Jogos Internos envolvem alunos em 12 modalidades Pág. 06
Colaboradores iniciam formação em primeiros socorros Pág. 07
MOSSORÓ - Março de 2018 | Ano XXVII | Nº 105 www.cdsl.com.br | cdslmossoro @diocesanosantaluzia | cdslmossoro Guilherme Ricarte
CELEBRAÇÃO PELOS
117 ANOS
Em 1901, a história do Colégio Diocesano Santa Luzia começou. Passados 117 anos, os desafios continuam os mesmos e os motivos para comemorar também, no cumprimento da missão de promover a educação sob os princípios religiosos, éticos, reflexivo-críticos e investigativos. Com o sentimento de gratidão, foi realizada, no último dia 2 de março, uma Missa em Ação de Graças pela data comemorativa e por mais de um século escrevendo as suas páginas educativas com integridade, compromisso, união e trabalho em equipe. O Diocesano não forma só profissionais, mas principalmente seres humanos capazes de agir fundamentalmente na construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Os valores da vida se sobressaem. PÁGINA 04
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Mossoró, março de 2018
Editorial A
ARTIGO
Pe. Charles Lamartine - direcao@cdsl.com.br
cada edição do Diocesano Informa nos sentimos mais convictos de estar registrando nessas linhas e páginas os episódios dessa história diocesana tão cheia de prestígio e resiliência. Esse mês essa missão faz-se ainda mais coerente e salta aos olhos, com a emoção de comemorarmos os 117 anos da trajetória do nosso colégio. Na matéria de capa, trazemos com alegria os registros da Missa em Ação de Graças que foi realizada com a presença maciça de alunos, famílias, ex-alunos e autoridades, que reconhecem o papel da instituição, registrado aqui também num breve histórico dessa jornada da qual cada um de nós, que fazemos parte dessa família, nos orgulhamos muito. Você, leitor, verá também nessas páginas outra marca do nosso trabalho, que é a parceria entre Família e Escola, verá registros em lindas fotos e depoimentos da experiência proposta aos pais e responsáveis da nossa Unifam para vivenciarem um tanto das atividades que compõem a rotina experiencial e pedagógica de seus filhos: o resultado é lindo de se ver. E está também registrado em depoimento no espaço Família na Escola deste periódico. Confira! Trazemos ainda uma matéria esclarecedora sobre nosso sistema de ensino bilíngue, onde nossa coordenação
apresenta detalhes do trabalho desenvolvido, no sentido de dirimir as dúvidas mais frequentes dos pais quanto a essa modalidade. Uma matéria muito interessante no nosso Laboratório de Biologia demonstra os ambientes que propiciamos para as atividades práticas que, associadas à teoria, parecem dar vida ao conhecimento científico. Confira também os registros dos nossos Jogos Internos, o Interclasses, que estimulam, além da atividade física, a confraternização entre as diversas turmas da escola, num clima de leveza e alegria, como deve acontecer com o esporte saudável. E não deixe de ler o contundente artigo do professor Rafael Magnum, que nos traz uma reflexão profunda e coerente sobre os rumos da educação brasileira, sob a perspectiva do sonho dos educadores, de onde pesco minha citação desse mês. “Todo conhecimento começa com o sonho. O sonho nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não se ensina, brota das profundezas do corpo, como a alegria brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa. Contem-me os seus sonhos para que sonhemos juntos.” (Rubem Alves) Boa leitura e até a próxima edição! Guilherme Ricarte
Todo conhecimento começa com o sonho. (...) Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa. Contem-me os seus sonhos para que sonhemos juntos.” Rubem Alves ILUSTRAÇÃO
Jorge Guaraná - jorge@canariocomunicacao.com
O sonho começa com os pés no chão Rafael Magnum - professor de História
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m Rubem Alves, encontramos que todo conhecimento começa com o sonho. E esse nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Entretanto, sonhar é coisa que não se ensina, brota das profundezas do corpo, como a alegria brota das profundezas da terra. Um sonho tem povoado as mentes inquietas dos grandes educadores brasileiros, o de mudar as realidades sociais, a vida política e moral de nosso país, por meio de uma educação de qualidade, transformadora, significante e inclusiva, contudo o caminho sempre repleto de percalços, desvios e apatias políticas, lança dúvidas e angústias aos corações dos mais sonhadores cidadãos. Podemos atribuir a hercúlea dificuldade de educar e de promover uma educação realmente de qualidade às inúmeras improvisações, sem o devido planejamento educacional de longo e curto prazo, ao pouco compromisso das classes políticas com projetos sólidos para o educar, ao descaso das alienadas massas populacionais, em uma sociedade de midiatização e soluções fáceis, geralmente, compradas em livros de autoajuda e, especialmente, na arcaica estrutura de ensino praticada pelas várias redes escolares nacionais, em suas múltiplas esferas. Tanto descaso reflete nos pífios e inconsistentes resultados obtidos pelos vários níveis da educação nacional, tanto nos exames nacionais quanto nas aferições internacionais. Ilustrando a situação destacada, vemos o desempenho obtido pelo Brasil, no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), divulgado em 2015, mostrando que a educação pátria apresentou uma queda de pontuação nas três áreas avaliadas: ciências, leitura e matemática. O país amargou a 63ª posição em ciências, a 59ª em leitura e a 66ª colocação em matemática, sendo que a prova, coordenada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), foi aplicada no ano de 2015, em 70 países e economias, entre 35 membros da OCDE e 35 parceiros, incluindo o Brasil. Ou seja, nossa educação, a senhora redentora das profundas mazelas nacionais, coleciona desempenhos trágicos e desalentadores. No IDEB, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, criado em 2007, os resultados estagnaram. O que fazer para reverter esse quadro de crise generalizada na educação? Onde investir os esforços em prol de um ensino-aprendizagem com qualidade e eficiência? Os manuais estão repletos de práticas e teorias inovadoras. A legislação é produzida, revista, reeditada, abandonada e re-
tomada sem sequer ser regulamentada de fato, sempre ficando no cenário programático e retardando o avanço da aprendizagem nacional. Um exemplo salutar é a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), que mesmo prevista na Constituição de 1988, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996 e no Plano Nacional de Educação (PNE) de 2014, levou muito tempo para sair da planificação e, para além das paixões partidárias, tempo que custou caro à educação nacional, quase três anos de produção e debates, sendo homologada dia 20 de dezembro de 2017, pelo Ministério da Educação. Citando a fala da atual secretária executiva do Ministério da educação, Maria Helena Guimarães, a BNCC é uma política de estado iniciada em 2014 que perpassa governos e políticas partidárias. É um passo importante para o avanço da educação brasileira. Podemos dizer, apenas, que o Brasil demorou para seguir o exemplo bem-sucedido de nações como Austrália, Canadá e Coreia do Sul, sendo que a Coreia está na sétima edição de currículo comum, política adotada em 1954, quando produziu seu primeiro documento norteador. Entendemos que a Base não é a solução final para as mazelas da educação, uma fórmula mágica retirada da caixa de pandora para equacionar e redefinir os caminhos sinuosos que enfrentaremos adiante, é sim uma oportunidade para que várias soluções sejam pensadas, especialmente no caminho de uma educação mais justa e com menores desigualdades, é empoderar o direito à educação e estabelecê-lo como fonte de isonomia social. Os especialistas têm apresentado opiniões divergentes, muitas vezes, ao sabor das ideologias partidárias assumidas, todavia vemos que seguir o caminho de nações educacionalmente desenvolvidas não é questão de necessidade, e sim de bom senso, é a luz fundamental no final de um túnel que obrigatoriamente temos que transitar para construirmos uma nação realmente pautada na dignidade da pessoa humana. Lembrando as palavras contidas no livro de Mateus, em seu capítulo 7, “portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como um homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha”. Assim, somos chamados a efetivar nosso papel de cidadão. Ergamos nossas escolas na sólida rocha e não na efêmera duna.
Expediente Pe. Charles Lamartine Direção
Guilherme Ricarte Edição e Textos
Bruno Martins, Pedro Ítalo, Rosilene Ramos Produção
Virgínia Barreto Revisão
Canário Comunicação Diagramação
Unigráfica Impressão
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SEGUNDO IDIOMA
Ensino bilíngue melhora memória, concentração e habilidades
NO DIOCESANO, AULAS ACONTECEM DE SEGUNDA A SEXTA NO CONTRATURNO PARA ALUNOS DA MANHÃ
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ominar o segundo idioma é um requisito determinante em processos seletivos de diversas naturezas e para ingresso em universidades estrangeiras. Dominar o inglês, por exemplo, proporciona muitos benefícios ligados à memória, concentração e habilidades de produção textual. Dentro dessa proposta de formação das crianças, o Colégio Diocesano Santa Luzia oferece, desde o Grupo V da Unifam ao 5º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais, o ensino bilíngue como atividade extra. As aulas acontecem de segunda a sexta-feira, no contraturno para os alunos que estudam pela manhã. O termo bilíngue se dá à pessoa que consegue se expressar em dois idiomas como se ambos fossem a língua materna. A criança tem a capacidade de optar por mais de uma língua ao expressar uma ideia ou pensamento, e quando dois idiomas estão bem equilibrados, elas têm vantagem de pensamento sobre as monolíngues, o que leva ao bilinguismo efeitos positivos no desenvolvimento e em outros aspectos da vida infantil. O princípio básico da educação bilíngue é utilizar a língua-alvo para ensinar conteúdos diversos e, ao mesmo tempo, proporcionar o aprendizado de um idioma adicional. A escola que adota o programa bilíngue ministra aulas de diversas disciplinas na língua-alvo, que no caso do Diocesano é o inglês. É importante salientar que o objetivo não envolve apenas o idioma em si, mas sim a cultura, vivência e ambientação. Alguns questionamentos são feitos por pais interessados em matricular seus filhos no ensino bilíngue. Qual a melhor idade para começar? Aprender duas línguas ao mesmo tempo pode prejudicar o aprendizado de ambas? “Bem, quanto mais cedo, melhor. Contudo, não existe uma idade específica. Devido à plasticidade de seu cérebro, a criança tem a capacidade
Guilherme Ricarte
Em sala de aula, o segundo idioma é inserido na rotina das crianças de forma lúdica Guilherme Ricarte
Crianças são imersas na língua inglesa também durante atividades
O que você indica?
Perdas Necessárias
JAÍBSON SILVA, auxiliar de coordenação Ensino Médio
Existem livros que, devido à sua excelência, precisam ser lidos pelo menos uma vez na vida. O livro ‘Perdas necessárias’, best-seller da autora americana Judith Viorst, é um desses, pois é um clássico indicado por vários estudiosos para auxiliar no processo de autoconhecimento. Na obra, a autora nos provoca a refletir sobre as experiências de perdas pelas quais passamos. Afinal, quem de nós nunca viveu uma pequena ou grande perda? Acredito que todos nós, sem exceção, porque ela é uma realidade vital e perpassa todas as fases da nossa vida. Todas essas, por mais difíceis que tenham sido, devem ser vistas como experiências necessárias, pois estão sempre ligadas à maturidade e à aquisição de novas experiências e, como disse, Judith, “Só nos tornamos seres humanos plenamente desenvolvidos através das nossas perdas”.
de aprender e se adaptar a novas situações e de aprender dois ou mais idiomas desde que estejam imersas nos tais. As crianças que são expostas a mais de uma língua na primeira infância passam pelos mesmos processos e estágios de aquisição da linguagem e tornam-se fluentes nas duas línguas”, explica a coordenadora do bilíngue Diocesano, Anita Roberta. É bastante comum, no entanto, que em fase inicial de aquisição, a criança misture os dois idiomas ao se comunicar, uma vez que a mesma necessite compensar a falta de conhecimento na língua-alvo. Em outras palavras, o fato de a criança misturar as línguas não significa que uma língua está atrapalhando a outra. Em todas as fases da vida humana, o nível de aprendizado de uma segunda língua depende da quantidade de exposição, da frequência do uso, da motivação e da necessidade de empregá-la. Então, ao diminuir o uso do que foi aprendido, a fluência também diminuirá.
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Mossoró, março de 2018 Fotos: Guilherme Ricarte
Pe. Charles, diretor da escola, presidiu a cerimônia no dia 2 de março
Celebração pelos 117 anos
COLÉGIO DIOCESANO RECEBE ALUNOS, FAMÍLIAS, FUNCIONÁRIOS, AUTORIDADES, EX-ALUNOS E AMIGOS DURANTE MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS POR MAIS UM ANIVERSÁRIO
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o dia 2 de março de 2018, o Colégio Diocesano Santa Luzia comemorou mais um ano dedicado à formação humana dos mossoroenses. Já são 117 anos desenvolvendo um trabalho pautado na missão de educar para a vida, tanto profissionais como cidadãos. E para celebrar mais esta data, a escola realizou uma Missa em Ação de Graças no Ginásio Carecão, presidida pelo diretor Pe. Charles Lamartine, recebendo alunos desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, as famílias, funcionários, autoridades, ex-alunos e amigos. “Estou muito feliz, primeiro porque amo educação, por ser apaixonado por aquilo que faço e por ser sucessor de um grande homem como Pe. Sátiro. Uma educação autêntica é aquela que humaniza. Nossos alunos aqui não são educados só para entrar numa universidade, não só para serem bons profissionais, mas também para serem bons seres humanos. E nós só conseguimos cumprir essa missão por termos uma equipe comprometida”, falou, emocionado, Pe. Charles, que é o 22º diretor da história do Diocesano. A padroeira de Mossoró, Santa Luzia, que também dá nome ao colégio centenário, foi homenageada ao re-
ceber flores das crianças do Grupo V da Unifam, representando os alunos, e da coordenadora Socorro Praxedes, em nome de todos os funcionários da escola. Já o reitor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Pedro Fernandes, e a deputada estadual Larissa Rosada falaram pelos ex-alunos presentes. O Colégio Diocesano Santa Luzia é uma das mais tradicionais escolas do Rio Grande do Norte, educando para a vida as diversas gerações de crianças, adolescentes e jovens da região Oeste Potiguar. Fundado por Dom Adauto Aurélio de Miranda, desde então passaram por suas salas vários alunos que se tornaram figuras ilustres na vida pública do estado. Com uma história de tradição e qualidade no ensino, a instituição é referência na educação. A missão desafiadora é promover uma educação pautada em princípios religiosos, éticos, reflexivo-críticos e investigativos. Valores que consolidam a formação de seres humanos críticos e participativos, capazes de agir para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Ao longo dos mais de cem anos, o Diocesano teve 22 diretores, sendo Cônego Estevão José Dantas o primeiro, e
Deputada Larissa Rosado e reitor Pedro Fernandes representaram os ex-alunos os mais recentes: Pe. Sátiro Cavalcanti, que vivencia o cotidiano do colégio há 63 anos desde quando começou como secretário, e Pe. Charles Lamartine, que em 2018 chega ao seu sexto ano na direção da escola. Do primeiro ao atual, os desafios continuam os mesmos, de seguir os caminhos na construção de um modelo de educação, associando qualidade da formação intelectual aos princípios e valores humanos.
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diretores já passaram pelo Diocesano, sendo Cônego Estevão José Dantas o primeiro.
Nossos alunos não são educados só para entrar numa universidade, só para serem bons profissionais, mas também para serem bons seres humanos”. PE. CHARLES, diretor do Diocesano
Ginásio Carecão foi ocupado pelos convidados na comemoração dos 117 anos
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ENCONTRO
Vivências com famílias mostram rotina escolar das crianças PAIS E RESPONSÁVEIS PUDERAM EXPERIMENTAR AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA UNIFAM
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o Colégio Diocesano Santa Luzia, a família tem participação ativa no processo de construção de conhecimentos dos estudantes. Fazer os pais, mães e responsáveis entenderem, através das vivências, a rotina dos alunos é uma das propostas da escola. Assim, foram realizados os dois momentos do Encontro Família e Escola da Unifam, dias 24 de fevereiro e 3 de março, com clima agradável, envolvimento e programação cheia de atividades construtivas. Os pais participaram de oficinas e atividades práticas de leitura, música, movimentos, culinária e robótica educacional. O encontro propiciou períodos relevantes de reflexão e conhecimento sobre as práticas que garantemosdireitosdeaprendizagemdas crianças, a rotina escolar, os ambientes e o projeto pedagógico da escola. O início dos encontros aconteceu com a palavra do diretor do Colégio Diocesano, Pe. Charles Lamartine, antecedido por momento de oração com o Setor Religioso da escola. Após a conversa e formação humana e espiritual, os pais foram divididos em grupos e envolvidos nas atividades do Circuito de Movimentos, Sala de Psicomotricidade, Sala de Música, Refeitório, Cozinha Experimental e Laboratórios de Robótica Educacional, locais diariamente utilizados pelos seus filhos. A iniciativa inovadora das professoras e equipe pedagógica descaracteriza a formalidade dos tradicionais encontros de pais e oportuniza a participação ativa das famílias no desenvolvimento integral de seus filhos.
Fotos: Guilherme Ricarte
Diversão na hora de preparar receitas que são ensinadas às crianças Além de os pais receberem orientações e esclarecerem dúvidas, é firmada uma relação de confiança e cooperação com os professores. “A família desempenha um papel de grande importância no desenvolvimento do indivíduo, já que é a principal transmissora dos valores que permearão a formação das crianças. Quando os pais participam da vida escolar dos seus filhos, estes se sentem apoiados, acolhidos e mais seguros. Portanto, a aproximação entre a família e a escola influencia de modo afetivo no sucesso acadêmico e social dos alunos”, orienta a coordenadora pedagógica Rosilene Ramos.
Famílias brincaram e experimentaram a Sala de Psicomotricidade
FAMÍLIA NA ESCOLA Parceria que talvez seja uma das melhores relações que podem envolver escola e família. Nós pais queremos que nossos filhos aprendam bastante e confiamos à escola essa tão complexa e nobre tarefa. Conseguir aliar o espaço físico e as competências do corpo docente não é uma tarefa fácil, principalmente, quando se almejam bons resultados de aprendizagem e crescimento pessoal. Recentemente, nós, pais de alunos da Unifam, fomos convidados a ter uma breve vivência de como a escola trabalha a rotina pedagógica com as crianças. Por dois sábados estivemos na escola participando das atividades pensadas para que nós adultos pudéssemos entender a importância do brincar na vida das crianças. Precisávamos voltar a ser crianças! Era visível a apreensão de muitos pais (nossa, inclusive) em realizar as atividades. Andar sobre uma
corda, rolar num colchão, andar em zigue-zague, nada disso faz parte de nosso dia-a-dia de adulto e, talvez, por isso tanta apreensão e timidez. Andar, pular, sentir-se; sem pressa e sem pressão. Pudemos sentir sensações incríveis e nos desmontar enquanto adultos de
nossa rigidez de gente grande; voltamos a ser criança, criança que brinca! Após toda essa vivência passamos a entender o poder de brincar quando conduzido por uma proposta pedagógica bem pensada e por professores capacitados a desenvolvê-la bem, com acompanha-
mento e profissionalismo. Pais que tiveram uma educação mais formal e rígida às vezes têm resistência e podem pensar que, na escola, nessa fase inicial apenas se brinca, mas esse ‘apenas’ é fantástico quando bem desenvolvido, e lá vimos e vivemos essa boa surpresa. Nos sentimos orgulhosos quando vemos nossos filhos cantando novas músicas, falando bem das vivências e demonstrando entusiasmo por cada novo aprendizado. Para nossos filhos, eles apenas brincam. Como pais pensamos ser de fundamental importância estar perto, acompanhar e viver tudo isso com eles. A escola oferece alguns meios de educar e a família outros e eles se complementam, afinal isto sim significa parceria. Até agora tem dado certo e somos uma grande família, nós e a equipe do Dió. Fabricio e Natália Queiroz, pais de Pedro Henrique e Ana Cláudia
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INTERCLASSES
Jogos Internos envolvem alunos em 12 modalidades
COMPETIÇÃO ACONTECEU NO GINÁSIO CARECÃO, ÁREA DE LAZER E PARQUE AQUÁTICO RAIMUNDA ALMEIDA
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e 5 a 17 de março, os alunos de turmas desde o 6º ano do Ensino Fundamental Anos Finais até a 3ª Série do Ensino Médio participaram da 18ª edição dos Jogos Internos do Colégio Diocesano Santa Luzia (JIDs 2018). Foram duas semanas de competições, organizadas pelo Departamento de Educação Física e Desporto (DEFID) da escola, com disputas diárias no Ginásio Poliesportivo Carecão, área de lazer e no Parque Aquático Raimunda Almeida. O Torneio Interclasses do Diocesano aconteceu este ano com 12 mo-
dalidades: futsal, voleibol, handebol, basquete, xadrez, tênis de mesa, vôlei de areia, natação, atletismo, karatê, capoeira e jiu-jitsu. Muitos estudantes aproveitam para fazer inscrição em vários esportes, garantindo participação em quase todo o evento, como foi o caso do aluno da 2ª Série I do Ensino Médio, Paiva Neto, que já tem bastante experiência nos Jogos Internos. “Faz quatro anos que estudo no Diocesano e todos esses anos participei e ganhei medalhas no JIDs. Em 2015, fui campeão do vôlei de quadra e também do de areia. Já em 2016, fui campeão no vôlei de areia, em 2017
ganhei o vôlei de quadra, e esse ano de 2018 ganhei o vôlei de quadra e também o handebol”, lista o aluno sobre suas conquistas. Para ele, a disputa acontece de uma forma divertida, saudável: “Os JID’s são muito animados e disputados pela escola inteira. Nós, alunos, temos muito espírito esportivo, disputamos sem nos machucarmos. Nos respeitamos dentro e fora de jogo e até nos divertimos bastante. Também o que eu acho mais interessante é a presença dos professores participando junto conosco das competições”, diz o aluno, lembrando que no futsal e no basquete
jogou contra os times formados pelos funcionários do Diocesano. “Eles [alunos] realmente gostam muito dos Jogos Internos, assim como o esporte deve ser, divertido e prazeroso. Há sempre a vontade de vencer, ser campeão, mas muito mais do que isso, tem a satisfação de confraternizar com os colegas de outras turmas e das outras séries. Durante os JIDs esse clima toma conta da escola, porque eles se sentem envolvidos na competição, nas estratégias de jogo, na superação, seja qual for a modalidade. Foi um sucesso!”, avalia Rudney Freitas, coordenador do DEFID. Fotos: Guilherme Ricarte
Futsal teve disputas acirradas na quadra do Carecão
Jiu-jitsu foi uma das novidades dos Jogos Internos
Vôlei de areia teve grande procura e jogos intensos
LABORATÓRIO
Alunos conhecem mais sobre células em aula experimental Durante uma semana, as turmas dos 7º e 8º anos do Ensino Fundamental Anos Finais se reversaram no Laboratório de Bioquímica do Colégio Diocesano Santa Luzia, para aulas práticas que chamaram a atenção dos alunos. Para muitos, aquela experiência era inédita. O conteúdo abordado foi a microscopia e a citologia, ou seja, ali eles tiveram a oportunidade de conhecer o manuseio de um microscópio e analisar diferentes tipos de células. Com essa aula experimental, ministrada pela professora Karoline Lessa, os estudantes passaram a compreender mais detalhes sobre a organização celular dos seres vivos como unidades básicas da vida. Após ouvirem a explicação de como são as partes de um microscópio eletrônico e como usá-lo, eles foram às bancadas, onde analisaram as estruturas de células Procarióticas e Eu-
Guilherme Ricarte
Alunos podem ver as estruturas das células eucariontes e procariontes carióticas para depois desenharem em um papel o que viram através das lentes de aumento. “No laboratório, os alunos podem compreender com mais facilidade os conceitos fundamentais e estruturas das Ciências da Natureza, bem como
dominar processos e procedimentos da investigação científica. Em resumo, eles viram na prática a organização básica das células Procariótica e Eucariótica e seus papeis como unidades estrutural e funcional dos seres vivos, assim como o funcionamento e
importância do microscópio”, explicou a professora Karoline. A primeira experiência para muitos deles vai ser inesquecível. “Gostei muito, porque conheci as células e o microscópio, que eu nunca tinha visto, nunca tinha tocado em um. Aprendi também como ele funciona e todo o ambiente de um laboratório. Ter vestido o jaleco, por exemplo, foi muito legal também, uma experiência nova. Muito divertido. É muito bom experimentar na prática o que a gente ouve na aula. Na sala a gente aprende, mas lá vê realmente como é”, testemunhou a aluna Anna Luiza, do 7º ano A. Esta foi realmente a proposta pedagógica no Laboratório de Bioquímica: o objetivo de oferecer aos alunos a oportunidade de se envolver em processos de aprendizagem nos quais possam vivenciar momentos de investigação, que possibilitem a provocação da curiosidade, o aperfeiçoamento da capacidade de observação, de raciocínio lógico e de criação, desenvolvendo posturas mais colaborativas e sistemáticas. Assim, eles podem encontrar de forma mais prazerosa as explicações sobre o mundo natural e tecnológico, e sobre seu corpo, sua saúde e seu bem-estar, tendo como referência os conhecimentos científicos.
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CDSL promove formação sobre primeiros socorros
MÓDULO INICIAL REALIZADO EM MARÇO FOI SOBRE REANIMAÇÃO CARDIOPULMONAR (RCP) EM CRIANÇAS
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Diocese Por: Pe. Sátiro Cavalcanti
CURSO
eve início no dia 10 de março, o Curso de Primeiros Socorros para uma turma de 25 profissionais do Colégio Diocesano Santa Luzia, formada por professores da Educação Infantil, Ensino Fundamental Anos Iniciais, coordenadores pedagógicos, auxiliares de coordenação e de outros segmentos da escola. O projeto é resultado de uma parceria com a Faculdade de Enfermagem Nova Esperança (FACENE). A aula do módulo inicial foi sobre reanimação cardiopulmonar (RCP), ministrada pelo professor Diego Jales, auxiliado pelos estudantes de enfermagem Regivândia Menezes, Adriana Lima e Rodolfo Klaus, além da coordenadora de pesquisa e extensão da Facene Mossoró, Mayara Alencar. “A intenção é aproximar os profissionais do Diocesano com a questão dos primeiros socorros, para identificação de parada cardiorrespiratória e reanimação cardiopulmonar até a chegada de um serviço móvel de urgência”, explicou o professor. Os funcionários da escola viram na teoria e na prática a maneira de identificar uma criança inconsciente, sem pulsação própria, sem respiração, e
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como fazer as compressões torácicas e as ventilações adequadamente. “Isso é fundamental para salvar a vida de uma criança. Cada vez mais as escolas devem oportunizar esses momentos de formações para ter condições apropriadas para socorrer um aluno”, completou Diego Jales. Os encontros de capacitação desta primeira turma, sobre os primeiros socorros, continuam ao longo deste ano, sempre no segundo sábado de cada mês. Este primeiro contato já despertou na equipe a importância de estar preparado. “Achei de grande importância, pelo fato da gente estar sujeito a essa situação no ambiente escolar. É interessante o colégio se preocupar com isso, porque, não somente os valores pedagógicos estão em questão, mas também o zelo com a vida das nossas crianças. Com os colaboradores informados e preparados sobre os primeiros socorros, estamos prontos para o atendimento em caso de uma urgência”, comentou Ciro Vinícius, supervisor administrativo do Diocesano e vice-presidente da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA). Guilherme Ricarte
Curso acontecerá uma vez por mês ao longo do ano
Philipe Villeneuve - interino
SEMANA SANTA Entre os dias 25 de março e 1º de abril, a Igreja do mundo todo celebra a Semana Santa, fazendo memória do Mistério Pascal (Paixão, morte e ressurreição) de Cristo. No Domingo de Ramos e na Paixão do Senhor meditamos a insensatez do povo judeu que aclama, com palmas nas mãos, a Jesus como Rei naentradadeJerusalém;maistarde,são asmesmaspessoasquediantedePilatos gritam “crucifica-o” e conduzem-no ao caminho do Calvário. SEMANA SANTA II De segunda-feira até a quarta-feira santa, a Igreja é convidada a continuar o caminho quaresmal já se aproximando da Paixão do Senhor. Na quinta-feira, pela manhã, os padres e bispos de todo omundoestarãoreunidospararenovar suas promessas sacerdotais e abençoar os óleos santos que serão utilizados nos sacramentos do Batismo, Crisma e Unção dos Enfermos. À tarde, inicia-se o tríduo pascal, ápice da fé Cristã. CEIA E PAIXÃO DO SENHOR Na quinta, ao celebrar a Ceia do Senhor, recordamos não apenas a instituição da Eucaristia, mas a entrega total de amordeCristoJesuspornós,quecomeça no Lava-pés e culmina na partilha do seu Corpo e Sangue, perpetuando sua memória em nós. Na sexta-feira santa, somos chamados a meditar o Senhor que, sendo obediente até o fim e assumindo para si as consequências de suas opções, morre na Cruz. É o único dia em que não se celebra Missa no mundo, participamos da Ação Litúrgica da Paixão do Senhor.
portões das trevas perdem a vez diante da vida que brilha constantemente. É o momento de cantarmos o Aleluia, omitido durante toda a quaresma. PLENITUDE O domingo é, pois, a plenitude desta festa. O Senhor ressurgiu, meus irmãos, corramos ao seu encontro, contemplemos o Senhor ressuscitado e o anunciemos a todos os que estão ao nosso redor, com palavras e ações, dando testemunho do Deus da vida, da esperança e do amor. Todas as paróquias de Mossoró terão uma completa programação para viver com intensidade cada momento. Participemos ativamente. CAMPANHA DA FRATERNIDADE Sob o tema de “Fraternidade e Superação da Violência”, a Igreja do Brasilviveumaisummomentoimportante em sua caminhada quaresmal ao ouvir e gritar com o clamor do povo para o fim de tantos sinais de morte em nosso meio. No Domingo de Ramos, dia 25, a Igreja realizou a Coleta Nacional em proldosprojetosdiocesanosenacionais quepossamchegaràsrealidadesdifíceis do nosso povo, sobretudo àqueles vítimas das mais variadas e sutis violências. VIA-SACRA Ainda neste clima, o Colégio Diocesano realiza a Via-sacra encenada com os alunos do Ensino Fundamental Anos Iniciais, tendo a participação de outros alunos e familiares, com realizações no turno da manhã, às 7h30, e à tarde, às 16h30, na Praça Centenário.
SÁBADO SANTO Por fim, no sábado santo, iniciamos o dia guardando o silêncio não do luto, mas da silenciosa esperança no Deus que não nos deixa sozinhos. Depois do pôr do sol, às vésperas do Domingo, os Cristãos do mundo todo celebram a Solene Vigília Pascal, a mãe de todas as vigílias. Nesta celebração, a alegria encontra seu lugar, é o grito feliz do povo que encontrou o Cristo Ressuscitado, do Senhor que venceu a morte, onde os
ORDENAÇÃO PRESBITERAL No dia 7 de abril, no qual a Igreja do Mundo, dentro do Clima Pascal, já celebraodomingodaMisericórdia,aDiocese de Santa Luzia de Mossoró se alegra pela ordenação de mais um presbítero para o seu clero diocesano, pondo-se a serviço do povo como formador no Seminário SantaTeresinha.PelaImposiçãodasmãos e oração consacratória de Dom Mariano Manzana, bispo diocesano, o Diácono Alisson Moura é ordenado presbítero na Matriz de São José, às 18h.
envolvida pertence a grupos sociais com menor poder aquisitivo e de baixa escolaridade. Além disso, esses jovens podem ser influenciados de alguma forma, como pela mídia, por exemplo. Sabe-se que a mesma acaba agindo como um recurso comunicativo influenciador na vida de um indivíduo. Novelas, séries, programas de televisão, jornais, são inúmeras as redes sociais que tratam desse assunto de maneira inadequada. Por mais que não seja intencional, tais mídias acabam abordando a prática sexual entre jovens de uma maneira que, de certa forma, só faz apologia ao sexo, fazendo-os entender que gerar uma vida, independentemente da idade, é normal e não trará nenhuma consequência para sua vida. Em virtude do exposto, é preciso ressaltar o papel da família no momen-
to de descoberta na vida dos jovens, além de estarem presentes também durante uma possível gestação. O que o jovem menos precisa em um momento como este é de julgamento. Programas educacionais nas escolas se tornam de extrema importância, principalmente quando não se tem a devida orientação familiar. Além disso, entender sobre o assunto e suas consequências é imprescindível. O Governo Federal aprovou uma lei que esclarece que a gravidez na adolescência ocorre até os 17 anos. Aliado a isso, políticas públicas foram criadas com a intenção de evitar tais consequências, como a distribuição de camisinhas pelos postos de saúde e um melhor atendimento a essa parte da população. Prevenção ainda é a melhor alternativa, além da disseminação de informações e a presença marcante dos pais na vida de seus filhos.
ESPAÇO CURTO CIRCUITO
Gravidez na adolescência Por Marcela Maria de Alencar - 3ª Série III
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urante a Idade Média, ter filhos era sinônimo, dentre outros, de crescimento populacional. No século XXI, todavia, tal prática social mudou consideravelmente. Hoje, quanto menos filhos um casal gerar, menor a possibilidade de problemas financeiros. Tornou-se comum escutar de alguns afirmações como “filho é sinal de despesas financeiras” e o problema torna-se mais evidente ainda quando se refere a adolescentes que começam a vida sexual mais cedo e, propositalmente ou não, acabam engravidando, o que poderá lhe trazer alguns riscos e sérias consequências.
Os jovens que se relacionam precocemente acabam engravidando mais cedo, visto que não possuem informações suficientes para evitar a gestação. Muitos deles não têm nem o apoio familiar. É necessário salientar que, na maioria das vezes, estes não têm orientação correta sobre o assunto. Os pais, ou até mesmo outros responsáveis, acham que isso é um tabu e não deve ser comentado, isto porque acreditam que se houver um esclarecimento sobre este tema, o adolescente entenderá como normal e iniciará sua vida sexual. Pesquisas apontam que grande parte da população adolescente
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Mossoró, março de 2018
01- Aulão de Geografia para 3ª Série do Ensino Médio e Diocesano Cursinho / 02- Contação de História sobre o aniversário de Mossoró com o 3º ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais / 03- Formação para elaboração de relatórios individuais das crianças / 04- Grupo de Debates sobre o tema ‘Fraternidade e Suepração da Violência’ / 05- Projeto Mulheres e Movimentos com as famílias e funcionárias no Dia Internacional da Mulher / 06- Projeto ‘Pedalando com a Leitura’ na programação do Dia da Poesia / 07- Prova da Olimpíada Canguru de Matemática / 08- Reunião de planejamento com a equipe DióEnem
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