está como @malagoncharleston
Charleston já era uma das cidades mais fascinantes dos Estados Unidos. Com o Malagón, ganhou também um endereço capaz de rivalizar com qualquer tapería do Mediterrâneo.
Serviço - Malagón
Endereço: 33 Spring St, Charleston, SC 29403, Estados Unidos
Dica da Colunista: Não deixe de provar o brioche com mexilhões.
Mais informações: @malagoncharleston

história, cultura e o espetáculo de Teotihuacán visto do céu
uma das sedes da Copa do mundo F i Fa 2026, a capital mexicana surpreende com experiências que vão muito além do futebol
O palácio do presidente em Zócalo
ACidade do México, uma das mais antigas e vibrantes metrópoles das Américas, revela ao visitante uma rara fusão de culturas, períodos históricos e expressões contemporâneas. Erguida sobre as ruínas da antiga Tenochtitlán, capital do Império Asteca, a cidade, hoje capital do país, se desenha hoje como um mosaico dinâmico, onde passado e presente coexistem em ritmo próprio.
Dividida em 16 alcaldías, o destino pode ser explorado a partir de seus bairros mais emblemáticos - e é justamente ao percorrê-los sem pressa que sua essência se revela. No Centro Histórico, na região de Cuauhtémoc, o tempo parece expandir-se. Entre o vai e vem constante do Zócalo, a imponência da Catedral Metropolitana e os murais do Palácio Nacional, a cidade expõe suas camadas com naturalidade. Caminhar por ali é testemunhar o encontro en-





tre a grandiosidade colonial e vestígios da civilização pré-hispânica que, ainda hoje, emergem entre as construções.
Em Coyoacán, o ritmo muda e convida à tranquilidade. Ruas de paralelepípedos, praças sombreadas, mercados de artesanato e de comidas típicas, além de fachadas coloridas, compõem um cenário que evoca um ar de interior. Entre cafés, sorveterias e feiras locais, o bairro abriga o icônico Museu Frida Kahlo e mantém uma atmosfera que mistura arte, memória e cotidiano com delicadeza.
Já Polanco traduz a face mais contemporânea e cosmopolita da capital. Percorrer suas avenidas arborizadas — especialmente a Presidente Masaryk — é mergulhar em um circuito onde moda, design e gastronomia dialogam com naturalidade. Boutiques, galerias de arte e restaurantes estrelados dividem espaço com hotéis cinco estrelas, enquanto a proximidade com o Bosque de Chapultepec oferece um contraponto verde no coração da cidade e um equilíbrio que se reflete também na forma de se



hospedar na região. É nesse contexto que a experiência de hospedagem se alinha ao padrão elevado do bairro. O InterContinental Presidente Mexico City se destaca pela localização estratégica e pela vocação gastronômica, reunindo alguns dos restaurantes mais reconhecidos da cidade. Com serviço preciso, suítes amplas e confortáveis, o hotel funciona como uma extensão natural de Polanco — sofisticado, eficiente e perfeitamente conectado ao entorno.
Outras experiências relevantes incluem a visita à Basílica de Guadalupe, um dos maiores centros de peregrinação do mundo e um dos símbolos mais profundos da identidade mexicana. Dedicado à Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira do México, o santuário transcende a dimensão religiosa e se afirma como um marco cultural do país. A devoção, que remonta ao século XVI, segue viva e pulsante, atraindo milhões de visitantes todos os anos.
Além de sua riqueza cultural, a cidade se prepara para viver novamente um momento histórico com a Copa do Mundo FIFA 2026. O icônico Estádio Azteca além de ser um dos principais palcos do torneio é o único estádio do mundo a ter sediado duas finais de Copa do Mundo. Em 2026, volta ao centro das atenções globais, reafirmando o papel da cidade também no cenário esportivo internacional.


No entanto, é ao deixar os limites urbanos da capital que uma das experiências mais emblemáticas da viagem se revela.
A cerca de 50 quilômetros da Cidade do México está Teotihuacán, um dos sítios arqueológicos mais impressionantes das Américas. Antiga metrópole que atingiu seu auge entre os séculos I e VI d.C., a cidade permanece um mistério, de sua origem à razão de seu declínio, mas uma certeza atravessa o tempo: sua grandiosidade segue incontestável.
Se em terra as Pirâmides do Sol e da Lua já impressionam, é do alto que Teotihuacán revela sua verdadeira dimensão.
O voo de balão ao amanhecer tornou-se uma das experiências mais desejadas da região. A jornada começa ainda na madrugada, quando o silêncio da paisagem contrasta com a expectativa do que está por vir. Pouco antes do nascer do sol, dezenas de balões ganham o céu simultaneamente, criando uma coreografia delicada que antecede o espetáculo de luz.
Com a chegada do sol, tons dourados e rosados envolvem as pirâmides, destacando suas linhas geométricas e a perfeição urbanística da antiga cidade.





Do alto, a leitura do espaço se amplia: a simetria, os alinhamentos e a vastidão do território tornam-se mais evidentes.
O voo, com cerca de 45 minutos, é marcado pela suavidade e pelo silêncio — elementos que reforçam o caráter contemplativo da experiência. Ao final, o percurso se estende com um brinde e um café da manhã regional.
Realizamos a experiência com a agência Sol Travel, responsável pela operação completa, incluindo o transfer desde a capital. Como a saída acontece ainda de madrugada, optar por uma empresa estruturada é essencial, especialmente em uma atividade que exige rigorosos padrões de segurança.
Para complementar a visita, o passeio a pé pelo sítio arqueológico permite aprofundar o entendimento histórico, com o apoio de guias locais.
Mais do que uma cidade que se prepara para receber o mundo durante a Copa do Mundo FIFA 2026, a Cidade do México se revela como um destino que ultrapassa o contexto esportivo. Entre história, cultura e experiências sensoriais, a capital mexicana convida a uma imersão profunda.
A mais de 2.200 metros de altitude, a Cidade do México tem manhãs frias e tardes mais quentes. No inverno, as temperaturas podem variar de 5 °C pela manhã a mais de 20 °C à tarde. A recomendação é apostar em roupas em camadas, já que as noites também costumam ser frescas ao longo do ano.
Já no verão — que vai de junho a setembro — os termômetros costumam oscilar entre 12 °C pela manhã e até 24 °C durante o dia. Apesar das temperaturas amenas, esse período coincide com a temporada de chuvas, com pancadas frequentes, geralmente no fim da tarde e à noite.
Por isso, a melhor estratégia ao montar a mala é apostar em roupas em camadas, além de incluir um casaco leve e guardachuva ou capa de chuva. Mesmo nos meses mais quentes, as noites na capital mexicana costumam ser frescas ao longo de todo o ano.
4Visto
Brasileiros precisam de visto para entrar no México, mas o processo voltou a ser mais simples. Desde fevereiro de 2026, o país retomou a emissão do visto eletrônico (e-Visa), que pode ser solicitado online por viajantes que chegam ao destino por via aérea.
A exigência de visto mexicano continua sendo dispensada para brasileiros que possuem visto válido ou residência permanente nos Estados Unidos, Canadá, Japão, Reino Unido ou em países do Espaço Schengen. Nesses casos, é possível entrar no país apenas com o passaporte válido.
4t ransporte
O metrô é amplo, eficiente e econômico, sendo uma boa opção para deslocamentos durante o dia. Aplicativos como Uber e DiDi também funcionam bem e costumam ter preços acessíveis, especialmente para trajetos mais longos ou no período noturno.
A repórter viajou com o apoio de intercontinental presidente mexico city, aeroméxico, sol travel dmc, com seguro da affinity seguro viagem e conectividade omeuchip
https://presidenteicmexico.com https://www.aeromexico.com https://www.soltraveldmc.com.mx
https://www.affinityseguroviagem.com.br https://omeuchip.com/
a cidade que une festas grandiosas e a tranquilidade
Por Rebeca Dias
Conhecido por sua Festa da uva, o município, a poucos quilômetros de são Paulo, é uma ótima opção de respiro no final de semana.
Jundiaí, uma das maiores cidades paulistas, é conhecida por suas festas, seja da Uva ou do Vinho Artesanal, da Colônia Italiana ou Portuguesa. Descubra mais sobre os próximos eventos que a cidade sediará.
A famosa e tradicional festa da Colônia Italiana reunirá sabores incríveis e músicas típicas ao vivo durante todo o evento. A abertura acontece no dia 16 de maio, no salão paroquial da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, seguindo nos dois últimos finais de semana de maio e se estendendo até os dois primeiros finais de semana de junho, na praça José Orlandi. Para participar da abertura da Festa, é necessário fazer uma reserva pelo telefone (11) 4584-1406, ou de forma presencial, na Paróquia.
Mediante pagamento simbólico, a comida será servida à vontade, com apenas bebida e sobremesa à parte. Já nos demais dias da festa, a entrada é gratuita, mas com consumo pago.
O cardápio de abertura será: nhoque, macarronada, frango frito, polenta frita e pizza. Já nos dias 23, 24, 30 e 31 de maio, e 6, 7, 13 e 14 de junho, pratos como macarrão, risoto, lasanha, focaccia e crustuli também estarão disponíveis.
Aos sábados, a festa tem início às 18h, com encerramento às 22h. Enquanto aos domingos, é possível aproveitar desde o horário de almoço, a partir das 11h, mas com encerramento às 16h.



Vale destacar que cada data contará com uma apresentação musical, confira os shows:
16/05 - Jantar de Abertura: Banda Felice
Itália e Os Três Tenores Brasileiros
23/05 - Finestra del Cuore
24/05 - Sergio de Rosa
30/05 - Sergio de Rosa
31/05 - I Cantanti Italiani
06/06 - Sergio de Rosa
07/06 - I Cantanti Italiani
13/06 - Finestra del Cuore
14/06 - Finestra del Cuore


Em meio a Serra do Japi, muitas identidades culturais se mostram. Além de uma gastronomia de excelência e contato com a natureza, o patrimônio histórico de Jundiaí é surpreendentemente rico, contanto com museus e antigas construções fascinantes.
Dentre tantos atrativos, a Pinacoteca Municipal Diógenes Duarte Paes merece um destaque. Parte de seu acervo foi incorporada com doações do Conselho de Fiscalização, Artística do Estado e atualmente, obras de Diógenes Duarte Paes, Inos Corradin, Flávio Carvalho, Chrismontez de Brito, Elvio Santiago, Cecilia Celandroni, Valdir Sarubi, Cláudio Tozzi, Sérgio Romagnolo, Tereza D’Amico, Vicente Di Grado e Sisuko Sakai encontram-se nas exposições permanentes.
Também vale muito a pena assistir uma peça do Teatro Polytheama, um dos poucos teatros centenários ainda em atividade no país. Embora tenha fechado em 1975 em decorrência da diminuição de seu público, o Teatro foi reaberto em 1996, como projeto de Lina Bo Bardi, também responsável pela projeção do MASP. Mais recentemente, em 2012,


passou a fazer parte dos patrimônios tombados em nível estadual, na categoria Cultura e Lazer, pelo CONDEPHAAT.
Além disso, os Parques de Jundiaí, embora não muito conhecidos, podem ser um oásis de tranquilidade e renovação de energias: os belos espaços, perfeitos para um descanso nos finais de semana, abrigam também áreas para práticas esportivas, pistas de caminhada, ciclovias e áreas de piquenique, tudo isso em contato direto com a natureza.
O Parque da Cidade, inaugurado em 2004, conta com jardim japonês, anfiteatro ao ar livre e áreas para apresentações artísticas. Há ainda parque de diversões, mesas de xadrez, damas e dominó, quadras poliesportivas, futebol de areia, trilhas e um píer para pequenas embarcações. Embora tenha seus diferenciais, o espaço não permite a entrada de animais de nenhum porte, podendo ser um empecilho para os pais de pets.
Outras opções são o Jardim Botânico de Jundiaí e o Parque Ecológico Morada das Vinhas José Roberto Mota, onde é permitida a entrada de pets.

Em Jundiaí, o vinho e o cultivo das uvas têm um papel central no turismo da região. A terra da uva, como é conhecida, remete à tradição iniciada pelos colonizadores italianos no século XIX. A cidade representa 35% da uva produzida no estado de São Paulo, correspondendo a 80% da renda local.
Lá estão localizadas 20 adegas de fabricação, uma Rota da Uva, o Museu do Vinho e a Festa da Uva. Todo destaque aos vinhos foi polarizado com o cultivo da Niágara Rosada, que apareceu em Jundiaí pelo ano de 1910, pelas mãos do produtor Roberto Carbonari.
O Museu do Vinho, parte do complexo Villa Brunholi, resgata essa história da imigração italiana com a colaboração das famílias Brunholi, Bronzeri, Marquezine, Fontebasso e Spiandorelo. No local, fotos e utensílios utilizados na produção do vinho, assim como recortes de jornais contando a história e um tonel de seis metros de altura e cerca de 110




mil litros remetem a essa tradição da vinicultura. Ademais, no complexo, vale a pena visitar o famoso restaurante, a adega e, para as crianças, a mini fazendinha.
Já na Rota da Uva apresenta uma variedade de opções: tintos, brancos, roses, secos, suaves e frizantes: são diferentes tipos de vinho, muitos deles produzidos tradicionalmente há mais de 100 anos. Não se pode afirmar que se aprecia vinho sem antes ter conhecido essa região e feito esse roteiro. Dentre os grandes nomes da Rota estão: Adega Beraldo Di Cale, Adega Brunholi, Adega Fratelli di Boschini, Adega do Português, Adega Juca Galvão, Adega Fontebasso, Adega Marquesim, Adega Martins, Adega Maziero, Adega Mingoti, Adega Santa Cecília, Adega Sibinel, Adega Vendramin e muito mais.
Um destaque em Jundiaí é o Hotel Summit, localizado o próximo ao Parque Comendador Antônio Carbonari e ao Jundiaí Shopping, com apartamentos equipados com TV a cabo, ar-condicionado e frigobar, além de Wi-Fi gratuito em toda a propriedade, restaurante, área fitness, salas de reuniões, piscina e estacionamento privativo.
O empreendimento também é pet friendly, aceitando apenas animais domésticos, como cães e gatos de pequeno porte, com peso máximo de 10kg, sob um valor adicional de R$160,00 por diária e por pet.
Já em relação a gastronomia, não tem como falar sobre Jundiaí sem mencionar a famosa coxinha de queijo. A iguaria é oficialmente reconhecida como patrimônio imaterial de Jundiaí, tombada em 2018 pelo Conselho Municipal do Patrimônio Cultural (Compac). A coxinha, criada em 1982 por José Carlos Delbim, é famosa pelo sabor único e é celebrada em um festival anual. Portanto, a grande dica é provar a tradicional coxinha de queijo no Kiosque da Roseira e no Lambuza.
A coxinha de queijo já é um patrimônio da cidade



Explore paisagens deslumbrantes, deguste vinhos excepcionais e delicie-se com uma gastronomia incrível nas Rotas do Vinho de São Paulo. Venha brindar com a gente!




Louisiana aL ém de n ew o r L eans

Quando a maioria das pessoas ouve falar em Louisiana, a primeira imagem que vem à mente é inevitável: o French Quarter, o Mardi Gras, o jazz saindo pela janela de um bar na Bourbon Street. New Orleans é, sim, uma das cidades mais vibrantes do mundo - e merece cada segundo do seu hype. Mas ficar só por ela é perder o que talvez seja o segredo mais bem guardado do Sul dos Estados Unidos.
Louisiana é um estado de contrastes e camadas. Uma terra moldada por influências francesas, espanholas, africanas e indígenas que se misturaram ao longo de séculos para criar algo absolutamente único - na gastronomia, na arquitetura, na música e na forma como as pessoas se relacionam.
O estado tem 64 parishes (o equivalente aos condados do resto do país), cada um com sua própria personalidade, e uma capital, Baton Rouge, que carrega a história política e cultural da Louisiana de forma que poucas cidades conseguem.

A primavera é, sem dúvida, um dos melhores momentos para visitar. Temperaturas amenas na casa dos 20ºC a 25ºC, a natureza explodindo em verde nos pântanos e jardins, os festivais ganhando a rua e aquela luz dourada do fim de tarde sobre o Mis-



sissippi que faz qualquer viajante parar tudo e só respirar. Foi nessa estação que chegamos a Baton Rouge, sem saber direito o que nos esperava - e vamos sair, dias depois, completamente encantados.
Do Brasil, o acesso mais prático é via voo com conexão em Miami, Houston, Atlanta ou Dallas até o Baton Rouge Metropolitan Airport (BTR) ou o Louis Armstrong New Orleans International Airport (MSY), distante cerca de uma hora de carro de Baton Rouge.
Companhias como American Airlines, Delta e United operam essas rotas com frequência. O trecho de São Paulo (GRU) costuma girar em torno de 12 a 16 horas, dependendo da conexão.
Para a primavera na Louisiana, leve roupas leves e respiráveis - o calor úmido do Sul pode pegar de surpresa quem não está acostumado.
Um casaco fininho para ambientes com ar-condicionado (e os restaurantes sulistas são famosos por mantê-los no gelo) é essencial, assim como repelente de insetos, especialmente para passeios nos pântanos. Tênis confortável, protetor solar e uma câmera com bateria carregada completam o kit, você vai se arrepender de cada foto que não tirar.
a capital que surpreende
Quem espera encontrar em Baton Rouge uma capital discreta e burocrática vai se surpreender logo na primeira manhã. A cidade tem aquela energia de quem não precisa provar nada - segura de si, cheia de história e com uma cena gastronômica e cultural que cresce a cada ano. O Rio Mississippi, que a corta e define, serve de moldura para um downtown que mistura prédios históricos com uma vida noturna animada e uma programação cultural consistente.
A primeira parada obrigatória é o Coffee Call, que há mais de 30 anos reúne estudantes, famílias e profissionais ao redor de uma xícara de café e uma porção de beignets - aqueles quadradinhos de massa frita cobertos de açúcar de confeiteiro que vão sujar a sua roupa e fazer valer cada migalha. A casa foi reconhecida pela revista Food & Wine como uma das paradas essenciais da cidade, e depois do primeiro beignet você vai entender o porquê. É o tipo de lugar que te faz querer morar ali.
Do café, seguimos para o LSU Rural Life Museum, eleito um dos dez melhores museus ao ar livre do mundo pelo British Museum. Com nota cinco estrelas da AAA e mais de 30 edificações históricas originais, o museu transporta o visitante para a Louisiana do século 19 - fazendas, plantações, casas de trabalhadores rurais e uma coleção de artefatos que contam a história do estado de forma visceral e honesta. Ao lado, os Jardins Botânicos da LSU oferecem cinco milhas de trilhas por bosques, jardins de rosas e o encantador Windrush Gardens, desenhado por Steele Burden e inspirado nos jardins europeus e nas plantações do século 19. Sob a sombra de carvalhos centenários e crepe-myrtles muito antigos, com azaleias e camélias florescendo na primavera, é difícil não entrar num estado de leveza que a gente vai chamar, do jeito que só o Sul americano sabe ensinar, de peace of mind. O almoço no Elsie’s Plate & Pie resume bem o que Baton Rouge tem de melhor: uma cozinha de alma, fundada pelo chef Paul Dupré em homenagem à avó Elsie, reconhecida pelo Guia Michelin em 2025. O menu é uma celebração da culinária sulista com influências Cajun e Creole, e as tortas são a grande estrela. No final do dia, o BLDG 5, embaixo da Per-









kins Road Overpass, oferece jantar com música ao vivo em um espaço que mistura estilo rústico, peças de antiquário e a energia criativa de Baton Rouge. Aqui, a dica é pegar uma das mesas no pátio externo e aproveitar os itens incríveis que o menu deles oferece. Não deixe de pedir a tábua de cookies para encerrar a noite.
Na manhã seguinte, dois capitólios esperam pela sua curiosidade. O Capitol Park Museum apresenta uma viagem panorâmica pela história do estadode Louis Armstrong a Huey P. Long, do Mardi Gras ao comércio do Mississippi. O Louisiana Old State Capitol, uma fortaleza neo-gótica no centro de Baton Rouge, sobreviveu a guerras, incêndios e até a secessão da União em 1861. O filme imersivo “The Ghost of the Castle” apresenta o fantasma de Sarah Morgan, figura real da era da Guerra Civil, numa experiência que mistura história e atmosfera de forma absolutamente memorável. A sexta-feira em Baton Rouge tem o melhor dos finais possíveis: o Live After Five, série de shows gratuitos que toda primavera e todo outono toma a North Blvd Town Square no centro da cidade. Com VIP pass, comida, drinks e as melhores cadeiras da festa, foi impossível não dançar.






•Coffee Call | @coffeecall.batonrouge | (225) 925-9493
•LSU Rural Life Museum & Botanic Gardens | @ lsurlm | lsu.edu/rurallife | 4560 Essen Lane, Baton Rouge | (225) 765-2437
•Elsie’s Plate & Pie | elsiespies.com | (225) 636-5157 | 2025 Michelin recognized
•Capitol Park Museum | louisianastatemuseum.org/ museum/capitol-park-museum | Seg a Sab, 9h-16h | $10 adultos
•Louisiana Old State Capitol | @louisianaoldstatecapitol | louisianaoldstatecapitol.org | Ter a Sex 10h-16h, Sab 9h-13h
•BLDG 5 | @bldg5br | bldg5.com | (225) 256-2287
•Live After Five | downtownbatonrouge.org | Sextas de primavera e outono, 17h-20h, gratuito


A hospitalidade do Sulonde você vira amigo em cinco minutos
Existe uma expressão no Sul dos Estados Unidos, “Southern hospitality”, que os brasileiros acham que entendem e só percebem o quanto não entendiam quando chegam lá. Não é apenas gentileza - é uma forma de estar no mundo. É o garçom que senta do seu lado para te contar a história do dono do restaurante. É a guia de museu que para o tour para te perguntar de onde você vem e o que achou até agora. É o desconhecido num bar que te oferece uma cerveja e vinte minutos depois você já sabe o nome dos filhos dele.
Na Louisiana, essa hospitalidade tem ainda uma camada a mais. As pessoas aqui têm orgulho profundo de onde vieram, da comida que cresceram comendo, das histórias que os avós contaram - e elas querem compartilhar isso com você. Não por turismo, não por protocolo: por amor mesmo. Encontramos no meio de um tour um guia que cresceu caçando e pescando no pântano de Honey

Island a vida toda; sua paixão pelo lugar transbordava em cada detalhe que ele apontava. Em Abita Springs, o homem ao lado na fila da cervejaria nos explicou, com genuíno entusiasmo, a diferença entre o Purple Haze e o Amber - e insistiu que precisávamos provar os dois antes de decidir.

Essa abertura para o outro, essa vontade de trocar experiências, se interessar por quem chega de longe e convidar para entrar - literalmente e figurativamente - é o que transforma uma viagem à Louisiana em algo que ultrapassa qualquer roteiro. Você não apenas visita o lugar. Você passa a pertencer um pouquinho a ele. E ele a você.
a fuga fácil que a Louisiana guarda para si
Se Baton Rouge é o coração político e histórico do estado, St. Tammany Parish - conhecida como “The Northshore” - é sua alma mais tranquila. A uma hora de carro de New Orleans e de Baton Rouge, a região é chamada de “Louisiana’s Easy Escape” por uma razão muito simples: ela entrega, sem esforço, tudo o que se imagina quando se pensa no Sul americano mais autêntico. Mais de 80 mil acres de reservas naturais, cidades pequenas com downtowns encantadores, rios com casas flutuantes, cervejaria artesanal que é a mais antiga do Sudeste dos Estados Unidos e uma cena gastronômica que rivaliza com qualquer grande cidade.
A chegada ao Northshore foi recebida por Nicole Davis, do Visit The Northshore, com aquele sorriso de quem realmente ama o lugar que representa. A primeira parada foi a Abita Brewing Company, fundada em 1986 e considerada a primeira e maior cervejaria artesanal do Sudeste americano. O tour pela






fábrica leva cerca de 30 minutos e mostra o processo de produção usando a famosa água artesiana de Abita Springs - a mesma que dá nome à cidade e que, segundo os moradores, é a responsável pelo sabor inconfundível das cervejas. O Amber e o Purple Haze são os clássicos; para os mais aventureiros, o voo de seis garrafas abre um mundo à parte. Logo depois, o Abita Brew Pub, o endereço original de 1986 na Holly Street, serviu o almoço com a mesma energia descontraída que permeia tudo por ali.
Covington, a cidade principal do Northshore, tem um centro histórico que é um passeio por livrarias independentes, galerias de arte, boutiques e o H.J. Smith’s Sons General Store, funcionando desde 1876 e que é também um museu gratuito que congela o tempo de uma loja geral do século 19. O jantar no Feliciana, bistrô francês inaugurado recentemente no coração do centro histórico, reforçou que o Northshore sabe muito bem o que faz na cozinha - do Ragoût de Duck aux Cèpes ao Double Burger Royal, a carta oscila entre a sofisticação francesa e o conforto americano sem nenhum conflito de identidade.







•Visit The Northshore | @visitthenorthshore | visitthenorthshore.com
•Hilton Garden Inn Covington | hilton.com | 350 Holiday Square Blvd, Covington, LA 70433
•Abita Brewing Company | @abitabrewing | abita.com | 21084 Highway 36, Abita Springs | Tours: $10, seg-qui 13h e 15h, sex-dom 12h às 15h (de hora em hora)
•Abita Brew Pub | @abitabrewpub | abitabrewpub.com | 72011 Holly Street, Abita Springs | (985) 892-5837 | 11h-21h
•Feliciana Restaurant | @felicianarestaurant | felicianarestaurant.com | 405 E. Gibson St., Covington

Nenhuma visita à Louisiana está completa sem mergulhar - literalmente, de barco - no coração dos seus pântanos. O Honey Island Swamp, em Slidell, é um dos ecossistemas mais preservados dos Estados Unidos: mais de 70 mil acres de pântano de cipreste e tupelo, entre os rios Pearl e West Pearl, gerido pelo Departamento de Vida Selvagem da Louisiana. Mais de 35 mil de seus acres são área de proteção permanente - e a biodiversidade do lugar é de tirar o fôlego.
A bordo de um barco de fundo plano da Cajun Encounters, guiado por um capitão que cresceu naquelas águas, a experiência é de outra dimensão. Jacarés americanos tomando sol sobre troncos, garças-azuis-grandes e íbis-brancos entrelaçados nas árvores, javalis selvagens se aproximando da margem, a imponência dos ciprestes-carecas com seus “joelhos” emergindo da água turva, cobertos de musgo espanhol que filtra a luz de uma forma que só existe ali. É a árvore-símbolo do estado, o cipreste-careca - resistente, adaptado, belo na sua própria



estranheza. O pântano tem ainda, como toda boa história sulista, sua lenda: o Honey Island Swamp Monster, um ser bípede misterioso que seria visto nas margens por gerações. Acredite quem quisermas é bom deixar a câmera pronta. De volta a terra firme, o passeio pelo Olde Towne Slidell completa o dia com aquele charme de cidade pequena que o Northshore tem de sobra. O Antique Umbrella Alley - um beco tomado por guarda-chuvas coloridos e murais vibrantes - é um dos pontos mais fotografados da região. Ainda deu tempo para um snowball (o sorvete de gelo raspado típico da Louisiana, em sabores que vão de baunilha a maracujá) na Old Town Soda Shop antes do jantar no Middendorf’s, lenda regional famosa pelo thin fried catfish - o bagre frito fino que fez a fama da casa desde que ela abriu as portas décadas atrás.
•Cajun Encounters Honey Island Swamp Tour | @cajunencounters | cajunencounters.com | 55345 US-90, Slidell | (504) 834-1770
•Middendorf’s Restaurant | middendorfsrestaurant. com | 1951 Oak Harbor Blvd, Slidell
•Old Town Soda Shop | Olde Towne Slidell, 1952 1st St


Se tem uma coisa que a Louisiana leva muito a sério - e que o Northshore elevou à categoria de arte - é o brunch. Não o brunch de hotel apressado, mas o brunch que começa com jazz ao vivo e termina quando você quiser, à beira de um bayou, com um Bloody Mary na mão e a vista para a água.
O Palmetto’s on the Bayou, em Slidell, aberto desde 2002, é um desses lugares que te desarmam desde a chegada. A arquitetura acadiana, a varanda sobre o Bayou Bonfouca, o menu de pratos crioulos clássicos com ingredientes locais frescos e a banda de jazz que torna tudo ainda mais irreal - é o tipo de refeição que você não esquece. Chegamos para o brunch de domingo e entendemos na hora por que o lugar é um dos mais amados de todo o Northshore.

Para encerrar a estadia com chave de ouro, o The English Tea Room em Covington é uma surpresa absolutamente encantadora: um autêntico salão de chá inglês servindo shepherd’s pie, coronation chicken salad sandwiches e mais de 200 tipos de




chás em grãos, num ambiente de cottage que faz tudo parecer um sonho. É o tipo de endereço que só existe em cidades pequenas que têm autoridade e segurança para ser exatamente o que quiserem ser - sem precisar imitar ninguém.
Pela região, os rios do Northshore escondem ainda os famosos cottages e casas flutuantes que aparecem nas fotos mais icônicas dos pântanos. Famílias com tradições que remontam a gerações passam fins de semana pescando e fazendo churrasco nessas estruturas à beira d’água - um pedaço de vida sulista autêntico que sobrevive ao tempo e à modernidade com uma graça que é difícil de não invejar.

Em Baton Rouge, o Origin Hotel foi nossa baseum hotel boutique no coração do downtown, com o Passé All Day Cafe no térreo, um diner com alma parisiense que serve desde o café da manhã até o jantar com aquela mistura de clássico e inesperado que define bem a proposta. Para quem prefere começar o dia com vista para a cidade e um café que tem história, o King Bar & Bistro no Hotel Indigo, com menu farm-to-table e influências Cajun e Creole, é outra opção que não decepciona.
No Northshore, o Hilton Garden Inn em Covington oferece conforto e boa localização próxima ao downtown histórico e à Lake Pontchartrain Causeway - a maior ponte sobre água do mundo, que conecta o Northshore a New Orleans em menos de 45 minutos. Para quem quiser experiências mais intimistas, a região tem uma seleção de B&Bs e hotéis boutique espalhados por Mandeville, Abita Springs e Covington, muitos a caminhada do lago ou das trilhas do Tammany Trace - um caminho de 31 milhas, convertido de uma antiga linha de trem, que conecta cinco cidades do Northshore e é perfeito para caminhadas e ciclismo em meio à natureza.






Serviço
•Origin Hotel Baton Rouge | @originhotels | originhotels.com/baton-rouge
•Passé All Day Cafe | @passebatonrouge | passebatonrouge.com | dentro do Origin Hotel
•Hotel Indigo Baton Rouge Downtown | @indigobr | ihg.com
•King Bar & Bistro | kingbarandbistro.com | dentro do Hotel Indigo
•

A Louisiana tem calendário o ano todo, mas a primavera merece atenção especial. Em Baton Rouge, o Live After Five transforma as sextas-feiras em celebração coletiva de música ao vivo gratuita na praça central - um ritual que une moradores e visitantes com aquela descontração impossível de fabricar. O Capitol Park Museum e o Old State Capitol são paradas obrigatórias para quem quer entender como essa terra complexa e fascinante chegou até aqui.
No Northshore, o Downtown Covington Cultural District concentra galerias, antiquários, restaurantes e lojas em ruas caminháveis que funcionam como um organismo vivo - cada detalhe tem uma história para contar. O H.J. Smith’s Sons General Store, família operando desde 1876, é um museu gratuito disfarçado de loja de ferragens. Em Abita Springs, além da cervejaria, o Mystery House é uma parada curiosa e irreverente - uma coleção de arte e objetos excêntricos que captura algo do espírito livre e criativo do Northshore.
Para quem tem mais tempo, as duas waterfront state parks da região - Fontainebleau, a mais visitada do estado, em Mandeville, e Fairview-Riverside, em Madisonville - oferecem praias, cabanas para aluguel e trilhas que revelam a natureza exuberante da Louisiana a poucos quilômetros da cidade. Kayak nos bayous, pesca, ciclismo no Tammany Trace: o Northshore foi feito para desacelerar com classe.




A Louisiana entrou para a nossa lista daqueles destinos que a gente não esperava amar tanto - e amou com tudo. Voltamos diferentes, com a memória cheia de jacarés, jazz, beignets, histórias de guerra civil e gente que abraça o mundo com os dois braços abertos.
Esta viagem só foi possível graças ao convite da Travel South USA e da Travel South Brasil, e ao Estado da Louisiana, que nos recebeu com generosidade e orgulho das coisas mais bonitas que têm a oferecer. Um obrigada especial e muito carinhoso à Veronica, que nos acompanhou durante todo esse roteiro incrível - sua paixão pelo lugar fez toda a diferença, e cada detalhe que você compartilhou vai continuar ecoando na nossa memória por muito tempo.
Obrigada, Louisiana. A gente volta.

•Visit Baton Rouge | @visitbatonrouge | visitbatonrouge.com
•Visit The Northshore | @visitthenorthshore | visitthenorthshore.com
•Travel South USA | travelsouth.com

O Grupo MSC apresentou a Sandy Cay, nova ilha privativa de luxo nas Bahamas com inauguração prevista para 2028. O destino será exclusivo para hóspedes da MSC Cruzeiros e da Explora Journeys e foi concebido como complemento à Ocean Cay MSC Marine Reserve. A proposta é oferecer uma experiência mais intimista, com foco na conexão com a natureza e na tranquilidade. A ilha tem praias de areia de aragonita e ambientes preservados, alinhados ao conceito de sustentabilidade da companhia. Paralelamente, a Ocean Cay passará por melhorias, incluindo novas opções gastronômicas, áreas de lazer e experiências ligadas à conservação marinha. A estratégia amplia o portfólio de destinos privativos da MSC, integrando vivências em terra e no mar e reforçando o posicionamento da empresa em turismo de alto padrão e experiências imersivas.

O Beach Park teve sua montanha-russa aquática reconhecida oficialmente pelo Guinness World Records como a mais alta do mundo, com 28 metros. A atração “Surreal” supera o recorde anterior dos Estados Unidos e posiciona o Brasil no topo do entretenimento global. Com investimento de cerca de R$ 30 milhões, o equipamento combina narrativa inspirada no surfe, percurso de mais de 340 metros e velocidade de até 42 km/h. A experiência inclui subida panorâmica, descidas intensas e trechos impulsionados por jatos d’água. O novo atrativo reforça a relevância do complexo, que já figura entre os melhores parques aquáticos do mundo segundo o TripAdvisor. O reconhecimento internacional fortalece o Ceará como destino competitivo e amplia a projeção do Brasil no setor de entretenimento e turismo.

O Festival do Café & Riquezas da Serra será realizado entre 22 e 24 de maio em Serra Negra, reunindo produtores e atrações culturais. O evento destaca cafés especiais, queijos, mel e vinhos, além de programação musical ao vivo. A iniciativa reforça a importância do café na economia brasileira, tanto no consumo quanto no mercado financeiro, onde o volume negociado cresceu significativamente nos últimos anos. A região se consolida como polo de cafés arábica de alta altitude, com rotas turísticas que integram fazendas, degustações e experiências rurais. Produtores locais, como Café Santa Serra e Nonno Marchi, ganham projeção nacional. O festival também fortalece o turismo regional, ao conectar gastronomia, cultura e produção artesanal em um ambiente voltado a moradores e visitantes.

Belize ganhará novas frequências da Copa Airlines a partir de junho de 2026, com voos regulares via Panamá três vezes por semana. A ampliação melhora a conectividade internacional e facilita o acesso ao destino. Entre seus principais atrativos está o Sistema de Reservas da Barreira de Corais de Belize, declarada Patrimônio Mundial da UNESCO, considerada a maior barreira de corais do Hemisfério Norte e a segunda maior do planeta. Em terra firme, a experiência continua em sítios arqueológicos Maia como Caracol e Xunantunich, onde história e natureza se encontram em meio à selva. O país também se destaca pela diversidade cultural e experiências que vão de turismo de luxo a aventura. A melhoria logística deve impulsionar a chegada de visitantes, especialmente de mercados internacionais.

O Arte da Natureza Hotel Bonito inaugurou uma nova ala como parte de seu maior plano de expansão, reforçando o posicionamento no segmento de alto padrão. A nova estrutura reúne 46 Suítes Diamond, com piscina privativa, além de duas piscinas externas aquecidas. A principal, com 330 m², é rodeada por jacuzzis e áreas de convivência e conta, em seu centro, com uma fonte de águas dançantes. A segunda piscina, com design arrojado, possui 155 m² e laterais e fundo de vidro, consolidando-se como a maior piscina suspensa do Brasil e uma das maiores do mundo com essas características. O espaço também passa a contar com bar molhado e o Angico Bistrô. Com a ampliação, o hotel chega a 150 apartamentos, sendo 89 com piscina privativa de água climatizada, reforçando sua proposta de exclusividade, privacidade e conforto.

A cidade de Boituva acaba de lançar o Selo Decola Boituva – Voe Seguro de Balão, iniciativa que estabelece padrões de segurança e qualidade para o balonismo turístico. Desenvolvido por operadores e representantes do trade, o selo surge em resposta ao crescimento da demanda e à necessidade de organizar a atividade. O projeto reúne 12 operadores, além de fabricantes, hotéis e empresários da região, e define critérios como manutenção de equipamentos, formação de pilotos e padronização da experiência do visitante. A certificação não tem caráter punitivo, mas reconhece boas práticas e cria um parâmetro comum no mercado. A medida busca aumentar a confiança do turista e fortalecer o posicionamento do destino, especialmente na alta temporada de inverno.



a plataforma brasileira que transformou a crise em negócio e a hospedagem em experiência
Tati Sisti e Anna Laura: as jornalistas que criaram uma plataforma
Tati Sisti e Anna Laura são jornalistas, empreendedoras e, acima de tudo, viajantes apaixonadas. Com forte atuação digital e mais de meio milhão de seguidores somados nas redes sociais, as duas identificaram uma lacuna que o mercado ainda não havia preenchido: a ausência de curadoria real nas plataformas de aluguel por temporada no Brasil. O resultado foi a Holmy, uma plataforma 100% brasileira que nasceu durante a pandemia e que, cinco anos depois, se tornou a principal referência do país em hospedagens por experiência.


A Holmy: onde a hospedagem é parte da viagem
A Holmy não é uma plataforma de reservas comum. É uma curadoria ativa de quase 1.000 propriedades espalhadas por todo o Brasil, de cabanas na Serra da Mantiqueira e casas na árvore a villas de luxo à beira-mar e refúgios em meio à natureza. Cada propriedade passa por um criterioso processo de seleção que avalia padrão de qualidade, autenticidade e potencial de experiência.
O modelo de negócio também se diferencia: os anfitriões não pagam taxa para anunciar, os hóspedes têm acesso a 5% de desconto via Pix e parcelamento em até 3 vezes sem juros, e um concierge especializado acompanha cada reserva do início ao fim. Em 2025, a plataforma registrou crescimento de 7,41% em relação ao ano anterior, aumento de 3,4% no número de reservas e crescimento de 3,6% no ticket médio.
a Holmy começou de uma crise.
Como foi esse momento de virada?
“Eu e a Anna Laura éramos afiliadas do Airbnb e estava rendendo muito bem - era basicamente nosso ganha-pão na época da pandemia. Aí, do nada, eles encerraram o programa de afiliados. Ficamos sem chão. Mas em vez de desistir, começamos a pensar no que poderíamos fazer com tudo que sabíamos sobre hospedagens e experiências. Visitar casas e cabanas era o que a gente mais gostava de fazer - eu já tinha estado em mais de 300 propriedades. Então a ideia da Holmy foi surgindo naturalmente, como uma forma de usar esse conhecimento para criar algo que o mercado ainda não tinha.”
duas pessoas de humanas criando uma plataforma 100% dependente de tecnologia.
Como foi isso na prática?
“Uma loucura total! A gente não tinha background em tecnologia, mas tinha clareza do que queria construir. Demorou nove meses para colocarmos no ar, o tempo de uma gestação mesmo. E foi tudo com recursos próprios, sem investidor, sem aporte externo. Nessa mesma época, eu e meu marido vendemos nosso apartamento para construir a Cabana Everest, que foi nossa primeira propriedade como anfitriãs. Hoje já temos a Cabana Marins também, e 95% das nossas reservas são feitas pela própria Holmy. Foi um salto de fé, e valeu cada segundo.”
O que diferencia a Holmy de outras plataformas de aluguel por temporada?
“A curadoria. Cada propriedade passa por um processo de seleção que avalia padrão de qualidade, autenticidade e potencial de experiência. A gente nunca quis ser um lugar para dormir. A Holmy nasceu como um sonho de mostrar que a hospedagem pode ser parte essencial da viagemnão apenas um detalhe logístico. Além disso, os anfitriões não pagam taxa para anunciar, temos um concierge 100% disponível e os hóspedes têm condições facilitadas como 5% de desconto via Pix e parcelamento sem juros. É um modelo mais justo para todos os lados.”


Quem são os hóspedes da Holmy?
Que tipo de viagem eles estão buscando?
“São pessoas que querem que a hospedagem seja parte da experiência, não só um lugar para dormir. Casais em lua de mel ou mini moon, famílias buscando descanso real, grupos de amigos, nômades digitais que querem trabalhar em cenários inspiradores. E tem uma coisa que me encanta muito: a Holmy faz parte de momentos importantes da vida das pessoas. A gente acompanha pedidos de casamento, luas de mel, baby moons, ensaios de préwedding e revelação de gravidez. Isso mostra que o que construímos vai muito além de uma reserva.”
a Holmy tem uma equipe 100% feminina. isso foi uma escolha ou aconteceu naturalmente?
“Aconteceu naturalmente, mas com muito orgulho. Eu e a Anna Laura sempre acreditamos no potencial das mulheres para criar negócios com sensibilidade, atenção ao detalhe e foco na experiência do outro. Essa cultura está na base da Holmy — e se reflete no atendimento, na curadoria e na forma como nos relacionamos com anfitriãs, hóspedes e parceiros. Empreender como mulher no Brasil ainda tem muitos desafios, mas também tem uma força coletiva incrível.”
O que vem por aí para a Holmy?
“Estamos preparando o lançamento da Holmy 2.0, previsto para o segundo semestre de 2026. É uma nova fase da plataforma, com entrada de sócios estratégicos da área de tecnologia e melhorias significativas na experiência tanto para hóspedes quanto para anfitriões — uma plataforma mais robusta, intuitiva e escalável. A expectativa é crescer 20% em relação a 2025. Estamos só começando.”

A história da Holmy é também a história de um empreendedorismo feminino que se reinventa na adversidade. Tati Sisti e Anna Laura são parte de uma geração de mulheres que está redesenhando o turismo brasileiro — com tecnologia, curadoria e uma visão de hospitalidade que coloca a experiência humana no centro de tudo. Em um setor historicamente dominado por grandes corporações, elas provam que é possível crescer de forma sustentável, com propósito e identidade própria.
O que Tati Sisti e Anna Laura construíram vai muito além de uma plataforma de reservas. A Holmy é a prova de que crise pode ser catalisador, que tecnologia pode ser aprendida e que propósito é o melhor investimento inicial que um negócio pode ter. Em cinco anos, sem aporte externo e com recursos próprios — incluindo a venda de um apartamento para transformar em cabana —, elas criaram um ecossistema que conecta viajantes a experiências que ficam na memória. Com a Holmy 2.0 no horizonte, fica claro que o melhor ainda está por vir.


As cabanas das fundadoras
As fundadoras da Holmy não são apenas curadoras de experiências alheias, elas também constroem as suas. Tati Sisti e seu marido desenvolveram o projeto Orbis, que abriga as duas propriedades da família em Piquete, no interior de São Paulo, na Serra da Mantiqueira, a cerca de 200 km da capital.
A Cabana Everest foi a primeira a ser construída, localizada no ponto mais alto do terreno, a 1.600 metros de altitude, muitas vezes literalmente acima das nuvens. Inspirada na montanha de maior altitude do planeta, a cabana branca remete ao clima alpino dos Himalaias. São dois andares: o térreo com sala de estar com Smart TV e lareira e cozinha completa integrada; e o superior com suíte equipada com cama queen size, piso aquecido, arcondicionado quente e frio, amenities e banheira de imersão com vista para as montanhas. Na área externa, ofurô, firepit, balanços e churrasqueira. Diárias a partir de R$ 1.500 para até 2 hóspedes.


A Cabana Marins é o refúgio mais recente do projeto Orbis, batizada em homenagem ao Pico dos Marins, que alcança 2.420 metros de altitude. Também em Piquete, a 1.600 metros de altura, tem arquitetura ousada com vidros inclinados a 64 graus de frente para o penhasco e para o Pico, criando a sensação de estar flutuando na paisagem. O quarto conta com cama queen size, enxoval padrão hotelaria 5 estrelas, ar-condicionado quente e frio e Smart TV. Na área externa, banheira aquecida com borda infinita.
Ambas as propriedades estão disponíveis para reserva exclusivamente pela Holmy.
holmy.com.br
Concierge disponível por chat, WhatsApp ou e-mail
Parcelamento em até 3x sem juros
5% de desconto via Pix
Sem taxa para anfitriões
Quase 1.000 propriedades curadas em todo o Brasil
Instagram: @holmy






Por isadora lacerda
descubra os encantos de uma das cidades mais antigas do brasil.

acidade de Santos, localizada no litoral paulista, faz parte da chamada Baixada Santista, região composta por nove municípios, do qual é considerada sede. Mundialmente conhecida pelo seu porto - o maior da América Latina -, o destino recebe milhões de turistas todos os anos.
Localizada a 70km da capital de SP, Santos é, na verdade, uma ilha. Com uma excelente rede de serviços, ótimos restaurantes e hotelaria diversificada, a cidade se enquadra como uma excelente opção turística.
Como uma das cidades brasileiras mais antigas, o lugar remonta a um passado colonial, em que, a partir da chegada de Martim Afonso de Sousa em 1532, começou a ser ocupada e teve sua fundação datada em 26 de janeiro de 1546. Desde aquele



ano, Santos, que pertencia à capitania de São Vicente, foi elevada à categoria de vila, passando a atrair cada vez mais pessoas para habitá-la.
Inicialmente, teve papel crucial na colonização açucareira, mas a partir do século XIX, com sua localização estratégica para o mar, tornou-se um escoadouro de grande parte do café produzido, principalmente o proveniente do interior paulista. Assim, foi o ponto crucial para o crescimento econômico do país e da consolidação do Brasil como principal exportador de café do mundo. Com a chegada das ferrovias que interligam as cidades, isso apenas se impulsionou.
Além do café, Santos apresenta uma rica tradição arquitetônica, com edifícios históricos, que são conhecidos pela inclinação curiosa. Construídos entre as décadas de 1950 a 1970, tem uma forma “torta” por conta de suas fundações rasas. Atualmente, já viraram destaque da cidade, como um diferencial entre as orlas do litoral paulista.
Acidade de Santos, com todo seu passado histórico, apresenta inúmeras opções de lazer, reunindo pontos turísticos interessantes e museus surpreendentes, além de passeios imperdíveis. Conheça os principais deles:
Esse é o maior jardim de praia do mundo! Com cerca de 5.300 metros de extensão e abrangendo sete bairros, é reconhecido pelo Guinness World Records. O Jardim da Orla é o local perfeito para dar uma caminhada ao observar o mar, contando com diversos monumentos e conjuntos esculturais.
O famoso morro de Santos, que abriga a Igreja de Nossa Senhora do Monte Serrat, apresenta um funicular que permite sua subida. De lá de cima, uma vista panorâmica deslumbrante abrange toda cidade. Além disso, ao lado do mirante e do santuário, o local oferece uma cafeteria, que anteriormente era ocupada pela alta elite da cidade, na época dos barões de café.
Este museu ocupa a antiga Bolsa de Café de Santos, um edifício que abrigava o centro de negociação de café, em uma das ruas mais bonitas do centro histórico da cidade. Com exposições permanentes e outras temporárias, este local reúne grande parte do mobiliário de época, explorando a trajetória do café e as tradições que perduram até os dias de hoje. No final do passeio, há também uma loja que funciona como cafeteria onde são vendidos os melhores grãos de café.
MuSEu dO
Este espaço gratuito, localizado no Centro Histórico de Santos, é dedicado à história do rei do futebol Pelé. Com funcionamento desde 2014, o Museu do Pelé é visitado até por quem não gosta muito do esporte, afinal, tem diversos materiais históricos, como camisas, chuteiras, bolas, troféus, documentos, fotos e filmes, que perpassam pela trajetória de Edson Arantes do Nascimento até os momentos em que se tornou ídolo nacional.
A Linha Turística do Bonde contempla um passeio lúdico e interessante pelo centro histórico de Santos, utilizando os trios elétricos dos séculos XIX e XX, em que o bonde ainda era o principal meio de transporte da cidade. Como uma verdadeira viagem no tempo, o roteiro se inicia na Estação do Valongo, datada de 1867, e considerada a primeira ferrovia paulista. Após








isso, motorneiros e condutores vestidos à caráter, além do guia, vão indicando os locais de interesse do centro, passando pelo Marco Zero, Museu do Café e Praça Mauá. Também é possível observar, ao longo do trajeto, as construções de caráter colonial e casarões antigos.
Santos é frequentemente eleita como a cidade mais esportiva do Brasil - e isso não se dá por acaso. Com seu relevo majoritariamente plano, a prática de esportes é comumente incentivada ao longo de todo o seu território, com uma grande extensão de ciclovias, quadras espalhadas para o futebol amador (o chamado futebol de várzea), áreas para caminhada e arenas de vôlei e beach tennis.
Além disso, no futebol, o destino ficou conhecido pelo time que leva seu nome, tendo revelado ao Brasil diversos dos grandes ídolos do futebol, como Pelé e Neymar.
No bairro Vila Belmiro está o Estádio Urbano Caldeira, um ótimo lugar para se conhecer e observar com os próprios olhos como a prática do esporte está diretamente ligada à história local.
Outra prova disso é o chamado Tamboréu, um esporte de raquete, de origem italiana que foi altamente popularizado em Santos. Ele é jogado com um instrumento circular de madeira ou rede de nylon e uma bola, similar ao tênis, em áreas na própria praia.
Outro exemplo está no fato de que a Canoa Havaiana, original da Polinésia, chegou ao Brasil pelo porto de Santos e foi introduzida pelo canoísta Fábio Paiva, nos anos 2000; enquanto o Surfe também teve sua primeira prática no mar santista.
A orla da cidade tem cerca de 8 km de extensão e interliga seis principais praias. Famosa pelos seus jardins, oferece estrutura completa de lazer para toda família, com uma faixa de areia perfeita para caminhadas, prática de esportes ou apenas relaxamento.
Seu complexo de praias se inicia pelo Canal 1, após a divisa com São Vicente. Esta é a Praia do José Menino, que se localiza junto ao Quebra-Mar, com águas mais revoltas e boas para o surf. Após ela, a Praia do Gonzaga é a mais central de Santos, enquanto a Praia do Boqueirão é super tradicional, sendo ambas bem movimentadas.
Já a Praia do Embaré e a Praia da Aparecida, são as mais tranquilas e famíliares. Por fim, a Ponta da Praia é a última antes do porto e praticamente não tem faixa de areia. O local é famoso pelo seu pôr do sol espetacular.

Com uma gastronomia rica que vai desde os frutos do mar na praia até pratos mais sofisticados em restaurantes chiques, Santos apresenta diversas opções de restaurantes, bares e quiosques que não decepcionam.
Segue uma pequena lista destes:
•Coco Marine, no Gonzaga
•Mar del Plata, na Ponta da Praia
•Olímpia, em José Menino
•Tasca do Porto, no Centro
•Madê, no Boqueirão
Com ampla rede de hotéis para diversos gostos e tipos de viajantes, a cidade concentra à beira-mar, as melhores opções. Confira algumas delas:
•Sheraton Santos Hotel, em Aparecida
•Comfort Hotel Santos, na Ponta da Praia
•Parque Balneário Hotel, no Gonzaga
•Ibis Santos Gonzaga Praia, no Boqueirão
Por Patrícia Chemin

Em Canela, na Serra Gaúcha, o Parque Mundo a Vapor acaba de ser reaberto ao público após uma reforma de grandes proporções que durou dois anos, resultando em sua maior transformação desde que foi idealizado há mais de três décadas. Com novos espaços e experiências, a atração une arte, tecnologia e memória em uma viagem pelo tempo.
Ainda jovens, os irmãos Omar e Benito Urbani, que cresceram em meio à oficina mecânica da família em Canela, construíram algo que surpreendeu a todos: a miniatura de uma máquina a vapor que funcionava perfeitamente. Mas foi só depois de aposentados que os dois retornaram à oficina e se dedicaram a essa antiga paixão. Foi assim que suas criações enfim ganharam vida.
Em 1991, o hobby tornou-se atração turística com a fundação do Mundo a Vapor pelos irmãos Urbani, sendo um parque pioneiro no destino de Canela e Gramado. Com a missão de transformar conhecimento em diversão, ali foram reunidas as máquinas a vapor em miniatura construídas pelos Urbani, sempre em pleno funcionamento. No ano de 1999, o parque ganhou sua fachada icônica, que recria o acidente ferroviário de Montparnasse, em Paris, com a locomotiva a vapor atravessando a parede e pendurada até o nível da rua.
Depois da morte dos irmãos Urbani, as filhas de Benito, agora à frente da administração do parque, decidiram concretizar um sonho do pai: o de criar uma experiência de fato imersiva no Mundo a Vapor. Assim, por dois anos, , o parque ficou fechado, mas por um bom motivo. Era hora de se reinventar.
No dia 11 de abril de 2026, iniciando as comemorações dos 35 anos do parque, o Mundo a Vapor reabriu ao público após uma grande reforma. O resultado é uma homenagem ao legado dos irmãos Urbani em uma experiência completamente nova. O que continua é o trem na fachada, que segue atraindo os olhares encantados de crianças e adultos.
Agora, o Mundo a Vapor apresenta um circuito de 10 salas imersivas, que, juntas, contam uma história completa, mostrando algumas das grandes invenções da humanidade ao longo dos últimos séculos. Os visitantes são levados para épocas e países diferentes e guiados por um “viajante do tempo” que apresenta todo esse conteúdo de forma lúdica e animada.
No centro de cada sala, as apresentações giram




em torno das pequenas réplicas de máquinas a vapor do passado – as máquinas construídas pelos Urbani com uma incrível riqueza de detalhes. Para ter uma ideia, Omar construiu mais de 30 máquinas a vapor, e todas funcionam perfeitamente até hoje.
O percurso dura cerca de 50 minutos e é realizado em grupos limitados para preservar a experiência. A sequência conta com espaços como oficina, olaria, serraria e siderúrgica, todos devidamente caracterizados com múltiplas camadas sensoriais, entre iluminação, sons, aromas, efeitos especiais e recursos tecnológicos. Em todas as salas, as máquinas a vapor ficam ligadas e desempenham as mais diferentes funções.


Em um mundo repleto de bugigangas tecnológicas ininteligíveis, tem algo mágico em ver pequenas máquinas que movem objetos, fabricam telhas e fazem papel diante dos nossos olhos, de uma forma simples e elegante (sim, tudo isso, e mais, acontece durante a visita). Dá para perceber a função de cada peça, de cada engrenagem que se move em um compasso constante. Máquinas que fizeram o mundo começar a se desenvolver em uma velocidade impressionante.
Nesta nova fase, o Parque Mundo a Vapor celebra a história de uma família e continua a ser uma jornada de descobertas e encantamento, inspirando pessoas de todas as idades a valorizar a criatividade, a engenhosidade e a imaginação humana.






Agora com mais de 3,5 mil m² e capacidade para receber até 4,5 mil visitantes por dia, o Mundo a Vapor tem ainda mais áreas de diversão. Em 2024, foi inaugurada ali a Roda Canela, roda-gigante com 52 metros de altura e uma vista desimpedida da Serra Gaúcha. As 30 cabines climatizadas acomodam até seis pessoas cada. O Mundo a Vapor conta também com o clássico passeio de trem pelo bosque, um agradável trajeto que dura cerca de 10 minutos, além de um espaço gourmet, com oferta de bebidas e snacks diversos, e uma loja repleta de itens temáticos.
Para a visita completa, é possível adquirir o passaporte do Mundo a Vapor, que inclui a experiência das salas imersivas, uma volta na Roda Canela e um passeio de trem.
Informações: mundoavapor.com.br

Caracol Canela
Com fácil acesso às principais atrações de Canela e Gramado, o hotel DoubleTree by Hilton Caracol Canela combina conforto de padrão global com uma experiência autêntica da Serra Gaúcha. Inaugurado em 2025, conta com 105 acomodações pensadas para diferentes perfis de viajantes, de famílias até casais em busca de uma estadia mais intimista. Todos os quartos possuem janelas amplas, design aconchegante e espaços funcionais. O hotel oferece ainda piscina aquecida com água salgada, academia, espaço kids e game lounge. O restaurante, aberto para café da manhã, jantar e serviço de quarto, apresenta um cardápio que valoriza os sabores da região, com pratos elaborados a partir de ingredientes locais e harmonizações pensadas para realçar a cultura vitivinícola do Sul do Brasil. Informações: hilton.com



Hard Rock Cafe Gramado
Local de boa música e boa gastronomia no centro da cidade, o Hard Rock Cafe Gramado é a experiência mais rock ’n’ roll da Serra Gaúcha. A casa tem shows ao vivo todos os dias, o ano inteiro, sempre às 19h30, com tributos às grandes estrelas da música internacional. No cardápio, estão suculentos pratos da culinária norte-americana, sempre muito bem servidos, como costelinha suína ao molho barbecue, bife ancho com purê de batata, fajitas ao estilo Tex-Mex e mac and cheese, além de hambúrgueres, porções para compartilhar e sobremesas, assim como drinques autorais. O restaurante é para toda a família e conta ainda com um verdadeiro museu do rock pelas paredes e a loja oficial da marca Hard Rock.
Informações: cafe.hardrock.com/gramado
O Bustour é a melhor opção para circular por Gramado e Canela. É um transporte turístico circular e panorâmico, com sistema hop-on / hop-off, ou seja, você pode embarcar e desembarcar quantas vezes quiser nas paradas das rotas e durante a validade do ticket. Na rota principal, há mais de 25 paradas, além de pontos extras nas rotas de extensão, o que abrange as principais atrações das duas cidades. O Bustour é pet friendly e acessível e possui monitores durante o trajeto, áudio-guia e um aplicativo gratuito para facilitar a mobilidade. Com ele, dá para ver qual a parada mais próxima, acompanhar em tempo real a localização do ônibus e o horário estimado de chegada em cada parada.
Informações: bustour.com.br


Criada por amantes do mundo automotor, a U Drive Exotic Cars oferece a oportunidade de você pilotar o carro dos seus sonhos. É possível dirigir por percursos pré-estabelecidos de 10 km ou 20 km em Gramado e Canela, ou então andar de carona com um instrutor. Para isso, você escolhe entre uma grande variedade de veículos esportivos, como Ferrari Califórnia, Mustang GT V8, Chevrolet Camaro, Porsche Boxster, Lamborghini Gallardo Spyder (único exemplar no mundo com essa configuração), Chevrolet Corvette C6 e muito mais, todos somando mais três mil cavalos de potência. A depender do carro escolhido, dá para levar até duas pessoas de carona (mediante pagamento adicional por acompanhante).
Informações: udrivegramado.com.br


Por Cláudio Lacerda Oliva

Na região, o horizonte é o limite onde a terra toca o céu com a força de seus cânions.

Um dos destinos mais impactantes do Brasil é a Serra Catarinense com suas 18 cidades que compreendem essa belíssima região do sul do Brasil. A maioria dos turistas tem um desejo em visitar essa bela região, principalmente no inverno. Mas não é só no frio que o Planalto Serrano Catarinense tem destinos incríveis. Durante o ano inteiro, independente da estação, você tem aonde ir e o que fazer.
Se você chegar em Santa Catarina por Florianópolis, uma alternativa é subir pela Serra do Rio do Rastro, também conhecida como Serra do 12 devido aos seus 12 quilômetros de curvas. Ela possui proteções de ferro nas laterais que garantem a segurança dos veículos durante o trajeto.
A outra maneira de chegar em Lages, considerada a capital do Planalto Catarinense, é pela Gol Linhas Aéreas que oferece voos às segundas, quartas e sextas-feiras, ida e volta, que partem do aeroporto de Congonhas e chegam no Aeroporto de Correia Pinto, a exatamente 25 minutos da área central de Lages.
Mas se você pensa em visitar a região apenas no inverno pensou errado! No verão, entre final de janeiro e início de março, é época de colheita de maçãs, então você pode visitar pomares e colhê-las também. Outros atrativos são as cachoeiras, os cânions, saltar de tirolesa e pêndulo, provar o entrevero de pinhão e tomar um bom vinho enquanto se hospeda em uma pousada aconchegante.

Bom Jardim da Serra é a capital das águas
As várias cidades da Serra Catarinense têm atrações deslumbrantes. Portanto, listá-las todas aqui resultaria em um texto extenso. Para quem decide subir pelo caminho da Serra do Rio do Rastro com início na cidade de Lauro Müller, o primeiro destino é Bom Jardim da Serra, com pouco menos de 5 mil habitantes. Se esse for seu trajeto, saiba que é praticamente uma regra: todo turista costuma parar no mirante da cidade e tirar fotos da vista panorâmica.







Bom Jardim é conhecida como Capital das Águas devido às 35 cachoeiras que estão em seu território. A cidade é pequena, mas isso não diminui a sua beleza. Quem inicia a rota pela rodovia SC-390 é acompanhado por imensos campos de vegetação rasteira. Um pouco depois da subida, você encontra o Cânion da Ronda e o Parque Eólico, a menos de 2 km do topo da Serra do Rio do Rastro. Esse é o cânion de acesso mais fácil na região. Fica ao lado da serra e tem uma estrada que leva até o Parque Eólico, sendo necessário caminhar apenas 350 metros para chegar à sua borda. Além do Cânion da Ronda, a cidade também possui o Cânion das Laranjeiras e o Cânion do Funil. E se você estiver só de passagem, é bom ficar de olho nas lojas ao longo da estrada, com queijos e defumados de dar água na boca.

Urubici com uma altitude de apenas 915 metros, é mais baixa que as demais cidades e até mesmo que Curitiba. Mas isso não diminui o frio, não! No cume do Morro da Igreja, um dos destinos mais visitados, foi registrada a temperatura mais baixa da história do país: - 17,8 °C, em 29 de junho de 1996. Ele possui 1.822 metros e é considerado o ponto mais alto habitado do sul do Brasil.
Devido à altura do morro, é possível enxergar a partir dele todo o Litoral Sul Catarinense. Nele também está localizada a Pedra Furada, uma escultura natural em forma de janela que atrai turistas o ano todo. Além do Morro da Igreja, o Cânion Espraiado, a Cachoeira do Rio dos Bugres, e a Cascata do Avencal.
Vale visitar a Cachoeira Papuã. Com passarelas de 300 metros de extensão que terminam em uma pla-

taforma-mirante de vidro a mais de 100 metros de altura. Lá funciona o parque de mesmo nome com 8 atrações. Um importante projeto urbanístico e ambiental que oferece uma variedade de atividades desde as mais radicais, até as mais tranquilas. Uma das principais atrações é a SkyBike, que permite ao turista pedalar sobre as copas das árvores, com uma vista deslumbrante da natureza. Tem ainda o balanço infinito, trilhas e incríveis mirantes.


Se o assunto é frio, agora estamos falando da cidade certa. Isso porque Urupema é considerada a cidade mais fria do Brasil. Emancipada de São Joaquim em 1988, possui cerca de 2,7 mil habitantes.
A praça central fica a 1.335 metros de altitude e o ponto mais alto do município é o Morro das Torres, a 1.726 metros. Esse morro é um dos principais destaques turísticos, junto à Cascata que congela, visitada principalmente nos dias mais frios do ano. A cascata está localizada aos pés do Morro das Torres, a 1.550 metros de altitude. Ela é congelada naturalmente, após uma sequência de três ou quatro dias de temperaturas extremamente baixas na região. No mês de outubro, um pouco depois do inverno, acontece o grandioso espetáculo da natureza: todos

os anos, nessa época, mais de 20 mil papagaioscharão partem do Planalto médio e da Serra do Sudeste, no Rio Grande do Sul, em busca dos pinhões em Urupema. Visite também o mirante no Rio Caronas, onde é possível avistar grandes e coloridas trutas, bem na área central da cidade.
As Taipas, são muros feitos com pedras basálticas, cuidadosamente encaixadas umas às outras para resistir ao tempo, são encontradas por toda a Serra Catarinense, mas na região de Urupema a concentração é maior, especialmente no caminho de chegada à cidade.


Com pouco mais de 10 mil habitantes, a cidade é conhecida pelo turismo rural, ecoturismo e por ser a capital nacional das casas subterrâneas indígenas. Os primeiros habitantes de São José do Cerrito foram os índios Kaingangs, que viviam da caça, pesca e coleta de frutas. A colonização começou com bandeirantes paulistas, seguidos por colonizadores italianos, alemães e portugueses.
O município oferece boa rede de hospedagem com hotéis e pousadas charmosas, bons restaurantes e paisagens de tirar o fôlego. Com o apoio da Amures - Associação dos Municípios da Região Serrana, a prefeitura local está construindo a réplica de uma dessas casas, num parque municipal, onde a visitação será gratuita e aberta ao público. Importante iniciativa para preservar a cultura ancestral da região. Só na localidade de Rincão dos Albinos, foram mapeadas 107 casas indicando um denso povoamento ancestral.







Otacílio Costa é uma charmosa cidade localizada no coração de Santa Catarina que oferece uma experiência única para os visitantes que buscam um contato mais próximo com a natureza. Embora não seja um destino turístico amplamente conhecido, a cidade possui algumas atrações que merecem ser exploradas.
O Parque Municipal é um dos principais pontos de encontro da cidade, ideal para quem busca um momento de lazer em meio à natureza.
Com trilhas para caminhadas, áreas para piqueniques e um belo lago, o parque é perfeito para famílias e grupos de amigos.
A tranquilidade do local proporciona uma experiência relaxante, ideal para quem deseja escapar da agitação urbana.




A Igreja Matriz São Pedro Apóstolo é um importante marco histórico e cultural de Otacílio Costa. Com sua arquitetura imponente e belos vitrais, é um local de visitação obrigatória. Para os amantes da natureza, a Rota das Cachoeiras é uma atividade imperdível. O percurso leva os visitantes a diversas cachoeiras na região, onde é possível nadar, fazer trilhas e tirar fotos deslumbrantes. Otacílio Costa também é conhecida por suas propriedades rurais, onde os visitantes podem participar de passeios que incluem atividades como colheita de frutas, visita a plantações de hortaliças e degustação de produtos locais

Lages é considerada a capital da Serra Catarinense. Extensas coxilhas e campos verdejantes, entrecortados por Taipas centenárias e riachos cristalinos, são moradas de uma flora surpreendente em todas as estações do ano e de uma fauna rica e exuberante. Na floresta de Araucárias preservada como um tesouro e mata que beira os riachos, com xaxins, canelas e bracatingas, se avista o espetáculo da natureza livre, com a gralha azul e a tiriva colorindo o céu azul.
Berço da hotelaria rural, em Lages você pode escolher entre a rusticidade e imponência das fazendas centenárias, com seus casarões seculares preservados, passar apenas o dia no campo, se preferir as noites urbanas ou unir as duas experiências em ho-







téis fazenda que aliam a modernidade de estruturas aconchegante. O outono apresenta o espetáculo das cores terrosas sendo a porta de entrada para a beleza dos campos cobertos de geadas, que ficam totalmente brancos. O inverno é mágico. Quando amanhece o sol derrete a geada, é como se as nuvens estivessem acordando e se levantando para começar o dia. O Camargo, café bem quente, forte e açucarado com leite direto da vaca é um sabor único, que só é vivido nas fazendas lageanas, a Fazenda Boqueirão é uma das precursoras desse movimento que tornou Lages como a Capitão do Turismo Rural no Brasil.
Vale também fazer um passeio pelos museus da cidade, mas que por incrível que pareça, só abrem de segunda a sexta-feira. Entre os destaques estão: o Museu Tiago de Castro, o Casarão Juca Antunes, a Catedral Diocesana, o Centro Cultural Vidal Ramos e o Mercado Público.

Realizada sempre em carros 4x4, a rota é uma grande aventura a bordo de veículo Off Road. Explorar a Coxilha Rica fazendo uma viagem ao tempo. Voltando 200 anos para desvendar e descobrir os caminhos e lugares percorridos pelos tropeiros, que transportavam gado do sul ao sudeste do país. Nas Pedras Brancas e na Garganta do Diabo, os visitantes podem desfrutar de diversas atividades ecológicas, com vistas deslumbrantes do Mirante das Pedras. Vale conhecer o hotel Cerro Azul, uma nova referência hoteleira de destaque na região para um público mais qualificado.
Essa viagem foi oferecida pelo Conserra - Conselho de Turismo da Serra Catarinense. Foram 800 km de percurso em cinco dias e, mesmo assim, visitamos menos da metade das atrações Concluo que essa região no centro do estado catarinense é “onde o frio molda a paisagem, a Serra Catarinense convida a desacelerar e o olhar a perderse no infinito verde e nas enormes pedras”.





Quem leva
Serviço
Gol Linhas Aéreas – voegol.com.br
Onde ficar
•Bom Jardim da Serra
Rio do Rastro Eco Resort - riodorastro.com.br
•LageS
Boqueirão Hotel Fazenda - @boqueiraohotelfazenda
Cerro Azul Hotel Fazenda - cerroazulhotelfazenda.com.br
Hotéis Cattoni - @hoteiscattoni
•São JoSé do Cerrito
Cabanas do Arvoredo - @cabanasdoarvoredo
•UrUBiCi
Serra Bela Eco Pousada - serrabela.com.br
•UrUpema
Chalé Refúgio das Águas - @chalerefugiodasaguas
•para reaLizar Um evento na região
Centro Serra - @centroserra
Mais informações - @amuresregiao @conserrasc
O jornalista viajou a convite do CENTROSERRA com o apoio da CONSERRA e AMURES.


