Diocesano incentiva prática do lanche saudável Pág. 03
Capoeira é nova modalidade esportiva na escola Pág. 05
MOSSORÓ - Fevereiro de 2018 | Ano XXVII | Nº 104 www.cdsl.com.br | cdslmossoro @diocesanosantaluzia | cdslmossoro
com tudo
NO ENEM
Guilherme Ricarte
O foco no Enem deve vir de anos anteriores à prova. Chegar até a universidade é um sonho de quem está na 3ª Série do Ensino Médio, mas construir essa conquista deve ser uma tarefa progressiva. As participações dos alunos do Colégio Diocesano em olimpíadas, desde o Fundamental, até os projetos que são direcionados especialmente ao Exame durante o Terceirão são partes dessa trajetória. Além de toda a preparação psicológica para que o estudante possa chegar nesta fase bem, ciente de que está apto para os desafios pela frente. Isso é chegar com tudo no Enem: estar em dia com as partes do processo: estudos, planejamento, vivências, acompanhamento e bem-estar. O sucesso vem dessa combinação. PÁGINA 06
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Mossoró, fevereiro de 2018
Editorial M
ARTIGO
Pe. Charles Lamartine - direcao@cdsl.com.br
ais uma edição do Diocesano Informa e nosso coração é só gratidão pelo resgate deste veículo de comunicação que é ao mesmo tempo tradição e modernidade, traz consigo traços da mais tenra história diocesana e nos auxilia a construir e registrar os passos que estamos trilhando firmes para o futuro. A matéria de capa traz relatos de alguns dos 50 alunos do Diocesano que conquistaram a aprovação no Sisu e hoje têm seus lugares garantidos em universidades pelo país. São famílias, adolescentes e uma equipe inteira vivenciando e comemorando a concretização do trabalho de anos, a colheita dos frutos. Parabéns a todos! Pertinente e assertivo, o artigo da nossa psicóloga e mestra em educação Anna Luzia traz uma reflexão importante sobre a patologização dos problemas naturais de crianças e adolescentes. A profissional alerta para a importância da escuta e que ela não pode ser substituída por diagnósticos. Não deixem de ler logo aqui ao lado do nosso Editorial. Nosso informativo traz ainda colunas, espaços de escrita dos próprios alu-
nos, como o Curto Circuito, com temas da atualidade abordados e debatidos em sala de aula, trazendo aqui as melhores produções dos alunos, neste sobre a Depressão,eoespaçoOquevocêindica,com sugestões e dicas de leitura, também pelos discentes. A entrevista deste mês é com a Profª DrªPhDemEducação,AnaLúciaAguiar, professora, orientadora e que responde pelaDAINdaUERN,eéumadasmaiores autoridades nas lutas e debates sobre educação inclusiva em nossa região. Além de grande educadora e agente social, é uma amiga do coração por quem tenho respeito e apreço imensos e, de certo modo, homenageio com estas palavras de reconhecimento. Uma mulher forte e sensível que tem sempre palavras de sabedoria a compartilhar. Vale a pena conferir! A educação é a paixão que move a minha vida, minha sede de permanência. Rememoro as palavras de Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naquelescujosolhosaprenderamaveromundopelamagiadanossapalavra.Oprofessor, assim, não morre jamais...”. (Rubem Alves) Boa leitura e até a próxima edição! Guilherme Ricarte
Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais...” Rubem Alves
ILUSTRAÇÃO
Jorge Guaraná - jorge@canariocomunicacao.com
Patologização de problemas naturais da infância e adolescência Anna Luzia Oliveira - psicóloga e Ma. em Educação
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ssistimos atualmente a uma expansão dos efeitos da ciência sobre a realidade psíquica e os modos de estar no mundo, consequentemente, o surgimento de uma multiplicidade de formações sintomáticas, que a sociedade busca enquadrar em algum saber científico. Com isso, vivemos um preocupante fenômeno de patologização - transformar algo em doença ou anomalia, mesmo que não seja - de problemas naturais da infância e da adolescência, convertidos em supostos diagnósticos a serem medicados. Estudos buscam enquadrar esses jovens em um cenário que os avalia a partir de comportamento ditado por estudos estatísticos, comparativos, que não privilegiam a singularidade e a história de vida de cada sujeito. É assim que o autor Célio Garcia faz a leitura desta condição: “por meio da avaliação, comparação e classificação, procuram identificar os sujeitos e as probabilidades de seu futuro”. Deste modo, as pessoas acabam sendo diagnosticadas por desviarem suas atitudes das normas de comportamentos estabelecidos. Nessa visão dos padrões, se a criança for danada, esperta demais, se movimenta muito, corre, pula, ela é Hiperativa; se apresenta restrições alimentares e pouca socialização, está dentro do Espectro Autista, é Autista; se está triste, é Depressiva; se não aprendeu a ler no mesmo tempo que o colega, é Disléxica. Antes de reconhecer os sujeitos por essas nomeações, é preciso reconhecer a história dele. O ser disléxico, autista, depressivo precisa se restringir à categoria de tratamento, jamais significantes para nomear crianças e adolescentes. Até o Google tem sido responsável por fazer ‘diagnósticos’ e ‘elaborar um saber’ sobre os sujeitos, o que tem sido perigoso, sobretudo em se tratando de questões emocionais. Cabe então perguntar: o que faremos da infância e adolescência que normatizamos? Qual o peso de um diagnóstico na vida de uma criança ou adolescente? O diagnóstico mobiliza a mudança ou cristaliza o sujeito a responder do lugar, como aquele que sempre atenderá aos sinais clínicos que lhes foram atribuídos, estigmatizando seu futuro? Essas práticas asseguradas pelo ‘saber moderno’ classificam os sujeitos, na tentativa de organizar, a
partir da diminuição das incertezas, os aspectos da vida, em taxas de probabilidade, com fins preventivos, para que se possa fazer uma clínica baseada na certeza, no previsível. Precisamos reverter esse paradigma, visto que o diagnóstico precisa ser um saber de interesse apenas aos profissionais, para que estes venham a conduzir o tratamento. Assim, os modos de estar no mundo, a dimensão singular do ser de cada um, precisam ser encarados sobre outra óptica: precisamos abrir mão dos catálogos de sinais clínicos, para elevar a subjetividade de cada indivíduo. A articulação do sujeito a sua história precisa ser mais importante que o diagnóstico que as crianças e adolescentes têm. No campo da educação, comportamentos ou níveis de aprendizagem que não correspondem ao que se espera e deseja das crianças e adolescentes, têm sido alvo de constantes investigações para se constatar o que ‘eles/elas têm’, visto que considerar os ‘desvios’ como efeitos de uma doença, deixam pais e professores aliviados em sua culpa, uma vez que a causa das manifestações sintomáticas passam a ser atribuídas comumente a um organismo doente, quando em muitas das ocasiões estamos diante de problemas e limites na prática pedagógica do professor, ou frente a situações em que a autoridade da família encontra-se em declínio, não se apresentando mais com força suficiente para referendar lei/ limites. Resta então às crianças e adolescentes uma permissividade sem limites, o que também retorna para estes sob o modo de angústia. Neste sentido, nossas crianças, adolescentes, alunos/as, precisam ser escutados, precisamos dar voz ao saber destes sujeitos, para que possam tecer uma teia de significados sobre seu sofrer e suas inquietações, pois somente por meio da fala, conseguirão dar um outro destino ao sofrimento e à angústia, trazendo como consequência efeitos apaziguadores para as formações sintomáticas que tanto incomodam os pais e dificultam o processo pedagógico e social. Precisamos antes de mais nada, ouvir as crianças e adolescentes para assim, trocar as certezas dos rótulos pela seguinte questão: o que meu/ minha aluno/a ou meu/minha filho/a está querendo dizer com esse comportamento?
Expediente Pe. Charles Lamartine Direção
Guilherme Ricarte Edição e Textos
Bruno Martins, Pedro Ítalo, Rosilene Ramos Produção
Virgínia Barreto Revisão
Canário Comunicação Diagramação
Unigráfica Impressão
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HORA DE COMER
Alimento saudável é incentivo na montagem da lancheira
ESCOLA ORIENTA PAIS E RESPONSÁVEIS NA HORA DE ESCOLHER A COMIDA OFERECIDA ÀS CRIANÇAS
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s bons hábitos são construídos desde cedo. Na alimentação, essa afirmação também é uma verdade. Pensando nisso, o Colégio Diocesano Santa Luzia desenvolve o programa Lanche Saudável, voltado às crianças da Unifam e Ensino Fundamental Anos Iniciais. O objetivo é simples: orientar os pais na montagem das lancheiras e incentivar os meninos e meninas a criarem o costume do uso de grupos alimentares necessários para um bom desenvolvimento. O contato com variados alimentos in natura, de sabores e texturas diferentes, é uma maneira de cativar a aceitação e contribuir com a dieta das crianças. Mas, para isso, o exemplo deve vir de dentro de casa. “As crianças estão em fase de desenvolvimento do seu paladar e para que o trabalho de educação nutricional funcione, isso deve começar em casa, no dia a dia e na montagem da lancheira que a criança leva para a escola”, indica a nutricionista Kaline Melo, que faz o acompanhamento do programa. Sucos naturais, frutas, salgados de forno sem embutidos, tapioca, cuscuz, fibras,entreoutrassugestõessãoasmais indicadas na composição da lancheira. “Quando a criança traz alimentos que fogem a essas opções, a professora recolhe e substitui o lanche por um mais saudável. Então nós conversamos com os responsáveis para orientar e sugerir amudança”,explicaacoordenadorapedagógica Valcione Alves. A cantina da escola também oferece um cardápio mensal, que fica como opção para os pais que preferem não enviar a lancheira de casa. Os alimentos que compõem essa variação são todos sugeridos pela nutricionista, baseado na perspectiva saudável, sem as presenças de frituras, refrigerantes, achocolatados, bolos com cobertura e comidas ultraprocessadas. Comer bem não deve ser uma imposição, mas sim um hábito. Não é recomendado forçar a criança a ingerir determinados alimentos, mas
O que você indica?
ANA LUIZA HOLANDA 1º Série Ensino Médio
Guilherme Ricarte
Nutricionista acompanha elaboração do cardápio e aceitação das crianças Guilherme Ricarte
Lanches consumidos têm base nos alimentos naturais, como as frutas
DICAS DE PREPARO DA LANCHEIRA: 1- Frutas picadas e colocadas em potinhos: manga, melão, melancia, morango, kiwi; 2 - Sucos de frutas variados: pode fazer misturas como laranja e beterraba, acerola e morango, abacaxi e hortelã; 3 - Pão de queijo: as crianças têm boa aceitação; 4 - Tapioca: pode ter recheio salgado (queijo com tomate e orégano, patês diversos, requeijão, ovo
‘Terra das histórias: O feitiço dos desejos’
também não é aconselhado desistir de uma alimentação saudável. Há estratégias para buscar a aceitação. “É importante combinar com os filhos, dentro das opções que os responsáveis decidiram, e chegar a um acordo sobre o que será colocado na lancheira. É preciso ser flexível, mas também não liberar tudo”, aconselha Kaline. Apostar, além dos sabores, também nos formatos, cores e texturas atraentes, é um bom caminho para montar a lancheira. Outra forma de envolver a criança neste universo é convidá-la a fazer parte da produção da comida que ela vai levar para a escola. “Que tal convidá-los para preparar os lanches? Assim, eles se sentirão parte do processo e começarão, desde cedo, a se familiarizar com os alimentos”, sugere a nutricionista. A alimentação saudável é fundamental, principalmente diante de números que preocupam, quando o assunto é a obesidade infantil. As estatísticas mostram que o Brasil precisa de um alerta. A última edição da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), de 2008-2009, mostrou que 33,5% das crianças brasileiras que têm entre cinco e nove anos apresentam excesso de peso. A nutricionista Kaline Melo preparou uma lista para ajudar os pais na montagem da lancheira. Tudo simples e prático para que as crianças também possam participar do processo. Agora é só aproveitar as dicas e preparar uma lancheira saudável e saborosa para os filhos.
mexido) ou doce (banana com canela, geleia de frutas); 5 - Bolos caseiros: experimente as receitas mais simples, como bolo de banana, bolo de cenoura; 6 - Iogurte sem açúcar, com um pouco de geleia de frutas, cereais ou granola; 7 - Torta salgada de legumes, de tomate com queijo e orégano.
Eu indico o livro ‘Terra das histórias: O feitiço dos desejos’, do autor americano Chris Colfer. O livro é mais voltado para o público jovem, mas qualquer adulto que se interessar em ler, tenho certeza que vai adorar. O livro fala sobre a viagem de um casal de irmãos gêmeos, Alex e Conner Bailey, que ao lerem um livro com o qual foram presenteados pela avó, embarcam numa verdadeira aventura no mundo dos contos de fadas, porém ficam presos dentro dele. Nessa fantástica aventura, eles conhecem a verdadeira história dos personagens por trás dos livros infantis que leram quando mais jovens. A única forma de saírem de lá é juntarem todos os itens do feitiço do desejo e, assim, embarcam em uma experiência arriscada inimaginável. Felizmente, conhecem a verdade sobre alguns membros da família que têm relação com esse mundo ‘imaginário’. O livro contém humor, drama e um toque de mágica. É uma maravilhosa viagem literária, e acredito que vão querer saber mais ainda e admirar cada vez mais os contos de fadas. Espero que gostem!
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ENTREVISTA
Ana Lúcia Aguiar
A professora Ana Lúcia Oliveira Aguiar tem Graduação e Licenciatura em História pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mestrado em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, doutorado em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e PósDoutorado em Educação pela Universidade Federal do Ceará. É membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação, Memórias, (Auto) Biografias e Inclusão – GEPEMABI e Diretora de Políticas Públicas e Ações Inclusivas (DAIN), da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Durante entrevista ao repórter Pedro Ítalo, do Colégio Diocesano Santa Luzia de Mossoró, fala sobre o trabalho que desenvolve voltado para as pessoas com deficiência, ações e políticas de inclusão e os desafios para a quebra de barreiras social e historicamente criadas.
DIOCESANO INFORMA - Professora, a senhora é referência em Inclusão Social. Poderia contar um pouco sobre a sua trajetória profissional-acadêmica e quando surgiu o interesse por enveredar por essa área. ANA LÚCIA AGUIAR: Para começar a falar sobre o meu interesse em enveredar nessa temática, necessariamente preciso falar do lugar de origem, onde eu nasci, lugar da minha pertença, de minha identidade, pois foi nesse lugar onde comecei nos caminhos da diversidade. Esse lugar é a Ilha de Fernando de Noronha, que na época era uma Ilha comandada por militares e ali eu já vivia na diversidade, por que convivíamos com governo militar e a população civil. Nesta estavam os pescadores. Eu venho, exatamente, da colônia de pescadores. Meu pai pescador, minha mãe criava e plantava para a sobrevivência da família. O que quero dizer com isso é que nasci na diversidade e sob a formação de uma família cuja mãe me educou com a seguinte frase: “precisamos aprender a conviver com todos, conversar com todos e a conhecer todos em toda a sua forma de ser”. Ela queria me dizer que era preciso estar com o outro, porque sozinhos não conseguimos fazer nada. Eu convivi no Palácio do Governo, com militares, na Base Americana, pois à época a Ilha de Fernando de Noronha tinha a base composta por americanos e com a Igreja. Eu tive, durante toda a minha vida, um padre como referência na minha educação. Em Noronha, em Recife, na Berlim, em Petrolina, em Tóquio, em Campina Grande, em Mossoró, sempre, uma referência religiosa me acompanha. Essa trajetória de vida me permitiu ampliar minha leitura de mundo e meu olhar sobre o Outro. Aqueceu meus saberes da alteridade. O primeiro contato com uma pessoa com deficiência foi em Petrolina-PE, com um aluno surdo, no Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) e foi uma aproximação impactante. Ocorreu em 1994, quando da entrada de um aluno surdo no referido centro. Em decorrência da falta de experiência com pessoas com deficiência, houve inquietação de todos que pensavam, à época, ser melhor para o aluno que frequentasse uma escola especial. Um exercício pertinente de aproximação ao Outro fez com que alguns professores se posicionassem de forma diferente, a saber, firmando a posição de permanência do aluno no Centro Federal. Professores de Geografia e de História, em conjunto, nos organizamos e lutamos para que ele permanecesse em sala de aula. E nós pedimos ao Centro Federal uma formação continuada para acompanhá-lo, porque precisávamos de qualificação para acompanhá-lo, fazermos as adequações necessárias para a qualidade do seu aprendizado. Lembro-me das inquietações proveitosas que estimularam o interesse e a busca do conhecimento sobre a Língua Brasileira de Sinais, sobre a semântica da LIBRAS e sobre a comunidade de pessoas surdas. Com a mesma pertinência em Mossoró, como professora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, lotada no Departamento de Educação e como Diretora da Diretoria de Políticas de Ações Inclusivas da UERN, há 12 anos, venho aprofundando um trabalho dedicado totalmente aos estudantes com deficiências, à inclusão e à formação
continuada de uma maneira mais intensa. Também tive a experiência com a inclusão na Alemanha, na Itália, na Holanda, no Japão, na Argentina, no México, em Cuba e, recentemente, no Peru, países por onde eu aqueci minha visão de mundo e a leitura sobre a diversidade, também, com minha formação continuada. Tive a oportunidade de conhecer a diversidade dos povos, das culturas dos países que recebiam imigrantes, como, por exemplo, a comunidade de turcos na Alemanha. Esse meu convívio e leitura de mundo, por onde ando e continuo caminhando nessa construção, me fazem cada vez mais refletir sobre nossa responsabilidade social que precisa cada vez mais está referenciada por nosso engajamento em sociedade. Na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, me sinto alojada dentro do referido mote, pois a UERN é um destaque na região como uma universidade socialmente referenciada. Uma universidade que prima por ações inclusivas, que defende as parcerias institucionais como dimensão significativa para a ampliação das conquistas e a consolidação dos direitos e luta em defesa do respeito aos princípios dos direitos humanos. Nessa direção, a soma com instituições parceiras, na luta pela inclusão, permite a desterritorialização das ações. A soma de esforços abre caminho para o diálogo na região de fronteiras onde cada um se toca. Edifica para o fortalecimento das ações e realização de projetos que levam a energizar as políticas públicas em razão da consolidação do que a legislação dos direitos das pessoas com deficiência prescreve. Outro aspecto, a família. Esta deve ser regada pelas instituições de ensino e deve primar pelo direito de participação junto às instituições. A relação família/escola/sociedade é fundamental. Um diálogo alinhado na direção do exercício do enfrentamento dos desafios diários que implicam na responsabilidade social da construção dos caminhos para a superação. Essa minha leitura de mundo me fez essa mulher, essa profissional, que não abre mão da luta pela efetivação dos direitos das pessoas com deficiência. DI: Ainda em relação à Educação Inclusiva, quais os principais desafios enfrentados por professores e gestores no processo de inclusão. Como superá-los? AL: Um dos maiores desafios é exatamente cada um de nós pensarmos na quebra de barreiras atitudinais. Esse é o maior desafio. Construirmos uma cultura para a quebra de barreira atitudinal. Um profissional, uma instituição pode ter a mais avançada tecnologia, que é importante para as adequações, mas se não contar com profissionais, com um olhar inclusivo, se não tiver esse olhar para perceber o outro enquanto possibilidade, não adiantará nenhum equipamento, nenhum programa de alta resolução. A atitude de olhar o outro como sujeito de potencialidade essa é principal dimensão a ser trabalhada. A quebra de uma barreira atitudinal que segrega, que estigmatiza o Outro, não precisa de dinheiro, não precisa de um projeto de financiamento, não precisa de editais de financiamento. É um exercício de dentro. É a sua consciência humana que pratica da humanização. Faz parte da alfabetização dos sentidos, da educação para as vivências com o Outro diferente, com a diferença, com a diversidade. Exigem educa-
ção dos sentidos, das sensibilidades para cuidar de mim e do Outro. É com um dispositivo: o de implicar-me. Quando falamos dos desafios físicos, barreira arquitetônica, de engenharia, de imobiliário, de tecnologia assistida, de comunicação, precisamos de condição econômica, de investimento público, Municipal, Estadual e Federal, para que possamos entrar em editais e captar recursos. Para a quebra de barreira atitudinal, a superação está para perto do exercício de responsabilidade social, possibilidade quando nós nos implicamos para a resolução. Essas barreiras são historicamente e socialmente construídas. Da mesma forma devem ser socialmente resolvidas, desconstruídas. É dessa forma que entendo. Com a formação continuada, é possível outra leitura de mundo, possibilitar a todos nós a mudança de paradigmas, pois se quero fazer inclusão, mas estou dentro de paradigmas tradicionais, eu não vou fazer nunca a inclusão. Necessário mudar os referenciais teóricos e práticos, como caminho, para fazer o respeito ao Outro. Essa mudança permitirá, sem dúvida, que olhemos o Outro como possibilidade. DI: No Colégio Diocesano Santa Luzia, a senhora tem realizado formações com o tema ‘Educação das Sensibilidades para cuidar de mim e do outro’. A senhora defende que a escola é um local privilegiado para a construção do conhecimento e o desenvolvimento da sensibilidade humana. Quais práticas escolares podem surgir com base na Alfabetização dos Sentidos tendo como objetivo a humanização da educação? AL: Realizamos duas conferências sobre esse tema no Colégio Diocesano Santa Luzia de Mossoró, instituição que argumento e defendo como, cotidianamente, preocupada e consolidando ações para efetivar o direito dos alunos com deficiência. É uma instituição religiosa, com destaque na região e referência central pelos princípios de humanidade que defende e que são aprimorados, dia a dia, no exercício prático e no engajamento de uma equipe empenhada em seu fazer pedagógico. Referenciome em Paulo Freire com suas lições de que “Precisamos desenvolver a cada dia nosso amor armado”. Esse “amor armado” é o amor que se pratica todos os dias, horas, minutos, instantes. Quando nós temos o amor pelo Outro sem economizar esforços. Não é possível, em meu juízo, uma prática inclusiva quando o professor, ou qualquer profissional, no exercício de suas funções e atribuições, não se pensa enquanto sujeito de “amor armado”. A vocação do Colégio Diocesano Santa Luzia de Mossoró está ancorada, definida, desenvolvida pela via da sensibilidade do seu gestor Padre Charles Lamartine de Sousa Freitas, que conduz uma equipe de coordenadores, de professores, de técnicos, com a firme determinação do amor ao trabalho, da implicação, da sinceridade, da confiança, da lealdade, do tomar para si o que é preciso realizar em prol do crescimento de todos e de todas. Uma sensibilidade na construção de uma instituição que não pertence a nome, mas à sociedade. Uma instituição que não mede esforços para aprender a aprender, para conhecer, para conviver, para aproximar-se, para ouvir. Que reconhece suas lacunas e que avança em busca de resolução para seus desafios, em equipe, e para o coletivo social.
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GINGA
Capoeira é a nova modalidade esportiva do Diocesano
TRÊS TURMAS ESTÃO SENDO FORMADAS PARA OS TREINOS, DE ACORDO COM A FAIXA ETÁRIA DOS ALUNOS
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orte representação da cultura brasileira, a capoeira é uma das novas modalidades esportivas oferecidas pelo Colégio Diocesano Santa Luzia, a partir de 2018. As aulas já começaram desde o início do ano letivo, sob a orientação do professor Thiago Celestino. A primeira impressão de quem nunca tinha experimentado esse esporte é de encantamento, e quem garante é o próprio mestre que toma conta das turmas. “Os alunos que têm a primeira experiência com a modalidade estão curiosos e encantados, pois as aulas são dinâmicas e com muitos desafios. Por exemplo, já imaginou aprender a fazer uma parada de mãos, aprender a fazer um salto mortal ou backflip? Isso é mais do que possível e é só participar das aulas para conferir”, convida Celestino. As aulas vêm acontecendo na Sala Prof. Drácon Bessa, por trás do Ginásio Carecão, três vezes por semana, às segundas, quartas e sextas, com turmas divididas por séries. Às 17h do 3º ao 5º Ano do Ensino Fundamental Anos Iniciais; às 18h do 6º Ano do Ensino Fundamental Anos Finais ao 9º Ano do Ensino Médio; e às 19h para os estudantes da 1ª até a 3ª Série do Ensino Médio. Atualmente, a capoeira do Colégio Diocesano conta com 14 alunos e as vagas continuam abertas para mais estudantes interessados. As matrículas devem ser feitas pelos pais na secretaria da escola. “Os benefícios da capoeira são diversos, o ganho de agilidade, destreza, força, flexibilidade, além de trabalhar a coordenação motora. Ainda oferece a musicalidade em
Guilherme Ricarte
Aulas estão acontecendo três vezes por semana desde o início do ano letivo suas aulas. Os alunos aprendem a tocar os instrumentos que são necessários para fazer a roda de capoeira, assim como o aprendizado das letras, que têm uma relação direta com a história do Brasil”, cita o professor sobre os benefícios da capoeira para os jovens. A aluna Lídia Maia, que estuda na 2ª Série do Ensino Médio, é uma das integrantes e teve no Diocesano
o seu primeiro contato com a modalidade. Ela se diz satisfeita com o que vem descobrindo. “A capoeira foi uma surpreendente oportunidade de esporte para mim. É maravilhoso, mexe bastante com nosso corpo, mente e nos ensina mais sobre disciplina. Mente sã, corpo são. Espero que mais pessoas descubram esse esporte. Quem sabe participarei em breve de competições, repre-
sentando o Diocesano na capoeira”, planeja a estudante. A capoeira é uma mistura de esporte, manifesto popular, música e brincadeira. Uma aula dessa modalidade é cheia de desafios, com movimentos acrobáticos, golpes, esquivas e ritmos. Uma excelente ferramenta no desenvolvimento infantil, diante dos diversos benefícios psicomotores.
CAPOEIRA
- Onde são as aulas? Sala Prof. Drácon Bessa. - Quando acontecem? Segundas, quartas e sextas (17h, 18h e 19h). - Onde me matriculo? Na secretaria da escola.
FAMÍLIA NA ESCOLA A experiência por nós, pais de Gabriel, Thiago e Andressa, vivida entre os ‘muros’ da casa de ensino, educação e formação de cidadãos cristãos, Diocesano Santa Luzia, nos faz refletir e fomentar horizontes e realizações, as quais nos deixa bem tranquilos e certos de que fizemos a melhor escolha para os mesmos. Certamente, há horizontes a separar em relação às individualidades vividas com cada filho, momentos únicos e com características distintas. Que de uma forma global, o apreço e consideração à instituição, nos são ensejados de satisfação e realização. Queremos sempre o melhor para os nossos filhos e esperamos a correspondência da escola que escolhemos para eles. Acredito e entendo que educação tem mão dupla, a parceria pais e escola tem papel fundamental na absorção, nos ensinamentos cognitivos e na formação do cidadão. Assim, os frutos vão sendo colhidos: Gabriel hoje com 19 anos é universitário, satisfeito com suas possibilidades de futuro, e o mais importante, um jovem cidadão correto e centrado no bem; Thiago no Ensino Médio já cheio de sonhos futuros, e An-
dressa no caminho certo e firme. Só temos a agradecer ao Diocesano e pedir a Deus que ilumine a atual administração
sempre numa condução de evolução e vitórias, junta aos seus recursos humanos e alunos. Andréia Sinclair (Mãe de aluno)
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COM TUDO NO ENEM O
INCENTIVO EM OLIMPÍADAS, PROJETOS PEDAGÓGICOS E ACOMPANHAMENTO PSICOLÓGICO PREPARAM ALUNOS DO DIOCESANO ATÉ A APROVAÇÃO
sonho de entrar na universidade vai sen- do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e me ajudar bastante agora na faculdade, assim do construído ao longo do tempo, con- que fez 960 pontos na redação. como me ajudou a encontrar o que eu queria cretizado ano após ano de preparação, “O Grupo de Debate, além de ser multidisci- cursar”, explica Jorge, que tem a ideia reforçaintensificado principalmente na reta final com plinar, abre nossa mente para assuntos que antes da pelo amigo de escola e agora de graduação. a passagem pela 3ª Série do Ensino Médio. Essa nunca tínhamos pensado em debater. Além de “Participando das olimpíadas descobri minha foi a trajetória de quem alcançou o sucesso no trazer pessoas de fora, que têm experiência na afinidade com matérias ligadas à área tecnolóSistema de Seleção Unificada 2018. A aprovação área e com certeza acrescentaram muito para o gica. Hoje sou um apaixonado por matemática constatou que os estudos, os acompanhamentos nosso conhecimento”, diz Fernanda. e por isso resolvi fazer engenharia”, afirma Yan. pedagógico e psicológico deram resultado. No Ciência e Tecnologia na Ufersa é o destiEntre essas e todas as outras histórias de Colégio Diocesano Santa Luzia, 50 alunos que no de dois outros alunos do Diocesano, que aprovações do Colégio Diocesano, o que há prestaram o Exame Nacional do Ensino Médio vivenciaram bastante a área tecnológica ao em comum é o forte indicativo de que enano passado ingressaram na fatrar em uma universidade não Guilherme Ricarte culdade através da primeira chaé uma conquista de última homada do Sisu e estão com motivos ra. A preparação é um processo, de sobra para comemorar, certos combinado entre estudos, plade que agora começa uma nova nejamento, acompanhamento etapa, rumo a mais uma conquise bem-estar. São as estratégias ta, a graduação. mais eficientes para quem quer Andreina Rebouças é um chegar com tudo no Enem. exemplo disso. Ela foi aprovada para Medicina Veterinária na CURSINHO - O Enem é uma Universidade Federal Rural do Serealidade na vida de quem premi-árido (UFERSA) e sabe que, tende ingressar em uma universe está neste local hoje, foi porque sidade. O Diocesano Cursinho apostou em sua preparação nos oferece um trabalho que se enúltimos anos. “Minhas participacaixa perfeitamente na rotina de ções em olímpiadas, como a de quem vai prestar o Exame e ajuda História do Brasil e de Robótica, a tornar o estudo eficiente e de me ajudaram muito nesse processo qualidade. No Sisu 2018, foram de preparação até a aprovação. O 43 aprovações de alunos que pasacompanhamento dos professores Momento de alegria ao receber o resultado juntos aos amigos também aprovados saram pelo preparatório. e dos psicólogos também me ajuAliado a uma excelente equipe dou muito a ter um controle melhor na hora de longo do Ensino Médio. Jorge Henrique e Yan de professores, estrutura física, um bom material prestar o Enem”, relata a estudante, que ocupa a Granjeiro, aprovados em segundo e terceiro e a força de vontade em construir o futuro fazem terceira colocação na lista dos aprovados. lugar respectivamente, têm várias participa- da preparação do aluno um diferencial importanAlém das olimpíadas, que têm as partici- ções na Mostra Brasileira de Foguetes, assim te para a obtenção do almejado sucesso na prova. pações dos alunos incentivadas pela escola, o como em olimpíadas estaduais e nacionais de O Diocesano Cursinho vem alcançando núGrupo de Debates, realizado semanalmente no Física, Matemática, Química, Astronomia, meros bastante positivos em aprovações no Enem. segundo semestre do ano letivo com as turmas Robótica, Biologia e Geografia. Para chegar aos objetivos, a coordenação vem busda 3ª Série para trabalhar possíveis temas da Re“Nas olimpíadas vi muitos conceitos de en- cando oferecer, além das aulas, atividades extras dação do Enem, também tem sido diferencial na genharia, com matemática, física, que fizeram como o laboratório de redação, laboratório de macaminhada. Quem comprova é a aluna Fernanda eu me apaixonar ainda mais pela área tecnoló- temática básica, aulões, simulados do Sistema EvoLinhares, aprovada em Direito na Universidade gica. Criei uma bagagem muito grande e isso vai lucional e o acompanhamento pedagógico. Alunos comemoram, recompensados pelo empenho na preparação para o Enem
Guilherme Ricarte
Mossoró, fevereiro de 2018
Carnaval das crianças coloriu o Diocesano de alegria
UNIFAM E ENSINO FUNDAMENTAL ANOS INICIAIS PREPARARAM FESTA PARA CELEBRAR A FOLIA
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Diocese Por: Pe. Sátiro Cavalcanti
FOLIA
clima de Carnaval tomou conta das crianças da Unifam e Ensino Fundamental Anos Iniciais do Colégio Diocesano Santa Luzia durante toda a semana que antecedeu o Carnaval deste ano. Juntos com as famílias, professores e coordenadores, eles vivenciaram momentos de muita alegria nos animados bailes realizados na Sala de Movimentos e no Ginásio Carecão. Foi um festival de criatividade nas fantasias, de felicidade nas brincadeiras, de dança com as marchinhas e de muito encantamento com a magia carnavalesca. As crianças vestiram suas fan-
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tasias e entraram no mundo da imaginação para se tornarem super-heróis e heroínas, personagens de histórias em quadrinhos e desenhos animados, representantes do folclore brasileiro, entre tantos outros símbolos de manifestações culturais, típicas da época em que é festejada a folia. Além de tudo isso, a Folia do Dió foi oportunidade de socialização entre as crianças, novatas e veteranas, vivenciando momentos de interação por meio das brincadeiras, músicas e danças cheias de alegria e encantamento, ingredientes que elas mais gostam. Guilherme Ricarte
Philipe Villeneuve - interino
QUARESMA A Igreja vive, dentro do seu caminho litúrgico, o Tempo da Quaresma. São quarenta dias que, não apenas nos preparam para a Semana Santa, mas possuem uma mística própria. É tempo de nos voltarmos para nossa condição humana, de pecadores, necessitados da graça e do amor de Deus. Por meio dos exercícios quaresmais de oração, esmola e jejum, somos chamados a mudar de vida, viver o deserto de nossa existência, caminhar com o Jesus penitente até que, com Ele, possamos também na Páscoa ressurgir para uma vida nova. CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2018 Durante o tempo da Quaresma, a Igreja do Brasil propõe a Campanha da Fraternidade como meio de reflexão, consciência e atitude pastoral. Este ano, o tema é Fraternidade e Superação da Violência, e o lema “Somos todos irmãos” (Mt 8, 23). No Colégio Diocesano, serão realizadas palestras que possam levar à reflexão sobre tema pelos alunos de todas as séries, em sala de aula e fora desta, possibilitando a construção da consciência de que superar a violência nos dias de hoje e constituir espaços de fraternidade devem ser compromisso e missão assumidos por cada pessoa. FACULDADE DIOCESANA DE MOSSORÓ No último dia 19 de fevereiro, começaram as atividades letivas da Faculdade Diocesana de Mossoró com a Celebração Eucarística na Capela do Colégio Diocesano. Presidida por Dom Mariano Manzana, bispo
diocesano, e concelebrada pelos padres de nossa diocese. Na celebração também foi a apresentação e a concessão de posse do Pe. Flávio Augusto Forte Melo, vigário geral, como vice-diretor da Faculdade. SEMINÁRIO SANTA TERESINHA DE MOSSORÓ Nos dias 3 e 4 de março, o Seminário Santa Teresinha acolherá jovens vocacionados de toda a diocese para realização do seu primeiro Encontro Vocacional de 2018, abrindo assim a caminhada de discernimento daqueles que podem no futuro responder à vocação sacerdotal. Os que se sentirem chamados a iniciar este caminho devem fazer contato com o seminarista Mário Augusto (84 99840-4959), com outros seminaristas, ou pelo telefone do Seminário (3321-6396). PROFISSÃO DE FÉ Dentro da caminhada vocacional para o sacerdócio em nossa Diocese, os seminaristas Júnior Paiva e Marcílio Silva, que se preparam para a Ordenação Diaconal, viveram mais uma etapa do processo. Desta vez, viveram o rito da Profissão de Fé, no qual declararam de forma pública acreditar na fé da Igreja e em tudo o que ela ensina. O rito aconteceu durante a missa presidida pelo Bispo Diocesano, Dom Mariano, com a participação do Reitor do Seminário, Pe. Francisco Crisanto, e os demais padres do clero diocesano. A celebração aconteceu durante o Estudo do Clero, na Capela de Cristo Rei em Tibau/RN, com o tema “Administração Paroquial” sob a assessoria do Pe. Dr. José Carlos da PUC-SP.
ESPAÇO CURTO CIRCUITO Crianças da Educação Infantil animaram a Sala de Movimentos Diêgo Jatai
Medidas cabíveis para combater a depressão Por Iago Vinícius Fernandes Fabrício - 9º Ano C
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Ensino Fundamental foi até o Carecão em uma animada troça carnavalesca
o Brasil, milhares de mortes foram registradas no ano de 2015 relacionadas à depressão. Cerca de 15 mil foram a óbito e 3 milhões, aproximadamente, sofreram de com a doença, comprometendo o desenvolvimento psicológico e emocional de milhares de pessoas. O transtorno depressivo provoca incapacidades físicas e psicológicas. A depressão causa problemas de socialização, dificultando o indivíduo de ampliar relações sociais e ele tende a isolar-se de pessoas e problemas. Independente do indivíduo receber uma alegre notícia, não haverá mudança em seu ânimo e estado psicológico, o que dificulta a realização de atividades simples. Um dos principais desafios da
medicina é o combate do transtorno depressivo entre jovens. Os médicos procuram terapias e medicamentos que tenham efetividade no tratamento da depressão, possibilitando melhoras no quadro clínico do paciente. A doutora Kivia, formada em psicologia, afirma: “O tratamento familiar é efetivo na depressão”. A família é o principal determinante no transtorno depressivo. As medidas que devem ser tomadas em relação à depressão são a participação familiar e terapia de construção psicológica, possibilitando o melhoramento do quadro clínico dos pacientes. Outra medida eficaz é o acompanhamento intenso de pacientes que sofrem psicologicamente e emocionalmente.
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Mossoró, fevereiro de 2018
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01- Aula preparatória para a Olimpíada Canguru de Matemática / 02 - Aulão Interdisciplinar para o Enem / 03- Coquetel de lançamento do Diocesano Informa / 04- Encontro Família e Escola na culinária Unifam / 05- Encontro Família e Escola na Sala de Movimentos Unifam / 06- Encontro Família e Escola na Sala de Música Unifam / 07- Momento Cívico com Fundamental Anos Iniciais / 08- Olimpíada Brasileira de Biologia