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Para entender (quase) tudo sobre a biodiversidade

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PARA ENTENDER (QUASE)

TUDO SOBRE A BIODIVERSIDADE

A exploração desenfreada dos recursos naturais trouxe duas grandes transformações para o nosso planeta: a mudança climática e a perda de biodiversidade. Somos apenas uma entre milhões de espécies, mas o sistema econômico vigente, que visa ao maior lucro possível no menor espaço de tempo – sem importarem as consequências ambientais, climáticas, sociais ou econômicas –, está levando biomas inteiros ao colapso. A manutenção das diversas formas de vida depende de equilíbrio e cooperação entre os seres e o clima, e os impactos decorrentes de nosso modo de produção e consumo cobram um preço muito alto: a ameaça de uma extinção em massa.

A riquíssima biodiversidade do planeta é o que sustenta todos os seres, desde os microscópicos até os grandes mamíferos. Ela está em toda parte: no ar que respiramos, nos alimentos que consumimos, nos pontos mais profundos dos oceanos. Por isso, compreender sua complexidade pode parecer uma tarefa intimidadora, já que é difícil assimilar a sua onipresença. Com o intuito de facilitar essa compreensão, Para entender (quase) tudo sobre a biodiversidade foi elaborado com uma linguagem muito acessível, mas sem abrir mão do rigor científico, abordando o complexo funcionamento dos ecossistemas e alertando para os riscos da perda da biodiversidade.

Além de convidar o leitor a explorar os principais conceitos que definem o tema central, a obra também trata da implementação de políticas públicas e de ações individuais que podem ajudar a conter os danos antes que eles se tornem irreversíveis para a manutenção da vida de diversas espécies.

Hoje, é fundamental levar a todos os públicos o debate sobre o futuro tendo como base as descobertas científicas e o conhecimento empírico dos povos originários, a fim de que possamos discutir coletivamente como enfrentar os desafios que já se fazem presentes na vida de todos os seres vivos.

Paulo Artaxo

Professor de física atmosférica e coordenador do Centro de Estudos Amazônia Sustentável da Universidade de São Paulo

PARA ENTENDER (QUASE)

TUDO SOBRE A BIODIVERSIDADE

SERVIÇO SOCIAL DO COMÉRCIO

Administração Regional no Estado de São Paulo

Presidente do Conselho Regional

Ivo Dall’Acqua Junior

Diretor Regional

Luiz Deoclecio Massaro Galina

Conselho Editorial

Carla Bertucci Barbieri

Jackson Andrade de Matos

Marta Raquel Colabone

Ricardo Gentil

Rosana Paulo da Cunha

Edições Sesc São Paulo

Gerente Iã Paulo Ribeiro

Gerente Adjunto Francis Manzoni

Editorial Clívia Ramiro

Assistente: Maria Elaine Andreoti

Produção Gráfica Fabio Pinotti

Assistente: Thais Franco

Cet ouvrage, publié dans le cadre du Programme d’Aide à la Publication année

2026 Carlos Drummond de Andrade de l’Ambassade de France au Brésil, bénéficie du soutien du Ministère de l’Europe et des Affaires étrangères.

Este livro, publicado no âmbito do Programa de Apoio à Publicação ano 2026

Carlos Drummond de Andrade da Embaixada da França no Brasil, contou com o apoio do Ministério francês da Europa e das Relações Exteriores.

PARA ENTENDER (QUASE) TUDO SOBRE A BIODIVERSIDADE

Philippe Grandcolas

Claire Marc [org.]

Prefácio à edição francesa: Valérie Masson-Delmotte

Tradução: Andréia Manfrin Alves

© CNRS Éditions, Paris, 2023 - Tout comprendre (ou presque) sur la biodiversité - Philippe Grandcolas, Claire Marc

© Edições Sesc São Paulo, 2026

Todos os direitos reservados

Tradução Andréia Manfrin Alves

Preparação Maria Elaine Andreoti

Revisão Rosangela Barros da Silva Capa e projeto gráfico originais Claire Marc - www.meduse-communication.fr

Diagramação Thais Franco

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)

G754p

Grandcolas, Philippe

Para entender (quase) tudo sobre a biodiversidade / Organização: Philippe Grandcolas; Claire Marc; tradução de Andréia Manfrin Alves – São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2026. 144 p.; il.

ISBN 978-85-9493-381-2

1. Biodiversidade. 2. Sustentabilidade. 3. Ecossistema. I. Grandcolas, Philippe. Marc, Claire. III. Masson-Delmotte, Valérie. IV. Alves, Andréia Manfrin. V. Título.

CDD 578.7

Ana Cláudia Martins – Bibliotecária CRB-8/8246

Edições Sesc São Paulo

Rua Serra da Bocaina, 570 - 11º andar

03174-000 – São Paulo SP Brasil

Tel.: 55 11 2607-9400

edicoes@sescsp.org.br sescsp.org.br/edicoes /edicoessescsp

NOTA À EDIÇÃO BRASILEIRA

De acordo com dados recentes divulgados pela organização internacional Oxfam na abertura do último Fórum Econômico Mundial, atualmente os doze bilionários mais ricos do planeta concentram mais riqueza que os 4 bilhões de pessoas mais pobres – o que equivale, portanto, à metade da população global. Toda essa riqueza é produzida com recursos naturais de nossa casa comum, o planeta Terra, mas apenas o ônus está sendo repartido. Para os doze grandes bilionários, algumas soluções possíveis para o “inevitável” cataclisma seriam a construção de luxuosos bunkers ou a fuga para novos planetas ou satélites do sistema solar. Para o restante da população humana, assim como de toda a biodiversidade existente, a solução é resignar-se: para nós restará fome, sofrimento, morte e extinção.

Para falar de biodiversidade, além dos aspectos biológicos, precisamos mobilizar conhecimentos que expõem a complexa relação dos seres humanos com seu próprio hábitat, buscando compreender os mecanismos que têm contribuído para o extermínio em escala global de espécies e elementos vitais a sua existência: monoculturas, poluições de diversas ordens, desequilíbrio ambiental; grandes empreendimentos de um sistema econômico que privilegia poucos em detrimento da maioria.

Após publicar Para entender (quase) tudo sobre o clima (2025), agora as Edições Sesc lançam no Brasil Para entender (quase) tudo sobre a biodiversidade, uma iniciativa de divulgação científica para públicos jovens e adultos que desejam saber mais sobre a biodiversidade e os impactos que sua perda causa nos seres humanos. Aqui são apresentados dados reunidos e analisados durante anos por estudiosos das ciências naturais, humanas e exatas, num esforço coletivo de mobilização de conhecimentos e argumentos que provem que não se trata de mero alarmismo a previsão de uma sexta extinção em massa, incluindo a da nossa própria espécie. Talvez a nossa geração seja a última com a chance de mudar os rumos dessa tragédia.

O Sesc tem como objetivo impactar positivamente a sociedade com programações e publicações relevantes e atuais em diversos campos do saber, entre eles o do meio ambiente. Nesse sentido, esta publicação informa ao leitor, de modo didático e lúdico – ainda que muito embasada cientificamente –, sobre o impacto da perda da biodiversidade observada nas últimas décadas, e como necessitamos de ações urgentes para poder voltar a pensar num futuro que não seja distópico, em que os seres humanos compreendam de uma vez por todas que, sem a diversidade e o equilíbrio dos ecossistemas, a vida é inviável.

Pergunta 6

POR QUE SEMPRE SE FALA

DAS MESMAS ESPÉCIES?

PROTEGER, SIM, MAS QUEM?

Com pelo menos oito milhões de espécies (talvez muito mais) e no mínimo um milhão delas ameaçadas de extinção, é evidente que a biologia da conservação não pode proteger todas as que deveriam ser protegidas.

De fato, os estudos científicos se baseiam com mais frequência num número reduzido de espécies...

...entre as quais estão as espécies carismáticas, que têm um status particular: como elas agradam o público, são priorizadas com mais frequência.

Uma equipe de pesquisadores listou as dez espécies mais carismáticas para o público ocidental:

- tigre - leão - elefante - girafa - pantera - guepardo - panda - gorila - urso polar - lobo

Nove dessas dez espécies estão ameaçadas de extinção no curto prazo.

AS ESPÉCIES CARISMÁTICAS

A ciência conhece pouca coisa sobre essas espécies. Por exemplo, o número preciso de panteras, elefantes ou gorilas ainda é desconhecido.

Mas o maior paradoxo é que, por mais que sejam amadas pelo público, este ignora que elas estão desaparecendo, e então não pode se mobilizar para salvá-las.

Fuimfuim

A onipresença desses animais na cultura e no marketing (filmes, livros, brinquedos infantis, publicidades, logos) dá uma falsa impressão de abundância, quando na verdade eles estão em declínio severo na natureza.

Por exemplo, em média, uma pessoa na França vê, durante um mês, mais representações de leões do que os que restam em toda a África ocidental.

Os cientistas propõem que empresas que usam espécies ameaçadas como marketing contribuam com campanhas de informação sobre a preservação delas, e que uma parte de seus lucros seja direcionada a protegê-las.

PERIGO

O QUE FAZ COM QUE ESSAS ESPÉCIES SEJAM CARISMÁTICAS?

Outro estudo mostra que não existe um, mas vários tipos de carisma:

Fofo panda coala... Assustador

tubarão branco crocodilo...

Imponente elefante baleia...

Estético zebra golfinho...

Antropomórfico gorila chimpanzé...

Esses traços não são universais e são, em parte, ditados por um viés cultural. O elefante não é tão popular com o agricultor africano, que tem suas colheitas pilhadas, nem o tigre com o criador indiano, que corre o risco de ser devorado por ele junto com suas vacas.

DESAPARECIMENTO SILENCIOSO DA BIODIVERSIDADE COMUM

Contudo, os pardais e outras espécies comuns também podem desaparecer, e talvez isso não comova ninguém em especial...

...em trinta anos, 30% dos pássaros comuns desapareceram da França e cerca de 80% dos insetos voadores podem ter desaparecido de certas partes da Europa.

Essa verdadeira hecatombe deveria nos deixar em pânico, mas isso não acontece.

Já que não se dedica o mesmo esforço de conservação para as espécies comuns em comparação às espécies carismáticas, o que será das consideradas anticarismáticas (aquelas que ninguém ama)?

Citemos o exemplo dos mosquitos (3.000 espécies!): ninguém gosta deles porque perturbam nossas noites de verão, mas principalmente porque vários deles são vetores de patógenos.

Além de termos colocado tudo em prática para nos livrarmos deles, a ideia de sua extinção não comove muita gente.

Contudo, suas larvas e seus adultos alimentam uma infinidade de espécies. Os mosquitos machos são também importantes polinizadores...

PALAVRA FINAL

A preservação das espécies é orientada pelos filtros conscientes e inconscientes das preferências humanas.

Ora, nossas preferências não nos impulsionam necessariamente a fazer boas escolhas, se é que elas existem...

Pergunta 10

O QUE FAZ COM QUE UMA

ESPÉCIE DESAPAREÇA?

As espécies se mantêm naturalmente, pois os nascimentos compensam as mortes. Entretanto, as atividades humanas (sobretudo desde a Revolução Industrial) afetam as outras espécies.

Cinco grandes causas de perda de biodiversidade foram identificadas como mais graves, uma vez que elas afetam: - todas as regiões - todos os ecossistemas - a maioria das espécies

Perda

Ela pode acontecer de três formas:

A DESTRUIÇÃO DOS HÁBITATS

Degradação

200 milhões de hectares de florestas foram perdidos desde 1990 (Mais do que toda a Europa Ocidental)2 ...

...e os números são similares para os outros ecossistemas.

Fragmentação

2 De acordo com a ONG MapBiomas, somente o Brasil perdeu em período equivalente (a partir de 1985) 110 milhões de hectares dos seus biomas. [N.E.]

A SUPEREXPLORAÇÃO

A superexploração é a exploração em taxas superiores à regeneração natural.

Não é necessário que uma espécie seja muito explorada para ser superexplorada:

Grandes árvores ou grandes mamíferos cujo ciclo de vida é longo e que se reproduzem pouco podem ser superexplorados mesmo com taxas baixas.

Em todos os casos, trata-se de explorações não adaptadas aos volumes que as espécies em questão são capazes de fornecer naturalmente.

AS INVASÕES BIOLÓGICAS

Na maior parte do tempo, quando uma espécie é introduzida pelas atividades humanas num novo ecossistema, ela não se adapta e desaparece.

Mas quando ela consegue se estabelecer e prolifera, é o ecossistema inteiro que não se adapta.

As invasões biológicas compreendem dezenas de milhares de espécies pelo mundo todo e têm impactos:

Ecológicos

Segunda causa de extinção das espécies nas ilhas

Sanitários

Vetores de doenças para o ser humano

Econômicos

Dois trilhões de dólares de danos e perdas desde 1970

A POLUIÇÃO

A poluição do ar, da água e do solo é múltipla, mas sempre tem como consequências a degradação e a contaminação dos hábitats, que se tornam nocivos para as espécies que neles vivem.

Gases de efeito estufa + gases tóxicos

Agrotóxicos Metais pesados

Desreguladores endócrinos

Continentes de plástico

Manchas de petróleo

Aumento da temperatura média

AS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

O clima está mudando intensamente devido ao rejeito de grandes quantidades de gases de efeito estufa na atmosfera desde a Revolução Industrial. Isso se traduz por:

Mudança dos regimes de chuva

Aumento dos eventos extremos

Essas diferentes mudanças se produzem rápido demais para que os ecossistemas consigam se adaptar, resultando em grande mortalidade ou em migrações.

PALAVRA FINAL

É claro que essas cinco grandes causas agem simultaneamente, às vezes em sinergia, aumentando ainda mais as pressões sofridas pelas espécies.

Pergunta 20

UM MUNDO E UMA BIODIVERSIDADE

SUSTENTÁVEIS?

UM MUNDO INSUSTENTÁVEL

Não se enganem: se nossas necessidades atuais não são satisfeitas, então, as das gerações futuras, neste ritmo, também não serão:

800 milhões de seres humanos sofrem com fome

50 milhões morrem de doenças infecciosas

Enquanto...

40% dos cereais produzidos alimentam o gado

1 terço da produção alimentar é desperdiçado

Além de ser necessário produzir melhor e de forma mais justa, acima de tudo é preciso haver sustentabilidade em nosso mundo, ou seja, a capacidade de satisfazer as necessidades das gerações presentes sem comprometer as das gerações futuras.

CRIAR UMA NOVA ECONOMIA

Reduzir as pressões sobre a biodiversidade não pode acontecer somente por injunções autoritárias e negativas de sobriedade, renúncia ou proibição.

Também é preciso transformar nossos sistemas de produção e nossa relação com o mundo vivo de forma progressiva, mas firme, adotando medidas cuja aplicação seja simples, mas cuja potência seja excepcional.

Um conceito central depende das “soluções baseadas na natureza”.

Trata-se de utilizar a potência da biodiversidade como alavanca, a fim de obter cobenefícios para os humanos e o conjunto da biodiversidade, com um mínimo de efeitos negativos.

Assim acontece com as áreas protegidas, nas quais as populações se restabelecem e se beneficiam das áreas adjacentes, mas também com as áreas não protegidas mas restauradas, como zonas úmidas, florestas ou sebes recuperadas ou replantadas.

Esses meios protegidos ou restaurados se repovoam espontaneamente e têm efeitos benéficos extraordinários no intervalo de poucos anos.

Enfim, nossas produções alimentares, atualmente uma das principais fontes de perturbações ambientais, devem ser obtidas com base na natureza, como na agroecologia, reduzindo ou até eliminando os agrotóxicos e fertilizantes sintéticos e economizando água.

Isso pressupõe abandonar, de uma vez por todas, métodos brutais e danosos cuja periculosidade já está comprovada. (ações colaterais dos agrotóxicos, como extermínio dos polinizadores, ineficiência das colheitas, prejuízos às criações de animais etc.)

SOLUÇÕES

Código

QUAIS SÃO OS MECANISMOS DE REGULAÇÃO?

Diversos mecanismos de regulação social existem e devem ser colocados em prática:

No plano econômico

Subvenções devem ser direcionadas para favorecer abordagens baseadas na natureza e no consumo responsável.

A compensação ecológica deve ser rigorosamente regulada, a fim de não justificar a destruição de ecossistemas naturais.

O princípio poluidor-pagador deve ser difundido, a fim de desestimular os projetos e as atividades mais destruidores da biodiversidade.

Pagamentos de incentivo devem ser desenvolvidos, a fim de acelerar o investimento na transição ecológica.

Nos planos jurídico e legislativo

Práticas ilegais devem ser objeto de processos ou condenações de acordo com sua gravidade.

Princípios de prevenção e precaução devem aumentar fortemente e se basear na análise dos riscos incorridos.

Compromissos assinados em nível internacional devem ser traduzidos integralmente em nível nacional.

No plano organizacional

Os circuitos longos devem ser severamente limitados ou desencorajados, pois cristalizam a maior parte das causas de declínio da biodiversidade.

No plano da educação

A formação dos/das cidadãos/cidadãs e dos/das políticos/as deve ser mais focada na questão da crise da biodiversidade e em suas soluções.

Profissões sustentáveis ou de agroecologia devem ter sua categoria própria e ser valorizadas.

O conhecimento sustentável dos povos originários deve ser reconhecido e aplicado.

No plano social

Uma justiça social deve ser posta em prática, zelando pela garantia de acesso justo aos recursos e ao reconhecimento e à proteção dos direitos de mulheres e comunidades originárias.

O desenvolvimento de novas normas sociais é uma etapa indispensável para a criação de novas condições que estimularão governos, setor privado e indivíduos a trazer as mudanças necessárias ao comportamento.

PALAVRA FINAL

Garantir a sustentabilidade do nosso mundo e da biodiversidade é um desafio importante ao qual ainda não fomos confrontados.

Os resultados obtidos há alguns anos em matéria de atenuação climática infelizmente não permitem pensar num sucesso fácil no contexto da biodiversidade, sobretudo porque o assunto parece ter ainda menos impacto social e político do que o do clima.

Contudo, temos dois trunfos importantes que permitem sermos otimistas:

A forte empatia natural que a espécie humana tem pela diversidade dos seres vivos, que permite tomar consciência da problemática e aderir a uma política apropriada.

A potência da biodiversidade (capacidades de reprodução, dispersão, interação e evolução), sobre a qual se baseiam as políticas de proteção, restauração e produção alimentar sustentável. Essas práticas provaram seu valor, por isso devemos utilizá-las em maior escala e rapidamente.

Fonte C laire e Duper

Papel Al ta Alvura 90 g/m 2

Impressão Pifferprint

Data J unho de 2026

Para entender (quase) tudo sobre a biodiversidade apresenta ao leitor a importância da preservação dos diversos ecossistemas planetários. Com o propósito de divulgar informação qualificada e alertar sobre os riscos da interferência humana descontrolada no meio ambiente, especialistas de diversas áreas científicas apresentam, de forma visual e acessível, os principais conceitos acerca do tema, explicam como o antropoceno acelerou uma nova crise de extinção em massa e quais os impactos esperados para a vida como a conhecemos – incluindo a de nossa espécie.

ISBN 978-85-9493-381-2

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