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Edição 236 Postada

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Diário da Cuesta NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

ano I Nº 236

QUARTA-FEIRA, 11 de AGOSTO de 2021

Dia do Advogado - 11 de Agosto! Na República, os que presidiram o Brasil: todos formados na São Francisco (USP) !

11 DE AGOSTO – DIA DO ADVOGADO E DA INSTALAÇÃO DOS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL, EM SÃO PAULO E EM RECIFE//PERNAMBUCO Página 3

EDITORIAL

Dia do Advogado 11 de agosto! “Eia, senhores! Mocidade viril! Inteligência brasileira! Nobre Nação explorada! Brasil de ontem e de amanhã! Daí-nos o de hoje, que nos falta...” Página 2


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Diário da Cuesta

EDITORIAL

Dia do Advogado – 11 de agosto! A figura maior de Rui Barbosa não encontrou, até os nossos dias, alguém que lhe ombreasse. Sua vida deveria fazer parte do ensino da CIDADANIA! Fez a famosa CAMPANHA CIVILISTA em uma época em que o militarismo sufocava a Nação. Autor da 1ª CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA, em 1891, inspirou-se no Império da Lei como o modelo ideal para uma sociedade onde imperasse a liberdade, a igualdade e a fraternidade. O Governo da Lei. A impessoalidade da Lei acima dos homens. Ficou famoso como o ÁGUIA DE HAIA, por sua brilhante atuação, representando o Brasil, na 2ª. Conferência Internacional de Paz, realizada em Haia, Holanda. Discursando em inglês e em francês, Rui mostrou às grandes potências presentes o valor de seu país e a necessidade das Organizações Internacionais respeitarem as nações mais jovens e ainda em formação. Foi o grande destaque da reunião, saudado como vibrante revelação pelos jornais ingleses e franceses. Formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP), Rui Barbosa deixaria as mais belas páginas sobre Cidadania e o Estado de Direito em sua famosa “ORAÇÃO AOS MOÇOS (1921), que preparou como Paraninfo dos formandos. Ficou histórica e virou referência nacional. Tão atual que , em 2010, fizemos de uma de suas frases o referencial para o tema tratado no livro “História da Vitória Política Paulista:1934”, que relata o idealismo dos combatentes de 1932 e a vitória paulista nas Constituintes de 1933 (Nacional) e 1934 (Estaduais): “Eia, senhores! Mocidade viril! Inteligência brasileira! Nobre Nação explorada! Brasil de ontem e de amanhã! Daí-nos o de hoje, que nos falta...”

SALVE O DIA 11 DE AGOSTO – DIA DOS ADVOGADOS! Salve, Rui Barbosa!!! A Direção DIRETOR: Armando Moraes Delmanto

EXPEDIENTE NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE E DA CIDADANIA EM BOTUCATU WEBJORNALISMO DIÁRIO

Nestes 40 e tantos anos, procuramos divulgá-lo nos jornais e revistas que editamos e em nosso livro, acima citado. É um esforço. Mas é mais: é um dever! Principalmente quando vemos tantos malfeitores a denegrirem a cidadania e a envergonharem a Nação Brasileira!

EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.


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Diário da Cuesta

11 DE AGOSTO – DIA DO ADVOGADO E DA INSTALAÇÃO DOS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL, EM SÃO PAULO E EM RECIFE/PERNAMBUCO BUCHA: a sociedade secreta do Direito

A Faculdade de Direito do Largo de São Francisco praticamente escreveu a História da República e forneceu os seus principais personagens a ocuparem o posto maior do país: a PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA! Desde a Proclamação da República, todos os presidentes civis do Brasil, na Primeira República (1889/1930), saíram da nossa Academia de Direito, com exceção do presidente Epitácio Pessoa, lançado candidato pelas oligarquias políticas exatamente para evitar a vitória de Rui Barbosa. Assim, governaram o Brasil: Prudente José de Moraes Barros (1894/98) – primeiro presidente civil do Brasil, Manoel Ferraz de Campos Salles (1989/1902), Francisco de Paulo Rodrigues Alves (1902/1906), Affonso Augusto Moreira Penna (1906/1909), Wenceslau Braz Pereira Gomes (1914/1918), Delfim Moreira da Costa Ribeiro (1918/1922), Arthur da Silva Bernardes (1922/1926), Washington Luís Pereira de Souza (1926/1930) e Julio Prestes de Albuquerque (não tomou posse). A chamada REPÚBLICA DOS BACHARÉIS foi a responsável pela consolidação do Regime Republicano no Brasil. Em 1930, com o crescimento e predominância da Oligarquia Rural no controle do famoso PRP – Partido Republicano Paulista, eclodiu aREVOLUÇÃO DE 1930, que contou com o apoio decisivo dos paulistas – a maioria deles originários da BUCHA – braço da maçonaria – que atuou de forma efetiva na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e, por conseqüência, em todo o Estado de São Paulo e no País. No dia em que se comemora a Fundação dos Cursos Jurídicos no Brasil e também o DIA DO ADVOGADO, vamos relembrar a importância que teve a BUCHA na consolidação da Democracia Brasileira e destacar a grande figura de RUI BARBOSA – formado na São Francisco e membro da BUCHA e, ao depois, da Maçonaria (Loja América).

“A BUCHA esteve para a história da República como a Maçonaria para a Independência. Burschenschaft é o nome alemão (vem de burchen, bolsa) de uma institutição criada por um sujeito chamado Robert Du Sorbon, criador da Sorbonne, que, para atrair estudantes estrangeiros para a Sorbonne, criou bolsas de estudos, talvez pela primeira vez na história universitária do mundo. Então começou a chegar uma série de bolsistas alemães, que voltaram para a Alemanha com o nome de burschenschaft, quer dizer, mocidade da bolsa, mocidade estudantil que se beneficiou da bolsa. Bolsistas, em suma. E lá criaram (e até hoje existe na maior parte das universidades alemãs) a Burschenschaft, entidade aparentemente filantrópica, isto é, que custeia os estudos de estudantes que não tem como pagá-los, mas que depois tomou um matiz liberal e passou a lutar pelas causas liberais na Alemanha. Participou da Revolução Liberal de 1848, e alguns de seus membros foram obrigados a se exilar. Um deles, cujo nome ainda não tenho, exilou-se nos Estados Unidos, onde chegou a ter uma grande influência junto a Abrham Lincoln, e um outro, chamado Julius Wilhem Johan Franck, veio para São Paulo. Da BUCHA, salvo referências mais ou menos irresponsáveis, o único registro existente é uma coisa completamente errada e falsa: um livro horroroso, anti-semita, integralista, do Gustavo Barroso, chamado a História Secreta do Brasil, em que ele apresenta a Burschenschaft como uma organização judaica internacional para destruir o Brasil...Mas não é nada disso, não é verdade. Mas os segredos a que eles se obrigam – porque era como na Maçonaria, o ritual maçônico, entrar para lá implica-

va em juramentos terríveis – um deles era o de não contar nada. Até hoje, se você conversar com um velho paulista daqueles, ele lhe conta tudo. Se você começar a falar de Burschenschaft, o máximo que você consegue é : “Não, isso é uma associação estudantil, negócio da Faculdade de Direito, não tem a menor importância, já acabou, isso não interessa.” Há pouco vi – ninguém me contou – atas da Burschenschaft assinadas pelo José Carlos de Macedo Soares. O primeiro chefe da BUCHA chamou-se Diogo Antonio Feijó. Julius Frank chegou a São Paulo e foi ser professor de alemão em Sorocaba. De Sorocaba foi levado para São Paulo pelo Brigadeiro Rafael Tobias de Aguiar, futuro marido da Marquesa de Santos. Depois, Julius Frank foi professor de história geral, como então se chamava, do curso anexo da Faculdade de Direito de São Paulo.

] Pois bem, é o único túmulo que existe dentro da Faculdade de Direito. A BUCHA é um fenômeno que não tem nada demais, é o mesmo fenômeno da Maçonaria: uma sociedade secreta de sujeitos amigos, companheiros, de famílias, vamos chamar assim, “mesma classe”, que passam pelas faculdades, que se sentem futuras elites dirigentes e que se entendem. Aliás, esse é um capítulo inteiramente novo, ainda por escrever da História do Brasil.” (livro “Depoimento”, de Carlos Lacerda – Editora Nova Fronteira, pág. 86, 1977)


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Diário da Cuesta

ARTIGO

“O mercador de Ceuta e a refugiada marroquina”

Maria De Lourdes Camilo Souza Recebi mensagem de um espanhol de Ceuta, pelo Instagram. Chamava-se Rodrigo. Era um homem louro com um belo rosto, olhos verdes. Tinha uns 65 anos. Muito culto, elegante em suas maneiras, mas foi grosseiro em respeito a alguns assuntos mais íntimos. Era muito reservado, solitário e de hábitos peculiares. Apreciador da boa cozinha, bons vinhos e de objetos raros. E o fato de morar em Ceuta, me intrigou. E claro já tinha ouvido sobre esse interessante lugar. Pertenceria a Espanha ou ao Marrocos, visto que está em seu território? Situa-se nas margens africanas da desembocadura oriental do Estreito de Gibraltar, na pequena Península de Almina, em frente a Algaceiras e ao território britânico de Gibraltar. Graças a sua situação estratégica, o Porto de Ceuta tem importante papel na passagem do Estreito, bem como nas comunicações entre o Mar Mediterrâneo e o Oceano Atlântico. Foi Colônia de Cartago, Grécia, Roma, Império Bizantino, Portugal. Tem uma comunidade composta por cristãos, muçulmanos, judeus, hindus. Seu centro urbano é os bairros antigos situam-se perto do Porto, e na encosta do Monte Hacho que domina a cidade. Os cinco séculos de ocupação cristã Espanhola deu a Ceuta um aspecto mais europeu que mouro. Rodrigo é um antiquário, trabalha com peças raras, muitas delas recolhidas do Estreito por mergulhadores, e tem negócios com os marroquinos de Fez. É um homem rico, mora na encosta do Monte e de sua mansão tem uma bela visão do porto, do Estreito e do Oceano. Recebeu muita mercadoria vinda do Marrocos, e foi pessoalmente ao porto inspecionar a chegada, e o transporte para o seu antiquário. Certificando-se que tudo estava bem guardado em seu depósito, foi comer “corazones de pollo” e “espetadas de carne adobada “ no seu restaurante beira mar. Regados ao encorpado vinho espanhol. Retornando a loja no centro comercial, foi aos depósitos para verificar os novos objetos. Como eram peças muito raras e caras, tinha lá um esquema bem moderno de segurança digital, com câmeras e alarmes. Um dos novos itens era um tapete raríssimo que se encontrava enrolado a um canto do depósito. Desenrolou o tapete após jogá-lo ao chão e achando-o muito pesado. Surpreso viu sair dele uma bela jovem maltrapilha e amedrontada. Traços marroquinos evidentes no rosto e roupas. Era muçulmana, trazia o lenço envolvendo o rosto e cabelos, e era bem bonita. Dizia em árabe chamar-se Aisha, ser refugiada e pedia não ser deportada de volta para o Marrocos. Entre estupefato e encantado com a surpresa, ofereceu água e alguns figos da Índia á mulher que aceitou, pois tinha muita sede e fome. Estava desidratada, suja e com alguma dificuldade para respirar. Levou-a oculta no seu carro para sua mansão. Hospedou-a num dos aposentos para hóspedes, dando -lhe roupas limpas, para que pudesse banhar-se e descansar um pouco. Rodrigo vivia só, mas tinha empregados. Sua governanta, a Sra. Izabel, mulher austera, advertiu-o das leis espanholas, com respeito aos refugiados. Deveriam ser deportados para a sua terra imediatamente. Ceuta estava toda cercada com arame farpado, devido ao grande número de marroquinos procurando refúgio lá. Rodrigo disse a ela que se responsabilizaria pela jovem e que a Sra. Isabel não se preocupasse. Mas esta, temendo pela segurança de seu empregador, e pela sua própria, ligou secretamente para a polícia. Algum tempo depois um carro chegou á mansão, buscando a jovem. Procuraram por todos os cômodos, e lugares próximos á residência, mas, misteriosamente não encontraram a Aisha. Tinha

seguido seu destino. Aisha tomou um banho rápido, enxugou-se e colocou as roupas limpas. Como tinha muita fome ainda, serviu-se de algumas frutas e do suco de laranjas que estavam sobre a mesa próxima da varanda envidraçada. Após o lanche, colocou o hijab, ainda sentada de frente a varanda, apreciando a vista maravilhosa do Mediterrâneo. Depois foi até a porta do quarto, abriu-a devagarinho olhando o corredor vazio, que levava até as escadas para o pátio florido. Foi andando silenciosamente e escutou uma voz feminina falando ao telefone em espanhol. Parou para ouvir, e sentiu que estava em perigo. Desceu rápidamente os degraus e saiu para o pátio entre as árvores. Viu o carro de Rodrigo saindo pelo portão, dirigido pelo seu motorista. Seguiam rumo a Ceuta. Aisha escondeu-se atrás de um caramanchão de azaléias floridas, vendo que na entrada da mansão estava um carro de entregas de material de jardinagem, com placa da cidade vizinha a Ceuta, Melilla. Ficou algum tempo observando o movimento dos entregadores e quando eles se distrairam para conversar com o jardineiro da mansão, esgueirou-se e entrou na parte traseira do furgão, escondendo-se sob um saco vazio que ali estava. Foi o tempo exato para a chegada do carro de polícia que vinha atender ao chamado de D. Isabel, para repatriar Aisha ao Marrocos. O motorista do furgão, e o ajudante, fecharam as portas traseiras do veículo e prepararam-se para sair e dar passagem aos policiais. Dando partida passaram pelo carro da polícia, enquanto Aisha respirava aliviada, a caminho de Melilla. Cidade autônoma espanhola situada no norte da África, parte oriental da cadeia montanhosa de Rif, na parte norte do Cabo das Três Forcas, na margem do Mar de Alborão. Aisha foi olhando pela janela suja do furgão os altos muros de Ceuta erguidos para evitar a entrada dos refugiados marroquinos. Seguiram a leste, rumo a Melilla. Chegou a adormecer por algum tempo durante a viagem embalada pelo sacolejar do furgão. Acordou assustada ouvindo ruído de freio. O motorista estava parando o veículo. Aisha cobriu-se com o saco fedorento e aguardou. Estavam na entrada da cidade. Rodaram mais alguns quilômetros e pararam. Estavam num dos bairros muçulmanos de Melilla. Quando percebeu que podia, olhou pela janela, era noite já. Conseguiu abrir a porta traseira silenciosamente e esgueirou-se para fora, correndo pelas ruas. Na mansão em Ceuta, D. Isabel ligava para Rodrigo para contar da chegada da polícia e da fuga de Aisha.


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Diário da Cuesta

TEMPO DE INCERTEZAS

ARTIGO Bahige Fadel

E DA CIDADANIA EM BOTUCATU

RAUL TORRES E O SAMBA RURAL

RAUL TORRES é um orgulho para Botucatu. Faz parte do TRIO DA MÚSICA RAIZ: ANGELINO DE OLIVEIRA, RAUL TORRES E SERRINHA. Praticament e região a CAPITAL DA MÚSICA e, fazendo de Botucatu CAIPIRA ou MÚSICA RAIZ! Com estátua na Praça do Bosque, Raul Torres tem resgatado o seu OUTRO LADO MUSICAL: do SAMBA RURAL ou SAMBA DO INTERIOR. O original e excelente TRIO GATO COM FOME, resgata com muito brilho dez sambas de Raul Torres, no álbum EM BUSCA DOS SAMBAS DE RAUL TORRES. Botucatu não poderia ficar desconhecendo esse lado musical de Raul Torres e com o também. Ver matéria completa qual fez muito sucesso, na página 2

ELE IÇÕ ES MU NIC IPAI S

Amanhã, 15 de novembro, é dia de Eleição Municipal e é, também, feriado da Proclamação da República. Em Botucatu são 321 seções eleitorais no Município de Botucatu e são

Nº 05

SÁBADO DOMINGO 14/15 de novembro de 2020

Diário da Cuesta TU NIA EM BOTUCA

TE E DA CIDADA

Ele é o Eleito! NA DEFESA DO

MEIO AMBIEN

ue a sua reePardini conseg ipal de O prefeito Mário à Prefeitura Munic i leição (2020/2024) início da campanha, Pardin o Botucatu. Desde na preferência do eleitorado vinha despontando vo da SABESP, teve destaExecuti mubotucatuense. va à frente 35 positi dade que por sua capaci to, Pardini enfren te seu manda tu Duran s. Botuca em nicípio ram ções que ocorre tou as inunda os generalizados pontes e estrag com queda de tar a pandemia teve que enfren o e, em sequência, tu acompanhou ... Ufa... Botuca tada capaci do vírus chinês equipe de uma sua conabalho à frente

Nº 06 SEGUNDA-FEIRA de 2020 16 de novembro

Diário da Cuesta

NA DEFESA DO MEIO AMBIENT

E E DA CIDADANIA EM BOTUCAT

U

QUARTA-FEI RA 09 de dezembro de 2020

EMERSON FITTIPALDI

GRANDE CAMPEÃO DA F 1 - foi o primeiro/abriu o caminho!!! Emerson Fittipaldi foi o primeiro brasileiro a se tornar campeão mundial de Fórmula 1. Foi bicampeão em 1972 e 1974, campeão (Fórmula Indy), em 1989 da CART e bicampeão das 500 milhas de Indianápolis em 1989 e 1993! Leia “Clã Fittipaldi: uma família que tem carros de corrida e motor nas veias” - Página 4

Felipe Massa & O Tsunami do Azar...

Felipe Massa e o grande Pentacampeão da Fórmula 1, Schumaker, no Vale do Sol. PÁGINA 2

ano I Nº 26

da Cuesta

NA DEFESA DO MEIO AMBIENTE

BOTUCATU DANIA EM o de 2020 ano I Nº 31 de dezembr E E DA CIDA TERÇA-F EIRA 15 AMBIENT

Diário da Cuesta

EMBAÚBA

JORNALISMO MODERNO

?!? MOS USARPágin a3

Há outras incertezas também. Incertezas políticas, incertezas econômicas. As econômicas serão solucionadas. Sempre foram. Logo haverá mais empregos, alavancando a indústria e o comércio, estimulando a produção agrícola e industrial. Acredito muito nisso. Só não acredito na solução das incertezas políticas. Pelo menos, em curto prazo. Alguns políticos são piores do que esses vírus que surgem. Para os vírus, conseguem encontrar vacinas. Já para alguns políticos, ainda não temos vacina eficaz. A sede de poder é muito grande. É bem maior do que a capacidade de exercê-lo. Nessa ocasião, muita gente funciona como aqueles cachorros de rua, que correm latindo atrás de um veículo em movimento. Quando o veículo para, o cachorro não sabe o que fazer. Infelizmente é assim. Destroem o mundo para conseguirem o poder, mas, quando o conseguem, não sabem o que fazer dele. Mas nem tudo está perdido. Não é o fim dos tempos. Acredito no instinto de sobrevivência da humanidade. Ao ver-se em perigo iminente, encontrará forças e disposição para achar uma saída. Mas que não demore muito. Não podemos deixar que o mal nos vença. Já o conhecemos. Ele é perigoso, mas não imba�vel. Quero acreditar nisso.

& Anfiteatro: VA

Não é fácil, cara pálida. São muitas incertezas. Tempo em que os problemas, na maioria das vezes, foram em maior número do que as soluções. Há muito tempo, uma pessoa me disse que o maior perigo da humanidade será quando as pessoas começarem a criar problemas cujas soluções não estão ao seu alcance. Não quero acreditar que chegamos a esse momento. Não quero. Tenho que acreditar no ser humano. Tenho que acreditar na educação. Tenho que acreditar na ciência. Tenho que acreditar na solidariedade humana. Não posso acreditar que o homem queira destruir o próprio homem. Alguns, pode ser. Há seres abomináveis. Há seres-vampiros, que só se satisfazem com sangue. Mas não posso acreditar que estes sejam os vitoriosos. Não posso. Mas as incertezas são muitas. Não param de surgir. Incertezas que vieram com a pandemia da COVID-19. Estas, felizmente, estão sendo superadas aos poucos. Reduziu-se a gritaria radical que procurava culpados, para dar lugar à corrida pela solução dos problemas, como a vacinação em massa. Demorou para que as pessoas se conscientizassem de que deveriam aprender mais sobre o coronavírus e acusar menos. Estamos nessa fase. Experimental. Não me importo de ser uma cobaia. Sei que a vacina não é perfeita, mas é a única solução que temos, no momento. No futuro, haverá vacinas melhores, mais seguras. Isto porque as pessoas estão estudando mais e acusando menos.


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COMENTA Rodrigo Scalla

Dia dos Pais

Apesar da triste situação que muitas crianças passam hoje em dia , a maioria com pais e mães separados, o pai casa de novo , e a mãe idem, os novos filhos aparecem- enfim , apesar da confusão que as vezes parece complexa , o dia dos pais tem que ser comemorado. Acho o máximo que a própria criança que recebe uma mesadinha já vá criando um cofrinho tanto para o dia das mães quanto para o dia dos pais, pois não tem nada mais carinhoso que a própria criança, nem que seja uma gravata ou outro presentinho mais barato presentear o papai, pois o amor é que irá imperar , principalmente por ele

Os Griffo comemorando o Dia dos Pais

Dr. Jairo Jorge Gabriel , um pai maravilhoso lembrado sempre pelos filhos ( in memoriam)

saber que o filho( a) economizou para lhe agradar no seu dia. Já imaginou? Ele pensar que o filho ( a) deixou de comprar algo para guardar para presenteá-lo. Isso não tem preço. De qualquer forma o Dia dos Pais é muito especial tanto para quem tem , quanto para quem não os têm. E se não têm, ensine a criança a fazer uma prece ao papai que se foi. Antigamente a criança sofria muito não tendo pai , hoje em dia você pode ensinar a criança a responder” Meu pai está aqui sim, dentro do meu coração”. Confira tbem na coluna de hoje alguns lances da vacinação na cidade.

Quem não conhece o Rubão , personagem lendário de

Walter Tadeu de Souza recebe as Bacchi em sua rádio e televisão. Rubão recelinda propriedade no Rio Bonito. Feliz dia dos beu muitos “ mimos” no dia pais e feliz dia dos filhos dos pais. Estava feliz!

O clã Delmanto passou o dia dos pais na propriedade deles no Vale do Sol. Pai e filho ambos pais. Felicidades!

“E no dia dos pais tivemos a vacinação , a segunda dose com muitas pessoas agradecidas e presença do Ministro da Saúde Queiroga. Foi um domingo cheio de emoções”

Pessoas muito felizes

A cabeleireira Carmem Raquel Gonçalves demostrou sorriSilvia Jorge ganhou a so no olhar. Coisa linda de ver O Silvio fez até uma brincadeira vacina como presente para a foto. Nada de bebida. de aniversário Reginaldo e Débora Moreira não esconderam a alegria de Ricardo Paule� acabou mais uma de assinar contrato com dose da este colunista, o que me vacina que deixa muito honrado. salva Sua empresa , uma das mais procuradas na cidade dispondo dos mais modernos itens na área da informática. Paule� é sucesso porque se mantém sempre atualizado no que há de melhor . Seja bem vindo!

Destaque empresarial

Casal Palumbo fez a festa

Outro dia para ficar na história de Botucatu


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