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Relatos e memórias de uma analista sênior

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Capa_Franca_analista senior_P5.pdf 1 16/04/2024 10:43:54

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Maria Olympia de Azevedo Ferreira França Analista didata de crianças e adultos desde 1994 pela SBPSP. Membro efetivo da International Psychoanalytical Association. Eleita por três mandatos Diretora Científica da SPSP, publicou e organizou oito livros contendo artigos seus e de colegas, alguns vertidos para o italiano, espanhol e inglês. Introduziu o ensino da Psicanálise em várias cidades do interior de SP. Ganhadora do Prêmio Jabuti com o livro Freud: Cultura Judaica e Modernidade, 2003, na categoria psicanálise.

Plinio Montagna

série

Escrita Psicanalítica

PSICANÁLISE

RELATOS E MEMÓRIAS DE UMA ANALISTA SÊNIOR

M

França

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Maria Olympia França nos oferece neste livro, a partir de sua prática clínica, uma coletânea de reflexões originais e consistentes acerca de seu modo de fazer e pensar a psicanálise e, mais amplamente, sobre o ser humano e as vicissitudes do viver. Os capítulos nos propiciam o contato com uma analista profundamente conectada com o sofrimento humano e que se envolve de coração e alma no universo de seus pacientes, e com suas reflexões sobre o estar no mundo em nossa cultura. Esta é uma obra escrita por uma analista profundamente humana, que generosamente compartilha sua experiência e suas reflexões numa linguagem refinada e ao mesmo tempo próxima.

Maria Olympia de Azevedo Ferreira França

RELATOS E MEMÓRIAS DE UMA ANALISTA SÊNIOR

O leitor tem em mãos uma trajetória de pensamento que mescla teoria e clínica, como um memorial, uma história de vida. Sempre atenta aos movimentos do mundo, M. Olympia inicia sua trajetória psicoanalítica contemporânea ao final da ditadura militar e diante dos percalços da redemocratização. Temos aqui registrados passagens essenciais de uma enorme mudança institucional, na que é possivelmente hoje, a mais importante sociedade psicanalítica ligada à IPA da América Latina, a SBPSP. Sua atualidade está marcada, por exemplo, no texto acerca de uma reflexão que resultou numa exposição com o desafio freudiano de pensar o que é ser judeu para alguém que como ele não era religioso ou sionista. Enfim, comemoro essa leitura que nos faz sermos sua companhia por um trajeto de décadas de militância psicoanalítica. Isso talvez nos ajude a pensar os surpreendentes tempos que hoje nos desafiam.

Coord. Marina Massi Leopold Nosek


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