RODRIgO SaNtORO fAlA DO filME COM SChwARzENEggER E bRiNCA COM A SOlTEiRiCE: “QuEM DiSSE QuE NãO ME ApAixONO?”
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LÍLIa CaBRaL: “O SuCESSO é COMO DROgA, ViCiA” JavIER BaRDEM CONTA COMO é SER VilãO EM 007
rodrigo lombardi
A voltA do gAlã
Bastidores dos 35 dias do ator na turquia para gravar Salve Jorge: “Falava com meu filho por telefone. depois parei. Piorava a saudade” Na saída da festa do elenco de Avenida Brasil, Débora e Murilo se falam nos fundos da casa de eventos na quarta-feira 17, no Rio. O casal se encontrou logo depois
I S SN
O ROMANCE SECRETO DE MURILO BENÍCIO E DéBORa faLaBELLa
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24/out/2012
ano 13 n° 685
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Fotos João miguel Júnior/TV globo
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Oestá sedutor de volta Um ano depois de encantar a audiência feminina em O Astro, RodRigo LombaRdi retorna ao horário nobre, na novela Salve Jorge, para ser o herói que combate o tráfico de pessoas. À gente, o ator narra seus 35 dias na Turquia, entre gravações na Capadócia, voos de balões e a saudade do filho de 4 anos
POR Thaís BoTelho
• O turbante, envolto de mistério, cedeu lugar à farda militar – com toda a virilidade que lhe é obrigatória. Seja como for, Rodrigo Lombardi marca sua volta às novelas fazendo o que sabe de melhor: seduzir a plateia feminina. Em Salve Jorge, nova trama das 21h da Globo, escrita por Glória Perez, o ator viverá o Capitão Théo, o líder de um regimento de cavalaria nas áreas pacificadas do Rio. Nada de truques ou premonições acerca do futuro, como fazia o seu Herculano Quintanilha, em O Astro (2011). Ele agora pega em armas e resgata a mocinha de traficantes em terras estrangeiras, no caso, a Capadócia, na Turquia. Para falar sobre essa experiência de gravar no Oriente e de encarnar um personagem que demandou treinamento militar de verdade Lombardi concedeu à Gente esta entrevista exclusiva. Ele contou também da sensação de voar de balão, da parceria com a atriz Nanda Costa, da saudade do filho, Rafael, 4 anos, e da esposa, Betty Baumgarten. E se mostrou engajado ao defender a causa do combate ao trá-
fico de pessoas, um dos temas centrais do folhetim. Portanto, senhoras e senhoritas, haverá muitos motivos para se trocar a camisa do Divino Futebol Clube pelo uniforme camuflado de Lombardi a partir da segundafeira 22. Enfim, o sedutor voltou. • Você já foi à Índia para fazer Caminho das Índias (2009) e acaba de gravar na Turquia. Foi sua primeira vez no país? • Rodrigo. Minhas primeiras impressões da Turquia vieram antes da viagem, no workshop que fizemos no Projac (estúdios da Globo, no Rio). Lá, tivemos informações históricas, conhecemos alguns turcos e falamos muito sobre o país. Aprendemos o quanto a Turquia é importante na história mundial. Vimos que na Turquia há a mistura entre metrópole e interior. A uma hora da capital Istambul, que é superurbana, fica a Capadócia, com uma paisagem lunar. A gente viu o passado e o presente da Turquia, e o projeto de futuro do país.
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• Qual o lado bom e o lado ruim de gravar cenas fora do Brasil? • O lado bom é que você vai realmente preparado. É obrigado a estudar a fundo aquela cultura, aquela geografia, e isso acrescenta demais. Gravamos em todos os lugares lindos e importantes aos quais iríamos como turistas. O ruim é a distância da família. • Como foi a saudade da família? • O ritmo das gravações era muito intenso. E ainda havia a diferença do fuso horário entre a Turquia e o Brasil (lá, são 6 horas a mais). Então, aconteceu de eu esquecer desse detalhe e ligar para minha casa às 2h da manhã. Sentia uma saudade enorme da família. No começo, falava com o meu filho por telefone. Mas, depois, pedi para não falar mais com ele, porque piorava a minha saudade. A partir de um certo momento, apenas perguntava à minha mulher como ele estava. Como a gente gravava muito, o tempo passou rápido. As cinco semanas que passei na Turquia pareceram dez dias. Quando voltei para casa, parecia que não os via havia um ano e meio. Esse sentimento todo vem quando você vê a família. • Um dos temas da novela será o tráfico de pessoas. Como se prepararam? • Ouvimos depoimentos de vítimas do tráfico e de famílias que perderam parentes. Deu uma sensação de vazio, de impotência. Ser ator é um trabalho muito louco. Somos uma fábrica de sonhos, às vezes, em alguns casos, como neste, também produzimos um retrato fiel da dura realidade. Fomos obrigados a encarar essa verdade de frente. Conhecemos os protagonistas dessa dor. A dor de perder um filho é devastadora. Sempre considerei uma coisa antinatural. A natureza não aceita isso. Passar por essa experiência e ver essa dor tão de perto foi transformador. Abraçamos a causa e vamos levar o assunto para milhões de pessoas.
‘‘Conhecemos os protagonistas dessa dor (sobre o tráfico de pessoas). Abraçamos a causa e vamos levar o assunto para milhões de pessoas’’
“O lado bom (de gravar fora do Brasil) é qye você estuda aquela cultura. O lado ruim é a distância da família. Quando voltei, parecia que eu não os via havia um ano e meio”
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“Foi a minha primeira vez de balão. É uma sensação que não dá para descrever. Lindo demais! Gravamos várias cenas voando na Capadócia”
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“No começo, falava com o meu filho ao telefone. Depois, pedi para não falar mais, porque piorava a minha saudade.”
• Como era a rotina de gravações na Turquia? • Começávamos a trabalhar às 4h da manhã, para organizar figurino e maquiagem. Na Capadócia, aproveitávamos a luz do sol e os balões que voam cedinho, por causa do vento. Em Istambul, a gravação era cedo para que não pegássemos trânsito. Gravávamos até a hora do almoço. Depois, íamos passear, fazer compras e tínhamos de dormir cedo. • Como foi passear de balão? • Foi a minha primeira vez de balão. É uma sensação que não dá para descrever. Lindo demais! Gravamos várias cenas voando na Capadócia. No passeio, ou estávamos gravando, ou escondidos dentro da cesta para não atrapalhar as cenas dos colegas. Devo ter batido recorde de vôo agachado. • Gosta de fotografar? • Sim. Na Índia, perdi minha câmera com todas as minhas fotos. Esqueci no avião. Desta vez, estou tentando focar na fotogra-
fia. Fotografo menos do que gostaria. A foto mais especial que fiz na Turquia foi uma que tirei bem cedinho, na Capadócia, quando estava saindo para gravar. Saí do hotel e me deparei com uns 80 balões sobrevoando a região. É uma imagem impactante. • Você interpretará o militar Théo. Antes de ir para a Turquia fez laboratório na Academia Militar das Agulhas Negras. • Foi interessante viver o dia a dia de um militar lá na Aman e também no Regimento Andrade Neves. Na Aman, fizemos a parte do aprendizado. No Regimento, vimos o método de trabalho deles, superorganizado. Foi fundamental para que eu trouxesse as características do militar para as cenas. Théo é sistemático, mas impulsivo como um bom cavalariano. O mais difícil na composição é se habituar àquele comportamento. • Na trama, Théo resgata a personagem de Nanda Costa na Capadócia. Como foi gravar essa cena?
• Não posso falar sobre isso, é uma cena que só vai ao ar mais para a frente. Mas quero falar sobre a Nanda, meu par na história e uma atriz extraordinária. Ela é uma pessoa incrível e tem uma força aliada a uma naturalidade que são grandes trunfos. Tem atores que levam 30 anos para ter essas características. Nanda é assim naturalmente. E dá uma segurança para a gente contracenar com alguém assim. Ela tem caráter, disciplina, entrega e vontade. Fizemos grandes cenas na Turquia. • Já tem algum outro projeto para quando a novela terminar? • Em sete anos, fiz sete novelas. Por isso, planejo tirar férias depois que Salve Jorge acabar. •
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“A Nanda (Costa, seu par romântico na novela) é uma atriz extraordinária. Tem caráter, disciplina, entrega e muita vontade. Fizemos grandes cenas na Turquia ”
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cinema •
javier bardem Vilão de 007 Operação Skyfall, 23º filme da franquia, o ator espanhol teve de descolorir o cabelo para o personagem, conta que se sentiu seguro nas cenas de ação e elogia o colega que interpreta o agente pela terceira vez
Cliff Watts/Divulgação
Javier Bardem diz que se surpreendeu com o amBiente criativo do set de filmagem da superprodução
“DAniel CrAig trOuxe algo de novo A BOnD”
• Quando era garoto, em Madri, Javier Bardem foi levado pelos pais ao cinema para assistir ao seu primeiro filme de James Bond. “Foi 007 Contra o Foguete da Morte, com Roger Moore. Eu tinha 11 ou 12 anos e fiquei impressionadíssimo.” Agora, cerca de 30 anos depois, Bardem se encontra no centro do mais recente filme do agente – na verdade, o 23º, 007 Operação Skyfall, dirigido por Sam Mendes, com Daniel Craig pela terceira vez no papel principal. Bardem interpreta o misterioso Silva, um adversário terrível e poderoso de 007. “Ótimos atores já atuaram em filmes de Bond e houve grandes vilões. Mas eu tentei não pensar nisso. O Sam e eu tínhamos as nossas próprias ideias e espero que tenhamos criado algo original.” Para obter a aparência única de Silva, o ator espanhol teve seu cabelo descolorido até ficar louro e os motivos disso ficam aparentes quando se assiste ao filme. Bardem admite que a experiência de filmar um longa de 007 não foi exatamente o que ele esperava. Achou que seria uma grande produção focada sobretudo nas sequências espetaculares e arriscadas de ação. “Sabe, o que me surpreendeu foi a atmosfera extremamente criativa naquele set. Eu achava que seria mais impessoal, como uma máquina muito eficiente.”
• O que o atraiu originalmente ao projeto? • Foi uma combinação de tudo. A oportunidade de trabalhar com Sam, o roteiro, um personagem forte, tudo isso. A história é bastante forte, além de ser um filme de James Bond. E aí tem o elenco que, é claro, inclui o Daniel, que sempre achei um ator extraordinário... Ele trouxe algo novo ao Bond. Acho que poderia dizer que ele deu um sabor diferente a Bond, e que é muito interessante. • O que você pode nos contar sobre o Silva? • Tive total liberdade para criá-lo. Nós brincamos com o gênero, com o que se espera de um personagem nesse gênero de filme. Sam disse – e eu achei que era uma ótima ideia – que, quando você faz um filme de James Bond, sobretudo se você é o vilão, está atuando num meio-termo entre a ficção e a realidade. E foi a essa combinação que tentamos chegar. • Você é fã dos filmes de James Bond? • Totalmente. Tenho 43 anos e lembro que o primeiro filme de James Bond que fui ver no cinema foi 007 Contra o Foguete da Morte, com o meu pai. Eu tinha 11 ou 12 anos e fiquei impressionadíssimo com o filme. Eu o adorei. Eu pensei, “Meu Deus, o que é isso?” E me apaixonei imediatamente pelo cara com os dentões, Jaws (o vilão interpretado por Richard Kiel). E depois daquilo, assisti a todos os filmes de Bond que, você sabe, é a franquia de maior longevidade do cinema, e há uma razão para isso – ela tem sido maravilhosamente bem produzida ao longo de todos esses anos.
Divulgação
• Como foi participar de uma produção gigantesca com todo o histórico que há por detrás dela? • De certo modo, me surpreendeu. Antes de fazer o filme, eu achava que seria entrar lá, dar uma martelada na cabeça do prego e pronto. Mas foi muito mais criativo do que isso. Sam (Mendes, o diretor) estava aberto a interpretações diferentes e eu tive a sorte de estar cercado de atores tão bons que me ajudavam a entrar imediatamente na cena por serem tão geniais no que fazem.
‘‘Eu gosto de pessoas tranquilas, mas sou ator, preciso me ajustar! Trabalho profissionalmente desde 1988 e este será apenas o terceiro filme no qual empunhei uma arma” • Quanto às cenas de ação, gostou delas? • Eu tive algumas cenas de ação, mas nem a metade do que o Daniel teve. Não estou acostumado a fazer esse tipo de coisa. Mas, para mim, foi divertido. E eu tinha sempre toda a proteção da incrível equipe que trabalha conosco. Então, eu me senti seguro, o que é importante num filme desse tipo. • Algum tempo atrás, quando rodava Onde os Fracos Não Têm Vez, você disse que não gostava de violência e detestava manusear armas… • Eu gosto de pessoas tranquilas, mas sou ator, preciso me ajustar! Trabalho profissionalmente desde 1988 e este será apenas o terceiro filme no qual empunhei uma arma – os demais sendo Onde os Fracos Não Têm Vez e Perdita Durango. Não é nada mau para 24 anos. Não é muito. Mas a questão vai além de se empunhar uma arma: é criar um perfil da pessoa que justifique a arma nas suas mãos. E essa é a parte difícil, pois não há muitas oportunidades de se construir algo por detrás da violência.
• Silva também pode ser encantador? • Sim, ele é um vilão de Bond. Precisei recriar algo que nós temos visto ao longo de anos e que estivesse situado no território daquilo que o público espera. Eu o vi como um tributo. Se você vai fazer algo desse tipo, precisa honrar o gênero. Mas se você me perguntar se eu assisti a qualquer um dos demais vilões de Bond especificamente para este filme, não, eu não assisti. Não quis rever nenhum vilão específico. Eu queria apenas criar este, Silva. Mas, é claro, o histórico fica na nossa mente e essa é a parte divertida do trabalho. • Você assistiu à cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de londres e viu o segmento de Daniel Craig, como Bond, e a rainha? • É claro. Eu adorei a cerimônia e achei a sua produção brilhante. Eu adorei o seu lado punk, sobretudo na presença da rainha (risos). •
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“O sucesso é como droga, vicia” LiLia CabraL está em cartaz no mesmo teatro onde
começou a carreira há 30 anos, diz que antes de Fina Estampa era apenas uma “atriz X da Globo”, conta que é preciso manter a serenidade diante da fama e ainda fala sobre o casamento de 17 anos e a educação da filha adolescente POR Júlia leão fOtOS Marcos rosa / ag. istoÉ
• A primeira vez que Lilia Cabral pisou um palco, profissionalmente, foi no Teatro FAAP, em São Paulo. Agora, quase 30 anos depois, é nesse mesmo palco que ela está em cartaz com Maria do Caritó, elogiado espetáculo escrito por Newton Moreno especialmente para ela. Em cena, ela interpreta uma virgem de 50 anos que não vê a hora de realizar seus desejos sexuais. Dirigida por João Fonseca, o espetáculo marca também o reencontro com os parceiros da juventude Fernando Neves e Silvia Poggetti, que formam o elenco com Dani Barros e Eduardo Reyes. Em um papo com Gente, a atriz falou da peça, dos 17 anos de casamento com o economista Iwan Figueiredo, confidenciou que não controla o cartão de crédito quando o assunto são bolsas e sapatos, e comentou sua relação com a filha Giulia, de 15 anos,. • Como é voltar a trabalhar com amigos da juventude? • Lilia. Faz 30 anos que conheço o Fernando e a Silvia. Eles foram e são meus confidentes. A primeira vez que pisei um palco, como profissional, foi aqui no Teatro Faap, em 1983, ao lado dos dois. Nunca mais trabalha-
mos juntos. E agora eu os reencontro aqui, no mesmo lugar. É uma mescla de nostalgia, saudade e alegria. • Você se vê na Maria do Caritó? • Meu dia a dia é feito de autos e baixos. A Maria do Caritó não é só ingênua, tem vontades, quer sentir prazeres, é astuta e inteligente. Ela não tem censura, pudor. Algo meu tinha que ter ai. Eu sou assim, não tenho medo de me jogar. • Quando sobe no salto e perde a censura? • Muitas vezes, principalmente quando vejo injustiça. Não suporto ver alguém sendo maltratado ou injustiçado. De resto sou bem normal, quieta. Volto a ser um bicho quando estou no set. Uma vez, interpretei uma mulher traída. Quando eu xingava em cena, eu estava falando por todas as situações em que pessoas me passaram a perna e sentiram minha raiva (risos). • O espetáculo fala sobre religião. Você acredita em Deus? • Sou de uma família católica, fui batizada, crismada, participava até de encontros de 24/10/2012
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“Eu era uma coisinha, uma atriz X da Globo, e agora eu sou uma ‘coisona’. O tamanho é o do reconhecimento”
“Quando não estava feliz, é porque a personagem era ruim, não eu. O problema é do autor”, diz a atriz
jovens. Hoje não frequento sempre a igreja, mas na infância ia rezar todo dia. Tenho meus santos companheiros: Santos Antônio e Expedito, Nossa Senhora da Conceição e das Graças, além da Nossa Senhora de Fátima, que me foi apresentada pela Grisela. Rezo antes de subir no palco, antes de toda cena que vou gravar na televisão e no caminho para o Projac (centro de produções da Globo) para ter serenidade. • Como se define hoje, tantos anos depois do início de sua carreira? • Quando era jovem, meu grupo de teatro foi selecionado pelo Projeto Mambembinho de incentivo à dramaturgia. Era para fazermos uma turnê com uma peça de circo. Fomos para Brasília de Kombi. Eu entrava naquele carro e dizia que não queria aquilo para mim. Não que a Kombi fosse algo ruim, mas não queria ficar somente embaixo de lona. Hoje, tantos anos depois, estou fazendo um espetáculo de circo, coincidentemente, mas sem a Kombi. Ufa (risos). Sou a mesma, mas com outras demandas.
que se um dia ela for para a televisão e tiver uma única fala, vão falar que ela está ali porque é filha de quem é. • Você está casada há 17 anos. Qual o segredo de um relacionamento duradouro? • É ser correta, amorosa e carinhosa. Além disso, mesmo com o trabalho, coloco a família em primeiro lugar. Isso acaba desgastando um pouco, porque sempre estou à disposição, me desdobrando. Sou muito presente e acho que esse meu lado, de ser muito sincera e honesta com meu marido, nos faz sermos cúmplices. • Aos 55 anos você é uma mulher muito bonita. Qual seu segredo? • Não como (risos). Não completamente, mas não dá para comer tudo que quero. Fiz promessa de não comer chocolate. Além disso, estou fazendo aula de Gyrotonic. Plástica, ainda não fiz nenhuma. Talvez, faça algumas pequenas correções no futuro, por que não?
• O assédio aumentou depois de Fina Estampa? • Eu era uma coisinha, uma atriz “X” da Globo, e agora eu sou uma “coisona”. O tamanho é o do reconhecimento e da necessidade de as pessoas dizerem que se identificam comigo. Sou o Pereirão das várias famílias.
• Você é muito vaidosa? • Não tenho aquela coisa de ficar horas me maquiando antes de sair de casa. Mas gosto de andar bem vestida, elegante. Aprendi com a vida a ser uma mulher sofisticada na atitude. Agora, esqueço o limite do cartão de crédito quando saio para comprar bolsas e sapatos. Isso me tira a razão. Já joias e relógios, deixo para o maridão dar de presente (risos).
• Você disse que é bem próxima de sua filha Giulia. Dá limites a ela? • Sim. Tem limite de horário, de atender o celular. Por exemplo: se ela não atende uma ligação minha e depois diz que não viu tocar porque estava no silencioso, tiro o aparelho dela até o final daquele dia. Afinal, para ficar mexendo no Facebook ela está bem atenta. Comigo a coisa é dura. Não sou aquela mãe chata, mas acho que tem de ser assim.
• Você conversa com seus amigos atores sobre os erros na escolha dos personagens? • Principalmente sobre escalação errada. No nosso meio, há os atores que acham que já estão com a vida ganha e fazem o papel mais ou menos. Há os que querem acertar, mesmo errando. E há aquele que acerta logo de uma vez. Seja em qualquer um dos casos, você tem de se manter sereno. O sucesso é como droga, vicia. As pessoas perdem o limite.
• E com relação a namoro? • Por enquanto, ela ainda fala pouco. A Giulia e as amigas estão mais na vontade de “fazer social”, ir ao cinema. São poucas as que namoram. Mas acho que daqui um ano não vai mais ter jeito. Vamos perdê-la para um menino (risos).
• Tem alguma personagem sua que já julgou ruim? • Tive sorte com a maioria delas. Quando não estava feliz, é porque a personagem era ruim, não eu. O problema é do autor. Pena que não posso citar nomes (risos).
• A Giulia fala sobre seguir a sua carreira? • Sim. Ela está fazendo aula no Tablado, mas não interfiro muito e ajudo o mínimo. A Giulia ainda é muito nova e a dramaturgia ainda é uma grande brincadeira. Mas sei
‘‘(O segredo de um casamento duradouro) É ser correta, amorosa e carinhosa. Além disso, mesmo com o trabalho, coloco a família em primeiro lugar. Isso acaba desgastando um pouco, porque sempre estou à disposição, me desdobrando’’
CONFIRA A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA EM WWW.ISTOEGENTE.COM.BR
“Rezo antes de subir no palco para ter serenidade”
• Quais são seus próximos projetos? • Ano que vem, volto para a tevê no remake de Saramandaia, que vai ser feito pelo Ricardo de Linhares. Tem também a adaptação do livro Julio Sumiu, do Beto Silva, que vai virar um filme e começo a rodar ano que vem. • 24/10/2012
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Estilo Casa • Por Silviane Neno
EntrE sem bater
A casa do empresário Sandro Matarazzo em São Paulo é um exemplo de sonho de moradia para um jovem cosmopolita: moderna, acolhedora e pronta para receber os amigos por Júlia Leão FoToS Marcelo Navarro
• É verdade que ele carrega no sobrenome o peso de uma tradição familiar em São Paulo. Mas quando pensou em escolher um canto para chamar de seu, Sandro Matarazzo passou longe de palacetes ou casas no estilo neoclássico no Jardim Europa. O apartamento onde vive há oito meses fica no bairro de Moema e é um duplex tão moderno quanto o seu negócio, a grife Armazém que ele comanda ao lado dos irmãos Piero e Bruna. O estilo foi construído a partir do que ele vê e recolhe em muitas viagens de pesquisas no mundo. “Quando canso do mesmo cenário, gosto de mudar. Além das vezes que troquei de casa quando vivia com meus pais, já mudei de endereço sete vezes. Renova a vida”, conta Sandro. Para ele, o apartamento de 165 m² será seu home sweet home por três anos apenas. Depois, tudo novo de novo. Talvez investir em algo maior e quem sabe construir uma família. A estética da casa atual leva sua assinatura e do amigo e arquiteto Daniel Gomes. “Aprecio muito arte e de-
Sandro Matarazzo garimpou a bandeira da Itålia e o buda do jardim de inverno em viagens ao redor do mundo. À esquerda, a cozinha e a sala de estar
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Estilo Casa
O apartamento duplex foi paixão à primeira vista. O décor, contemporâneo, é o cenário de petit comités para os bons amigos
POST-IT
As salas e a cozinha ficaram mais amplos depois da reforma. No detalhe, a tela de caveira, em grafite, que comprou em uma feirinha em São Paulo
sign, por isso palpito até nos pequenos detalhes. Já fazia os projetos das lojas, então tive muita informação para esse novo espaço. O décor de restaurantes, lojas e galerias que visitei em minhas andanças também deram a harmonia do meu apartamento.”
• Reorganizando o espaço
• Sandro parte do princípio que a fachada do prédio também diz muito sobre o estilo de quem mora ali. O novo endereço foi paixão à primeira vista. A mescla do neoclássico da entrada, com o moderno dos apartamentos duplex trouxeram à casa um ar bem contemporâneo. “Não trouxe nada do apartamento antigo, só um ou outro objeto que foi presente”, afirma o empresário. Além do mobiliário, Sandro optou por mudar completamente a planta original. Quebrou todas as divisórias que existiam na área comum, para ampliar as salas e a cozinha, e modificou a posição e o material de acabamento da escada que leva ao segundo piso. Os degraus receberam madeira e detalhes em vidro. A cozinha, que é mais utilizada quando os amigos estão por lá, ganhou status de destaque. As reuniões por ali, aliás, já viraram programa obrigatório na turma. No primeiro open house oficial, até Sabrina Sato experimentou as caçarolas. Tijoli-
ido Canto prefereiro com vista nh
A suíte e seu ba
nhos à vista se encarregaram de dar o ar acolhedor ao ambiente, perfeito para noites de harmonização de vinhos que Sandro curte muito. “Tenho que confessar que o mérito desse espaço é do arquiteto. Eu só escolhi a mesa, pois ela lembra a que tinha na casa da minha avó”, revela Sandro. Já na área reservada, que chama de sua, criou um amplo home e no quarto, resolveu inovar na disposição. Retirou as portas do banheiro e o juntou à suíte. “É diferente, mas estou gostando da ideia de ter uma grande janela quando estou no banho”, brinca.
écor Achado de d a loja referência de um , O lustre da sala lona linas em Barce cu as de roupas m
Na wish list
tico Peter ira do artista plás Uma tela de cave Pop na e seu trabalho Tunney, que expõ rk Yo a ov alleries, em N International G
• Black in white
• Para deixar os ambientes com uma cara masculina, Sandro decorou as bancadas da cozinha com eletrodomésticos pretos e peças toy art que garimpou em galerias ao redor do mundo. Seja o boneco de uma pitoresca loja em Saint Germain, em Paris, um carrinho de corrida da Design Distric de Miami ou uma pintura de caveira encontrada na feirinha Benedito Calixto, em São Paulo. Os tons do piso e da parede, vão do cinza queimado ao off white. “Gosto da monocromia.” Para colorir e aquecer os ambientes, moveis que combinam a madeira com o metal e molduras de quadros em diversos tons. • 16/1/2012
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Carreira
Um ano bom
De férias no Brasil – enquanto se prepara para o lançamento mundial de The Last Stand, ao lado de Arnold Schwarzenegger, em janeiro de 2013 –, RoDRigo SAnToRo comemora os trabalhos que fez no cinema este ano e diz que vive a melhor fase da sua vida: solteiro e perto dos 40, mas com “carinha de neném” POR Júlia leão
• Este fim de ano promete ser só de diversão e relax para Rodrigo Santoro. Tempo para sair com os amigos no Rio, jogar futebol e, claro, paquerar um pouco – afinal, ele está solteiríssimo. Tudo para entrar em 2013 com a energia renovada. Ele vai precisar. Logo em janeiro, começará a temporada de divulgação de The Last Stand, seu 11º filme no Exterior. Ele viverá um charmoso policial da cidade de Sommerton Junction que tem a missão de evitar a entrada de um poderoso narcotraficante pela fronteira dos Estados Unidos com o México. Mas este thriller de ação tem um motivo a mais para o ator se orgulhar do ofício. Na película, ele contracena com ninguém menos que Arnold Schwarzenegger que, após sete anos como governador da Califórnia, volta a protagonizar um longa inteiro. “Seus personagens na trilogia O Exterminador do Futuro marcaram a minha infância. E atuar com ele foi fácil. Ele é uma máquina, mas muito acessível”, conta o brasileiro, que conversou com Gente em São Paulo. Além do blockbuster, Santoro aproveitou a volta para casa para lançar também Reis & Ratos, de Mauro Lima, no Festival de Cinema do Rio, no início do mês. Este ano, o brasileiro brilhou na telona em duas outras produções: Hemingway e Gellhorn, com Nicole Kidman, e O Que Esperar Quando Está se Esperando, ao lado de Jennifer Lopez. Na fila de lançamentos internacionais para o ano que vem ainda tem Encontrarás Dragões e a continuação de 300, com Gerard Butler. Na entrevista a seguir, o ator fala do trabalho com “Arnie”, dos dias de folga e responde a provocação sobre a longa ausência de uma grande paixão. “E quem disse que eu não me apaixono?”, rebateu. • Como foi filmar com Arnold Schwarzenegger? • Rodrigo. Olha, foi muito legal, ele foi incrível. É muito acessível, o que me surpreendeu como um ícone. Eu já admirava o Arnold desde O Exterminador do Futuro. Ele marcou minha adolescência, tinha uma imagem dele muito forte. Parecia que eu estava numa Sessão da Tarde! E a postura dele é tão natural que ele não ficava no trailer dele, sozinho. Preferiu estar com a equipe toda, conversava com a gente. • Lembra de algum bastidor do set? • Tem uma história que só comprovou como ele é “o cara”.
Ag. news
Rodrigo Santoro na première de Hemingway e Gellhorn, no Rio: aos 37 anos, ele curte fÊrias com os amigos, balada e futebol
Carreira
Arnold estava terminando uma cena e, quando saiu do quadro, bateu a cabeça na lente da câmera. Isso era por volta das onze horas da manhã. O levaram direto para o hospital e já preparavam para cancelar as filmagens naquele dia. Mas ele foi ao hospital, deu os pontos e voltou para o set. Chegou sorrindo e disse: “Bom, pelo menos agora temos um machucado real!” Ele realmente é o ‘exterminador’ (risos).
como Emma Tompson e Mister Bin. Fiquei muito nervoso, até por causa do idioma. Mas a Laura Linney me disse: “Relaxa, fica calmo, vai dar tudo certo”. E deu.
• Prefere Arnold como ator ou político? • Não posso fazer essa avaliação porque não o acompanhei como político.
• Hoje você não tem mais esse frio na barriga então? • Acho que é uma questão de experiência. Ainda o ambiente é estrangeiro. É um obstáculo porque atuar falando uma língua que não é a sua não é fácil. Meu inglês era bem the book is on the table. Tinha vezes que não tinha com quem conversar, tipo na Bulgária, quando filmamos 300.
Tem também o longa Hemingway e Gellhorn, que você faz com Nicole Kidman. Como foi reencontrá-la no set (os dois contracenaram em uma clássica campanha para o perfume Chanel Nº5, em 2006)? • Sempre fui fã e toda vez que filmei com ela foi incrível. Ela tem um talento inexplicável, é nato. Ela é muito criativa.
• Depois de tanto trabalho este ano, como estão as férias? Você tem sido visto em uma balada com amigos no Rio... • Não só em uma, em várias! Quando estou aqui, gosto de sair com meus amigos. Esse é meu programa preferido. A balada não importa. E o Rio é bom porque são bares. Gosto de sair para trocar ideia. O “putz putz” da balada não curto muito.
• Sente muita pressão em atuar ao lado de nomes consagrados de Hollywood? • Acho que não. Depende muito mais de como você é recebido pelos atores e eu sempre fui muito bem recebido. Nunca me senti diminuído ou excluído. Nunca senti nenhum preconceito. Umas das minhas primeiras experiências foi intimidadora, em Simplesmente Amor (2003), porque estava rodeada de gente boa do cinema inglês,
• E para a sua casa em Petrópolis, tem ido? • É minha segunda casa. Lá está meu cachorro, o Robson Luiz. Ganhei da Regina Casé depois de fazermos um especial de Natal juntos. O nome do meu personagem era Robson, então quis fazer uma homenagem a ela. Tenho também o Atos, que ganhei do Marcelo Faria, quando estávamos fazendo Os Três Mosqueteiros. Gosto muito de animal, fazenda, essa coisa de natureza. Divulgação
“Eu admirava Arnold desde O Exterminador do Futuro. Ele marcou minha adolescência, tinha uma imagem muito forte dele”
O ator brasileiro em cena de The Last Stand, protagonizado por Arnold Schwarzenegger (acima, à esq.)
AFP
• Está solteiro? • Estou bem, no melhor momento da minha vida. Sim, estou solteiro. • Faz tempo que você não se apaixona... • Quem disse? Só eu posso falar isso. Faz tempo que não apareço com uma mulher, mas isso não quer dizer nada. Só posso afirmar que estou solteiro.
• Como você se define hoje? • Eu não me defino. Não tenho problema de estar perto dos 40 anos. Tem sido a melhor fase da minha vida, fora a infância. Acho que é impossível se definir porque não somos nada. Mudamos ao longo das horas, dias, meses e anos. Ontem eu estava de um jeito – muito cansado, com barba grande – e hoje estou descansado e sem barba. Acho que não temos que nos definir. A vida é um processo e estou em constante movimento. •
Ag. news
• Mas você tem cuidados especiais com sua beleza? • Como trabalho com caracterização, às vezes tenho que ter barba, bigode... Isso dita muito minha rotina de beleza. Ultimamente tenho gostado dessa coisa de cara limpa, meio carinha de neném.
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• Quase aos 40 anos você se preocupa com a vaidade? Tem truques de beleza? • Acabei de fazer 37! Estou mais perto dos 35, vai? (risos) Fui criado em Petrópolis, em uma fazenda, e sempre tive muito contato com a natureza e comidas naturais. Na mesa da minha casa nunca teve produtos industrializados. Sempre tive uma alimentação muito saudável. Gosto e me faz bem. Dieta só existe quando tenho que perder quilos para personagens, tipo em Heleno que emagreci 12 quilos. Foi a dieta da fome, passei muita fome. Além disso, jogo pelada com meus amigos duas vezes por semana.
Acima, com Nicole Kidman e Clive Owen, em Cannes este ano. Abaixo, com J.Lo e cavalgando em cena de ação em dois filmes estrangeiros. Na outra foto, no Festival do Rio, com Camila Pitanga e Selton Mello
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• Atos é seu único companheiro no momento? • Não o único, né? (risos)
24/10/2012
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Ensaio
Oh , Suzana! Única atriz que também é autora na Rede Globo, Suzana PiReS conta sobre a novela que está escrevendo ao lado de Walther negrão e fala sobre o namoro com o empresário Diogo Sacco: “Foi amor à primeira vista” POR Simone BlaneS fOtOS e beleza andré nicolau / ag. iStoé Styling Karen BruStolin
Vestido 284
Ensaio
• Suzana Pires está apaixonada. E para a intérprete da fogosa Glorinha de Gabriela, o amor veio a cavalo, literalmente. Ela conheceu o empresário gaúcho Diogo Sacco em Bagé (RS), durante as gravações do filme O Tempo e o Vento, de Jayme Monjardim, há quatro meses. “Ele estava no set porque lida com cavalos e fazia consultoria técnica na cavalgada do Thiago Lacerda. Eu nem o tinha visto. Na verdade, foi a Cleo (Pires) que me chamou a atenção porque ele ficava me olhando. Até que se aproximou e começamos a ficar juntos lá mesmo. E agora estou assim: completamente apaixonada. E nem disfarço”, admite a atriz, que está vivendo com o namorado no Rio de Janeiro, para onde ele se mudou com um mês e meio de relacionamento. “Foi amor à primeira vista. Nunca tinha morado com ninguém, mas estou muito feliz porque não é uma relação intempestiva, que traz angústia. Entre nós não existe hesitação, não temos medo de nos relacionar. E combinamos de nunca brigar por coisas pequenas”, acrescenta ela, que, aos 36 anos, começou a pensar em casamento e filhos. “Esse rapaz está me levando a fazer coisas que eu nunca imaginei (risos). Casar não era algo que eu dizia: Quero! Mas hoje, olhando para ele, penso que pode ser bonito! E o desejo de ter filhos também. Ele me desperta muita coisa que, na verdade, eu já tinha dentro de mim e nem sabia. Um lado mulherzinha muito bom”. Se Suzana acertou na loteria do amor, ela também tirou o bilhete premiado na carreira. Desde junho, a atriz dá vida à “teúda e manteúda” do coronel Coriolano (Ary Fontoura) no remake de Gabriela. “Ai, como sou apaixonada por essa mulher. Nem acreditei quando o Walcyr (Carrasco) me disse que eu seria a moça da janela.” A personagem é uma das mais marcantes no livro de Jorge Amado. “Pensei: será que vou dar conta? Foi
a primeira vez que fiquei nua em cena, mas não tive nenhum constrangimento porque acho que todos que estavam ali sabem da dificuldade em fazer aquilo e respeitam muito. Talvez se fosse em outro momento, ficaria encucada com a exposição, mas foi tranquilo, veio na hora certa.”
• Ela atua, escreve e samba
• Desde a infância, Suzana imitava Madonna e Rita Lee para os vizinhos. “Minha família dizia: Suzaninha é assim”, lembra. Aos 15 anos, começou a fazer teatro, no Tablado. Foi estrear em novelas só aos 31 anos em Caras e Bocas (2009), como a engraçada Ivonete, que, para chamar a atenção do marido, usava o bordão: “Fabianooooo”. Ela explica por que demorou para ir para a tevê: “Não é porque eu não queria. A minha vida fluía num lugar em que eu trabalhava de sol a sol e estava indo bem, inclusive financeiramente.” Aos 25 anos, ela escreveu e produziu a peça De Perto Ela Não É Normal, que virou febre no Rio de Janeiro. “Não é mole viver de teatro. Mas eu vivia dessa peça. E até hoje se autocusteia, não precisa de patrocínio para reestrear”, conta ela. Hoje, Suzana é a única artista que tem um duplo contrato com a Rede Globo: de atriz e autora. Assim que acabar Gabriela, ela vai se dedicar a escrever com Walther Negrão O Caribe é Aqui, título provisório da próxima novela das seis. “É muito trabalho, mas tem de existir um equilíbrio entre as duas funções”, diz a atriz, que ainda está escalada para o filme Aprendiz de Samurai, produzido por Fernando Meirelles, e será destaque no Carnaval 2013 do Rio de Janeiro. Sairá pela Vila Isabel, como uma noiva, ao lado de Marcelo Serrado. “Não posso ficar sem Carnaval. Então, nesta fase autora, vou estar a avenida como atriz.” •
‘‘Esse rapaz está me levando a fazer coisas que eu nunca imaginei (risos). Casar não era algo que eu dizia: ‘Quero!” Mas hoje, olhando para ele, penso que pode ser bonito! E o desejo de ter filhos também’’
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‘‘Foi a primeira vez que fiquei nua em cena, mas não tive nenhum constrangimento porque todos que estavam ali sabem da dificuldade em fazer aquilo’’
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Ensaio
14/01/2011
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ASSINE AGORA ISTOÉ GENTE nasce o filho de AdriAnA LimA • um ensaio com Giovanna LanceLLotti, a lindinalva de Gabriela Em vEnEza, Kate Hudson e outras istoegente.com.br istoegente.com.br istoegente.com.br estrelas ousam no look no festival de cinema
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rodrigo lombardi
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EXCLUSIVO
Na saída da festa do elenco de Avenida Brasil, Débora e Murilo se falam nos fundos da casa de eventos na quarta-feira 17, no Rio. O casal se encontrou logo depois
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E DéBORa “AOS 50, NãO hÁ TEMPO A PERDER. TEM quE VALER A PENA”
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Do DIVINo
A modelo e o namorado, o bilionário Lírio Parisotto, O ROMANCE aplaudem o Pianista PoPstar Lang Lang SECRETO em jantar black-tie châteaue Fabíula dos reis Nascimento: franceses Heloísa Périssé, Elianeno Giardini DE MURILO Brasil trêsA VIAGEM gerações DO de mulheres que10 brilham emDEAvenida CASAL E OS MESES NAMORO : BENÍCIO
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EM NOITE DE GALA NO PALÁCIO DE VERSAILLES
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LUIZA BRUNET
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