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Edição 967

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Diário da Cuesta ANO III

Nº 967

TERÇA-FEIRA, 12 DE DEZEMBRO DE 2023

NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

Acompanhe as edições anteriores em: www.diariodacuesta.com.br

Frank Sinatra: “The Voice”, “The Blue Eyes”

Francis Albert Sinatra, mais conhecido pelo seu nome artístico, Frank Sinatra, foi um cantor, ator e produtor estadunidense, sendo considerado um dos maiores artistas de todos os tempos. Conhecido mundialmente como The Voice (A Voz), embora o apelido que mais ouviu na vida foi Blue Eyes (Olhos Azuis)... Foi um dos músicos recordistas de vendas com mais de 150 milhões de cópias mundialmente. Nasceu em 12 de dezembro de 1915, falecendo em 14 de maio de 1998. Página 3

O XXVII Congresso Brasileiro de Numismática foi realizado com sucesso em São Paulo

Foi realizado de 7 a 9 de dezembro, no Novotel Jaraguá Conventions, na Centro de São Paulo, o XXVII Congresso Brasileiro de Numismática, organizado pela Sociedade Numismática Brasileira, entidade que completará 100 anos em 2024. Foi o maior evento do segmento reunindo colecionadores de vários estados do Brasil. Botucatu esteve em destaque através do numismata, escritor e pesquisador Edil Gomes que recebeu o certificado e medalha do “Prêmio Literário Florisvaldo dos Santos Trigueiros”, sendo agraciado com a premiação de autor do ano e melhor livro do ano: “1932 – IV Centenário da Colonização do Brasil”. Página 2

Errata: Na matéria sobre o 1º Circuíto Cafeeiro da Cuesta (07/12/2023), demos o evento como patrocinado pelo Sindicato Rural de Pardinho que teve, também, para sua realização o apoio do Sistema FAESP/SENAR/Sindicato Rural de Pardinho, Pelosini Cafés Especiais e Ministério da Agricultura e Pecuária, sendo que o evento ocorreu no Rancho Maluli.


Diário da Cuesta

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XXVII Congresso Brasileiro de Numismática, maior evento do segmento é realizado em São Paulo

Foi realizado de 7 a 9 de dezembro, no Novotel Jaraguá Conventions, no Centro de São Paulo, o XXVII Congresso Brasileiro de Numismática, organizado pela Sociedade Numismática Brasileira, entidade que completa 100 anos em 2024. O Evento é o maior do segmento reunindo colecionadores de vários estados do Brasil. Foram 52 mesas de comerciantes de vários estados e até mesmo de outros países, com novidades do colecionismo. Na abertura do evento a participação de representante do Exército Brasileiro, dos Correio, da Casa da Moeda e da SNB, onde foi apresentado novidades realizadas durante o ano e outras que virão, principalmente para as comemorações do centenário da entidade. Lançamento de uma cédula e medalha comemorativa ao patrono do Exército Duque de Caxias, entrega do Prêmio Literário Trigueiros, diploma para associados com 25 e 50 anos de associação, além de lançamentos de livros e material para o projeto Colecionador Mirim que busca incentivar crianças e adolescentes ao mundo do colecionismo. Dentre os livros lançados está o Boletim da Sociedade Brasileira, a Revista Numismática Brasileira, o gibi do Projeto Colecionador Mirim “Desvendando a Numismática” e os livros “Comparando Moedas da Antiguidade” do diretor da SNB Paulo Fim e “De Pijamas Jamais - a história de uma vida intensamente vivida”, do associado Dario Ricciardelli. Na programação do evento várias palestras de renomados pesquisadores: Maravilhosos carimbos em cobre da numária brasileira, Carlos Espejo; Produção de Papel-moeda, Acacio Bannvart (Blendpaper); Controle aduaneiro e a numismática, Eduardo Luz; Educação cultural no Museu de Numismática Herculano Pires: problemas e soluções no diálogo entre público e coleção, Thiago; O rei e o duce: iconografia numismática no reinado de Vittorio Emanuele III, Pedro Mangeti Zaninetti (LARP - Laboratório de Arqueologia Romana Provincial) do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e do Grupo de Pesquisa CNPq Numismática Antiga); Numismática e Ciência da Informação: do Centro de Memória CEMIP ao Museu Numismático Numis, Yuri Victorino e apresentação dos livros: “De pijama jamais, a história de uma vida intensamente vivida”, de Dario Ricciardelli e “Comparando moedas da antiguidade”, de Paulo Cesar Fim. O evento ainda contou com duas exposições Temáticas: “Duque de Caixas e a Guerra do Paraguai” com peças do acervo de Gilberto Fernando Tenor, presidente da SNB e “A história de uma vida inten-

samente vivida”, do associado Dario Ricciardelli. Durante o evento que é o último do ano, presidentes das entidades numismáticas regionais e de outros estados definem o Calendário Numismático Brasileiro de 2024. nal

Botucatu no cenário da numismática nacio-

A Cidade dos Bons Ares esteve representada pelo botucatuense Edil Gomes, numismata, escritor e pesquisador, que fez também o projeto gráfico da divulgação do evento. Na oportunidade recebeu o certificado e medalha do “Prêmio Literário Florisvaldo dos Santos Trigueiros”, em que são selecionados os melhores trabalhos a nível nacional em sete categorias, sendo agraciado com a premiação de melhor livro do ano: “1932- IV Centenário da Colonização do Brasil”, em parceria com Gilberto Fernando Tenor e como autor do ano de 2023. Também recebeu na solenidade o Troféu de Mérito Numismático de2023, do Clube Numismático do Estado do Rio de Janeiro – CNERJ. “Em Botucatu temos o Centro Cultural de Botucatu, onde numismatas e filatelistas se encontram e foi onde iniciei, lembrando de Ângelo Albertini com quem aprendi muito, levar o nome da Cidade para esse que é o maior do segmento em numismática e reúne pesquisadores de todo o Brasil e ainda ser reconhecido, é motivo de orgulho, também quero que no próximo seja realizado um encontro de colecionadores e filatelistas aqui na Cidade, ficando assim mais próximo de colecionadores da região, se tudo der certo será incluído no calendário do aniversário de Botucatu em abril e estará no Calendário anual da entidade”, destaca Edil Gomes. Edil Gomes também é o design gráfico do Boletim da Sociedade Numismática Brasileira e da Revista Numismática Brasileira, além de colaborar com artigos que são publicados. Dos livros lançados foi o editor do livro de Dario Ricciardelli e fez o projeto gráfico do livro de Paulo Fim e do gibi do Projeto Colecionador Mirim foi um dos responsáveis pelos textos e ilustrações.

EXPEDIENTE

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto

NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes

WEBJORNALISMO DIÁRIO

Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.


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Frank Sinatra, um século de magia

Francis Albert Sinatra nasceu na fria manhã de 12 de dezembro de 1915 FERNANDO NAVARRO

Custa muito imaginar um mundo sem as canções de Frank Sinatra. É como imaginar Nova York de noite sem luzes. Há algo poderosamente belo e mágico em seu melhor cantor, com essa melancolia arrebatadora em sua voz terna e apaixonada, dando sentido e brilho a nossos sentimentos mais fortes. Conhecido mundialmente como The Voice (A Voz), embora o apelido que mais ouviu na vida foi Blue Eyes (Olhos Azuis), Francis Albert Sinatra nasceu na fria manhã de 12 de dezembro há justamente um século em um humilde apartamento de Hoboken, em Nova Jersey. Foi difícil sair o homem que chegaria ao topo com sua voz aveludada: o médico o tirou com fórceps e, segundo sua avó, teve de colocá-lo com o rosto e o corpo machucados em uma bacia com água gelada para ativar sua circulação. Filho único de um casal de imigrantes italianos, o fanfarrão Sinatra sempre falou de uma infância de penúria, mas esse relato era dramatizado para se apresentar como um lutador. Fazia sentido: os vocalistas eram secundários em relação aos instrumentistas no jazz dos anos 30. Por isso, teve que de se valorizar muito desde que deixou o colégio aos 16 anos e decidiu dedicar-se à música, apesar da desaprovação do pai, que o expulsou de casa e lhe disse que acabaria sendo “um vagabundo”. Acabou em Nova York, onde cantou em clubes até ser o vocalista da fantástica big band de Tommy Dorsey. Sob sua batuta, desenvolveu um fraseado único, inspirado nas nuances de Billie Holiday e Louis Armstrong e conseguido através de muito exercício físico, mas, tomando como modelo seu adorado Bing Crosby, deixou a orquestra e partiu para voo livre. Podia ter se saído mal, mas se tornou uma celebridade. O jovem e charmoso Sinatra era o garoto do bairro que tinha uma legião de admiradoras. Hoje poucos se lembram: Blue Eyes inaugurou o fenômeno das fãs no início dos anos 40, antes de Elvis Presley e dos Beatles. Apelidadas de bobby soxers por seu estilo colegial de saias longas e meias soquete brancas, suas seguidoras adolescentes chegaram a criar a Sighing Society of Sinatra Swooners (associação de suspiradoras desmaiadas de Sinatra). Nascia o mito do Swoonatra (jogo de palavras entre swoon, que significa desmaiar, e Sinatra) nos shows. Também dos assentos mijados porque muitas fanáticas preferiam molhar-se e continuar vendo o cantor do que ir ao banheiro. O novo ídolo era espevitado. Soube fazer da rádio o passaporte para a fama. Em tempo de Segunda Guerra Mundial, não eram muitos os que poderiam permitir-se ir ao cinema. As ondas do rádio se tornaram o meio mais eficaz para chegar ao coração de todo o país. Entre 1942 e 1955, Sinatra chegou a ser a estrela de nove programas e a voz mais popular com suas canções, mas também com sua desenvoltura acompanhando grandes humoristas como Bob Hope ou o duo de George Burns e Gracie Allen. Tudo correu bem para ele no mundo do espetáculo nesse período em que se transformou na trilha sonora dos norte-americanos, com seus discos na Columbia e na Capitol, e um dos rostos mais amados do cinema, chegando a ganhar o Oscar por A um Passo da Eternidade Era a imagem viva da América triunfante, mas também da arrogante e hedonista. Suas explosões de temperamento e raiva eram contadas às deze-

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nas, como os casos amorosos. Casado com Nancy Barbatto, mãe de seus três filhos, a popularidade o tornou um mulherengo. Protótipo do homem conquistador apegado à fama e uma garrafa, exemplificado ao máximo no grupo Rat Pack, formado com seus colegas Dean Martin, Jerry Lewis, Sammy Davis Jr, Humphrey Bogart, duas frases que se tornaram célebres em sua boca e definiram o estilo do homem que se apossou de My Way: “Só se vive uma vez, e da maneira que vivo, uma basta”, e “o álcool pode ser o pior inimigo do homem, mas a Bíblia diz que se deve amar o inimigo”. Sinatra, que se casou com Mia Farrow e Barbara Marx –viúva de Zeppo Marx–, e sabe-se de romances dele com Judy Garland, Kim Novak e Lauren Bacall, amou seu inimigo, mas não tanto como à vulcânica Ava Gardner, que o deixou louco, transformando o frívolo libertino em uma pessoa ciumenta.

Ator famoso, dançando com Gene Kelly em filme de sucesso. O músico adorava o poder, fosse legítimo ou ilegítimo. Por isso teve sua própria companhia discográfica, a Reprise, e numerosas amizades na política e na máfia, dois mundos com os quais nem sempre pôde lidar como quis. Reconhecido como um democrata progressista, que se manifestou contra o racismo, teve uma estreita relação com John F. Kennedy, que costumava hospedar-se em sua mansão de Palm Springs, na Califórnia, até que o presidente cortou os vínculos com ele por sua ligação com o capo de Chicago, Sam Giancana. O cantor nunca o perdoou e, abalado por seu assassinato e à deriva social, deu seu apoio aos republicanos Richard Nixon e Ronald Reagan. Um passo que demonstrou também sua defasagem com a cultura popular. Desde finais dos 60, tentou manter-se à tona em um país mudado por completo social e musicalmente. E não era o porta-bandeiras da modernidade. Desde que fez seu famoso show de despedida em 1971 –nunca foi o último porque regressou dois anos depois–, passou quase três décadas sendo A Voz, uma glória viva de outro tempo. Mas já naquela época parecia que ele era o único destinado a cantar o hino da cidade que nunca dorme. New York, New York soou pletórica em sua garganta. E continua sendo, mesmo que se escute um milhão de vezes e faça parte de cada novo disco que se edite todos os anos de Sinatra nos natais. Porque, um século depois de seu nascimento, todos sabemos: o mundo não brilharia do mesmo jeito sem suas canções.


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ARTIGO

“Árvore de Natal” MARIA DE LOURDES CAMILO SOUZA

“Deixei meu sapatinho Na janela do quintal Papai Noel deixou Um presente de Natal Como é que Papai Noel Não se esquece de ninguém Seja rico ou seja pobre O velhinho sempre vem” Lembram-se desta antiga cantiga de Natal? Hoje eu a ouvi e me lembrei que logo ao começar a trabalhar no Banco Itaú, chegando a época das festas de final de ano, eu me incumbia de arrumar os enfeites de Natal. O Banco disponibilizava uma exígua verba para tal finalidade. Eu procurava inventar novos enfeites, reutilizando os velhos, e com a verba adquiria algumas novidades. Lembro que um ano fiquei enfiando alfinetes com miçangas e paetés nas bolas de isopor. Inventava laços, fazia presépios, guirlandas, anjos de cones com cabeça de uma bola de isopor, encapados com papéis brilhantes, algodão grudado com cola formando os caracóis dos cabelos, ficava horas ali pendurando enfeites na árvore de Natal, colocada sempre num canto estratégico da vitrine, onde os transeuntes pudessem vê-la e apreciava de dentro da Agência e de fora para que ficasse perfeito. No mês de outubro já começava a ver novidades para incrementar os enfeites. Naquela época não tínhamos ainda as lojas de R$1,00 de chineses na cidade, nem dispunhamos de tantas novidades ou belíssimos pisca-piscas. Hoje em dia com uma pequena caixa você consegue o efeito de um mar de luzes deslumbrantes com pequenas estrelas de Led nas pontas. Anjos em formatos de lâmpadas azuis cujas luzes se alternam. Tinha especial prazer nesse trabalho. Reconheço que baldados meus esforços não era a maravilha das maravilhas, mas ano após ano eu me empenhava a criar o Natal naquele ambiente frio e comercial. Fazíamos o amigo secreto depois dos trabalhos corridos do dia 24, onde ficávamos até uma hora da tarde, uma pequena comemoração e depois nos cumprimentávamos e nos despediamos, sempre levando alguns presentes extras que ganhávamos de alguns clientes bonachões. Pelo menos um panetone e uma champanhe era praxe. Quando fui trabalhar na Medicina da UNESP, fiquei sócia da ASU, Associação dos Servidores da UNESP, e nunca me desliguei. Este ano a ASU deu aos seus sócios um presente de Natal. Fui buscar o meu ontem lá no DAP que é o departamento dos aposentados e recordei do tempo do Itaú pois era uma champanhe e um panetone e retornei toda feliz para casa. Ainda teremos sorteios de outros prêmios, pois este ano, devido a pandemia o tradicional jantar de final de ano precisou ser cancelado. Uma pena pois esse jantar reunia o pessoal da ativa e aposentados com as famílias, eram muito gostosos e divertidos, havia sorteios de Prêmios. Quem sabe ano que vem possamos ter essa alegria de volta?


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Momentos Felizes

MANHÃ RESPLANDECENTE - Como são lindas as manhãs....! Ele não sabia explicar muito bem como seriam elas... Sua única certeza era a de que após dormir tranquilamente, melhor até que habitualmente, acordara cedo e sentia-se muito melhor. Naquela manhã de princípio da estação primaveril, da sua janela olhava algumas aves do tipo tico-tico, pardais, andorinhas, sabiás em um gramado verde, com seus trinados anunciavam alegremente a chegada de uma suave brisa acompanhada de um sol ainda pálido, porém estimulante, se enfiando por entre as nuvens brancas. De outra banda, olhava a rua pintada com o preto do asfalto; pressentia que as águas da cachoeira eram brancas e formavam um lindo riacho ao longo da mata; tinha a certeza de que as flores já estavam pintadas em multicoloridos matizes e a brisa transformada em vento mais forte invadia também a sua vida. Poucas pessoas percebem, no corre-corre de todos os dias, as belezas aqui lembradas. Como seria bom se elas

4 Roque Roberto Pires de Carvalho

também pudessem olhar de suas janelas, janelas de suas casas e de suas almas, o que Deus nos concede logo nas primeiras horas das manhãs: o orvalho, a brisa leve, a luz do sol, o vento forte, as borboletas, as aves, os bichos domésticos e os bichos selvagens, todos eles recebendo e dando vida ao meio ambiente da natureza sempre bela. - E bom refletir sobre essas coisas da natureza e da vida? Ele viu que a resposta era positiva. Sim, é bom, muito bom refletir sobre tudo isso. No imenso teatro da vida, o grande enfoque é a sessão solene para os agradecimentos por tudo que de bom aconteceu e acontece. Colocando sobre os pratos da balança, condição de equilíbrio, as boas e valiosas ações ele descobriu, de imediato, que a vida, a sua vida e a vida de seus semelhantes vale a pena ser vivida, assim e assim... Manhãs resplandecentes também são assim...


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