AAAHHrte !!!
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Nesta edição, iniciamos com um conto ilustrado pelo Marcelo Dola, de quem também é a arte da capa. Este conto, aliás, teve uma construção inusitada. Geralmente, em um conto ilustrado, é primeiro escrito o texto para então o desenhista criar as artes. Mas nesse, eu e Dola fizemos o inverso. Primeiro, ele bolou as ilustrações, e a partir delas, escrevi o texto. Seria então na verdade ilustrações textificadas? Desenhos contificados? Bom, só sabemos que ficou uma produção bem louca, como não poderia deixar de ser, tratando de uma junção de dois loucos. A seguir, uma resenha do livro CAVIDADE, obra póstuma de Alexandre Mendes. Volto a ressaltar nesse espaço essa justa valorização da obra do Alexandre, que pode ser adquirida com a Editora Merda Na Mão ou comigo mesmo. Tenho exemplares disponíveis e aceito sempre a boa e velha TROCA por qualquer produção criativa. Depois, temos mais colaborações e aquela galeria de zines e acontecimentos interessantes encontrados por aí Contatos: agner nyhyhwhw - http://partesforadotodo.blogspot.com – wnyhyw@gmail.com Editora Merda Na Mão: https://editoramerdanamao.blogspot.com Acompanhe as edições do AAAHHrte e outras publicações da Editora Merda Na Mão em: https://editoramerdanamao.blogspot.com/p/catalogo.html .
As edições do AAAHHrte podem também ser vistas/baixadas através da ZINETECA DIGITAL COLABORATIVA (https://drive.google.com/folderview?id=1VOSRYuN_id71RG9ks00clzH9nSTGxyGE ) ou pedidas no wnyhyw@gmail.com .
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AEU ilustrações: Marcelo Dola texto: agner nyhyhwhw
Foi um susto receber visita de mim mesmo. Era eu mesmo? Bom, acho que era, não lembro minha face, há tempos não tenho em casa nenhum espelho. Tinha acabado de abrir uma geladíssima cerveja quando apareceu. Ele, ou eu, disse que arriscou a destruição prematura do espaço tempo e das realidades múltiplas pois precisava me dar o recado, era imprescindível, precisava impedir que eu me tornasse a maior catástrofe da história conhecida. Catástrofe maior que o império Bozonaro?, questionei. Muito maior, respondeu. O que? Isso é
impossível. Você é um grande mentiroso. Acredite em mim. Você não é o que você pensa. Você não é um mero ser humano. Você é uma singularidade. O que? Somos um simulacro. Na verdade todo universo já foi engolido pelo último dos buracos negros, o grande atrator, o buraco original gerado pelo big bang. Somos apenas o sonho de um buraco negro. Você é uma singularidade, uma partícula que escapou do Grande B. Tentei por um segundo assimilar aquelas informações. Então veio me destruir para salvar o universo? Não, vim te salvar para destruir o universo. Hã? Você se lembra da sua irmã? Minha irmã? Eu não tenho... espere.. sim, eu me lembro... vagamente... éramos crianças... brincávamos. Sim. Você teve uma irmã. Mas vocês foram separados quando a reação começou. Eu me lembro. Eu nunca mais a vi... depois do Grande Acidente. O Grande Acidente. Quando o imperador Bozonaro III decidiu que o reino precisava de uma bomba atômica para se proteger de um provável ataque dos países comunistas. A maior bomba jamais construída. Mas quando ela ficou pronta, foi lançada por engano sobre o próprio território. Metade do reino foi incinerado. O restante ficou eternamente contaminado pela radiação. Bozonaro se limitou a dizer: E daí, acidentes acontecem, pessoas iriam morrer de qualquer jeito, e uma radiaçãozinha
não faz mal pra quem for atleta. Logo, multinacionais se instalaram no reino pra vender ar puro e equipamentos de proteção antirradiação. Assim, a economia se recuperou e Bozonaro continuou tendo apoio irrestrito de sua legião de seguidores. Mas é mentira. Não foi isso. Hã? Está lendo minha mente? Sim. Estamos nos comunicando por telepatia, você não havia percebido. Todos acharam que a devastação foi provocada pelo acidente da bomba, inclusive o Bozonaro. Mas não foi. A bomba era na verdade inofensiva, a grande corporação que a construiu enganou o reino para lucrar fácil alguns trilhões de dólares. A enganação teria sido descoberta não fosse o fato que realmente desencadeou o cataclismo... vocês!
Vocês... quem? Você e sua irmã! Ela na verdade é sua antipartícula. Quando vocês se tocam, significa a aniquilação de tudo. Quando crianças, vocês ainda não estavam em sua estrutura completa. Então, durante um tempo, viveram juntos, sem que nada acontecesse. Mas daí, conforme cresciam e se desenvolviam, começaram a ter reações quando se tocavam. Descargas elétricas, pequenos campos magnéticos, pequenas combustões. Você se lembra? Dos seus poderes? Meus poderes… Eu conseguia… criar fogo. Isso. Com o tempo, quanto mais contato vocês tinham, mais poderosos ficavam. Você controlava o fogo e o ar, a terra e o céu. Tudo que existia eram apenas brinquedos pra você. Podia tanto gerar uma pequena fogueira quanto fazer um vulcão explodir, um avião cair, ou o mar engolir uma montanha, quando bem quisesse. Eu… eu me lembro! Eu tinha o poder! O poder absoluto!
Até que, num determinado momento, foi desencadeada uma reação subatômica, que se espalhou quanticamente por todo o reino e então explodiu. Então... eu nunca poderei encontrar minha irmã… Não, burrão. Não entendeu? Você deve encontrar sua irmã. Por isso estou aqui, para garantir que vocês se encontrem e destruam tudo, aniquilem este simulacro. Se não fizer isso, aí sim você será a maior catástrofe da humanidade. Da vida. Do universo. Não! Isso não faz sentido. Não vou aceitar isso! Não quero aniquilar tudo. Mesmo que seja essa ilusão que você diz. Lamento, mas é o seu destino. Venha comigo.
Num movimento rápido, ele toca minha mão. Daí, algo estranho acontece. Ele começa a se distorcer, como um borrão tragado por um redemoinho. Se torna uma imagem desfocada, meio esfumaçada, etérea. Então, começa a se rematerializar, mas numa nova forma… é… minha… irmã. Mas… é você… o que… como? Sim. Era… era você o tempo todo… minha irmã? Sim, e não. Sou eu. Sou nós. Como disse, sua irmã, ou eu, sou sua antipartícula. Na verdade somos o mesmo ser quanticamente. Duas semipartículas do mesmo cristal do tempo. Hein? Infelizmente você ainda não lembra de sua total existência extra-vida. Não deveria ter ingerido tanto desse líquido que os terrenos chamam cerveja. Mas há de lembrar. Somos cristais do tempo, estruturas espaço-temporais cristalinas que apresentam uma periodicidade não no espaço, como nos cristais comuns, mas no tempo. Podemos persistir mesmo no nível mais baixo de energia, quebrando as simetrias espacial e temporal e, eventualmente, sobrevivendo ao fim do Universo. Foi assim que remanescemos ao Grande B.
Eu, ou nós, somos um cristal do tempo. Pensei que eu era uma singularidade… Exato. Por sermos uma singularidade, convivemos juntos nesta pseudo-realidade, naquilo que seria a infância terrestre. Na verdade, éramos semipartículas deslocadas no tempo. A proximidade causou a grande reação e nossa consequente dissociação. Mas a reação não foi completa. Assim, nisso que você por enquanto entende como o agora, eu estou novamente nisso que você por enquanto entende como o aqui, para reagirmos em nossa completa estrutura e definitivamente atingirmos a aniquilação. Desculpe, estou simplificando demais, mas é a maneira de explicar que me pareceu mais compreensível para seu estado terráqueo atual. Tá de sacanagem. Mas… você já me tocou. Então…
Sim, está feito. A reação definitiva começou. Será tudo aniquilado. Como deve ser. Fiquei um tempo abismado, sem saber o que fazer ou dizer, ou mesmo que emoção sentir. Não sabia se estava feliz por reencontrar minha irmã perdida, ou furioso por isso significar a destruição do universo. Então, ela começou a translucidar, a desaparecer aos poucos. Bem, devo partir, minha missão nessa existência está consumada. O que? Não. Por que? Você é minha irmã, eu… Não, você ainda não entendeu. Não sou sua irmã. Não existe eu e você. Nunca existiu. No mundo quântico, uma moeda pode dar cara e coroa ao mesmo tempo. Equivale a caminhar em ambas as direções simultaneamente. Funcionamos não como um ser ou um objeto, que vai para lá e para cá, mas como uma onda se espalhando em todas as direções, em todas as possibilidades ao longo do tempo. É uma caminhada difícil de controlar, mas conseguimos, aqui estamos nós, juntos novamente. Para dizer em termos mais compreensíveis para você, eu sou você, em outro tempo, nós existimos simultaneamente em dois tempos diferentes. Sei… então você… sou eu? Como eu supus logo no início, afinal? Porra, tá muito louco isso. Mas espere! Quando será a aniquilação de tudo? Quanto tempo o universo ainda tem? Minha irmã… ou eu… ou aquela imagem doida definitivamente desapareceu. Mas sua última resposta ecoou em minha mente: Não se preocupe. Na percepção de tempo convencionado pelos terrestres, você ainda terá muitos anos nisso que você por enquanto entende como vida. A aniquilação total consumada pela associação de antipartículas é equivalente a destruir um infinitésimo de massa a cada tetralhão de anos terrestres. Então vai demorar mais tempo do que seríamos capazes de contar, algo indo pro infinito... Um infinito de anos pro fim... Ah, caralho, e eu todo preocupado. E assim finalmente pude voltar a beber minha cerveja sossegado.
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Resenha: CAVIDADE, livro de ALEXANDRE MENDES
Alexandre Mendes era um inconformado. Esse inconformismo já pode ser sentido de cara no contundente texto "MÍNIMO" que abre este livro: "Lambe logo o meu chão, Meu escravo; desgraçado Deixa tudo bem limpinho, porque eu pago seu salário" Aqui temos bem nítida a crítica sobre as relações trabalhistas costumeiras: é a escravidão moderna, a escravidão assalariada. Esse tema é um dos mais presentes na obra de Alexandre, retratado de forma visceral ou com inspirado sarcasmo em textos como "AO PATRÃO, COM CARINHO" , "SALÁRIO", "A FICÇÃO IMITA A REALIDADE", "COLISÃO DE MENTES" ou "BRÊIQUI DE RULLIS". "As instruções do seu patrão: . Senta aqui e escuta meu sermão do dia. . Sorria sempre para as tarefas de adulto que lhe obrigamos a executar. . Conforme-se com o salário de criança que nós lhe pagamos." [BRÊIQUI DE RULLIS] A escravidão histórica colonial também é tema de textos como "ACASO". Alexandre mostra que a escravidão continua, os escravos modernos seguem apanhando, seja do patrão, seja da polícia, seja da máquina produtiva que não pode parar, seja da indiferença. "lá jazia o defunto -Era só um vagabundo! rabecão já vai chegar" [UM CARA]
O cotidiano da periferia, ou daquelas pessoas marginalizadas e sabotadas pelos detentores do poder, são assuntos frequentes. Como em "COCÔTIDIANO", cujo título já diz tudo. Ou em "NO LIMITE", "TROPA DE ELITE", "PERDI O SONO", "CÁLICE", "BAR DA ESQUINA", "A QUEDA", "MEIA HORA", entre outros. "lá falta concreto esgoto e dente" [SEU MANEL] "Estamos com medo. Espero que encontrem logo o corpo." [TIVE MEDO ESSA NOITE] Em "O CRIME ESTÁ VENCENDO?", evidencia que a divisão da sociedade em vencedores e perdedores é uma grande falácia. Até mesmo a situação da polícia, soldados e demais guardiões da pátria e da ordem, é vista com crítica, mas também com humanidade, reconhecendo a perversa e famigerada estratégia de dominação de dividir e conquistar, colocando sabotado contra sabotado. "Anteontem era zagueiro Ontem, era mau sujeito E hoje, apenas estatística" [CONDECORAÇÃO DE HONRA] "A polícia é mau paga e às vezes desconta suas frustrações na gente. Tudo que eles querem é ouvir "sim, senhor" e "não, senhor"." [RECOMENDAÇÕES DE UM MACACO VELHO] As temáticas na obra de Alexandre são grandes, passando por relações familiares, que nem sempre são exemplares ou amorosas, como a conturbada relação entre pai e filho vista em DI PEDRA e PAPAI; "Não sobrou nada, caro estranho, nada, nada pra você" [DI PEDRA] e as relações com a natureza e o mundo animal, retratadas sempre com empatia. "(Adeus, breve nos veremos!)" [UMA VIDA (QUASE) SEM VIDA]
"Homens por cima Animais por baixo Mas não tentem provocá-los dentro de seu próprio espaço" [ANIMAL PLANET] Fruto de uma visão de mundo ampliada de alguém que foi camelô, cobrador de ônibus, professor de história, entre outras funções, além de vivenciar a realidade de comunidades periféricas. Alguém que, não apenas estudava o mundo, mas o observava de perto, em sua múltiplas facetas, com respeito e humildade. E, apesar do olhar crítico, conseguia interagir com uma contagiante simpatia e bom humor, características também marcantes em sua obra. "Entrou no coletivo; deu um arroto e pulou a roleta: Levou um esporro do cobrador. Puxou 50 pratas do bolso e pagou a passagem, dizendo ao funcionário que ficasse com o troco. - Hoje, vamos quebrar a rotina!" [BRÊIQUI DE RULLIS] "Assinval despejara todos os seus herdeiros sobre o bife do bundão da mesa dez." [O TROCO DA GORJETA] O mundo, as pessoas, a natureza, e as interrelações disso tudo em nossa confusa sociedade é retratado com admirável empatia e criatividade, como em "GLÓRIA", "BELO BELA VISTA" ou "TERRA". O inconformismo reverbera como uma revolta criativa e construtiva. "Ergueu a mão esquerda para o alto, tentando alcançar as estrelas, no ápice do esforço físico. "Eu sou a natureza!"-Gritou." [TERRA] As reflexões se estendem sobre os sentidos da vida e da morte, conflitos existenciais, o ser e o não ser, a verdade e o vazio. Reflexões estas que podem não apenas desconstruir o saber absoluto, como também a própria linguagem formal ou até a poética convencional. Temos assim "LINDO'', um subversivo poema cíclico de 11 páginas. Temos também "IRMÃOS METRALHA", em que a crítica social vem junto à subversão das famigeradas conjugações verbais, tão entubadas nos alunos por anos e anos no ensino convencional das escolas. "A REVOLTA DAS PALAVRAS'' é outro exemplo de subversão linguística, de forma bem
humorada. A contundência, tanto da ideia, como do linguajar poético, pode ser sentida em "SEU MANEL". "O sábio que soube demais geme e chora tentando voltar atrás descobrindo que a verdade aprisiona … dentro da sua verdade que os outros sábios chamam de nada" [SEM AÇÚCAR] "universo paralelo FAÇA-SE PRESENTE" [FÉ] "Vê como é o destino? Um dia é otimismo crença em contos verdade mau contada outrora é escuro abismo, e o fim da linha revela o nada." [GG ALLIN] "Pra que o pra quê de tudo isso? Não sei… Quando eu comecei a tentar entender, já era desse jeito…" [?] "eu sei quem é você então, por favor, me ajude e me diga, afinal de contas: quem sou eu?" [??] Estas reflexões são tão fortes na obra de Alexandre que ele até criou o filósofo Nihildamus. Obra que, afinal, era também vasta como seu coração.
"(A minha cara é bem feia, mas o meu coração é do tamanho de um planeta!)" [AH!] Este livro traz poesia e prosa, mas Alexandre também fez ilustrações, quadrinhos, zines, e colaborações em projetos diversos, material que ainda há de render outras coletâneas. Alexandre foi um artista que nos deixou antes do que deveria ser, mas seu legado permanecerá.
CAVIDADE é um lançamento da Editora Merda Na Mão. Quem interessar, pode adquirir direto com a Editora, editoramerdanamao@gmail.com , ou comigo mesmo, também tenho exemplares disponíveis, e aceito sempre a boa e velha TROCA por qualquer produção criativa: wnyhyw@gmail.com .
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AVISO FINAL 38 O Aviso Final, um dos maiores clássicos do fanzinato nacional, chega em 2021 a sua 38 edição. Esta é dedicada à banda OdioSocial, numa entrevista caprichada, com muito assunto e informação, em 24 páginas no simpático formato A6.
Contato: Renato Donisete avisofinal@gmail.com
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E o Henfil também fazia os seus rabiscos:
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MONIQUE BRITO :
todos os corpos caem com aceleração gravitacional constante, determinada por uma combinação testada
Cantei, cantei Como é cruel cantar assim Bastidores, Chico Buarque
nestas tardes a esta hora nestas latitude e longitude cai no chão do laboratório um balão volumétrico de 2 L
Pah! C r a f t!
assustou Pantin que saiu a correr, tremendo
balão tremoroso carrasco e vítima de desilusóes
ele viu a luz no fim do túnel
sem o miliosmolar fatal de KCl
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" Está disponível a edição virtual e gratuita do fanzine “Juvenatrix” número 219 Conteúdo: “Juvenatrix” número 219 (Fevereiro de 2021), 26 páginas. Capa: “Viagem ao Centro da Terra” (1959) Metal Extremo: “Sepulchral Whore” (Recife/PE) Notícias & Divulgações de produções alternativas Contos de Allan Fear, Wagner Teixeira e Rynaldo Papoy Ilustrações de Maria Ferreira Dutra e José Nogueira Resenha de literatura: “Canibal Filmes: Os Bastidores da Gorechanchada”, por André Bozzetto Junior Resenhas de cinema por RR: “Viagem ao Centro da Terra” (Journey to the Center of the Earth, 1959), série de TV “Viagem ao Fundo do Mar”, episódios “O Ataque da Aranha Monstruosa” e “O Monstruoso Homem-Peixe”, filme “Viagem ao Fundo do Mar” (Voyage to the Bottom of the Sea, 1961) HQ “A Noite Em Que Ela Voltou”, por André Bozzetto Junior HQ “A Lenda do Espantalho Sanguinário”, por Angelo Júnior JUVENATRIX – 31 anos – Desde Janeiro de 1991 – total 5.009 páginas “A morte é apenas o começo... de uma eterna vida de dor...” Editor – RR Capa: “Viagem ao Centro da Terra” (Journey to the Center of the Earth, 1959) HQ “A Noite Em Que Ela Voltou”, por André Bozzetto Jr
HQ “A Lenda do Espantalho Sanguinário”, por Angelo Júnior E-mail: renatorosatti@yahoo.com.br Blog: www.juvenatrix.blogspot.com.br Facebook: https://www.facebook.com/juvenatrix/ Twitter: https://twitter.com/Juvenatrix Instagram: https://www.instagram.com/juvenatrix/ Lançamento dessa edição: 01/02/2021 – São Paulo/SP Distribuição gratuita por e-mail através de arquivo PDF "
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Clarisse da Costa
Consciência e liberdade
O preço da cana-de-açúcar era a mão do escravizado sendo decepada. A cana-de-açúcar era moída em máquinas a vapor caso sua mão se prendesse ali o capataz com um facão nas mãos cortava o pulso. A mão saia e a produção de açúcar continuava. A Europa precisa de açúcar. Eles estavam fascinados com a combinação de café amargo com açúcar. A cana-de-açúcar foi a desgraça dos povos africanos. Eles não imaginavam que uma coisa tão rica no seu continente fosse tirar a sua liberdade. Então entenda não se trata se uma simples história se trata das nossas origens por dolorosa que seja. Os donos das plantações plantavam nas suas fazendas cactos com espinhos para os negros não fugirem correndo nas plantações. O processo do corte cana-de-açúcar ainda continuo o mesmo, a mão de obra humana, nada de máquinas e se você perceber ainda existe muitos negros nesse trabalho. Pare e pense os negros africanos que foram escravizados por brancos, esses sempre fizeram questão de ocultar toda a história nos livros escolares. Provavelmente para ficarem no papel de vítimas e nós de culpados. Então não entre nessa ideologia de racismo recesso que tentam colocar na nossa mente. Por acaso você já viu nas delegacias de polícia brancos e brancas fazendo queixa contra crime racial sofrido por conta de um negro? O negro nunca passou de mercadoria e a igreja católica foi responsável também desse processo de escravidão. O papa naquele período assinou o documento permitindo a Espanha escravizar africanos. Para a igreja católica os africanos eram pagãos e por serem pagãos não mereciam liberdade. A igreja sempre teve os povos africanos como não cristão por causa da sua cultura e rituais religiosos. E própria igreja católica era proprietária de escravos Clarisse da Costa é poetisa e militante do movimento negro em Biguaçu Santa Catarina. Contato: clarissedacosta81@gmail.com
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" Murder Records anuncia a mais recente molestação de ruído de Disfigured Human Mind que se apresenta no formato de um manifesto redigido com os restos de excrementos fumigados e aqui escarrados contra o Underground moderno repleto de merda, libertando assim os odores de enxofre mofado desta putrefação de ruído literário socialmente desumano e que se intitula “Danihell Slaughter Deve Ser Morto!!!”… O meu ódio a mim próprio foi, é e será eterno, é por isso que, nestas três campanhas de ruído que acompanham este maldito manifesto, não existem tampões para os ouvidos, nem os olhos estão vendados ou as línguas cortadas nas bocas agrafadas, simplesmente porque isto não é para aquelas mentes fracas que se vendem facilmente nas aparências de uma prostituição social demasiado sentimentalista… Esta asquerosa essência foi abruptamente extraída de um profano exventramento social no obscuro apêndice das trevas e que aqui apodrece lentamente nas mais repugnantes formas de ecoar os mórbidos murmúrios insultuosos para poder penetrar profundamente nos abismos desprezíveis da morte e onde essas criaturas malditas se devoram vorazmente nos seus próprios pesadelos onde se afogam com os seus poderosos venenos numa existência desnecessária neste panafernálico submundo da barulheira infernal!! Não esperem nada de mim que eu também não espero nada de ninguém, por isso estimo bem que tudo e todos se fodam… HMR094 | DISFIGURED HUMAN MIND "Danihell Slaughter Deve Ser Morto!!!" Cassette + Fanzine com 28 Paginas A5 com info de Disfigured Human Mind e onde esta incluido o RANCOROSO MANIFESTO REGADO COM OS VENENOS DE UM GRINDER FILHO DA PUTA CHEIO DE PURO ÓDIO RANÇOSO DEVIDAMENTE VOMITADO, MIJADO E CAGADO PARA CIMA DE VOCÊS TODOS e que foi lançado em 2020 no Brasil pela editora Merda Na Mão e Reboco Caído Fanzine... Edição limitada a 50 copias numeradas a mão...
IMPROVISED NECRO NOISE VIOLENT GRINDCORE ========================== PUNIÇÃO RUÍDOSA GRAVADA EM 2017 SEM TAMPÕES NOS OUVIDOS... 01 - Intro (This Is A Remain Criminal Punishment) 02 - Let's Make Some Grind Or Noise? Both... 03 - Stay Alone Is Better 04 - Intro (Blood) 05 - Your Mind Is Your Jail 06 - You Make Your Own Chains 07 - Intro (Receive Your Punishment) 08 - Freedom Don't Existe 09 - You're Always A Slave From Yourself 10 - Life Is Brutal And You Just A Weak Human Shit 11 - Outro (Between Your Punishment And My Brutality) RUÍDO PANDÉMICO REGISTADO EM 2020 SEM OS OLHOS VENDADOS... 12 - Intro (Social Decomposition) 13 - Apocalyptic Noise On... Pandemic World Off... 14 - Outro (Human Consumption) VOMITÓRIO DE ÓDIO GRAVADO EM 2021 SEM AGRAFOS NA BOCA... 15 - Danihell Slaughter Deve Ser Morto!!! (O Manifesto Contra O Underground Moderno Repleto De Merda!!!) Todas as sessões de ruído foram devidamente preparadas com a desicação dos ruídos exumados entre 2017 e 2021 por Disfigured Human Mind nos Graveyard Farm Studios na Holanda. A Sessão de Ruído Abrassivo do ruído 1 até ao ruído 11 foi gravada em 2017 com Cadaver Panafernálicus nos espasmos vomitados, Cadaver Efermus na guitarra e Bonifácio na bateria. A Sessão de Ruído 12 até ao ruído 14 foi gravada em 2020 com Cadaver Panafernálicus nos delirios esquizofrenicos e Alex no baixo. O manifesto de ruído mórbido 15 foi gravado em 2021 por Cadaver Panafernálicus com o seu ódio a si próprio que escarra contra o Underground moderno cheio de merda... Disfigured Human Mind neste desmembramento de ruído teve o contributo dos malditos restos humanos:
Cadaver Panáfernálicus (Vomitório) Cadaver Efermus (Guitarra) Bonifácio (Bateria) Alex (Baixo) Contacto: www.disfiguredhumanmind.bandcamp.com ========================== RELEASE DATE 25 FEBRUARY 2021 PRE ORDER UNTIL 20 FEBRUARY 2021 ========================= LISTEN WITH STREAM TO USE FOR REVIEWS AT MURDER RECORDS BANDCAMP: https://disfiguredhumanmind.bandcamp.com/album/danihell-slaughter-deve-sermorto FOR MORE INFO CHECK HERE AT CADAVERIC NOISELETTER: http://www.murder-records.com/428733647 PRE ORDER NOW HERE AT HELLSTORE: http://www.murder-records.com/428406064/product/4853006/disfigured-humanmind?catid=1400520 ORDER SOON AT DISCOGS: https://www.discogs.com/seller/Murder.Records FOR MORE INFORMATION JUST SEND A E-MAIL TO: order@murder-records.com =========================
CHAOTIC NOISE ON... PANDEMIC WORLD OFF... SHOW ME YOUR PASSION... NO MERCY FOR YOUR FASHION... info@murder-records.com www.murder-records.com © - 2021 Murder Records ========================== MANIFESTO CONTRA O UNDERGROUND MODERNO REPLETO DE MERDA!!! Danihell Slaughter deve ser morto... Porque náo se vende nem se ajusta A este tipo de Underground moderno... Deve ser decapitado numa guilhotina... Porque jamais será formatado por esta sociadade hipocrita... Deve ser enforcado, com arame farpado... Porque este Underground moderno o que precisa é de mentes fracas... Onde tudo e todos se dizem ser Underground... Mas que não são é merda nenhuma... Uma cambada de vendidos... Que se julgam uns podres... E que não passam de flores de estufa... Que nem para um funeral servem... Figuras tristes armadas em estrelas de cinema porno... Mas que na realidade só servem para lamber piças nas suas telenovelas... Deve ser fuzilado com granadas... Porque se esta a cagar completamente para voces todos... Especialmente para o que voces pensam e dizem... Danihell Slaughter essa aventesma bruta da sociadade... Deve ser estrangulado vivo... Porque não tenciona fazer parte de nenhum rebanho... Muito menos do circo repleto de malabaristas e palhaços... Que representam esta escória humana do Underground moderno... Onde existe apenas um completo vazio de opiniões...
Para serem todos umas reles fotocopias humanas uns dos outros... Mas que se julgam os donos de uma verdade hipocrita... Que apenas serve para controlar e manipular... Para te lavar o cerebro com as suas mentiras... Danihell Slaughter deve ser morto... Com um tiro no meio dos cornos... Porque diz o que pensa sem medos nem complexos... (Manifesto de ódio pessoal escrito por Danihell Slaughter em 13 de Janeiro de 2021) "
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http://infernoticias.blogspot.com
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" está no ar a 25ª edição da Revista LiteraLivre. Acessem e baixem a revista por um dos links abaixo. também o link para a edição especial. Links: http://revistaliteralivre.blogspot.com/2021/01/lancamentoedicao25.html http://revistaliteralivre.blogspot.com/2020/12/edicaoespecial04.html " -Ana Rosenrot Revista LiteraLivre http://cultissimo.wixsite.com/revistaliteralivre
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IVAN SILVA : Ativo Muito melhor que estar na mídia é star na mente das pessoas e nos corações. Ivan Silva8 http://atunalgun.blogspot.com
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https://karusocioambiental.wixsite.com/karu
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https://drive.google.com/drive/mobile/folders/0B_opL1ESMHzncVg1bU9DcGVqSUk
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os 14 zines produzidos por Karoll Castro, como bolsista da Fanzinoteca IFF Macae, para a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro estao disponiveis no site da Editora Marca de Fantasia para download https://www.marcadefantasia.com/revistas/ifanzine/edicoes/defensoresdapaz/defen soresdapaz.html
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https://drive.google.com/open?id=1UY9h5RZC07HdejDBMyU33vc4zz9LFEha https://issuu.com/comerpraque.juventude
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ZINE CONTRA MÃO MUSICAL
Contato: Zé Julio Zap: 86-99467-8318
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Denilson Rosa dos Reis Perfil: https://tchedenilson.webnode.com/ : Sonoridades Múltiplas 05 Este zine resgata minhas andanças pelos palcos roqueiros com comentários de shows que assisti a partir dos anos de 2000. Muito rock’n’roll, tudo ilustrado por feras do quadrinho nacional. Colaboram como ilustradores: Alex Doeppre (RS), Anderson Ferreira (RS), Andy Cortsant (SC), Diego Müller (inmemorian), Gazy Andraus (SP), Henry Jaepelt (SC), Laudo Ferreira (SP), Maria Jaepelt (SC) e Paulo Fernando (CE). Participação especial de Henrique Reis (RS). Capa de Law Tissot (RS). São 22 páginas, formato A5, xerox, capa colorida, R$ 10,00 + frete. Versão digital gratuita. Solicite pelo e-mail: tchedenilson@gmail.com
Caverna dos Gibis 07 O zine traz comentários sobre quadrinhos, fanzines e afins, em especial o quadrinho nacional independente. O zine vem recheado de ilustrações exclusivas. Artes: Emir Ribeiro (PB), José Andrade (PE) e Ronilson Leal (MG). Autógrafos: Batata (SP), Daniel HDR (RS), Edgar Franco (GO), Francisco Vilachã (SP), Guilherme Sousa (RJ) e Jader Correa (RS). Sketchs: Cláudia Ahlering (Alemanha), Dave McKean (Inglaterra), Márcio Abreu (SP), Newton Foot (SP) e Zero Calcare (Itália). Capa de Carlos Fernando Ferreira (RS). São 22 páginas, formato A5, xerox, R$ 10,00 + frete. Versão digital gratuita. Solicite!
Telahq 04
Fanzine com resenhas de filmes baseados em quadrinhos escritas por Denilson Reis e ilustradas por: Adão Júnior (RS), Anderson Andf (RS), Clayton Cardoso (RS), Humberto Yashima (PR), Jader Correa (RS), Kleber Lira (SP), Law Tissot (RS), Marcio Rampi (RS), Mozart Couto (MG), Paola Reck (RS), Paulo Fernando (PE), Rick Bastos (RS) e Wilson Caldana (SP). Capa de Josias Silveira (RS) e contracapa de João Paulo Vieira (MG). São 22 páginas, capa colorida e miolo p&b, formato A5, impressão digital, R$ 10,00 + frete. A versão digital é gratuita. Solicite por e-mail: tchedenilson@gmail.com
Denilson Rosa dos Reis Perfil: https://tchedenilson.webnode.com
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https://editoramerdanamao.blogspot.com/2021/02/reboco-caido-59.html REBOCO CAÍDO 59 Sempre atropelando todas as dificuldades, o imparável Reboco Caído chega em sua primeira edição de 2021, a 59 no total. Produção de Fabio da Silva Barbosa e diversas colaborações, em textos, quadrinhos, entrevistas, e mais.
https://editoramerdanamao.blogspot.com/2021/02/reboco-caido-59.html
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http://expressaoliberta.blogspot.com
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LIVRO DE WINTER BASTOS : PRISÕES DE ESTIMAÇÃO NARRATIVAS DE PRISÕES DE ESTIMAÇÃO Se você já possui, que tal presentear alguém? Se não tem ainda, conheça agora. Adquira o livro de contos "Prisões de Estimação", de Winter Bastos, na página da Editora Itapuca ( www.editoraitapuca.com.br ) e receba na segurança da sua casa. Formato: 14x21cm, 182 páginas. Preço: R$35,00 COM FRETE INCLUSO Link para compra: http://www.editoraitapuca.com.br/pd-6a1483-prisoes-deestimacao.html?ct=&p=1&s=1 SOBRE O AUTOR Winter Bastos recebeu menção honrosa no IX Concurso Municipal de Conto Prefeitura de Niterói, sendo publicado pela Ed. Niterói Livros com os demais premiados (2011). Obteve menção honrosa no 7º Prêmio UFF de Literatura, em 2013, tendo conto incluído em antologia da EdUFF. Obteve 1º lugar no festival de Contos do CLARON de 2016. Recebeu 10º lugar no Concurso Bram Stoker de Contos em 2018. Teve o conto "Depoimento" selecionado pelo Selo Off Flip para integrar a coletânea "Parem as Máquinas!" em 2020.
Orelha de “Prisões de estimação” (Por: Profª Anabelle Loivos Considera*) A frigideira que abate; o canivete que fere e mata; o anão que existe e desaparece; o homem preto que se reencontra com o seu próprio cadáver; a gagueira que se espraia até pelas mensagens trocadas em chats; os padres-nossos repletos de cinismo; os folhetos anarquistas proibidos; enfim, a frialdade das não virtudes
cotidianas: tudo está aqui, mais ou menos movediço e cintilante, nos contos de Winter Bastos. A escrita brota em unidade de tempo para desatar o conflito, entregando ao leitor nacos de histórias e de personagens que se dão ou se vingam, da maneira como podem, dos dias. Como na parcimônia do amante maduro, que sabe estar abrindo mão de um estilo próprio para recuperar um passado em forma de mulher – que volta sem lhe fazer concessões. Ou como a gueixa profaníssima pintada na xícara de porcelana chinesa, que a tudo observa, através de um século inteiro. Trata-se, então, de formas de encarceramento consentidas? Só o texto ficional pode ensaiar uma resposta, cremos. A ficção é uma espiral severamente lúdica, que se embrenha pelas nossas retinas nada fatigadas e nos acusa de não viver. Sim, paira ainda aquela clássica proposição segundo a qual a vida é que imita a arte. De viveres descontínuos, pálidos e sem tesão pela existência Winter Bastos preenche páginas e páginas, numa profusão de contranarrativas que nos inquietam, dando-nos a perceber o quanto é preciso de imaginário para suportar o real. Em vários dos contos de “Prisões de estimação” está o menino, o homem vergastado pelos seus medos infantis e fascinado em igual medida pelos mistérios de casas mal assombradas e pelos desmedidos decotes das meninas e mulheres. Não é raro encontrar narrativas que o próprio patriarcado legitimou, como a do homem que é de verdade porque “come” com vontade – e a antropofagia da obscenidade se torna risível, quando se posta no cadafalso da crítica. Entretanto, na conversão de uma realidade vivida em algo outro que a torna palavra, signo a ressignificar valores heterocentrados, faz-se a transgressão desses mesmos signos por via do imaginário – ele, sim, “realizado”. Como se fosse necessário dar-se a provar aquele narrante que, a princípio, tinha entrado na realidade do texto como o indivíduo que viera, tão somente, devorar. E é com essa sensação tão incômoda quanto prazerosa de vertigem que seguimos os contos reunidos de Winter Bastos, em seus meandros que suportam as mais intangíveis dúvidas sobre a sexualidade humana, bem como momentos de puro lirismo em prosa. Dos altos papos sobre a própria literatura até as inseguranças típicas do macho hodierno, as narrativas estão abertas para o mais amplo deleite de um texto com sabor contemporâneo, com tudo o que de mais inespecífico há nessa escrita plena de agoras. *Anabelle Loivos Considera Professora de Didática Especial de Língua Portuguesa e suas Literaturas – UFRJ
-Winter Bastos Resenhista literário da página Homo Literatus http://homoliteratus.com/author/winter/ Fundador do blogue Expressão Liberta - http://expressaoliberta.blogspot.com.br/ Editor do fanzine O Berro: Caixa Postal 100050, Niterói, RJ, Brasil, CEP 24020-971 " 》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》 https://netodestrovocanhota.blogspot.com
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" A Cigarra continua atuando, não mais como revista, mas como essência, criando e compartilhando poesia e arte. No Facebook : - Revista A Cigarra. As edições impressas estão sendo digitalizadas para que conheçam nossa história de 25 anos de atuação. - Jurema Barreto de Souza e Jurema Barreto de Souza II No Instagram: @acigarra No twitter.com/acigarra No Youtube: Jurema Barreto de Souza e-mail: acigarra@ig.com.br revistacigarra@gmail.com acigarra@yahoo.com.br Nosso Blog: www.revistacigarra.blogspot.com.br Seguem as novidades. Está no ar o primeiro vídeo, mostra do projeto Encantos & Encantos no Canal do Youtube do SESC SANTO ANDRÉ : Se gostar curta e inscreva-se para receber os próximos 3. Poesia, música e arte sempre. https://www.youtube.com/watch?v=SIRfyDJrGmk https://www.youtube.com/user/santoandresesc/videos .
Encontros & Encantos é um álbum , um projeto literomusical, realizado pela A Cigarra Edições, com poemas de Jurema Barreto de Souza II e Zhô Bertholini ( editores da Revista A Cigarra), musicados por Edu Guerra e Rui Ferreira. Participam do projeto um elenco de músicos que contribuíram com seu talento e amizade para a realização deste sonho: Adolar Marin, André Bedurê, Bebê Góes, Carol Lorac, Cássio Ferreira, Denise Coelho, Edu Moreno, Fabio Daros, Giba Brito – Fernando Cavallieri, Fernando Sardo, Gabriel Garret, Giselle Maria, Glau Piva, Kleber Albuquerque, Maestro Villa Hutterer, Marcos Mamuth, Mestre Dalua, Pri Ferminio, Rosi Pascoal, Silvio Alemão, Stella Baster, Tata Alves. (Sonho que se sonha só é sonho só,sonho que se sonha junto é realidade - Raul Seixas) Gratidão é a palavra " 》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》
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》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》》 PAULO KALVO
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https://luftslottdbeat.bandcamp.com
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Edições do KHAOS URBANO AUDIO ZINE, de JOSE NOGUEIRA : https://estudioimprovisado.com/podcast
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https://www.revistaabruxa.com/edicao-atual
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https://minadehq.com.br/entrevista-ilustrada-gabriela-gullich-conversa-com-thi-bui/
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https://coletivearts.blogspot.com/2021/02/contraponto.html
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http://www.memorialhqpb.org/historia/historia.html
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