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Diário da Cuesta

O JORNAL DE BOTUCATU

Passeio guiado destaca história e ciência em Rubião Júnior

Roteiro técnicocientífico convida participantes para imersão no distrito com caminhada e experiências ao ar livre.

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RESTAURO DA ESTAÇÃO FERROVIÁRIA DE RUBIÃO

JÚNIOR E OS 63 ANOS DA FACULDADE DE MEDICINA

Ilustração do Mestre Vinício da Igrejinha de Rubião Jr. Preciosidade cultural da cidade! Um dos símbolos de Botucatu!!!

Durante dez anos fui diretor do jornal VANGUARDA DE BOTUCATU (1970/1980). Em 1980, ele não acabou... Foi transformado no bi-semanário “JORNAL DE BOTUCATU”. O novo jornal surgia, bi-semanário, sem engajamento político, mas com uma linha definida de defesa da comunidade. Foi o primeiro jornal feito no “linotipo” em Botucatu a partir dos anos 70. Até 1980, os nossos jornais eram feitos no “tipo”, artesanalmente, com exceção do “Vanguarda”, sempre feito fora de

Botucatu por perseguições políticas dos poderosos de então.

Pois bem, em 1980, trouxemos para Botucatu a Gráfica completa do Ariosto Campiteli, de Bauru, que imprimia o “Vanguarda” e passou a ser sócio do “JORNAL DE BOTUCATU”. Ele veio com a gráfica e a família, além do Dalvo Davanço e família. Foi um grande passo da mídia botucatuense. Hoje, o “linotipo” já foi substituído pela off-set. Tudo ficou mais fácil, democratizando o jornalismo. Buscamos a inspiração gráfica e de

diagramação para o “JORNAL DE BOTUCATU” no moderno veículo do Grupo do Estadão: o “JORNAL DA TARDE”. Foi um sucesso em Botucatu. Pedimos ao professor Vinício Aloise – Mestre da Ilustração – que eternizasse a Igrejinha de Santo Antônio, em Rubião Júnior, como logotipo do jornal. Até meados dos anos 90, permaneceu como o melhor jornal e com a maior tiragem da cidade. Circulou até 2005/6. A ilustração permanece como uma preciosidade cultural de Botucatu. (AMD)

Que a Embaúba é uma árvore típica do cimo da Cuesta de Botucatu? Pois é, a Embaúba que também é conhecida por Umbaúba, Ambaíba, Ambaúba, Imbaúva ou Imbaúba, é árvore da família das Moráceas (cecropia palmata); é árvore de tronco indiviso. Embaubal é o bosque de embaúbas. Também é chamada de árvore-dos-macacos ou árvore-da-preguiça ou torém. O antigo traçado férreo da Sorocabana passava por Vitória (Vitoriana), Lageado e...Embaúba... Sim, Embaúba é uma pequena Vila pertencente a Botucatu que até hoje é procurada pelos amantes da pesca por ser um local ideal e piscoso. Hoje, o descuido e o desrespeito à natureza reduziu muito o número de Embaúbas em nossa região, mas podem ser encontradas na Cuesta e em vários pontos verdes de nossa cidade.

EXPEDIENTE

DIRETOR: Armando Moraes Delmanto

EDITORAÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: Gráfica Diagrama/ Edil Gomes

Contato@diariodacuesta.com.br Tels: 14.99745.6604 - 14. 991929689

O Diário da Cuesta não se responsabiliza por ideias e conceitos emitidos em artigos ou matérias assinadas, que expressem apenas o pensamento dos autores, não representando necessariamente a opinião da direção do jornal. A publicação se reserva o direito, por motivos de espaço e clareza, de resumir cartas, artigos e ensaios.

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A R T I G O História da Igrejinha de Santo Antônio, de Rubião Júnior

A Igrejinha de Santo Antônio, de Rubião Júnior, é um dos pontos turísticos mais visitados em Botucatu. Sua história sempre teve muitas versões, algumas até fantasiosas. O certo é que a Família Frederico esteve ligada à religiosidade e à preservação histórica da Igreja e do Morro de Rubião Júnior, desde sempre.

As fotos da Igrejinha são parte do patrimônio histórico de Botucatu. À noite, o morro e a Igrejinha formam um visual magnífico. E inesquecível! Todo ano, no dia de Santo Antônio – 13 de junho! – em Rubião Júnior acontece a Festa de Santo Antônio, com quermesse, festas, barracas de comidas típicas da época e barracas para lazer, além da procissão e da missa rezada na Igrejinha de Santo Antônio. Agora, a dedicação e a pesquisa do Toninho Sanches nos traz um trabalho, publicado em um folheto patrocinado pela Prefeitura Municipal e pela Gráfica Igral. Já dissemos ao entrevistá-lo, na TV Serrana, que ele é o “Secretário de Turismo de Botucatu”, escolhido pela comunidade, graças à sua incansável dedicação à frente do Grupo Papa-Trilhas. Na matéria sobre o Lageado ( 80 Anos da Fazenda Lageado (1934/2014)) e na matéria sobre o lendário Lawrence da Arábia ( O Herói de Botucatu: Lawrence da Arábia), publicamos fotos da famosa Casa do Conde de Serra Negra com os componentes do Grupo Papa Trilhas. É inestimável a colaboração que esse cidadão vem dando para a cidade de Botucatu.

Vamos à história pesquisada por ele:

IGREJA DE RUBIÃO JUNIOR

HISTÓRIA DE RUBIÃO JUNIOR

“O primeiro nome de Rubião Junior – foi Capão Bonito – devido a uma fazenda existente na região com o mesmo nome.

Esse recanto entrou para a história em 1855 –quando ogoverno criou um Posto Fiscal para recolher taxas das tropas de gado e burros que vinham do Rio Grande do Sul rumo à Minas Gerais e Bahia. O Posto existiu até 1891 – quando foi extinto pela Constituição Republicana.

de invadir mato Grosso.

O Chefe desse Posto Fiscal – Antonio Pais Madureira – se encantou com esse recanto, tanto é que após a extinção do Posto o mesmopermaneceu por lá, adquirirndo terras e formando uma grande fazenda, tanto fez pela localidade que muitos o consideravam o fundador de Capão Bonito.

Por volta de 1910 – a Ferrovia – faz de Capão Bonito, um polo importante de entroncamento ferroviário para as regiões de São Paulo – Paraná e Mato Grosso.

Em 1916 – com o falecimento do Senador Paulista João Alvares Rubião Junior – o Governo de São Paulo muda o nome de Capão Bonito para Rubião Junior – como homenagem a esse político.

Durante os anos de 1920 e 1930 – com moléstia da tuberculose ainda sem cura pela medicina – descobriu-se que os ares deRubião Junior, eram benéficos aos males do pulmão.

Transformou-se Rubião Junior – num centro de atração, com a criação de pensões familiares, hotéis e restaurantes para atender a demanda de famílias de doentes.

Nessa mesma época começa a chegar na região colonos italianos imigrantes da Itália para sítios e fazendas.

A Ferrovia Sorocabana – constrói um conjunto de casas ao lado da estação para alojar os ferroviários que prestavam serviço no local.

Rubião Junior – teve nessa época, entre 1020 e 1930, mais hotéis, restaurantes epensões familiares, do que proporcionalmente, algumas cidades da região.

A boa cozinha caipira e italiana, aliadas a uma perfeita hospitalidade – ficaram famosas.

Afirma-se que a Sorocabana prolongava a parada de seus trens no local a pedido dos passageiros que sabiam que naquela parada era onde se comia bem.

De 27 de julho a 1º de agosto de 1924 – Rubião Junior – viveu momentos angustiosos com a presença do exército revoltoso do General Isidoro Dias Lopes que avançava com a intenção

Cerca de tres mil soldados ocuparam o povoado por esses dias aguardando a formação dos trens. As famílias conzinharam para o Exército e os estoques dos armazéns, dispensas dos restaurantes, galinheiros e chiqueiros foram esvaziados.

A devoção também chegou a Rubião Junior através dos italianos.

Arcângelo Frederico – após considerar milagrosa a cura de sua esposa gravemente doente – escolheu o ponto mais alto entre as rochas do pico do morro de Rubião Junior e ali cavou um nicho no qual colocou a imagem de Santo Antonio. Aos pés do Santo, colocou uma lamparina e fez a promessa de: todas as noites, qualquer que fosse o tempo, pelo resto de sua vida, subir no topo (naquele tempo não havia caminho, apenas trilhas) afim de acender a lamparina.

Na tarde de 16/maio/1923 – correu noticia “Frederico morreu!”

Com muita ansiedade, os olhos dos fiéis e de descrentes curiosos se voltaram para o nicho de Santo Antonio. Nem nos dias de grande agitação no povoadpo houve por ali ansiedade igual.

Quando o escuro da noite chegou – a lamparina brilhou e Frederico estava morto. Um grito de espanto e maravilha, vindo de todos ao redor, sacudiu a noite e envolveu o monte.

Essa é mais bonita das histórias não só de Rubião Junior, mas de toda a região. A história do quanto pode e consegue o empenho de um homem de fé e palavra.

Com o crescido numero de fiéis no local, foi decidido a construção de uma capela em louvor a Santo Antonio – depois de entendimentos com a família de Jayme Pinto ´proprietário da terra – devotos voluntários abriram trilhas e transportaram nos ombros e lombos de burros, os primeiros materiais para o inicio da obra.

Na época os irmãos Guimarães – Manoel e Álvaro – eram famosos construtores de igrejas e capelas em Botucatu e região.

O construtor Manoel Guimarães – ao fazer as primeiras plantas da construção sobre o morro quase novecentos metros de altitude, teve a idéia de fazer a igreja parecida com os castelos que são vistos no alto de muitas montanhas na Europa.

E sua escolha foi justamente em homenagem ao Castelo Medieval de Guimarães – Portugal – sua terra natal.

Finalmente em 1931 –com grande festa – dia 13 de junho – Dia de Santo Antonio – é entregue à comunidade de Rubião Junior – essa maravilhosa obra de arquitetura e espiritualidade.

O nicho do fiel Arcângelo Frederico – foi preservado na frente da igreja.

Por volta de 1958 – a medicina tendo descoberto a cura dos males do pulão – o gigantesco prédio que seria sanatório de tuberculose perde sua finalidade.

Mas como um milagre da lamparina – em 1963 – Botucatu é iluminada com a criação de sua Faculdade de Medicina justamente nos prédios dos bons ares de Rubião Junior.”

Foto de Antônio Delmanto - 1949

Relembrando

ESPERANÇA!

pelo povo de Botucatu, através de manifestação leal e simpática de seus legítimos representantes...” A criação de uma Universidade Regional começou a ser trabalhada nos anos 1976/77, como um caminho inevitável e irreversível. Seria a complementação da idéia inicial do Governo do Estado ao criar, em 1962 a FCMBB e a FCMBC (de Botucatu e de Campinas) como “embriões” de uma futura universidade, pequena, moderna, ágil e vinculada a determinadas comunidades da região. Seria a racionalidade e a modernidade na gestão de tão importante setor: o ensino estadual universitário. Por mais que se faça e que se diga, a UNESP é de uma irrealidade assustadora Persiste, até hoje, graças ao comodismo e às “amarras” que o oficialismo lança em seus integrantes, do que pela lógica funcional de uma universidade dispersa por todo o Estado e com uma Reitoria que nunca se instalou no local então determinado em lei (Ilha Solteira) e, sim, permaneceu “provisoriamente desde 1976” instalada na Alameda Santos (SP) onde encontramos o m2 mais caro da Capital... Atender determinadas comunidades regionais, conseguir bom entrosamento entre os corpos docente e discente de seus campi, ao lado da agilidade que somente uma estrutura menor, mais racional e mais moderna pode oferecer, é o almejado. O trabalho feito por ocasião da absorção da FCMBB pela UNESP, em 1976/77, quando o então Reitor, Dr. Luiz Ferreira Martins, de Bauru, promoveu uma série de alterações, culminando com o fechamento de departamentos de “integração” então existentes na FCMBB. (AMD)

Alguns amigos como esse e a vida seria melhor. Alguns amigos como esse e muitas caminhadas não seriam interrompidas e tantos ideais, com certeza, seriam alcançados. Um cidadão prestante exemplar. Profissional do ensino, empreendedor visionário e cidadão que se destacou entre seus pares. Na sua despedida, a certeza da amizade de seus amigos levando-lhe a bandeira simbólica da vida, a bandeira dos homens de bem, a bandeira da raça humana, a bandeira dos justos... PROF.DR.DOMINGOS ALVES MEIRA: Rubião Jr, Rubião Meira, João Alves Meira e Domingos Alves Meira. Não é mera citação É o registro do trabalho ininterrupto de uma mesma família no setor público e, de modo especial, na área médica RUBIÃO JR o político eficiente do PRP na 1ª. República, Senador, político reto, coerente e que hoje empresta seu nome ao

VOCÊ

SABIA? Que teria sido brasileiro o famoso herói inglês que marcou presença na Primeira Grande Guerra Mundial? Teria sido botucatuense esse herói? Teria nascido na Cuesta de Botucatu esse herói que encantou gerações com sua bravura e idealismo? A Revista Peabiru apresentou minucioso estudo sobre a trajetória

– a imagem positiva e heroica de Lawrence da Arábia: um brasileiro nascido na CUESTA DE BOTUCATU.

crédito a quem de direito. O Governador Jânio Quadros CRIOU a nossa Faculdade de Medicina em 1958. Foi o PAI da Faculdade. O Governador Carvalho Pinto que foi beneficiado com a criação da Faculdade de Medicina, em 1958, ano de sua eleição, é o PADRINHO viabilizou a Faculdade e ampliou o conceito inicial para Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas de Botucatu, em 1962.

2– Em praça pública, o Governador Carvalho Pinto em 1962, oficializou a criação da FCMBB e autorizou seu efetivo funcionamento em 1963.

3– OPERAÇÃO ANDARILHO. Se para o ano de 1963 a dotação de verbas para Botucatu foi quase nula, no ano de 1964 pouca coisa melhorou. Em 1965, o Governador Adhemar d Barros é cassado sob acusação de corrupção pelo Regime Militar. Assumiu o vice-governador, Laudo Natel, mas a falta de verba para o funcionamento da FCMBB continuou. A OPERAÇÃO ANDARILHO foi desencadeada em consequência da precariedade das condições da FCMB. Houve o apoiamento

Diário da Cuesta
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Jânio Quadros & Carvalho Pinto
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Passeio guiado destaca história e ciência em Rubião Júnior neste domingo (03)

Roteiro técnico-científico convida participantes para imersão no distrito com caminhada e experiências ao ar livre.

No próximo domingo, dia 03 de maio, a Prefeitura da Estância Turística de Botucatu promove mais uma edição dos passeios guiados, desta vez com o roteiro técnico-científico em Rubião Júnior.

A atividade terá início às 08 horas, com ponto de encontro na Estação Ferroviária de Rubião Júnior, localizada na Avenida Bento Lopes. O percurso será realizado a pé, com duração aproximada de três horas e nível de dificuldade entre fácil e médio, sendo acessível para diferentes públicos.

Ao todo, serão disponibilizadas 20 vagas, preen-

chidas por ordem de inscrição, que deve ser feita antecipadamente por meio do site da Prefeitura: https://www.botucatu.sp.gov.br/pagina/121/ inscricoes-para-passeio-guiado/. Durante o passeio, os participantes terão a oportunidade de conhecer mais sobre o distrito sob uma perspectiva diferenciada, conectando ciência, patrimônio histórico e biodiversidade.

O roteiro propõe uma verdadeira imersão em um território que teve papel importante no desenvolvimento intelectual e científico da região, reunindo elementos naturais e culturais que ajudam a contar a história de Botucatu.

A organização orienta que os participantes utilizem roupas leves, calçados confortáveis e levem itens como água, lanche leve, repelente e proteção contra o sol. Também é recomendado levar câmera ou binóculo para melhor aproveitamento da experiência.

O passeio pode sofrer alterações em caso de condições climáticas adversas. (Acontece Botucatu)

Viagens # Fé

Em Göreme, Turquia, visitando igrejas escavadas em rochas vulcânicas

Curiosa e interessante foi nossa estada na pequena cidade de Göreme, que fica na província de Neysehir, na região da Anatólia Central, na Turquia. Lá existe um complexo monástico da era bizantina com igrejas e capelas escavadas em rochas vulcânicas, entre os séculos X e XII.

Reconhecido em 1985 pela Unesco como Patrimônio da Humanidade, o amplo sítio abriga cerca de trinta templos, dispersos em um território surpreendentemente compacto. Estas capelas, camufladas pela natureza, oferecem momentos de contemplação longe das rotas turísticas convencionais.

É um lugar interessante para aprender sobre a presença do cristianismo na Capadócia — a região serviu como refúgio para cristãos perseguidos durante os séculos III e IV.

Foi na Capadócia que São Basílio implementou o conceito de oração em comunidade, prática que teria surgido exatamente no local que hoje é o “Göreme Open Air Museum”, realmente um museu a céu aberto.

tos, principalmente, costumam estar danificados.

Em algumas das igrejas abertas na pedra, Regina Célia e eu conseguimos entrar. Visitamos as capelas de Santa Bárbara, de Santo Onofre e de Santa Catarina. Também há menção do santos soldados Jorge e Teodoro, os quais teriam vivido em localidades da Capadócia, onde morreram martirizados.

Entretanto, é preciso tempo e disposição para caminhar e subir em áreas íngremes para poder penetrar entre as rochas. Na maioria das cavernas há marcas da tradição ortodoxa, com pinturas de santas e cenas bíblicas.

Essas pinturas podem ser vistas ainda hoje, porém já um pouco desgastadas pelo sol ou então depredadas por povos posteriores — os rostos dos san-

Já a chamada Igreja Escura (Karanlik Kilise) guarda as mais extraordinárias obras de arte bizantina da região. Sua escuridão secular tornou-se guardiã involuntária destas pinturas sagradas. Este templo do século XII exibe afrescos magníficos retratando momentos cruciais da narrativa cristã – da Anunciação à Crucificação de Cristo.

Soubemos no lugar que uma dedicação notável de 14 anos para remover os vestígios do tempo transformou tais afrescos nos mais bem conservados da Capadócia, verdadeiras joias da arte bizantina e da tradição ortodoxa.

• Cronista e pesquisador, membro da Academia Botucatuense de Letras, é autor de 65 livros sobre a história regional.

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