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A Conversão e a Vida de Paulo - Guia de Estudos

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Guia de Estudos ConversĂŁo & Teologia de Paulo

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Ligonier Connect Guia de Estudos Traduzido do original em inglês The Life and Theology of Paul Copyright©2014 by Guy Waters ▪ Publicado por Ligonier Ministries Copyright©2017 Curso Fiel de Liderança 1ª Edição em Português 2018 ▪ Todos os direitos em língua portuguesa reservados por Curso Fiel de Liderança da Missão Evangélica Literária PROIBIDA A REPRODUÇÃO DESTE CONTEÚDO POR QUAISQUER MEIOS, SEM A PERMISSÃO ESCRITA DOS EDITORES, SALVO EM BREVES CITAÇÕES, COM INDICAÇÃO DA FONTE. ▪

Caixa Postal 1601 CEP 12230-971 São José dos Campos – SP PABX: (12) 3919-9999 www.cursofieldelideranca.com.br

Diretoria Administrativa: Alexandre da Costa Oliveira Diretoria Acadêmica: Tiago José dos Santos Filho Diretoria Executiva: James Richard Denham III Coordenação Pedagógica: Laise Helena Oliveira Tradução: Alan Cristie Revisão: Yago Martins Diagramação: Laise Helena Oliveira Capa: Laise Helena Oliveira

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SUMÁRIO

O CURSO FIEL DE LIDERANÇA .................................................................................... 5 COMO USAR ESTE GUIA ............................................................................................ 6 INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 7 1 - A VIDA DE PAULO ................................................................................................ 8 2 - A CONVERSÃO E O CHAMADO DE PAULO ........................................................... 14 3 - AS DUAS ERAS ................................................................................................... 20 4 – A PECAMINOSIDADE HUMANA ......................................................................... 26 5 – A REPRESENTATIVIDADE ADÂMICA ................................................................... 32 6 – A JUSTIFICAÇÃO ............................................................................................... 39 7 – O SEGUNDO ADÃO ............................................................................................ 45 8 – A SANTIFICAÇÃO .............................................................................................. 51 9 – O PAPEL DA LEI ................................................................................................. 57 10 – O PAPEL DO ESPÍRITO SANTO .......................................................................... 64 11 - A IGREJA E A VIDA CRISTÃ ................................................................................ 70 12 - O FUTURO ....................................................................................................... 76

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O CURSO FIEL DE LIDERANÇA O Curso Fiel de Liderança (CFL) é o ministério de educação teológica do Missão Evangélica Literária (Ministério Fiel). Este ministério, idealizado há mais de 20 anos pelo missionário Richard Denham Jr. Pr. Ricardo, fundador da “Fiel”, tem como alvo primário oferecer aos pastores, líderes, professores e estudantes de teologia uma oportunidade de refletir e aprofundar seus conhecimentos em temas bíblicos, baseados em uma cosmovisão reformada, que possam cooperar com o seu crescimento na fé e na sã doutrina, o que certamente será refletido em seu ministério de ensino e instrução do povo de Deus, na igreja local. No ano de 2011, o CFL ganhou corpo, com o planejamento do primeiro curso. As gravações das aulas deram início no ano de 2012 e, a partir deste momento, o número de cursos oferecidos pelo CFL têm crescido consideravelmente ano a ano. Atualmente, o CFL possui parceria com diversas instituições internacionais o que tem resultado em reconhecimento internacional. O corpo docente é composto por brasileiros e estrangeiros, mestres e doutores em teologia, que têm se dedicado ao ensino e influenciado positivamente o cenário teológico contemporâneo. O Curso Fiel de Liderança tem se preocupado em zelar pela qualidade teológica dos cursos oferecidos para que você, ao estudar, seja enriquecido na Palavra. Rogamos a nosso Deus que ele se agrade em fazer uso do conteúdo deste curso para edificar sua vida e aquecer o seu coração. Que o Senhor o abençoe em seus estudos!

Equipe CFL

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COMO USAR ESTE GUIA Este Guia de Estudos foi desenvolvido para ser utilizado juntamente com as aulas do curso “Conversão & Teologia de Paulo”. Se você é um aluno matriculado no CFL, tem permissão para fazer o download desse material que se encontra na Biblioteca Virtual. Este recurso tem a finalidade de colaborar com os seus estudos pessoais, através de um melhor aproveitamento do conteúdo do curso. Neste guia, para cada aula, você encontrará uma breve introdução; indicações de leituras bíblicas, as quais consideramos extremamente importantes, pois auxiliarão na fixação da matéria ministrada; uma descrição dos objetivos do processo de aprendizagem; uma ou mais citações que corroboram com o conteúdo ministrado em aula; o esboço da aula; exercícios de fixação (a quantidade de exercício proposta no Guia excede o número proposto ao longo do curso); questões para estudos bíblicos, que procuram relacionar o conteúdo estudado com a Palavra de Deus; questões para reflexão das quais algumas foram propostas ao longo do curso; e, finalmente, uma aplicação, que procura relacionar o conteúdo ministrado com a prática cristã. Assim, nossa recomendação é para que, embora tenhamos parte do Guia de Estudos nas atividades do portal, você o imprima e o utilize durante o acompanhamento das videoaulas, sabendo que essa atitude será enriquecedora para seus estudos particulares. Oramos para que este Guia de Estudos seja de bom proveito aos alunos do curso “Conversão & Teologia de Paulo”.

Equipe CFL

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INTRODUÇÃO Muito do que nós sabemos sobre teologia – sobre a justificação, a adoção, a santificação e a glorificação – vem diretamente dos escritos do apóstolo Paulo. Se removêssemos os escritos de Paulo das Escrituras, nós podemos imaginar o quanto nosso entendimento dessas verdades ficaria deficiente. Tanto nós como Agostinho, Lutero e Calvino, que vieram antes de nós, devemos muito a esse grande apóstolo. Neste curso, o Dr. Guy Waters nos conduz em uma jornada doutrinariamente enriquecedora e espiritualmente edificante, desde a vida, conversão e chamado até temas cruciais de sua teologia.

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AULA 1 - A VIDA DE PAULO

INTRODUÇÃO DA AULA Imagine que você era um cristão do primeiro século e que estava conhecendo o apóstolo Paulo – ou Saulo de Tarso, como era seu nome judaico. Em vez de admirá-lo, você provavelmente teria medo ao encarar esse violento perseguidor de crentes. Com esse fato e outros detalhes em mente, iniciaremos este estudo do pensamento de Paulo com uma análise de sua vida. Por que não pulamos logo para sua teologia? Porque, como disse o prof. Waters, nós “não temos como separar Paulo, o teólogo, de Paulo, o homem, o que a Escritura certamente não faz”. Nesta lição, aprenderemos sobre Saulo antes de sua conversão a caminho de Damasco. A vida e as experiências dele foram moldadas pelo Senhor para os seus propósitos.

LEITURAS BÍBLICAS Atos 7.54-8:4; 9:1-2; Filipenses 3.1-6

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender a importância da vida de Paulo para sua teologia. 2. Aprender detalhes importantes sobre a atípica criação judaica e romana de Paulo. 3. Discernir a providência de Deus ao preparar Paulo para a vida depois da conversão.

CITAÇÃO Um zelote de corpo e alma pelas tradições, como ele declara ter sido, com certeza teria feito oposição vigorosa a toda tendência de “mudar os costumes que Moisés nos deu”. Gamaliel pode ter aconselhado paciência e moderação, mas,

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como Paulo via a situação, ela era séria demais para medidas de contemporização. Assim como Estevão via a lógica da situação com mais clareza do que os apóstolos, Paulo a via com mais clareza do que Gamaliel. Aos olhos de Estevão e de Paulo, a nova ordem e a antiga eram incompatíveis. Estevão argumento: “Chegou o que é novo; por isso o que é antigo precisa desaparecer”; Paulo, por sua vez, argumentava: “O que é antigo deve permanecer; por isso o que é novo precisa desaparecer”. Essa é a razão do rigor indiviso com que ele se lançou à obra da repressão. – F.F. Bruce

ESBOÇO DA AULA A. A herança judaica de Paulo (Filipenses 3:5) 1. Ele foi circuncidado e criado em um lar judeu. 2. Ele era um israelita da tribo de Benjamin. 3. Ele alegremente aceitou sua herança em uma cultura greco-romana.

B. A estatura física inexpressiva de Paulo. 1. Ele menciona uma “presença pessoal” fraca em 2 Coríntios 10:10. 2. Uma descrição mais completa dele aparece em um livro apócrifo posterior. 3. O sofrimento físico posterior teria piorado essa condição (2 Coríntios 11:24-30).

C. A família judia de Paulo 1. Ele provavelmente foi criado em um lar devoto ligado à sinagoga. 2. Ele recebeu a cidadania romana de seu pai. 3. Somos informados sobre seu sobrinho, filho de sua irmã (Atos 23:16). 4. Nunca é dito que ele teve uma esposa, mas é possível que ele tenha tido em algum momento.

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D. O nascimento de Paulo em Tarso 1. Era uma cidade na província da Cilícia, onde é hoje o sudeste da Turquia. 2. Era uma cidade “não insignificante” (Atos 21:39), mas era uma cidade universitária grega, uma importante cidade portuária, uma cidade comercial e uma comunidade considerável.

E. A cidadania romana de Paulo 1. Ele a tinha desde que nasceu (Atos 22:28). 2. Por causa dela, ele tinha determinados direitos que ele usou para sua vantagem (Atos 16.37; 22.25). 3. Sua vida foi salva por ela em pelo menos uma ocasião (Atos 25).

F. A vasta educação de Paulo 1. Ele estudou na tradição farisaica sob Gamaliel em Jerusalém (22.3; 23.6). 2. Ele se destacou como aluno (Gálatas 1.14). 3. Ele aprendeu diversos idiomas. 4. Ele conhecia as Escrituras profundamente. 5. Ele estudou filosofia pagã e literatura secular (Atos 17).

G. Paulo vivendo como um fazedor de tendas (Atos 18.3) 1. Uma vocação assim não era considerada indigna por judeus eruditos como os gregos consideravam. 2. Uma vocação assim, como fazedor e reparador de tendas, era muito requisitada. 3. Uma vocação assim salvaguardava sua função como um pregador que não comercializava o evangelho (2 Coríntios 2.17). 4. Uma vocação assim impedia que ele se tornasse um peso para os outros (1 Tessalonicenses 2.9; 2 Tessalonicenses 3.8).

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H. A perseguição de Paulo contra a Igreja. 1. Ele menciona sua hostilidade anterior como “blasfemo, e perseguidor, e insolente” (I Timóteo 1.13). 2. Ele rejeitava a ideia de que Jesus poderia ser o Messias. 3. Ele estava a caminho de Damasco para prender os cristãos quando o Senhor o confrontou.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Paulo tinha uma herança judaica que ele avidamente abraçou diante de uma cultura greco-romana resistente. a. Verdadeiro b. Falso

2. Uma das coisas que fazia com que Paulo fosse tão influente, antes e depois de sua conversão, era sua aparência física imponente. a. Verdadeiro b. Falso

3. Sobre Paulo antes da sua conversão, é verdade que: a. Ele era chamado por seu nome romano, Saulo. b. Ele estava sendo preparado pelo Senhor para os seus propósitos. c. Ele era um feroz perseguidor dos cristãos. d. A e B e. B e C

4. Quanto à sua família, _______.

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a. Ele foi criado em um lar judaico nominal. b. Ele tinha um sobrinho, filho da sua irmã. c. A e B

5. Quanto à Tarso, a cidade em que Paulo nasceu, _______. a. Ficava na província da Cilícia. b. Era uma importante cidade portuária e comercial. c. Era conhecida por seus cidadãos iletrados. d. A e B. e. Todas as alternativas acima.

6. Quanto à cidadania romana de Paulo, _______. a. Ele a recebeu de seu pai quando nasceu. b. Por causa dela, ele tinha determinados direitos que ele usou para sua vantagem. c. Sua vida foi salva por ela em pelo menos uma ocasião. d. A e B. e. Todas as alternativas acima.

7. Quanto ao ofício de Paulo como um fazedor de tendas, _______. a. O trabalho manual não era considerado indigno por judeus eruditos como os gregos consideravam. b. Foi o que o livrou de ser alvo de suspeitas de que era um comerciante da Palavra de Deus. c. Foi o que o livrou de se tornar um peso financeiro para os outros. d. Todas as alternativas acima.

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EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1.

Estude Filipenses 3.1-7. Quando Paulo olha para seu passado e para sua

“confiança na carne”, o que o verso 7 nos diz sobre o valor desse tipo de vida?

2.

Considere a fraqueza de Paulo mencionada em 2 Coríntios 10.10 e como o

Senhor a usou para ensiná-lo sobre sucesso ministerial. Se você é um cristão, por que você não deve ter medo de admitir a fraqueza física em um mundo em que isso é tão impopular.

3.

Quando falamos sobre a providência de Deus, afirmamos seu controle sobre

tudo em nossas vidas incluindo a maneira com que ele preparou Paulo para seu futuro ministério. Pense em algo (por exemplo: local, família, educação e pecado) em sua vida que, sem que você soubesse na época, Deus estava usando para te preparar para o futuro. Como isso deve afetar nossa atitude até mesmo nos piores momentos que enfrentamos?

4.

Cristãos neste mundo enfrentam diversos níveis de perseguição. Sabendo que

Deus posteriormente subjugou Paulo, um oponente feroz da fé cristã, como isso deve afetar nossas atitudes em relação aos que perseguem os cristãos, como os muçulmanos ou os comunistas?

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AULA 2 - A CONVERSÃO E O CHAMADO DE PAULO

INTRODUÇÃO DA AULA Em Atos 8, Saulo estava a caminho de Damasco para prender os cristãos que estavam fugindo da perseguição que havia naquela cidade. O que ele não sabia era que o Senhor vinha moldando toda a sua vida para aquele momento decisivo. Tanto Paulo (Gálatas 1, Filipenses 3 e 1 Timóteo) quanto Lucas (Atos 9, 22 e 26) olhariam para trás e veriam esse acontecimento como o divisor de águas na vida de Paulo. Nessa mesma estrada de Damasco, como o Dr. Waters observou, “a graça irrompeu na vida de Saulo de Tarso”. Nesta lição, então, nós estudaremos os detalhes da conversão e vocação de Paulo. Nós observamos uma maravilhosa ligação entre o que aconteceu especificamente com Paulo e o que acontece com todos os pecadores, de forma geral, quando Cristo entra em suas vidas. No processo, consideraremos as reivindicações de alguns eruditos de que, apesar de Paulo ter sido chamado nessa ocasião, sua conversão não aconteceu ali.

LEITURAS BÍBLICAS Atos 9.1-30; 2 Coríntios 4.1-6

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Afirmar a realidade de que não somente o chamado, mas também a conversão de Paulo aconteceu no caminho de Damasco. 2. Relacionar a conversão de Paulo com a dos cristãos de forma geral. 3. Aprender lições para a vida cristã a partir da conversão e do chamado de Paulo.

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CITAÇÃO Saulo ouviu as palavras, “Por que me persegues?”, e ele sabia que quem quer que estivesse falando com ele desta luz ofuscante não era um mero transeunte de Damasco. Ele sabia que estava lidando com alguém sobrenatural, mas ele não tinha certeza quem. Então ele perguntou: “Quem és tu, Senhor?” (v. 5). Aqui Saulo não usou o termo grego kyrios no sentido menor de um simples tratamento respeitoso, mas no sentido supremo, imperial. Ele sabia que era o Soberano celestial que estava falando com ele. – R.C. Sproul

ESBOÇO DA AULA A. A realidade da conversão de Paulo no caminho de Damasco 1. O terreno é preparado para a conversão de Paulo (Atos 9) com o martírio de Estevão e com a perseguição dos cristãos (Atos 7 e 8). a. Saulo de Tarso tem um papel ativo na opressão. b. Ele viaja para Damasco para prender os cristãos que estavam se refugiando lá.

2. Perto de Damasco, o Senhor Jesus confrontou e converteu Saulo. a. Saulo foi cegado por uma luz celestial. b. Saulo ouviu a voz do Senhor, “Por que me persegues?” c. Saulo jejuou por três dias, refletindo nessa experiência e em sua vida.

3. O discípulo Ananias foi ao encontro de Paulo. a. Ananias o chama de “Saulo, irmão”, o que confirma sua conversão. b. Paulo volta a enxergar. c. Paulo é batizado. d. Paulo recebe uma comissão para testemunhar aos judeus e aos gentios. e. A vocação de Paulo vem diretamente do Senhor.

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B. A semelhança entre a conversão de Paulo e a dos gentios 1. Os gentios ouviriam a voz do Senhor por meio de Paulo (Atos 16.14).

2. Os gentios seriam transportados das trevas para a luz (Atos 26.18; Colossenses 1.13).

3. Esse é o retrato do novo nascimento dos pecadores que Satanás cegou sendo conduzidos à luz do evangelho (2 Coríntios 4.4-6).

4. Paulo experimentou essa mesma libertação das trevas.

C. Lições da conversão de Paulo 1. Aqueles que Deus salva, ele liberta pela graça somente (I Timóteo 1.15).

2. Aqueles que Deus salva, ele coloca em sua família (Atos 9.17).

3. Aqueles que Deus salva, ele coloca a serviço dele (Atos 9.20-22).

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Em Atos 7, Saulo de Tarso estava a caminho de Damasco para prender os cristãos. a. Verdadeiro b. Falso

2. Paulo não sabia que Deus vinha moldando sua vida para esse encontro decisivo no caminho de Damasco. a. Verdadeiro

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b. Falso

3. Quando ele se aproximou de Damasco, o Senhor confrontou Paulo, que ___________. a.

Ficou cego por uma luz sobrenatural

b. Ouviu uma voz do Céu c.

Como Zacarias antes dele, ficou incapaz de falar

d. A e B e.

BeC

4. Quanto à experiência de Paulo no caminho de Damasco, ___________. a. Paulo posteriormente a veria como um divisor de águas b. Lucas posteriormente a veria como um divisor de águas c. A graça irrompeu na vida de Paulo d. A e C e. Todas as alternativas acima

5. Quanto à semelhança entre a experiência de Paulo e a conversão dos gentios, ___________. a. Eles, como Paulo, ouvem a voz do Senhor b. Eles, como Paulo, são libertos das trevas para a luz c. Eles, como Paulo, ficam mudos d. A e B e. Todas as alternativas acima

6. A ideia de que, aqueles que Deus salva, ele salva pela graça somente, encontra-se em ___________. a. 2 Coríntios 4:4-6

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b. 1 Timóteo 1:15 c. Atos 9:17 d. Atos 9:20

7. A ideia de que, aqueles que Deus salva, ele coloca para servir, encontra-se em ___________. a. 2 Coríntios 4:4-6 b. 1 Timóteo 1:15 c. Atos 9:17 d. Atos 9:20-22

8. A ideia de que, aqueles que Deus salva, ele os coloca em sua família, encontra-se em ___________. a. 2 Coríntios 4:4-6 b. 1 Timóteo 1:15 c. Atos 9:17 d. Atos 9:20-22

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Versos do Novo Testamento como Efésios 5:8, 1 Tessalonicenses 5:5 e 1 Pedro 2:9 claramente equiparam a luz com a salvação e as trevas com o pecado. Mas e as passagens do Antigo Testamento que usam uma linguagem parecida? Por exemplo, é aceitável dizer que a luz e as trevas em passagens como Gênesis 15:12, 17 e Êxodo 10:21-23 apontam para a salvação em Cristo? 2 Coríntios 4:6 pode ser útil para entender.

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2. Considere que Ananias suspeitava de Paulo, mas depois acabou recebendo esse notório perseguidor como um “irmão”. O que isso diz sobre a nossa recepção na igreja de pessoas convertidas, como homossexuais arrependidos e ex-detentos?

3. Reflita sobre 1 Timóteo 1:15. Mesmo como um cristão maduro, por que você precisa estar sempre repetindo algo assim para si mesmo, “Aqueles que Deus salva, ele liberta pela graça somente”.

4. Reflita sobre Atos 9:17. Enquanto você considera a ideia de que aqueles que Deus salva, ele os coloca em sua família, conserve sobre como isso deve afetar sua vida na Igreja.

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AULA 3 - AS DUAS ERAS INTRODUÇÃO DA AULA Em nossa última aula, testemunhamos a gloriosa conversão de Paulo e seu chamado do Salvador. Ao mesmo tempo, Paulo recebeu a ordem de proclamar o evangelho de Jesus Cristo. No restante de nossos estudos, iremos nos focar nos detalhes dessa aula. Nesta lição, depois de fazer uma introdução ao evangelho que Paulo pregava, o Dr. Waters nos mostra que devemos vê-lo como necessariamente enraizado na história ou em termos das “duas eras” relacionadas ao evangelho. Aprendemos sobre a presente era e sobre a era vindoura em Cristo. Como crentes, vivemos na sobreposição das eras – em uma tensão – mas não desespero, com nossos olhos sobre nosso Salvador que a de vir.

LEITURAS BÍBLICA I Coríntios 15:1-4; Mateus 12:30-32; Efésios 1:16-23

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender resumidamente o evangelho que Paulo pregava. 2. Ver o evangelho como necessariamente enraizado na história com Cristo em seu centro. 3. Compreender a importância das duas eras em que o evangelho está enraizado.

CITAÇÃO Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Porque

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primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. 1 Coríntios 15:1-4

ESBOÇO DA AULA A. Começando a compreender o evangelho que Paulo pregava. 1. A abordagem longa se encontra na carta de Paulo aos Romanos. a. Paulo escreveu essa carta no final da sua terceira viagem missionária. b. Paulo tinha a expectativa de visitar a Igreja em Roma, onde ele nunca tinha ido (Romanos 1:1-13). c. Nessa carta, Paulo resume o evangelho que ele almejava anunciar pessoalmente (Romanos 1:15-18). 2. A abordagem curta se encontra no testemunho de Paulo em I Coríntios 15:1-4. a. O evangelho está centralizado na morte e ressurreição de Cristo. b. O evangelho pressupõe que somos pecadores. c. O evangelho precisa ser pregado para salvar.

B. Recuando para ver esse evangelho enraizado nas “Duas Eras” 1. Paulo tinha um entendimento abrangente da história. a. A história começa com a criação. b. A história termina com a redenção da criação no retorno de Cristo (Romanos 8:19-22). c. A história está centralizada na obra de Cristo na “plenitude dos tempos” (Gálatas 4:4-5; Efésios 1:9-10). d. A história tem como foco o papel de Cristo na história em termos de “Duas Eras”. 2. Antes dos tempos do Novo Testamento, as eras presente e futuro eram distinguidas.

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a. O Antigo Testamento apresenta a história em termos de criação, queda e esperança no Messias que viria. b. Os escritores judeus do período intertestamentário apresentam uma ordem presente que é desfigurada pelo pecado e uma nova ordem futura de redenção. 3. O Novo Testamento diferencia entre “esta era” da “era vindoura”. a. Jesus fala assim (Mateus 12:30-32; Lucas 20:34-35). b. Paulo fala assim (Efésios 1:21). 4. Paulo discorre sobre “esta era” ou mundo. a. Ele é mau, caracterizado por pecadores em rebelião contra Deus (Gálatas 1:4; Efésios 2:1). b. Ele é abrangente, sendo visto na pessoa inteira (Romanos 12:2; Efésios 2:2). c. É corporativo, envolvendo mais do que o indivíduo (I Coríntios 2:5-8). 5. Paulo discorre sobre “esta era” ou mundo “vindouro”, que Cristo iniciou com sua obra salvífica. a. Entrou na história com a obra salvífica de Cristo. b. Refere-se a um reino (Colossenses 1:13). c. É caracterizado por uma nova criação, na qual nós entramos (2 Coríntios 5:17). d. Envolve a nossa união com Cristo pelo Espírito por meio da fé. 6. Em meio a essas ordens, vivemos na “sobreposição das eras”. a. Nós fomos transportados de um domínio mau para a era porvir (Gálatas 1:4; Colossenses 1:13). b. Todavia, ainda experimentaremos plenamente a era porvir (I Coríntios 15:53). c. Nós não somos desta era presente, mas nós vivemos nela (Tito 2:11-12; Romanos 8:13-18).

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C. Lições do ensino de Paulo sobre as “Duas Eras” a. Precisamos entender como nosso pecado continua sendo uma ameaça real e presente. b. Precisamos entender como a graça nos resgata da escravidão do pecado.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Precisamos enxergar o evangelho como firmemente enraizado na história. a. Verdadeiro b. Falso

2. A teologia de Paulo emerge de sua compreensão das “Duas Eras”. a. Verdadeiro b. Falso

3. Em sua carta aos Romanos, Paulo ___________. a. Apresentou o evangelho com detalhes, mas ainda assim resumidamente. b. Expressou seu desejo de estar com eles novamente, pois ele plantou a igreja lá. c. Escreveu no final de sua segunda jornada missionária. d. A e B e. B e C

4. Quanto ao entendimento abrange de Paulo sobre a história, ___________. a. Ele nos mostra que a história começa com a criação. b. Ele nos mostra que a história nunca terá fim. c. Ele nos mostra que a história tem como centro a obra salvífica de Cristo. d. A e B e. A e C

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5. Quanto a I Coríntios 15:1-4 como um breve resumo do evangelho, ___________. a. Tem como centro a morte e ressurreição de Jesus Cristo. b. Pressupõe que somos pecadores. c. Não salva automaticamente; precisa ser proclamado. d. A e C e. Todas as alternativas acima

6. Quanto às “Duas Eras”, Paulo fala “desta era” e da “vindoura” em ___________. a. Efésios 1:21 b. Gálatas 1:4 c. Colossenses 1:13 d. 2 Coríntios 5:17

7. Quanto às “Duas Eras”, Paulo chama a presente era de “má” em ___________. a. Efésios 1:21 b. Gálatas 1:4 c. Colossenses 1:13 d. 2 Coríntios 5:17

8. Quanto às “Duas Eras”, Paulo fala da era “vindoura” como tendo iniciado com a obra salvífica de Cristo, como um reino em ___________. a. Efésios 1:21 b. Gálatas 1:4 c. Colossenses 1:13 d. 2 Coríntios 5:17

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO

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1. Analise I Coríntios 15:1-4 à luz do que Paulo diz sobre a ressurreição nos versos 12:14. Por que os fatos históricos da morte e ressurreição de Cristo são tão importantes para as boas novas de que Jesus salva pecadores? Com Romanos 6:23 em mente, por que a pregação do evangelho é vã caso Cristo tenha permanecido morto?

2. Leia Gálatas 4:4-5, que fala de Deus enviando seu Filho na “plenitude dos tempos”. Claramente, Jesus veio em um tempo específico determinado pelo Pai quando a história do mundo se desenrolava em direção à nova era crucial. Como isso afeta a maneira com que olhamos para eventos passados e atuais?

3. Leia Efésios 1:20-21, que fala do poder do Pai operando no Salvador exaltado, à luz da citação do Dr. Ferguson no início desta lição. De que maneira isso serve de incentivo para a Igreja em nossas lutas na “sobreposição das eras”?

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AULA 4 – A PECAMINISIDADE HUMANA INTRODUÇÃO DA AULA Na última sessão, começamos com um resumo do evangelho em I Coríntios 15. Continuando nossos estudos, abriremos essa aula com mais detalhes da epístola de Paulo aos Romanos. Nesta lição, veremos que Paulo começa com o pecado, um assunto que não é muito discutido nos dias de hoje. Em Romanos 1:16-17, possivelmente a declaração de tese de Romanos, Paulo nos mostra que a justiça de Cristo está no coração do evangelho. Todavia, em vez de falar imediatamente com detalhes sobre essa justiça, Paulo fala extensivamente sobre o pecado (Romanos 1:18). Ele sabe que nós precisamos ver a nossa injustiça antes que sejamos capazes de ver a necessidade que temos do dom da justiça em Cristo.

LEITURA BÍBLICA Romanos 1:14-2:5

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender que a pregação do pecado lança o fundamento para a proclamação do evangelho. 2. Reconhecer que a injustiça é um problema universal que afeta toda a humanidade. 3. Perceber que o pecado, ou a violação da lei de Deus, é definido em termos pessoais como rebelião contra o próprio Deus.

CITAÇÃO “Paulo está prestes a expor uma maravilhosa salvação. Mas primeiro, ele estabelece a razão dela ser necessária mostrando que todos as pessoas são pecadoras... Para a maioria das pessoas, sempre pareceu que, de forma geral,

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elas são pessoas decentes. Podem até não ser perfeito, mas não cometeram nenhum grande erro. Como não possuem consciência de nenhum pecado realmente desastroso, sentem que estão bem com Deus. Mas para Paulo, o que é significante não é que as pessoas se encaixam nos próprios padrões, mas que não se encaixam no padrão de Deus. Ficaram aquém do que ele exige. Estão sob o maior perigo porque estão sujeitos à sua ira”. – Leon Morris

ESBOÇO DA AULA A. A injustiça dos gentios 1. A ira de Deus foi revelada contra os gentios (Romanos 1:18). a. A ira indica o desprazer de Deus com o pecado. b. A ira é demonstrada agora e depois (ver, também, Romanos 2:5). 2. Até os gentios conhecem a Deus (Romanos 1:19-20) a. Até sem a Bíblia esse conhecimento existe. b. Deus revela a si mesmo na ordem da criação. c. Esse conhecimento faz com que fiquem inescusáveis. 3. Os gentios se rebelam contra esse conhecimento de Deus (Romanos 1:18, 2125). a. Apesar de conhecerem a Deus, não o honram como Deus (Romanos 1:18, 21-25). b. Eles adoram a ordem da criação em lugar do Criador. c. Eles mudaram a verdade de Deus em mentira. d. Isso inclui as religiões mundiais, que não são expressões de piedade sincera (ver Atos 17). 4. Deus entrega os gentios aos pecados que eles desejam (Romanos 1:26-28). a. Isso tem efeitos profundos sobre a maneira com que se relacionam uns com os outros. b. Isso inclui pecados homossexuais.

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5. Os gentios estão cheios de toda sorte de injustiça (Romanos 1:29-32). a. Eles são culpados de muitos pecados. b. Eles permanecem em seus pecados conscientes do juízo de Deus. c. Eles não somente cometem tais pecados, mas também aprovam os que fazem o mesmo.

B. A injustiça dos judeus 1. Os judeus não têm nada do que se orgulhar (Romanos 2:1-11). a. Enquanto julgavam os outros, eles também estavam condenados. b. Eles fazem as mesmas coisas que acusam os outros de fazerem. c. Deus não será parcial em relação a eles como seu povo pactual. 2. Os judeus têm a lei, mas não conseguem viver de acordo com ela (Romanos 2:12-14) a. Os gentios têm a lei escrita em seus corações, enquanto os judeus têm a vantagem da completa lei escrita. b. A lei de nada adianta para aqueles que não vivem por ela. 3. Os judeus têm o sinal pactual da circuncisão (Romanos 2:25-29). a. A circuncisão de nada adiante para os violadores da lei. b. A circuncisão do coração é o que realmente importa. 1. No fim das contas, os judeus são declarados como tão culpados quanto os gentios (Romanos 3:1-9). a. Eles têm a Palavra de Deus. b. Eles continuam fiéis a Deus. c. Deus demonstra justiça a eles. d. Se houvesse alguém que fosse fiel, seriam eles. e. Deus os julgará mesmo que sejam judeus.

C. Lições sobre a injustiça

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1. O evangelho lida com o problema do pecado humano. a. O pecado é a transgressão da lei de Deus. b. O pecado é a rebelião pessoal contra Deus. 2. Não existe solução em nós para esse problema. a. Nosso pecado nos põe em condições de sermos julgados. b. Nossa esperança existe fora de nós mesmos. c. Nossa esperança está no próprio Deus que ofendemos. d. Nossa esperança vem no Filho que Deus enviou para lidar com nosso pecado.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Para discutir o evangelho, Paulo começa com o pecado. a. Verdadeiro b. Falso

2. Não precisamos ver nossa injustiça antes de sermos capazes de compreender o glorioso dom da justiça de Deus em Jesus Cristo. a. Verdadeiro b. Falso

3. Quanto à ira revelada contra os gentios, ___________. a. Indica o desprazer de Deus pelo pecado b. Será revelada depois c. Ainda não foi revelada d. A e B e. B e C

4. Quanto ao conhecimento de Deus nos gentios, ___________.

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a. Não existe sem a Bíblia. b. Não existe verdadeiramente na ordem criada. c. Faz com que fiquem inescusáveis. d. A e B e. A e C

5. Quanto à rebelião dos gentios contra o conhecimento de Deus, ___________. a. Eles conhecem a Deus, mas não o honram como tal b. Eles adoram a criatura em vez do Criador c. Eles mudam a verdade de Deus em mentira d. A e C e. Todas as alternativas acima

6. Quanto à injustiça dos judeus, ___________. a. Eles são condenados por julgarem os outros b. Eles fazem as mesmas coisas que acusam os outros de fazerem c. Deus continua sendo parcial com seu povo pactual d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. Romanos 2 diz que, no fim das contas, os judeus, por sua injustiça não tiram proveito __________. a. Da lei b. Da circuncisão c. Dos sacrifícios do templo d. A e B e. Todas as alternativas acima

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8. O evangelho lida com o problema do pecado humano, que __________. a. Reflete a violação impessoal da lei de Deus b. Nos põe em condições de sermos julgados. c. Só deixa espaço para a esperança que seja totalmente fora de nós d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Martin Lloyd Jones disse, “Um evangelho que diz meramente, ‘Venha para Jesus’, o oferece como um Amigo e oferece uma maravilhosa nova vida, sem a convicção do pecado, não é o evangelismo do Novo Testamento”. À luz desta lição, o que você pensa sobre essa citação?

2. Leia Romanos 1:18-21 com relação às pessoas conhecerem a Deus, mas deterem a verdade pela injustiça. Ainda que muitas pessoas digam, “Não há Deus” (Romanos 14:1), realmente existem verdadeiros ateus?

3. Leia Romanos 11:17-22. Com essa passagem em mente, quais lições a Igreja precisa aprender a partir dos avisos dados aos judeus em Romanos 2:1-3? Como esses avisos nos conduzem a Cristo?

4. Considere o fato de que o evangelho lida com o problema do pecado humano, que é a violação da lei de Deus e a rebelião pessoal contra ele. Discuta se isso continua a ser um problema para os cristãos. Se continua, qual é a solução?

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AULA 5 – A REPRESENTATIVIDADE ADÂMICA INTRODUÇÃO DA AULA Na última lição, nós começamos a ver o evangelho que Paulo pregava ao considerar o pecado que faz com que as boas novas sejam necessárias. Em Romanos, Paulo mostra o quanto essa praga do pecado é abrangente e tem raízes profundas. Para corações rebeldes contra Deus, seu dom de justiça só faz sentido se nós reconhecermos nossa injustiça e a nossa incapacidade de nos tornarmos justos por conta própria (Romanos 3:20). Nesta lição, encontramos Paulo continuando a nos explicar a seriedade do pecado. O Dr. Waters, por meio de Paulo, nos mostra especificamente o panorama da humanidade e traça o problema do pecado à Adão como nosso representante.

LEITURA BÍBLICA Romanos 5:12-21

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender Adão como o primeiro homem e representante federal. 2. Perceber que nós nos tornamos culpados do primeiro pecado de Adão por meio de autoridade representativa. 3. Compreender nossa condição desesperada sob a condenação com todos os homens unidos em Adão, nosso cabeça federal.

CITAÇÃO “Foi pelo pecado de um homem que todos nós caímos por meio do primeiro Adão. Alguém contesta a justiça disso? Eu te imploro, não conteste aquilo que é tua única esperança. Se eu e você pecasse por si mesmo ou por si mesma à parte de Adão, nosso caso provavelmente teria sido irreparável, como é o caso

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dos anjos caídos, que pecaram individualmente e caíram para nunca mais se levantarem novamente, mas como nós caímos representativamente em Adão, o caminho foi aberto para nos levantarmos representativamente no segundo Adão, Cristo Jesus, nosso Senhor e Salvador. Como eu caí por meio de outro, eu posso me levantar por meio de outro; como a minha ruína foi causada pelo primeiro homem, Adão, minha restauração pode ser realizada pelo segundo Homem, o Senhor do Céu”. – Charles Spurgeon

ESBOÇO DA AULA A. Encontrando Adão em Romanos 5 1. Paulo começa a discutir o dom da justiça no final do capítulo 3 até o capítulo 4.

2. No capítulo 4, aprendemos sobre Abraão, que recebeu o dom da justiça por meio da fé.

3. No início do capítulo 5, Paulo fala das bênçãos que acompanham o evangelho.

4. No decorrer do capítulo 5, encontramos o mais o mais firme fundamento para o dom da justiça em Jesus Cristo.

5. No processo, Paulo compara Cristo com Adão (5:12-20), como uma figura paralela a ele, o que clareia nosso entendimento do dom da justiça.

B. Quem é Adão 1. Adão é o primeiro ser humano. a. Ele é claramente chamado de “o primeiro homem”, alma vivente, em 1 Coríntios 15:45. b. Ele foi criado com Eva por Deus, como está registrado em Gênesis 1 e 2.

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c. Como Jesus Cristo, ele é uma figura histórica.

2. Adão é uma figura representativa. a. O que ele faz, ele não faz somente por si mesmo, mas também por outras pessoas. b. Ele representa toda a humanidade em suas ações. c. Ele é o “um só homem” (Romanos 5:12, 15, 16, 17, 19) que age em nome de “todos os homens” (5:12, 18) ou os “muitos” (5:15, 19). d. O único homem que não está incluído no “todos” ou “muitos” é Jesus Cristo, o último homem ou “Adão”.

C. O que Adão fez 1. Ele cometeu a “uma só ofensa”, o pecado de comer o fruto proibido (Romanos 5:16, 18) a. Deus o avisou da punição por seu pecado (Gênesis 2:17). b. A morte é a punição como um salário para o pecado.

2. Essa ofensa se tornou nossa. a. O pecado de Adão “imputado” (Romanos 5:13) a nós ou posto em nossa conta. b. Essa transferência é análoga a dinheiro sendo transferido de uma conta para outra. c. O pecado de Adão foi transferido para a nossa conta e é por isso que a morte, como a punição para o pecado, também passou a nós. d. “Todos pecaram” em Adão e somos culpados por isso (Romanos 5:12-14).

3. Há consequências para a ofensa. a. Somos todos reconhecidos como pecadores (Romanos 5:19).

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b. Somos todos passíveis de condenação (Romanos 5:16, 18). c. Estamos sob o reino da morte (Romanos 5:17). d. Não somos capazes de nos livrarmos dessa condição por nós mesmos (Romanos 5:20).

D. Lições de Adão 1. Nós sabemos mais sobre os incrédulos do que eles sabem sobre si mesmos. a. Sabemos disso com base na avaliação de Paulo das Escrituras. b. Parte de nosso objetivo no evangelismo é ajudar as pessoas a enxergarem a própria condição de impotência.

2. O que une as pessoas em Adão continua sendo mais importante do que aquilo que os divide. a. Muitas pessoas dividem as pessoas no mundo, como a raça, o idioma, a cultua, a política e assim por diante. b. Nossa condição de desesperança em Adão traz uma solidariedade maior a qualquer divisão que possamos experimentar. c. Jesus Cristo permanece sendo a única esperança para qualquer um pode ter de ser resgatado desse estado de desesperança.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Quando chegamos no capítulo 5 de Romanos, onde encontramos Adão em seu pecado, já ouvimos alguma coisa sobre o dom da justiça nos dois capítulos anteriores. a. Verdadeiro b. Falso

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2. Quando chegamos no capítulo 5 de Romanos, onde encontramos Adão em seu pecado, nós ouvimos falar de Abraão como um descendente de Adão que vivem em injustiça. a. Verdadeiro b. Falso

3. Quando chegamos no capítulo 5 de Romanos, onde encontramos Adão em seu pecado, Paulo de modo nenhum vê Cristo como uma figura paralela a Adão. a. Verdadeiro b. Falso

4. Adão foi __________. a. Chamado de “primeiro homem”, alma vivente, em Gênesis 1 e 2 b. Criado a partir do nada com Eva como está registrado em 1 Coríntios 15:45 c. Uma figura histórica paralela a Jesus Cristo d. A e B e. B e C

5. Como uma figura representativa, Adão ___________. a. Agiu não somente por si mesmo, mas também por outros b. Representa toda a humanidade em suas ações c. É o “um só homem” de onde todos descendem por geração ordinária, incluindo Jesus Cristo. d. A e B e. A e C

6. Quanto à “uma só ofensa” cometida pelo “um só homem”, Adão, ___________. a. Deus o avisou da punição pelo pecado

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b. A culpa foi infundida em nós por meio da reprodução humana c. Ela nos tornou mais inclinados ao pecado, mas não nos infectou completamente d. A e C e. Todas as alternativas acima

7. Quanto às consequências do pecado de Adão, ___________. a. Somos todos reconhecidos como pecadores b. Somos todos passíveis de condenação c. Estamos todos sob o reino da morte d. A e B e. Todas as alternativas acima

8. Quanto às lições que aprendemos com a queda de Adão, ___________. a. Sabemos mais sobre os pecadores do que eles sabem sobre si mesmos b. Aquilo que divide as pessoas em Adão é mais significante do que aquilo que os une c. Podemos evangelizar as pessoas sem mostra-los sua condição de desesperança em Adão d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Leia Romanos 5:16 e Isaías 59:2 em conexão com Gênesis 2:17 e Romanos 5:12. O que há sobre o juízo da morte pelo pecado que faz com que seja mais do que o ato físico de morrer?

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2. Considerando o fato de que o pecado de Adão foi imputado em nossa conta e a morte com ele, como você responderia a alguém que declara, “Isso não é justo!”?

3. De que maneira saber sobre os incrédulos mais do que eles sabem sobre si mesmos pode ser útil em nossas relações com incrédulos e o que devemos evitar quando buscamos alcança-los?

4. Reflita no fato de que muitas coisas dividem as pessoas no mundo (até mesmo em uma mesma cultura), como a raça, o idioma, a política e a religião. De que maneira a solidariedade que nós experimentamos em Adão uns com os outros ajuda a diminuir a tendência ao preconceito por essas diferenças?

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AULA 6 – A JUSTIFICAÇÃO INTRODUÇÃO DA AULA Nesta lição e na próxima, iremos explorar a doutrina da justificação, que o Dr. Waters chama de “a joia da coroa do evangelho de Jesus Cristo que Paulo pregou”. De modo parecido, Calvino disse que é “A principal dobradiça sobre a qual a religião se dependura” e Lutero declarou que “se a doutrina da justificação for perdida, toda a doutrina cristã se perde ao mesmo tempo”. Começaremos com Romanos 3:21, que diz: “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus”. Quando os pecadores veem a necessidade da justiça de Deus, o dom pode ser apresentado a eles. Como disse Martin Lloyd Jones sobre o início desse verso: “Não há palavras mais maravilhosas em toda a Escritura do que essas duas palavras – ‘mas agora’”.

LEITURA BÍBLICA Romanos 3:21-4:8

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender que a justificação inclui a perdão dos pecados e a imputação da justiça de Cristo. 2. Perceber que a justificação se torna nossa por meio da fé somente. 3. Reconhecer que a doutrina da justificação pela fé somente cria uma linha divisória entre o evangelho e todas as demais religiões.

CITAÇÃO “Como a iniquidade é abominável à vista de Deus, assim o pecador não pode achar graça a seus olhos, na qualidade de pecador e por quanto tempo for tido como tal. Consequentemente, onde quer que haja pecado, aí também

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se manifesta a ira e vingança de Deus. Portanto, justificado é aquele que não é tido na conta de pecador, mas de justo, e por esse título se posta firme diante do tribunal de Deus, onde todos os pecadores se prostram abatidos... será justificado pela fé aquele que, excluído da justiça das obras, apreende pela fé a justiça de Cristo, revestido da qual aparece perante Deus não como pecador, mas, pelo contrário, como justo. Portanto, interpretamos a justificação simplesmente como a aceitação mercê da qual, recebidos à sua graça, Deus nos tem por justos. E dizemos que ela consiste na remissão dos pecados e na imputação da justiça de Cristo”. – João Calvino

ESBOÇO DA AULA A. O que Paulo diz sobre o dom da justiça (Romanos 3:21-26) 1. Jesus garante a redenção, a libertação de nosso pecado pelo pagamento de um resgate (Romanos 3:24).

2. Jesus age como nosso propiciador, desviando a ira de Deus contra nosso pecado (Romanos 3:25).

3. Jesus obtém nossa justificação, o perdão do pecado e a imputação da sua justiça (Romanos 3:24) a. Essa não é uma transformação interior pela qual nos tornamos mais e mais justos. b. Essa é uma declaração externa de justiça para aqueles que são culpáveis diante de um Deus justo (Romanos 5:16; 8:33, 44). c. Essa declaração envolve o perdão de nossos pecados (Romanos 4:8; Colossenses 2:13). d. Essa declaração envolve a aceitação diante de Deus pela justiça de Cristo (Romanos 8:1, 39).

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B. Como essa justiça se torna nossa 1. A justiça é imputada ao pecador. a. É atribuída, creditada e transferida a nós no tribunal de Deus (Romanos 4:5). b. É atribuída ao ímpio não por causa de nada que eles fizeram. c. É atribuída ao pecador porque Cristo somente a comprou.

2. A justiça é recebida por meio da fé somente (3:28). a. Somos declarados justos à parte das obras da lei (Romanos 3:28). b. A fé, à parte das obras, não se torna merecedor da justificação, mas toma posse dela como um favor (Romanos 4:4-5). c.

A fé confia naquele que justifica o ímpio.

d. A fé não olha para dentro, mas para fora de si, para Cristo e sua justiça. e. A fé recebe o que Deus concede livremente e ela também é um dom dele (Filemon 1:29). f. A fé não tem poder para justificar, mas somente lança mão de Cristo que justifica.

C. Lições sobre a justificação por Cristo por meio da fé 1. Essa doutrina cria uma linha divisória entre o Cristianismo e todas as demais religiões a. Todas as demais religiões têm origem na mente do homem. b. Como disse Warfield, “Todas as demais religiões dizem ‘faça’, mas o evangelho diz ‘feito’”. c. Somos aceitos como justos diante de Deus não pelo que nós fizemos, mas somente pelo que Cristo fez.

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2. A vida cristã é realizada pela fé. a. Vivemos pela fé no Filho de Deus (Gálatas 2:20). b. A fé que confia em Cristo nunca para de confiar. c. Justificados em Cristo, nossa fé atarefada, ativa e frutífera.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Lutero disse que a justificação é a principal dobradiça sobre a qual a religião se dependura. a. Verdadeiro b. Falso

2. Calvino disse que a perda da justificação significa que toda a doutrina cristã se perde. a. Verdadeiro b. Falso

3. Martyn Lloyd Jones disse que “não há palavras mais maravilhosas em toda a Escritura do que essas duas palavras – ‘mas agora’” no início de Romanos 3:21. a. Verdadeiro b. Falso

4. Paulo diz o seguinte sobre o dom da justiça em Romanos 3:21-26: a. Jesus providencia a redenção, desviando a ira de Deus pelo pecado. b. Jesus age como nosso propiciador, nos libertando de nosso pecado pelo pagamento de um resgate. c. Jesus conquista a nossa justificação - o perdão do pecado e a imputação de sua justiça. d. A e B

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e. B e C

5. A justiça conquistada por Cristo envolve ___________. a. Uma transformação interior pela qual nos tornamos mais e mais justos b. Uma declaração exterior de justiça para aqueles que estão sujeitos à condenação diante de um Deus justo c. O perdão de nossos pecados d. A e B e. B e C

6. A justiça imputada ao pecador ___________. a. É atribuída, creditada e transferida a nós no tribunal de Deus b. É atribuída ao ímpio não por causa de nada que eles fizeram c. É atribuída ao pecador porque Cristo somente a comprou. d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. A justiça recebida pela fé somente ___________. a. Envolve ser declarado justo à parte das obras da lei b. É um dom qual nos apropriamos por meio da fé c. Envolve olhar para dentro de si para incitar a fé que recebe o dom gratuito d. A e B e. Todas as alternativas acima

8. Quanto à linha divisória que a justificação cria entre o Cristianismo e todas as demais religiões, __________. a. Todas as demais religiões procedem da mente do homem b. “Todas as demais religiões dizem ‘faça’, mas o evangelho diz ‘feito’”

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c. Somos aceitos como justos diante de Deus não pelo que nós fizemos, mas somente pelo que Cristo fez d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Alguns acreditam que Deus graciosamente recompensa aqueles que se esforçam ao máximo. Por que isso é impossível segundo Romanos 3:23?

2. À luz de Romanos 3:21-26, por que não é suficiente dizer, “Jesus Cristo morreu por mim”?

3. Por que a ideia de que “a fé que confia nunca para de confiar” é tão importante para a vida cristã?

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AULA 7 – O SEGUNDO ADÃO INTRODUÇÃO DA AULA Na última aula, vimos a justificação pela justiça imputada de Cristo por meio da fé somente como um dom de Deus. Em Romanos 5, Paulo nos diz quais são as bênçãos que acompanham a justificação: a paz com Deus, a presença do Espírito Santo, o acesso à sua presença, a alegria do Espírito Santo. Depois, entre os versos 12 e 21, Paulo quer que a gente saiba que a nossa justificação repousa no mais seguro fundamento possível para que, em meio ao sofrimento, estejamos consolados. Nesta aula, mostraremos como Paulo fala sobre a obra do segundo Adão, Cristo, para mostrar o que ele fez por nós para lançar esse fundamento.

LEITURA BÍBLICA Romanos 5:12-21

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Compreender a justificação, em relação a Adão, como paralela a Jesus Cristo, o segundo Adão. 2. Ver a relação entre nossa condenação imputada de Adão com o dom da justiça imputado de Cristo. 3. Discernir a linha divisória suprema entre os dois grupos da humanidade, aqueles que estão em Adão e aqueles que estão em Cristo.

CITAÇÃO “Pela desobediência de um homem, fomos lançados à ruína, mas pela obediência de um homem, somos justificados. Dizer que somos justificados pela fé

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somente é só outra forma de dizer que somos justificados por Cristo somente. A justificação pela fé somente significa que nós não conseguimos com base nas nossas próprias obras, mas somente confiando nas obras de outro. Nossas obras nunca nos salvarão, mas as obras de Cristo são perfeitas e elas cumprem todos os requisitos do pacto das obras”. – R.C. Sproul

ESBOÇO DA AULA A. O segundo Adão, Cristo, e nosso vínculo com ele 1. Paulo compara Adão com Jesus Cristo, o segundo Adão. a. O pecado de Adão foi imputado a nós (Romanos 5:12). b. Adão era um tipo de outro Adão que viria, Cristo, nosso representante ou cabeça federal (Romanos 5:14-15, 17, 19).

2. A justiça do segundo Adão conduz à justificação. a. A referência a “todos os homens” não ensina a salvação universal (Romanos 5:18-19; 2 Tessalonicenses 1:8-9). b. O “todos” e o “muitos” devem ser compreendidos juntos em termos de judeu e gentio (Romanos 1:15, 3:9, 22). c. Jesus Cristo como o segundo Adão representa todos os povos, judeu ou gentio.

B. O que Cristo, como o segundo Adão, fez por nós 1. Ele nos deu uma nova posição no tribunal de Deus (Romanos 5:16, 19). a. Em Adão, somos condenáveis diante de Deus. b. Em Cristo, recebemos uma nova sentença, sendo declarados justos diante de Deus.

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2. Ele concedeu o dom gratuito da justiça pela imputação (Romanos 5:14-16, 1819) a. A rebelião pecaminosa de Adão foi atribuída a nós. b. Da mesma maneira, a justa obediência de Cristo foi atribuída a nós.

3. Ele nos trouxe à vida por sua vitória sobre a morte (Romanos 5:17, 19, 20; Filemon 2:8). a. Não é suficiente dizer que o dano de Adão é desfeito pelo perdão que temos em Cristo. b. Nós vamos além de Adão com uma perfeita justiça em Cristo e um reino em novidade de vida. c. A fé confia naquele que justifica o ímpio. d. A fé não olha para dentro, mas para fora de si, para Cristo e sua justiça. e. A fé recebe o que Deus concede livremente e ela também é um dom dele (Filemon 1:29). f. A fé não tem poder para justificar, mas somente lança mão de Cristo que justifica.

C. Lições sobre a justificação por Cristo, o segundo Adão 1. As pessoas estão divididas entre aqueles que estão em Adão e os que estão em Cristo. a. Em Adão, essa divisão vai além da divisão de raça, religião, etc. b. Em Cristo, o que une os crentes pesa muito mais do que qualquer coisa que pode nos dividir.

2. O evangelho não somente nos liberta da pena pelo pecado, mas também nos traz o dom da vida. a. Nós de fato somos perdoados em Cristo.

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b. Nós também recebemos justiça, uma nova vida, bem-aventurança e comunhão com Deus. c. Nós temos uma esperança que não pode ser perdida porque está firmada sobre a própria obra de Cristo (Romanos 5:1-11).

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. A justificação em Cristo não era uma verdade que Abraão conhecia como um santo do Antigo Testamento. a. Verdadeiro b. Falso

2. Abraão foi justificado pela fé como nós somos. a. Verdadeiro b. Falso

3. A benção que acompanha a justificação inclui ___________. a. A presença do Espírito Santo b. A paz com Deus c. A alegria no Espírito Santo d. A e B e. Todas as alternativas acima

4. Colocar Adão ao lado de Cristo como um paralelo significa que ___________. a. Adão é um tipo de Cristo b. Ainda é possível entender completamente Cristo como um representante mesmo sem Adão c. Adão é um representante, mas não um cabeça federal d. A e B

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e. B e C

5. De que maneira devemos entender os “todos” que, em Romanos 5:18, são justificados por um só ato de justiça? a. Não de modo universalista. b. Como equivalente ao “muitos” de Romanos 5:19 c. Como referindo-se à todas as pessoas, tanto judeus quanto gentios d. A e B e. Todas as alternativas acima

6. O que Jesus fez pelos pecadores inclui ___________. a. Trazer justificação aos que não estão condenados b. Garantir a justiça por imputação c. Libertar da morte pelo dom da vida d. A e B e. B e C

7. Sobre a divisão que existe entre as pessoas no mundo, ___________. a. Envolve questões como raça e religião b. A maior preocupação é se estamos em Adão ou em Cristo c. Em Cristo, a nossa unidade tem muito mais peso d. A e B e. Todas as alternativas acima

8. O que o evangelho faz pelos pecadores inclui __________. a. A libertação da pena pelo pecado b. A provisão de uma esperança que não decepciona c. Uma promessa do reina da vida que somente se realizará na glorificação

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d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Considere Romanos 4 à luz do fato de que Abraão foi justificado por meio da fé. O que isso nos diz sobre a ligação entre o Israel do Antigo Testamento e a Igreja do Novo Testamento?

2. De que maneira o ensinamento sobre os dois Adãos fornece uma história central para toda a Bíblia. Conte essa história em uma ou duas frases.

3. O que a verdade sobre a unidade na divisão diz sobre a maneira com que nos relacionamos com outros crentes em nossa congregação? Como isso deve afetar a maneira com que enxergamos o corpo de Cristo espalhado por todo o mundo?

4. Leia Efésios 2:6 à luz do que aprendemos sobre o tribunal de Deus e a nossa atual posição diante dele. De que maneira esse verso nos incentiva nas batalhas espirituais que enfrentamos nesta vida?

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AULA 8 – A SANTIFICAÇÃO INTRODUÇÃO DA AULA Acabamos de estudar a justificação pela fé somente, que está no coração – mas não é a totalidade – do evangelho que Paulo pregava. De fato, não somos somente libertos da culpa e da pena pelo pecado na justificação, mas também do domínio, presença e poder do pecado na santificação, o que também inclui tornarem-se “servos da justiça” (Romanos 6:19). Desta maneira, movemo-nos da posição de justificação pela justiça imputada para a vida renovada da santificação pela justiça transformacional. Paulo expõe a santificação com profundidade em Romanos 6, 7 e 8, da qual falaremos nesta e nas próximas duas lições. Nesta aula de Romanos 6, Dr. Walters nos mostra, a partir de duas perspectivas, os recursos que estão disponíveis aos crentes nesta vida na luta contra o pecado para a vida em santidade.

LEITURA BÍBLICA Romanos 6

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender a justificação e a santificação como doutrinas distintas, mas inseparáveis relacionadas à vida cristã. 2. Perceber que a santificação e a renovação de vida que ela traz começa com a transformação da mente. 3. Reconhecer que a renovação na vida vai além de nossos processos de pensamento para um papel ativo em uma vida de santidade.

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CITAÇÃO “Aqueles em quem sua justiça é imputada se tornam inerentemente justos por meio da graça inerente comunicada por Cristo a eles pelo Espírito. “Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Romanos 5:17). De que maneira a morte reinou pela ofensa de Adão? Não somente na culpa, pela qual sua posteridade foi entregue à destruição, mas também no estado de morte para todo o bem, morto em delitos e pecados. Portanto, os receptores do dom da justiça precisam ser levados a reinar em vida – não somente legalmente na justificação, mas também moralmente na santificação, que começa aqui e é aperfeiçoada no porvir”. – Thomas Boston

ESBOÇO DA AULA A. A mente do cristão na santificação (Romanos 12:2) 1. Nós precisamos saber que, unidos a Cristo, estamos mortos para o pecado. a. Estamos mortos para o pecado por meio de nossa união com Cristo em sua ressurreição (Romanos 6:5). b. Aqueles que estão mortos para o pecado não podem mais viver nele (Romanos 6:2). c. Ele prevaleceu contra o domínio do pecado (Romanos 6:14). d. Nosso velho homem em Adão foi crucificado (Romanos 6:6). e. Não somos mais escravizados pelo pecado (Romanos 6:6).

2. Nós precisamos saber que, unidos a Cristo, fomos ressuscitados para a vida. a. Somos ressuscitados para a vida por meio de nossa união com Cristo em sua ressurreição (Romanos 6:5).

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b. Um dia nós possuiremos corpos ressuscitados (I Coríntios 15:51-54). c. Nós somos participantes da ressurreição agora com a vitória sobre a morte (Efésios 2:5-6; Colossenses 3:1-4). d. Nós estamos agora vivos para Deus em Cristo Jesus (6:8, 11, 13). e. Nós fomos conduzidos a todos os recursos da graça para viver para Jesus (Romanos 6:11, 13).

B. O mandato do cristão para a santificação 1. Nós precisamos nos ver como escravos de Jesus Cristo (Romanos 6:16, 18, 2122). a. A santidade não vem automaticamente. b. Nós precisamos ativamente dizer “não” para si mesmo e “sim” para nosso novo Mestre. c. Possuímos a liberdade de nos submeter ao nosso Mestre.

2. Precisamos nos submeter a Jesus Cristo (Romanos 6:13, 16-17, 19). a. Não podemos nos curvar mais diante de nosso antigo mestre. b. Nós precisamos nos curvar diante de nosso novo mestre de coração e em concordância com a Palavra.

C. Lições sobre esses recursos para a santificação 1. A justificação sempre vem acompanhada da santificação. a. Não somos declarados justos com base na nossa santificação, mas por causa do que Cristo fez. b. A justificação é distinta, mas inseparável da santificação. c. Toda pessoa justificada também será santificada.

2. A vida cristã é inteiramente derivada de nossa união com Cristo.

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a. Somos declarados justos em união com Cristo. b. Somos renovados interiormente em união com Cristo.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. A justificação está no coração, mas não é a totalidade, do evangelho que Paulo pregava. a. Verdadeiro b. Falso

2. Não somos somente libertos do domínio, presença e poder do pecado na justificação, mas também da culpa e pena pelo pecado na santificação. a. Verdadeiro b. Falso

3. A justificação e a santificação são doutrinas distintas, mas inseparáveis relacionadas à vida cristã. a. Verdadeiro b. Falso

4. Quanto à renovação fundamental da mente na santificação, nós precisamos saber que ___________. a. Nós estamos mortos para o pecado por nossa união com Cristo b. Nós não somos mais capazes de viver no pecado c. Nós não somos mais escravos do pecado d. A e B e. Todas as alternativas acima

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5. Quanto à renovação fundamental da mente na santificação, nós precisamos saber que ___________. a. Nós somos ressuscitados para a vida por nossa união com Cristo b. Um dia possuiremos corpos ressurretos c. Nós precisamos esperar para ser participante desta vida de ressurreição d. A e B e. Todas as alternativas acima

6. Quanto ao mandato do cristão para a santificação, ___________. a. Precisamos nos ver como escravos de Cristo b. A santidade vem automaticamente, mas também é ordenada c. Nós ainda não temos a capacidade de dizer “não” para nós mesmos d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. Quanto à relação entre a justificação e a santificação, ___________. a. Nós somos declarados justos somente quando somos internamente feitos justos b. A justificação e a santificação são separadas, mas não são distintas c. Todas as pessoas que são justificadas também serão santificadas d. A e B e. B e C

8. Quanto à vida cristã e sua relação com nossa união com Cristo, __________. a. A vida cristã procede quase inteiramente de nossa união com Cristo b. Nós somos declarados justos em nossa união com Cristo c. Nós somos renovados interiormente em nossa união com Cristo d. A e B

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e. B e C

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Martinho Lutero foi famoso por dizer que o cristão é simul justus et peccator, “ao mesmo tempo justo e pecador diante de Deus”. Algumas pessoas entendem que isso transforma a vida cristã em uma zombaria ao sugerir que eu posso ser justificado por Cristo e viver de qualquer maneira. Qualifique a declaração de Lutero e mostre, a partir de Romanos 6, que toda pessoa justificada será santificada.

2. Considere Romanos 6 e como a santificação é, em algum sentido, substituir uma forma de escravidão (ao pecado) por outra (a Cristo). Por que esse conceito não é atraente para a maioria das pessoas? De que maneira essa nova escravidão é a mais verdadeira liberdade que jamais existiu?

3. Considere a ideia de que a vida cristã procede inteiramente de nossa união com Cristo. Por que é tão importante que todas as pregações, mesmo as que são sobre o pecado e a obediência do crente, sejam claramente centradas em Cristo?

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AULA 9 – O PAPEL DA LEI INTRODUÇÃO DA AULA Em nossa última lição, nós começamos a estudar a santificação, que é uma parte significante do evangelho que Paulo pregava (Romanos 6:19). Aqueles que são justificados se tornam servos da justiça em alegre submissão a Cristo e no poder de sua vida ressurreta. Todavia, não podemos ver a santificação como uma constante sucessão de vitórias que acaba em semanas ou meses, mas como uma batalha constante contra o pecado nesta vida. Nesta lição, o Dr. Waters expõe o ensino de Paulo sobre essa luta em Romanos 7, que tem relação com o ensino de Paulo sobre a batalha travada entre a carne e o Espírito (Gálatas 5:17) e sobre a armadura de Deus (Efésios 6) e com sua própria luta por autodisciplina (I Coríntios 9:27). Nós vamos, então, considerar essa batalha e faremos isso à luz do ensino de Paulo sobre a lei e o pecado que permanece.

LEITURA BÍBLICA Romanos 7

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Entender que a santificação envolve um conflito contínuo contra o pecado na vida cristã. 2. Perceber que, apesar da lei não condenar mais aquele que é justificado, o cristão continua comprometido com ela como aquilo que é bom para a vida cristã. 3. Lidar com o fato de que, apesar do pecado não ter mais domínio sobre o cristão, ele sempre permanecerá e será uma fonte de luta constante na vida cristã.

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CITAÇÃO “Como parte do exército de Cristo, você marcha nas fileiras de espíritos corajosos. Cada um de seus companheiros soldados é o filho de um Rei. Alguns, como você, estão em meio à batalha, sitiado por todos os lados pela aflição e tentação. Outros, depois de muitos ataques, repulsas e investidas contra sua fé, já estão de pé sobre a muralha do Céu como conquistadores. De lá, eles olham para baixo e te encorajam, seus companheiros na terra, a subir o monte após eles. Esse é o clamor deles: ‘Luta até a morte e a Cidade será tua como ela agora é nossa! Por travar alguns dias de batalha, tu serás recompensado com a glória do Céu. Um momento desta alegria celestial secará todas as tuas lágrimas, sarará todas as tuas feridas e apagará a dificuldade da luta com toda a alegria de tua vitória permanente’”. - William Gurnall

ESBOÇO DA AULA A. O que Paulo diz sobre a lei de Deus (Romanos 6:14; 7:6) 1. Ele olha para a lei de Deus na vida de um incrédulo (Romanos 7:7-13). a. A lei nos mostra o que é o pecado (Romanos 7:7). b. A lei nos leva a mais pecado (Romanos 7:8). c. A lei traz a morte (Romanos 7:11, 13). d. Essa lei não pode ser culpada (Romanos 7:20).

2. Ele passa do papel da lei para um incrédulo para o papel da lei para um crente (Romanos 7:14-25). a. A mudança é demonstrada pela transição do uso do tempo verbal no passado (até Romanos 7:13) para o tempo verbal no presente (Romanos 7:14).

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b. A mudança é demonstrada por sua referência ao “homem interior” (Romanos 7:22), uma expressão que ele só usa para cristãos (2 Coríntios 4:16; Efésios 3:16). c. A mudança é demonstrada por seu consentimento, prazer e serviço à lei (Romanos 7:16, 22, 25), o que é contrário à hostilidade do incrédulo à lei (Romanos 8:7).

3. Ele olha para a lei de Deus na vida do crente (Romanos 7:14-25). a. A lei continua a expor o pecado (Romanos 7:16). b. A lei é boa (Romanos 7:16). c. A lei é espiritual, é relacionada ao Espírito Santo e pertence a ele (Romanos 7:14). d. A lei é vindicada da acusação de promover o pecado.

B. O que Paulo diz sobre o pecado que permanece 1. Ele não se retratou do que ele disse em Romanos 6. a. Mesmo com o pecado que resta, a lei é boa (Romanos 7:16). b. Paulo, na essência de seu ser, continua alinhado com a lei (Romanos 7:22, 25).

2. Ele vê os remanescentes do velho homem dentro de si (Romanos 7:18). a. O pecado o impede de realizar seus maiores desejos completamente (Romanos 7:21). b. Seu verdadeiro eu (“mente”) quer obedecer, mas sua carne pecaminosa (“membros”) resiste (Romanos 7:22-23).

3. Ele vê o poder e o alcance do pecado (Romanos 7:14, 23). a. Na guerra da vida cristã, Jesus é Senhor.

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b. Em algumas batalhas, o pecado assume a dianteira. 4. Eles se mantêm esperançoso sobre a livramento (Romanos 7:24-25). a. Nessa batalha, ele vê o quanto ele verdadeiramente é miserável (Romanos 7:24). b. Ele sabe que Cristo garantirá a vitória (Romanos 7:25).

C. Lições sobre o pecado que permanece 1. A vida cristã é uma batalha. a. Novos crentes às vezes ficam chocados quando eles veem o poder e o alcance do pecado em suas vidas. b. O fato de que a batalha existe não é evidência contra, mas a favor da fé cristã.

2. Nossa esperança de vitória não está em nós mesmos, mas em Cristo. a. Mesmo em nossa vida de santidade, nossa esperança deve estar sempre em Cristo. b. Nas melhores ou piores fases, essa esperança permanece a mesma.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Aqueles que são justificados se tornam servos da justiça em Cristo. a. Verdadeiro b. Falso

2. A vida cristã vitoriosa busca a santificação como uma sucessão constante de vitórias finalizada em um curto tempo. a. Verdadeiro b. Falso

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3. O ensinamento de Paulo sobre o conflito com o pecado em Romanos 7 está ligado a batalha travada entre a carne e o Espírito (Gálatas 5:17). a. Verdadeiro b. Falso

4. Quanto ao ensinamento de Paulo sobre a lei de Deus em um incrédulo, ___________. a. Ela nos mostra o que o pecado é b. Ela não leva a pecar mais c. Ela conduz aqueles que a obedecem à vida d. A e B e. B e C

5. Sobre o ensinamento de Paulo sobre a lei de Deus em um crente, ___________. a. A lei de Deus não expõe mais o pecado b. A lei não é espiritual, mas legal c. A lei não pode ser acusada de promover o pecado d. A e B e. Todas as alternativas acima

6. Quanto ao ensinamento de Paulo sobre o pecado que permanece, ___________. a. Romanos 7 não contradiz Romanos 6 b. O pecado o impede de realizar seus maiores desejos completamente c. Seu verdadeiro “eu” quer obedecer, mas sua carne pecaminosa resiste d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. Quanto à vitória sobre o pecado que é nossa em Cristo, ___________.

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a. Às vezes o pecado assume a dianteira nesta vida b. Nós precisamos ser lembrados do quão miseráveis continuamos a ser c. Nós precisamos lembrar que a vitória vem por meio de uma luta mais diligente contra o pecado d. A e B e. Todas as alternativas acima

8. Quanto à nossa visão da vida cristã como uma batalha, ___________. a. Às vezes os novos crentes ficam chocados quando o pecado mostra sua verdadeira face b. A existência da batalha é evidência a favor, não contra a verdadeira fé c. Não podemos jamais encontrar esperança em nossa própria santidade d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Leia Romanos 7:14-25 e revise a seção do esboço (em conjunto com os versos anexados) acima que mostra a transição na discussão de Paulo de um crente para um incrédulo. Por que é tão importante ver que essa passagem de fato se refere à batalha do crente contra o pecado que permanece?

2. Por que nós precisamos qualificar a ideia, “o pecado permanece no crente”, dizendo que “o pecado não reina mais no crente”?

3. Medite sobre Romanos 7:24-25. Na vida cristã, por que precisamos manter sempre em vista e unidas as realidades de sermos miseráveis e vitoriosos?

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4. Em algum sentido, nossa obediência à lei serve como evidência da graça de Deus operando em nós (ver, por exemplo, 1 João 2:3). Quanto à certeza da salvação, qual é a diferença entre encontrar incentivo nessa obediência e colocar nossa confiança nela?

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AULA 10 – O PAPEL DO ESPÍRITO SANTO INTRODUÇÃO DA AULA Em nossas duas últimas lições, nós olhamos para o ensinamento de Paulo sobre a santificação a partir de Romanos 6 e 7, especialmente em sua relação com nossa união com Cristo em sua morte e ressurreição e como nós vivemos sob seu reinado. Em Cristo, o pecado não reina mais em nossas vidas, mas ainda assim permanece e nós temos que lutar contra ele por toda nossa vida cristã. Nesta lição, o Dr. Waters apresenta mais uma área do pensamento de Paulo relacionado à santificação. Ele mostra especificamente que a vida cristã de morrer para o pecado e viver para a justiça é impossível sem o ministério do Espírito Santo. A obra do Espírito é absolutamente indispensável para a vida cristã vitoriosa. Nós iremos analisar seu ministério em conexão com sua presença e habitação e com seu papel como o Espírito de adoção.

LEITURA BÍBLICA Romanos 8

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Perceber que o ministério do Espírito Santo é indispensável para a vida cristã. 2. Entender a habitação do Espírito Santo no crente, especialmente com relação à vida cristã. 3. Entender o conceito de adoção como herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo e de que maneira esse privilégio afeta a maneira que abordamos a vida cristã.

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CITAÇÃO “Apesar de nossa vida passada ‘na carne’ continuar a ter influência sobre nós, não é mais a influência dominante de nossa presente existência. Não estamos mais na carne, mas no Espírito (Romanos 8:9). O passado de Cristo (se podemos falar assim) é agora dominante. Nosso passado é um passado ‘em Adão’; nossa existência presente é ‘em Cristo’, no Espírito. Isso não somente implica que nós temos comunhão com ele na comunhão do Espírito, mas que a nossa culpa passada foi resolvida nele e que a nossa escravidão ao pecado, à lei e à morte chegou ao fim”. – Sinclair Ferguson

ESBOÇO DA AULA A. A habitação do Espírito 1. O Espírito habita em todos os crentes (Romanos 8:9). a. Sem Espírito? Sem Cristo. b. O próprio Espírito que ressuscitou Jesus (Romanos 1:4; 8:11). c. O Espírito de Cristo, distinto do Salvador, mas em missão diferente (Romanos 8:9).

2. O Espírito manifesta sua presença no presente a. Ele habita (ou passa a resistir) no crente agora (Romanos 8:9, 11). b. Nós agora somos participantes de suas bênçãos. c. Nós somos parte de uma nova ordem no Espírito por causa de Cristo (Romanos 8:10). d. Nós somos conduzidos pelo Espírito contra os caminhos da carne (Romanos 8:13-14; Gálatas 5:18).

3. O Espírito manifesta sua presença no futuro.

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a. Aquele que ressuscitou a Jesus dará a gloriosa vida da ressurreição aos nossos corpos mortais (Romanos 8:11). b. Ele terminará a obra que começou em nós.

B. O Espírito de adoção 1. Ele nos dá acesso ao Pai (Romanos 1:4; 8:15-16; Efésios 2:2-3; 3:12). a. Temos ousadia para vir por nossa fé em Cristo (Efésios 3:12). b. Nós clamamos “Aba, Pai” em oração e em nosso momento de necessidade (Romanos 8:15-16).

2. Ele nos faz herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo (Romanos 8:17) a. Unidos a Cristo, nós sofreremos com ele. b. Unidos a Cristo, seremos glorificados com ele.

3. Ele nos conforma à imagem de Cristo (Romanos 8:28-29). a. O sofrimento como uma entrada na glória foi o padrão de vida de Cristo (Filipenses 2:6-11) b. Nossa experiência de vida tem o sofrimento e a glória de Cristo como padrão (Romanos 8:7).

C. Lições sobre o Espírito santificador 1. Ele é o Espírito de Cristo a. Ele tem prazer em nos dar Cristo para que nosso Salvador seja exaltado. b. Ele tem prazer em nos conformar à imagem de Cristo. c. Como nós vivemos no Espírito, ele quer que nós andemos nele

2. Ele nos trouxe à família de Deus.

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a. Como o Espírito de adoção, ele está operando em nós mesmo quando estamos na pior. b. Não nos esqueçamos dos grandes privilégios que são nossos como filhos de Deus.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. A vida cristã de morte para o pecado e vida para a justiça é impossível sem o ministério do Espírito Santo. a. Verdadeiro b. Falso

2. Cristãos sempre têm o Espírito porque eles creem em Cristo. a. Verdadeiro b. Falso

3. Quanto à habitação do Espírito nos crentes, ___________. a. O Espírito reside naqueles que têm Cristo b. É o mesmo Espírito que ressuscitou a Jesus c. Ele é um com Jesus em essência, mas tem uma missão distinta d. A e B e. Todas as alternativas acima

4. Quanto à presença atual do Espírito nos crentes, ___________. a. O Espírito habita no crente b. Ele terminará a obra que ele começou c. Ele concede a vida da ressurreição aos nossos corpos mortais d. A e B e. Todas as alternativas acima

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5. Quanto à presença futura do Espírito nos crentes, ___________. a. Ele nos dá acesso ao Pai b. Ele nos faz herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo c. Ele nos conforma à imagem de Cristo d. A e B e. Todas as alternativas acima

6. Quanto ao Espírito de adoção nos crentes, ___________. a. Ele nos dá acesso ao Pai b. Ele nos faz herdeiros de Deus e coerdeiros com Cristo c. Ele nos conforma à imagem de Cristo d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. Quanto ao Espírito nos fazer herdeiros de Deus e nos conformar à imagem de Cristo, ___________. a. Nós somos participantes de sua glória, mas não de seu sofrimento históricoredentivo único. b. O sofrimento como uma entrada para a glória foi um padrão de vida para Cristo c. Nossa experiência de vida tem como padrão o sofrimento e a glória de Cristo d. A e B e. B e C

8. Quanto ao Espírito de adoção nos trazendo para a família de Deus, __________. a. Ele opera em nós quando estamos na pior b. Ele proporciona grandes privilégios para os filhos de Deus c. Ele nos leva a clamar “Aba, Pai” em nossos tempos de necessidade

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d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Leia Efésios 4:30 enquanto você considera a presença e habitação do Espírito. Quando nós pecamos, do que somos culpados? De que maneira essa habitação deve afetar nossa atitude em relação aos pecados que cometemos como crentes.

2. Alguns teólogos chamam o Espírito Santo de “vicário” de Cristo, aquele que assume o lugar de Jesus durante sua ausência corpórea. Com isso em mente e à luz de Romanos 8:9, de que maneira podemos responder ao desejo frequente, “Se Cristo simplesmente estivesse fisicamente presente para nos guiar, a vida seria muito mais fácil”?

3. O Breve Catecismo de Westminster fala da adoção como um dos benefícios da salvação nesta vida. A adoção é chamada de “ato de livre graça de Deus, pelo qual somos recebidos no número dos filhos de Deus, e temos direito a todos os seus privilégios”. À luz de Romanos 8:17 (ver também João 1:12 e 1 João 3:1), de que maneira isso deve afetar nosso aconselhamento a outros cristãos nas tribulações que eles enfrentam?

4. Romanos 8:15 nos diz que o Espírito de adoção nos leva, como filhos de Deus, a clamar “Aba, Pai”, uma maneira bastante intima de falar. O Pai celestial continuará sendo o Deus que está, de todas as maneiras, acima e além de nós, mas surpreendentemente ele é o nosso amoroso Pai. Cristãos tendem a levar isso a sério em momentos de tribulação na vida cristã? Por que sim ou por que não?

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AULA 11 - A IGREJA E A VIDA CRISTÃ INTRODUÇÃO DA AULA Que nós sejamos libertos da culpa, do castigo e do domínio do pecado em nossa justificação e santificação, respectivamente, faz com que o evangelho seja muito pessoal para todos nós. Mas pessoal não significa individualista. O evangelho reúne as pessoas em uma comunidade de crentes, a Igreja de Jesus Cristo. Somos chamados para vivermos como crentes em comunidade, não isolados uns dos outros. Afinal, Paulo escrevia com mais frequência para igrejas, dava mandamentos para crentes que existiam juntos e sempre usava a linguagem de “uns aos outros” para falar de nossos relacionamentos com outros crentes. Nesta lição, o Dr. Waters quer que a gente pense especificamente na igreja em conexão com a vida cristã. No processo, ele analisa o entendimento de Paulo sobre a Igreja como um corpo, os dons na Igreja e Cristo como o cabeça da Igreja.

LEITURAS BÍBLICAS Romanos 12; 1 Coríntios 12; Efésios 1:22-23; Colossenses 1:18; 2:19

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Perceber que a vida cristã deve ser vivida de maneira corporativa no contexto da Igreja – não isolado dos outros. 2. Entender e aplicar a imagem do corpo para a Igreja com Cristo como sua cabeça autoritativa que o alimenta. 3. Obter uma perspectiva adequada sobre a distribuição dos dons para indivíduos em conexão com a Igreja.

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CITAÇÃO “A vida de santidade é a vida da fé na qual o crente, com um conhecimento cada vez mais profundo de seu próprio pecado e de sua impotência à parte de Cristo, se entrega cada vez mais ao Senhor e busca o poder do Espírito e a sabedoria e o conforto da Bíblia para lutar contra o mundo, contra a carne e contra o diabo. Não é uma luta solitária e triste, pois Cristo concede o Espírito aos membros de seu corpo para que ajudem uns aos outros. Até mesmo o sofrimento pode ser suportado com alegria, pois o cristão caminha nos passos de Jesus Cristo, que nos leva pela mão. Amadurecer na santidade significa amadurecer no amor, o amor que conhece o amor de Deus derramado em nossos corações e responde com o amor que experimenta a bondade do Senhor. O crescimento na verdadeira santidade é sempre o crescimento em conjunto; acontece por meio do cuidado, do trabalho e do culto da Igreja”. – Edmund Clowney

ESBOÇO DA AULA A. A Igreja em Romanos e I Coríntios 1. Nós precisamos entender a unidade do corpo (Romanos 12:4; 1 Coríntios 12:12). a. Nós somos um em Cristo e isso tem implicações para a maneira com que vivemos. b. Mesmo em meio às divisões, essa unidade é enfatizada (1 Coríntios 1; Romanos 14, 15). c. Como essa unidade existe, ela deve ser buscada.

2. Nós precisamos entender os dons que são dados ao corpo unificado.

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a. Devemos nos focar naquele que concede os dons, o Espírito Santo (1 Coríntios 12:13). b. O Espírito único concede uma variedade de dons (1 Coríntios 12:4,11). c. O Espírito concede uma variedade de dons para a edificação da Igreja, não para a exaltação do ego (1 Coríntios 12:7). d. Cada um de nós precisa dos dons dos outros, cada membro precisa dos outros (1 Coríntios 12:15,19, 21).

B. A Igreja em Efésios e Colossenses 1. Cristo é o cabeça da Igreja como tendo autoridade sobre ela (Efésios 1:22). a. Ele é o Rei. b. O Pai colocou todas as coisas debaixo de seus pés.

2. Cristo é o cabeça da Igreja como sua fonte de vida e crescimento (Colossenses 2:19; Efésios 4:7-14). a. Ele concede graça e dons para o crescimento como o rei vitorioso que compartilhou os despojos da guerra. b. Ele concede uma variedade de dons da Palavra para equipar os santos para a edificação da Igreja (Efésios 4:12). c. Ele concede os dons, em última instância, para que a Igreja cresça em unidade e maturidade pelo caminho da verdade (Efésios 4:13, 15).

C. A Igreja em 1 e 2 Timóteo e Tito (As Epístolas Pastorais) 1. Paulo busca equipar a Igreja para a vida depois dos apóstolos.

2. O fundamento apostólico foi lançado e sua vida está prestes a chegar ao fim (2 Timóteo).

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3. O ministério da Palavra deve ser confiado a homens fiéis em habilidade e caráter (1 Timóteo 3; Tito 1).

D. Lições sobre a Igreja 1. A vida cristã não é uma vida solitária. a. A devoção privada é importante, mas existe mais. b. Precisamos estar com o povo de Deus para adorar. c. Precisamos ter comunhão com outros crentes. d. Precisamos dos dons uns dos outros.

2. A unidade na Igreja é expressa como um fato e como um mandamento (Efésios 4:3). a. É algo que é verdadeiro sobre a Igreja. b. É algo que precisa ser vivido pela Igreja. c. É algo que nunca pode ser buscado à parte da verdade.

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. O evangelho é muito individualista e impessoal. a. Verdadeiro b. Falso

2. Nós somos chamados para vivermos como crentes corporativamente no contexto da Igreja – não isolados dos outros a. Verdadeiro b. Falso

3. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar a unidade da Igreja como um corpo com muitos membros.

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a. Romanos 12 b. Efésios 4 c. Colossenses 2 d. 1 Timóteo 3

4. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar os dons concedidos à Igreja como um corpo com muitos membros. a. Romanos 1 b. Tito 1 c. 1 Coríntios 12 d. 1 Timóteo 3

5. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar os dons concedidos à Igreja para equipar os santos na edificação do corpo de Cristo. a. Romanos 1 b. Efésios 4 c. Colossenses 2 d. 1 Timóteo 3

6. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar que Cristo é o cabeça da Igreja em termos de autoridade. a. Romanos 12 b. 1 Coríntios 12 c. Efésios 1 d. 1 Timóteo 3

7. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar que Cristo é o cabeça da Igreja em termos de vida e crescimento que ele provê.

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a. Romanos 1 b. 1 Coríntios 12 c. Efésios 4 d. Colossenses 2

8. A seguinte passagem é usada primariamente para enfatizar o contínuo ministério da Palavra na Igreja depois da época dos apóstolos. a. Romanos 12 b. 1 Coríntios 12 c. Efésios 1 d. 1 Timóteo 3

ESTUDO BÍBLICO E QUESTÕES PARA DISCUSSÃO 1. Leia com cuidado 1 Coríntios 12:14-27, que fala da Igreja como um corpo com muitos membros. O que essa passagem diz (especialmente os versos 22, 23 e 26) sobre como tratar e se relacionar com os outros na Igreja?

2. A Igreja hoje é bem-sucedida em conseguir se focar no Doador, não nos dons, e também no objetivo desses dons de edificar o corpo em vez de exaltar a si mesmo? Explique sua resposta.

3. Do que somos protegidos quando focamos em Cristo como o cabeça (como autoridade e fonte de vida)?

4. A partir das passagens expostas nesta lição e a partir da ideia de que a vida cristã não é solitária, de que maneira você responderia à objeção comum: “Eu não preciso estar em uma igreja para ser cristão”?

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AULA 12 - O FUTURO INTRODUÇÃO DA AULA Nosso foco nessa série foi o evangelho que Paulo pregou, o evangelho que vai de encontro com a nossa necessidade como pecadores e continua conosco até o final. Sendo assim, é apropriado que o Dr. Waters, em nossa última lição, nos leve ao encerramento dos propósitos de Cristo para nós no futuro. Em muitos aspectos, nós já vimos que no evangelho que o futuro irrompe no presente. Tanto em nossa justificação quanto em nossa santificação, nós de certa forma nos apropriamos daquilo que nos aguarda no fim. Por meio do Espírito, à medida que contemplamos a glória do Senhor, nós somos gradualmente transformados na imagem de Cristo agora, o que faz com que o futuro seja uma esperança presente e real para nós cristãos. Nesta lição, então, nós iremos tratar do futuro em conexão com o crente individual e o mundo inteiro.

LEITURAS BÍBLICAS Filipenses 1:21-30; 1 Tessalonicenses 4:13-18; 1 Coríntios 15:42-58; 2 Coríntios 5:1-10; Romanos 8:11-25

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM 1. Observar a ligação entre o que nós temos agora em Cristo e o que nos espera no futuro. 2. Entender o nosso futuro como crentes individuais do estado intermediário até nossa ressurreição dos mortos. 3. Discernir o futuro do mundo em que nós vivemos enquanto ele aguarda a redenção do pecado que o corrompe e a renovação de toda a criação.

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CITAÇÃO “Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo”. A vitória aqui, é claro, é a vitória sobre a morte e a sepultura. Graças a Deus que nos livra do poder a morte, redimindo até mesmo os nossos corpos da sepultura e nos tornando participantes da vida eterna. Isso é realizado por Jesus Cristo, nosso Senhor, nosso divino proprietário e absoluto governante. É por meio dele e por meio dele somente... Ele resgata nossos corpos da sepultura e os transforma para que sejam iguais ao seu glorioso corpo, segundo o poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas. Se não fosse por Cristo, a morte teria reinado eternamente sobre a nossa raça caída; mas graças a Deus, Cristo nos deu a vitória para que o crente já possa dizer, “Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?” – Charles Hodge

ESBOÇO DA AULA A. O futuro relacionado ao indivíduo 1. Existe um estado intermediário entre a morte do indivíduo e o retorno de Cristo. a. Para os crentes, a morte pode ser lucro (Filipenses 1:21). b. As almas daqueles que morrem entram na presença de Cristo (Filipenses 1:23; 2 Coríntios 5:8). c. Seus corpos se corrompem na sepultura, mas “em Cristo” (1 Tessalonicenses 4:16).

2. Resta ainda um Dia de Juízo para os incrédulos. a. Aqueles que morrerem sem Cristo enfrentarão a vingança de Deus (2 Tessalonicenses 1:7-8). b. Até certo ponto, eles já experimentam a ira de Deus (Romanos 1:18).

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c. Eles perdem a gloriosa presença de Deus. d. Eles recebem somente o juízo e o sofrimento eterno (2 Tessalonicenses 1:9). e. Os corpos dos incrédulos serão unidos, novamente, com suas almas, nesse julgamento (Atos 24:15).

3. Resta ainda um futuro para o povo de Cristo. a. Eles têm a esperança de um glorioso corpo ressurreto (1 Coríntios 15:4258). b. Esse corpo será “espiritual” no sentido de ser transformado pelo Espírito (1 Coríntios 15:44). c. Esse corpo será incorruptível, nunca morrerá novamente (1 Coríntios 15:42). d. Esse corpo será semelhante ao nosso Salvador ressurreto, com quem apareceremos em glória (Filipenses 3:21; Colossenses 3:4). e. Os crentes também comparecerão perante o tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10) para que nossas obras sejam avaliadas e recompensadas (ainda que não com base em méritos). f. À luz desse julgamento, os crentes devem buscar agradar a Cristo (2 Coríntios 5:9).

4. A confiança do povo de Deus na glória futura. a. Ela vem por meio da promessa do Espírito e sua intercessão em nossa fraqueza (Romanos 8:11, 26). b. Ela vem por meio do propósito do Pai para seu povo (Romanos 8:30). c. Ela vem por meio da redenção do Filho que nos liberta da condenação (Romanos 8:32-35, 39).

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B.

O futuro com relação ao mundo 1. O mundo está sob a maldição do pecado e no cativeiro da corrupção (Romanos 5:12; 8:20-21).

2. O mundo geme com dores de parto aguardando a redenção (Romanos 8:19, 22). 3. Deus transformará e renovará o presente mundo no qual crentes ressurretos habitarão.

C.

Lições sobre o futuro 1. Uma forte esperança para o futuro coloca a mente em Cristo agora. a. Nós temos um antegosto do futuro no presente em Cristo. b. Nós precisamos lutar para entrar por nossa completa salvação que ainda será revelada (Filipenses 2:12).

2. Nossa esperança para o futuro é pessoal, mas não individualista. a. A eternidade é atraente, pois estaremos na vasta companhia dos remidos de todas as eras. b. A eternidade revelará a gloriosa noiva de Cristo, a Igreja gloriosa, sem mácula (Efésios 5:27).

EXERCÍCIOS DE FIXAÇÃO 1. Tanto em nossa justificação quanto em nossa santificação, nós nos apropriamos em alguma medida daquilo que nos aguarda no fim em Cristo. a. Verdadeiro b. Falso

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2. Por meio do Espírito, à medida que contemplamos a glória do Senhor, nós somos gradualmente transformados na imagem de Cristo agora, o que faz com que o futuro seja uma esperança presente e real para nós cristãos. a. Verdadeiro b. Falso

3. Quanto ao estado intermediário entre a morte de um crente e o retorno de Cristo, ___________. a. Para os crentes, a morte pode ser lucro b. O corpo daqueles que morrem entra na presença de Cristo c. Suas almas descansam no Hades, mas “em Cristo” d. A e B e. Todas as alternativas acima

4. Quanto ao Dia do Juízo que virá para os incrédulos, ___________. a. Aqueles que morrerem sem Cristo enfrentarão a vingança de Deus b. Eles já experimentam a ira de Deus em alguma medida c. Seus corpos não serão reunidos às suas almas no julgamento d. A e B e. B e C

5. Quanto ao futuro para o povo de Deus, ___________. a. Eles têm a esperança de corpos futuros “espirituais” ou quase-físicos b. Seus corpos ressurretos serão incorruptíveis para nunca mais morrer c. Os crentes também comparecerão diante do tribunal d. A e B e. B e C

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6. Quanto à confiança do povo de Deus para a glória futura, ___________. a. Ela vem por meio da promessa do Espírito e sua intercessão em nossa fraqueza b. Ela vem por meio do propósito do Pai para seu povo c. Ela vem por meio da redenção da redenção do Filho que nos liberta da condenação d. A e B e. Todas as alternativas acima

7. Quanto ao futuro relacionado ao mundo, ___________. a. O mundo está sob a maldição do pecado e no cativeiro da corrupção b. O mundo geme com dores de parto aguardando a destruição final c. Deus destruirá este mundo presente e criará um novo a partir do nada d. A e B e. Todas as alternativas acima

8. Quanto à nossa esperança para o futuro, ___________. a. É pessoal, mas não é individualista b. Nós nos alegrarmos que estaremos na companhia dos remidos de todas as eras c. Nós nos alegramos com a revelação que virá da gloriosa noiva de Cristo d. A e B e. Todas as alternativas acima

EXERCÍCIOS DE REFLEXÃO 1. Considerando o fato de que nossos corpos permanecem “em Cristo” (1 Tessalonicenses 4:16) no estado intermediário aguardando a ressurreição futura, de que maneira devemos responder à declaração que é frequentemente feita sobre o morto no caixão, “Esse não é realmente ele. Ele está com o Senhor”?

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2. Estude Filipenses 1:21-23. Considerando o fato de que a morte é lucro para o crente e que as almas daqueles que morrem entram na presença de Cristo, como isso deve afetar os esforços para sustentar a vida de um crente com doença terminal?

3. Estude 1 Coríntios 15:42-58. Considerando que os crentes um dia terão corpos ressurretos gloriosos, que incentivo isso nos dá para orarmos pela cura física de um cristão?

4. Uma tendência comum entre os cristãos é pensar que o estado eterno será flutuar eternamente sobre as nuvens celestiais. À luz de Romanos 8:19-22, de que maneira a verdade sobre o mundo transformado habitado por corpos ressurretos deve afetar a nossa visão da eternidade?

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RESPOSTAS DOS EXERCÍCOS DE FIXAÇÃO AULA 1 1. a 2. b 3. e 4. b 5. d 6. e 7. c 8. e

AULA 2 1. b 2. a 3. d 4. e 5. d 6. b 7. d 8. c

AULA 3 1. a 2. a 3. a 4. e 5. e 6. a 7. b 8. c

AULA 4 1. a 2. b 3. d 4. c 5. e 6. d 7. c 8. c

AULA 5 1. b 2. a 3. c 4. d 5. a 6. e 7. e 8. a

AULA 6 1. b 2. b 3. a 4. c 5. e 6. e 7. d 8. e

AULA 7 1. b 2. a 3. e 4. a 5. e 6. e 7. e 8. d

AULA 8 1. a 2. b 3. a 4. e 5. d 6. a 7. c 8. e

AULA 9 1. a 2. b 3. a 4. a 5. c 6. e 7. d 8. d

AULA 10 1. a 2. a 3. d 4. a 5. d 6. e 7. e 8. e

AULA 11 1. b 2. a 3. a 4. c 5. b 6. c 7. d 8. d

AULA 12 1. a 2. a 3. a 4. d 5. e 6. e 7. a 8. e

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