Diário da Cuesta NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU
ano I Nº 61
TERÇA-FEIRA, 19 de janeiro de 2021
COPO MEIO CHEIO OU MEIO VAZIO?!?
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META GESTÃO PARDINI: 3.000 CASAS NO 2º MANDATO!
Obras do Residencial Bem Te Vi 2 muito próximas da conclusão! São 350 unidades habitacionais já em fase de acabamento e um novo bairro com toda a infraestrutura instalada. Essas unidades fazem parte das 5 mil que conseguimos viabilizar nos últimos 4 anos. Para os próximos 4 anos, nosso sonho é conseguir mais 3 mil !!! Parabéns a todos os futuros moradores do Bem Te Vi 2!
URGENTE:
Os seis Hospitais Paulistas que receberão as doses de vacinas, seringas e agulhas para vacinar, em primeira etapa, os servidores da Saúde são: HCs de Botucatu, Marília, Ribeirão Preto, Campinas, Rio Preto e
da Capital. Portanto, seis regiões referência no atendimento a pacientes com Covid foram contempladas já na 2ª feira. As Unidades Hospitalares que receberão a vacina foram selecionadas por se tra-
tarem de hospitais-escola regionais “com maior fluxo de pacientes”. Ao todo, essas unidades vão imunizar 60 mil pessoas na semana. Depois disso, vacinas e insumos serão enviados às prefeituras para imunização dos grupos prioritários – trabalhadores da Saúde, pessoas com 75 anos e mais, 60 anos e mais, institucionalizados, portadoras de comorbidades, professores, funcionários da Educação e dos serviços de segurança, salvamento e prisional. Fique atento. Acompanhe os informes do Serviço local da Saúde/Covid 19
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Diário da Cuesta
ARTIGO
O MEIO E A MEIA NA BERLINDA
Nando Cury Entrar no meio de uma conversa para defender um ponto de vista nem sempre é fácil. Ter argumentos convincentes sobre o seu ponto de vista é mais difícil ainda. Vamos começar com a teoria do copo com água pela metade. Alguém pode explicar por que o mais correto é meio copo cheio? Ou por que é meio copo vazio? Quando o relógio aponta o Meio dia, alguns afirmam que já se passaram 12 horas; outros que ainda há mais 12 horas para se desfrutar. Depende do que esperamos ou deixamos de esperar nesse meio tempo. Depois de dançar um tango à meia-luz, Florência resolveu experimentar um bolero à meia-noite, tomando whisky com guaraná, no dois pra lá, dois pra cá. As evidências comprovam que a meia-entrada dá direito a assistir o filme ou o show por inteiro. Na sessão solidária, o bilhete é meio quilo de açúcar, arroz ou de feijão. Vestindo um traje, sem muita elegância de meia estação, a influencer Roxemere sentiu-se meio deusa no evento meia boca produzido pela grife famosa. A pizza grande, meia calabresa e meia muçarela que entrou na promoção da pizzaria do Giovanini, oferece 8 pedaços.
Mas para 3 jovens familiares, famintos e de gostos distintos, não é um mezzo a mezzo ideal. O Junior não gosta de calabresa, a Nina odeia muçarela e o Denis é vegano. Enquanto os familiares decidem, um filet, “nem meio cru e nem meio tostado” foi pedido por um freguês, nada vegano, na cantina ao lado da pizzaria. Pro ambiente do meio ambiente, somente muita atenção e cuidados integrais e meios. Com mais de 40 nas costas, Luiz Otávio declinou de participar da pesquisa sobre homens de meia-idade, entre 30 a 50 anos de vida. Com seu psicólogo trata do problema de aceitação por ter entrado “meio
desligado” nessa faixa etária. O meia armador é um jogador que atua entre a defesa e o ataque no futebol. Para não embolar o meio do campo, ele pode jogar meio infiltrado pelas laterais. Vamos dar a meia volta e poderemos ver a meia-sombra da tarde batendo na metade do quintal. Para ver o sol radiante, volta e meia vamos dar. Ao publicar nos meios de comunicação, a empresa não deve objetivar meias intenções em relação ao seu público alvo. Por isso, não se recomenda o uso de meias palavras. Já diziam, mesmo, os antigos filósofos: os meios termos não resolvem, completamente, os nossos interesses gerais. Visitando duas vezes na semana a borracharia, Lilian decidiu trocar os 4 pneus meia vida do seu carro. No meio da chuva, na muvuca do farol quebrado, o agente de trânsito gesticula e apita: um silvo breve para liberar meia direção de trânsito; dois silvos breves, indicando aos motoristas que parem a meia distância; e um silvo longo para diminuírem a velocidade. Lá bem no meio do céu está de novo a lua se transformando. Após a nova invisível vem a meia crescente. Então é cheia, seguida pela meia minguante. Será que já tivemos um verão mais meia tigela do que este? Nas noites frias de verão o meio é dar aos pés um par de meias.
VOCÊ SABIA?
Que teria sido brasileiro o famoso herói inglês que marcou presença na Primeira Grande Guerra Mundial? Teria sido botucatuense esse herói? Teria nascido na Cuesta de Botucatu esse herói que encantou gerações com sua bravura e idealismo? A Revista Peabiru apresentou minucioso estudo sobre a trajetória desse herói mundial. Na história ou na “lenda” de Lawrence da Arábia, temos como berço natal do herói a Cuesta de Botucatu, mais precisamente, a Fazenda do Conde de Serra Negra, localizada em Vitoriana. Verdade ou lenda ?!? Segredo guardado ou sonho “botucudo” surgido antes da virada do século passado?!? Mas fica – com certeza! – a imagem positiva e heroica de Lawrence da Arábia: um brasileiro nascido na CUESTA DE BOTUCATU. DIRETOR: Armando Moraes Delmanto
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A R T I G O MINHA JORNADA NO VELHO CONTINENTE Marcelo Delmanto Minha Jornada começa em 1999, mais precisamente em janeiro deste ano. Formei-me em dezembro de 1998 e já embarquei para a Itália, especificamente para Perugia. Isso porque qualquer pretensão que eu tivesse de estudar lá era necessário o domínio total do idioma local. Eu tinha feito um curso de italiano com a irmã Silvia (Santa Marcelina), que era italiana, para não chegar lá muito “cru” na língua. Confesso que na minha partida eu estava um pouco receoso do que estava por vir, embora eu soubesse de antemão o que deveria fazer, onde ir e com quem conversar. Afinal era a primeira vez que eu estava indo para um lugar realmente longe e totalmente sozinho tendo, por inúmeras vezes, que me “virar” e dar meu jeito. Depois da viagem em si, com todos os voos a troca de aeronave eu já estava instalado em um dos quartos do “Convento Servi di Maria”, isto é, um antigo convento, totalmente reformado que servia para os inúmeros estrangeiros de várias partes do mundo que se hospedavam em Perugia para fazer o Curso de Língua e Cultura Italiana. Perugia é uma cidade universitária, visto que quase toda a vida da cidade gira em torno da “Universitá per Stranieri”, ou seja, Universidade para Estrangeiros. Conheci muitas pessoas nesse período, inclusive alguns brasileiros que já eram bem viajados e me ajudaram nas novas situações que eu enfrentava. Um deles tinha bastante traquejo em viajar e se hospedar em outros lugares do mundo, ele me ajudava com isso e eu o ajudava com a língua italiana, a qual eu já dominava e ele falava pouquíssimas palavras. Viajei bastante, de trem, para conhecer várias cidades que eram vizinhas ou não
muito longe. Fazíamos isso com alguns amigos que se hospedavam conosco no mesmo apartamento, ou com outros que ao contrário dos primeiros só conhecíamos da Universidade. Aprendi também como me movimentar na cidade e me comportar em todas situações, a saber como e onde comer, onde levar minhas roupas para lavar, onde cortar o cabelo, onde fazer compras de supermercado, enfim, tantas outras situações cotidianas. As aulas aconteciam em dois locais diferentes, as de língua italiana aconteciam no prédio onde também funcionava toda parte administrativa da Universidade, uma vez que a mesma disponibilizava vários serviços para auxiliar os alunos e “Graças Deus” que eu falava o italiano e assim eu os compreendia e me fazia entender também, porque aqueles italianos falavam a língua inglesa de forma sofrível, era tão ruim que nem parecia inglês e sim grego. O primeiro local é o Palazzo Gallenga, já o Curso de Cultura fazia no Palazzo Prosciu�. Neste diapasão, qualquer problema que tivesse em relação à Universidade, os seus cursos, problemas de visto, passaporte e da “questura” (que era um posto que presta serviços de delegacia), poderiam ser solucionados na própria Universidade, o curioso é que lá eles também tinham o “jeitinho italiano” que funcionava melhor e era mais sofisticado que o nosso “jeitinho brasileiro”. Tudo para mim era novo, os costumes, a alimentação, como a vida funcionava, tanto que levei algum tempo para me adaptar a tudo isso. Certa vez minha Tia Fióquinha foi me visitar lá e como eu já estava familiarizado com tudo, providenciei para ela o hotel a acompanhei nos lugares que fomos, pois falando o idioma para mim era tudo mais fácil. Indiquei os melhores e mais vanta-
josos lugares para comer, usar telefone, pegar ônibus, dentre tantas outras coisas. Passeamos sempre pela cidade e muitas vezes descobríamos juntos algumas atividades que ocorriam na cidade onde poderíamos ir. Até que um dia antes dela retornar lamentamos de não nos darmos conta antes de que a cidade de Assis, fica a quinze minutos de ônibus e não conseguimos, visitá-la... Passei ali sete meses e sendo assim fortaleci minha base de língua e cultura Italianas, de fundamental importância para o curso ao qual me candidatei a uma vaga no “Bando di Concorso” da “Università Degli Studi di Bologna”, e obtive uma bolsa de estudo para o Curso de Especialização em “Diri�o Delle Comunità Europee” (ano acadêmico 2.000), mas isso foi outra aventura que oportunamente será dividida aqui. COMENTÁRIO: Sempre me perguntam se não seria melhor ter ido para Londres aprender inglês? Não. Acho que não captaram o “espírito” desse mergulho na Itália, da origem familiar ao Berço do Direito... O Marcelo fez, sim, a sua parte no aprendizado do inglês: fez a Cultura Inglesa e a Associação Alumni... Mas na busca de suas raízes e de sua complementação profissional – a Itália que é o Berço do Direito e onde os Grandes Mestres Chiovenda, Carnelu� e Liebmann lançaram as suas lições definitivas -, passou a representar também o ideal do relacionamento jurídico internacional perante essa nossa economia globalizada. Essa busca das próprias raízes é que propicia a construção do cidadão ciente de seu espaço no mundo. Se eu tivesse tido essa oportunidade, seria extremamente feliz e realizado. Mas era outro o tempo, com muito menos oportunidades. A conquista da Dupla Cidadania (Brasileira e Italiana), a facilidade propiciada pela internet e o tempo certo para obter esse “plus” na formação cultural e pessoal... É isso. Hoje, o Marcelo é, com orgulho, o liame que nos liga às nossas origens peninsulares. É o DELMANTO ITALIANO, com muita honra! Grande abraço, Marcelo! Sucesso! Saúde! Felicidades! (AMD)
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Rodrigo Scalla
Charme e elegância para todas as estações
Costumo ressaltar em meus comentários aqui e no facebook o quanto acho elegante as pessoas que criam seu próprio estilo de roupa e da maneira de levar a vida. Cada um tem o seu próprio estilo e se veste como deseja. A nossa moda está ótima, e hoje, a moda brasileira faz divisa com os melhores países, vai além da linha do Equador. Temos aqui estilistas incríveis e acessórios para compor looks fantásticos como é o caso dos acessórios da loja da querida amiga Eliane Domingues Albertini, empresária na cidade dos bons ares, nascida em Paraguaçú Paulista. Quando digo que charme e elegância funcionam para todas as estações é sempre baseado nos melhores artigos de moda, vídeos e lives de gente como Glorinha Kalil que comenta muito sobre
esse assunto. Bolsas, chapéus, pulseiras, brincos, colares são itens que não podem faltar no guarda roupa de mulheres e homens elegante, pois os homens a cada dia estão mais vaidosos, perfumados e se cuidando, assim como as mulheres que nunca devem deixar de se maquiar nem que seja para ir até a esquina. Quando entrei pela primeira vez na loja de Eliane achei tudo muito bonito, estacionamento acessível para atender melhor a sua fiel clientela.
Com o sol que anda fazendo não somente no verão, os chapéus são acessórios eleganterrimos para todas as estações. E porque não comentar deles e das bolsas lindas de verão e as de couro que duram uma eternidade? Na coluna de hoje apresento os chapéus lindos da loja para as mulheres de bom gosto e os panamás para os homens como também os bonés diferenciados e muito chiques. Numa saidinha rápida ou num casamento de dia um chapéu chama a atenção. Adoro casamentos de manhã onde as madrinhas usam
As marcas são: Marca�o, Manly, WJ, Rafi�hy, Mônica Sanches, Viva�, Chenson, Mariart, Miriam Castro e Isabela Piu, linha praia
chapéus, não tem coisa mais linda e glamourosa, ainda, com um detalhe de uma rosa combinando com o vestido, daí é “capotante”.
Luciana Aparecida da Conceição
Uns e Outros
@Ruas da cidade cheias de buracos. Você desvia de um e cai no outro. @Mato Alto no Altos do Paraíso, J. Paraiso 1 e 2. @Moradores reclamam de mosquitinhos em vários cantos da cidade. E a Dengue, evaporou? @Seguindo a Rua Domingão Gonçalves onde fica a Guarda Municipal , o asfalto todo arrebentado. @Ainda falta muita coisa a ser tomada pelo governo, carreata ficou por isso mesmo @Tem gente achando que a vacina é mortal. Vamos esperar os que estão tomando primeiro p ver. Quero to-
mar sim, mas admito que dá um certo medo. @Muita flor e mais buraco. Adoro flores,mas e os buracos? @Izaías Colino confessou que mesmo não tendo sido eleito permanecerá nativa. Bom rapaz com grandes possibilidades nas próximas eleições, segundo alguns amigos me confidenciaram e pediram para eu publicar. Izaías é família, além de tudo , porte elegante. @Moradores da Rua Carlos Roberto Fábio há anos pedem para finalizar asfalto da rua e até agora nada. @Após publicação em minhas redes sociais do mato
Eliane Domingues Albertini, proprietária da loja Eliane Acessórios
Holofote Izaías Colino e Família
alto no Jardim Paraíso, Altos do Paraíso e J.Paraiso 1 e 2 prefeitura mandou capinar ontem, segunda- feira data também de se comemorar a chegada da vacina imunizante contra o Corona Vírus. Mês histórico p o Brasil e o mundo.
Almoço de domingo: Valdinei e Suzana Nogueira curtindo o domingo no “ Recanto dos Coqueiros”. Suzana tem uns olhos lindos que chama a atenção , além de simpática
Política: Em almoço junto ao Sargento Odair Arruda conversamos sobre política, e ele, comentou muito bem sobre o Izaías Colino. Na verdade, daqui há quatro anos concluímos que ele terá grandes chances de ser prefeito de Botucatu, isso se não nós deixar para seguir carreira na Capital com Bruno Covas
Aniversário: Na última sexta- feira que apagou velinhas foi a arquiteta Lilian Inácio acompanhada do marido Yuri em novo restaurante Italiano da cidade que posteriormente vou mostrar
Ficou curioso: Esse restaurante Italiano acaba de abrir suas portas na cidade. Como diria o saudoso colunista Ibraim Sued: Depois eu conto...