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A T O N A M TO
, do, a a / m o a g i r e m de s e r Caro a a m ea d s a t s o ti. a se g r a p to é nte x e e m t a t e s t es one h e d n o p as. Ele res t n u g r e p rir b o c s e às tuas a d e t a d i Conv mor a o d o h liz. e o camin f e o eir verdad
que a t i d e r c a o t rada. g Este tex a s e a l e b eé l, a sexualidad o amor recíproco e fie n Ele acredita iritual. p sensual e es ossível; p Hoje, tudo é mor. a sobretudo o
E
ste documento dirige-se aos jovens – mas também aos seus pais e educadores – que buscam referências sobre o amor, a sexualidade e o matrimónio.
Hoje em dia, no nosso mundo materialista e relativista, sentimos a exigência de escolher valores reais e positivos se queremos encontrar um sentido para a vida.
Convidar os nossos jovens para uma vida bela, para o amor verdadeiro, para uma sexualidade rica e profunda: não será a melhor forma de responder às suas aspirações de construir famílias mais felizes e um mundo melhor? Os nossos jovens estão sequiosos disso! P. Jean-Benoît Casterman Título original: Pour réussir ta vie sentimentale et sexuelle
© Éditions des Béatitudes, S.O.C., 2006 © Edições Salesianas, 2012 Rua Dr. Alves da Veiga, 124 APT 5281 4022-001 Porto www.edisal.salesianos.pt | edisal@edisal.salesianos.pt T.: 225 365 750 | F. 225 365 800 Com o apoio da APEC - Associação Portuguesa de Escolas Católicas
Conceito gráfico e Design: Autor + Jérôme Pouzet Ilustrações: Autor, Samory, B. Demelle Contacto do autor: jbcasterman@yahoo.fr / www.aimerplus.com Tradução: Delfim Santos / António Gonçalves Paginação e Impressão: Tadinense AG | www.tiptadinense.pt ISBN: 978-972-690-675-9 DL: 338028/11
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,
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Luz sobre a
e d a d i l a u x se s e t n e r Dife iquecer r n e s o n a r a p
O ameosrejo ao dom
p. 6
p. 14
p. 21
do d
s o r i e m i r p Os ores
p. 24
am
O amorferido
O amopraciente
p. 36
No sex
p. 51
O amorpensa
p. 64
Casadose felizes
p. 74
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o ã ç u d o Intr maior desejo O teu
O teu maior desejo é amar e ser amado(a) com ternura e fidelidade. Fomos criados para isso. Não ha felicidade sem isso. Este é o mais belo presente que tu podes dar e receber.
T odos nós aspiramos a expandir o nosso coração na confiança, a ser amados(as) tal como somos. Um homem aspira a ser admirado pela sua amada e a acarinhá-la. E ela aspira a ser confortada e acarinhada por ele. É assim que somos feitos!
O amor entre um homem e uma mulher é a mais doce
das experiências humanas, a mais emocionante e, para muitos, a mais forte.
Tudo começa por amar-se a si mesmo. Se não te amas a ti mesmo, terás dificuldade em sair de ti mesmo e de amar os outros. (Lê na página à direita: ”Na raiz de todo o amor: amar-se a si mesmo.”
D epois
quando Eu tinha 16 anosávida. Eu gr descobri que estava ha família e sofria tanto na minigos que me entre os meus am er. Dois anos apetecia desaparec-nos um curso mais tarde, deram or. Então comsobre a vida e o ama sido ingénua preendi como tinh es do meu nacedendo às pressõo os meus pais morado. Eu censure me deixaram e professores qu ca da sexualina ignorância acerdeles eu estradade. Por causa ude.” (E., 18 anos) guei a minha juvent
“
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temos a amizade – as múltiplas amizades que nos vão ajudar a crescer e a enriquecer. Há também todas as ações de solidariedade, onde gostamos de oferecer ajuda e felicidade aos outros. Mas nada disso substitui o amor de um homem e de uma mu-lher que se unem para a vida.
É também por isso que o amor faz sofrer
tanto quando nos falta ou quando falha. Tu conheces certamente à tua volta e na tua família pessoas que sofrem por esse motivo.
T
alvez tu mesmo sofras de uma falta de amor dos teus pais e teus conhecidos. Certamente que gostarias de ser mais escutado(a), compreendido(a) e amado(a). Talvez te sintas revoltado(a) ou desesperado(a).
P or todos estes motivos, é necessário falar do
amor verdadeiro. Para o poderes descobrir e, ao mesmo tempo, evitar as grandes deceções.
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E tu, que desejas
?
oo d o t e d z i a r a N amor : amar-se
o m s e m i s a
A lgumas pessoas dizem-te que, no amor, o principal é protegeres-te. Mas tu procuras certamente algo mais do que conselhos de higiene para evitar doenças ou a gravidez não desejada.
T alvez
tu digas: ”já não acredito no amor“. Mas um coração ferido
pode sempre ser curado. Ninguém está demasiado longe, demasiado sujo ou demasiado ferido(a) diante do amor ou diante de Deus! Pelo contrário: num coração ferido pode nascer um amor grande. As nossas falhas, as nossas feridas, abrem-nos o coração; tornam-nos mais sensíveis e ensinam-nos a amar.
Que homem ou mulher quero vir a
ser? E que género de pai ou de mãe quero ser mais tarde para os meus filhos? Se puderes, responde a estas perguntas.
P ensa bem, antes de dizer:
”Não me interesso! Ainda tenho 10 anos à minha frente para pensar nisso“. É agora
que tu formas a tua personalidade e o teu futuro. Como na escola ou no desporto: se queres ter sucesso, precisas de te empenhar já, não no último minuto.
A minha verdadeira liberdade
não está em fazer o que eu quero, como eu quero. Também não consiste em fazer como os outros fazem, nem ser como o catavento! A minha verdadeira liber-
dade está em realizar o meu sonho de amor. Para isso, quero lutar e não tenho medo de ser anticonformista.
Uma vida bem conseguida é um sonho de juventude realizado.
A mar-se
ou estimar-se a si mesmo, ter confiança em si mesmo, saber que tens valor: este sentimento é o alicerce da nossa vida. Sentires-te bem na tua pele – ou na tua cabeça – é indispensável para te construíres e dar o melhor de ti mesmo – e para amares e seres amado.
Se
te julgas um falhado, um Zé-Ninguém, incapaz ou desinteressante… vives no medo do fracasso da rejeição, na inveja, na fuga às dificuldades, e na depressão.
A mar-se
a si mesmo não é imediato nem fácil para todos, sobretudo na adolescência, quando deves construir-te e encontrar a tua identidade. Podes sentir complexos por mil razões. Não és responsável disso. Mas deves fazer tudo para sair dessa situação.
A
melhor reação não consiste em lutar contra os teus defeitos; é antes, desenvolver as tuas qualidades. Todos nós temos qualidades – muitas vezes ignoradas – tesouros escondidos, talentos a fazer frutificar. Desenvolver os próprios talentos é superar os teus limites. Vais ganhar cada vez mais confiança em ti mesmo e serás cada vez mais amável para com os outros. E assim poderás amá-los melhor!
S
e tu tens complexos, se duvidas de ti mesmo… não fiques sozinho. Procura um adulto de confiança – e se for o caso, um psicólogo – com quem tu possas falar. Ele vai ajudar-te a sair do teu problema, desenvolvendo as tuas qualidades.
M
esmo o pior indivíduo tem pelo menos 10 % de maravilhoso em si mesmo. Se estes 10% forem desenvolvidos, pode resultar em algo de extraordinário. É por vezes com o pior que se consegue o melhor!
A mar-se a si mesmo não é egoísmo. O egoísmo é o amor excessivo de si mesmo; é fechar-se na sua redoma e pensar apenas em si esquecendo os outros.
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a e r b o s z Lu
e d a d i l a u x e s
A sexualidade humana é muito mais rica do que o sexo. É bela e sagrada.
A sexualidade dos animais limita-se ao instinto e à reprodução: eles acasalam somente para se reproduzir, nas estações próprias, e sempre do mesmo modo. E sem prazer nem orgasmo (é assim!).
A nossa sexualidade é rica da nossa personalidade e
dos nossos valores humanos. Nós somos sexuados, homem e mulher, da cabeça aos pés. A nossa sexualidade é fonte de uma formidável e deliciosa variedade corporal e espiritual: força e doçura, segurança e elegância, encanto e prazer ... O mundo seria mesmo aborrecido sem ela!
Ela é uma força de união entre o homem e a mulher que
se atraem na comunhão dos espíritos, na intimidade dos corações, na sinfonia dos corpos.
Ela está ligada ao nosso coração:
pode maravilhosamente exprimir a afeição, a ternura, a união amorosa, com os nossos valores culturais e espirituais.
A nossa sexualidade é rica, ou deveria sê-lo, pelo belo mistério do amor que dá sentido e alegria à nossa vida.
“
O homlehm e a m u e rs
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são a t r a í duot r o u m p e lo oo belo para viverem d o m is t é r iod a amor e v id a .
Quando um casal atinge a harmonia espiritual e carnal, o divórcio torna-se praticamente impossível”, declaram esposos.
“ “
As relações entre o meu marido e eu são um hino de amor a Deus”. Quando faço amor com o meu marido, no dia seguinte ‘tenho asas’ no meu trabalho”.
“
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ualidade x e s a ir e d a rd A ve ão
O sexo pelo sexo … torn
m do c oraç … é linguage e … aprende-s ada a pessoa am ra n o h e a it e p … res a er e de alegri z ra p e d te n … é fo (procriação) … da a vida
a-se violento e alienante … explora o parc eiro … é ilusório … pode c aus ar doenças (SIDA, DST...)
O s nossos impulsos sexuais são estimulados pelo nosso olhar, pelos nossos pensamentos, pelos nossos sonhos. Se o nosso ser está perturbado, a nossa sexualidade também o estará. 80% dos problemas sexuais são de origem psicológica, constatam os psiquiatras.
w
A o contrário dos animais, nós não somos comandados pelos instintos cegos. Nós não somos bichos! O nosso ser pode controlar os impulsos, como o cavaleiro controla a sua cavalgadura, ou o piloto controla o seu aparelho. A nossa cabeça pode dominar e orientar os nossos impulsos de acordo com os nossos objetivos e os nossos valores. Mas se nós nos entregamos à curtição ou à pornografia, tornam-se incontroláveis. Embrutecem-nos e tornam-nos piores que um animal.
A tua cabeça é o PILOTO da tua vida , do teu coração, da tua sexualidade. Se o piloto está doente, cheio de ideias ou de imagens sujas (porno), ele vai desestabilizar os impulsos. Mas se a tua cabeça está em boa forma, alimentada com valores fortes e objetivos positivos, ele será um superpiloto para a tua vida sentimental e sexual.
“
O primeiro órgão sexual do homem, é o seu cérebro
Quem te orienta são as tuas ideias e os teus desejos. A tua cabeça é o piloto da tua vida, do teu coração, da tua sexualidade. Mas quais são os teus valores? E as tuas aspirações?
”
O teu coração e o teu sexo estão bem dentro da tua c abeça?
(Dr. Paul Chauchard, grande biólogo que estudou a fundo a sexualidade humana)
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r e z a r p a e i l a b z í e l B e a B alidade n da sexu
A Bíblia é hiperpositiva acerca da sexualidade e do amor.
Ela mostra-nos o homem e a mulher criados à imagem de Deus – e não dos animais. Convida-nos a unirmo-nos num amor repleto de delicadeza, festivo… e carnal! Na verdade, a Bíblia não é acanhada! (Veja-se sobretudo o Cântico dos Cânticos, que canta um amor deliciosamente erótico).
“
Deus criou-os homem e mulher à sua imagem… Deus viu que tudo era muito bom. (…). Deus abençoou-os e disse: Multiplicai-vos.” (Génesis 1, 28-31)
“
Não é bom que o homem esteja só. Vou fazer-lhe uma companheira (…) e os dois serão uma só carne.” (Génesis 2, 18-24)
“
Regozija-te com a companheira da tua juventude [a tua primeira e verdadeira esposa], corça amorosa, gazela encantadora! Inebriem-te sempre os seus encantos e as suas carícias façam sempre o teu enlevo.” (Prov 5, 18-19)
“
Oh, como és formosa, minha amada, como és formosa! Os teus olhos são como pombas. Como tu és belo, meu amado! Como és encantador! (Cântico dos Cânticos 1, 15-16) (…). Arrebataste o meu coração, minha irmã, minha esposa! Arrebataste o meu coração com um só dos teus olhares. Como são deliciosas as tuas carícias, minha irmã, minha esposa.” (Cântico dos Cânticos 4, 9-10)
C riando-nos homem e mulher, Deus criou
a sexualidade para nossa alegria e para nos
O nosso corpo é belo
quando é visto e acolhido com
a admiração, o respeito, o amor.
A u n iã o c a rn a l é feliz
quando é vivida na te
rnura e na confiança .
Pa ra is so , e la q u e o c o mp ro mis s o er a fid e lid a d e . 8
introduzir no mistério do amor e da vida. Mistério gravado no nosso corpo: ao contrário de todos os animais, o homem e a mulher são capazes de realizar o abraço carnal face a face, rosto com rosto, num diálogo interpessoal.
A nossa sexualidade é BELA e SAGRADA
• quando ela se realiza de coração para coração • quando ela une dois seres para a vida • quando ela chama à existência uma nova vida, uma vida única no mundo, uma vida para a eternidade
F azer o acto sexual sem amor • é esvaziá-lo do seu sentido e da sua beleza • é trair o amor e ferir quem nele acreditava • é brincar com a vida que daí pode surgir
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e t n e s e r p m e T A nossa sexualidade não é animal
nem porca, nem tabu. O que é porco é o sexo bruto e sem ternura (pornografia).
E la não é um objeto para brincar,
nem uma necessidade a satisfazer
A
nossa sexualidade é preciosa mas frágil . Ela pode exprimir a mais doce ternura . Mas se se perverte, torna-se cruelmente dececionante.
(João Carlos - 21 anos)
“
Com 18 anos, na universidade, eu pensei para comigo: Porque não fazer como os outros? Eles não mostram um ar tão infeliz”. Eu caí em todas as armadilhas: no sexo, no álcool, na droga … Julguei-me livre, adulto. Mas tornei-me bem depressa aborrecido, fazendo amor como se faz outra coisa qualquer. O desejo tornou-se necessidade, cada vez mais insatisfeito. Com falinhas mansas, tinha-me tornado popular, sobretudo junto das miúdas. Também me tornei escravo da masturbação. Fazia do meu corpo um deus e do corpo dos outros um objecto. Mas apesar de toda esta lama, todo o meu corpo, todo o meu coração nunca gritaram senão por TERNURA. Ao
E
la é bela e sagrada, porque é feita para a vida e o amor .
S
e somos crentes, vivamos a nossa sexualidade segundo o Plano do Criador. É Ele que, como o fabricante de um ser, sabe porquê , quando e como gozar desse dom. Tenhamos confiança n’Ele, que só quer o nosso bem.
“
C ur a d o n o me u c or po, n a minha me mór ia , n o me u c or a çã o
Não separe o homem o que Deus uniu.” (Mateus 19, 6) Nós fomos criados carne e espírito. Não separemos a sexualidade e a espiritualidade.
sa Na união amoro -se o carnal torna ual spirit espiritual, e o e al. torna-se carn
fim de dois anos nesta vida de devassidão, eu estava completamente arruinado no meu coração e no meu corpo. Tive duas pequenas tentativas de suicídio, mas também dois grandes milagres. Porque, se eu pensava pouco em Deus, Ele pensava em mim! Ele veio encontrar-se comigo. Eu tentava acabar (suicídio). Mas Deus não pensava assim, e Ele pensou sem dúvida que eu tinha feito bastantes loucuras. Foi simplesmente com uma infinita doçura que Ele me colocou nas mãos uma revista muito cristã (Feu et Lumière). As páginas refletiam uma paz, uma ternura inefável. Encontrei-me com toda a lucidez, vi como eu era um monstro. Depois de te r r e s i s ti d o a D e u s d u r a n t e u m a s e m a n a , finalmente a sua ternura venceu-me! “Zaqueu, desce depressa: Eu preciso de ficar hoje em tua casa” (Lucas 19, 5). A sua ternura, a sua misericórdia invadiram-me. Estava salvo. Mas não curado! Compreendi que Cristo tinha morrido pelos meus pecados e para me dar a sua vida, a sua felicidade. No entanto, eu continuei a beber e os meus laços com a masturbação não estavam totalmente quebrados. Mas então compreendi que a fé em Jesus Cristo não impede de cair, mas permite-nos recuperar e ser elevado sempre um pouco mais para o Amor. Posso testemunhar que o Senhor, pouco a pouco, dia após dia, me curou e me cura ainda no meu corpo, na minha memória, na minha afetividade.
Eu descubro a beleza da mulher, esta obra-prima da criação. Posso também dizer que o Senhor me restituiu a virgindade. Ele me renovou na pureza do corpo e do espírito. Descubro a beleza do meu corpo à luz de Deus. E eu gostaria de partilhar esta esperança. Deus é amor, e só Jesus Cristo pode satisfazer todas as nossas sedes, para além de todas as nossas esperanças. Porque o que é impossível aos homens é possível ao Amor.» (Podes ler também os textos da página 81)
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?
R A S N E P O QUE DE TUDO ISTO A abstinência
(
As
? (
não causa uma frustração ou um recalcamento?
relações sexuais são necessárias para a nossa saúde?
Algumas pessoas dizem que sem relações sexuais, corre-se o risco de ficar doente. .
FALSO!
A abstinência não torna ninguém doente! Um espírito científico já não engole tais patetices. Algumas relações sexuais é que podem provocar doenças e até esterilidade. Pergunta a um médico – um médico sério – pois os que querem abusar dos mais novos não hesitarão em mentir acerca disto. Ele te dirá que:
> Há riscos das DST (doenças sexualmente transmissíveis). Tu sabes que 38% das esterilidades no homem e na mulher provêm das doenças sexualmente transmissíveis (DST) ou são consequência de aborto? (estatísticas AVSC internacional).
> O teu sexo não é um músculo
que corre o risco de se atrofiar se não for usado. A tua saúde reprodutiva não depende de modo nenhum das actividades sexuais, mas antes de mais da tua saúde mental, das tuas ideias sobre o sexo e o amor.
> Contigo, rapaz, nenhum perigo de acumulação de
?
Não! As relações sexuais não correspondem a uma necessidade como o beber, comer, assoar-se e fazer as necessidades. Nada disso acontece com a abstinência. Pelo contrário: tu evitas é as consequências aborrecidas: deceções, obsessões, DST/SIDA, gravidez não desejada... (completa a lista).
O teu verdadeiro desejo está no teu coração e não no teu sexo. Amar e ser amado é a tua necessidade mais vital. Sem isso, tu corres o risco de te afogares em problemas: solidão, depressão, violência, álcool, droga, pornografia. Olha para aqueles que se deixam levar pelos seus impulsos primários. Tornam-se obcecados sexuais, e finalmente impotentes do amor, incapazes de respeito, de ternura e de verdadeira amizade.
esperma: este é naturalmente expelido na urina ou durante o sono.
> Contigo, rapariga, o teu aparelho genital funciona perfeitamente sem relações sexuais. O teu ciclo menstrual comprova-o. Nenhum perigo de esterilidade.
> Para a tua saúde, evita antes os riscos enormes
das DST e da SIDA. Isto é que pode arruinar a tua vida.
SIDA
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Será
possível desenvolver a sua sexualidade sem relações sexuais?
(
Sim!
?
Absolutamente!
Porque a sexualidade começa na tua cabeça e no teu coração. Tu desenvolverás a tua sexualidade desenvolvendo antes de mais a tua personalidade, e as amizades sãs. Assim é que poderás construir verdadeiras relações amorosas.
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(
Frigidez e impotência
?
A falha sexual
A frigidez é o estado de uma mulher que não experimenta nenhum desejo sexual e nenhum prazer. Ela está “fria” (pensa na palavra frigorífico). Para o homem fala-se de impotência.
A
frigidez e a impotência provêm, muitas vezes, de um bloqueio psíquico: temor, complexo, culpabilidade, desgosto, ansiedade, traumatismo depois de uma violação, de abusos ou falhas sexuais, ou ainda por causa de uma educação rígida e culpabilizante. Este bloqueio psíquico pode paralisar o corpo e a sexualidade.
O receio, o desgosto, a crispação podem bloquear a sexualidade.
U m coração gravemente ferido pode paralisar a sexualidade. Quando alguém se sente intimidado está paralisado, não é verdadeiramente ele mesmo. O temor e o desgosto bastam para inibir e bloquear a sexualidade.
Q
uando se está nesta situação de fragilidade, o facto de experimentar ou forçar as relações sexuais é agravar a ferida.
Mas se tu te sentes amado(a) sem medo de ser rejeitado(a), então descontrais e curas-te da frigidez e da impotência.
É assim que mulheres ditas estéreis
chegaram a ter filhos. A sua fecundidade estava paralisada por um problema psíquico ou pelo receio da sexualidade – e ela sentiu-se liberta graças ao amor reconfortante do seu MARIDO.
Visto que a união física é querida pelo
Criador, não se deve ter receio. Mas deve-se defendê-la de tudo o que a pode ferir. Reservemo-la para o amor forte e fiel, para que se desenvolva no sentimento de ser aceite e amado(a) sem ser julgado(a) nem comparado(a) com outros. É o melhor remédio contra as perturbações sexuais.
n u ra r e t a e a ç n ia f n É a co dade. li a u x e s a m a r u que c
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R A S N E P E O QU
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A masturbação A
masturbação é a busca solitária do prazer sexual pela excitação das partes genitais, ou por fantasias. Acontece com frequência na adolescência com o aparecimento das pulsões sexuais.
Duas tendências a evitar:
1 BANALIZAR a masturbação como se
fosse uma higiene necessária ou uma descoberta normal e positiva da sexualidade. NÃO, a masturbação não é inofensiva.
2 DRAMATIZAR a masturbação como a
coisa mais suja e vergonhosa. Não: o nosso corpo é belo… e o prazer é legítimo!
O verdadeiro problema
da masturbação é a busca de um prazer centrado sobre si mesmo, sem relação nem ternura partilhada. Como a criança que chupa no dedo. Isso pode tornar-se uma obsessão dececionante ou culpabilizante que envenena a nossa vida.
A
masturbação é também uma fuga ou a compensação de certas frustrações: solidão, falta de afeição, etc. Ela pode esconder uma ferida secreta. Mas a masturbação não é uma solução. Pelo contrário, ela bloqueia-nos no problema.
O problema não é físico, mas mental:
1A
masturbação, tornando-se habitual, enfraquece a personalidade. Ela entrava o desenvolvimento pessoal por causa da obsessão, do sentimento de falha ou da culpabilidade.
2 Ela pode também parasitar as relações amorosas dando o primeiro lugar à busca do prazer individual e de satisfação em vez de viver uma verdadeira relação de amor e de prazer partilhado. O cônjuge pode sofrer.
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Como sair do problema S e tu já ganhaste hábitos de masturbação,
terás provavelmente dificuldade em parar. Pensarás que já não podes deixar. Para sair disso:
Evita dramatizar e culpabilizar-te em excesso. (Sou uma nulidade). Isso pode paralisar-te ou fazer-te perder toda a estima por ti e toda a confiança que vais conseguir. Tenta identificar o teu desejo profundo , que a masturbação pretenderia compensar. Procura responder positivamente desenvolvendo as tuas qualidades. Se tu és crente, confia isso ao Altíssimo. Confia-Lhe o teu coração e o teu corpo, bem como os teus desejos profundos, as tuas feridas interiores – a solidão, a falta de afecto, etc. A masturbação lança-te um desafio: forjar a tua personalidade. Evita as tentações: filmes pornográficos, devaneios, gestos eróticos.
Liberta-te do teu problema. Pede conselho a um educador compreensivo. Quando tu expões o teu problema, já te libertas em 50%. O diálogo e os conselhos ajudar-te-ão a quebrar o círculo vicioso e solitário da masturbação. Lembra-te que o teu corpo é sagrado – templo do Espírito – e que ele é uma maravilha a respeitar e amar – ou procura amar, porque nós não temos sempre o corpo que gostaríamos de ter. Guarda o teu corpo para aquele(a) que tu amarás totalmente.
Empenha-te em atividades positivas. Envolve as tuas energias em atividades culturais, desportivas, sociais, ou espirituais. Não é lutando contra os teus defeitos que tu os vencerás, mas sim desenvolvendo as tuas qualidades. Não escutes os que te aconselham as relações sexuais para evitar a masturbação. A pornografia e a libertinagem sexual são muito mais perigosas do que a masturbação.
Se tu recais, não desanimes. Há momentos em que a tentação volta com força depois de um tempo de libertação. Pode acontecer que tu tenhas corajosamente renunciado às relações sexuais. E eis que recais na masturbação. Tu interrogas-te se não é melhor retomar as relações sexuais. Vê que a masturbação é uma compensação provisória. Tem calma. Ela vai retroceder quando tu descobrires um amor forte.
De pequena vitória em pequena vitória, tu conseguirás vencer. E se tu recais, diz a ti mesmo que perder uma batalha não é perder a guerra.
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Punív
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A pornografia A
pornografia , corresponde a um sexo primário, violento, mecânico. Uma masturbação visual.
A
pornografia invade o espírito com fanta-
sias sórdidas, gravadas no imaginário. (Não se pode apagar!). Ela paralisa as nossas capacidades de reflexão.
A pornografia = droga do sexo = Veneno = Violação do espírito das crianças. A
pornografia reduz o ser humano a um sexo bruto, sem ternura nem relação, despido de todo o romantismo e de toda a delicadeza, mesmo erótica.
A pornografia esvazia a sexualidade da sua riqueza: uma relação interpessoal.
A
pornografia mata a intimidade e a espontaneidade da união amorosa.
A
pornografia erige o sexo… e as suas performances em norma, em modelo, sobretudo com os jovens que julgam encontrar aí a sexualidade. Uns tornam-se obcecados, ao ponto de serem incapazes de realizar corretamente o amor (because ejaculação precoce). Outros experimentam desgosto e inibição pelo medo de passar ao acto não estando à altura.
« Demasiado sexo
mata o sexo .» (Tony Anatrella, psiquiatra)
A
pornografia inflama as pulsões libidinosas. Como admirar-se então da criminalidade sexual: violações, pedofilia, incesto!? A maior parte dos violadores viram cenas pornográficas que eles repetem na sua vida. Como admirar-se do surto das DST? O absurdo deriva das nossas sociedades liberais, que acendem um fogo para a seguir o apagar!
A
pornografia é uma droga sexual e mental. Se tu não queres ser contaminado, foge
el pe
la lei
Pedofilia e incesto A
pedofilia designa os actos sexuais com crianças, que as traumatizam, porque elas são indefesas e manipuladas por mentiras: “não tem mal, é um segredo entre nós”. Este delito é severamente punido por lei.
M altratada e trau-
matizada assim, a criança mergulha numa terrível solidão, fonte de medo, de ódio ou agressividade. Ela deve necessariamente falar com pessoas de confiança.
O
termo pedofilia significa atração por crianças, uma atração de que nem sempre se é responsável, e que pode existir sem nenhuma passagem ao acto. Muitas pessoas com tendência pedófila nunca abusaram de uma criança.
O
incesto designa os atos sexuais na família. Isso provoca uma terrível perturbação na criança, porque ela é incapaz de se defender e é esmagada pelo segredo, pela culpa, e pelas ameaças da sua família...
E
ntre primos da mesma idade, em caso de remorsos de um ou outro, que eles peçam perdão. É inútil dramatizar ou oprimir com repreensões. A desventura pode tornar-se ocasião de refletir e amadurecer. SOS Criança: 800 202 651
dela. Foge daqueles que te arrastam, apaga as tuas fotos e os teus vídeos. Esforça-te para não ficares escravo.
“
Se o teu olho [imagens ou filmes !] te leva ao mal, arranca-o e lança-o fora, pois é melhor do que perecer com ambos os olhos.” (Mateus 5, 29)
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s e t n r e e r c e e f Di ra nos enriqu pa
Homens e mulheres, somos diferentes. As nossas diferenças podem-nos enriquecer – ou opor-nos.
H omens e mulheres, partilhamos a mesma dignidade, as mesmas capacidades intelectuais, afetivas, espirituais.
Mas nós somos SEXUADOS da cabeça até aos pés. Nós funcionamos de forma diferente no nosso psiquismo e na nossa mente. A palavra SEXUALIDADE vem do latim secare, que significa separar, diferenciar. As nossas diferenças, que algumas teorias pretendem apagar, impõem-se. (Ver por exemplo : o best-seller Os homens são de Marte, as mulheres de Vénus, de John Gray).
E
stas diferenças enriquecem-nos , ou infelizmente opõem-nos. Censuramos no sexo oposto as suas esquisitices, e procuramos dominá-lo. Daí tantos mal-entendidos e conflitos.
“
Eu pensava que ele me amava. Mas ele não queria senão o meu corpo. O homem só pensa NISSO (sexo)”, acusam as raparigas. “São as raparigas que nos provocam”, respondem os rapazes.
P
ara nos compreendermos e amarmos , devemos conhecer as nossas diferenças e apostarmos no respeito mútuo. Estas diferenças são um chamamento a enriquecermo-nos reciprocamente no amor.
O HOMEM procura o reconhecimento e a ternura junto da mulher. Para o homem, a mulher incarna o amor, pelo seu encanto e pela sua graça, pelo seu corpo e pelo seu coração. Daí a sua atração pelas mulheres belas.
A MULHER espera do homem que ele dê segurança pela sua força, pela sua presença, pela sua lógica. Daí o seu interesse por um homem viril.
Feliz o homem
que satisfaz a sua mulher na sua necessidade de segurança e amor (especialmente quando ela espera um bebé). Essa mulher retribuir-lhe-á cem vezes mais.
Feliz a mulher 14
que oferece ao homem o reconhecimento e a afeição que ele espera; ela será honrada e respeitada!
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Diferentes no amor
conforme nças variam Estas difere d e ca d a u m , a su a o ca rá ct er o se u m ei o fa m il ia r e ed u ca çã o , social.
O HOMEM : ele começa pela atração pelo corpo
A MULHER: ela arrebata-se mais pelo lado do
feminino: as suas formas e o seu encanto. É por isso que ele ‘se babe’ a olhar para as raparigas. Nele, o amor entra pelos olhos. Ele tem tendência a confundir o amor com o desejo e o prazer sexual. Muitas vezes pressionado pelo sexo passa rapidamente ao ato: pode fazer amor sem amor. Pelo contrário, ele não tem pressa em comprometer-se com o casamento.
coração, pela sua sede de ternura. Ela deixa-se conquistar lenta mas seguramente pelos sentimentos, pela doçura e pelas palavras. Nela o amor entra mais pelo ouvido. Ela é menos apressada em fazer amor, mas quando ela fica apaixonada, fica rendida (deseja fazer amor … e casar). Se ela se entrega, é por amor ou para receber amor.
Amor = SEXO mais ternura.
Amor = TERNURA mais sexo.
A sua sexualidade está centrada sobretudo no seu sexo: ele é mais sexual do que sensual. Mas o homem tem um grande coração! Ele procura na mulher a riqueza do seu coração, de que ele tem tanta necessidade.
A sua sexualidade depende do seu coração e das suas emoções. Quando ela fica apaixonada, deseja unir-se intimamente ao seu apaixonado. Ela é muito sensual, porque ela tem mais áreas erógenas (sensuais) do que o homem.
A sua necessidade profunda é ser estimado: ele de-
O seu desejo profundo é ser amada, acarinhada e protegida, abraçada em braços sólidos e contra um coração terno. Ela é levada a dar-se.
seja ser eficiente e poderoso; ele gosta de conquistar. É por isso que ele se vangloria facilmente das suas conquistas.
Perigo para o homem: o do sexo não dominado, do amor à primeira vista por um corpo de sonho ou um encanto irresistível, da curtição, da tentação das revistas banais ou pornográficas.
Esforço: Domínio de si e da sua sexualidade para respeitar o ser feminino. Ultrapassar uma sexualidade mesquinha para dar prioridade ao coração e ao diálogo.
Perigo para a mulher, de um sentimentalismo excessivo, de ingenuidade, de palavreado: os rapazes sabem o que as raparigas gostam de ouvir! Perigo também de futilidade, das atitudes provocadoras, do sonho (literatura cor-de-rosa). Esforço: Controlar o coração, conservar a cabeça fria, porque o amor cega. Não provocar os homens com um comportamento sexy.
Julgar, refletir, dialogar, reações O HOMEM conhece e julga com a sua razão. Ele ama os planos, o método, a ló-
A MULHER conhece e julga antes com o seu coração. O seu julgamento é mais in-
d
A
te
o
construir. A sua força reside sobretudo na sua razão, na sua eficácia e na sua segurança. Para ele, os atos contam mais do que as palavras. A Bíblia apresenta-nos o homem tirado da terra e chamado a dominar a criação (Génesis 2).
O homem tem um grande coração , mas oculta-o por trás da sua virilidade; ele aparenta dureza para não parecer sensível, com receio de passar por fraco ou efeminado. Assim o homem é apresentado pelo símbolo do deus da guerra, MARTE.
MARTE
o to
= lin ção u a ng sc Ya ma
O homem tem inclinação para a ação. Gosta de dominar, possuir,
= ininimen i n m lh Y fe aco
gica, a especulação, os discursos. O seu tuitivo e concreto, atenta às pessoas e aos dade no Orie i pensamento é sobretudo abstrato e pormenores. Mas ele varia conforme os l n ua com base em princípios. Destaca-se seus sentimentos de simpatia ou antipapor isso na ciência, na técnica, na tia. Ela guarda a recordação de tudo o arte. que a impressionou.
A mulher é muito sensível ao relacionamento e ao afeto. Daí a sua
grande capacidade de dedicação, dom de si. A sua força está sobretudo no coração. Para ela, a palavra conta mais do que os atos. A Bíblia apresenta a mulher tirada do lado (costela) do homem, do seu coração, para o convidar ao amor (Génesis 2).
A mulher pode facilmente competir com o homem, mas de uma forma mais afetiva e intuitiva. Se ela é muito viril, é uma “Maria-rapaz”. É por isso que a mulher é designada pelo símbolo da deusa do amor, VÉNUS.
VÉNUS
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o e c t r a r o f f o o x x Se Se O homem ”sexo forte“, já acabou! A mulher ”sexo fraco“ também acabou!
a? r i t n e m u o e VerdadOs homens não têm ternura
As tendências invertem-se numa espécie de vingança da mulher sobre o homem. Muitas raparigas, bem mais desenvolvidas e amadurecidas que os rapazes da mesma idade, olham de cima para os seus ‘meninos grandes’. A tal ponto que muitos rapazes são ultrapassados por estas já mulheres.
O
Falso.
Por trás das aparências por vezes másculas, o homem tem um grande coração. No entanto, ele aparenta um ar de durão. Porque ele tem de se manter no lugar, tem medo de parecer demasiado sensível.
O homem tem um coração, mas diferente
da mulher. Não à flor da pele como a mulher, mas sob os seus músculos e a sua forma viril. A mulher deve ajudá-lo a abrir a sua concha e o seu coração.
homem: “sexo forte” ? Só até certo
ponto! Porque a sua força faz também a sua fraqueza: espera-se muito dele, ele tem sempre de dar segurança. Não pode parecer demasiado sensível ou frágil: tem de ser o “macho dominante.”
Quem disse que eu não tenho coração?
A
mulher: “sexo fraco” ? Digamos antes sensível; daí a sua força. A mulher é, muitas vezes, mais forte do que o homem nos seus compromissos e no seu trabalho. E ela domina-o ou manipula-o facilmente: o seu encanto pode tornar-se uma arma de destruição massiva.
? a r i t n e m u o e d a d r e VOs rapazes só pensam
Que género de homens preferem elas?
no sexo!
“
Os rapazes são dotados de uma sexualidade mais animal que a das raparigas, e para eles, a maioria das vezes, o sexo passa à frente. Queres que te diga qual é a primeira reação de um rapaz em frente de uma rapariga? Respira fundo, porque vou empregar exatamente os seus termos: “beijável ou não?” (fico triste se eu te choco, mas é assim!!) é o seu primeiro olhar, e quem te diz não não é verdade, é mentiroso!”
(Robert Billaud dans les Cahiers d'EVA, École de la Vie et de l'Amour, fondée par le prof. Henri Joyeux.)
miam ! “Obcecado, eu? Nunca! Só penso nisso, mais nada!” 16
“
O corpulento robusto? O coração terno?
É simples: aquele em quem encontram alguma
coisa para admirar. A admiração está em 80% no amor feminino: uma mulher dificil-
mente pode amar muito tempo um homem que não admira por uma razão ou por outra. Por isso, todo o homem tem a sua sorte se é verdadeiro, sólido, equilibrado. (O que explica que as mulheres muito belas casem com homens que não são nenhum “Apolo”). Porque o que impressiona uma mulher com o tempo não são os carros ou a conta bancária, mas sim a ordem interior, a forma de conduzir a sua vida, a sua força moral, a sua delicadeza, uma força amorosa e controlada, e não em primeiro lugar a força física.” (Denis Sonet)
As mulheres querem algo mais do que o seu desempenho sexual...
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? a r i t en m u o As eraparigas d a d r Ve são ingénuas! A lgumas raparigas
são principalmente (demasiado?) sentimentais, sensíveis à palavra afetuosa, portanto à “sedução”: “Eu não posso viver sem ti, se tu me faltas eu sofro. Tu és a única no meu coração”. Raparigas, vocês têm o defeito das vossas qualidades! São românticas, e os rapazes sabem-no bem! Conquistar-te vale mais do que um império. Eu quero amar-te não como um vampiro, mas pelo teu sorriso. Para o melhor e o pior. Y
Y
Raparigas levianas e provocadoras A lgumas raparigas são tidas como levianas ou provocadoras por razões que vocês, rapazes, deviam conhecer.
Porquê esta necessidade de seduzir ?
A ntes de mais para se sentir amada. Eu agrado-te? Diz-me que sou bonita e que tu gostas de mim”. Muitas raparigas sentem falta de afeto e têm medo de ficar sozinhas. Para se fazerem valer, querem estar na moda e tornam-se facilmente, sabendo ou não, “Barbies” sedutoras. Neste sentido, algumas querem testar o seu
poder de sedução .
As
raparigas levianas são dececionantes e rapidamente andam de um lado para o outro. Quanto mais elas são aliciantes e agarradiças, menos respeitadas e amadas são. Os rapazes não são parvos! “Aquela já a topei facilmente. Não ficarei com ela muito tempo”.
Escutem sobretudo o vosso cora-
ção e os vossos sentimentos. Vocês entregam-se para receber amor. Asneira! O companheiro aproveita-se para tomar o corpo, deixando de lado o coração.
R aparigas,
olhem que muitos rapazes preferem as raparigas “clean” , e não muito “quentes”. Eles não se querem queimar. Eles procuram sobretudo o acolhimento e o afeto. Eles sentem-se cansados de estarem sempre em competição.
Mas ajudemos essas raparigas! Tiremo-las do círculo vicioso.
Queixa de um rapaz Confessai, raparigas, que é duro de engolir: vós derreteis-vos diante de um fala-barato, que não acredita em nenhuma palavra que diz, e despachais aquele que vos ama, mas que, tímido, não encontra as palavras que vocês esperam.”
“
(citado por Denis Sonet)
Como? Bloqueando as suas tentativas, sempre com delicadeza e respeito. Porque elas encontram-se antes de mais com falta de afeto e estima pessoal. Muitas estão de tal modo feridas que se menosprezam a si mesmas. Não as rejeitemos! Ajudemo-las a abrir o seu coração enfraquecido. E conduzamo-las ao único Médico dos corações perdidos, o Senhor Jesus. Na sua maior parte, elas estão sequiosas. (Para a cura: página 81, 1º testemunho).
Dialogai
peram as? s que es sra parig • Os rapaze da ejam gas que de saze s? • E as rapari p do s ra os a “sair” para as? c ifi n ig s e u Q g • ara as rapari rapaze s? E p
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o e c t r a r o f f o o x Se Sex Porque somos tão exigentes com as raparigas?
Apresentação ligeira = incitação
Antes de mais, a rapariga está mais ex-
look provocante e as roupas “quentes” - minissaia, umbigo à mos-
posta do que o rapaz: pela sua natureza, ela
é facilmente vítima do abuso, das agressões… e da gravidez não desejada.
Ela é também mais sentimental (geralmente), e torna-se rapidamente presa dos malandros: Os corações feridos são com frequência os das raparigas.
M as sobretudo, o homem espera muito da mulher: o seu acolhimento, o seu encanto e delicadeza. A mulher tem uma grande influência sobre o homem: ela pode elevá-lo, ou torná-lo grande – ou conduzi-lo para as piores baixezas.
E is porque uma mulher que se desvaloriza
torna-se rapidamente desprezada. Quando uma rapariga é chamada “atrevida”, não é porque muitas raparigas são julgadas frívolas ou vulgares? “É uma cabra”, diz a malta. Nada de indulgência para ela! Pelo contrário, um rapaz um pouco apressado será facilmente desculpado: “É um homem!” Respeitinho pelas tradições machistas!
A mulher é o primeiro sujeito da beleza, do desejo e do amor. A moda, a publicidade, a literatura, o cinema, as miss: tudo isto o confirma.
Porque é o homem tão obcecado pela mulher? Não é somente pelo seu sexo! Não é antes porque ela é o berço da vida (ela possui hormonas para isso), e porque ela é a primeira fonte de afeto? A mulher é a resposta à necessidade mais profunda do homem no plano divino: “Não é conveniente que o homem esteja só; vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele.” (Génesis 2, 18)
O
tra, decote exagerado, dorso nu – convidam a olhares voluptuosos. Tu passas por uma rapariga frívola e fácil. Se és arrastada, o problema é teu.
A
tua apresentação é o reflexo da tua personalidade: um cartão de visitas.
> Uma apresentação muito ligeira
ou muito sexy denota uma ligeireza de espírito e de costumes, e inspira desconfiança, desprezo. Ou desejo.
>
Uma apresentação sóbria e digna manifesta uma alma nobre, e inspira o respeito, a estima – e o verdadeiro desejo!
Rapariga, valoriza o teu ser feminino
sem vender o teu corpo. Valoriza-te com um encanto discreto, uma apresentação sóbria e mesmo elegante, porque não? Ser a todo o preço in não é sinal de personalidade nem um critério de beleza.
Tu podes ser elegante e um nadinha sexy.
O homem está destinado por vocação a governar o mundo 18
através do seu trabalho (cf. Génesis 1 e 2). A mulher, por sua vez, tem vocação para ser rainha… do homem! Sua rainha pelo coração! Mas em paga, o homem deve respeitá-la e honrá-la.