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Guia de Estudos - TDI - CFL

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Guia de Estudos A Teoria do Design Inteligente em 9 Liçþes

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Curso Fiel de Liderança Guia de Estudos Teoria do Design Inteligente em 9 Lições ▪ Copyright©2017 Curso Fiel de Liderança 1ª Edição em Português 2018 ▪ Todos os direitos em língua portuguesa reservados por Curso Fiel de Liderança da Missão Evangélica Literária PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE CONTEÚDO POR QUAISQUER MEIOS, SEM A PERMISSÃO ESCRITA DOS EDITORES, SALVO EM BREVES CITAÇÕES, COM INDICAÇÃO DA FONTE. ▪

Caixa Postal 1601 CEP 12230-971 São José dos Campos – SP PABX: (12) 3919-9999 www.cursofieldelideranca.com.br

Diretoria Administrativa: Alexandre da Costa Oliveira Diretoria Acadêmica: Tiago José dos Santos Filho Diretoria Executiva: James Richard Denham III Autor: Marcos Nogueira Eberlin Coordenação: Laise Helena Oliveira Revisão: Marcelo Milazzo Diagramação: Laise Helena Oliveira Capa: Laise Helena Oliveira

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SUMÁRIO

O CURSO FIEL DE LIDERANÇA ............................................................................... 6 COMO USAR ESTE GUIA ....................................................................................... 7 AULA 1 – A CIÊNCIA E O EMBATE EVOLUÇÃO X DI .................................................... 8 AULA 2 – A TERORIA DO DESIGN INTELIGENTE (TDI) ............................................... 11 AULA 3 – EVIDÊNCIA DO DI NO UNIVERSO ............................................................. 14 AULA 4 – EVIDÊNCIAS DE DI NA VIDA .................................................................. 17 AULA 5 – HUMANOS E CHIMPANZÉS: .................................................................. 20 PARENTES EVOLUTIVOS? .................................................................................... 20 AULA 6 – ENTENDENDO A AVALIANDO A EVOLUÇÃO BIOQUÍMICA...................... 24 AULA 7 – INFORMAÇÃO BIOQUÍMICA: ACIDENTE CONGELADO OU DESIGN INTELIGENTE? ......................................................................................................... 27 AULA 8 – QUEM VEIO PRIMEIRO: O OVO OU A GALINHA? ................................... 31 AULA 9 – O EMBATE CIENTÍFICO DO SÉCULO: ...................................................... 35 EVOLUÇÃO (DARWIN) X DESIGN INTELIGENTE (BEHE) ......................................... 35 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ............................................................................. 38

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O CURSO FIEL DE LIDERANÇA O Curso Fiel de Liderança (CFL) é o ministério de educação teológica do Missão Evangélica Literária (Ministério Fiel). Este ministério, idealizado há mais de 20 anos pelo missionário Richard Denham Jr. - Pr. Ricardo, fundador da “Fiel”, tem como alvo primário oferecer aos pastores, líderes, professores e estudantes de teologia uma oportunidade de refletir e aprofundar seus conhecimentos em temas bíblicos, baseados em uma cosmovisão reformada, que possam cooperar com o seu crescimento na fé e na sã doutrina, o que certamente será refletido em seu ministério de ensino e instrução do povo de Deus, na igreja local. No ano de 2011, o CFL ganhou corpo, com o planejamento do primeiro curso. As gravações das aulas deram início no ano de 2012 e, a partir deste momento, o número de cursos oferecidos pelo CFL têm crescido consideravelmente ano a ano. Atualmente, o CFL possui parceria com diversas instituições internacionais o que tem resultado em reconhecimento internacional. O corpo docente é composto por brasileiros e estrangeiros, mestres e doutores em teologia, que têm se dedicado ao ensino e influenciado positivamente o cenário teológico contemporâneo. O Curso Fiel de Liderança tem se preocupado em zelar pela qualidade teológica dos cursos oferecidos para que você, ao estudar, seja enriquecido na Palavra. Rogamos a nosso Deus que ele se agrade em fazer uso do conteúdo deste curso para edificar sua vida e aquecer o seu coração. Que o Senhor o abençoe em seus estudos!

Equipe CFL 6


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COMO USAR ESTE GUIA Este Guia de Estudos foi desenvolvido para ser utilizado juntamente com as aulas do curso “A Teoria do Design Inteligente em 9 Lições”. Se você é um aluno assinante no CFL, tem permissão para fazer o download desse material que se encontra na Biblioteca Virtual. Este recurso tem a finalidade de colaborar com os seus estudos pessoais, através de um melhor aproveitamento do conteúdo do curso. Neste guia, para cada aula, você encontrará uma breve introdução; indicações de leituras bíblicas, as quais consideramos extremamente importantes, pois auxiliarão na fixação da matéria ministrada; uma descrição dos objetivos do processo de aprendizagem; uma ou mais citações que corroboram com o conteúdo ministrado em aula; o esboço da aula; exercícios de fixação (a quantidade de exercício proposta no Guia excede o número proposto ao longo do curso); questões para estudos bíblicos, que procuram relacionar o conteúdo estudado com a Palavra de Deus; questões para reflexão das quais algumas foram propostas ao longo do curso; e, finalmente, uma aplicação, que procura relacionar o conteúdo ministrado com a prática cristã. Assim, nossa recomendação é para que, embora tenhamos parte do Guia de Estudos nas atividades do portal, você o imprima e o utilize durante o acompanhamento das videoaulas, sabendo que essa atitude será enriquecedora para seus estudos particulares. Oramos para que este Guia de Estudos seja de bom proveito aos alunos do curso “A Teoria do Design Inteligente em 9 Lições”.

Equipe CFL

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AULA 1 – A CIÊNCIA E O EMBATE EVOLUÇÃO X DI INTRODUÇÃO Esta aula apresenta os conceitos básicos da construção do saber humano através da ciência, definindo sua missão e discutindo como a ciência nasceu focada na busca livre de conhecimento, mas como se deu o seu “desvio doutrinário” para o naturalismo filosófico e as consequências deste desvio e o pacto nele firmado para as conclusões científicas que fazemos hoje sobre as nossas origens e sobre a cientificidade da TDI.

LEITURA BÍBLICA E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32

OBJETIVOS DA AULA 1. Discutir a filosofia da ciência e seus principais postulados e pressupostos. 2. Mostra como se dá hoje em ciência e debate entre a teoria da evolução (TE) e do Design Inteligente (TDI).

ESBOÇO DA AULA Nesta aula, apresentaremos conceitos básicos em filosofia da ciência, metodologia científica, a sua livre busca por conhecimento, e falaremos sobre a ciência naturalista e seu pacto com a evolução do cosmo, química e Darwiniana e sua aversão ao DI.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 8


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1. Qual a regra maior da ciência? a) Só podemos apelar para causas naturais. b) Siga os dados e suas evidências e deixe seu gosto em casa. c) O consenso científico – a opinião da maioria – é o guia maior.

2. A ciência segundo Richard Feynman é: a) A cultura da fé. b) A certeza de encontrarmos respostas naturais para tudo. c) A cultura da dúvida.

3. Quantas causas estão disponíveis em ciência? a) Só forças, matéria e energia, e nada mais. b) Acaso e necessidade. c) Forças naturais e design inteligente.

4. Como o programa SETI forneceu evidências de DI? a) Detectando sinais inteligentes emitidos por ETs, o conhecido “wow signal”. b) Através de seus algoritmos, quando aplicados ao DNA. c) Nunca houve tal evidência.

5. Qual lista atual mostra que a evolução Darwinista não é consenso na academia? a) Lista de Schindler. b) Dissidentes de Darwin. c) Lista de ganhadores de prêmios Nobel.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 9


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1. A ciência – feita por homens parciais – poderia ser feita de uma forma imparcial?

2. Ao sugerir um designer, a TDI não apela para uma entidade da qual a ciência não teria mesmo acesso, portanto esse apelo ao “sobrenatural” não torna a TDI de fato pseudociência?

3. Seria legitimo excluir o Design Inteligente como causa de nossas origens pelo fato da ciência não ter acesso ao Designer?

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AULA 2 – A TERORIA DO DESIGN INTELIGENTE (TDI) INTRODUÇÃO Esta aula discutirá a teoria do design inteligente (TDI): seus princípios e pressupostos, apresentará um pouco de sua história, e seus três pilares de argumentação baseados em informação especificada, complexidade irredutível, antevidência genial e/ou ajuste fino, e as principais estratégias de combate à TDI empregadas hoje pela ciência naturalista.

LEITURA BÍBLICA Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se veem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis. - Romanos 1:20

OBJETIVOS DA AULA 1. Definir bem o que é a teoria do design inteligente 2. Discutir as estratégias utilizadas pela ciência naturalista para denegrir a TDI, classificando-a como pseudociência.

ESBOÇO DA AULA Nesta aula, apresentaremos uma correta definição da TDI, seus postulados, seus pilares, e suas principais críticas, rebatendo-as à luz da boa ciência e dos dados.

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EXERCÍCOS DE FIXAÇÃO 1. Qual o objetivo maior da TDI? a) Provar que o design inteligente é de fato a causa do universo e da vida. b) Combater a evolução. c) Determinar estratégias científicas que nos permitam avaliar qual a melhor causa para a vida, o DI ou a evolução darwiniana.

2. A complexidade irredutível foi exemplificada por Behe usando o quê? a) Uma ratoeira. b) Um prendedor. c) Um avião a jato.

3. A informação arbitrária é um conceito que indica que a causa mais provável da informação da vida seria: a) Leis naturais como as forças intermoleculares que conectam as bases nitrogenadas. b) Tal informação foi Infundida na terra por ETs. c) Uma mente inteligente.

4. A antevidência, que é utilizada com um dos pilares da TDI, é uma capacidade que a vida teve de: a) Prever eventos futuros. b) Ver com muito detalhamento. c) Prever problemas futuros e providenciar de antemão a solução.

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5. No teste de QI da vida o resultado final foi de: a) Um valor infinito, imensurável. b) Zero. c) 1023

6. A principal estratégia de combate contra a TDI é: a) Explora a fé do povo visando ganhos financeiros. b) Se baseia em princípios medievais. c) Não é ciência, é religião.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Quando a TDI se estabelecerá como o novo paradigma sobre nossas origens, isso de fato ocorrerá?

2. O evolucionismo teísta em que Deus guia a evolução teria suporte dentro da TDI?

3. Uma teoria científica sobre nossas origens pode ser comprovada, com certeza absoluta?

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AULA 3 – EVIDÊNCIA DO DI NO UNIVERSO INTRODUÇÃO Nesta aula, discutiremos as assinaturas de DI no Universo registradas em seu ajuste fino, em suas constantes universais e leis, e as característica únicas do sistema solar e da Terra que permitem nela a existência de vida. Essas assinaturas de DI serão ainda colocadas em contraposto à propagada evolução naturalista de que o cosmo teria sido iniciado pelo big bang, e se moldado por forças naturais agindo ao longo de milhões de anos.

LEITURA BÍBLICA Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos. -Salmos 19:1

OBJETIVOS DA AULA 1. Apresentar as evidências de DI no Universo através de assinaturas físicas e químicas. 2. Mostrar as incoerências do modelo evolucionista para o cosmo iniciado pelo Big Bang e calibrado e regido por forças naturais.

ESBOÇO DA AULA 14


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Discutiremos primeiro o modelo do big bang naturalista que pega o nada, e do nada, e para nada faz o tudo, e em seguida sua inviabilidade frente as leis da química e da física. Em seguida mostraremos como o ajuste fino do universo, suas constantes universais, o projeto perfeito do sistema solar, seus planetas, e as inúmeras características únicas da Terra que viabilizam nela a Vida apontam para o DI.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Como o naturalismo justifica o ajuste fino do Universo? a) Através do modelo do multiverso. b) Probabilidade baixa, mas dados bilhões de anos, seria inevitável. c) Apela para uma predestinação embutida nas forças e constantes naturais por um ser inteligente.

2. O modelo de acreção para a formação de planetas assume que: a) Eles foram formados pelo resfriamento de estrelas. b) Pó cósmico forma pequenas rochas, que se colidem e se fundem, até crescer chegando ao tamanho dos planetas atuais. c) Eles foram gerados de aniquilação de matéria com antimatéria.

3. O sol é uma estrela perfeita para a vida na terra porque: a) É uma estrela velha e assim não emite mais raios cósmicos. b) Emite a radiação certa para a vida: UV + IV + visível. c) Está a distância certa da Terra.

4. O campo magnético da Terra aponta para DI no Universo porque:

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a) É evidência de antevidência ao prover a Terra de um escudo protetor contra os ventos solares. b) Sem esse campo a navegação primitiva guiada por bussolas seria inviável. c) Não existe em outros planetas, só na Terra.

5. A lua é também evidência de DI pois: a) Desvia através de sua gravidade os ventos solares. b) Inclina o eixo da Terra causando as marés e as diferentes estações do ano. c) Ilumina as noites de enamorados.

6. A água também aponta para o DI do Universo porque: a) Seu vapor se espalha por todo o cosmo homogeneizando a temperatura do universo. b) É transparente e assim permite o nado submarino de humanos e de peixes. c) Apresenta inúmeras propriedades físico-químicas únicas que só a água tem.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. O modelo do multiverso mostra de fato que podemos ser os habitantes sortudos de um entre os milhões de outros universos que existem por aí?

2. Deus não poderia ter ajustado as constantes universais e as forças naturais para que a grande explosão do Big Bang fosse lenta e gradualmente formando o Universo e nele a vida?

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AULA 4 – EVIDÊNCIAS DE DI NA VIDA INTRODUÇÃO Nessa aula, discutiremos as assinaturas de DI na Vida registradas em seu código genético, em suas nanomáquinas moleculares, como os ribossomos e na molécula gigantesca e espetacular do DNA, e o flagelo bacteriano – a mascote da TDI. Formas macroscópicas de vida que apontam de forma contundente para o DI serão também discutidas, como as libélulas e os tardígrados.

LEITURA BÍBLICA Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido observados claramente, podendo ser compreendidos por intermédio de tudo o que foi criado, de maneira que tais pessoas são indesculpáveis. Romanos 1:20

OBJETIVOS DA AULA 1. Apresentar evidências de DI na Vida. 2. Mostrar a incoerência da evolução darwiniana como a causa da exuberância da vida na terra.

ESBOÇO DA AULA 17


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Uma sequência de evidências de DI na Vida, partindo de detalhes atômicos e moleculares e chegando finalmente as formas macroscópicas de Vida será apresentada, onde assinaturas de DI no planejamento e design de partes e seus propósitos serão detalhados.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. O flagelo bacteriano é uma forte evidência a favor do DI pois: a) Permite que a bactéria se reproduza com extrema velocidade. b) É um nano motor extremamente rápido e eficiente, composto de várias partes autoencaixantes. c) Não pode ser explicado por seleção sexual.

2. A evolução darwiniana de tardígrados se mostra inviável pois: a) Eles são seres inaptos a sobreviverem só em condições muito específicas. b) Aparecem e desaparecem rápido demais no registro fóssil. c) São seres que sobrevivem em condições extremas e, também, extremamente diversificadas.

3. O issus apresenta qual característica que nos permite fazer uma analogia importante com ações de mentes inteligentes? a) É extremamente inteligente, sendo capaz de se expressar por gestos. b) Salta impulsionado por engrenagens. c) Se reproduz até no espaço sideral.

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4. O gato apresenta um dispositivo nano-molecular extremamente inteligente que lhe permite: a) Ressuscitar por sete vezes, tendo assim sete vidas. b) Um GPS 3D que o posiciona corretamente em quedas. c) Olhos melhores que os das águias.

5. As penas dos pavões fornecem evidências de DI pois: a) A cor, em suas formas geométricas complexas, é dada por feitos sofisticados de ótica. b) a cor de suas asas é dada por um coquetel diversificado de corantes. c) Exercem efeito essencial no acasalamento.

6. Quem pronunciou a famosa frase, que é hoje um “mantra sagrado” do evolucionismo: “Nada em biologia faz sentido senão à luz da evolução”? a) Dobshansky b) Darwin c) Dawkins

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Faria sentido – científico, filosófico e teológico – frente a exuberância da Vida, pensar que Deus criou uma ameba primordial e a deixou evoluir guiada por forças naturais e seleção natural e sexual? 2. Aspectos da Vida como tatuagens em asas de formiga ou um GPS 3D em gatos de fato apontam para a vida sendo feita pronta, e de pronto?

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AULA 5 – HUMANOS E CHIMPANZÉS: PARENTES EVOLUTIVOS? INTRODUÇÃO Nesta aula, falaremos sobre a nossa alegada ancestralidade símia comum com os chimpanzés, que seria evidenciada por semelhança genética superior a 98%, e discutiremos então várias evidências que de fato se opõem a esta percepção equivocada, e que mostram que homens sempre foram homens, chimpanzés sempre foram chimpanzés, e juntos habitam este planeta deste o início.

LEITURA BÍBLICA E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. - Gênesis 1:26,27.

OBJETIVOS DA AULA 1. Apresentar o modelo evolucionista da ancestralidade comum, e suas alegadas evidências, que assume que homens e chimpanzés seriam primos evolutivos. 2. Discutir várias linhas de evidências e argumentações que apontam para a criação única e exclusiva de homens e chimpanzés, desde o início sendo homens e chimpanzés, segundo seus “tipos básicos” (espécies).

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ESBOÇO DA AULA Nessa aula, discutiremos se há de fato similaridade em termos de código genético, no cromossomo Y, proteínas, telômeros, número de cromossomos, e de fala e raciocínio, entre homens e chimpanzés, além das evidências coletadas no registro fóssil e nos crânios de Dmanisi que serão comparadas com as duas teorias: ancestralidade símia comum versus criação exclusiva de dois tipos básicos distintos.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. O Registro fóssil mostra que a ancestralidade símia é falsa porque: a) O ancestral está lá, mas em uma época muito mais recente do que deveria. b) homens e chimpanzés surgem prontos, sem as devidas formas transicionais. c) Há várias formas transicionais, mas que corroboram nossa ancestralidade comum com porcos, não com chimpanzés.

2. O Homo Naledi foi anunciado recentemente como a mais recente descoberta de uma forma transicional entre homens e chimpanzés, mas logo se mostrou ser mais uma farsa devido: a) Era uma construção artística baseada em um fêmur humano e uma calota craniana de um macaco. b) Foi produzido por colagem de ossos distintos. c) Ser muito mais jovem do que deveria, segundo a datação com 14C.

3. O número de cromossomos de chimpanzés (24) e humanos (23) tem sido explicado pela evolução de que forma? 21


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a) Por fusão de cromossomos. b) Por semelhança, ou seja, 24 é bem próximo de 23. c) Por redundância cromossômica.

4. O argumento da “melancia- água viva - nuvem” mostra que: a) Coisas muito diferentes podem ser feitas com o mesmo material. b) Que a semelhança genética não é um bom guia e que é melhor fazermos comparações morfológicas. c) Que o alto teor de água – 98% - dos três indica uma descendência comum.

5. O que se descobriu quando os cromossomos Y de chimpanzés e humanos foram comparados? a) Que eles eram 98% semelhantes. b) Que eram bem menos semelhantes do que os alegados 98%, algo em torno de 33% diferentes. c) Que eram totalmente distintos, 100% diferentes.

6. Os crânios de Dmanisi refutaram o nosso pretenso parentesco com os chimpanzés pois: a) Apresentaram em um mesmo crânio características de até 3 hominídeos distintos. b) Foram datados em uma idade muito mais antiga do que se esperava, mais de 100 milhôes de anos. c) Eram praticamente idênticos, todos os cinco.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 22


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1. Alguns creem que Deus escolheu o tal ancestral símio, e soprou nele o folego da vida. Esta hipótese seria válida frente as evidências apresentadas nesta aula? 2. Por que há tanta insistência do naturalismo em nos fazer primos dos chimpanzés mesmo sendo nós tão diferentes?

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AULA 6 – ENTENDENDO A AVALIANDO A EVOLUÇÃO BIOQUÍMICA INTRODUÇÃO Nesta aula, apresentaremos os principais postulados e mecanismos propostos para a evolução Darwiniana, e avaliaremos a viabilidade de tais conjecturas á luz das mais recentes descobertas da bioquímica da vida.

LEITURA BÍBLICA Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. - Romanos 1:22,23

OBJETIVOS DA AULA 1. Definir o que significa evolução, quais seus postulados e quais os mecanismos que são propostos para sofisticar a vida. 2. Mostrar a incoerência de tais postulados e mecanismos à luz dos mais recentes dados científicos.

ESBOÇO DA AULA

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Os mecanismos e postulados da evolução darwiniana serão apresentados e detalhados, e suas incoerências apresentadas à luz do que hoje conhecemos da bioquímica da vida. Os três pilares da evolução – mutações, seleção natural e tempo de milhões de anos - serão também analisados e a capacidade deste “trio” de sofisticar a vida será debatida.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Qual o limite da evolução em termos do acúmulo de mutações benéficas segundo a análise feita por Behe no seu livro “The Edge of Evolution”. a) 2 mutações. b) 100 mutações por filho. c) Uma nova proteína com 150 aminoácidos.

2. O dilema de Haldane trata de um dos pilares da evolução, qual seja: a) A incapacidade do tempo de causar sofisticação. b) A dificuldade de ocorrer fusão de cromossomos. c) A taxa extremamente reduzida de incorporação de mutações benéficas.

3. A explosão Cambriana refuta a evolução pois: a) As formas de vida nela aparecem prontas, de pronto, e sem precursores na camada inferior. b) Não se acham no Cambriano as devidas formas transicionais. c) Uma explosão seria caótica demais para poder formar vida sofisticada.

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4. Quanto aos dinossauros, qual achado recente refuta a possibilidade deles terem sido os ancestrais de pássaros? a) Se descobriu que os dinossauros de fato foram os ancestrais das baleias. b) Dinossauros comiam pássaros. c) Os ossos de pássaros são muito mais sólidos do que os dos dinossauros.

5. Um achado recente deixou o “são tempo” da evolução sem tempo de fazer seus milagres. Qual foi? a) A datação de dinossauros com

14C

forneceu uma idade bem mais antiga, tão

antiga como das primeiras bactérias, de mais de 3 bilhões de anos. b) Tecidos moles foram encontrados em seus ossos “não fossilizados” de dinossauros. c) Dinossauros comiam pássaros

6. Os evolucionistas dizem que há várias formas transicionais já descobertas entre dinossauros e pássaros, mas quando vão apresentar tais formas, mostram somente uma, ou seja: a) O archaeopteryx b) O tabajaropteryx c) O dragão de komodo

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Teria sido então de fato a evolução a maior ideia que o homem já teve, e Darwin de fato matou Deus? 2.

Deus poderia ter guiado a evolução?

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AULA 7 – INFORMAÇÃO BIOQUÍMICA: ACIDENTE CONGELADO OU DESIGN INTELIGENTE? INTRODUÇÃO Nesta aula, discutiremos um dos grandes pilares da teoria do design inteligente, a informação bioquímica, e como suas características de extrema sofisticação e otimização máxima, e aperiodicidade (arbitrariedade) corroboram a TDI e refutam – de uma forma muito contundente - a evolução darwiniana.

LEITURA BÍBLICA Porque em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo o conhecimento. - 1 Coríntios 1:5

OBJETIVOS DA AULA 1. Definir e detalhar a informação bioquímica e mostrar como se dá o armazenamento e a transmissão de informação na Vida. 2. Demonstrar como a informação bioquímica fornece um dos mais sólidos argumentos a favor do Design Inteligente, e contra Darwin.

ESBOÇO DA AULA Discutiremos, nesta aula, as 5 leis básicas da informação bioquímica, que serão apresentadas e detalhadas – em sua lógica e funcionamento. Serão também detalhados os mecanismos e estratégias que a vida utiliza para armazenar e transmitir

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tal informação, e discutidas então como as características de alta sofisticação e extrema otimização apontam para o design inteligente como a causa mais provável de toda esse emaranhado de moléculas e processos.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Qual a conclusão geral sobre as 5 leis básicas da informação? a) A informação provém de matéria e energia, e é uma forma de organização combinada das duas. b) Informação é informação, não é matéria e nem energia, e só pode emanar de uma mente inteligente. c) A informação bioquímica provém de meras interações entre moléculas e, portanto, pode ser explicada facilmente por um acidente natural que se congelou na vida.

2. O ânion fosfato é deveras importante e genialmente escolhido para “enfileirar” a informação bioquímica pois. a) É um link químico com 4 ligações com átomos de oxigênio, dois destes links sendo usado para crescer o fio genético e os outros dois para proteger este fio. b) Permite reações de fosforilação que são importantes no código genético. c) Outros ânions poderiam ser utilizados, há vários com as mesmas características, mas este ânion foi acidentalmente aquele utilizado quando da ocorrência do acidente congelado, segundo bem explicou Francis Crick.

3. Por que a informação bioquímica também depende de pureza enantiomérica, ou seja, de uma D-ribose “virada” só para um lado?

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a) Para se completar o par D-L, D para a ribose e L para os aminoácidos. b) Para se garantir a coerência 3D da dobra do DNA., sempre para o mesmo lado c) Essa necessidade de fato não é essencial, uma mistura de D e L-ribose também funcionaria muito bem.

4. O código 4 x 3 é um código eficiente? a) Sim, é o melhor de todos os códigos que se possa imaginar. b) Sim, mas a sua eficiência é baixa, o que permite especular que tenha de fato evoluído até um mínimo razoável, e ai se congelado. c) Não se tem notícias de um estudo que tenha avaliado tal eficiência.

5. Os ribossomos são essenciais na informação bioquímica pois: a) São muito rápidos e eficientes b) Fazem a tradução da língua do DNA de 4 bases para a língua das proteínas, de 20 aminoácidos, e a conexão correta segundo a receita. c) Casam os aminoácidos certos com os t-RNA certos.

6. A analogia do “SOS na praia” com o código genético da vida mostra que: a) A informação bioquímica é arbitraria e depende de uma acordo “senderreceiver”. b) Mentes inteligentes tendem a usar códigos com 3 letras. c) Há sempre redundância na informação inteligente, pois somos exagerados mesmo.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO

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1. Como tanta evidência de design inteligente fornecida pela informação bioquímica pode ser ignorada hoje pela academia? 2. A informação bioquímica de fato prova, com leis - contra as quais não há argumentos – de que fomos de fato planejados?

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AULA 8 – QUEM VEIO PRIMEIRO: O OVO OU A GALINHA?

INTRODUÇÃO Nesta aula, discutiremos como tudo na vida precisaria ter sido criado pronto, com tudo já funcionando, um “tudo ou nada”, senão a vida nunca teria dado a partida neste planeta.

LEITURA BÍBLICA E Disse Deus: Haja Luz, e houve Luz. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. - Gênesis 1:3 e 27

OBJETIVOS DA AULA 1. Demonstrar o princípio fundamental do “tudo ou nada” na vida através de vários dilemas “ovo-galinha” que são descobertos quando avaliamos seu funcionamento ao nível atômico e molecular. 2. Mostrar que os dilemas “ovo-galinha” da vida só podem ser solucionados assumindo que a “galinha” da vida veio pronta, com o “ovo” dentro.

ESBOÇO DA AULA Nesta aula, vários dilemas ovo-galinha da vida serão detalhados e discutidos, como o dilema do oxigênio, da homoquiralidade, do DNA e as proteínas, das chaperonas 31


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enoveladoras de proteínas, do controle bioquímico, das enzimas e da maquinaria de cópia e correção do DNA.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. O dilema “ovo-galinha” em relação a vida e o oxigênio se dá pois: a) A vida precisa de oxigênio, mas o oxigênio só está disponível na terra em que há vida. b) A vida precisa de oxigênio, mas o oxigênio é venenoso para uma vida não devidamente apta a usá-lo. c) A vida usa oxigênio, mas gera todo o oxigênio que necessita.

2. O dilema “ovo-galinha” da homoquiralidade decorre de termos na vida: a) Somente aminoácidos L e ribose D, e a maquinaria da vida só funciona com eles. b) Há o uso equilibrado na vida de exatamente 50% tanto de isômeros D como de L. c) A maquinaria da vida - desde o início - só conseguiria trabalhar com isômeros L, e somente L.

3. As chaperonas fornecem um dilema “ovo-galinha” que fortalecesse a tese do “tudo ou nada” na vida porque: a) Catalisam as reações bioquímicas, tornando-as viáveis para os processos bioquímicos extremamente rápidos de nossas células. b) Auto-enovelam as próprias proteínas não-auto-enovelantes que as formam. c) Protegem a vida da ação oxidante do oxigênio.

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4. Não há como pensar em uma vida sem RNA e DNA pois: a) O DNA certamente veio primeiro que o RNA, mas a evolução assume o contrário. b) O RNA é um péssimo precursor para o DNA, e vice-versa. c) O DNA é muito mais complexo e sofisticado do que o RNA em termos de seus constituintes básicos.

5. O controle da produção dos insumos básicos para a vida – as proteínas - se constitui outro dilema “ovo-galinha” na vida, e é visto através da existência em nossos genes de: a) Botões tipo liga-desliga e de volume, como em um rádio. b) Códons específicos em nosso código genético que ativam e desativam esta síntese. c) As reações são reversíveis, e este controle é feito pelo princípio de Le Chatelier.

6. Qual a conclusão final dessa aula? a) A galinha veio primeiro. b) O ovo veio primeiro. c) Os dois vieram juntos, na vida, a galinha com o ovo dentro.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1.

Frente os dilemas “ovo-galinha” da vida, há como se imaginar “formas rudimentares” de Vida?

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2. Quais são as implicações desses dilemas “ovo-galinha” para as hipótese de evolução química, que assumem que a vida se iniciou ou por proteínas ou no “mundo do RNA” ?

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AULA 9 – O EMBATE CIENTÍFICO DO SÉCULO: EVOLUÇÃO (DARWIN) X DESIGN INTELIGENTE (BEHE) INTRODUÇÃO A luz dos achados científicos mais recentes, quem ganha o embate? A Teoria do Design Inteligente de Michael Behe e as suas previsões e a Teoria da Evolução de Darwin, e quem de fato faz jus ao título de “ter tido a maior ideia que um homem já teve”.?

LEITURA BÍBLICA E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. - João 8:32

OBJETIVOS DA AULA 1. Explorar a capacidade da Teoria do Design Inteligente (TDI) e da Teoria da Evolução (TE) de fazer previsões acertadas. 2. Mostrar que a TDI de Behe, quando confrontada com a TE de Darwin, ganha de goleada.

ESBOÇO DA AULA Nesta aula, confrontaremos as previsões da TDI e da TE referentes ao registro fóssil, ao DNA lixo, a redundância do código genético, os bad designs, órgãos vestigiais, os designs exagerados como o do sorriso humano, e a fala e o raciocínio. Veremos

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também se de fato as evidências apresentadas em livros “didáticos” pró-evolução (“Zombie Science”) se sustentam à luz das mais recentes descobertas científicas.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. O registro fóssil refuta a evolução lenta, gradual e sucessiva de Darwin e corrobora a tese do “tudo ou nada” da TDI pois: a) As conexões entre as formas transicionais são muito mais lentas do que deveriam ser. b) As formas básicas de vida surgem prontas e muitas se vão da forma que vieram. c) A ordem de complexidade está invertida.

2. O DNA lixo dá um ponto para Behe neste embate pois: a) Mesmo neste lixo encontramos resíduos de informação inteligente. b) O lixo existe sim, mas é bem mesmo abundante do que foi calculado, cerca só de uns 80%. c) O lixo não é lixo, mas é outro tipo de informação, é meta-informação.

3. A redundância do código genético fornece outro ponto para Behe pois: a) Permite o controle da quantidade e da hora certa de formar proteínas. b) É uma estratégia inteligente de minimização de erros e controle da velocidade de síntese de proteínas. c) É refutada pelo registro fóssil, pois tal redundância não se observa nos códigos mais antigos.

4. Exemplos de “bad design” que nos permitem confrontar Behe com Darwin são:

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a) A flexibilidade da pele humana e a existência de pelos excedentes como na barba e no bigode. b) A retina invertida e o nosso apêndice. c) Os dois olhos, quando o mais econômico seria termos um só. E de forma semelhante, nossos dois ouvidos.

5. O sorriso humano permite avaliar as teorias de Behe e Darwin? a) Não, pois é um mero sorriso sem maiores consequências. b) Sim, pois é uma característica que permite nítida seleção sexual. c) Sim, pois é seria um “mega exagero evolutivo” sem nenhuma vantagem aparente, extremamente dispendiosa em termos de genes.

6. Os embriões de Heckel dão um ponto para Darwin porque: a) Se mostram de fato com grande semelhança entre diferentes tipos de vida em seus estágios mais recentes. b) Mostram sinais claros da ação de mutações ao longo do tempo, filtradas pela seleção natural. c) De fato, quem ganha um ponto com eles é Behe, pois a semelhança é fraudulenta.

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Se Behe ganha de goleada de Darwin, por que a TDI ainda não substituiu a TE na academia? 2.

Como cientistas honestos – de fato a procura da verdade - podem usar evidências tão falsas – fraudulentas até - só para referendar uma teoria naturalista?

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Referências Bibliográficas Eberlin, MN “Fomos Planejados: A Maior descoberta Científica de todos os Tempos” Editora Mackenzie 2018. Adauto Lourenço “Como Tudo Começou” Editora Fiel Lenox, J “Porque a Ciência não consegue enterrar a Deus” – Mundo Cristão. Johnson, P.E “Darwin no Banco dos Réus” – Cultura Cristã Behe, M “A Caixa Preta de Darwin” – Editora Zahar PERCEY, N. R.; THAXTON, C. B. A, “A Alma da Ciência” – Cultura Cristã.

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