Guia de Estudos Moisés e a Sarça
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Moisés e a Sarça Guia de Estudos
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Ligonier Connect Guia de Estudos Traduzido do original em inglês Moses and the Burning Bush Copyright©ano by Robert Charles Sproul Publicado por Nome da Editora Internacional Copyright©2017 Curso Fiel de Liderança 1ª Edição em Português 2017 Todos os direitos em língua portuguesa reservados por Curso Fiel de Liderança da Missão Evangélica Literária PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE CONTEÚDO POR QUAISQUER MEIOS, SEM A PERMISSÃO ESCRITA DOS EDITORES, SALVO EM BREVES CITAÇÕES, COM INDICAÇÃO DA FONTE.
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Diretoria Administrativa: Alexandre da Costa Oliveira Diretoria Acadêmica: Tiago José dos Santos Filho Diretoria Executiva: James Richard Denham III Coordenação Pedagógica: Laise Helena Oliveira Tradução: Alan Cristie Revisão: Yago Martins Diagramação: Laise Helena Oliveira Capa: Laise Helena Oliveira
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SUMÁRIO
O CURSO FIEL DE LIDERANÇA ............................................................................... 6 COMO USAR ESTE GUIA ....................................................................................... 7 A MÃO INVISÍVEL DE DEUS – AULA 1 .................................................................... 8 A SARÇA ARDENTE – AULA 2 .............................................................................. 14 FOGO CONSUMIDOR – AULA 3 ........................................................................... 19 O ANJO DO SENHOR – AULA 4 ............................................................................ 24 SOLO SAGRADO – AULA 5 .................................................................................. 29 EU SOU: O NOME DE DEUS – AULA 6 .................................................................. 34 EU SOU: O SER DE DEUS – AULA 7 ...................................................................... 38 EU SOU: A ASSEIDADE DE DEUS – AULA 8 ........................................................... 43 MISSÃO DIVINA – AULA 9 ................................................................................... 48 UM PRENÚNCIO DE CRISTO – AULA 10 ............................................................... 53
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O CURSO FIEL DE LIDERANÇA O Curso Fiel de Liderança (CFL) é o ministério de educação teológica do Missão Evangélica Literária (Ministério Fiel). Este ministério, idealizado há mais de 20 anos pelo missionário Richard Denham Jr. Pr. Ricardo, fundador da “Fiel”, tem como alvo primário oferecer aos pastores, líderes, professores e estudantes de teologia uma oportunidade de refletir e aprofundar seus conhecimentos em temas bíblicos, baseados em uma cosmovisão reformada, que possam cooperar com o seu crescimento na fé e na sã doutrina, o que certamente será refletido em seu ministério de ensino e instrução do povo de Deus, na igreja local. No ano de 2011, o CFL ganhou corpo, com o planejamento do primeiro curso. As gravações das aulas deram início no ano de 2012 e, a partir deste momento, o número de cursos oferecidos pelo CFL têm crescido consideravelmente ano a ano. Atualmente, o CFL possui parceria com diversas instituições internacionais o que tem resultado em reconhecimento internacional. O corpo docente é composto por brasileiros e estrangeiros, mestres e doutores em teologia, que têm se dedicado ao ensino e influenciado positivamente o cenário teológico contemporâneo. O Curso Fiel de Liderança tem se preocupado em zelar pela qualidade teológica dos cursos oferecidos para que você, ao estudar, seja enriquecido na Palavra. Rogamos a nosso Deus que ele se agrade em fazer uso do conteúdo deste curso para edificar sua vida e aquecer o seu coração. Que o Senhor o abençoe em seus estudos!
Equipe CFL 6
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COMO USAR ESTE GUIA Este Guia de Estudos foi desenvolvido para ser utilizado juntamente com as aulas do curso “5 Solas”. Se você é um aluno matriculado no CFL, tem permissão para fazer o download desse material que se encontra na Biblioteca Virtual. Este recurso tem a finalidade de colaborar com os seus estudos pessoais, através de um melhor aproveitamento do conteúdo do curso. Neste guia, para cada aula, você encontrará uma breve introdução; indicações de leituras bíblicas, as quais consideramos extremamente importantes, pois auxiliarão na fixação da matéria ministrada; uma descrição dos objetivos do processo de aprendizagem; uma ou mais citações que corroboram com o conteúdo ministrado em aula; o esboço da aula; exercícios de fixação (a quantidade de exercício proposta no Guia excede o número proposto ao longo do curso); questões para estudos bíblicos, que procuram relacionar o conteúdo estudado com a Palavra de Deus; questões para reflexão das quais algumas foram propostas ao longo do curso; e, finalmente, uma aplicação, que procura relacionar o conteúdo ministrado com a prática cristã. Assim, nossa recomendação é para que, embora tenhamos parte do Guia de Estudos nas atividades do portal, você o imprima e o utilize durante o acompanhamento das videoaulas, sabendo que essa atitude será enriquecedora para seus estudos particulares. Oramos para que este Guia de Estudos seja de bom proveito aos alunos do curso “Do Pó à Glória - Pentateuco”.
Equipe CFL 7
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A MÃO INVISÍVEL DE DEUS – AULA 1 Introdução da mensagem Apesar de toda a dificuldade e luta que José suportou durante sua escravidão no Egito, ele não deixou de reconhecer a mão soberana de Deus em cada acontecimento na sua vida. Em resposta ao arrependimento dos seus irmãos, José respondeu: “Vós intentastes o mal contra mim, porém Deus intentou o bem”. Esse tema da providência se estende aos eventos registrados no início do livro do Êxodo. Assim como os irmãos de José intentaram causar a sua destruição, Faraó buscou destruir todos os bebês meninos hebreus. Ao invés disso, Deus usou tal decreto maligno para preservar o seu servo Moisés e colocá-lo em uma casa na qual ele teria acesso a toda a “sabedoria dos egípcios” (Atos 7.22). Esta primeira lição na nossa série apresenta o mediador da Antiga Aliança e explica o contexto histórico no qual Deus o colocou.
Leitura bíblica Gênesis 37-50, Êxodo 1-2.10; Atos 7.9-22
Objetivos de aprendizado 1. Familiarizar-se com os eventos que levaram à residência de Israel no Egito; 2. Entender os incentivos e as motivações dos decretos de Faraó contra os hebreus; 3. Compreender a conduta das parteiras e sua aprovação por parte de Deus; 4. Apresentar Moisés.
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Citação Por esse tempo, nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Por três meses, foi ele mantido na casa de seu pai; quando foi exposto, a filha de Faraó o recolheu e criou como seu próprio filho. E Moisés foi educado em toda a ciência dos egípcios e era poderoso em palavras e obras. —Atos 7.20-22
Esboço da palestra A. A Origem de Israel no Egito 1. Ao comando de José, filho de Jacó e governador de todo o Egito, os filhos de Israel se mudaram de Canaã por conta da fome que afligia o antigo Oriente Próximo. 2. Os filhos de Israel e suas famílias se estabeleceram em Gósen. i.
A terra de Gósen oferecia ricas pastagens para os rebanhos dos filhos de Israel.
ii.
Eles viviam separados dos Egípcios e prosperavam.
3. Após algum tempo, tanto José quanto o Faraó sob o qual ele servia morreram. Surgiu no Egito um novo Faraó que não conhecia José, nem respeitava suas contribuições para com o Egito.
B. A Opressão dos Filhos de Israel 1. O novo Faraó temia o crescimento e a força dos filhos de Israel. i.
Faraó se preocupava que os israelitas unissem suas forças com forças externas invasoras na ocasião de uma guerra.
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a) A fim de evitar essa possibilidade, ele escravizou os israelitas em uma tentativa de enfraquecê-los e diminuir a expectativa de vida dos homens israelitas. b) Os egípcios forçavam pesados fardos de trabalho sobre os israelitas. ii.
Ao contrário das expectativas, quanto mais os egípcios oprimiam os israelitas, mais eles se multiplicavam e prosperavam.
2. Em uma tentativa de deter o crescimento dos israelitas, Faraó mandou que as parteiras matassem os bebês machos hebreus. i.
As parteiras, Sifrá e Puá, tinham acesso único aos nascimentos de crianças israelitas, e Faraó exigiu que elas cometessem infanticídio.
ii.
As parteiras se recusaram a seguir tal diretiva porque temiam o Senhor, e o Senhor abençoou as parteiras pela sua desobediência civil.
3. Faraó questionou as parteiras por não terem cumprido a sua ordem. i.
Ao invés de responder com uma descrição precisa do seu comportamento, as parteiras mentiram a Faraó e culparam pela sua falha o vigor das mulheres hebreias durante o parto.
ii.
A aprovação e bênção de Deus das parteiras e sua conduta demonstra a necessidade de desobedecer o governo civil quando seus decretos vão contra a lei de Deus.
iii.
A verdade se deve a quem de direito, e o comportamento das parteiras ilumina esse princípio e a necessidade de discrição.
4. Em resposta a isso, Faraó emitiu um decreto nacional ordenando que todos os meninos fossem lançados no Nilo.
C. O Nascimento de Moisés
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1. Neste tempo turbulento, Moisés nasceu de um casal de levitas. i.
Ao invés de lançá-lo no Nilo, a mãe de Moisés o escondeu em casa.
ii.
Após três meses, a mãe de Moisés não podia mais escondê-lo, então construiu uma pequena arca e escondeu Moisés nos juncos do Nilo. Suas ações demonstraram uma confiança devota na vontade de Deus.
2. Com Miriã, a irmã mais velha de Moisés, vigiando à distância, a filha de Faraó encontrou a arca na qual Moisés estava quando foi banhar-se. i.
Ao invés de seguir o decreto de seu pai, ela teve compaixão do bebê que chorava.
ii.
Por ideia de Miriã, a filha de Faraó chamou a mãe de Moisés para desmamá-lo. Após isso, ele se uniria à sua casa e se tornaria o seu filho.
iii.
Ela chamou a criança de “Moisés”, que soa como a palavra hebraica para “tirar” das águas.
Questões de estudo 1. O livro de Gênesis termina com o Faraó do Egito ordenando que os filhos de Jacó deixem Gósen e retornem a Canaã com José. a. Verdadeiro b. Falso
2. O mediador da aliança entre a nação de Israel e Deus no Antigo Testamento era _____________. a. Adão b. Abraão c. Moisés
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d. Davi
3. O Decálogo é outro nome para _______________. a. Os Dez Mandamentos b. A Lei Civil c. A Lei Cerimonial d. A Aliança com Abraão
4. Um cristão deve sempre responder qualquer pergunta feita a ele, independente da pergunta ou do indivíduo que pergunta. a. Verdadeiro b. Falso
5. Uma filha de Faraó encontrou Moisés no rio e imediatamente reportou a sua descoberta a Faraó. a. Verdadeiro b. Falso
Questões para estudo bíblico e discussão 1. Gaste algum tempo lendo (ou relendo) a narrativa de José encontrada nos capítulos 37-50 de Gênesis. O que essa narrativa diz a respeito da obra de Deus nas vidas do seu povo? Que papel Judá desempenha na narrativa, e por que o autor tem cuidado especial para explicar seu papel?
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2. O que significa dizer que um indivíduo, evento ou ritual prefigurava Jesus Cristo? Como Moisés prefigura Jesus, e o que os autores apostólicos do Novo Testamento têm a dizer sobre essa questão?
3. Discuta os efeitos que o Decálogo teve nos sistemas legislativos ocidentais (como, por exemplo, a Constituição dos Estados Unidos da América).
4. O que significa “temer ao Senhor”? O que a Bíblia diz a respeito de obedecer a autoridade? Quando os cristãos podem desobedecer os decretos daqueles que têm autoridade sobre eles?
5. Os cristãos têm permissão para mentir? Qual é a definição de mentir, e como isso se aplica no caso das parteiras israelitas e a sua resposta a Faraó?
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A SARÇA ARDENTE – AULA 2 Introdução da mensagem As visões no deserto devem ter parecido muito diferentes do que as vistas que Moisés testemunhava dos palácios reais no Egito. Para todas as aparências externas, a queda de Moisés do poder e proeminência para o anonimato com autoridade somente sobre animais estúpidos parece um rebaixamento monumental. Ainda assim, o Senhor ordenou ambos os status de Moisés, e cada um serviu para cultivar dentro dele as capacidades e talentos necessários para conduzir o povo de Deus para fora dos limites do Egito. Em sua sabedoria, Deus preparou Moisés com o ensino mais rico da época, assim como o equipou com a humildade e paciência para cuidar de algumas criaturas das mais obstinadas do planeta.
Leitura bíblica Êxodo 2.11-3.22; Atos 7.23-34
Objetivos de aprendizado 1. Iluminar a narrativa que culmina na autorrevelação de Deus no Monte Sinai; 2. Explicar as condições que levaram Moisés a deixar de ser um príncipe do Egito para ser um humilde pastor.
Citação Apareceu-lhe o Anjo do SENHOR numa chama de fogo, no meio de uma sarça; Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo e a sarça não
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se consumia. Então, disse consigo mesmo: “Irei para lá e verei essa grande maravilha; por que a sarça não se queima?” —Êxodo 3.2-3
Esboço da palestra A. A Fuga de Moisés 1. Após ter Moisés se tornado um adulto, ele observou cuidadosamente o fardo do seu povo. i.
Em determinado momento, Moisés descobriu que ele não era de origem egípcia, mas hebreia.
ii.
Ele avaliou a condição dos israelitas e se compadeceu deles.
iii.
Moisés testemunhou um capataz egípcio espancando um escravo hebreu e, vendo que ninguém estava por perto, matou o capataz e escondeu o seu corpo.
iv.
No dia seguinte, Moisés tentou mediar uma disputa entre dois hebreus.
v.
Os hebreus reagiram com desdém e discórdia.
vi.
Moisés, percebendo que a notícia dos acontecimentos do dia anterior haviam se espalhado, fugiu da ira de Faraó.
B. Moisés em Midiã 1. Moisés fugiu para Midiã e sentou-se à beira de um poço para descansar. 2. Ao sentar-se, testemunhou o abuso das filhas de um sacerdote midianita, e ele as auxiliou em sua aflição. 3. O sacerdote midianita, Reuel, ouviu de suas filhas sobre a bravura de Moisés e o convidou à sua tenda. Um relacionamento nasceu e Reuel deu a Moisés uma ocupação como pastor de seus rebanhos, assim como a mão de sua filha, Zípora, em casamento.
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C. Moisés e a Sarça Ardente 1. Ao cuidar dos rebanhos de seu sogro, perto do Monte Horebe, o Anjo do Senhor apareceu a ele em uma chama de fogo no meio de uma sarça. i.
Moisés havia chegado aos oitenta anos de idade.
ii.
A sarça queimava, mas não era consumida.
2. Moisés queria examinar de perto esse fenômeno. Ao se aproximar, Deus falou com Moisés a partir da sarça ardente. i.
O Senhor ordenou que ele removesse suas sandálias, pois havia entrado em terra santa.
ii.
Ao descobrir a identidade por trás da voz, Moisés escondeu o seu rosto, com medo.
3. Deus repetiu a Moisés a sua intenção de usá-lo para libertar o seu povo da força de Faraó. i.
Tal iniciativa nasceu do desejo de Deus de guardar as suas promessas para com Abraão, Isaque e Jacó, e a fim de que o povo de Israel o conhecesse.
ii.
Moisés perguntou a Deus o que ele deveria dizer se os filhos de Israel duvidassem da validade do seu chamado e de suas ordens. O Senhor disse que Moisés divulgasse o seu nome ao povo: “Eu Sou o Que Sou”.
Questões para estudo 1. A filha de Faraó utilizou Moisés como um servo na casa de seu pai durante a sua infância. a. Verdadeiro b. Falso
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2. Faraó ofereceu a Moisés anistia ao descobrir que ele havia matado um capataz egípcio. a. Verdadeiro b. Falso
3. A Bíblia diz que o nome do sogro de Moisés era Reuel e _____________. a. Tobias b. Jetro c. Jeremias d. Abner
4. Quando Moisés viu a sarça ardente, ele virou as costas e correu com medo. a. Verdadeiro b. Falso
5. Quando Moisés perguntou a Deus qual nome ele deveria revelar aos filhos de Israel, o Senhor respondeu: _____________. a. El Shaddai b. El Elyon c. O Antigo de Dias d. Eu Sou o Que Sou
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Questões para estudo bíblico e discussão 1. Moisés estava certo ao matar o capataz egípcio como relatado em Êxodo 2? A Palavra de Deus aborda essa questão? O que o discurso de Estêvão em Atos 7 diz a respeito das ações de Moisés, e como isso influencia a sua opinião sobre o assunto?
2. O que a Bíblia quer dizer quando diz: “Deus lembrou-se da sua aliança com Abraão, Isaque e Jacó”? Ele, em algum momento, esqueceu da sua aliança? Explique.
3. Quem é o Anjo do Senhor? O que a Bíblia diz a respeito do Anjo do Senhor? Cite os momentos específicos em que o Anjo do Senhor aparece.
4. Por que Deus exige que Moisés remova suas sandálias diante da sarça ardente? O que isso diz a respeito da santidade de Deus?
5. Em uma tentativa de prever as lições seguintes, discuta a autorrevelação de Deus a Moisés, especialmente o significado do seu nome: “Eu Sou o Que Sou”.
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FOGO CONSUMIDOR – AULA 3 Introdução da mensagem A tendência de ignorar a obra do nosso Deus Trino no Antigo Testamento continua sendo um problema real dentro da cristandade. Os cristãos, às vezes, atribuem os grandes atos redentivos da história no Antigo Testamento somente à primeira pessoa da Trindade, o Pai. Contudo, como João descreve no primeiro capítulo do seu evangelho, “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus [...] Todas as coisas foram feitas por ele”. Tanto a segunda pessoa quanto a terceira pessoa da Trindade (o Filho e o Espírito, respectivamente) trabalharam junto ao Pai para conduzir os eventos ao clímax da história: a encarnação do Filho de Deus. Como esta lição demonstra, a Glória Shekiná desempenhou um importante papel nesses eventos, e o Filho de Deus teve uma função especial na manifestação da sua glória à sua criação.
Leitura bíblica Gênesis 15.1–21; Êxodo 3.1–22; Êxodo 40.34–35; Lucas 2.8–20; Atos 9.1–19
Objetivos de aprendizado 1. Entender a natureza da teofania de Deus na sarça ardente; 2. Apresentar e explicar a Glória Shekiná; 3. Demonstrar a função da Glória Shekiná em alguns dos importantes eventos na história redentiva.
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Citação E sucedeu que, posto o sol, houve densas trevas; e eis um fogareiro fumegante e uma tocha de fogo que passou entre aqueles pedaços. Naquele mesmo dia, fez o SENHOR aliança com Abrão, dizendo: “À tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito até ao grande rio Eufrates: o queneu, o quenezeu, o cadmoneu, o heteu, o ferezeu, os refains, o amorreu, o cananeu, o girgaseu e o jebuseu”. —Gênesis 15.17-21
Esboço da palestra A. A Natureza da Sarça Ardente 1. Quando Moisés viu a sarça ardente, ele imaginou por que a sarça não era consumida pela chama. i.
Moisés
descreve
a
experiência
a
partir
de
uma
perspectiva
fenomenológica, usando uma linguagem específica para capturar o evento. ii.
O Dr. Sproul sugere que Moisés viu o fogo dentro da sarça, e não em qualquer outro lugar da planta.
2. A sarça não queimava por causa da chama, pois o fogo queimava a partir de seu próprio poder.
B. A Teofania na Sarça 1. A sarça não queimava porque o fogo era uma teofania: uma manifestação de Deus. 2. Embora Deus seja um Espírito com substância invisível, há ocasiões na história redentiva em que ele se manifesta visivelmente.
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3. A teofania da sarça ardente era “contra naturam”: contrária à natureza. O fogo era uma manifestação visível da glória de Deus.
C. A Glória Shekiná 1. A aparência externa da glória de Deus que aparece muitas vezes na história redentiva é chamada de “Glória Shekiná”. i.
A Glória Shekiná irradia do próprio ser de Deus, e é irresistivelmente majestosa e poderosa.
ii.
Em situações críticas na história redentiva, Deus manifestou-se através da Glória Shekiná e o uso do fogo.
2. Gênesis 15.1-21 i.
Esse relato descreve o juramento de Deus a Abraão de cumprir as suas promessas para com ele e seus descendentes, ao risco de sua própria existência.
ii.
O fogareiro fumegante e a tocha de fogo que passa pelos animais partidos são manifestações da Glória Shekiná. Elas selam e ratificam esse juramento com fogo.
3. Atos 9.1-19 i.
A manifestação de Jesus a Saulo em Atos 9 é uma manifestação da refulgente Glória Shekiná.
ii.
Semelhante ao relato de Moisés, a voz de Deus fala ternamente do meio do esplendor.
4. Lucas 2.8-20 i.
A glória de Deus que envolve os pastores na noite do nascimento de Jesus é uma manifestação da Glória Shekiná.
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ii.
Semelhante a Moisés e Saulo, os pastores reagem com temor e tremor.
5. A Glória Shekiná não é uma manifestação apenas da primeira pessoa da Trindade,
mas a glória inerente à segunda pessoa da Trindade desde a eternidade, o Filho de Deus, manifesta-se na Glória Shekiná.
Questões para estudo 1. A sarça na qual o Anjo do Senhor apareceu era um arbusto extraordinário. a. Verdadeiro b. Falso
2. De acordo com o Dr. Sproul, o fogo descrito em Êxodo 3 estava na sarça, mas não se originava na sarça. Em outas palavras, a sarça serve como combustível para o poder. a. Verdadeiro b. Falso
3. O Dr. Sproul explica que Deus manifesta a Glória Shekiná através de algum tipo de ______________. a. água b. terremoto c. tornado d. fogo
4. A Glória Shekiná apareceu a Saulo de Tarso no caminho para Damasco. a. Verdadeiro b. Falso
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5. Na noite do nascimento de Cristo, a glória de Deus apareceu a ______________. a. homens sábios b. anciãos de Belém c. pastores d. fariseus em Jerusalém
Questões para estudo bíblico e discussão 1. O que é uma teofania? Teofanias ocorrem por razões específicas, em momentos específicos e locais específicos? Como a sarça ardente se encaixa nesse esquema?
2. O que significa dizer que Deus é um Espírito? Explique em detalhes usando a Escritura para sustentar o seu argumento.
3. Explique o significado por trás do rito pactual promulgado por Deus em Gênesis 15. Por que Abraão não caminhou entre os animais partidos? Como essa cerimônia se relacionou a Jesus Cristo?
4. Que papel a Glória Shekiná desempenha na conversão de Saulo no caminho para Damasco? E na revelação aos pastores na noite do nascimento de Jesus?
5. Em antecipação aos próximos estudos, discuta a natureza da Trindade, prestando atenção especial às distinções nas pessoalidades dos membros da Trindade. Existem distinções? Se sim, por quê e como? Isso tem algo a ver com as teofanias?
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O ANJO DO SENHOR – AULA 4 Introdução da mensagem O simbolismo do fogo normalmente desperta sentimentos de terror e medo. O fogo tem a capacidade de destruir e causar devastação na pior das maneiras, e essa realidade nos força a relembrar desses fatos quando pensamos nesse poderoso elemento. Consequentemente, o uso de Deus do fogo em suas manifestações pode nos levar a pensar apenas na sua ira e fúria. Embora a Bíblia faça sim uma ligação entre o juízo e a condenação de Deus com o fogo, esse elemento não carrega em si apenas aspectos punitivos da vontade de Deus. O fogo fornece também calor para quem sente frio e cansaço, assim como purifica substâncias heterogêneas. A Glória Shekiná não habita com o pecado e deve consumi-lo na sua pureza. Ainda assim, cristãos podem ter esperança na realidade de que Cristo carregou o calor da ira de Deus e purificou o seu povo através do seu Espírito, expondo e nos dando acesso à glória refulgente de Deus, a qual não precisamos temer.
Leitura bíblica Gênesis 14.17–24; Josué 5.13–15; 2 Reis 2.1–14; Ezequiel 1.4–28; Daniel 3.1–29; Hebreus 1.1–5; 7.1–28
Objetivos de aprendizado 1. Examinar as várias teofanias na Escritura e ver o local da segunda pessoa da trindade nelas; 2. Entender mais profundamente a Glória Shekiná.
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Citação Estando Josué ao pé de Jericó, levantou os olhos e olhou; eis que se achava em pé diante dele um homem que trazia na mão uma espada nua; chegou-se Josué a ele e disse-lhe: “És tu dos nossos ou dos nossos adversários?” Respondeu ele: “Não; sou príncipe do exército do SENHOR e acabo de chegar”. Então, Josué se prostrou com o rosto em terra, e o adorou, e disse-lhe: “Que diz meu senhor ao seu servo?” Respondeu o príncipe do exército do SENHOR a Josué: “Descalça as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é santo”. E fez Josué assim. —Josué 5.13-15
Esboço da palestra A. Cristofanias no Antigo Testamento 1. Embora muitas teofanias tenham ocorrido nas eras relatadas no Antigo Testamento, muitos estudiosos acreditam que algumas dessas teofanias foram manifestações pré-encarnadas da segunda pessoa da Trindade: Cristofanias. i.
Gênesis 14 1) Melquisedeque, rei de Salém, cujo nome significa “rei de justiça”, abençoou Abraão e, por ser superior, recebeu o dízimo dele. 2) Talvez esse indivíduo “sem genealogia” e do qual o sacerdócio de Jesus se origina tenha sido uma manifestação pré-encarnada da segunda pessoa da Trindade.
i.
Josué 5 1) Josué encontrou o príncipe do exército do Senhor, que santificou a terra em que Josué pisava. 25
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2) Talvez essa revelação de Deus antes que Israel invadisse a Terra Prometida tenha sido uma Cristofania. i.
Daniel 3 1) Nabucodonosor ordenou que Sadraque, Mesaque e Abede-Nego fossem lançados em uma fornalha acesa por causa de sua recusa em adorar o ídolo que ele havia erigido. 2) Nabucodonosor viu um indivíduo a mais no meio das chamas, intocado pelo fogo, e declarou que ele era como “um filho de Deus/dos deuses”. Essa talvez tenha sido uma manifestação do Filho de Deus.
2. Tais exemplos demonstram a possibilidade da manifestação da segunda pessoa da trindade em importantes eventos na história redentiva.
B. A Glória Shekiná 1. O fogo desempenha um papel importante na manifestação da Glória Shekiná. i.
Uma carruagem de fogo transporta Elias para o céu, a morada do Senhor (2 Reis 2).
ii.
Ezequiel recebe uma visão do Senhor em uma carruagem de fogo, refulgente em seu esplendor (Ezequiel 1).
iii.
Um pilar de fogo guiou os israelitas pelo deserto.
2. De onde a luz/o fogo se origina? i.
Hebreus 1.3 afirma que Jesus é o “resplendor da sua glória”, a manifestação visível da glória de Deus.
ii.
Jesus Cristo, o Logos, é o brilho da glória de Deus.
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Questões para estudo 1. O Senhor Todo Poderoso é ____________. a. imanente b. transcendente c. tanto imanente quanto transcendente d. nem imanente, nem transcendente
2. Uma Cristofania se refere a uma manifestação pré-encarnada de Jesus Cristo. a. Verdadeiro b. Falso
3. Melquisedeque significa _____________. a. “rei de paz” b. “príncipe da paz” c. “capitão do poder” d. “rei de justiça”
4. Nabucodonosor lançou Daniel, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego na fornalha acesa, mas eles não foram consumidos. a. Verdadeiro b. Falso
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Questões para estudo bíblico e discussão 1. Como Jesus cumpre as funções de Sacerdote e Rei? E Profeta? Explique como Jesus é o nosso grande Sumo Sacerdote, apesar de não ter nascido na linhagem levítica de Arão (dica: Hebreus 7).
2. O que é uma Cristofania? Você acredita que as teofanias relatadas nesta lição são, na verdade, Cristofanias? Por quê ou por quê não?
3. Quem era aquele “semelhante a um filho de Deus” que Nabucodonosor viu na fornalha acesa? Essa manifestação do Senhor difere das suas outras manifestações no Antigo Testamento? As visões registradas no livro de Daniel ajudam a esclarecer a asserção de Nabucodonosor? Nabucodonosor poderia estar apenas usando uma linguagem pagã cultual para expressar esse fenômeno?
4. Leia Ezequiel 1. O que a visão da glória do Senhor revela a respeito da natureza de Deus e o seu domínio? Esse simbolismo encontra paralelos no resto da Escritura, especialmente no Novo Testamento? Cite as suas fontes.
5. De onde vem o esplendor transcendental e majestoso de Deus? João 1 esclarece de alguma maneira essa questão?
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SOLO SAGRADO – AULA 5 Introdução da mensagem O Novo Testamento ensina que os cristãos não devem negligenciar se reunir como um corpo de crentes para adorarem juntos. Embora a forma de culto possa parecer diferente nas várias congregações e denominações, este princípio permanece o mesmo: onde o corpo de Cristo se reúne, Cristo, nosso Santo Salvador, está presente. O reconhecimento dessa maravilhosa verdade deveria nos levar a reavaliar se estamos preparados para passar à esfera sagrada do nosso Livrador, assim como nos desencorajar a menosprezar o privilégio de se reunir como corpo de Cristo. Embora possamos olhar ousadamente a face do nosso Livrador por ele ter aberto os seus braços a nós na sua morte e ressurreição, devemos mostrar respeito pelo Deus nosso Salvador.
Leitura bíblica Gênesis 28.10–22; Êxodo 3.1–22; Isaías 6.1–13; Hebreus 10.24–25.
Objetivos de aprendizado 1. Compreender a distinção entre o profano e o sagrado; 2. Reconhecer que Moisés encontrou um fenômeno sobrenatural quando se aproximou da terra santa em que o Anjo do Senhor residia.
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Citação No ano da morte do rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as abas de suas vestes enchiam o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobria o rosto, com duas cobria os seus pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: “Santo, santo, santo é o SENHOR dos Exércitos; toda a terra está cheia da sua glória”. As bases do limiar se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então, disse eu: “ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!” —Isaías 6.1-5
Esboço da palestra A. O Profano e o Sagrado 1. Muitos filósofos, incluindo Jean-Paul Sartre, têm entendido que o estado da humanidade é incorrigível e infernal por causa da profanidade inescapável criada pela humanidade. 2. A Escritura ensina uma posição contrária: o santo e o sagrado não existem em um plano inacessível da realidade para sempre fora do alcance da humanidade, mas a glória de Deus enche toda a sua criação. 3. A humanidade encontra o profano, apesar da presença do sagrado, pois, em seu pecado, a humanidade deliberadamente se recusa a encontrar o Santo Deus.
B. A Sacralidade do Anjo do Senhor na Sarça Ardente
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1. O Anjo do Senhor se recusou a permitir que Moisés se aproximasse mais por causa da terra santa. i.
A presença de Deus tornou santa a terra.
ii.
Qualquer coisa que Deus toque recebe uma injeção da sua transcendente majestade, e a sua presença sobrenatural tocou esse pedaço de terra em particular.
iii.
Esse ponto marcou um limiar: um lugar de transição entre o natural e o sobrenatural que Moisés não podia acessar.
2. Quando o povo de Deus se reúne para cultuar como corpo de Cristo, eles passam da esfera do secular para o sagrado. i.
A palavra “secular” significa “de uma geração”, e se refere a tudo o que existe no mundo em determinada época.
ii.
Quando a igreja de Cristo se reúne para cultuar como um corpo, ela deixa para trás o secular em troca do sagrado.
iii.
Hebreus 10.24-25 encoraja os crentes a se reunirem para cultuar justamente por essa razão.
iv.
Quando Jacó testemunhou a escada unindo o espaço entre a terra e o céu em Gênesis 28, ele reconheceu o local como terra santa, e o consagrou como tal.
v.
Quando Moisés percebeu a identidade da voz, ele, assim como Jacó, compreendeu a sacralidade do local e escondeu o seu rosto em temor.
Questões para estudo 1. De acordo com Mircea Eliade, seres humanos nunca podem escapar da profanidade.
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a. Verdadeiro b. Falso
2. Um “limiar”, como descrito pelo Dr. Sproul, marca um ponto entre ________________. a. o secreto e o conhecido b. o natural e o distorcido c. a verdade e a mentira d. o natural e o sobrenatural
3. A palavra “secular” significa ______________. a. “de uma geração” b. “mau” c. “chamado para fora” d. “universal”
4. O autor do livro de Hebreus encoraja os cristãos a decidirem se participarão ou não do culto coletivo. a. Verdadeiro b. Falso
5. Quando Jacó acordou do seu sonho em Gênesis 22, ele abandonou o local no qual dormira imediatamente e nunca mais pensou no sonho. a. Verdadeiro b. Falso
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Questões para estudo bíblico e discussão 1. Discuta o final da peça de Sartre “Entre Quatro Paredes”. O que significa a conclusão a respeito da existência da humanidade? Como Mircea Eliade responde a essa conclusão? A Bíblia aborda essa questão? Se sim, o que ela diz?
2. O que tornou santa a terra em que o Anjo do Senhor se manifestou? Nós vemos essa mesma santificação da substância física em outro lugar da Escritura?
3. O que ocorre quando cristãos se reúnem para cultuar o Senhor como um corpo de crentes? A resposta concede algum tipo de crédito à importância do culto coletivo? Por quê ou por quê não?
4. Leia Gênesis 28.10-22. Como Jacó reage ao seu sonho? Por que ele derrama óleo na pedra?
5. Tome algum tempo para meditar na sacralidade do culto coletivo. Como isso
deveria afetar a nossa preparação para o culto? Quais são algumas maneiras de preparar os nossos corações?
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EU SOU: O NOME DE DEUS – AULA 6 Introdução da mensagem A maior parte da humanidade sustenta uma crença na existência de uma deidade impessoal e amoral que funciona de maneira similar a uma força da natureza. Visto que esse ser não possui padrões de moralidade para os impor sobre a ordem criada, participantes dessa visão expressam uma liberdade de viver como querem, sem restrições. A verdade, contudo, é que tais indivíduos se submeteram à escravidão do pecado e da descrença, privando-se de qualquer esperança de redenção pelos seus pecados e seu estado de condenação. A revelação do Senhor em Êxodo 3 como “Eu Sou o Que Sou”, um Deus pessoal e moral, demonstra as altas exigências que Deus deposita sobre a sua criação, mas também oferece uma esperança de salvação e redenção não existente na alternativa.
Leitura bíblica Êxodo 3.1–22; Isaías 6.1–13; Romanos 1
Objetivos de aprendizado 1. Apresentar a revelação de Deus de si mesmo como “Eu Sou o Que Sou”; 2. Compreender a natureza pessoal e moral do nosso Senhor.
Citação Disse Moisés a Deus: “Eis que, quando eu vier aos filhos de Israel e lhes disser: ‘O Deus de vossos pais me enviou a vós outros’; e eles me
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perguntarem: ‘Qual é o seu nome?’ Que lhes direi?” Disse Deus a Moisés: “EU SOU O QUE SOU”. Disse mais: “Assim dirás aos filhos de Israel: ‘EU SOU me enviou a vós outros’”. —Êxodo 3.13-14
Esboço da palestra A. A Identidade de Moisés 1. Quando Moisés recebeu a comissão de Deus de livrar os filhos de Israel do Egito, ele perguntou: “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”. 2. Ao invés de responder a pergunta de Moisés da maneira que ele desejava, o Senhor disse a Moisés que deixasse de lado a preocupação, pois ele seria com Moisés.
B. A Identidade do Senhor 1. Após Deus ter se desviado da pergunta de Moisés, Moisés perguntou quem é Deus. i.
Paulo declarou em Romanos 1 que todos sabem que Deus existe, apesar das tentativas da humanidade de suprimir esse conhecimento.
ii.
Semelhantemente, Moisés desejava conhecer a identidade do Senhor.
2. Moisés perguntou ao Senhor o seu nome porque a natureza e o caráter de Deus são expressados nele. i.
O Senhor respondeu recontando a história do seu relacionamento com os patriarcas dos filhos de Israel e revelando o seu nome como “Eu Sou o Que Sou”.
ii.
Nesse nome, Deus revelou a natureza pessoal do seu caráter, a excelência do seu ser e a perfeição do seu caráter.
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iii.
A próxima lição analisará mais de perto o nome “Javé”: “Eu Sou o Que Sou”.
Questões para estudo 1. Ao ver o Senhor entronizado nas alturas, Isaías gritou de alegria e correu em direção ao trono divino. a. Verdadeiro b. Falso
2. Quando Moisés pergunta a Deus: “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”, Deus responde revelando a verdadeira e secreta identidade de Moisés. a. Verdadeiro b. Falso
3. Teístas no Brasil, em geral, creem em um Deus pessoal. a. Verdadeiro b. Falso
4. Uma força que é amoral e impessoal ______________. a. não tem exigências morais das pessoas b. tem muitas exigências morais das pessoas c. tem poucas exigências morais das pessoas d. tem uma exigência moral das pessoas
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5. No nome do Senhor, Deus revela _____________. a. a excelência do seu ser e a perfeição do seu caráter b. a sua indiferença para com a criação c. os detalhes da sua natureza Trinitariana d. nada
Questões para estudo bíblico e discussão 1. O que Isaías grita quando recebe a visão da sala do trono celestial? Por quê? O que as suas palavras dizem a respeito da natureza de Deus? E a respeito da natureza de Isaías?
2. Como Deus responde a pergunta de Moisés: “Quem sou eu para ir a Faraó e tirar do Egito os filhos de Israel?”? Por que ele responde dessa maneira?
3. Por que as pessoas preferem um deus amoral e impessoal? O que esse deus oferece à humanidade? Como cristãos, em algum momento agimos como se Deus fosse impessoal e amoral, mesmo sabendo que isso não é verdade? Se sim, como?
4. O que o nome “Eu Sou o Que Sou” revela sobre Deus? Pense e fale a respeito dessa revelação de Deus usando outros locais da Escritura para contribuir para o seu entendimento.
5. Preparando-se para a próxima lição, discuta a importância de Deus identificar a si mesmo com pessoas e eventos na história. O que isso diz a respeito da natureza e do caráter de Deus?
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EU SOU: O SER DE DEUS – AULA 7 Introdução da mensagem Seres humanos gostam da ideia da autonomia. Parece que toda a condição da humanidade, conforme retratada pelo mundo secular, pode ser resumida na busca pela liberdade e independência de qualquer embargo. Tal noção desafia a realidade, e o próprio desejo por esse tipo de existência mergulhou a humanidade no pecado no Jardim do Éden. Como criaturas, os seres humanos são dependentes de Deus tanto para o início quanto para a continuidade de suas existências. Isso deveria incitar extrema alegria nos corações do povo de Deus, pois o Senhor imutável, amável e supremamente sábio tem a nossa existência na palma da sua mão, e ele certamente coopera todas as coisas para o bem daqueles que o amam.
Leitura bíblica Gênesis 1.1; 32.22–32; Êxodo 2.10; 3.1–22; Salmo 8; Atos 17.22–34
Objetivos de aprendizado 1. Entender a autoexistência do Senhor, especialmente capturada na sua revelação de si mesmo como “Eu Sou o Que Sou”; 2. Entender a dependência de toda a criação na asseidade (autoexistência) de Deus.
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Citação *Ele+ não está longe de cada um de nós; pois “nele vivemos, e nos movemos, e existimos”. —Atos 17.27b-28ª
Esboço da palestra A. A Autorrevelação de Deus 1. O Senhor se revela a Moisés como “Eu Sou o Que Sou”. i.
Nos tempos antigos, os nomes carregavam significado a respeito da natureza ou do caráter dos seus portadores.
ii.
O nome “Eu Sou o Que Sou” segue tal prática.
2. Os cristãos adoram o Senhor não primariamente pelo que Deus fez (que é digno de adoração), mas por causa de quem Deus é. 3. O Senhor é perfeito no seu caráter e nos seus atributos. 4. Ele não possui defeitos, nem sequer tem a habilidade de ter imperfeições.
B. A Existência de Todas as Coisas 1. Por que sequer existe qualquer coisa? i.
O Salmo 8 tem dificuldade com a magnitude dessa pergunta, especialmente se tratando do homem e sua relação com Deus.
ii.
Gênesis 1.1 fornece uma resposta, declarando que “No princípio, criou Deus...”.
2. Antes do princípio de todas as coisas, o Deus Criador existia desde toda a eternidade.
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i.
Os argumentos dos secularistas a respeito do Big Bang e outras teorias deixam a pergunta (apesar de sua reticência): o que veio antes desse evento?
ii.
Observe que a revelação de Deus de si mesmo emprega o verbo de estado “ser”, usado no tempo presente.
3. Somente Deus é independente e autoexistente. iii.
As criaturas são definidas pela mudança, mas Deus não muda.
iv.
As criaturas são seres dependentes, dependendo de Deus para a sua existência, seu movimento e sua sustentação. Deus, por outro lado, possui a existência eterna em si mesmo e a partir de si mesmo. A sua existência deriva somente dele mesmo (a asseidade de Deus).
v.
Por isso, Paulo pode empregar esse antigo provérbio para descrever o nosso estado: “Nele vivemos, e nos movemos, e existimos”.
4. Se qualquer coisa existe, ela depende do Criador para a incipiência e a persistência da sua da sua existência.
Questões para estudo 1. A revelação de Deus a Moisés como “Eu Sou o Que Sou” demonstra sua relutância em revelar a sua identidade. a. Verdadeiro b. Falso
2. Deus, e tudo o que se refere a ele, é sem defeito ou imperfeição a. Verdadeiro b. Falso
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3. Não há maneira de saber o que existia antes do Big Bang conforme explicado pela ciência moderna. a. Verdadeiro b. Falso
4. Existe algo crucial que tudo o que vem à existência tem em comum: ____________. a. vida b. morte c. mudança d. medo
5. A diferença primária entre Deus e os seres humanos é que os seres humanos possuem a qualidade de _____________. a. dependência b. autonomia c. autoexistência d. asseidade
Questões para estudo bíblico e discussão 1. Por que você adora o Senhor? Tome algum tempo e pense sobre as razões por trás do seu culto. O culto ao Senhor deveria envolver gratidão apenas por aquilo que ele fez, ou envolve mais do que isso? Por quê ou por quê não?
2. Leia o Salmo 8. Reflita e discuta o salmo. Como o salmista vê a humanidade em relação ao Senhor?
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3. Por que existe algo ao invés de nada? Por que existe alguma coisa no universo?
4. O que significa dizer que Deus é autoexistente? Os seres humanos podem possuir essa forma de autonomia? Por quê ou por quê não? Aonde você iria nas Escrituras para encontrar essa resposta?
5. Defina e explique o argumento do Dr. Sproul para a existência de Deus. Que desafios cruciais ele responde?
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EU SOU: A ASSEIDADE DE DEUS – AULA 8 Introdução da mensagem A hipótese da geração espontânea circula da esfera do estudo científico como a resposta para a origem do universo. Algo espontaneamente gerado a partir do nada até a incipiente forma do universo que testemunhamos hoje. O conceito beira o absurdo, e às vezes deixa cristãos chocados e incrédulos. Como alguém pode aderir a tal doutrina? Ainda assim, essa ridícula descrença não deveria nos surpreender. Paulo nos diz em Romanos 1 que “porquanto, tendo conhecimento de Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, se tornaram nulos em seus próprios raciocínios, obscurecendo-se-lhes o coração insensato” (1.21). Devemos esperar que os incrédulos neguem a verdade, e isso nos deveria levar a agradecer ao nosso Senhor por ele ter brilhado a luz nas trevas dos nossos corações quando nós também persistíamos na incredulidade.
Leitura bíblica Romanos 1.18-32; Apocalipse 4.1-11
Objetivos de aprendizado 1. Entender a asseidade de Deus; 2. Confrontar o absurdo da proposição da autogeração; 3. Contemplar e compreender a necessidade e a transcendência de Deus, conforme expressada na sua autorrevelação “Eu Sou o Que Sou”.
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Citação “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir [...]Tu és digno, Senhor e Deus nosso, de receber a glória, a honra e o poder, porque todas as coisas tu criaste, sim, por causa da tua vontade vieram a existir e foram criadas”. —Apocalipse 4.8b, 11
Esboço da palestra A. Os Efeitos do Iluminismo 1. A fé cristã é alvo de ataques constantes dos secularistas, especialmente quanto à ideia de que uma deidade pessoal e transcendental criou o universo. 2. O Iluminismo do século XVIII cultivou essa mentalidade cética. i.
O “Aufklärung”, ou “Iluminismo”, declarava que a hipótese de Deus não era mais necessária para explicar a origem da vida humana ou do universo.
ii.
Embora a filosofia medieval passada tenha reconhecido a existência de um criador transcendental, os pensadores do Iluminismo trocaram isso pela proposição da geração espontânea.
3. A geração espontânea afirma que o universo é autocriado. i.
Para que uma coisa se crie, ela teria que existir antes de existir.
ii.
Isso viola o princípio fundamental da lei da não-contradição.
iii.
Isso representa um extremo ao qual as pessoas recorrem para negar a hipótese de Deus.
B. A Razão Por Trás da Negação da Existência de Deus
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1. Os seres humanos negam Deus não a partir de considerações intelectuais, mas por motivos morais. iv.
Eles recorrem a todos os extremos para banir Deus do cargo de Juiz do universo.
v.
Eles abraçam uma impossibilidade lógica.
2. A asseidade de Deus se refere à sua autoexistência. vi.
Deus não deve a sua existência a nada fora de si mesmo. Ele não é causado, mas é autoexistente.
vii.
Deus é um ser necessário. a) Ele não pode não existir. b) Ele é o “Eu Sou” eternamente e para sempre.
viii.
Deus é transcendental. c) Deus não é transcendental de uma maneira geográfica, mas ele transcende no sentido de ser um ser de ordem superior. d) A sua autoexistência por si só o coloca numa categoria infinitamente
acima da sua criação.
Questões para estudo 1. As armas do criticismo apontadas para o cristianismo têm como alvo principal a ideia ____________. a. da inspiração da Escritura pelo Espírito Santo b. da deidade de Jesus c. da humanidade de Jesus d. do conceito bíblico da criação
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2. A palavra “Aufklärung” significa ______________. a. “iluminismo/esclarecimento” b. “escuridão” c. “sabedoria” d. “conhecimento das eras”
3. Para algo criar a si mesmo, tal coisa teria que existir antes de existir. a. Verdadeiro b. Falso
4. A questão da autoexistência de Deus não é intelectual, mas moral. a. Verdadeiro b. Falso
5. Todo efeito deve ter uma causa. a. Verdadeiro b. Falso
Questões para estudo bíblico e discussão 1. Por que os secularistas tentam repudiar e refutar o conceito bíblico de criação com tal veemência e perseverança?
2. Qual foi a tese do Aufklärung? Como ela se afastou da filosofia medieval anterior? Como ela explicava a criação, e em que posição ela colocava uma deidade transcendental?
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3. Explique o conceito da geração espontânea. Como o Dr. Sproul confronta tal proposição e quais são as condições que devem ser sustentadas a fim de que algo exista agora?
4. Explique o conceito da asseidade. Como esse conceito se relaciona com os seres humanos? 5. O que significa dizer que Deus é um “ser necessário”? Deus é transcendental? Se sim, por quê? Se não, por quê não?
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MISSÃO DIVINA – AULA 9 Introdução da mensagem Muitas vezes os cristãos olham para as grandes figuras do Antigo Testamento e romantizam suas atividades e conquistas. A Bíblia claramente louva tais indivíduos — como Abraão, Moisés e Davi — como grandes homens de fé e firmeza. Ainda assim, ela pinta quadros completos desses indivíduos, identificando os seus pecados junto de suas obediências. Em contraste, o nosso grande Libertador, Jesus Cristo, não conheceu o pecado e nunca se desviou do caminho estreito em direção ao Gólgota, ao sepulcro, e depois à destra do Pai. Por maiores que tenham sidos os nossos primeiros pais, esta lição claramente ilumina a vasta superioridade do nosso Salvador, Jesus, cuja morte não poderia retê-lo e cujos inimigos não poderiam vencê-lo.
Leitura bíblica Gênesis 12.1–9; 15.1–21; 25.7–11; 27.1–45; 37–50; Êxodo 1.8; 3.1–22; João 1.17; 1 Timóteo 2.5; Hebreus 3.1–19; 11.23–31
Objetivos de aprendizado 1. Comparar e contrastar Moisés, o mediador da Antiga Aliança, com Jesus, o mediador da Nova Aliança; 2. Ressaltar a função maior que Jesus desempenhou como o “Eu Sou” desde antes da eternidade, que veio para conduzir o seu rebanho para fora da escravidão.
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Citação Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Jesus Cristo. —João 1.17
Esboço da palestra A. O Deus de Abraão, Isaque e Jacó 1. O Criador autoexistente planejou desde a eternidade redimir um povo para si mesmo em Jesus Cristo. 2. O Senhor intentou fazê-lo através da interação com vários indivíduos e povos, incluindo os patriarcas, os pais dos filhos de Israel. i.
Deus chamou Abrão de Ur dos Caldeus, no sul da Mesopotâmia, e o conduziu a vagar como um peregrino na terra de Canaã, uma terra que Deus um dia daria aos seus descendentes.
ii.
Tal promessa foi passada para Isaque, Jacó e finalmente para os filhos de Israel, que Deus intentava livrar através de Moisés para que ele ratificasse sua aliança nacional com eles no Monte Horebe.
B. Os Mediadores da Aliança 1. Moisés recebeu, talvez, o mais importante papel em todo o Antigo Testamento: o mediador da Antiga Aliança. i.
Através do papel mediador de Moisés, a nação de Israel foi fundada.
ii.
Ele entregou a eles a Lei, e os conduziu pelo deserto.
2. Moisés prefigurou Jesus Cristo na sua posição sobre a nação de Israel.
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i.
De acordo com Hebreus 3, Moisés serviu como fiel mordomo na casa de Deus.
ii.
Contudo, ele não construiu a casa.
iii.
Jesus cumpriu o ofício de Moisés ao estabelecer a Nova Aliança, a “casa” na qual seu povo poderia habitar.
iv.
Pela fé, Moisés libertou o povo e os conduziu para fora da escravidão de Faraó no Egito.
v.
Jesus, por outro lado, conduziu o maior êxodo na história da raça humana ao conduzir seu povo para fora da escravidão de Satanás.
vi.
Moisés conduziu os israelitas para a Terra Prometida, embora seu acesso tenha sido negado por causa da sua desobediência.
vii.
Jesus conduz o seu povo para a eterna Terra Prometida e reside lá até agora, à destra de Deus, governando e conduzindo os eventos da história.
3. Jesus, o grande “Eu Sou”, conforme exibido proeminentemente no evangelho de João, libertou o seu povo da escravidão e aguarda para retornar e prover descanso eterno.
Questões para estudo 1. Agostinho chama a declaração de Deus “Haja...” de _____________. a. “Fiat de Autoridade” b. “Imperativo Divino” c. “Jussivo Divino” d. “Fiat de Poder”
2. Deus chamou Abraão ___________.
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a. da Acádia dos Acadianos b. da Babilônia dos Sumérios c. de Ugarit dos Canaanitas d. de Ur dos Caldeus
3. O propósito primário do encontro de Deus com Moisés através da sarça ardente era dar a ele proibições com relação ao sistema sacrificial da antiga Israel. a. Verdadeiro b. Falso
4. Moisés, como mediador, desempenha as mesmas funções que Jesus Cristo. a. Verdadeiro b. Falso
5. O ministério de Jesus tinha como alvo o opressor Satanás, ao passo que o ministério de Moisés tinha como alvo o opressor Faraó. a. Verdadeiro b. Falso
Questões para estudo bíblico e discussão 1. Leia Gênesis 15.1-21. Como a Bíblia fala sobre a conduta e o caráter de Abraão nessa passagem? Como ela fala sobre Deus? O Novo Testamento aborda essa passagem em particular? Se sim, o que ele diz?
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2. Tome algum tempo para ler e refletir nas narrativas dos patriarcas em Gênesis 12 em diante. Observando de uma posição privilegiada na história redentiva, como você vê Deus trabalhando para avançar os seus propósitos redentivos? Que papel especial os patriarcas desempenharam nos planos de Deus?
3. Como Moisés mediou a Antiga Aliança para o povo de Israel? Como ele prefigurou Jesus Cristo? Como Cristo é maior do que Moisés?
4. Em conjunto com a questão anterior, explique as semelhanças e as diferenças entre o êxodo conduzido por Moisés e o êxodo conduzido por Jesus.
5. Explique a importância da repetição de Jesus do termo “Eu Sou” como relatada no livro de João. Quantas vezes João registra Jesus dizendo isso? O que isso significa com relação à revelação de Deus em Êxodo 3?
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UM PRENÚNCIO DE CRISTO – AULA 10 Introdução da mensagem A Bíblia contém narrativas espetaculares sobre os feitos miraculosos realizados por emissários e servos do Senhor. Às vezes os cristãos ficam tão impressionados com a natureza miraculosa das histórias que acabam não identificando o propósito dos próprios milagres. Além de acudir o povo de Deus em demonstrações de graça e ternura, milagres, em primeiro lugar, validam os indivíduos como servos do Senhor e dão autenticidade à Palavra de Deus que cerca os mesmos milagres. Jesus, a verdadeira e viva Palavra de Deus, executou mais milagres do que todos os outros servos do Senhor juntos, e em um espaço de tempo muito menor do que os outros instrumentos de Deus. Isso nos lembra da natureza singular do nosso Salvador, o Filho de Deus, o Logos, no qual a plenitude de Deus é revelada em poder e majestade.
Leitura bíblica Êxodo 3.1–22; 4.1–17; 7:1–25; John 3.1–15; Hebreus 10.25
Objetivos de aprendizado 1. Entender a posição em que estava Moisés quando Deus o comissionou como o libertador; 2. Reconhecer o propósito dos milagres na história redentiva.
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Citação Respondeu Moisés: “Mas eis que não crerão, nem acudirão à minha voz, pois dirão: ‘O SENHOR não te apareceu’”. Perguntou-lhe o SENHOR: “Que é isso que tens na mão?” Respondeu-lhe: “Um bordão”. Então, lhe disse: “Lança-o na terra”. Ele o lançou na terra, e o bordão virou uma serpente. E Moisés fugia dela. Disse o SENHOR a Moisés: “Estende a mão e pega-lhe pela cauda” (estendeu ele a mão, pegou-lhe pela cauda, e ela se tornou em bordão); “para que creiam que te apareceu o SENHOR, Deus de seus pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó”. —Êxodo 4.1-5
Esboço da palestra A. A Angústia de Moisés 1. Deus ordenou que Moisés retornasse ao Egito, apresentasse-se aos filhos de Israel e a Faraó e conduzisse os israelitas para fora da escravidão
i.
O propósito de tal tarefa era que Israel fosse ao Monte Horebe e adorasse ali ao Senhor.
ii.
Libertação sempre exige a consequente adoração ao Senhor.
2. Moisés duvidou de sua habilidade de executar tal feito incrível e sem precedentes e expõe suas preocupações ao Senhor.
i.
Moisés temia que os israelitas e Faraó não acreditassem na autenticidade do seu chamado pelo Anjo do Senhor na sarça ardente.
ii.
Além disso, Moisés temia a reação do mais poderoso rei do mundo, o Faraó.
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3. O Senhor respondeu dando a Moisés a habilidade de executar milagres diante dos israelitas e de Faraó.
i.
Os milagres deviam servir como autenticação do chamado de Moisés.
ii.
O Senhor proveu dois sinais iniciais para validar a autoridade de Moisés (o bordão que se tornava uma serpente, a mão leprosa), assim como a habilidade de transformar a água do Nilo em sangue.
iii.
Através desses sinais, Faraó e os israelitas deveriam reconhecer que Deus tinha um chamado especial para Moisés.
B. O Propósito dos Milagres na História Redentiva 1. Milagres ocorrem esporadicamente e de forma aglomerada em tempos muito específicos e importantes da história redentiva.
i.
Milagres ocorrem entre o povo de Deus a fim de validar os servos do Senhor, a sua libertação e a utilização da Palavra de Deus.
ii.
Fora desses parâmetros, milagres não ocorrem da mesma maneira (e, em grande parte, sequer ocorrem).
2. Moisés executou muitos milagres na sua luta contra Faraó para libertar os israelitas, validando o seu chamado e a sua autoridade. 3. Satanás e seus servos não podem executar milagres.
i.
Milagres, como afirmado antes, ocorrem para autenticar os mensageiros de Deus e seus agentes de revelação, e Satanás não é capaz de duplicar milagres porque ele não possui o propósito ou o poder de Deus.
ii.
Satanás é apenas um mágico. Ele é um especialista em mágica, cheio de truques e engano inigualáveis na criação, mas ainda assim é apenas um mágico.
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a) Os mágicos de Faraó executaram excelentes truques para fazer cobras aparecerem, mas não eram verdadeiros milagres. b) Os mágicos, instrumentos de Satanás, não conseguiram executar quaisquer milagres reais e não eram capazes de duplicar, ou sequer imitar, os feitos de Deus através de Moisés. 4. O ministério de Jesus conteve a mais alta concentração de milagres na história da redenção.
i.
Jesus curou doentes, ressuscitou mortos, expulsou demônios e fez muito mais.
ii.
Todos esses sinais, no entanto, serviram para autenticar Jesus como a viva Palavra de Deus.
Questões para estudo 1. Deus libertou os filhos de Israel da escravidão, mas os filhos de Israel tomaram a iniciativa de ir ao Monte Horebe por vontade própria para encontrar o seu Libertador. a. Verdadeiro b. Falso
2. Em resposta ao questionamento de Moisés, Deus ordenou que ele lançasse o seu bordão no chão, e ele ______________. a. se transformou em uma serpente b. floresceu c. cresceu dois cúbitos d. se incendiou
3. Os milagres foram dados por Deus para provar a sua existência. 56
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a. Verdadeiro b. Falso
4. Milagres ocorrem esporadicamente e frequentemente ao longo da história. a. Verdadeiro b. Falso
5. O fariseu que veio ver Jesus conforme registrado em João 3 se chamava _____________. a. Nicodemos b. Barnabé c. José d. Simão
Questões para estudo bíblico e discussão 1. Qual é o objetivo da sua salvação? Você lembra a si mesmo dessa verdade frequente e alegremente?
2. Como você teria respondido se estivesse no lugar de Moisés? As dúvidas com as quais ele lutou diante de Deus soaram como incredulidade? Por quê ou por quê não?
3. Quais eram os propósitos dos milagres? Dê exemplos de momentos na história do povo de Deus em que milagres ocorreram e declare as razões por trás deles (pelo menos no nível do princípio).
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4. Satanás pode fazer milagres? Por quê ou por quê não?
5. Por que mais milagres ocorrem no ministério de Jesus do que em qualquer outro momento da história? Descreva os milagres que Jesus executou. Existe alguma razão pela qual Jesus executou os milagres que executou e da maneira que executou? Explique.
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