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Diocesano Informa | Outubro e Novembro 2019

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Entrevista com contador de história Gustavo Braga Pág. 04

Revisão descontraída nas semanas antes do Enem Pág. 07

MOSSORÓ - outubro/novembro de 2019 | Ano XXVII | Nº 112 www.diocesanosantaluzia.com.br | cdslmossoro @diocesanosantaluzia | cdslmossoro Guilherme Ricarte

SER DIOCESANO Através de um espetáculo brilhantemente protagonizado pelo Grupo Diocecena, Coral Santa Luzia, estudantes, professores e as famílias, o Colégio Diocesano Santa Luzia apresentou a sua campanha de matrículas para 2020. Os projetos e conquistas da escola foram evidenciados a partir das expressões artísticas, no palco do Teatro Dix-huit Rosado. O objetivo é mostrar que, comprometidos com formação integral, a sensibilidade artística, a aprendizagem lúdica, a responsabilidade ética e humana com o outro é possível transcender e chegar muito além. PÁGINA 06


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Mossoró, outubro/novembro de 2019

Editorial É

ARTIGO

Pe. Charles Lamartine - direcao@cdsl.com.br

um momento encantador ver os alunos e as famílias contando, através da arte, tudo aquilo que vivemos no dia a dia da escola. Lançamos a nossa campanha de matrículas para 2020 mais uma vez com um lindo espetáculo de encher não só os olhos mas também a alma de uma energia que nos enriquece muito. São merecidos todos os agradecimentos para as minhas queridas Roberta Schumara e Ionete Maressa que, conduzindo respectivamente o Grupo Diocecena e o Coral Santa Luzia, abraçaram com a gente esse desafio. E este é o assunto que estampa a nossa capa desta edição do Diocesano Informa, destacando os projetos e as conquistas da escola como uma base sólida para as nossas crianças e jovens. Afinal, quem aqui já esteve sabe que ‘Ser Diocesano é ir além’. Outros tantos assuntos estão em nosso jornal, como por exem-

plo, a rotina dos jovens que estão em ano de Enem. Nas semanas que antecedem as provas, chega o momento de se concentrar nas revisões e de suavizar as tensões. Por isso, pensamos em uma programação que ofereça a eles o conteúdo de maneira descontraída. Tenho certeza de que as turmas desse ano nos darão também muito orgulho. Destaco aqui também o Fest Criança. Brincar é essencial para o desenvolvimento e envolver os meninos e meninas da Unifam e Fundamental Anos Iniciais em atividades que lhes garantam esse direito é um compromisso que fazemos questão de cumprir como educadores. A infância é o que conduz toda a sequência da nossa vida. E assim apresento para vocês mais uma edição do Diocesano Informa. Estamos na reta final do ano letivo, então, vejo vocês com muitas novidades em 2020. Até lá! Guilherme Ricarte

ILUSTRAÇÃO

Jorge Guaraná - jorge@canariocomunicacao.com

Enem: ambiente de véspera também é decisivo Mayccon Costa - psicólogo educacional

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adolescência é uma etapa da vida que se caracteriza por transformações específicas nas dimensões biológica, psicológica e social. Em seu processo de desenvolvimento, sobre o jovem recaem responsabilidades e expectativas da ordem social que incidem sobre suas atitudes, demandando dele assumir postura e tomar decisões significativas nesse momento sensível de suas vidas. Tais exigências não são necessariamente negativas, ao contrário, constituem um laboratório para a vida, cujos desafios são desconhecidos, porém reais. Uma significativa etapa da vida do adolescente na sociedade brasileira é a preparação e realização do Exame Nacional do Ensino Médio, que esse ano será nos dias 3 e 10 de novembro. O Enem representa o final de uma longa e exaustiva formação, que busca avaliar competências e habilidades construídas ao longo da vida escolar do jovem. Na medida em que se aproxima a data da prova, é comum o surgimento de emoções e sentimentos que podem prejudicar o desempenho, como medos, inseguranças, desmotivação e ansiedades. Essas manifestações, apesar de comuns, podem ser trabalhadas por meio de estratégias escolares e familiares, com o objetivo de proporcionar segurança e tranquilidade nos dois dias de prova. A família, em parceria com a escola, precisa criar junto ao estudante um ambiente colaborativo e acolhedor. É preciso entender que a formação acadêmica não se restringe apenas a este ano, mas fora realizada ao longo de processo formativo da vida escolar. Desta forma, estimular a confiança e a tranquilidade pode ser um caminho interessante, permitindo que o adolescente perceba que ele está pronto para o Exame, com a bagagem acadêmica que construiu até este momento. A rotina nos dias que antecedem as provas requer atenção especial. A intensificação do ritmo e quantidade de estudos podem causar a exaustão e o esgotamento mental. O Enem é um instrumento avaliativo extenso, divido em dois finais de semana, e que exige do jovem disposição física e mental para enfrentar o processo que, em si, já tende a ser cansativo. Desta forma, o recomendado é o investimento em atividades de revisão e treino, fortalecendo aquilo que já foi previamente aprendido por meio da resolução de questões e simulados, possibilitando a consolidação das competências e ha-

bilidades formadas pelo trabalho pedagógico dos professores. A família pode ainda proporcionar um ambiente tranquilo e acolhedor, escutando as angústias, medos e fantasias dos filhos, estimulando a confiança e a segurança por meio do diálogo. É inevitável que, nesse período de conclusão do ensino médio, recaia sobre o jovem a responsabilidade pela escolha profissional, aumentando a possibilidade do surgimento de tensões quanto a escolha e sucesso na carreira, principalmente quando o jovem não se sente maduro e seguro quanto a esta decisão. O interessante nesse processo é construir o entendimento do sentido desta escolha, levando o estudante a entender os reais motivos destas opções e avaliar quais as melhores delas, respeitando a subjetividade do aluno. Para tanto, o Colégio Diocesano Santa Luzia, em parceria com a Faculdade Católica do RN, tem ofertado um processo de orientação profissional, cujos resultados serão entregues antes da realização do Enem, para que o jovem possa dialogar com sua família sobre sua escolha. O dia anterior à prova pode ser uma excelente oportunidade para construir uma rotina e ambiente acolhedor. Este dia, que tende a ser marcado pela ansiedade da véspera, pode ser preenchido com atividades que proporcionem descontração, relaxamento e autoconfiança, com momentos compartilhados com pessoas significativas para o estudante, como família e amigos. Não é recomendado estudar neste dia, o importante e se preparar física e emocionalmente para o que vem no dia seguinte, pois academicamente já houve tempo para isso. Em síntese, precisamos aprender a viver uma etapa de cada vez. Nestes dias, estamos vivendo o processo de preparação, cuja atenção deve estar dedicada a este momento. Nos dias do Enem, o foco precisa estar na prova, não é ainda o momento de pensar no resultado, pois ele será consequência das etapas anteriores, que precisam ser vivenciadas da melhor maneira possível para a construção do resultado desejado. Apesar de importante, o Enem é apenas mais uma etapa desafiadora na vida do jovem, diante de tantas outras que virão. Nosso compromisso (família e escola) é formar e preparar para a vida por meio de laços afetivos que fortalecem as dimensões biopsicossociais do sujeito.

Expediente Pe. Charles Lamartine Direção

Guilherme Ricarte e Pedro Ítalo Edição e Textos

Rosilene Ramos Produção

Canário Comunicação e Emmanoel Linhares

Projeto Gráfico e Diagramação

Unigráfica Impressão


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Fotos: Guilherme Ricarte

OBA rendeu cinco medalhas para a escola: 2 ouros, 1 prata e 2 bronzes

Dois ouros na OBR deram ao Colégio Diocesano o pentacampeonato

RESULTADOS

Colégio Diocesano soma conquistas em olimpíadas

EM SEIS COMPETIÇÕES DE CONHECIMENTO, A ESCOLA CONSEGUIU ASCENSÃO EM SEU DESEMPENHO

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s conquistas do Colégio Diocesano Santa Luzia nas olimpíadas do conhecimento continuam em alta neste ano de 2019. Nos últimos meses, foram seis os resultados da escola que merecem destaque em competições nacionais: ONHB, OBR, OBG, OBF, OBA e MoBFog.Asconquistassãoconsequências do trabalho desenvolvido desde o segmento da Educação Infantil e intensificado no ensino Fundamental Anos Iniciais, Finais e Ensino Médio com o Projeto DiOlímpico. A final da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), realizada na Unicamp-SP, nos dias 17 e 18 de agosto, rendeu ao Colégio Diocesano uma medalha de prata entre as 18 mil equipes inscritas no início da competição. Os estudantes Davi Barbosa, Vitória de Souza e Beatriz Pinheiro formaram a equipe premiada, dando à escola a condição de única instituição privada de ensino de todo o Rio Grande do Norte a conseguir uma conquista este ano. Na Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), a conquista se repetiu pelo quinto ano seguido. O Diocesano foi ouro mais uma vez na etapa estadual e chegou ao pentacampeonato do torneio em Natal, nos dias 31 de agosto e 1º de setembro. A escola foi primeiro lugar no Nível 1 e também no Nível 2, além de conquistar a premiação especial de Melhor Escola Privada do RN. Os dois ouros garantiram vaga

Dois ouros, uma prata e dois bronzes. Esse foi o saldo do Diocesano Santa Luzia na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA).

Guilherme Ricarte

Mais de 90 alunos, de 33 equipes, foram medalhistas na OBG para a disputa da etapa nacional em Rio Grande, no Rio Grande do Sul. A Olimpíada Brasileira de Geografia (OBG) rendeu ao colégio um crescimento importante. Este ano, 33 equipes – mais de 90 alunos - do Diocesano conseguiram conquistar medalhas, 20 a mais do que o resultado de 2018. Agora foram 15 medalhas de ouro, 17 pratas e 1 medalha de bronze que, somadas, formam o melhor desempenho entre as instituições de ensino de Mossoró. A terceira fase da Olimpíada Brasileira de Física (OBF) terá a presen-

ça de dois estudantes do Colégio Diocesano. Kalil Lopes e João Heitor, alunos da 2ª e 3ª séries respectivamente, representam a escola na disputa. Na fase anterior, 22 estudantes estavam participando. Dois ouros, uma prata e dois bronzes. Esse foi o saldo do Diocesano Santa Luzia na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). Kalil Lopes (ouro), Davi Barbosa (ouro), João Heitor (prata), Glauber Victor (bronze) e Rodolfo Martins (bronze) formam o quadro de meda-

RESULTADOS: ONHB: Medalha de prata

OBR: 2 medalhas de ouro (Nível 1 e Nível 2) OBG: 33 equipes premiadas (15 ouros, 17 pratas e 1 bronze) OBF: 2 alunos classificados para a terceira fase OBA: 5 medalhas (2 ouros, 1 prata e 2 bronzes) MoBFog: 1 medalha de bronze

lhas da escola na competição este ano. Finalizando esta sequência de resultados, na Mostra Brasileira de Foguetes (MoBFog) o colégio garantiu uma medalha de bronze graças ao bom desempenho da equipe formada pelos estudantes da 2ª Série do Ensino Médio: Kalil Lopes, Jansen Jefferson e João Pedro Amorim. Os números são crescentes e isso se deve à parceria e dedicação entre escola, professores, estudantes e as famílias, neste processo de formação dos alunos e alunas.


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contação de história reforça o aprendizado bilíngue. Ao estimular a apreciação do aluno em ouvir contos na língua estrangeira, a experiência promove o desenvolvimento da escuta e atenção, percepção sonora, habilidade de verbalização, repertório, imaginação, memória, compreensão e retenção de informações. Tudo isso exemplifica a passagem do ator e professor paulista, Gustavo Braga, pelo Colégio Diocesano Santa Luzia, durante o Dio International Week 2019, realizado entre os dias 2 e 6 de setembro. Para falar mais sobre o seu trabalho, a importância do ensino bilíngue e das experiências de sua carreira, Gustavo Braga conversou com a equipe do Diocesano Informa: Diocesano Informa - A educação bilíngue é considerada uma exigência do mundo contemporâneo. Quais benefícios o bilinguismo traz para o desenvolvimento das crianças e jovens? Gustavo Braga - Eu posso falar muito pelo lado artístico. Sou ator e professor, então eu acabei percebendo e desenvolvendo o bilíngue através do que eu sei melhor fazer, que é ensinar o teatro para as crianças. Eu comecei a ensinar o teatro em inglês, comecei a perceber que através da forma lúdica a criança acaba aprendendo melhor não só a língua, mas ela acaba expandindo os seus horizontes para conhecer outras culturas e compreender melhor o mundo em que ela vive. Então, essa é a grande sacada no mundo de hoje, poder proporcionar para a criança uma cultura maior, um conhecimento mais vasto e nada melhor do que ensinar através do teatro e de uma contação de histórias. DI- Você como professor que atua na formação, frente ao crescimento de escolas bilíngues no Brasil, como está a formação dos professores que atuam no contexto bilíngue? GB - Eu acho que falta chão ainda.

ENTREVISTA

GUSTAVO BRAGA POR: PEDRO ÍTALO HOLANDA

Mesmo que você tenha pedagogia, letras, para você se tornar um professor bilíngue você precisa ter um conhecimento maior da língua. Acredito que em São Paulo esteja um pouco mais avançado, as escolas já então migrando para o bilinguismo, então já tem uma exigência maior. Mesmo que você tenha pedagogia, letras, para você se tornar um professor bilíngue você precisa ter um conhecimento maior da língua. Então eles estão procurando sim, intercâmbio e outras formas mais rápidas de poder assimilar a língua e poder compreender melhor esse novo momento pelo qual o Brasil está passando. Por isso, eu acredito que os professores estão procurando se capacitar na língua inglesa, porque não adianta você entrar em uma escola e dizer que tem o diploma, uma formação, mas na hora de você falar e se comunicar, você trocar meia dúzia de palavras apenas. Nesses vinte anos como professor, eu vejo muito professores fazendo intercâmbio de curto e longo prazo, para poder melhorar o inglês. Eles entram na escola, ficam um tempo, às vezes tiram essa licença, saem da escola propositalmente para irem morar no Canadá, no Estados Unidos e na Inglaterra, e passam um período nesses países para poderem retornar com uma bagagem melhor e dar sequência no bilíngue. DI - Em relação ao letramento literário e à formação leitora, você considera a contação de histórias como uma estratégia que possibilita a aquisição da segunda língua de maneira lúdica?

GB - Sim! Como eu comentei no início, a forma lúdica é a melhor forma de você ensinar uma criança, através de uma contação de história, e isso independe se eu estou falando de arte pura e simplesmente ou não. Eu posso falar de Matemática, eu posso falar de Português, posso falar de Geografia. Se você ensina de forma lúdica, se você ensina através de uma história, através de uma música, qualquer matéria que seja, a compreensão será muito melhor e mais fácil. Se você ensina uma segunda língua através do seu corpo que é a melhor ferramenta que você tem, você ganha muitos pontos, pois vai utilizar expressão corporal, expressão facial e entonação vocal. Se você consegue combinar esse ‘triângulo’ e ensina uma segunda língua, ainda mais contando história, você invade, no bom sentido, o

universo da criança, ela cria uma identificação maior com você e acaba assimilando uma segunda língua. A escola brasileira, com a implementação da BNCC, está passando por significativas mudanças. Na sua opinião, que projeto de escola contempla os anseios dessas novas gerações? GB - Eu acredito que projetos mais livres, projetos menos embasados em livros, projetos que sejam, de certa forma, passados pelo professor, mas agregados às ideias dos alunos. Eu acho que a participação estudantil dentro dos projetos, independente de qual projeto, ele precisa ter um entendimento do aluno, fazendo com que ele possa participar ativamente do mesmo, construindo-o junto com o professor. Deixando esse trabalho mais com a sua cara, com a sua forma de pensar e sua forma de existir.


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SETEMBRO AMARELO

INFÂNCIA

Fest Criança propicia o direito de brincar

BRINCANDO, AS CRIANÇAS DESENVOLVEM A IMAGINAÇÃO E CRIATIVIDADE, QUE SÃO NECESSIDADES PRIORITÁRIAS PARA ESTA FASE

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ntre os dias 7 e 11 de outubro, o Colégio Diocesano Santa Luzia realizou mais uma edição do Fest Criança, com atividades voltadas para as turmas da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais. Foram dias intensos de programação, pensados com o intuito de ressaltar a importância do brincar como um direito essencial para as crianças. “A gente elabora o Fest Criança como um evento muito importante, por propiciar a garantia de brincar que a criança tem, desenvolvendo o seu direito pleno. Montamos uma programação com um olhar sensível para as brincadeiras, pois é brincando que eles e elas desenvolvem a imaginação e a criatividade, que são necessidades prioritárias nesta fase de desenvolvimento”, explica a coordenadora pedagógica da Educação Infantil, Rosilene Ramos. O brincar reúne todas as condições necessárias para que o desenvolvimento infantil se processe de maneira harmoniosa e, uma época importante de se destacar isso para todas as outras épocas do ano, é o mês de comemoração ao Dia das Crianças. O Fest Criança 2019 teve momentos diversos ao longo da semana. Os meninos e meninas aproveitaram oficinas na escola, participaram do Baile do Esquisito com fantasias divertidas, atividades no Parque das Crianças e no La Bombonera FC, além de curtirem bastante a tão esperada Noite do Sonho Azul, oportunidade em que eles dormem na escola sem a presença das famílias, exercendo assim sua autonomia. Nela, são desenvolvidas atividades lúdicas, com banho de piscina, brincadeiras, cinema, espaço de dança, jogos interativos, esportes coletivos, oficinas, piquenique e parque inflável.

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Guilherme Ricarte

Noite do Sonho Azul é um dos momentos mais esperados pelas crianças Samir Magoya

Ações de valorização da vida são pautas de atividades

Em referência à campanha do Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio,oNúcleodePsicologiadoColégio DiocesanoSantaLuziarealizouatividadesquecolocaramavalorizaçãodavida em evidência entre as alunas, alunos, famílias e funcionários da escola. Com iniciativas desenvolvidas pelos própriosestudantes,atemáticateveabordagem intensificada durante o mês de setembro.Foramdebates,apresentações artísticas, rodas de conversas, palestras e trabalhos que levantaram discussões com base no tema da campanha. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de mortes por suicídio que podem ser evitadasindicamqueaprevençãoéfundamental para a preservação da vida. A primeiramedidaéaeducação.Épreciso perder o medo de falar sobre o assunto. O caminho é quebrar tabus e compartilhar informações: esclarecer, conscientizar, estimular o diálogo e abrir espaço paracampanhasquecontribuamparaa mudança de muitas realidades. Valeestarsempreatendoparaalguns indíciosdequealguémpróximonãoestá bem: situações como isolamento, mudanças marcantes de hábitos, perda de interesse por atividades das quais gostavam, descuido com aparência, piora do desempenho na escola ou no trabalho, alterações no sono e no apetite podem indicar que o outro precisa de ajuda. Guilherme Ricarte

Brincadeira reúne condições necessárias para desenvolvimento infantil O DIREITO - A legislação brasileira reconhece explicitamente o direito de brincar, tanto na Constituição Federal (1988), artigo 227, quanto no Estatuto da Criança e do Adolescente

– ECA (1990). A importância do brincar já foi reconhecida, também, em documentos legais internacionais e nacionais, como a Convenção dos Direitos da Criança – CDC, no Art. 31.

Atividades aconteceram durante todo o mês de setembro


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CAMPANHA DE MATRÍCULAS É LANÇADA COM ESPETÁCULO QUE DESTACOU AS AÇÕES DA ESCOLA, SUAS CONQUISTAS E PROJETOS PEDAGÓGICOS

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essaltando os projetos e as conquistas como base para a formação integral do ser humano, o Colégio Diocesano Santa Luzia lançou a sua Campanha de Matrículas 2020 com um lindo espetáculo apresentado no Teatro Dix-huit Rosado, dia 20 de setembro. As famílias, os estudantes e colaboradores prestigiaram o evento, que teve os diretores Pe. Sátiro Cavalcanti Dantas e Pe. Charles Lamartine como os anfitriões da noite. Este, o conceito trabalhado pela escola na campanha é o ‘Ser Diocesano é ir além’, escolhido e idealizado pela direção e as equipes pedagógica e de comunicação. “Ir além nas conquistas, na formação integral, na sensibilidade artística, na aprendizagem lúdica, no compromisso ético e humano com o outro, tudo isso é ser Diocesano”, avaliou o diretor Pe. Charles Lamartine. “Estamos com muitas expectativas para 2020 e muitos bons resultados para comemorar agora. Por isso que ser Diocesano é ir além. Queremos ir além em todas as dimensões, tanto na formação de pessoas como nas conquistas, então nossa proposta é que no próximo ano a escola possa continuar indo além junto com todos aqueles que estão com a gente”, reforçou a diretora pedagógica Glaudionora Silveira. No palco do teatro, o grupo de dança Diocecena, dirigido pela coreógrafa Roberta Schumara, e o Coral Santa Luzia, regido pela maestrina Ionete Maressa, dialogaram através da arte, contando, por meio da dança e do canto, tudo aquilo que constrói a base do Diocesano, seja pelos projetos desenvolvidos ou as conquistas ao longo dos recentes anos. Essa também foi a oportunidade para que os alunos, alunas, as famílias e professores se tornassem protagonistas do espetáculo. “Não podíamos lançar a nossa campanha de matrículas 2020 se não fosse pensando na educação e na arte, porque a arte transcende o limite da vida e faz com que essas crianças, às vezes tímidas, possam mostrar no palco os sentidos de tantas coisas. Hoje eu acredito que elas nos darão uma grande lição de paz”, comentou Pe. Charles durante sua fala inicial. Por fim, as palavras foram de agradecimento às famílias. O diretor Pe. Charles Lamartine e toda a equipe do Colégio Diocesano Santa Luzia têm a certeza de que as inúmeras conquistas e todo o resultado pedagógico obtido, a partir dos projetos, são frutos da parceria família e escola. “Quero dizer às famílias o nosso muito obrigado, por confiar a educação de seus filhos a nossa escola centenária. Quantas coisas foram conquistadas ao longo desse tempo?! E tudo isso nós fizemos juntos. E muito mais iremos fazer, porque nós amamos o que fazemos. Quando a gente ama, simplesmente fazemos com afinco e dedicação”, finalizou o diretor.

Espetáculo pontuou as conquistas e projetos do Diocesano

Fotos: Célio Duarte

Diretor Pe. Charles Lamartine deu as boas-vindas às famílias

Coral Santa Luzia encantou o público no Teatro Dix-huit Rosado


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RETA FINAL

Revisão descontraída nas semanas que antecedem o Enem Equipe do Diocesano preparou atividades que permitem aos estudantes rever o conteúdo de forma prazerosa

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a reta final de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM,) tiveram início as atividades de revisão voltadas às três turmas da 3ª Série do Colégio Diocesano Santa Luzia. O desafio foi fazer com que os estudantes pudessem rever o conteúdo de forma leve e descontraída, para que a carga de estudos nas semanas que antecedem as avaliações pudesse ser vivida de maneira mais suave, sem tanta pressão sobre os jovens neste momento. A sequência de atividades começou com o Corujão de Revisão que, este , reuniu os alunos e alunas na Sala Padre Mota. Com o tema circense, o ambiente e os professores foram todos caracterizados, e os conteúdos destacados a partir de elementos que lembrassem o picadeiro. Aulão beneficente em uma sala de cinema do Partage Shopping, aulas interdisciplinares, homenagens, sessões de cinema na própria escola, acompanhamento do Núcleo de Apoio Psicológico, gincanas, entre outras iniciativas são algumas das atividades ofertadas para que os estudantes possam manter o foco no Exame de forma divertida e prazerosa.

“Descontrair e fazer com que o cérebro fique relaxado é o mais importante agora para que os alunos possam ter êxito na prova do Enem. Nessa reta final, é importante fazer a abordagem dos conteúdos de maneira mais descontraída, trabalhando de fato o que é necessário saber”, destaca o coordenador do Ensino Médio, Márcio Lobo. As datas do Enem 2019 são 3 e 10 de novembro, sendo o primeiro dia para as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação, e Ciências Humanas e suas Tecnologias. Já no segundo dia, as provas são de Ciências da Natureza e suas Tecnologias / Matemática e suas Tecnologias. ATENÇÃO - Com o fim do horário de verão, a hora local de fechamento dos portões vai mudar nos 16 estados das regiões Norte e Nordeste. Ao contrário dos anos anteriores, dessa vez, o Brasil terá apenas três fusos horários durante o exame. Isso significa que, na maior parte do país, as provas do Enem 2019 começarão uma hora mais tarde do que ocorreu em 2018. Em Mossoró, o fechamento dos portões será às 13h.

PROPOSTA DE

REDAÇÃO

TEXTO 1 Os movimentos e protestos populares que o Brasil assistiu nos meses de junho e julho de 2013 trouxeram à tona a questão da mobilidade urbana e da acessibilidade, que está implicada (e diretamente) na formação e construção da identidade do indivíduo. Chaves na sociabilização dos habitantes de uma cidade, elas propiciam o acesso a seus recursos mais importantes: o capital social, cultural e econômico. Assim, o direito à cidade é um dos maiores das sociedades modernas. Uma das condições decisivas para que a acessibilidade aos bens urbanos se efetive é a mobilidade urbana, algo que vai além de transportes e da mera funcionalidade da cidade. A mobilidade urbana não deve ser pensada apenas pelo viés técnico, como área de domínio dos engenheiros especializados, pois não se trata apenas de ofertar meios de transporte para uma demanda de circulação, instalando equipamentos e tecnologias. É a cidade que precisa ser pensada em conexão com a questão da mobilidade e, de fato, isso não ocorre no Brasil. Uma questão importante que precisa ser compreendida: a cidade condiciona as formas de mobilidade, como as condições de mobilidade influem sobre a cidade. Conectar as dimensões nos leva a pergunta: que mobilidade para qual tipo de cidade? A forma da cidade e a morfologia urbana não podem ser abstraídas quando se pensa a mobilidade urbana. Mas, por incrível que pareça, tudo o que acompanhamos sobre as questões relativas à mobilidade urbana das cidades brasileiras ignora essa relação. Disponível em http://www.cartanaescola.com.br/single/show/157. TEXTO 2 O trânsito se tornou uma das maiores dores de cabeça para a população. O acúmulo de veículos nas ruas causa prejuízos, estresse, acidentes e poluição e tende a piorar nos próximos anos caso não sejam adotadas políticas mais eficientes. O problema agravou-se nas últimas décadas graças à concentração de pessoas nas cidades, à falta de planejamento urbano, aos incentivos à indústria automotora e ao maior poder de consumo das famílias. Isso tudo provocou o que os especialistas chamam de crise de mobilidade urbana, que acontece quando o Estado não consegue oferecer condições para que as pessoas se desloquem nas cidades. Segundo o relatório “Estado das Cidades da América Latina e Caribe”, 80% da população latino-americana vive em centros urbanos e 14% (cerca de 65 milhões) habita metrópoles como São Paulo e Cidade do México. Ocorre que esse aumento contínuo da população urbana não foi acompanhado de políticas de urbanização e infraestrutura que resolvessem questões como moradia e transporte. A má qualidade do transporte público e o incentivo ao consumo fazem a população optar pelo transporte individual. De acordo com o Observatório das Metrópoles, a frota de veículos nas cidades brasileiras dobrou nos últimos dez anos, com um crescimento médio de 77%. Os dados revelam que o número de automóveis e motocicletas nas 12 principais capitais do país aumentou de 11,5 milhões para 20,5 milhões entre 2001 e 2011. Esses números correspondem a 44% da frota nacional. Disponível em http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/ atualidades/ mobilidadeurbana-como-solucionar-o-problema-do-transito-nas-metropoles.htm.

Guilherme Ricarte

TEXTO 3 *Apartirdaleituradostextosmotivadoresecombasenosconhecimentosconstruídos ao longo de sua formação, construa um texto dissertativo-argumentativo, em norma padrão da Língua Portuguesa, sobre o tema MOBILIDADE URBANA NO SÉCULO XXI. Selecione,organizeerelacione,deformacoerenteecoesa,argumentosefatosparadefesade seu ponto de vista e apresente proposta de intervenção que respeite os Direitos Humanos.

ESPAÇO CURTO CIRCUITO

Pensando bem

MARIA ALICE REBOUÇAS - aluna do 7º Ano C Fundamental Anos Finais

Corujão de Revisão para as 3ª Séries teve a temática circense

Pensando bem, apesar de todo avanço tecnológico ter sido relativamente bom para a maioria da sociedade, foi um tanto “cruel”, por assim dizer, para nós, crianças. Com toda essa tecnologia, quando nós iremos ter tempo para sairmos e brincar? Falar com amigos pessoalmente? Quando iremos deitar no gramado e identificar os formatos das nuvens? E por mais que os adultos nos digam que passar muito tempo nos aparelhos eletrônicos é ruim, jamais iremos aprender se nossas referências passam tanto tempo em seus aparelhos a ponto de não interagirem com seus próprios filhos. Pensando bem, querer mudar al-

go que já está tão infiltrado no nosso dia a dia não é fácil, mas é possível. Pensar no que se pode fazer sem ela, nos livros que pode ler pra sua criança e esperar ela dormir já é um bom começo para acabar com esse vício. Porque, querendo ou não, seu celular não irá fazer você sentir afeto ou carinho por alguém. Pensando bem, ler um livro em celular não é tão interessante quanto lê-lo impresso. Mas no final, o que eu realmente quero dizer é: algumas coisas nunca deveriam ter mudado. Que um computador nunca substitua o bom e velho livro, ou a velha brincadeira ou, pelo menos, não deveria.


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Mossoró, outubro/novembro de 2019

BILÍNGUE

Dio International Week estimula prática da língua inglesa A Educação Infantil, todo o Fundamental Anos Iniciais e o 6º Ano do Ensino Fundamental Anos Finais do Colégio Diocesano Santa Luzia participaram da segunda edição do Dio International Week, que este ano teve muitas novidades. Durante cinco dias, entre 2 e 6 de setembro, as turmas se revezaram em cinco estações montadas em tendas na Praça do Centenário, nos turnos da manhã e tarde, para atividades realizadas sempre com base no idioma inglês. As ilhas eram divididas por temas Steam Project, como Science, Technology, Engineering, Arts and Math. Em cada uma delas, um teacher do bilíngue e um auxiliar orientavam as crianças no desenvolvimento das atividades que reuniram mais de 700 estudantes nesta semana. Foi educativo e muito divertido ter experiências, na prática, utilizando uma segunda língua. Nos dois últimos dias de Dio International Week, o evento contou com a participação especial do professor, ator e contador de histórias Gustavo Braga. As crianças ouviram atentas o convidado, interagiram e se divertiram muito com a storytelling. Além dos alunos, Gustavo Braga também teve um momento todo especial com as professoras da Unifam e Fundamental, quando ministrou uma formação sobre contação de história. Gustavo Braga é paulista, ator, professor de teatro em inglês e escritor dos livros infantis ‘The Sky is Falling’ e ‘The Sky is Falling 2 - The Revenge of Foxy Roxy’. Guilherme Ricarte

Ator Gustavo Braga ministrou formação para os professores Guilherme Ricarte

Experiências bilíngues animaram semana no Diocesano

Guilherme Ricarte


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