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Folha Diocesana - 262

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02 ENFOQUE PASTORAL

EDITORIAL

CONVOSCO ESTEJA A PAZ

Queridos leitores, colaboradores da Folha Diocesana, é com alegria que iniciamos mais um ano da graça do Senhor com essa edição dedicada exclusivamente a falar da importância da Paz no mundo a partir da mensagem do Papa Francisco.

Coroas o ano com teus dons! Sl 64(65),12

A

o iniciarmos um novo ano, somos chamados a renovar nosso ânimo e encorajados pela graça batismal, ofertar ao mundo os dons recebidos pelo Senhor. Unidos a Cristo, como ramos ligados ao tronco (Jo 15,1-17) nos empenhemos em nossas diversas atividades pastorais em 2019 a promover em nossa cidade o Reino de Deus. Pois o Senhor nos impulsiona com seu Espírito. Ele renova em nós a fé, a esperança e a caridade para sermos no mundo sua presença de paz e justiça. “Oferecer a paz está no coração dos discípulos de Cristo”. (Papa Francisco) Neste mês temos como enfoque pastoral o CFP (Conselho Foraneo de Pastoral) que terá como tema a Juventude. Motivados pelo sínodo dos Jovens e pela jornada Mundial da Juventude, nossa diocese de Guarulhos inicia seus trabalhos refletindo sobre os jovens e seu papel na Igreja e no mundo. Em sua mensagem aos jovens da JMJ o Papa Francisco diz: “a nossa vida não é pura casualidade nem mera luta pela sobrevivência, mas cada um de nós é uma história amada por Deus. Queridos jovens, tende a coragem de entrar, cada um, no próprio interior e perguntar a Deus: Que quereis de mim? Deixai que o Senhor vos fale, e vereis a vossa vida transformar-se e encher-se de alegria”. Com estas palavras o Papa convida os jovens a acolher o amor de Deus e a discernir o chamado do Senhor em sua vida. Motivados e animados pelo primeiro CFP do ano, possamos ouvir os jovens e ajudá-los a ofertar na Igreja e no mundo os seus dons. “Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus” (Lc 1, 30). Como Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, nos abramos neste início de ano a Vontade de Deus e não nos deixemos dominar pelo medo e pelas dúvidas, pois pelo batismo, nós também fomos imbuídos da graça de Deus e como seus filhos fomos fortalecidos no seu Espírito. Como a jovem Maria possamos dar o nosso “Sim” a Deus, ofertando na Igreja e no mundo nossos dons. Coragem! Pe. Marcelo Dias Soares Coordenador Diocesano de Pastoral

FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019

O ano é novo, porém os desafios são antigos e marcantes na sociedade, destaque para o crescente número do feminicídio, dezenas de mulheres foram assassinadas nos primeiros dias do ano e outras tantas ameaçadas em todo o Brasil, guerra declarada às mulheres que não aceitam mais sofrer. Como garantir as mulheres o respeito as decisões e o direito à vida? A violência também ganha força no estado do Ceará, de modo particular em Fortaleza, o combate ao crime desencadeou uma série de sacrífico na sociedade que sofre com o medo e a incerteza sobre o que será do amanhã. O que fazer diante dessa situação, recuar da decisão de combater o crime ou seguir com as ações mesmo que isto custe dias de ações violentas? A violência ainda é intensa nos países com enorme disputa pelo poder, a busca de um poder como dominação e não como serviço ao bem comum, é o que acompanhamos na Venezuela, na França e nos Estados Unidos da América. O que fazer para a paz acontecer em uma nação, quando seus líderes políticos não acreditam no diálogo como condição essencial para bem governar um povo? A violência também marca a dimensão religiosa, líderes acusados de abusos sexuais, de corrupção e abuso da fé das pessoas, provocam debates e acusações na sociedade. Como recuperar a identidade das religiões como promotoras da verdade, justiça e paz? Por fim, é notável a violência silenciosa entre as pessoas na família, no trabalho, na igreja e nos grupos de redes sociais. O que fazer para que esses grupos sejam os primeiros a serem transformados pela vontade de serem sinais de paz? Quantos questionamentos. Tudo isso não se trata de promover pânico e fortalecer a ideia de que está tudo perdido, pelo contrário é para dizer que não podemos ser indiferentes a realidade. Essa edição não têm a pretensão de trazer respostas definitivas. A intenção é apontar caminhos para a superação da violência e a implantação da paz através de cada carisma e posição que ocupamos na sociedade. A paz esteja convosco, de modo especial às famílias do estado de Minas Gerais, diante deste momento de tanto sofrimento e busca por notícias e justiça.

Pe. Marcos Vinicius

EXPEDIENTE Jornalista Resp.: Pe. Marcos V. Clementino MTB 82732 Orientação Pastoral: Pe. Macerlo Dias Editoração Eletrônica: Denis Saviani Filgueiras Impressão: Gráfica Marmar - Fone: 11 99961-4414 Cúria Diocesana de Guarulhos End: Av. Gilberto Dini, 519 - Bom Clima - Guarulhos - SP Cep: 07122-210 - Contato: 11 2408-0403 Site: www.diocesedeguarulhos.org.br Email: folhadiocesana@diocesedeguarulhos.org.br Tiragem: 30.000 exemplares


VOZ DO PASTOR 03

AGENDA DO BISPO - fevereiro 01 02 03 05 06 07 08

09:30h – Atendimento cúria 10h – Missa Dia da vida Consagrada – Profissão religiosa das Irmãs Filhas de Nossa Senhora stella Maris – Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora Aparecida 19:30h – 50 anos de vida religiosa do Cardeal D. Orani Tempesta, O.Cist – São José do Rio Pardo Retiro dos Agentes de Pastoral da Paróquia N. S. Fátima – Tranquilidade – Lavras

09:30h – Atendimento Curia 13:30h – Encontro com as Irmãs Filhas de NS Stella Maris – Casa Geral 09:30h – Codipa 14:30h – Atendimento cúria 09:30h – Conselho de Presbíteros 09:30h – Atendimento cúria 20h – Inauguração do Centro de Evangelização da Comunidade Shalom – Av. Tiradentes 08:30h – Aula inaugural da Escola Catequética 2019 – CDP

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14h – Conselho Diocesano de Pastoral – CDP 19h – Posse do Pe. Marcos Vinícius – Paróquia Santa Terezinha 09h – Missa Paróquia N. S. Lourdes

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10:30h – Posse do Padre José Alexandre – Paróquia Santo Antonio – Parque 15h – Encontro com as Irmãs da Fraternidade Arca de Maria – Res. Episcopal 09:30h – Reunião construção Igreja Santa Edwiges – Curia

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14:30h – Atendimento Cúria 19:30h – Abertura da Visita Pastoral à Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta Visita Pastoral Paróquia Santo Antônio – vila Augusta

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09:30h – Reunião do clero – Lavras 13:30h – Reunião formadores do Seminário – Lavras

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Visita Pastoral Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta 09h -12h – Reunião Conser - Regional Sul 1 – São Paulo

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Visita Pastoral Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta

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Visita Pastoral Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta

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Visita Pastoral Paróquia Santo Antônio – Vila Augusta

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20h – CFP Forania Imaculada

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09:30h – Economato 20h – CFP Forania Bonsucesso 09:30h – Reunião FAP – cúria

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14:30h – Atendimento Cúria 20h – CFP Forania Fátima

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14:30h – Atendimento Curia 20h – CFP Forania Aparecida

09:30h – Reunião Comissão de Liturgia – Cúria

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15h – Seminário – Lavras 20h – CFP Forania Rosário

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08h -13h – Ampliada do Sub Regional SP 2 – Cúria de Santo Amaro 08:30h – Missa no retiro vocacional da comunidade Colo de Deus – Clube Vila Galvão 11h – Missa Catedral

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19:30h – Palestra no Movimento Empresarial Católico – Santuário São Judas

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14:30h – Atendimento Curia 19:30h – Abertura da Visita Pastoral à Paróquia São José

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Visita Pastoral Paróquia São José 09:30h – CDAE Visita Pastoral Paróquia São José

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somos uma igreja em movimento e saída

aríssimos irmãos e irmãs da Diocese de Guarulhos, paz! Nesta primeira “Voz do Pastor” de 2019 quero saudar a todos no Senhor Jesus e manifestar as nossas perspectivas pastorais diocesanas para este ano da graça do Senhor de 2019. As Pastorais, Movimentos e comunidades vão retomando as suas atividades , após um tempo de merecido recesso. Algumas atividades foram retomadas em meados de Janeiro, como, por exemplo, a formação promovida pelo CNLB Guarulhos, recentemente criado e também, as formações para a CF 2019. No mês de fevereiro tem início a Escola Catequética que focará na 3ª etapa do nosso novo método, recordando que a Catequese para Adultos começou uma formação especial no mês de janeiro. Em várias paróquias teremos este ano, na Vigília Pascal, a Iniciação cristã de adultos. Isso acontecerá pela primeira vez em várias paróquias. Este ano começaremos, em conjunto, Catequese crismal e Pastoral Vocacional, um trabalho especial de catequese e formação para os crismandos. Em fevereiro, ainda, teremos CFPs focados na evangelização da juventude, tendo como pano de fundo o Documento final do Sínodo dos bispos para os jovens, realizado em outubro de 2018. A reunião formativa ampliada do nosso sub regional SP 2, também tratará deste tema, tendo como assessor D. Eduardo Pinheiro, SDB, bispo de Jaboticabal e delegado da CNBB para o Sínodo. Logicamente, neste mês se retomam os encontros

nos grupos de rua com o subsídio da Leitura Orante No mês de março iniciaremos em comunhão com toda a Igreja o Tempo da Quaresma, caminhando para a Páscoa, centro de todo Ano Litúrgico. O lançamento da CF 2019 nas paróquias será na quarta-feira de cinzas. Depois de refletir e aprender sobre a Fraternidade e as políticas públicas, vamos retomar o tema nos CFPs de Outubro. No dia 05 de abril iniciaremos a caminhada rumo à celebração dos 40 anos da diocese de Guarulhos em 2021: tempo para refletirmos e avaliarmos nesta idade de maturidade a nossa caminhada evangelizadora. Uma das atividades programadas para a preparação desta data festiva, serão as Visitas Pastorais que farei a todas as paróquias da diocese, começando já em fevereiro deste ano. A Semana Diocesana de Formação que acontecerá em julho na foranias será sobre as novas “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora no Brasil 2019-2023” que serão refletidas e aprovadas na Assembleia Geral da CNBB no mês de maio. O mês de outubro deverá ser marcado por um mês missionário especial, a pedido do Papa Francisco. Durante o ano, sob a coordenação do COMIDI iremos nos preparar. Os CFPs de Agosto nos ajudarão na organização. Quantas coisas ainda a contemplar em cada paróquia, em cada comunidade! Somos uma Igreja em movimento e em saída. Deus seja louvado! +Edmilson Amador Caetano, O.Cist. Bispo diocesano

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04 Falando da vida

pastoral Social

Ruminação Mental

“A boa política está a serviço da paz”

pensamentos Distorcidos “A Depressão começa nos pensamentos distorcidos”

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termo ruminar é normalmente utilizado para entender o processo de digestão de alguns animais como bois, camelos, girafas entre outros. O processo de ruminação consiste em mastigar, engolir e depois retornar com o alimento à boca para ser remastigado e finalmente digerido. Mas as ciências que se ocupam da saúde mental se apropriaram desse conceito para explicar um comportamento muito comum nas pessoas depressivas: Trata-se da Ruminação mental. Estamos falando daquele pensamento negativo, que martela noite e dia. O problema da ruminação mental é que ela é a base da depressão. Quando uma pessoa está em sofrimento emocional, é comum que tenha uma percepção distorcida da realidade e a depressão é realimentada por esses pensamentos formando um circulo vicioso. A pessoa sente-se como se estivesse possuída de algum espírito maligno ou vítima de algum trabalho espiritual negativo. Esses “espíritos” ruminam frases que destroem a nossa autoestima: “Sou um fraco”, “sou um perdedor”, “sou incompetente”. Na verdade, são pensamentos automáticos gerados por crenças que desenvolvemos desde a infância. São ideias distorcidas baseadas em fases da nossa vida nas quais não tínhamos ainda uma mente

capaz de discernir o falso do verdadeiro. As experiências negativas tendem a solidificar esses pensamentos que mais tarde se tornam crenças centrais que compõem a nossa autoimagem. Para não cair nas armadilhas mentais que nos aprisionam nessas crenças distorcidas, é preciso identificar os pensamentos automáticos. Nem sempre pensamos o que queremos, pois os pensamentos têm vida própria, eles brotam na nossa mente sem a nossa permissão. Quando conseguimos identificá-los, devemos adotar uma postura de acolhimento e aceitação, pois eles não são frutos da nossa reflexão consciente e inteligente. Devemos tratá-los como nuvens no céu que se formam e se dissipam por si mesmas, independentemente das nossas ações. Todavia, para muitas pessoas a autorreflexão não basta para identificar e lidar com a Ruminação. Nesse caso, é necessária a intervenção de um Psicólogo que através da abordagem Cognitivo Comportamental, poderá ajudar no entendimento e elaboração do problema. Concluindo, a orientação básica para quem sofre desses processos de Ruminação mental é: Não sofra com o que vem à sua mente, afinal pensamentos nada mais são, do que pensamentos.

FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019

Romildo R. Almeida Psicólogo clínico

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Papa Francisco em sua mensagem coloca como princípio cristão oferecer a paz (Lc 10, 5-6): “A oferta de paz é feita a todos os homens e mulheres que, no meio dos dramas e violências da história humana, esperam a paz. A casa de que fala Jesus, é cada família, cada comunidade, cada país, cada continente, na sua singularidade e história; antes de mais nada, é cada pessoa, sem distinção nem discriminação alguma. E é também a nossa ‘casa comum’ o planeta onde Deus nos colocou a morar e do qual somos chamados a cuidar com solicitude”. É neste momento político que, como cristãos, somos chamados a contribuir com a construção da Paz, manter a esperança dos que sofrem e ser anunciadores da Boa Nova. Todos somos convidados a assumir a Política do Bem Comum, conforme São Paulo VI: “Tomar a sério a política, nos seus diversos níveis – local, regional, nacional e mundial – é afirmar o dever do homem, de todos os homens, de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade da escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade”. Neste sentido, é importante conhecer as ações de nossos governantes e, se em desacordo com nossa vocação e missão, exigir mudanças e responsabilidades com todos, na construção da justiça e da paz. A Doutrina Social e o Magistério da Igreja orientam os cristãos a ver e a julgar a realidade social a partir dos valores evangélicos, e um agir que contribua para uma sociedade

mais justa e fraterna. Na atual gestão do Presidente Jair Bolsonaro, as primeiras medidas têm mostrado desacordo com a justiça e a promoção da Paz, especialmente quando examinamos propostas que penalizam muito mais os pobres, como por exemplo, a primeira medida em relação ao aumento do salário mínimo que ficou abaixo do proposto no orçamento. No entanto, o aumento abusivo para o Judiciário foi aprovado. Essa decisão “mantem os ricos ainda mais ricos, e os pobres ainda mais pobres”. É urgente e necessário questionar a moralidade pública. A Campanha da Fraternidade 2019 sobre Políticas Públicas, convoca toda a Igreja a olhar para a realidade da nossa cidade e do nosso país; perceber as necessidades e, participar das decisões e ações. A caminhada pastoral da nossa diocese irá proporcionar diversos momentos de formação de Doutrina Social da Igreja e outros temas afins. Nos preparemos bem para nossa missão. Como diz o Papa Francisco: “Cada um pode contribuir com a própria pedra para a construção da Casa Comum. A paz é fruto de um grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos. Mas é também um desafio que requer ser abraçado dia após dia. A paz é uma conversão do coração e da alma, sendo fácil reconhecer três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária: a paz consigo mesmo, a paz com o outro e a paz com a criação”, conclui o Papa. José Luiz Gomes de Almeida CNLB - Guarulhos


Bíblia

liturgia

construção da Paz

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Papa Francisco, na mensagem para o Dia Mundial da Paz em 1º de janeiro deste ano, nos apontou que “oferecer a paz está no coração da missão dos discípulos de Cristo. E esta oferta é feita a todos os homens e mulheres que, no meio dos dramas e violências da história humana, esperam a paz”. Afirmou ainda que “a boa política está a serviço da paz”. Esta mensagem não é somente para o primeiro dia deste ano, será recordada para nós em cada Eucaristia. Na liturgia da missa temos dois momentos especiais para nos comprometer com a paz, depois do Pai nosso. Num primeiro momento recordamos a promessa de Jesus, que disse aos apóstolos: “Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz” (João 14, 27). Jesus prometeu a paz numa situação muito dura e tensa, depois do lava-pés e antes de sua prisão. Mesmo assim, mantém acesa a esperança dos discípulos: “Neste mundo sofrereis tribulações, mas tende fé e coragem! Eu venci o mundo” (Jo 16, 33). Os discípulos receberam o presente de paz na ressurreição: “estando fechadas as portas por medo dos judeus, Jesus apareceu, pôs-se no meio deles e disse: A paz esteja convosco!” (Jo 21, 26). Jesus lhes dá a paz que vence o medo, e os coloca em saída para o mundo. A paz que pedimos não é ausência de guerra, mas presença do amor e da justiça. Num segundo momento, durante a fração do pão, exaltamos o “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” ao entregar sua vida. Ele vence o mundo com as armas da paz, transparência, justiça e verdade. No livro do Apocalipse vemos a comunidade dos remidos de pé, diante de Deus, vitoriosos, com vestes brancas, lavadas no sangue do Cordeiro (cf. Ap 7, 14). Na liturgia, de pé, suplicamos que o Cordeiro de Deus tenha piedade de nós e nos dê a paz. Cristo se faz pão partido, para que sua vida divina transforme nossa vida humana. É um gesto de compromisso: que nossa vida seja partida, mastigada e engolida como o Pão consagrado, para que a paz ressuscite na sociedade. Em nosso contexto atual, onde há cada vez mais pessoas armadas com palavras e gestos violentos, voltamos a olhar as nossas celebrações, e perguntamos: como vamos viver estes momentos, de um modo novo? Ao comungar do Corpo do Cordeiro de Deus nos comprometemos com Ele a desarmar-nos, converter-nos, fazer o caminho de volta ao essencial do Evangelho. Toda a comunidade celebrante, com seus limites e fraquezas, é chamada a enxergar em cada irmão e irmã o rosto de Cristo, e se colocar a seu serviço. Comecemos de nós mesmos, de nossas famílias e comunidades para a sociedade.

“Senhor, fazei-nos instrumentos de vossa paz!” Pe Jair Costa – Comissão Diocesana de Liturgia

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A paz: DOM DE CRISTO E FRUTO DO REINO

ara o 52° Dia Mundial da Paz, comemorado em 1° de Janeiro, o Santo Padre, papa Francisco escreveu a tradicional mensagem intitulada “A boa política está a serviço da paz”. A qual nos leva a refletir sobre este grande valor tão sonhado, ainda mais em nossos tempos, nos quais se vislumbra a usurpação dos direitos, a injustiça social, a crescente pobreza, a disseminação da violência, a corrupção, temas estes inteiramente ligados a política, cujo fundamento está em esforçar-se pelo reconhecimento e pelo respeito da dignidade da pessoa humana e a promoção dos direitos fundamentais e inalienáveis do homem (Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 388). Como nos afirma o papa São João XXIII, a paz na terra, anseio profundo de todos os homens de todos os tempos, não se pode estabelecer nem consolidar senão no pleno respeito da ordem instituída por Deus. (Pacem in Terris,1). Portanto, somos inevitavelmente conduzidos por esta proposta de reflexão a olhar para a história da salvação narrada nas Sagradas Escrituras, para assim perceber que a Paz é um dom divino para o homem, ao passo que a própria criação, que é reflexo da glória divina, almeja a paz (DSI, 488). O homem reto almeja a paz doada por Deus, porque a paz e a violência não podem habitar na mesma morada. E onde há violência aí Deus não pode estar (cf. 1Cr 22,8-9). Tendo por base as considerações acima se pode concluir que a paz é um dom oferecido a todos os homens, e assim sendo, está implicada numa promessa que percorre todo o Antigo Testamento até encontrar seu cumprimento na Pessoa de Jesus, “Príncipe da paz”. A paz é uma promessa messiânica/escatológica e um presente trazido por Jesus. Ele nos promete a paz, mas não uma paz a maneira do mundo, ilusória e de falsa tranquilidade (cf. Jo 14,27), mas uma paz que é fruto do amor e da justiça. Em João, Jesus nos promete a paz em seu testamento, às vésperas de ser crucificado. Só tem a verdadeira paz aquele que o segue até as últimas consequências, até a Cruz. A experiência da Cruz, nos faz reconhecer o profundo amor divino e nos impele a não nos conformarmos, e sim buscar a justiça, a justiça para com Deus na reconciliação e para com o próximo na caridade. Tal experiência nos enche de alegria (cf. Evangelii Gaudium, 1), e como diz São João da Cruz “para não perdermos a paz, devemos nos alegrar e não nos perturbar nas adversidades”. Este itinerário revela o modo de ser de Cristo, o qual se expressa na promessa do seu Reino que se dá na vida nova no Espírito. Nos evangelhos, Jesus constantemente fala do Reino, mas é São Paulo que nos dá sua única definição: “pois o Reino de Deus não é comida e bebida, mas é justiça e paz e alegria no Espírito Santo” (Rm 14,17). Ser semente desse Reino é, mesmo nas adversidades e “desânimos”, buscar a paz, conversão do coração. E para buscar a paz com a “criação” e com o “outro”, devemos alcançar a paz em nós mesmos, como afirma Santo Agostinho citado por Santo Tomás de Aquino: “a paz é a serenidade da mente, tranquilidade da alma, simplicidade do coração, vínculo de amor e a união da caridade”.

Pe. Leonardo Henrique

FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019


06 vida Presbiteral

Sacerdote: um homem de guerra, na guerra.

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s grandes heróis foram forjados em meio a lutas e combates. Alguns deles foram subjugados a grandes sofrimentos. Uma constante violência do mundo para com eles e também deles para consigo mesmo. Jesus já os advertia dizendo: “No mundo tereis muitas aflições, mas coragem, eu venci o mundo” (Jo 16,33). Santa Teresa de Ávila dizia: “Quanto mais se luta, mais se demonstra amor a Deus”. Ao longo do Evangelho vemos os ditos de Jesus acerca da guerra. “Pensam que eu vim trazer a paz à terra? Não, eu vo-los asseguro. Ao contrário, vim trazer separação” (Lc 12,51). A sentença de Mateus é ainda mais clara: “Eu vim trazer a espada” (Mt 10,34). Ao contrário do que muitos imaginam, a paz trazida por Jesus não é a ausência de conflitos. Jesus não fantasia a paz. A chamada pax romana, a paz aparente, não se encaixa na paz de Jesus. A paz para Jesus é uma escolha radical e decidida pelo reino. Se isto vai causar conflito, não importa. Antes de tudo, a fidelidade ao reino. No princípio do Cristianismo e até os dias atuais, ser cristão é declarar guerra a um mundo de paz aparente. Tentar conciliar aquilo que o mundo oferece com o oferecido por Jesus gera falsos discípulos e uma esquizofrenia religiosa. O sacerdote, por sua vez, não escapa deste conflito. Sua escolha faz dele um homem violento. “O reino dos céus é dos violentos” (Mt 11,12). O sacerdote, como homem de guerra, traz consigo a consciência de que o mundo lhe é hostil. “Eu vos envio como cordeiros para o meio de lobos” (Mt 10,16). Por isso, em meio a esta guerra, o sacerdote é convidado a utilizar sua armadura (Ef 6,11). Como hábil combatente, o sacerdote deve enfrentar os conflitos em busca da fidelidade ao Senhor. Seu compro-

misso é, antes de tudo, agradá-lo e isto nunca será bem visto pelo mundo. Como homem de guerra, o sacerdote enfrenta seus próprios inimigos, e muitos deles, interiores. Sua natureza humana carrega, ainda adormecido, o homem velho que, com suas artimanhas, o comprime para que desista de viver o proposto por Jesus. Será que a paz aparente resolveria tal situação? Eu lhes asseguro que não. Melhor mesmo reconhecer que nós somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos (cf. 2Cor 4). Penso que a verdadeira paz trazida por Jesus é, antes de tudo, acolher a proposta Dele, elegendo-a como única possível. Pensamos na atitude de Jesus diante de Jerusalém. Do alto do Monte, Ele reza dizendo: “Jerusalém, Jerusalém, ah! se tu soubesses o que pode te trazer a paz” (Lc 19,42). Não sei se poderia iniciar esta nova missão como representante dos Presbíteros desejando outra coisa. Mas me sinto impelido a lhes desejar um Bom Combate. Combatamos irmãos! A vitória que vence o mundo é Jesus crucificado. Opositor do mundo de pecado. O sacerdote, não somente como In Persona Christi, mas como Ipso Christi, precisa anunciar que a verdadeira paz é fruto da santidade e do combate contra o pecado. Por outro lado, aos fiéis leigos suplicamos, rezem pelos sacerdotes para que não acolham a paz do mundo, mas somente a paz trazida por Jesus. Confiados à grande combatente Maria Santíssima, que enfrentou o grande dragão, estaremos sempre amparados e protegidos. A paz será uma realidade quando, a exemplo Dela, nos tornarmos todo inteiro do Senhor.

Pe. Cristiano Sousa Representante dos Presbíteros

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pastoral vocacional

DISCERNIMENTO VOCACIONAL PARTE II

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pós o primeiro artigo em que falo sobre a urgência de se fazer um discernimento consciente, venha desta vez, falar à você mais intimamente ao coração. O que mais você precisa que Deus lhe prove pra que você se decida por Ele? Deus, de forma ímpar e singular, nos sustenta em nossas escolhas quando optamos por fazer com que os sonhos d’Ele para nossa vida, se tornem realidade. Uma realidade plausível e na qual podemos tocar. Impossível seguirmos em um caminho duplo. Não se consegue ser realizado plenamente na duplicidade. Mas na singularidade sim. Porque nela, podemos dar plena atenção à apenas uma escolha. A lei da vida é assim: optamos por uma coisa e perdemos outra. Mas se vermos pela ótica em que Deus sempre está nos cuidando com amor filial, estamos, na verdade, constantemente sendo livrados de todos os males quando escolhemos de acordo com a vontade de Deus. Não tenha medo de querer abraçar o mundo e assumir seus medos: isso significa que você é humano. O medo de caminhar a um amanhã incerto existe e sempre existirá, mas se lance nas mãos de Deus, e você vai descobrir que o mundo pode ser muito, muito mais incrível do que você poderia um dia, se quer, imaginar.

Sinta. De um passo de cada vez. Faça sua escolha. E seja grato pelos carinhos de Deus. Ir Michellie Custódio Coordenadora Diocesana SAV PV


Pastoral do Menor

catequese

Motivação Maior:

Semana de Formação Catequistas de Adultos

Cristo Anunciado com amor aos jovens

A

pastoral do menor trabalha diretamente com os jovens internos da fundação casa, com visitas semanais nas três unidades resididas no Jardim Aracília, estas visitas são dadas através de catequeses com temas distintos, que podem ser encontrados com facilidade no site da pastoral, também existem os encontros especiais que são realizados em determinadas épocas do ano com uma estrutura diferenciada. Este trabalho vem sendo construído dia a dia, com muito empenho e amor. Através dessa pastoral os jovens privados de liberdade recebem a visita de agentes dispostos a levar o conhecimento do evangelho e amor do Cristo que ama a todos sem distinção. Nos encontros lemos textos do evangelho, reflexões, músicas etc... Talvez alguns questionamentos tenham surgido dentro do seu coração: mas como um jovem pode ser alcançado através dessa visita ou como vocês podem ter a certeza de que esta evangelização será eficaz? Será realmente que fora dali eles irão mudar? Creio que chegamos a um ponto chave de toda a questão: reflita em um breve momento, você já se sentiu sozinho ou com tanto medo que não via saída de uma determinada situação? Ou até mesmo alguém já te julgou de alguma forma que te machucou? É exatamente assim que muitos daqueles jovens se sentem e por diversas vezes não conseguem demonstrar aos nossos olhos e ao chegarmos com o anuncio do evangelho, com olhar de caridade muitos se sentem abraçados pelo próprio Jesus, o espirito santo age onde ele quer, como ele quer e quando ele quer, cada jovem ali recebe uma semente que será fecundada quando Deus assim desejar. É exatamente isso que o espirito santo de Deus é capaz de realizar dentro de nós, não precisamos ter a certeza de que a mudança será efetiva e rápida, mas a motivação maior é que Cristo esta sendo anunciado com amor e verdade a cada um daqueles jovens. Jesus enxerga muito além de nos, talvez em tempos atuais seja uma loucura tudo isso que vivemos, mas Deus tem um grande proposito na vida de cada um que visita aquele lugar, seja dócil ao mover do espirito santo de Deus que deseja te levar a uma nova experiência pessoal com o amor sem limitações. Se eu acho que vale a pena ir a cada visita? Sim, eu respondo com a maior sinceridade que existe dentro do meu coração, a cada visita você experimenta uma sensação de caminhar junto a Jesus.

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conteceu na Forania Imaculada do dia 15 a 18 de Janeiro a Primeira Semana de Formação para Catequese com Adultos. Nesta semana foi explicado mais detalhadamente o material adotado em nossa Diocese (Iniciação à Vivência Cristã – Ed. Vozes), com a assessoria da Equipe Diocesana da Catequese. Os catequistas tiveram oportunidade de sanar dúvidas sobre o cronograma, já que tudo é tão novo, ouviram esclarecimentos sobre as Celebrações que acontece ao longo da caminhada e também partilharam suas experiências paroquiais e mostraram, com alegria, que este método de Evangelização já está dando frutos. A Catequese Diocesana agradece a participação dos catequistas e à Paróquia Nossa Senhora de Lourdes que nos acolheu com tanto carinho e dedicação.

Andreia F. S. Ribeiro e Maria Cristina da SilvaAndreia F. S. Ribeiro Coordenação Diocesana

Venha caminhar conosco em 2019! Maiores informações sobre a Pastoral do Menor: 11 - 94726-0391

Denise Souza Lacerda - Paróquia Santa Luzia

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Especial

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MENSAGEM DO PAPA PARA O 52º DIA MUNDIAL DA PAZ

1. “A paz esteja nesta casa!” Jesus, ao enviar em missão os seus discípulos, disse-lhes: «Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: “A paz esteja nesta casa!” E, se lá houver um homem de paz, sobre ele repousará a vossa paz; se não, voltará para vós» (Lc 10, 5-6). Oferecer a paz está no coração da missão dos discípulos de Cristo. E esta oferta é feita a todos os homens e mulheres que, no meio dos dramas e violências da história humana, esperam na paz.[1] A «casa», de que fala Jesus, é cada família, cada comunidade, cada país, cada continente, na sua singularidade e história; antes de mais nada, é cada pessoa, sem distinção nem discriminação alguma. E é também a nossa «casa comum»: o planeta onde Deus nos colocou a morar e do qual somos chamados a cuidar com solicitude. Eis, pois, os meus votos no início do novo ano: “A paz esteja nesta casa!” 2. O desafio da boa política A paz parece-se com a esperança de que fala o poeta Carlos Péguy;[2] é como uma flor frágil, que procura desabrochar por entre as pedras da violência. Como sabemos, a busca do poder a todo o custo leva a abusos e injustiças. A política é um meio fundamental para construir a cidadania e as obras do homem, mas, quando aqueles que a exercem não a vivem como serviço à coletividade humana, pode tornar-se instrumento de opressão, marginalização e até destruição. “Se alguém quiser ser o primeiro – diz Jesus – há de ser o último de todos e o servo de todos” (Mc 9, 35). Como assinalava o Papa São Paulo VI, “tomar a sério a política, nos seus diversos níveis – local, regional, nacional e mundial – é afirmar o dever do homem, de todos os homens, de reconhecerem a realidade concreta e o valor da liberdade de escolha que lhes é proporcionada, para procurarem realizar juntos o bem da cidade, da nação e da humanidade”.[3]Com efeito, a função e a responsabilidade política constituem um desafio permanente para todos aqueles que recebem o mandato de servir o seu país, proteger as pessoas que habitam nele e trabalhar para criar as condições dum futuro digno e justo. Se for implementada no respeito fundamental pela vida, a liberdade e a dignidade das pessoas, a política pode tornar-se verdadeiramente uma forma eminente de caridade. 3. Caridade e virtudes humanas para uma política ao serviço dos direitos humanos e da paz O Papa Bento XVI recordava que «todo o cristão é chamado a esta caridade, conforme a sua vocação e segundo as possibilidades que tem de incidência na pólis. (…) Quando o empenho pelo bem comum é animado pela caridade, tem uma valência superior à do empenho simplesmente secular e político. (…) A ação do homem sobre a terra, quando é inspirada e sustentada pela caridade, contribui para a edificação daquela cidade universal de Deus que é a meta para onde caminha a história da família humana».[4] Trata-se de um programa no qual se podem reconhecer todos os políticos, de qualquer afiliação cultural ou religiosa, que desejam trabalhar juntos para o

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bem da família humana, praticando as virtudes humanas que subjazem a uma boa ação política: a justiça, a equidade, o respeito mútuo, a sinceridade, a honestidade, a fidelidade. [5] Cada renovação nos cargos eletivos, cada período eleitoral, cada etapa da vida pública constitui uma oportunidade para voltar à fonte e às referências que inspiram a justiça e o direito. Duma coisa temos a certeza: a boa política está ao serviço da paz; respeita e promove os direitos humanos fundamentais, que são igualmente deveres recíprocos, para que se teça um vínculo de confiança e gratidão entre as gerações do presente e as futuras.

4. Os vícios da política A par das virtudes, não faltam infelizmente os vícios, mesmo na política, devidos quer à inépcia pessoal quer às distorções no meio ambiente e nas instituições. Para todos, está claro que os vícios da vida política tiram credibilidade aos sistemas dentro dos quais ela se realiza, bem como à autoridade, às decisões e à ação das pessoas que se lhe dedicam. Estes vícios, que enfraquecem o ideal duma vida democrática autêntica, são a vergonha da vida pública e colocam em perigo a paz social: a corrupção – nas suas múltiplas formas de apropriação indevida dos bens públicos ou de instrumentalização das pessoas –, a negação do direito, a falta de respeito pelas regras comunitárias, o enriquecimento ilegal, a justificação do poder pela força ou com o pretexto arbitrário da «razão de Estado», a tendência a perpetuar-se no poder, a xenofobia e o racismo, a recusa a cuidar da Terra, a exploração ilimitada dos recursos naturais em razão do lucro imediato, o desprezo daqueles que foram forçados ao exílio. 5. A boa política promove a participação dos jovens e a confiança no outro Quando o exercício do poder político visa apenas salvaguardar os interesses de certos indivíduos privilegiados, o futuro fica comprometido e os jovens podem ser tentados pela desconfiança, por se verem condenados a permanecer à margem da sociedade, sem possibilidades de participar num projeto para o futuro. Pelo contrário, quando a política se traduz, concretamente, no encorajamento dos talentos juvenis e das vocações que requerem a sua realização, a paz propaga-se nas consciências e nos rostos. Torna-se uma confiança dinâmica, que significa «fio-me de ti e creio contigo» na possibilidade de trabalharmos juntos pelo bem comum. Por isso, a política é a favor da paz, se se expressa no reconhecimento dos carismas e capacidades de cada pessoa. «Que há de mais belo que uma mão estendida? Esta foi querida por Deus para dar e receber. Deus não a quis para matar (cf. Gn 4, 1-16) ou fazer sofrer, mas para cuidar e ajudar a viver. Juntamente com o coração e a inteligência, pode, também a mão, tornar-se um instrumento de diálogo».[6] Cada um pode contribuir com a própria pedra para a construção da casa comum. A vida política autêntica, que se funda no direito e num diálogo leal entre os sujeitos, renova-se com a convicção de que cada mulher, cada homem e cada geração encerram em si uma promessa que pode irradiar novas energias relacionais, intelectuais, culturais e espirituais. Uma tal confiança nunca é fácil de viver, porque as relações humanas são complexas. Nestes tempos, em particular, vivemos num clima de desconfiança que está enraizada no medo do outro ou do forasteiro, na ansiedade pela perda das próprias vantagens, e manifesta-se também, infelizmente, a nível político mediante atitudes de fechamento ou nacionalismos que colocam em questão aquela fraternidade de que o

nosso mundo globalizado tanto precisa. Hoje, mais do que nunca, as nossas sociedades necessitam de «artesãos da paz» que possam ser autênticos mensageiros e testemunhas de Deus Pai, que quer o bem e a felicidade da família humana. 6. Não à guerra nem à estratégia do medo Cem anos depois do fim da I Guerra Mundial, ao recordarmos os jovens mortos durante aqueles combates e as populações civis dilaceradas, experimentamos – hoje, ainda mais que ontem – a terrível lição das guerras fratricidas, isto é, que a paz não pode jamais reduzir-se ao mero equilíbrio das forças e do medo. Manter o outro sob ameaça significa reduzi-lo ao estado de objeto e negar a sua dignidade. Por esta razão, reiteramos que a escalada em termos de intimidação, bem como a proliferação descontrolada das armas são contrárias à moral e à busca duma verdadeira concórdia. O terror exercido sobre as pessoas mais vulneráveis contribui para o exílio de populações inteiras à procura duma terra de paz. Não são sustentáveis os discursos políticos que tendem a acusar os migrantes de todos os males e a privar os pobres da esperança. Ao contrário, deve-se reafirmar que a paz se baseia no respeito por toda a pessoa, independentemente da sua história, no respeito pelo direito e o bem comum, pela criação que nos foi confiada e pela riqueza moral transmitida pelas gerações passadas. O nosso pensamento detém-se, ainda e de modo particular, nas crianças que vivem nas zonas atuais de conflito e em todos aqueles que se esforçam por que a sua vida e os seus direitos sejam protegidos. No mundo, uma em cada seis crianças sofre com a violência da guerra ou pelas suas consequências, quando não é requisitada para se tornar, ela própria, soldado ou refém dos grupos armados. O testemunho daqueles que trabalham para defender a dignidade e o respeito das crianças é extremamente precioso para o futuro da humanidade. 7. Um grande projeto de paz Celebra-se, nestes dias, o septuagésimo aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada após a II Guerra Mundial. A este respeito, recordemos a observação do Papa São João XXIII: «Quando numa pessoa surge a consciência dos próprios direitos, nela nascerá forçosamente a consciência do dever: no titular de direitos, o dever de reclamar esses direitos, como expressão da sua dignidade; nos demais, o dever de reconhecer e respeitar tais direitos».[7] Com efeito, a paz é fruto dum grande projeto político, que se baseia na responsabilidade mútua e na interdependência dos seres humanos. Mas é também um desafio que requer ser abraçado dia após dia. A paz é uma conversão do coração e da alma, sendo fácil reconhecer três dimensões indissociáveis desta paz interior e comunitária:a paz consigo mesmo; a paz com o outro e a paz com a criação. A política da paz, que conhece bem as fragilidades humanas e delas se ocupa, pode sempre inspirar-se ao espírito do Magnificat que Maria, Mãe de Cristo Salvador e Rainha da Paz, canta em nome de todos os homens: A «misericórdia [do Todo-Poderoso] estende-se de geração em geração sobre aqueles que O temem. Manifestou o poder do seu braço e dispersou os soberbos. Derrubou os poderosos de seus tronos e exaltou os humildes (...), lembrado da sua misericórdia, como tinha prometido a nossos pais, a Abraão e à sua descendência, para sempre» (Lc 1, 50-55). Vaticano, 8 de dezembro de 2018.


VIGÍLIA DA JUVENTUDE NA JMJ 2019

U

ma verdadeira festa feita de oração, cantos, danças, testemunhos e reflexão: assim foi a vigília que se realizou no Campo São João Paulo II com os jovens participantes da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) do Panamá. O ápice foi a adoração ao Santíssimo, mas o discurso do Papa Francisco foi outro grande momento, que – como sempre – usou a linguagem dos seus interlocutores. O Pontífice se inspirou no testemunho dado momentos antes por alguns jovens para transmitir a sua mensagem, desta vez mariana. “A salvação que o Senhor nos dá é um convite para participar numa história de amor”, disse o Papa e foi assim que Ele surpreendeu Maria. O Pontífice destacou que a jovem de Nazaré não aparecia nas redes sociais, não era uma “influencer” – uma influenciadora digital – mas, sem querer nem procurá-lo, “tornou-Se a mulher que maior influência teve na história”. Influencer de Deus Francisco definiu Maria como a “influencer de Deus”, que com palavras soube dizer “sim”, “confiando no amor e nas promessas de Deus, única força capaz de fazer novas todas as coisas”. A força desse “sim” impressiona, prosseguiu Francisco. Foi o “sim” de quem quer comprometer-se e arriscar. Nesta estrada, o primeiro passo é não ter

aconteceu

em pauta

medo de receber a vida como ela vem, com suas imperfeições e dificuldades. “O amor do Senhor é maior que todas as nossas contradições, fragilidades e mesquinhices, mas é precisamente através das nossas contradições, fragilidades e mesquinhices que Ele quer escrever esta história de amor.” Comunidade Retomando a linguagem juvenil, o Papa recordou que não basta estar conectado o dia inteiro para se sentir reconhecido e amado. Mas é preciso encontrar espaços onde os jovens possam sentir-se parte de uma comunidade. Portanto, o segundo passo é criar elos, laços, família: uma comunidade onde possam se sentir amados. Espaços onde receber raízes e leva-las adiante. “Ser um influencer no século XXI significa ser guardião das raízes, guardião de tudo aquilo que impede a nossa vida de tornar-se ‘gasosa’, evaporando-se no nada. Sejam guardiões de tudo o que permite sentir-nos parte uns dos outros, pertencer-nos mutuamente.” Faça-se em Mim Interagindo com a multidão, Francisco perguntou se os jovens estão dispostos a responder o “sim” Maria, “Faça-se em Mim”: “O Evangelho ensina-nos que o mundo não será melhor por haver menos pessoas doentes, debilitadas, frágeis ou idosas de que ocupar-se, nem por haver menos pecadores, mas será melhor quando forem mais as pessoas que, como estes amigos, estiverem dispostas e tiverem a coragem de dar à luz o amanhã e acreditar na força transformadora do amor de Deus.” Coragem foi a palavra final do Papa: “Não tenham medo de dizer ao Senhor que vocês também querem fazer parte da sua história de amor no mundo.” Fonte: www.cancaonova.com

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Oração Oficial da JMJ 2019 Pai Misericordioso, Tu nos chamas a viver nossa vida como um caminho de salvação. Ajuda-nos a contemplar o passado com gratidão, a assumir o presente com coragem, a construir o futuro com esperança. Senhor Jesus, amigo e irmão, obrigado porque nos olhas com amor; faz que escutemos Tua voz, que ressoa no coração de cada um com a força e a luz do Espírito Santo. Concede-nos a graça de ser Igreja em saída, anunciando com fé viva e com rosto jovem a alegria do Evangelho, para trabalhar na construção da sociedade mais justa e fraterna que sonhamos. Te pedimos pelo Papa e pelos bispos; pelos jovens e por todos os que participarão da próxima Jornada Mundial da Juventude no Panamá e por todos que se preparam para acolhê-los. Santa Maria la Antigua, Padroeira do Panamá, faz que possamos orar e viver com tua mesma generosidade: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” Amém.

Santa Missa marcou envio dos participantes da JMJ 2019 No dia 13 de Janeiro, a Catedral Imaculada Conceição acolheu a Santa Missa de Envio dos fiéis diocesanos participantes da Jornada Mundial da Juventude 2019. Seguindo o calendário da Santa Igreja, foi rezada a liturgia solene do Batismo do Senhor, com presidência do Bispo Diocesano, Dom Edmilson Caetano e participação dos Padres Antônio Bosco (Vigário Geral e Pároco da Catedral) e Fabrício Bezerra (Pároco de São Roque – CECAP). Além de participarem do santo sacrifício, os participantes da JMJ receberam a benção de envio do Bispo e manifestaram a alegria em presenciar este encontro tão importante para a vida da Igreja, sobretudo no que tange a juventude. A Jornada Mundial da Juventude 2019 (JMJ), aconteceu entre 22 e 27 de Janeiro, na Cidade do Panamá, Panamá, América Central e contou com a presença do Papa Francisco. Seu lema “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra”, retirado do Evangelho de São Lucas.

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ACONTECEU

diocese ganha seis novos presbíteros “CONFIGURADOS AO CRISTO, SUMO E ETERNO SACERDOTE”

Padres: Marcos Alves, Jonas Barbosa e Tiago Ferraz Padres: Ítalo Sá, Fernando Gonçalves e Alex Aparecido

N

o dia primeiro de dezembro de 2018 às 10h, em Santa Missa, realizada na Paróquia Nossa Senhora de Fátima – Tranquilidade, foram ordenados presbíteros, os diáconos: Alex Aparecido de Passos, Ítalo Sá de Sousa e Fernando Gonçalves. No dia quinze de dezembro de 2018 às 10h, em Santa Missa, realizada no Santuário São Judas Tadeu (Torre Tibagy), foram ordenados presbíteros, os diáconos: Marcos Alves, Tiago Ferraz e Jonas Barbosa. A liturgia solene foi presidida por Dom Edmilson Amador Caetano, bispo diocesano e contou com a presença de inúmeros sacerdotes, diáconos, religiosos e religiosas, seminaristas, leigos e leigas. Após a apresentação dos eleitos, o pedido de ordenação, a homilia, o propósito dos eleitos, inclusive a promessa de obediência ao bispo e seus sucessores; a invocação de todos os Santos e Santas, o Bispo realizou a imposição das mãos e prece de ordenação, seguida da unção das mãos dos novos presbíteros, configurando a matéria e a forma do Sacramento da Ordem. Recebendo, a casula e a estola, revestiram-se plenamente do ministério sacerdotal, após o abraço de acolhida do bispo e membros do clero, ocuparam os lugares designados a direita e esquerda do bispo e participaram da liturgia eucarística. Os neo-sacerdotes seguida a oração pós-comunhão, proferiram o discurso de agradecimento a Deus, pelo dom da vocação sacerdotal, ao bispo e ao presbitério pela acolhida, a equipe de formação presbiteral, aos seminaristas companheiros de caminhada, aos padres e povo das paróquias por onde realizaram os estágios pasto-

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rais, aos familiares e aos organizadores deste momento sublime. Como é de costume, antes da benção final, dom Edmilson, anunciou onde os neo-sacerdotes irão exercer as primícias do ministério sacerdotal e convidou cada pároco para o abraço de acolhida em nome dos fiéis de cada paróquia: - Padre Alex Aparecido de Passos, exerce seu ministério como vigário na Paróquia Santa Cruz e N.Sra Aparecida (Presidente Dutra). - Padre Ítalo Sá, exerce o ministério como vigário na Catedral Imaculada Conceição. - Padre Fernando Gonçalves, exerce o ministério como vigário na Paróquia Santa Mena. - Padre Marcos Alves, exerce seu ministério como vigário na da Paróquia São João Batista (Jardim Adriana) e responsável pela Área Pastoral São Paulo Apóstolo. - Padre Tiago Ferraz, exerce o ministério como vigário na Paróquia Sagrada Família (Jardim Paraíso). -Padre Jonas Barbosa, exerce o ministério como vigário da Paróquia São José (Jardim Paulista). Após a benção final, os neo-sacerdotes receberam uma calorosa salva de palmas e permaneceram na Igreja para receberem os cumprimentos de amigos e familiares.

“Ouviu-nos, Senhor, nosso Deus, e derramai sobre estes vossos servos a benção do Espírito Santo e a força da graça sacerdotal, a fim de que acompanheis com a riqueza de vossos dons os que apresentamos à vossa solicitude para serem consagrados”.


ACONTECEU 1ª missa pe. fernando - 01/12

11 No dia 01 de Dezembro, aconteceu a Primeira Missa do neo-sacerdote Fernando Gonçalves. A Santa Missa foi realizada na Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora do Carmo – Taboão e contou com a presença dos Padre Pelegrino Rosa Neto (Pároco Local), Cléber Leandro e Francisco Veloso (Reitores do Seminário Diocesano Imaculada Conceição), Luiz Brito (Sagrado Coração de Jesus – Santos Dumont), Thiago Ramos (Santa Mena), Gilberto Mattos (Vigário do Taboão) e dos neo sacerdotes Ítalo Sá e Alex Passos, além dos Diáconos Jonas, Tiago e Marcos Alves, vários seminaristas e inúmeros fiéis. A homilia foi realizada pelo Bispo Diocesano, Dom Edmilson Caetano e ao final da Santa Missa, Padre Fernando ganhou presente e o carinho de sua comunidade de origem. Fernando exercerá seu ministério na Paróquia Santa Mena, como Vigário Paroquial.

No dia 02 de Dezembro, a Paróquia de São Francisco de Assis do Parque Uirapuru teve a honra de acolher o menino que cresceu aos pés do humilde Francisco, e agora voltava à sua casa, padre, in persona Christi, para celebrar sua Primeira Santa Missa, o primeiro filho sacerdote desta comunidade: Padre Ítalo Sá.

1ª missa pe. ítalo sá - 02/12

A Santa Missa foi marcada pela emoção de todos os presentes, familiares e amigos, onde todos puderam acompanhar a consagração de seu ministério a Virgem de Aparecida, e especialmente ver aquele filho, agora pai espiritual, consagrando Cristo Jesus, aquele que repetia as palavras da Última Ceia pela primeira vez de uma maneira diferente, pois ali se repetia o Santo Sacrifício, e suas mãos entregavam a sua comunidade o mesmo Jesus que um dia o acolheu nos braços, e o fez enfrentar as dificuldades da vida, amadurecer tão cedo, e ser o fio condutor de uma família numerosa, família que agora ele tinha plena consciência que era muito maior.

1ª missa pe. alex aparecido - 02/12

No dia 2 de Dezembro, o neo sacerdote Alex Aparecido de Passos retornou à Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Jardim América, para sua primeira missa. Primeiro paroquiano a se tornar padre, Alex presidiu a Santa missa que contou com a presença dos Padres José Ayllson (Pároco Local), Fernando Gonçalves e Ítalo Sá, irmãos de ordenação de Alex e vigários das Paróquias Santa Mena e Imaculada Conceição respectivamente. Também se fizeram presentes os Diáconos Jonas Barbosa e Marcos Alves, que serão ordenados no dia 15 de Dezembro, bem como vários seminaristas e inúmeros fiéis. Após a acolhida do pároco local, Pe. Alex rezou a liturgia do primeiro domingo do Advento. A homilia foi proferida pelo Diácono Jonas e ao final da solene liturgia, o filho ilustre recebeu presentes e o carinho da comunidade de origem. Ordenado no dia 01 de Dezembro, Alex Aparecido tem 36 anos e exercerá seu ministério na Paróquia Santa Cruz e Nossa Senhora Aparecida (Presidente Dutra).

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12 1ª missa pe. jonas barbosa - 15/12

O neo-sacerdote Marcos Alves da Silva retornou, no dia 16 de Dezembro, à sua igreja de origem, a Capela Santa Luzia (Parque Jandaia), para sua primeira missa. A capela, pertencente à Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Normandia) acolheu, com grande alegria, o filho ilustre para este momento marcante na vida de Pe. Marcos e sua família. A Santa Missa contou com a presença do Pároco Local, Pe. Cássio Fernando e dos Padres Luiz Brito (Sagrado Coração de Jesus -Santos Dumont), Gilberto (Santa Cruz – Taboão) , Valdocir (Nossa Senhora Aparecida – Cocaia) e dos irmãos de ordenação Fernando (Santa Mena), Alex (Santa Cruz – Pres. Dutra), Tiago (Sagrada Família – Paraíso), Jonas (São José) e Ítalo (Catedral), além de seminaristas e inúmeros fiéis. A homilia, como é tradicional da primeira missa de um novo sacerdote, foi realizada por um padre convidado, ficando a cargo de Pe. Luiz Brito. Após a cerimônia, Pe. Marcos recebeu os cumprimentos e o carinho dos amigos e fiéis de Santa Luzia.

1ª missa pe. tiago ferraz - 16/12

ACONTECEU

A Paróquia São Vicente de Paulo (Soberana) se reuniu, no dia 15 de Dezembro, para acolher a primeira missa do Rev.mo Pe. Jonas Barbosa. A cerimônia foi realizada na Igreja Matriz da Paróquia e contou com a presença do Pároco Local, Pe. Aparecido Gonçalves e dos Padres Antônio Carlos Frizzo e Paulo Leandro (Santa Rita – Cumbica), Weber Galvani (São José), Vinicius Sampaio, Johnny Bernardo (Área Pastoral Nossa Senhora Aparecida – Inocoop), Rodrigo Lovatel (São Francisco – Uirapuru), Hechilly Timóteo (Nossa Senhora de Guadalupe), Fábio Herculano, Francisco Veloso (Reitor do Seminário Imaculada Conceição) e dos irmãos de ordenação Marcos Alves (Área Pastoral São Paulo Apóstolo), Alex (Santa Cruz – Presidente Dutra), Ítalo (Catedral), Tiago (Sagrada Família – Paraíso) e Fernando (Santa Mena), além de seminaristas e muitos fiéis. A homilia, referente à liturgia do 3º Domingo do Advento e como de costume na primeira missa de um néo-sacerdote, foi realizada por um padre convidado, ficando a cargo do Pe. Dr. Antônio Carlos Frizzo, com quem Jonas trabalhou na Paróquia São José. Após a Santa Missa, Jonas recebeu o carinho e os cumprimentos dos fiéis de São Vicentes, alegres em ver o filho ilustre como sacerdote.

1ª missa pe. marcos alves - 16/12

O néo-sacerdote Tiago Ferraz Leite, retornou, no dia 16 de Dezembro, à Paróquia Nossa Senhora Aparecida (Vila Galvão), para um momento muito especial. Origem do novo padre, a paróquia acolheu a primeira missa de Tiago, com muita emoção. Rezando a liturgia do 3º domingo do Advento, também conhecido como Domingo da Alegria, Tiago foi acompanhado pelo Pároco Local, Pe. José Carlos Galvão (Téo), pelos Padres Antônio Zafani, Edson Roberto (Reitor do Seminário Propedêutico Santo Antônio) e pelos irmãos de ordenação Alex (Santa Cruz – Pres. Dutra), Jonas (São José), Marcos Alves (São Paulo Apóstolo) e Ítalo (Catedral), além de seminaristas e inúmeros fiéis. A homilia, realizada na primeira missa por um padre convidado, foi conduzida por Pe. Edson Roberto. Após a Santa Missa, Tiago recebeu os cumprimentos e o carinho dos irmãos e irmãs de comunidade e caminhada.

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ACONTECEU Irmãs Operárias da Santa Casa de Nazaré renovam votos

N

a manhã de 30 de dezembro, onde a igreja celebra a festa da Sagrada Família, estiveram presentes na paróquia Sagrado Coração

13 de Jesus – Stos Dumont da Diocese de Guarulhos, para renovação dos Votos de, Castidade, Pobreza e Obediência as Irmãs Operarias da Casa de Nazaré, Santa Missa presidida pelo Padre Luiz Carlos de Brito. Em sua homilia o padre exortou sobre a necessidade da família se unir mais, que eduquemos nossos filhos para que tornemos uma sociedade melhor. “Missão das nossas famílias, a partir do exemplo e testemunho da Sagrada Família de Nazaré Jesus, Maria e José, todos nós hoje devemos olhar diante de Deus e perceber aquilo que ainda devemos melhorar, crescer na nossa relação como família pois a família é célula de toda sociedade”. Logo após a Irmã Janaina Costa de Almeida da Comunidade de Guarulhos, realiza a renovação dos seus votos temporários diante de 2 testemunhas e da assembleia que se fez presente neste dia tão especial. Logo após a comunhão as irmãs Clara, Adela e Adriana, da Comunidade de Guarulhos, as Irmãs Serafina, Jeane, Sylvie e Denise, Da Comunidade de Barueri e Irmã Maria Ozélia da Comunidade Naviraí, fizeram seus votos Devocionais. Paróquia Sagrado Coração de Jesus – Stos. Dumont

ordenação diaconal - Teatinos ganham dois novos diáconos

vamente, além de inúmeros padres membros da ordem, padres do clero guarulhense, diáconos, religiosos e religiosas, amigos e muitos fieis. Após o juramento e profissão de fé, os eleitos foram apresentados, prometeram obediência e receberam os paramentos (Dalmática e Estola Transversal) e o Livro dos Evangelhos, sinais do ministério diaconal. Em seguida, os neo diáconos participaram da preparação das oblatas e da liturgia solene. Ao final da missa, proferiram seus agradecimentos e receberam suas designações e a benção de envio. Padre Túlio, responsável pela Província Paulo VI, onde se encontram os novos diáconos e os padres teatinos no Brasil, manifestou sua alegria pelos preparativos e realização da ordenação. Também enviou o Diácono Carlos para a Arquidiocese de Sorocaba, para exercer seu ministério nas Paróquias São Lucas e Nossa Senhora Aparecida e o Diácono Lucas, para a Paróquia São Geraldo e o Seminário São Caetano, ambos na Diocese de Guarulhos.

A

Ordem dos Clérigos Regulares festejou, no dia 12 de Janeiro, a Ordenação de dois novos diáconos. Pela imposição das mãos e oração consecratoria de Dom Edmilson Amador Caetano, Bispo Diocesano de Guarulhos, receberam, o primeiro grau do sacramento da ordem, os Irmãos Lucas Antônio Gobbo Custódio e Carlos Eduardo Garcia Pedroso. A Santa Missa Solene foi realizada na Paróquia São Geraldo – Ponte Grande e contou com a presença de Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo de Sorocaba, dos Padres Salvador Rodea e Túlio César Caetano, Prepósitos Geral e Provincial da Ordem Teatina, respecti-

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calendário

14

fevereiro - 2019

1

22h - 05h

RCC- Diocesano

Vigília Diocesana

Catedral N. Sra da Conceição

12

19h30 - 22h

Campanha da Fraternidade

Abertura CF - Forania Fátima I

Sagrado Coração Normandia

1

08h

Cúria Diocesana

Missa com Funcionários da Cúria

Capela da Cúria

12 a 15

19h30

Pastoral da Catequese

Forania Bonsucesso

1

09h - 12h

Pastoral Carcerária

Reuniao da Executiva da PCr

CDP - Sala Pe. Geraldo Mauzerol

Formação para a Catequese com Adultos

13

09h30

CP

2º Terço dos Homens Virtual

Reunião Geral do Clero

Seminário Diocesano - Lavras

Paroquias

14

19h30 - 22h

Campanha da Fraternidade

Abertura CF - Forania Fátima II

Santa Rita Cassia Jd. Cumbica

15 16

Dia todo

Terço dos Homens

XI Romaria Nacional do Terço dos Homens

Aparecida do Norte

Caminho Neocatecumenal

Início do Curso 7ª a 10ª Comunidade

A definir

2

18h

Terço dos Homens

2

RCC- Pregação

Noite Carismática

A definir Catedral N. Sra da Conceição

2

14h30

Pastoral do Menor

Reunião Diocesana da Past. Menor

2

14h30 - 17h30

Campanha da Fraternidade

Abertura CF - Forania Bonsucesso

Santo Alberto Magno

2

15h

PASCOM - Pastoral da Comunicação

Reunião Diocesana da PASCOM

CDP - Sala Pe. Lino

2

14h30

Pastoral da Catequese

Reunião Equipe Diocesana da Catequese

2

13h30 - 18h

ECC - Encontro Casais com Cristo SAV - PV

2

2 3

10h

10h 13h - 17h

16

15h - 18h

Pastoral Afro

1ª Formação Inicial Pastoral

A definir

São Francisco de Assis - Uirapuru

16

15h - 17h30

Campanha da Fraternidade

Abertura CF - Forania Rosário

Sta Rita de Cássia Palmira

Formação Dirigentes 2ª Etapa

N. Sra Lourdes Itapegica

16

08h - 16h

COMIDI / IAM / JM

Retiro COMIDI e Convidados

Seminário Diocesano - Lavras

Abertura do Ano Início dos Trabalhos

Sta Cruz e N. Sra Aparecida - Pres. Dutra

16

06h30 - 18h

ECC - Encontro Casais com Cristo

Formação Dirigentes 1ª Etapa - 1ª Parte

CDP - Centro Diocesano - Todo

08h - 17h

RCC - MJ

FESTA DA APRESENTAÇÃO DO SENHOR - DIA DA VIDA CONSAGRADA - MISSA

Formação Afetividade e Sexualidade

Santa Mena

Sta Cruz e N. Sra Aparecida - Pres. Dutra

16 17

Pastoral Familiar

Formação de Agentes da Pastoral Familiar

Santo Alberto Magno

3

13h - 17h

Pastoral Familiar

Formação de Agentes da Pastoral Familiar

Santa Rita de Cássia - Jd. Cumbica

4a8

Seminário Diocesano

Retiro Anual dos Seminaristas

A definir

Pastoral da Catequese

Formação para a Catequese com Adultos

Forania Rosário

5a8

19h30

15 a 17

17

Terço dos Homens

Kairós

Canção Nova

18

20h

Forania Imaculada - CFP

Conselho Forâneo de Pastoral

Forania

18

19h - 22h

Comissão Liturgia

Música Liturgica

CDP Cúria Diocesana

19

9h30

Economato

Conselho Administrativo

19

20h

Forania Bonsucesso - CFP

Conselho Forâneo de Pastoral

Forania

Pastoral da Catequese

Formação para a Catequese com Adultos

Forania Fátima

19 a 21

19h30

20

20h

Forania Fátima - CFP

Conselho Forâneo de Pastoral

S.Francisco - Nações

21

09h30

PPI - Pastoral da Pessoa Idosa

Reunião dos Agentes

Sede da PPI

6

09h30

CODIPA

Reunião da Coordenação

Cúria Diocesana

Forania Aparecida - CFP

Conselho Forâneo de Pastoral

Forania

Campanha da Fraternidade

Sto Antônio Mª Claret - Jd. Munhoz

20h

19h30 - 22h

Abertura da CF Forania Imaculada

21

7

22

09h30

Comissão de Liturgia

Reunião da Comissão

Cúria Diocesana

7

09h30

CP

Conselho Presbíteros

Cúria Diocesana

22

8

19h30 - 22h

Pastorais Sociais

Aula Inaugural

CDP - Centro Diocesano - Salão

22

20h

Forania Rosário - CFP

9

14h - 17h

CODIPA (Conselho Diocesano de Pastoral

Reunião Coord. e Assessores Pastorais

CDP - Centro Diocesano - Salão

22 a 24

Integral

PJ - Pastoral da Juventude

9

15h - 18h

Pastoral Carcerária

Formação para novos Agentes da PCr

Catedral N. Sra da Conceição

23

9

14h30

COMIDI / IAM / JM

Reunião Assessores da IAM

Catedral N. Sra da Conceição

23

15h -

9

09h

Seminário Diocesano

Missa dos Amigos do Seminário

Seminário Diocesano - Lavras

23

9

08h30 - 12h

Pastoral da Catequese

Encontro Diocesano de Catequese

CDP - Centro Diocesano - Salão

9

05h

Pastoral da Saúde

Romaria Nacional

Aparecida do Norte

10 10 10

13h - 17h 13h - 17h 08h - 17h

Conselho Forâneo de Pastoral

São José

Acampamento Diocesano Espiritualidade para oficiais de Conselho

Sítio - Nazaré Paulista

Campanha da Fraternidade

Abertura CF – Forania Aparecida

CDP - Centro Diocesano - Salão

15h - 17h

Pastoral do Batismo

Reunião Equipe Diocesana do Batismo

CDP - Sala Pe. Lino

23

15h - 17h

Pastoral da Sobriedade

Reunião Diocesana Ordinária

CDP - Sala Pe. Tito

Legião de Maria

A definir

23

09h

CEB’S

Reunião da Equipe

N. Sra Fátima - Vila Fátima

23 e 24

08h

PPI - Pastoral da Pessoa Idosa

Formação - Facilitadores

Sede da PPI

24

Forania Bonsucesso

Retiro de Coordenadores de Capelas

A definir

24

12h - 18h

Pastoral Carcerária

Tarde de Espiritualidade Quaresmal

Seminário Diocesano - Lavras

24

COMIDI / IAM / JM

Retiro Diocesano da Juventude Missionária

Santo Antônio Pimentas

Pastoral do Menor

Proj. Estendendo a mão

Porta das Unidades

Encontro para as Famílias

A definir

Pastoral Familiar

Formação de Agentes da Pastoral Familiar

Nossa Sra Fátima Vila Fátima

Pastoral Familiar

Formação de Agentes da Pastoral Familiar

São Francisco de Assis - Gopoúva

RCC - MOCL

Formação para Servos MOCL

São Francisco Xavier CDP - Centro Diocesano - Salão

24

A definir

24

08h - 12h

RCC - Famílias

25

19h - 22h

Comissão Liturgia

Música Liturgica

CDP

Forania Fátima

Reunião da Forania com os Padres

São Francisco de Assis - Nações

Forania Rosário

Almoço dos Padres da Forania

Santa Rosa de Lima

CDAE

Assuntos Econômicos

Cúria Diocesana

10

08h - 17h

RCC – Intercessão

Avivamento para Intercessores

10

08h - 12h

RCC - Pregação

Formação para Pregadores

11

CATEDRA DE SÃO PEDRO - APÓSTOLO

CRIAÇÃO DA DIOCESE -1981 / NOSSA SENHORA DE LOURDES

11

20h - 21h30

Pastorais Sociais

Reunião Coord. e Assessores Past. Sociais

11

20h - 22h

CNLB - Conselho Nac. Leigos

Reunião Ordinária Presidência CNLB

A definir

27

11

19h - 22h

Comissão Liturgia

Música Liturgica

CDP

28

FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019

Elisabeth Bruyere

27

09h30 - 12h

09h30


Vai acontecer

15

padres Aniversariantes Acesse nossa fan page no facebook e fique por dentro de tudo que acontece em nossa Diocese

JANEIRO

Nascimento 09 (1976) Pe. Carlos Vicente de Lima 17 (1967) Pe. Antonio Bosco da Silva 18 (1975) Pe. Paulo Leandro da Silva 19 (1990) Pe. Leonardo Henrique da Silva 21 (1986) Pe. Hechilly de Brito Timoteo 30 (1990) Pe. Renan de Araújo Nunes Nascimento 09 (1987) Pe. 10 (1986) Pe. 13 (1971) Pe. 17 (1983) Pe. 19 (1982) Pe. 22 (1980) Pe. 23 (1956) Pe.

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FEVEREIRO Pedro Nacélio S. dos Santos Marcos Alves da Silva João Batista Dutra Rodrigo Gomes Burim Cleber Leandro de Oliveira Welson Oliveira Nogueira Gildarte Abílio Costa

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Ordenação 06 (2011) Pe. Salvador M. Rodrigues de Brito 06 (2011) Pe. Cristiano Aparecido de Sousa 07 (1987) Pe. Lauro Luiz Vizioli 07 (1999) Pe. Paulo Afonso Alves Sobrinho 12 (2011) Pe. Gilberto Pereira de Mattos 20 (1993) Pe. Antonio Bosco da Silva 20 (1993) Pe. José Carlos Galvão Lemos

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FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019


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Comunicados

pastoral do Dízimo

COLETA DA CAMPANHA PARA EVANGELIZAÇÃO - DEZEMBRO 2018 PARÓQUIAS

VALOR

N. SRA. DE FÁTIMA - VL. FÁTIMA

R$

N. SRA. .APARECIDA - COCAIA

R$ 6.035,00

SÃO JOÃO BATISTA

R$ 5.827,15

SÃO VICENTE DE PAULO

R$ 5.800,00

STA. RITA DE CÁSSIA – JD. CUMBICA

R$ 5.188,40

STA. CRUZ – N. SRA. APARECIDA - JD. P.DUTRA

R$ 4.551,35

N. SRA. DE BONSUCESSO

R$ 4.144,50

SANTO ALBERTO MAGNO

R$ 4.103,35

STO. ANTONIO - PQ. STO. ANTONIO

R$ 3.680,00

N. SRA. DA CONCEIÇÃO - CATEDRAL

R$ 3.528,00

S. FRANCISCO DE ASSIS - GOPOUVA

R$ 3.190,00

N. SRA. ROSÁRIO - VL. ROSALIA

R$ 3.180,10

STA.TEREZINHA - CUMBICA

R$ 2.947,35

STO. ANTONIO - PIMENTAS

R$ 2.800,00

SANTA MENA

R$ 2.600,00

SÃO JOSÉ - JD. PAULISTA

R$ 2.393,00

SÃO JUDAS TADEU - T. TIBAGI

R$ 2.367,70

STA. CRUZ - TABOÃO

R$ 2.250,20

STO. ANTONIO - GOPOUVA

R$ 2.223,00

STO. ANTONIO - VL. AUGUSTA

R$ 1.974,50

S. JUDAS TADEU – JD. ALICE

R$ 1.880,00

SAGRADA FAMILIA - JD. CARMELA

R$ 1.675,10

SANTA LUZIA – PQ. ALVORADA

R$ 1.610,00

SÃO PEDRO APOSTOLO

R$ 1.587,00

S. FRANCISCO DE ASSIS - PQ. UIRAPURU

R$ 1.550,00

STA. RITA DE CÁSSIA - JD. PALMIRA

R$ 1.400,00

SAG. CORAÇÃO DE JESUS - JD. NORMANDIA

R$ 1.400,00

SANTA LUZIA – PQ. MIKAIL

R$ 1.318,70

N. SRA. DE FATIMA - JD. ARACILIA

R$ 1.270,15

N. SRA. DO LORETO

R$ 1.266,75

SÃO ROQUE - CECAP

R$ 1.229,00

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS - S. DUMONT

R$ 1.155,00

SAGRADA FAMILIA - JD. PARAISO

R$ 1.130,00

N. SRA. LOURDES - ITAPEGICA

R$ 1.107,00

N. SRA. DE FATIMA - JD. TRANQUILIDADE

R$ 1.098,10

S. FRANCISCO DE ASSIS - PQ. NAÇÕES

R$ 1.052,00

SÃO GERALDO

R$ 1.010,90

N. SRA. APARECIDA - JD. AMERICA

R$ 950,00

SANTA ROSA DE LIMA

R$ 800,00

STO. ANTONIO MARIA CLARET

R$ 757,70

N. SRA. DE GUADALUPE

R$ 748,70

N. SRA. APARECIDA - JD. VL. GALVÃO

R$ 658,00

CAPELANIA STELLA MARIS

R$ 547,00

TOTAL

R$

FOLHA DIOCESANA DE GUARULHOS - fevereiro 2019

10.468,55

106.453,25

SOmos Promotores da paz coração e da alma, sendo fácil recoQueridos irmãos, a Paz do Senhor nhecer três dimensões indissociáveis esteja sempre convosco! A chegada de um novo ano traz con- desta paz interior e comunitária: a paz sigo a esperança de um mundo me- consigo mesmo, rejeitando a intransilhor, mais justo e fraterno, solidário, gência, a ira e a impaciência e – como pacífico e amoroso. Somos convida- aconselhava São Francisco de Sales – dos a renovar a nossa fé e impulsionar cultivando «um pouco de doçura para nossa esperança na firme possibilida- consigo mesmo», a fim de oferecer de de dias melhores, a abrir o coração «um pouco de doçura aos outros»; a para sermos protagonistas da paz! paz com o outro: o familiar, o amigo, Sabemos que os corações anseiam o estrangeiro, o pobre, o atribulado…, tendo a ousadia do encontro, para pela paz! O início de um novo ano nos enche ouvir a mensagem que traz consigo; de esperança em acreditar que tudo a paz com a criação, descobrindo a será novo. E isto é possível se nos- grandeza do dom de Deus e a parte sas práticas se renovarem, se olhar- de responsabilidade que compete a mos para o que não foi tão bom e nos cada um de nós, como habitante desesforçarmos para fazer diferente. Eis te mundo, cidadão e ator do futuro.” A boa política está a serviço da paz, nossa missão: empenharmo-nos em afirma o Papa Francisco. Recordando fazer o bem! Somos convocados à cultura da paz: suas palavras, roguemos a Deus pe“Felizes os que promovem a paz, por- los homens e mulheres que assumique serão chamados filhos de Deus” ram novos cargos no executivo e no (Mt 5,9). É feliz àquele que constrói a legislativo, para que respeitem e propaz, nos afirma Jesus. Eis a nossa ta- movam os direitos humanos fundarefa como cristãos: sermos promoto- mentais e se empenhem na promoção res da paz, da civilização do amor. So- da justiça social. Que a Paz de Cristo habite em nosmos convidados a olhar para o futuro com esperança, mesmo diante de um sos corações e nos faça capazes de cenário desolador, afinal “a esperan- gerar vida e paz na vida de nossos irça convida-nos a reconhecer que há mãos. Acolhamos a paz que vem do sempre uma saída, sempre podemos Senhor: “Deixo-vos a paz, minha paz fazer alguma coisa para resolver os vos dou, não a dou como o mundo dá. Não se perturbe nem se intimide o problemas” (LS 61). O Papa Francisco em sua mensagem vosso coração” (Jo 14,27) e sejamos mundial da paz deste ano cita uma promotores e instrumentos de Sua bela reflexão sobre a importância da Paz. Eis a nossa responsabilidade de paz: “Com efeito, a paz é fruto dum filhos da Igreja: se configurar na misgrande projeto político, que se baseia são continuadora da missão do Filho: na responsabilidade mútua e na in- sermos protagonistas da paz. terdependência dos seres humanos. Mas é também um desafio que PADRE ÍTALO SÁ requer ser abraçado dia após Assessor Diocesano da Pastoral do Dízimo dia. A paz é uma conversão do

CORREIOS IMPRESSO ESPECIAL 7220993744 - DR/SPM MITRA DIOCESANA


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