ANO 29 - EDIÇÃO 3454
Quinta-feira
Após perder tudo na enchente, Vera recomeça a vida em Tubarão vendendo pães caseiros
29 de Outubro de 2026
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Patrimônio público "Marisquinho" poderá ser derrubado Entenda o futuro de um dos pontos mais tradicionais de Jaguaruna no Balneário Arroio Corrente
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Artigo/opinião Gregório José Lourenço Simão Jornalista / Radialista / Filósofo Pós Graduado em Gestão Escolar, Pós Graduado em Ciências Políticas, Pós Graduado em Mediação e Conciliação MBA em Gestão Pública.
Flávio e a futura sentença Epicteto, filósofo estoico, conta a história de Agripino, um homem que, mesmo diante da condenação ao exílio, não perdeu a serenidade nem se deixou dominar pelo medo. Ao receber a notícia de que estava sendo julgado, continuou sua rotina e, quando soube da sentença, perguntou apenas se seus bens seriam confiscados. Informado de que não, decidiu almoçar antes de partir. Agripino compreendia que nada podia fazer para mudar aquilo que não estava em suas mãos, mas sabia que a maneira de enfrentar o destino continuava sendo uma escolha sua. Séculos depois, a política brasileira oferece um contraste que merece reflexão. Derrotado o bolsonarismo nas urnas por Lula, imaginemos Flávio Bolsonaro diante da perspectiva de uma investigação capaz de ameaçar sua liberdade. O pedido da Polícia Federal em apreender seu passaporte e a possibilidade de uma decisão desfavorável de Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal que é um adversário implacável e não mede esforços para que suas decisões não sejam contestadas decidiu agira. Ao contrário de Agripino, que esperou a sentença sem abandonar sua rotina, Flávio, nessa hipótese, teria preferido antecipar os acontecimentos e buscar nos Estados Unidos a distância que o território brasileiro já não lhe ofereceria. Não esperaria que o destino batesse à porta, pois, conhecendo os riscos que o cercavam, teria decidido partir antes que o cenário se tornasse ainda mais desfavorável. A diferença entre os dois não está apenas na atitude diante da sentença, mas na maneira como cada um compreende aquilo que está ou não sob seu controle. Agripino aceitou o exílio sem entregar sua liberdade interior ao poder de Nero; o político moderno, por sua vez, procurou preservar a própria liberdade física afastando-se do alcance das instituições brasileiras. Um permaneceu onde estava até conhecer a decisão que mudaria sua vida; o outro, temendo o que poderia acontecer, escolheu o aeroporto como resposta à incerteza. É verdade que ninguém é obrigado a aguardar passivamente uma ameaça, mas também é verdade que a distância não resolve, por si só, as questões deixadas para trás. Os Estados Unidos podem oferecer abrigo, conforto e milhares de quilômetros de separação, mas não têm o poder de transformar suspeitas em inocência nem de fazer desaparecer as consequências de atos eventualmente comprovados. Se Agripino seguiu para o almoço porque compreendeu que a sentença não estava em suas mãos, Flávio, nessa comparação, seguiu para a "América do Norte" porque acreditaria que ainda podia escolher onde enfrentar as consequências. Resta saber se essa escolha seria um gesto de prudência ou uma tentativa de escapar ao julgamento dos fatos. Epicteto nos ensinou que não controlamos todas as circunstâncias, mas somos responsáveis pela maneira como reagimos a elas. Entre o estoico que aguardou a sentença e o político que, nessa narrativa, teria preferido partir antes de recebê-la, há uma diferença que nem o oceano consegue esconder. Afinal, pode-se atravessar fronteiras para fugir da incerteza, mas não se pode garantir que, do outro lado, o passado deixe de esperar.
Ana Campagnolo fala em futuro da direita no Brasil e quer novos líderes A
deputada estadual Ana Campagnolo (PL) defen deu uma autocrítica da direita brasileira após o resultado das eleições de 2026 e cobrou a construção de lideranças e estruturas políticas capazes de sustentar o movimento conservador para além das disputas eleitorais. Em uma manifestação sobre o futuro da direita, a parlamentar não citou Flávio Bolsonaro nominalmente, mas questionou a estratégia de concentrar as expectativas do grupo político na eleição de um presidente da República. Reeleita para o terceiro mandato na Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), com 387.523 votos nas eleições de 2026, Campagnolo afirmou que a direita precisa avaliar o que construiu nos últimos anos e investir em organização política local, formação de lideranças e presença nas instituições. “Mais uma vez, a direita apostou tudo, tudo no resultado de uma eleição e não devia ser assim”, afirmou. O posicionamento ocorre após a disputa presidencial de 2026, em que Flávio Bolsonaro (PL) enfrentou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno. A derrota do candidato apoiado pela direita reacendeu o debate sobre os rumos do movimento conservador e as estratégias para os próximos anos. Embora não mencione Flávio diretamente, Campagnolo questiona a dependência de uma candidatura presidencial como principal caminho para promover mudanças no país. “Eu quero discutir o que que nós vamos fazer daqui para frente”, declarou. Deputada cobra autocrítica da direita Na avaliação de Campagnolo, o movimento conservador precisa olhar para a trajetória iniciada antes da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018, e avaliar quais conquistas conseguiu transformar em mudanças duradouras. A parlamentar citou as manifestações de junho de 2013, a eleição presidencial de 2014, o impeachment de Dilma Rousseff, a vitória de Bolsonaro em 2018 e o retorno de Lula ao poder em 2022. Para ela, a sequência de acontecimentos deveria servir de base para uma reflexão sobre os avanços e as perdas da direita brasileira. “O que que a direita construiu de duradouro que resistisse mais que uma eleição? Quais foram os resultados práticos? O que que nós conquistamos além de votos?”, questionou. Campagnolo também comparou a trajetória dos conservadores à da esquerda, que, segundo ela, conseguiu se reorganizar depois da derrota de 2018 e
voltou à Presidência quatro anos depois. Para a deputada, a direita precisa compreender como seus adversários mantiveram a articulação política mesmo fora do governo e desenvolver uma estratégia que não dependa exclusivamente do resultado das urnas. “Precisamos urgentemente fazer uma autocrítica”, afirmou. Campagnolo defende trabalho de base e novos líderes Um dos principais pontos da manifestação foi a necessidade de fortalecer a atuação política nos municípios e nas regiões. Campagnolo defendeu que parlamentares utilizem seus mandatos para formar novas lideranças e construir redes de apoio em instituições locais, em vez de concentrar esforços apenas na disputa presidencial. A deputada mencionou prefeituras, câmaras municipais, escolas, associações e outras organizações como espaços importantes para a consolidação de um projeto político. “Eu não deveria pensar no Estado se eu não domino a prefeitura, eu não deveria pensar na Presidência se eu não domino o governo”, afirmou. A parlamentar também criticou a atuação de políticos que, na avaliação dela, concentram energia em manifestações nas redes sociais e em disputas internas, mas não apresentam resultados concretos na construção de uma base política. “Porque para gravar vídeo caçando traidor, expondo melancia, aí um monte de gente faz. Mas quais são os resultados práticos?”, questionou. A expressão foi usada em referência a críticas e disputas dentro do próprio campo conservador. Ao longo da manifestação, Campagnolo defendeu que a prioridade seja fortalecer projetos e valores políticos, em vez de concentrar a atuação em ataques a adversários ou divergências entre integrantes da direita. Ela também argumentou que conquistar um mandato deve representar o início de um trabalho mais amplo, com capacidade de formar sucessores, ampliar a influência regional e manter uma estrutura política ativa entre uma eleição e outra.
¹ Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? Salmos 15:1
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Eduardo Negrão Analista político e escritor @prof.eduardonegrao
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Cruzado de Direita
FLAVIO BOLSONARO TERIA DEIXADO O PAÍS SEGUNDO PORTAL METROPOLES. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi embora para os Estados Unidos. O avião está em voo, e o destino final seria a Flórida. A informação foi confirmada por pessoas próximas à família do parlamentar. Flávio estava sumido desde a manhã desta terça-feira (27/10). A última mensagem foi enviada às 8h, para Rogério Marinho, que foi coordenador da campanha do presidenciável. O senador disse que estava “esfriando a cabeça”, mas não respondeu se havia deixado o Brasil. Flávio perdeu as eleições para Lula, no segundo turno, realizado no domingo (25/10). No dia seguinte, o ministro Alexandre de Moraes determinou a apreensão dos passaportes do parlamentar. Flávio deveria ter entregue os documentos nesta terça, mas não o fez.
COLUNA CRUZADO DE DIREITA ENTRARÁ DE FÉRIAS. Depois de uma cobertura extenuante das eleições, esse colunista entrará de férias sem data de retorno – caberá a você leitor desse jornal manifestar sua opinião sobre a relevância de nossa coluna. Apenas nesse caso estudaremos a possibilidade de retorno. Nosso país e o jornalismo independente têm grandes desafios à frente. Agradeço imensamente aos fiéis leitores de 5 estados que nos acompanharam até aqui e os convido para nos seguir em nosso instagram: @prof.eduardonegrao . Forte abraço a todos e para aqueles que buscam informações fidedignas deixo o trecho bíblico que se popularizou muito nos últimos anos: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" lo 8, versículo 32.
VIRADA SURPREENDENTE DE LULA CHOCA OS ANALISTAS. O presidente Lula (PT) reverteu a desvantagem do primeiro turno e venceu a disputa com 51,79% dos votos válidos (64.256.232 votos), superando Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 48,21% (59.826.041 votos). A diferença final foi de aproximadamente 4,4 milhões de votos. O termeometo da virada foi o colégio eleitoral de Minas Gerais: O avanço de Lula foi impulsionado pelo crescimento em colégios eleitorais do Sudeste e pela ampliação de sua liderança no Nordeste. Minas Gerais se consolidou como o estado decisivo, sendo a única unidade da Federação a mudar de lado e registrar a virada de votos em relação ao primeiro turno. BOLSA DE VALORES DERRETE APÓS A REELEIÇÃO DE LULA. A bolsa brasileira teve um pregão de forte turbulência nesta segunda-feira (26), após a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O Ibovespa, principal índice da B3, caiu mais de 10% nos primeiros minutos de negociação e acionou o circuit breaker. No fechamento do dia, o índice caiu 13,88%, aos 176.608 pontos. A reação refletiu a surpresa de parte dos investidores com o resultado das urnas e a revisão das expectativas para a condução da política econômica, os juros e as contas públicas. Entre as ações com maiores perdas, Magazine Luiza liderou a lista, com queda de 58,23%, seguida por Vamos (-56,79%) e Hapvida (-54,93%). Papéis de empresas ligadas ao consumo, ao varejo e ao mercado imobiliário também registravam baixas expressivas. N computo geral as empresas listadas na Bolsa (B3) desvalorizaram em mais de um trilhão de reais.
COMO FOI O SEGUNDO TURNO NOS CINCO ESTADOS E NO DISTRITO FEDERAL. No âmbito estadual, o segundo turno definiu os chefes do Executivo em seis estados. Entre os destaques, Mailza Assis (PP) garantiu a reeleição no Acre, Celina Leão (PP) venceu no Distrito Federal, Omar Aziz (PSD) no Amazonas, Lorenzo Pazolini (Repu– João, capítu- blicanos) no Espírito Santo, Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte e Vicentinho Júnior (PSDB) no Tocantins. O resultado final da engenharia política estadual mostra um país sob comando fragmentado. Os partidos PL, PP e Republicanos saíram fortalecidos e governarão estados que somam 64% da população brasileira, indicando INSTITUTOS DE PESQUISA ERRARAM NO 1º E 2º TURNO E que a oposição manterá forte palanque regional contra o governo federal.
PROVOCAM CRISE DE CONFIANÇA. Divergências entre levantamentos e resultados das urnas reacendem críticas sobre metodologias, margens de erro e confiabilidade dos números apresentados aos eleitores. O resultado do segundo turno das eleições de 2026 mostrou novo erro na tendência dos institutos de pesquisas eleitorais. Os principais levantamentos divulgados no país apontavam o senador Flávio Bolsonaro (PL) na liderança das intenções de voto. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no entanto, foi reeleito neste domingo (25/10). No primeiro turno, os maiores institutos também inverteram os resultados das urnas, quando Flávio Bolsonaro terminou na liderança. Em uma vitória histórica, Lula foi eleito pela quarta vez ao cargo. O presidente derrotou o senador, que terminou o primeiro turno na liderança da disputa, mas foi superado. Desde a adoção do sistema de dois turnos, na Constituição de 1988, nunca um candidato que terminou a primeira fase em desvantagem havia conseguido reverter o resultado em uma eleição presidencial. A pesquisa Datafolha divulgada no último sábado (24/10), véspera do segundo turno da eleição, apontou Flávio Bolsonaro com 51% contra 49% do adversário.
EX-PRESIDENTE DO BRASIL E CEO DO BANCO DOS BRICS, DILMA ROUSSEFF RECEBERÁ MAIS 17 MIL REAIS MENSAIS DO GOVERNO Apesar do regime militar ter acabado há mais de 40 anos, o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania fixou uma indenização mensal de R$ 17.562,80 para a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), por perseguição durante a ditadura militar. A informação foi publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União. Além dos aportes mensais, foi estabelecido um pagamento de R$ 6.616.492,19 referentes a valores retroativos desde 21 de outubro de 1997. O valor final terá descontos de quantias já recebidas pela ex-presidente e seguirá critérios de atualização definidos pela Justiça. MENOR ABSTENÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE. O pleito registrou um comparecimento recorde se comparado ao histórico recente: o índice de votos brancos e nulos somou apenas 3,2%, consolidando-se como o menor percentual em segundos turnos desde as eleições de 1989.Diferente das transições anteriores realizadas no primeiro dia do ano, o presidente reeleito e os governadores assumirão seus novos mandatos oficialmente no dia 5 de janeiro de 2027, seguindo as novas regras de transição eleitoral.
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Reta final do ENEM: como estudar melhor, controlar a ansiedade e ganhar confiança na prova; professor dá dicas O
s momentos finais de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) costumam ser marcados pela expectativa de melhorar o desempenho, revisar conteúdos e chegar ao dia da prova com mais segurança. Nesse período, porém, intensificar os estudos nem sempre é a melhor estratégia. Saber identificar as próprias dificuldades, priorizar as revisões, administrar o tempo e respeitar os limites físicos e emocionais também faz parte da preparação. Para o professor Kaleb Rigoni, fundador do NORTH Pré-Vestibular, de Santa Catarina, o segredo está em estudar com planejamento e reconhecer o caminho percorrido ao longo do ano. “Na reta final, a qualidade dos estudos é muito mais importante do que a quantidade de horas dedicadas. O estudante precisa compreender que o conhecimento não se constrói no desespero dos últimos dias, mas na trajetória de aprendizagem desenvolvida ao longo do ano”, afirma. Uma das recomendações é utilizar os resultados de simulados e exercícios para identificar os conteúdos que exigem mais atenção. A partir desse diagnóstico, o estudante pode organizar as revisões de acordo com suas principais dificuldades, sem deixar de retomar assuntos que já domina. A proposta é evi-
tar a tentativa de aprender tudo de uma vez e distribuir melhor o tempo disponível entre revisão, resolução de questões e descanso. Um aspecto decisivo na hora da prova é a administração do tempo. Segundo Kaleb, uma estratégia possível é observar inicialmente a estrutura da prova e começar pelas questões cujos conteúdos o candidato domina. Dessa forma, é possível priorizar as questões mais acessíveis e deixar aquelas que exigem maior reflexão para um segundo momento, sempre considerando o tempo disponível. “O ENEM é uma prova que exige muito mais do que conhecimento. Exige também a capacidade de tomar decisões. Saber administrar o tempo e reconhecer quais questões resolver primeiro pode fazer uma diferença importante no resultado”, explica. O planejamento também deve incluir o preenchimento do cartão-resposta e, no primeiro dia de aplicação, a organização do tempo destinado à redação. A recomendação é evitar que uma única questão consuma tempo excessivo e comprometa a resolução das demais.
Preparação Na avaliação de Kaleb, manter a constância ao longo da preparação é A ansiedade é, sem dúvida, um fator tão importante quanto saber ajustar o Dicas para controlar a ansiedade
Convite A
que pode afetar o desempenho na hora da prova. Por isso, manter uma rotina de cuidados prévios pode contribuir para um melhor resultado. Afinal, os cuidados com a saúde mental devem ser prioritários em todas as etapas. “É importante reconhecer que o nervosismo pode fazer parte desse processo e não significa, necessariamente, falta de preparo”, afirma o professor. Entre as medidas que podem ajudar a controlar a ansiedade estão organizar os materiais com antecedência, planejar o deslocamento até o local de prova, descansar adequadamente e estabelecer uma estratégia para resolver as questões. Outra dica importante é priorizar momentos de lazer na véspera do exame. O ideal é buscar atividades que favoreçam o bem-estar e a descontração, como passear com os amigos, assistir a um show ou ir ao cinema. O apoio da família também é fundamental nesse processo, pois ajuda a transmitir confiança aos jovens.
comunidade do Campo Bom, re presentada pela Assoc de moradores e amigos do balneário Campo Bom, sente seu trabalho reconhecido através das lutas pelas melhorias locais. Foi uma mobilização popular para construção desta unidade de saúde na Câmara de Vereadores, pois na época vários deles eram contrários, mas graças a Deus e apoio da Administração pública encabeçada pelo prefeito Laerte conseguimos alcançar mais este objetivo. Está unidade atende 2696 distribuídas por 5 agentes de saúde e uma equipe de atendimento composta por vários profissionais. Temos conhecimento também que já está em processo de licitação o calçamento em frente à unidade de saúde. Com isto a saúde pode melhorar ainda mais seu bom atendimento. Sabemos muitas pessoas ainda procuram outras cidades para atendimento mas com estas melhorias poderão aumentar ainda mais número atendimento. A equipe de atendimento na Unidade de Saúde é composta por 1 médico, 1 dentista, uma enfermeira, 3 técnicas de enfermagem, 1 Aux dentista, 5 agentes de saúde,1 recepcionista mais 1 auxiliar limpeza.
ritmo na reta final. Comparações frequentes com o desempenho de outros candidatos podem aumentar a insegurança e desviar a atenção dos próprios avanços. “Costumo dizer aos estudantes que o ENEM não deve ser encarado como uma corrida de 100 metros, mas como uma maratona. Isso porque a preparação exige dedicação, regularidade, persistência e, principalmente, a capacidade de manter um ritmo saudável ao longo do percurso”, afirma Kaleb. A orientação é valorizar a trajetória individual, reconhecer os conheci-
mentos construídos e evitar mudanças bruscas na rotina às vésperas da prova. Mais do que tentar dominar todos os conteúdos nos últimos dias, o candidato precisa chegar ao exame em condições físicas e emocionais de demonstrar o que aprendeu. “O ENEM é uma etapa importante, mas não define sozinho a capacidade, o valor ou todas as possibilidades de futuro de um estudante”, conclui o professor. Sobre Kaleb Rigoni- professor, fundador do NORTH Pré-Vestibular (SC).
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Patrimônio público "Marisquinho" poderá ser derrubado: entenda o futuro de um dos pontos mais tradicionais de Jaguaruna P
onto de referência cultural e turístico nas praias de Jaguaruna, o tradicional "Marisquinho" enfrenta um momento decisivo na Justiça. Uma recente decisão negou o prosseguimento dos recursos da Prefeitura de Jaguaruna ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF), mantendo a ordem de demolição e abrindo contagem regressiva para o fim de uma era no litoral do município. O Histórico e o Teor da Decisão Judicial A disputa judicial em torno da ocupação e da preservação ambiental na orla arrasta-se ao longo dos últimos anos. A sentença original estabeleceu obrigações rigorosas para o município e para a Sociedade Amigos da Praia de Arroio Corrente: Extinção parcial: O processo foi julgado extinto sem resolução de mérito quanto aos pedidos de interdição, demolição, abstenção de eventos e afixação de placas em frente à Arena Praia da Jágua. Demolição do Clube Mariscão: A Sociedade Amigos da Praia de Arroio Corrente e o Município de Jaguaruna foram condenados
solidariamente a demolir e promover a recuperação ambiental da área do Clube Mariscão, exigindo a apresentação de um PRAD (Plano de Recuperação de Áreas Degradadas) ao IBAMA no prazo de 90 dias após o trânsito em julgado, sob pena de multa diária de R$ 500,00. O caso do Clube Marisquinho: Em primeira instância, o espaço havia sido mantido sob condicionantes de readequação. A decisão determinou que os réus executassem um plano de readequação para o Clube Marisquinho, contemplando infraestrutura para a destinação final adequada de efluentes, controle de erosão costeira e combate ao desmatamento, também a ser apresentado ao IBAMA e ao IMAJ em 90 dias, sob pena de multa diária de R$ 500,00. No entanto, em instâncias superiores (TRF), o entendimento foi reformado para expandir a ordem de demolição também a este estabelecimento. Estacionamento (Maré Alta): O município foi condenado a desativar o estacionamento em frente ao Restaurante Maré Alta (Balneário Arroio Corrente), desfazer o aterro e recuperar a área degradada por meio de PRAD em até 90 dias (multa diária de R$
500,00). Indenização: Ficou estipulada a condenação ao pagamento de indenização a ser fixada em liquidação, utilizando o método do Valor Econômico de Referência para o Dano Ambiental (VERD). Outros pedidos: Os pedidos formulados em face da Tonykota Lanchonete Mare Alta Ltda - ME foram julgados improcedentes. Recentemente, a Presidência do Tribunal Regional Federal (TRF) negou a admissibilidade do Recurso Especial (STJ) e do Recurso Extraordinário (STF) interpostos pelo município. Embora ainda caiba Agravo nos Tribunais Superiores, especialistas jurídicos avaliam que as chances de reversão em Brasília são reduzidas devido ao foco processual e fático das matérias. Apelo por Acordo e Preocupação com o Turismo Se a decisão transitar em julgado, o cumprimento das ordens — incluindo a demolição e as reparações — será inevitável. Diante disso, lideranças locais, comerciantes e frequentadores cobram uma postu-
ra proativa da Prefeitura de Jaguaruna para buscar vias alternativas de negociação antes do desfecho definitivo. A principal demanda é por uma reaproximação com o Ministério Público para propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ou acordo judicial, visando mitigar danos ambientais sem a destruição total dos espaços tradicionais. "A perda do Marisquinho representaria um baque imensurável para a nossa praia, que já padece com a falta de investimentos em infraestrutura. O local não é apenas um
comércio, é uma referência histórica e cultural de Jaguaruna," relatam moradores e frequentadores assíduos. Próximos Passos Sem o anúncio de movimentações oficiais para uma mediação extrajudicial, o futuro do Marisquinho e das demais estruturas citadas permanece atrelado aos desdobramentos nos Tribunais Superiores. O espaço segue aberto para manifestações da Prefeitura de Jaguaruna e do Ministério Público Federal.
Após perder tudo na enchente, Vera recomeça a vida em Tubarão vendendo pães caseiros T
odos os dias, a partir das 14h, uma cena se repete em um semáforo de Tubarão. Entre carros que passam apressados, buzinas e a movimentação do trânsito, dona Vera aparece com seus pães caseiros, prontos para chegar à mesa de quem procura um lanche para o café da tarde. Conhecida por clientes que já a reconhecem de longe, ela oferece os produtos com simpatia e confiança. Por trás dessa rotina, porém, existe uma história de perdas, mudança e recomeço. Vera veio de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, depois da enchente que atingiu o estado em 2024. A água tomou a casa onde vivia com parte da família, e quase tudo o que havia sido construído ao longo dos anos ficou para trás. Roupas, calçados, móveis e outros pertences foram perdidos. Naquele momento, a prioridade era garantir que todos estivessem em segurança. “Perdemos tudo. Foi uma sensa-
ção horrível. A gente custou a entender que aquilo realmente ia acontecer e ainda esperava conseguir escapar. Mas a água tomou as casas. Salvamos pouca coisa, principalmente alguns documentos e poucas roupas”, lembra. A decisão de deixar o Rio Grande do Sul veio em meio à necessidade de encontrar um lugar onde fosse possível começar de novo. Uma das filhas de Vera já morava em Tubarão havia cerca de 20 anos e insistia para que a mãe se mudasse para Santa Catarina. Depois da tragédia, o convite ganhou outro significado. Vera partiu com a outra filha e os netos. A mudança foi possível com a ajuda da filha que já vivia na cidade, que organizou o transporte dos poucos pertences que conseguiram salvar. Mais do que trocar de endereço, a família precisou reconstruir a própria rotina em um lugar onde, até então, não conhecia quase ninguém.
Recomeçar com o que sabem fazer Em Tubarão, a produção de pães caseiros se tornou uma das principais formas de sustento da família. O trabalho já fazia parte da rotina da filha de Vera no Rio Grande do Sul e continuou depois da mudança. Agora, ela prepara os pães com a ajuda do filho, enquanto Vera fica responsável pelas vendas. A produção começa cedo, e os dias seguem conforme a demanda. Depois de prontos, os pães são levados até o ponto de venda, em frente ao Cestão, na Rua Padre Geraldo Spettmann, onde Vera permanece de segunda a sexta-feira, a partir das 14h, até que os produtos acabem. Cada pão é vendido por R$ 15. O valor ajuda a pagar as despesas da família, incluindo o aluguel, a alimentação e os custos para manter a casa. A reconstrução, no entanto,
ainda está longe de terminar. “Minha filha faz os pães, eu ajudo no que consigo e venho vender. É uma maneira de a gente se sustentar e sustentar os netos. Vamos trabalhando e vivendo um dia de cada vez”, conta. A família mora de aluguel e ainda enfrenta as consequências financeiras da perda dos bens na enchen-
te. Parte dos itens necessários para o cotidiano veio de doações, e o que falta precisa ser conquistado com o trabalho. Mesmo diante das dificuldades, Vera não fala sobre a própria história como alguém que desistiu de recomeçar. Ao contrário, demonstra gratidão pela possibilidade de trabalhar e pela maneira como foi recebida na cidade.
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Aeroporto de Jaguaruna ganha nova linha aérea Q
uem precisa viajar do Sul para o Norte de Santa Catarina vai ganhar uma nova opção a partir do dia 6 de novembro. O Aeroporto Regional Sul Humberto Ghizzo Bortoluzzi, em Jaguaruna, vai passar a ter voos diretos para Joinville. As viagens serão feitas pela empresa Azul Conecta, por meio do programa VOA + SC, do Governo do Estado. Com isso, o terminal passa a contar com duas grandes companhias operando no local, já que a LATAM já faz voos diários para Guarulhos. Os voos vão acontecer sempre às segundas e sextas-feiras. Na segunda-
-feira, o avião sai de Joinville às 8h20, chega em Jaguaruna às 9h40 e volta para o Norte às 10h30. Na sexta-feira, o voo parte de Joinville às 16h20, pousa em Jaguaruna às 17h50 e decola de volta às 19h40. Para marcar o início das operações, o aeroporto vai fazer um evento com o tradicional batismo do avião no dia 6 de novembro, a partir das 17h. Reformas no terminal e facilidade para o verão A novidade chega junto com uma série de melhorias que foram feitas no aeroporto nos últimos dez
meses pelo Consórcio Regional Sul, que administra o local. O espaço ganhou um estacionamento maior com pagamento automático, elevador panorâmico, banheiros reformados e mais cadeiras na sala de embarque. "Desde que o consórcio assumiu o aeroporto, em dezembro do ano passado, o aeroporto vem se transformando através dos investimentos na estrutura. A chegada dessa nova rota vem para coroar todo esse trabalho que estamos fazendo" explicou o diretor do aeroporto, Eglon Buraseska. A nova linha chega perto do fim do ano e deve
ajudar bastante quem pretende viajar na temporada de verão. "Com a chega-
da do verão, esse voo vai Norte do Estado com mais ser uma ótima opção para rapidez e facilidade", comconectar direto o Sul e o pletou o diretor.
Antes do feminicídio: quando os sinais de violência não se transformam em proteção no Sul de SC O
feminicídio raramente começa no momento em que uma mulher é morta. Em muitos casos, antes do desfecho, existem ameaças, agressões, perseguição, controle sobre a rotina e tentativas de restringir a autonomia da vítima. A dificuldade está em reconhecer esses sinais, garantir que sejam comunicados aos serviços de proteção e transformar as informações disponíveis em medidas capazes de reduzir o risco. Um levantamento do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) ajuda a dimensionar esse desafio. No período de 2020 a 2024, o órgão analisou 502 procedimentos relacionados a mortes violentas de mulheres e classificou 335 casos como feminicídios. Entre as vítimas, 68,9% tinham histórico de violência anterior praticada pelo autor. Em 73,2% dos casos, porém, não havia registro de medida protetiva de urgência formalmente deferida antes do crime. Os dados não significam que todas essas mulheres tenham procurado as autoridades e deixado de receber proteção, nem permitem concluir que uma
medida protetiva teria evitado cada morte. O próprio MPSC ressalta que parte dos episódios de violência não chegou aos serviços policiais, de saúde ou de assistência social. O levantamento também não avaliou se as medidas eventualmente concedidas continuavam vigentes ou se haviam sido descumpridas. A diferença entre sofrer violência, conseguir pedir ajuda, obter uma medida protetiva e receber acompanhamento efetivo está no centro do problema. No Sul de Santa Catarina, a questão tem dimensão regional. Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-SC), reproduzidos em levantamento publicado em agosto, indicavam nove feminicídios na região entre 1º de janeiro e 24 de agosto de 2026, ante seis no mesmo intervalo de 2025, uma alta de 50%. Naquele recorte, Criciúma concentrava quatro ocorrências, enquanto Braço do Norte, Araranguá, Balneário Rincão, Imbituba e Sangão registravam uma cada. Em âmbito estadual, um balanço divulgado em 23 de outubro apontou 44
feminicídios entre janeiro e outubro de 2026, ante 38 no mesmo período de 2025. A questão que os dados deixam é o que acontece entre a primeira manifestação da violência e o momento em que ela se torna letal? E quais pontos dessa trajetória poderiam ser identificados e enfrentados antes que seja tarde? O que é feminicídio e como a lei evoluiu Nem toda morte de uma mulher é juridicamente classificada como feminicídio. A definição exige que o assassinato ocorra por razões da condição do sexo feminino, situação caracterizada legalmente quando o crime envolve violência doméstica e familiar ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A legislação brasileira passou por mudanças importantes nas últimas duas décadas. Em 2006, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) estabeleceu mecanismos de prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar, além de medidas de proteção às vítimas. A lei reconhece di-
ferentes formas de violência, que não se limitam às agressões físicas: também incluem violência psicológica, sexual, patrimonial e moral. Em 2015, a Lei nº 13.104 incluiu o feminicídio entre as qualificadoras do homicídio e o inseriu no rol dos crimes hediondos. Naquele momento, a legislação passou a reconhecer de maneira específica a motivação de gênero nos assassinatos de mulheres. A mudança mais recente ocorreu em outubro de 2024, quando a Lei nº 14.994 transformou o feminicídio em crime autônomo, previsto no artigo 121-A do Código Penal. A pena passou a ser de 20 a 40 anos de reclusão, com aumentos previstos para circunstâncias específicas, como o descumprimento de determinadas medidas protetivas. Para o advogado Lucas Exterkötter Fernandes, presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, subseção de Tubarão, a legislação precisa ser compreendida a partir das circunstâncias de cada morte. “Nem toda morte de
mulher é feminicídio. A lei exige que o crime tenha ocorrido por razões da condição do sexo feminino, seja em um contex-
to de violência doméstica e familiar, seja por menosprezo ou discriminação à condição de mulher”, explica.
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29 de Outubro de 2026
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PF diz que Flávio Bolsonaro não é considerado foragido N
esta quarta-feira, 28, a Polícia Federal (PF) informou que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não é considerado foragido em virtude das restrições impostas aos seus documentos de viagem. A corporação disse, ainda, que inexiste registro oficial da saída do parlamentar pelos postos de controle migratório brasileiros. “A existência de restrições relacionadas a documentos de viagem, por si só, não caracteriza a condição de foragido nem autoriza a realização de prisão, vigilância permanente ou outras medidas cautelares”, comunicou a PF, em nota à imprensa. Conforme a corporação, no domingo 25, houve uma representação ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela adoção de medidas cautelares depois de a PF identificar risco de saída do Brasil pelo senador. Flávio é investigado no âmbito da PET 16.877/DF. Entre as medidas estavam a apreensão de passaportes, a proibição de saída do país e a restrição de contato com outros investigados.
Depois da decisão judicial, os passaportes comum e diplomático emitidos pelo Brasil foram cancelados. A PF também inseriu um alerta migratório no sistema Sonar. Na manhã de segunda-feira 26, Flávio foi intimado a entregar eventuais passaportes de outras nacionalidades no prazo de 24 horas. Segundo a PF, a determinação não foi cumprida. PF não registra saída de Flávio Bolsonaro do Brasil A corporação afirmou que não existe registro oficial de saída de Flávio pelos postos brasileiros de controle migratório. A ausência desse registro, contudo, não permite concluir, por si só, que o parlamentar permaneça em território nacional. A PF informou que investiga as circunstâncias do descumprimento das ordens judiciais e afirmou que atua “nos limites da legislação e no cumprimento das determinações judiciais”.
EEB Marechal Luz realizará simulado de incêndio com participação dos Bombeiros em Jaguaruna
Suspeito de matar esposa em Cocal do Sul é preso em Jaguaruna
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Escola de Educação Bá sica Marechal Luz, em Jaguaruna, realizará nesta quinta-feira, 29 de outubro, uma simulação de incêndio com a participação do Corpo de Bombeiros e de veículos de emergência. A atividade tem caráter preventivo e busca preparar a comunidade escolar para agir com segurança e responsabilidade diante de possíveis situações de emergência, reforçando os procedimentos de evacuação e a importância da prevenção no ambiente escolar. A supervisão da escola pede a compreensão dos pais, responsáveis e moradores das proximidades para que mantenham a calma caso percebam a movimentação de bombeiros, sirenes ou veículos de emergência durante a realização do exercício. A direção ressalta que a ação é planejada e não representa uma ocorrência real de incêndio. A iniciativa tem como ob-
O
homem de 63 anos investigado pelo feminicídio de Marlei Nunes, de 56 anos, em Cocal do Sul, foi preso em Jaguaruna, no Sul de Santa Catarina. A prisão foi realizada pela Polícia Civil de Cocal do Sul, com apoio da Polícia Militar de Tubarão, em cumprimento a um mandado de prisão preventiva. O suspeito estava foragido desde a última sexta-feira (23), quando teria atirado contra a cabeça da esposa dentro da residência do casal, no bairro Jardim Bela Vista. A vítima chegou a ser socorrida, mas morreu no domingo (25), após dois dias internada em estado grave no Hospital São José, em Criciúma.
jetivo fortalecer a cultura de prevenção, contribuindo para a proteção dos estudantes, professores, demais profissionais da escola e de toda a
comunidade escolar. A EEB Marechal Luz conta com a colaboração de todos para a realização da atividade.
Relembre o feminicídio em Cocal do Sul O crime aconteceu na tarde de sexta-feira
(23), por volta das 16h30. Conforme a Polícia Civil, Marlei foi atingida por um disparo de arma de fogo enquanto estava com um bebê nos braços. A mulher recebeu os primeiros atendimentos do Corpo de Bombeiros Militar e foi encaminhada ao Pronto Atendimento de Cocal do Sul, onde sofreu uma parada cardiorrespiratória e precisou ser reanimada. Após a estabilização, ela foi transferida pelo helicóptero do Serviço Aeropolicial (Saer) ao Hospital São José, em Criciúma. Após o ataque, o suspeito fugiu. O veículo utilizado na fuga foi encontrado no sábado (24), em Balneário Esplanada, mas o homem não estava no local. Desde então, as forças de segurança realizavam buscas para localizá-lo. Com a prisão do investigado, a Polícia Civil segue com o inquérito para esclarecer as circunstâncias do feminicídio. O procedimento será encaminhado à Justiça dentro do prazo legal.
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